Manual de Manutenção de Pavimentos
Manual de Manutenção de Pavimentos
Manual Prático
Volume I
Pavimentos
flexíveis
2016
Manual Prático de Manutenção
Manual Prático
2016
2
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
Sumário
Lista de Figuras ....................................................................................................................................... 6
Lista de Tabelas ...................................................................................................................................... 7
Apresentação........................................................................................................................................... 9
1. INTRODUÇÃO ................................................................................................................................... 10
2. PAVIMENTAÇÃO .............................................................................................................................. 10
2.1. DEFINIÇÃO DE PAVIMENTOS ................................................................................................... 10
2.2. CAMADAS DOS PAVIMENTOS .................................................................................................. 10
2.2.1 Subleito .................................................................................................................................. 11
2.2.2 Regularização do Subleito ..................................................................................................... 11
2.2.3 Reforço do Subleito ............................................................................................................... 11
2.2.4 Sub-base ............................................................................................................................... 11
2.2.5 Base ...................................................................................................................................... 11
2.2.6 Imprimação ............................................................................................................................ 11
2.2.7 Pintura de Ligação ................................................................................................................. 11
2.2.8 Revestimento ......................................................................................................................... 11
3. DETERIORAÇÃO DOS PAVIMENTOS ASFÁLTICOS ................................................................... 19
[Link] DOS DEFEITOS NOS PAVIMENTOS ASFÁLTICOS ....................................... 19
[Link] PATOLOGIAS ......................................................................................................... 21
[Link] ................................................................................................................................... 21
[Link] / Deformação Permanente ............................................................................... 29
[Link]ção / Corrugação ........................................................................................................ 30
3.2.4. Escorregamentos .................................................................................................................. 31
3.2.5. Panelas ................................................................................................................................. 32
3.2.6. Desgaste Superficial ............................................................................................................. 33
3.2.7. Exsudação ............................................................................................................................ 34
3.2.8. Remendos ............................................................................................................................ 35
3.2.9. Solapamentos ....................................................................................................................... 36
3.2.10. Polimento de Agregados ..................................................................................................... 37
3.2.11. Descolamento de Revestimento.......................................................................................... 38
3.2.12. Estriagem ............................................................................................................................ 39
3.2.13. Segregação......................................................................................................................... 40
3.2.14. Bombeamento de Finos ...................................................................................................... 41
3.2.15. Inchamento ......................................................................................................................... 42
3.2.16. Outros ................................................................................................................................. 43
4. MANUTENÇÃO VIÁRIA EM PAVIMENTO ASFÁLTICO ................................................................. 44
[Link]ÇÃO .................................................................................................................................. 44
[Link]ÇÃO DAS CONDIÇÕES DO PAVIMENTO ...................................................................... 44
[Link] Para Execução de Vistoria Técnica ............................................................... 44
[Link] dos Dados Coletados no S.G.P. ................................................................... 45
[Link]ção das Condições do Pavimento pelo Sistema de Gerenciamento de Pavimentos ..... 47
[Link]ção Estrutural de Pavimentos Flexíveis ........................................................................ 48
4.3. GESTÃO DA MANUTENÇÃO DE PAVIMENTOS ....................................................................... 51
4.4. PROCESSO DE RESTAURAÇÃO .............................................................................................. 53
[Link]ÇÃO DE OBRAS ........................................................................................................ 53
4.5.1. Atividades preliminares ......................................................................................................... 54
4
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
5
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
LISTA DE FIGURAS
Figura 1 - Seção Transversal Típica de um Pavimento Flexível ............................................................. 10
Figura 2 - Classificação dos Revestimentos........................................................................................... 12
Figura 3 – Pavimento Rígido de Concreto.............................................................................................. 13
Figura 4 – Revestimento por Calçamento em alvenaria poliédrica ......................................................... 14
Figura 5 – Revestimento por Calçamento em Paralelepípedo ............................................................... 14
Figura 6 – Revestimento por Calçamento em Blocos Intertravados de Concreto ................................... 15
Figura 7 – Revestimento Flexível por Mistura – CBUQ .......................................................................... 16
Figura 8 - Curva de Degradação dos Pavimentos asfálticos DNIT e SUDECAP .................................... 19
Figura 9 – Aspectos Gerais das Trincas nos Pavimentos Asfálticos ...................................................... 21
Figura 10 – Aspecto das trincas por fadiga do revestimento .................................................................. 22
Figura 11 – Aspecto das trincas por envelhecimento ............................................................................. 23
Figura 12 – Aspecto das trincas em blocos ............................................................................................ 24
Figura 13 – Aspecto das trincas nos bordos .......................................................................................... 25
Figura 14 – Aspecto das trincas longitudinais ........................................................................................ 26
Figura 15 – Aspecto das trincas transversais ......................................................................................... 27
Figura 16 – Aspecto das trincas por reflexão sobre o pavimento pós-fresagem ..................................... 28
Figura 17 – Aspecto de afundamentos consolidados e deformações permanentes ............................... 29
Figura 18 – Aspecto de ondulações / corrugações do revestimento asfáltico ......................................... 30
Figura 19 – Aspecto de escorregamento do revestimento asfáltico ....................................................... 31
Figura 20 – Aspecto de buracos / “panelas” no pavimento..................................................................... 32
Figura 21 – Aspecto do desgaste superficial de revestimentos asfálticos .............................................. 33
Figura 22 – Aspecto de exsudação no revestimento asfáltico ................................................................ 34
Figura 23 – Aspecto de remendos sobre pavimentos asfálticos ............................................................. 35
Figura 24 – Aspecto de solapamento de solo em pavimentos................................................................ 36
Figura 25 – Aspecto do polimento dos agregados de revestimentos asfálticos ...................................... 37
Figura 26 – Aspecto do descolamento de revestimentos asfálticos ....................................................... 38
Figura 27 – Aspecto de estriagem em revestimentos asfálticos ............................................................. 39
Figura 28 – Aspecto da segregação de agregados de misturas asfálticas ............................................. 40
Figura 29 - Aspecto do bombeamento de finos do material de base de pavimentos asfálticos .............. 41
Figura 30 – Aspecto de inchamento de revestimentos asfálticos ........................................................... 42
Figura 31 – Aspectos gerais de danos causados por outros fatores não convencionais ........................ 43
Figura 32 – Sequência de etapas para realização de vistoria técnica e elaboração de orçamento ........ 44
Figura 33 - Etapas para cadastramento de dados e elaboração de orçamento no S.G.P. ..................... 46
Figura 34 - Sequência de etapas para cadastramento de dados e elaboração de orçamento no S.G.P. 46
Figura 35 – Limites do ICP (índice da Condição do Pavimento)............................................................. 47
Figura 36 – Etapas da prospecção preliminar do pavimento .................................................................. 49
6
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
LISTA DE TABELAS
Tabela 1 – Termos aplicáveis a camadas de revestimento asfáltico ...................................................... 17
Tabela 2 – Tipos mais comuns de materiais encontrados nas camadas de pavimentos ........................ 18
Tabela 3 - Quadro resumo dos defeitos – Codificação e Classificação (Norma DNIT 005/2003 – TER) 20
Tabela 4 - Quadro resumo dos defeitos – Codificação e Classificação (Norma DNIT 005/2003 – TER) 21
Tabela 5 – Limites do ICP para o estado de conservação do pavimento viário ...................................... 47
Tabela 6 - Limites do ICP para a indicação da intervenção considerada................................................ 48
Tabela 7 - Classificação de Vias do Município de Belo Horizonte - SUDECAP / 2002 ........................... 52
Tabela 8 – Terminologia utilizada no SGP - SUDECAP / 2013 .............................................................. 53
Tabela 9 – Aspectos de recebimento da massa asfáltica ....................................................................... 62
7
1ª edição – dez/2016
9
Manual Prático de Manutenção
1. INTRODUÇÃO
Este manual tem por objetivo estabelecer as diretrizes gerais para processos de pavimentação e
manutenção de vias, bem como definir, padronizar e regulamentar os procedimentos relativos às
atividades de vistoria e avaliação de pavimentos, além do acompanhamento e controle de obras.
