ABANDONO
Sensação de que as pessoas a quem você ama lhe deixarão e que você
terminará isolado emocionalmente. Envolve a sensação de que as pessoas amadas
podem morrer, abandonar-‐-lhe por preferirem outra pessoa, de maneira que você
sente que será deixado de lado e ficará sozinho. Em função desta crença, você
pode se “grudar” às pessoas próximas de maneira exagerada e ironicamente,
acabar por afastá-‐-las. Você pode também ficar extremamente chateado ou com
raiva sobre separações consideradas normais.
VULNERABILIDADE
A armadilha da Vulnerabilidade faz com que vivas com medo de que um desastre ou
algo ruim possa acontecer na sua vida a qualquer momento, seja este de ordem
natural, criminal, médica ou financeira. Você não se sente seguro neste mundo.
Quando criança, você aprendeu a interpretar o mundo como um lugar perigoso
sendo provavelmente superprotegido pelos seus pais, que se preocupavam demais com
a sua segurança. Seus medos são excessivos e irreais mas mesmo assim,
controlam a sua vida e drenam sua energia, buscando ter absoluta certeza de que
você está seguro. Eles podem envolver também temas relacionados à doença: ter um
ataque de ansiedade, ter AIDS ou enlouquecer. Podem estar focados em
vulnerabilidades financeiras como falir ou acabar como um sem-‐-teto vagando nas ruas
e ainda envolver outras situações fóbicas como medo de voar, de ser assaltado ou de
terremotos.
Os próximos dois esquemas referem-‐-se à força de sua conexão emocional com os
outros: Privação Emocional e Exclusão Social.
PADRÕES INFLEXÍVEIS
Se você se encaixa na armadilha de vida de Padrões Inflexíveis , pode
desenvolver expectativas elevadíssimas sobre si mesmo e esforçar-‐‑se
enormemente para alcançá-‐las. Acaba dando exagerada ênfase em status,
dinheiro, posses e beleza. Acaba aplicando este modelo de padrões rígidos
e inflexíveis à outras pessoas sendo exageradamente crítico. Quando criança,
era sempre esperado que você fosse o melhor, sendo que qualquer coisa
menor que o primeiro lugar era considerado um fracasso. Você aprendeu que
nada do que fazia era bom o suficiente.
. Nós sentimos uma forte pressão para mantê-‐-la. Isso faz parte do impulso humano
para consistência. A armadilha de vida é o que nós conhecemos. Apesar de ser
doloroso, é confortável e familiar. É muito difícil de ser modificada. Além disso, nossas
armadilhas de vida foram desenvolvidas quando nós éramos crianças como ajustes
necessários para a convivência no ambiente familiar que vivíamos.
Esses padrões eram reais quando éramos crianças, o problema é que nós
continuamos a repetir quando não nos servem mais.
Vulneabilidade
Seus pais podem não ter ensinado a você autoconfiança. Ao invés disso eles podem ter
feito tudo para você, e minaram suas tentativas de fazer as coisas por si mesmo. Eles
podem ter ensinado a você que o mundo era perigoso e inseguro, e constantemente
avisou você sobre os perigos do mundo e de possíveis doenças. Eles devem ter
mantido você longe das suas próprias inclinações. Eles deem ter ensinado que você não
podia confiar nos seus julgamentos ou decisões para sobreviver no mundo.
TERAPEUTA : Esse sentimento permanece com você hoje na sua vida agora?
A ORIGEM DA ARMADILHA DE VIDA DE ABANDONO
1-‐- Você provavelmente tem uma predisposição biológica para ansiedade de
separação-‐-dificuldade de ficar sozinho.
2-‐- Um dos pais morreu ou deixou a casa quando você era pequeno.
3-‐- Sua mãe foi hospitalizada ou se separou de você por um período prolongado de
tempo quando você era criança.
4-‐- Você foi criado por babás ou numa instituição por uma sucessão de figuras
maternas, ou você foi enviado para uma escola de período integral numa idade
muito inicial de vida.
5-‐- Sua mãe era instável. Ele se tornou depressiva, raivosa, bêbada ou de alguma
outra forma que retirou de você uma base regular.
