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Tema Anifa

Este documento apresenta um projeto de pesquisa sobre os determinantes da estrutura de capital de pequenas e médias empresas em Moçambique no período de 2014 a 2018. O projeto define o problema, hipóteses e objetivos da pesquisa, revisa a literatura sobre estrutura de capital e fontes de financiamento, e descreve a metodologia a ser utilizada, incluindo o tipo de pesquisa, coleta de dados e resultados esperados.
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Este documento apresenta um projeto de pesquisa sobre os determinantes da estrutura de capital de pequenas e médias empresas em Moçambique no período de 2014 a 2018. O projeto define o problema, hipóteses e objetivos da pesquisa, revisa a literatura sobre estrutura de capital e fontes de financiamento, e descreve a metodologia a ser utilizada, incluindo o tipo de pesquisa, coleta de dados e resultados esperados.
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Instituto Superior de Ciências e Tecnologia de Moçambique

Escola Superior de Economia e Gestão de Negócios

Curso:
Gestão Financeira e Seguros

LICENCIATURA EM GESTÃO FINANCEIRA E SEGUROS

Tema:
DETERMINANTES DA ESTRUTURA DE CAPITAL DAS PEQUENAS E MEDIAS
EMPRESAS EM MOÇAMBIQUE – NO PERIODO DE 2014 A 2018

Anifa Luana Abrão Zandamela - 20170819


Maputo, 2020
DETERMINANTES DA ESTRUTURA DE CAPITAL DAS PEQUENAS E MEDIAS
EMPRESAS EM MOÇAMBIQUE

Projecto apresentado ao Instituto Superior de Ciências e


Tecnologia de Moçambique como requisito para a
conclusão da cadeira de Metodologia de investigação na
Escola Superior de Economia e Gestao de Negócio.

Por

–––––––––––––––––––––––––
Anifa Zandamela

Docente

–––––––––––––––––––––––––
Dra. Sandra Brito
Índice
1. Introdução ................................................................................................................................. 4
1.1. Justificativa............................................................................................................................ 5
1.2. Definição do Problema.......................................................................................................... 5
1.3. Hipóteses ................................................................................................................................ 6
1.4. Objetivos ................................................................................................................................ 7
2. Revisão de Literatura ................................................................................................................... 7
2.1. Fontes de Capital................................................................................................................... 7
2.2. Estrutura de capital .............................................................................................................. 8
2.3. Teorias da Estrutura de Capital .............................................................................................. 8
3. Metodologia ................................................................................................................................. 10
3.1. Tipo de pesquisa .................................................................................................................. 10
3.3. Técnicas de coleta de dados ................................................................................................ 11
4.Referências Bibliográficas ............................................................................................................... 12
5.Cronograma de Actividades............................................................................................................ 12
6.Resultados esperados ....................................................................................................................... 13
Capítulo I

1. Introdução

O tema estrutura de capital é um dos mais discutidos e ainda controverso em teoria de finanças.
Desde a discussão entre a teoria tradicional, que defende a existência de uma estrutura de
capital óptima que leva à maximização do valor da empresa, e a proposta por Modigliani e
Miller, que considera que o valor da empresa não é afectado pela forma como ela é financiada,
diversos estudos empíricos têm sido realizados com o objectivo de identificar os factores que
explicam a forma como as empresas se financiam.

Embora, já exista um vasto leque de trabalhos sobre o tema, assinala-se que o desenvolvimento
destes ocorreu em ambientes econômicos e institucionais bastante diferentes do contexto
Moçambicano. Esses mercados apresentam determinadas características que não se verificam
em economia em via de desenvolvimento, por isso, os resultados de investigação apresentam,
por vezes, conclusões contraditórias, havendo por isso, espaço para o estudo desta área de
conhecimento. Em simultâneo, o objetivo principal deste trabalho de investigação, é o estudo
dos determinantes da estrutura de capitais das pequenas e medias empresas em Moçambique
(PMEs), nesse sentido, julga-se que se trata de um trabalho relevante e que pode contribuir para
um maior conhecimento das empresas, num contexto onde se espera que tenham um papel
bastante ativo na diversificação da economia e no crescimento sustentado do país. O estudo
incidirá sobre o período que decorreu entre 2014 e 2018, perfazendo, portanto, 5 anos de
análise, abrangendo um espaço temporal anterior ao impacto da crise da Covid 19 que afeta
todos os setores económicos do país.