Este documento técnico deve acompanhar o processo evolutivo de nossos dias, de modo a
permanecerem atual, os conhecimentos atinentes ao desenvolvimento de projeto.
Esta publicação traduz o objetivo da atual administração de manter um mecanismo que, tendo como
espinha dorsal a padronização, garanta qualidade e credibilidade aos serviços que a PBH presta à
comunidade.
2. PAVIMENTAÇÃO
10
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
2.2.1 Subleito
O subleito é o terreno de fundação do pavimento constituído de material natural ou de aterro
consolidado e compactado, sobre a qual a estrutura do pavimento (frequentemente da ordem de 30 a
60 cm) se apoia, assumindo papel particularmente importante no dimensionamento e no desempenho
dos pavimentos.
2.2.2 Regularização do Subleito
A regularização resume-se a corrigir algumas falhas da superfície terraplenada, pois, no final da
terraplenagem, a superfície já deve apresentar bom acabamento. As operações devem compreender
até 20 cm de espessura, o que exceder esta altura será considerado como terraplenagem.
2.2.3 Reforço do Subleito
Reforço do subleito é a camada de espessura constante transversalmente e variável longitudinalmente,
de acordo com o dimensionamento do pavimento, fazendo parte integrante deste e que, por
circunstâncias técnico-econômicas, será executada sobre o subleito regularizado.
O reforço do subleito é executado normalmente em estruturas espessas resultantes de fundação de má
qualidade, ou tráfego de cargas muito pesadas, ou ambos os fatores combinados.
2.2.4 Sub-base
Sub-base é a camada complementar à base, quando por circunstâncias técnicas e econômicas não for
aconselhável construir a base diretamente sobre a regularização ou reforço do subleito.
2.2.5 Base
Base é a camada destinada a resistir aos esforços verticais oriundos do tráfego e distribuí-los, e
consiste na utilização de canga ferruginosa, minério de ferro, escória siderúrgica, sozinhas ou
misturadas a solos finos residuais, laterita, cal e brita de bica corrida, estas últimas executadas,
exclusivamente, sem mistura. Oferecem, após umedecimento e compactação, boas condições de
estabilidade.
2.2.6 Imprimação
Consiste na aplicação de uma camada de material asfáltico, com ligante de baixa viscosidade, sobre a
superfície de uma base concluída, antes da execução de um revestimento betuminoso qualquer,
objetivando o aumento da coesão na superfície da base, através da penetração do material asfáltico,
promovendo condições de aderência entre a base e o revestimento. Podem ser empregados asfaltos
diluídos (tipo CM-30 e CM-70), escolhidos em função da textura do material de base.
A taxa de aplicação é aquela que pode ser absorvida pela base em 48 horas, devendo ser determinada,
experimentalmente, no canteiro da obra. A taxa de aplicação varia de 0,8 a 1,6 l/m2, conforme o tipo e
textura da base e do material betuminoso escolhido.
2.2.7 Pintura de Ligação
A pintura de ligação consiste na aplicação de uma camada de material asfáltico sobre a superfície de
uma base ou de um pavimento, antes da execução de um revestimento betuminoso qualquer,
objetivando promover a aderência entre este revestimento e a camada subjacente.
Podem ser empregados os materiais betuminosos seguintes:
Emulsões asfálticas, tipo RR-1C, RR-2C, RM-1C, RM-2C e RL-1C, diluídas com água na razão de 1:1
e/ou asfalto diluído CR-70, exceto para bases absorventes ou betuminosas, com taxa de aplicação em
torno de 0,5 l / m2.
2.2.8 Revestimento
O revestimento é a camada superficial do pavimento destinado a receber as cargas estáticas ou
dinâmicas, sem sofrer grandes deformações elásticas ou plásticas, desagregação dos componentes,
perda de compactação ou desgaste, devendo melhorar a superfície de rolamento quanto às condições
de conforto e segurança.
11
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
REVESTIMENTO FLEXIVEL
BETUMINOSOS CALÇAMENTO
- TRATAMENTO - PRÉ-MISTURADO DE
SUPERFICIAL GRADUAÇÃO TIPO ABERTA; - PEDRA,
BETUMINOSO; - BETUME,
- PRÉ-MISTURADO DE
- MACADAME GRADUAÇÃO TIPO DENSA; CIMENTO,
BETUMINOSO -CERAMICA;
- AREIA BETUME;
-PREMOLDADOS DE
CONCRETO BETUMINOSO; CONCRETO, INTERTRAVADOS
- “SHEET-ASPAHLT
- CONCRETO CIMENTO;
PAVIMENTO RÍGIDO - MACADAME CIMENTADO
12
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
a ocorrência de defeitos localizados associados a causas específicas, que devem ser avaliado com
critério e cadastro adequado dos defeitos.
A manutenção neste pavimento deve ser programada inicialmente para a troca dos selantes. Com a
manutenção de juntas em função da garantia dada pelos fabricantes, que garantem a integridade do
material por até dez anos, esse passa a ser o prazo para a intervenção na via.
13
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
14
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
15
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
16
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
Camada de reforço Nova camada de rolamento, após anos de uso "Recape", "pano asfáltico"
do pavimento existente, executada por razões e recapeamento são
funcionais, estruturais ou ambas termos populares
LAMA ASFÁLTICA LA
MACADAME BETUMINOSO MB
SOLO-BETUME SB
17
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
SOLO-BRITA-CIMENTO SBC
SOLO-CIMENTO SC
SOLO-CAL SCA
ESCÓRIA ESC
MACADAME HIDRÁULICO MH
MACADAME SECO MS
PARALELEPÍPEDO PAR
SOLO SAPROLÍTICO SS
18
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
19
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
Fissuras FI - - -
Trincas no
Sem erosão
revestimento não
acentuada nas
atribuídas ao TB - FC-2 -
bordas das
fenômeno da fadiga Trincas
“Bloco” trincas
interligadas
Com erosão
TBE - FC-3
acentuada
Tabela 3 - Quadro resumo dos defeitos – Codificação e Classificação (Norma DNIT 005/2003 – TER)
20
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
Remendo Superficial RS
Remendos
Remendo Profundo RP
Tabela 4 - Quadro resumo dos defeitos – Codificação e Classificação (Norma DNIT 005/2003 – TER)
Nota 1: Classe das trincas isoladas
FC-1: são trincas com abertura superior a das fissuras e menores que 1,0mm.
FC-2: são trincas com abertura superior a 1,0mm e sem erosão nas bordas.
FC-3: são trincas com abertura superior a 1,0mm e com erosão nas bordas.
Nota 2: Classe das trincas interligadas
As trincas interligadas são classificadas como FC-3 e FC-2 caso apresentem ou não erosão nas bordas.
[Link] PATOLOGIAS
[Link]
Nos pavimentos asfálticos, com as ações combinadas do tráfego e condições climáticas tendem a
aparecer trincas que, nada mais são que defeitos na superfície asfáltica que enfraquecem o
revestimento permitindo a entrada da água, provocando um enfraquecimento das camadas inferiores da
estrutura do pavimento sendo que, uma vez iniciado o processo, sua curva de deterioração tende a
aumentar severamente conduzindo a evolução das deformações nas trilhas de roda e irregularidade
longitudinal que acelera a desintegração completa do revestimento asfáltico.
