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Memorial de Caracterização - Divicenter

O documento apresenta um memorial de caracterização de empreendimento para a Divicenter Divisórias e Revestimentos. Ele inclui informações como identificação da empresa e do projeto, objetivo, caracterização do empreendimento, localização, fatores ambientais da área, matérias-primas, fontes de energia, abastecimento de água, máquinas e equipamentos, emissões atmosféricas, ruídos, programa de gerenciamento de resíduos e aspectos relacionados.
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Memorial de Caracterização - Divicenter

O documento apresenta um memorial de caracterização de empreendimento para a Divicenter Divisórias e Revestimentos. Ele inclui informações como identificação da empresa e do projeto, objetivo, caracterização do empreendimento, localização, fatores ambientais da área, matérias-primas, fontes de energia, abastecimento de água, máquinas e equipamentos, emissões atmosféricas, ruídos, programa de gerenciamento de resíduos e aspectos relacionados.
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Assunto/Título Revisão: Código/nº

MEMORIAL DE CARACTERIZAÇÃO DE 001 MCE 001


EMPREENDIMENTO Vigência: Total de páginas:

05/10/2020 26

BioEng
Segurança do Trabalho e
Meio Ambiente

DIVICENTER DIVISÓRIAS E REVESTIMENTO


LTDA
Memorial de Caracterização de Empreendimento – M.C.E.

00112020
M.C.E

GOIÂNIA – GO.

outubro de 2020

ELABORAÇÃO: BioEng Segurança do Trabalho e Meio Ambiente


Rua LN002, QD. L LT. 09, Residencial Licardino Ney, CEP: 74.591-014, Goiânia – GO
Contato: (62) 981375904 / [email protected]
Responsável Técnico: Milton Roberto de A. Campos – CREA: 1018728864
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MEMORIAL DE CARACTERIZAÇÃO DE 001 MCE 001


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Solicitante

DIVICENTER DIVISÓRIAS E REVESTIMENTOS

A/C

Roberto Custódio Alves

Atividade

Memorial de Caracterização de Empreendimento – M.C.E.

Elaboração

BioEng Segurança do Trabalho e Meio Ambiente – CNPJ: 38.314.186/0001-26


Coordenação:
Milton Roberto de Almeida Campos
CREA: 1018728864 D-GO
Contato
[email protected] (62) 981375904

Profissional Responsável pelo Documento:


Milton Roberto de Almeida Campos
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Sumário
1. IDENTIFICAÇÃO ............................................................................................................................................ 5
2. OBJETIVO ................................................................................................................................................... 6
3. CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO ..................................................................................... 6
3.1. Quadro de áreas/Layout do empreendimento ........................................................................................ 7
3.2 Croqui/Layout ......................................................................................................................................... 7
4. MAPA DE LOCALIZAÇÃO – COORDENADAS GEOGRÁFICAS......................................................... 8
5. Fatores Ambientais da Área de Influência .................................................................................................. 10
6. DISCRIMINAÇÃO DAS MATÉRIAS PRIMAS ...................................................................................... 10
7. FONTES DE ENERGIA ............................................................................................................................ 10
8. FONTE DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E BALANÇO HÍDRICO ................................................... 10
8.1 Cálculo de Captação de água pluvial: ............................................................................................... 11
9. DISCRIMINAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS .................................................................... 12
10. FONTES DE EMISSÃO ATMOSFÉRICA .............................................................................................. 12
11. ruídos e vibração ....................................................................................................................................... 12
12. FONTES DE EMISSÃO ATMOSFÉRICA .............................................................................................. 12
13. programa de gerenciamento de resíduos ................................................................................................... 12
13.1 Armazenamento temporário de resíduos:........................................................................................ 12
13.2 Classificação de um resíduo sólido: ................................................................................................ 12
13.3 Destino final ambientalmente adequado: ........................................................................................ 12
13.4 Gerenciamento de resíduos sólidos:................................................................................................ 12
13.5 Periculosidade de um resíduo sólido: ............................................................................................. 13
13.6 Resíduos sólidos: ............................................................................................................................ 13
13.7 Resíduo Sólido Classe I (Perigosos): .............................................................................................. 13
13.8 Resíduo Sólido Classe II A (Não Perigosos/Não Inertes): .............................................................. 13
13.9 Resíduo Sólido Classe II B (Não Perigosos/Inertes): .................................................................... 13
13.10 Resíduo sólido reciclável: ............................................................................................................. 13
13.11 Segregação: ................................................................................................................................... 14
13.14 Transportador: ............................................................................................................................... 14
13.15 Transporte externo: ....................................................................................................................... 14
13.16 Transporte interno: ........................................................................................................................ 14
13.2 Siglas ................................................................................................................................................... 14
13.3 Legislação ........................................................................................................................................... 15
13.4 Normas Técnicas ................................................................................................................................. 16