Este trabalho composto por 4 capítulos. Depois do primeiro capítulo que comporta a introdução
do tema, apresentação dos objetivos, as hipóteses e variáveis do estudo, o capítulo II trata da
revisão de literatura, no qual retratamos das fontes de capital, da estrutura de capital bem como
as teorias clássicas a cerca da mesma, seus fomentadores, e seus determinantes. No terceiro
capítulo apresenta-se aspetos metodológicos, caracterização do estudo, definição e
caraterização da amostra. No quarto capítulo procedemos à exposição dos resultados esperados,
do cronograma.
1.1. Justificativa

As pequenas e médias empresas desempenham um papel importante no desenvolvimento


económico de Moçambique. De acordo com estatísticas do governo as PMEs constituem 98,7%
do total das empresas activas, proporcionando a grande maioria dos empregos e inovação no
pais, o que torna pertinente realizar investigação à estrutura de capital e aos fatores que a
determinam. A dificuldade de acesso das PMEs ao crédito bancário como fonte de
financiamento reforça a relevância da escolha do tema.

A relevância deste estudo reside também, da carência na literatura internacional e ausência na


literatura nacional de estudos acerca da estrutura de capital das PMEs, a maioria destes têm-se
debruçado sobre grandes empresas, suscitando o interesse de verificar se, utilizando uma
amostra de empresas de pequena dimensão, as conclusões serão semelhantes ou se os fatores
que determinam a estrutura de capital (ou grau de endividamento) nas grandes empresas
diferem quando se trata de pequenas e médias empresas. Nesta ordem de ideias, o presente
estudo poderá proporcionar uma visão diferente e constituir uma mais-valia para a comunidade
académica em geral e para as PMEs em particular.

1.2. Definição do Problema

O financiamento é uma condição necessária para a actividade normal e para os investimentos


futuros das empresas. Deste modo, as empresas tomam decisões de financiamento tendo por
base a natureza e os custos que lhe estão associados, podendo resultar em recurso a capital
próprio e/ou capital alheio. Contudo, a proporção utilizada de capital próprio e capital alheio
determina a estrutura de capital da empresa.

Entretanto, verifica-se que PMEs não possuem muitas opções de investimento e de


financiamento, nas PMEs, para o estabelecimento da estrutura de capital é necessário
considerar-se várias especificidades, baseando-se na determinação dos objetivos financeiros
pretendidos. Pois, devido a heterogeneidade que as caracteriza e à complexidade dos vários
objetivos delineados pelo empresário a quando da sua criação, tornar-se uma tarefa difícil.

Perante este cenário, o investigador levanta a seguinte Pergunta: Quais são os factores
determinantes da estrutura de capital das empresas de pequena e media dimensão
(PMEs) no contexto da economia Moçambicana? Mas especificamente estabelecer como as
variáveis: tamanho da empresa, idade da empresa, tangibilidade dos activos, e rendibilidade da
empresa, influenciam no grau de endividamento.
1.3. Hipóteses

As hipóteses a seguir apresentadas, resultam de pesquisas anteriores consultadas, presentes na


vasta literatura sobre os determinantes da estrutura de capital. Entretanto, as hipóteses que
pretendemos testar, bem como a especificação das variáveis dependentes e independentes, para
a presente pesquisa são:

Hipóteses. Variável Variável


independente dependente
Hipótese 1: Dimensão Endividamento
H1: Quanto maior dimensão da empresa, maior nível do total
endividamento.
H0: Quanto menor dimensão da empresa, menor nível do
endividamento.
Hipótese 2: Idade das Endividamento
H1: Quanto maior a idade das empresas, maior o recurso a empresas total
divida.
H0: Quanto menor a idade das empresas, menor o recurso
a divida
Hipótese 3: Rendibilidade Endividamento
H1: Quanto maior for rácio de rendibilidade dos ativos, dos activos total
menor será a probabilidade das empresas recorrem ao
endividamento.
H0: Quanto menor for rácio de rendibilidade dos ativos,
maior será a probabilidade das empresas recorrem ao
endividamento
Hipótese 4: Tangibilidade Endividamento
H1: A composição dos activos das empresas serve de dos activos total
garantia para o acesso ao endividamento
H0: A composição dos activos das empresas não serve de
garantia para o acesso ao endividamento.
1.4. Objetivos

