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2 Sistema Cardiovascular

1) O documento descreve a anatomia e fisiologia do coração, incluindo sua estrutura muscular, propriedades e circuito elétrico. 2) É detalhado o potencial de ação cardíaco em 5 fases e explicado o automatismo do coração, com o nodo sinoatrial como marca-passo. 3) A condução elétrica pelo coração é descrita, com velocidades diferentes nas estruturas cardíacas e um retardo proposital no nodo atrioventricular.
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1) O documento descreve a anatomia e fisiologia do coração, incluindo sua estrutura muscular, propriedades e circuito elétrico. 2) É detalhado o potencial de ação cardíaco em 5 fases e explicado o automatismo do coração, com o nodo sinoatrial como marca-passo. 3) A condução elétrica pelo coração é descrita, com velocidades diferentes nas estruturas cardíacas e um retardo proposital no nodo atrioventricular.
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CENTRO UNIVERSITÁRIO SÃO CAMILO

ANATOMIA DO CORAÇÃO

Coração:
• funciona como uma bomba
SISTEMA • possui 3 tipos de músculo:
- músculo atrial
CARDIOVASCULAR - músculo ventricular
- fibras especializadas
* fibras internodais
* feixe de His
* sistema de Purkinje

Profª Ms. Mariana Doce Passadore

CIRCUITO CARDÍACO PROPRIEDADES DO MÚSCULO CARDÍACO


 AUTOMATISMO
 Propriedade do músculo cardíaco de gerar seus próprios impulsos
nervosos. De origem miogênica ou nervosa.

 EXCITABILIDADE
 Propriedade do músculo cardíaco em se excitar com estímulos próprios
ou de origem não-cardíaca (p. ex. PCO2, pH, T°, hormônios, etc)

 CONDUTIBILIDADE
 Propriedade do músculo cardíaco em conduzir/propagar rapidamente o
impulso nervoso.

 CONTRATILIDADE
 Propriedade do músculo cardíaco em ser muito eficiente no trabalho
muscular. Resposta muscular do “Tudo ou Nada”.

ELETROFISIOLOGIA CARDÍACA POTENCIAL DE AÇÃO NO MÚSCULO CARDÍACO

Sincício atrial e ventricular: células independentes


interligadas onde o PA é propagado por todas as outras
rapidamente.

Retículo
sarcoplasmático:
Menos desenvolvido do que
no músculo esquelético
VENTRÍCULO ÁTRIO
Potencial de repouso da membrana:
-85 a -95mV (Músculo cardíaco)
-90 a -100mV (Fibras especializadas)

1
POTENCIAL DE AÇÃO POTENCIAL DE AÇÃO
• Fase 1
repolarização
inicial: Fechamento
dos canais de Na+ e
abertura dos de K+.

Ele tem 5 fases numeradas de 0 a 4:


Fase 2: Patamar. Ocorre abertura de canais de Ca2+ e
Fase 0: despolarização, com abertura de canais rápidos de
fechamento dos canais de K+. Dessa forma, há um influxo de
sódio e entrada do Na+ na fibra muscular.
Ca2+ na célula, mantendo-a despolarizada. Após 200 a 300 ms
esses canais se fecham.

POTENCIAL DE AÇÃO NO MÚSCULO CARDÍACO


POTENCIAL DE AÇÃO

• Fase 3:
Repolarização.
Com o fechamento
dos canais de Ca2+,
os de K+ voltam a se
abrir.

• Fase 4: Recuperação da membrana. A bomba de Na+/K+


restabelece as concentrações desses íons.

AUTOMATISMO CARDÍACO AUTOMATISMO CARDÍACO

Freqüência dos impulsos nervosos:


 Nodo sinoatrial: 60 a 80/min.
 No nodo sinoatrial o coração origina
 Nodo atrioventricular*: 50 e 60/min.
seus próprios impulsos nervosos.
 Sistema de Purkinje*: 30 e 40/min.
 Quando ele falha, os impulsos são
originados no nodo atrioventricular.  Portanto, o nodo sinoatrial é o marca-
passo cardíaco pois origina impulsos
 Quando ambos falham os impulsos
com maior freqüência.
são originados no feixe de His e
sistema de Purkinje.
* latentes.

