. MÉTODO DAS MATRIZES SIMPLES.
Este método prático permite relacionar a FREQUÊNCIA de exposição ao risco e em caso de acidente com a SEVERIDADE do mesmo. Assim, a frequência de exposição (ou
probabilidade) é classificada em cinco itens, conforme a tabela seguinte:
Tabela 1. Classificação da frequência de exposição.
Frequente Se a exposição à situação de risco ocorre continuamente 5
Provável Se a exposição à situação de risco ocorre várias vezes ao dia 4
FREQUÊNCIA
Ocasional Se a exposição à situação de risco ocorre uma vez por dia 3
Remota Se a exposição à situação de risco ocorre de forma irregular e esporádica 2
Improvável Se a exposição à situação de risco raramente acontece 1
A severidade da consequência em caso de acidente é classificada também em cinco itens, de acordo com a tabela 2:
Tabela 2. Classificação da severidade de um acidente.
Catastrófico Morte ou lesão com incapacidade permanente. 5
Muito Crítico Danos muito graves: lesões com temporária com duração superior a 30 dias. 4
SEVERIDADE
Crítico Danos graves: lesões com incapacidade temporária com duração entre 8 e 30 dias 3
Marginal Lesões menores com incapacidade temporária de duração inferior a 8 dias. 2
Negligenciável Lesões pequenas sem qualquer tipo de incapacidade, que são tratadas com os meios existentes no local. 1
Formando a matriz com os dois parâmetros acima citados, é possível quantificar os riscos, em termos de frequência e severidade, de acordo com a matriz que se segue:
Tabela 3. Matriz de frequência x severidade.
Severidade
Matriz (FxS)
Catastrófico Muito Crítico Crítico Marginal Negligenciável
Frequente 25 20 15 10 5
Provável 20 16 12 8 4
Frequência Ocasional 15 12 9 6 3
Remota 10 8 6 4 2
Improvável 5 4 3 2 1
O risco é finalmente classificado segundo os resultados da matriz. De acordo com a classificação do risco é aconselhável a implementação de medidas de protecção numa
escala de tempo: imediatamente, a curto prazo, a longo prazo e sem necessidade de implementação.
Tabela 4. Classificação do risco.
RESULTADO DA MATRIZ CLASSIFICAÇÃO DO RISCO MEDIDAS
20 – 25 MUITO ELEVADO RISCO NÃO CONTROLADO
10 – 19 ELEVADO RISCO RESIDUAL ELEVADO.
5–9 MODERADO RISCO RESIDUAL BAIXO.
1–4 TOLERÁVEL RISCO CONTROLADO.
FASE DA VIDA UTIL:
Risco Avaliação Risco Risco
Condição perigosa / Tarefa Medidas de prevenção controlado
Potencial Nível de (S/N)
Tipo Origem S F
consequência risco