Para a realização do presente estudo, de acordo com os termos de referência, foram definidos
os seguintes objetivos:

a) Objectivo Geral: Analisar os determinantes da estrutura de capital das pequenas e


medias empresas no contexto da economia Moçambicana.
b) Objectivos específicos:
• Identificar os fatores discutidos na literatura como determinantes na estrutura de capital
das empresas;
• Caracterizar as PMEs no contexto Moçambicano;
• Verificar a teoria que melhor explica o comportamento da divida das pequenas e
medias empresas Moçambicanas;
• Analisar a relação existente entre os níveis de endividamento das PMEs Moçambicanas
e os fatores determinantes identificados.

Capítulo II

2. Revisão de Literatura
Como forma de garantir maior esclarecimento sobre o objecto deste trabalho, torna se
necessário apresentar o manancial teórico existente a nível da literatura em torno desta matéria.
Nesta óptica fez-se uma análise de como os vários autores apresentam os conceitos que foram
apresentados.

2.1. Fontes de Capital

Financiamento é uma condição necessária para a actividade normal e para os investimentos


futuros das empresas, para combater essa necessidade de financiamento a empresa pode
recorrer a dois tipos básicos de capital, que são, capital de terceiro e capital próprio ou a
combinação destes Gitman (2010: 482). O capital de terceiros inclui qualquer tipo de fundos a
longo prazo obtidos via empréstimo, Esperança e Matias (2010: 513). O capital próprio consiste
de fundos de longo prazo fornecidos pelos proprietários da empresa. As três fontes básicas de
capital próprio para empresa são: acção preferencial, a acção ordinária e os lucros retidos,
Gitman (2010: 482).
2.2. Estrutura de capital
Antes de analisar as várias teorias que procuram explicar a decisão da estrutura de capital, é
importante definir este conceito que não tem registado uma definição estática, tem assumido
varias definições por vários autores.

Para Conso (1983: 442), a estrutura de capital é a repartição dos capitais utilizados pela empresa
entre fundos próprios e fundos obtidos por empréstimo.
Menezes (2008:347) atribui o mesmo significado “a estrutura financeira ou estrutura de capital
da empresa”, e afirma que “abrange fundamentalmente análise e composição dos capitais
permanentes (capitais próprios versus capitais alheios exigíveis a médio e longo prazos) ”

Segundo Gitman (2010: 482) é combinação de capital de terceiros de longo prazo e capital
próprio mantido por uma empresa.

Assim, a proporção utilizada de capitais próprios e alheios determina a estrutura de capital da


empresa. Porém, os estudos realizados ainda não encontraram a fórmula exacta da combinação
a adotar entre capital próprio e capital alheio, continuando assim sem se perceber se existe ou
não uma estrutura de capital óptima que maximize o seu valor.

2.3. Teorias da Estrutura de Capital

A teoria da estrutura de capital moderna começou em 1958 quando os professores Franco


modigliani e Mertos Miiler (denominados MM publicaram o que é considerado o artigo
financeiro poderoso, The Cost of Capital Coorporate Finance, and the Theory of Investiment,
que refutou teoricamente a tese tradicional da estrutura de capital e revolucionou o pensamento
financeiro. Segundo Meneses (2008:368) e Gitman (2010: 485) a teoria tradicional defende
que a estrutura de capital influência o valor da empresa. Segundo essa corrente, o custo de
capital de terceiros mantém-se estável até um determinado nível de endividamento, a partir do
qual se eleva devido ao aumento do risco de falência. Como o custo de capital é inferior ao
custo de capital próprio, a empresa deveria se endividar até o ponto em que o custo de capital
total atingisse um patamar mínimo. Esse ponto representa a estrutura de capital óptima, que
levaria a maximização do valor da empresa, como afirma Azevedo (2013:10). Por outro lado,
Modigliani e Miller (1958) citados por Azevedo (2013:10) argumentam que a forma como a
empresa é financiada é irrelevante para o seu valor, pois o valor de uma empresa não resulta
da forma como está a ser financiada, mas pelos fluxos de caixa por ela gerados.
De acordo com Azevedo (2013:10) posteriormente, Kraus e Litzenberger (1973), Myers (1984)
e Majluf e Myers (1984) argumentaram a estrutura de capital ótima será aquela que maximiza
do valor da empresa, pressupondo a existência de um nível de endividamento ótimo de capital
alheio. Após atingido o limite máximo o nível de endividamento, o valor da empresa diminui
consoante o aumento do endividamento (Meneses,2008:368). Se por um lado, a utilização de
capitais alheios origina um benefício fiscal que contribui para o aumento do valor da empresa,
por outro lado, a sua utilização excessiva leva empresa a incorrer em custos de falência,
Azevedo (2013:10) citando (Kraus & Litzenberg,1973; Miller, 1977; Warner, 1977; Kim, 1978
e De Angelo & Masulis,1980).

