Guia Rápido Megasquirt MS1
Guia Rápido Megasquirt MS1
Porém é importante lembrar que a eletrônica disponível atualmente é apenas uma ferramenta
entre tantas outras, necessárias para que o conjunto alcance o objetivo final. Quem deve estar no
comando é o profissional que deve ter bom-senso e saber o que o motor pede, para que através das
ferramentas disponíveis, possa lhe dar o necessário para o correto funcionamento, sem criar condições
que coloquem o motor em perigo. Infelizmente, na maioria das vezes esse bom-senso somente vem
acompanhado de experiência, nem sempre boas, de quebras anteriores.
Não ignore sintomas estranhos que o motor possa lhe passar durante a fase de calibração, como
barulhos estranhos, grilados, temperatura excessiva e etc.
Divida a instalação e acerto em fases e apenas passe para a fase seguinte se a anterior for
completada com sucesso e não tenha restado nenhum problema a ser resolvido.
Tenha sempre em mãos um caderno para anotar ítens que serão utilizados durante a fase de
calibração. Qualquer coisa que chame a atenção deve ser anotada para futuras consultas, além do
básico como vazão dos bicos, valores de TPS e ensaios de sensores de temperatura, valores de sonda e
outras coisas. Não confie apenas na memória.
Caso essa seja sua primeira instalação de uma injeção baseada na Megasquirt, tenha em mente
que como todo sistema novo, é necessário atenção redobrada para ítens que aparentemente parecem
banais, mas tem grande influencia no desempenho final, como ligações elétricas bem feitas,
aterramentos feitos corretamente como manda o diagrama e mais importante que tudo, faça tudo isso
tendo tempo de sobra. Evite trabalhar à noite com horário contado e sempre tenha à mão um computador
com conexão a internet para consultas de última hora. Isso pode lhe poupar horas de espera por alguma
informação.
Seguindo essas dicas você terá seu sistema funcionando de forma sólida e em pouco tempo. Não
exagere nos limites e lembre-se que a eletrônica faz o que se manda... A mecânica não, ela pode quebrar.
Tenha bom-senso na hora da calibração e terá por muito tempo um motor forte, confiável e
eficiente.
Equipe Megasquirtracing
ATENÇÃO: As injeções da linha MS Racing não são projetadas para uso em veículos que rodem sob limites de poluição controlados por lei. Seu uso é
destinado a veículos de competição e off-road. Qualquer uso indevido será por conta e risco exclusivo do proprietário. A MS Racing LTDA. não se
responsabiliza pelo mau uso ou uso de seus produtos ou uso em discordância da lei vigente.
MS1 Racing - Guia rápido de configuração
Metodologia de calibração
A calibração em potência máxima somente deve ser inicializada depois que a região de
marcha lenta e regime de cruzeiro estiverem totalmente calibradas e as condições de mistura,
ponto de ignição, limite de rotação máxima dependem de cada projeto de motor. O calibrador
deve estar ciente dos limites dele.
Abaixo temos listados alguns passos para deixar a sua MS Racing pronta pra uso. É
importante seguir essa sequencia na ordem em que ela está descrita, pois isso irá acelerar o
processo de configuração e acerto da injeção. Não descuide de nenhum detalhe e não ache
que existam passos dispensáveis. Todos eles são importantes e qualquer um que não seja
executado corretamente pode influenciar nos demais.
Somente faça o primeiro teste de percurso após todos os passos terem sido
completados com sucesso. Caso algum ítem cause dúvida ou incerteza, não siga em
frente até ele ter sido sanado por completo.
Isso se deve ao fato das saídas de ignição, bicos e saídas programaveis serem
acionadas durante a gravação do firmware por alguns segundos, o que pode acarretar
queima de bobinas e drivers caso estejam conectados e alimentados.
Normalmente, a retirada dos fusíveis de alimentação das bobinas/bicos já é
suficiente para evitar qualquer avaria, mas tenha em mente que é necessário verificar
isso quando fizer upgrades de software ou mesmo carregamento de configurações
completas.
Uma vez estabelecida a comunicação do laptop com a injeção, a fase de instalação do software estará
completa e pronta para a fase seguinte, que é a introdução dos parâmetros do motor na injeção e
configuração dos sensores.
2-) Configurando os parâmetros dos bicos
Configurando os parâmetros básicos - Acesse o menu Configurações básicas>Parâmetros do
Motor.