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13.5 ASPÉCTOS METODOLÓGICOS ..................................................................................................... 16


13.6 Etapas do Gerenciamento de Resíduos Sólidos .................................................................................. 17
13.6.1 Identificação das fontes de geração de resíduos .......................................................................... 17
13.6.2 Classificação dos resíduos gerados .............................................................................................. 17
13.6.3 Segregação e acondicionamento .................................................................................................. 17
13.6.4 Coleta e transporte interno ........................................................................................................... 19
13.6.5 Armazenamento temporário de resíduos sólidos ......................................................................... 19
13.6.6 Coleta e transporte externo .......................................................................................................... 20
13.6.7 Destinação final ........................................................................................................................... 20
13.7 Procedimentos adotados...................................................................................................................... 20
13.7.1 Segregação ................................................................................................................................... 20
13.7.2 Coleta ........................................................................................................................................... 20
13.7.3 Acondicionamento ....................................................................................................................... 20
13.7.4 Armazenamento, transporte e destinação final ............................................................................ 20
13.8 Treinamento ........................................................................................................................................ 21
14. Análise dos impactos ambientais .......................................................................................................... 21
15. RELATÓRIO FOTOGRÁFICO ............................................................................................................... 22
16. MARCO REGULATÓRIO ....................................................................................................................... 25
ANEXOS ........................................................................................................................................................ 26

Figura 1. Identificação da fachada com coordenadas geográficas. ............................................................ 9


Figura 2. Fachada do empreendimento. ...................................................................................................... 22
Figura 3. Entrada do estoque........................................................................................................................ 22
Figura 4. Vista do estacionamento com área permeável/concregrama. .................................................. 23
Figura 5. Vista posterior do estacionamento com área permeável/concregrama.................................... 23
Figura 6. Banheiros acessíveis. .................................................................................................................... 24
Figura 7. Abertura do respirador do tanque de coleta de águas pluviais. ................................................. 24

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1. IDENTIFICAÇÃO

Razão social: CNPJ:


DIVICENTER DIVISORIAS E REVESTIMENTOS LTDA 03.765.560/0001-25
Nome fantasia: Inscrição estadual:
DIVICENTER DIVISORIAS E REVESTIMENTOS -
Endereço:
Bairro: Município: UF:
R LISIEUX NÚMERO 415,
Goiá Goiânia GO
QUADRA02 LOTE 22
CEP: E-mail: Telefone:
74.485-335 [email protected] (62) 3353-5047
Atividade (CNAE):
18.13-0-99 - Impressão de material para outros usos
Horário de funcionamento: Nº de funcionários: Área total:
Segunda à Sexta-feira, de 07:00 às 17:30 04 345 m²
Responsável legal:

Roberto Custódio Alves


Cargo:

Diretor administrativo
Telefone: E-mail:

(62) (62) 3942-5800/ (62) 3942-1118 [email protected]

Responsável pelo PGRS/RGR:

Milton Roberto de Almeida Campos


Cargo: CREA:

Responsável técnico 1018728864D – GO

Telefone: E-mail:

(62) 981375904 [email protected]

