FACULDADE MEDICINA SANTA MARCELINA
LIGA DE DERMATOLOGIA – PROCESSO SELETIVO.
PARTE I
Carcinoma Espinocelular (CEC) e Carcinoma Basocelular (CBC)
- Dois tipos de câncer de pele
1. Corte Histologia da pele:
(1) epiderme (1.1) membrana basal (2) derme (3) hipoderme. (4) nervo artéria veia
2. Qual (ou quais) deles não é CBC, nem CEC?
(IMAGEM AQUI)
3. Estatísticas do INCA - 2020
- Câncer de pele não melanoma: representa 30% de todos os tumores malignos do
país, dentro desse índice 75% de Carcinoma basocelular (cbc) e 20% carcinoma
espinocelular ou epidermoide (cec), não ocorre com grandes complicações (pode dar
– metáfase - com menos frequência?). Além desses há outros canceres de pele não
melanoma.
- Alto percentual de cura
- Incidência: 176.930 (83.770 homens e 93.160 mulheres) de novos casos em 2020.
- Mortes 1.958 (1.137 homens e 821 mulheres) – não sendo uma letalidade muito alta.
4. Afecções epiteliais pré-malignas (superficiais) e tumores intra-epidérmicas
(4.1) queratose actínica e corno cutâneos
(4.2) doença de bowen
(4.3) eritroplasia
(4.4) papulose bowenoide
4.1. Queratose Actínica e Corno Cutâneo
- Câncer de pele não melanoma - origem em células que não são melanomas (não
dão pigmentação à pele) na classificação, como linfomas e etc.
- Maior incidência de câncer a base celular.
4.1.1. Manifestações clinicas:
(1) lesões máculo-papulosas, recobertas por escamas secas, duras, de superfície
ásperas de cor amarela e castanho escuro.
(2) localizam-se em áreas expostas. - Uma pessoa com pele manchada: foto dano.
- Com elevações e com pigmentação.
- No corpo cutâneo tem que ter uma porção de queratina de fato acentuado (formando
uma espécie de corpo na pele).
- Ocorre na região da epiderme essa desorganização.
- Não precisa aprofundar tanto, chegando a um tratamento cirúrgico, visto sua
superficialidade.
4.1.2. Tratamento:
(1) cauterização química (ac. Tricloracético), (2) cauterização elétrica, (3) crioterapia
(congelamento com nitrogenio liquido), (4) 5-fluoracil (ativar o sistema de defesa a
reconhecer as celulas cancerigenas/ lado negativo demora um tempo), (6)
imiquimode, (7) ingenol mebutate, (8) terapia fotodinâmica- (tratamentos bem mais
caro).
4.2. Doença de Bowen
- Carcinoma espinocelular ‘in situ’.
4.2.1. Manifestações clinicas: (1) áreas escamosas ou crostosa, avermelhada, com
limites bem definidos. (2) não há infiltração ou esta é mínima. (3) pode ocorrer em
diversas regiões, mais frequente no tronco.
- Não passa da membrana basal.
4.2.2. Tratamento: (1) excisão (2) cauterização elétrica (3) crioterapia (5) 5-fluoracil
(6) imiquimode (&) terapia fotodinâmica.
- 2 e 3 são formas de tratamentos mais agressivos visto que causam machucados na
região.
4.3. Eritroplasia
- Carcinoma espinocelular ‘in situ’ nas mucosas.
- ‘ in situ ‘ situado na epiderme, membrana basal.
4.3.1. Manifestações clinicas: (1) placa bem delimitada, vermelho brilhante,
aveludada, finamente granulosa, com pouca ou nenhuma infiltração e que,
gradualmente, se alarga.
4.3.2. Tratamente: (1) excisão (cirurgia micrográfica) (2) cauterização elétrica (3) 5-
fluoracil (4) imiquimode
4.4. Papulose Bowenóide
- É induzida pelo HPV, principalmente, 16,18,31 e 33
4.4.1. Manifestações clínicas: mantém-se benigna ou regride espontaneamente.
- Notar que na região da mucosa não ha a região do estrato córneo – esqueleto
celulares/perde o núcleo naturalmente, responsável por regular perdas e temperatura.
4.4.2. Tratamento: (1) cauterização química (ATA) (2) cauterização elétrica (3)
crioterapia medicamentos :(4) 5-fluoracil (5) imiquimode
- Dizem que essa doença regride naturalmente, portanto, pode não ter um tratamento
– porem incomodo no paciente.
