Festa do Pijama e Brincadeiras Safadas
Festa do Pijama e Brincadeiras Safadas
Personagens:
Anahí (Any): 25 anos, Linda, sexy, inteligente, dedicada, casada com Poncho a 2 anos, tem um
ótimo relacionamento com o marido. Bissexual, ele nem sonha isso, apenas se amigo Christian
seu amigo sabe. Dona de uma boate GLS, chamada Casanova. Seus familiares acham que é
apenas uma forma de ganhar dinheiro. Any leva várias mulheres lindas pra cama, mas para ela
é apenas sexo e pronto. Coisa de uma noite, deixa elas apaixonadas, mas para ela é apenas
sexo. Adora conquista-las, provoca-las, até conseguir o que quer, depois age como se nada
tivesse acontecido. Ela só não trai o marido com homens. Trata seus funcionários seriamente,
e não gosta de nenhum tipo de intimidade ou brincadeirinha com eles. Às vezes é ríspida,
parecendo estupida. Ela não era assim, mudou depois de uma decepção.
Dulce (Dul): 23 anos, é DJ, acabou de mudar para a cidade, solteira, bissexual. Acha que o amor
é coisa séria, e quando gosta se entrega de verdade. Já foi e vai pra cama com várias mulheres,
mas sempre tem uma boa conversa depois do sexo, sempre fica amiga de quem ela transa,
mesmo que deixa claro que não queira compromisso, ama sua liberdade. Apenas acha
estranho transar e dar as costas. Com homens vai pra cama com quem realmente quer, pois
sabe quando eles só querem sexo, e não gosta de ser usada. Tem um jeito divertido e louco de
ser, mas é um doce.
Poncho: Marido de Any, 25 anos, faz tudo pela esposa, a ama. Dono de outra boate, mas essa
é hétero. Não é preconceituoso, mas nem sonha que sua amada se diverte a veras, com outras
mulheres.
Ucker: Ex namorado de Dul, 23 anos, namoraram 1 ano. Foi intenso, mas acabaram rompendo.
Ucker descobriu que ela era bi. Seu preconceito não deixou eles seguirem o namoro, embora
continuasse a ama-la.
Chris: Melhor amigo de Any. Gay assumido, dono de uma boate GLS também. 25 anos. Ele
encobre Any nas suas escapadas e sempre a ajuda quando se mete em alguma confusão.
Amigo de Dul, mas não a vê a anos desde que ela se mudou, agora que ela está de volta
matara a saudade da amiga.
Maitê (Mai): Uma linda morena, 25 anos, bissexual, teve um caso com Any. Era DJ da boate
dela, mas é noiva, irá se casar, por isso se mudara de cidade. Tem uma carinha de Anjo,
parecendo inocente. Mas não se engane, quando incorpora o tipo mulher fatal, enlouquece a
todos e todas. Quando quer sabe ser sexy e provocante.
Sinopse: Any muito bem casada com Poncho, dona da boate GLS Casanova, está à procura de
uma nova DJ, ela faz questão que seja mulher, pois em sua boate só trabalha mulheres, pois
admira a alma feminina. Maitê está a ajudando na escolha pela experiência. Christian dá uns
toques. Dul acabou de chegar na cidade a 3 dias. Ucker ainda não entrara na história agora.
Sinopse idiota, mas é só pra vocês ficarem por dentro.
Primeiro capitulo:
Any estava em sua sala, lá na boate mesmo no segundo andar, papéis de Curriculum de DJ's
por toda a mesa. Sentada na em sua cadeira, e Mai de frente pra ela do outro lado da mesa
sentada.
Any: Nossa tem tanto curriculum aqui...nem sei por onde começar. (Olhando alguns).
Mai: Olha eu trouxe esse (entregando a ela) é de uma amiga minha a July, ela morava fora,
ganhou várias premiações por lá. Eu te indico, vale a pena.
Any: Deixa eu ver (analisando a foto) é bem bonita (agora ela lia os dados) me parece muito
boa.
Chris: Olá minhas mulheres (mandando beijo pra Any e beijando a cabeça de Mai).
Any: Nem tanto...vai ser difícil achar alguém a altura dessa safada ai!! (Risos)
Chris: Dul??
Dul: Chris...já estou aqui, tentei te ligar mais você não atendia.
Chris: Desculpa ruiva, é que estava resolvendo uns problemas da minha boate.
Chris: Já arrumou??
Chris: Uma amiga minha dona de uma boate está querendo uma DJ, vem e traz o seu.
Chris: Porque??
Chris: Me fala o hotel que você está que passo lá mais tarde.
Dul: Beijo!!
Chris: Lembram de uma amiga minha, que morava em Cancun, que é DJ??
Chris: Ela estava vindo morar aqui e chegou antes do que eu pensei...ela é DJ Any, você
poderia conhece-la, mandei ela trazer um currículo aqui.
Any: Fala com ela para deixar o curriculum aqui amanhã cedo e deixar aqui com uma das
meninas, a Angelique (garçonete gerente) que eu vejo.
Chris: Mas vai chamar ela para uma entrevista??
Chris: Para falar a verdade faz tempos que não vejo a ela...uns 3 anos, nos falávamos por
telefone, pela net, nunca a vi tocar, só ouvi alguns CD's mixados por ela. Mas eu gostei.
Any: Sei que é sua amiga Chris...mas tenho que ver as qualidades dela, manda ela deixar
curriculum aqui.
Any: Olha Mai, vou sentir muito a sua falta, do seu som na boate, das suas brincadeiras, desse
sorriso meigo, da sua cara de safada, desse corpinho.
Mai senta de frente pra Any em seu colo, com as pernas em volta da cintura da loira, com as
mãos no pescoço dela.
Any encosta os lábios nos de Mai com um longo selinho, logo Mai abre a boca dando espaço a
língua de Any. Se beijam nessa sintonia, até que o ar lhes falta e se separam.
Mai: Também vou sentir falta de tudo isso, desses lábios carnudos, dessa barriguinha, dessas
pernas, das nossas noites de sexo louco!! (Risos)
Mai e Any tinham um caso até hoje, mas ali era mais que um simples caso. Eram amigas, Mai
trabalhava na boate a 1 ano e meio. Mai era a única mulher com quem Any repetia as transas,
pois Mai era desencanada como ela, sabia separar as coisas. E a amizade das duas, só cresceu,
Any confiava em Mai absolutamente para tudo. Mai gosta de seu noivo, o que ela sente por
Any é um forte carinho, muito especial, o mesmo Any sentia por ela. Eram amigas como todas
as outras, a diferença é que se pegam.
Any: Também não é só isso, não é só do sexo que sentirei falta. Você é minha melhor amiga,
em quem confio. Sabe como é difícil pra mim confiar nas pessoas.
Mai: Sei...Any porque você não me conta porque essa dificuldade em confiar nas pessoas?? O
que aquela garota te fez??
Any: Mai sabe que não gosto de falar disso...é passado. (Seria).
Any: Promete que vai sempre vir aqui...vê se não casa e some.
Mai: Claro que vou vir visitar vocês...e vocês também vão ir lá né?
Mai ri.
Any: Pelo menos você vai voltar a morar perto de sua família, lá em Monte Rey, vai estar com
o Guido casadinha.
O celular de Any toca, Mai pega em cima da mesa e entrega a ela. Any olha e não atende,
desligando o celular.
Any: Uma loira que eu peguei esses dias...cara ela descobriu meu telefone não sei como e não
me deixa em paz!!
Any: Quem manda elas não entenderem que é só sexo, coisa de uma noite, casual.
Any: O que??
Mai: Você sai, transa, depois pega suas coisas vai embora sem nem ao menos bater um papo.
Any: Bater papo pra que?? Não quero me casar com ninguém nem namorar. Já tenho meu
marido.
Any: é sério...você é como eu desencanada, não é dessas que se apaixonam na primeira noite.
E me passou confiança, agora se você tivesse apaixonado, eu não teria ficado com você de
novo. Você sabe se divertir como eu. (Any a puxa mais pela cintura).
Any: Que??(assustada).
Mai: (Risos) Estou zuando...me apaixonei, mas foi paixão de amizade. (Passando as mãos nos
cabelos da loira).
Any dá um sorriso malicioso, beija o queixo de Mai, caminha a boca até a orelha dela e dá uma
mordidinha na pontinha. Causando arrepio em Mai, depois desce os lábios para o pescoço,
dando chupões e apertando a cintura dela. Mai enfia as mãos debaixo da blusa da amiga,
passando as pontas dos dedos nas costas, depois acaricia a barriga, subindo para os seios os
acariciando. Any desce a boca com a língua quente pelo colo de Mai, depois por entre os seios,
fazendo Mai ofegar, ela aperta uma das coxas de Mai, com a outra afasta o sutiã de Mai e
começa a chupa-los, depois passa a língua em volta do mamilo. Fazendo Mai soltar um
pequeno gemido. As duas já estavam com as calcinhas molhadas.
Any: Levanta.
Mai se levanta, Any a beija com desejo e vão andando até o sofá da sala, enquanto isso Mai
tira a blusa de Any, as duas rindo e se olhando com malicia. Elas deitam no sofá, Mai por cima,
desce a boca logo para a barriga da loira, ela ama a barriga da loirinha bem definida. Ela passa
a língua em volta do umbigo, depois enfia a língua nele, enquanto abria o botão da calça. Any
já ia as alturas só de imaginar o que estava por vir. Mai abre o botão, depois abaixa o zíper, e
quando ia puxando as calças, batem na porta.
Mai abre as pernas de Any, e deita em cima dela a beijando na boca, ela se move, fazendo suas
intimidades através da roupa se roçarem.
Any: Tenho que ver quem é na porta. (Com as mãos perdidas naqueles cabelos escuros da
amiga).
Mai: Ah deixa bater!! Eu estou te querendo... (ela sussurra no ouvido de Any) quero te comer
agora...quero te chupar todinha...bem aqui. (Ela passa a mão na intimidade de Any).
Any: Não fala essas coisas no meu ouvido que você sabe que não aguento.
Any pira, o fogo consome seu corpo, o desejo, tesão, e perde os sentidos, ela agarra Mai a
beijando com desejo. Ela cruza as pernas em volta de Mai e encaixando mais em seu corpo.
Any: Dane-se quem está lá fora...me chupa, me faz gozar na sua boca agora!!
Poncho: Any...porque não abre, sou eu, tenho que falar com você!!
Any: Poncho!!!!
Ela se desespera, agora de medo, do marido chegar e abrir a porta, já que não estava trancada.
Mas Poncho nunca entra na sala dela sem bater.
Any tinha pavor só de imaginar Poncho a pegando com outra, maior que seu tesão era o medo
disso acontecer. Ela praticamente joga Mai de cima dela no chão, a morena cai rindo.
Any se levanta às pressas, pega a blusa e veste correndo, depois fecha a calça em tamanho
desespero. Mai se ajeita rindo.
Any controla a respiração, ajeita os cabelos, corre e senta em sua cadeira atrás da mesa e Mai
faz o mesmo, porém do outro lado de costas para a porta.
Any fuzila Mai com os olhos. Mai se segurava para não rir.
Poncho ri.
Poncho: Você não tem jeito, adora uma piada né...rsrsrs...você tinha que namorar o Chris.
Mai: Pois é....já disse a ele, mas ele é gay, fazer o que né!?. Rsrsrs
Any: Eu?? Não amor que isso...só estou concentrada aqui nos currículos das DJ’s...só isso. Eu
estava no telefone, e a Mai no banheiro, por isso a demora de abrir a porta.
Poncho: Bem...vim aqui para ver se a gente vai mesmo na festa a fantasia da boate do Chris.
Poncho: Vamos com a gente onde vamos pegar as nossas fantasias, e assim você procura
alguma que tenha interesse.
No Hotel em que Dul estava ela esperava Chris, já havia mandado a mensagem pra ele. Até
que finalmente batem na porta. Ela corre a abre com um enorme sorriso nos lábios.
Dul: Bichaaaaaaaaaaaaa!!!!!
Chris: Sapaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!
Eles se abraçam rindo, depois de um longo tempo de sorrisos e afobação ele entra.
Dul: é bem legal, mas eu estou louca para achar um AP pra mim.
Dul: Chris agente se falava por telefone todo dia, você já sabe de tudo.
Chris: é mesmo. Risos. Ah eu tenho uma novidade, hoje vai rolar uma festa a fantasia na minha
boate, e você vai.
Dul: Espalhei um monte hoje, fiz até uma entrevista, pro dono de uma boate ai.
Chris: Gostou??
Dul: Any??
Chris: é....a Anahí, aquela boate GLS que te falei mais cedo no telefone.
Chris: Olha a boate dela e a mais frequentada da cidade, depois dela é a minha, se eu tivesse
precisando de DJ te colocava lá.
Chris: Acho que a Any vai gostar de vc...não tem porque não gostar.
Dul: Ok...mas como ela é Chris? É nova, velha, chata, legal, quero saber com quem vou me
entrevistar. Porque o dono da boate que fui hoje era um Gay chato e escandaloso, aff. Rsrsrs
Chris: Tem 25 anos, casada, muito legal, amo aquela loira, e é muito gata, bem gostosa, ah se
eu gostasse disso. Rsrsrs
Dul: (Risos) ...mas ela é casada?? Mas pensei que ela fosse lésbica, por ser dona de uma boate
GLS.
Chris fica sem saber se dizia a verdade sobre Any. Pois se ela sonhar que ele anda contando
isso para uma pessoa que ela nem conhece mata ela. Mas Dul era de confiança.
Dul: O que foi cabeçudo??
Chris: Vou te contar, mas por favor, pelo amor de Deus não fala para ninguém.
Dul: O que??
Chris: Ela é bi, mas quem sabe é apenas eu, e a Maitê...e alguns amigos em comum, e umas
funcionárias dela. Maitê é a DJ dela que está indo embora.
Dul: Ah saquei...como você acha que devo me comportar na entrevista, já que a conhece.
Chris: Seja seria, por favor não faça nenhuma de suas gracinhas ou piadinhas, não mostre
nenhuma intimidade, e sorria apenas quando necessário.
Dul: Porque??
Chris: Ela não gosta de muita intimidade com funcionário...apesar de ter comido todas as
suas!!rsrsrs
Dul: Que??
Chris: A Any é a maior pegadora...por isso se por a caso, você trabalhar pra ela se ela der em
cima de você não se assuste, aquilo ali não pode ver uma mulher bonita.
Chris: Com certeza, gata do jeito que vcvocê é, com certeza vai querer te levar pra cama. E se
caso acontecer, não se envolva em Dul, pra ela é sexo e nada mais, ela transa ali, depois veste
sua roupa e sai como se nada tivesse acontecido.
Dul: Serio??
Chris: Serio, mas como vcvocê é uma safada que pega todas também, te conheço e não é de se
apaixonar feito uma bobinha, pra você vc será normal.
Dul: E quem disse que ela vai dar em cima de mim...e quem disse que eu ficarei com ela?
Dul: Pelo que entendi essa Anahí ai, trata as mulheres como coisas descartáveis, depois que
usa joga fora.
Chris: O Problema é que ela só quer curtir, e a mulherada apaixona com ela. A única que taestá
com ela até hoje é a MaiteMaitê.
Dul: A DJ??
Chris: é...é....ela é desencanada como a Any…por isso elas se pegam até hjhoje, mas a Mai vai
casar e vai embora. Mas ali tem uma grande amizade acima de tudo.
Dul: Pois se ela me contratar e der em cima de mim saiba que eu não ficarei com ela. Depois
de tudo o que vcvocê me disse.
Dul nem percebeu, mas ela estava cada vez mais interessada nos assuntos sobre Any.
Chris: Dul a Any tem todas as mulheres do mundo aos pés dela...ela conquista quem quer e
sabe disso.
Dul: Pois ela acha que pode ficar com quem quer??
Chris: Ama...eles se dão supersuper. bem, ela falta babar por ela.
Dul: Eu te ajudo.
As horas se passam e já era a hora da festa. Poncho e Any passaram em suas boates
resolveram algumas coisas e foram para a festa. Mai deu uns toques para uma DJ amiga sua,
pois ela era quem ia tocar na boate de Any, já que ela iria para a festa. A boate estava cheia,
gente fantasiada por toda a parte. Any estava de sininho, mas usava uma mascaramáscara no
rosto, deixando apenas seus lábios carnudos e rosados a mostra, Poncho de Peter Pan, Mai de
cigana. Chris de zorroo foi os receber.
Chris: Olá...que bom que chegaram...nossa adorei as fantasias de vcsvocês, Mai vcvocê taestá
linda de cigana.
Mai: Quer que eu leia a sua mão?? 50 pratas!!
Todos riem.
Mai: Eu vejo aqui...(... (ela segurava a mão dele olhando). Que você vc vai parar com essa
bichesa, vai passar a gostar de mulher, e que agentea gente vai se pegar.
Chris: Ah Any a aquela amiga DJ minha vai vir...daqui a pouquinha ela deve taestar ai.
Any: Quem bom, assim conheço logo essa amiga sua que você vc tanto fala.
Chris: Bem gente fiquem a vontade viu...vou ajeitar umas coisinhas ai, sabem como é neh ser
dono de boate cansa. rsrsrisos
Mai: Eu quero.
Any: Também!!
Mai: Porque taestá de mascaramáscara hem safada?? Vai aprontar neh. rsrsrisos
As duas riem.
1 hora e meia depois Dul chega a boate, estava vestida de mulher gato, a roupa preta e sexy,
deixava aà mostra suas belas curvas, seios, bumbum, barriga, pernas, e com uma
mascaramáscara no rosto, escondendo seus cabelos ruivos, deixando apenas os lábios
delineados de fora. Ela olha como quem procurava alguém. E analisando o lugar. Any que
dançava olha para o lado e vê na entrada aquela mulher vestida de mulher gato, totalmente
sexy naquela fantasia, fica ipnotizadahipnotizada com a imagem. Dul avista Chris e vai em
direção a ele sorrindo, Any acompanha ela com os olhos, mas a perde de vista pelas pessoas.
Chris puxava Dul pela mão, e a leva até o barzinho, olha pro barman e diz.
Chris: Júlio...essa daqui é uma amiga minha, então o que ela quiser de a ela, tudo por conta da
casa.
Dul ri.
Ele serve Dul e ela vira o copo. Depois de mais uns copos:
Chris: Eu te levo.
Dul vai com ele. Depois sai e Chris vai mostrar a boate a ela, canto a canto.
Chris: Quero te apresentar a Any, mas não estou achando ela. Enquanto isso vamos a cabine
do DJ pra você ver. Chris mostra a Dul, logo depois voltam a pista.
Chega uns amigos de Chris e ele chama Dul para ir conhece-los. Ela conhece a todos, batem
um bom papo e ela vai ao banheiro de novo. Mas dessa vez sozinha, ela entra, usa, e quando
sai vê uma linda loira de costas dançando com uma fantasia de sininho, dançava
sedutoramente, e muito sensual, os cabelos até na altura da cintura soltos, as pernas bem
delineadas, o bumbum empinado. A loira se vira de frente para ela, usava mascara, mas seus
lábios eram bem visíveis, rosados, ela vira e solta um sorriso, o mais perfeito que ela já viu,
tinha uma luz, uma coisa que chamava. Any dançava sozinha, Poncho conversava com um
amigo em outro canto da boate, e Mai já se atracava com uma mulher por ai. Dul observava a
mulher.
Any dançava quando se depara com Dul a olhando, a mesma que ela viu entrar pela boate,
percebe que ela a olha. As duas se olhavam nos olhos, Any dançava como se chamasse Dul
para ir acompanhá-la na dança, Dul se via tão envolvida por aquele sorriso e gingado daquele
corpo, que para ela, era como se não houvesse mais ninguém ali. Ela acompanha o ritmo de
Any, passava Buton, Pussycat Dolls. Dul chegava cada vez mais perto, as batidas dos corações
iam junto com a música. Até que quando veem estavam de frente uma pra outra. Dul já sentia
seu corpo quente, Any dá um passo a mais seus corpos se tocam. Any sentia um calor enorme,
e a vontade de a puxar de uma vez pela cintura. Mas não poderia, Poncho poderia ver. Ela
observa os lábios de Dul, o queixo, e o corpo coberto pela fantasia, e imagina o que tinha ali
por baixo, só de imaginar ela tirando aquela roupa da bela mulher sua calcinha já estava
molhada, e a respiração ofegou. Dul estava perdida naquele cheiro da loira, nos lábios
convidativos que pareciam tão macios.
Ela não resiste e coloca as duas mãos em volta da cintura da loira a puxando colando os corpos
quentes. Sobe as mãos pelas costas de Any. Any sentia até o ultimo fio de cabelo se arrepiar
pelo contato das mãos quentes. Dul sentia a pele macia, lisinha e quente, e o desejo de
deslizar as mãos por outros lugares daquele corpo, Dul segura na nuca de Any, perdendo seus
dedos ali e a puxa para um beijo, mais Any vira o rosto. Dul dá aquele sorriso safado que só ela
tem. Any se separa dela a puxando pela mão, Dul não tinha a mínima ideia para onde ia, mas
sabia que algo bom viria pela frente. Ambas sentiam um forte desejo e atração, nem
entendiam como poderiam se sentirem atraídas assim, em tão pouco tempo, com tão pouca
proximidade. Já sentiram desejos por outras, mas esse estava incontrolável, e absolutamente
excitante. E lá ia Dul sem saber pra onde com uma completa desconhecida, que nem havia
visto o rosto. Any carregava a tal mulher sem saber como é seu rosto movida pelo desejo.
Dul ia com Any a puxando pela mão. Ela então se dá conta de que está indo rápido demais,
nem viu a cara da loira, então decide fazer um doce. Ela para no meio das pessoas dançando.
Any vê que era parou, e ainda com a mão segurando a dela a olha. Com a cara de: O que foi??
Any chega perto do ouvido dela e diz com uma voz rouca.
Dul se arrepia dos pés à cabeça, aquela mulher tinha uma voz meio rouca.
Any olha em volta preocupada em Poncho vê-la ali. Mai que de longe avistava tudo, anda até
elas, chega no ouvido de Any e diz.
Any sorri agradecida. Mai dá uma olhada pra Dul e pensa: A Any se deu bem!!
Dul ficou curiosa em saber o que aquela bela morena, havia falado com a loira. Então uma
música começa a tocar.
Ela lança um olhar sexy pra Dul, que sorri de volta com cara de: Vamos lá loira, me mostre.
O som da música começa e Any dança no ritmo. Dul estava hipnotizada, a mulher dançava
como ninguém, num ritmo sensual, sexy, totalmente feminino. Any começa a cantar junto com
a canção olhando fixamente nos olhos castanhos da mulher em sua frente.
El deseo incontrolable
El momento es ideal
Ya no pares de bailar
(Any da 3 rodopiadas)
Un deseo incontrolable
El momento es ideal
Ya no pares de bailar
Tradução:
Um desejo incontrolável
O momento é ideal
Já que não para de dançar
Enquanto o resto da música rolava, Any carregava Dul, e a ruiva nem sabia pra onde, apenas
sentia o coração saltar no peito de tesão, e ansiedade. Any não via a hora de sentir a pele da
mulher que ela puxava, pois a fantasia de mulher gato cobria todo o corpo de Dul, apenas as
mãos estavam de fora, o pescoço coberto, apenas o queixo e lábios dava para ver. Any puxou
Dul até um corredor, na segunda porta a esquerda Any abriu e empurrou a ruiva para dentro,
fechando a porta, o lugar estava escuro, Any a imprensou na porta colando seus corpos com a
coxa entre as de Dul. Dul segurava sua cintura. As duas apenas escutavam o som vindo lá de
fora, as duas enxergavam apenas o vulto uma da outra. Elas ficaram paradas por um momento
apenas encostadas, ou melhor, coladas, sentindo a respiração rápida uma da outra, os hálitos
da boca uma da outra, as respirações se misturando. E o corpo que estava pegando fogo.
Ficando segundos assim, não aguentam e se beijam, colam os lábios, e rapidamente suas
línguas se entrelaçavam, percorrendo cada canto da boca uma da outra. Se beijavam como
nunca, com desejo, tesão. Dul nunca sentiu lábios tão macios e saborosos, era um sabor
diferente. Any nunca provou um beijo tão doce, apesar da rapidez e intensidade que se
beijavam. Dul puxa Any mais para si, desliza as mãos nas costas da loira, estavam quentes, logo
ela gira seus corpos, agora sua coxa estava entre as de Any. Logo começa a beijar o pescoço de
Any, dando chupões, os sugando. Any se arrepia coma língua quente, a calcinha já estava pra
lá de molhada. Ela tocava o corpo de Dul, passeou a mão pelo bumbum a puxando mais para
ela, depois pela coxa, e subiu pela barriga, agora tocava o seio. Mas ela não sentia a pele da
ruiva, pois a fantasia de couro preta não deixava. Isso a estava deixando louca, queria um
contato maior. Dul desceu a mão pela coxa de Any e foi subindo o vestidinho de "sininho" da
Any. A mesma levantou os braços para ajudar. Dul o jogou em qualquer canto.
Logo encostou em Any, que agora estava apenas de calcinha, sandália e a máscara. Passou a
mão no pescoço de Any a beijando, enquanto uma a segurava pela nuca, com os dedos se
misturando nos cabelos loiros. Desceu a mão pelo seio de Any, o tocou, passou o dedão em
volta do mamilo, fazendo a loira gemer entre sua boca. Any procurava o feixe do macacão de
Dul com as mãos desesperadas e tremulas de tesão.
As duas estavam loucas com o macacão as impedindo de um contato maior, ao mesmo tempo
era excitante a dificuldade.
Any: Tira o macacão. (Ofegante).
Dul leva a mão de Any até o feixe na sua nuca. Any puxa o feixe até a cintura de Dul, a encosta
na parede, a deixando de costas para ela. Ela começa a beijar, com os lábios e língua as costas
de Dul, começa desde a nuca dando um beijo molhado. Fazendo Dul se molhar mais ainda. Vai
descendo pela espinha, até que se abaixa puxando o resto do macacão, e o retira por fim. Ela
se levanta e encosta em Dul, sua intimidade no bumbum de Dul, e os seios nas costas da ruiva.
Dul estava apenas de calcinha e a máscara. Any coloca as mãos na cintura de Dul e desliza
tocando a barriga da ruiva, sobe para os seios, toca-os beijando a nuca da ruiva, desce uma
mão pra intimidade de Dul e acaricia por cima da calcinha. Dul solta um gemido. Any roça seu
corpo no dela. Dul estava para pirar com aquelas mãozinhas em sua intimidade e seio, e ainda
por cima coma respiração ofegante da loira em seu ouvido.
Any viu que ela estava delirando com seus toques, e enfiou a mão na calcinha de Dul. Dul
gemeu. Ela sentiu a intimidade molhada de Dul, e se excitou mais ainda. Foi com o dedo no
clitóris de Dul e fez movimentos circulares, enquanto roçava seu corpo no dela, louca de tesão,
e beijava seu pescoço, nuca. Ela continuo os movimentos, Dul gemia cada vez mais. Ela
acariciou mais ainda o seio de Dul, investiu nos movimentos lá em baixo. E falou no ouvido de
Dul com voz rouca.
Any virou Dul, a beijou na boca. Desceu os lábios pelo pescoço, colo, parou nos seios de Dul, e
começou a beija-los, chupa-los, Dul se contorcia encostada na porta. Any brincou com os
mamilos de Dul com a pontinha da língua, arrancando mais um gemido da ruiva. Que segurava
a cabeça de Any, a puxando mais para o seu seio. Any a puxou pela mão, e fez Dul sentar em
uma mesa que havia ali. Puxou a calcinha de Dul e jogou sabe lá onde. Agora elas se
enxergavam um pouco, mas bem pouco, ainda de mascaras. Any abriu as pernas de Dul, que se
inclinou um pouco para trás, com os cotovelos apoiados na mesa. Any beijou a barriga, como
era retinha. Brincou com o umbigo de Dul, desceu, beijou a virilha de Dul, fazendo que ia pra
intimidade dela, mas voltava, isso estava matando Dul.
Any logo beijou a intimidade de Dul, lambeu o clitóris dela, e com a pontinha da língua fez
movimentos circulares. Dul ergueu a cabeça pra trás e gemeu, mordendo os lábios.
Dul: haamm...
Any deu um sorriso safado, e continuou. Logo ela adentrou a língua na intimidade de Dul, fez
movimentos de vai e vem. Dul não cabia em si de tanto prazer, a mulher sabia usar língua. Any
usava a língua e com o dedo pressionou o clitóris de Dul, nessa movimentação, Dul logo gozou,
seu corpo tremeu totalmente, uma onda de orgasmo invadiu seu corpo. Any lambeu todo o
gozo de Dul, que com o corpo mole deitou na mesa, como coração acelerado. Any foi até seus
lábios e o beijou, a fazendo sentir seu próprio gosto. Dul a beijou, foi recuperando suas forças,
se levantou-se sentando, ela colocou a mão na máscara de Any tentando puxar para cima, mas
Any segurou suas mãos.
Dul: Deixa eu te ver.
Ela tirou a mão de Dul e abaixou. Subiu as suas tentando tirar a de Dul, mas Dul faz o mesmo.
Dul: Nada disso...só deixo você ver meu rosto se eu ver o seu.
Any sorri.
Any: Não se preocupe, você não está pegando um canhão. (Any dá uma gargalhada, aquelas
suas).
Dul: Tomara!!rsrsrs
Dul a puxou para um sofá ali. Deitou Any nele, e começou a beijar a loira pelos pés com a
sandália, foi subindo pelas pernas, passou pelo joelho, depois coxa, virilha, e deu um selinho
na intimidade de Any, que soltou um suspiro.
Dul Subiu a boca, beijou um pouquinho acima da intimidade de Any, bem no pé da barriga,
passando a língua ali, arrancando suspiros da loira. Depois beijou a barriga, brincou com o
umbigo, subiu mais, encontrou os seios de Any. Levou a mão até um, e chupou o outro.
Lambia, mordiscava, chupava, hora rápido hora lento. Sua coxa estava entre as de Any,
tocando na intimidade dela. Any se mexeu forçando mais o contato, Dul entendeu e ficou
roçando sua coxa lá. Any mordia os lábios, só o cheiro de Dul a excitava.
Mai distraía Poncho, conversando com alguns amigos, mas Any estava demorando demais.
Mai pensando: Aquela louca está demorando demais...tenho que fazer algo.
Ele a apara.
Mai: Não, me leva logo. To com a sensação de que se eu ficar mais um minuto aqui, não
aguento.
Poncho olha em volta para ver se acha Any. Mai aproveita que ele não está vendo e diz apenas
com os lábios pra Chris.
Mai: é mentira!!
Chris franze a testa sem entender. Mas logo saca que Mai estava tirando Any de uma fria, os
dois eram mestres em acobertar e salvar a pele dela, e inventavam as maiores loucuras pra
isso.
Chris: Olha Poncho é melhor você levar a Mai logo, eu explico tudo a Any.
Mai: A Any está comendo uma por ai, então quando Poncho sai de casa eu te ligo, e você acha
ela logo.
Chris se separa do abraço e sorri como resposta.
Voltando a AyD:
Dul beija o colo de Any, pescoço, e a beija na boca ardentemente. Ela leva a mão até a coxa de
Any e acaricia dando apertões, depois toca o lado interno da coxa dela, e caminha a mão até a
intimidade úmida de Any, e começa a toca-la de uma forma excitante, fazendo a loira dá um
gemido. Ela toca o clitóris dela, Any arranha as costas de Dul, fazendo a ruiva arrepiar. Dul faz
movimentos circulares, depois faz uma pressão sobre ele. Depois chega a entrada da
intimidade de Any, ela abre mais as pernas, Dul faz que vai entrar e puxa o dedo pra trás, ela
faz isso de novo, e de novo, Any ergue o quadril louca querendo sentir o dedo da ruiva dentro
dela. Ela já estava impaciente, pelo tesão, e por saber que já tinha demorado demais, Poncho
já teria dado por sua falta.
Dul pirraça Any de novo, fingindo penetra-la. Any aperta os ombros de Dul.
Dul sorri safada, e desce a boca lá pra intimidade de Any, e começa a beija-la ali, passava a
língua em cada canto. Any foi as alturas, ofegou mais, apertou o sofá com as mãos e gemeu.
Dul mordiscou o clitóris dela, depois sugou, ela sentiu que Any ia gozar e parou, deitou sobre
Any e disse a olhando naqueles olhos azuis, levando Any ao desespero.
Dul a beijou e penetrou um dedo nela, Any a beijou com mais força como resposta do tesão
que Dul estava causando nela. Dul enfiou mais um dedo, fez vai e vem com rapidez, depois fez
lentamente fazendo Any rebolar em seus dedos pedindo por mais.
Dul sorria. Ela então enfiou dois dedos em Any, e assim como ela pediu, fez movimentos
rápidos, e intensos. Não demorou e Any explodiu em gozo. Dul lambeu os dedos, sentou no
sofá enquanto Any se recuperava. Com as pernas ainda bambas Any se levantou para vestir
sua ropua, Poncho hora dessas a procurava. Ela vai até o interruptor e acende a luz. Ela vê Dul
no sofá sentada nua, o corpo dela era lindo, agora ela podia ver detalhadamente, e foi
inevitável não se excitar de novo. Ela pega sua calcinha, veste às pressas, Dul a observava. A
loirinha era perfeita, pelo menos de corpo, pois seu rosto ela não conhecia. Any ia vestir o
vestido e seu celular toca, ele caiu no chão, pois estava preso a sua calcinha quando Dul a
tirou, era Chris.
Any: Eu to...
Chris: Olha só o Poncho foi levar a Mai embora, daqui a pouco ele está aqui, por tanto termina
logo isso ai, e venha pra cá.
Ela veste seu vestido correndo com medo de Poncho chegar antes dela sair. Depois de pronta,
Dul com o macacão na mão.
Dul veste ele, e vira de costas e Any vai subindo o fecho admirando as costas da garota.
Ela dá um passo como se fosse ir embora, mas sabia que Dul pediria seu número, todas
pedem. Dul segura a mão dela, ela se vira.
Any: Me dá o teu.
Dul ri.
Any: Isso é, se eu for mesmo no seu endereço. Vou pensar no seu caso!!
Dul: O que??
Dul: Mas ela acha que é quem?? Só porque é super. Gostosa...nossa e como é, caraca que
mulher é essa, linda, gostosa, cheirosa. Quer dizer...linda nem sei.
Dul: Isso não pode ficar assim, e se ela não for me procurar, nunca mais a verei. Nem saberei
quem é ela.
Dul se levanta rapidamente, abre a porta, apaga a luz, e vai à procura de Any. Mas sabia que
com certeza ela estava acompanhada, percebeu pelo telefonema de Chris. Mas mal sabia ela
que era seu amigo quem falava com Any.
Any chega perto do barzinho procurando Chris, quando ia ligar pra ele seu celular toca era Mai.
Any: Oi.
Mai: Outro!!
Elas desligam.
Chris: Como não?? Você parece que nunca viu mulher na vida.
Any vê Dul, parecia que procurava alguém, ela sabia que era ela, mas não queria que ela a
visse ali mais. Pois Poncho chegaria, e ela não sabe o que ela poderia fazer, poderia ficar em
má situação, afinal ela nem conhecia a garota direito. Tinha medo dela pegar no pé dela a
noite toda e Poncho desconfiar.
Any: Cara, vc não tem noção...a mulher que eu peguei e muito, mais muito gostosa, vc não tem
noção.
Any: Mas é sério...essa é. Ela é....ah sei lá, foi muito bom, to até agora mole.
Chris: Nem sei pra pergunto vc essas coisas, vc nunca sabe o nome delas, e quando elas te
falam vc esquece.
Chris: O que??
Any: Ela estava de máscara...eu também, não conhecemos o rosto uma da outra.
Chris: O mundo está perdido mesmo...as pessoas se comem sem nem ver o rosto.
Any: Ela não quis deixar eu ver o dela, também não mostrei.
Any: Tenho certeza que não, com um corpo daquele, não tem como.
Chris: Mas vc nem sabe o rosto dela e nem vai saber, como consegue?
Any: Quem disse que não vou saber? Ela me deu o endereço dela, está aqui na minha calcinha.
Chris: Não...vc pediu o endereço dela...pra quem não costuma pedir nem número.
Any: Eu não pedi...ela me deu...quer dizer, eu não poderia dar o meu a ela, por isso não tive
escolha.
Chris: Não, essa eu tenho que conhecer, Anahí Portilla repetindo mulher, é porque ela é
mesmo boa.
Chris: A única que conseguiu essa façanha foi a Maitê...outra que eu queria saber o que ela
tem.
Any: Ela tem uma coisa muito boa, experimenta pra vc saber, é perigoso gostar hem. Risos
Any: Não foi só a Mai, já fui pra cama mais de uma vez com outras mulheres.
Chris: Da para contar nos dedos...isso porque as coitadas morriam atrás de vc.
Any: Oi amor.
Chris: E a Mai??
Any: Ain amor...BB...desculpa por sumir, é que encontrei uma velha amiga aqui, nossa
conversamos muito.
Poncho: Tudo bem amor...eu sei que quando vc encontra suas amigas já era. Risos
Chris ia falar o nome de Dul, mas na hora Any vê a própria vindo lá de dentro em direção a
porta, com certeza iria vê-la. Ela nem sonhava que ela era a amiga dele.
Ela sai puxando Poncho que mal se despede de Chris, ela logo entra no carro, e Poncho dá a
partida achando Any estranha.
Any: é que estava vindo uma mulher chata pra caramba, que queria fazer uma festa na minha
boate mas com desconto, ela fica me enchendo o saco pra isso, mas não posso ficar dando
desconto assim...ai ela fica no meu pé sabe, eu queria fugir dela.
Poncho: Ah sei como é. Tem uma cara no meu pé querendo a mesma coisa pra minha boate.
Voltando a Chris:
Chris: é. risos. Ah a senhorita está me devendo uma tocada na boate hoje...vem, vc vai tocar
pra gente agora e fazer um som legal.
Dul: Demoro.
Chris leva Dul na cabine do DJ, ele vai curtir um pouco a festa já que Dul ia tocar.
Dul: Cara peguei uma mulher aqui hoje, depois te conto. (Sorrindo).
Chris: Ok gente...quero apresentar a vocês uma amiga minha que adoro muito, e é DJ e toca
demais...ela é a DJ candy!!
Todos gritam aplaudindo. DJ Candy era o nome que Dul usava, ela pega o microfone.
Dul: Tenho que ir amore...amanhã, quer dizer hoje risos, tenho que levar o curriculum cedinho
pra tal Anahí...e se ela chamar dar entrevista.
Dul vai embora, toma um banho pensando em Any, como seria o rosto da loira. Ela vestiu uma
ropua leve, se deitou, o cheiro de Any parecia estar nela. Lembrava do beijo de Any, do toque,
da voz rouca, pensou nela até que dormiu.
No outro dia Any acordou, olhou para o lado e Poncho já havia saido, ele tinha coisas para
resolver logo cedo. Era 08:30 da manhã. Logo vem em sua mente a noite passada, ela fecha os
olhos e podia sentir o toque de Dul, ela abre os olhos rapidamente assustada com a sensação.
Ela se levanta e vai tomar seu banho, e Dul não sai de sua cabeça, precisava ver aquela mulher
novamente, e ver seu rosto.
Dul chegou na boate de Any, desceu de seu carro, parou na frente da boate e estava escrito de
rosa "Casanova". Se Lembra da musica que ela dançou com Any na boate, a musica por
conicidencia se chamava Baila Casanova, ela ri. Ao olhar novamente o nome da boate ela sente
uma sensação diferente, um arrepio. Ela estranha, mas logo adentra a casa, entra com o pé
direito, seu coração acelera, tinha um pressentimento que sua vida não seria mais a mesma,
fica sem entender a sensação. Logo ve um segurança.
Dul: Isso.
Segurança: Está vendo aquela branquinha ali de olhos azuis e cabelos pretos??
Dul assente om a cebeça.
Dul sorri e agradece. Ela observava o lugar, era linda a boate, via umas garotas limparem a
boate, ela segue até a tal garota que estava de costas, atras do balcam olhando algumas
caixas.
Dul: Olá!!
A garota se vira e sorri. Dul a olha, como se a conhecesse de algum lugar, a garota também.
Dul: Sim.
Angelique: Espera ai...vc é a Candy que estudava comigo?? Que foi embora pra Cancún?? Sim é
vc, essa voz é inconfundivel.
Angelique foi pro outro lado do balcão e abraçou Dul, depois se separam.
Elas riam olhando um pra outra e nem acretitaram que se reencontraram. Elas foram colegas,
formaram juntas, mas logo um tempo depois Dul se mudou.
Angelique: Dul que saudade...e então continua comendo todas por ai??
Dul: Algumas.rsrsrs
Angelique: Jura??
Dul: Juro.
Angelique: Me da aqui...espera ai que vou colocar na sala da toda poderosa, porque se ela
chega aqui e não estiver tudo certinho me mata.
Ela sai correndo, coloca o curriculum de Dul em cima da mesa de Any e volta.
Angelique: Pronto!!
Dul: Me diz uma coisa que horas a poderosa chega?? A Tal Anahi.
Angel: Deixa ela sonhar que ele anda falando isso dela.rsrsrs
Dul: Mas e ai...se caso ela me contratar acha que vou me adaptar?? Sera que eu e ela vamso
dar certo, porque se ela vier com desafouros comigo.
Angel: Ela é muito seria com agente...antes não era assim, depois de um historia ai, que agente
não sabe bem, ela mudou.
Angel: Só sei que envolve um mulher, que fez algo ruim pra ela sei lá.
Angel: Olha Dul ela é meio rispida as vezes, mas é só fazer o trabalho direitinho, fora que vc vai
ganhar super bem se ela te contratar.
Nada mais na menos que isso aqui, Angel escreve em um papel, Dul arregala os olhos.
Angel: Só que tem uma coisa...ela quer exclusividade, vc só pode tocar aqui pra ela, pra mais
ninguém, em nenhum evento. Só se ela permitir.
Dul: Ah é...mas pelo salario que ela paga é justo...mas me diz uma coisa, ela já pegou todas
aqui mesmo??
Dul: E ai??
Angel: Dul vou te dar um conselho, embora seja inutil.
Dul: O que??
Angel: Se caso trabalhar aqui, resista a ela, é o melhor pra vc...embora sei que não vai resistir.
Dul: Porque?
Angel: Ela seduz quem quer...moça, ela, eu não sei o que essa mulher tem, mas deixa agente
facinada, essa mulher é um perigo Dul.
Dul: Fiquei sabendo que ela seduz, leva pra cama, e depois de conseguir o que quer, age como
se nada tivesse acontecido. Trata as mulheres como algo descartavel.
Dul: Eu nem sei se trabalharei aqui...mas se acontecer, eu não ficarei com ela.
Dul: é serio...ela pode ter a todas mas não a mim, não sou nenhuma bobinha. Além do mais
não deixarei ninguém me fazer de boba.
Angel: Dul vc não a conhece, ela vai fazer de tudo pra te seduzir.
Angel: Dul vc é linda, gostosa, é um tesão, com certeza faz o tipo dela.
Dul: Mas não ficarei com ela, vou mostrar pra ela que nem todas caem aos pés dela, isso se ela
me contratar.
Dul: A que??
Dul ri.
Angel: To te falando.
Angel: Fui...ela deu em cima de mim, eu cai matando. Cara ela pegou as roupas dela depois da
transa foi embora sem falar nada. No outro dia era como se nada tivesse acontecido, fiquei
boba por ela, mas depois cai na real, e parei. Mas outras aqui tentaram algo a mais, ficaram
atras dela, algumas ela até mandou embora. A unica que conseguiu levar ele pra cama mais de
uma vez foi a Maite.
Dul: A DJ.
Angel: Isso.
Angel: Não...pra ela ir pra cama com uma mulher de novo, ela tem que ser desencanada como
ela, que só quer uma trepada e pronto, não mostrar nenhum tipo de sentimento, porque se a
garota demostrar que esta afim sentimentalmente já era, porque ai fica no pé dela. Cara
resumindo: A mulher pra levar Anahi pra cama por varias vezes tem que ser muito boa, pra ela
querer repetir a dose.
Dul: Então essa mulher não existe que o tanto que ela comeu e não achou.rsrs
Angel: Tem umas que é o brinquedinho sexual dela, quando não acha ninguém ela vai lá e
pega.
Angel: E que marido, Dul o homem é tãi lindo, tão, nossa ele é um espetaculo, até eu que não
gosto da coisa babo por ele. Acho que seria o unico homem que eu pegaria.
Angel: Eh...não eh só isso, é gentil, educado, respeitador, ama ela...o homem que toda mulher
sonha, por isso ela não larga ele de jeito nenhum.
Angel ri.
Dul: Olha Angel não se preocupe, a poderosa não vai me seduzir. Até porque conheci um gata
ontem, vou me ocupar com ela.
[bleu]Angel: Ah é...quem é?
Dul: é linda...olha Angel, eu vou indo, porque sei que vc ta cheia de coisa pra fazer ai, não
quero te atrapalhar e nem que a poderoa te chingue por minha causa.
Angel: Ok ruiva...te vejo mais tarde então, ela deve mandar eu te ligar pra fazer a entrevista.
Dul da um beijo no rosto de Angel, elas sorriem e ela sai da boate. Ela entra em seu carro,
doida pra chegar logo no Hotel, pois queria estar maior parte do tempo lá, vai que a loira da
noite passada fosse lá. Tempinho depois ela chegou no hotel, entrou, se jogou na cama, ligou a
TV. Ficou pensando se a loira iria lá ou não.
Ela fica ansiosa pela chegada dela, e pelo telefonema de Angel pra saber que horas seria sua
entrevista se a Anahi quisesse ve-la.
As 10:00 horas Anahi entrava na boate. As meninas terminavam de arrumar, ela passa por
todas.
Ela passa com pressa e segue para o andar de cima da boate, a sua sala. Angel tinha ido ao
banco. Any abre a porta, coloca sua bolsa no sofá, e senta na mesa. Liga o computador.
Observa um envelope em sua mesa. Ela abre, retira o curiculum lá de dentro, a foto logo lhe
chamou a atenção.
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Ela ficou olhando, a garota era linda, os cabelos ruivos, tinha um olhar firme. Logo ela leu o
nome: DJ Candy, nome Dulce Maria, 23 anos, depois voltou a foto. A boca da garota e queixo
lhe lembrava algo, que ela não sabia o que era.
Any adorou os cavelos ruivos, dava um ar de diferente, era o que ela queria para a sua boate.
Logo ela pegou o telefone ligando para Angel no celular, ela sabia que Angel havia ido ao
banco, pois ela mesmo que ordenou.
Angel: Oi Anahi.
Any: Que é Dulce Maria eu sei, to vendo o nome aqui, quero saber quem é a pessoa!!
Angel respira fundo, Anahi e seus desafouros, ela ia dizer que era a amiga de Chris, mas ela a
cortou.
Any: Ok!!
Any: Então vc é a tal DJ amiga dele(olhando pra foto) Dulce Maria...DJ Candy!
Any pega novamente o telefone ligando pra Angel. Angel entrava no carro e olha o celular.
Angel: O que ela quer agora, daqui a pouco vai encher o meu saco.
Any: Otimo.
Any desliga o telefone. Olha a foto mais uma vez, não sabia porque mas seus olhos não
queriam parar de olhar a foto da ruiva. Depois de mais um tempo ela coloca o curriculum junto
com os outros escolhidos para a entrevista. O telefone toca.
Any: Alo!!
Any: Vi o curriculum.
Chris: Outro.
Any: Entra.
Mai: E ai pegadora!!!rsrs
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pi.com/musicblog.com.br/r/rb/rbdsempre/images/gd/1232990257.jpg
Any a olha.
Any: Posso saber quem te autorizou a vim vestida mostrando essas pernas??
Mai senta na cadeira de frente pra Any do outro lado da mesa, e cruza as pernas.
Mai: Mas é pra vc loira.
As duas riem.
Mai: Mas agora falando serio...fiquei de te ajudar na entrevista com as garotas, mas tenho mil
e uma coisas pra resolver sobre minha viajem.
Any: Tudo bem, o mais importante é a audição, ver como elas tocam, e nisso vc não pode
faltar.
Any: Foi...rsrsrs
Mai: Isso é um sim. Quem diria, Anahi indo atras de mulher, ainda pedindo endereço.
Any: Opa, eu não pedi, apenas não poderia dar o meu. E além do mais quero saber como é o
rosto dela, só isso.
Mai: Me engana que eu gosto, a mulher te comeu tão bem que vc ta doidinha pra pegar ele de
novo.hsuhsu
Any ria.
Mai: Pelo que vi ela é mesmo, aquela hora que vc dançava com ela dava pra ver.
Mai: Hotel??
Mai: Vai ver ela não queria que vc soubesse onde é a casa dela.
Any: E ela ia alugar um quarto em um hotel só pra me ver, e ainda por cima ficar lá o tempo
inteiro, porque eu nem marquei hora.
Mai: é mesmo...vai ver que ela não é daqui, ta passando ferias, só pode ser isso.
Any: Vou lá anoite, depois as 21:00. Ah...deixa eu te mostrar o curriculum da amiga do Chris.
Any pega e entrega a Mai, ela abre e ve a foto.
Mai: DJ Candy, Dulce Mari, 23 anos. Bem no quisito beleza, ela ganha nota 1000.
Mai: 23 Anos.
Any: Um pouco nova neh...quer dizer nem tanto, mas pra ser DJ da boate GLS mais
frequentada da cidade, é uma responsabilidade.
Mai: Mas o importante é vc conversar com ela, ver o jeito dela, e o som dela neh.
Any volta para a sua mesa, e organiza algumas coisas por ali. Horas depois, já na hora do
almoço ela descide ir pra casa, descansar, pois a 14:00 hrs, ela faria as entrevistas. Ela sai, lá
em baixo ve Angelique.
Any: Angelique, foram 10 garotas selecionadas como vc sabe, então quando cada um for
chegando, vc vai anotando o nome, e manda entrar na minha sala por ordem de chegada.
Angel: Tudo bem.
Angel: Até.
Any segue para a sua casa, chegando lá encontra Poncho e vai almoçar com ele.
No Hotel em que Dul estava, ela havia acabado de almoçar, assistia TV. Fica assim até que da
13:00 hrs, ela resolve ver o que vai vestir para a entrevista, pega varias roupas, e fica
escolhendo. Até que se decide, toma banho, veste a roupa, se maquia, passa perfume, e se
olha no espelho. Ela estava assim:
http://i04.bdbphotos.com/6L/83/0000229683-28230L.jpg
Any chegava em sua boate, onde estava somente Angelique era 13:40.
Any: Angelique, as 14:00 em ponto mande entra um por uma, por ordem de chegada.
Angel: Ok Anahi.
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hyoga.fotoflog.com.br/1159147527.jpghttp://i04.bdbphotos.com/6L/83/0000229683-
28230L.jpg
Angel ficou a olhando, a tempos que trabalhava ali e ainda não tinha se acostumado com a
beleza de Any, era incrivel como cada dia, ela conseguia ficar mais linda. Ia dando 14:00 hrs e
as DJ's foram chegando, uma atras da outra e Angel anotou o nome de cada uma, Dul era a 8 a
ser entrevistada. Todas se sentam nas cadeiras da boate mesmo a espera. Dul vai até Angel e
pede agua.
Dul: Valeu!!(sorrindo).
Angel: Agora.
Dul: Então vou sentar ali e esperar a minha vez...até me chamar, porque ela não marcou uma
hora pra cada uma, ao invés de deixar agente plantada aqui.
Dul: Logo se ve que ela acha que o mundo está a disposição dela.
Angel: Vai se acostumando viu...ela gosta tudo do jeito dela, como ela quer.
Dul: Nem tudo é como queremos, será que ela não sabe disso?
Any estava sentada em sua mesa, com a cebeça escorada na cadeira, quase deitada. Pensava
na noite passada, não via a hora de ir ao endereço da tal mulher gato. Ela se lembra da transa,
e de Dul torturando ela, ela sorri e fecha os olhos.
Nas suas transas era sempre Any quem comandava e dominava, mas Dul foi diferente, com
ela, ela não dominou a situação todo o tempo. Ela olha o relogio em cima de sua mesa, já era
hora das entrevistas e se ajeita na cadeira sentando direito, tentando se concentrar. Batem na
porta.
Angel sai, a tal Bianca entra. Ela se senta, Any faz umas perguntas, e assim segue, entra outra e
depois outra, e outra já era a quarta. Depois que essa quarta saiu, ela quando entra uma
garota. E assim segue, até que finalmente era a vez de Dul, Any entrevistou 7 ela seria a oitava,
Any já tinha se cansado, não havia achado o perfil que queria, eram boas profissionais, mas
ainda não sentiu firmeza. Batem na porta. Ela diz que pode entrar, Dul entra, Any estava com a
cabeça baixa anotando algumas coisas, apenas via o vulto da garota se aproximando. Dul
finalmente iria ver a tal Anahi, ela a ve de cabeça baixa.
Dul repara os cabelos loiros, as mãos dela segurando a caneta escrevendo, percebe que ela era
canhota, ve a aliança dourada grossa no dedo. Ela fica em pé atras da cadeira, esperando Any
levantar o rosto. Any permanece de cabeça baixa e diz.
Any: Sente-se.
Na hora Any para de escrever, aquela voz, a voz de Dul não era uma voz muito comum, é bem
exotica, e logo ela lembra que era igual a da mulher que ela ficou noite passada. Logo ela
ergue o rosto, seus olhos azuis foram direto de encontro aos olhos castanhos e profundos de
Dul. Dul viu o rosto dela por completo, Angel não mentiu e nem exagerou quando disse que
ela era linda de morrer. Aqueles olhos azuis tão intensos, e os lábios rosados carnudos. Eram
tão azuis seus olhos, como o da loira que ela ficou na noite passada. Todas as garotas que
entraram antes olhavam para Any nervosa, mal conseguiam manter o olhar sobre o dela, pois
era um importante entrevista de emprego. Já Dul olhava firmimente nos olhos dela, sem
desviar. Any percebeu isso, a garota ruiva na sua frente parecia que olhava sua alma, olhava
dentro dela.
Any olha o queixo de Dul e lábios, não era possivel que até isso lembrava a garota da noite
passada, será que estava com tanta vontade de ver a tal mulher, que tava enxergando
demais??
Dul: Eu tinha uma amiga na escola que era toda Paty sabe...meio fresca mas, era otima pessoa
e tinha uma mania de ficar falando em ingles, coisas de patricinha, mas eu a adorava, ao invés
de me chamar de Dulce(como todos sabemos Dulce significa doce em espanhol) ela falava
Candy, ai pegou, e eu gostei.
Dul: Há 4 anos...antes eu brincava nas festinhas da escola, nas farrinha, e acabou acontecendo.
Any: Muitas coisas das que eu preciso saber tenho aqui em seu curriculum. E tem outras que
vou perguntar.
Dul: A vontade.
Dul estranhou a pergunta, o que isso tinha a ver?? Ninguém perguntava isso em uma
entrevista, será que isso conta, se ela for bi ou lésbica fica mais facil dela dar em cima, e hetero
talvez não teria chance.
Any não gostou nada dela rir, por algum a caso ela tinha cara de palhaça?? E repara no sorriso
de Dul, era sapeca, e safado ao mesmo tempo. Não que Dul estivesse rindo com malicia, mas
cada um tem um tipo de sorriso, vejam bem: A Mai tem o sorriso doce e ingenuo, Any
cativante, Ucker angelical, Chris sapeca, Poncho de menino, e Dul sapeca e safado. Safado não
só no sentido da palavra, mas de quem apronta mulecagem. Ela lembrou da garora da noite
passada.
Dul: Olha desculpe...mas o que isso tem a ver?? Vc ta brincando não é??
Any: Primeiro quero pedir que não fique rindo, porque isso aqui é uma entrevista seria, e eu
estou com cara de quem está brincando?? Estou em meu trabalho, procurando uma DJ pra
minha boate.
Dul desfaz o sorriso, e olha bem no olho de Any, a mulher era toda petulante, precisava falar
aquele jeito? Seu olhos faiscou de raiva.
Dul: Não disse que vc estava brincando(seria) mas vc há de conver, que em entrevista de
emprego não perguntam de sua sexualidade.
Any: Não estou querendo saber de sua vida Dulce Maria, mas aqui é uma boate GLS, e cantada
é o que vc mais vai receber aqui, mulheres dando em cima de vc. Preciso saber se saberá le dar
com isso. Se está acostumada a esse tipo de publico.