Órgão Licenciador:

Agência Municipal de Meio Ambiente de Goiânia - GO


Endereço: Telefone:

R. 75, 137 - St. Central, Goiânia - GO, 74055-110 (62) 3524-1413

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2. OBJETIVO

Conforme INSTRUÇÃO NORMATIVA nº 063, de 30 de outubro de 2019 que regulamenta o


licenciamento ambiental simplificado no âmbito do Município de Goiânia e o atendimento a Lei nº
12.305 de 2 de Agosto de 2010 que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, em conjunto
com a Instrução Normativa N° 007/2011 - SEMARH, todas as unidades de produção industrial, de
bens e serviços, assim como os provenientes de atividades minero industriais, sujeitos ao
licenciamento ambiental, devem elaborar e apresentar o Plano de Gerenciamento de Resíduos
Sólidos.

O presente memorial de caracterização é um documento que aponta e descreve as ações relativas à


atividade da empresa e o manejo dos resíduos sólidos, no âmbito do empreendimento, contemplando
os aspectos referentes à geração e disposição desta classe de resíduos. Desta forma, além de ser uma
obrigação legal, objetiva unificar o sistema de gerenciamento, priorizando a redução da geração, a
reutilização quando possível e a reciclagem e o encaminhamento para destino final ambientalmente
adequado e seguro, contribuindo assim para a economia de recursos naturais, a minimização dos
custos e a preservação do meio ambiente.

O documento tem como objetivo principal o atendimento às exigências da Agência Municipal de


Meio Ambiente de Goiânia – GO, para requerer a licença ambiental simples, consequentemente o
alvará de funcionamento do empreendimento junto à prefeitura.

3. CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO

O empreendimento DIVICENTER DIVISÓRIAS E REVESTIMENTO encontra-se implantado, sem


previsão de desativação, por se tratar de empresa de pequeno porte familiar.

Suas atividades in loco contam no armazenamento e estocagem de materiais destinado a construção


e montagem de divisórias, revestimentos e demais de drywall, não sendo realizados processamento,
corte ou montagem das estruturas do material supracitado. O material é recebido do fornecedor e
entregue ao cliente final.

CÓDIGO E DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE 47.44-0-05 - Comércio varejista de materiais de


ECONÔMICA PRINCIPAL - CNAE construção não especificados anteriormente
CÓDIGO E DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 43.30-4-02 - Instalação de portas, janelas, tetos, divisórias
ECONÔMICAS SECUNDÁRIAS e armários embutidos de qualquer material
47.42-3-00 - Comércio varejista de material elétrico

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47.44-0-01 - Comércio varejista de ferragens e


ferramentas
47.44-0-03 - Comércio varejista de materiais hidráulicos
47.44-0-99 - Comércio varejista de materiais de
construção em geral
3.1. Quadro de áreas/Layout do empreendimento

Pavimento Área m²
Terreno original 390
Pav. Térreo 315
Pav. Superior 30,2
Área contruída 345,2
Índice paisagismo 31,36
Concregrama* 22,8
Área de recarga* 1,83 m³
* Áreas permeáveis e de coleta de água pluvial

O térreo é constituído da área permeável com concregrama e grama, entrada e saída de veículos, sala
de recepção para atendimento aos clientes, banheiro e depósito de materiais para venda. O pavimento
superior conta com o mezanino, dotado de copa, sala de estar para os proprietários, sala da
administração e banheiros.

Todos os banheiros são construídos atendendo aos requisitos de acessibilidade, inclusive os do


pavimento superior.

3.2 Croqui/Layout

VIDE ANEXOS

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4. MAPA DE LOCALIZAÇÃO – COORDENADAS GEOGRÁFICAS

Todos os banheiros são construídos atendendo aos requisitos de acessibilidade, inclusive os do


pavimento superior.

Mapa 1. Visão Panorâmica – Fonte: Google Earth

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Mapa 2. Visão aproximada.

Figura 1. Identificação da fachada com coordenadas geográficas.