A MS1 Racing utiliza a vazão dos bicos como parâmetro para - Copie os valores abaixo. Os campos são auto explicativos.
calcular a quantidade de combustível a ser injetada no motor. É - Após copiar, clique no botão Required Fuel. Siga as instruções
necessário ter a vazão real dos bicos nas unidades que ela entenda. dadas no box abaixo.
Ela entende duas unidades de vazão: libras/hora ou cc/minuto. - Clique no botão Gravar, e depois em Fechar. Isso gravará os
parâmetros na memória do módulo e estará pronto para o passo 2 da
libras/hora: É a quantidade de combustível que o bico
conseguiria injetar se alimentado pela pressao de trabalho (normalmente
3 bar) e jorrando combustível por uma hora, expressa em libras (1
libra=455 gramas).
cc/minuto: É a quantidade de combustível que o bico consegue
injetar, se alimentado pela pressão de trabalho (normalmente 3 bar) e
jorrando combustível por 1 minuto, expressa em cc (centímetros
cúbicos).
O que é o Req_Fuel?
É um parâmetro que a MS Racing utiliza para o cálculo do tempo de pulso dos injetores e ele é dado em mS
(milissegundos).
Ele é definido como o tempo em mS que o bico precisa ficar aberto para injetar combustível suficiente para 1
ciclo do cilindro, com mistura estequiométrica e eficiência volumétrica de 100% (pressão atmosférica). O Megatune
consegue calcular esse tempo, se entrarmos com a vazão do bico, cilindrada do motor e razão estequiométrica do
combustivel utilizado.
Na janela de parâmetros dos injetores, ao clicar no botão Calcular req_fuel, você verá a janela do calculador.
Entre com os valores solicitados e ao dar OK, o programa calculará o req_fuel corretamente e preencherá os
campos necessários.
Entre no menu Parâmetros básicos>Controle da sonda lambda. A Ms1 Racing está originalmente calibrada para utilizar os
Para uso de uma sonda comum, de 4 fios narrowband, copie os sensores MTE4053 e MTE5053.
parâmetros abaixo descritos. Os parâmetros são auto-explicativos e Assim que a MS1 Racing for ligada, ela deve indicar a
controlam a atuação da correção pela sonda lambda sobre o tempo de temperatura de água e ar próximos à temperatura ambiente. Se isso
pulso dos bicos. não ocorrer, reveja a ligação desses sensores.
O parâmetro Autoridade do controlador influi diretamente em Após confirmar a leitura dos sensres de temperatura, faça a
quanto o tempo de pulso é afetado pela correção. Em 0 ele não altera em calibração do TPS. Acesse o menu Ferramentas>Calibrar TPS.
nada o tempo de pulso. Em 10 ele interfere em até 10% no tempo de pulso
e assim por diante. Não é aconselhável deixar esse parâmetro acima de Com o acelerador em descanso, clique no primeiro botão Obter
15%. Somente deixe-o diferente de 0 após o mapa de combustível estar atual. A injeção retornará um valor entre 20 e 50.
perfeitamente acertado.
Faça o mesmo com o acelerador totalmente pressionado e clique
AT E N Ç Ã O : O m o d o no segundo botão Obter atual. A injeção deverá retornar um valor entre
autotune não funciona 180 e 250. Clique em OK para salvar essa calibração.
com a Autoridade em 0.
Ele deve ficar em 20% Caso os valores estejam invertidos (TPS fechado maior que o
para que o autotune TPS aberto) refaça a ligação do TPS, pois provavelmente está
funcione a contento. Com invertida.
o uso de sonda
Narrowband, o autotune
somente serve para a
calibração da mistura nas
áreas onde ela deve rodar
estequiométrica.
4-) Configurando o sinal de rotação e as saídas de bobina
Sinal de rotação com sensor no distribuidor
Para utilizar sinal de rotação proveniente de um sensor instalado no distribuidor, siga os passos abaixo:
A MS1 Racing aceita tanto rodas fônicas com 60-2 dentes (VW, GM, Fiat, mais populares) como
36-1 dentes (Ford).
Se utilizar distribuidor, com 1 bobina de ignição apenas, selecione a Função LED17 como
Saida faísca A. Não habilite mais nenhuma saída de faísca.
Se utilizar bobina dupla ou 4 bobinas, selecione a Função LED17(D14) como Saída faísca A e a
Função LED19(D16) como Saída faísca B.