Dul: Acha que se eu tivesse alguma problema em relação a isso, colocaria meu curriculum
aqui??(erguendo a sombracelha).
Any ergue a sombracelha, a garotinha era toda abusada, não temia, e dava resposta sem
medo.
Ela repara bem na afeição de Any para ver a reação. Continua do mesmo jeito, sem mudar
nada.
Dul: Não!!
Any: Tem namorado?? Filhos? Porque preciso saber se vc tam disponibilidade total.
Any: Olha Dulce Maria...aqui a boate abre de quarta a domingo...só que no domingo abrimos
mais cedo e fechamos mais cedo, por ser domingo e todos trabalharem na segunda...por tanto
as folgas são na segunda e terça, a boate abre as 22:00, e o sálario é esse.
Any mostra um papel a ela, era o mesmo que Angel falou com ela.
Dul: O que?
Any: Como vc ve eu pago muito bem...bem mesmo...e por isso gosto de exclusividade, minha
DJ é só minha(isso soou tão sexy na boca de Any com a voz meio rouca, Dul se arrepiou inteira)
então vc não pode tocar em outro lugar, boate, festa, premiação, evento, seja lá o que for. Só
se eu deixar.
Any: Então, acho que é só isso, só falta eu conhecer o seu som. A audição será as 18:00 esteja
aqui e não se atrase.
Dul solta um sorriso, isso significa que ela passou para a próxima etapa, pois das entrevistadas
apenas 4 seriam escolhidas.
Ela falava das resposta curtas e grossas de Any. Sem querer ela deixou escapar, Dul as vezes
soltava as coisas e nãos egurava.
Dul se levanta da cadeira, só então Any repara nas belas pernas da ruiva, Dul da as costas e sai
andando em direção a porta. Any detestava que as pessoas a deixasse sem resposta. E quem
aquela garota achava que era pra fazer isso. Ela se levanta, da a volta na mesa, e para no meio
da sala, e diz antes de Dul tocar na maçaneta da porta.
Dul vira o corpo, ela também reparou nas pernas da loira, e logo olhou naqueles olhos azuis.
Any: Se vc for trabalhar pra mim quero que aprenda uma coisa...destesto que me deixem sem
resposta.
Any a olha, a garota a desafiava, será que não tinha medo de perder a oportunidade, será que
não queria o emprego tanto assim?
Dul uma hora dessas já achava que a mulher ia desistir de deixar ela voltar pra audição.
Any: Parece que vc não quer muito esse emprego não é??(cruzando os braços).
Dul: Porque?? Acha que eu deveria começar a tremer, gaguejar, e ficar calada as suas
alfinetadas?(retrucandoe cruzando os braços).
Dul não levava desafouros pra casa de jeito nenhum, não gostava que ninguém mandesse
nela, ou que se sentisse superior a ela. Ela falava a verdade com quem fosse, e não tava nem
ai, sempre falava o que vinha na sua cabeça, era extremamente franca. E Anahi para ela se
sentia superior a ela, coisa que ela detesta nas pessoas.
Any: To vendo!!
Se Dul achava que ela ia desistir, agora tinha certeza, os olhos azuis faiscavam.
Dul: Olha Anahi essa sou eu, se me quiser como sua DJ já sabe como sou!!
Any apenas a olhava, ainda por cima a garota tava impondo condições.
Any: Pois esteja aqui as 18:00 sem atrasos, e se retire da minha sala, pois já esta atrasando as
próximas entrevistas. Tenho mais 2 pra entrevistar.
Dul se surpreende, ela ainda a queria na audição mesmo depois da intensa entrevista, ela abre
a porta e sai sem entender. Dul chega lá em baixo boba.
Angel: Porque??
Dul: Como vc bem sabe ela cheia de respostas mal dadas neh.
Dul: Vc sabe Angel, desde os tempos de colégio, não sei ficar calada.
Angel: Como??
Dul: Disse que era pra eu estra aqui as 18:00, estou entre as 4 garotas.
Angel estranha.
Dul: Tenho...estou tão surpresa quanto vc...achei que ela não ia me chamar, mas chamou.
Dul: é o que??
Angel: Ela ia decidir quem chamar depois de entrevistar todas, e ia mandar eu ligar para cada
uma.
Dul: Serio??
Angel: O que??
Angel: Dul...rsrsrs...porque??
Dul: Se ela não fosse tão...tão assim...nossa eu pegava ela de jeito, mas que mulher gostosa,
linda, vc não exagerou.
Angel: Dul, Dul, resista a luz daqueles olhos, o brilho daquele sorriso, e ao calor daquele corpo.
Tempo depois da Any entrevistar as outras 2 garotas. Ela escolhe as outras 3 que vão pra
audição com Dul, e manda Angel ligar pra elas.
As horas passam e Dul já ia voltar para a boate. Depois de escolher a roupa ela veste, dessa vez
pegou uma roupa mais a vontade.
As 18:00 estava na boate com as outras 3 garotas. Any vinha descendo a escada, e logo chega
em baixo indo em direção a elas.
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Ela Dul a ve caminhando, ela havia trocado de roupa, estava com os cabelos soltos, e as
pernas, que pernas!! Ela reparou na coxas de Any, ela tinha as pernas bem torneadas. Any
passa por elas indo a Angel, agora ela havia ficado de costas, Dul repara no bumbum empinado
dela, no jeito de falar, de passar as mãos nos cabelos, e começa a sentirum calor. Não podia
negar, a mulher era um tesão. Logo Dul ve uma bela morena entrar, logo Any a olha e sorri, vai
ao encontro dela, a morena(Mai) era lindissima também.
Só então ela se lembra, ela já viu ela, sim, era ela, a morena da noite passada, que tinha falado
algo no ouvido da loira que ela ficou. Ela observava, ela e Any pareciam bem amigas e intimas.
Any chega até as meninas com Mai.
Any e Mai levam as garotas pra perto da gabine onde o DJ toca, Any caminhava na frente com
Mai, Dul reparava nos cabelos loiros de Any, no andado, rebolado, andava parecido com a loira
da noite passada, as voz rouca, o sorriso, era igual, e Mai conhecia as duas. Era muita
conicidencia
Os olhso azuis, a boca carnuda, tudo lembrava a loira da noite passada, será??
Elas chegam a gabine e vão decidir quem irá tocar primeiro. Any discretamente observava Dul,
tava toda lindinha naquela roupa. Era incrivel como a voz dela parecia com a da garota da
noite passada, o queixo, os labios, e aquele sorriso safado, e o olhar penetrante, mas será que
seria ela?? Não, não, é só simples conicidencias. Isso martelava em sua cabeça.
As meninas ficaram naquela, toca vc, ah vai vc...e Dul calada. Todas estavam com medo.
Dul: Eu toco!!
Any a olha, a garota era toda decidida, realmente não parecia temer a nada.
Dul: Eu mesma!!(sorrindo).
xxx: Bianca.
xxx: Julia.
Dul pega algumas coisas de sua mochila, ajeita tudo, coloca o fone no ouvido e coloca uma
musica pra rolar. Mai observava, a garota tinha jeito pra coisa, era otima. Any adorou o som.
Ela observava como Dul comandava, estava com o fone no ouvido, curtia a musica, e se
remexia, Dul viajava quando tocava, ia fundo na musica, no som. Any observa o gingado dela,
era igualzinho da garota da noite passada, não era possivel. Ela estava ficando louca. Dul
remexia, mexia com as mãos, mordia o labio inferior tocando a musica, depois fazia biquinho.
Ela tocava de uma forma bem sexy. E tinha que reconhecer, a garota era boa no que fazia. Mai
olhou pra Any encabulada, de muitos DJ's que ela conhece e viu tocar, Dul era uma das
melhores. Mai sorria aprovando. Depois de Dul mostrar tudo que sabe tocando varias musicas,
ela termina.
Dul perguntava em uma segurança, Any admirava que em tudo que ela fazia ou dizia tinha
uma extrema segurança. Ela admira isso nas pessoas.
Mai: Parabéns!!!(sorrindo).
Dul: Obrigado!!(sorrindo).
No fundo ela tinha amado, Dul tocava demais. As outras ficaram meio amedrontadas, Dul
mandava muito bem. Mas elas tocam, também eram otimas. Depois de todas tocarem, elas
sentam nas cadeiras da boate, Any e Mai conversavam em um canto.
Any: E ai??
Mai: Olha Any, são todas boas, a jully eu já conhecia o som dela, mas a Dulce me chamou a
atenção, mas a Jully não fica atras...e as outras duas também são otimas. Enfim...ta dificil, vc
decide.
Mai: Mas pensa nisso mais tarde, amanhã cedo, vc ainda tem muito tempo, não vai dar a
resposta amanhã.
Mai: Hoje??
Any: Agora!!
Mai: A Dulce.
Mai: Abusadinha??rsrsrs...porque??
Mai: Porque eu sei que vc é uma mulher inteligente...sabia que escolheria ela, pensa que não
vi vc comendo ela com osolhos??rsrsrs
Any: O que??rsrsrs
Mai: Any...vai querer mentir pra mim?? Logo pra sua morena aqui??
Any: Cala a boca que vc nãosabe de nada...e além do mais vc sabe que ela é a melhor aqui.
Elas caminham em direção as garotas. Any e Mai sentam de frente pra elas. Dul estava de
pernas cruzadas, e Any logo passa o olho por lá, o shortinho preto deixava as belas coxas um
pouco a mostra, e que coxas. Logo ela se concentra e começa a falar.
Any: Bem garotas...já decidi quem eu vou querer pra ser minha DJ.
Any: Vcs são todas otimas, talentoas, profissionais...mas posso ficar apenas com uma...então
será...Vc Dulce Maria!!!
Dul faisca os olhos, será que Anahi não conseguia ser um pouco simpática nem diante de um
agradecimento? As garotas se espantaram um pouco, já Mai estava costumada com esse jeito
de Any.
Any: Bom garotas...então é isso, não foi dessa vez, mas vcs são otimas. Obrigado a todas!!
(seria).
Any percebeu o que ela poderia estar pensando pelo sorriso nos lábios dela. As garotas
sorriem, agradecem e se retiram.
Mai: Bom, eu vou em casa correndo tomar um banho, e volto, daqui a pouco a boate abre e
tenho que tocar!! Até daqui a pouco gente.
Ela sorri e sai andando, ela passa pelo balcão e Angel a olhando. Ela vai até o balcão e senta na
cadeira, apoiando os braços no balcão se erguendo um pouco deixando odecote a mostra,
Angel conseguia ver perfeitamente bem, pois estava em frente a ela, e fica meio nervosa,
coração dispara. Angel tinha uma paixão secreta por Mai, e Mai sabia que mexia com ela, por
isso adorava provocar a coitada, via como deixava ela louca e toda nervosa com a
aproximação.
Angel: Eu...é...nada!!
Mai: Pois tá muito linda!!(molhando os labios com a lingua, que fez os olhos de Angel ir junto).
Any reparava a cena rindo, sabia que Mai adorava provocar a coitada. Dul também reparava.
Angel: O de sempre.
Mai se ergue mais no balcão, o coração de Angel salta parecendo que ia sair peitoa fora.
A coitada falta sentir um ataque. Timidamente ela chega, sua vontade era de pular em cima de
Mai e agarrala, lhe dando um beijo bem caloroso, aliás, ela sempre sentia essa vontade.
Any: Dulce Maria...vamos na minha sala, temos que fazer o ultimos acertos.
Dul: Ok!!
Any anda na frente e Dul ia atras, quando via aquele par de pernas andar na sua frente, o
bumbum empinado, os quadris se mexendo de uma forma charmosa, os cabelos loiros se
mexerem, ela esquecia de toda petulancia de Any.
Angel não sabe como se controlou até hoje e nunca agarrou Mai, mas claro, ela não se meteria
com a "mulher" da patroa. Mai leva o rosto no pescoço de Angel, sente o perfume, e roça no
nariz bem de leve, como se fosse sem querer, fazendo Angel se arrepiar inteira, que sente a
respiração quente no pescoço dela. Mai fala no ouvido dela sensualmente.
Mai: Um delicia!!
Mai afasta o rosto devagar, roçando de leve na bochecha de Angel, e fica de frente pra ela, a
ponto de sentirem as respirações. Angel sentia o corpo todo quente, e engole seco. Aqueles
delicados e desejados lábios em sua frente e não poder fazer nada.
Angel tava pra morrer, com medo de não aguentar, ela se afasta.
Angel: Foi o que eu disse...bem Mai...eu...tenho que conferir o estoque ali, agente se ve
quando vc for tocar.
Angel: Não...obrigado!!
Angle pela um caderno, e uma caneta com as mãos tremulas, e entra dentro da salinha de
estoque. Lá dentro tinha caixas de cerveja, vodka, ice, tudo que é tipo de bebida, entre outras
coisas da boate, e umas partilheiras.
Ela vai olhando as bebidas e anotando a quantidade para poder saber quanto vai precisar
comprar, e anotava com as mãos tremulas. Mai chega atras dela, encostando os corpos, e fala
no ouvido dela.
Angel tava pra pegar fogo, Mai hoje realmente queria a matar de tesão.
Angel: vc...é...(ofegante).
Angel: Bem...vc...
Angel nem sabia o que falar, pois não conseguia raciocinar muito bem, e não pensar em outra
coisa a não ser aquele corpo no dela logo atras e na vontade de joga-la na parede, despi-la
toda, e beijar aquele corpode canto a canto.
Mai pousa as mãos na cintura dela. Angel usava calça jenas, uma blusinha baby look branca. Já
Mai estava com o mesmo vestidinho preto.
Angel pensa: Que me agarre!! Ai meu Deus, o que to pensando, não posso fazer nada com ela,
ainda mais na boate da minha patroa, que tem um caso com ela.
Mai ainda atras de Angel, pega o caderno da mão dela, a caneta, e coloca na partilheira.
Mai: Eu sei oque vc quer...o que sempre quis, mas não vou fazer enquanto não me dizer com
todas a letras.
Angel fecha os olhos se controlando. Mai aperta a cintura dela, depois passa uma das mãos
nas costas dela.
Angel percorria aboca de Mai com a lingua, canto a canto. Mai tava adorando aquilo, a pegada
da garota e o tesão com que ela a beijava ardentemente. Ela coloca a mão na nuca dela,
embaraçando os dedos nos cabelos dela a puxando mais para si. Angel enfia a coxa entra as
dela, sentindo a intimidade quente de Mai em sua coxa. Mai da um leve gemido ao sentir o
contado e se mexe. Angel entende e roça sua perna nela, fazendo Mai enfiar a mão debaixo da
blusa dela e arranhar suas costas. Angel sem nem saber como lembra da porta aberta. Se
separa de Mai, e vai até lá, fecha trancando e pensando: Que se dane o mundo, tinha a
morena mais linda, a mulher que desejava na sua frente e não ia deixar passar essa. Mai vai
até ela a escorando na porta, a beija no pescoço, sugando, puxa a blusa dela e joga no chão,
começa a beija-la pelo pescoço, colo, com desejo, as respirações não dava pra saer qual era
mais ofegante. Mai desce a boca e lingua por entre os seios dela, e vai pra barriga e que
barriga, Ange tinha uma barriguinha perfeita, ela beija ela toda, passa a lingua no umbigo,
Angel morde os lábios, e geme. Mai abre o botão da calça dela, abaixa o ziper, e começa a
puxa-la para baixo. Mas Angel a puxa para cima, troca de lugar com ela, a beijando e roçando o
corpo no dela, desce a mão pela coxa de Mai, beija o pescoço, arrepiando Mai, as peles
quentes se roçando. Angel sobe o vestido de Mai, e tira a deixando de calcinha, começa a
beijar os seios de Mai, a brincar com os mamilos, morder de leve, lamber, chupar, isso fazendo
Mai gemer, mas baixo, alguém poderia ouvir. Apesar que só tinha Dul e Any que estavam no
andar de cima. E as garçonetes estavam em suas casas se aprontando para logo irem trabalhar.
Ela pega a calcinha de Mai e coloca para o lado, e começa a enfiar o dedo na intimidade de
Mai, a fazendo gemer mais. Ela enfiava com todo tesão que tinha
Angel a penetrava enquanto se excitava cada vez mais com os gemidos de Mai em seu
ouvido, e quanto mais ela gemia mais ela a penetrava. Enquanto ela penetrava Mai, tinha uma
coxa de Mai presa entre suas pernas, e pelo prazer Mai se mexia no dedo de Angel rebolando
nele, e assim sua coxa roçava em Angel a fazendo pirar e aumentando o grau de excitação.
Mai ofega mais, aperta as costas de Angel. Angel aumenta a intensidade dos movimentos.
Angel enfia odedo mais uma vez, Mai rebolava em seu dedo, e sua coxa que estava entre a de
Angel roçava na intimidade dela, Angel estava quase gozando também.
Angel ergue a cabeça e olha no rosto de Mai, como era linda, parecia um bonequinha de tão
delicada. Os olhos castanhos. Era tão lindinha.
Angel: Nada!!
Elas e separa de Mai, tentava se convencer para si mesma de que o que sentia por Mai era
apensa atração, tesão. Mas ela sempre se derretia com aquele sorriso doce, e aquela carinha
de anjo que ela tinha. Ela se afasta de Mai, veste sua blusa, arruma os cabelos, e Mai faz o
memso vestindo o vestido. Angel queria na verdade beijar Mai nos labios de novo, abraça-la.
Mas como Mai era como Any desencanada, sabia que ela agiria como Any. Fou apenas sexo
casual e mais nada. Nada além de uma trepada.
Angel ficou olhando pra Mai ajeitar seu vestido, esperando ela sair para fazer o que realmente
tinha ido fazer. Ela tava sem saber como olha-la e vai pegar o caderno na partilheira virando de
costas. Então surpeendetemente sente dois braços em volta de sua cintura a acolhendo
carinhosamente.
Mai: O que foi?? Como vc vira as costas pra mim assim hem??(dando um beijinho no ombro
dela).
Angel: Eh que...achei que vc ia embora, daqui a pouco tem que tocar.(sem graça).
Mai vira Angel de frente pra ela, colocando os cabelos de Angel atras da orelha.
Mai: E por isso acha que ia sair sem nem da tchau...um beijinho, um abraço??
Angel solta um sorriso de orelha a orelha. Mai sorri a beija nos labios mais uma vez e sai. Angel
fica boba, besta, sorrindo com cara de apaixonada.
Mai sai da salinha sorrindo, feliz por brotar aquele sorriso em Angel, não sabia porque, mas
adorou essa sesnsção de fazer bem a ela, e vai para a sua casa voando tomar banho, ia se
atrasar.
Na sala de Any, depois de Dul assinar, e ler antes, varios papeis do contrato que era de um
ano, e ia se renovando, de acertos de hora, salário todas essas coisas, finalmente tava tudo
certo pra Dul começar a trabalhar em uma semana.
Any: Olha Dulce...como vc sabe vai começar daqui uma semana. Vai ter um aniversário aqui na
boate e é vc quem irá tocar. Estou com umas musicas aqui, uma lista que a Paulina, dona da
festa quer que toque, ela adora regaton, e me passou algumas. Estam aqui em uma pasta em
meu computador, vem aqui pra vc ver.
Dul se levanta.
Dul assim faz, e coloca do lado da de Any, com um palmo de distancia. Ela senta, sente o
coração acelerar só de sentar perto da loira. Any o mesmo, mas claro, nem demonstrava nada.
Any como estava muito cansada, sobiu o manga da blusa até os cotovelos, e abriu um pouco
os botões da blusa, precisava de um banho.
Any: Ela disse que a DJ no caso vc, escolhece mais para tocar, mas essas não podem faltar.
Any se mantia seria, mas os olhos discretamente passeavam pelas pernas de Dul. E Dul do
mesmo jeito no decote de Any. Ambas sentiam o cheiro, perfume uma da outra, e era igual as
das mulheres que elas haviam ficado noite passada. Isso tava as enloquecendo.
Dul: Tudo bem. Tem umas musicas de regaton em um site, muito boas, acho que ela vai gostar.
Dul pede licença e ergue o braço, sem querer ele passa no de Any, fazendo os pelinhos loiros
se arrepiarem todos. Dul digita o site e começa a mostrar Any.
Any: Otimas.
Dul olhava pra tela do PC concentrada, ou fingindo. Enquanto Any não prestava a minima
atençao em mais nada, apenas nos cabelos ruivos, na boca deliada, e no queixo, que ela podia
jurar que já viu antes.
Dul: As musicas.
Any ri do jeito dela falar, e olhando aquele sorriso safado dela. Mas sem deixar ela ver é claro.
Dul estava sentada no mesmo lugar.
Dul: Desculpa amore, mas tava participando da entrevista e depois teve audição.
Dul só ria.
Dul: Não to no hotel não, to na boate ainda. Daqui a pouco vou embora.
Dul: Até.
As duas riram juntas, Dul viu pela primeira vez o sorriso nos lábios de Any, não era possivel, era
o mesmo da noite passada, lindo, iluminava tudo, parecia que ela carregava o sol nele.
Any percebe a intimidade que tava dando pra Dulde rir com ela e logo fica séria.
Any escuta a palavra hotel, Dul já estava lembrando por demais a garota da noite passada, e
ainda estava em um hotel como ela.
Dul: Sim.(estranahndo).
Any respira fundo, sabia que Dul ia a pirraçar e não dizer. Teria que ser mais dócil, ela
necessitava saber.
Any: Curiosidade.
Any falou normalmente, e levou as mãos até o rosto de Dul. Dul não entendia nada.
Dul: Vc não bate bem da cabeça não eh??rsrsrs.(sorrindo com aquele sorriso safado).
Any olha, era ela, só podia ser ela, tinha certeza. E retira as mãos do rosto de Dul.
Dul bufa e escreve o seu nome. Any pega a sua bolsa que estava em cima da mesa, e pega o
papel que Dul havia escrito o endereço do hotel noite passada, e comprova que a letra é a
mesma.
Any olha pra Dul, a ruivinha já tava deixando ela doida, e ainda descobre que ela é a garota da
noite passada, só aumenta o desejo. Dul ainda não entendia o que ela fazia.
Any gurda o papel na bolsa, e olha aqueles olhos castanhos que encaravam o seu com um
interrogação. Any enfia as mãos na nuca de Dul, enfiando entre os cabelos ruivos e a beija
calorosamente, se aproxima mais no intuito de sentar no colo de Dul. A ruiva estava surpresa,
mas de imediato correspondeu ao beijo, mesmo sem entender, Any se aproximou mais indo
sentar no colo dela, Dul levanta um pouco a saia dela, passando as mãos nas coxas de Any. A
loira abre as pernas e senta no colo de Dul, com uma perna de cada lado. A beijando
loucamente. Dul apertava suas costas, aquele beijo, aqueles lábios mácios e doces,
desesperados, eram o mesmo da noite anterior, o beijo era exatamente igual, a forma que a
lingua bailava em sua boca, o cheiro, tudo era igual, era ela a mulher da noite passada, só
podia ser ela. Any seguia beijando Dul, e ela a puxava mais para si. Mas logo Dul pensa, agora
era diferente, era Anahi ali, mesmo com a duvida se ela era ou não a mulher da noite pasada,
era Anahi que estava ali, e jurou não se render a ela, e não ser mais uma a passar por suas
mãos, como brinquedinho. Ela então se levanta, e se afasta ofegante, Any da mesma forma.
Any puxa Dul e a encosta na mesa, beija seu pescoço, sugando. A boina de Dul já havia caido
no chão, Any sugava Dul com muita vontade, a segurando pela nuca e uma mão na cintura a
puxando contra ela. Dul sentia até o ultimo fio de cabelo arrepiado, o corpo quente, fervendo,
e a vontade de te-la logo ali mesmo. As duas estavam muito excitadas.
Dul se deixa levar, não conseguia raciocinar, e Any nem dava tempo pra isso. Logo ela trocou
de posição e encostou Any na mesa e a sentou, Any abriu as pernas e a puxou para o meio
delas, o contato das intimidades mesmo pela roupa as arrepiou, as excitando mais ainda. Dul
desceu a boca pelo pescoço de Any, passou pelo colo, e foi abrindo os botões, logo abriu a
blusa dela, e beijou por entre os seios, enquanto Any tirava a blusa. Ela afastou alguns papéis,
e objetos da mesa com as mãos e deitou Any, por um momento admirou a barriguinha de Any,
que perfeição!! E logo foi beija-la, passava a lingua no umbigo e Any gemeu. Ela subiu pro
sutiã, enfiou as mãos debaixo de Any os tirando, fazia tudo com intensidade e muito desejo,
Any ficou apenas de saia. Dul acariciou um seio de Any e beijou o outro, chupou um mamilo de
Any, mordicou, lambeu, e ficou passando a lingua devagar, mais bem devagar, fazendo Any
perder o sentido e gemer mais.
Dul de pirraça desce a boca pra barriga, mas Any puxou sua cabeça de volta ao seio. Dul sorriu
safada, e voltou a acariciar Any com a lingua nos seios. Depois mudou para o outro, fez o
mesmo, vendo como Any gostava. E gemia, se contorcia na mesa. Dul desce uma das mãos
pelas coxas de Any no lado interno, e puxa a calcinha dela pro lado, toca a intimidade molhada
de Any, toca o clitoris, Any geme mais. Dul passa os dedos na entada da intimidade de Any,
fazendo movimentos circulares. O coração de Any não batia, capotava. E quase sem voz louca
de tesão ela diz.
Dul dessa vez não quis torturar, tava louca de vontade de fazer Any gozar pra ela. Ela entã
começa apenetra-la, volta a beijar os labios de Any, beijos afobados, entre gemidos das duas.
Dul a penetrou mais, Any apertava seu ombro, e beijava Dul com loucura. Any tava perto de
gozar, e Dul sente isso.
Como Any não aguentava ouvir esses tipos de coisa no ouvido, não demora muito e ela goza,
Dul sente o corpo tremulo dela embaixo dela, depois da onda de prazer que ha invadiu Any se
recuperava. Dul lambe os dedos. Any a olha se sentando na mesa.
Ela beija Dul e a beijando a leva até o sofá que tinha ali, ela para do lado do sofá, e puxa a
blusa de Dul a tirando, volta a beija-la. Dul a puxava pela nuca, e apertava o bumbum
empinado da loira. Any leva a mão até o fecho do sutiã e abre, beijando o ombro de Dul,
depois a deita no sofá, e começa do pescoço, vai ao pé da orelha de Dul e morde, lambe, desce
para o colo, depois os seios, lambe, chupa, passa a lingua com movimentos circulares no bico,
fazendo Dul gemer. Dul bagunçava os cabelos de Any, com os olhos fechados e louca de tesão.
Any passa a boca e lingua quente epla barriga de Dul, depois ela se ajoelha no sofá, e tira as
botas de Dul. Dul enquanto isso a olhava, reparando o corpo, os seios médios, nem muito
grandes nem peuqneos, a barriguinha retinha, as coxas, a cor bronzeada, tava babando. Any
depois de tirar as botas beija acima do coz do short de Dul, passa a lingua pra lá e pra cá,
arrancando suspiros e gemidos da ruiva, que apertava seu ombro. Any abre o botão, desce o
ziper, e puxa o short o tirando, depois puxa a calcinha de Dul a jogando longe. Olha a
intimidade de Dul molhada, e começa a beijar o lado interno da coxa de Dul, e sem tortura, cai
de boca em Dul, a sugando, lambendo, enquanto acariciava Dul com labios e lingua, colocou o
dedo no clitoris de Dul. E ela gemeu. Ela continuou as caricias e Dul pirou, gemeu mais. Any
continuou assim, levando Dul a loucura, até que ela ia gozar e Any para, retirando os lábios de
lá, e enfia um dedo, depois outro, fazendo Dul rebolar neles e pedir por mais. Any a penetrava
com os dois dedos, e ficou passando a lingua no clitoris, Dul mordia os labios, apertava o sofá,
gemia, não tava cabendo em si, completamente arrepiada, a pele pegando fogo.
Logo veio o gozo, Dul gozou intensamente. Enquanto as batidas do coração, se acalmavam, ela
puxou Any, a beijou na boca, Any abriu as pernas dela ficando entre elas, Dul foi abaixando a
calcinha dela, Any se remexou toda com as pernas até que a levou até os pés e a tirou, e Dul se
moveu em baixo dela, rebolando, com as intimidades novamente molhadas se roçando uma
na outra. Any fez movimentos pra frente e pra tras. Logo os corações descompassaram,
acelerados juntos no mesmo ritmo de desejo, as respirações ofegaram, os cospos incendiaram
juntos, pele na pele, barriga na barriga, seios nos seios, boca na boca, em um beijo faminto, as
vezes apenas com puxadas dos labios para tomarem ar. Gemendo juntas.
Dul: Geme pra mim também loira...com essa voz rouca que só vc tem.
Any assim fez. (Nessas horas de loucura tudo que vem na cabeça fala huahau).
Nesse ritmo, sentindo seus sexos molhados pelo desejo, se roçavam, e aumentaram o ritmo
sentindo o gozo vindo, a respirção ofegou mais.
E assim as duas gozaram juntas, tudo parou, parecia que só existiam as duas, e nem sentiam
mais o sofá em que estavam deitadas, apenas os corpos colados suados, e as batidas dos
coraçoes.
As duas estavam esperando os corações se aquietarem. Dul acaricia os cabelos de Any, a olha
nos olhos azuis, e a beija nos labios carinhosamente. Any retribui, mas logo cai em si e se
levanta. Vai catando suas roupas e vestindo sem falar nada. Dul a repara e começa a se vestir
também pensando: Nem sei pra que fui beijar ela de novo, agora ela pega suas roupinhas,
veste, e age como se nada tivesse acontecido.
Dul se vestia, afinal ela esperava essa atitude de Any. Any termina ajeitando os cabelos, depois
senta em sua mesa olhando uns papéis. Dul estava sentada calçando suas botas.
Dul não acredita, como ela poderia ser tão fria depoisde tudo que aconteceu?? Ela não diz
nada.
Ela sai abrindo a porta e logo fecha se escorando nela, respira fundo, o cheiro de Any estava
nela, as mãos pareciam que ainda a tocavam, as pernas um pouco moles, e a certeza de que
ela era a mulher da noite passada.
Any olhava pra porta, a garotinha tinha saido daquele jeito. Se achava. Ela joga a cabeça pra
tras na cadeira, quase deitando nela, tava enebriada pelo cheiro de Dul, os labios dela
pareciam que ainda a beijava, ela se levanta, as pernas ainda meio com poucas forças, se joga
no sofá, se recuperando direito, sente o cheiro de Dul nele, ela estava de olhos fechados
inspirando o cheiro dela. Quando Dul abre a porta de uma vez, ela se levanta assustada, e
disfarçando claro.
Any: Foi mal??? Não gosto que entre em minha sala sem bater...isso é falta de privacidade
sabia???
Dul: Privacidade???
Any: é, privacidade!!!
Dul ri ironicamente.
Any: Olha aqui...eu sou sua patroa ta entendendo...não pode falar assim comigo.
Any já vermelha.
Any: é!!!!!
Dul sai deixando ela sozinha, abre a fecha a porta. Any odiava que a deixasse falando sozinha,
ela vai atras de Dul, no corredor ela segura o braço dela a encostando na parede.
Dul: Quero dizer que vc adora mostrar que é a chefe, a poderosa, que é minha patroa...mas na
hora que to te comendo e vc gemendo feito louca não se lembra neh???(nervosa).
Any: Olha aqui garota, mas respeito comigo ouviu??(Any aperta o braço dela a prendendo com
seu corpo na parede).
Seus olhos azuis, estavam vermelho de raiva, Dul provocava uma ira nela fora do comun. Dul
do mesmo jeito.
Dul: O que vc vai fazer comigo hem???(Encarando Any firme, agora os olhos castanhos
estavam feito braza).
Dul tenta sair da parece, mas Any enfia sua coxa entre as dela, prenssa seu corpo no dela, para
ela não sair, Dul sente todos os pelinhos se arrepiarem. Ao sentir aquela coxa nas suas, ainda
mais que Any estava de sai, ficava extremamente sexy.
Any olha os lábios de Dul, as respirações ofegantes se misturavam. As duas sentiam um misto
de odio, desejo, tesão. E o odio só crescia por sentirem essa louca vontade de se terem. Any
com toda raiva e ira que sentia a beija ferozmente. Dul a puxa pela nuca correspondendo com
a mesa força, se odiando por se render aquele tesão. Any solta o braço de Dul, a agarrando
pela cintura.
Se beijavam com vontade, Any beijava o pescoço de Dul com raiva e tesão. Ela diz ofegante.
Any: Eu te odeio Dulce Maria(ela segura o rosto de Dul com as duas mãos) vc me
enlouquece!!!
E a beija novamente, Dul segura o rosto dela do mesm jeito.
Elas ficam anquele beijo todo, até que ouvem passos. Any se solta de Dul ofegante ajeitando o
cabelo e Dul faz o mesmo. Nisso Poncho aparece. Dul falta enfartar, Any do mesmo jeito, as
duas controlam a respiração, um pouco ainda vermelhas e meio suadas.
Poncho: Oi amor!!(sorrindo).
Any: Oi Amor.(nervosa).
Dul tava muda, e mesmo nesse estado de nervosismo, não pode deixar de reparar, o homem
era um monumento, lindissimo, charmoso, educado, cheiroso, simpático, enfim tudo de bom.
Poncho: Prazer Dulce Maria!!(sorrindo simpático). Sou Alfonso, mas pode me chamar de
Poncho.
Dul: Porque??
As duas se olham foi impossivel não rir, pois estavam pegando fogo mesmo.
Chris: Dulce sua vaca...to a meia hora esperando vc aqui no hotel, cade vc??
Poncho: Amor...vou ter que ir lá pra minha boate, só passei pra dar um beijo.
Poncho: Olha fui com a cara dessa Dulce...me parece legal, muito boa pessoa.
Poncho: Como??
Any volta pra sua sala, senta em sua cadeira pensando em Dul, em como ela ficava fora de si
com ela, sem controle. Ela pega o endereço de Dul e fica olhando.
Any fica ali viajando lembrando delas duas, e do beijo de Dul, o beijo dela era viciante, aliás
tudo nela era. Any percebe os pensamentos e se recompõe.
Any: Que isso Anahi...foram só umas transas, nada mais, poruqe ta viajando assim??
Lá em baixo Mai chega apressada, e irritada havia brigado com Guido pelo telefone, Angel
estava falando algumas coisas com uma garçonete quando a ve. Solta um belo sorriso, mas
Mai passa direto indo pra sala de Any. Angel desfaz o sorriso, ela nem a enchergou ali, passou
direto sem dar importancia. Sente um vaziu no coração.
E pensa: Eu sabia que ia ser assim, nem sei pra que me iludi, pra ela foi só mais uma trepada
com uma gostosa, como eu sou burra.
Angel fica chateada. Na sala de Any ela arrumava suas coisas na bolsa sentada na cadeira,
tentando não pensar em Dul, quando batem na porta.
Any: Entra.
Mai abre, logo fecha caminhando com uma cara nada boa, sentando na cadeira do outro lado
da mesa. Any a olha, sabendo que tinha algo errado, já conhecia aquela cara. Já Any tinha um
brilho nos olhos diferentes e tava toda sorridente.
Mai a olha.
Any: Que??
Mai: Esse sorriso só aparece no seu rosto quando está extremamente feliz.
Any: Porque??
Mai: Ele me ligou mais cedo e eu não atendi, ai ficou me enchendo o saco.
Mai: A Angelique.
Mai: Nossa se eu soubesse que era aquilo tudo tinha pegado antes.
Any: Ela deve ter ficado toda feliz...arrasta um caminhão por vc.huahaua
Mai: Sabe Any...eu tinha uma certeza de que queria casar com Guido tão forte.
Any: Deve ser fase amor...ainda mais porque vc ta irritada com ele.
Mai: Aff...esses homens quando querem ser chatos...vou desistir dele, Any casa comigo??
(brincando)
Any ri.
Mai: é..rsrsrs.
Elas riem, aos poucos param de rir e ficam se olhando, Mai acariciava o braço de Any, e Any os
cabelos dela.
Mai: Também.
Any: Eu me pergunto...vc é tão especial pra mim, porque não me apaixonei por vc?
Mai ri.
Mai: Concordo...poxa queria ter mais amigas assim...gostoas, lindas, que fazem um sexo como
ninguém huahauhauha
Any: kkkkkkkkkk
Mai:rsrsrs...mas é serio Any...vc é minha amiga, confidente, irmã...quer dizer irmã não, irmã
não come irmã kkkkkk...
Any: Boina??
Mai: Mas é da Dulce(ela olha pra Any desconfiada) o que a boina dela ta caçando aqui??
Mai: Ah sei...a boina dela voou lá do outro lado da mesa até aqui.
Mai a abraça pela cintura a sentando na mesa ficando entre suas pernas.
Any ria.
Any: E olha que aquela ruivinha não eh facil não...rsrsrs...da uma canseira...rsrsrs
Mai: Bom amor...vai lá descansar então, amanhã agente se ve, vou colocar essas bichas e
sapas pra dançar agora...hauhauhauha
Any ria, Mai sempre a fazia rir, ela era muito bem humorada, engraçada, ela e Chris eram os
seus amigos mais palhaços.
Elas dão um selinho e Mai sai. Any volta a sua mesa, pega sua bolsa, a boina de Dul e a cheira,
tinha o cheiro dos cabelos dela, tão gostoso e suave.
Ela segue até a porta com a boina na mão, apagando a luz e fecha a porta saindo. Lá em baixo
a boate já ia abrir, as pessoas já estavam na porta para entrarem. Ela chega em Karla que era
uma barwomam.
Any da a volta no balcão, entra indo dentro da sala de estoque. Chegando lá Angelique estava
com Derick. Derick trabalhava lá apenas na parte de estoque, para carregar as coisas, as caixas
pesadas de bebidas e produtos que chegavam lá. De homem lá só havia ele, e os seguranças.
Como havia dito lá só trabalhava mulher. Mas para pegar caixas pesadas é serviço pesado para
mulheres, e pior ainda para ser segurança.
Angelique indicava para Derick o lugar de colocar as caixas. Any a olhava, Angelique era a
gerente, sempre responsável, esforçada, fazia seu trabalho muito bem.
Any: Angeliqeue.
Angel nem havia a visto ali, na hora ela gela. Será que ela sabia dela e Mai?? E se ela mandasse
ela embora por se meter com a "mulher" dela??
Angel: Oi-oi...Anahi.
Angeli: Na-nada.
Any morreu de vontade de rir, ela sabia que a coitada tava assustada, e sabia porque.
Any: Estou indo embora e não volto mais...então cuide de tudo aqui ok??
Derick: Vc treme na base com ela neh?? Com esse jeitão ela bota medo na gente mesmo.
Derick: Ela é tão linda, porque ela é asim com agente hem??
Angel: Coisas de Anahi...agora vamos terminar nosso serviço aqui, porque se ela pega agente
falando dela nem sei.
Dul dirigia seu carro quase chegando no hotel, ela coloca a mão no nariz, tinha o cheiro de
Any, ela inspira o cheiro.
Ela para em um sinal, enquanto ele não abria ela fica rindo sozinha e pensando: Cara era ela a
noite passada, o cheiro, beijo, toque, abraço, olhos azuis, a voz rouca...só pode ser ela.
Ela lembra da briga com ela no corredor, e de Poncho chegando quase a enfartando, e começa
a rir sozinha. Um homem que estava de moto do lado dela ve e acha graça dela rindo sozinha e
começa a rir. Ela desperta de seu pensamento e ve que não só ele mas outros dois riam, e ve
que tava rindo feito boba.
Logo ela chega ao hotel, estaciona o carro, segue encontrando Chris impaciente na recepção
sentado em um sofá, logo que a ve levanta. Dul ia com um sorriso de orelha a orelha.
Chris: Mas que demora Dul...to aqui a mais de meia hora sabia??
Dul ria.
Dul: Bicha eu to tão feliz que nem vou brigar com vc!!
Eles pegam o elevador, depois entram no quarto, Chris corre pulando na cama, depois se
senta. Dul joga a bolsa em um pequeno sofá dali, senta na cama tirando as botas.
Dul: Ah vo não Chris... to morta!!(ela joga o corpo pra tras deitando na cama).
Chris: Fala.
Dul: Qual a fantasia a Anahi tava usando na festa a fantasia de sua boate ontem??
Chris boiava.
Chris: No que??
Dul: Chris...primeiro sei que vc é amigo da Anahi, mas nem pense em dizer pra ela que eu te
contei ouviu??
Chris ri.
Dul ria.
Chris: Não perae...como assim, uma coisa de cada vez porque o prossesso aqui(com a mão na
cabeça) é lento. Então era vc a tal gostosa que a Any falou...
Chris: Não...quem vai falar aqui agora eh vc...me conta tudo desde o inicio.
Dul conta desde a festa, até a parte do corredor que Poncho quase as pegou. Enquanto ela
falava, na casa de Any:
Ela chegou, e encontrou sua empregada, disse que ela poderia dormir, que não se preocupasse
com ela. Poncho estava sem sua boate. Ela subiu pro quarto, jogou a bolsa na cama, abriu os
botões da blusa, a deixando aberta, deixando o sutiã preto a mostra, sentou na cama, ficou
olhando a boina de Dul. Depois pegou o endereço dela, deitou na cama com ele na mão
olhando pra ele.
Any: Foi vc ontem...eu sabia que essa voz, aquele queixo, a boca...não poderia haver outra tão
igual. Foi vc ontem!!
Ela fica ali viajando, lembrando da noite anterior, delas hoje juntas, do corredor,(ela ri) de
como Dul era abusada, atrevida, respondia a tudo, e como era extremamente linda, sexy,
gostosa, e o sorriso, ah sim esse era inconfudivel...safado.
Depois ela se levanta e vai tomar um banho, pois nescessitava de um, estava cansada.
Na boate Mai tocava, e a galera dançava, curtia a beça. Ela deixa um som rolando lá, e vai
pegar algo pra beber. E claro pra ver Angel, tava tão irritada que mal falou com ela. Ela entra
dentro do balcão, Angel finge que não ve, e finge organizar umas bebidas na partilheira,
enquanto o jogo de luzes iluminava a boate, o som tava alto, as pessoas conversando por toda
parte, e outras pegando bebidas.
Mai: Ei gatinha!!(sorrindo).
Angel: Oi.(seca).
Mai estranha.
Mai: Vim beber algo...faz algo pra mim lindinha, que só vc sabe fazer..
Era sempre ela quem fazia as bebidas pra Mai, sempre se prontificava, seja lá o que ela
estivesse fazendo.
Mai: Não ta, ta assim depois de tudo que aconteceu hoje com agente??
Angel a olha.
Mai puxa ela pelo braço pra dentro do estoque fechando a porta.
Mai: Olha se foi porque cheguei e nem falei contigo direito...é porque eu estava irritada, tinha
acabado de discutir com o Guido por telefone. E não queria chegar em vc com a cara que eu
tava.
Mai: Sabe não(ela a puxa pela cintura) ei...será que da pra vc olhar no meu olho??
Angel olha.
Mai: Desculpa gatinha(com a voz doce) só não queria chegar de cara amarrada pra vc.
Angel cora.
Angel tava com o coração a mil, Mai a tratando com tanto carinho.
Como vcs devem saber, na vida real, Angelique nasceu na frança, e com 2 anos de idade foi
morar no méxico.
Não dava pra disfarçar, Angel era apaixonada por ela. Mai chega no ouvido dela.
Mai: Minha!!(sussurrando).
Mai roça seu nariz no dela, a fazendo suspirar e a beija docemente. Angel falta derreter na
boca dela, a abraçando pelo pescoço. Angel a empurra escorando na parede, e o beijo
esquenta. Mas Mai tinha que voltar pra tocar, e antes que as coisas saissem do controle, ela
age.
Angel sorri.
Angel: Também!!!
Mai: Deixa eu ir!!(ela abraça Angel com um longo selinho e depois sai).
Depois de Dul contar tudo a Chris, ele fica boquiaberto. Mas tinha que ir a sua boate e vai
embora. Dul tomou um belo banho, e depois de muito pensar nos ultimos acontecimentos, ela
adormece. Any já dormia, dormiu rapido pois estava muito cansada. As horas se passam, era
um sexta feira. Já era 5 da mnhã quando o povo ia embora da boate de Any. Angel tava morta
de cansaço, pois o movimento foi muito, não via a hora desse povo sumir logo. Finalmete a
boate esvazia, ela ainda tinha que conferir o caixa. As barwoman's foram todas embora, pois
as garotas da limpeza que arrumava a bagunça que ficava, viria no outro dia, essas
trabalhavam só na limpeza durante o dia. Angel era sempre a ultima a sair. Só restava ela, Mai
e os seguranças.
Angel: Muito...morta de sono, é que não dormir atarde. Com toda essa correria de entrevistas,
e audição, a Any pediu pra eu ficar aqui a tarde também, desde manhã.
Angel: Pois é.
Angel: Olha Mai...era tudo que eu queria...mas meu corpo só pede cama. Ontem eu sai daqui
quase 6 da mnhã, dormi até as 07:30...porque 08:00 era pra eu estar aqui, fiquei a manhã toda
ligando para as garotas virem pra entrevista, depois esperar elas chegarem, almocei aqui
mesmo. Depois esperar Any entrevistar um por uma, depois ligar para as ecolhidas da audição,
depois organizar o pedido de bebidas, depois conferir estoque, depois...rsrsrs...bem vc sabe
neh...
Angel: Logo a boate ia abrir...eu só parei pra almoçar umas meia hora, e uns minutinhos para
beber algo, comer, e até agora estou aqui, quase 6 da manhã.
Angel: Eu não tenho condições fisicas, nem psicológocas pra fazer qualquer coisa.rsrsrs
Angel realmente tava cansada, e também queria ver a reação de Mai. Não queria ser tão fácil
assim, mas realmente ela tava caindo de sono.
Angel vira e da um selinho nela. Os seguranças viam tudo, mas Mai era Bi assumida para o
pessoal da boate, e Angel lésbica assumida. Só a familia de Mai que não sonha isso. Depois de
contar todo o dinheiro conferir o caixa, enfim elas terminam. Era 06:00 da manhã, lá fora o dia
amanhecia.
Mai: Vc ta de que??
Angel: Moto.
Mai: Deixa ela ai no estacionamento da boate e deixa eu te levar pra sua casa, e dormir lá com
vc!!
Angel se surpreende.
Mai: é...sua moto vai ficar segura aqui no estacionamento.(que era apenas para funcionários)
vamos dormir...prometo!!
Angel até estranha, o que Mai tava sentindo?? Com certeza estava carente por ter brigado
com o noivo, só pode.
Elas entram no carro e seguem, Angel morava em um AP sozinha, era aconchegante, lindo,
confortavel. Ela e Mai tomam um rapido banho, entre beijinhos e abraços, Angel veste um
shortinho de algodão, uma blusa branca confortavel. Da pra Mai também, ela veste e logo
deitam na cama de casal, Mai abraça Angel e dormem de conchinha, Angel não demora nem 3
segundos e dorme, Mai também.
As horas passam. era 11:00 da manhã, Any acorda, sentindo o braço de Poncho em volta dela a
abraçando com carinho, ela olha pra ele. Dormia calmamente, ela da um beijo na testa dele e
se levanta. Não acorda ele, pois chegou tarde de sua boate. Ela vai para o banheiro tomar um
banho, e Dul vinha em sua cabeça.
Any: Mas que diabos essa garota não sai da minha mente...logo cedo!! Tudo bem que ela é
bem gostosa...mas precisa pensar assim Anahi!!!
Depois do banho ela veste um shortinho jeans, uma camisetinha branca, uma sandália
rasteirinha. Amarra o cabelo rabo de cavalo, e vai tomar seu café.
No hotel Dul acorda, vira de barriga pra cime e se espreguiça toda. Pega o celular em cima do
criado mudo olhando as horas.
Dul: Cara que preguiça.
Dul: Ah mulher já veio me atormentar foi cedo...nem em pensamento ela me deixa em paz!!
rsrs
Ela toma um banho, desce, toma seu café, depois volta para o quarto pensando no que ia
fazer, e ne Any de novo.
Dul: Eu falei que não ia ficar com aquela mulher...mas também neh, como eu ia advinhar que a
mascarada era ela...mas ontem...eu sabia que era ela(ela bate na cabeça).
Depois de muito pensar ela resolve dar uma volta de carro, pensa em ligar para Chris, mas
como ela tava na baote noite passada, com certeza tava dormindo. Pensa em ligar pra Angel,
mas com certeza tava dormindo e não queria encomodar.
Dul depois que foi embora perdeu o contato com as pessoas. Sem rumo ela liga o carro e sai
dirigindo por ai.
Ela vai dirigindo, da muitas voltas na cidade, até que ve um parque, gramado, com arvores,
algumas pessoas sentadas na grama conversando. Crianças correndo. Ela não resiste estaciona
o carro e segue até lá. Era lindo, ela ve um banquinho e senta.
Any depois de tomar café, assistia TV, mas não passava na interessante, Poncho dormia, estava
entediada. Entãoresolve dar uma volta em um parque que ficava perto de sua casa. Ela vai apé
mesmo do mesmo jeito que estava vestida. Uma quadra depois de sua casa ela chega ao
parque, adorava o ar livre, e caminhava pensando.
Dul sentada no banco, ve uma garota passar de boné e lembra de sua boina.
Dul amava aquela boina, foi presente de sua mãe, adorava usa-la. Então teria que ficar uma
semana sem ela, sim porque ela não iria busca-la de jeito nenhum, pra depois Anahi achar que
ela estava indo atras dela. Só ia pisar o pé naquela boate quando fosse começar a trabalhar,
que seria daqui uma semana. Ela fica puta com ela mesma, como esquece a boina lá?? Any
andava destraida em seus pensamentos, ouvindo seu Ipod, e andava destraida com a musica,
nem percebe quando aproximava de um banquinho, aliás ela não percebe quem era. Dul
estava com o rosto virado para o lado, quando sente um perfume, sim era o dela, de Anahi.
Logo ela vira o rosto e se depara com ela vindo bem na frente do banquinho andando, sente
um frio na barriga pelo susto. Any olha para a pessoa no banco se assustando também, nem
ouvia mais a musica que passava. Ela para de andar ficando em pé bem na frente do banco.
Sem saber o que fazer, estava susrpresa. Se passasse direta ia pegar mal, se cumprimentasse ia
parecer que tava dando muita moral. Dul pensa do mesmo jeito. E ficam as duas idiotas lá,
paradas, uma olhando pra cara da outra sem saber o que fazer.
Any volta a si. Mas não ouviu o que ela disse, pois os fones estavam no ouvido. Ela os tira.
Any suspira, cada vez que a via a garotinha só vinha a confirmar o quanto era atrevida.
Any: Não vai me convidar para sentar...ou também é mal educada!!(retribuindo ironica).
Dul da o troco.
Any faisca os olhos, ela sempre tinha uma provocação, uma resposta na ponta da lingua. Ela
então se senta.
Dul: Nada.
Dul: Escuta, vc viu minha boina lá na boate ontem?? Acho que ficou lá.
Any: Eu ia entregar pro Chris te entragar ela.(ela pensa: Que resposta ridicula)
Foi a unica coisa que saiu.
Any: Quer saber...vou embora, não vou ficar aqui vendo vc fazer hota com a minha cara.
Enquanto ela falava Dul reparava nas belas pernas que estavam a mostra pelo shortinho jenas.
Any percebe se arrepiando.
Dul a olha, não era pra ela ter visto, não queria que ela soubesse o quanto a desejava.
Dul: Vamos para de discutir feito duas adolescentes!! Eu quero minha boina.
Any: Oi amor!!
Any: No parque.
Poncho: Meu bem, liguei par avisar que estou indo a uma reunião da boate...ontem teve uns
problemas lá com alguns funcionários.
Any: Também!!
Any se levanta e caminhava, Dul ia atras, inevitavelmente seus olhos descem para o bumbum
empinado da loira, as pernas, depois sobe para as costas, a nuca a mostra. Ela se arrepia toda,
e respira fundo pensando: Não é possivel, eu não posso nem olhar pra ela que vem essa
vontade.
Any concorda, Dul desativa o alarme, elas entram. Any sente o cheirinho, tinha o cheirinho
dela, seu perfume, inebriante. Ela se acomodava no banco, Dul passa o olho nas coxas dela.
Any percebe e cruza as pernas, e da um sorriso de canto olhando para frente. Dul ao ver o
movimento engole seco, seu coração dispara e a mãos tremulas giram as chaves. Ela ia
dirigindo, Any ensinava o caminho, volta e meia mechia com as pernas só para provocar Dul,
que tentava não olhar, mas os olhos a desobedecia e inssistiam em virar para as pernas da
loirinha. Any passava a lingua molhandoos lábios rosados, e fazia tudo olhando para frente,
pro lado, como se fosse atos naturais, e nem estivesse reparando em como Dul estava
nervosa. E adorando a situação.
Any adorava a situação, amava provocar as mulheres, ver elas morrerem de desejo por ela,
ficarem loucas, ela fazia isso com muitas, mas depois que conseguia o que queria, uma bela e
gotosa transa, ela saia fora. Mas mesmo depois de não quere-las mais, gostava de ve-las a
desejando, morrendo por ela. Any tinha a mulher que equeria na mão. E estava amando fazer
isso com Dul, fazer ela a desejar ardentemente. Rapidinho elas chegam a casa de Any. Dul
desliga o carro.
Dul estranha.
Dul: Eu??
Dul não achava uma boa idéia, ter que ficar sozinha com ela de novo.
Dul: Olha Anahi...não dá, vou almoçar com alguém e já ta marcado.(tentando fugir).
Any: Quem??
Any: Ta mentindo.
Dul: To não.
Any: Qual é Dulce, só quero uma companhia, eu não mordo não...(ela faz uma cara safada) só
se vc quiser!!
Dul não queria correr o risco, mas foi impossivel não se render aquela doce voz a pedindo.
Anahi não costumava pedir por favor para ninguém, mas para conseguir o que queria usava de
tudo.
Ela entra com o carro, elas descem, Dul olha em volta, era uma casa enorme, lindissima, jardim
perfeito, gramado, pscina, era linda.
Any: Eu sei!!
Dul a seguia. Entram na sala, era perfeita, Dul reparava ela tinha bom gosto. As empregadas
estavam na cozinha, preparando o almoço.
Dul: Olha Anahi acho melhor eu ir embora, pega logo por favor.
Any: Ta sim!!
Dul vai pra perto dela e elas sobem as escadas, Any pra pirraçar vai na frente, rebolando,
sentia os olhos castanhos em seu bumbum. O que era verdade, ela era extremamente
provocante, sensual. Tava sendo uma tortura pra Dul. Ela ia atras tentando se controlar e
parecer normal. Passam por um corredor, até chegarem a um quarto, tinha uma bela cama de
casal, era lindo. Any vai até a comoda pega a boina, chega em Dul e coloca na cabeça dela.
Ela da um sorriso, e que sorriso, Dul o admira, parecia até que o quarto se iluminou todo.
Dul respira aliviada, ainda bem que ela não tentou nada, porque sabe que não ia resistir, e não
queria dar esse gostinho a Any, queria mostrar a ela que ela não pode ter todas e muito menos
ela do jeito que quer. Embora seu desejo era que Any a pegasse jogasse naquela cama, ou
então ela mesma fazer isso. Mas não, seu orgulho tinha que falar mais alto. Além do mais tava
na casa dela e de seu marido.
Elas saem, Any fecha a porta e seguem andando. Any para em frente a uma porta.
Any: Espera.
Ela abre a porta de uma quarto, da porta Dul via uma cama de casal, tinha cara de quarto de
ospedes.
Ela puxa Dul de uma vez pra dentro do quarto, fecha a porta a escorando nela, e colando seu
corpo no dela. Hora dessas Dul extremece toda, sua repiração estava ofegante, e sentindo o
calor daquele corpo, tudo que não podia acontecer, sentir aquela pele quente na dela.