2
EXCITABILIDADE RITMICA DO CORAÇÃO
EXCITABILIDADE RITMICA DO CORAÇÃO

Normalmente, o potencial de ação cardíaco inicia-se no


tecido especializado do nodo sino-atrial (S-A), que funciona
como marcapasso, já que gera potenciais de ação
espontaneamente. As células do nodo S-A possuem
maior permeabilidade aos íons Na+
do que outros tecidos. Assim, o
Na+ flui para dentro da membrana
lentamente, arrastando o potencial
de membrana até o limiar de
abertura dos canais de Ca+2.
Atingindo o limiar, os canais se
abrem, o Ca+2 flui rapidamente,
gerando o PA.

AÇÃO DO SNA NO NSA


SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO

 O nodo sinoatrial é ricamente inervado por fibras colinérgicas e


adrenérgicas.
 Sua estimulação altera a permeabilidade ao sódio, mudando a
velocidade de despolarização.

SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO CONDUÇÃO DO IMPULSO NERVOSO PELO CORAÇÃO


SN SN
Simpático Parassimpático
• Geração do PA no nodo S-A
Freqüência cardíaca Aumenta Diminui • Propagação pelos átrios
Contratilidade Aumenta Diminui • Contração dos átrios
Velocidade de condução Aumenta Diminui • Retardo da condução no nodo A-V
(nodo AV)
• Impulso entra pelo Feixe de His
• Passagem pelas fibras de Purkinje
SNS → 70-80 bpm → 180-200 bpm • Propagação pelos ventrículos
SNS → dobro da força de contração • Contração dos ventrículos

↑↑ SNP → zerar bpm → 20-40 bpm


SNP → 30-40% força de contração

3
RESUMO DA PROPAGAÇÃO DO IMPULSO CARDÍACO
RETARDO NO NODO A-
A-V
Velocidade de Condução Elétrica
 O nodo atrio-ventricular pode
Átrios 1 m/s
ser dividido em 3 partes:
Nodo AV 0, 01 a 0,05m/s
- Fibras Transicionais
His-Purkinje 2 a 4 m/s
- Fibras Nodais
Ventrículos 1 m/s
- Porção penetrante

 Nas 2 últimas partes do nodo AV há um


retardo na condução do impulso.
 Esse retardo é importante para a contração
atrial antes da ventricular.

CONDUTIBILIDADE CARDÍACA ELETROCARDIOGRAMA

• Onda P
- Despolarização dos átrios
- Duração da onda  tempo
 Devido à disposição do feixe de de condução pelos átrios
His e sistema de Purkinje, os
ventrículos cardíacos • Intervalo P-R
despolarizam-se do ápice para a - Despolarização dos átrios até
base e do endocárdio para o a despolarização dos
pericárdio. ventrículos
- Corresponde à condução AV
- Correlaciona-se com o tempo
de condução pelo nodo AV

ELETROCARDIOGRAMA
• Complexo QRS CICLO CARDÍACO
- Composto por três ondas QRS
- Representa a despolarização
 O músculo cardíaco contrai-se na sístole e relaxa-se na
dos ventrículos
diástole.
-Mesmo tamanho da onda P
• Onda T  Durante a sístole ventricular, os ventrículos expulsam o
- Representa a repolarização sangue para as artérias (Fase de ejeção).
dos ventrículos  Durante a diástole ventricular, os ventrículos recebem
• Intervalo Q-T sangue dos átrios (Fase de enchimento).
- Mostra 1ª despolarização até
última repolarização ventricular
- Correlaciona-se ao platô do
potencial de ação