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5. FATORES AMBIENTAIS DA ÁREA DE INFLUÊNCIA

Não se aplicam para esse empreendimento as exigências constantes no termo de referência da AMMA
– Goiânia.

6. DISCRIMINAÇÃO DAS MATÉRIAS PRIMAS

A matéria prima acondicionada no empreendimento é constituída de placas de gesso acartonado –


drywall, estocadas em pilhas sobre paletes, com ventilação ambiente e exaustão por gravidade, com
iluminação natural e artificial, abrigadas contra intempéries.

7. FONTES DE ENERGIA

Fonte de energia elétrica exclusivamente pelo fornecimento público de concessão da ENEL.

8. FONTE DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E BALANÇO HÍDRICO

Devido a contingente de pessoal entre funcionários, em torno de 6 pessoas diariamente, e a atividade


desenvolvida, o consumo de água equipara-se ao doméstico. Sendo o efluente gerado estritamente
doméstico, proveniente de banheiros, copa e limpeza dos escritórios. Segundo NBR 7229 a estimativa
de geração de efluentes domésticos por pessoa/dia é de 150l.

Tabela 1. Consumo médio de água - FONTE: ONU 2019

Atividade Consumo médio


em litros
Banho 24
Descarga 18
Lavar as mãos 30,2
Escovar os dentes 2,4
Beber e cozinhar 22

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8.1 Cálculo de Captação de água pluvial:

Cálculo do Indice de Controle de Captação de Água Pluvial


End: RUA LISIEUX, Qd. 02 Lt. 22 BAIRRO GOIÁ - Goiânia – Goiás. Processo:
Área do terreno 390,00 m²
Área Impermeabilizada do Terreno 364,21 m²
Volume de Controle 1 m3 / 200m2 1,82 m3
Volume de Controle Total 1,82 m3

Definição do Poço de Controle

Área lateral = Π x D x h = 6,32 m²


3,1416 1,15 1,75

Área do fundo =
Π x r² = 1,04 m²
3,1416 0,58
VOLUME TOTAL 1,82 M3

Proporção POÇO/ QUANTIDADE


X= 1,82 m3 VOLUME NECESSÁRIO
Y= 1,82 m3 CAPACIDADE DE 01 POÇO

CÁLCULO DO NÚMERO DE CAIXAS DE RETENÇÃO


N = X/Y
Onde N = número de caixas de retenção

N = X / Y =
1,82 1,82 1,00
Dimensionamento do reservatório de retenção e detenção de acordo com os critérios da Lei
Complementar n. 246 de 29/04/2013, art. 128 e 128-A . Considerando os critérios acima temos: O
volume será calculado para reter 1,0m3 para cada 200m2 de área de projeção impermeabilizada.
Volume: V=656,00m2/200=3,28~=4,0m3 - será executado no piso do subsolo.

OBS: Segundo o artigo 128 do Plano Diretor de Goiânia a área mínima do poço de recarga deverá ser 1,00m², neste
caso se for circular deverá atender ao diâmetro mínimo de 1,15m e a profundidade deverá ser máximo 2,60m. Se a
caixa for enterrada no solo, deverá ser vazada (sem laje de fundo) ou possuir bomba de recalque

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9. DISCRIMINAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

Não é feito uso de maquinário.

10. FONTES DE EMISSÃO ATMOSFÉRICA

Dois veículos para entrega de materiais a clientes.

11. RUÍDOS E VIBRAÇÃO

Não se aplica uma vez que não há fontes de geração de ruídos e vibração.

12. FONTES DE EMISSÃO ATMOSFÉRICA

Não se aplica uma vez que é gerado apenas efluentes domésticos.

13. PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS

13.1 Armazenamento temporário de resíduos: consiste na guarda temporária dos recipientes contendo
os resíduos já acondicionados, em local próximo aos pontos de geração, visando agilizar a coleta
dentro do estabelecimento e otimizar o deslocamento entre os pontos geradores e o ponto destinado
à apresentação para coleta externa.