Quando existir a saída de água sob a trinca do pavimento sob as cargas do tráfego, pode depositar à
superfície, material carreado das camadas inferiores e irá depender do teor de umidade destas
camadas e das cargas aplicadas. Esta análise deverá ser observada em cada em caso e verificado o
nível de severidade para a adoção da alternativa de manutenção mais adequada.
21
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
22
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
23
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
[Link].Trincas em Blocos
a) Definição:
As trincas em blocos possuem aspecto predominante caracterizado pelo paralelismo entre os lados
opostos (longitudinal e transversal), formando verdadeiros blocos simétricos ao longo de todo o
revestimento, geralmente com dimensões maiores que as trincas por fadiga (0,50 metros), com área
aproximada de 0,1 m² (lados de aproximadamente 30 cm) a 10 m² (lados de aproximadamente 3 m) e
ocorrem em grandes blocos. Níveis de severidade:
Baixa: poucas trincas com abertura média inferior a 6 mm ou seladas com material selante em
boas condições;
Média: trincas com abertura média entre 6 a 19 mm ou com trincas aleatórias adjacentes com
severidade baixa;
Alta: trincas com abertura média superior a 19 mm ou com abertura inferior a 19 mm, mas com
trincas aleatórias adjacentes com severidade média a alta;
24
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
25
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
[Link].Trincas Longitudinais
a) Definição:
As trincas longitudinais, geralmente, são trincas longas que geram um desconforto visual e ao
rolamento, quando localizadas nas trilhas de roda, podendo levar a um redirecionamento dos veículos,
além de permitir a entrada de água sobre o pavimento danificando-o.
As trincas longitudinais próximas da borda do pavimento geralmente são provocadas pela umidade,
recalque do terreno de fundação ou a ruptura de aterro, também podem causar trincas longas,
longitudinais ou parabólicas. O alargamento de pista também pode gerar uma trinca longitudinal.
Níveis de severidade:
Baixa: poucas trincas com abertura média inferior a 6 mm;
Média: trincas com abertura média entre 6 a 19 mm ou com trincas aleatórias adjacentes com
severidade baixa;
Alta: trincas com abertura média superior a 19 mm.
b) Possíveis causas:
Má execução de juntas longitudinais de separação entre duas faixas de tráfego (menor densidade
e resistência à tração);
Contração do revestimento;
Abatimento de camadas de aterros;
Danos em redes subterrâneas ou problemas relativos ao reaterro de valas;
Movimentação de estruturas sob o pavimento.
[Link].Trincas Transversais
a) Definição:
As trincas transversais predominantemente perpendiculares ao eixo do pavimento e possuem extensão
e abertura variada obrigando a redução da velocidade, de acordo com a sua severidade, com
comprometimento do conforto ao rolamento e segurança, principalmente dos motociclistas.
Níveis de severidade: (se a ocorrência for + de 10% da extensão, adotar a mais elevada)
Baixa: poucas trincas com abertura média inferior a 6 mm ou seladas com material selante em
boas condições;
Média: trincas com abertura média entre 6 a 19 mm ou com trincas aleatórias adjacentes com
severidade baixa;
Alta: trincas com abertura média superior a 19 mm ou com abertura inferior a 19 mm, mas com
trincas aleatórias adjacentes com severidade média a alta;
27
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
28
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
29
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
[Link]ção / Corrugação
a) Definição:
As ondulações ou corrugações do revestimento asfáltico são patologias de caráter plástico e
permanente. Normalmente apresentam-se nas regiões de aceleração ou de frenagem dos veículos.
Podem ocorrer em qualquer região da superfície, porém, com maior gravidade nas proximidades das
trilhas de rodas. Obriga a redução de velocidade nos trechos com maior severidade e compromete o
conforto ao rolamento e segurança dos usuários, principalmente dos motociclistas.
Nível de severidade: não aplicável pois é associado à qualidade do rolamento.
b) Possíveis causas:
Dosagem da mistura (falta de estabilidade, em razão do excesso de asfalto; ligante asfáltico
pouco viscoso, excesso de agregados finos, agregados arredondados, com textura lisa ou
granulometria inadequada);
Aplicação de sucessivas camadas asfálticas sem a fresagem do revestimento antigo gerando uma
estrutura significativamente delgada e flexível;
Problema construtivo (fraca ligação entre base e revestimento, compactação insuficiente);
Percolação de água entre o revestimento asfáltico e a base do pavimento;
c) Manutenção:
Remendos localizados;
Recapeamento precedido da fresagem de uma ou mais camadas de revestimentos seguida da
aplicação de nova camada asfáltica de maior estabilidade;
Reconstrução parcial dos trechos de maior severidade.
30
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
3.2.4. Escorregamentos
a) Definição:
O escorregamento é o deslocamento longitudinal do revestimento asfáltico decorrente do movimento
horizontal ocasionado pelos esforços tangenciais transmitidos pelos eixos dos veículos quando na
frenagem e aceleração, e que produzem uma ondulação curta e abrupta na superfície do pavimento em
forma de meia lua, podendo gerar fendas de aberturas variáveis. Esta patologia se dá principalmente
em rampas acentuadas, curvas de pequeno raio e regiões de aceleração e desaceleração como pontos
de ônibus, redutores de velocidade, lombadas, semáforos, etc. Pode estar associado a um
deslocamento vertical.
b) Possíveis causas:
Limpeza inadequada do revestimento a ser recapeado;
Excesso de umidade da camada de apoio do revestimento;
Pintura de ligação RR-1C com resíduo por evaporação inferior a 50% (CAP,) ou superior a 50%
(emulsificante + água);
Compactação insuficiente da camada de revestimento aplicada;
Dosagem da mistura (instabilidade).
c) Manutenção:
Fresagem parcial ou total do trecho comprometido e aplicação de nova camada asfáltica de maior
estabilidade.
31
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
3.2.5. Panelas
a) Definição:
São formações patológicas graves caracterizadas por cavidades de dimensões e profundidades
variadas com exposição das camadas inferiores do pavimento ao acesso de águas superficiais,
comprometendo as características estruturais e funcionais do pavimento. Obriga a redução da
velocidade com possibilidade de restrição ou interdição do tráfego em função da frequência e
severidade desta patologia, com prejuízo ao conforto e segurança dos usuários.
Níveis de severidade:
Baixa: panela com profundidade menor que 25 mm;
Média: panela com profundidade entre 25 mm e 50 mm;
Alta: panela com profundidade maior que 25 mm.
32
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
c) Manutenção:
Capa selante (reparo temporário), tratamento superficial ou lama asfáltica;
Recapeamento pouco delgado;
Aplicação de microrrevestimento asfáltico.
33
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
3.2.7. Exsudação
a) Definição:
A exsudação é uma ocorrência ocasionada pela formação de uma película brilhante e negra,ou filme de
material betuminoso na superfície do pavimento e se caracteriza por manchas de variadas dimensões,
causadas pela migração do asfalto para a superfície do pavimento. Estas manchas resultantes
comprometem seriamente a aderência do revestimento aos pneumáticos, principalmente sob tempo
chuvoso, caracterizando um sério problema funcional, tornando o pavimento escorregadio e perigoso.
34
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
3.2.8. Remendos
a) Definição:
Os remendos são intervenções corretivas pontuais (maiores que 0,1 m²), caracterizadas pela
complementação do revestimento asfáltico para cobrimento de alguma interferência executada no
pavimento ou como medida corretiva de patologias localizadas (tapa-buracos).