4
FASES DO CICLO CARDÍACO FASES DO CICLO CARDÍACO
A) Sístole Atrial C) Ejeção Ventricular Rápida
- Contração dos átrios - Contração dos ventrículos
- Fase final do enchimento dos ventrículos - Pressão ventricular aumenta até máx.
- Onda P - Válvula aórtica se abre
- Intervalo P-R - Ventrículos ejetam sangue para artérias
- Diminuição do volume ventricular
B) Contração Ventricular Isovolumétrica - Segmento S-T
- Contração dos ventrículos
- Aumento da pressão ventricular D) Ejeção Ventricular Reduzida
- Volume ventricular constante - Ventrículos ejetam sangue para artérias
- Todas as válvulas fechadas (MENOR VELOCIDADE)
- Intervalo Q-R-S - Volume ventricular se reduz ao mínimo
- Primeira bulha cardíaca - Pressão arterial começa a diminuir
- Onda T

FASES DO CICLO CARDÍACO


E) Relaxamento Ventricular Isovolumétrico
CURVA VOLUME-
VOLUME-PRESSÃO
- Ventrículo relaxado
- Redução da pressão ventricular
- Volume ventricular constante
- Válvula aórtica se fecha
- Segunda bulha cardíaca
F) Enchimento Ventricular Rápido
- Ventrículo relaxado
- Ventrículo se enche de sangue do átrio
- Volume ventricular aumenta
- Pressão ventricular baixa e constante
- Válvula mitral se abre
- Terceira bulha cardíaca
G) Enchimento Ventricular Reduzido
- Ventrículos relaxados
- Fase final do enchimento ventricular

BULHAS CARDÍACAS AUSCULTA DAS BULHAS

 1a. Bulha: Fechamento das  A figura mostra os


valvas atrioventriculares locais no tórax onde
 2a. Bulha: Fechamento das cada bulha é melhor
semilunares ouvida.
 3a. Bulha: Movimento do  Essas áreas não
sangue nos ventrículos correspondem aos
durante a diástole. locais anatômicos
 4a. Bulha: Contração atrial. das válvulas.

5
TIPOS E CARACTERÍSTICAS DOS TIPOS E CARACTERÍSTICAS DOS
VASOS SANGÜÍNEOS VASOS SANGÜÍNEOS

1. Artérias • Artérias transportam o sangue do coração aos vasos


2. Arteríolas periféricos. Oferecem pouca resistência pois são grandes e
3. Capilares suportam altas pressões, pois têm paredes grossas.
4. Vênulas e Veias • Arteríolas são vasos curtos e constituídos quase
exclusivamente de músculo liso. Oferecem resistência à
passagem do sangue.
• Capilares são vasos muito finos e curtos com enorme
área total se forem considerados como uma unidade.
Constituem os locais onde ocorrem trocas de substâncias e
líqüidos entre o sangue e as células.

TIPOS E CARACTERÍSTICAS DOS


MEDIDA INDIRETA DA PRESSÃO ARTERIAL
VASOS SANGÜÍNEOS

•Vênulas são pequenos vasos de baixa pressão que


coletam o sangue dos capilares e o desembocam nas veias.
• Veias são os vasos que retornam o sangue ao coração.
Nas veias fica cerca de 66% de todo o sangue do
organismo. São vasos de parede fina com baixas pressões.

