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Exame de Otos

O documento fornece informações sobre a realização e interpretação do exame de otoscopia. Deve-se identificar estruturas do ouvido como o martelo, o umbigo e o tímpano, e observar sinais de doenças como otite externa, perfuração timpânica e otite média. Os testes de Weber e Rinne avaliam a condução óssea e aérea para distinguir perdas auditivas condutivas ou sensorineurais.

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Erick Guerra
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Exame de Otos

O documento fornece informações sobre a realização e interpretação do exame de otoscopia. Deve-se identificar estruturas do ouvido como o martelo, o umbigo e o tímpano, e observar sinais de doenças como otite externa, perfuração timpânica e otite média. Os testes de Weber e Rinne avaliam a condução óssea e aérea para distinguir perdas auditivas condutivas ou sensorineurais.

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EXAME FÍSICO DE OTOSCOPIA

IDENTIFICAR NA OTOSCOPIA:

• Processo curto do Martelo;


• Cabo do Martelo;
• Umbigo/Umbo;
• Cone de Luz;
• Parte Tensa – inferior;
• Parte Flácida – superior;
• Tímpano – deve ser rosa-
acinzentado e translúcido.

Perfuração Timpânica. Decorrente, em Otite Externa Aguda. O canal auditivo Otite Média Aguda + derrame Otite Média Aguda + derrame Otoesclerose. Acúmulo de
geral, de infecções purulentas da orelha costuma aumentar de volume, ficar purulento. Bactérias. Otalgia, seroso. Vírus. Plenitude, estalidos hialina – na parte inferior do
média. Pode ser central ou marginal. estreitado, úmido, pálido e febre e perda auditiva na orelha, perda auditiva tímpano existe uma placa
Nenhum marco anatômico visível. Fecha-se hipersensível. Pode ocorrer rubor. condutiva. Tímpano com rubor condutiva leve e dor. Líquido branca com bordas
ao decorrer da cicatrização. Otorreia. Parte tensa mais opaca. e protruso, abaulado para fora. âmbar atrás da membrana, com ou irregulares. Não altera a
sem bolhas. audição.

*Na presença de otalgia, secreção ou inflamação da orelha, desloque o pavilhão auricular, comprima o trago (dor na otite externa) e a região mastoide (dor na otite média).
*TESTE DE WEBER: teste de lateralização da audição. Apoie, com firmeza, a base do diapasão na parte superior da cabeça do
paciente. Pergunte onde ele escuta o som: se em um ou nos dois lados. Normalmente, o som é escutado na linha média ou de
maneira igual nas duas orelhas. Na perda auditiva condutiva unilateral o som é percebido na orelha alterada – otite média aguda,
perfuração do tímpano e obstrução do canal auditivo (por cerume, por exemplo). Na perda auditiva sensorineural unilateral o som é
percebido apenas no ouvido íntegro – lesão da orelha interna ou do nervo coclear.

PERDA CONDUTIVA: transtorno da orelha externa ou média que compromete a condução do som para a orelha interna.
Pode ser por corpo estranho, otite média, perfuração do tímpano ou otosclerose dos ossículos. Acomete mais crianças e
adultos jovens, com menos de 40 anos. Pouco efeito sobre o som – a audição melhora em lugares barulhentos e a voz tende
a ser baixa (o que indica que a orelha interna e os nervos cocleares estão intactos).

PERDA SENSORINEURAL: transtorno da orelha interna que compromete o nervo coclear e a transmissão de impulsos
neuronais para o cérebro. É causada por exposição a ruídos altos, infecções da orelha interna, traumatismos, tumores,
transtornos congênitos e familiares e envelhecimento. Acomete pessoas da meia idade ou de idade avançada. O canal
auditivo não apresenta um problema visível. Os registros mais altos são perdidos, de modo que o som pode estar distorcido,
a audição piora em ambientes barulhentos e a voz pode ser alta porque a audição é difícil.

*TESTE DE RINNE: comparar a condução aérea com a condução óssea. Coloque a base do diapasão em vibração suave sobre o osso mastoide, por detrás da orelha e no
mesmo nível que o canal auditivo. Quando o paciente deixar de escutar o som, aproxime rapidamente o diapasão do canal auditivo e verifique se o paciente volta a escutar
o som. Normalmente, o som é escutado mais tempo quando conduzido através do ar do que através do osso, ou seja, CA > CO. Na perda auditiva condutiva, o som é
percebido através do osso por um intervalo mais longo do que o som conduzido pelo
ar. Na perda auditiva sensorineural o som é ouvido por mais tempo através do ar.
Dificuldade em compreender o que as pessoas falam.

*DOENÇA DE MENIÉRE: zumbido + perda auditiva + vertigem.

*TÉCNICA: usar o maior espéculo que o canal auditivo do paciente puder acomodar.
Segurar o pavilhão auricular para retificar o canal auditivo, manter o cabo do
otoscópio entre o polegar e os outros dedos, apoiando a mão no rosto do paciente.
Inspecionar o canal auditivo sempre registrando a presença de secreção, corpos
estranhos, eritema ou edema cutâneo.

*EXOSTOSES: são nodulações indolores, recobertas por pele normal, localizadas em


regiões mais profundas dos canais auditivos. Tratam-se de crescimentos ósseos
exagerados, não malignos, que podem dificultar a visualização do tímpano.

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