Antes que Dul falasse algo, Any a beija nos labios, a devorando com a boca, Dul já nem viu
quando sua lingua entrelaçava com a dela, e bailavam juntas em perfeita sintonia, era incrivel
como seus labios se encaixavam, pareciam ter sido desenhados um para o outro, como o beijo
dava certo. Dul puxa Any mais pela cintura, e ela a puxava pela nuca, e percorria o corpo de
Dul com a mão pela lateral e apertando com desejo. Dul queria resistir, pensou em empurra-la,
mas a lingua, a boca, o toque nem deixava pensar direito. Any enfia as pernas no meio das de
Dul, a fazendo gemer, sua intimidade já estava molhada. Ela enfia as mãos debaixo da blusa de
Any, passa nas costas lisinhas e quentes, e descdide consumir o desejo que ela tava contendo a
minutos antes. Ela vai andando com Any, Any andava de costas. Dul tira a camisetinha dela,
ofegante, depois leva a mão até o fecho do sutiã, enquanto sentia a boca e lingua quente de
Any no pescoço. Ela tira o sutiã dela e joga longe, a joga na cama, Any cai com um sorriso
safado nos labios. Dul senta em cima de Any um pouco abaixo da cintura.
Any senta na cama, com Dul em seu colo e as pernas em volta da sua cintura, ela leva a mãos
na nuca de Dul puxando os cabelos ruivos.
Any: é assim que eu gosto...que eu te quero!!(ela sussurra a ultima frase no ouvido de Dul e
morde de leve a pontinha da orelha dela).
Dul se arrepia dos pés a cabeça, a beijando loucamente. Agora ela tava pouco s elichando pro
marido dela, se a própria não tava preocupada ela que não ia ficar. dul temia que Poncho
chegasse, mas agora já nem pensava mais.
Dul desce a boca pro pescoço, colo, e seios. Ela os acariciava com a boca, lingua, chupa,
mordisca, passa a lingua em volta do mamilo e Any se contorce em baixo dela soltando um
gemido. Dul ia decser para a barriga, mas Any a puxa pela cabeça fazendo continuar nos seus
seios.
Dul entende, e volta a acariciala nos seios, ela alternava em um e outro, Any estava indo a
loucura, era extremamente sensivel ali. Dul dava um sorriso safado a vendo tão entregue e
pirada. Any gemia mais e mais, ao sentir aqueles lábios em seus seios. Ela puxa Dul e a beija na
boca, entre beijos ela diz ofegante:
Enquanto isso ela puxava a blusa de Dul, e Dul estica os braços para facilitar, logo Any tira o
sutiã, e desce a mão para abrir o botão da calça, mas tava com dificuldade.
As duas riaram, estavam tão desesperadas que a pressa não a deixava abrir o botão.
Ela gira o corpo, deixando Dul embaixo dela e tenta abrir o botão, mas tava dificil.
Dul: Ah claro...rsrs...eu ia advinhar, ah hoje vou comer a Anahi e vou com uma calça mais facil
de abrir.rsrs
Any ri junto, até que finalmente o botão se abre, ela abre o fecho e puxa a calça, tira, e logo cai
em cima de Dul a beijando, Dul abre as pernas e Any fica entre elas, as intimidades em contato
pelas calcinhas, as deixando loucas. Agora Any beijava o pescoço de Dul, colo, depois seios,
chupa, hora rapido hora lento, arrancando demidos de Dul, desce a boca para a barriga, depois
chega onde mais queria. Ela vai puxando a calcinha de Dul lentamente, enquanto beijava a
virilha dela, fazendo Dul se arrepiar e excitar cada vez mais. Por fim ela tira a calcinha,
aproveita e tira a sua, vai subindo as pernas de Dul com as mãos, a cai de boca na intimidade
de Dul,enxarcada
Any acariciou a intimidade de Dul, chupou, lambeu, levando Dul ao delirio. Ela foi ao clitoris
passou a lingua levemente, e fez isso repetidas vezes, tortura para Dul. Que gemia e apertava o
lençol com a mão. Any depois fez uma pressão sobre ele, e voltou um pouco para baixo,
passando a pontinha da lingua na entrada da intimidade de Dul. Fazia que ia entrar e não ia.
Dul respirava descompassadamente, seu coração batia forte.
Any sorri safada. Depois da pequena tortura ela começa a enfiar a lingua lentamente, indo e
vindo. Dul pra morrer, gemia cada vez mais. Isso excitava Any demais, não aguentando
também querendo a ver gozar para ela, ela aumeta os movimentos, e faz com rapidez,
percorrendo a intimidade de Dul canto a canto, ela vendo que Dul gozaria intensifica as
caricias, e logo Dul goza, Any bebe todo seu liquido, e sobe a beijando até chegar nos lábios de
Dul a beijando.
Dul ainda se recuperava, mas o beijo de Any, e toque a fazia querer por mais rapidinho. Any
desce a mão a intimidade de Dul e começa a toca-la, junto desce a boca para os seios de Dul,
beijava colo, seios, barriga, fazendo Dul arrepiar mais ainda, e se excitar novamente, o cheiro,
os labios, as mãos, a pele, o toque de Any tinha um poder sobre ela fora do normal.
Any: Agora quero que goze no meu dedo pra mim ruivinha...goza...
Any começa a penetra-la, e Dul mordia os labios, bagunçando os cabelos de Any. Any
penetrava Dul com rapidez, assim como o corpo de Dul pedia. Any retirou o dedo e Dul ergueu
o quadril.
Dul: Vc sabe(ofegante).
Any se arrepia toda e enfia mais um dedo em Dul, a levando a loucura. Any tava pra lá de
excitada ao ouvir Dul gemer assim, tão entregue em suas mãos.
Dul puxa Any a beijando na boca, se ajoelha na cama fazendo Any se ajoelhar junto, Dul faz o
mesmo, vai a intimidade de Any e lhe penetra de uma vez, arrancando um gemido rouco da
loira. Enquanto se beijavam loucamente, se penetravam intensamente, com as respirações
descompassadas, corações batendo forte no peito, de tanto tesão, desejo, calor, fogo, que não
cabia nas duas. Logo gozam juntas, uma abafando o gemido da outra com seus proprios labios,
sentindo so corpos extremeserem juntos, se desfalecendo, matando uma a outra de prazer.
Elas caem na cama, Any em cima de Dul.
Dul coloca o dedo na boca de Any e ela lambe, depois lambe os seus.
Dul olhava aqueles olhos azuis, seu coração se acalmava aos poucos, junto com o de Any,
sentiu uma calma diante daqueles olhos azuis. E lhe beijou, de acordo com a calma que sentia,
docemente, suavemente. Ela segurava o rosto de Any com as mãos, sua lingua passeava
naquela boca lentamente, provando cada pedacinho, se perdia naqueles labios rosados e
macios, era a primeira vez que sentia a lingua e boca dela com calma. Any correspondia, e ao
senitr aquela calma gostosa, suave, como se não quisesse sair daquele beijo, ela se assusta
com a sensação e para o beijo se afastando de uma vez, se levantando e catando suas roupas
as vestindo. Dul a olha, como sempre, logo depois ela agia como se nada tivesse se passado,
nem tocava no assunto. Mas mesmo sabendo disso ela se rendeu.
Logo começa a se vestir descidida a ir embora. Afinal já fez o servicinho que Anahi queria, tava
dispensada.
Any por fim vestia a blusa, Dul estava tão irritada que já havia vestido a sua, ela pega a boina e
coloca na cabeça, enquanto Any amarrava os cabelos direito, ela sai andando em direção a
porta sem falar nada, tava puta, com ela, com Any, com o mundo inteiro. Ela gira a maçaneta e
Any diz.
Dul: Embora!!
Ela diz sem nem olhar pra tras, indo sair, mas Any corre bate a mão na porta que se fecha, com
Dul lá dentro ainda.
Any ri.
Any: é...realmente...rsrrs
Any: Já disse que não gosto de comer sozinha...o Poncho não vai vir, porque não ligou até
agora, e vc almoça comigo e pronto!!
Elas chegam na sala. Dul ia para a porta e Any segura a mão dela arrastando para a sala de
jantar...que também era de almoço huahau.
Dul ia resmugando, me solta, me deixa, me larga, até chegar na sala e ver a empregada, então
ela cala a boca. Era uma mulher de uns 50 anos de idade, era a Ana. Ela conhecia Any desde
pequeninha, Any depois que casou a roubou de sua mãe, para ir com ela para a sua casa, pois
era muito apegada a ela, e ela também a Any. A mãe de Any Marichelo não se negou a deixa-la
ir, embora eram anos juntas, mas vendo o apego das duas, a deixou ir.
Dul fica pasma, Any era tão meiga com aquela mulher, toda doce, ela viu um lado de Any que
não conhecia e nem imaginava que existia. Se impressionou por a mulher a chamar de Any, ao
invés de Anahi.
Dul ficou pasma, na boate Any não dava nenhum tipo de intimidade com nenhuma
funcionária, e ai de quem a chamasse de Any. Era sempre séria. E achava que com os
empregdos de casa nãos seria diferente, mas não, ela era extremamente meiga.
Dul: Nada.
Any: Se sente.
Dul: é que to vendo se a Anahi que ta aqui na minha frente, é a Anahi da boate.
Any: Porque??
Any: Olha Dulce...isso não tem nada a ver, e não é assunto pra gente conversar, quero falar de
trabalho, minha vida pessoal só diz respeito a mim.
Dul faisca os olhos, Any não fazia questão de ser nem um pouco simpática com ela, só sabia da
patada.
Dul: E vc não perde uma de me dar patada!!(olhando fixo nos olhos azuis).
Dul ver aquele sorriso, a sala se iluminou, era tão perfeito, encantador, doce, cativante, lindo,
perfeito. Porque que ela não era sempre assim?? Fica muito mais linda, ela pensa.
Elas almoçavam caladas, Dul nem quis mais dirigir a palavra, não tava afim nem e pirraçar,
enquanto comia, pensava em como era idiota, frouxa, não soube dizer um não a Anahi. Mal ela
a abraçou e já estava rendida, como poderia se deixar levar assim?? Tava puta com ela mesma,
e mais puta ainda de Any a tratar como um objeto, um brinquedinho, fazia o que queria, e
depois era como se nada se passasse, ainda por cima dando patada. Dul sempre foi amigavel
com as pessoas, se visse uma pessoa na rua que nunca viu e a perguntasse a hora, se a visse
novamente a cumprimentaria e ainda bateria o maior papo. Mas Anahi não tava nem ai, se
abria a boca era pra alfinetar, dar patada. Any reparava Dul, toda séria.
Dul: Bem que eu queria conversar...mas isso vc não sabe, a cada vez que tento uma conversa,
vc me corta.
Ela a olha e coloca os braços sobre a mesa, o jeito ironico vinha junto.
Depois da refeição:
Dul: Bom...(ela se levanta da cadeira) já comi com vc, não queria comer sozinha pois bem eu te
fiz companhia agora vou indo.
Any: Espera ai que vou pedir a Ana que traga aqui pra gente.
Ela da as costas andando mas Any pega a sua boina da cabeça rindo.
Dul se vira.
Logo ela volta com uma torta de morango, em uma bandeija e coloca na mesinha de centro.
Serve Dul e pega para ela.
Dul: Mas que saco...pra que quer tanto que eu coma essa sobremesa com vc??(sentando
irritada).
Any: Quero te entregar o pen drive das musicas da festa da Paulina lembra?? E acertar mais
algumas coisas do seu contrato.
Any: Primeiro é que vai ter a festa de despedida da Mai...vai ser sabado que vem, ela viaja na
segunda.(ela faz uma afeição triste).
Dul: E??
Any: Ela vai tocar só um pouquinho...e vamos colocar outra DJ...no caso vc...topa??
A cada vez que lembrava que Mai ia embora seu coração doia, sua melhor amiga tava
partindo.
Dul olhava será que a mulher ia chorar na frente dela?? Any vendo isso se recompõe.
Any: Não sei nem porque estou falando essas coisas com vc.(limpando as lágrimas).
Any: Alo!!
Poncho: Amor...to ligando pra dizer que vou demorar mais um pouco ta?
Any: Ta bom...bjooo.
Poncho: Outro.
Any desliga o telefone e fica com ele na mão era sem fio.
Any: De que??
Dul termina de comer a sobremesa e coloca a pequena vazilha na mesinha, e Any também.
Dul: Cara o seu marido sai podendo voltar a qualquer momento, e vc vai comer outra na
propria casa dele, e se ele chegasse??
Any ri.
Dul: Ah não...??? Aquele dia no corredor da boate ele chegou e vc quase enfartou de
susto.rsrsrs
Dul: Eu não to nem ai Anahi...assim como to pouco me lixando se sua empregada pode ver
agente aqui se agarrando.
Any: Agente não ta se agarrando.
Dul puxa Any pela nuca a beijando, mas Any fica apavorada, só de imaginar Ana, sua
empregada, que era como segunda mãe, a viu nascer, crescer, e cuidou dela desde pequena,
ver aquilo.
Ela ergue o corpo, e Any acuava para tras. Dul ia sobre ela, rindo da cara de desespero de Any.
Dul se ajoelha no sofá, e se inclina para frente, Any coloca as pernas no sofá as dobrando para
Dul não deitar nela.
Dul coloca as mãos, uma em cada tornoselo de Any e puxa Any de uma vez a fazendo deitar no
sofá, e fica entre as pernas dela, Dul deslisa as mãos subindo, pelo joelho, coxa, que estava a
mostra pelo shortinho jeans, Any se arrepia inteira.
Dul ria com aquele sorriso safado, na verdade queria só assusta-la. Ela deita em Any e beija seu
pescoço sensualmente, com a boca e lingua.
Any ofega, e dispara o coração, ela nem sabia se batia rapido pelo desespero ou tesão.
Any: Para...(Dul da uma leve chupada e ela perde a fala por uns instantes) com isso...
Dul: Coloca a mão no pé da barriga dela, e sobe adentrando a camiseta, indo ao seio e
apertando. Nessa hora escutam a voz de Ana, vindo lá da cozinha. Any empurra Dul de uma
vez sentando no sofá nervosa, com o coração saindo pela boca e abaixando a blusa. E Dul
mesmo querendo rir, se assusta e senta rapidamente. Ana chega. Any tava puta com Dul, a pos
em perigo, com essa brincadeirinha idiota, tava irritada.
Any: Não!!
Any: Tenho!!
Any já estava irritada e ainda com Ana fazendo tantas perguntas só piorou.
Ela desconta a raiva na coitada da Ana, já que não podia voar no pescoço de Dul ali naquele
momento, sim por sua vontade era essa, de esgana-la huahaua. Acabou descontando da pobre
Ana. A coitada se assustou, Any nunca era grossa com ela, Dul sentiu pena da coitada, afinal a
culpa era dela.
Any a olha, e se arrepende profunadamente das palavras que disse a ela. Como poderia trata-
la assim?? Ela a adorava, fazia tudo por ela, seu coração dói.
Any: Vc sabe que te amo...não fiz por mal...por favor desfaz essa carinha em minha BB...se não
eu fico mal.
Ana logo sorri, feliz, amava aquela loira como se fosse sua filha.
Dul tava boba, não acreditava que aquela pessoa era a Any, amável, meiga, carinhosa, doce,
encantadora. Simplesmente linda, era tanta doçura nos olhos dela, no sorriso, nem paracia a
Anahi que ela conhecia.
Any sorri e ela sai. Any olha para Dul furiosa, que estava com uma cara de besta. Tão boba que
Any estranha. Dul achou Any tão fofa, que queria trata-la com a mesma delicadeza, sentiu
vontade de abraça-la, beija-la carinhosamente.
Any: Tem muitas coisas sobre mim que vc não sabe Dulce Maria...vc não me conhece.
Dul se levanta e a abraça por tras, sem malicia, com delicadesa e carinho.
Dul: Então porque vc não deixa eu te conhecer??(ela da um beijo carinhoso no ombro de Any).
Any: Ei para com isso...a Ana pode ver...e quem deu a ousadia pra vc ficar me abraçando??
Dul: Abraçando??
Dul a olha sem acreditar, e sente uma pontinha de chateação, foi tão carinhosa e ela a trata
assim.
Dul: Ta fazendo esse alarde todo por causa de um simples abraço...a Anahi por favor...eu
acabei de te comer lá em cima e meter o dedo em vc!!!(irritada).
Any: Xiiiii...fala baixo!! E vc adora jogar na minha cara que me comeu neh?? Que meteu em
mim!!
Dul: é só a verdade, não to jogando na cara, não gosto de ficar jogando nada na cara de
ninguém.
Any: Além do mais que papo é esse de conhecer?? Já sabemos tudo que precisamos uma da
outra. Vc é DJ, toca muito bem e vai trabalhar pra mim. E na cama nos conhecemos muito
bem.
Dul não sabia se sentia raiva, ou chateação, Anahi faltou dizer com todas as letras que ela era
apenas um objeto. Dul ficou puta, queria mandar Anahi para o inferno adentro, mas a
chateação que cismava em aparecer, a deixou tão sem reação, a unica coisa que conseguiu foi
fuzilar Anahi com os olhos castanhos.
Dul se levanta pega a bolsa e sai andando puta, ela abre a porta e sai indo para o carro. Any ia
atras.
Ela não queria olhar pra cara de Any nem mais um segundo.
Dul grita.
Ela acha melhor deixa-la ir e não pirraça-la mais. Any aperta o controle e o portão se abre, Dul
sai cantando pneu.
Dul ia dirigindo, sua vontade era de voltar lá e xingar Anahi de Puta para baixo, ela estava
muito nervosa e para o carro estacionando ele.
Dul: Essa Anahi não passa de uma vaca, idiota, imbecil.(a cada palavra um batida no volante).
Dul: Sabe o que é isso Dulce Maria?? Bem feito...pra vc deixar de ser frouxa, e tomar vergonha
nessa cara.
Ela lembra das palavras de Any, dizendo que não queria a conhecer, com desdém, e a ultima
frase."Já sabemos tudo o que precisamos uma da outra, vc é uma otima DJ, vai trabalhar pra
mim. E nos conhecemos muito bem na cama".
Dul se sente uma perfeita palhaça. Para ela Anahi só queria ter prazer, sexo. Ela achava que
para Any ela era uma gostosa que comia bem, só isso. Se sentiu puta, por Anahi não fazer
questão nem de uma conversinha, trata-la bem, ou pelo menos trata-la menos mal.
Dul: Essa Anahi só quer gozar...como eu faço direitinho ela fica me atacando, me agarra, e a
idiota aqui não resiste.
Dul para e pensa porque ta se importando?? Pelo jeito dela ser, ela mandava Anahi ir se ferrar,
e não ficava mais com ela. Aliás, ia continuar comendo ela e aproveitando do sexo gostosa.
Mas não queria isso, porque se sentia usada, como uma coisa, um objeto, e isso ela não
permitia ninguém fazer com ela. Mas afinal porque ainda se importa?? Quem é Anahi??
Deveria pouco se lixar, mas não, tinha uma coisa nela que incomodava. Mas o que mais
chateava, era o fato de Anahi nem querer saber nem um pouquinho dela, só o corpo
interessava.
Depois de mais calma ela liga o carro, era quase 4 da tarde, quando Chris liga pra ela, ela
atende e conversa dirigindo.
Dul: Oi Bicha!!
Dul: No carro.
Dul: To voltando.
Chris: Da onde??
Chris: Anahi???(espantado).
Chris: Não to acreditando nisso(boquiaberto) quero saber disso direito...me encontra naquele
barzinho do lado da minha boate, sabe ir neh??
Dul: Sei sim...to precisando mesmo conversar com alguém...descarregar essa raiva daqui de
dentro.
Dul ri.
Ela dormia, Mai acorda olha para ela e da um sorriso malicioso, ela tira sua blusa, o short e
calcinha, ficando nua. Ela abraça Angel e começa a dar beijinhos por todo rosto dela.
Angel resmunga, Mai continua os beijos, agora no pescoço. Angel abre os olhos sorrindo, e
abraça Mai.
Angel: Vc ta nua??
Mai desce os beijos para o pescoço de Angel, sobe a blusa dela beijando a barriga, e diz:
Mai: E nem venha dizer que ta cansada, que já dormiu o bastante.(a olhando maliciosa).
Angel sorria.
Angel tira a blusa, enquanto Mai tirava o short dela com calcinha e tudo. Angel jogava a blusa
no chão quando sente a lingua de Mai em sua intimidade.
Mai volta a se concentrar na intimidade de Angel, causando arrepio nela, Angel ofega,
sentindo a lingua quente de Mai se mover nela. Mai faz pirraça, vai para avirilha, beija
lentamente, faz que vai voltar e não volta, Angel suspirava a cada avançada se excitando cada
vez mais. Ela força a cabeça de Mai pra voltar pra lá, mas Mai pirraçava e não ia, enquanto
beijava a virilha de Angel ela acariciava o clitoris com o dedo, levando Angel a loucura,
gemendo. Ela sobe a boca para a barriga de Angel, brinca com o umbigo dela, Angel
novamente empurra a cabeça dela para sua intimidade.
Angel: Não para não Mai(com pouca voz) volta pra lá...não me mata.
Mai sorri safada, e volta a beijar a intimidade de Angel, lambe, mordisca, chupa, quanto mais
Angel gemia ela aumentava os movimentos, Angel se contorcia na cama. Ela geme cada vez
mais, quando ia gozar Mai para.
Mai como resposta enfia um dedo nela, Angel afunda a cabeça no colchão de prazer, e Mai
começa a usar a boca e lingua no clitoris dela, lambendo e chupando, fazendo movimentos
circulares com a lingua, depois ela colocou mais um dedo em Angel. Ela tava pirando com os
gemios de Angel, a pele arrepiada. Angel abre mais as pernas, pedindo mais.
Mai continuou sugando o clitoris de Angel, e enfiando os dedos nela, cada vez mais fundo, o
quanto podia, Angel se contorcia toda, gemendo, falando o nome de Mai. A morena se
excitava cada vez mais, e quanto mais Angel gemia, ela aumentava o ritmo dos movimentos.
Angel sentindo que ia gozar.
Mai intensifica os movimentos e Angel goza, seu corpo extremece se desfalecendo na cama.
Mai lambe todo seu gozo, e sobe beijando a barriga dela, colo, até chegar nos labios, ela da um
selinho, Angel ainda estava ofegante, se recuperando. Mai beija os seios dela novamente e
Angel desperta, troca de posição com Mai ficando por cima dela.
Mai a puxa mais para si pela nuca, Angel desce o beijo para o queixo, pescoço, passando as
unhas de leve nas coxas de Mai a arrepiando toda. Angel para e olha para ela.
Angel não diz nada desaparecendo da porta. Logo ela volta. Mai a olha.
Angel que ainda estava sentada, abaixa a boca até a barriga de Mai, Mai sente algo gelado, se
arrepia toda. Angel estava com um gelo na boca, ela vai desenhando o corpo de Mai com ele,
passa pela barriguinha de Mai, sobe para os seios passa por entre eles, Mai suspirava, a
sensação era muito gostosa, de ter aquele gelo guiado em seu corpo pela.
Angel deixa o gelo entre os seios de Mai, e começa a beija-los, chupa-los, brincando com os
mamilos de Mai durinhos, que soltou um gemido, mordendo os lábios. Mai respirava ofegante,
a agua que derretia do gelo entre seus seios, escorre por entre eles, indo pela barriga,
descendo, vai até o umbigo. Angel segura o gelo com a mão, e com a boca vai sugando a agua
que se escorreu, decendo, Mai se excitava cada vez mais, Angel chega no umigo seca a água,
enfia a lingua nele brincando. Mai geme, sentindo a caricia de olhos fechados. Mai abre os
olhos, pega o gelo da mão dela, e passa abaixo do umbigo sorrindo maliciosa, e faz um
caminho até sua intimidade. Angel sorri safada, beija abaixo do umbigo com a boca e lingua
quente. Ela pega o gelo de Mai de novo, passa pela virilhia, e logo beija o lugar. Fica nessa
pirraça, beija tudo que é lugar perto de sua intimidade, mas menos lá. Mai ofegava cada vez
mais, não aguentando, louca para sentir a lingua de Angel a invadir.
Angel sorri, coloca o gelo na boca e encosta na intimidade de Mai, depois tira e passa só a
lingua. Mai se contorce, geme, a sensação era muito gostosa e diferente, sentir o gelo frio, e
depois a lingua quente de Angel.
Ela abre um pouco mais as pernas, querendo mais. Angel assim faz, hora a lingua, hora a boca,
hora com o gelo. Mai ia a loucura, seu tesão tava a mil, o coração parecia um tambor. Ela
aperta os lençóes com as mãos gemendo.
Angel bailava com sua lingua por toda intimidade de Mai, Mai ofegou cada vez mais, Angel
sentindo que ela gozaria, para. Vai com o restinho do gelo quase todo derretido na boca deita
em Mai e a beija, passando o gelo para ela na boca, Mai a beija louca, brincam passando o gelo
uma para a outra. Angel roçava e pressionava sua perna na intimidade de Mai, ela geme entre
os lábios dela, apertando suas costas, e arranhando de leve. Quando ia gozar Angel para. A
levando a loucura e desespero.
Mai: Pois vai conseguir...me faz gozar logo Angel por favor...não to aguentando mais...
(sussurrando sem força).
Angel decide parar de judiar e volta com a lingua boca e tudo na intimidade dela,
movimentando excitantemente, não demora muito e Mai goza muito, seu corpo
extremecendo na cama em puro gozo.
Enquanto Mai esperava seu coração acalmar, seu corpo criar forças novamente, Angel deita do
lado dela, beijando seu rosto de leve. Mai sorri.
Mai: Minha??
Angel: Claro...morria de saber q eu não resistia a vc, e ficava me provocando, mas nunca
avançava o sinal.
Mai a beija carinhosamente, e Angel correspone da mesma forma. Logo Mai começa a passar a
mão por todo corpo de Angel, querendo mais. O celular de Mai toca, ela deixa tocar.
Mai ri.
Angel sai de cima dela, ela se levanta, pega a bolsa em cima de comoda abrindo, ela olha era
Any.
Mai: No AP da Angel.
Angel falta sentir um troço, arregalando os olhos.
Mai ri.
Any ri.
Any: Porque...ta com medo de ser demitida por comer a minha "mulher"??rsrsrs
Any: Posso até imaginar a cara dela...rsrsrs...mas vem cá, eu ia te chamar pra vir aqui em casa,
mas já que ta com ela.
Mai: Mas eu vou ai...só vou demorar um pouquinho.(falando maliciosa olhando pra Angel).
Angel ouvia a conversa e não gostava nada. Sabia que Mai e Any se pegavam, e ainda por cima
a Mai ia pra lá, e ainda fica chamando de minha loirinha , toda derretida.
Angel fecha a cara se levantando, não gostou da conversa, ela se levanta indo para o banheiro.
Mai percebe a cara dela.
Any:Bjoo.
Mai desliga, coloca o celular na bolsa e vai ao banheiro, Angel já estava debaixo do chuveiro.
Mai entra a abraçando, Angel se afasta.
Angel: Nada...só tenho que tomar banho, porque logo tenho que ir trabalhar, já são quase 6 da
tarde.
Mai respira fundo, Angel tava dando oo maior pití, e não tem muita paciencia para esses
ataques de ciumes bobos.
Mai se irrita.
Ela sai andando irritada, Angel sente um aperto no peito, mas não faz nada, Mai veste toda a
sua roupa rapidamente irritada, pega sua bolsa e sai batendo a porta.
Angel no banheiro.
Angel: Fica cheia de gracinha com a Any na minha cara...e depois vem como se nada
acontecesse.
Ela mareja os olhos, se sentindo triste, gosta de Mai de verdade, mas ela pega uma e outra,
nunca vai largar a Any, e ainda por cima vai se casar, é perca de tempo. Ela pensa.
No barzinho Dul chega e Chris a esperava sentado, ela desce do carro e logo ve ela, vai até a
mesa e senta.
Dul conta tudo que aconteceu desde a hora que enontrou Any no parque até a hora que ela foi
embora.
Dul: Cara ela só quer me comer e gozar...e pronto.
Dul: Foi.
Dul: Sim.
Chris: A Any nunca, jamais, em ipotese alguma, nem bebada, drogada(esse não eh o caso dela)
nunca levou e nem levaria um mulher que ta transando pra casa dela.
Dul: Serio??
Chris: Só a Mai...mas porque são amigas, fora ela, ninguém. Ela tem pavor de elas saberem
onde ela mora.
Dul: Ah o que isso importa?? Ela me carregou pra lá porque era o lugar mais proximo, isso sim.
Chris: Não minha querida, conheço ela, ela te pegava no carro, ou deixava de transar, mas
levar pra casa dela...caraca...to besta.
Dul: Vc ta exagerando.
Dul fica pensando no que Chris disse, e gosta sem saber porque.
Dul: Não...só porque ela me trata feito uma idiota, sou o brinquedinho dela.
Dul: Eu sei...mas cara ela é muito fria, muito mesmo. Eu também como todas, fico por causa do
sexo, não quero compromisso, mas tratar mal já é diferente Chris.
Chris: Ela nunca repete as transas, a mulherada fica louca atras dela. Vc deve ser muito gostosa
pra ela querer mais.rsrsrs
Dul: Isso é o que me irrita...sou apenas a gostosa que faz ela gozar.(irritada).
Chris: Dul...vc...porque se importa tanto com isso?? Vc ta gos...
Dul o interrompe.
Dul: Nem pense em terminar essa frase senhor Christian...não to gostano dela, ta louco???
Dul: Acontece que não gosto de ser tratada como um objeto entende??
Chris: Entendi...mas pelo que te connheço vc ia continuar comendo ela, se divertindo, igual ela.
Dul: Mas depois que agente termina, ela me trata muito friamente.
Chris: Eu te avisei.
Dul: Eu não quero nada com ela, não quero namorar, muito menos casar...nem um tipo de
compromisso, só queria conversar com ela como converso com vc, com a Angel...ela vai ser
minha patroa.
Chris: Pelo visto vc não vai substituir a Mai só na boate...mas na cama também kkk
Dul: Vc acha que eu gostaria de uma mulher assim??? Fria, parece que não tem sentimentos,
grossa comigo, fala sério neh Chris.
Chris: Ela também não eh assim Dul, ela me trata super bem, a Mai, Poncho, é que vc não
conhece ela na vida pessoal dela.
Na casa de Any, vinha da cozinha chega na sala encontrando Mai entrando pela porta.
Any: Morenaaa...(sorrindo).
Mai: A Angelique.
Any: Serio??hauhauha
Mai ri junto.
Any: Ih amor...é que ela achou que eu tava te chamando pra cá pra gente se comer.hhauhuhaa
Mai: Será?? Mas nós também somos amigas, e quantas e quantas vezes vc ma chamou pra
cá...ou eu te chamei pra casa e não rolou nada.
Any: Hoje era...te chamei pra cá porque ta um tédio, Poncho ta resolvendo umas coisas da
boate dele lá, e eu aqui boiando.
Any: Pois é...essas mulheres não entendem, já que ficar no nosso pé, depois que agente sai
fora, nós que somos ruins.
Mai: Mas não precisava ser assim...tava tão bom lá com ela.(querendo rir meio abobada).
Mai surpresa.
Any: Sim.hauhauha
Mai: Não...ela não é só gostosa. Any vc nunca trouxe e nunca trás mulher pra cá...ela vc trouxe,
vc nunca repete as transas assim...e tu já pegou ela 3 vezes uma atras da outra, e pela sua cara
vai pegar mais ainda.ushushush. Pelo visto ela não vai ficar no meu lugar só na boate
neh.hsuhsuhs
Any ria.
Mai ria.
Any: Sabe que não sei...quando eu vejo ela, eu perco a razão sabe, o juízo vai embora todinho,
e só enxergo ela na minha frente, a atração fisica que tenho por ela é muito forte, não sei o
que é.
Any: Realmente...hauhauha.
Mai: Mas então...e a familia dela?? Ela mora com quem aqui??
Any: Sei lá Mai(dando de ombros) não sei da vida dela...também, pra que quero saber disso??
Mai: Credo Any...sei lá...saber um pouquinho é bom. Vai que ela é uma psicopata.uhuahuh
Any ri.
Any: E vc acha que com uma coisa gostosa daquela, vou querer saber da vida dela?? Isso não
importa...mas sim o que ela sabe fazer muito bem na cama. Nossa...e como faz.
Any: hauhauha
Mai: Depois da tal decepção que tu teve, as mulheres são como objetos...mas vou te
falar...uma hora tu ainda vai achar uma que te prenda, é sério Any, beleza que tu quer sexo
casual, sem compromisso, mas as vezes isso machuca as pessoas, e te digo: O mundo da voltas
viu??(falando seria).
Mai: Não...só um toque, Any, Any cuidado com isso. Falo porque te amo loira.
Any: O que?? Quer dizer que um dia posso me apaixonar??(ela ri ironicamente) Amor...isso ta
fora de cogitação, já tenho meu maridinho, já tenho um relacionamento com ele, as outras são
só as outras.
Any: Ah ce ta muito chata...vamo lá pro quarto, quero te mostrar umas musicas lá no PC.
Mai: Depois não diz que não avisei.(sendo arrastada por Any).
Dul e Chris pagam a conta e saem, já para a boate que tava do lado mesmo, isso já era quase
22:30, bebiam desde atarde e estavam mais pra lá do que pra cá. Eles entram a boate lotada,
todos dançando animadamente. Chris vai com Dul até o barzinho.
Edu: Oi Christian.
Chris: Hoje...sou cliente e não dono...então tome conta dessa boate, e faça de conta que ela eh
sua...porque eu...nem to aki ok???
Edu rindo.
Dul tava decidida a curtir, beber, dançar, e beijar na boca, eh beijar sim, queria provar para si
mesma que havia pessoas tão boas que a atraisse assim como Anahi. Queria mostrar que ela
não era a unica, que fica com quem quer, iria beijar alguém ali, tanto faz se era mulher ou
homem, ela queria era arrancar aquela sensação de que queria tocar e ser tocada só por ela.
Chris pega umas bebidas e eles caem na pista dançando, rindo, bebendo. Lá pelas 23:00 Any
chega na boate com Mai, como Mai iria embora logo, ela deixou uma DJ amiga de Mai tocando
lá, e aproveitando a copanhia da amiga. E Poncho em sua boate, achando que ela estava na
dela. Any e Mai olham tudo a volta, tava do jeito que elas gostavam, gente bonita, e muita
mulher bonita e gostosa na pista, elas se olham sorrindo cumplices.
Elas andavam para o centro da boate, quando veem Chris e Dul dançando, se divertindo muito,
dançavam coladinhos de frente um pro outro, sem se tocarem com um sorriso nos lábios, mas
com os corpos juntinhos, no mesmo balanço, quem não os conhecece, diriam que eram um
casal de namorados.
Any ao ver Dul, sorriu, com certeza iria se divertir com seu brinquedinho, mordeu o lábio a ve-
la dançar tão sexy.
Any:kkkkkkkkk...só vc Mai.rsrsrs
Any: Tu eh besta.kkkk
Mai: E aeeee...beleza???(sorrindo).
Dul ao ver elas, desfaz um pouco o sorriso, tudo que menos queria era ver Anahi.
Ela sai, sem olhar pra cara de Anahi. Any se sente puta, quem ela achava que era, pra sair
assim e nem a cumprimentar. Ela fica olhando ela sair.
Dul: Outra!!
Assim ela vira mais um copo, quando se vira para sair dali, da de cara com Any, quase batendo
seu corpo no dela.
Dul: Bem...vc disse que era sua DJ, e trabalharia para vc, que na cama nos conheciamos bem.
Pois então...não estou em meu horário de trabalho, muito menos na sua boate, e nem
estamos na cama...então não te conheço(ela olha nos olhos dela, Any podia sentir ela ver sua
alma) e nem quero te conhecer!!!
Dul vai para a pista, dançando sozinha, descarregando sua raiva na dança. Any ficou lá no
barzinho completamente puta, e boba com a ação de Dul.
Mai: E a Any foi atras dela...rsrs..com certeza estão se comendo em algum lugar da boate,
aquelas duas não podem se encontrar...hauhuah
Mai: Eu??? ahuhauhauh...da Any?? Por Deus neh Chris, agente sempre se pegou, mas somos
amigas, e nunca teve esse lance, nós somos de todo mundo uhauhauha
Chris: uhauhaua
Chris: vamos.
Any procurava Dul, quando ve, ela ta dançando com uma bela morena, de olhos verdes,
charmosa, linda, gostosa, a garota era um espetaculo de mulher. A moça dançava de frente
pra Dul sorrindo, com uma cara de: Eu te quero!! Dul sorria com aquele sorriso safado dela,
dançando junto. Elas chegavam cada vez mais perto, se aproximando, uma da outra. Any ve
aquilo e seu sangue ferve, não acreditava que Dul a estava trocando por aquela garota, não
era tanta coisa assim, ela era bem melhor.
Dul e garota param de dançar, Dul a olhando sem entender, e a fuzilando, com certeza tava
fazendo aquilo só pra melar o lance dela. A garota morena de olhos verdes, fica meio sem
graça.
Garota: Não sabia que tava acompanhada...me desculpe.(fala olhando pra Any).
Any a beija nos lábios de uma vez, a garota totalmente sem graça, e triste neh, pois ia pegar a
ruiva mais linda da boate. Ela então sai, enquanto Dul empurrava Any, lutando contra ela, e
contra si mesma, para não se render. Dul então afasta ela de uma vez.
Dul: Ta louca???
Any se da conta do que fez, beijou Dul em plena boate, de Christin, onde ela e Poncho tinham
amigos e conhecidos em comum.
Any sai arrastando Dul, Dul ia gritando, me larga, me deixa, me solta, tira a mão de mim, não
vou com vc, e Any nem dando ouvidos. Any entra na mesma sala em que elas tiveram a
primeira transa. Começando a beija-la, a empurrando na parede. Dul a empurrava, mas se
arrepiava a cada toque, louca para se entregar. Mas não, dessa vez não ia ser assim, não
mesmo. Any beijava o pescoço dela, com uma mão dentro da blusa dela, acariciando o seio
dela, Dul tinhas as mãos no ombro dela, ofegante, exitada, sentindo a boca e lingua de Any em
seu pescoço, e a mão tocando seu seio com movimentos exitantes, sentia a coxa de Any entre
suas pernas, roçando em sua intimidade. De olhos fechados, ela sentia tudo, tentando arrumar
forças, sem saber de onde. Any estava louca, exitada, tinha que te-la ali e logo. Dul a fazia
perder as estriberas, os sentidos, quando sentia o corpo de Dul no seu, era como uma imã,
puxava mais e mais.
Any: Quer sim...que eu sei.(levando a mão a intimidade de Dul por cima da calça).
Dul segura, e não geme, mordendo os lábios, não daria esse gosto a ela, de jeito nenhum.
Dul pensando: Não, não posso ser facil assim, não posso.
Any investia nas caricias, Dul pra morrer ali. Ela então decide, se lembra de Any dizeno que não
a conhecia e nem queria com maior desdém, e dizendo que se conheciam bem na cama. Isso
fez Dul lembrar da chateação e raiva que sentiu na hora, esse sentimento volta, ela sabe que
ela e Any transariam ali, e logo Anahi daria as costas, e a trataria como uma ninguém. Isso da
forças a ela, para sair dali, e dar o troco.
Dul vira Any contra a parede, encaixa seu corpo no dela, enfiando sua coxa entre as pernas de
Any, que usava saia. Dul a beija intensamente, roçando seu corpo no dela, enfiando a mão
debaixo da blusa de Any, acariciando o seio, depois o bico com o dedão, fazendo Any gemer, e
ofegar mais. Dul pega a perna de Any, levanta um pouco a perna dela, leva a mão até o lado
interno da coxa de Any, acaricia, e chega a intimidade de Any, tocando pela calcinha molhada,
pressionando o dedo, fazendo Any gemer, levantando mais a perna, erguendo o quadril para
frente, oferecendo mais sua intimidade a Dul. Dul fazia um esforço enorme para não consumir
seu desejo, o tesão que a enlouquecia que sentia quando estava assim com Any. Ela pira mais
ainda ouvindo Any gemer em seu ouvido. Ela leva a mão que segurava a coxa de Any, até a
blusa dela, adentrando e tocando a barriga dela com a mão, passando a unha de leve,
arrepiando Any, sobe a mão e a blusa junto, deixando os seios e sutian de Any espostos, ela
beija eles, puxa o sutian para o lado, deixando o mamilo eriçado a mostra, e começa a chupa-
los, lamber, passar a lingua em volta devagar, fazendo Any gemer mais, e arquear o corpo,
mordendo os lábios, era incrivel como as caricias de Dul, por mais simples que fossem,
provocava um desejo, tesão, e excitação nela fora do comum. Dul sobe a boca e fala entre
beijos com Any, pressionando e passando o dedo na intimiadde de Any.
Dul: Vc me quer??
Dul: Fala Anahi(ela pressiona o dedo em Any, roçando sua boca na dela) fala...quero ouvir de
sua boca.
Any com a voz rouca, já não aguentava a tortura, fora de si ela pede coma voz rouca no ouvido
de Dul.
Pressionando o dedo na intimidade de Any. Any já tava louca, pirada, nem sabia mais o que
falava.
Dul a olha tão entregue, que por quase um minuto, desistiu de seu plano, mas volta a si, ela ia
seguir adiante com ele.
Dul a solta, se afastando de uma vez, ficando de frente pra ela, com um sorriso vitorioso.
Dul sai andando, Any vai até ela segurando seu braço.
Dul sorri.
Any: Dulce Maria,vc ta de brincadeira...coloca esse fogo todo pra sair assim...isso não se faz!
Any tentou puxa-la, mas Dul puxou seu braço, e saiu dali muito rapido, antes que mudasse de
idéia. Saiu apressada com o corpo em chamas. Any tentou ir atras dela, mas Dul saiu porta a
fora, e quando viu Dul já estava perto de algumas pessoas, elas iam acabar percebendo. Any
volta a sala em que estava louca, exitada, desesperada.
Any controlava o desejo, fechando os olhos, passando a mão nos cabelos, decendo pelo
pescoço, passando pelo colo, como se acalmasse seu corpo.
Any vai ao banheiro da sala, abrindo a torneira, passando a mão molhada no colo.
Any tentou se acalmar, mas a noite para ela não acabaria assim. Ela não deixará por menos.
Enquanto Any acalmava seus animos puta da vida, Dul voltou a boate bebendo cerveja para
ver se apagava o fogo dentro dela. Estava impressionada com ela mesma, como conseguiu
resistir a Anahi, e não se entregar, teve que fazer um esforço sobrenatural para isso, mas por
uma lado se sentia feliz, provou para Anahi que ela não era tudo o que ela pensava, e que ela
pode sim, levar um não, que não tem todas aos seus pés, e muito menos ela. Dul chega em
Mai e Chris que dançavam animados, Mai já tava mais pra lá do que pra cá, Chris nem se fala,
Dul chega rindo e dançando junto.
Mai: Qual eh Dulce...sei que ela foi atras de vc hauhaua...sei que se comem não se preocupe,
não sou ciumenta!!hauhaha
Dul ri de Mai, ela era engraçada, descontraida, e falava tudo na maior naturalidade, ao mesmo
tempo que era tão louca, era doce. Dul desde que a viu teve uma simpatia por ela.
Os tres riem, e seguem dançando. Até que Any andava, procurando por Mai, e a encontra com
eles dançando.
Any ajeita o decote, joga os cabelos, e segue andando em direção a eles toda decidida, chega
sorrindo.
Dul quando a ve chegar a olhava com uma cara de riso, tipo de gozação. Any sentindo o olhar
vitorioso dela, ficou mais puta. Mai pensando: Sera que se pegaram ou não??
Dançando sensualmente, sorrindo maliciosa, chegando perto de Mai, colocando as mãos nas
cintura dela, e Mai foi dançando junto, ficando coladinhas. Dul ri balançando a cabeça, com a
cara tipo: Será que ela acha que vou sentir ciumes???hauhaua
Chris: Meu Deus do céu...daqui a pouco vai rolar suruba aqui...as tres se pegando...uhauhauha
Dul segue dançando, e pouco se lixa pra Any e Mai juntas, pois sabia que era provocação de
Any, a dança de Mai e Any não passou de uma dança sensual, porque estavam no meio de uma
boate, onde amigos, e clientes de Any estavam, obvio que ela não ia grudar Mai ali, mas todos
sabiam que elas eram bem amigas, e achavam que era apenas brincadeirinha de amigas, nada
mais que isso. Mai e Any se separam, passava uma musica agitada, Any dançava daquele
jeitinho dela, sensual, provocante, fazendo aquele biquinho, como se estivesse apenas ela na
boate, sem olhar para os lados, remexia os quadris, mas na verdade, fazia aquilo para Dulce.
Dul fingindo nem perceber, muito menos se exitar, fingindo não querer pular nela e te-la ali
mesmo, dançava da mesma forma sensual, tentando fingir que Any nem estava ali, Mai
dançava também, Chris, mas as duas estavam em uma disputa de quem provocava mais. Any
tava pra puxar Dul pela mão e leva-la a qualquer lugar e a agarrar, fazer tudo o que queria e
não fez, por Dul a deixar na vontade, seu tesão estava intalado em seu corpo. Dul lutava com
todas as forças, para não agarra-la, evitava olhar, meus seus olhos costuma ser sempre
desobediente quando se trata de olhar para Anahi.
Seguiam nesse ritmo, Dul bebia cada vez mais, já tava bem alta. Mai logo troca olhares com
uma outra morena, e quando ve, já ta agarrada a ela, em um canto qualquer. Chris, Any e Dul
dançavam, bebiam, mas Dul e Chris eram os que mais bebiam. Dul falou no ouvido de Chris e
fez ele jurar que não aredaria o pé dali, e não ia deixar elas duas a sós de jeito nenhum. Ele
prometeu. Tava uma tortura para Dul ficar perto de Any daquele jeito, a vendo assim,
sensualmente tão de perto. Mas nem ousaria a sair dali, pois sabia que ela ia atras, e com
certeza não daria em boa coisa. Lá pelas 4:00 da manhã, Mai aparece com a tal morena do
lado, elas estavam de mãos dadas, Mai sorria e a morena também.
Mai: Seguinte amores...já vou indo ok??? Ta bom, ta bom, não chorem, mais tenho que ir
uahuhaua
Todos riram.
Any vendo que Mai se deu bem, sorri com uma cara de: Vc eh uma safada!!
Mai ri de volta sabendo muito bem o que aquele sorriso significava, Any a abraça dando tchau,
e fala no ouvido dela.
Mai: Cuidado se não vc cai...e eu não estou muito boa, ao invés de te aparar, vou cair com
vc.uauhauha
Dul morre de rir, hora dessas ria de tudo e mais um pouco, já tava era bebada mesmo.
Chris: Quem ta bebado aqui??(rindo e abraçando Dul pelo ombro, os doias riam).
Mai: Sei...tchau!!
Any olha os estado de Dul e Chris, não estavam nada bem, ela decide ir ao banheiro, e voltar
para leva-los embora, porque não estavam em condições alguma de dirigirem.
Any saiu conrrendo indo ao banheiro, usou, e voltou, andando para onde estava, onde havia
deixado Chris e Dul, ela ve ele sentado em uma mesa sozinho, e segue até ele.
Chris: Ela disse que ia pegar um taxi...o carro ela deu a chave para um dos seguranças guardar
na garagem aqui do lado.
Ela sai carregando ele, chegando no carro ela coloca ele no banco de tras, a casa dele ficava a
duas ruas dali.
No hotel, Dul voltava do banheiro, isso depois de horas na porta tentando enfiar a chave na
fechadura da porta para abrir. Ela tinha ido ao banheiro, molhar o rosto, pois não se sentia
bem, tudo rodava, se sentia enjoada. Ela se joga na cama, tinha que tirar a roupa e vestir uma
mais leve, mas não tinha força, nem conseguia tirar a roupa, nem levantar e nem dormir, fica
assim até que ouve batidas na porta. Ela pensa se tava ouvindo direito. E batem novamente,
ela pensando e estranhando quem seria, se levanta com sacrificio abrindo a porta, dando de
cara com quem menos esperava. Ela se apoiava na porta, tava muito tonta.
Ela passa a mão no cabelo de Any, embora tava quase vendo duas Anahi's em sua frente pela
bebida.
Dul: Não, vc que é estranha Anahi. Mas linda, seus sorriso eh a coisa mais perfeita que já vi,
parece que vc carrega o sol nele, de tanto que ele ilumina qualquer lugar, seus olhos azuis
como o céu...o mar...vc...é linda demais.(ela falava olhando nos olhos de Any).
Any estranha, Dulce dizendo aquelas coisas, só podia ser a bebida mesmo, tava bebada e nem
sabia o que dizia. Mas no fundo ela gosta de ouvir aquelas coisas, sentindo algo diferente, nem
ela sabia porque, não entendia. Mas ela não tinha que gostar de ouvir aquilo, pra que?? Pensa
que é besteira, baboseiras, e nem leva a sério, não dando importancia. Ou pelo menso tentava
enganar a si mesma. Dul vai chegando perto, perto, indo beija-la, Any dispara o coração com a
aproximação lenta de Dul, era a primeira vez que a sentia assim tão devagar, sua respiração
misturar com a dela, lentamente. Ela ficou imóvel, pela primeira vez, nervosa com a
aproximação de uma mulher. Ela se deixando levar pelo momento, fecha os olhos, esperando
Dul tocar seus lábios. Mas logo escuta.
Ela abre os olhos, e apenas ve Dul correndo para o banheiro. Ela se joga na beira do vazo e
começa a vomitar. Any se levanta da cama indo até ela, para na porta e ve Dul vomitando no
vaso, e faz uma cara de nojo. Dul depois de vomitar, se levanta com sacrificio, chega na pia e
começa a lavar a boca. Any estava escorada na porta de braços cruzados a olhando. Dul depois
de lavar a boca, se afasta para tras, escorando na parede de olhos fechados, querendo que
aquela sensação de que iria morrer acabasse. Sabe quando bebemos muito, passamos mal
com a sensação de que vamos morrer?? Pois é essa, mesma sensação que ela sentia.
Dul não diz nada, derrepente abaixa no vaso de novo vomitando quase as tripas. Any a olha,
fazendo uma cara de nojo, mais chega perto, e segura os cabelos dela, pois caiam em seus
rosto.
Any: Não sabe beber, não sei pra que inventa, até parece uma adolescente.aff.
Dul vomitava até as tripas, Any segurava seu cabelo, quase vomitando junto.
Any: Ai que nojo(fazendo careta). Não sei pra que beber desse jeito.
Dul depois de não ter mais nada pra colocar pra fora, tenta se levantar. Any solta os cabelos
dela, a puxando pelo braço a ajudando. Dul da descarga, vai até a pia, lavando a boca.
Dul: Vou morrer...ai meu Deus me ajuda.(tudo rodava, e mal conseguia ficar em pé).
Dul da um passo pra trás, e depois vai em direção a porta, mas se desequilibra, quase caindo.
Any no impulso segura ela, pela cintura, Dul de costas.
Dul se apóia na porta, e Any solta ela. Dul vira, escorando na beirada da porta, a olhando.
Any: Ta vendo quase caiu...se não fosse eu, bebe e fica dando trabalho para os outros.
Dul: Eu...não pedi(ela falava embolado) pra vc vir aqui Anahí.(com os olhinhos moles).
Any sai do banheiro, vai até a cama pegando sua bolsa, ela sai andando, quando chega na
porta, ela escuta um barulho e se vira de uma vez. Dul tinha caído saindo do banheiro, estava
no chão com a mão na cabeça. Any se assusta, corre, joga a bolsa na cama a ajudando a
levantar.
Dul: Any...
Any estranha, era a primeira vez que Dul a chamava assim, nunca deu a ousadia pra ela.
Any bufa.
Dul: Porque me trata tão mal, o que fiz de errado pra vc??(carinha de quem pedia carinho).
Any ve ela falar assim, era como se seu coração quisesse derreter. Mas não, ela não podia se
deixar levar, jurou a si mesma, que não se renderia ao coração por nenhuma mulher mais.
Any: Dulce não te trato mal(puxando sua mão da de Dul) te trato normalmente. Tenho que ir
Dulce.(se levantando).
Any a olha, com aquela carinha, ficava difícil, ela tava tão meiga. Any para e pensa, ela estava
bêbada mesmo, nem sabia o que dizia, e a vantagem dela estar bêbada, é que no outro dia ela
nem se lembraria de nada. Any então resolve quebrar um pouco a resistência, e tratar Dul com
menos indiferença, não sabia porque, mas ela despertava nela, essa vontade de cuida-la.
Any: Tah bom, eu fico. Amanhã não vai lembrar de nada mesmo, e isso é bom.
Dul sorri.
Any: Vc também em Dulce Maria, pra que beber daquele jeito?? Não tem costume com bebida
não??(falando de um jeito nada meigo).
Any: Olha aqui, não tenho vocação pra ser babá de bêbada viu??
Any: Olha Dulce, é melhor calar a boca...agora vamos molhar essa cabeça, tomar um banho
gelado.
Any: Vamos tirar essa roupa.(ela leva a mão até a blusa de Dul puxando pra cima).
Any tira a blusa de Dul, era inevitável não olhar para os seios dela naquele sutian preto super
sexy. Ela balança a cabeça, era apenas um banho. Depois ela levanta Dul para tirar a calça dela,
mas Dul mal ficava em pé.
Any empurra Dul de leve a fazendo deitar na cama. Ela abre o botão da calça, depois abaixa o
zíper, não tinha jeito, Dul a exitava. Mas ela fazia o maior esforço para não pensar em
besteiras.
Any começa a abaixar a calça, a calcinha preta de Dul, ia ficando a mostra, ela olha, coração
disparado, sentindo um calor. Ela para de olhar, e volta os olhos para a calça, mas as coxas de
Dul apareciam, chamando a atenção dela. Depois de brigar com os proprios olhos, ela tira a
calça finalmente. Agora vinha a pior parte, tirar o sutian e calcinha. Ela respira fundo.
Any puxa ela pela mão, passa o braço de Dul em volta de seu ombro, segurando ela pela
cintura, a carregando, sentia o corpo de Dul tão quentinho, se arrepiando toda. Mas ela seguia
em frente andando, entra no baheiro, a escora na pia. Com as mãos tremulas envolve elas em
volta das costas de Dul, ficando assim as duas de frente, bem pertinho, seus corpos encostam,
fazendo Any ofegar, Any abre o sutian de Dul, joga no chão, olha os seios de Dul, era
impossivel não olhar. Ela desvia os olhos, baixa um pouco, e começa a puxar a calcinha de Dul,
ela fecha os olhos, até abaixa-la até o chão e tirar.
Any: Isso eh covardia, olhar uma coisa dessas e não poder fazer nada.(se controlando).
Any carrega Dul para dentro do box, liga o chuveiro e coloca ela em baixo dele a segurado pelo
braço, tomando cuidado para não se molhar.
Dul: Ai to afogando...
Dul tenta sair dali, mas se desiquilibra, e Any a segura, assim caindo debaixo do chuveiro se
molhando toda, e Dul pendurada nela, ela da um grito exterico.
Any a fuzila com os olhos, indo sair de lá, mas Dul a puxa pela mão, nisso se desiquilibra de
novo, Any a segura, o peso de Dul faz ela se desequilibrar junto, assim, caindo escorada na
parede com Dul, com os braços em volta da cintura dela, Dul escorada na parede, com as mãos
em seu ombro.
Dul olha os lábios de Any, e a beija. Any sentia aqueles lábios a envolver, a garota estava
bebada, mas ainda conseguia beijar maravilhosamente bem. Any se excita, pressiona mais seu
corpo no de Dul contra a parede, com desejo. Mas logo cai em si, sabendo onde isso poderia
chegar, ela para com dificuldade. Puxando o labio de Dul, depois encostando a testa na dela,
ofegante, se controlando.
Any: Vc ta bebada...assim eu não quero, amanhã nem vai se lembrar(ela olha nos olhos dela) e
não quero me aproveitar de vc.(ela beija a testa de Dul carinhosamente).
Nem ela sabia o porque de agir assim, mas nunca se aproveitaria de alguém nesse estado, mas
a subita vontade que tinha de cuida-la a fazia ficar confusa, sem entender a si propria, mas
nem quis entender, resolveu afastar esses sentimentos. Ela desligou o chuveiro, carregou Dul
para fora do box nua, e ela com a roupa encharcada. Ela pegou um roupão e vestiu Dul com
ele, a sentou na tampa do vaso.
Any: Fica quietinha ai...ve se não cai...vou tirar essa roupa que vc fez o favor de molhar.(ela
bufa).
Dul ficou quietinha, sem nada falar, e escora as costas na parede. Any tira toda sua roupa
ficando apenas de calcinha, pega um roupão e veste também. Depois pega duas toalhas,
segura, e leva Dul para o quarto a sentando na cama, ela seca um pouco seu cabelo. Depois
com a outra secava os cabelos de Dul, em pé na frente dela.