Sua execução prevê, basicamente, as etapas de delimitação da área objeto de intervenção, formando
figura geométrica definida, recorte e remoção do revestimento afetado, limpeza da área, aplicação e
compactação de nova camada asfáltica regular e nivelada com o revestimento existente.
No entanto, quando há negligência de uma ou mais etapas executivas do processo citado, o remendo
passa de uma medida corretiva para uma patologia, já que gera desníveis, afundamentos,
escorregamentos, segregação, panelas, etc., com aumento da irregularidade longitudinal e transversal e
comprometimento do conforto ao rolamento.
Nível de severidade: em função da severidade dos defeitos apresentados pelo remendo.
35
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
3.2.9. Solapamentos
a) Definição:
O solapamento é caracterizado pelo afundamento da pista de rolamento causado pela “fuga” de
material (solo) e posterior formação de cavidades no subleito, de médio e grande porte, desapoiando a
estrutura do pavimento.
Tais problemas geralmente são originados por problemas em redes subterrâneas, principalmente redes
de abastecimento de água, esgoto e drenagem pluvial.
b) Possíveis causas:
Danos ou colapso em redes subterrâneas;
Redes de drenagem subdimensionadas ou executadas de forma irregular;
Percolação de águas pluviais sob o subleito do pavimento ocasionando “vazios” subterrâneos.
c) Manutenção:
Correção de danos ou substituição de redes subterrâneas;
Readequação do sistema de drenagem (aumento da vazão) caso o mesmo esteja
subdimensionado;
Melhoria do sistema de captação superficial de águas pluviais evitando eventuais infiltrações sob
o pavimento;
Aterro controlado das áreas atingidas e reconstrução do pavimento.
36
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
b) Possíveis causas:
Após a perda do filme asfáltico de envolvimento dos agregados, estes, quando pouco resistentes
à ação abrasiva tráfego, passam por um processo de polimento em suas superfícies expostas.
O processo está extremamente relacionado com a qualidade do agregado que poderá apresentar
maior ou menor abrasividade frente ao tráfego.
c) Manutenção:
Microfresagem do revestimento;
Microrrevestimento asfáltico;
Capa selante (reparo temporário), tratamento superficial ou lama asfáltica;
Recapeamento asfáltico precedido ou não de fresagem.
37
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
b) Possíveis causas:
c) Manutenção:
Remoção e aplicação de nova camada asfáltica, caso os danos não tenham comprometido as
camadas inferiores;
Reconstrução total ou parcial do pavimento com ou sem aproveitamento do material de base /
sub-base;
Reciclagem do pavimento.
38
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
3.2.12. Estriagem
a) Definição:
b) Possíveis causas:
c) Manutenção:
Lama asfáltica;
Capa selante;
Reperfilamento seguido de recapeamento asfáltico.
39
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
3.2.13. Segregação
a) Definição:
A segregação de uma mistura asfáltica é a distribuição não uniforme dos vários tamanhos de agregados
na massa asfáltica (mistura descontínua), ocorrendo com mais frequência no começo e final dos
descarregamentos, em marca longitudinal contínua e no centro da acabadora.
b) Possíveis causas:
Dosagem da mistura asfáltica;
Manuseio e armazenagem dos agregados;
Deficiência na usinagem (silos de armazenagem, temperatura, descarregamento da mistura);
Lançamento da mistura na pista de rolamento.
c) Manutenção:
Lama asfáltica;
Capa selante;
Recapeamento asfáltico precedido ou não de fresagem ou reperfilamento;
40
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
b) Possíveis causas:
Deficiência do sistema de drenagem pluvial;
Dimensionamento inadequado da estrutura do pavimento;
Baixa capacidade de suporte dos materiais utilizados;
Falha construtiva;
Negligência na manutenção periódica do pavimento.
c) Manutenção:
Capa selante nos primeiros estágios;
Reperfilamento seguido de recapeamento asfáltico;
Fresagem e recapeamento asfáltico delgado;
Reciclagem;
Reconstrução do pavimento com ou sem aproveitamento do material existente, nos casos mais
severos;
Correção de problemas relacionados à drenagem superficial.
41
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
3.2.15. Inchamento
a) Definição:
O inchamento é a elevação do revestimento asfáltico que podem ocorrer de forma linear, formando
cumeeiras, típico do crescimento de raízes de árvores presentes às margens da pista ou infiltração de
água sob o revestimento asfáltico, ou de forma pontual, mais raras, típico de expansão da base de
pavimentos, em especial quando de escória ativa.
b) Possíveis causas:
Crescimento de raízes de árvores sob o pavimento;
Infiltração de águas pluviais sob o revestimento;
Expansão do material de base de pavimentos (escória ativa).
c) Manutenção:
42
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
3.2.16. Outros
Figura 31 – Aspectos gerais de danos causados por outros fatores não convencionais
a) Definição:
Quaisquer outras ocorrências patológicas não convencionais.
b) Possíveis causas:
c) Manutenção:
Cada caso deve ser tratado de forma individualizada a fim de se descobrir a origem das patologias para
a perfeita correção das mesmas.
43
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
[Link]ÇÃO
Compreende um processo sistemático a que, de forma contínua, deve ser submetida uma via, no
sentido de que esta, de conformidade com suas funções e magnitude de tráfego, venha a oferecer ao
usuário, permanentemente, um tráfego econômico, confortável e seguro, em consonância com
competentes preceitos de otimização técnico-econômica do “Custo Total de Transporte”.
44
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
45
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
46
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
ESTADO
DE
ICP COR CARACTERÍSTICAS
CONSER
VAÇÃO
90 < ICP <= 100 Ótimo Azul Pavimento íntegro - Ausência de patologias significativas
47
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
90 < ICP <= 100 CR - Conservação Rotineira Necessita apenas de conservação rotineira
48
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
49
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
50
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
Figura 39 – Caracterização geográfica das condições de uma malha considerada através do ICP
51
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
V-3 Via Coletora Médio 401 a 1.500 101 a 500 4x105 a 3x106
< 3 Linhas de Ônibus
V-4 Via Coletora Médio 1.501 a 5.000 501 a 1.000 4x106 a 1x107
> 3 Linhas de Ônibus Pesado
V-5 Via Arterial Pesado 5001 a 10.000 1.001 a 1.999 2x107 a 3x107
V-6 Via Arterial Principal Muito >10.000 > 2.000 4x107 a 2x108
Ou Expressa Pesado
52
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
[Link]ÇÃO DE OBRAS
A fiscalização trata-se da atividade técnica exercida para verificar as conformidades das obras e
serviços executados de acordo com as exigências, normas e especificações aplicáveis (Caderno de
Encargos da SUDECAP) envolvendo a inspeção, o acompanhamento (FCS - Formulário de Controle de
Serviços – Anexo II e fotos), registro fotográfico (mínimo 6 fotos por etapas de serviço) e controle
tecnológico (Ensaios do Laboratório de Solos e Asfalto da SUDECAP – Anexo III) sistemático de todas
as etapas da obra.
53
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
54
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
O inspetor/técnico deverá solicitar as placas institucionais da PBH conforme padrão estabelecido (anexo
VII), devendo as mesmas estarem colocadas em lugar visível ao longo do trecho de trabalho;
O inspetor/técnico deverá conferir se a equipe de trabalho está devidamente uniformizada (anexo VIII).
Em nenhuma hipótese o(s) funcionário(s) poderá exercer suas atividades sem estar devidamente
uniformizado;
O inspetor/técnico deverá conferir se a equipe de trabalho está utilizando os devidos equipamentos de
proteção individual – EPI’s. O(s) funcionário(s) sem EPI’s não estará apto ao trabalho.