6-‐- Seus pais se divorciaram quando você era pequeno ou brigavam muito que você
temia que sua família se separasse.
7-‐- Você perdeu a atenção de um dos pais de forma significativa. Por exemplo um
irmão ou uma irmã que nasceu ou um dos pais que se casou novamente.
8-‐- Sua família era excessivamente próxima e você era superprotegido. Você
nunca aprendeu a lidar com as dificuldades de uma criança.
Se você tem uma armadilha de vida de abandono, seu relacionamento romântico
raramente será calmo e estável. Ao contrário, ele frequentemente se parecerá com
uma montanha russa. Isso porque você perpetuamente se sentirá à beira de uma
catástrofe
Inicialmente nos seus relacionamentos, você se tornou excessivamente grudento.
Esse comportamento de agarramento reforça sua armadilha de vida porque reforça
a ideia que você irá perder uma pessoa querida. Isso mantem a possibilidade de
abandono viva no relacionamento.
Seu apego tem uma qualidade desesperada. Sua conexão com seu namorado nunca
parece forte o suficiente. sente solitária e perdida, então ela deposita sua vida inteira
dentro de um relacionamento. Sua absorção é total. Como ela diz, ela se torna
obcecada esquecendo tudo lá fora no mundo. Toda sua energia se investe em
manter a conexão porque ela é muito importante.
SINAIS DE PERIGO NO INÍCIO DO RELACIONAMENTO
SINAIS DE PERIGO EM PARCEIROS POTENCIAIS
1-‐- Seu parceiro não gosta de fazer comprometimentos de longa duração porque
ele é casado ou envolvido com outra pessoa.
2-‐- Seu parceiro não é consistentemente disponível para você passar tempo
juntos. Ele ou ela viaja muito, mora longe, é um workaholic.
3-‐- Seu parceiro é emocionalmente instável (ele ou ela usa drogas, bebe, é
deprimido, não consegue manter um trabalho) e não pode estar lá para você
emocionalmente de forma consistente e regular.
4-‐- Seu parceiro é ambivalente, sobre você-‐- Ele ou ela querem você mas
seguram-‐-se emocionalmente; num momento agem profundamente amando
você e no momento seguinte agem como se você não existisse.
Você não está procurando parceiros os quais não mostram esperança por
estabilidade, ao contrário, você se atrai por pessoas que apresentam alguma
esperança de estabilidade emocional, mas não completa esperança. O qual apresenta
esperança e dúvida. Você sente como se existisse uma possibilidade que você possa
ganhar a pessoa permanentemente, ou pelo menos conseguir que a pessoa se
relacione com você de forma estável.
Você se atrai mais por parceiros que mostram algum grau de comprometimento e
conexão, mas não absolutamente certo que ele estará lá. Vivendo um
relacionamento amoroso instável parece familiar e confortável para você. Isso é o
que você sempre conheceu. E a instabilidade familiar é o que você sempre soube. A
instabilidade continua ativando sua armadilha de vida, gerando a química num fluxo
constante. Você se mantem apaixonada. Escolhendo parceiros que não estão
realmente lá para você, reassegurando que você irá continuar a repetir seu abandono
da infância.
. Existem ainda maneiras para você reforçar sua armadilha de vida de abandono.
ARMADILHA DE VIDA EM UM RELACIONAMENTO
1-‐- Você evita relacionamentos íntimos mesmo com parceiros apropriados porque
você teme perder a pessoa ou chegar muito perto e se machucar.
2-‐- Você se preocupa excessivamente sobre a possibilidade que seu parceiro irá
morrer ou seu parceiro irá se perder, e o que você deveria fazer.
3-‐- Você reage de forma excessiva sobre as pequenas coisas que seu parceiro te diz,
ou faz e interpreta como se fosse um sinal de que ele ou ela pretende te deixar.
4-‐- Você é excessivamente ciumento e possessivo.
5-‐- Você gruda no seu parceiro. Sua vida toda se torna uma obsessão em mantê-‐-
lo.
6-‐- Você não consegue suportar ficar longe do seu parceiro, mesmo por poucos dias.
7-‐- Você nunca está convencido que seu parceiro irá ficar com você.