Tumores Epiteliais Malignos
(1) Carcinoma Espinocelular (CEC)
(2) Carcinoma Basocelular (CBC)
1. Carcinoma Espinocelular ou Epidermoide (CEC)
- Tumor maligno constituído por proliferações atípicas de células espinhosas, de
caráter invasor, podendo dar metástases.
- Fatores de risco: (1) sol (2) fumo (3) arsênico (4) derivados do alcatrão
1.1. Manifestações clinicas: (1) área queratósica infiltrada e dura; (2) lesão de
crescimento vetante.
- Região central tende a necrosar devido a ausência de oxigenação, ocasionada no
tecido pela desorganização do tecido.
- Luz polarizada que atravessa a pele e con segue enxergar estruturas da pele melhor,
instrumento de tratamento dermatoscopia.
- A preocupação é atingir um vaso sanguíneo e se espalhar pelo corpo.
1.2. Tratamento: (1) exerce e sutura (2) criocirurgia (crioterapia congela com
hidrogênio muito pouco em comparação com a criocirurgia) (3) linfadenectomia (4)
radioterapia – queimadura com radiação (5) quimioterapia (6) terapia imunobiológica:
cemiplimabe (libtayo-tm)
2. Carcinoma Basocelular (CBC)
- É constituído por células que se assemelham às células basais da epiderme.
- Fatores de risco: (1) ação crônica do UVB (2) Irradiação radioterápicas (3) Arsenico
2.1. Manifestações clinicas: (1) nodulo-ulcerativo: pápularósea, perfacea que cresce
progressivamente e com posterior ulceração. (2) menos frequente: terebrante – placa
com ulceração central e invasão e destruição da estrutura adjacentes. (3)
escleridermiforme: placa-amarelada, escleroatrófica, dura, lisa. raramente ulcera. (4)
superficial: placa eritemato-escamosas, discretamente infiltradas, emolduradas por
bordas irregulares e ligeiramente elevadas.
- Notar o brilho diferenciado da pele. Posterior ulceração. Não é queratina, outra
substancia.
2.2. Dermatoscopia: (1) vasos arboriformes – formado de arvore (2) ninhos ovoides
2.3. Tratamentos: (1) excisão e sutura (2) eletrocauterização (3) criocirurgia (4)
cirurgia micrográfica (de mohs) – nariz e etc (5) radioterapia – naqueles que não dá
pra serem feitos cirurgia (6) imiquimode – só pra aqueles com bases superficiais
QUESTÃO: Qual (ou quais) deles não é CBC, nem CEC?
(IMAGEM)
RESPOSTAS:
(1) carcenol a base celular
(2) carcenol base espinocelular
(3) epideforme
(4) cbc pegimentado
(5) cbc nodular pegimetado
(6) melanoma extensivo superficial
PARTE II
MELANOMA
(Princípios e fins: avaliar – diagnosticar - intervir)
1. Definição:
- Tumor maligno de melanócitos
- Transformação maligna das células da junção dermoepidérmica
- Pele, mucosas, tendões e tecidos aponeuróticos
- Duas fases de crescimentos (superficial - radial, nodular – vertical)
IMPORTANTE: ASSIMÉTRICO, IRREGULAR, VARIAS CORES, GRANDE E
EVOLUÍ - assim se diferencia de um sinal de pele (que é simétrico, regular, uma cor,
pequeno)
2. Epidemiologia:
- 77% das mortes por câncer de pele. Incidência dobra a cada 10 anos. Tumor de
maior letalidade entre adultos jovens.
- 6% câncer mais comum nos EUA (incidência triplicou nos últimos 20 anos)
- 80% dos casos ocorrem em áreas de exposição intermitente (continuo sem uso de
protetor solar)
- Desse modo, ocorre com maior frequência n a Austrália devido a incidência de sol
continuo no ano com pessoas de pele branca.
3. Fatores de risco:
(1) ambientais – exposição solar.
(2) genéticos – primeiro grau
(3) uva – envelhecimento e manchas solares – e uvb – queimadura, vermelhidão e
bolhas – estão associadas.
(4) Doses suberitematosas causam mutações do DNA.
(5) Bronzeamento artificial antes dos 35 anos.
(6) Imunossupressão pós- transplante. (guerra biologica do corpo contra o cancer)
- Bronzeamento artificial proibido no brasil!
- Não necessariamente surge derivado de uma pita, assim chama-se caso novo.
(7) fototipo mais baixo e sardas – efélides.
(8) nevo melanócito gigante.
(9) xeroderma pigmentoso.