55
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
56
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
O procedimento para a execução destes serviços se inicia com a demarcação prévia das áreas ao
longo do trecho a ser restaurado formando figuras geométricas definidas, seguida da remoção do
revestimento existente e limpeza da área;
A demolição do revestimento deve ser executada com cuidado de forma que não danifique a base do
pavimento e, caso ocorram danos a esta, deverá ser executada a compactação da camada de base
anteriormente à aplicação da nova camada de revestimento conforme critérios estabelecidos no
Caderno de Encargos da SUDECAP e especificação DNIT 141/2010-ES;
A superfície da base deve estar limpa, isenta de pó ou outras substâncias prejudiciais.
Os remendos ditos superficiais são aqueles que selam provisoriamente as trincas incipientes e evitam a
penetração de umidade no pavimento. Este tipo de remendo pode ser executado através de aplicação
de uma capa selante ou de uma fina camada de mistura betuminosa;
Os procedimentos adequados para a execução de remendos superficiais estão disponíveis no “Manual
Prático de Operações Tapa-buracos da SUDECAP”.
57
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
Os equipamentos de fresagem são as fresadoras que podem ser de pequeno, médio e grande porte. Os
equipamentos de pequeno porte (usualmente largura média de 500 mm e profundidade de corte 100
mm) são utilizados para arremates, remendos localizados, etc. Os equipamentos de médio porte
(usualmente largura média de 1000 mm e profundidade de corte 150 mm) são utilizados tanto para
pequena quanto grandes áreas, apresentando bom desempenho em se tratando de fresagem de ruas
estreitas pela sua versatilidade nas manobras. Já os equipamentos de grande porte (usualmente largura
média de 2000 mm e profundidade de corte de 300 mm) são indicados para ruas largas, grandes
avenidas e rodovias com grande produtividade e sem muitas interferências;
De acordo com a profundidade de corte a fresagem pode ser dividida em três classes: superficial, rasa e
profunda. A fresagem superficial é destinada apenas a correção de defeitos na superfície do pavimento,
podendo ser dispensado o recapeamento após a execução. A fresagem rasa (geralmente com
espessura de corte de 5 cm) é destinada a correção de defeitos funcionais e remendos superficiais. A
fresagem profunda é aquela que atinge profundidades consideráveis podendo atingir várias camadas do
pavimento sendo indicada para a correção de greide e recomposição estrutural do pavimento.
Instruções de execução:
O inspetor/técnico deve acompanhar o serviço de fresagem atentando sobretudo para a
regularidade da superfície fresada, solicitando a troca dos bits do cilindro fresador caso esta
esteja comprometida;
Os degraus longitudinais devem coincidir com a sinalização horizontal das faixas de rolamento
evitando desníveis dentro da mesma faixa.
Para espessuras de fresagem mais delgadas, os degraus tanto longitudinais como transversais
devem ser suavizados nas entradas e saídas das caixas de fresagem, evitando-se um ângulo de
90º. Este procedimento evita a ocorrência de acidentes, principalmente motociclistas.
A sinalização de segurança é extremamente importante neste tipo de serviço e deve conter faixas
de pano e placas de sinalização com indicação de degrau na pista durante todo o trecho e
anteriormente ao mesmo;
Especificação de serviço DNIT 159/2011-ES.
59
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
60
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
Condições de recebimento:
Qualquer divergência significativa deverá ser imediatamente informada ao Engenheiro Fiscal para
providências, devendo a carga ser rejeitada;
O inspetor/técnico deverá atentar-se às principais razões que podem justificar a rejeição de cargas
de mistura asfáltica transportadas para a obra, que são:
61
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
Falta de ligante asfáltico a mistura asfáltica apresenta aspecto opaco, sem qualquer brilho e
granular;
Mistura não homogênea observar os pontos nos quais o agregado encontra-se parcialmente
recoberto e de aspecto opaco e pontos em que a mistura apresenta-
se brilhante
Excesso de agregado miúdo misturas asfálticas com excesso de agregado miúdo apresentam
textura diferente daquelas com agregados apropriadamente
graduados após compactação e aspecto de falta de ligante asfáltico;
62
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
O CBUQ deve ser lançado/espalhado somente sobre a superfície com emulsão asfáltica de forma
contínua formando uma película de espessura mínima;
Deve-se evitar excessos de CBUQ (agregados) lançados sobre a meia pista aberta ao tráfego
(sem pintura de ligação), o que pode causar acidentes a motociclistas (derrapagens) e danos a
veículos, e dentro das bocas de lobo existentes ao longo do trecho recapeado;
A execução deste serviço deve ser feita carregando-se a vibroacabadora com CBUQ, e esta por
sua vez deve percorrer todo o trecho com emulsão asfáltica, e os operários com o auxílio de pás
fazem a retirada e lançamento do CBUQ sobre a superfície. Não é recomendada a execução de
“salgamento” diretamente do caminhão basculante, pois, devido à altura de lançamento, o CBUQ
é espalhado de forma descontínua sobre a superfície e os agregados são lançados sobre
passeios, sarjetas e bocas de lobo;
Tal serviço pode ser dispensado caso a pista esteja totalmente fechada ao tráfego.
63
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
64
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
Instruções de execução:
A sarjeta ‘’forrada’’ com CBUQ deve ser executada com uma fina camada de CBUQ com a largura
de 0,50m ou a largura do rastelo, conforme dimensões padronizadas das sarjetas de concreto.
Deve-se atentar para o acabamento no entorno das tubulações de água pluvial que saem das
residências para que não sejam obstruídas no momento da execução;
Deve-se priorizar a utilização de massa asfáltica de granulometria mais fina para execução das
sarjetas “forradas” e fazer a devida remoção com o rastelo dos agregados mais graúdos;
A compactação adequada da sarjeta “forrada” deve ser executada com placa vibratória para
perfeita impermeabilização da mesma e garantia do fluxo contínuo de águas pluviais, sem
carreamento de materiais;
Deve ser dado um tratamento especial nas entradas de garagem, realizando o devido
acabamento da massa asfáltica, suavizando o acesso para entrada e saída de veículos,
acompanhando o greide da via recapeada;
No caso da existência de sarjeta de concreto em bom estado de conservação, a mesma deve ser
mantida e o alinhamento de bordo deve acompanhar o alinhamento da sarjeta.
As grelhas de boca de lobo existentes ao longo da sarjeta “forrada” não devem ser obstruídas
pela massa asfáltica, já que para a limpeza das caixas é necessária a remoção das mesmas;
Em hipótese alguma, os resíduos de massa asfáltica devem ser descartados dentro das bocas de
lobo e em qualquer outro lugar da via.
65
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
66
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
para compressão com a temperatura mais elevada, devendo o rolo de pneus trabalhar o mais
próximo da vibroacabadora;
A pressão dos pneus deve variar a intervalos periódicos (60, 80, 100, 120lb/pol²) adequando o
número de passadas de forma a atingir o grau de compactação de projeto;
A rolagem deve iniciar-se preferencialmente pelos bordos, longitudinalmente, em direção ao eixo
da pista (a compressão deve iniciar-se do ponto mais baixo para o mais alto);
Durante a rolagem não são permitidas mudanças de direção e inversões bruscas de marcha;
Nunca deixar o rolo parado sobre o asfalto quente;
Deve-se verificar o sistema de espargimento de água e os raspadores, para evitar a aderência de
material asfáltico no cilindro do rolo.
