VISÃO GERAL
Arão era irmão de Moisés. Ele foi também o primeiro Sumo-Sacerdote de Israel. No Velho
Testamento Arão falou por Moisés, começando no Egito quando este confrontou Faraó. Era
assistente de Moisés durante o êxodo dos Israelistas do Egito. Três anos mais velho que
Moisés, tinha 83 anos quando ambos confrontaram Faraó pela primeira vez. (Êxodo 7:7). A irmã
deles, Miriam (Números 26:59), deve ter sido a filha mais velha. Atuou como mensageira quando
o bebê Moisés foi achado pela filha de Faraó. (Êxodo 2:1-9)
VIDA FAMILIAR
Arão e sua esposa, Eliseba, tiveram quatro filhos (Êxodo 6:23). Todos seguiram seus passos,
tornando-se sacerdotes em Israel (Levítico 1:5). Dois deles, Nadabe e Abiú, violaram as
instruções de Deus. O sacrifício que ofereceram não foi agradável a Deus e em consequência
morreram queimados. (Levítico 10:1-5) O sacerdócio então foi passado aos seus dois irmãos,
Eleazar e Itamar. Estes também não seguiram fielmente os mandamentos de Deus (Levítico
10:6-20).
Arão foi um personagem importante no Êxodo, em parte porque era irmão de Moisés. Quando
Deus escolheu Moisés, tentou evitar que, por causa de um problema na fala, o líder de Israel
ficasse numa situação constrangedora. Deus reconheceu em Arão o dom da oratória e disse a
Moisés que Arão falaria por ele. Porém, algumas vezes, Arão fez mal uso de suas habilidades
de líder, como quando ajudou o povo a construir um ídolo para adoração no deserto enquanto
Moisés se demorava no encontro com Deus no Monte Sinai.
ARÃO NO EGITO
No início da vida de Arão, o povo hebreu era escravo no Egito. Moisés tinha sido apresentado
como egípcio por uma das filhas de Faraó. Mas ele fugiu para o deserto de Midiã depois de
matar um escravo egípcio que espancava um hebreu (Êxodo 2:11-12). Quando Deus chamou
Moisés de volta para libertar o seu povo (Êxodo 3-4), chamou também Arão para encontrar
Moisés no deserto(Êxodo 4:27). Depois de tantos anos de exílio, Moisés era um estranho para
seu povo. Assim, Arão fez contato com os anciãos de Israel por ele. (Êxodo 4:29-31). Quando
Moisés e Arão foram encontrar o Faraó, Deus falou ao líder egípcio através dos dois para que
libertasse os israelitas (Êxodo 5:1) . Ao invés disso, Faraó tornou a vida dos escravos hebreus
ainda mais difícil. Entretanto, Deus começou a mostrar o Seu poder para o governante egípcio
através de uma série de milagres (Êxodo 5-12) . Deus operou os três primeiros milagres através
de Arão, usando uma vara (provavelmente um cajado usado pelos pastores de ovelhas). Havia
mágicos no palácio de Faraó que faziam truques semelhantes. Depois que Deus mandou sobre
todo o Egito a praga das moscas, os encantadores egípcios admitiram a derrota e disseram "Isto
é o dedo de Deus!" (Êxodo 8:19) Então Deus mandou mais pragas através de Moisés. A
desgraça final foi a morte de todos os primogênitos egípcios. Arão estava com Moisés (Êxodo
12:1-28) quando Deus lhe revelou como redimiria os israelitas que tivessem os lares
devidamente identificados. Deus pouparia seus filhos na noite em que as crianças egípcias
morressem. Aquele evento era a origem da festa da Páscoa ainda hoje observada pelos judeus.
(Êxodo 13:1-16).
LIDERANÇA NO DESERTO
Deus guiou os israelitas em segurança e destruiu os perseguidores egípcios. Arão ajudou
Moisés a conduzir o povo na sua longa peregrinação pelo deserto e a viagem para a Terra
Prometida (Êxodo 16:1-6). Mais tarde, lutando contra o exército de Amaleque, Arão ajudou a
sustentar os braços de Moisés erguidos em oração para manter as bênçãos de Deus (Êxodo
17:8-16). Embora Moisés conduzisse os israelitas, Arão era visto como um importante líder
(Êxodo 18:12). Deus o chamou para estar com Moisés quando lhe deu a lei no Monte Sinai
(Êxodo 19:24). Arão foi um dos que ratificaram a lei de Deus no Livro da Aliança (Êxodo 24:1-8).