Desta forma, a escolha da fonte de financiamento é uma das decisões mais importantes em
finanças, existindo fatores que condicionam as tomadas de decisão na escolha da fonte de
financiamento. Segundo Azevedo (2013:10) Nas últimas décadas, estudos como os de Titman
e Wessels (1988), Diamond (1989), Rajan e Zingales (1995), De Miguel e Pindado (2001) e
Gaud, Jani, Hoesli e Bender (2005) têm identificado um conjunto de fatores que determinam a
estrutura de capital de uma empresa, considerando como determinantes da estrutura de capital,
a idade da empresa, Tangibilidade dos Ativos, Rentabilidade, Dimensão e, explicando-se de
seguida cada um dos fatores.

Idade – “As empresas com maior idade oferecem maior confiança aos credores (Diamond,
1989). De acordo com a teoria de trade-off a idade possui uma relação positiva com o
endividamento. No entanto, as empresas com maior idade, no contexto da teoria Pecking order,
não têm necessidade de endividamento, pois financiam os projetos com reservas adquiridas ao
longo do tempo” (Brito, Corrar e Batistella, 2007).

Dimensão- Para Brito, at al (2007) a dimensão é o valor financeiro dos bens e direitos totais
da empresa. Quanto maior for a dimensão da empresa, menores os custos de falência e mais
fácil será o acesso ao mercado de capital, bem como ao mercado de crédito com obtenção de
financiamento com juros mais baixos (Titman & Wessels,1988) citados por (Azevedo,
2013:12).

Rendibilidade - Valor financeiro do lucro líquido, dividido pelo valor financeiro do ativo total.
As empresas com maiores níveis de rentabilidade gerados necessitam de menos financiamento,
conseguindo se financiarem através de lucros gerados internamente (Azevedo,2013:12) citando
(Rajan & Zingales, 1995). Contudo, empresas altamente rentáveis devem emitir dívida para
beneficiarem das vantagens fiscais, além de diminuírem os problemas com free cash-flow,
embora, como afirma Azevedo (2013:12), Myers (1984) tenha constatado que este tipo de
empresas possui menos proporção de dívida na estrutura de capital.

Tangibilidade dos Activos a estrutura do activo engloba o conjunto de activos tangíveis e


intangíveis da propriedade de uma empresa. A teoria dos custos de falência considera que os
activos tangíveis da empresa podem ser usados como garantias das dívidas, uma vez que
aqueles podem ser vendidos em caso de falência da empresa (Azevedo, 2013:12).

3. Metodologia
3.1. Tipo de pesquisa
• Quanto aos objectivos esta pesquisa é exploratória descritiva. É exploratória porque
busca proporcionar uma nova visão do problema, e descritiva, na medida em que o
objetivo é descrever os determinantes da estrutura de capital das PMEs, bem como
estabelecer relações entre as variáveis, Gil (2002:43).

• Quanto à Abordagem a pesquisa é quantitativa porque tem como objectivo de


confrontar os dados recolhidos do estudo o que significa traduzir, em números
informações para classificá-las e analisá-las usando alguma s ferramentas estatísticas.

• Quanto ao objecto a pesquisa é bibliográfica pois será elaborado a partir de material


já publicado em livros, teses ou outras obras disponíveis nas bibliotecas físicas e
virtuais.
• Quanto aos procedimentos técnicos a pesquisa é documental visto que se baseia na
observação e coleta de dados secundários das PMEs, para apurar os resultados.
3.2. Método de pesquisa

De acordo com Lakatos (1995:106) os métodos podem ser subdivididos em métodos de


abordagem e métodos de procedimento.