Esta camada intermediária, geralmente, é executada com CBUQ nas faixas granulométricas “D” (para
revestimentos asfálticos pouco delgados, com irregularidade longitudinal e transversal branda e
trincamento generalizado, desempenhando, nesse caso, a função de reperfilar o greide do pavimento e
“selar” as trincas existentes pelo preenchimento destas), “C” (para revestimentos asfálticos com maior
índice de irregularidade ou revestimentos em alvenaria poliédrica) e “B” (para reforço do pavimento
“binder” e regularização de pavimentos com irregularidades severas que não podem ser corrigidas com
a fresagem);
O inspetor/técnico deve acompanhar a execução do serviço garantindo a regularidade superficial da
camada asfáltica de modo que a camada final seja aplicada sobre uma superfície bem definida. A mesa
da vibroacabadora deve estar fixa, “raspando” os pontos mais elevador e preenchendo os mais
profundos.
68
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
69
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
Instruções de execução:
A regularização do subleito deverá ser executada de acordo com os perfis transversais e longitudinais
indicados no projeto ou estabelecidos entre fiscalização e contratada.
A compactação deverá ser realizada com equipamento apropriado, conforme mostrado acima;
Após a execução de cortes ou aterros e as operações necessárias para atingir o greide
estabelecido, será realizado uma escarificação geral na profundidade de 20 cm, seguida de
pulverização, umedecimento ou aeração, compactação e acabamento;
71
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
Os materiais do subleito devem apresentar uma expansão, medida no ensaio C.B.R., menor ou
igual a 2% e um C.B.R. maior ou igual a 2%;
Quaisquer alterações que divergem do projeto inicial, como empréstimos de jazidas diferentes, o
inspetor/técnico deve comunicar imediatamente a Supervisão e também aos responsáveis pelo
Laboratório de Solos e Asfaltos da SUDECAP para realização de novos ensaios.
4.5.20. Reforço do subleito
O reforço do subleito é executado normalmente em estruturas espessas resultantes de fundação de má
qualidade ou tráfego de cargas muito pesadas, ou ambos os fatores combinados.
72
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
Controle Geométrico:
Quando da execução de camadas de sub-base e base com espessura final superior a 20 cm, elas
deverão ser subdivididas em camadas parciais, sempre com espessura máxima de 20 cm e
mínima de 10 cm, após a compactação com variação máxima de 10% em relação a indicada no
projeto;
A largura da plataforma, tanto para base como para sub-base não pode variar mais que 10 cm em
relação a projetada;
A flecha de abaulamento não pode exceder a projetada em mais de 20% para ambos os casos.
Não se admite inclinação a menor.
73
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
Controle Tecnológico:
Para execução de camada de base, o C.B.R. deve apresentar valor maior ou igual a 80% e
expansão menor ou igual a 0,5%;
Para execução de camada de sub-base, o C.B.R. deve apresentar valor maior ou igual a 20% e
expansão menor ou igual a 1%;
A umidade de campo para base e sub-base deve ser igual à umidade ótima determinada em
laboratório, tolerando-se 2% abaixo e 1% acima;
O grau de compactação deve ser, conforme determinação do projeto:
o No mínimo 100% em relação à massa específica aparente seca máxima, obtida no
ensaio DNER-ME 8-64 (Proctor intermediário), ou;
o No mínimo 100% em relação à massa específica aparente seca máxima, obtida no
ensaio T-180-57 da AASHTO (Proctor Modificado).
4.5.22. Imprimação
Consiste na aplicação de uma camada de material asfáltico, com ligante de baixa viscosidade, sobre a
superfície de uma base concluída, antes da execução de um revestimento betuminoso qualquer,
objetivando o aumento da coesão na superfície da base, através da penetração do material asfáltico,
promovendo condições de aderência entre a base e o revestimento.
Podem ser empregados asfaltos diluídos (tipo CM-30 e CM-70), escolhidos em função da textura do
material de base.
74
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
75
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
com concreto de alta resistência inicial com fck >= 20,0 Mpa, deixando-se um desnível de 3cm para o
acabamento em CBUQ.
Proceder, após a cura do concreto, com o acabamento em CBUQ no entorno do tampão do PV,
observando o nivelamento com a capa asfáltica aplicada. A compactação deve ser executada com
placa vibratória.
4.5.24. Nivelamento de Poços de Visita – Com Fresagem Preliminar
Caso o serviço de recapeamento asfáltico seja precedido da fresagem do revestimento antigo sem
acréscimo do greide do pavimento e estando os tampões dos PV’s devidamente nivelados, deve-se tão
somente retirar a massa asfáltica da superfície dos tampões mantendo os mesmos nivelados com a
nova camada asfáltica aplicada.
76
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
77
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
a) BALBO, José Tadeu. Pavimentação Asfáltica – materiais, projeto e restauração. São Paulo, Oficina
de Textos, 2007.
b) BONFIM, Valmir. Fresagem de Pavimentos Asfálticos, 2ª edição. São Paulo, Fazendo Arte, 2001.
c) BRANCO, Fernando; PEREIRA, Paulo; SANTOS, Luiz Picado. Pavimentos Rodoviários. Coimbra,
Edições Almedina, 2011.
d) CERATTI, Jorge Augusto Pereira. Manual de dosagem de concreto asfáltico. São Paulo, Oficina de
Textos, 2011.
e) PESSOA JÚNIOR, Elci. Manual de obras rodoviárias e pavimentação urbana: execução e
fiscalização. São Paulo, 2014.
f) PINTO, Salomão; PINTO, Isaac Eduardo. Pavimentação Asfáltica – conceitos fundamentais sobre
materiais e revestimentos asfálticos. Rio de Janeiro, LTC, 2015.
g) SILVA, Paulo Fernando A. Manual de patologia e manutenção de pavimentos, 2ª edição. São Paulo,
Pini, 2008.
h) VILLIBOR, Douglas Fadul... Pavimentos de baixo custo para vias urbanas. São Paulo, Arte e Ciência,
2009.
i) DNIT- Publicação IPR-719: Manual de Pavimentação. Rio de Janeiro, 2006.
j) DNIT- Publicação IPR-720: Manual de Restauração de Pavimentos Asfálticos. Rio de Janeiro, 2006.
k) DNIT-ES 104/2009: terraplenagem – serviços preliminares. Rio de Janeiro, 2009.
l) DNIT-ES 106/2009: terraplenagem – cortes. Rio de Janeiro, 2009.
m) DNIT-ES 107/2009: terraplenagem – empréstimos. Rio de Janeiro, 2009.
n) DNIT-ES 108/2009: terraplenagem – cortes. Rio de Janeiro, 2009.
o) DNIT-ES 137/2010: pavimentação – reforço do subleito. Rio de Janeiro, 2010.
p) DNIT-ES 139/2010: pavimentação – sub-base estabilizada granulometricamente. R.J. 2010.
q) DNIT-ES 141/2010: pavimentação – base estabilizada granulometricamente. Rio de Janeiro, 2010.
r) DNIT-ES 144/2014: pavimentação – imprimação com ligante asfáltico. Rio de Janeiro, 2014.
s) DNIT-ES 145/2012: pavimentação – pintura de ligação com ligante asfáltico. Rio de Janeiro, 2012.
t) DNIT-ES 159/2011: pavimentos asfálticos – fresagem a frio. Rio de Janeiro, 2011.
u) DNIT-ES 031/2006: pavimentos flexíveis – concreto asfáltico. Rio de Janeiro, 2006.
v) Caderno de encargos / Superintendência de Desenvolvimento da Capital, Diretoria de Planejamento
e Gestão, 3ª edição, v.2. Belo Horizonte, SUDECAP, 2008.