Posicione o motor com o cilindro 1 em PMS e conte quantos dentes existem entre a falha e o
sensor. Normalmente esses dentes podem variar de 10 a 20 nos tipos mais populares. Se a sua roda
fônica for adaptada, não utilize mais de 20 dentes de distância entre a falha e o sensor, com o cilindro 1
em PMS. Copie a posição de alguma roda fônica original GM, VW, Fiat ou Ford.
Coloque o virabrequim em cerca de 60 graus APMS e conte quantos dentes existem entre a
falha e o sensor. Insira esse valor no campo Gatilho faisca A.
Coloque o motor em cerca de 10-15 graus APMS e conte quantos dentes existem entre a falha e
o sensor de rotação. Entre com esse valor no campo Retorno de sinal A.
Se utilizar roda fônica de 60 dentes, adicione 30 dentes ao valor do campo Gatilho de faísca A e
insira o resultado no campo Gatilho faísca B. Faça o mesmo com o campo Retorno de sinal A e insira
no campo Retorno de sinal B .
Se utilizar roda fônica de 36 dentes, adicione 18 dentes ao valor do campo Gatilho de faísca A e
insira o resultado no campo Gatilho faísca B. Faça o mesmo com o campo Retorno de sinal A e insira
no campo Retorno de sinal B .
Parâmetros utilizados nas rodas fônicas originais mais populares em motores 4 cilindros
Roda fônica VW Roda fônica GM Roda fônica Fiat Roda fônica Ford
Posição sensor: 78º Posição sensor: 60º Posição sensor: 60º Posição sensor: 60º
5-) Configurando os parâmetros de ignição e Dwell
Após os passos anteriores terem sido completados com sucesso, clique no menu
Ignição>Parâmetros de ignição.
O campo Posição do sensor de rotação refere-se em que posição o virabrequim está quando ele
recebe o sinal de gatilho do sensor de rotação, ou em caso de uso de roda fônica, a posição que o
virabrequim está quando o dente de Gatilho da faísca A passa pelo sensor.
Esse valor é dado em graus.
Ao se posicionar o sensor, é necessário colocá-lo sempre a mais de 50 graus em relação ao PMS,
pois ele define qual será o máximo valor que o ponto de ignição poderá atingir no mapa.
Por exemplo, se a posição do sensor for a 60 graus APMS, você podera ter seu mapa de avanço de
ignição em qualquer valor, até o limite de 60 graus. Porém se durante a instalação, o sensor ficar a
somente 20 graus do PMS, você não conseguirá
fazer o avanço de ignição passar desse valor, o
que com certeza irá causar problemas durante o
funcionamento.
Caso o seu sensor fique a mais de 90 graus, é necessário utilizar o campo Adição. O campo
Adição soma o valor fixo 22,5º ou 45º de forma que o valor no campo Posição do sensor fique
sempre abaixo de 90º.
O campo Ponto travado serve para travar o avanço em toda a faixa de giro do motor, para
fins de calibração e diagnóstico. Ao entrar com um valor qualquer entre 0 e 50 a injeção trava
o avanço nesse valor em toda a faixa de rotação. Ao entrar com o valor -10 nesse campo, a
injeção assume o mapa de ponto para controlar o avanço de ignição.
Atenção!!!
O campo Saída ignição invertida deverá sempre estar em "SIM". A modificação desse campo
poderá causar queima do driver de ignição das bobinas, ítem não coberto pela garantia de fábrica
da MS Racing.
Se utilizar distribuidor, monte uma vela com um cabo na saída da bobina e aterre o corpo
metálico da mesma no cabeçote do motor.
Caso use bobina dupla ou multibobinas, coloque uma vela em cada cabo e aterre os corpos
metálicos delas para fazer o teste da faísca.
Com o fusivel de 3 amperes na bobina, gire a chave e dê partida no motor. As velas devem faiscar de forma firme e constante.
Não é aconselhável fazer o teste da faísca com os cabos de velas soltos, ou faiscando direto no cabeçote ou no chassis do carro.
6-) Gerando os mapas básicos de combustível e ignição
Mapa de combustível
Menus
Células
Colunas MAP
Linhas RPM
Menus Como o nome já diz, abre os menus de importação e exportação de mapas, comando de ler e gravar o mapa na central, abre o
gerador de mapa de combustível e o plotador de contorno.