8-‐- Você fica com raiva e acusa seu parceiro de não ser leal ou fiel.
9-‐- Você as vezes desapega, deixa, ou se retira para punir seus parceiros por
deixa-‐-la sozinha.
Isso é possível que você é estável, relacionamentos saudáveis, ainda continuo a sentir
que o relacionamento é instável.
Você provavelmente também irá cair em outra armadilha de vida de abandono-‐-
comportando-‐-se de maneira que conduzir seu parceiro para fora. Lindsay por exemplo,
sopra qualquer pequeno argumento para uma proporção que ameaça acabar. Ela
exagera o significado das brigas, justamente como Abby exagera o significado de
separação do seu marido durante as viagens de negócios.
. A acusação constante sugerem que seus parceiros que eles não ligam, ou um
argumento, que eles vão eventualmente deixar.
Sempre que o relacionamento parece ameaçado de alguma maneira, você tem uma
reação emocional forte. Pode ser alguma coisa que quebra a conexão com seu
parceiro-‐- um momento de separação, a menção de alguém que incita o ciúme ou a
troca de humor do parceiro.
Você geralmente não se sente bem quando está sozinha: você provavelmente se sente
ansioso, deprimido ou desapegado. Você precisa do senso de conexão do seu parceiro.
Assim que seu parceiro parte, você se sente desconectado. Usualmente esse sentimento
de abandono não vai embora enquanto não retorna. Você pode se distrair, mas o
sentimento de desconexão está sempre lá. Se esconde no fundo esperando para
engoli-‐-lo. Quase todo mundo que tem essa armadilha de vida, tem um limite sobre a
quantidade de tempo que eles podem se distrair, e quando eles não podem mais.
Quanto mais você se distrai, menos você ficará sozinho. Quanto pior você se distrair,
mais rápido você experimenta o senso de perda, e da necessidade de conexão.
A indiferença é o contra-‐-ataque para o abandono. Quando você está distante, você
está negando a necessidade de conexão. Isso é desafiador, “ eu não preciso de você”.
Existe sempre uma espécie de raiva misturada no distanciamento, e em parte é
punitivo. Você se pune seu parceiro por se distanciar de você, por não te dar o que
você precisa. Embora isso ajuda a lidar com seus sentimentos de abandono, você
abre mão dos seus sentimentos e fica uma dormência emocional.
Uma perda verdadeira, como um rompimento de um relacionamento, é devastador
pra você. Isso confirma seu senso que não importa onde é a curva, você nunca
encontrará uma conexão estável. Você deve se sentir ambivalente sobre começar
um novo relacionamento. Parte de você deseja conexão, e a outra parte antecipa
o abandono. Parte de você deseja ficar próximo e a outra parte fica com raiva,
usualmente antes de alguma coisa acontecer que e garanta isso. O relacionamento
está apenas começando e eventualmente você sente como se a pessoa já tivesse
ido.
TROCANDO SUA ARMADILHA DE VIDA DE ABANDONO
Aqui estão alguns degraus para você mudar sua armadilha de vida de abandono:
MUDANDO O ABANDONO
1-‐- Compreendendo seu abandono de infância.
2-‐- Monitorando seus sentimentos de abandono. Identificando sua
hipersensibilidade para perder pessoas próximas; seus medos desesperados por ser
sozinho, sua necessidade de se apegar às pessoas.
3-‐- Revendo relacionamentos passados, e a clareza dos padrões que ocorrem. Listar
as armadilhas de abandono.
4-‐- Evitando parceiros não comprometidos, instáveis, ou ambivalentes, e que gerem
uma química grande.
5-‐- Quando encontrar um parceiro, que seja estável e comprometido, confie nele ou
nela. Acredite que ele ou ela está lá para você sempre, e que não irá deixar
você.
6-‐- Não se apegue, torne-‐-se ciumento, ou reativos às separações de um
relacionamento saudável.