Any: Se sente melhor??(passando a toalha nos cabelos ruivos dela).
Any joga a toalha de lado, pega um pente, penteando os cabelos de Dul, com cuidado.
Any penteava os cabelos de Dul, como se ela fosse uma menininha. Depois ela secou eles com
um secador. Procurou uma roupa, e achou um short e uma blusinha de algodão, pegou uma
calcinha também e vestiu Dul, evitando olhar ao corpo dela, o dia tava quase amanhecendo,
mas ainda estava escuro. Ela seca seus cabelos, batendo secador, Dul a olhava da cama.
Any: Meu Deus...o que o alcool não faz com as pessoas, vc normal nunca ia me dizer essas
coisas que vc ta dizendo.
Any não querendo se render, bufa, deita do lado dela de roupão e tudo, Dul se aconchega nos
braços dela, Any estranha, mas Dul depois de tudo que já havia dito aquela noite,
definitivamente estava sendo movida pelo alcool. Any a abraça, não podia negar que ficar
daquele jeito com ela era bom, mas só isso e nada mais.
Horas depois: 08:25 da manhã, Dul acorda, o sol batia em seu rosto, ela abre os olhos, sua
cabeça pesava, parecia carregar o mundo nela, fora que parecia que ia explodir, seu estomago
revirava. Ela estava deitada de lado, então com muito sacrificio, ela vira de barriga pra cima, se
sentia zonza, tentando se lembrar como foi parar ali, daquele jeito, tava perdida. Ela olha para
o lado quando ve Any dormindo,de roupão feito um Anjo, e logo se assusta o que ela tava
fazendo ali?? Ela arregala os olhos, sentando na cama, e a cabeça doi muito, ela leva a mão a
ela.
Dul: Aiiii.
Any escutando ela gemer de dor, acorda, a olha sentada com uma cara de dor, olha em volta e
logo percebe que tinha dormido ali, no susto se senta na cama.
Dul se preocupava, será possivel que ela ficou com Any de novo, não, não poderia ser
Any vendo a preocupação de Dul, claro não poderia deixar a oportunidade de brincar com ela.
Dul assustada.
Any ria alto sel evantando, Dul se joga na cama deitando de novo.
Any: Olha só...me arruma umas roupas ai, pq as minhas estão molhadas.
Dul deitatada.
Any: Ontem vc estava tão selvagem que me jogou no banheiro com roupa e tudo, nossa Dulce
ontem vc tava um fogo só.(cara de safada).
Dul não acreditava, tinha evitado ela a noite toda e no final, ficou com ela, e pior que nem se
lembra.
Dul se levanta com sacrificio, sentia o corpo mole, fraco, ela segue para o banheiro.
Dul: Se eu tivesse já teria tomado...não tenho nada aqui(colocando a mão no estomago). Vou
tomar banho pra comprar.
Ela entra no banheiro, Any fica lá fora procurando um roupa, até que acha uma saia que a
sirva, uma blusinha preta, e veste. Tinha o cheirinho gostoso da ruiva. Dul dentro do banheiro,
morria de dor de cabeça, zonza, estomago rodando, e sentia odio de si mesma, e de Any, não
podia ter ficado com ela. Ela anche a banheira, se joga dentro dela, fechando os olhos,
querendo que aquela sensação horrivel passasse. E não estava mais afim de ver a cara de
Anahi. Mesmo com ela bebada, teve a coragem de ficar com ela.
Any logo depois que terminou olhou no relógio, era 09:10. O celular dela toca. Ela atende, era
Mai.
Mai estava em seu apartamento, com a bela morena da noite passada, deitada nua em sua
cama, dormindo, com o corpo coberto pelo lençol. E ela estava deitada do seu lado.
Mai: E o Poncho??
Mai: Tadinho uhsuhsus, ele sempre cai nessa de que eu embebedei, e vc foi cuidar de mim e
passar a noite comigo porque não estava bem.
Mai: Porque??
Any: Não o pior não eh isso...tive que dar banho nela, a garota estava num estado lastimável,
vc tinha que ver Mai.
Mai morria de rir do outro lado, e acaba que acorda a bela morena, ela abre os olhos, olha Mai
e sorri, a abraçando. Mai da um beijinho na testa dela, e a morena se aconchegou em Mai,
colocando a cabeça no ombro dela.
Mai: Amooooooo...rsrsrsrs
Any: Pois deixa pra rir mais tarde...agora tenho que ir.
Any: Outro.
Any desliga vai até a porta do banheiro, e com cuidado para Dul não vê-la ela a olha, estava
deitada na banheira, com a cabeça escorada na borda da banheira, de olhos fechados. Any sai
de lá, e do hotel.
15 minutos depois ela volta a recepção do hotel e conversa com a moça.
Any: Olha...queria que ligasse para o quarto numero 202, e perguntasse a moça que está lá, a
Dulce Maria se ela precisa de algo, ela não está se sentindo muito bem, com certeza ela vai
querer um remédio para dor de cabeça. Então por favor, pode entregar para ela.
Ela ergue a mão, entregando a moça um remédio, para dor de cabeça, ressaca e tudo mais.
Any: Na verdade não quero que ela saiba que fui eu...apenas aja como se fosse um serviço do
hotel.
A moça vê, e realmente era, até porque ela conhecia bem aquele remédio, ótimo para ressaca.
A moça ri.
Any: Ela é uma amiga minha, mas estamos brigadas, e vc sabe neh...
Moça: Ta preocupada com ela, mas não quer dar o braço a torcer.
A moça pega o telefone e liga para o quarto de Dul. No quarto ela escuta ele chamar.
Dul estava relaxada na banheira, mas o telefone tocava, e não parava, a irritando. Ela espera
para ver, mas pelo visto Any não estava mais lá. Ela se levanta, a cabeça doía mais, a cada
movimento. Ela se enrola na toalha, e segue até o quarto, olhando em volta, vendo que Any se
foi, ela atende o telefone.
Moça: Estamos ligando para saber se a senhora deseja alguma coisa, está precisando de algo?
Dul: Não...nada não...(ela coloca a mão na cabeça) quero dizer...bem...vcs tem remédio pra dor
de cabeça ai??
Dul: Ai por favor...minha cabeça te pra explodir, eu ia comprar, mas já que vcs tem ai.
Moça: Claro senhora, levaremos agora mesmo...deseja mais alguma coisa?? Quer que leve seu
café da manhã ai??
Dul ficou até abismada com tamanha gentileza do hotel, a preocupação, mas não eh atoa que
estava no melhor hotel da cidade.
Moça: Sim senhora, levaremos ai, se precisar de algo mais por favor nos avise.
Elas desligam, Dul coloca o telefone no gancho e joga o corpo pra tras na cama, esperando o
remédio chegar, a cabeça doendo muito, estomago revirando, e meio zonza ainda com o corpo
mole, um mal estar enorme.
Lá em baixo na recepção:
A moça ri.
Moça: Desculape!!rsrs
Any: Bom muito obrigado...e ela não vai comer nada mesmo?
Moça: Não, ela não quis, e acho dificil, pela voz dela, a reçaca ta forte.
Any: Então deixa eu ir (Any pega sua carteira dentro da bolsa e tira uma cedula de dinheiro,
bem alta).
Any: Olha não leve a mal...mas eh que seria bem complicado pra mim levar esse remédio a
ela...vc realmente me fez um enorme favor.
A moça não teve como dizer não, o sorriso de Any era tão sincero, que acabou aceitando.
Moça: Ok...ok...rsrsrs...aceito.
Any: Aeeee...rsrsrsrs.
Moça:Rsrsrs desculpa.
No AP de Mai:
Mai: Sim.
Elas riem.
Mai: Angelique??
Julia sorri.
Julia: Isso...Angelique.
Julia: Ontem quando estavamos transando vc disse o nome dela umas 3 ou 4 vezes.rsrsrs
Mai arregala os olhos, não sabia onde enfiar a cara, como transa com uma e fala o nome de
outra, ainda por cima entregando o que sente.
Julia: Vc dizia: "Ai Angelique, vai assim...haammm...mais..." "Ai Angel não para
não".kkkkkkkkkk
Mai ria.
Era sexta, havia se passado alguns dias. E nesses dias Any não viu Dul, pois ela correu de Any
como o diabo corre da cruz, tava afim de evitar ela, pelo menso até começar a trabalhar na
boate, era sexta, teria a festa da Maite no dia seguinte, sabado, Mai iria embora no domingo, e
Dul começaria na quarta. Enquanto isso queria distancia de Anahi. Any sabia noticias de Dul
por Chris, que comentava algumas coisas. Mai e Angel não estavam se falando, Angel não dava
trela pra ela, e Mai muito menos ia correr atras, nenhuma dava o braço a torcer. Então era
quase 6 da tarde, Dul estava em um barzinho com Chris, jogando conversa fora.
Chris: Não...(com um olhar triste) além do mais ele foi embora, já vivendo sua vida pra lá.
Chris: Ah Dul...vc sabe agente tava brigando demais, por pouca coisa, besteiras, isso desgastou,
agente ficava mais brigado do que juntos, e sem contar o ciumes dele, por causa da boate.
Dul: Também, com aquele bando de marmanjo dando em cima de vc, ainda mais por ser o
dono da boate.
Chris: Mas eu nunca trai ele, só que ele não confiava em mim, isso causou brigas, tava fazendo
mal a mim e a ele, então foi melhor assim Dul, antes que agente acabasse se odiando.
Dul: Nisso vc tem razão, melhor terminar enquanto estão amigos ainda, enquanto resta
alguma coisa boa.
Mai: E ai cachaceiros...uahuha(sorrindo).
Chris tentava parecer animado para não ficar um clima de tristeza, mas na verdade tava muito
triste por sua amiga ir embora, mas tentava não mostrar tristeza, porque Mai tava muito triste
em deixa-los, e a cada hora que lembrava queria chorar, e Chris não queria ver ela triste.
Dul: Sei como é isso...quando eu era adolescente, lembra Chris?? Foi dificil deixar amigos,
tudo, imagina vc crescer em um lugar, fazer amigos, criar laços, e depois ter que ir.
Dul: Meus pais...ele arrumou um emprego melhor lá, e tive que ir neh, era apenas uma
adolescente.
Chris: Cara foi triste...ver a minha melhor amiga ir...agora mais uma.
Chris: Tenho que resolver umas coisas lá...infelizmente tenho que ir meus amores, nos vemos
depois.
Mai: Então Dul...vc tava falando de quando foi embora, deve ter sido dificil neh, porque pra
mim ta sendo nada facil.
Dul: Não foi...meus amigos de escola estavam ficando, foi logo depois que formei, eu fui
embora, criei elos e laços fortes aqui, eu tinha uma vida aqui, e derrepente ter que ir, foi triste.
Mai: Mas vc se acostumou lá, agente acostuma, quando eu vim pra cá, e deixei meus pias e em
Monte Rey, foi dificil, mas depois vc conhece gente, se apega, assim como me apeguei a Any,
Chris, Poncho, e outros amigos. Agora é hora de voltar e to sofrendo de novo por deixa-los.
Mai: Eu era DJ em uma boate lá...ai vim passar férias aqui, e acabei conhecendo o Chris em
uma boate GLS, agente se entendeu logo de cara, ai ficamos saindo, eu ele, o ex dele o BJ, e
outros amigos meus, e acabou que me levou na boate da Any.
Mai: Ai agente logo se entendeu também, e claro ela me deu aquela secada, me olhou de cima
em baixo rsrsrs...Chris comentou que eu era DJ, e me fizeram tocar lá naquele dia, ela adorou,
e passei a tocar em alguns dias que fiquei aqui de férias, ela adorou meu trabalho, me chamou
pra trabalhar com ela, fiquei na duvida, afinal tinha vindo apenas passar férias, mas tocar na
boate GLS mais frequentada e famosa da cidade, ainda mais com aquele salário, para mim era
tudo. Ainda mais ter uma loira daquela como patroa...rsrsrs...resumindo, depois de conversar
com meus pais, aceitei. E aqui estou.
Mai: Agente tinha terminado quando vim pra cá...uns 3 meses antes, sabe aquela paixão mal
resolvida?? Pois é...eramos nós dois, ai agente se reencontro aqui, eu era louca por ele,
acabou que voltamos, ele me pediu em casamento e eu de cara aceitei. E iamos preparando
tudo para o nosso casameto, nossa casa, essas coisas, enquanto isso ele ficava lá e eu cá...e
finalmente chegou o dia e eu tenho que ir embora.
Dul: Que historia legal a de vcs...linda!! Vc é muito apaixonada com ele neh.
Dul: Era??
Mai: Não sei se sou mais, eu estava empolgada para o casamento, apesar de ir embora,
voltaria pra perto de minha familia, ia morar com ele. Mas agora...não sei, não sei porque, mas
de uns dias pra cá, to sentindo essa coisa estranha sabe.
Dul: Ah deve ser fase Mai, insegurança, sei lá...afinal casamento é coisa seria, isso muda a vida
da gente.
Mai: Pode ser.
Dul: Vai passar vc vai ver...mas assim Mai, o fato de vc ser bi e tals...ele sabe??
Mai: Sim...só que eu acho que o coitado do Poncho é mais corno...uahuhau...e mais besta, ele
acredita segamente em tudo que a Any diz, chega ser bobo, ela engana ele fácil, fácil.
Dul: Já percebi...rsrsrs...
Mai: Mas eu já avisei a Any, pra ela tomar cuidado e não perder esse homem.
Mai: Ele é perfeito, e não é exagero, ele é amigo, respeitador, educado, ama ela mais do que
tudo, faz absolutamente tudo por ela...eles se conhecem desde pequenos, Poncho sempre
esteve na vida de Any...e na adolescencia ele foi embora e se afastaram...mas sempre sendo
amigos, matendo contado, porque ele foi embora...mas depois voltou, no momento mais dificil
da vida de Any, e a apoiou incondicionalmente...foi lindo o que ele fez, na verdade Poncho
sempre amou Any.
Dul: Mas que momento dificil foi esse?? Eles namoravam desde a adolescencia??
Mai: Não...sempre foram amigos, mesmo quando ele foi embora eram amigos e nunca tinha
rolado nada, mas Poncho sempre carregou esse amor com ele...e quando voltou é que ficaram
jutos.
Mai: Bom Dul...eu prefiro não dizer, porque é muito pessoal, é coisa dela. E pra ela falar disso é
meio dificil, então se for para vc saber eu prefiro que seja da boca dela, porque é coisa dela, e
tenho que respeitar, ela conta isso só para quem confia. Desulpa.
Dul: Que isso Mai, não tem que se desculpar(ela sorri) vc está apenas sendo uma boa amiga.
(sorrindo). Ela tem sorte de te ter como amiga.
Dul: é sério...sei lá...vc é tão doce, meiga, seu sorriso transmite confiança, me sintom a
vontade com vc...parece que te conheço a tempos.
Mai: Também tenho essa sensação sabia.(sorrindo). Mas então...me falade vc, eu falei, falei de
mim, e vc não falou nada de vc.
Dul ri.
Dul: Eu namorei um cara por um ano...se chama Christopher, mas chama ele de Ucker.
Dul: Cara...eu amava ele, era apaixonada, mas só que o Ucker...tipo, ele é uma cara fofo, lindo,
amigo, ele é um cara que qualquer uma queria namorar, era especial...mas...
Mai: Mas...
Mai: Qual??
Dul: Nossa, o Ucker é muito preconceituoso em relação a homosexualidade, nossa, demais, ele
não aceita esse tipo de coisa de maneira nehuma.
Mai: Sério??
Dul: Sim...eu e ele sempre brigavamos por causa do Chris...eu sempre mantive contato com ele
mesmo depois de ir embora, e Ucker não gostava porque ele era Gay...não gostava que eu
tivesse contato com essas pessoas.
Dul: Demais...ele nem sonhava que eu era bi, imagina se eu falasse, ele morria...mas como
nada fica escondido...
Dul: Foi assim...eu ia em boates GLS as vezes, quando dava uma escapada dele, mas eu não
traia ele, durante esse um ano fiquei só com duas...uma agente sempre teve um rolo, e outra
me agarrou e eu não tive como fugir...rsrsrs...mas só, eu evitava porque quando amo Mai, eu
me entrego e sou apenas da pessoa que estou.
Dul: Teve uma dia que Chris foi em Cancun, e fomos a uma boate GLS, inventei qualquer coisa
pro Ucker e fui, mas era só pra curitr com o Chris e nada mais...mas chegando lá, a minha
amiga que tinha um rolo, caiu matando em cima de mim, e não resisti...ai...eu fiquei com ela. E
sem nem imaginar que o Ucker estava lá, me vendo e observando.
Dul: Não sei como, mas ele ficou sabendo que eu frequentava essas boates.
Mai: Mas vc nunca imaginou que ele podese saber...sei lá...tem muita gente que vai nessas
boates é sempre tem um conhecido.
Dul: Não achava isso porque Ucker tinha muito preconceito com pessoas assim...e nunca teve
contato com pessoas homo, evitava, detestava, por isso nem tinha como saber.
Dul: Sem dizer nada, apenas observando, e eu sem saber que ele estava lá...me esbaldei,
dancei, bebi, beijei a garota, sorri, tava solta...vc sabe neh como agente fica...e ele vendo tudo.
Dul: Ai ele chegou em mim, eu estava dançando, e parei na hora, morri, não sabia o que fazer,
fiquei paralisada.
Mai: E ai??
Dul: Achei que ele fosse fazer o maior escandalo e passaria maior vergonha da minha
vida...mas nada ele fez, me olhou com um olhar de ódio e dor ao mesmo tempo. Eu morri
naquele olhar, sabia que tinha o machucado, e nunca mais olharia na minha cara. O cara que
eu amava tava ali, me olhando daquele jeito. Ele me disse tudo pelo olhar...e saiu...fui atras
dele, lá fora, me chingou, gritou, disse o que quis, depois desabou, chorou, chorou e chorou.
Eu chorei junto, porque sabia que tinha magoado ele, e que me amava. Ai fomos pra casa dele,
eu expliquei tudo, disse que era bi, e que não tinha contado pelo preconceito dele.
"Flash Back"
Ucker: Vc me traiu...de dois modos, mentiu pra mim...e...ficou com outras...quantas mais
foram hem??(irritado).
Ucker: Ama nada...me traiu...e ainda por cima é sapatão...eu odeio vc...estou com nojo de vc.
Ucker: Ama e se agarrou com outra, eu vi como dançava Dul, estava amando...e ainda por cima
com aquela bicha do Christian...sabia...ele que te arrasta pra essa pouca vergonha.
Ucker sentou no sofá, colocou as mãos na cabeça, abaixou , e chorou, chorou, chorou. Dul
disse tudo a ele, que só havia ficado com duas, mas que amava ele. Ele apenas chorava, e
chorava.
Mai: O que??
Dul: Saber que ele me amava...e que não ficou comigo apenas pelo preconceito...tudo bem
que trai ele, mas ele tava mais preoupado com o preconceito dele, só não me perdoou por
isso, ele tava com nojo de mim...o preconceito dele foi maior do que o amor por mim...se eu
tivesse ficado com outro homem, ele tinha me perdoado mais facil, demoraria, mas perdoaria,
isso é o que dói, ele estava morrendo por dentro, mas o preconceito gritava, falava mais alto,
ele mesmo me disse, que não conseguia porque tava com nojo de mim...agora imagina, o cara
te amava, passar por cima desse amor por um preconceito idiota.
Mai: Cara o que tem de errado nisso?? Só porque ficamos com pessoas do mesmo sexo, e
dai?? Não estamos roubando, nem matando ninguém, apenas vivemos nossas vidas.
Dul: Do mesmo jeito não...ele foi especial em minha vida, sofri muito, mas esse preconceito
dele me matou...eu sei que errei, e muito, mas estava disposta a ficar om ele mesmo, e mais
ninguém, eu jurei isso a ele e ia cumprir, porque o amava, mas ele nem quis saber...nos
afastamos, e o nojo com que ele me olhaca matou meu amor...pouco a pouco. Eu errei
sei...mas olhar para alguém como ele me olhava, não se faz...ele me olhava daquele jeito não
pela dor da traição, porque se fosse por isso eu daria total razão a ele, mas não, era por puro
preconceito, como se eu fosse um bicho, e isso machuca.
Dul: Mas já passou...a unica coisa que queria era pelo menos ser amiga dele, e nem isso tenho
dele, a amizade, é foda, poxa vc namora a pessoa, ele faz parte de sua vida e amanhã nem se
olham, isso é muito estranho.
Mai: Cara...imaginei aqui, se o Guido descobre uma coisa dessas de mim, to fudida.
Mai: Até que não...mas é que ele e sua familia são muito religiosos, demais sabe.
Dul: E como se apaixounou por ele??rsrsrs...como dão certo?? Não porque, vc é toda solta.
Mai: Nem eu sei como agente ainda da certo...por isso essa insegurança de casar com ele
agora, tenho medo disso não dar certo Dul...somos muito diferentes, eu adoro
badalação...movimentação, boate, animação...ele adora barzinho, ficar sentando só
conversando com amigos, ficar em casa vendo filme, programas leves. Eu amo ir a balada e
voltar no outro dia de manhã. Ele é todo certinho, acredita no casamento pra sempre, que
casamento é uma vez só, ah todo certinho.
Mai ri.
Mai: Também não eh assim...rsrsrs...mas quando agente casar e morar junto, vou querer sair
sempre, todos os finais de semana quero ir a uma balada, e ele vai querer ficar em casa vendo
filme...isso não vai dar certo, por isso terminamos uma vez, eu queria ir a todas as baladas aos
finais de semana...não ficava parada em casa, e ele querendo ficar em casa vendo filmes, ou ir
a uma barzinho com os amigos dele, sentado conversando...enquanto eu queria ver meus
amigos, dançar, beber, divertir, sabe...por isso termianamos não tava dando certo.
Mai: Eh...mas desde que voltamos ele moramdo lá e eu cá...então eu podia sar e ir as minhas
festas, sem ele enchendo, porque não tava aqui...entende?? A distancia não tem como cobrar
muito, e quando nos viamos, aproveitavamos para ficarmos juntos.
Dul: Ihh saquei...agora vão morar juntos...mas Mai vc o ama, e quando amamos abrimos mão
de muitas coisas, faz parte, vc o ama mesmo.
Mai: Ai, é que tá...não sei se o amo aponto de abiri mão de toda essa minha liberdade.
Mai ri.
Mai: Mas eu disse que não sabia...mas eu gosto dele, to disposta a tentar.
Dul: Vou torcer pra dar certo...ele também vai ter que mudar neh.
Mai: Vai mesmo, temos que encontrar um equilibrio, mas vai dar certo, tem que dá.
Mai lembrava de Angel, ela vinha a sua cabeça toda hora e não entendia.
Dul: Engraçado.
Mai: O que??
Dul: Essa é a terceira vez que converso com vc...e é a primeira que realmente batemos um
papo, e eu conheço muito mais de vc e vc de mim, do que eu da Anahi...e olha que fizemos
coisas muito, mas muito mais além de uma conversa como essa que tivemos e não sei nada
dela, e nem ela de mim. Tudo que sei é pelos outros, mesmo assim cercado de mistérios.
Mai: Mas com vcs é apenas sexo Dul...esperava o que? Ainda mais se tratando de Anhai.
Dul: Eu sei, é apenas sexo, na verdadee sou o objetinho sexual dela, o passa tempo,
brinquedinho.
Dul: Mai, sou do tipo que amo minha liberdade e não me amarro a ninguém fácil...mas dai a
transar e dar as costas como se nada tivesse acontecido pra mim ai já eh demais...sempre bato
um pao depois do sexo, acabo ficando amiga das garotas que transo, mas eu e elas sabemos
que disso não passa. Já a Anahi...sei lá...trata como se agente fosse um nada.
Dul ri.
Dul: Eu? Nunca...até aprece que ia gostar de uma mulher daquele tipo, fria.
Mai: Ela não eh assim também...tem sentimentos Dul, só que ela é casada, já tem um
relacionamento, só quer se divertir fora desse relacionamento.
Dul: Eu sei...entendo de diversão...mas ela trata as mulheres que transa como coisas
descártaveis.
Mai: Ta...eu sei que as vezes ela exagera, mas não sei porque se importa tanto.
Dul: Eu não to nem ai...só acho que ela se acha demais, e se sente muito superior as pessaos.
Dul: Olha Mai...não vamos falar dela, não quero saber de nada dela.(bebendo a cerveja).
Mai: Ok ruiva...rsrsrs.
Mai sabia que essas história das duas, ainda ia rolar muita coisa. Ela olha no relógio e se da
conta da hora.
Depois de conversarem bastante, Mai vê que já estava dando a hora de ir, pois tocaria na
boate mais tarde.
Mai: Isso.
Dul: E já tem quem vai alugar ele...ou é seu mesmo?
Mai: Pois ótimo, ninguém ainda apareceu pra alugar não...faz assim, vamos lá agora, vc olha e
vê se gosta, pelo menos eu acho lá uma maravilha, tem a vista pro mar, perfeito.
Dul ri.
Elas pagam a conta, e cada uma entra em seu carro, Dul vai seguindo Mai, até chegarem no
AP, estacionam na garagem, sobem o elevador, Mai já ia mostrando o condomínio a Dul, que
estava adorando, era bem bonito e sofisticado. Elas chegam a porta do AP de Mai, ela pegava
as chaves na bolsa.
Dul sorri.
Dul ri.
Dul entra, Mai logo entra atrás, fechando a porta e enfiando a chave na fechadura do lado de
dentro. Depois joga a bolsa no sofá.
Dul: Convencida.rsrsrs
Mai: Então vai querer alugar?? Porque amanhã mesmo vc acerta tudo com a síndica.
Dul: Ah Mai, fica assim não...Monte Rey é logo ali, vc vai poder vir aqui direto.
Mai: Espero...mas to com medo Dul, com medo dessa vida nova, com medo de não dar certo.
(marejando os olhos).
Mai: é que to sentindo que to deixando algo para trás, de muito importante.(limpando as
lagrimas).
Dul: Ta deixando a Anahi, Chris, Poncho...a boate, seus amigos...é normal que se sinta assim.
Mai: Mas sinto que tem algo a mais, to com um aperto no peito.(os olhos enchendo de
lagrimas de novo).
Dul se sentiu triste, Mai era tão doce e agradável, que não tinha como não se encantar por ela,
e de cara gostar dela, mas no sentido de amizade.
Foi a única coisa que soube fazer, pois não sabia o que dizer. Mai a abraçou, chorou um pouco,
mas logo limpou as lagrimas, afim de não se sentir mais assim.
Nisso Any entrava no AP de Mai, ela tinha as chaves, e tinha liberdade para entra quando
quisesse. Ela entra sem fazer barulho, afim de fazer uma surpresa para Mai, ela deduz que elas
está no quarto, e vai andando até lá com um sorriso sapeca nos lábios.
Dul e Mai continuavam abraçadas.
Nessa hora Any aparece na porta e ve a cena, Mai beijando o rosto de Dul, abraçada a ela, e
Dul toda sorridente. As duas percebem a presença de Any e olham para a porta. Any olhava
estranhando, será que elas estavam, ou iam fazer algo? Será que ela atrapalhava? Ela viu Dul e
Mai conversarem 2 vezes, uma na audição das DJ’s e se falaram pouquíssimo, depois na boate
do Chris, na noite em que Dul embebedou, e elas conversaram, mas não aponto de ter essa
intimidade toda, abraçadinhas e de sorrisinhos, ela concluiu, só podiam estarem se pegando,
com tamanha intimidade em pouco tempo, sem nem se falarem, e Dul ainda no AP de Mai, o
que ela estaria fazendo ali?? Ela pensa tudo isso.
Dul fica surpresa, pois não esperava ver Any, ela fica sem graça, na dela, e se levanta.
Any nem ouviu o que Mai disse, apenas olhava para as duas, imaginando o que fizeram, ou se
iam fazer.
Dul: Ela ta com raiva, acho que não gostou de me ver aqui com vc.
Dul: Mai...ela ta com ciume de vc neh...pela cara dela, deve ta pensando coisas, não viu o tom
que ela falou?
Mai: é a cara dela realmente foi estranha, e ela só faz essa cara quando sente ciúmes do
Poncho. Vou atrás dela.
Elas saem andando pra sala, chegando lá não encontram Any, saem na porta e ela esperava o
elevador, apertando o botão impaciente.
Dul da um beijo no rosto de Mai, só para pirraçar Any, pois achava que ela estava com ciúmes
de Mai. E bem na hora Any olhou de canto de olho, e respirou fundo.
Dul sai e Mai vai até Any, a porta do elevador se abre e Mai segura o braço dela.
Mai pega Any pela mão e sai puxando para dentro do AP. Ela mandava Mai solta-la, mas Mai a
arrastou e jogando lá dentro.
Mai ri mais ainda. Any fechava a cara, afinal que graça era essa??
Any: Eu não to sentindo ciúmes de ninguém...vc ta doida, até parece, eu sentir ciumes, vc sabe
que nunca tive ciúmes de vc.
Any: Vc sabe muito bem que nunca senti ciúmes de mulher nenhuma que levo pra cama.
Mai: Ua, então porque essa cara??rsrs. Vc só fica assim quando ta com ciúmes do Poncho.rsrs
Mai: Ta bom, ok, assim como te conheço sei que não vai assumir...mas então porque ta com
essa cara?? Hem...já que não tah com ciumes.
Any pensa bem, se não tava com ciumes, não tinha porque agir assim, mas o problema eh que
ela tava com ciumes sim, mas claro nunca admitiria, nem para si mesma, jamais.
Mai sorri.
Any se preocupa.
Any: Ain BB...não fica assim...olha isso deve ser uma fase, insegurança, normal, afinal sua vida
vai mudar neh, casamento eh uma coisa séria, isso eh novo pra vc.
Mai: Vc se sentiu assim quando ia casar com Poncho??( com as mãos na cintura dela).
Any: Não...claro que sentia um frio na barriga, imaginando como seria, mas isso eh normal, eu
me sentia realizada(sorrinso) estava prestes a casar com o homem que eu amava, e que me
amava de uma forma incondicionál, vc sabe o que o Poncho fez por mim quando eu mais
precisei, me sentia segura com ele, porque eu não duvidava de seu amor...foi o gesto mais
lindo que alguém fez pra mim na minha vida, quando eu achava que já não podia mais ele
voltou pra minha vida.(marejando os olhos).
Any suspira.
Any: Aquilo foi muito forte Mai...e Poncho se manteve firme do meu lado.
Any: Muito!!
Mai: Ah mas vamos mudar de assunto, vc fica mal quando lembra do que passou e é passado.
Mai: Vem, vamos pro quarto que vou tomar banho, daqui a pouco tenho que ir pra boate.
Mai: Ela é louca, não tenho nada com ela pra dar esse ataquisinho de ciumes.(tirando a calça).
Mai sente o coração disparar, nem ela sabia bem, não tava entendendo, Angel estava
mechendo por demais com ela.
Ela entra no box, liga o chuveiro começando a tomar banho. Any cruza os braços, escora de
lado na parede, na porta do box conversando com ela.
Any ri.
Mai: Porque??
Mai: Vc ta enchergando demais, isso sim, ali foi só sexo, ela é gostosa, só isso. Além do mais,
tenho um noivo neh Any, vou me casar, acha que tenho como me envolver com alguém
emocionalmente??
Any olha Mai de cima em baixo mordendo o lábio, reparava a morena em baixo do chuveiro, a
espuma escondendo as belas curvas que ela bem conhecia, depois a agua caindo sobre a pele
lisinha, tirando a espuma, mostrando mais dela, observava os movimentos da mão de Mai
pessando pelo seu própio corpo, sua respiaração ofega um pouco.
Mai: Fica ai me olhando com essa cara safada, que te puxo pra debaixo desse chuveiro e
depois reclama que molhei sua roupa.rsrs
Any: Se eu já não tivesse tomado banho, e arrumada, porque daqui vou para a boate. Eu já
tinha pulado em vc ai.(sorriso safado).
Any: E é só o Poncho ver e estranhar neh...o que vou dizer pra ele? Saio com uma roupa e
chego com outra.rsrs
Mai ri.
Mai: Eu amo.rsrs
Any: Tarada!!rsrsrs
Elas ficam rindo, e começam a conversar outros assuntos, nada importantes, banais, até Mai
terminar seu banho.
No hotel Dul assistia TV, estava entediada, tava louca para fazer algo, mas o que?? Chris
estaria na sua boate, e para ve-lo teria que ir lá, mas não queria correr o risco de ver Anahi. O
que iria fazer?? Ela pensa, e pensa, depois decide sair sozinha mesmo, seus amigos que tinha
ali, a maioria foi embora, só restou Chris, e alguns que ainda estavam lá ela pedeu o contato.
Depois pensa e resolve não sair, ela pega seu violão, ela tocava, mas apenas por diversão
mesmo, e cantava muito bem por sinal, mas isso era apenas um hobby(nãos ei se eh assim q
escreve uhahau).
Amava aquele violão, presente de seu Pai, e ao lembrar de presente, lembra de sua boina que
sua mãe a deu, lembrando que a ultima vez que a viu foi quando foi busca-la na casa de Anahi.
Dul se levanta, caçando sua boina, e lembra do dia que saiu da casa de Any, tava tão puta que
esqueceu a boina lá.
Dul: Caralho...que merda, esquece a boina lá, mas que droga, e agora?? Buscar é que eu não
vou, ela vai ter que me entregar ela mesma, porque naquela casa eu não vou mais.
Dul se joga na cama, com vontade de matar a si propria, não poderia ter equecido essa boina
lá de jeito nenhum, e muito menos irá voltar lá. Ela desiste mesmo de sair e fica no hotel
assistindo, liga para sua mãe, conversa com seu Pai, e para alguns amigos em Cancum,
decidida a ficar por ali mesmo só vendo filmes. E claro, Anahi em seus pensamentos, quando
via já tava pensando nela.
A noite segue normalmente, Any foi para a boate com Mai. Poncho passou rapidinho na sua e
foi para a de Any, os dois ficaram lá, e Mai tocando. Angel e ela na mesma, nenhuma dava o
braço a torcer. Logo Chris apareceu por lá, queria aproveitar o máximo a presença de Mai já
que ela iria embora. Mai as vezes ia até eles rapidinho e voltava a tocar, e assim seguiu a noite.
Any passou a noite toda pensando na imagem e Mai e Dul abraçadas lá no AP de Mai, não saia
de sua cabeça, ela havia se incomodado com aquilo, e não entendia porque. Ciumes de Mai
não era, pois nunca sentiu ciume dela, sempre foram amigas, e ficavam, mas cada uma ficava
com quem queria e nunca houve ciumes da parte de nehuma. Mas de Dul que não era mesmo,
ela não sentiria ciumes dela, porque sentiria?? Mas então porque aquele incomodo todo?? Era
uma pergunta que ela não tinha a resposta, e tentou afastar esses pensamentos. Então a noite
passa e cada um vai para sua casa.
O dia amanhece, era 09:30 da manhã, no hotel Dul ainda dormia, acorda com seu celular
tocando. Ela escuta e lentamente abre os olhos, mas fechando de novo, ergue a mão até o
criado mudo do lado, batendo a mão, procurando por ela até senti-lo vibrando em sua mão, e
a musica rolando, o toque era Extrana Sensacion, ela olha e ve um numero desconhecido
atendendo.
Dul: Oi.
Mai: Olha só, ontem acabei esquecendo de dizer a vc, hoje como sabe é minha festa de
despedida na boate da Any...e vc vai!!!
Dul: Eu??
Dul logo pensa, festa, bebida, Any, isso não eh boa coisa, e saberia que Any com certeza iria
atras dela, estava evitando ao máximo se afastar dela pelo menos esses dias antes de ir
trabalhar.
Mai: Ah não Dul, vc não vai fazer uma desfeita dessas neh??
Dul fica totalmente sem jeito, mas realmente não poderia fazer essa desfeita.
Dul ri.
Mai fica calada do outro lado da linha, Dul sabe que não conseguiria fazer desfeita a ela.
Dul: Claro que não faria essa desfeita contigo, eu vou sim.rsrs
Mai: Otimo, o Chris disse que ia te ligar para vcs combinarem a hora, para irem juntos ok??
Dul: Tudo bem, eu acho que vou ligar pra ele logo, aproveitar para acordar ele.uauhauhau
Mai e Dul se despedem e Dul logo liga para Chris, ele atende sonolento.
Chris: Oi.
Dul: Own amor, eu sei lindo.rsrsrs. Eh que queria te zoar um pouco uahuhaua
Chris: Eu sei, vc adora me zuar.auhaua
Chris: Dul...ainda são nove e pouco da manhã, vou te ver durante o dia ainda.rsrs
Dul: Vc é um chato.rsrsrs
Chris: Olha só, deixa eu dormir agora, e quando eu acordar de verdade te ligo e agente se ve,
ok??rsrs
Chris: Ok...rsrs.tchau!!
Eles desligam. Durante o dia Mai passou ele todo na casa de Any com Chris, almoçaram lá com
Poncho e Any, queriam Mai por perto o tempo todo e ela também.
Até que chega a hora da festa, Dul e Chris já haviam combinado a hora certa, chegariam lá as
22:00. Any amou saber que Dul estaria lá, e mal podia esperar para ve-la de novo já que não a
viu por esses dias. Estava com uma vontade louca de beijar a boca daquela mulher, a garotinha
beijava como ninguém, e o jeito que ela a tocava era como ninguém, mas não era só isso, ela
sentia algo a mais que não sabia bem o que era, apenas sentia, mas procurava não pensar
muito nisso. Então finalmente era hora da festa, Mai chegou mais cedo a boate, antes de abrir,
estavam apenas as funcionárias de Any, ela estava linda como sempre. Ela entra dando uma
olhada em tudo, se despedindo.
Mai ficou olhando canto a canto, tantas coisas vividas ali, momentos, coisas engraçadas,
quantas vezes se atracou com Any na sala dela, no banheiro, na sala de estoque, em cima do
balcão, nas cadeiras, nas mesas, ela da um sorriso, rindo delas mesmas, como são loucas.
Lembra de cada noite que tocou ali, fazendo o que ama, tocar para os outros se divertirem.
Tantas pessoas que conheceu ali, amigos, mulheres, rolos, tantas que já pegou ali também.
Tantas vezes deixou de ser a DJ para curtir a festa, com os amigos, Chris, Any e Poncho. Tanto
apoio que recebeu deles. Tudo passou em sua cabeça, desde sua chegada ali até agora que
precisava partir, e já não sabia se era mesmo isso que ela queria. Mas não tinha nem como
voltar atrás, estava tudo marcado, tudo certo, Guido a esperava, e todas da sua familia e da
dele. Mas claro não ia desistir, achava que isso era só medo, insegurança boba de quem estar
prestes a se casar, será uma nova vida, e é difícil ir de deixar tanta gente. Por isso acha que
está assim, e logo que se casar e morar em Monte Rey, se acostumará. Pois casar com Guido
foi o que sempre quis, porque querer mudar agora? Ela olha para as garçonetes ajeitando
tudo, a movimentação, como sentira saudade daquilo. Olha para a salinha de estoque, foi
impossível não pensar em Angel e no que fizeram lá dentro, em como foi bom, e como queria
estar bem com ela. Não queria partir brigada com ela, não mesmo. Seu coração apertava mais
ainda quando pensava que a veria tão pouco, e que não iria ver ela todas as noites. Em meio
aos seus pensamentos ela sente uma abraço, braços em volta de sua cintura a envolvendo por
trás, um beijo em seu ombro, e logo um queixo se escorar nele. E o cheiro, era inconfundível,
ela sorri olhando para frente.
Any: Ain Mai...porque que tinha que ir justo para lá?? Porque não poderiam viver aqui?
(abraçando mais a amiga).
Mai: Vc sabe Any, tudo que o Guido mais quer, é que eu pare de tocar em boates, ainda mais
numa GLS.rsrsrs
Mai se vira de frente para Any, envolvendo os braços em seu pescoço. As garçonetes nem se
importam, já haviam se acostumado com o grude das duas. Ela viviam se abraçando, mas só
isso, beijo não, ela nunca se beijavam na frente de ninguém.
Mai: Mas não vou parar de tocar, vou fazer isso, só que lá em Monte Rey, e em uma boate
hetero.rsrsrs
Any ri.
Mai fica apenas rindo, a puxando pela mão, e fazendo ela sentar na cadeira de frente a sua,
sentando também.
Mai: Porque??
Mai: Hum.
Any: Porque??
Any: Dul??
Mai: Eh Dul...a Dulce.
Any: Eu sei que é a Dulce…pelo que vejo estão bem intimas neh, já ta chamando ela de Dul.
Mai ri.
Any: Eu já disse que não tem ciúme nenhum...vc sabe que nunca senti ciumes de vc, e nem vc
de mim. Agente se entende nisso.
Mai: Sei.rsrsrs
Mai: Nada, não disse nada. Pode ficar despreocupada ta, nós somos apenas boas amigas.rsrs
Mai: Mas eu quero falar. Sabe, ela é muito legal, agente conversou pra caramba ontem, e era
apenas a terceira vez que conversávamos e parecia que nos conhecíamos a anos. Ela me disse
tanta coisa da vida dela e eu da minha.
Any: Ex namorado??(curiosa).
Mai: é...mas essas coisas não te interessam, o que vc interessa nela vc já sabe, a abilidade dela
na cama, não eh mesmo??
Any ficou super curiosa, sobre esse ex namorado, e para saber mais o que ela tinha falado para
Mai, Mai parecia saber de boa parte da vida da ruiva. Mas claro, perguntar é que ela não ia,
embora estivesse louca para saber. Mai percebendo isso, brincou com ela.
Mai: Ah nada que possa te interessar, quem sabe um dia ela não te fale, sei lá.
Mai fazia isso de propósito, ela queria mudar esse jeito de Any, de tratar Dul como um objeto.
Pelo que ela conheceu Dul era um ótima pessoa, muito doce em relação aos sentimentos, e
não merecia ser tratada como Any a tratava, mas pelo menos em sua opinião, Dul não era
boba, pois não ficava correndo atrás de Any e morrendo por ela como todas fazem. Mas sabia
que ela estava louquinha por Any, ela não sabia porque, mas sentia isso.
E acaba mudando de assunto para curiosidade maior de Any. Elas conversam por um
tempinho, até dar a hora de abrir a boate.
Mai tocaria, mas não festa toda, afinal a festa era dela, para ela, iria curtir, mas claro que em
sua ultima noite ali, iria fazer o que mais gostava, tocar ali naquela boate.
Any: Oi amor.(selinho).
Mai: Oi Poncho.(sorrindo).
Ele tira um lindo buquê de rosas vermelhas de trás das costas, sorrindo e entregando a Mai.
Poncho: Vc merece muito mais Mai...vou sentir muito sua falta. Falta da minha hermana, de
tudo, até do seu grude com a Any.rsrsr
Mai: Ah Poncho, cara. Vc é perfeito. Any da ele pra mim??rsrs.(passando as mãos nos olhos,
para as lagrimas não escorrerem).
Poncho: Não agradeça Mai, apenas quero que seja muito feliz nessa sua nova etapa, vc
merece, pena que tem que ir neh.
Eles se desfazem do abraço, se olhando. Mai e Poncho tinham uma ótima relação de amigos,
mesmo que Any e Mai eram amantes, Mai o adorava, era um cara incrível, para ela o mais
especial que já conheceu, pela forma de amar Any, tratar, não só ela, mas as pessoas, sempre
respeitando. E era sempre ela que aconselhava os dois quando brigavam, ela ia lá e fazia eles
fazerem as pazes, dava consolo pra ela, para ele, ela sempre deu força aos dois em tudo.
Eles riem e Mai e Poncho a abraça, os três ficam rindo, nisso chega Chris e Dul.
Mai: Vc é um besta.uahuahuaua
Ele sorriem e Chris a abraça forte, Mai corresponde. Eles tinham um laço muito forte, se
entendiam perfeitamente bem, eram tão ligados, que quem olhava era capaz de dizer que
eram namorados.
Eles se separam, com lagrimas nos olhos, todos olhando emocionados, Any e Dul alternando
olhares entre Mai e Chris, e entre elas mesmas, não tinha jeito, os olhinhos eram teimosos.
Dul sorri, apesar de conhecer Chris, de ter feito amizade com Mai, e todos a tratarem muito
bem, se sentia meio retraída, tímida. Afinal todos se conheciam ali, era íntimos, ela ainda não
tinha toda essa intimidade com eles. Se bem que com Any, teve intimidade até
demais.hauhauha. E ainda mais com o marido de Any ali, ainda não havia se acostumado com
aquilo, se sentia meio receiosa, quando Poncho a olhava parecia que pensava: Olha eu sei vc
pegou minha mulher.
Mai: Pois é.
Dul olha para Poncho, tinha que cumprimenta-lo, e pior ainda, fazer o mesmo com Any como
se nada tivesse acontecido entre elas, ela fica meio nervosa.
Poncho: Olá Dulce nossa nova DJ...td bem??(sorrindo dando dois beijinhos no rosto).
Dul sorri.
Dul: Tudo e vc??
Dul engole seco, parecia que todo mundo ali sabia que elas se comiam, embora era verdade,
só Poncho que não.
Ambas sentiram seus cheiros, a pele do rosto se tocarem, lisinhas, quentinhas. Any não perde
a oportunidade e diz rápido perto do ouvido dela, enquanto dava os beijinhos.
Dul prende a respiração, a mulher era louca, nem com o marido do lado se continha. Elas se
afastam. Dul vê o desejo nos olhos azuis de Any, seu coração dispara, e controla a respiração.
Sabia que essa festa daria muito pano pra manga, e que Anahí com certeza a atacaria,
querendo sexo, claro, era só isso que ela queria dela.
Dul pensando: Ai meu Deus...ela vai me atacar hoje...mas que droga, ela só pensa em sexo
comigo.
Dul discretamente da uma olhada em todo o corpo de Any, ela controlava sua respiração, e do
jeito que Any estava, ia ficar difícil dizer não. Era muito esforço dizer não aquela mulher.
Enquanto eles batiam um papo rápido ali, Any comia Dul com os olhos, mas claro sem que
Poncho percebesse. Dul sentia Any tirar sua roupa com os olhos.
Meia hora depois a boate estava lotada, gente por toda parte. Tava tão cheia que nem dava
para andar direito. Mai já avia começado a tocar, Poncho, Dul, Any e Chris estavam sentados
em uma mesa conversando animadamente.
Dul: Com certeza, mas espero que as pessoas também gostem, pelo que vejo a Mai é bem
querida aqui.
Chris: Claro que vão gostar Dul...vc vai ver hoje quando a Mai te apresentar para eles.
Any: Isso mesmo Dulce, vc é uma ótima DJ, não tem porque ter medo, daqui a pouco a Mai te
apresenta, e vc toca um pouquinho pra eles já te conhecerem.
Dul: Ótimo então!!(sorrindo).
Any sorri de volta. Dul sorri mais ainda, como era lindo o sorriso daquela mulher, encantador.
Elas ficam se olhando, mas logo Dul desvia os olhos com medo de Poncho perceber.
Dul sente o coração disparar, sabia muito bem o que isso significava.
Dul: Banheiro?
Any ri.
Any: é, banheiro.rsrs
Dul: Err..vamos!!
Elas se levantam.
Mai: Mas é a verdade...rsrsrs...Poncho, Poncho vc nunca acredito no que falo, quando digo que
como sua mulher e vice e versa vc duvida.hauhuauahuah
Any ria.
Dul olhava as duas, e pensava que eram loucas, e pior que elas serem loucas, Poncho era mais
inocente, o coitado levava na brincadeira, mas olhando assim realmente parece que é só
brincadeira.
Mai: Não dá...vim só pegar algo para beber, e voltar pra lá.
Mai tocaria um pouco, apresentaria Dul, e depois a DJ que sempre a substituía tocaria o resto
da noite, afinal a festa era dela, e ela tinha que curtir.
Any sai andando em direção ao banheiro e Dul atrás, pensando no que ia fazer.
Como sempre Any andando com charme na sua frente, e o bumbum empinado, que tanto ela
amava olhar. Ela respira fundo
Elas seguiram, entraram no banheiro, e varias mulheres lá dentro. Dul respira aliviada, Anahi
não ia agarra-la ali com tanta gente. E não daria certo de Any puxa-la para dentro do
reservatorio, porque todas iam ver, e ela é ninguém mais ninguém menos que a dona da boate
e não iria se expor assim. Any entra em um dos reservatórios, e Dul fica lá fora esperando ela,
enquanto isso uma loira de olhos verdes, cabelos lisos e bem bonita puxa papo com ela.
Dul sorri.
Dul logo ve as intenções da loira, estava dando maior mole pra ela.
Paula: Ta expliado porque não me lembrava de ter visto vc aqui, porque uma ruiva assim,
nunca que eu ia esquecer.(mordendo o lábio).
Dul: Obrigado!!
Paula olha para Any, a reconhecendo, sabia que ela era a dona da boate. Any chega a pia
lavando as mãos, entre Dul e Paula. Dul repara em Paula dando uma olhada no bumbum de
Any, e sorri, a Paula parecia ser bem galinha.
Dul louca pra fugir de Any, e ainda claro que não recusaria a uma loira daquela dando mole
para ela, assim se envolvia com outras pessoas, deixando de lado o desejo por Any, pelo
menos ela acha que pode. Any escuta aquilo e fica esperandoa a resposta de Dul.
Any detesta ver ela sorrindo assim para a tal loira, aquele sorriso safado e sapeca era como se
fosse só dela, só para ela.
Any: Bem, ela vai amor(falando para a loira) mas depois agora ela não pode.
Any: Sim.
Dul: Não, claro que não, estou sozinha.(ela fala com mais evidencia o "sozinha").
Any: O negócio eh que agora ela vai ser apresentada para o pessoal da boate querida, ela será
minha nova DJ.
Paula: Ah quer dizer que vc que vai substituir a morenassa linda da DJ Perroni??
Dul: Eh eu sim.(sorrindo).
Paula: Nossa se eu já vinha muito aqui, agora eh qua não vou sair daqui mais.(sorrindo
maliciosa).
Dul estava adorando a situação, para Anahi ver que ela era desejada por várias, e também
podia ter quem quisesse. Já Any, estava achando a tal loira atirada demais.
Dul: Com certeza, pode vir sempre, adorarei te ver todos os dias gata!!
Any olhava para as duas, nas trocas de sorrisos maliciosos, flertando na cara dela, não
acreditando, como aquela garota era atirada, ou melhor oferecida, e Dul ainda sorrinso toda
maliciosa.
Any saiu puxando Dul pela mão, dando uma tchau para a tal loira, Dul sai sendo puxada e
olhando para tras sorrindo, vendo a loira dizer algo como: Mais tarde.
Any puxa Dul para a direita, e não era em direção ao caminho de volta. Any a leva para escada
que sobia para sua sala, ela sobe até a metade, onde ninguém as veria.
Dul: Vc ta doida?? Me chamou para ir no banheiro para que?? E ainda por cima fica
atrapalhando meu lance com a loira lá, ela estava me dando o maior mole, e vc atrapalhou
tudo, vc adora atrapalhar minha vida neh, mas que saco Anahi.
Enquanto Dul falava Any a agarra de uma vez, a prendendo contra o corre mão da escada a a
beijando com desejo, percorrendo a boca da ruiva com a lingua e seus lábios carnudos, se
deliciando nos delicados da ruiva, uma mão sua segurava no corre mão prendendo Dul, e a
outra passava pela lateral do corpo de Dul, ela estava desejando isso a dias, seu corpo pedia
pela ruiva e seus toques.
Dul tinha as mãos na cintura de Any, meio tentando entender, Any a beijou tão de supetão.
Any estava louca de tesão, Dul a exitava muito, ainda mais depois da ultima vez que a Dul a
deixou só na vontade, ficou com um tesão guardado, prestes a explodir. Any beijava Dul com
loucura, começando a roçar seu corpo no dela com gosto, ofegando.
Any fala ofegante apertando o seio de Dul, erguendo a cabeça para tras, sentindo Dul beijar
seu pescoço.
As duas riem ofegantes. Dul faz força empurrando Any, se desprendendo do corre mão da
escada, a fazendo sentar na escada, Any senta, Dul se ajoelha com uma coxa de Any entre suas
pernas, a beijando, acariciando a nuca dela com os dedos, bagunçando o cabelos loiros, e Any
apertando a cintura dela, com as mãos dentro da blusa de Dul, a puxando mais mexendo sua
coxa, fazendo Dul rebolar nela, Any podia sentir a umidade de Dul, ficando louca de tesão.
Dul: E vc pior.rsrs
Any: To mesmo!
Dul: E vc pior.rsrs
Any pega a mão de Dul e coloca em sua intimidade pela calça, Dul sente a umidade de Any,
completamente molhada e pressiona o dedo, arrancando um gemido de Any, que morde os
lábios de tamanho tesão. Any a puxa a beijando com desejo.
Elas saem correndo subindo as escadas e rindo de mãos dadas, parecendo duas crianças
quando aprontavam. Any abre a porta da sala, puxando Dul para dentro e girando a chave para
trancar, enquanto Dul tirava sua própia blusa pensando: Ah que se dane, vou transar com ela,
o que tem demais, estou só aproveitando. Any termina de trancar a porta e olha Dul cheia de
desejo, tirando sua blusa também, jogando pelo chão, sorrindo. Dul a olhava mordendo o
lábio. Logo Dul a agarra pela cintura a beijando fogosamente, com uma mão na cintura de Any,
e a outra na nuca, entre os cabelos loiros de Any, sentindo a gostosa sensação de beijar
aqueles lábios macios, aquele corpinho quente grudado no dela, e as mãozinhas delicadas
percorerem suas costas, lhe causando arrepios. Ambas se beijavam ofegantes, se desejando
loucamente. As duas quando se juntavam era puro fogo, desejo, ardencia. Mas elas mal
imaginavam onde todo da essa louca e irresistivel atração chegaria, em uma linda e bela
história de amor que elas nunca imaginaram viver e sentir. Mas isso é uma surpresa do destino
que elas nem sonham.
Elas vão andando e se beijando até a mesa Dul senta Any nela ficando entre suas pernas, logo
descendo a boca para o pescoço de Any sugando, beijando com tesão, muito ofegante, desce
pelo colo, passa a lingua entre os seios de Any, e depois a desliza para o lado, para um dos
seios buscando o bico do seio de Any com a pontinha da lingua. Causando loucura em Any, que
ofegava cada vez mais, bagunçando os cabelos de Dul com as mãos, ela empurra a cabeça de
Dul em direção certa ao bico do seu seio.
Dul da um sorriso safado, puxando o sutian de Any para o lado, passando a lingua no bico do
seio de Any, chupando, lambendo, depois sugando levando Any ao delirio total, gemendo
mais, erguendo o corpo oferecendo mais o seio a Dul, que aproveitava muito bem. Dul nem
abriu o sutian, pois as duas sabem que não tem muito tempo, e se tirarem a roupa toda vão
demorar mais ainda. Dul sugava o seio de Any, e massagenado o outro com a mão, desce a
boca para a barriga de Any a deitando na mesa, passando a lingua quente por toda a barriga
de Any, pessando no umbigo, em volta dele, depois passando a pontinha da lingua mais abaixo
dele, fazendo Any gemer e ofegar mais ainda, se contorcendo em cima da mesa. Dul abre a
calça de Any, e abaixando o feche da calça ela descia mais a lingua, Any leva as mãos ao rosto
gemendo. Dul queria descer a boca mais ainda, tirar a calça de Any e sentir o gosto de Any em
sua boca, mas embora estivesse meio que fora de si, sabia que não podiam demorar muito,
pois com certeza o pessoal já estava achando que elas estavam demorando muito. Ela então
puxa Any a fazendo se sentar, Any passa as pernas em volta da cintura de Dul, a encaixando
nela, beijando seus lábios, buscando a lingua de Dul com desespero, bagunçando os cabelos da
ruiva, descendo a boca e parando no ouvido dela. Falando entre sussurros e ofegante,
enquanto Dul apertava suas costas, a puxando mais para si.
Any: Esperei a dias para isso...tava louca para sentir vc de novo...seu corpo ardendo no meu...