Colunas MAP Indicam a pressão do coletor em que a linha correspondente irá cruzar com o valor de RPM e selecionar a célula ativa. Os
valores são em KPa (kiloPascal). 100Kpa é pressão atmosférica ao nível do mar e pode ser entendida como valores abaixo de
100Kpa significam vácuo e valores acima de 100Kpa significam boost (pressão). Exemplificando:
30Kpa = motor em marcha lenta
100Kpa = Motor em WOT, mas sem pressão de turbo.
180Kpa= motor com 0,8 bar de pressão de turbo.
250Kpa= motor com 1,5 bar de pressão de turbo.
Os sensores MAP embutidos da linha MS Racing lêem até 400Kpa, ou 3 bar de pressão de turbo.
Linhas RPM Indicam a RPM em que as colunas verticais irão cruzar com o valor do MAP, selecionando a célula ativa.
Células Elas tem o valor da EV (eficiência volumétrica) do cilindro quando cruzam MAP x RPM. São valores expressos em %. O valor
mínimo é 1 e o máximo 255. Se o valor é 100, por exemplo, significa que o tempo de pulso do bico injetor é igual ao valor do
Req_Fuel (100% de eficiência volumétrica). Quando o motor está sob pressão, o valor da célula normalmente é maior que 100.
Quando o motor está com vácuo no coletor, o valor da célula normalmente fica abaixo de 100.
Com o motor em funcionamento, a célula ativa fica destacada no mapa e correndo conforme o RPM e a pressão do coletor de admissão
variam, indicando qual célula está em uso naquele exato momento.
As linhas de RPM podem ser preenchidas de forma que as áreas de maior utilização possam ter maior resolução e um acerto mais fino. O
mesmo acontece com a coluna do MAP.
O primeiro campo da linha de RPM deve ter o valor pouco abaixo da RPM de marcha lenta e a última deve ter o valor pouco acima da RPM
de corte.
Assim como o primeiro campo do MAP deve ter valor abaixo da leitura do MAP em marcha lenta, o último campo deve ter valor
ligeiramente acima do maior valor de MAP em que o motor irá trabalhar.
6-) Gerando os mapas básicos de combustível e ignição
Após estar familiarizado com cada ítem na janela do mapa de A tabela de ponto de ignição não pode ser gerada
combustível, acesse o gerador de mapas clicando em automaticamente, devendo ser criada manualmente pelo preparador.
Ferramentas>Eficiência volumétrica>Gerar tabela.
O programa abrirá o gerador de tabelas de combustível, como Ela é acessada através do menu Ignição>Mapa de ponto 1.
ilustrado abaixo: O mapa de ponto 1 é o mapa principal de avanço de ignição e é
apresentado da mesma forma que o mapa de combustível, tendo as
colunas de MAP e linhas de RPM, além das células que indicam
diretamente o valor do ponto de ignição naquele regime.
Abaixo vemos um mapa de ponto de ignição, típico de motor
aspirado.
Utilizando nosso motor exemplo, um VW 2.0 aspirado com A região de torque máximo do motor deve ter seu avanço
116HP em 5600RPM e 17,5Kgf.m em 3000RPM ([Link]), entramos cuidadosamente calibrado. O ideal é com um dinamômetro com freio
com esses valores no gerador de tabelas. Após clicar em OK, será de carga, estabilizar o motor nessa condição. Parte-se de um avanço
calculada uma tabela como a mostrada abaixo, que poderá ser baixo (15º por exemplo) e vai-se aumentando conforme se ganha
imediatamente gravada na central, através do comando torque na leitura do dinamômetro. Assim que o motor parar de ganhar
Arquivo>Gravar na central. torque, estaciona-se o avanço. Caso o motor apresente indícios de
Substitua os valores usados no exemplo pelos do seu motor, detonação, recua-se o avanço de forma a proteger a integridade do
como cilindrada, torque e potência e proceda da mesma forma. motor. A grande maioria dos motores tem o avanço em torque máximo
Quanto mais precisos forem os dados entrados, mais próximo do ideal entre os 20 e os 30 graus, dependendo da taxa e do combustível.
será a tabela gerada.
O avanço em potência máxima é o mais difícil de definir, pois
nessa condição é difícil de ouvir os indícios de detonação e raramente
consegue-se quantificar as melhoras ou pioras das mudanças de
ponto sem o uso de um dinamômetro. Normalmente o valor do avanço
fica acima do ponto em torque máximo, mas não há uma receita
universal, principalmente se o motor for sobrealimentado. Para
motores aspirados, a grande maioria fica entre 25 e 35 graus,
dependendo também da taxa e combustível.
