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FT Radiometria 2020

1) A datação radiométrica permite estimar a idade das rochas em milhões de anos através da desintegração radioativa de elementos instáveis nas rochas. 2) A rocha A é mais antiga do que a rocha B porque contém mais chumbo-206 e menos urânio-238. 3) A idade da rocha C é de 1,4 bilhões de anos, correspondendo à meia-vida do potássio-40.

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FT Radiometria 2020

1) A datação radiométrica permite estimar a idade das rochas em milhões de anos através da desintegração radioativa de elementos instáveis nas rochas. 2) A rocha A é mais antiga do que a rocha B porque contém mais chumbo-206 e menos urânio-238. 3) A idade da rocha C é de 1,4 bilhões de anos, correspondendo à meia-vida do potássio-40.

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Departamento de Ciências Experimentais

Área disciplinar de Biologia e Geologia


Ano letivo 2020/2021

Ficha de Avaliação prática de Biologia e Geologia – 10º Ano Outubro 2020

Datação radiométrica
Ao contrário da cronologia relativa, que apenas fornece a relação cronológica entre estruturas geológicas, a
datação radiométrica permite estimar a idade das rochas em milhões de anos (M.a.). Para tal, são utilizados
métodos baseados no processo da desintegração radioativa de determinados elementos instáveis.
Nas rochas existem determinados elementos que são instáveis, o que significa que o núcleo dos seus átomos
se desintegra espontaneamente, permitindo a transformação dos referidos elementos (isótopo-pai) em outros
diferentes mais estáveis (isótopos-filho). Este fenómeno designa-se por radioatividade.
O tempo necessário para ocorrer a transformação de um elemento noutro é variável para os diferentes
elementos, mas constante para um mesmo elemento, podendo levar alguns milhões de anos. O tempo
necessário para que se dê a desintegração de metade do número de átomos de uma amostra, originando
átomos–filho estáveis, designa-se por período de semitransformação, semivida ou ainda meia vida do
elemento.
Tendo conhecimento do tempo que leva um elemento a transformar-se noutro, os cientistas podem pesquisar
numa rocha as quantidades presentes desse elemento e do seu elemento estável correspondente e assim
descobrir há quanto tempo a referida rocha teve a sua origem.
LOURENÇO, M. et al. Da Biologia e da Geologia
(10º Ano) - Lisboa Editora (adaptado)

Figura 1– Representação esquemática do processo de desintegração radioativa.

1. No quadro I encontram-se registados determinados elementos radioativos.

1.1. Suponha que uma equipa de geólogos encontrou duas rochas, A e B, com as seguintes
características:
A - Apresenta elevadas quantidades de Chumbo e reduzidas quantidades de Urânio .
206 238

B - Apresenta elevadas quantidades de Urânio e reduzidas quantidades de Chumbo .


238 206

1.1.1. Qual das duas rochas é a mais antiga? Fundamente a sua resposta.

1.2. Suponha que a mesma equipa de geólogos encontrou uma rocha C, com a mesma quantidade de
Potássio40 e de Árgon40.
1.2.1. Como se designa o tempo que é necessário para que metade do Potássio40 se transforme em
Árgon40?

1.2.2. Indique a idade da rocha C em Milhões de anos.


2. Tendo por base a figura 1, calcule a idade da rocha na fase 3 (a seguir esquematizada),
considerando um período de semivida de 6 M.a.

3. A datação radiométrica baseia-se na presença de __________ ____________ nas rochas. Estes


elementos chamam-se isótopos-pai e transformam-se em _____________. A relação entre as
quantidades destes elementos permite datar as rochas.
A _______________ de um radioisótopo é calculada pelo tempo que é gasto para reduzir o
respetivo número de átomos a ________________.

4. Os dados do gráfico da figura 2 representam o modo como se verifica a desintegração de um


elemento radioativo ao longo do tempo.

Figura 2

4.1. Selecione a opção que completa corretamente o texto seguinte:


Quando se inicia a ________________ do 40K, o número de átomos do isótopo-pai é, em
percentagem, ___________ e o número de átomos do isótopo-filho é _________________. Para
duas semividas, a percentagem de árgon40 é __________________. A semivida do potássio40 é 1,4 x
109 anos, logo, quando numa rocha existir 12,5% de potássio40, o mineral que o contém terá
________________ anos.
A – desintegração… 100%... 0%... 75%... 4,2 x 109 anos.
B – fusão… 100%... 50%... 25%... 2,8 x 109 anos.
C – desintegração… 0%... 100%... 50%... 1,4 x 109 anos.
D – divisão… 50%... 25%... 100%... 0 anos

4.2. Admita que as curvas se referem à desintegração do 235U em 207Pb. Quanto tempo será
necessário para que o número de átomos do 235U seja igual ao número de átomos de 207Pb?

5. Utilize a curva de semitransformação do gráfico da figura 3 para resolver as questões que se


seguem:
5.1. Considere que uma rocha contém o
isótopo-pai (X) e o isótopo-filho (Y) e que o
isótopo-pai tem uma semivida de 40 M.a. A
análise em laboratório mostrou que a rocha
continha 1/8 do isótopo-pai e 7/8 do isótopo-
filho.
Determine a idade da referida rocha.

Fig.3
5.2. Se a amostra da rocha contivesse ½ do isótopo-pai e ½ do isótopo-filho e a geocronologia
laboratorial lhe atribuísse 500 M.a., qual seria a semivida do isótopo-pai?

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