Ela puxa Dul mais para ela pelas pernas, sugando o pescoço de Dul com desejo. Enquanto Dul
se arrepiava mais ainda, e se molhava toda com a boca e lingua de Any em seu pescoço, ela
gemia baixinho, enfiando a mão na calça de Any adentrando a calcinha, Any gemeu no pescoço
de Dul, que sorriu maliciosa, embora idiassa saber que Any a tinha como quissesse e sempre
na hora que quer, que não conseguia dizer não a ela, sabe que Any delira por ela.
Dul enfia mais a mão, tocando o clitoris de Any, arrancando um gemido alto de Any, que beija
os lábios de Dul bailando as linguas em perfeita sintonia, ofegante, com as mãos na nuca de
Dul, a puxando mais pelas pernas. Dul beijava Any na mesa sintonia, movimentando seu dedo
em Any, pressionando. Fazendo Any gemer em entre seus lábios, entre a abrindo a boca as
vezes, mas sem descolar seus lábios dos dela. Dul fazia movimentos circulares, fazendo Any se
contorcer toda, ela abre mais as pernas.
Dul pressiona o dedo nela e ela geme. Dul entendendo muito bem, e não podendo perder mais
tempo, começa a penetrar um dedo em Any, depois outro, fazendo Any rebolar neles a beijar
mais com vontade, apertando os cabelos de Dul, gemendo mais ainda. Dul a beijava e a
penetrava mais rapido, indo e vindo, Any ergueu a cabeça para tras desgrudando os lábios dos
de Dul, gemendo de olhos fechados, mordendo os lábios rebolando cada vez mais nos dedos
de Dul, que sorria ao ver a entrega de Any e delirio. Depois sugando e pescoço dela, a
penetrando mais rápido, Any sem aguentar mais começa a sentir o corpo todo tremer, goza
intensamente, gemendo. Dul a beija nos lábios, esperando ela acalmar o corpo e se aquietar,
ao poucos Any vai relaxando o corpo, ficando mole, sem força para beijar Dul escora a cabeça
no ombro dela, respirando rápido, sorrindo. Dul tirou seus dedos dela, fazendo Any suspirar e
levar a boca lambendo, depois abraçando Any com carinho, esperando ela se recuperar, Any
colocou as mãos nos ombros de Dul com a cabeça escorada neles se recuperando, o coração
se acalmando, ela fecha os olhos sentindo o perfume de Dul, agora sentindo o corpo mais
calmo, uma paz, uma coisa gostosa, sensação de paz mesmo, ali assim com Dul a abraçando
tão carinhosamente, era gostosa aquela sensação e aqueles bracinhos a envolvendo, nem
sentiu vontade de sair dali. Logo se estranhou com essa sensação tomando uma atitude
querendo afastar o que sentia.
Ela sai de cima da mesa, beijando Dul, roçando seu corpo no dela, fazendo Dul estremecer
toda, se arrepiando, e ofegando. Any fala no ouvido de Dul com uma voz rouca e sexy virando
e prenssando Dul na mesa.
Any: Agora vc vai ver do que a Anahi é capaz de fazer em poucos minutos.
Ela morde a pontinha da orelha de Dul, que se arrepia inteira. Ela leva a mão até o seios de Dul
enfiando a mão por baixo do sutian acariciando ele. Fazendo Dul gemer baixinho.
Dul morde mais o lábio se molhando mais ainda ao ouvir essas palavras.
Dul: Não fala assim...para de dizer essas coisa(ofegando) pq sabe que não vai dar tempo.
Any coneça a abrir a calça de Dul, abrindo o botão, abaixando o feche, depois começando a
descer a calça.
Any: Ah vai ter que dá...eu disse que vou te mostrar o q sou capaz de fazer em poucos
minutos.
Ela puxa Dul mais pela cintura, respirando em seu ouvido, fazendo Dul ficar louca de tesão.
Any seta Dul na mesa com a calça um pouco abaixada, deixando uma parte da calcinha preta
sexy a mostra, fazendo Any passar a lingua nos lábios, ela deita Dul na mesa, começando a
beijar a barriga dela, e logo desce abaixo do umbigo, passando a lingua, descendo mais, e mais,
puxando a calça e calcinha juntas, Dul começando a se contorcer, fala tentando controlar a
respiração, apertano as mãos.
Any: Agente inventa qualquer coisa.(passando a lingua na virilha de Dul que geme).
Dul pensa: Ah quer saber, ela que tem um marido não está se importando, eu é que não vou
me preocupar.
Any desceu toda a calça e calcinha de Dul juntas tirando de uma vez, Dul mexeu as pernas
ajudando, ansiosa. Any sem perder tempo, começa abeijar as coxas de Dul, passando a lingua
no lado interno, fazendo a ruiva suspirar forte, apertando as mãos ofegando. Any subiu mais a
boca, caminhando para a virilha, Dul ofegava cada vez mais, Any fica com a boca bem na
intimidade de Dul, mas sem encostar, deixando a ruiva sentir apenas a respiração quente dela
e o halito, ela da um gemido, ergue o quadril para frente afim de sentir logo a boca de Any
nela.
Any da um sorriso safado, e bem de leve passa a pontinha da lingua na entreda da intimidade
de Dul até o clitoris, fazendo a ruiva se estremecer toda, gemer baixinho. Any então pressiona
a lingua no clitoris dela, depois chupando, e novamente passando a pontinha da lingua nele
com movimentos circulares, levando as mãos aos seios de Dul, os acariciando, fazendo Dul
gemer mais, arquear o corpo. Any deixa uma mão no seio de Dul, desce a outra para a
intimidade dela, passando o dedo na entrada da intimiadde molhada de Dul, e acariciando o
clitoris de Dul com boca e lingua apressando os movimentos. Fazendo Dul delirar, levando a
mão até a de Any apertando ela em seu seio, abrindo mais as pernas, ofegante gemendo. Any
aperta mais o seio de Dul, movimenta mais rapido a lingua no clitoris de Dul, fazendo Dul
rebolar nela, pedindo por mais. Any sorri safada, e logo penetra Dul com um dedo, depois
colocando outro, penetrando rapido mais nem tanto, o bastante para fazer Dul se contorcer na
mesa. Gemendo loucamente e a vontade já que niguém as ouviria mesmo. Any se exitando
com os gemidos de Dul, se motivando a aprofundar as carias, mais e mais, fazendo Dul pirar e
não aguentar mais, sentindo o corpo querer tremer, ofegante, gemendo.
Any intensificou os movimentos, e Dul sem aguentar logo gozou intensamente. Any sorriu
lambendo todo o gozo de Dul, enquanto ela relaxava o corpo, ficando mole, meio suada,
tentando respirar direito de olhos fechados com um sorriso no lábios, esperando o coração se
aquietar. Então começa a tocar um celular, com a musica Exrtrana Sensacion. Dul senta na
mesa, ainda meio mole. Any parada na frente dela, e as duas falam ao memso tempo: Eh o
meu!!
Any: Mas agora o que ta tocando é o meu, ta vibrando aqui no meu bolso.
Ela tira ele do bolso olhando no visor vendo que era Poncho.
Any: é o Poncho.
Dul arregala os olhos, será que ele estava desconfiado? Ela ficava meio enrvosa, nunca viveu
essa situação, nunca mexeu com mulher casada na vida e muito menos homem. Any atende o
celular, rindo da cara de Dul, Dul a olha com uma cara de: Ta rindo de que??
Ela desce da mesa, pega sua calça e calcinha vestindo rapido, enquanto Any atendia o celular.
Poncho; Meu amor cade vc?? E a Dulce?? Sumiram, já procurei vcs por toda a boate e não
acho.
Dul que agora estava vestida a calça e de sutian a olha com os olhos aregaladissimos, Any
achava a maior graça da cara de assustada da menina, se pudesse tirar uma foto, tiraria. Dul
morria de raiva dessa graça toda dela, por algum acaso tinha cara de palhaça?
Any: Eu fui mostrar toda a boate pra ela, assim anoite, na movimentação, e trouxe ela para
assinar um papel que eu tinha esquecido amor...foi só isso BB.
Eles desligam, Dul a olhava emcabulada. Any vendo o jeito dela olhar começa a rir.
Any: Porque?
Dul: Como porque? Seu marido liga te procurando, porque ter sumido por um tempão, e ainda
diz que estava comigo e no seu escritório.
Dul: Porque?
Any: Dul...presta a atenção.(ela nem sentiu falar Dul, era a primeira vez que chamava ela
assim).
Dul escuta e da um sorriso, soou tão meigo nos lábios dela. Fica sorrindo meio boba.
Any: Dulce.
Dul: Dul.
Dul ri.
Any bufa.
Dul: Então vamos logo, porque vc parece nem um pouco om pressa, o Poncho daqui a pouco
desconfia d evez.
Dul: Doida?
Any: Claro, eu sou casada com ele, ele é meu marido, e vc acha que ele vai pensar que to
traindo eoe com uma mulher? uahuhau...ele não sabe que eu sou BI, acha que sou hetero até
o ultimo fio de cabelo, nunca desconfiaria desse tipo de traição.
Dul: Ah Anahi vc tem que entender que eu nunca vivi uma situação dessas, ficar com a mulher
dos outros, com pessoas comprometidas, casadas.
Any: Vamos.
Elas Dul abre a porta, olha de uma lado para o outro. Any começa a dar aquelas suas
gargalhadas gostosas.
Any: auhsua...ai Deus, e se tiver, já disse que não tem nada demais em eu e vc aqui dentro, eu
sou sua patroa e vc minha funcionária, vão achar que é coisa da boate.
Any: O que?
Dul: Isso.
Any: Ta doida??
Dul ria.
Any: Sou, mas ficar dando beijo no corredor não da, ta louca?(olhando em volta).
Dul puxa Any pela mão, voltando um pouco e entrendo na sala dela de novo. Dul abre e fecha
a porta, encostando Any nela, mas devagar, com carinho, a olhando nos olhos, segurando sua
cintura. Any ficou apenas olhando o que Dul fazia.
Any inevitavelmente sorri junto com aquele sorriso, o sorriso mas sapeca e safado que ela
conhece. Dul segura o rosto de Any com uma mão e a outra na cintura, vai se aproximando
devagar, intercalando entre os olhos e boca dela. Any estava com as mãos soltas, não entendia
bem, estava um pouco meio que nervosa, a cada vez que Dul aproximava mais a boca da dela
seu coração acelerava. Dul levemente encostou os lábios nos de Any, deu um longo selinho, a
respiração mais rapida de Any se misturava com a respiração calma de Dul, Dul abriu a boca
lentamente, fazendo Any fazer o mesmo, adentrando a boca dela com sua lingua a buscando.
Any deslizou a dela na de Dul, se encontrando em perfeita sintonia, o beijo mais calmo que já
deram. Any pousou as mãos na cintuta de Dul a puxando, mas devagar. Dul sentia a lingua, os
lábios rosados, macios nos seus, suas linguas bailarem, os bracinhos delicados da Loira a
envolvendo, com carinho, a quanto tempo desejava um toque assim de Any. Ela passa os
braços em volta do pescoço a envolvendo mais, e com uma mão acariciava os cabelos loiros de
Any. Any aproveitava cada pedacinho da boca delicada de Dul, saboreando
Any se deixou envolver por aqueles lábios, pela lingua que percorria a sua com delicadeza, as
mãozinhas a acariciando na nuca, uma sensação que não sentia a muito tempo, se lembrava
de ter se sentido assim quando estava se apaixonando por Poncho. E da ultima vez com uma
outra mulher, mas isso ela preferia não lembrar, pois se sentia mal, e ao lembrar dessa
sensação que sentiu com essa mulher, caiu em si. Não poderia estar sentindo isso por Dul,
prometeu a si mesma que não se entregaria mais assim, iria apenas curtir e nada mais. Então
se assustando com a sensação ela do nada para o beijo, se afastando, saindo da parede.
Dul fica boiando, tentando entender porque ela saiu assim do beijo.
Any: Eu...porque temos que ir, já demoramos demais. E já fizemos tudo o que tinha que fazer,
então par que ficar aqui??(fria).
Dul sentiu naquele beijo que Anahi poderia pelo menos estar sentindo uma coisa pelo menos
parecida com o que ela vinha sentindo, mas não, ela só queria sexo, prazer, nada mais que
isso. Ela sai andando na frente, embora quisesse desfarçar, não conseguiria muito bem, as
palavras frias de Any a magoaram. Ela andou na frente abrindo a porta e indo deixando Any lá
dentro. Any suspirou, passou a mão nos lábios, o gosto do beijo de Dul ainda estava neles,
forte e presente.
Dul caminhou sem olhar para tras, nem sabia se Anahi vinha ou não, estava muito chateada. E
se perguntando porque se importava com isso, porque não poderia aproveitar como Any??
Curtindo apenas un sexo sem compromisso? Mas não, ela não enxergava assim, não
conseguia, a loira fazia ela querer mais que apenas sexo.
Dul: E que te disse que eu estava com ela??(com um sorriso, que não escondia sua chateação).
Dul sorri sem nem um brilhom um sorriso super forçado, e sem graça.
Chris: Dul, Dul, conheço essa carinha, o que rolou entre vcs hem??
Dul: ah Chris, o de sempre neh.(desanimada) sexo e sexo, por alguma acaso rola algo de
doferente entre nós??
Chris: Como?? Não ouvi, fala alto Dul com esse som não da pora ouvir muito bem.
Dul suspiora.
Dul: Nada não Chris, besteira. Bem, vamos pra lá??(tentando s emostrar animada).
Chris sabia muito bem que Dul estava escondendo algo, mas prefere deixar pra depois, não
queria ficar insistindo e fazer a ruiva ficar mais trsite ainda. Ele detestava ver as pessoas
desanimadas, e se esforçava ao máximo para ve-las bem.
Chris: Vamos mesmo, a festa ta bombando...ah, mas já tava esquecendo, a Mai disse que
quando eu te encontrasse que dissesse pra vc ia até ela, quer te apresentar pro pessoal da
boate.
Dul olha pra gabine de DJ, e Mai olhava para ela, a chamando com a mão. Ela faz um sinal de já
to indo.
Chris: Então, o que rolou entre vcs duas hem??(se referindo ao fatode Dul estar daquele jeito).
Any: Não sabia que agora queria saber dos detalhes da minahs transas.uhauhaua
Any: Não, porque?? Discutir como? Agente mal da tempo para conversas.rsrsrs
Chris as vezes se assustava um pouco com a frieza de Any em relação as mulheres, sabia que
ela machucava muitas com esse jeito. E era amigo de Dul, a conhecia bem, e não queria que a
amiga sofresse.
Chris: Olha Any, sou seu amigo, vc sabe que amo vc, mas toma cuidado com certas atitudes
suas, vc pode magoar alguém muito. Para de pensar no seu proprio prazer, e tenta ver as
coisas mais ao seu redor, te falo isso como amigo, vc pode magoar muito alguém, e ai pode ser
tarde demais.
Any estranha todo aquele papo de Chris, nunca foi de dizer essas coisas, magoar?? Magoar
quem??
Bem nessa hora Poncho chega, e Mai começa a falar no microfone para apresentar a Dul.
Poncho sorri e da um selinho em Any, a abraçando. Mai abaixa o som e começa a falar.
Mai: Bem gente...queria pedir um pouco da atenção de vcs, mas antes queria chamar alguém
aqui. Any(ela olha para onde Any estava lá em baixo) vem aqui.
Any sorri e sai andando para lá, percebeu que Mai iria apresentar Dul ao pessoal, e ela com
certeza tinha que participar, afinal era a dona da boate. Rapidinho ela chega lá. A gabine ficava
no alto. Ela chega sorrindo, Dul a olhava sem expressão alguma no rosto, que Any não
conseguia decifrar. Mai fica ente as duas.
Mai: Como todos sabem, hoje é um dia de despedida para mim, muito dificil, estou indo e
deixando vcs aqui, mas agradeço a todos que sempre vieram aqui, que me apoiaram, que
curtem o meu som, sentirei muita falta, mas muita mesmo.
Mai: Mas, deixarei isso aqui em boas mãos, não vão ficar na mão não, quero apresentar a
todos a nova DJ da boate... a DJ Candy.(ela olhava para Dul sorrindo).
Mai: Bom daqui a pouquinho darei mais um discurso basico.rsrsrs. Mas agora a Dul, vai se
apresentar a vcs.
Mai: A Dul vai se apresentar a vcs com seu som, e quem a apresentará a vcs é a Any, já que eh
a dona da boate.
Any: Boa noite galera...bem...é com muita alegria e tristeza que apresento a nova DJ a vcs,
tristeza porque a Mai está indo embora, e alegira(ela olha pra Dul sorrindo). Porque a DJ que
ficará em seu lugar é otima, garanto que vai levar isso aqui muito bem. A Dulce Maria...DJ
Canddy...ou Dul para os mais intimos.
O pessoal grita, bate palma, asobia. E Dul sorria simpática, Any passa o microfone a ela.
Dul: é com muito prazer e responsabilidade que subistituirei a DJ Perroni...a Mai, afinal ela
toca muito bem e tem gente que vem aqui além de por outras coisas, pelo som dela, vou
tentar chegar perto do que ela faz aqui, e espero não decepsionar a vcs...então...hora de
remexer, sem parar em galera.
Todos gritam novamente empolgados, para ver o som da nova DJ que iria comandar as noites
daquele dia para frente. Dul se ajeita toda lá, e já coloca uma musica agitada, fazendo tudo o
que sabe fazer de melhor colocando a galera pra sacodir, dançando animadamente. E assim a
noite segue, Dul tocou varias musicas, todos aprovaram e adoraram. Hora Mai tocava, hora ela
tocava. Até que a uma certa hora da festa Mai deixa uma outra DJ amiga dela tocando, e vai
curtir a festa com todos. Se divertiram muito, beberam, choraram, se emocionaram, Mai se
despediu de todos seus amigos ali. Não tirou os olhos de Angel a noite toda, mas ela estava
muito distante, parecia chateada ainda.
Até que la pelas 05:30 da manhã iam embora. Poncho e Any seguiram para sua casa, Dul para
o hotel, Chris para a sua, e Mai para seu AP. Ela havia acabado de chegar, tinha acabado de
trancar a porta, anda um pouco e se joga no sofá sentada, tirando as sandálias que estavam a
matando.
Logo batem em sua porta, ela estranha, quem seria a uma hora daquelas? Ela se levanta
descalça e vai até a porta a abrindo, se surpreendendo, pois quem estava lá, era quem mais
queria ver e quem menos imaginaca que poderia ser.
Mai: Angelique?
Angel: Na boate não tive a oportunidade de chegar em vc, afinal estava rodeada de muita
gente...bem, eu te segui até aqui e vim te entregar isso.
Mai: São lindas.(ela pega o buque e logo pega o cartãozinho). Vem, entra.
Ela da espaço e Angel entra, ela fecha a porta trancando e começa a ler o cartão.
" Mai...morena, apesar do pequeno desentendimento que houve entre nós, e de eu não
querer dar o braço a torcer, percebi que era uma grande perda de tempo, pois me dei conta
que a mulher que me fez a pessoa mais feliz o mundo em momentos que jamais esquecerei,
foram rápidos e poucos, mas o suficiente para ser inesquecivel, ela esta indo embora, então
pra que brigar? Quero aproveitar com vc, se querer é claro, o tempinho que ainda te resta
aqui...então...topa?"
Any se revirou na cama tentando afastar os pensamentos de sua cabeça, até que dormiu. Dul
demorou um pouco mas logo dormiu também.
No AP de Mai, ela levava Angel pela mão até seu quarto, as duas se olhavam e sorriam bobas.
Chegam no quarto, Angel abraça Mai pela cintura, a puxando de leve, encostando ela em seu
corpo, roubando um selinho da morena, que passava os braços em volta do pescoço de Angel,
sorrindo.
Angel: Pois eh...ficava só me provocando, me deixando doida e nada, agora que resolveu me
experimentar gamou e ta querendo mais, mas já vai embora.rsrsrs
Mai ria.
Angel: Amanhã vc se vai neh...(olhar triste) quando vou te ver de novo?? Vai demorar neh.
Angel tira os braços da cintura de Mai devagar, respirando fundo, tentando manter o olhar
firme.
Mai a olha.
Angel vira de costas, enchendo os olhos de lágrimas, segurando, tentando não deixar elas
cairem.
Mai: E porque não vai?? Se não for vou ficar muito chateada, vc disse que ia.
Mai vira Angel de frente para ela, e ve os olhos azuis com lágrimas.
Mai: O que??
Angel: Desculpa Mai, mas eu não to afim de falar...e não me faça mais perguntas porque eu
não vou poder responder.(marejando os olhos).
Angel: Vamos esquecer do tudo a volta, quero aproveitar o agora, o momento, e com vc.
(olhando nos olhos dela).
Mai sorri.
Mai encosta seus lábios nos de Angel, abrindo levemente a boca iniciando um beijo calmo e
lento, buscando a lingua de Angel, que logo deslizou na sua, Mai abraçava Angel pela cintura, e
Angel bagunçava os cabelos escuros da morena. Angel deu passos para frente, fazendo Mai
andar de costas, até chegarem na beirada da cama. Angel puxou o lábio de Mai e sorriu. Se
afastou, a encarou por um tempo, como se quisesse guardar o momento em sua cabeça,
aquela imagem, como se fosse a ultima vez que acontecia. Ela tirou sua blusa, sutian, tirou as
sandálias, abriu o botão da calça, abaixou o ziper, e foi abaixando a calça, Mai olhava
admirando cada movimento dela, cada pedacinho do corpo querendo memorizar na cabeça, e
se excitando claro. Angel por fim tira a calça e calcinha, Mai estava tão boba que ficou
paralizada apenas a olhando com um sorriso bobo e ao mesmo tempo safado nos lábios. Angel
jogou sua roupa para lá. Ela tirou toda a roupa com os olhos fixos nos de Mai. Ela parou nua na
frente de Mai sorrindo. Mai estava ipnotizada, até acordar sentindo Angel se aproximar a
tocando pela cintura com as mãos quentes, a fazendo arrepiar todinha. Mai sobe na cama,
ficando em pé puxando Angel pela mão, a fazendo deitar.
Mai tirou sua roupa toda em pé na cama, e Angel deitada a contemplando, muito feliz e ao
mesmo tempo triste, pois seria a ultima vez, depois Mai ia embora e seria uma mulher casada.
Mai ficou apenas de calcinha e sutian, ela abaixou, sentou no quadril de Angel, levando sua
boca ao ouvido dela, falando com uma voz doce e sensual.
Angel se arrepia inteira, a fazendo deitar nela, rolando os corpos ficando por cima.
Angel da um sorriso de orelha a orelha, e beija Mai nos lábios, com muita vontade, mas
devagar. Mai passou a acaricia-la na costas. Angel desceu a boca pelo epscoço de Mai,
beijando, sugando lentamente, queria aproveitar bem cada pedacinho do corpo de Mai,
deslizou a boca para o ombro de Mai, abaixando a alça do sutian e beijando, enfiou a mão de
baixo das costas de Mai desabotoando o feche do sutian, depois tirando e jogando pelo chão.
Levou a boca aos seios de Mai, passando lentamente a lingua no bico do seio de dela,
enquanto tocava o outro, passando a coxa na intimidade de Mai. Mai bagunçava os cabelos de
Angel, ofegante, dando uns gemidos baixos, toda molhada. Angel desceu mais a boca, passou
toda a lingua na barriga de Mai, descendo, chegando a beirada da calcinha, passando a lingua
ali, como se fosse adentrar a calcinha. Mai geme mais, Angel vai puxando a calcinha de Mai,
que estava pra lá de ofegante, enquanto puxava a descendo pelas coxas de dela, Angel beijava
a virilha de Mai, passando a lingua, causando arrepios em Mai, ficando mais molhada ainda,
ofegando mais e gemendo. Angel desceu a boca, passou a lingua na parte interna da coxa de
Mai, puxando a calcinha, fazia tudo com muita calma. E essa lentidão fazia Mai enlouquecer
mais ainda, ardendo em desejo. Angel jogou a calcinha de Mai para um canto, e parou a
admirando.
Angel sorri da mesma forma safada, deita em Mai a beijando nem muito rápido nem muito
devagar. Beijavam na mesma sintonia, Mai girou seus corpos, ficando por cima dela, a
beijando, descendo a boca pelo pescoço de Angel, sugando, chupando. Angel se mexia em
baixo de Mai, ofegando, excitada e molhada sentindo o corpo quente de Mai colado no seu, a
pele quentinha junta a sua, causando uma grande excitação, deslizando suas mãos nas costas
de Mai, na lateral do corpo dela ofegante, Mai sentindo Angel se mexer em baixo dela, mexeu
o seu também, deslizando seu corpo no dela, roçando, excitadíssima, beijando mais o pescoço
de Angel, apertando a cintura dela, depois descendo a intimidade de Angel, tocando de leve,
sentindo a umidade dela, se excitando mais, ela toca o clitóris de Angel, arrancando um
gemido dela, que arranhou de leve as suas costas, suspirando alto. Ela moveu sua coxa
fazendo roçar na intimidade de Mai, a fazendo gemer em seu pescoço, Mai passou a pontinha
do dedo na intimidade de Angel querendo adentrar, arrancando suspiros e gemidos de Angel,
com o polegar acariciava o clitóris e com um dos outros dedos passava na entradinha da
intimidade de Angel, fazendo Angel se mexer toda, excitadíssima, molhadissima, louca para
sentir os dedos de Mai nela. E roçando sua coxa cada vez mais na intimidade de Mai, fazendo a
morena se mexer na coxa dela, gemendo e beijando seu pescoço.
Mai da um sorriso safado, ofegante, e penetra um dedo em Angel, depois outro a fazendo
gemer mais, morder os lábios, apertando as costas de Mai com muito tesão. Mai fez
movimentos, indo e vindo nela, ofegante, muito excitada. Angel levou uma mão na intimidade
de Mai, tocando o clitóris, fazendo Mai gemer e perdendo um pouco o rumo, mas voltando a
agir, penetrando Angel. Fazendo ela delirar, Angel toca com mais vontade o clitóris de Mai,
fazendo movimento circulares, fazendo Mai pirar, penetrando Angel com mais vontade, Angel
puxa a cabeça de Mai com a outra mão a beijando nos lábios com muita paixão, entrelaçando
as línguas, Angel tocava Mai cada vez mais com os dedos, e a outra mão nos cabelos de Mai,
acariciando, e Mai a penetrava mais e mais. Ambas excitadíssimas, delirando de tesão, suadas.
Angel apressou os movimentos no clitóris de Mai, a fazendo gemer alto, e penetra-la mais.
Angel sem aguentar mais, sente o corpo tremer, gozando muito, gemendo alto, Mai ouvindo o
gemido dela logo sente seu corpo tremer, Angel faz um esforço, enfia dois dedos e Mai de uma
vez, fazendo a morena gozar intensamente. Mai retira seus dedos de Angel, respirando forte,
desabando o corpo no dela, deitando sua cabeça no colo de Angel. Sentindo a respiração
rápida de Angel, que retirou seus dedos de Mai, fazendo a morena suspirar. Ficaram assim,
recuperando as forças, sentindo os corações se aquietarem e o corpo relaxar. Angel acariciou
levemente os cabelos de Mai com um sorriso bobo, ela suspira. Elas olham pela janela, o dia
estava claro. Mai sorri, sai de cima dela e Angel a abraça, dormindo de conchinhas.
As horas se passam era era 10:30 da manhã, Any já havia levantado, vestia um short curto
jeans, uma camisetinha rosa, com os cabelos amarrado com rabo de cavalo, de rasteirinha,
organizava pelo telefone as ultimas coisas para a farrinha de despedia de solteiro de Mai, em
uma casa de uma amiga sua.
Ela estava na sala vendo TV, pega o telefone sem fio, e sai para o jardim, ligando para Mai.
Any: Ain desculpa amor.rsrsrs. Mas vê se anda logo, daqui a pouco eh a hora da farra.rsrs
Mai: Any deixa de ser afobada.rsrs...ainda são 10 e alguma coisa da manhã, ta marcado para s
13:00.rsrs
Mai: Mas então vai ter que ligar para todas avisando.
Mai sorri, agora ela começou a entender a pressa de Any, e começa a rir.
Mai: Nada.rsrs. Eu chamei ela sim, mas disse que ia ver e tals.
Any: Mas ela não eh sua amiga?? Seria uma desfeita se não fosse.
Mai: Mas acho que ela vai sim...vou ligar pra ela. Aliás, podia fazer esse favor pra mim.
Any: Ocupada eh.rsrs. Conheço esse tipo de ocupação.rsrs. Quem foi a gata da vez?rs
Mai: A Angel.(sorrindo).
Mai ri.
Mai Ok, levo sim. Mas será que isso vai prestar?
Any: Porque??
Mai: Ah Any, a Angel ta muito envolvida comigo, e com essa mulherada toda lá vc já viu neh,
quando nós nos juntamos a elas, dá nada que presta, sei lá, ela pode se aborrecer.
Any: Ah que nada Mai, ela vai entender, além do mais vcs são namoradas?? Comprometidas
uma com a outra??
Mai: Não.
Any: Então, vc é livre, quero dizer, tirando o Guido.rsrs. Mas vcs não tem nada uma com a
outra, estão apenas se pegando e se comendo.rsrs
Mai olha pra Angel, ela pegava varias e não tava nem ai. Mas com ela era diferente, realmente
se preocupava com o que ela poderia achar dela e das “amiguinhas” dela, mas como Any disse,
elas não tinham nada. E Angel era desencanada e de santa não tinha nada, entendia muito
bem dessas festinhas.
Zuando amiga.
Any: Eu disse Dulce.
Any: Ah é culpa sua que fica falando Dul ai, ai até eu me confundo, mas é Dulce Maria para
mim.
Any: Olha só, para de me encher e agiliza logo ai e liga pra ela, que ligo para as outras.
Any: Mai...Mai...
Mai ria do outro lado, fazia de propósito, só pra Any ter que ligar para Dul.
Any fica ali pensando, não ia ligar para Dul, pra que? Pra ela achar que estava correndo atrás
dela? Ela nunca foi de ir atrás de mulher nenhuma, agora que não seria diferente. Mas ela
sabia que Mai teimosa não ligaria.
Any: Ah quer saber, é só um convite para uma farrinha, e estarei chamando em nome de Mai,
então, não tem nada demais. Ela disca o numero de Dul, pois já havia pegado ele de seu
curriculum, colocado no celular e gravado de cabeça.
No hotel Dul ainda dormia, escuta o celular chamando, sonolenta ergue a mão até o criado
mudo do lado, pegando ele e olhando o numero, sem saber quem era.
Any se arrepia do outro lado só de ouvir aquele “Oi”, aquilo entrou em seu ouvido. Ela fica
muda sem saber o que dizer, e pela primeira vez na vida, nervosa ao ligar para uma mulher.
Dul: Oiii...
Dul: Alo...oii...
Dul: Mas que saco, liga e não fala nada, além de acordar agente.aff.
Any: Mas o que é isso Anahí?? Porque não falou alguma coisa? Ficou besta agora?? O que ta
acontecendo comigo??
Any: Essa garota não me deixa normal, o que ela faz comigo meu Deus...porque eu fico
assim?? To até parecendo uma adolescentezinha...aff...vc é uma mulher Anahí, mulher!!!!
Ela respira fundo e volta a ligar, mas dessa vez do confidencial, para Dul não ver seu numero e
nem saber que foi ela que ligou a pouco sem dizer nada.
O celular de Dul toca e ela bufa.
Any sorri do outro lado, sentia pela voz que Dul estava meio irritada e amava ver ela irritada.
Dul logo reconheceu a voz, rouca, inconfundível, e esse Dulce Maria só alguém falava assim.
Dul: Any...err...Anahi??
Any ria do outro lado, ver Dul irritadinha era muito bom.
Any: Olha só, liguei pra confirmar se vc vai ou não na farrinha da despedida de solteiro da Mai.
Any: Como??
Dul: Quero saber se vai haver muita mulher gostosa lá, eu suponho que sim neh.
Any: Claro que vai ter, eu e Mai só vivemos rodeadas de mulheres bonitas e gostosas minha
querida.
Dul pensou em até não ir, porque queria evitar Any. Porque daria em cima dela, e ainda por
cima com certeza isso não seria só com ela, sabendo como Any era ia pegar a mulherada toda
e na cara dela ainda. Mas não faria essa desfeita com Mai, e além do mais se Any pegaria
outras, ela também pegaria, ia mostrar pra ela que ela não é a única.
Any: Ótimo.
Any: Vc se acha neh garota...vc não resiste a mim, todas as vezes vc nunca diz não, rapidinho já
ta caindo na minha.
Agora Any que ferve do outro lado, ela ia dar uma resposta, mas bem na hora Poncho chega
conversando. Ela vê ele e para de falar. Ele sorri e a abraça.
Any: Bom ia meu amor.(falando para Poncho, e para Dul saber q ela estava por lá).
Dul: O que foi? Não vai responder?(provocando, e pirraçando sabendo que Poncho estava lá e
ela não poderia dizer nada).
Any: Então ta marcado Dulce...as 12:00, te mando o endereço por msg. Tchau!!
Any desliga o telefone, e Dul ao mesmo tempo irritada, ria do outro lado.
Any: Sim amor...tava confirmando com ela se ela ia mesmo a despedida de solteiro da Mai.
Poncho: Vem cá...não vai ter nem um marmanjo por lá não neh.rsrs
Any: Não amor...só uns dez, que voa fazer striper pra nós, um fantasiado de bombeiro, outro
policial, marinheiro e ai vai.(brincando).
Any: Alfonso Herrera, abre esse olho comigo viu?? Deixa de ser assanhado.
Poncho ria.
Poncho: Vc sabe que só amo e desejo só vc meu amor, ninguém mais.(selinho). E eu não me
preocupo com essa despedida de solteiro, afinal só vai ter mulher mesmo.(isso pq ele não sabe
kkk).
As horas se passam, Any se despediu de Poncho, ele iria jogar futebol com Chris e uns amigos e
mais tarde encontraria Any e Mai para leva-la ao aeroporto. Mas isso seria bem mais tarde.
Any estava na casa onde seria a despedia, estava ela, a dona da casa que se chamava Patrícia,
uma das muitas que já pegou. Havia mais outras mulheres chegando ali. Estava no jardim,
perto da pscina, um som rolando com umas musicas bem animadas, todas usavam biquine na
parte de cima e shortinho por baixo, e algumas só de biquine mesmo, tanto na parte de baixo
quanto na de cima, a farrinha seria ali na beirada da pscina mesmo, e havia um freezer lá fora
cheio de bebidas, estavam bem a vontade. Tinha alguns casais, namoradas, ficantes, e
solteiras. Então Mai chega.
Patrícia chega.
Mai: Eh, faz tempo que não nos vemos neh...nos vimos ontem.hasuhsuh
Patriacia: Fica a vontade ai viu, se bem que nem preciso mandar neh.rsrs
Any pega na mão de Mai e seguem andando até o freezer que ficava á uns passos dali.
Mai: Ta chegando ai daqui a pouco, disse que tinha que resolver uma coisa ai, e daqui a pouco
chegava.
Nisso chega Zoraida, uma amiga das duas, que já trabalhou na boate de Any e era gerente, mas
depois saiu, e assim Angel ficando em seu lugar, atualmente morava em Cancum.
Zoraida: E vc acha que perderia sua despedia?? Ontem não deu pra ir a boate, não deu tempo
pro vôo chegar a tempo, mas hj deu.rsrs
Elas pegam umas latinhas de cerveja e ficam conversando por ali mesmo. Nisso uma bela loira
de olhos com de mel passa por lá, e da uma secada em Any.
Mai: Uiiiii...a mulher te comeu com o olho.rs
Angel: Realmente.rsrs
Angel sorri.
Dul: De que??
Angel: Dessa farrinha ai, tem muita mulher ai, todas amigas e conhecias da Mai, se é que vc me
entende.
Angel: E muito, e se eu ver ela se atracar com outra ai não sei se vou agüentar, mas não
poderia deixar de vir, ela insistiu muito, mas também não posso cobrar nada, não temos nada.
(olhar triste).
Dul: Ah se ela pegar outra ai...ou outras, pega também...pelo menos se distrai.ahsuahsuh
Angel ri.
Dul: Ah agente se come e é só isso. Na verdade to cansada disso, ela só me quer para isso,
sexo, sexo e sexo. Eu sou um nada para ela.
Dul: Vc gostaria de ser tratada como um objeto sexual?? Ela já disse na minha cara que é isso
que quer comigo, sexo.
Dul: Agora se põe no meu lugar...e ainda por cima fica dizendo que eu não resisto a ela, que é
só estralar os dedos que eu vou correndo, ou seja, que sou fácil.
Angel: Pior que é verdade neh Dul, vc não resiste a ela, por isso vc fica mais puta ainda.
Dul a olha.
Angel: Não...não eh isso...eu passei pelo que vc ta passando, ela é irresistível, todas caem aos
pés dela, mas a diferença é que com vc ela repetiu varias vezes e pelo que vc diz é sempre ela
que vai atrás de vc.
Dul: Isso eh...ela nem da tempo para eu fazer isso, ela já me ataca logo.
Angel: Então...porque está assim?? Estão empatadas, vc não resiste a ela e nunca diz não...mas
quem vive atrás de vc é ela, quem corre atrás é ela, ela é quem sempre ta dando em cima de
vc...me diz quantas vezes foi vc que chegou nela?
Dul para e pensa: Eh...nem uma...sempre ela que vem e da um jeito de me ter.
Angel: Então.
Dul: E uma vez eu disse não...por incrível que pareça, que foi dificil foi, quase não consegui e
até hoje nem sei como tive essa força.
Dul: Mas não Angel, chega, to cansada, não quero mais...quer dizer, querer eu quero, mas não
vou ser brinquedinho na mão de ninguém. Vou parar antes que isso piore, e eu me envolva de
verdade com ela.
Angel: Sinto muito dizer querida, mas vc já ta envolvida, ta apaixonada peal Any.
Angel: Vamos!!
Elas chamam no interfone, e logo o portão se abre, elas entram, avistam uma bela casa,
jardim, a coisa estava animada, e com uma bela vista de mulheres lindas animadas,
conversando, rindo e dançando.
Ela da dois beijinhos em cada uma as levando até mais perto da galera.
Mai, Any e Zoraida que conversavam olham e vêem elas duas chegando. Any vê Dul, estava
extremamente linda, como sempre, seu coração acelera, sem ele entender porque, mas agora
a única coisa que ela via ali era a ruiva andar com aquele sorriso safado nos lábios, e os cabelos
ruivos ondulados esvoaçando, e o jeito de andar, um charme sem igual. Mai já babava era em
Angel, e Zoraida pelas duas, mas Dul a chamou mais a atenção, estava reconhecendo a
ruivinha.
Any nem escuta ela falar, de tão boba que estava vendo Dul.
Mai: Vamos recebe-las...aliás, eu tenho que ir receber a mulherada neh, to deixando a Patty
fazer isso, sendo que a festa é minha.uahsuasu
As duas vão andando e Any parada feito besta, viajando em Dul. As duas param, olham pra
Any, Mai volta e estrala o dedo na cara de Any.
Any: Hã...que??
Dul olha para Any, estava maravilhosa, linda como sempre, com aqueles olhos azuis, aquela
boca rosada, carnuda, e as bochechas rosadinhas, os cabelos loiros soltos, levemente
ondulados, e com o sorriso mais perfeito nos lábios.
Dul tira os olhos de Any, meio que babando ainda olhando para Zoraida.
Dul: Bem e vc?? Mas como veio parar aqui??(saindo do abraço toda empolgada).
Enquanto isso Mai puxa Angel pela mão dando um selinho nela.
Angel sorri, mal consegue responder, Mai a beijando na frente de todas, pegando sua mão, e
ainda a chamando de meu amor. Ela nem cabe em si de tanta felicidade.
E Any olhava a afobação de Dul com Zoraida não gostando, e constatando de que ela era a tal
ruiva que Zoraida falava, só podia ser ela.
Any: Oi Angel.(sorrindo).
Angel: Oi Any...err...Anahi.(sorrindo).
Any: Ah relaxa, hj pode ser Angel, não estamos trabalhando mesmo. Hj é a despedida da Mai,
é dia de ser feliz.uahsuasuashu.
Angel fica boba, a tempos Any não a tratava assim, tão intimamente, estava tão besta com o
jeito de Mai e Any tratar ela, que até esqueceu que ambas se pegam. E nem se sentiu com
medo por estar com Mai na frente dela.
Any volta a observar Dul e Zoraida, Dul toda felizinha afobada e Zoraida tirando casquinha,
com certeza daria em cima de Dul, e parece que a ruiva estava bem a vontade com ela.
Dul olha para Any a cumprimentando sorrindo, tinha que disfarçar, afinal ninguém ali sabia
que ela estava chateada com Any. Mas pela primeira vez Any a cumprimentou apenas com um
“oi”, seco. Dul não entendeu bem, ela sempre mantinha aquele sorriso cínico para ela quando
se cumprimentavam.
Dul logo entendeu, desde que em Cancun ela sabia que Zoraida queria ficar com ela.
Zoraida: Nada...rsrs...zuando, muito pelo contrario, foi ótimo trabalhar naquela boate.
Zoraida tentava entender, sabia que Mai se casaria, mas Angel parecia sua namorada.
Mai: Essa eh a Angel, gerente da boate da Any, ela entrou em seu lugar assim que vc saiu.
Mai: Tah bom, tah bom. Cuidado viu meu amor...porque essa daí não pode ver uma rabo de
saia.rsrs
Zoraida: Querida vc sabe que mulher de amiga minha pra mim eh homem tah.rsrs
E Any olhando Dul, morrendo de raiva, mas querendo beijar aquela boquinha. Isso é, se
Zoraida deixar neh, porque pelo visto não iria largar de Dul.
Zoraida: Pois se não conhecesse vc, nem imaginaria que iria se casar.rsrs.
Mai sabe que esse assunto não deixa Angel legal, e logo muda de assunto.
Mai: Mas então Zori...a Dul também vai trabalhar na boate da Any, ela que vai ser a nova DJ.
Zoraida: Sério?? Nossa que legal, mas como esse mundo é pequeno hem.rs
Zoraida: Aí Any...já que a Dul vai trabalhar lá, não tem uma vaguinha pra mim lá não, assim deu
vontade de voltar pra lá de novo.(sorrindo e olhando pra Dul).
Any prende a respiração, a raiva estava a consumindo, nem ela entendia porque, estava lhe
supitando uma raiva enorme, o jeito como Zoraida estava dando em cima de Dul
descaradamente na frente de todos.
Any da um sorriso amarelo. E Mai a observando, conhecia a amiga, e como Zoraida realmente
estava dando em cima de Dul descaradamente, sabia que Any não tava gostando.
Any não suporta, decide sair dali, se não ia afogar as duas na pscina.
Ela sai rápido, deixando todas ali com uma cara amarrada. Dul a olhava andar, estranhando o
jeito de Any, e claro, seus olhos desceram para o bumbum empinado da loira. Sua vontade foi
de ir até ela.
Mai: Nada...ela deve que estava apertada para ir ao banheiro, ela sempre faz assim, sai de uma
vez, se não faz xixi na roupa.sauhsuhs.(disfarçando).
Mai: Deixa que eu te mostro onde fica o banheiro...Angel faz companhia pra Zori ai...já volto.
Ela sai com Dul, sua intenção era manter Zoraida longe de Dul, e fazer Dul e Any se
encontrarem. Elas entram dentro da casa, que era uma mansão. Mai pensava: E agora...qual
banheiro a Any foi será. Dul pensando: Será que ela vai me levar ao mesmo banheiro da Any?
Bem que podia ser, quero terminar de dizer umas a ela.
Mai pensa: Mas ela nem foi ao banheiro...será??
Mai sabia que tinha sido uma desculpa de Any para sair dali. Ela leva Dul para um dos
banheiros de baixo mesmo, passando por um corredor, andando, chegando ao banheiro, que
estava com a porta fechada e logo se abre, e elas dão de cara com Any. Mai sorri pensando: Eu
sou demais.
Ela sai deixando elas ali, as duas ficam sem entender. Any olha pra Dul com uma cara nada
boa, indo sair do banheiro, mas Dul segura seu braço. Any a olha toda arrepiada.
Any: O que??(séria).
Any: Que??
Dul: Eh...me deixa em paz, quieta na minha. Vc não me larga, não me deixa, toda vez que me
vê parte pra cima de mim.
Any: Garota vc está se achando o gás da coca-cola neh...ta dizendo que eu vivo correndo atrás
de vc??
Dul: Olha Anahí, pense o que quiser ta bom. Só quero te pedir uma coisa, vamos para com isso,
é melhor agente parar por aqui.
Dul: Não, não força, só me agarra e vive arrumando situações para ficar comigo, ou melhor,
transar comigo...pq é só sexo o que vc quer comigo, mais nada, só para isso que eu sirvo.
Dul ao escutar “não é só isso” seu coração palpita, será que Anahí sentia algo a mais por e lado
que um tesão.
Any: O fato de ser uma boa DJ claro,vai sacudir minha boate todas as noites.
Dul sente um vazio no peito maior ainda, claro como poderia achar que Anahí sentiria algo a
mais por ela, tudo que Anahí gosta nela, são coisas que são voltadas para si própria, o fato de
ser ótima na cama, que a faz ter muito prazer, e de ser uma boa DJ, porque isso é bom para
sua boate. Ou seja, para Dul Anahí só pensa nela, no que convem a ela, não se importando
com o outro lado, só com o dela. Dul a olha com um olhar de decepção.
Dul: Vc só pensa em vc e no que é bom para vc Anahí...os outros que se danem.(com a voz
calma, embargada pela decepção).
Dul: Porque é a verdade, vc só usa as outras pessoas, só pensa no próprio umbigo Anahí.
Dul: Ninguém neh...pois sou ninguém para vc, um nada, que só serve pra fazer sexo com vc.
Dul: Porque??(ela ri irônica) porque vc só quer sexo comigo Anahí, só me procura pra isso. Vc
nunca me dirigiu a palavra para perguntar como estou, o que eu fiz, vc não sabe nem se eu
tenho Pai se tenho mãe, se estão vivos ou mortos.
Dul: Ah sabe por causa de um merda de entrevista, mas quando agente se vê vc pouco se lixa
para o que está se passando comigo, nunca conversamos sobre nada.
Dul: Não to cobrando merda nenhuma, só quero que me deixe em paz, me larga.(irritada).
Any estava morrendo de raiva da petulância de Dulce, ninguém, nenhuma mulher havia falado
assim com ela.
Any: Mas é isso mesmo, gosto de vc pelo sexo, aliás, não gosto de vc e sim da maneira como é
na cama.(Anahí fixa os olhos nos dela a fuzilando).
Dul desfaz toda expressão de irritação do rosto ou de qualquer outra coisa, ficando parada.
Any ri.
Any: Acabou o que?? Até parece que temos algo.
Dul a olha extremamente decepcionada, mas não demostrando, com um olhar vazio. Falando
calmamente.
Dul: Claro Anahí, o que vc ia querer com uma garota como eu neh!?
Dul sorri como se risse de si mesma, de ser tão boba, de achar que ela talvez sentiria pelo
menos um pouquinho de algum tipo de sentimento bom, que não fosse associado ao sexo.
Ela sai andando rápido, com um nó na garganta, respirando fundo para seus olhos não
umidecerem pelas lagrimas que anunciavam querer vir. Any a viu sair e ficou pensando no que
ela quis dizer com: Não sei o que eu vi em vc!!
Pensava do que ela falava, afinal, de sua aparência não poderia ser, pois era linda, todos se
rendiam a sua beleza, e na cama, era um furacão, o que mais Dulce podia querer?? Ela se uma
coisa estranha em seu peito, um encomodo, a discurção com Dul não a fez bem, e não
entendia porque, afina ela era só mais uma das que aumentava sua listinha de mulheres que já
pegou.
Dul passava pela sala, ela segue a um outro corredor, queria ficar só, ela se escora na parede,
segurando o choro, respirando fundo.
Dul: Mas o que vi nessa idiota?? Eu sei, um belo corpo, e um belo rosto. Eu não posso ta
sentindo isso por essa mulher, não posso ta gostando dela de verdade.
Ela suspira, mas as lagrimas não caem, escora a cabeça para trás na parede, olhando para o
teto.
Dul: Ela é fria, só pensa nela, é egoísta...como posso ta sentindo esse sentimento bom aqui no
peito por ela??
Um tempo depois Any estava novamente lá fora e a frase que Dul disse não saia da cabeça,
tentando entender do que ela falava. Já Dul apareceu logo depois, e nem na cara de Any ela
estava olhando, estava sentada na borda da pscina tomando uma bebida, e pensativa quando
Angel chega, sentando do seu lado.
Angel: Como??
Dul: Tem.
Angel: Qual eh Dul, eu te conheço, nós estudamos juntas, passamos grande parte da nossa
adolescencia juntas, quantas dores de cotovelo passamos juntas!? Várias, te conheço bem,
não adianta mentir para mim.
Dul a olha.
Dul: Não, estou ficando, e ainda tem como mudar isso, então enquanto está em tempo, vou
me afastar, sair de perto dela, sumir pra ser mais exata.
Angel: Eu sabia que isso ia acontecer, ela faz isso com todas, sempre acontece.
Dul: Só que eu não sou todas, e não vou ficar morrendo por ela, to caindo fora, cansei de ser a
palhaça da historia.
Dul dizia tudo muito desanimada, Anahí conseguiu deixa-la abalada com as palavras que usou.
Dul: Só não vou embora dessa festa por causa da Mai, se não já tinha ido.
Angel: Mas vc não disse que não era “todas”?? Vai ficar ai desanimada?? Eh isso o que ela
quer, vai ficar ai assim Dul?? Ela está se divertindo ali.
Dul olha e Anahí ria conversando com algumas mulheres, parecia que nada havia acontecido.
Dul: Vc tem razão, não vou ficar aqui assim por ela, nunca fui disso.
Dul vira a latinha de cerveja de uma vez, bebendo ela toda. Coloca ela do seu lado e se levanta
decidida. Angel apenas a olhava. Ela sai andando em direção a Zoraida, que conversava com
Mai e outras garotas, mas não no mesmo grupinho que Any tava, Any estava num grupinho do
lado. Dul chega sorrindo, segura na mão de Zoraida a puxando.
Dul: Com licença gatas, mas agora vou roubar a gatinha de vcs.(sorrindo).
Ela puxa Zoraida para perto do som que havia ali, e começa a dançar com ela, se juntando a
algumas mulheres que dançavam ali, perto da piscina. Any segue conversando com as outras
garotas, mas observando Dul. Dul e zoraida começam a dançar, Zoraida toda animada, já ia se
encostando em Dul, as duas dançavam sorrindo uma para a outra, Dul com aquele sorriso
safado e Zoraida correspondendo. Dul puxa Zoraida pela cintura de uma vez, a colando nela,
lhe dando um beijo de ligua bem quente, Zoraida passou seus braços em volta do pescoço de
Dul a beijando na mesma intensidade, já tava doida querendo e Dul ainda agarra assim, ela
não perde tempo. Any da onde estava vê, ela sorria, mas seu sorriso desaparece ao ver a cena.
Seus olhos vêem as mãos de Dul na cintura de Zoraida, acariciando, o corpo dela colado no de
zoraida, as coxas dela perdidas nas de Zoraida, os lábios delicados dela colados aos de Zoraida,
ficou olhando aquelas mãozinhas que já passearam muito em seu corpo tocando outra, aquela
boca e se encaixava perfeitamente na sua, colada na de outra. Não sabia o que a incomodava
mais, se era Dul tocando Zoraida, ou Zoraida com as mãos naquele belo corpo que ela já
conhecia muito bem. A boca de Zoraida explorando a de Dul como ela mesma já fez varias
vezes. Sente algo apertado no peito, a incomodando, e a raiva a consome. Mai de longe via
tudo, as duas se atracando e dançando perto da pscina, e Any fuzilando as duas com os olhos,
e era visível, pelo menos para Mai que a conhecia que ela estava incomodada com a cena. E
assim segue a festa, Dul se atracando com Zoraida, rindo o tempo todo, fazendo como se
Anahí nem estivesse lá, mal olhava na cara dela, e quando ficavam em um mesmo grupinho,
mal a olhava, claro que as vezes passava os olhos nela, porque eles a desobedeciam e
teimavam em ir na direção da loira, mas logo desviava para ela não perceber. Any do mesmo
jeito, resolveu fingir que nada acontecia, a maioria das mulheres ali deu em cima dela. Se fosse
em outra época pegaria todas, mas estava tão incomodada com Dul e Zoraida juntas, que nem
conseguiu pensar nisso e nem sentiu vontade, coisa que ela estranhou muito, onde já de viu
ela dispensando mulher??
Mas não conseguia se concentrar em nada, só vinha as duas na sua cabeça. Mai percebia tudo,
mas não falou nada com a amiga, sabia que ela ia negar mesmo, apenas passou essas horas ali
aproveitando a companhia de todas ali, e de Angel eh claro. As horas se passam, e já estava a
noitinha, era quase 6 da tarde. Algumas já haviam ido embora, e outras se despediam de Mai.
Enquanto o celular de Any toca e ela entra para dentro da casa para atender, pois o som ainda
estava ligado alto lá fora e não ouviria bem, seguia com o celular na mão tocando, e pensando
onde Dul e Zoraida haviam se metido, pois tinham sumido a alguns minutinhos. Ela entra na
sala e se depara com as duas se atracando no sofá, Dul por cima de Zoraida, as duas se
beijavam e riam, Dul tentava ao máximo não lembrar de Any e sorrir, estava com Zoraida e
fingia que Any não existia, que podia sim ficar com outras mulheres e não pensar nela, não
sentir falta do lábios carnudos dela, do beijo maravilhosos dela, do cheiro delicioso dela, das
mãozinhas delicadas e safadas dela, daquele sorriso mais perfeito dela, e daqueles olhos azuis
como o mar. Mas embora tentava enganar a si mesma, era Any que estava na sua cabeça ali,
Zoraida era uma boa garota, bonita, simpática, beijava bem e dava uns belos de uns amassos,
mas não tinha jeito, parecia uma praga, Any estava o tempo todo em seu pensamento.
Any olha a cena das duas se agarrando no sofá, sua vontade era de ir lá e separar as duas, mas
obvio, não iria fazer isso. Decide sair dali e atender ao celular, mas algo ela tinha que fazer
para elas se desgrudarem. Ela anda até um cômodo da casa mais afastada do barulho do som,
e atende o celular.
Any: Oi Poncho.
Any estava incomodada e meio que irritada com o fato de Dul mal estar olhando em sua cara e
ainda por ima se atracando com outra.
Poncho: Brigou com alguém ai foi? Porque está sendo grossa assim comigo?
Any respira fundo, se acalmando e vendo que o coitado não tem nada a ver com a situação.
Poncho: Como nada, eu te conheço muito bem, fala, o que foi?(todo calmo).
Any: Bem eu estou na festa ainda, e daqui a pouco já vamos embora, o vôo da Mai sai a meia
noite.
Poncho: Por isso mesmo to ligando, eu e Chris já estamos aqui em casa, prontos, quando
saírem liguem.
Any: Ta bom, ai vcs vão encontrar agente no AP dela, para pegar as coisas dela.
Poncho: Te amo.
Any: Também!!
Any logo desliga e volta para a sala, mas um pouco mais afastada ela olha e as duas estavam
sentadas conversando, pelo menos tinham parado de se agarrar. Assim Any pensa, ela fica
escutando a conversa.
Zoraida: Então gatinha, depois que a Mai for vamos para o seu hotel...to doida para ficar
sozinha com vc.(beijando o pescoço de Dul).
Dul ri.
Dul: Nós vamos sim, logo depois que a Mai for embora.(pisca).
Zoraida: Bem que agente podia(ela chega no ouvido de Dul) fazer uma rapidinha no banheiro.
Dul começa a rir se levantando, e Any morta de curiosidade para saber o que Zoraida havia
dito no ouvido de Dul.
Dul: Que rapidinha nada...rsrsrs...eu quero vc com mais calma.(sorriso safado).
Any morre de ódio lá onde tava, e não suportava a idéia de outra tocando Dul ou Dul tocando
outra.
Dul sai andando e rindo. Zoraida sai da sala indo lá para fora. Enquanto Dul seguia para o
banheiro passando por outro lado da sala, Any fica pensando no que fazer.
Any: Mas ela não pode ficar com a Zoraida, a não mesmo, até parece, vai deixar de ficar
comigo pra ficar com ela.