É essencial ter alguns pontos verificados antes de iniciar o funcionamento do motor. Alguns dizem respeito principalmente à segurança. Para que nada
de errado ocorra, tenha certeza de verificar esses ítens antes de partir o motor pela primeira vez:
Primeira partida
Continuando, abra o menu Partida e Aquecimento> Outros
Após a configuração do sinal de rotação, sensores de parâmetros de partida.
temperatura, sonda lambda e TPS e ter a certeza de seu Você abrirá outra janela com 2 parâmetros importantes a serem
funcionamento, é hora de experimentar a partida do motor. Para isso é preenchidos:
necessário configurar os parâmetros de partida e o tempo de pulso
durante a partida.
CIL. 4
CIL. 2
23- amarelo grosso
CIL. 3
20- marrom
21- branco/preto
Relê ventoinha
87
87
7- cinza/branco 85 86 Relê auxiliar
85 86
40 Amperes
30
30
87
19- cinza 85 86
30
Relê de função
programavel
branco
branco
15- azul/branco preto
cinza
aterrar no chassis
ou no polo negativo
da bateria
1- laranja +
Sonda lambda
14- branco s Bosch planar
-
TPS - borboleta
+ 3
4- laranja/branco* s Sensor Hall
2
- 1
branco
malha
Sensor Indutivo
17- preto
6- preto
24 23 22 21 20 19 18 17 16 15 14 13 16- preto/branco
12 11 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1
3- vermelho/branco entrada p/ log
0-5V BATERIA
Acion. 2 Step
na embreagem
Rev.B março-2010
Diagrama de eventos do sinal de rotação
PMS PMS PMS PMS PMS PMS PMS
cilindros 2-3 cilindros 1-4 cilindros 2-3 cilindros 1-4 cilindros 2-3 cilindros 1-4 cilindros 2-3
Posição do -180º -90º -45º 0º 45º 90º 135º 180º 225º 270º 315º 360º 540º 720º 900º
virabrequim
compressão explosão escape admissão compressão explosão
5V
Sinal de rotação
Gatilho faísca B Gatilho faísca A
distribuidor Hall 78º APMS 78º APMS
0V
Posição do sensor
de rotação - 78º
Sinal de rotação
Fônica 60-2 VW Flex
Sinal de rotação
Fônica 60-2 GM
Sentido de rotação
sensor de rotação
o sensor de rotação o do sensor de rot
ição d 78º Posiçã ação
Pos =6 sensor de rotação
0º
6 7 8 14 15 16
4
5 9 1
0 12 13 17
11 11 18
3 12 10 19
2 13 9 20
1 Reto 8 da R et
14 o 21
60 de rno l ho de rno
a (den sinal
7 Gati ca A (den sinal
od faís e 10)
tilh A te 1 te 1
22
15
59
6
nt
Ga ísca 1) 1)
Parâmetros p/ 60-2 VW (de
8)
Parâmetros p/ 60-2 GM
23
16
58
fa nte
5
(de
24
17
57
25
18
56
26
19
55
27 28
20 21
52 53 54
Com o primeiro cilindro em PMS, o sensor de Dentes ausentes: -2 Com o primeiro cilindro em PMS, o sensor de Dentes ausentes: -2
59 60
rotação deve ficar sobre o dente numero 13. rotação deve ficar sobre o dente numero 20.
Gatilho faísca A : 1 Gatilho faísca A : 10
29 30 31
22 23 24
Repare que a Megasquirt entende que o dente Repare que a Megasquirt entende que o dente
50 51
57 58
numero 1 é o dente imaginário anterior ao Retorno de sinal: 11 numero 1 é o dente imaginário anterior ao Retorno de sinal: 18
primeiro dente físico. primeiro dente físico.
Gatilho faísca B: 31 Gatilho faísca B: 40
32
25
49
56
33
26
48
55
34
27
47
54
(de
fa nte
35
28
53
46
36
29
nte
52
45
(de sinal od
30 (de sinal Gat sca A 37
de rno a de rno
44 51 ilho
Reto 31 Reto da 38
43 32 50 39
42 33 49 40
41 34 48 41
53 36 37 38 39 40 64 47 24 43 44 45