(10) 10 ou mais nevos atípicos (displásicos) aumenta risco em 32x.
(11) Síndrome do nevo displásico (B-K ou FAMMM) aumenta risco em 500x.
- Pessoas com sarnas costumam ter fototipo mais baixo causando problemas.
4. Consulta
(1) anamnese (2) histórico familiar (3) geograficosocioeconomico (4) exame físico –
dermatoscopia – 10-20x - e mapeamento corporal – 20-70x . (5) orientações (6)
conduta (7) encaminhamentos/ suspeita de algo.
5. Sinais e sintomas
(1) aumento do diâmetro e espessura (2) alteração da cor (3) prurido (4) sangramento
(5) ulceração (6) lesão nova.
6. Lesão melanocítica:
(1) rede pigmentar
(2) glóbulos marrons agregados
(3) linha e projeções
(4) pigmentação azul homogênea
(5) padrão paralelo
7. Métodos diagnósticos lesões melanócitos:
7.1. analise de PADRÃOES (pehamberger)
7.2. regra do ABCD (stolz)
7.3. método de LISTA de verificação: (7.3.1.) 11 pontos (menzies) (7.3.2.) 7 pontos
(argenzino)
7.4. Lista de comprovação – 3 pontos (soyer)
7.1. Analise dos padrões:
(1) reticular – favo de mel
(2) globular – cobblestone
(3) homogêneo – nevo azul
(4) paralelo – palmo-plantar
(5) Starburst – Explosão estelar
(6) Multicomponentes (3 ou mais):
(6.1) múltiplas cores (6.2) rede pigmentar irregular ou área proeminente, (6.3) estrias
radiadas ou pseudópodes, (6.4) véu azul-esbranquiçado, (6.5) áreas de regressão
(despigmentação ou pepering), (6.6) glóbulos distribuídos irregularmente, (6.7)
pontos pretos periféricos (6.8) borrões ou blotches (areas de hipopigmentação ou
hiperpigmentação).
7.2. Regra do ABCD
(1) assimetricas (pontos 0-2; peso 1,3)
(2) bordas (pontos 0-8); peso 0,1)
(3) Variação de cor (pontos 1-6; peso 0.5)
(4) Diametro > ou < 6 MM (pontos 1-5; peso 0,5)
* T = ou < 4,75 BENIGNAS
*T > 4,75 Suspeitas ou atípicas
*T > 5,45 MALIGNA
- A regra do ABCD está relacionada a definição dada acima para diferenciar de sinais
de pele, que não são agressivos: asymmetry, border, color, dimension, evolution.
7.3. Lista de Verificação
7.3.1 Método dos 11 pontos
[Link]. Critérios Negativos: 1. simetria e 2. monocromia
[Link]. Critérios Positivos: 1. véu azul esbranquiçado 2. despigmentação
pseudocicatricial 3. múltiplas cores 4. retículo pigmentado proeminente 5. estrias
radiadas 6. múltiplos pontos marrons 7. pontos e glóbulos pretos periféricos 8.
múltiplos pontos azul-acinzentados.
7.3.2. Método dos 7 pontos
[Link]. Critérios maiores (2 pontos cada): 1. retículo pigmentado atípico 2. véu acul-
esbranquiçado e 3. padrão vascular a típico
*T < 3 – benigna
*T = ou > 3 – maligna
[Link]. Critérios menores (1 ponto cada): 1. projeção irregular, 2. pontos e glóbulos
irregulares, 3. manchas de pigmentos irregulares, 4. estruturas associadas a
regressão
*T < 3 – benigna
*T = ou > 3 – maligna
+ Regra do ABCD
- Regra EFG (melonamas nodulares – 15% dos casos)
- E: Elevated (elevado)
- F: Firm to touch (firme ao toque)
- G: Growing rapidly (crescimento rapido)
- pseudopotes – maoszinhas de sapo. - Biopse urgente. Diferentes de projeções.
- Vasos com organizaçoes diferentes.
7.4. Lista de comprovação - 3 pontos:
1. assimetria em cor e/ou estrutura. 2. rede pigmentar atípica. 3. estrutura azul e/ou
esbranquiçadas.
- Presença de mais de um destes critérios sugere suspeita de melanoma
- Mais importante.
(IMAGEM SLIDE)
8. Subtipos de Melanoma
8.1. Extensivo superficial
8.2. Nodular
8.3. Acral lentiginoso
8.4. Lentigo maligno
8.1. Extensivo superficial
- Mais comum (70% de casos). 30 a 60 anos. frequente nas pernas das mulheres e
dorso dos homens. Crescimento inicial radial e depois em profundidade (breslow).