Ela sai da onde tava, decidida, indo atrás de Dul no banheiro. Chegando lá para na porta,
ficando de frente pra ela, com as mãos uma de cada lado da porta, esperando Dul abrir. Não
passando nem meio minuto logo Dul abre a porta com certa pressa, dando passos para frente
e logo da de cara com Any, parando antes de topar nela, seus rostos ficam bem próximos, o
que não é nada bom para Dul. Mas ela tenta se manter firme.
Dul ri.
Any: E eu to mentindo??
Dul: Ta!!!
Dul engole seco, sem saber o que dizer ou fazer, achava melhor ficar calada porque se não ela
ia perceber na sua voz o nervosismo.
Any entra no banheiro, trancando a porta. Dul sente o coração capotar no peito.
Any não diz nada e vai se aproximando de Dul, devagar, a cada passo de Any o coração de Dul
dispara mais.
Any chega perto de Dul a deixando encurralada, Dul vai afastando para trás, e quando vê se vê
contra a parede e Any. Any não diz nada, apenas segue olhando nos olhos de Dul, e
lentamente aproxima seu corpo do dela, Dul se esforçava para respirar normalmente, Any
encosta o corpono de Dul bem devagar, os colando lentamente, e colocando suas mãos na
cintura da ruiva. Dul estava intacta, respirando rápido, as pernas bambas, coração disparado,
seu corpo já estava quente, ela e Any se olhavam nos olhos, com os rosto bem próximos
sentindo suas respirações.
Any sussurra com os lábios quase tocando os de Dul, e a olhando hora nos lábios hora na boca.
Any: Diz que não mexo contigo...diz que não fica toda abalada com meu contato...(ela roça
seus lábios nos de Dul, que fecha os olhos).
Dul abre os olhos lentamente, não conseguia falar, realmente Any mexia muito com ela, a
ponto de senti-la assim tão próxima e nem conseguir reagir. Ela olha nos olhos azuis da loira,
depois desce para os lábios, depois ela repara cada traço da loira, os olhos azuis, as
sombracelhas bem delineadas, o nariz perfeito, as bochechas rosadinhas, os lábios carnudos
avermelhados, o queixo delicado, se perdeu ali, esqueceu das palavras grossas e duras que Any
havia a dito naquele dia, da forma com que ela a tratava como um objeto. Pra ela naquele
momento só conseguia sentir aquele corpo da loira no seu, o calor dele, as mãozinhas
delicadas a segurando pela cintura, naquele hálito gostoso próximo aos seus lábios, a
respiração gostosa misturada com a sua, no cheiro delicioso que vinha dela, e aquela carinha
linda em sua frente. Ela coloca as mãos delicadamente no rosto de Any, enquanto segura com
uma mão, com a outra a acaricia observando por onde ela passava naquela face, Any a olhava
o tempo todo nos olhos, sentindo a caricia, foi inevitável não reparar no rosto da ruivinha, seus
olhos castanhos profundos, as sombracelhas bem desenhadas, o nariz lindo com um delicado e
pequeno piercing, as bochechas rosadas, a boca delicada, o queixo perfeito, a pele
branquinha, parecia uma bonequinha ali na sua frente, elas se olham nos olhos, Dul passa os
dedos nos lábios de Any contornando e acompanhando com os olhos, depois sobe os olhos
para cima encontrando os de Any, e lentamente, naturalmente, vão se aproximando devagar,
fechando os olhos e encostam os lábios devagar, selam eles, depois aos poucos vão abrindo a
boca, iniciando um doce beijo, aos poucos suas línguas vão buscando uma a outra, deslizando,
devagar, Any abraça Dul mais pela cintura devagar, e Dul passa seus braços em volta do
pescoço de Any, com uma mão acariciando a nuca da loira, e seguem se beijando em total
sintonia e entrega daquele momento, sentindo, saboreando seus sabores.
Elas se beijavam cada vez mais, mas devagar, Dul puxou Any mas pela nuca, e Any a puxou
pela cintura, começou a passar a mão na lateral do corpo de Dul devagar, apertando de leve.
Dul puxou o lábio inferior de Any lentamente, deslizou a boca pelo queixo da loira, o beijou, e
foi caminha a boca pelo pescoço da loira usando a língua e a boca, mas fazia tudo com muita
calma, Any fechou os olhos, apertou a cintura dela, ofegando um pouco se arrepiando todinha,
Dul desce as mãos pelos braços dela, e deu um leve sorriso entre os beijos no pescoço de Any
sentindo o arrepio da loira. Dul virou Any a encostando na parede de leve, desceu a boca pelo
colo de Any, que levou uma mão a nuca de Dul acariciando e a outra nos cabelos ruivos os
bagunçando, sentindo as sensações que Dul a fazia sentir, seu coração tava acelerado, seu
corpo já incendiava de tesão, era incrível que Dul nem precisava fazer muito para deixa-la
excitada assim dessa forma. Dul abriu dois botões da blusa de Any, deixando o decote maior
ainda, passou a língua quente entre os seios de Any, a loira ofegou mais, mordendo o lábio,
acariciando mais a nuca de Dul, Dul foi abrindo os botões até em baixo, até abrir a blusa toda,
admirou um pouco a barriguinha da loira, e os seios, olhou Any e sorrio maliciosa, Any a olhou
com o mesmo sorriso e olhar malicioso. Dul voltou agora beijando a barriga de Any, passou a
língua nela toda, deu mordidinhas, e subiu para os seios, beijou eles por cima do sutian, levou
uma mão até o ombro de Any tirando a blusa dela, descobrindo um ombro de Any, levando a
boca lá e beijando com desejo mas devagar, causando arrepios em Any, a excitando cada vez
mais.
Any levou uma mão para dentro da blusa de Dul, arranhando a barriga da ruiva com as
pontinhas das unhas, subindo até os seios, os massagendo pelo sutian, fazendo a ruiva perder
o ar, levando uma de suas coxas entre as pernas de Dul, roçando na intimidade de Dela
devagar, Dul a beija mais nos ombros, desliza a boca para o pescoço de Any os beijando agora
com um pouco mais de intensidade, ofegante, com uma mão no bumbum da loira apertando
com gosto, e a outra desliza nas costas da loira, buscando o feixe do sutian, Any roçou mais sua
coxa na intimidade de Dul, levou uma mão ao botão da calça de Dul o abrindo, e falando com
uma voz rouca no ouvido dela.
Any: Vc nunca consegue resistir não eh Dulce.(ela abre o botão começando a baixar o zíper).
Dul: Mas posso resistir agora, e parar tudo aqui mesmo, e não duvide disso Anahí.
Any: Duvido que consiga.(ela enfia a mão na calcinha de Dul, acariciando o clitóris dela).
Dul morde forte os lábios, prende o ar, prendendo o gemido e encosta Any mais na parede,
pressionando seu corpo no dela, levando as mãos na cintura da loira apertando com força,
Dul solta o ar, apertando as costas de Any, com um desejo louco de agarra-la ali mais ainda,
tirar a roupa dela todinha e te-la naquele momento com loucura, mas estava se segurando,
para não perder o controle.
Any sorrio maliciosa, mordeu o lábio sensualmente e começou a fazer movimentos circulares
no clitóris de Dul, a olhando, vendo sua expressão. Dul puxou o ar, engoliu seco, apertou as
mãos contra a parede, tentando controlar a respiração, e continuou a olhar para Any, com um
olhar firme, sem demonstrar qualquer reação, e que não estava louca de tesão com Any a
acariciando assim.
Dul: Se eu quiser para agora e sair desse banheiro eu vou.(tentando parecer firme, e nem se
atrevendo a olhar os lábios de Any).
Any sorria cada vez mais maliciosa, aumentando os movimentos e as caricias no clitóris de Dul.
Any: Ta doidinha pra me agarrar agora que eu sei, ta morrendo de tesão Dulce.
Ela desce mais o dedo passando de leve na entradinha da intimidade de Dul, a olhando nos
olhos, os olhos castanhos de Dul faiscavam puro desejo e tesão. Dul prendia e soltava a
respiração, seu corpo fervia, tava para perder o controle, mas se esforçou.
Any tornou a subir a mão e acariciar o clitóris de Dul. Tava cada vez mais difícil para Dul, teria
que tomar uma atitude, ou consumia todo esse tesão, ou saia dali, claro que não ia dar o
gostinho a Any de se render, mas desejava aquela loira como nunca desejou nada na vida.
Any: Vai Dul (ao falar Dul fez um biquinho irresistível). Fala...assume.
Dul sentia o corpo ferver cada vez mais, o coração acelerado, tentando respirar normalmente,
mas embora mantia a expressão de não ta sentindo isso tudo, sua intimidade a denunciava,
estava toda molhada.
Any: Ta molhadinha.(sorrindo).
Dul fecha os olhos e abre, voltando as mãos ao corpo de Any com rapidez na sua cintura
apertando com força, cola seu corpo no dela, ofegante, tremula de tanto tesão.
A olhando nos olhos com os seus queimando em brasa de desejo e ódio. Ela leva seus lábios
aos de Any com certa intensidade a beijando com loucura, levando um mão aos seios de Any
apertando, Any continuou as carias na intimidade de Dul, com a outra mão no bumbum da
ruiva a puxando mais para si, beijando na mesma vontade e desejo, pois tava louca para Dul
tomar essa atitude de parar de resistir, para te-la logo. Dul tirou a mão de Any de sua
intimidade, embora estivesse amando as caricias, levou as ao mãos de Any a parede, acima da
cabaça de Any, as prendendo com as suas contra a parede. Ela olhou Any nos olhos, desceu
olhos pelo pescoço de Any, parou nos seios ainda no sutian, vendo o peito ofegante de Any, a
blusa aberta, a barriguinha a mostra, mordeu o lábio, voltou a beijar nos lábios, desceu a boca
para os seios de Any, juntou as duas mãos de Any acima da cabeça dela, as segurando firme,
com a outra mão afastou o sutian de Any, levando a língua no bico do seio de Any, passando a
pontinha da lingua devagar, fez movimentos circulares, bem lentos. Any arqueou o corpo,
fechou os olhos e puxou um longo suspiro, se molhando toda. Dul deu uma leve mordidinha,
depois chupou com desejo mas devagar, fazendo Any se contorcer contra a parede, gemendo
baixinho, mordendo seu próprio lábio.
Dul levou a mão a calça de Any, abriu o botão, abaixou o zíper, começou a enfiar a mão na
calcinha de Any, que ofegou mais, Dul tocou o clitóris de Any, quando bateram na porta. As
duas se olharam.
Dul: é a Zoraida...
Zoraida: Dul...ta ai??(batendo na porta). Olha, já ta na hora da Mai ir, já foram todos, ela ta
esperando vc e a Any.
Dul tira a mão da calcinha de Any, soltando os braços dela, colocando as mãos na cintura de
Any, escorando nela, encostando suas testas.
Dul: Desculpa.
Dul ri.
Dul: Desculpa, não sou de deixar ninguém na mão...mas a Mai tem que ir neh.
Dul: O que??
Any: Pois eh o que to prestes a fazer...rsrsrs...td bem, então me segura pra não voar nela.
Ela abraça mais Any pela cintura, com firmeza. Any sorri.
Dul ri.
Zoraida: Dul...ta demorando.
Dul: Ela foi lá no banheiro de cima, parece que ia ligar pro Poncho também...vai lá chamar ela
que eu to saindo.
Dul: Bom agora vamos, aproveitar que ela já saiu e não vê nós duas juntas.
Dul se desgruda de Any, fechando a calça, se olha no espelho ajeitando os cabelos. Any
também fecha a sua calça, e vai abotoando a blusa.
Dul: Da próxima vez bagunça menos meu cabelo.rs( olhando no espelho, passando as mãos
neles).
Any: Eu sei que vai ter muitas outras Dulcita...não resiste a mim.
Dul: Já vai começar neh, tava tudo muito bom.(indo abrir a porta).
Dul: Ok.
Ela se vira para abrir a porta, mas Any a impede de novo, a puxando pela cintura, a virando
devagar, selando seus lábios nos dela longamente.
Dul a olha, como sempre tinha que querer ser dona da situação e comandar tudo, ela apenas
vira abrindo a porta e saindo, nisso Any da um tapinha no bumbum dela.
Any sorri.
Dul: Louca!!rs
Any: Vai logo se não te puxo pra dentro desse banheiro de novo.
Dul: Mas a Zoraida vai ver vc comigo, ela acha que vc ta lá em cima.
Any:Ah eh?? Pois não se preocupe, que a sua mulhersinha não vai saber de nada...dou uma
boa desculpa.
Ela sai andando na frente, embirrada. Dul fica sem entender nada.
Dul da um sorriso amarelo, retribuindo meio sem jeito. Any odeia a cena.
Zoraida ri, a dando outro selinho. Any detestava, a pouco Dul estava no maior clima com ela, e
agora fica agarrando outra na sua cara. Logo elas vão lá para fora, depois vão embora, Zoraida,
Dul, Any, Angelique e Mai vão juntas, passam no AP de Mai, pegam todas as coisas dela, e vão
para a casa de Any, chegando lá encontram Poncho e Chris, conversam muito, riem, Dul e
Zoraida eram só sorrisos, pois Zoraida era bem engraçada, o que fazia Dul morrer de rir, para a
raiva de Any. As duas pareciam se dar muito bem. Até que chega a hora de irem levar Mai ao
aeroporto. Chegam lá, passam minutos e já era hora de Mai embarcar. Ela despede de cada
um.
Mai: Zori...foi muito bom te ver de novo, te espero no meu casamento viu??
Todos riem.
Zoraida: Nada, to zuando. Quero que seja muito feliz morena, e vou estar lá contigo.
Mai: Obrigado.
Mai: Olha só, cuida bem da Any viu...mas isso vc sabe fazer muito bem, e quando precisar é só
ligar.rsrs
Poncho: Claro Mai...mas fica assim não, daqui uns dias vamos nos ver de novo.
Poncho sorri.
Mai: Dul...te conheço a poucos dias e já é como se conhecesse a anos, é uma pena que logo
agora tenho que ir.
Dul: Ah Mai...adorei te conhecer, mas fica assim não...ninguém vai morrer não...uahsuhsh
Elas se abraçam longamente. Agora era a vez de Chris. Eles se olham, os olhinhos dela já
marejavam.
Eles se abraçam forte, demoram um bom tempo assim, e se olham ainda abraçados.
Chris: Não mais que eu...ah morena, pq tem que ir hem...td culpa daquele careca.rsrs
Todos riem.
Mai: Te espero no casamento viu...e quem sabe vc não resolve parar com essa bichesa e me da
uma verdadeira despedida de solteiro.uashusuhsh
Eles dão um selinho, se tratavam sempre assim, era normal. Agora era a vez de Any. Elas se
olham com os olhinhos já com lagrimas, e suspiram. Se abraçam sem dizer uma palavra e ficam
assim um bom tempo. E conversam ainda abraçadas.
Mai: Não consigo falar muita coisa quando se trata de vc minha loira.
Elas se abraçam de novo. Agora era a vez de Angelique que já chorava, aliás todos ali já
choravam.
Nessa ela escuta a chamada do vôo dela, e tem que se apressar se não acaba perdendo ele.
Ela da mais um tchau para eles, e segue ao seu destino, chorando, e os outros também,
estavam bem emocionados.
Chris: Minha??
Any: Claro, se parasse com essa bichesa e pegasse ela de jeito ela casava contigo, e não ia
precisar ir embora.hsuhasusu
Todos riem.
Poncho: Bom gente acho que é hora de ir neh, a Mai já foi.(abraçado a Any).
Chris: Eh, vamos então neh, vou dar uma passada lá na minha boate.
Zoraida: Então Dul, vamos pra boate do Chris, a séculos que não vou lá.
Zoraida: Tudo bem então, vamos para o seu hotel, melhor neh.(com um sorriso malicioso).
Zoraida ri.
Any apenas olhava não achando a menor graça, já Poncho achava graça de tudo.
Zoraida a olha.
Dul: Ah não leve a mal gente, to mega cansada, e Zori foi mal, mas toa fim de descansar.
Zoraida: Tudo bem gatinha, sem estress, ainda nos veremos muito.(a abraçando).
Eles saem dali e cada um segue para o seu carro, apenas Any e Poncho estavam no mesmo.
Zoraida se despediu de todos e foi embora, Any deu folga para Angel, que foi embora
descansar e muito triste com a partida de Mai. Chris entrava em seu carro e Dul no seu, Any
acabou dando um jeitinho de falar com Dul.
Any: Poncho, vou ali rapidinho falar com a Dulce, espera ai amor.
Ela segue até o carro de Dul, coloca as mãos na porta do carro de Dul, a olhando pela janela.
Dul a olhava.
Any: Então te espero quarta feira na boate Dulce Maria.
Dul se lembra do que disse a Angel, de não trabalhar mais lá, sua decisão ainda estava de pé,
tava decidida a não trabalhar mais para Any.
Any: Sobre??
Any estranha.
Ela liga o carro e sai. Any apenas olha o carro dela indo, pensando no que seria que Dul queria
dizer a ela.
A noite passa, e já era no outro dia, as 15:00 hrs da tarde, e Any esperava Dul na boate em sua
sala, muito curiosa.
Ela estava em sua sala, organizando uns papéis, e doida para que Dul chegasse logo. Quando
batem em sua porta.
Dul abre a porta, ela logo ve a ruiva, linda como sempre, Dul fecha a porta.
Dul sentou na cadeira em frente a Any, cruzando as pernas, Any passou os olhos por elas bem
rápido, Dul usava saia.
Any olhava naqueles olhos castanhos, indecifráveis, profundos como sempre, sentia como se
Dul lhe visse a alma.
Dul solta de uma vez, e bem séria. Any escuta, e pensa que não ouviu bem, ou ela estava
louca, ou Dul.
Any: Como??
Dul: é isso mesmo que ouviu, não vou mais trabalhar para vc.
Any: Olha Dulce Maria, fale logo o que quer, e pare de gracinhas ok?
Dul: Vc acha que eu ia vir aqui pra ficar de palhaçada com vc??
Dul: Porque eu to cansada, e não vai dar certo de eu trabalhar para vc, to de saco cheio, vc só
fica atras de mim por sexo, me usa, eu já te pedi pra me deixar em paz, mas vc não deixa, to de
saco cheio de servir de brinquedinho pra vc, e depois vc ainda jogar na minha cara.
Dul: Vc não tem que acreditar em nada, apenas to te avisando que vou vazar.
Any não entendia Dul, no dia anterior estava tão entregue a ela, e agora chega com uma
noticia dessas, dizendo que não vai mais tocar lá, ela para e pensa, o fato de Dul não tocar
mais lá, a encomodava, a fazia sentir algo ruim no peito, ela não sabia o que era, e estranhava,
mas o fato é que não queria Dul longe dela, e isso ela sabia muito bem.
Passa uns minutinhos e ela já estava sentada em sua mesa, mexendo em alguns papéis,
enquanto esperava Dul. Quando batem na porta.
Any: Entra.
Dul abre a porta, vendo Any de cabeça baixa mexendo em uns papéis, ela entra fecha a porta,
Any de cabeça abaixada senti o perfume dela, inconfudivel, delicioso, inebriante. Levanta a
cabeça passeando os olhos nas cochas de Dul que estava de saia, e a olha ainda em pé, com
um ar sério.
Dul senta na cadeira em frente a mesa de Any. Era inevitável não repara o quanto Any estava
linda, com os cabelos soltos, o óculos na cabeça, e um leve brilho labial nos lábios, que os
deixavam mais chamativos ainda.
Dul olha para os lábios de Any enquanto ela fala, quase baba, mas se contem, vendo que
estava caindo na tentação de novo, e a olha nos olhos azuis.
Any: Como??
Dul: Isso mesmo que ouviu, não vou mais trabalhar para vc.
Any: Olha só Dulce, não acredito que fez eu perder meu tempo vindo aqui para vc fazer hora
com a minha cara.
Any: Mas como assim não vai mais trabalhar aqui? Ta louca? Vc começa depois de amanhã e
vem e me diz isso assim...pq isso??
Dul: Cansei de vc esfregar na minha cara que sou seu brinquedinho, de transar comigo e
depois esfregar isso na minha cara, e vc não me deixa em paz.
Dul: Quem misturou aqui foi vc, veio dando em cima de mim, a única coisa que queria era ter
meu emprego e fazer ele bem, nada mais. Mas como vc não pode ver uma mulher neh.
Any: Mas só pode ta louca.(colocando as mãos na mesa). Depois de amanhã ta todo mundo
esperando a nova DJ, sabe quantas garotas queriam estar no seu lugar? Quantas eu dispensei
para te escolher??
Any: Vc não pode me deixar na mão, o que vou fazer?? Já ta tudo acertado, onde vou arrumar
uma DJ?
Dul: Vc não disse que o que não falta por ai é garota querendo estar em meu lugar?
Any ao escutar aquilo se preocupa, sente um aperto no peito, não entendia porque, mas
sentia, não queria Dul longe dela, tinha que fazer algo, só de imaginar nunca mais ver aquela
ruivinha lhe batia um desespero que ela nem entendia, mas o fato era que não queria Dul
longe dela. Já Dul, achava melhor se afastar dela, seu coração já estava ficando ferido e antes
que piorasse ia sair fora, estava decidida e fria com Any, não gostava de faltar com sua palavra
e compromisso, mas passou a noite toda lembrando do que Any havia a dito antes delas
ficarem no banheiro lá na festa de Mai, todas as palavras grossas de Any a machucaram muito,
e estava disposta a seguir sua vida e deixa-la de lado, antes que se apaixonasse mais ainda.
Any: Vc não vai, não pode, tem um compromisso comigo e com a boate.
Any: Depois eu que sou a egoísta neh, eu que só penso em mim neh??
Any a fuzila com os olhos, mas tinha uma carta na manga. Ela abre a gaveta, pega um
envelope, retira um papel dele, Dul apenas observava os movimentos dela. Any pega o papel e
coloca na mesa para Dul olhar.
Dul a olha, ergue na mesa, pegando o papel e lendo, enquanto ela lia, Any falava com um ar de
vitoria.
Any: Vc assinou um contrato comigo de 1 ano, e ai diz bem claro em grandes letras, que se
caso vc desistisse desse contrato antes desse 1 ano, teria que me pagar toda a quantia em
dinheiro do que vc receberia por esse 1 ano...ou seja, vc pode desistir agora se quiser, mas terá
que me pagar tudo que ia receber nesse um ano, seus 12 salários mensais.
Dul: Merda!!
Ela suspira deixando o papel na mesa, se levanta virando de costas, virando para o lado com a
mão nos cabelos, ela se volta para a mesa olhando Any.
Dul: Esqueci desse maldito contrato, eu não tenho essa grana pra te dar, não agora.
Any: Vc decide (guardando o contrato no envelope) se quiser pode ir, me pagando até quarta
ta tudo resolvido, do contrário, fica quietinha e trabalha pra mim.
Dul: Sabe muito bem que não tenho essa grana toda agora, qual e Anahí...me da um tempo
que te pago ela.
Any: Nada feito, não tem jeito Dulce Maria, vai ter que tocar para mim.(sorrindo debochada).
Isso irrita Dul profundamente, ela a olha nos olhos a fuzilando, com eles queimando em brasa
de ódio, os olhos castanhos faiscavam pura raiva.
Dul: Posso te dizer uma coisa??( a olhando nos olhos fervendo de ódio).
Any: Claro queridinha.(com as pernas cruzadas, com a caneta na boca a olhando com ar de
quem venceu).
Dul coloca as mãos na mesa, em pé, se abaixa um pouco e diz com ira.
Ela se vira saindo da sala feito um furacão, abrindo a porta. Enquanto passava por ela, deu
para ouvir a gargalhada de Any, rindo da raiva dela. Ela fecha os olhos e bate a porta, e segue
andando rápido querendo matar o primeiro que atravessasse seu caminho. Any ria na sua sala,
pois adorava pirraçar Dulce, e sabia que ela estava morrendo de ódio por não conseguir o que
queria.
Sorrindo.
Dul passa pela boate feito um furacão, quando sai na porta da boate topa em Chris, o coitado
quase cai.
Chris: Ei, o que foi ruiva?? Onde vai assim?? Quase me derrubou.
Ela sai andando puta da vida, as risadas de Any a irritaram profundamente, Any tinha o poder
de irrita-la como ninguém.
Chris a olha sem entender tamanha grosseria, e vai atrás dela, Dul abre a porta do seu carro e
ele bate a mão fazendo a porta se fechar, escorando nela, ficando de frente para Dul, ela
respira fundo olhando para o lado irritada. Chris cruza os braços.
Chris: O que te deu? O que eu te fiz pra me tratar com essa ignorância e grosseria hem??
(sério).
Ela suspira, passa a mão nos cabelos se acalmando, fecha os olhos e abre o olhando.
Dul: Desculpa, foi mal cara, desculpa mesmo, mas eh que...aquela...(ela aperta a mão).
Chris: Aquela??
Dul: A desgraçada da sua amiguinha, aquela mulher só me faz passar raiva porra!!
Chris: Isso ai, desconta a raiva no pneu, bem melhor do que me da coice.
Dul: Desculpa cara, ela me irritou demais, foi mal, me perdoa vai, to de cabeça quente.
Chris: Tudo bem, sei como vc é explosiva, quando fica nervosa ataca o primeiro coitado que vê
na frente e o premiado dessa vez fui eu.rsrs
Dul ri um pouco.
Chris: Tudo bem, mas o que a Any fez que te deixou assim??
Dul: Vem comigo que te conto no caminho...vamos beber uma que te falo, to precisando
relaxar.
Chris: Ok!!
Eles seguem para um barzinho, Dul conta tudo a ele, menos o motivo real porque quer se
afastar de Any.
Chris: E ta ruim??rsrsrs
Chris ri.
Dul ri.
Chris sabia que Dul não iria assumir, e resolve deixar quieto.
Os dias se passam e finalmente chega quarta-feira, o dia da estréia de Dul. Era 21:30, estava
tudo pronto, Dul arrumava seus equipamentos lá na cabine do DJ. Any estava em sua sala
vendo algumas coisas com Angel. Se passa meia hora, Angelique sai da sala de Any, e a boate
havia sido aberta, Dul já começa a tocar, Mi Delírio- Anahí, as luzes se misturavam, o jogo de
luz entrava em ação, o som rolava altíssimo, todos podiam sentir a batida da musica por toda a
boate, muita gente bonita chegando, animada, dançando, bebendo, se cumprimentando,
conversando, conhecendo, rindo, as festa ia rolando ao comando de Dul, ela olhava tudo lá de
cima de sua cabine, a casa tava cheia em pouquíssimo tempo, mulheres e homens bonitos por
toda a parte. Chris já estava lá, claro que não perderia a estréia de sua amiga, conversava com
um grupo de amigos. Poncho chegaria mais tarde, pois estava em sua boate. Any, descia as
escadas já ouvindo o som a musica envolvente, escutava ao vozes das pessoas e sabia, a casa
estava cheia, como sempre. Ela sorri descendo as escadas, ainda não havia encontrado com
Dul, pois ficou horas em sua sala vendo algumas coisas com Angel. Logo ela chega lá em baixo,
perto do balcão ela olha Dul, linda, com os cabelos ruivos soltos, tocando animadamente, com
o fone no ouvido, fazendo um biquinho e dançando enquanto tocava. Estava linda e
irresistível, ela sorri sem nem perceber, e fica paralisada por uns instantes contemplando a
ruiva, depois ela segue a cabine, entra lá dentro fica do lado de Dul, e coloca sutilmente a mão
na cintura de Dul. Dul a olha, já pensando no que ela foi fazer lá, a atormentar.
Any: Vc ta linda(sorrindo).
Dul: Oi??
Dul não sabia se sorria, ou se ficava séria, ela simplesmente não entendia Anahí, hora tava
séria, hora já sorria assim para ela, e já nem sabia mais como agir.
Ela sorri, e sai. Dul fica sentindo o cheiro do perfume dela, que fica na cabine.
A festa segue animadamente Any apresentou Dul a todos na boate, e a festa seguiu. Quando
acabou Dul foi direto para, seu AP, onde Mai morava, já havia se mudado para lá. Ela nem deu
tempo de Any ir atrás dela, e fugiu logo. Assim seguiu a semana, bem corrida para todos, Dul
evitava ficar sozinha com Any, e escapava sempre que podia, assim Any não teve meio de
chegar nela, o que a estava enlouquecendo. Finalmente era sábado, Any estava em sua sala
era 20:00 hs. Dul chegava na boate toda animada, parou no balcão conversando com Angel.
Dul: Fica assim não, o casamento dela é semana que vem e vc vai ver ela.
Angel: Td bem...olha só, a Anahí ta esperando vc na sala dela, disse que era pra vc ir lá antes
de arrumar seus equipamentos.
Dul sai em direção a sala de Any, chega batendo na porta, Any a manda entrar, ela entra.
Dul: Diga.
Any puxa pela gola da blusa, fazendo suas bocas ficarem quase tocando uma na outra. Dul
ofega um pouco, olhando nos olhos de Any e lábios.
Any coloca a mão no colo de Dul a empurrando fazendo ela andar de costas, batendo a costas
na porta. Any encosta seu corpo no dela, e com uma mão trancava a porta.
Dul da um passo para o lado afim de sair dali, mas Any a segura firme pela cintura a
prendendo, e enfiando uma perna entre as dela. Dul ofega mais, mas se controlando para
respirar normalmente.
Dul já sentia seu corpo quente, pulsar desejando Any. Ela coloca as duas mãos nos ombros de
Any tentando empurra-la. Any pega as mãos dela, coloca acima da cabeça dela, contra a a
parede a prendendo.
Dul: Me deixa Anahí...por favor...(agora ela falava calma, como uma suplica).
Dul: Por Deus Anahí...me deixa, vc pode ter a mulher que quiser, mas porque fica cismando
comigo, me deixa, cansei de servir de brinquedinho para vc.
Any: Bem que vc gosta de ser meu brinquedinho neh.(dando um sorriso cínico).
Isso faz Dul irritar-se, de novo Anahí jogando na sua cara as coisas, confirmando e ainda rindo
da cara dela, ela puxa seus braços de uma vez e empurra Any, saindo da parede ofegante, mas
agora era de raiva. Ela anda para o lado e se volta para Any, chega perto dela apontando o
dedo na cara dela.
Dul: Olha aqui, essas mãozinhas aqui nunca mais te tocam ouviu??
Any ri irônica.
Any: Não diga o que não pode cumprir Dulce.
Dul: Pois vou te dizer uma coisa, vc vai implorar para eu te tocar de novo, escuta o que eu to
dizendo, anota ai.
Isso provoca mais a ira de Dul, ela parte pra cima de Any a segurando pelos ombros forte e
apertando.
Dul queimava os olhos em braza de ódio por Anahí, e falava tudo olhando bem nos olhos dela,
falando entre dentes.
Dul: Se eu pudesse nunca mais olhava nessa sua cara lavada!!!(ela apertava mais os ombros de
Any).
Any já estava sentindo dores, se assustando um pouco, Dul estava irada e sem controle.
Ela coloca as mãos nos braços de Dul tentando tira-los dela, mas em vão, Dul estava possuída
pela raiva.
Dul: Te odeio...odeio...
Ela anda fazendo Any andar de costas, a encostando de uma vez na mesa com agressividade,
respirando forte.
Dul: Odeio por me fazer te desejar tanto...que nem te odiando consigo parar de te desejar.
Ela beija Any com desejo e uma certa agressividade, mais do que odiando Any, estava odiando
a si própria por não parar de desejar Any, por mesmo querendo mata-la, a deseja estando
assim tão próxima a ela. Ela desce as mãos pela cintura de Any, a sentando na mesa, Any abre
as pernas coloca em volta do quadril de Dul a puxando para si, e a beijando no mesmo ritmo,
com as duas mãos perdidas na nuca e cabelos ruivos de Dul a puxando cada vez mais para si,
suas bocas e línguas iam num ritmo frenético, ofegantes, se desejando como nunca. Dul enfiou
as mãos dentro da blusa de Any acariciando suas costas, levando uma mão ao seio de Any por
debaixo do sutian, apertando, massagenado, depois tocando o bico do seio de Any com os
dedos, fazendo a loira abafar um gemido na boca dela, Dul foi descendo a boca pelo pescoço
de Any sugando com todo desejo que sentia, leva uma mão pela coxa de Any, acariciando a
parte interna, levando até sua intimidade, tocando pela calcinha e pode ver como Any estava
molhadissima, ela coloca a calcinha de Any para o lado a penetrando com um dedo, Any ergue
a cabeça para trás, mordendo o lábio, Dul enfia mais um dedo, indo e vindo rápido tremula de
tesão, respirando forte, a beijando mais e mais no pescoço, fazendo Any rebolar em seus
dedo, gemer em seu ouvido, ela passou a penetra mais em Any, que apertava a nuca dela, e
com a outra mão puxava um pouco o cabelo dela, se contorcendo toda. Dul a penetrou mais e
mais, Any apoiou uma
mão na mesa, inclinando um pouco seu corpo pra trás, Dul se inclinou junto com ela, a
penetrando, não demorando muito e Any goza muito, Dul a beija para abafar os gemidos, e
devagar ela vai movimentando seus dedos em Any, que estava respirando rápido, com o corpo
mole, sua boca na de Dul entre aberta, e a de Dul do mesmo jeito, Dul retira seus dedos
devagar de Any encostando sua testa na de Any, as duas respirando rápido de olhos abertos.
Agora em Dul batia o arrependimento. Mais uma vez se rendeu aquela mulher, mesmo com
todo ódio que sentiu dela naquele momento, não soube controlar seu desejo.
Ainda na mesma posição com Any ela fecha os olhos, e aos poucos se afasta de Any,
controlando a respiração. Ela não acreditava em si mesma, e da as costas andando indo sair da
sala, Any estava em pé ajeitando sua roupa. Dul destranca a porta, e gira a maçaneta abrindo a
porta, antes de dar o passo para sair, ela escuta Any falar e fica de costas ouvindo.
E segue andando fechando a porta sem nem olhar para trás. Any apenas ria na sua sala.
Depois disso se passa alguns dias, e nesses dias Dul evitou Any o máximo que pode, Any nem
teve tempo para ir atrás dela, pois todas as noites Poncho ficou na boate com ela, e nem dava
tempo para ela escapar dele, e Dul dava graças a Deus. Dul estava em seu AP, vendo umas
musicas no PC para tocar na boate, era Terça-feira e esse dia não tocaria na boate. Quando seu
celular toca, ela olha e sorri, era Mai.
Mai: Que exagero Dul, tem 2 dias que não nos falamos.uhsauhsu
Dul: Que??
Mai: uhsauhsu...to brincando Dul. A Any vai ser madrinha, mas com o Poncho. E vc com o
Chris, ele e minha irmã que eram meus padrinhos, mas minha irmã quebrou a perna, e já viu
neh, não da pra entrar na Igreja e ficar horas em pé com a perna engessada, daí pensei em vc,
não há ninguém mais que eu queira para isso.
Dul: Sinto muito por sua irmã...e...claro que eu aceito, fico honrada pelo convite.
Dul: Normais.
Mai: E vc e a Any??
Mai: Já se comeram desses dois dias para cá que não falei com vc??rsrsrs
Mai: Adorooooo...rsrsrs...bom Dul agora tenho que desligar, tenho que ajeitar as ultimas coisas
aqui.
Dul: Ok morena.
Mai: Ei, vc sabe da Angel?? To ligando pra ela, mas ela não atende, e no MSN eu entro, daí ela
sai e fica off, no orkut ela nem me responde.
Dul: Acho melhor vcs duas falarem sobre isso, prefiro ficar na minha.
Mai: Olha agora realmente tenho que desligar, mas depois vc vai me contar tudo e nem
adianta vim me enrolar ok?
Tudo segue normalmente, os dias se passam e Dul corria de Any feito o diabo corre da cruz.
Mas ela acaba tendo que falar com Any, sobre sua boina, estava na casa de Any a dias e a
queria de volta, ela esperava Any no porta da boate, depois de mais uma noite tocando, estava
sentada no capô de seu carro girando as chaves no dedo enquanto Any não chegava. E logo ela
aparece, a vendo. Dul para de girar as chaves as guardando no bolso.
Any: Diga.
Dul: Quero minha boina, será que dava pra vc trazer ela amanhã??
Any passa a mão no cabelo toda charmosa, fazendo Dul quase babar.
Any: Não!!
Ela responde e sai, entrando em seu carro e arrancando, Dul apenas olhava, como aquela loira
era pirracenta. E fica bufando de raiva.
Os dias se passam e finalmente era um dois antes do casamento de Mai, Any, Poncho, Chris
conversavam depois de mais uma noite de festa na boate de Any, sentados em uma mesa, e as
garçonetes arrumando tudo mais ou menos. Dul logo chega, depois de ter arrumado seus
equipamentos.
Poncho: Agente tava combinando aqui Dul, vamos todos juntos pro casamento da Mai, no
mesmo vôo.(sorrindo).
Dul: é o Chris tava me falando que vcs compraram passagens pro mesmo vôo.(sorriso
amarelo).
Any com aquela cara mais cínica do mundo fala para Dul.
Any: E vc Dulce??
Chris: Vamos pegar o das 20:00, agente chaga lá e vamos ver a Mai no outro dia cedinho.
Any: Vamos amor, só vou ali falar com a Angel, se já ta tudo certo e preparado, pois eu e ela
nos ausentaremos daqui por alguns dias e ver se ela vai com agente.
Poncho: Boa noite Dul, aliás boa madrugada.rsrs.(e dão um beijinho no rosto).
Any como adora provoca-la, vai até ela coloca a mão na sua cintura, lhe causando arrepio, e as
duas dão beijinho no rosto. Any aperta de leve a cintura de Dul, e Poncho conversava com
Chris animado sobre o casamento. Any olha para Dul dando um sorriso meio safado, Dul se
mantem séria, Anahí era muito abusada.
Enfim todos se despedem e vão embora. O dia amanhece segue tudo normalmente, todos
acordaram por volta das 11:00. Poncho foi a sua boate pra dar umas ultimas ordens, enquanto
Any arrumou as coisas dos dois para a viajem. Dul e Chris fizeram a mesma coisa, e Angel iria
com eles. As horas se passam, todos estavam no aeroporto só faltava Angel que ainda não
havia chegado, estavam sentados esperando.
Any: Assim espero, a Mai ia ficar muito chateada se ela não fosse.
Chris: Calma gente, vamos esperar, ainda falta um tempinho pro vôo sair.
Todos olham, ela chega perto, respirando rápido, como quem correu um pouco.
Chris: Achamos que não vinha amor.
Seguem para o vôo. Poncho e Any sentam juntos, obvio. Com uma senhora que ficou do lado
da janela. Nas poltronas do lado, sentou Dul do corredor, Chris no meio e Angel da janela, a
viagem seguiu tranqüila, Any e Dul se olhavam , mas ambas não deixavam a outra perceber,
sempre desviavam o olhar, mas as vezes eles se cruzavam. Chris foi a vigem toda fazendo
palhaçada, Dul e Angel se acabavam de rir, e assim seguiu tranqüilamente.
Tempo depois já se encontravam na casa de Mai, o motorista da familia havia buscado eles no
aeroporto, Mai fez questão de que ficassem na casa dela, e espaço tinha muito, pois era uma
mansão enorme, lá aconteceria a festa do casamento. Mai estava no jardim quando o carro ia
chegando, ela abre um largo sorriso, ansiosa, não via a hora de abraçar cada um. O carro se
aproxima, e todos descem, a primeira que sai é Any, ela logo pula em cima da amiga que já
estava de braços abertos.
Any: Morenaaaaa.
Mai: Loiraaaa.
As duas se abraçaram, deram uma abraço apertado. Enquanto os outros desciam do carro.
Chris: Ta bom, chega dessa putaria ai...e eu?? Não ganho abraço??(abrindo os braços).
Mai ri.
Mai: Que saudade dessa minha bicha.(passando as mãos nos ombros dele).
Mai: Cala essa boca que eu estou na minha casa, quer que maus pais escutem.(rindo).
Poncho: Ah perae, não vão ficar discutindo sexualidade agora neh??(rindo indo abraçar Mai).
Mai: Ain desculpa moreno...(abraçando ele apertado) Como vc ta??
Any: Ei!!rs
Agora era a vez de Angel, ela sorria daquele jeito doido da Mai de ser, mas em seu peito um
aperto, por escutar, “minhas ultimas horas de solteira”. E começa a pensar o que ela foi fazer
lá. Mas logo os olhos de Mai, aquela carinha de Anjo meiga a olhava, indo abraça-la, e ela não
pensa em mais nada, tava morrendo querendo sentir aquele abraço mais uma vez.
Angel sorri, nesse momento elas se abraçam, intensamente, ficando uns minutos sentindo
aquela sensação gostosa de estar nos braços uma da outra, uma abraço quentinho e gostoso.
Ficam mais uns minutinhos abraçadas. E Chris como não perde tempo pra ta sempre zuando.
Any e Dul dão uma pedalada nele ao mesmo tempo, sem querer, por conisidencia.
Elas vêem que fizeram ao mesmo tempo, se olham, e começam a rir, foi inevitável, foi
engraçado.
Chris: Aleluia!!uhsahuusu.
Mai: Bom gente, vamos lá para dentro, vcs devem estar cansados, daí vcs tomam um banho,
comem algo enquanto batemos um papinho.
Todos concordam, os pais de Mai não estavam na casa, tinham ido a um coquetel lá da
empresa do Pai de Mai, e não poderiam faltar, o irmão dela não morava mais lá, e a outra irmã
tava na balada, era mais nova que Mai, tinha 18 anos, se chama Mari.
Any e Poncho ficaram no mesmo quarto, no que havia em frente ficou Dul e Angel, no do lado
ficou Chris. Mai mostra tudo a eles, e deixa tomarem seus banhos. Tempinho depois já haviam
vestido uma roupa mais confortável, haviam comido. Estavam sentados na sala, no sofá.
Poncho, Any e Chris em um. Mai, Angel e Dul em outro.
Any: O que??
Mai: To achando que ela também é bi, um amigo meu disse que viu ela em uma balada GLS, e
que tava de muita intimidade com as garotas lá.
Chris: Meu Deus, coitado dos seus Pais, duas sapas em casa.kkkkkk
Todos riem.
Poncho: Mas falando sério agora, como anda os preparativos pro casamento Mai??
Chris: Que carinha é essa Mai, estamos falando do seu casamento, vc faltava soltar fogos de
artifícios quando fala nele.
Mai: Não gente, é que to cansada sabe, é só cansaço de preparar tudo, hoje só parei agora a
noite, só to cansada pela correria.
Any a conhecia bem e sabia que não era isso, desde que Mai voltou para lá, ela notou que seu
empolgamento pelo casamento havia diminuido. Angel não falava nada, quando se tratava do
casamento de Mai ficava calada. Any percebendo que o assunto não estava legal para Mai,
resolve mudar de assunto, embora o assunto da noite seria o casamento, mas o clima tava
meio chato para ela e Angel. Logo ela desvia o assunto, e conversam mais por uma hora, e logo
vão dormir, pois o dia seguinte seria grande, pricipalmente Mai, teria que descansar bastante.
Cada um segue para o seu quarto, mas Any pede a ela um copo com água, só para ficar a sós
com ela.
Na cozinha:
Mai: Acho que sim, não sei, talvez seja uma fase, porque casamento muda tudo neh.
Any: Isso é, casamento mudo muito, ah Mai, mas vai da pra ter sua liberdade e curtir, não vê o
meu caso?
Mai: Mas o Poncho Any é super cabeça aberta, tipo, ele nem sonha que vc pega mulheres por
ai, mas vc saem juntos, se divertem, ele bebe, dança, curte, não tem nenhum tipo de
preconceito, vai com vc onde for.
Mai: Já o Guido bebe pouco, ainda quer me controlar, não gosta muito de dançar, tem um
certo preconceito com homosexualidade, ou algo que tenha a ver. Ou seja, é meu oposto.
Any: E vc esperou da um dia antes do seu casamento pra enxergar isso e querer pensar?!
Any: Mas não é só isso, vc era louca pelo Guido, e por isso as diferenças ficavam de lado,
apesar de brigarem um pouco, mas se entendiam, to achando que esse coraçãozinho ai, ta
gostando de um outro alguém.
Any ri.
Any: Hoje vou te deixar livre, mas depois vamos falar sobre isso viu senhorita.
Any: Boa noite Mai, descansa viu? E procura não pensar muito nessas coisas, amanhã vc tem
que ta bem.
Mai sorri.
Any: Amém.(sorri).
Cada uma entra em seu quarto, e no quarto de Dul e Angel, já estavam deitadas, uma em cada
cama, que ficava uma do lado da outra. Ambas tinha as cabeças apoiadas em suas mãos, com
os cotovelos na cama.
Angel: Os vi muito pouco, as vezes iam lá na capital. E aqui em um aniversário da irmã da Mai.
Angel: São sim, super simples e humildes sabe, apesar de toda a grana, são muito legais e
simpaticos. O irmão dela é super gente boa também, super animado, e a irmã dela a
Mari...uiii...super pra cima, e que a Mai me desculpe, mas é toda gostosinha.rsrs
Dul ri.
Dul: Gostosinha??
Angel: Tenho 18 aninhos, um corpinho que nossa...toda ninfetinha, estilo Lolita sabe??
Dul: Sei como eh, essas menininhas com carinha de quem não quer nada, mas quer
tudo.hsauuss
Angel: Isso mesmo.rsrs. Mas é muito gente boa também, e meiga como a Mai, se parece muito
com ela, tanto como pessoa, como fisicamente. Tem a pele clarinha, os cabelos pretos e
cumpridos.
Angel ri.
Angel: Do Guido??rsrs
Dul: http://xn--9ca.rs
Angel: Não conheço não, ele eu vi só algumas vezes também, ele não ia na boate da Any,
detesta esses lugares barulhentos, e ainda mais uma boate GLS.rs
Dul nem toca mais no assunto, sabia que para Angel tava sendo difícil essa situação. E logo elas
dormem pelo cansaço. Lá pelas 4 horas da manhã, Dul acorda com muita sede, e decide tomar
um copo com água, não conhecia bem a casa, mas estava com muita sede, fazia calor aquela
madrugada. Ela se levanta, estava de shortinho, mas como ia andar pela casa, não sabia quem
encontraria lá, e veste uma calça de algodão e sai do quarto, desce as escadas, e chega a
cozinha, vestia uma calça de algodão e uma camisetinha. Ela abre a geladeira com receio, pois
nem estava na sua casa, era a primeira vez que estava naquela casa, mas estava com sede
tinha que beber um copo d’agua. Ela coloca agua pra ela, com a geladeira aberta, e começa a
beber a água no copo, quando escuta alguém falar.
Xxxx: Opa...
Ela se assusta, acaba engasgando com a água e virando pra ver quem era tossindo. A pessoa
começa a rir, vai até ela batendo em suas costas.
Dul para de tossir aos poucos, e só então repara na pessoa. Era uma garota muito linda, pele
clarinha, cabelos grandes e pretos, lábios rosados, sorriso lindo, e carinha angelical, misturado
com um Q de malicia e a cara de Mai. Ela desce os olhos pelo corpo dela, a garota usava um
shortinho preto curto, tipo aquele que a Dul usou no clip Nuestro Amor, a garota também
usava uma camisetinha branca. Dul percebe que as pernas dela era lindíssimas, tinha um
corpinho lindo, pernas bem torneadas, bumbum empinado, barriguinha e cintura delicadas, e
os seios era medios nem muito grandes e nem muito pequenos, tava na media certa. A garota
nem percebeu o jeito que Dul a alhava, pois seus olhos passeavam no corpo dela. Dul volta a
si, um pouco sem graça, só podia ser a irmã de Mai, e a pegou na cozinha, abrindo a geladeira.
Dul: Bem, vc deve ser a irmã da Mai neh.(fechando a geladeira e colocando o copo na mesa).
Ela da outro empurrão em Dul, que achou que a menina era doida, e sentiu um cheiro de
cerveja, a garota tava com hálito de quem bebeu a noite toda.
A garota ria de tudo, pois estava mais pra lá do que pra cá. Dul fica meio sem graça pelo
“gostosa”, pois mal a conhecia e já saiu falando assim, fora o olhar que ela lançava para seus
seios. Mas nem deu importância, a garota tava meio bêbada, embora a forma dela a olhar
estava a fazendo sentir um calor.
Mari: E eu sabia que os amigos da Mai iam chegar hj...quer dizer...ontem...rsrsrs...dai a única
ruiva que é amiga dela que sei que vinha ficar aqui em casa é vc.
Mari senta na mesa, e suas coxas ficam mais a mostra. Depois sobe a camisetinha um pouco,
deixando a barriguinha a mostra, saradinha e tinha um pircieng.
Dul quase baba, não podia negar, a garota era um tesão, ela engole seco e tenta não olhar.
Mari apóia as duas mãos na mesa, atrás de suas costas, enclina a cabeça para trás e deixa o
pescoço a mostra, fechando os olhos. Dul olhava tudo, ela ali com aquele shortinho, aquelas
coxas, aquela barriga, e aquele pescoço. Mari a olha.
Dul: é...bem...eu...vou dormir, amanhã, quer dizer hj vai ser um dia cheio.
Mari leva a mão a blusa, puxando um pouquinho mais pra cima, Dul abre mais os olhos, tava
achando que pouco custava pra menina tirar a blusa.
Dul tava com medo do desejo que tava começando a sentir. Ela da um passo, nisso Mari pula
da mesa, caindo do lado de Dul, com seu corpo encostado no dela.
Dul sente o calor do corpo de Mari, parece que passou para o seu, pois lhe subiu um calor
maior ainda ao sentir ela assim tão próxima. Mari ficou onde estava, olhou para os lábios de
Dul, se aproximou mais, Dul já podia sentir o calor do lábios dela, suas respirações se
misturando. Dul ficou sem entender bem, claro que a menina estava dando em cima dela, e
com certeza era bi, assim como Mai estava suspeitando, mas pelo fato dela achar que Mai não
sabia, estranhou a garota cair assim em cima dela, sabendo que ela era amiga de Mai. Ela
morreu de vontade de beijar aquela boca ali, tão perto da sua, mas não podia, ela era irmã de
Mai, não saberia se ela ia gostar, além do mais estava na casa doas pais dela, era a primeira
vez que ia ali, seria uma falta de respeito, tinha medo disso dar rolo para o lado dela, e além do
mais a garota tava meio bebada, vai que se arrependeria depois, ai sim, é que daria encrenca
pro seu lado. Ela então da um passo pra frente e olha pra garota.
Ela se apoia em Dul, melhor dizendo: Se joga em Dul, que segura ela.
Dul: Ei, cuidado ai mocinha, se não agente cai.(a segurando pela cintura).
Mari: Cair, só se for em cima de vc...ou se vc cair por cima de mim, também não vou achar
ruim.(olhar malicioso).
Dul sai arrastando ela, a garota se agarrou nela e assim foi. Chegando no corredor.
Dul sente o calor lhe subir de novo, os lábios dela eram tão macios. Mari leva as mãos na
cintura de Dul, apertando.
Mari: Tem certeza que não quer entrar??(ela conversava meio enrolado, por ter bebido
bastante).
Dul: Tenho.
Mari encosta na porta, puxando Dul para si, colando seus corpos, ela abre um pouco as pernas,
dando espaço para a coxa de Dul ficar entre suas pernas, e a puxava colando Dul nela. Dul
sentiu ser puxada para frente, ficando com as mãos soltas, ofegou um pouco, ao ficar nessa
posição.
Mari: Sei sim, e sei que vc ta me querendo tanto quanto eu to te querendo, ta me desejando
Dulce Maria...então porque não entra aqui logo e vamos matar esse desejo.
Dul fica louca com o que a garota diz, mas balança a cabeça, como se stivesse despertando, se
tocando onde estava, qualquer um poderia ve-las ali, ainda mais naquela posição.
Mari: O que tem demais? Agente é livre, pode fazer o que quiser, somos só duas pessoas que
estão se desejando, vamo consumir essa vontade ruiva...(ela leva a boca no ouvido de Dul) eu
quero vc na minha cama.(ela morde a pontinha da orelha de Dul)
Dul pira mais ao ouvir isso, já estava excitada só de ouvir a menina falando, aquela garotinha
era um perigo.
Ela havia acordado, e rolava de um lado pro outro, ela para olha Poncho que dormia
tranquilamente.
Ela então decide se levantar, beber uma água, pra ver se voltava e conseguia dormir. Ela segue
andando.
Lá fora na porta do quarto de Mari, que ficava ao lado do de Any, Mari tentava Dul para entrar
em seu quarto.
Dul tentava raciocinar, estava cheia de tesão, mas pensa em sair fora, porque tesão da e passa.
E não queria problemas para seu lado.
Nesse exato momento Any abre a porta, olha pro lado, dando de cara com as Duas. Ela abre
bem os olhos, será que tava enchergando mal?? Não, não tava, era Mari e Dul se beijando. Ela
olha a posição das duas, pernas perdias umas nas outras, Dul corrspondeu ao beijo, mas já na
intenção de sair dele. Any odeia o que ve, e pensa, que Dul mal chegou na casa, mal conhece o
pessoal e já sai fazendo esse tipo de coisa na casa deles, era uma falta de respeito, e vergonha.
Mas isso tudo é pelo ciúme que a corroeu por dentro, pensou consigo mesmo que Dul era uma
galinha, isso sim, se atraca com todas que aparece, e ainda quer falar dela. Ela aumenta a
respiração devido a raiva, e não aguenta.
Any: Dulce Maria, posso saber o que é isso??(olhando com os olhos ardendo de ciume).
Dule Mari se assustam, e Dul falta sentir um ataque, não era pra ninguém ver aquilo, muito
menos Any, sabia que agora ela ia cair em cima dela, enchendo o saco, pela garota ser irmã da
Mai, e com certeza iria abrir a boca pra ela. Mas por outro, assim ela via que ela não era a
unica. Mas no fundo, lhe encomodou Any a ver com Mari, como se quisesse esconder algo
dela, talvez lá no undo era o medo de Any não quer-ela mais, ela pensa: Mas que tolice, que
diferença faz se Any não me querer mais, pois não é tudo que desejo? Que me deixe em paz.
Mari começa a rir, realmente tava bebada. Any a olha percebendo seu estado, não tava caindo
de bebada, mas dava pra ver que tinha bebido bastante.
Dessa vez ela realmente tava brincando, claro que não iria fazer isso, mas adorava brincar e
dizer besteiras. Dul se separa dela.
Elas falavam baixo só Mari que falava alto. Dul se desesperava, assim ia acordar a casa toda, e
principalmente os pais dela.
Dul a olha.
Dul: Olha só, aqui não eh lugar pra discutir isso ok.
Any: Vc não respeita a casa dos outros, e olha o estado da menina, ta bebada.
Dul: Quer saber, eu vou dormir, daqui a pouco a casa interia ta aqui.
Ela sai andando, abre a porta de seu quarto entrando, sem nem da ouvidos pra Any e Mari.
Mari e Any se olham com aquela cara de: Deixou agente falando sozinha.
Any: Como vc fica se atracando com a Dulce aqui no meio do corredor, e se seus pais saem e
ve uma coisa dessas??
Any: Pra mim não tem nada, mas pra eles não quero nem imaginar.
Mari entra em seu quarto rindo, logo se joga na cama, e do jeito que tava, de roupa sandália e
tudo, fica por ali mesmo, Any entra, tira as sandálias dela, e a a jeita na cama, logo depois
saindo. Ela sai, fechando a porta e fica olhando para a do quarto de Dul, pensa e pensa, até
que não aguenta e entra, ela enxerga tudo escuro, devagar fecha a porta, conseguia enxergar
só um pouco pela luz da lua que vinha pela janela, ela olha para as duas camas enxergando
uma deitada, mas não sabia se era Dul ou Angel, ele segue para mais perto da outra, e acaba
tropeçando em um tênis, caindo pra frente ajoelhada com as mãos no chão.
Logo escuta uma porta se abrindo atras dela, ela olha para ver quem era. Dul saia do banheiro,
escutou o pequeno barulho e foi ver o que era.
Any levanta.
Dul sai andando se deitando em sua cama, Any vai atras dela e senta em sua cama, ninguém
dava as costas assim pra ela, ela achava um desafouro.
Dul: Quem manda entrar no quarto dos outros a uma hora dessas??(deitada de barriga pra
cima.
Any: Quem manda vc ser tão chata em menina??
Any: Chata!!
Dul: Irritante!!
Any: Nojenta!!(ela aproximas mais o rosto dod e Dul a medida que se irritava).