Arão subiu com esses líderes em direção ao monte santo. Ele teve a visão do Deus de Israel
(Êxodo 24:9-10). Arão e Hur ficaram cuidando do povo enquanto Moisés estava com Deus no
alto do monte (Êxodo 24:13-14). Foi aí que os problemas começaram. Moisés esteve ausente
por quase um mês. Num momento de fraqueza, Arão cedeu ao apelo do povo por um ídolo para
adorar. Ele fundiu algumas peças de ouro para fazer a estátua de um bezerro (Êxodo 32:1-4).
Inicialmente, Arão pensou que estava fazendo algo agradável a Deus (Êxodo 32:1-4). Mas
perdeu-se o controle da situação e uma festa selvagem e pecaminosa aconteceu em redor do
ídolo (Êxodo 32:6). Deus estava irado a ponto de destruir o povo, mas Moisés intercedeu por
ele. Ele lembrou a Deus Sua promessa de multiplicar a descendência de Abraão (Êxodo 32:7-
14). Moisés estava furioso com a imoralidade e idolatria. Mas Arão lançou a culpa do ocorrido
sobre o povo, sem admitir a sua própria culpa (Êxodo 32:21-24). Os idólatras foram punidos com
a morte (Êxodo 32:25-28) e toda a terra com uma praga (Êxodo 32:35). Arão não foi punido.
Moisés disse que Arão estava em grande perigo, mas foi poupado porque Moisés orou por ele.
(Deuteronômio 9:20).
No segundo ano de peregrinação no deserto, Arão ajudou Moisés a realizar um censo para
contar o povo (Números 1:1-3,17-18). Mais tarde Arão teve inveja de Moisés por sua posição de
liderança. Ele e Miriam, sua irmã, começaram a conspirar contra ele, embora Moisés fosse o
homem mais humilde na face da terra (Números 12:1-4). A ira de Deus sobre eles foi aplacada
pela oração de Moisés. Miriam sofreu pelo seu pecado (Números 12:5-15). Arão novamente
escapou da condenação. Com Moisés, enfrentou uma rebelião em Cades-Barnéia. (Números
14:1-5) e com ele permaneceu numa outra rebelião posterior. (Números 16). Os israelitas quase
se revoltaram de novo em Meribá. Deus acusou Moisés e Arão de não terem acreditado na Sua
palavra e negou-lhes a entrada na Terra Prometida (Números 20:1-12).
ESCOLA DOMINICAL CPAD
ESCOLA DOMINICAL
Lição 11. 16 de Março de 2014 " Deus Escolhe Arão e Seus Filhos Para o
Sacerdócio"
16 de Março de 2014
Deus Escolhe Arão e Seus Filhos Para o Sacerdócio
TEXTO ÁUREO
"E para o nosso Deus os fizeste reis e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra"
(Ap 5.10).
VERDADE PRÁTICA
Cristo nos fez reis e sacerdotes, para anunciarmos as virtudes do seu Reino.
HINOS SUGERIDOS 86, 176, 432
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Hb 6.20
Jesus, Sacerdote Eterno
Terça - Hb 5.1-9
A superioridade do sacerdócio de Jesus
Quarta - Hb 5.10
Sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque
Quinta - Hb 7.1-4
Figura do sacerdócio eterno de Cristo
Sexta - Hb 7.26
Jesus, Sacerdote Santo
Sábado - Ap 1.6
Cristo nos fez reis e sacerdotes do Altíssimo
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Êxodo 28.1-11
INTERAÇÃO
Por que os justos sofrem? Por que os ímpios prosperam? Por que o mal existe? Estas perguntas são feitas há muito por
filósofos, cientistas e, por que não, cristãos sinceros. O problema é que a teologia da prosperidade - que afirma: o crente não
sofre - propagada nas últimas décadas no universo evangélico, tem prestado um grande desserviço para a Igreja de Cristo.
Precisamos entender que enquanto estamos presentes neste mundo, e embora justificados por Cristo, fazemos parte de uma
criação não regenerada, anelando por sua transformação no devido tempo (Rm 8.18-23). Mas por intermédio do Espírito
Santo temos a graciosa promessa de que Jesus Cristo estará conosco até a consumação dos séculos (Mt 28.20).
OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Explicar o sacerdócio em Israel.
Elencar os elementos da indumentária sacerdotal.
Compreender o papel atual dos ministros da Igreja de Cristo.
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Para concluir o terceiro tópico da lição, leia com a sua classe, a primeira epístola do apóstolo Paulo a Timóteo 3.1-7. Use a
lousa para elencar as qualidades necessárias para quem deseja exercer o Santo Ministério: (1) Ser irrepreensível; (2) marido
de uma só mulher; (3) vigilante; (4) sóbrio; (5) hospitaleiro; (6) apto para ensinar; (7) não dado ao vinho; (8) não espancador;
(9) não cobiçoso de torpe ganância; (10) moderado, não contencioso, não avarento; (11) governe bem a própria casa tendo
os filhos em sujeição, com toda modéstia; (12) que não seja novo na fé; (13) não soberbo; (14) tenha bom testemunho dos
que estão fora da igreja. Conclua dizendo que tais características resultam do caráter regenerado pela mensagem do
Evangelho.
COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
O capítulo 28 de Êxodo trata da chamada divina para o sacerdócio em Israel. O povo precisava aprender a adorar a Deus.
Era necessário que homens chamados por Deus cuidassem da prática do culto ao Senhor no Tabernáculo e também através
da congregação de Israel. Logo, o Senhor separou a tribo de Levi para o serviço no Tabernáculo e para o santo ministério
sacerdotal. Os levitas serviam a Deus e auxiliavam os sacerdotes. Assim, todo sacerdote em Israel era levita, mas nem todo
levita era sacerdote como veremos na lição
I. O SACERDÓCIO (ÊX 28.1-5)
1. O sacerdote. Deus ordena que Moisés separe Arão e seus filhos para o ministério sacerdotal. O sacerdote deveria não
somente pertencer à tribo de Levi, mas era preciso que fosse um descendente de Arão, que teve o privilégio de ser o primeiro
sacerdote de Israel. Pertenciam à classe sacerdotal em Israel o sumo sacerdote, os sacerdotes e também os levitas.
O sacerdócio de Arão apontava para Cristo, nosso Sumo Sacerdote eterno (Hb 6.20). Arão era um ser humano e, portanto,
um pecador que carecia de se apresentar diante de Deus com sacrifícios pelos seus próprios pecados. Mas Cristo é perfeito
e seu sacrificio por nós foi único, completo e aceito pelo Pai.
2. O ministério dos sacerdotes. Quais eram as funções de um sacerdote? Sua principal missão era apresentar o homem
pecador diante do Deus santo. Eram, especificamente, três as obrigações básicas do sacerdote: "santificar o povo, oferecer
dons e sacrifícios pelo povo e interceder pelos transgressores". Eles também atuavam como mestres da lei (Lv 10.10,11). O
sacerdócio de Arão apontava para Cristo, nosso único mediador diante de Deus. Como Sumo Sacerdote, Cristo intercede
diante do Pai por nós (1 Tm 2.5).
3. O sumo sacerdote. As nações que estavam ao redor dos hebreus já conheciam o serviço sacerdotal. Os sacerdotes não
receberam nenhuma herança de terras quando as tribos entraram na Terra Prometida, pois a sua recompensa era servir ao
Todo-Poderoso. Eles eram sustentados pelas ofertas e os sacrifícios levados ao Tabernáculo. Viviam de modo simples e
dependiam única e exclusivamente da obediência e fidelidade do povo ao trazer seus dízimos (Nm 18.3-32).
SINOPSE DO TÓPICO (1)
Deus ordena o ministério sacerdotal por intermédio de Moisés, separando Arão e seus filhos para o santo ofício.
II. A INDUMENTÁRIA DO SACERDOTE
1. A túnica de linho e o éfode (Êx 28.4-28). As vestes do sacerdote deveriam ser santas (Êx 28.3). Eles não poderiam se
apresentar diante do Senhor de qualquer maneira. O linho fino apontava para a pureza, perfeição e justiça de Cristo, nosso
sacerdote. Segundo a Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, "o éfode era um tipo esmerado de avental bordado, unido nos
ombros e ligados por uma faixa na cintura". No éfode havia duas pedras de ônix com os nomes das doze tribos. Arão deveria
levar e apresentar diante de Deus as doze tribos de Israel. Cristo carregou sobre si os nossos pecados e os apresentou
diante do Pai (1 Co 15.3).