13.2 Classificação de um resíduo sólido: envolve a identificação do processo ou atividade que lhes
deu origem, de seus constituintes e características, e a comparação destes constituintes com as
listagens de resíduos e substâncias cujo impacto à saúde e ao meio ambiente é conhecido.

13.3 Destino final ambientalmente adequado: destinação de resíduos que inclui a reutilização, a
reciclagem, a compostagem, a recuperação e o aproveitamento energético ou outras destinações
admitidas pelos órgãos competentes do SISNAMA, do SNVS e do SUASA, entre elas a disposição
final, observando normas operacionais específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública
e à segurança e a minimizar os impactos ambientais adversos;

13.4 Gerenciamento de resíduos sólidos: conjunto de ações exercidas, direta ou indiretamente, nas
etapas de coleta, transporte, transbordo, tratamento e destinação final ambientalmente adequada dos
resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos resíduos sólidos e disposição

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ambientalmente adequada dos rejeitos, de acordo com o plano municipal de gestão integrada de
resíduos sólidos ou com plano de gerenciamento de resíduos sólidos.

13.5 Periculosidade de um resíduo sólido: Característica apresentada por um resíduo que, em função
de suas propriedades físicas, químicas ou infectocontagiosas, pode apresentar:

a) risco à saúde pública, provocando mortalidade, incidência de doenças ou acentuando seus índices;

b) riscos ao meio ambiente, quando o resíduo for gerenciado de forma inadequada.

13.6 Resíduos sólidos: resíduos nos estados sólido e semi-sólido, que resultam de atividades de
origem industrial, doméstica, hospitalar, comercial, agrícola, de serviços e de varrição. Ficam
incluídos nesta definição os lodos provenientes de sistemas de tratamento de água, aqueles gerados
em equipamentos e instalações de controle de poluição, bem como determinados líquidos cujas
particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou corpos de água, ou
exijam para isso soluções técnica e economicamente inviáveis em face à melhor tecnologia
disponível.

13.7 Resíduo Sólido Classe I (Perigosos): são resíduos perigosos, que em função de suas propriedades
físicas, químicas ou infectocontagiosas pode apresentar riscos à saúde pública ou ao meio ambiente.
Também são classificados como perigosos os resíduos que apresentam uma das seguintes
características: Inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade ou patogenicidade.

13.8 Resíduo Sólido Classe II A (Não Perigosos/Não Inertes): são aqueles que não se enquadram nas
classificações de resíduos classe I – perigosos ou de resíduos classe II B – inertes. Podem ter
propriedades como biodegrabilidade, combustibilidade ou solubilidade em água.

13.9 Resíduo Sólido Classe II B (Não Perigosos/Inertes): ficam enquadrados os resíduos que
submetidos à solubilização com água, não tiveram nenhum de seus constituintes solubilizados a
concentrações superiores aos padrões de potabilidade de água, excetuando-se aspecto, cor, turbidez,
dureza e sabor, como também não proporcionam combustibilidade.

13.10 Resíduo sólido reciclável: é todo o resíduo que pode retornar ao ciclo de produção como
matéria-prima para fabricação de produtos pela própria empresa ou por terceiros.

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13.11 Segregação: consiste na separação dos resíduos no momento e local de sua geração, de acordo
com as características físicas, químicas, biológicas, o seu estado físico e os riscos envolvidos.

Transbordo: procedimento de repasse de transporte de resíduos sólidos.

13.14 Transportador: agente responsável pelo transporte do gerador ao receptor de resíduos sólidos.

13.15 Transporte externo: consiste na remoção dos resíduos do local de armazenamento externo até
a unidade de tratamento ou disposição final, utilizando-se técnicas que garantam a preservação das
condições de acondicionamento e a integridade dos trabalhadores, da população e do meio ambiente,
devendo estar de acordo com as orientações dos órgãos de limpeza urbana.