• Método de abordagem

Será utilizado o método dedutivo, pois a pesquisa parte das teorias e leis mais gerais, para a
ocorrência dos fenômenos particulares. No caso em estudo da estrutura de capital neste
particular segmento das PMEs em Moçambique.

• Método de procedimento
Será utilizado o método estatístico pois permite a redução de fenômenos a termos quantitativos
e a manipulação estatística, que permite comprovar as relações dos fenômenos entre si, e obter
generalizações sobre sua natureza, ocorrência ou significado.

3.3. Técnicas de coleta de dados

A pesquisa terá como base a documentação indirecta, sendo esta uma pesquisa documental,
terá como dados (secundários) as informações das demonstrações financeiras das empresas de
pequena e dimensão em Moçambique, que fazem parte do grupo das que elabora
demonstrações financeiras no fim de cada exercício económico para fins fiscais, ou seja, as que
possuem contabilidade organizada. Sabe-se que as pequenas e médias empresas, não publicam
informações financeiras em jornais nem em revistas, por estas não terem acesso à bolsa de
valores e por Moçambique ser um país em que o sistema financeiro é baseado no setor bancário.
Por este fato será necessário endereçar uma carta, a alguns proprietários de empresas, aos
técnicos de contas e à Direção Regional de Administração Geral Tributaria a solicitar dados
para a pesquisa.

1.1 3.4. Definição do universo e da amostra

A definição da amostra baseia-se exclusivamente no interesse em estudar as PME’S no


contexto da economia Moçambicano. Com base decreto n°44/2011 de 21 de setembro,
consideram-se PMEs:

Categoria da empresa N° de trabalhadores Volume de negócios anuais


Micro 1a4 Ate 1.200.000
Piquena 5 a 49 1.200.000 a 14.700.000
Media 50 a 99 14.700.000 a 29.900.000

A amostra será composta por um número de empresas que possuírem demonstrações


financeiras em 5 anos de exercícios (2014-2018) e de diferentes setores de atividades,
restringindo-se no valor máximo do 29.900.000 de meticais.
4.Referências Bibliográficas
Azevedo, Rita Joana Alves. Determinantes da estrutura de capital no micro e pequenas
empresas na região de Trás-os-Montes e alto douro. Bragança: novembro de 2013.

Conso, Pierre. A gestão financeira das empresas, 4ª edição. 1983.

Decreto n°44/2011 de 21 de setembro.

ESPERENÇA, Jose Paulo; MATIAS, Fernanda. Finanças. Empresarias. 3ª edição. Textos


Editores. Rua da Cidade de Cordava 2. 2009.

Gil, Antônio Carlos, Como elaborar projetos de pesquisa. - 4. ed. - São Paulo: Atlas, 2002.

Gitman, L. Princípios de administração financeira. São Paulo: pearson, 2010.

Marconi, Marina e Lakatos, Eva (2003) Fundamentos de Metodologia Científica 5ª edição.


Editora Atlas: São Paulo.

Menezes, C. Princípios de Gestão Financeira. Lisboa: Editorial Presença. 2008.

Brito, G. A., Corrar, L. J., & Batistella, F. D. Fatores determinantes da estrutura de capital das
maiores empresas que atuam no Brasil. (janeiro-abril, Ed.) Revista Contabilidade & Finanças
- USP,18. 2007.

5.Cronograma de Actividades
ACTIVIDADES / MESES Set Out Nov Dez Jan Fev Mar
1- Pesquisa bibliográfica X

2-Localização e identificação das fontes de X


obtenção dos dados ou documentos

3-Determinação de categorias para tratamento dos X


dados documentais
4-Análise e interpretação dos dados X X
5-Redação da Monografia X
6-Revisão/ Correção ortografica X
7-Entrega final X
6.Resultados esperados
O trabalho vai contribuir para uma melhor compreensão do contributo das PME’s para o
desenvolvimento social e económico de Moçambique. Espera-se com este trabalho alcançar o
objectivo central, que visa explicar quais os fatores que determinam a estrutura de capital das
PME’s em Moçambique. Porem, espera se também, que a variável crescimento, tangibilidade,
idade, não se mostrem significativos na explicação dos indicadores de estrutura de capital em
análise. Por sua vez, que a variável dimensão apresente uma relação positiva e estatisticamente
significativa. Já a variável rendibilidade espera-se que apresente uma relação negativa com o
endividamento total.

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