Sobre o éfode estava o peitoral contendo doze pedras preciosas com os nomes dos doze filhos de Israel. Esta peça ficava
sobre o coração de Arão - o sumo sacerdote (Êx 28.15,17,21,29).
2. O Urim e Tumim (Êx 28.30). Eram pedras que os sacerdotes utilizavam na hora de tomar decisões. Eles deveriam carregar
estas peças junto ao coração, mostrando a importância delas. Isso nos mostra que nossas decisões devem ser tomadas de
acordo com a Palavra de Deus.
SINOPSE DO TÓPICO (2)
A túnica de linho, o éfode, o Urim e o Tumim eram elementos sagrados que compunham a indumentária sacerdotal.
III. MINISTROS DE CRISTO PARA A IGREJA
1. Chamados por Deus. Os verdadeiros ministros da igreja são chamados e vocacionados pelo Senhor. O ministério pastoral
não é simplesmente um cargo ou uma forma de se alcançar status seja ele qual for. Muitos querem viver da obra e não para
ela. Quem exerce o santo ministério sem a direta chamada do Senhor - o Dono da obra - é um intruso e está profanando a
obra de Deus.
2. Qualificações. O sacerdote não podia se apresentar diante de Deus e da congregação de qualquer maneira. Um pastor
deve sempre agir de modo a dar um bom testemunho (1 Tm 3.7). O bom testemunho deve vir não somente dos que estão
fora da igreja, mas especialmente pelos irmãos em Cristo. É preciso viver uma vida digna diante dos homens e também
diante de Deus (1 Tm 6.11,12). O pastor deve em tudo ser o exemplo (Tt 2.7).
3. Comprometidos com a Palavra. Os sacerdotes também tinham a função de ensinar a Palavra de Deus. Da mesma forma,
Paulo recomenda que o ministro seja apto para ensinar (1 Tm 3.2). É preciso que seja alguém capacitado na Palavra. A
missão dos ministros de Cristo consiste no serviço, na mordomia, isto é, na administração dos negócios de Deus e,
sobretudo, em sua fidelidade e santidade.
SINOPSE DO TÓPICO (3)
Os ministros de Cristo são dados por Deus à Igreja. Eles devem manifestar um caráter que honre ao Pai e que, igualmente,
demonstre o compromisso com o ministério da Palavra.
CONCLUSÃO
Os sacerdotes levavam os israelitas até a presença de Deus. O sacerdócio de Arão apontava para o sacerdócio perfeito de
Cristo. Atualmente, todos os que creem em Jesus e no seu sacrifício na cruz foram feitos, pela fé, reis e sacerdotes do Deus
Altíssimo (1 Pe 2.5,9). Você é um representante de Deus aqui na terra, e nessa posição, você tem levado outros até Cristo?.
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICOI
Subsídio Geográfico
"O Dia da Expiação
O dia 10 do mês de Tisri marcava o Dia da Expiação (Lv 16). Esse dia era de muitas formas um clímax do ano religioso
judeu. Os sacerdotes ofereciam durante o ano inteiro sacrifícios a Deus, a fim de tornar o povo aceitável a Ele; mas os
sacerdotes e seu equipamento foram cerimonialmente afetados pelo pecado e o Dia da Expiação foi instituído para promover
uma 'limpeza espiritual de primavera', de modo que o caminho para chegar a Deus, mediante sacrifício, ficasse aberto por
mais um ano. O sumo sacerdote era a única pessoa que podia fazer isso e nos dias do Novo Testamento, a fim de não haver
erro, ele era cuidadosamente vestido pelos anciãos e praticava o ritual diariamente durante a semana anterior.
No Dia da Expiação, o sumo sacerdote era mantido acordado durante a madrugada, e quando chegava a manhã, era vestido
com roupas brancas simples para dar início às cerimônias. Ele primeiro confessava os pecados das pessoas com a mão
sobre o pescoço de um touro sacrificial, que havia sido morto e colhido o seu sangue. Dois bodes eram colocados à sua
frente e sortes lançadas para ver qual deles devia ser de Deus e qual do povo. O bode de Deus era morto e seu sangue
misturado com o do touro. Depois, sozinho, o sumo sacerdote entrava com incenso e brasas no Santo dos Santos. O incenso
era queimado e quando ele enchia o lugar, acreditava-se que o sumo sacerdote era aceitável a Deus" (GOWER, Ralph. Novo
Manual dos Usos & Costumes dos Tempos Bíblicos. [Link]. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, pp.321-22).