13.16 Transporte interno: consiste no traslado dos resíduos dos pontos de geração até local destinado
ao armazenamento temporário ou armazenamento externo com a finalidade de apresentação para a
coleta.

13.2 Siglas

4.2.1 CNAE: Classificação Nacional de Atividades Econômicas.

4.2.2 CONAMA: Conselho Nacional do Meio Ambiente.

4.2.3 PGRS: Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos.

4.2.4 SEMARH: Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos.

4.2.5 SISNAMA: Sistema Nacional do Meio Ambiente.

4.2.6 SNVS: Sistema Nacional de Vigilância Sanitária.

4.2.7 SUASA: Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária.

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13.3 Legislação
Referência Descrição

Dispõe sobre gerenciamento e disposição final


dos resíduos sólidos gerados em unidades de
Instrução Normativa 007/2011 SEMARH produção industrial, de bens e serviços, assim
como os provenientes de atividades minero
industriais e aquelas definidas na Lei Federal nº
12.305/2010, no Estado de Goiás.

Dispõe sobre a Política Nacional do Meio


Lei nº 6.938/1981 Ambiente, seus fins e mecanismos de
formulação e aplicação, e dá outras
providências.

Estabelece diretrizes nacionais para o


saneamento básico; altera as Leis nº 6.766, de
19 de dezembro de 1979, 8.036, de 11 de maio
Lei nº 11.445/2007 de 1990, 8.666, de 21 de junho de 1993, 8.987,
de 13 de Fevereiro de 1995; revoga a Lei nº
6.528, de 11 de maio de 1978; e dá
outras providências.

Dispõe sobre a política estadual de


Lei nº 14.248/2002 recolhimento e reaproveitamento de pilhas e
baterias usadas.

Regulamenta a Lei no 12.305, de 2 de agosto de


2010, cria o Comitê Interministerial da Política
Decreto nº 7.404/2010 Nacional de Resíduos Sólidos e o Comitê
Orientador para a Implantação dos Sistemas de
Logística Reversa, e
dá outras providências.

Institui a Política Nacional de Resíduos


Lei nº 12.305/ 2010 Sólidos; altera a Lei Nº 9.605 de 12 de
fevereiro de 1998; e dá outras previdências.

Resolução CONAMA nº 275/2001 Código de cores para coleta seletiva.

Dispõe sobre o inventário nacional de resíduos


Resolução CONAMA nº 313/2002
sólidos industriais.
Quadro 1: Leis relacionadas ao Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos

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13.4 Normas Técnicas


Referência Descrição

ABNT NBR 11.174/1990 Armazenamento de resíduos classe II – não


inertes e III – inertes.

ABNT NBR 12.235:1992 Armazenamento de resíduos sólidos perigosos.

ABNT NBR 13.463/1995 Coleta de resíduos sólidos – Classificação.

ABNT NBR 10.004/2004 Resíduos Sólidos – Classificação.

ABNT NBR 9.191/2008 Sacos plásticos para acondicionamento de lixo.

ABNT NBR 13.221/2010 Transporte terrestre de resíduos.

Quadro 2: Normas Técnicas relacionadas ao Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos

13.5 ASPÉCTOS METODOLÓGICOS

A metodologia a ser adotada no PGRS consistirá, basicamente, na aplicação dos procedimentos e


diretrizes ambientais que envolvem ações efetivas visando o adequado gerenciamento dos resíduos
sólidos.

Nesse sentido, o gerenciamento de resíduos seguirá diretrizes básicas:

• Evitar a geração de resíduos na fonte e quando não for possível, reduzir a geração, bem como o
desperdício;
• Segregar os resíduos por classe e tipo;
• Realizar treinamentos periódicos sobre: manuseio de resíduos, vazamentos de produtos químicos,
limpeza e organização nas frentes de serviço, coleta seletiva, reutilização de resíduos e etc;
• Enviar para a reciclagem os resíduos possíveis, transformando-os em matéria-prima para a produção
de novos produtos;
• Coletar, transportar e destinar os resíduos que não possibilitem a execução de reaproveitamento ou
reciclagem, de acordo com a legislação brasileira.