1-‐-Compreenda sua criança abandonada. Primeiro, considere a sua predisposição
biológica para o desenvolvimento dessa armadilha de vida. Você sempre foi uma pessoa
emocional? Quando criança você tinha dificuldade de se separar das pessoas que
amava? Era difícil pra você começar numa escola nova ou dormir na casa de um
amigo? Você ficava chateado quando seus pais viajavam ou saiam à noite? Você
ficava grudada na sua mãe mais do que as outras crianças quando iam a lugares
diferentes? Você ainda tem muitos problemas lidando com seus sentimentos
intensos?
Se você respondeu “sim” para muitas destas questões, você talvez possa ser ajudado
com medicação. Nós temos visto muitos pacientes conter seus sentimentos com
medicação. Se você tem um terapeuta, você deve falar com ele ou ela sobre essa
possibilidade, ou marcar uma sessão com um psiquiatra para avaliar a questão.
Se você tem ou não uma predisposição biológica, é importante compreender as
situações na sua infância que contribuíram para essa armadilha e vida. Quando você
tem paz, silêncio, deixe que as imagens da sua infância flutuem na sua mente. Quando
elas começarem não force as imagens em nenhuma direção. Deixe as imagens
emergirem sem perturba-‐-las.
O melhor lugar para começar é com o sentimento de abandono na sua vida atual.
Quando alguma coisa acontece agora em sua vida que funciona como gatilho para seus
sentimentos de abandono, feche seus olhos e lembre-‐-se de quando sentiu isso antes.
LINDSAY: Toda vez Greg me dizia que ele estava pensando em terminar. Eu tenho
estado muito aborrecida que não consigo pensar em outra coisa. Eu tenho
implicado com as pessoas com as pessoas até no trabalho. Eu estou tão braba. Eu não
posso acreditar que ele está fazendo isso pra mim. E eu continuo chamando ele. Ele
começou a ficar realmente brabo comigo, mas eu não posso ajuda-‐-lo.
TERAPEUTA: Feche seus olhos e imagine Greg. O que você vê?
LINDSAY: Eu vejo sua face, olhando para mim com desgosto, como ele pensa
que sou patética por tentar segura-‐-lo.
TERAPEUTA: O que você está sentindo?
LINDSAY: Como se eu detestasse ele e quisesse ele ao mesmo tempo.
TERAPEUTA: Me dê uma imagem de quando você se sentia assim antes, a imagem mais
antiga possível.
LINDSAY: (pausa) O que vem é eu visitando minha mãe no hospital. Eu tenho
oito anos de idade e meu pai está me levando para visitar minha mãe no
hospital. Meu pai me disse que ela tomou muitas pílulas por engano. Mas eu sei que
algo mais aconteceu. Então eu entro no quarto e vejo minha mãe, e eu odeio
ela muito, mas ao mesmo tempo eu quero que ela volte para casa tão mal.
Forje essas ligações entre o presente e o passado com imagens. Tente lembrar o início
dos seus sentimentos de abandono.
2-‐-Monitore seus sentimentos de abandono. Torne-‐-se consciente dos seus
sentimentos de abandono agora em sua vida. Confie na sua habilidade de
reconhecer quando sua armadilha de vida é um gatilho. Provavelmente você passou por
alguma perda em algum momento da sua vida. Você provavelmente tem um pai ou
mãe que tenha ficado doente, ou uma esposa ou marido que esteja se
distanciando do relacionamento e que este esteja acabando, ou um amor que seja
instável-‐- que se mantem empurrando por aí.-‐- ou você pode estar tão isolada
da possibilidade de ter uma perda que você está totalmente sozinho.
Veja se você pode reconhecer o ciclo do abandono na sua vida. Abby, Patrick, e
Lindsay todos eles veem esse ciclo tão claramente quando eles olham para ele.
PATRICK: Isso é sempre a mesma coisa todas as vezes. Primeiro, Eu percebo que
Francine não virá para casa e eu estou histérico. Num minuto eu estou
aterrorizado que alguma coisa irá acontecer para ela, que ela irá ter um acidente de
carro. No minuto seguinte, eu estou tão zangado com ela por fazer isso comigo que eu
sinto que posso matar ela quando ela entra pela porta.
Eu continuo assim por horas até que eu fico tão cansado de fazer isso. Então eu me
deito, e me sinto deprimido, eu apenas tento dormir.