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICOII
Subsídio Teologia Pastoral
"O Caráter do Servo do Senhor
Uma geração inteira levantou-se em oposição a todas as formas de organização instituídas, quer os credos e práticas
estabelecidas fossem certos, quer não. A precipitação maléfica disso ainda é vista na oposição pública a qualquer autoridade:
civil, religiosa ou organizacional. Pode ser que haja ocasiões em que se deva fazer oposição às instituições, mas o verdadeiro
caráter não condena a autoridade só porque é autoridade. Deve haver padrões de caráter: para indivíduos e para
organizações. Oposição arbitrária à autoridade, sem qualquer base ética ou moral, só conduz à anarquia e ao caos. A
sociedade moderna não parece estar muito distante desse estado. De todas as pessoas, o ministro do Evangelho tem de ter
uma definição clara do que seja o caráter para que seja modelado com nitidez.
O Caráter e Ação
O caráter nunca é comprovado por uma declaração escrita ou oral de convicções. É demonstrado pelo modo como vivemos,
pelo comportamento, pelas escolhas e decisões. Caráter é a virtude vivida.
O caráter ruim ou o comportamento pouco ético tem sido comparado ao odor do corpo: ficamos ofendidos quando o
detectamos nos outros, mas raramente o detectamos em nós mesmos. Os líderes espirituais sempre devem ser sensíveis ao
fato de que suas ações falam muito mais alto do que as palavras ditas do púlpito. Visto que as ações que praticamos
raramente são percebidas como provas de caráter defeituoso, fazem-se essenciais à introspecção e à auto-avaliação, não
porque desejamos agradar ou evitar ofender os outros, mas porque a reputação e o caráter do ministro devem estar acima de
toda repreensão (1Tm 3.2,7). Nossas palavras e pensamentos devem ser agradáveis perante a face de Deus (Sl 19.14), mas
nossas ações revelam nosso caráter aos outros. As características do caráter exigido por Deus daqueles que querem habitar
em sua presença são ações, e não um estado passivo de ser [...] (Sl 15)" (CARLSON, Raymond; TRASK, Thomas E. et al.
Manual Pastor Pentecostal: Teologia e Práticas Pastorais. [Link]. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, pp.114-15).
VOCABULÁRIO
Indumentária: Arte relacionada com vestuário; conjunto de vestimentas usadas em determinada época ou por determinado
povo, classe social, profissão, etc.
Esmerado: Caprichoso, empenhado.
Clímax: Parte do enredo (de livro, filme, peça, etc.) em que os acontecimentos centrais ganham o máximo de tensão,
prenunciando o desfecho; ápice.
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
GOWER, Ralph. Novo Manual dos Usos & Costumes dos Tempos Bíblicos. [Link]. Rio de Janeiro: CPAD, 2012.
CARLSON, Raymond; TRASK, Thomas E. et al. Manual Pastor Pentecostal: Teologia e Práticas Pastorais. [Link]. Rio de
Janeiro: CPAD, 2005.
SAIBA MAIS
Revista Ensinador Cristão
CPAD, nº 57. p.41.
EXERCÍCIOS
1. De acordo com a lição, como o crente fiel deve estar consciente a respeito dos revezes da vida?
R. Arão e os seus filhos.
2. O que, na lição, aprendemos acerca da espiritualidade das pessoas?
R. O sacerdócio de Arão apontava para Cristo.
3. Por que a expressão "Esta é a tua porção nesta vida debaixo do sol" é uma chave importante para entendermos a
mensagem do Eclesiastes?
R. Sua principal missão era apresentar o homem pecador diante do Deus santo.
4. As catástrofes naturais e os problemas sociais apenas acontecem em países habitados por "pecadores"?
Justifique a sua resposta.
R. O éfode era um tipo esmerado de avental bordado, unido nos ombros e ligados por uma faixa na cintura.
5. Para você, por qual causa vale a pena lutar na vida?
R. Resposta pessoal.