Tipos de Fluxos Sanguíneos

Fluxo Laminar Fluxo Turbulento

RESISTÊNCIA PERIFÉRICA RESISTÊNCIA PERIFÉRICA

 As arteríolas oferecem resistência à passagem do sangue Q = ∆P /R


Onde:
formando a resistência periférica.
Q = fluxo (mL/s)
 Como as arteríolas possuem parede muscular elas podem ∆P = diferença de pressão (mmHg)
variar a resistência periférica pela maior contração ou R = resistência periférica (mmHg/mL/min)
relaxamento da musculatura.
 O aumento de resistência pela contração do músculo liso R = 8ηl
arteriolar chama-se vasoconstricção. πr4
 A redução da resistência periférica pelo relaxamento do η = viscosidade do sangue
músculo liso arteriolar chama-se vasodilatação. l = comprimento do vaso sangüíneo
r= raio do vaso

6
INERVAÇÃO DAS ARTERÍOLAS VOLUME SISTÓLICO

 A musculatura lisa das arteríolas tem inervação É o volume de sangue ejetado pelo ventrículo a cada
simpática cuja estimulação produz vasoconstrição batimento.
(receptor α) ⇒ aumento da resistência periférica.
 Nos vasos sangüíneos musculares, no entanto, a Volume sistólico = volume diastólico final – volume sistólico final
estimulação simpática produz vasodilatação (receptor β)
– SISTEMA VASODILATADOR SIMPÁTICO. Importante Onde:
no início do exercício físico → vasodilatação inicial → Volume diastólico final = volume no ventrículo antes da ejeção
aumento do fluxo de sangue para músculo. Volume sistólico final = volume no ventrículo após a ejeção

DÉBITO CARDÍACO SISTEMA CARDIOVASCULAR NO EXERCÍCIO

É o volume total de sangue ejetado por unidade de tempo. SEDENTÁRIO ATLETA


- Aproximadamente 5.000mL/min.
Repouso Valor Repouso Valor
máx. máx.
Débito cardíaco = volume sistólico x freqüência cardíaca Massa cardíaca (g) 300 500

Volume sangüíneo (L) 5,6 5,9


Freqüência cardíaca 80 180 40 180
Ex: Volume sistólico (mL) 70 100 140 190
Volume sistólico = 70mL
Freqüência cardíaca = 80 batimentos/ min Débito cardíaco (L/min) 5,6 18 5,6 35

Débito cardíaco = 5.600mL/min


Adaptado de: Silbernagl & Despopoulos, 2003.

PRESSÃO ARTERIAL MEDIDA INDIRETA DA PRESSÃO ARTERIAL

 O sangue exerce pressão contra a parede das artérias.


 A pressão máxima ocorre durante a sístole (pressão sistólica).
 A pressão mínima ocorre durante a diástole (pressão diastólica).
 A diferença entre a pressão sistólica e a pressão diastólica constitui a
pressão de pulso ou pressão diferencial.

7
MICROCIRCULAÇÃO MICROCIRCULAÇÃO

Permeabilidade relativa dos poros dos capilares a moléculas


de diferentes tamanhos

Substância PM Permeabilidade
Água 18 100%
NaCl 58,5 96%
Uréia 60 80%
Glicose 180 60%
Sacarose 342 40%
Inulina 5.000 20%
Mioglobina 17.600 3%
Albumina 69.000 0,1%

SISTEMA LINFÁTICO SISTEMA LINFÁTICO

 Via acessória para os líquidos fluírem dos espaços


intersticiais para o sangue
 Linfa ⇒ derivada do LEC  Transportam proteínas e grandes partículas
 Absorção de gorduras (quilomícrons)
 2g/dl de proteínas

 bactérias ⇒ destruição nos linfonodos


 Sistema linfático = “mecanismo de transbordamento”
- controle da concentração protéica no LEC
- controle do volume do LEC
- controle da pressão do LEC

FATORES AUXILIARES QUE AJUDAM


SISTEMA VENOSO O RETORNO VENOSO
Vênulas – pressão = 15mmHg
Veias cavas – pressão = 0 a 5 mmHg Para evitar o acúmulo de sangue nas extremidades
devido à força da gravidade, existem fatores que
• Os vasos venosos existem em maior proporção que os vasos auxiliam o retorno venoso:
arteriais, tendo em geral, diâmetros maiores, de modo que
oferecem menor resistência ao fluxo sangüíneo. 1. Tônus venomotor
• O retorno do sangue dos capilares até o átrio direito do 2. Válvulas venosas
coração é denominado retorno venoso. 3. Bomba muscular esquelética
• Como a pressão do sangue no final dos capilares fica, em
média, em torno de 20 mmHg e a pressão no átrio direito fica
em torno de 2 mmHg, essa diferença de pressão é a força
impulsora do retorno venoso.