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Nesse contexto, todos os colaboradores deverão estar em consonância com os requisitos dispostos
neste programa, devendo reportar quando pertinente, as seguintes informações: tipologia de resíduos,
classificação, quantidade gerada, armazenada e destinada, forma e local de acondicionamento,
destinação final, dentre outros direcionamentos que sejam solicitados.

13.6 Etapas do Gerenciamento de Resíduos Sólidos

Identificação das Classificação Coleta e


Segregação e
Fontes de Geração dos Resíduos Transporte
Acondicionamento
de Resíduos Gerados Interno

Armazenamento Coleta e
Destinação
Temporário de Transporte
Final
Resíduos Externo

Figura 1. Fluxograma das etapas de Gerenciamento de Resíduos Sólidos.

13.6.1 Identificação das fontes de geração de resíduos

Nesta etapa do gerenciamento, serão identificadas todas as fontes geradoras de resíduos sólidos do
empreendimento. Essa identificação visa facilitar as etapas subsequentes do gerenciamento, como as
formas de acondicionamento, armazenamento, transporte e destinação final.

13.6.2 Classificação dos resíduos gerados

Para a correta segregação e destinação dos resíduos, estes serão caracterizados com base na legislação
e normas vigentes referidas nos quadros 1 e 2, apresentados anteriormente.

13.6.3 Segregação e acondicionamento

A segregação será feita, preferencialmente, pelo gerador na origem, ou nas áreas de armazenamento
temporário, respeitando-se as classes identificadas na etapa anterior.

O acondicionamento inicial se dará conforme descrito na Matriz de Resíduos, apresentada a seguir.

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Classe Geral Padrão de Cor


Cuidados Acondicionamento Acondicionamento
Resíduo ABNT NBR CONAMA Origem Destinação Final
Requeridos Inicial Temporário
10004:2004 275/2001
Papelão/papel IIB Azul Depósitos de Máximo Área dedicada a Área dedicada a Aproveitamento
embalagens e reaproveitamento recicláveis recicláveis para embalar
matérias prima, Proteger de material de
almoxarifado intempéries clientes e
transporte.
Doação para
recicladora de
papeis (vizinha)
Orgânico IIA Marrom Sanitários e Copa Manter fechado Lixeira própria Caçamba em área Coleta urbana
externa
Lixo comum (não IIA, IIB Cinza Áreas gerais da Proteger de Lixeira do setor Caçamba em área Coleta urbana
reciclável) empresa intempéries externa

Quadro 3. Matriz de Resíduos

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Com a finalidade de garantir a segregação na fonte geradora, e viabilizar a reciclagem de materiais,


será adotada a codificação por cores, estabelecida pela Resolução CONAMA n. 275/01, como
especificado no quadro a seguir.

Cor do
Tipo de Resíduo
Coletor
Laranja Resíduos perigosos
Branco Resíduos ambulatoriais e de serviços de saúde
Roxo Resíduos radioativos
Marrom Resíduos orgânicos
Cinza Resíduo geral, não reciclável, misturado, contaminado ou não passível de
separação.
Azul Papel/Papelão
Vermelho Plástico
Verde Vidro
Amarelo Metal
Preto Madeira

Quadro 4. Sistema de padrão de cores para recipientes


coletores

13.6.4 Coleta e transporte interno

Após a devida segregação e acondicionamento no ponto de geração, os resíduos serão recolhidos e


transportados da origem até o armazenamento temporário. Deverão ser adotadas durante a coleta e
movimentação, medidas para evitar a ocorrência de derrames ou vazamentos.

13.6.5 Armazenamento temporário de resíduos sólidos

Os resíduos sólidos serão temporariamente armazenados conforme descrito no Quadro 3. O


armazenamento dos resíduos minimizara os riscos de danos ambientais.

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13.6.6 Coleta e transporte externo

O transporte externo para a destinação final de resíduo será realizada através de coleta urbana e por
empresa devidamente autorizada e licenciada pelo órgão competente.