w) Manual prático de operações tapa buracos, 2ª Edição, Belo Horizonte, SUDECAP, 2011
x) BERNUCCI, Liedi Bariani. Pavimentação asfáltica – Formação básica para engenheiros. Rio de
Janeiro. Petrobrás ABEDA.2008
78
1ª edição – dez/2016
Manual Prático de Manutenção
6. ANEXOS
79
1ª edição – dez/2016
FORMULÁRIO PADRÃO DE VISTORIA TÉCNICA
DVMVP/SD
01 - IDENTIFICAÇÃO DO SUBTRECHO
01.2 - TRECHO
01
02 - PAVIMENTO EXISTENTE
5(7,/Ë1(2 6,18262
03.1 - HORIZONTAL
3/$12 $&/,9('(&/,9(
03.2 - VERTICAL
04 - TRÁFEGO
05 - RESPONSABILIDADE DA INFORMAÇÃO
a) INTEIRO = NO INTEIRO; R0,0 - R0,00 - R0,000 = Nº REAL RESPECTIVAMENTE COM UMA, DUAS OU TRÊS
DECIMAIS; ALFA = LETRAS DO ALFABETO; ALFANUMÉRICO = LETRA E NÚMERO
'06'
80
1ª edição dez/2016
07 - OBSERVAÇÕES
08 - CROQUI
09 - ANÁLISE TÉCNICA
'06'
81
1ª edição dez/2016
Manual Prático de Manutenção
82
1ª edição – dez/2016
CONTROLE DE SERVIÇOS
DIVISÃO DE MANUTENÇÃO DE VIAS PÚBLICAS
IDENTIFICAÇÃO DA OBRA
LOGRADOURO: DATA:
TRECHO:
APLICAÇÃO DE CBUQ
Nº CAMINHÃO PLACA DO CAMINHÃO CBUQ FAIXA QUANTIDADE APLICADA (T) TEMPERATURA (°C) OBSERVAÇÕES
RESPONSABILIDADE DA INFORMAÇÃO
'06'
TÉCNICO RESPONSÁVEL
'91236'
83
1ª edição dez/2016
FRESAGEM
REGULARIZAÇÃO / REPERFILAMENTO
OBSERVAÇÕES
RESPONSABILIDADE DA INFORMAÇÃO
'06'
TÉCNICO RESPONSÁVEL
84
1ª edição dez/2016
Manual Prático de Manutenção
85
1ª edição – dez/2016
COMPACTAÇÃO
DNER - ME 162/94
Cápsula n.º 01 04
C+S+A 130,50 112,00
C+S 128,50 110,00
A - Água 2,00 2,00
C - Cápsula 14,44 14,50
S - Solo 114,06 95,50
Umidade - h 1,75 2,09
UMIDADE MÉDIA 1,92
UMIDADE CALCULADA 2,94 3,96 4,98 6,00 7,02 PESO MATERIAL: 7.000,0
Água Adicionada (ml) 70,00 140,00 210,00 280,00 350,00 PESO MAT. SECO: 6.867,9
% Água adicionada 1,00 2,00 3,00 4,00 5,00 MOLDES
M+S+A 8.630 8.900 8.960 9.040 8.720 N.º PESO VOLUME
CURVA DE COMPACTAÇÃO
2,187 kg/cm³
2190 Umidade Ótima
5,4 %
2170 Resumo
C.B.R.: 123,69 %
2150
EXPANSÃO: 0,01 %
Massa específica (Kg/m3)
EQ. AREIA: %
2130
I.P.: #DIV/0! %
2110 I.G.:
H.R.B.:
2090 Observações:
MATERIAL SEM
2070
PLASTICIDADE
2050
2,7 3,2 3,7 4,2 4,7 5,2 5,7 6,2 6,7 7,2
Umidade (%)
C.B.R. EXPANSÃO
Responsável:
0,07
125,00
0,05
115,00
105,00 0,03
95,00 0,01
85,00 -0,01
75,00 -0,03 Fiscalização:
65,00 -0,05
55,00 -0,07
3,8 4,3 4,8 5,3 5,8 3,8 4,3 4,8 5,3 5,8
Umidade (%) Umidade (%)
'91236'
CBM/ECOSv3 COMPACTAÇÃO
86
1ª edição dez/2016
COMPACTAÇÃO
DNER - ME 162/94
Cápsula n.º 18 21
C+S+A 93,02 101,82
C+S 86,35 95,05
A - Água 6,67 6,77
C - Cápsula 11,50 18,30
S - Solo 74,85 76,75
Umidade - h 8,91 8,82
UMIDADE MÉDIA 8,87
UMIDADE CALCULADA 13,22 15,40 17,58 19,75 21,93 PESO MATERIAL: 5.000,0
Água Adicionada (ml) 200,00 300,00 400,00 500,00 600,00 PESO MAT. SECO: 4.592,8
% Água adicionada 4,00 6,00 8,00 10,00 12,00 MOLDES
M+S+A 8.314 8.305 8.300 8.375 8.742 N.º PESO VOLUME
CURVA DE COMPACTAÇÃO
1,741 kg/cm³
Umidade Ótima
1745
17,9 %
Resumo
1735 C.B.R.: 21,70 %
EXPANSÃO: 0,48 %
Massa específica (Kg/m3)
EQ. AREIA: %
1725
I.P.: 16,06 %
I.G.:
1715
H.R.B.:
Observações:
1705
1695
13,0 14,0 15,0 16,0 17,0 18,0 19,0 20,0 21,0 22,0
Umidade (%)
C.B.R. EXPANSÃO
Responsável:
23,00 0,65
21,00
0,55
19,00
17,00 0,45
15,00
0,35 Fiscalização:
13,00
11,00 0,25
15,2 16,2 17,2 18,2 19,2 15,2 16,2 17,2 18,2 19,2
Umidade (%) Umidade (%)
'91236'
CBM/ECOSv3 COMPACTAÇÃO
87
1ª edição dez/2016
Analise Nº 59.05
100
90
80
70
60
50
40
30
20
0
10
0
200 80 40 10 04 3/8 1/2 3/4
MISTURA FAIXA DE TRABALHO FAIXA C
88
1ª edição dez/2016
0HGLGDVGH'HIOH[}HVFRP9LJD%HQNHOPDQ
19/9/2013
Funcionário responsável Engenheiro Responsável DO/DMN DATA
'91236'
89
1ª edição dez/2016
NÚMERO:
DENSIDADE "IN SITU"
SOLICITADO POR TRECHO SUB-TRECHO
PAC SÃO JOSÉ
FASE DO SERVIÇO OPERADORES: ENGENHEIRO: MATERIAL DENS. MÁX
BASE BICACORRIDA 2187
1ª edição dez/2016
PROFUNDIDADE DO FURO (CM) 15cm 16cm
1) PESO DO FRASCO ANTES 6000,0 6000,0
2) PESO DO FRASCO DEPOIS 3585,0 3500,0
3) PESO DA AREIA DESLOCADA = 1 - 2 2415,0 2500,0
4) PESO DA AREIA NO CONE 590,0 590,0
5) PESO DA AREIA NO FURO = 3 - 4 1825,0 1910,0
6) DENSIDADE DA AREIA 1320,0 1320,0
7) VOLUME DO FURO = 5 : 6 1383,0 1447,0
UMIDADE DE CAMPO - Nº DA LATA
CÁPSULA Nº
a. C + S + A solo + água
b. C + S solo seco
c. A = ÁGUA = a - b água
d. C = CÁPSULA
e. S = SOLO = b - d
UMIDADE = c : e
8) UMIDADE MÉDIA 5,4 5,4
9) PESO DO MATERIAL DO FURO 3140 3275
10) DENSIDADE ÚMIDA = 9 : 7 2270 2263
11) DENSIDADE APARENTE DO SOLO SECO 2154 2147
12) DENSIDADE APARENTE MÁXIMA 2187 2187
13) GRAU DE COMPACTAÇÃO = 11 : 12 98,5 98
14) UMIDADE ÓTIMA 5,4 5,4
15) SITUAÇÃO LIBERADO LIBERADO
OBSERVAÇÕES:
Data
16/5/2014
Operador Responsável FuncionárioResponsável DO/DMN
90
'91236'
NÚMERO:
DENSIDADE "IN SITU"
SOLICITADO POR TRECHO SUB-TRECHO
PAC SÃO JOSÉ
FASE DO SERVIÇO OPERADORES: ENGENHEIRO: MATERIAL DENS. MÁX
SUB LEITO EQUIPE ARG. SILTO. ARENOSA AMARELA 1741
DATA 12/5/2014
FURO Nº/POSIÇÃO 1
1ª edição dez/2016
PROFUNDIDADE DO FURO (CM) 15cm
1) PESO DO FRASCO ANTES 6000,0
2) PESO DO FRASCO DEPOIS 3780,0
3) PESO DA AREIA DESLOCADA = 1 - 2 2220,0
4) PESO DA AREIA NO CONE 590,0
5) PESO DA AREIA NO FURO = 3 - 4 1630,0
6) DENSIDADE DA AREIA 1320,0
7) VOLUME DO FURO = 5 : 6 1235,0
UMIDADE DE CAMPO - Nº DA LATA
CÁPSULA Nº
a. C + S + A solo + água
b. C + S solo seco
c. A = ÁGUA = a - b água
d. C = CÁPSULA
e. S = SOLO = b - d
UMIDADE = c : e
8) UMIDADE MÉDIA 17,9
9) PESO DO MATERIAL DO FURO 2490
10) DENSIDADE ÚMIDA = 9 : 7 2016
11) DENSIDADE APARENTE DO SOLO SECO 1709
12) DENSIDADE APARENTE MÁXIMA 1741
13) GRAU DE COMPACTAÇÃO = 11 : 12 98,2
14) UMIDADE ÓTIMA 17,9
15) SITUAÇÃO LIBERADO
OBSERVAÇÕES:
Data
12/5/2014
Operador Responsável )XQLFLRQiULRResponsável DO/DMN
91
'91236'
RESÍDUO POR
EVAPORAÇÃO
FORNECEDOR:
OPERADOR:
FUNC. RESP.:
ENGº RESP.