- Dependendo do tempo, a anomalia aprofunda-se no tecido humano, indo da
epiderme mais superficial até a derme, agravando assim seu estado.
- Podendo ser analisado pelo Clark’s Level porém não tao usado nos dias atuais.
8.2. Nodular
- Segundo tipo mais comum (15% a 30%). Quinta e sexta décadas. Tronco, cabeça e
pescoço. Acomete mais homens. Não precisa ser escura. Cresce vertical.
8.3. Acral lentiginoso
- Mais frequente em negros e asiáticos. Diagnóstico tardio (extremidades e mucosas).
Sétima década de vida. Subungueal – mais em polegar e halux. Sinal de hucthinson
e melnoniqueia. Pigmentação da crista.
8.4. Lentigo maligno:
- Região da face (nariz e região malar). Evolução bem longa. Idosos com
fotoenvelhecimento, Lentigo maligno melanoma é invasivo ou infiltrativo (ultrapassa
a MB).
9. Conduta
- Realizar biópsia (se suspeita)
- Biópsia excisional (preferência)
- Biópsia longitudinal nos membros (linfonodo sentinela)
- Microscopia focal (não substitui o anatomopatógico)
- Breslow (fator prognóstico)
- Diagnóstico precoce
- Pacientes jovens
- Sexo feminino
- Lesões em extremidades.
PLUS:
+ FOTODERMATOSES
- EXPOSIÇÃO A CURTO PRAZO: 1. EFÉLIDES - SARNAS. 2. QUEIMADURA 1º E 2º GRAU (NESSA
FORMA BOLHAS).
- EXPOSIÇÃO A LONGO PRAZO: 1. MELANOSE SOLAR (ESFELIDE MAIS PIGMENTADA, QUE NÃO
REGRIDE NO INVERNO). 2. ELASTOSE SOLAR – CUTIS ROMBOIDALSE. 3. LEUCODERMIA
GUTATA.
+ LESÕES PRÉ MALIGNAS
1. QUERATOSE ACTÍNICA: MAIS COMUM. MAIS PAPAVEL QUE VISIVEIS. RADIAÇÃO UV – LEVA
A QUERATINÓCITOS ABERRANTES (CASQUINHAS). ÁREAS FOTOEXPOSTAS (LABIO INFERIOR).
RISCO DE TRANSFORMAÇÃO PARA CEC.
TRATAMENTO: CREMES TÓPICOS
CRIOCIRURGIA – QUEIMAGEM A FRIO COM HIDROGENIO.
2. DOENÇA DE BOWEN – CEC IN SITU (TRANSFORMAÇÃOMALIGINA EM 5%). PLACA
HERITOMATROCITA COM CROSTAS E UMA DISCAMAÇÃO SUPERFICIAL.
DIAGNOSTICO DIFERENCIAL DA QUERATOSE ACTINICA, POREM MESMO TRATAMENTO. (NO
PÊNIS, TRANSFORMAÇÃO EM MALIGNO DE 33%).
NO CORPO DO PENIS – CHAMA-SE PAPULOSE BOWENOIDE.
NA MUCOSA/GLANDE - ERITROPLASIA DE QUEYRAT
3. CORNO CUTÂNEO - ACÚMULO DE MATERIAL QUERATINIZADO (EM BAIXO DO CORNEO
PODE TER LESOES MALIGNAS)
TRATAMENTO = EXCISÃO.
CARCINOMA BASOCELULAR:
• DERIVA DAS CÉLULAS DA CAMADA BASAL. CANCER MAIS COMUM. MENOS
AGRESSIVO DOS CA DE PELE – INVASAL LOCA.
• 2/3 SUPERIORES DA FACE. REGIÕE DE PALPEBRAS, PONTINHA DO NARIZ.
• 6 TIPOS:
1. NÓDULO-ULCERATIVO: NODULO ERITEMATOSO (VERMELHO), COM BRILHO
DITO PERLACIO. CARACTERISTICA PECULIAR: VASOS ARBORFORMES.