13.6.7 Destinação final

Todas as alternativas de reaproveitamento, recuperação e reciclagem devem ser consideradas


previamente ao encaminhamento dos resíduos para outras formas de destinação fina. Para os resíduos
que não puderem ser reaproveitados, a destinação deverá ser aquela estabelecida no Quadro 3.

13.7 Procedimentos adotados


13.7.1 Segregação

Os resíduos gerados na unidade são segregados por tipo de material (papel e papelão, plástico, etc.)
no momento da geração.

13.7.2 Coleta

A coleta dos resíduos gerados no setor administrativo e na produção é realizada pelos funcionários
responsáveis pela limpeza.

13.7.3 Acondicionamento

Os resíduos gerados em toda a empresa são acondicionados em lixeiras devidamente identificadas e


dedicadas a cada setor. Já os materiais recicláveis ficam armazenados em local dedicado no pátio
interno da unidade, até que a coleta seja realizada pela contratada.

13.7.4 Armazenamento, transporte e destinação final

Todos os resíduos não recicláveis gerados ficam armazenados na área externa pertencente à indústria
aguardando destinação adequada. São transportados e destinados através da coleta pública. Os
recicláveis, por sua vez, ficam em área interna até que a empresa contratada e legalizada pelos órgãos
ambientais pertinentes faça a coleta.

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13.8 Treinamento

A eficácia do PGRS está diretamente ligada ao constante treinamento para a sensibilização e o


comprometimento dos funcionários envolvidos nas diversas etapas de implantação do mesmo.

O adequado treinamento visa garantir que todo o processo de geração, segregação, coleta e transporte
dos resíduos sólidos ocorra com segurança até seu destino final.

O Treinamento visa auxiliar a empresa a cumprir com o programa de gerenciamento de resíduos.

14. ANÁLISE DOS IMPACTOS AMBIENTAIS

Uma vez que o empreendimento já ultrapassou as fases de implementação, não há como mensurar os
impactos causados pela sua construção, em contrapartida os gerados oriundos de sua atividade são
reduzidos em função da atividade principal, que é a estocagem de materiais para divisórias e
revestimentos para revenda, não possuindo maquinário, processo produtivo ou outro aspecto que
possa gerar emissão atmosférica ou consumo exacerbados de água.

O consumo de energia elétrica não o qualifica como grande consumidor, e há sistema de captação de
águas pluviais, com tanque subterrâneo para armazenamento, o sistema de reuso dessa água ainda
está em processo de viabilidade para implementação.

O efluente gerado enquadra-se como efluente doméstico e os resíduos sólidos foram descritos no item
anterior, no qual o empreendedor será responsável pela implementação do programa de
gerenciamento dos resíduos sólidos.

Outra fonte poluidora, porém, também de pequeno impacto são os automóveis utilizados para entrega
de produtos aos clientes.

A viabilidade do empreendimento traz benefícios à economia local, por se localizar em área


residencial afastada dos grandes centros comerciais do município.

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15. RELATÓRIO FOTOGRÁFICO

Figura 2. Fachada do empreendimento.

Figura 3. Entrada do estoque.

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Figura 4. Vista do estacionamento com área permeável/concregrama.

Figura 5. Vista posterior do estacionamento com área permeável/concregrama.

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Figura 7. Abertura do respirador do tanque de coleta de águas pluviais.

Figura 6. Banheiros acessíveis.

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16. MARCO REGULATÓRIO

• LEI COMPLEMENTAR Nº 171, DE 29 DE MAIO DE 2007;

Lei Federal nº. 8.078/1990 - Código de Defesa do Consumidor - Alterada pela Lei nº 8.656/1993, Lei
nº 8.703/1993, Lei nº 8.884/1994, Lei nº 9.008/1995, Lei nº 9.298/1996, Lei nº 9.870/1999 e
Medida Provisória nº 1.890-67/1999.

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ANEXOS

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