Any: Petulante!!
Dul: Abusada!!
Any: Atrevida!!
A cada palavra elas se irritavam mais e aproximavam seus rosto, como se quisessem se
desafiar.
Dul: Idiota!!
Any: Tola!!
Dul: Imbecíl!!
Any odeia o jeito como Dul diz, o deboche em sua voz, e isso a irritava profundamente.
Any: Cala a boca Dulce Maria.(ficando com seus rostos a um dedo de distância).
Any: Ta duvidando.
Any não da tempo dela terminar a frase e a beija, beija com desejo, fome, fúria, com todo
desejo e irritação que lhe corroia por dentro, ela levou a mão a nuca de Dul por debaixo dos
cabelos, entrelaçou seus dedos nele, com a outra mão na cintura de Dul, a beijando com muita
vontade. Dul foi pega de surpresa, mas logo correspondeu ao beijo, não esperava essa reação
de Any, mas foi tão repentino e gostoso, que não conseguiu nem se quer tentar sair daquele
beijo. Levou sua mão a nuca de Any a beijando na mesma sede, com sua irritação também. Se
beijavam desesperadamente, suas linguas se entrelaçando e suas bocas em perfeita sintonia.
Any aos poucos foi se inclinando sobre Dul, não param de se beijar nem por um segundo. Any
ficou deitada por cima de Dul, descia e subia a mão pela lateral do corpo de Dul, e apertava
com desejo, Dul deixou uma nos cabelos da loira, os bagunçando enquanto suas linguas
bailavam uma na boca da outra, a outra mão ela levou as costas de Any por debaixo da blusa,
apertando, passando as unhas. Logo ela gira seus corpos ficando por cima de Any, as duas
estavam pra lá de ofegantes, sentindo seus corpos quentes, chamando com urgência um pelo
outro, Any abre as pernas deixando Dul entre elas, assim suas intimidades tinham contato pela
roupa, o que as excitavam mais ainda, Dul enfiou uma mão na blusa de Any, subindo pela
barriguinha da loira, parando no seu seio, o massageando, apertando com desejo, fazendo Any
a beijar com mais intensidade e aumentar a respiração ao sentir a mãozinha quente de Dul lhe
acariciar ali. As mãos de Any passava pelas costas de Dul, cintura, subia e descia em uma
caminhada louca de desejo, apertando a ruiva tamanho tesão que sentia, e suas respirações
cada vez mais ofegante, estavam molhadas pelo imenso tesão, ali era puro fogo, desejo,
paixão, estavam numa coisa sem controle, não conseguiam para, e o fato do perigo, porque
Angel estava na cama ao lado, Any havia deixado Poncho em outro quarto as excitava mais.
Mas não importava, estavam se sentindo, se desejando e o mundo poderia explodir que elas
não estavam nem ai, mas tomavam cuidado com o barulho, para não acordar Angel. Dul
roçava seu corpo no de Any, e Any se remexia toda em baixo de Dul, levou suas mãos ao
bumbum de Dul pressionando contra ela, Dul roçou nela mais, assim, suas intimidades ficaram
se roçando mesmo pela calça de moleton de Dul e o short de algodão que Any usava, e essa
falta de contato direto, com a roupa no meio, as deixava mais excitadas ainda, querendo se
sentirem sem nada. Dul passou a beijar o pescoço de Any, dando chupadas, Any sentia a boca
e língua quente de Dul, junto com a respiração dela em seu pescoço, nessa loucura toda já não
agüentavam mais, estavam muito excitadas e cada vez mais molhadas. Any mordia os lábios
com força para não gemer, e apertava Dul cada vez mais, já Dul segurava seus gemidos no
pescoço de Any.
Any: Não, eu não quero sair daqui, eu te quero e quero agora.(bastante ofegante também).
Dul sussurrava enquanto beijava o pescoço de Any, roçava suas intimidades e acariciava o seio
de Any.
Any: Dane-se eu quero vc, ela ta dormindo não vai ver nada.(sussurrando ofegante).
Dul escuta essas palavras, Any dizendo que precisava dela e fez pirar, ela pega o edredon e as
cobre um pouco acima da cintura pra baixo, nunca se sabe neh, vai que Angel acorda e ve uma
cena daquelas.
Any leva as mãos na calça de Dul puxando para baixo, e falando enquanto puxava mais.
Any: Não to agüentando(ela abre mais um pouco as pernas) quero vc, me faz sua(ela morde de
leve o ombro de Dul) me faz gozar pra vc.
Dul enlouquece com essas palavras, Any estava tão entregue, estava tão dela, até estranhou
vê-la assim, se entregando toda, ou então queria provoca-la mais, para ela não querer sair dali,
mas ela não queria mais saber, pirou e estava desejando Any tanto quanto ela estava a
desejando. Mas queria ouvir mais uma vez, não sabia quando ouviria isso de novo, então
queria gravar na sua mente, aquela voz rouca a pedindo para a fazer dela.
Dul: Repete, diz de novo.(sussurrando no ouvido dela roçando mais suas intimidades).
Dul se mexe em cima de Any, a ajuda, e tira sua calça remexendo com as pernas, até tira-la
com calcinha e tudo. Depois tira o short de Any com calcinha e tudo também. E Angel para a
sorte dela é daquelas que dorme igual a uma pedra, tem o sono bastante pesado. Dul logo se
ajeita em Any, entre suas pernas, começando a roçar suas intimidades, ambas fecham os
olhos, sentindo a sensação, e começam a se beijar para não soltarem nem um gemido, nessa
loucura toda, seus corpos se roçando, suas intimidades já latejavam molhadas pelo tesão
incontrolável das duas, se beijavam, Any pressionava Dul cada vez mais contra ela, e não
demorando muito gozam as duas juntas, pois antes de tirarem suas peças de roupa da parte
de baixo estavam a ponto de gozar tamanha a excitação, gozaram uma abafando os gemidos
na boca uma da outra.
Depois do intenso gozo Dul deitou desabou seu corpo no de Any, seus cabelos ruivos
espalhados nos ombros de Any, seus corações acelerados, meio suadas, com os corpos moles.
Depois de sentirem a respiração se acalmar, Dul diz, ainda com a cabeça deitada no ombro de
Any.
Any passou as mãos nos cabelos de Dul, os tirando do rosto dela. Fechou os olhos, aquela
sensação estava tão gostosa, de senti-la ali, nela.
Dul estranha.
Dul: Mas...
Any: Será que não consegue ficar calada um minuto?? Fica quietinha.
Dul estranha mais ainda, Anahí não estava normal naquela noite.
Any começa a acariciar os cabelos de Dul com carinho, calada, apenas sentindo o perfume da
ruiva. Dul estranhou muito, mas achou melhor ficar calada e curtir, não é todo dia que Anahí
lhe fazia carinho, achou melhor nem discuti, e curtir o momento.
Dul se aconchegou em cima de Any, fechou os olhos sentindo o coração da loira batendo com
o seu, deixou sua cabeça deitada sobre o ombro dela, sentindo a mão de Any passando em
seus cabelos, aquela sensação era maravilhosa, pela primeira vez na vida ela sentia um carinho
de Any, isso a deixava tão bem, feliz, isso até a espantava como um simples gesto de carinho
de Any a fazia tão bem assim, como isso tinha uma importância pra ela, por mais que fosse
apenas um pequeno carinho. Ela não queria estragar o momento, estava perfeito, mas não
resistiu e carinhosamente deu um beijinho no ombro de Any, foi dando selinhos até o rosto d
loira, ela sabia que isso poderia despertar Any e ela acabar correndo dela, mas Any nada fez,
sentiu os beijinhos de Dul. Dul levou seus lábios aos dela, roçou neles lentamente, e iniciou um
beijo calmo, lento, cheio de carinho, diferente daqueles loucos de paixão que elas
costumavam dar. Any correspondeu da mesma forma, suas línguas se encontraram, deslizando
uma pela outra, com total calma, estavam se sentindo apenas pelo beijo, Any continuou a
acariciar Dul pelos cabelos carinhosamente. Depois finalizaram o beijo com varios selinhos
lentos, Dul ficou deslizando seu nariz no de Any sentindo suas respirações calmas, depois de
um longo selinho novamente deitou sua cabeça sobre o ombro de Any, que ficou lhe fazendo
carinhos, nesse clima gostoso e calmo, nenhuma queria sair dali, Any pensou consigo mesma
que ficaria só mais uns 5 minutinhos e iria, pois Poncho poderia acordar. Mas nessa de 5
minutinhos...
Any abre os olhos, senti uma claridão e os fecha de novo, sentindo um braço a abraçar, uma
perna sobre as dela, ela abre os olhos novamente passando as mãos neles, olha para o lado e
vê os cabelos vermelhos que ela bem conhecia caídos sobre seu ombro, Dul dormia
tranqüilamente com uma carinha feliz, Any achou linda a carinha dela, mas antes de sorrir se
deu conta, onde ela estava?? Ela abre mais os olhos, olha pro outro lado e Angel dormia, olha
pra janela e o dia estava claro com sol, de uma vez ela se senta na cama, assustada com a mão
na boca se dando conta de que havia dormido por ali mesmo, perdeu a hora e se apavora, será
que Poncho já havia acordado? Será que ele viu que ela não dormiu o resto da madrugada lá?
Será que a casa toda já havia acordado? Será que alguém viu ela lá dormindo abraçadinha com
Dul? Será que Angel viu?? Se desesperou completamente.
Any: Cacete!!
Any: Dulce...Dulce...acorda.
Ela falava baixinho e sacudiu a ruiva com mais força, Dul acordou e a olhou, ainda meio
avoada.
Dul se senta passando as mãos nos olhos, acordando direito, reparando que o dia tava claro e
Anahí ainda estava lá.
Any: Eu peguei no sono caramba(passando a mão no cabelo) será que alguém me viu aqui?
Será que ele deu por minha falta, será que já acordou e o pessoal da casa??
Any: Droga.
Dul: Porque ao invés de ficar me enchendo não vaza logo daqui, antes que o povo acorde, isso
é, se não tiver acordado neh.
Dul pega seu celular em cima do criado mudo do lado da cama, olhando as horas.
Any: Mas hoje vai ter o casamento, devem ter madrugado pra prepararem tudo.
Dul: Será que a Angel te viu aqui?? E se alguém abriu a porta?? Caraca, fiquei preocupada
agora, já pensou??
Any: Já pensei sim, mil e uma vezes, o que eu faço?? E se tiverem acordado??
Logo Any já havia vestido seu short também, e Dul sua calça.
Any: Ok.
Nesse momento Angel se meche na cama, com jeito de quem vai acordar, as duas se olham
sem saber o que fazer.
Dul: Se esconde!!
Dul deita Any na cama, jogando o edredon por cima dela, ela deita virada para Angel de lado
com a cabeça apoiada na mão, e o cotovelo no colchão, embrulhada também. Angel aos
poucos acorda.
Dul: é, to vendo.rs
Nisso Angel fica conversando com Dul, já havia passado minutos e Any já estava roxa debaixo
do edredon, sentindo falta de ar. Dul conversava com Angel, mas com a atenção voltada para
Any. Mais minutos se passam, Any com cuidado da um jeitinho deixando uma pequena
abertura no edredon, para respirar, assim ela se sente menos sufocada.
Ela se levanta, pega sua toalha e segue para o banheiro, ela entra fechando a porta. Na mesma
hora Any joga o edredon de lado que acaba caindo no chão, tomando ar.
Nisso elas escutam Angel abrindo a porta do banheiro, iria sair lá para fora, Any arregala os
olhos de desespero, o que iria fazer agora, o edredon tava lá longe no chão, que ela havia
jogado.
Angel já ia saindo do banheiro, Dul então empurra Any no chão, a coitada se espatifa em cima
do edredon, pensando que Dul tava louca de derruba-la assim e que iria mata-la. Logo ela
segue pra debaixo da cama.
Angel pega sua escova em suas coisas e volta ao banheiro, fechando a porta, logo Any sai
debaixo da cama, se levanta passando a mão no braço. Dul a olhava para ver se estava tudo
bem.
Any: Vc ta louca? Como me derruba assim?? Meu braço ta vermelho, daqui a pouco vai ficar
roxo, ai meu Deus, como vou ao casamento assim??
Any: Chilique?? Eu quase quebrei o braço por sua causa Dulce Maria, quase sofro uma fratura.
Dul: Eu??
Any da mais tapinhas em Dul que se esquiva rindo, se defendendo com as mãos.
Any: Vai saber neh, vai que resolve me jogar da janela, do jeito que é psicopata.(rindo).
Any ri junto.
As duas ficam rindo feito duas bestas. Aos poucos vão parando de rir, e se olhando, seus olhos
se encontravam, Dul olhava tão intensamente nos olhos de Any, que isso assustava a loira, o
olhar de Dul era profundo, como se enxergasse dentro dela, e isso a assustava um pouco, a
forma como Dul a fazia sentir um arrepio lhe percorrer as espinha e um frio na barriga. Ela
então desvia seus olhos do de Dul.
Any: Olha lá se da pra eu sair, daqui a pouco Angel sai do banheiro e eu aqui ainda, sem contar
que o povo já deve ta tudo de pé já.
As risadas com Dul foram tão boas, que ela até esqueceu o povo lá fora, nem ela percebeu
isso.
Dul vai a porta, abre, coloca a cabeça pra fora com cuidado, olha de um lado para o outro e
não ve ninguém, ela olha pra Any.
Any segue até a porta, e sai olhando para todos os lados, estava um total silencio, pelo visto
estavam todos dormindo ainda.
Dul: Parece que não, então vai logo antes que acordem.
Elas ficam se olhando por um tempinho, Any esperando Dul fechar a porta e Dul esperando ela
entrar em seu quarto.
Any: Ok.
Any vira de costas abrindo a porta em sua frente, mas antes de entrar ela olha para tras e Dul
estava parada na porta ainda a olhando.
Elas ficam seolhando de novo, na verdade o clima tava bom, apesar de viverem brigando,
nesse dia estavam mais calmas, cumplices, tava diferente, era uma coisa boa, tanto que na
verdade não queriam ficar sem a presença uma da outra, por isso a demora para entrarem em
seus quartos. Dul então é despertada por Angel que sai do banheiro perguntando o que ela faz
na porta, logo Any percebe, elas dão um sorrisinho e Dul entra para seu quarto fechando a
porta, Any fica lá na porta do seu, sorrindo ao lembrar do sorriso de Dul, da sensação gostosa
que estava sentindo. Aos poucos ela se toca.
Ela olha para dentro de seu quarto e Poncho ainda dormia tranquilo.
Any pensando: Que sorriso besta é esse?? Ta parecendo quando...não, não, não vou cair nessa
besteira de novo.
As horas se passam, realmente ninguém havia acordado quando Any e Dul acordaram. Logo
depois todos tomaram café juntos, conversaram, Dul foi apresentada a familia de Mai. Depois
disso foram arrumar os ultimos preparativos para o casamento e a festa, Mai passou o dia
todo cuidando de si, cabelo, unhas e essas coisas, tava tudo tão corrido que não teve a
oportunidade de conversar com Angel a sós, e Angel a cada minuto se perguntava o que tinha
ido fazer ali. Dul e Any trocaram olhares o dia todo, mas Any sempre desviava os olhos dos de
Dul, como se correse de algo. Com passar das horas finalmente era a hora do casamento. Foi
perfeito, lindo, a Igreja estava perfeita, era o casamento dos sonhos de qualquer mulher, Mai
ao entrar na Igreja sentiu seu coração apertado, uma enorme insegurança, e indecisão, mas
não tinha mais como voltar atras e nem tempo pra pensar, já estava feito, agora era ir até o
final. Em seus olhos sairam lágrimas, mas que para muitos era de emoção, para ela era de um
"arrependimento", nem ela tinha certeza se é isso, mas uma coisa ela tinha certeza, casar não
era o que ela estava querendo naquele momento. Mas enfim, tudo segue normal, até a hora
do sim, o padre fez a velha pergunta e eles responderam que sim. Angel se segurava para não
chorar e evitava olhar para os dois, já Mai na hora da troca de alianças olhou para Angel, e isso
fez seu coração apertar mais ainda, e a certeza de que ela não queria mesmo aquilo, mas teve
de seguir com tudo. O casamento aconteceu, perfeito, um sonho aos olhos de quem tava de
fora, mas só Angel e Mai sabiam o que sentiam. Depois do casamento, já era umas 20:30 da
noite, havia chegado a melhor parte a da festa.
Todos seguiram para a festa. A casa de Mai estava linda, tudo acontecia no jardim da casa,
todo decorado, aquela coisa de quem tem muito dinheiro, no momento havia uma banda
tocando, logo depois haveria uma DJ, e claro, Mai ia tocar um pouco para o pessoal e Dul
também. Já estavam no meio do jardim, onde a banda tocava, e tinha a pista de dança, Chris,
Dul, Any, Poncho, Angel. Mai dava atenção aos outros convidados junto com Guido.
Any: Olha lá em Chris, não ta na sua boate não viu.rsrs.Isso é uma casa de familia.rs
Todos sorriem pra ela, e dançam juntos animados e bebendo. Tempinho depois, Mari segura
Dul pela mão.
Mari: Vamos ali Dul, quero te apresentar a uma galera, uns amigos meus.
Any logo olha para as duas, as mãos segurando uma na outra, e não gosta nada nada. Mari sai
arrastando Dul pela mão. Chegando lá Dul é apresentada a todos, ela logo se enturma, se
diverte, ri, bebe, a galera era legal. Logo depois ela decide voltar onde estava Chris e o resto,
na verdade seus olhos estavam pedindo por Any. Logo ela e Mari já estavam de volta com os
outros, Mari conversava muito com Dul, as duas riam, haviam se entendido bem, e Any só
observava não gostando de tamanha "quimica". 2 horas haviam se passado, e quem tava
bebendo já tava meio de fogo já, ou seja Dul, Any, Chris, Mari, Angel, Poncho estavam no
meio, Mai dava o máximo de atençãoa eles, mas como eram muitos convidados a coitada
ficava pra lá e pra cá, dando atenção a todos, e fora que Guido não saia do seu pé, pra ela ficar
um pouco mais a vontade com seus amigos.
A Banda começa a tocar uma musica, Ser o Parecer, nesse momento Angel estava olhando
para Mai, estava ao lado de Guido e abraçados, eram sorrisos para todos os lados, Guido
realmente tava muito feliz, Mai era pura encenação, mas claro, apesar de não querer sorrir
muito, não poderia ficar de cara triste, e nem deixar os outros perceberem. Angl sai dali, e
deixa os outros dançando e se divertindo, ela sai andando pelo jardim, Any a seguiu com os
olhos, enquanto Mari dançava e ria com Dul, Chris falava alguma besteira com Poncho. Angel
segue para um lugar mais afastado do jardim, um lugar meio longe de todos e tinha um
balanço, ela se senta nele, com um aperto no peito, sua vontade era de ir embora daquela
festa naquela hora, sumir dali sem nem dar satisfações a ninguém, ou pelo menos ir deitar e
dormir.
Onde ela havia deixado os outros, Any chega em Dul a puxando pelo braço pro lado enquanto
ela conversava animadamente com Mari.
Any: Da licença Mari, é rapidinho aqui.(ela para com Dul mais distante).
Dul: Amiga??
Any: Foi por ali oh, se não me engano ela foi a caminho do balanço.
Any: Olha só, vai por ali oh(mostrando com o dedo) daí da a volta naquela planta ali e segue
direto que vc acha.
Any retribui, logo Dul vira e segue o caminho. Em pouco tempo ela chega ao local e vê Angel
sentada no balanço de costas, ela anda devagar fica do lado dela, sentando no balanço do
lado, Angel logo percebe a presença dela, disfarça enxugando as lagrimas.
Dul: Ta ai é sumida.
Dul: Não precisa fingir pra mim Angel, sei que vc ta mal por causa da Mai.
Angel suspira.
Dul se levanta, fica em frente a Angel e se abaixa, segurando nas mãos dela.
Dul: Se ela for pra ser sua vai ser, não é por nada não, mas a Mari disse que esse casamento
não dura muito não, ela me contou umas diferenças entre eles, ela disse que conhece bem a
irmã, e que parece que ela nem queria ta se casando, talvez o destino reserve uma surpresa a
vc.
Angel ouvia tudo de cabeça baixa, ela então levanta o olhar para Dul.
Angel: Tem muita coisa no meio, familia, ele, muita coisa, e a Mai não vai jogar tudo pro alto
assim, além do mais ela ta nem ai pra mim.(com os olhos marejados).
Dul: Não eh que ela ta nem ai Angel, mas tava tudo marcado.
Angel: Não to dizendo que ela deveria renunciar ao casamento e vir correndo para os meus
braços, mas pelo menos conversar um pouquinho comigo, nem um abraço de verdade eu
ganhei dela, ela nem veio falar comigo, não ficamos nenhum momento a sós, e pelo jeito que
ela tava me tratando antes de vir pra cá, era pra ter acontecido pelo menos isso.
Angel olha para o céu segurando suas lágrimas, fazendo um esforço enorme para não chorar,
sentindo um nó na garganta.
Dul da um salto para cima ficando em pé. Ela não suporta ver ninguém mal, e vira a maior
palhaça só pra animar os outros.
Dul: Para de chorar, vai borrar a maquiagem e não quero mulher feia atrás de mim.rsrs
Angel ri mais.
Dul: Então vamos lá, vamos pra aquela festa, beber, e dançar, rir muito, pq ficar aqui assim não
vai adiantar nada, vai trazer a Mai pra vc??(puxando ela pela mão).
Angel s levanta.
Angel: é, vc tem razão, o pior já aconteceu, ficar assim não vai resolver nada.
Dul: Vamos beber e comer algo, já que é pra ficar deprimida então fique deprimida mas de
barriga cheia. kkkk
Dul sai arrastando ela pela mão, e chegando onde havia deixado os outros, que era na frente
do palco, ela vê eles acabando de cantar uma musica, Poncho, Chris e Any haviam acabado de
cantar. Chris ela já sabia que ela cantava um pouco, mas Poncho e Any a surpreendeu. Chris
logo grita.
Chris: Vem Dul, vem cantar com agente.(sorrindo todo animado, a chamando com a mão).
Dul olhava para ele em cima, do pequeno palco, de mais ou menos um metro.
Angel: E daí?? Vai lá Dul...se não for vou ficar triste e deprimida de novo, e volto pro balanço.
Dul: Ah Chris...
Dul olha para Any, com aqueles olhos azuis, e aquele sorriso que a deixava completamente
boba.
Mai: Canta Dul, canta pra mim, eu quero ver.(a abraçando e sorrindo).
Dul sobe no palco, estavam na seguinte ordem, Poncho, Chris, Any e Dul.
Logo a banda começa a tocar, Mai estava do lado de Angel e sozinha, com maior sacrifício se
livrou de Guido, mas para a sua tristeza lá vinha ele em direção a ela, nisso Mari fala no ouvido
dela.
Mari: Pode deixar maninha, eu cuido do careca, e vê se deixa de ser frouxa e age logo.(se
referindo a Angel).
Mai sorri, Mari sai dando seu jeito e levando Guido pra bem longe de Mai. Angel mantinha seu
olhar lá em cima na banda, não queria ter que olhar nos olhos de Mai, isso lhe causava uma
enorme angustia.
Chris:
Pero pierdo en el intento (os olhares das duas se cruzavam, logo Any desvia o seu).
CyA:
Nunca te fijaste en mi
Eres tan inalcanzable, tan sublime como un angel (nessa parte Mai canta e olha pra Angel).
Un amor casi imposible (nessa parte Angel canta mais sem olhar pra Mai).
Te me as vuelto inalcanzable...inalcanzable
Que ganas de decirte que no hay nadie más (Angel facha os olhos pensando em Mai).
Como duele verte suspirar por quien no te hace feliz (Agora ela abre os olhos segurando as
lagrimas).
E assim seguem cantando a canção, Dul e Any cruzando olhares, mas não por muito tempo, se
não assim todo mundo que tava lá em baixo ia acabar percebendo.
Por fim a musica acaba, todos os convidados que estavam ali, aplaudiram adorando. Eles
ficaram sorrindo em cima do palco, e lá em baixo:
Angel a olha.
Ela sai, deixando Angel sem resposta, Angel fica meio sem saber o que fazer, mas quando vê já
ta despistando, e indo para dentro da casa sem que ninguém a notasse muito.
Enquanto Any, Dul, Poncho e Chris descem do palco e decidem se sentarem um pouco e
beberem algo pra molhar a garganta. Se sentam em uma mesa próxima ali mesmo, Any do
lado de Poncho, depois Chris, e Dul do seu lado de frente pra Any.
Eles riem e ele sai com Poncho, deixando as duas sozinhas na mesa. Dul fica meio sem jeito,
olhando para as pessoas que conversavam em sua volta. Any da um gole na bebida que
tomava a olhando, ela estava mais solta, pelo alccol, mas nada exagerado, ma estava mais
solta.
Dul: Sério.rsrs
Dul: Vc também canta bem pra caramba, não sabia que cantava.
O papo tava agradável, era muito raro essas duas conversarem feito duas pessoas civilizadas.
As coisas pareciam ir mudando aos poucos entre as duas, depois da noite passada estavam
mais amistosas, Dul tava menos na defensiva, e Any a estava tratando com menos desdém.
Any: Temos que esperar eles, pra saberem que fomos ao banheiro, pq se não chegam aqui e
não encontram agente.(bebendo mais um pouco).
Dul: Nós??
Dul só ria.
No quarto de Mai, Angel já havia chegado lá, ela mal bateu na porta e Mai a puxou para dentro
a beijando com muita saudade, Angel de imediato correspondeu, Mai encostou ela na parede,
e foi aquela coisa, mão subiu, mão desceu, depois desse agarra, agarra todo, elas pararam o
beijo por falta de ar, estavam com as testas coladas, respirando rápido, Mai com as mãos no
rosto de Angel, e Angel com as suas na cintura de Mai.
Mai: Eu também, não via a hora de te ver de novo, te abraçar, te tocar, te beijar...poder te
olhar assim, como to fazendo agora.(passou a mão no rosto de Angel).
Angel sorria toda boba, mas logo sua realidade vinha, desfazendo seu sorriso.
Mai: Esquece dele então de novo, pelo menos enquanto estiver aqui comigo.
Angel: De que adianta?? Não posso fingir Maite...não posso(enchendo os olhos de lágrimas).
Mai suspira.
Mai: Vc sabe...acho que é melhor agente não falar disso agora, só vai piorar as coisas.
Angel necessitava ouvir o que Mai sentia por ela, pois ela nunca dizia nada, sempre deixava as
coisas subentendidas.
Angel: Deixa pra lá??(ela sai dos braços de Mai, ficando do seu lado a olhado).
Mai: Angel eu vim aqui pra matar a saudade, não faz isso poxa.
Angel: Eu sempre sou deixada pra lá neh Maite...sempre...sempre fui sua diversão, desde
quando vc sabia que eu era louca por vc, adorava me provocar e sempre saia fora, e agora vem
com esse papo ai, quer saber...eu to cansada, e to fora...fique com seu maridinho ai e me
esquece ok??
Ela fala meio irritada, e lutando para não chorar, logo ela abre a porta e sai, Mai tentou ir atrás
dela, mas ela andou bem rápido, chegou até o pessoal lá em baixo na casa, e Mai teve que
ficar quieta. Angel queria chorar e chorar, mas olhou em sua volta e havia muitas pessoas,
queria fugir, correr, sumir, desaparecer. Mas não era possível, teve que engolir o choro. Mari
chega perto dela, estavam na sala.
Angel: Não, não, desculpa Mari, é que as coisas não saíram muito bem.
Mari: O que a Mai fez?? Ai meu Deus, mas nem parece minha irmã cara, vai me conta.
Lá na mesa de AyD, Poncho e Chris voltam, conversando animadamente, Any logo se levanta.
Dul a olha com a cara de: Eu?? To indo a lugar nenhum e rindo.
Chris: Mas pq mulher tem que irem ao banheiro sempre juntas hem??
Chris: Ah achei que era pra uma segurar a outra enquanto faz xixi, pra não sentar no
vaso.kkkkkkkkkkkkk
Ele morre de rir, já tava meio tonto já pela bebida. Aliás, todos alia estavam, havia horas que
estavam bebendo na festa.
Dul: Eu não.rsrsrs.
Mai chega:
Any: Palhaça.rsrs
Poncho ri.
Mai: Não vai vc, to cansada.rs. Vou aproveitar que o Guido me deu uma folga.
Any se irrita um pouco com o doce que Dul ta fazendo, o que tinha demais ir ao banheiro com
ela? Isso a deixa irritada.
Ela sai irritada. Todo mundo na mesa se olha, estranhando, e Dul fica toda sem jeito, parecia
que todo mundo ali sabia o pq da irritação de Any, principalmente Poncho, morria de medo
dele desconfiar de algo. Mas no fundo adorou irritar Any.
Mai tentou aliviar mais a situação, afinal Any deu muito na cara.
Mai: Sabe o que é gente, a Any detesta ir ao banheiro sozinha, gosta de bater papo, ah vcs
sabem neh, Any e suas manias. Ela detesta ser contrariada.
Poncho: Isso é verdade. Ah vai lá Dul, se não ela vai ficar toda irritadinha, não liga pro chilik
dela não.
Dul pensa: Era só o que me faltava, o cara pedindo pra ser corno.(ela sente uma enorme
vontade de rir, mas segura).
Dul suspira.
Dul: Ok ok...eu vou...por isso que ela é assim, toda mimada, vcs fazem todos os gostos dela,
trata como se fosse http://xn--criana-0ua.rs
Mai: Mas caramba, ela me falou umas coisas lá, poxa, eu não to fazendo ela se sentir mal
porque quero...e além do mais nunca prometi nada pra ela.(cruzando os braços).
Poncho: Calma Mai.
AyD:
Any havia ido ao banheiro de seu quarto. Dul logo que entrou na porta da sala, avistou ela
subindo as escadas, e foi atrás. Ela foi seguindo Any, Quando ela subiu a escada foi para o
corredor, Any já havia fechado a porta de seu quarto, ela segue, abre a porta, e vê que a do
banheiro estava fechada. Ela senta na cama esperando Any sair. Any lá dentro resmungando
porque Dul não quis ir com ela, se olha no espelho, da uma mexida nos cabelos e sai vendo Dul
sentada na cama.
Any: Veio aqui pra me dizer isso?? Ok, já pode ir, não quero saber o que pensa de mim.(ela se
vira para o espelho).
Dul tava adorando pirraçar ela, sua diversão preferida era irritar Anahí.
Dul: “Ok, então fica ai”.(ela imita Any, fazendo a vozinha dela, e gesticulando as mãos de um
jeito todo fresco).
Any fecha o baton, respirando fundo, Dul a irritava com essas brincadeirinhas que para ela
eram super idiotas.
Dul: Ui ta nervozinha eh.(rindo).
Any coloca o baton em cima da cômoda e se vira para sair. Dul a segura.
Ela sai andando. Dul a puxa com força pelo braço, passando os braços em volta da cintura dela,
a puxando para si, colando seu corpo no dela, fazendo seus lábios ficarem quase encostados.
Ela roça seus lábios nos de Any devagar, fazendo a loira ofegar um pouco, mas logo ela
controla sua respiração.
Dul: Mas ta trancada, já sabe com que intenção fiz isso neh.(sorrindo maliciosa).
Any estranha muito essa atitude de Dul, pois é sempre ela que vai atrás, agora Dul caindo
matando assim em cima dela, isso não era comum. Mas o jeito que Any estava a tratando
desde a ultima noite fez Dul quebrar um pouco a resistência, estavam se dando bem, o clima
ficou legal entre elas depois da noite passada, e isso fez Dul a querer mais, o álcool tava
ajudando um pouco também, mas ela só estava de fogo, não tava bêbada ainda. Ela
simplesmente, estava com vontade de ter e sentir Any de novo. Apenas isso.
Dul anda abraçada a Any e a encota na parede devagar, olhando em seus olhos, lábios e olhos
de novo.
Dul: Faça algo que eu quero pelo menos uma vez na vida Anahi.
Dul roça seu nariz devagar no de Any, com uma mão na cintura dela, seu corpo encostado no
dela, e com auma mão segurando delicadamente o rosto de Any. Ficou passando seu nariz
devagar no de Any com os olhos fechados, suas respirações e hálitos se misturavam. Any fecha
os olhos ao sentir os crinhos de Dul, sentiu um friozinho na barriga de tela daquela forma junto
a ela, seu coração batia forte, mas apesar disso, tava se sentindo tão calma ali, segura, sua
vontade era de ficar ali assim e nada mais, ela foi tirando as mãos dos ombros de Dul e
deslizou eles pelos braços da ruiva, desceu e subiu com calma, podendo sentir em sua mão
todos os pelinhos de Dul se arrepiarem, Dul roçou seus lábios nos de Any devagar, fazendo a
loira selar os seus nos dela, ficando um longo tempo assim, aos poucos ambas foram abrindo a
boca, inciando um beijo, Any subiu as mãos e passou seu braço em volta do pescoço de Dul, a
envolvendo e a puxando mais, Dul desceu sua mão do rosto de Any para a cintura a
envolvendo com os dois braços, e ficaram se beijando com total sintonia e calma, seus lábios
uns nos outros, suas linguas se explorando cada cantinha da boca uma da outra. Tava bom,
gostoso, estavam se sentindo apenas pelo beijo, e a sensação era maravilhosa, sentindo o
gostinho uma da outra apenas pelos lábios.
ficaram assim se beijando por muitos minutos. Enquanto lá fora, Poncho já deu por falta das
duas, já havia dado tempo das duas terem voltado e nada ainda.
Poncho: Sei não, vcs conhecem o jeito mimado da Any, do jeito que é, deve ter dado aquelas
respostas pra garota.rs
Poncho: Deve ta mesmo, tenho que fazer uma ligação aqui, vou ver se ta tudo bem na minha
boate.
Ele leva a mão ao bolso, depois no outro, passando a mão procurando pelo celular, e ve que
esqueceu no quarto.
Mai: O Chris te empresta o dele Poncho, pra vc não ter que ir lá.
Ela também tava sem celular e ficou pensando no que fazer, mas nisso Poncho acabou saindo
e ela sem saber o que fazer, e mete um tapa na cabeça de Chris.
Mai: Corno!!
Ela se levanta.
Chris: Que??(boiando).
Mai: Cara vc tinha quer ser loiro meu, deixa de ser lento Christian, o Poncho at inedo pro
quarto dele e da Any, tenho quase certeza que elas estão lá.
Chris se levanta.
Mai: Elas com certeza estão lá, se a Any ia no banheiro, ela ia no do quarto, obvio.
Chris sai andando apressado, e Mai fica andando de uma lado pro outro com a mão na cabeça,
nisso Mari chega.
Mari: E ai maninha?? (beijando o rosto dela) poxa cara, mas vc vacilou com a Anegl hem...
Mai sai puxando ela pela mão, e alguns amigos dela e da familia a para, conversando com ela.
Nisso o pessoal fica embaçando Mai, ela não poderia deixa-los ali e sair, tinha que dar atenção
a eles, ficou conversando, de sorrisos amarelos, mas louca pra sair dali, Mai ficou por lá com
ela, percebendo que a irmã tava meio nervosa.
Na sala, Poncho subia as escadas, e Chris o via mais distante e andando apressado para pelo
menos alcaça-lo. No quarto:
Any e Dul não paravam de se beijar um minuto, Dul passou a dar leves beijinhos no queixo de
Any, foi descendo pelo pescoço, com selinhos bem calmos. Fazendo Any se arrepiar por
inteira, e aumentar a respiração, sentindo os beijinhos de Dul, enquanto acariciava a nuca de
Dela. Logo ela puxa Dul para cima de novo, e beijando nos lábios, ela tava louca com o beijo de
Dul, aquela forma gostosa que elas estavam se beijando, tava muito bom.
Dul a beija um pouco mais intenso agora, os corpos já estavam querendo dar sinais, e tempo
era o que elas não tinham, e já tinham ficado ali por demais, mas como a boca e corpo de uma
era imã para a outra, não conseguiam se desgrudar por nada. Se abraçaram mais, e o beijo
ficou mais intenso.
Nisso Poncho acaba de subrir as escadas e segue andando pelo corredor, olhando para a porta
do seu quarto, e Chris vinha subindo as escadas apressadamente, ele queria correr, mas tinha
gente por ali e não pegaria bem.
No quarto:
Dul andou com Any a fazendo deitar na cama, ficando por cima dela, fez tudo com calma, se
beijavam, mas o beijo aumentou um pouco a intensidade, Any subia e descia as mãos nas
costas de Dul, acariciando, e Dul passou a dar leves beijos no pescoço de Any, fazendo a loira
se arrepiar toda, Dul desceu a boca por entre os seios de Any, passando a língua ali, Any sentiu
um frio lhe percorrer as espinha, e o calor que aumentou em seu corpo.
Dul: Prometo que não vai estragar nadinha de seu cabelo e nem roupa, vou fazer direitinho.
(ela pisca com um sorriso safado).
Dul desce as mãos até as coxas de Any subindo o vestido dela. Any ergue a cabeça e a olhou
sorrindo.
Any a olha sorrindo mordendo os lábios. Dul desce um pouco, distribuindo beijos pelas coxas
de Any, que estavam a mostra, pois Dul levantou seu vestido, foi subindo os beijos,e ia bem
devagar provocando Any, chegou a virilha dela, passou a língua ali por várias vezes, fazendo
Any querer por mais. Ela se meche um pouco na intenção da boca de Dul ficar em sua
intimidade, mas a ruiva afasta sorrindo. Mas não tava com tempo pra fazer hora, ela puxa a
calcinha de Any para o lado, Any já podia sentir as respiração de Dul nela, se aproximando, ela
fechas os olhos, mordendo os lábios, esperando o contato da boca de Dul, Dul leva a cabeça
para mais perto e quando ia passar a língua na entradinha da intimidade de Any, batem na
porta.
Dul levanta a cabeça, Any abre os olhos, e olha pra Dul com a carinha desesperada.
Any: Caralho.
Dul se levanta.
Any respira fundo, tentando deixar o desejo passar, se levanta, ajeitando o vestido e os
cabelos.
Any: Eu, falar o que? (passando a mão no cabelo) não tem nada demais vc aqui comigo no
quarto, somos amigas.
Lá fora:
Chris chega em Poncho percebendo que a porta tava trancada, e se sente aliviado.
Chris: E ai cara?
Poncho ri.
Lá dentro:
Dul: Não tem nada demais, desde quando a porta não ta trancada, e não demora séculos para
abri-la.
Any: Vai lá e abre a porta, e faz como eu disse, manda ele entrar, e fala que eu tava trocando
de roupa.
Dul: To indo.
Dul da espaço a ele, ele entra. Lá na porta Chris tava vermelho já querendo rir.
Poncho: Ok Dul.
Chris: Cara, vc tinha que ver sua cara, tinha que ter tirado uma foto.kkkkkkkkkk
Chris: Ah tem sim e muita, depois do desespero que passei vindo atrás do Poncho pra ele não
pegar vcs, eu mereço rir.kkkkkk
Assim foram andando, Chris morrendo de rir dela e ela se fazendo de irritada.
Any: Oi amor.
Eles ficam mais um pouco ali, Poncho fazendo sua ligação e Any o esperando.
Tempo depois já estavam todos dançando de novo, agora ao som do DJ. Mari dançava toda
charmosa e olhando pra Dul, dava pra ver que ela estava mal intencionada e Dul sabia muito
bem disso.
A festa segue num ritmo legal, Mai tocou um pouco, depois Dul também, já era quase 3 da
manhã, e todos estavam bem tontos já, e meios bêbados, haviam bebido demais. Só Any que
não bebeu muito, Mai também não, tinha que manter a pouse neh, era a noiva de festa, Angel
bebeu todas, tava muito chateada com Mai, e resolveu afogar as mágoas na bebida, Poncho
tava meio bebado já, Chris nem se fala, ria até para as arvores, Dul e Mari não estavam
bêbadas como Chris, mas estavam bem animadinhas. O pessoal já havia ido embora, só havia
ficado algumas pessoas por ali.
Nessa hora Angel sai sem falar nada, todos ficam olhando.
Mai: Olha só Mari, não venha me enxer ta bom, o que queria que fizesse??
Mari: Vc nem gosta desse careca, não sei porque casou com ela.
Mari: Eu não dou dois meses pra vcs dois, e vc já vai ta voltando pra capital sem ele.
Chris: Xiiiiii(fazendo sinal de silencio com o dedo na boca, com os olhos moles) eu to,
otimoo.kkkkkk
Todos riem.
Mai: Bom gente boa noite, o Guido ta me esperando pra gente ir dormir, pq amanhã, aliás
hoje, acordamos cedo pra viagem.
Mai se despede de todos e vai para dentro da casa. Chris e Poncho não paravam de beber, Any
como é muito esperta ajudou ele a enfiar mais a cara na bebida, para assim ele dormir feito
pedra a noite, pois tinha planos com Dul. Tinha mais pessoas ali dançando, Mari dançava sexy
lançando olhares para Dul, ela rebolava, levantava um pouco o vestido, mas nada vulgar, Dul
não podia negar, a menina sabia provocar, ser sexy, era linda, tinha um belo corpo, e ainda a
olhava daquele jeito toda se jogando pra ela, era inevitável não sentir um pouco de desejo.
Mas quando olhava pra Any, ela esquecia de tudo, tava pra ficar louca ali com as duas. Ela
então resolve tomar um ar, usando a desculpa que ia procurar Angel e sai sozinha. Nisso
Poncho e Chris conversavam rindo de algo, Any resolve sentar um pouco e Mari vai junto,
deixando Chris e Poncho mais afastados em pé, conversando. Mari senta do lado de Any.
Any ri.
Mari: Ah ela me contou, mas vc sabe neh, comigo seu segredo está a salvo.(rindo).
Mari: Só quero saber, nossa ela deve ser uma coisa de louco meu, deve ser um furacão.
Any como sempre, nunca iria assumir que estava muito afim de alguém, jamais, ela sempre
negava, e na verdade ela nunca esteve ai com as mulheres que ela ficava, era como uma coisa
qualquer, ela ia, ficava, depois não queria nem saber mais, pouco se importava com elas, mas
com Dul a coisa estava sendo diferente, só que ela ainda não assumiu isso nem pra ela mesma,
e muito menos assumiria para os outros.
Any: Sim, ah Mari, ela é só mais uma, ta pensando o que?? Que to caindo de amores??(rindo).
Mari: Não, mas eh que, uma mulher igual ela, não se vê por ai.
Any: Nada bobinha, vc tem muita mulher pra conhecer e pegar ainda.
Mari: Nossa, as vezes vc me espanta sabia.rsrs
Any: Já tenho meu marido, meu relacionamento, e não preciso de outros, então só vou me
divertindo com meus brinquedinhos.
Mari: Nossa.
O que as duas não sabiam e nem tinha percebido era que Dul estava atrás delas, ouvindo toda
a conversa, logo depois que elas terminaram, Dul saiu de lá, pra não ter que pular em cima de
Any, tinha vontade de meter a mão nela.
Ela sai andando, vai para um lugar bem distante do jardim, e acaba sentando debaixo de uma
arvore. Sentia ódio de Any, por cada palavra que ela disse ali, sentia ódio de si mesma por ser
tão tola, e mais ódio ainda, por além de esta com raiva da cara dela, maior ainda é a
chateação, a magoa, isso feriu Dul muito, a machucou cada palavrinha que Any usou, estava
cada vez mais certa de que estava realmente apaixonada por ela, pois essas coisas a feriam
tanto.
Dul fechou os olhos, e tudo que ela passou com Any nesses ultimos dias, foram tão agradáveis,
boas, até parecia que ela tava mudando com ela. Doeu mais ainda por ela achar que as coisas
estavam mudando, e na verdade, aquilo não significava absolutamente nada pra Any.
Dul ficou ali por um tempo, quando uma lagrima insistiu em sair de seus olhos, ela os fechou
os apertando.
Dul: Não vou chorar por essa vadia, isso que vc é Anahí, uma vadia que não merece nada do
que sinto por vc.
Ela se levanta decidida e segue rumo a onde eles estavam. Ela anda rapidamente, e consegue
não deixar a lagrima descer em seu rosto, embora tenha sido uma grande esforço. Logo ela
chega todos dançavam animadamente, até Angel estava lá, ela se junta aos outros, Chris e
Poncho super bêbados, Any a olhava discretamente, Angel só queria beber e curtir, Mari
chegou perto de Dul, dançando sensualmente de frente para ela, com um sorriso malicioso nos
lábios, Dul entendeu bem, e chegou mais perto de Mari e desceram até em baixo ao som de
uma dance bem animado, para quem via era apenas uma brincadeira de amigas mas para
ambas a coisa tava era esquentando, Any percebeu na hora, e não gostou nada da intimidade
das duas, e Dul parecia bem animadinha, mas uma coisa que a incomodou foi que Dul desde
que voltou não olhou nem um segundo em sua cara. Isso a preocupou e a fez sentir algo
estranho no peito. Assim seguiram, dançando, bebendo, até que já haviam ido embora quase
todo mundo e já era hora de ir dormir.
Chris: Ah cara isso aqui ta muito massa meu, uhuuuu...kkkkkk(ele dançava e rebolava super
animado e bêbado).
Ela mete um tapa nas costas dele, eles se abraçam rindo. Mari conversa com Dul.
Dul sorri na mesma malicia, tava mais era afim que o mundo se explodisse, e com Any dentro.
Dul: Com certeza moreninha, vamos botar todos pra dormir.(piscando para Mari).
Dul: Vc ta me convidando desde ontem pra ir pra sua cama(ela leva a boca ao ouvido de Mari)e
hoje eu toa fim de ir.(ela a olha com aquele sorriso safado).
Any percebe o sorriso de Dul, aquele sorriso safado que ela bem conhecia, e detestava ver ela
sorrir assim para outra que não fosse ela.
Dul: Chris vc ta pra lá de baguida, vamos dormir criatura o povo todo já se foi.rsrs
E assim vão, Any carregando Poncho, Dul carregando Chris, e Mari meio que segurando Angel,
atenta para ela não cair. Seguem assim, até chegarem no corredor lá em cima. Any abre a
porta de seu quarto e entra levando Poncho até a cama, o jogando lá, tirando sua roupa o
deixando apenas de cueca. Enquanto Dul leva Chris ao seu quarto e o joga na cama, ela apenas
tira o terno dele, a gravata, o sinto, sapatos e assim ele dormi. Mari levou Angel ao seu quarto,
ela caiu na cama, Mari tirou as sandálias dela, mas nem tirou o vestido, porque ela virou para o
lado e nem se moveu mais. Nisso Dul chega ao quarto e ela ajeitava Angel na cama.
Mari: Pronto.rsrs
Ela arrasta Dul dali, fecha a porta do quarto que elas estavam, segue andando pelo corredor,
logo abre a porta do seu quarto a puxando para dentro e rindo, Dul ria com ela. Nesse
momento Any abriu a porta do seu quarto para ir atrás de Dul, quando se depara com a visão
de Dul entrando no quarto de Mari rindo muito, ela viu e escutou as risadas dela que ela bem
conhecia. Ela vê aquilo tudo e escuta a porta se fechar, ela sabia muito bem o que iria
acontecer, obvio, iam se pegar. Any fica totalmente sem reação, não esperava isso, Dul indo
ficar com outra mulher, depois do que elas tiveram na noite passada, do clima bom que rolava
entre elas, de tudo, elas estavam tão bem. Mas não, Dul logo correu pros braços da primeira
que apareceu, para ela Dul era uma galinha, isso sim, ficou daquele jeito com ela, e agora foi
ficar com outra, se sentiu muito mal, e pior ainda por lembrar que Dul simplesmente ficou
estranha com ela na festa do nada e agora já foi ficar com outra.
Any: Mas é uma safada mesmo, fica daquele jeito pra mim, mas só se fazendo de coitada, é
uma vaca mesmo, pega quem vier na frente e eu...(ela aperta os olhos) achando que tava na
minha, uma fingida mesmo.
Any estava muito irritada, ela entra para dentro de seu quarto, tira sua roupa, veste uma
camisola, mas não conseguiria dormir, estava extremamente irritada, chateada, incomodada
com a situação, ela vai para a janela e fica ali em pé, olhando para fora.
Dul logo foi beijando Mari, com as mãos na cintura dela a escorando na porta, colocando suas
pernas entre as dela, a prensando na porta, a beijando com muito desejo, ela estava com
raiva, irritada por Any, queria tirar ela da cabeça, não pensar mais nela, não deseja-la, queria
mostrar a si mesma que ela poderia querer e desejar tanto outra mulher além dela, e Mari,
despertava um desejo nela, mas nada comparado ao eu ela sente por Any, porque com Any
tudo é diferente, fora do normal, totalmente diferente do que ela já sentiu ou viveu, mas ela
estava com Mari, queria o mesmo que ela, sentir prazer, e então ia se entregar ao máximo,
para deixar Any de lado, pelo menos naquela noite. Mari puxava Dul cada vez mais para ela
pelas costas, a beijando no mesmo ritmo, começou a mexer seus quadril, roçando sua
intimidade na perna de Dul e movimentando a sua na dela, ela desliza a mão para o bumbum
de Dul, o apertando e trazendo mais para ela. Dul puxa o vestido de Mari para cima, e vai
acariciando a coxa da garota, Mari levanta mais a perna, passando em volta do quadril de Dul,
a puxando mais pela perna, elas se beijavam ardentemente, com as respirações alteradas,
quase se comendo pelo beijo, Dul leva uma mão ao seio de Mari, o massageando pelo vestido,
e vai descendo a boca beijando pelo pescoço de Mari, que sentia cada vez mais calafrios, e
arrepios com o toque de Dul, Dul desce por entre os seios dela, no decote, passando a lingua,
depois beijando com vontade, sentindo como o peito de Mari ofegava cada vez mais, ela
aperta mais o seio de Mari, e beija o outro por cima do vestido.
Mari a puxa mais para sim com a perna que estava em volta do quadril de Dul, escorando a
cabeça na porta de olhos fechados, e gemendo baixo, muito ofegante, Dul desliza a sua mão
que estava na cocha de Mari para a cintura dela, a prendendo mais na porta com seu corpo, e
a outra ela desliza do seio de Mari, pela barriga dela, levando a intimidade de Mari, a tocando
pela calcinha, sentindo ela molhadinha, ela começa a movimentar sua mão ali em movimentos
circulares, pressionando o clitóris dela, sugando o pescoço de Mari, que gemeu mais, se
contendo para não fazer muito barulho, ela começou a rebolar no dedo de Dul, mordendo o
lábio, louca para sentir o dedinho de Dul nela. Ela puxou Dul pela nuca, segurando os cabelos
de Dul, a fazendo a beijar na boca, depois de dar um beijo fogoso em Dul, ela a puxou mais
pela perna, com a outra mão nas costas dela, apertando, arranhando de leve, e falou com os
lábios quase colados nos de Dul, bastante ofegante.
Ela fechou os olhos mordendo o lábio esperando o dedo de Dul a invadir, sua intimidade já
pulsava querendo a sentir Dul nela logo. Dul enlouquece com as palavras da garota, e puxa a
calcinha dela para o lado, passando a pontinha do dedo na entradinha da intimidade molhada
de Mari, passava o dedo para cima e para baixo devagar, foi ao clitóris, o acariciou ali, depois
voltou com o dedo, penetrando só a pontinha, o mexendo ali, fazendo Mari ir ao delírio.
Mari: Dulceee...andaaa...(gemendo).
Dul sorri, e adorando ouvir o gemido da garota. Ela prensou Mari mais ainda na porta,
continuou mexendo o dedo na intimidade dela, e com a outra mão, puxou o decote de Mari,
deixando uma parte do seio dela a mostra, logo passou a língua no bico do seio de Mari,
depois passou a chupa-lo devagar, fazendo Mari delirar mais ainda, quase perdendo as forças
nas pernas. Dul então começa a penetra-la, levou seu dedo devagar até o fundo em Mari,
começo a fazer um vai e vem, e Mari pediu por mais, gemendo, fazendo Dul perder um pouco
do controle, começou ir e vir e Mari, que robolava e seu dedo, arranhado mais as costas de
Dul, que a beijou para abafar os gemidos, Dul parou o dedo dentro de Mari, o mexeu lá,
arrancando mais gemidos da garota, mas agora abafados em seus lábios, depois voltou a
movimentar o dedo indo e vindo, aumentando o ritmo cada vez mais, Mari sentia seu coração
capotar no peito, querendo cada vez mais de Dul, gemendo, rebolando mais no dedo de Dul,
não demora muito ela logo goza muito, Dul movimenta seus dedos mais devagar, depois os
tira dela a segurando, o corpo de Mari estava molinho, respirando forte sorrindo de olhos
fechados escorando a cabeça no ombro de Dul, abaixando sua perna devagar até o chão.
Dul ri. Ficam assim abraçadas até Mari recuperar suas forças. Logo de se recompor Mari olha
para Dul, da um selinho longo nela, e sai da porta andando para perto da cama, ainda com as
pernas meio bambas, ela sorri para Dul, subindo seu vestido, indo tira-lo.
Ela ajuda Mari a tirar o vestido, depois de tira-lo Mari o joga pelo chão mesmo, Dul olha a
garota de cima em baixo, apenas de calcinha, tinha o corpinho perfeito, Mari a puxa pela mão
a fazendo se virar para ela, vai abaixando o feche do vestido de Dul, deixando as costas dela
desnudas, ela vai abaixando o vestido de Dul, descendo a boca pelas costas dela, beijando,
devagar, e delicadamente, fazendo Dul se arrepiar o arquear o corpo. Logo ela solta o vestido
que cai pelo chão, ela olha o corpo de Dul, depois a vira levando uma mão a cintura de Dul
delicadamente, encostando seus corpos, as duas sentiam o calor uma da outra, Mari segura o
rosto de Dul com carinho, a olha nos olhos, na boca e a beija devagar, Dul a abraça a beijando
no mesmo ritmo. Mari desgruda seus lábios dos de Dul, a olhando fixo.
Dul ao ouvir aquilo, abre bem os olhos, se assustando, como assim apaixonada??
Dul: Que??
Dui ri.
Mari: é sério, não se preocupe, é que não resisto em fazer uma piadinha.rsrs
E realmente Mari só estava brincando, mas ela achou Dul muito linda, com certeza se fosse
namorar alguém queria que fosse ela, ou pelo menos assim como ela. Mari volta a beijar Dul, a
levando pra cama, a fazendo deitar ficando por cima dela, ela se ajoelha na cama, indo para
trás, tirando suas sandálias, depois tirando as de Dul, ela beija os pés da ruiva, subindo os
beijos pela perna de Dul, passando pela coxa, chegando na virilha, dando selinhos ali, fazendo
Dul puxar o ar e prender, ofegando, e olhando a garota fazer o que faz. Mari sobe a boca
beijando a barriga de Dul, beijando, sugando, passando a língua, Dul fecha os olhos, sentindo
as caricias da boca de Mari em sua barriga, Mari passa a língua no umbigo de Dul, brincando
com ela ali, depois sobe mais a boca, subindo, subindo, beija por entre os seios de Dul, fazendo
a ruiva ofegar mais, e molhar sua calcinha, ela vai com a boca no pescoço de Dul, chupa, beija,
com uma mão massageando o seio de Dul. Dul leva as mãos as costas dela, subindo e
descendo, sentindo a pele quentinha dela, Mari leva a boca a o outro seio de Dul, começando
a dar leves lambidas no bico do seio de Dul, fazendo a ruiva se contorcer na cama, depois
treme a língua nele, logo chupando lentamente, fazendo Dul soltar um gemido baixinho, e
puxando mais o corpo de Mari para ela, o colando no seu, Mari sugou o bico do seio de Dul,
depois passou para o outro, alternando entre lambidas, tremendo a língua nele, chupando,
enquanto desceu sua mão, enfiando na calcinha de Dul, levando ao clitóris dela, pressionando,
movimentando circulamente, arrancando mais gemidos de Dul, que ficava cada vez mais
molhada.