8
1. Tônus Vasomotor 2. Válvulas Venosas

• São válvulas bicúspides que aparecem com maior


• Controle neural do músculo liso venoso é simpático
freqüência em direção à periferia, não existindo nas veias
(catecolaminas)
abdominais.
• ↑ atividade simpática → contração das veias → • A distância entre cada válvulas é de cerca de 1 cm.
↓ capacitância → ↓ volume sob baixa pressão. • As válvulas melhoram significativamente a eficiência da
bomba muscular por dividirem a coluna de sangue em
pequenos segmentos, cada um exercendo pouca pressão
abaixo.
• Esse mecanismo ajuda a diminuir a pressão nas veias das
pernas tornando o bombeamento muscular mais eficiente.

2. Válvulas Venosas 3. Bomba Muscular Esquelética

• A contração dos
músculos esqueléticos
facilita o retorno do sangue
em direção ao coração.
Válvula
anormal • Reflexos plantares
produzem ritmo regulado
de contrações musculares.
• “Segundo Coração”

BOMBA MUSCULAR RESERVATÓRIO DE SANGUE NAS VEIAS

• Observe na figura que


60% do sangue está
contido nas veias.
• Isso decorre de sua
capacidade de armazenar
o sangue sem elevar a
• A contração da musculatura esquelética pressiona o sangue pressão.
nas veias empurrando-o para cima.
• A presença de válvulas nas veias impede o refluxo no
relaxamento muscular.

9
REGULAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL
RETORNO VENOSO E DÉBITO CARDÍACO CENTRO VASOMOTOR

 Quando há necessidade de aumento do débito cardíaco, BULBO


há venoconstrição e parte do sangue armazenado nas 1. Área vasoconstritora
veias retorna para o coração.
- Tônus vasoconstritor simpático
 O maior retorno venoso, distende o músculo cardíaco, o
2. Área vasodilatadora
que faz com que aumente a força de contração cardíaca,
aumentando, então, o débito cardíaco. 3. Área sensorial
- Recebem sinais sensoriais do vago e glossofaríngeo

REGULAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL


REGULAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL
INERVAÇÃO CARDÍACA

Controle dos Centros Superiores  O coração é inervado pelo


 substância reticular simpático e parassimpático, nos
- ponte nodos sinoatrial e
- mesencéfalo atrioventricular bem como na
 hipotálamo musculatura ventricular.
 O simpático aumenta a
 córtex cerebral
freqüência cardíaca e a força de
 giro do cíngulo
contração ventricular.
 amígdala
 O parassimpático reduz a
 hipocampo
freqüência cardíaca e a força de
contração ventricular.
SNS SNP

CONTROLE RÁPIDO DA PRESSÃO ARTERIAL


CONTROLE RÁPIDO DA PRESSÃO ARTERIAL
BARORRECEPTORES

PA = DC x RVP  Na aorta e na bifurcação das


carótidas existem
FC x VS mecanorreceptores que detectam
alterações da pressão sangüínea.
Importância:  Desses receptores saem vias
 Rapidez da resposta ⇒ início em poucos segundos aferentes que vão para o centro
 Eficiência da resposta bulbar controlador da pressão.
 Estimulação nervosa ⇒ aumento pressão em 2x (5 a 10s)
 Inibição da estimulação nervosa ⇒ diminuição da pressão pela
metade (10 a 40s).