2. PIGMENTADO
3. ESCLERODERMIFORME (MAIS AGRESSIVO)
4. SUPERFICIAL
5. PLANO-CICATRICIAL
6. MATATÍPICO (CBC E CEC)
• DIAGNÓSTICO FEITO POR BIÓPSIA
• DIAGNOSTICO: CIRUGIA
CARCINOMA ESPINOCELULAR
• DERIVA DA CAMADA ESPINOSA DA PELE. QUERATINÓCITOS DA CAMADA
ESPINHOSA (ACIMA DA CAMADA BASAL)
• METÁSTASE EM 6% (QUANDO OCORRE SOBRE CICATRIZES PREVIAS MAIS DE
40%)
• ENCONTRADAS LABIO INFERIOR, CARCINOMA VERRUCOSO: LINGUA E DEDO –
LEOCLOPLAUSIA (PLACA ESBRANQUIÇADA) – PARECE CANDIDIASE (POREM
NESSE CASO SE RETIRA).
• DX: BIOPSIA
• TRATAMENTO: CIRURGIA
LESÕES MELANOCITICAS: NEVOS.
-NEOPLASIA BENIGNA MAIS COMUM DA PELE
• PLOFERAÇÃO DE MALANÓCITIOS
• PROLIFERAÇÃO DE MELANOCITOS
• RISCO PARA MELANOMA: 1. > 50 NEVOS. 2. NEVO CONGÊNITO GIGANTE (>20
CM).
• REGRA DO ABCDE
NORMAL X MALIGNA: ASSIMETRIA
BORDAS IRREGULARES
COR
DIAMETRO > 6 MM
EVOLUÇÃO (COMEÇOU A SANGRAR E ETC)
• NEVO DISPLÁSICO OU MELANOMA: BIÓPSIA.
MELANOMA
• ORIGINA-SE DOS MELANÓCITOS DA EPIDERME (CÉLULAS PIGMENTADAS
DENDRITICAS)
• TUMOR MALIGNO MAIS AGRESSIVO DA PELE (ALTA TAXA DE PODER
METASTÁTICO)
• 4 TIPOS PRINCIPAIS:
7. EXTENSIVO SUPERFICIAL (CRESCE HORIZONTALMENTE)
8. LENTIGO MALIGNO (JÁ APARECE EM AREAS COM FOTODANOS)
9. NODULAR (MAIS GRAVE, CRESCE VERTICALMENTE) Lesoes nodulares.
10. Lentiginoso acreal (palmas e plantas) pessoas com pele negra
Todos podem se transformar no amelanótico: LESAO QUE TINHA COR E FICOU SEM COR.
• FOTOTIPOS MAIS BAIXOS (PESSOAS MAIS BRANCAS)
• ADULTOS JOVENS
• LOCALIDADES EQUATORIAIS
• LESÕES EM AREAS FOTOEXPOSTAS - EXPOSIÇÃO SOLAR É O PRINCIPAL FATOR
DE RISCO! ALÉM DO HISTORICO FAMILIAR E PESSOAL.
• DIAGNOSTICO: REAGRA DO ABCDE
• SINTOMAS: PRURIDO, ULCERAÇÃO E SANGRAMENTO.
• DERMATOSCOPIA
• SO SE CONFIRMA COM BIÓPSIA.
• HISTOPATOLOGIA – EXCISIONAL (MARGEM 2 – 3 MM, ATÉ HIPODERME)
• A ESPESSURA É O PRINCIPAL FATOR PREDITIVO DE PROGNÓSTICO E
TRATAMENTO!! VISTO QUE É O LOCAL PARA ONDE O MELANOMA PODE
MIGRAR E METOSTATIZAR.
• NIVEIS DE CLARK, ANALISA POR CAMADAS. NIVEL 1 NA EPIDERME (IN SITU),
TIPO 5 CHEGA ATE A HIPODERME.
• NIVEIS DE BRESLOW!!! MAIS APURADO:
11. < 1MM
12. 1,01 A 2MM
13. 2,01 A 4 MM
14. > 4 MM
• ESTADIAMENTO TNM
T (PROFUNDIDADE) BRESLOW
N (LINFONODOS ACOMETIDOS)
M (METASTSASES)
• T (PROFUNDIDADE) BRESLOW
TIPO A: SEM ULCERAÇÃO
TIPO B: COM ULCERAÇÃO (PIOR PROGNOSTICO, VAI DEFINIR TRATAMENTO)
• TRATAMENTO: CIRURGIA COM MARGEM DE SEGURANÇA
• PESQUISA DO LINFONODO SENTINELA: QUANDO A LESÃO FOR > 1MM E LESÃO
DE ALTO RISCO (EM QUASE DE ULCERAÇÃO, REGRESSÃO E MITOSES)
• EM QUASO DE METASTASES – QUIMIOTERAPIA
• SE OSSEO OU CEREBRAL – RADIOTERAPIA