Quando finalmente ela chega em casa, a maior parte do tempo eu não ligo. Mas as
vezes eu fico brabo quando eu vejo ela, e é difícil para mim não bater nela.
Permita-‐-se experimentar todos os sentimentos dentro do ciclo. Torne-‐-se
consciente do ciclo assim que você entrar nele.
É importante pra você começar a usufruir seu tempo sozinho caso você não esteja
fazendo isso ainda. Escolha passar um tempo sozinho ao invés de fugir disso. Isso é
alguma coisa que Abby aprendeu a fazer. Quando Abby primeiramente veio para
terapia, ela gastou boa parte dos eu tempo num frenético tentativa de evitar ficar
sozinha. Ela sempre tinha alguém esperando, ou pessoalmente ou por telefone, que
poderia tomar conta dela se ela precisasse. Abby teve que tolerar ficar sozinha. Mais
tarde ela começou a apreciar a solicitude.
ABBY: Se sentir bem de parar de esquematizar todo o tempo sobre como manter as
pessoas perto de mim. Isso me desgastava muito. Eu disse para mim que eu podia
tomar conta de mim, e que eu podia ficar ok sozinha.
Você pode começar com um tempo pequeno. Passe um tempo sozinho. Faça disso um
momento especial. Faça coisas que gosta. Seu medo irá passar. Se você fizer isso
frequentemente, você poderá passar pelo medo dentro de um espaço de paz.
3-‐-Reveja os relacionamentos passados e a clareza dos padrões que são recorrentes.
Liste as armadilhas de abandono e dos relacionamentos românticos na sua vida.
Faça uma lista sobre o que deu de errado com cada um deles. A pessoa era
superprotetora e você tentou segura-‐-la a todo custo? A pessoa era instável? Você
deixou cada pessoa porque você era muito medroso que a pessoa poderia deixa-‐lo?
Você continua se interessando por pessoas que gostam de deixar você? Você era
ciumento e possessivo que você empurrou a pessoa para longe? Quais os padrões
que emergem? Quais são as armadilhas para você evitar?
Quando Lindsay fez a lista, ela viu que ela tinha tido um relacionamento instável
após o outro. De fato, seu relacionamento conosco, era o primeiro que tinha alguém
para ela estável, alguém que estava para ela de forma consistente e que não ia fugir.
E nós sentimos que nosso relacionamento estabilizou Lindsay. Isso nos mostrou
novamente o quanto um relacionamento sólido pode ser, como a pessoa pode
realmente se acalmar, se tornar centrada, mais capaz de focar na vida vivida.
4-‐- Evite descomprometimento, instabilidade, ou parceiros ambivalentes mesmo que
eles gerem uma química forte. Tente formar relacionamentos com pessoas estáveis.
Evite pessoas que irão levar você para uma montanha russa. Mesmo que essas
pessoas seja exatamente as pessoas que mais você se sente atraída. Lembre-‐-se que
não estamos dizendo que você deve sair com pessoas que não acha atraente, mas uma
atração sexual intensa pode ser um sinal que seu parceiro está ativando um gatilho
sobre a armadilha e vida de abandono. Isso pode significar problema, e você deve
pensar duas vezes antes de continuar com isso.
UM CARTÃO DE ABANDONO
Eu agora me sinto devastada porque Richard está se distanciando de mim, e eu
estou quase me tornando raivosa e carente entretanto, eu sei que isso é minha
armadilha de vida, e que minha armadilha de vida é ativada por pequenos sinais de
afastamento e eu preciso me lembrar que pessoas em bons relacionamentos se
afastam.
Se eu começar a me comportar de forma raivosa e grudenta, eu irei empurrar
Richard para fora da relação.
O que eu preciso fazer ao invés disso é trabalhar meus pensamentos para tentar ter
uma visão ampla do relacionamento como um todo. Meus sentimentos estão fora de
proporção da realidade. Eu posso tolerar meus sentimentos e lembrar que na grande
visão Richard está ainda conectado, e nosso relacionamento é bom.
Para melhor ajuda, eu devo focar minha atenção para minha vida e para os meios de
desenvolver a mim mesma. Quanto melhor eu me torno hábil para andar pelas
minhas pernas melhor eu estarei nos relacionamentos.
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