10
REFLEXO BARORRECEPTOR
FUNÇÃO DA MEDULA DAS SUPRA-
SUPRA-RENAIS
↑ Pressão Arterial
Vago Glossofaríngeo
 Estimulação simpática ⇒ liberação de EPI e NOR no sg
Estímulo dos baroceptores
- Estimulação sistêmica
- Efeito + prolongado
Centro Vasomotor - Remoção + lenta

↓ Tônus Simpático ↑ Tônus Parassimpático  Resposta simpática ao estresse


- ↑ PA
- ↑ fluxo sg para músculo
Vasodilatação ↓ FC ↓ Força de Contração

↓ Pressão Arterial

REGULAÇÃO A LONGO PRAZO DA PRESSÃO SISTEMA RENINA-


RENINA-ANGIOTENSINA II
II--ALDOSTERONA
ARTERIAL

↑ Volume LEC
↓ Pressão arterial renal

↑ Volume sangue
Secreção de renina pelas céls. justaglomerulares

↑ Pressão arterial

Conversão do angiotensinogênio em angiotensina I


Excreção do excesso de líquido pelos rins
Enzima conversora de angiotensina (ECA) (pulmões)

Conversão da angiotensina I em angiotensina II


↓ Pressão arterial

SISTEMA RENINA-
RENINA-ANGIOTENSINA II
II--ALDOSTERONA SISTEMA RENINA-
RENINA-ANGIOTENSINA II-
II-ALDOSTERONA

↓ Pressão arterial renal Secreção de aldosterona

Angiotensina II ↑ Reabsorção Na+


Secreção de renina pelas
céls. justaglomerulares
Vasoconstrição Secreção de aldosterona

↑ Reabsorção de Na+ Angiotensinogênio → Angiotensina I ↑ Volume sanguíneo


ECA (pulmões)

↑ Volume sangüíneo Angiotensina I → ANGIOTENSINA II

↑ Pressão arterial
↑ Pressão arterial Vasoconstrição

11
Questões de estudo
Questões de estudo
1. Como é a organização histológica do miocárdio?
2. Descreva o circuito cardíaco. 11. Que sons representam as bulhas cardíacas e onde são melhor auscultadas?
12. O que é fração de ejeção?
3. Quais são as 4 propriedades do músculo cardíaco. Explique cada uma 13. O que determina a resistência periférica?
delas. 14. O que influencia na velocidade do fluxo sanguíneo?
4. Explique detalhadamente o potencial de ação no músculo cardíaco. 15. Qual a definição e como se calcula o débito cardíaco?
5. Porque o nosso sino atrial é considerado o marcapasso cardíaco? 16. Descreva o método indireto de aferição da pressão arterial.
17. Qual a composição e função da linfa?
6. A partir do NSA, como é conduzido o impulso nervoso pelo coração? 18. Como é a drenagem feita pelo sistema linfático?
7. Como o SNSimpático e o SNParassimpático interferem na freqüência 19. Como é feita a troca de substância entre os capilares?
cardíaca? 20. Explique como ocorre o retorno venoso.
8. Qual a importância fisiológica do nodo átrioventricular? 21. Quais são os fatores que ajudam o retorno venoso. Explique cada um deles.
22. Como é a distribuição de sangue pelo corpo?
9. Descreva as ondas do eletrocardiograma, descrevendo que representam. 23. Existe diferença de função dos receptores alfa para os beta?
10. Descreva as fases do ciclo cardíaco quanto as pressões, eletrocardiograma 24. Descreva o centro vasomotor.
e volumes: 25. Explique o reflexo barorreceptor quando aumenta a PA.
a) Sístole atrial 26. Como é feita a regulação da PA a longo prazo pelos rins?
27. Como o retorno venoso pode aumentar a PA? Explique.
b) Contração ventricular isovolumétrica
c) Ejeção ventricular rápida
d) Ejeção ventricular reduzida
e) Relaxamento ventricular isovolumétrico
f) Relaxamento ventricular rápido
g) Relaxamento ventricular reduzido

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