'91236'
92
1ª edição dez/2016
Manual Prático de Manutenção
93
1ª edição – dez/2016
RELATÓRIO ORÇAMENTO
01 - IDENTIFICAÇÃO DO SUBTRECHO
TRECHO: ENTRE RUA ALESSANDRA SALUM CADAR E RUA MARIA HEILBUTH SURETTE
02 - FOTOS
FOTO 1 FOTO 2
03 - ANÁLISE (%)
TRINCAS (até) 100 EXSUDAÇÃO (até) 25
REMENDOS (até) 75 DESGASTE SUPERFICIAL (até) 75
PANELAS (até) 50 AFUNDAMENTO / BORRACH. (até) 50
AFUNDAM. TRILHAS DE RODA (até) 50 ESCORREGAMENTO (até) 25
ONDULAÇÃO / CORRUGAÇÃO (até) 25 IRREGUL. LONG./TRANSV. (até) 100
04 - SERVIÇOS PREVISTOS
RECONSTRUÇÃO TOTAL DO TRECHO DA VIA E OBRAS COMPLEMENTARES.
05 - RESPONSABILIDADE DA INFORMAÇÃO
VISTORIADOR: DATA: 20/01/2016 MÊS REF. PLANILHA: NOVEMBRO/2014
06 - OBSERVAÇÕES
A VIA APRESENTA REVESTIMENTO EM CBUQ COM ALTO ÍNDICE DE DETERIORAÇÃO, COM DESPLACAMENTO DO REVESTIMENTO ASFÁLTICO
EXISTENTE, ONDULAÇÃO/CORRUGAÇÃO, REMENDOS EM CBUQ, PANELAS, DESGASTE SUPERFICIAL E IRREGULARIDADES LONGITUDINAL E
TRANSVERSAL. O FLUXO DE VEÍCULOS É ALTO NA VIA.
94
1ª edição dez/2016
Códigos Descrição dos Serviços Un. Qtde. R$ BDI R$
01.00.00 INSTALAÇAO DA OBRA - 0 R$ - R$ 28.223,18
95
1ª edição dez/2016
19.30.00 SARJETA - PADRAO SUDECAP - 0 R$ - R$ 8.052,00
21.05.01 DE CONCRETO 15 MPA E=6CM JUNTA SECA 3M MANUALM2 250 R$ 38,09 R$ 9.522,50
TOTAL ________________________________________________________
_________________
___________________ ___________________ R$ 692.992,15
96
1ª edição dez/2016
Manual Prático de Manutenção
97
1ª edição – dez/2016
EMPRESA DE TRANSPORTES E TRÂNSITO DE BELO HORIZONTE - BHTRANS
'25
%58*%' #
.
*
%58# *%'
.
*
DA%.*E# $!9$
!"#$%"!
1%'8<(B%F%1%G%AA%B5H
1%'8<(1A(8<%I%%#;H
.'(B1'5&'%5GH
.
J
;J
-*
)*.
#H
%&5/5(K'15%%55(5'B5%8%A%55'(51AIF5%B'%18(%%51AB(15/5%&%&B55&%'55%&5%5'(5BB%%5%51A
(%1%1BA%%B(<51
98
1ª edição dez/2016
Manual Prático de Manutenção
99
1ª edição – dez/2016
SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE
.
OBSERVAÇÃO: de acordo com o artigo 10 § 2o da Lei 9.505/08, os serviços de construção
civil dependem de autorização prévia da SMMA quando executados nos domingos e feriados,
em qualquer horário, e aos sábados e dias úteis no horário compreendido entre 19:01 horas
e 07:00 horas do dia seguinte (horário vespertino e noturno).
Encerrado o prazo de validade acima, deverá ser solicitada, quando for o caso, a renovação da
autorização na Secretaria Municipal de Meio Ambiente.
A realização dos serviços de construção civil em horário especial está sujeita a fiscalização por
parte da PBH, que poderá a qualquer momento embargar a atividade e/ou autuar os responsáveis,
penalizando-os nos termos da legislação ambiental vigente, caso haja constatação de transtornos à
vizinhança, não cumprimento das medidas mitigadoras, e/ou interferências relativas a degradações
ambientais.
100
1ª edição dez/2016
SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE
SMMA
Seguindo a orientação dos governos de simplificar os procedimentos administrativos, imprimir maior qualidade e
produtividade, bem como de assegurar o direito de acesso pleno à informação pelo usuário do serviço público, em
conformidade com as disposições da Constituição Federal, da Lei Federal de Arquivos n.º 8.159/1991 e do Decreto
Municipal n.º 15.746/14, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente - SMMA, com a intenção de simplificar e agilizar a
tramitação de seus processos, iniciou a utilização da Assinatura Digital.
101
1ª edição dez/2016
Manual Prático de Manutenção
102
1ª edição – dez/2016
Modelo de Cavalete DOBRADIÇAS
1,00 m
PREFEITURA
0,60 m
TRABALHANDO
1,00 m
0,40 m
CORRENTE
Gradiente
C 2 - M 32 - Y 94 - K 0 / C 4 - M 6 - Y 93 - K 0
Radial - Deslocamento do centro: - 45 (h) / - 42 (v)
Gradiente
C 17 - M 100 - Y 96 - K 0 / C 0 - M 99 - Y 94 - K 0
Linear
104
1ª edição – dez/2016
*
{
3277-8149 ou e-mail: [Link]@[Link]
Vermelho