Mari então desce a mão para a intimidade de Dul, penetrando o dedo devagar, Dul abre um
pouco mais as pernas, ofegando cada vez mais, se remexendo toda, Mari desce beijando a
barriga de Dul, chegando a intimidade dela, puxando e tirando a calcinha dela, logo sobe
beijando a coxa de Dul, chegando a intimidade de Dul, chupando o clitóris dela, passando a
loingua, pressionando, depois tremendo a língua nele, enquanto ia a penetrando, Dul levou as
mãos ao lençol da cama, o apertando forte, gemendo, se contorcendo toda, sentindo coração
disparado no peito. Mari retira seu dedo de Dul e troca, levando a língua na intimidade de Dul,
penetrando até o fundo, bem fundo, indo e vindo, depois enfiando a língua de novo toda em
Dul, a mexendo lá dentro, Dul arqueia o corpo, gemendo mais, levando uma mão a boca para
abafar, Mari leva o dedo ao clitóris de Dul, massageando, e quanto mais Dul gemia mais ela
aumentava a intensidade dos movimentos do dedo e língua, Dul gemia cada vez mais, e Mari
continuou até que Dul passou a gozar, gozou na boca de Mari, que logo retirou sua língua
devagar de Dul, e passou a passar a língua por toda intimidade de Dul, limpando o gozo todo
dela. Depois subiu beijando o corpo de ruiva, que ainda respirava forte, deitando do lado dela,
com meio corpo em cima dela, a beijou no rosto, Dul abriu os olhos a olhando, sorrindo.
Elas ficam se olhando, já estavam cansadas, pela festa, pela bebida, e pelo que acabaram de
fazer, elas trocam mais algumas palavras, Mari pega o lençol as cobrindo e abraçando Dul. Dul
fala meio sonolenta.
Dul: Mas não, olha só, o dia já vai amanhecer, se me pegam aqui? Tenho que esta em meu
quarto.
Dul sorri, a garota realmente era um doce, ao contrario de Anahí que transava depois mal a
olhava na cara.
Dul: Tinha esquecido como era fazer sexo e ficar assim depois, abraçada, conversando.
Dul abre os olhos, sente uma claridade neles o logo os fecha novamente, depois abre aos
poucos se espreguiçando na cama, vira para o lado e não vê a cama de Angel, muito menos ela
deitada nela, ela abre bem os olhos, vendo que aquele não era o seu quarto, se senta na cama
rapidamente olhando em volta, e se toca, dormiu no quarto de Mari, e o sol já havia saído, o
dia já havia começado.
Dul: Puta que pariu caralho, o que eu to fazendo aqui, eu dormi aqui.
Ela se desespera, hora dessas todos já haviam acordado. Logo ela vê Mari sair do banheiro,
enrolada numa toalha e secando os cabelos com outra, super tranqüila, ela se levanta ficando
de frente pra Mari.
Mari sorri.
Dul: Vc ta louca Mari?? A casa inteira deve ter acordado já, e eu aqui.(vestindo sua roupa).
Dul: Mas como consegue ser assim? Com essa calma toda ai.(pegando suas sandálias).
Mari: Vc que ta doida ai, e mesmo que já tenham acordado o que tem vc ter dormido aqui??
Mari: Dul, normal isso, somos amigas, vc veio pra cá, agente bateu papo até mais tarde e vc
acabou que pegou no sono por aqui mesmo, e foi o que aconteceu, só vamos omitir a parte
em que agente se pegou legal neh.(rindo).
Mari: Dul, vc acha que meus pais vão imaginar algum dia na vida que eu pego mulher??
Mari: Ou seu medo de que alguém saiba, ou melhor, ta com medo de que uma certa pessoa ai
acabe sabendo que dormiu comigo??
Dul: Como??
Dul: Agora vou para o meu quarto, olha se a barra ta limpa lá fora.
Dul sorri, da um selinho nela e sai, Mari fica rindo do jeito apavorado de Dul e volta para o seu
quarto. Enquanto lá fora Dul ia girando a maçaneta da porta de seu quarto, ela escuta uma voz
atrás dela.
Any: Vc que ta assustada por pouca coisa, aliás, sinal de que tava fazendo algo errado neh??
Dul: O que eu fiz não te importa ok, agora tchau porque vou para o meu quarto.
Dul: Como??
Any ainda de braços cruzados, a olhava com cara de deboche, essa cara matava a Dul de raiva.
Any: Pois diga ai, foi bom fazer o que fez?? Nem respeita a sua amiga, os pais dela, e faz o que
faz debaixo do nariz deles.
Dul: Foi muito gostoso, ela me fez sentir coisas que vc nunca conseguiu fazer.
Any escuta aquilo, e é o fim pra ela, como Dulce vira e diz uma coisa dessas assim na sua cara.
Dul: Que ela me fez delirar Anahí, olha, ela é muito boa hem.(sorrindo com aquela carinha
safada).
Any: Bom pra vcs então!!(morrendo de odio). E não venha me comparar com ela ok...(ela da
uma risada irônica) até parece que uma garotinha daquela vai conseguir vc sentir o que eu
faço.
Dul: Ai é que vc se engana minha querida, se toca Anahí, vc não é isso tudo que vc acha não, e
não to falando só de sexo, ela é daquelas que sabem conversar sabe, bater um bom papo, ao
contrário de vc que só quer saber de comer gozar e pronto.
Any: Queria o que?? Ficar batendo papo pra que?? Não quero namorar nem casar com mais
ninguém, pra que ficar batendo papo??
Dul: é só conversar Anahí, mas vc não entende, e te digo mais, deveria pegar umas aulinhas
com a Mari.(rindo).
Any: Porque vc não pega?? Já que tão se comendo, aproveita e pede ela pra te ensinar
algumas coisinhas, ta precisando.
Any revida na mesma moeda. Dul agora desfaz o sorriso.
Any: O mesmo que vc quis dizer pra mim, ta vendo como eh bom?
Dul: Mas o que posso fazer se a garota é boa mesmo(ela aproxima seu rosto do de Any) ela me
fez gozar como vc nunca fez.
Any sente vontade de esganar Dulce, Dul adora a cara que Any faz, tava estampado o odio na
cara dela, Any tentou disfarçar mas não tava dando.
Dul: Agora vou indo, não vai querer saber os detalhes neh??(sorrindo cínica).
Ela disse essas coisas pra Any só pra provoca-la, claro que não era verdade, e conseguiu irritar
Any e muito.
Any ia dizer algo mas Dul abre a porta do quarto entrando e fechando na cara de Any, o que a
deixou mais puta ainda da vida.
Se passam horas e tudo segue normal, o pessoal acorda, tomam café todos juntos, conversam
sobre o casamento e a festa, Dul e Any se olhavam, mas uma fuzilando a outra pelo olhar, logo
Mai e Guido vão embora para sua lua de mel, e logo mais a noite era hora de Any, Poncho, Dul,
Chris e Angel irem também, se despedem de todos, e Mari combinou com Dul que iria na
próxima semana para a capital, Dul adora a idéia e diz que vai estar esperando ela, para ódio
maior ainda de Any. Logo pegam o vôo muito cansados, todos viajam dormindo, menos Angel
que pensou em Mai a viajem toda. Depois de horas de vôo finalmente chegam na Cidade do
México. E estavam indo pegar um táxi.
Poncho: Bom então até mais neh gente, hora de ir embora, alguém vai no táxi comigo e Any??
Poncho: Mas sua casa é caminho da nossa Dul, vamo com agente é bem mais fácil.
Dul e Any se olham, com cara de: Eu não quero mais olhar pra cara dessa daí.
Angel: Vai??
Angel se toca.
Any: Ta bom, chega desse papo, vamos então Poncho.(indo em direção ao táxi).
Logo ele vai para o taxi com Any, entrando com ela.
Dul: Olha Chris, na boa, é de madrugada agora e to muito cansada, não to afim de ficar falando
da Anahí, além do mais é besteira, depois te falo.
Dul: Bora!!
Dul: Não, não, só não tava mais afim de olhar pra cara da Anahí.
Logo eles pegam o táxi e vão embora, cada um vai para sua casa. Ao passar de alguns dias, era
uma segunda-feira, Any havia reunido todos os seus funcionários para uma pequena reunião,
para acertar os dias de folga de todos, pois a boate iria ter um pequena reforma bem rápida, e
a pequena reforma começaria no dia seguinte, por tanto, nos próximos dias, e no próximo fim
de semana a boate não iria abrir, estando assim todos liberados, e só voltando a funcionar no
outro sábado. Logo após a reunião todos foram embora, e Dul saiu com Angel, sem nem dar
espaço para qualquer tipo de aproximação de Any, e além do mais Poncho chegou lá e nem
dava.
Any foi com Chris para um barzinho perto da boate e Poncho saiu para resolver algo e logo
depois iria pra lá também.
Any: Se eu soubesse que vc ia vir pra cá e ficar me enchendo com palhaçada eu nem tinha
vindo.(irritadinha cruzando os braços).
Eles seguem ali conversando, depois Poncho chega, e bebem, jogam conversa fora e depois
vão embora.
No outro dia, Já era mais das 6 da tarde, Dul havia ido na boate pegar seus equipamentos, já
que teria a reforma e ela não iria tocar por esses dias. Depois de arrumar tudo, Any que estava
lá, a chama em sua sala, e logo ela vai. Ela bate na porta, Any manda ela entrar, e assim ela faz.
Dul assim faz, e anda, sentando na cadeira em frente a mesa, as duas estavam sérias, Any
começa a falar algo e o celular de Dul toca. Ela pega no seu bolso, vê quem eh.
Dul: Opa, com certeza, ta tudo certo, amanhã mesmo agente acampa.
Any escuta aquilo e finge nem estar ouvindo, mas na verdade prestava a atenção em cada
palavrinha de Dul. Depois de algumas conversas Dul se despede desligando. Any irritada, odeia
ser interrompida.
Any: Já acabou??
Dul a olha.
Any: Aprende uma coisa Dulce Maria, quando estiver na minha sala, e eu estiver falando, não
existe isso de atender celular ok??
Dul: Vou sim, vou com a Mari, agente vai viajar, e acampar, satisfeita?? Quer saber o que
mais??
Any fica morta de raiva, pelo fato de Dul a responder desse jeito, e por estar indo viajar com
Mari, sim, o ciume a ataca, e se depender dela essa viajem não acontece.
Dul: Como??
Any: Isso mesmo, vamos promover uma festa, levarei minha boate para dentro da festa e vc
como DJ, vai comigo para ver todos os detalhes, e conhecer o local onde irar tocar, além do
mais o dono da festa quer conhecer a DJ que comandara tudo.
Dul levanta da cadeira, tava indignada, pois Any deixa pra dizer isso na ultima hora.
Dul: Eu não vou em viajem nenhuma, porque não me disse antes?? Eu já tenho compromisso e
não vou furar.
Any: Arrume suas coisas que vamos amanhã cedo, passo na sua casa as 08:00.
Ela se vira, andando para o sofá para ir pegar a sua bolsa. Dul fica extremamente irritada, pois
ela agia como se fosse dona da vida de todos, que todos tinham que fazer o que ela quisesse e
ordenasse, tudo do jeito dela, mas com ela isso não iria ser assim.
Any se irrita mais com a teimosia de Dulce, e detestava ser contrariada. Ela chega perto de
Dulce, a segura pelos ombros forte.
Dul: Tira a mão de mim!!(ela levanta os braços tirando as mãos de Any dela).
Dul: Não vou a lugar nenhum ok!!(ela vira andando para porta).
Any: Não vai sair daqui enquanto eu mandar e agente resolver isso, e vc dizer que vai comigo
garota.
Any se aproxima mais dela, a puxando pela cintura, a apertando nela com força, a prendendo,
Dul leva suas mãos aos ombros de Anahí querendo empurra-la.
Any olha para os lábios de Dul, estavam bem próximos, seus corpos assim colados, Dul faz a
mesma coisa, estava muito irritada, mas ter Any assim apertando seu corpo contra o dela, e
ter aquelas lábios perto dos seus a balançava. As duas respiravam forte.
Any percebe.
Dul: Vc é uma louca Anahí, se acha dona de tudo e de todos.(a olhando nos olhos).
Dul fica muda, Anahí sabia deixa-la louca, pirar com ela, ela causava uma mistura de raiva,
ódio, desejo, tesão, amor, tudo junto, e isso a deixava irritada.
Any percebe o desejo de Dul, já conhecia o jeito de Dul, e como o corpo dela reagia quando se
encostavam assim, nessa proximidade. Ela vira Dul contra a mesa, segue andando
rapidamente, ela senta Dul na mesa, ficando entre as pernas dela, leva as mãos a blusa de Dul,
abrindo, puxando com força, fazendo os botões da blusa de Dul voarem pela sala, ela leva uma
mão as costas de Dul, segurando, enclina seu corpo no de Dul, e com a outra mãos derruba
tudo que tem em cima da mesa, papeis, enfeites, porta retrato, caneta, tudo que estava ali,
deitando Dul sobre a mesa. Dul ficou totalmente sem reação, deixando Any fazer o que
quisesse, e não podia negar, que tava excitada com toda essa reação de Any. Any fica em pé a
olhando deitada, leva as mãos as coxas de Dul, sobe pegando com gosto, levando pra barriga,
a acariciando.
Dul se senta na mesa, Any logo a beija, a agarrando sem nem da tempo pra Dul pensar, ou
falar algo.
Dul se deixou levar pelo desejo por Any, como sempre. Any tirou a blusa de por completo com
certa pressa, logo depois Dul tirou a dela, jogando pela sala, e voltaram a se beijar, Dul puxava
Any cada vez mais para ela pela nuca, Any inclinou seu corpo sobre o de Dul, fazendo ela se
deitar e ficando com seu corpo colado no dela, Dul levou suas mãos as costas de Any, indo ao
feche do suatian, e o abrindo, logo o tirando, ela botou as mãos na cintura de Any a levando
mais para cima, assim os seios da loira ficando perto de sua boca assim como ela queria, Any
entendendo foi mais para cima, levando seus seios a boca de Dul, que sem perder tempo,
levou uma mão a um seio dela massageando, enquanto o tocava com a pontinha da língua,
fazendo movimentos de todos os jeitos, fazendo Any apertar os olhos, sentindo a sensação, se
excitando mais, ela apoiou as mãos na mesa em cada lado de Dul, e ficou sentindo as caricias
da boca e língua de Dul em seu seio. Dul passou agora a dar leves chupadinhas, fazendo a loira
erguer a cabeça, mordendo o lábio, e pressionando mais seu corpo no de Dul, roçando suas
intimidades pela roupa, causando muito tesão nas duas, Any ofegava cada vez mais, e
segurando seus gemidos, Dul a estava levando ao delírio com as caricias em seus seios. Ela se
abaixou voltando a beijar Dul com muito desejo, e falando bastante ofegante no meio do beijo.
Any desceu as mãos pelos seios de Dul os tocando, passou pela barriga passando as unhas de
leve, chegando ao botão a calça de Dul, o abrindo com pressa, tremula de tesão, abriu a calça
dela, e logo tirou com calcinha e tudo, voltando a beiiar-la, descendo os lábios no pescoço
dela, dando chupadas, e com uma mão levou a intimidade de Dul, que estava bastante
molhada, e passou a acariciar o clitoris dela, depois descendo com a pontinha do dedo,
massageando a entradinha de Dul. Dul ofegou mais, passando as unhas de leve nas costas de
Any, quase gemendo, Any deslizou os lábios pelo colo de Dul, chegando aos seios que ainda
estavam cobertos pelo sutian, o puxando de lado com uma mão, brincando com o biquinho do
seio de Dul, com a língua, fazendo Dul se contorcer, querendo mais, sem agüentar e acabando
gemendo, fazendo Any dar um leve sorriso, Any continuou as caricias lá em baixo, e devagar
foi adentrando com o dedo em Dul, possou a ir e vir, mas não ia até o fundo, colocava um
pedacinho do dedo e voltava, fazendo isso por varias vezes, a intimidade de Dul já pulsava
querendo sentir logo o dedo de Any por completo, mas parecia que a loira tava afim de fazer
pirraça, Dul movimentou o quadril pra frente, mas Any recuava o dedo, fazendo Dul delirar.
Any deslizou as mãos nas costas de Any, apertando com força, muito ofegante. Any levou a
boca ao ouvido de Dul, falando com aquela voz rouca e sexy, que só aumentou o tesão de Dul.
Dul ofegou mais, nem conseguiu responder, apenas sentindo o dedo de Any nela, só balançou
a cabeça como sinal de sim, apertando mais as costas de Any.
Any ri.
Any: Ta apressadinha.
Dul respire fundo, quando ia falar algo ela senti Any a penetrando até o fundo, indo e vindo
com o dedo, ela geme, apertando com mais forças as costas de Any, ouvindo a loira.
Dul agora sentia seu corpo mole, e ficou relaxando seu corpo na mesa, com as mãos nas costas
de Any, paradas. Any deu um beiinho no ombro de Dul longo, foi distribuindo selinhos até o
queixo de Dul, chegando aos lábios, dando um bem longo, e colando sua testa na dela, Dul
ainda tinha os olhos fechados. Dul adorou a sensação de sentir Any, ali assim, daquele jeito,
mas ao mesmo tempo queria se matar, sim, mais uma vez, se entregou a Any, sem pensar em
nada, apenas no maldito desejo que a possuía quando a tinha assim tão perto, tava cansada de
si mesma, por sempre dizer que vai dizer não, mas na hora acaba não fazendo o que disse. Any
passa seu nariz no dela devagar, indo iniciar um beijo, quando batem na porta, e escutam uma
voz.
Dul abre os olhos rapidamente despertando, e Any se afasta dela, ficando em pé. Dul se senta
na mesa.
Dul da um pulo da mesa, pegando sua calcinha e calça que tava pelo chão, as vestindo.
Any colocava seu sutian, meio que rindo da cara de desespero de Dul.
Dul: Para de rir caramba, é seu marido que ta lá do outro lado.(vestindo a calça agora).
Any acaba de vestir o sutian, agora vestindo sua blusa. Dul pega sua blusa no chão, vestindo.
Dul olha para Any, com cara de: Mas que cínica meu Deus.
Dul: Anahí, mas que saco, como vou sair daqui com a blusa desse jeito??(mostrando a blusa
sem botões).
Any ri.
Dul: Não to com gracinhas, seu marido ta lá fora, como saio daqui de sua sala assim?? Como
vou pra casa assim?? Mostrando os peitos??
Any entra no banheiro de seu escritorio, e logo volta com uma blusa sua na mão, a joga para
Dul que apara.
Any: Veste essa minha ai, sorte sua que tinha ela aqui.
Dul tira a sua blusa, vestindo a de Any, e logo sentindo o cheirinho da loira na blusa.
Dul: Sorte?? Se não tivesse essa blusa aqui, vc ia tirar essa sua ai e vc que ia sair mostrando os
peitos.(prendendo o riso).
Any ri.
Dul: Ei, espera ai, o Poncho vai estranhar eu vestida uma blusa sua.
Any: Ah fala que caiu café na sua, suco, sei lá, a isso é o de menos Dul.
Any: Eu??
Dul entra no banheiro, ajeita seus cabelos olhando no espelho. Na sala, Any ajeitava sua roupa,
olha para o chão vê uma chave, ela reconhece e era de Dul, ela da um sorriso sapeca, olha pra
porta do banheiro pegando a chave e guardando em sua bolsa.
Logo Dul sai do banheiro.
Dul: Eu não vou a lugar algum, isso que aconteceu aqui Anahí, não muda em nada ok??
Any: Escuta Dulce Maria(ela chega mais perto) se tivesse acontecido isso ou não, vc iria na
viagem do mesmo jeito e vc vai e ponto!!
Dul: Vamos ver então se eu vou a algum lugar, já disse que fiz compromisso, e vc deveria ter
avisado desde antes.
Dul: Olha só, vamos sair daqui logo que o Poncho ta te esperando.
Dul vai em direção a porta, a abre e sai para fora, Any vai logo atrás e elas seguem nessas
discurção, Any dizendo que ela ia na viajem com ela sim, e Dul dizendo que não ia.
Elas chegam lá em baixo, inventam qualquer historinha pra Poncho e ele cai como sempre.
Dul vai para seu AP, e Any vai para casa com Poncho.
No AP de Dul:
Ela chega, vai para o elevador, sobe, chegando ao seu andar, sai do elevador, anda indo para a
porta de seu AP, quando ela vai pegar sua chave no bolso, ela não encontra.
Ela passa a mão pelos bolsos, enfia a mão em cada um e nada de sua chave. Ela estava sem
bolsa, e havia deixado a chave de seu AP no bolso, com certeza havia perdido, se ela não
estava lá.
Ela volta para baixo, indo ao porteiro, e acaba tendo que pedir a chave reserva do seu AP, ela
pega e volta, finalmente conseguindo abrir a porta e entrando em seu AP indo descansar. Ela
entra, vai direto para seu quarto, liga o som, coloca um CD de bem animado e começa a tirar
sua roupa, primeiro ela tira a blusa de Any, depois de tira-la ela a leva até seu rosto, sentindo o
cheirinho de Any nela, fechando os olhos, viajando naquele cheiro gostoso da loira, logo cai
em si, e joga a blusa na cama com raiva.
Dul: Para com isso Dulce Maria, deixa de besteira, essa idiota ta nem ai pra vc!!
Logo depois ela tira toda a sua roupa, vai tomar seu banho, ficando por horas debaixo do
chuveiro, pensando, e irritada por Anahí não sair da sua cabeça. Meia hora depois ela sai do
banho, veste uma calcinha, só faltava a blusa, ela olha para sua cama, olhando a blusa de Any,
vai até ela, a vestindo, para dormir sentindo o cheirinho de Any, como se estivesse abraçada a
ela, era uma forma de senti-la mais próxima, apesar de se sentir uma idiota por isso, ela queria
dormir assim. Ela deita na cama se ajeita, apenas de calcinha e com a blusa de Any, sentindo o
cheirinho de Any, e logo adormece, com o pensamento de que não iria na viajem, e que iria no
acampamento com Mari, e curtindo o cheirinho de Any.
No outro sai as 07:10 da manhã, Dul acorda com o sol batendo em seu rosto e uma voz
falando, ela abre os olhos lentamente, mas os fecha novamente pela claridade da luz. Vira para
o lado, passando a mão no rosto, se senta na cama, e abre os olhos, vendo Any na sua frente.
Any: Vamos vamos, acorda garota, já ta na hora da gente ir.(puxando e edredon de Dul).
Dul a olha.
Dul: Eu já falei que não vou a lugar algum, e como vc entrou aqui??
Dul olha a blusa que estava vestida, querendo correr e pular a janela, não era pra Any ver
aquilo, pois saberia que dormiu com sua blusa, e ia ficar se achando.
Dul: Er...ah nem percebi, cheguei tão cansada que deitei na cama e acabei dormindo, por isso
dormi com sua blusa, já chegue caindo na cama, nem banho tomei.(disfarçando).
Any: Engraçado, vc não tava usando essa calcinha ontem...isso significa que vc tomou banho
sim.
Dul se levanta, Any logo leva os olhos ao quadril dela, por estar só de calcinha.
Any pega a chave de Dul em seu bolso, erguendo e balançando com a mão.
Any: Parece que caiu de seu bolso ontem lá em meu escritório, daí achei e vim devolver, já que
vamos viajar e eu iria passar aqui neh.
Dul: Então ela tava com vc, e eu feito louca achando que tinha perdido.
Any: Ta bom, agora chega de choradeira e vai tomar banho, pra arrumar suas coisas e nós
irmos.(sentando na cama).
Dul a olha.
Dul: Eu vou entrar naquele banheiro, tomar banho, e quando voltar não quero mais te ver
aqui, porque não vou pra essa merda de viajem caray.
Any: Vai Dulce, para de birra e vai tomar seu banho logo(ela olha no relogio) e é bom se
apressar hem.
Dul se irrita, Anahí parecia não escutar nem uma palavra do que ela dizia.
Dul: Ouviu neh?? Quado voltar não quero te ver mais aqui.
Dul da as costas andando para o banheiro irritada, e Any ficou a olhando andar e rindo daquele
jeito dela que matava Dul de ódio. Dul entra no banheiro trancando a porta para não correr
riscos de Anahi querer entrar lá dentro. Enquanto ela foi tomar seu banho Any deu uma
arrumada no quarto, arrumou a cama, pegou as roupas espalhadas que estavam pelo quarto
as dobrando e colocando no guarda roupa, depois que acabou sentou na cama e nada de Dul
sair do banheiro, ela ia chamar, mas resolveu ficar calada, só pra ruiva achar que ela já tinha
ido. Logo depois ela se senta na cama esperando. 30 minutos depois ela escuta a porta se
abrir, logo vendo Dul de toalha, com os cabelos molhados, uns pinguinhos de agua espalhadas
pelo ombro de Dul, o cheirinho gostoso de sabonete que vinha da pele dela. Dul a olha não
acreditando que ela ainda estava lá.
Ela segue para o guarda roupa, o abrindo e procurando uma roupa, vendo que as que roupas
que estavam espalhadas no quarto estavam lá. Ela estranha, olha para tras, olhando em volta e
vendo que estava tudo arrumado, inclusive sua cama.
Dul: Vc...
Any: Arrumei isso aqui neh, nossa Dulce Maria, vc bagunça demais.
Dul vira para ela: Que parte do eu não vou vc não entendeu??
Any: To pouco me lixando pro seu lance com ela, isso é trabalho, já te falei Dulce que a dona
da festa quer conhecer a DJ, ela é bem chata, exigente, cuida de tudo, até das musicas que vão
tocar ou não, e exigiu que a DJ fosse.
Dul a olha estranhando, Anahi pedindo por favor, era meio suspeito. Da ultima vez que ela
pediu por favor não deu certo.
Any: Eu nada.
Dul pega uma as roupas que vai vestir e segue para perto da cama.
Dul: Ta bom, sei, vc pedindo por favor, é porque vai aprontar depois, vc não eh uma mulher de
pedir por favor Anahi.
Any viu que teria que ser dócil com Dul, só assim pra consegur convence-la e amolecer ela,
porque se continuasse com seu jeito meio desaforado não ia conseguir nada, e ela sabia
derretre qualquer pessoa quando queria, fazendo aquela carinha meiga.
Dul: Anahi me deixa, será que agora poderia me dar licensa pra eu vestir minha roupa??
Any ri.
Dul fica mais séria ainda ao ver ela rindo, pois não achava graça nenhuma.
Any: A qual é Dulce, não há nada ai que eu nunca tenha visto, conheço esse corpindo da
cabeça as pés.(sorrido malicioso).
Any sai do quarto, Dul fecha a porta, se veste, e uns minutos depois ela já estava pronta,
abrindo a porta.
Dul olha aquele olhos azus, aquela carinha linda dela e seu coração dispara, sentindo a mão de
Any na dela. Logo ela puxa sua mão.
Dul: Como??
Any: Já avisei ela que vc não poderia ir ao acampamento, que vai a uma viajem a trabalho e ela
disse que te ligava depois.
Any: Já liguei pra ela meu bem, falando que vc mandou avisar.
Dul: Caray Anahi, ela deve ta puta comigo, porque vc fez isso hem??(irritada).
Any respira fundo, já tava irritada com essa preocupação toda de Dul com Mari.
Any: Mas que porra Dulce Maria, será que vc ainda não percebeu que eu quero que vc vá
nessa merda dessa viajem comigo???(falando alto).
Dul abre mais os olhos, a olhando meio que assustada, nunca viu ela falar assim.
Any: Caralho meu, quero viajar com vc, bota isso na sua cabeça.
Dul: Mas mesmo assim, não podia ter feito isso, era eu que tinha que ligar pra ela, deveria dar
satisfações, vou ligar pra ela.( indo pegar seu cel em cima da cama).
Any entrana frente dela, a puxando pela cintura, juntando seus corpos, e olhando nos olhos de
Dela.
Any: Só vou pedir a ultima vez(falando calma) vem comigo nessa viajem, realmente é uma
viajem de trabalho, mas vamos aproveitar e curtir um pouco, é a única coisa que te peço, e vc
sabe que não sou de pedir nada a ninguém.
Dul estremece oa sentir as mãos de Any em sua cintura, e ela tão próxima assim a olhando nos
olhos, e pedindo daquela forma.
Dul: Pra que Anahi?? (falando calma) pra vc me tratar como me trata, se desfazendo de mim?
Any: Vc arruma sua coisas, vem comigo, e durante essa viajem esquecemos a Anahi sua
patroa, a Dulce minha funcionária, esquecemos de tudo aqui, vamos viajar, deixando tudo
aqui, esquecer de tudo, e sermos só eu e vc, topa??
Dul se surpreende com a proposta de Any, mas para Any era muito fácil querer esquecer as
coisas. Mas para ela não, porque depois a realidade voltaria.
Dul: Pra vc é fácil dizer isso, esquecer, as coisas não são assim Anahi.
Dul da um suspiro cansado, olhando pro lado. Any leva uma mão ao rosto dela fazendo ela a
olhar.
Any: Me responde.
Any sorri.
Any: Sabia!!
Dul: Como??
Any: Não, nada não, ta ta. vamos arrumar suas coisas.( sorrindo).
Dul olha o jeito dela, estava linda como sempre, ela era toda linda, toda perfeita, um charme
de mulher. Mas apesar de ter aceitado ir, não iria facilitar as coisas para Any.
Dul pensando: Se vc ta achando que vai fazer comigo o que quer Anahi, ta muito enganada, eu
vou com vc, mas não vai me ter como quer.
Dul: Não posso ir agora, tenho umas coisas pra ver e resolver antes.
Any: Como??
Dul: Se for pra mim ir vai ser assim, só depois do almoço, lá pelas 2 da tarde, se quiser
também.
Any bufa.
Dul prende o riso, na verdade não ia resolver coisa nenhuma, queria mesmo era pirraçar Any.
Dul: As 14:30.
Any: Ok.
Dul arruma suas coisas depois que Any vai embora. E as 14:50 já estavam no carro, Dul o
tempo todo calada e Any a observando. Elas já estavam na estrada, Dul olhava pelo vidro da
janela, e Any dirigia, e a olhava de lado.
Any: Dulce, vai ficar de cara amarrada assim até que horas?
Dul: Não to de cara amarrada, só não to afim de papo, aliás, eu nem queria vir nessa viajem.
Dul: Legal? (ela olha pra Any) legal virar de ultima hora pra outra, dizendo que vou viajar com
vc, mandando em mim como se eu fosse um animalzinho, comandando minha vida, fazendo
eu dar o bolo nos outros, desmarcando meus comrpomissos sem me avisar? Isso é legal?
Any: Olha Dulce, beleza que eu fiz tudo isso ai, vc pode não ter gostado, mas te propus um
acordo e vc aceitou, que era da gente viajar e esquecer quem eramos, deixar tudo lá atras. E vc
ta qui comigo indo viajar, é sinal de que aceitou, mas se caso não aceitou, então podemos
voltar pra tras agora, porque não quero passar a viajem com vc jogando isso na minha cara o
tempo todo. Mas se pra vc não ta bom agente volta.(ela anda com o carro como se fosse dar a
volta).
Dul: Ei, calma, também não é assim, só to afim de ir calada durante o caminho, pode ser?( a
olhando calma).
Any: Como quiser, mas pelo menos não joga nada na minha cara.
Dul: Beleza, não falo mais nada.(ela tira a mão da de Any, voltando a ficar como estava).
Tempo depois, Any encosta o carro em uma praia linda, já tava quase na hora do por do sol, e
estava vazia, só algumas pessoas por lá, mas mais distantes da onde elas estavam, Any desce
do carro.
Any: Vem!
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%20sol_resize.jpg
Dul: Ta lindo, mas o que viemos caçar aqui? Ta longe pra onde estamos indo?
Any não responde tira suas sandálias, e segue para a praia segurando-as, Dul respira fundo, ela
sai na frente e ainda nem responde. Ela segue atras resmungando que Any nem diz nada. Elas
chegam na areia, Any olhando o mar e Dul resmungando feito um papagaio.
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brasil/subsecretaria-geral-das-comunidades-brasileiras-no-exterior/servicos/galeria-de-
imagens/paisagens.jpg/image_preview
Any senta na areia, como se nem estivesse ouvindo Dul, encantada pela visão, Dul a olha de
pé, senta do seu lado, nem tirou os sapatos pois usava tênis.
Dul:Cara to falando com vc (a olhando) não ta me ouvindo, depois não quer que eu reclame,
me deixa falando feito uma palhaça sozinha.
Ela cala a boca, olhando Any, e Any nada, contiua a olhar pra frente. Dul bufa, e olha pra
frente, ela se afasta indo mais para o lado, ficando um pouco mais a frente de Any, já que ela
não conversava com ela, também ná ia ficar perto dela, e fica resmungando, falando consigo
mesma.
Dul: Me força a viajar, faz o que faz, e ainda me ignora, não mas tudo bem, o que eu poderia
esperar vindo dela? Só poderia dar nisso mesmo, bem feito.
Ela fica resmungando, quando derrepente sente um abraço a envolvendo por tras, e as pernas
de Any uma de cada lado de seu quadril, Any a abraçou por tras, assim Dul ficou sentada na
sua frente entre suas pernas, falando em seu ouvido:
Any fala com a voz suave, meiga, e abraçando Dul carinhosamente, dando um beijinho no
rosto dela bem demorado.
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Dul fica pasma, estava besta, com a mudança de comportamento de Any. Do nada assim toda
carinhosa, ainda mais com ela, Dul fica totalmente sem fala, sem reação, sem saber como agir.
Mas não podia deixar de sentir a sensação maravilhosa de Any a tratar assim dessa forma, por
mais estranho que fosse, era bom.
Ela abraça mais Dul, encostando seu rosto no dela, Dul sente como se seu coração fosse sair
pela boca, ela tava parada, imovél, mas com o tempo foi relaxando, colocou as mãos e braços
nos de de Any, se acolhendo neles, e encostando seu rosto mais no de Any, sentindo a pele
macia do rostinho de Any. Tava muito surpresa e confusa, mas iria aproveitar, era impossivel
não se render a aquilo. Elas ficam assim até o sol se por, se sentindo pelo abraço, logo o sol se
pos, e escureceu. Dul ficou calada, não queria perguntar nada e estragar o momento, mas
agora ela não saberia o que viria, se Any ia continuar do mesmo jeito, ou não, ela era tão
imprevisivel. Até que Any começa a dar beijinhos pela bochecha de Dul, bem carinhosos, Dul
entende menos ainda, a mulher tava louca, só pode. Dul fecha os olhos, e devagar vai virando
seu rosto, virando o corpo um pouco também, assim fazendo seus lábios se encostarem, e
iniciarem um beijo calmo, lento, logo a lingua de Any vai invadindo devagar a boca de Dul, que
leva a sua de encostro a dela, e ficam se beijando nessa sintonia perfeita.
Ficarm por um bom tempo nesse beijo, nem queriam se desgrudar, mas a falta de ar as
obrigou. Elas param o beijo, finalizando com um selinho bem longo, e ficando assim de testas
coladas, sentindo suas respirações, sentindo um ventinho bater em seus rostos, e o barulho do
mar, era o unico som que havia ali, estava uma calma, silencio, só escutavam as ondas no mar,
pela primeira vez o sexo não vinha na cabeça das duas depois de um beijo, aquele foi
diferente, foi sincero, carinhoso, e Dul sentiu nele o quanto tinha a necessidade de ter Any
com ela, confirmando o que ela já sabia a muito tempo, que estava perdidamente apaixonada
por ela. Any sentia a mesma sensação que Dul, mas evitava se entregar a esse sentimento, ela
sabia que ficar assim com Dul era indescritivel, mas não deixaria se levar por esse sentimento
assim, nem seu coração se entregar. Guardaria para si, ela jamais iria falar nada para Dul,
muito menos assumir, se não quer assumir nem pra sí mesma, quem dirá pra Dul, mas os
jestos podem falar mais do que palavras, e isso é o que confundirá a cabeça de Dul, e confundi,
ela fala uma coisa, depois vai agindo de outro, e isso não ira para por ali. Mas Dul não tava
querendo pensar em nada agora, resolve fazer o que Any propos, esquecer quem são, e tudo
que ficou lá na capital, e fazer como se tivesse a conhecido ali naquela hora, pois percebeu que
Any iria mesmo levar a proposta adiante, devido ao seu coportamento. Mas apesar disso Dul
tava com medo dela trata-la fria novamente. Então ela não aguenta, não quer estragar o
momento com perguntas, mas ela tinha que saber, estava confusa. Abre os olhos, vendo a
boca de Any, logo sobe os olhos, descolando suas testas, assim Any abre os seus a olhando.
Dul: Eu não queria cortar esse clima, mas eu preciso saber, vc...
Any: Qual é o nosso acordo? Eu quero aproveitar tudo isso com vc Dulce (sorrindo) esquece o
mindo.
Dul sorri, concordando. Mesmo sabendo que depois poderia se machucar muito, mas era um
risco que ela tinha que correr.
Any ri, acha graça do dengo de Dul, e começa a falar com voz de bb.
Dul a olha, começa a rir daquela voz de bebe dela, e do jeito dela.
Dul: Não, vc não eh a Anahi (ela afasta mais o rosto) quem eh vc?? O que vc fez com a Anahi??
Onde ela ta??
Ela se levanta, fazendo como quem ta com medo. Any morri de rir.
Any: Deixa de ser besta menina. kk (ela da aquela gargalhada q só ela sabe da).
Any se levanta.
Dul: Só to com medo, não sei o que fez com a pobre coitada, e se apossou do corpo dela. kk
Any vai pra cima de Dul, mas Dul corre rindo, e Any vai atras rindo também.
Any: Vou te pegar e fazer o que eu fiz com sua amiga Anahi. kk
Dul corria rindo muito e já nem aguentava mais de tanto que tava correndo, se cansando já, e
Any da mesma forma atras.
Dul: Para que não aguento mais. (rindo quase caindo na areia).
Dul olha pra tras, rindo, com os cabelos voando, com aquele sorriso sapeca que só ela tinha,
nisso ela tropeça embaraçando em suas própias pernas caindo e como Any já tava pertinho a
abraça caindo em cima dela, elas cairam bem pertinho da água.
Any encosta os lábios no ouvido de Dul, falando com aquela voz rouca.
Dul ri.
Any: Vou te matar de amor, eu quero fazer amor com vc aqui na praia.
Dul se arrepia da cabeça aos pés, desfazendo o sorriso aos poucos e a olha bem nos olhos,
levando as mãos ao rosto de Any.
Dul: Então vem me matar de amor Anahi, mas eu também quero vc.
Dul gira seus corpos ficando agora por cima dela, assim chegando mais pra perto da água, que
vinha e acabou batendo nelas, molhando um pouco seus corpos.
Dul a olhava nos olhos, Any estava com as mãos nas costas de Dul, Dul tirou uns fios do rosto
de Any, depois ficou acariciando seu rosto.
Any: Sou toda sua, pode fazer comigo o que quiser aqui e agora. (a olhando nos olhos).
Dul: Mas eu disse amar, quero fazer amor com vc, e do meu jeito.
Any: Então vem me amar, me ama do seu jeito, aora aqui, eu vou me entregar pra vc, como
nunca me entreguei antes.
Dul leva seus lábios aos de Any a beijando lentamente, sem muita pressa, passando a mão na
lateral do corpo de Any, subindo a blusa dela, afim de tira-la, Any gira seus corpos, ficando
agora por cima, se senta no quadril de Dul, puxando sua blusa, a tirando, Dul logo passo os
olhos pela barriga da loira, e seios, levando as mãos as coxas da loira, aumentando mais ainda
seu desejo de te-la. Any pega sua blusa, passando em volta do pescoço de Dul a puxando,
fazendo assim ela se sentar, e seus lábios se encostarem, inicando um beijo de novo, onde
suas línguas se encontavam em total sintonia, Dul deslizava as mãos pelas costas de Any, a
puxando cada vez mais para si, descendo uma mão para uma coixa de dela, e a outra no
bumbum, apertando, a pressionando mais nela, Any tinha suas mãos na nuca de Dul, e
começou a mover seu corpo no de Dul, fazendo assim as duas ofegarem, Dul leva a mão ao
feche do suatian de Any o abrindo, passando a dar beijos pelo ombro dela, enquanto vai
tirando o sutian, ela o tira, o jogando por algum lugar ali, passando a dar beijos no pescoço de
Any, nem rápido nem devagar, Any inclina sua cabeça para trás, oferecendo mais seus pescoço
a Dul, que passa a dar chupadas nele, depois passando a língua por ele, causando arrepios e
mais tesão em Any, que leva suas mãos aos botões da busa de Dul, os abrindo, enquanto se
excitava, e ofegava cada vez mais, Dul levou uma mão a um seio de Dela, o massageando,
passando o polegar no bico do seio, fazendo Any se mexer mais no colo dela, que por fim abre
a blusa de Dul, a tirando, Dul tira suas mãos de Any, para ela tirar sua blusa por completo, Any
pega a blusa dela, jogando mais distante dali um pouco.
Dul voltou a tocar um seio de Any, beijando seus pescoço, e descendo em direção aos seios da
loira, Any empinou mais seu corpo, fazendo assim seus seios ficarem mais a altura da boca de
Dul, levando uma mão a nuca de Dela, empurando de leve a cabeça dela em seu seio, louca
para sentir a boca de Dul fazendo caricias ali, ela ofegava muito e mordia os lábios, Dul leva a
boca a um bico dos seios de Any, passando a pontinha da língua devagar, em movimento
circular, fazendo a loira puxar o ar, Dul investiu nas caricias ali, depois passou a pressionar mais
sua língua ali, mordiscou, e depois passou a chupa-lo, arracando um gemido de Any, que já
contorcia em seu colo, Dul levou a outra mão ao botão da calça de Any, o abrindo, desceu o
zíper, e começou a enfiar sua mão na calcinha de Any, fazendo a loira ofegar mais, seu coração
disparar, e se sentir mais molhada, Dul adentrou a mão, tocando o clitóris de Any, o
massageando, fazendo a loira gemer de novo, Dul a puxou mais para si, assim a boca de Any
ficou em seu ouvido, ela queria ouvir a loira gemer pra ela, e continuou os movimentos em
Any, que estava com uma mão na lateral do corpo de Dul, e a outra na nuca, acariciando com
os dedos, ela fechou os olhos, sentindo as caricias de Dul nela, mordeu mais o lábios, e nãos e
conteve, acabou gemendo de novo, Dul investia nos movimentos lá em baixo, sentindo em sua
mão como Any tava bastante molhada e excitada, seu coração foi a mil, ao sentir a loira tão
excitada por ela, e enlouqueceu com a loira dando gemidos roucos em seu ouvido
Dul deslizou o dedo mais para baixo, indo a entradinha de Any, passando o dedo por ali, mas
Any afasta mais seu corpo do dela, e num movimentos súbito, faz Dul se deitar, tirando a mão
de sua calcinha, ela segura os braços de Dul contra a areia, a olhando ofegante, e se
controlando para não deixar Dul a te-la logo, e deixar Dul fazer ela dela naquele momento
mesmo.
Any: Calme mocinha, agora é minha vez.(sorrindo maliciosa, passando a língua nos lábios os
umidecendo).
Any começa a se mover no quadril de Dul devagar, fazendo Dul engolir seco, e alterar a
respiração.
Any passa a se movimentar mais nela, com suas intimidades se roçando pela roupa, Dul olha os
seios de Any querendo toca-los, beija-los, desce os olhos para o quadril dela, que se movia,
rebolando de uma forma muito sensual, com a calça aberta, deixando a cacinha aparecendo, e
ainda sentindoa pressão do corpo de Any no seu, fazendo ir a loucura, de ver aquilo tudo e não
pode fazer nada, pois seus braços estavam seguros pelas mãos de Any. Ela ofegava, excitada.
Dul: Deixa...eu te tocar. (ofegante, forçando para Any soltar seus braços).
Any abaixa seu corpo, deixando um seio seu bem pertinho da boca de Dul, ela levanta a cabeça
afim de toca-lo com a boca, mas Any volta um pouco seu corpo pata trás, deixando Dul no
vácuo.
Any repetiu isso umas 2 vezes, deixando Dul louca. Ela sorria mordendo o lábio com a carinha
safada, que deixava Dul mais louca ainda. Any leva seus lábios ao pescoço de Dul, soltando os
braços dela, Any leva sua mão perconrrendo todo o corpo de Dul, o tocando, enquanto sua
boca e lingua desciam pelo corpo dela, passando pelos seios, na barriga, enquantos Dul
acariciava seus cabelos, ficando cada vez mais excitada, Any chega ao botão da calça de Dul, e
abre, desce o ziper, puxando a calça com cacinha e tudo, a jogando mais distante delas, ela fica
em pé, deixando Dul deitada na areia, ofegante, a olhando, a chamando com os olhos. Any
sorri em pé, e começa a passa as mãos pelo seu corpo, tocando seus seios, passando a mão
pela barriga, e mexendo o quadril, e olhando para Dul, Dul tava babando com aquela mulher
ali assin na sua frente, Any leva as mãos a sua calça que já tava aberta, e começa a abaixa-la
mas bem devagar, só abaixa um pouquinho, começando a rebolar, ela se virou de costas para
Dul, começou a abaixar a calça um pouco mais se mexendo, o coração de Dul disparou mais, o
desejo foi tomando conta de seu corpo, ofegando, com os olhos vidrados no corpo da bela
loira, Any vira de novo de frente pra ela, descendo de vez a calça bem devagar, até quase tira-
la por completo, ela chega mais para perto, ficando em pé entre as pernas de Dul, Dul se senta,
Any levanta um pé e Dul tira uma perna da calça, depois Any levanta o outro pé, e Dul faz o
mesmo, jogando a calça pra lá, junto com a sua. Dul levanta seu rosto, segurando nas mãos de
Any a puxando, Any se ajoelha, depois dobra suas pernas, sentando em cima delas. Dul a olha
bem no olhos, passando a mão em seu rosto, ela tinha muito o que dizer, mas com certeza não
iria falar, porque ainda não era a hora, e nem sabia se algum dia essa hora ia chegar.
Ela puxou mais Any, e Any foi deitando sobre ela, se beijavam, e com o tempo o beijo
aumentou o ritmo, passaram a ofegar mais, seus corpos estavam grudados, as peles quentes
uma na outra, seus lábios e liguas encaixados perfeitamente, Any passou a mover seu corpo no
de Dul, causando mais excitação nas duas, automaticamente Dul afastou suas pernas,
deixando assim Any entre elas, e suas intimidades se roçarem, o que causava loucura nas duas,
já estavam excitadas demais, mas com esse contato só aumentou o tesão e desejo, Any levou
os lábios ao pescoço de Dul, voltando a dar chupas intensas, e uma mão sua a um seio de Dela,
hora massageava, hora passava o polegar no bico do seio de Dul, e movia mais sua intimidade
na dela, as vezes pressionando, fazendo Dul se contorcer em baixo dela, e mover seu corpo
também, passando a mão em suas costas, apertando, passando a unha devagar, e tentava dar
beijos no ombro de dela também, e com uma mão em um dos seios de Any também, o
tocando de uma forma bem excitante, o desejo as invadiam cada vez mais, e aumentava, se
querendo mais e mais, se sentindo assim, nesse ritmo de beijos nos lábios, pescoço, ombro,
suas mãos que se perdiam no corpo uma da outra, acabam não aguentando e gozando juntas,
entre gemidos de ambas. Depois sentindo seus corpos se acalmarem ainda, Any deixa seu
corpo no de Dul, deitada sobre ela, com a cabeça em seu ombro, sentindo as batidas fortes do
coração de Dul junto com o seu. E Dul acariciava os cabelos da loira, sentindo suas batidas
também, de olhos fechados. Ela tinha Any ali assim, sobre ela, tão dela naquele momento,
pensando como seria maravilhoso te-la assim, sempre que quisesse, sem medo de nada.
Dul continuou as caricias, e pensando o que Any iria fazer aora, se iria levantar e agir como se
nada tivesse acontecido, como ela sempre faz, ou se iria mesmo agir com o acordo que fez a
ela. Ela tinha medo de saber a resposta disso, tava tão bom daquele jeito, então ficou quieta,
esperando alguma ação de Any. Quando ela ouve Any dizer algo finalmente, ainda com a
cabeça em seu ombro.
Any levanta sua cabeça do ombro de Dul, e a olha sorrindo com um sorriso sapeca.
Ela se levanta rindo, e já vai puxando Dul para entrar na agua. Dul sorri e vai com ela, elas
corem juntas de mãos dadas para dentro do mar, Any abraça Dul a puxando pela cintura,
quando vem uma honda e atinge as duas, as derrubando, elas riem muito, grudadas uma na
outra, voltando a ficar em pé novamente.
Dul leva seus braços em volta do pescoço de Any a puxando e dando um selinho longo nela.
Dul: Eh a bebê.(sorrindo).
Any ri.
Elas ficam se olhando rindo, depois de um tempo ficam sem assunto, ficam se olhando, até
ficarem um pouco sem graça.
Any: Bom, então...acho que ta na hora de ir mesmo neh, se não vamos nos atrazar.
Dul: Meu Deus, essa calça não vai entrar em mim não, to toda molhada.
Any: Vc ta preocupada com isso?? Pa quem acabou de fazer amor no meio da praia. kk
Dul para ao ouvi Any falando "fazer amor", e sorri meio boba, Any nem percebe nada, pois
estava colocando seu sutian, depois começou a vestir a blusa.
Elas vestem uma parte das roupas, seguem para o carro, se secam mais ou menos lá com suas
toalhas, vestem umas saias, era o que tava mais facil, penteam os cabelos, e seguem para o
hotel.
Meia hora depois já estavam lá. Elas estacionam o carro, entram no hotel, pegam a chave do
quarto.
Any: Dul, eu pedi só um quarto, se importa de ficar comigo, ou prefere um só pra vc? Não sei,
vai que vc quer privacidade e tal.
Any: Otimo.
Elas seguem para o quarto, joagam suas coisas pela cama e chão, e caem na cama deitadas,
bem cançadas.
Any: E eu já morri.
As duas riem.
Any: Não da (ela tira a blusa) é sério, vamos nos atrazar (ela tira a saia).
Dul gruda os olhos no corpo dela, babando como sempre, era impossivel não babar diante
daquela mulher.
Any ri.
Dul se levanta a vai tomar banho com Any, mas não fazem nada, além de beijinhos, abraços,
carinhos e risadas, pois não daria tempo, e Any nem deixou ela fazer nada, realmente já
estavam atrazadas. Depois elas saem, se arrumam, mas nada muito exagerado, Any iria levar
Dul a um lual na praia, então se vestiram bem a vontade, de shortinho, camisetinhas, com
biquine por baixo.
Ela puxa Dul pela mão, saindo do quarto. Elas vão de carro para o local, e logo chegam, elas
descem do carro, seguem para o lual, estava com bastante gente já, todos bem animados, Dul
olhou tudo e adorou.
Dul: Um lual.(sorrindo).
Ela ve duas mulheres se beijando, olha pro lado tinha um casal de homens bem intimos.
Dul: Any...
Dul: Ah sim. rs
Dul: Obriado!!(sorrindo).
Fabiola: Ela saiu com uma morena ai, super linda por sinal.
Fabiola: Eu tenho a impressão que já vi aquela morena entes em algum lugar cara.
Juliana: Eu também.
Juliana: Não sei, só sei que é lindissima, daqui a pouco elas devem estar ai.
Any: Nossa, a Fabricia como sempre rápida neh, mal começou a festa. rs
Any: Eu nada. Rs
Dul sorri.
Juliana: Bom se ela trabalha com vc, ela sabe do corno do Poncho neh??
Juliana: Mas eh verdade, aquele ali tem tantos chifres que já deve ta pesando a cabeça kk
Juliana: Ta ta, mas deixemos o corno de lado, a e a propósito Any, o dia que vc não quiser mais
ele, manda pra mim, porque oh homem viu meu Deus, é o homem perfeito, lindo, tesão,
charmoso, educado, e maior trouxa kk, da pra meter os chifres e ele nem descobre kk
Todas riem.
Any: Ah tadinho Ju, não fala assim do coitado, ele me ajuda e muito.
Fabiola: Cara, eu não sei da onde sai tanta merda da cabeça dessa menina. Kk
Juliana: O que será que ela quis dizer com isso?? (pensando).
Dul ri.
Any: Que??
Juliana: Brigamos, aff, ela e seu ciúmes, nossa isso me mata.
Juliana: E como, por isso vou pegar a primeira que eu ver na frente.
Juliana: Que nada, vc eh doida pra Ju aqui de dar uns pegas legal. (rindo mais).
Any ri.
Juliana: Olha com a morena que ela saiu, deve demorar um pouco. Rs
Juliana: Eu não vi bem o rosto dela, só reparei nos peitos kk, e ela tava meio de lado, mas cara,
eu já vi ela.
Elas ficam conversando, até que Juliana vê Fabricia chegando com a tal morena, enquanto Any,
Dul, e Fabiola conversavam animadamente.
Todas olhavam pra ela, e logo olham em direção a onde ela olhava. Any vê a tal morena, que
logo sorri, e corre com os braços abertos gritando, coisa de mulher escandalosa quando se vê,
e Any faz a mesma coisa.
Mai se afasta.
Fabricia ficou mais atrás conversando com outra pessoas, e logo Any apresenta Mai para as
meninas, depois Fabricia chega lá também, é apresentada a Dul, conversam sobre a festa que
ela vai fazer, e essas coisas, e logo sai para dar atenção aos outros convidados, e marca um
almoço com Any e Dul no outro dia. Mai fica lá com elas.
Mai: Ta viajando, e eu logo vim aproveitar neh, falei que tava indo pra casa de uma prima e tal.
Mai: Afinal, ele sabe o Anjo de mulher que tem neh. (rindo).
Juliana: Cara mais um corno pra historia, quem ensinou quem hem??(olhando pra Any e Mai).
Juliana: Não sou mesmo, e não nego kk, eu sei que não presto e assumo.(rindo).
Todas se animam, e voa dançarem, pegam algumas bebidas também. Não passa nem 20
minutos e Juliana já ta se atracando com uma bela loira num canto lá. Fabiola chama Any e
elas vão ao banheiro, deixando Dul e Mai sozinhas.
Mai: Me explica tudo, quer dizer que vc e Any vieram juntinhas, qual parte eu perdi??
Dul ri.
Dul: Mai, a sua amiga ta meio doida, rs. É sério, ela me chamou par essa viajem, ta toda
carinhosa, meiga, eu to até assustada com esse comportamento dela sabia?? Mas to gostando.
Mai: Se vc ta, vai dizer eu, Any nunca foi de levar rolos dela pra lugar nenhum.
Dul: Mas ta muito bom Mai, to adorando, só tenho medo que amanhã eu acorde, e ela não aja
mais assim comigo, vc sabe como ela eh.
Mai: Ah mas pelo que vejo não eh só vc que ta curtindo, então foi por isso que não foi no
acampamento com a Mari neh?
Mai: Mas eu conheço a Any e sei bem o que ela deve ter feito pra vc vir, relaxa Dul, depois vc
se acerta com a Mari.
Mai: A Fabricia me ligou, me convidando pra a outra festa que ela vai fazer, e comentou dessa
de hoje, e disse que a Any tava vindo, dae como o Guido tava viajando, e eu sabia que a Any
viria, vim logo pra cá, e sem contar que sendo convite da Fabricia, não da pra dispensar neh.
(sorrindo maliciosa).
Dul: Ta bem Mai, ela me disse que não falou mais com vc, desde seu casamento.
Mai: Mas eh só por pegar, prazer, diversão e nada mais. Já ta tudo fudido mesmo.
Dul: Mas ta muito bom Mai, to adorando, só tenho medo que amanhã eu acorde, e ela não aja
mais assim comigo, vc sabe como ela eh.
Mai: Ah mas pelo que vejo não eh só vc que ta curtindo, então foi por isso que não foi no
acampamento com a Mari neh?
Mai: A Fabricia me ligou, me convidando pra a outra festa que ela vai fazer, e comentou dessa
de hoje, e disse que a Any tava vindo, dae como o Guido tava viajando, e eu sabia que a Any
viria, vim logo pra cá, e sem contar que sendo convite da Fabricia, não da pra dispensar neh.
(sorrindo maliciosa).
Dul: Ta bem Mai, ela me disse que não falou mais com vc, desde seu casamento.
Mai: Mas eh só por pegar, prazer, diversão e nada mais. Já ta tudo fudido mesmo.
Dul prestava a atenção em Mai, e logo vê Any e Fabiola, voltando do banheiro, e parando em
três mulheres bem lindas, e se cumprimentam com beijinhos no rosto, e ficam conversando
por ali mesmo. Dul olhava atenta, mas o lual tava bem cheio de gente, e toda hora uma pessoa
entrava na sua frente, Any não tava muito longe nem muito perto, as vezes as pessoas
atrapalhavam Dul a ver Any melhor.