Discentes:
Alfredo Ngomane
Amelia Samuel
Valentina Ruco
Guilhermino Eugenio
Características Morfológicas e Fisiológicas das Gramineas de Interesse Pascicola.
Pastos e Foragens
Licenciatura em Agro-Pecuária
Universidade Pedagogica de Maputo
Maputo
2020
Discentes:
Alfredo Ngomane
Amelia Samuel
Valentina Ruco
Guilhermino Eugenio
Características Morfológicas e Fisiológicas das Gramineas de Interesse Pascicola.
Pastos e Foragens
Licenciatura em Agro-Pecuária
Trabalho a ser apresentado ao departamento de Ciências Agro-
pecuária, Escola Superior Técnica, Campus de Lhanguene, para
a efeitos de avaliação.
Docente:
Msc. Dionisio Virgilio Rock
Universidade Pedagogica de Maputo
Maputo
2020
I. INTRODUCAO
As forragens e pastagens são um conjunto de culturas muito diversas cuja produção (de biomassa)
serve a alimentação de herbívoros domesticados, dos quais se destacam os ruminantes. Constituem a
base da alimentação dos ruminantes (bovinos, ovinos e caprinos), mas contribuem também, ou
podem contribuir em maior ou menor grau, para a alimentação de outros herbívoros como os cavalos
e os coelhos, e ainda de porcos e aves. Estes últimos utilizam na sua alimentação sobretudo grãos, ou
alimentos compostos (rações) fabricados à base de grãos de cereais e outras matérias-primas com
elevado valor alimentar, como grãos de proteaginosas e bagaços de oleaginosas, alimentos que são
também usados em menor grau na alimentação dos ruminantes.
A extensão global das pastagens no mundo varia devido a diferenças na caracterização da cobertura
do solo. As estimativas variam de cerca de 41 a 56 milhões de km2, ou 31 a 43% da superfície da
Terra. A África Sub-Saariana possui cerca de 14,5 milhões de km2 de áreas de pastagens e
Moçambique localizado na região Sub-Sahariana possui uma extensão total de superfície de 788 938
km2 dos quais 643 632 km2 são pastagens naturais (White et al., 2000).
As gramíneas e leguminosas compõem a maior parte da forragem que serve de alimento para os
herbívoros domésticos e bravios (Abate, 2008). Segundo Myre (1960) e Abate (2008) gramíneas são
plantas monocotiledóneas pertencentes a uma vasta família de plantas angiospérmicas (plantas com
flor), tecnicamente designada Poaceae, de distribuição cosmopolita.
Conhecer as particularidades de cada forrageira é de suma importância para sua correta utilização,
visto que pode garantir sua produtividade, perenidade e lucratividade dos sistemas produtivos.
Cada forrageira possui suas particularidades, consequência dos distintos meios nos quais evoluiu
durante milhares de anos, que resultaram na grande diversidade de forrageiras no que diz respeito às
características morfológicas e fisiológicas, às exigências edáficas e climáticas, que determinam
aptidões variáveis, como resistência à intensidade de pastoreio, exigências em fertilidade e textura do
solo, condições de clima e maneio, dentre outras. A consideração de tais atributos é essencial no
planeamento e condução da produção..
1.1 Objectivos
1.1.1 Geral
Descrever as características morfológicas e fisiológicas das gramineas de interesse
pascicola.
1.1.2 Especifico
Constituicao da raiz, caule, folhas e flor das gramineas;
Caracteristicas da inflorescencia em gramineas;
II. REVISAO DA LITERATURA
II.1. Família Poaceae (Gramíneas)
A família das gramíneas (Poaceae ou Gramineae) é uma das principais famílias na divisão
Angiospermae e da classe Monocotiledoneae. Essa denominação vem do embrião com um só
cotilédone por ocasião da germinação. Esta família botânica é a mais importante na agricultura e na
economia humana, incluindo espécies utilizadas como pastagens para os ruminantes; os grãos – os
principais alimentos cultivados no mundo – e o bambu, empregado extensamente para a construção
em toda a Ásia. Estima-se que os pastos e savanas compreendem cerca de 35% da vegetação que
cobre a terra. Algumas gramíneas mais conhecidas são o milho (Zea mays), o trigo (Triticum
aestivum), o arroz (Oryza sativa), a cana de açúcar (Saccharum officinarum) e a Braquiária
(Brachiaria brizantha). Dentro da família Poaceae ocorrem 6 subfamílias, 28 tribos, com
aproximadamente 600 gêneros e 10.000 espécies.
II.2. Morfologia
É o estudo das características físicas (estrutura externa) das plantas. As características físicas
refletem os componentes de produção da planta (por exemplo: número de perfilhos, número de
folhas, tamanho das folhas). A morfologia dedica-se a descrever todas as características morfológicas
e fisiológicas com interesse pascícola (raiz, folha, caule, fruto, inflorescência.
II.2.1. Fitomero
O fitômero (Figura 1) é a unidade básica do afilho/ramificação. Nas gramíneas é composto por nó,
entre-nó, bainha, lígula, lâmina foliar e gema axilar. O conjunto de fitômeros consecutivos em
gramíneas forma o perfilho/afilhos.
Figura 1 - Organização
de um Fitômero. Fonte: Nelson (2000) adaptado de Moore & Moser (1995).
A perenidade das plantas forrageiras é assegurada por sua capacidade de rebrotar após cortes ou
pastoreios sucessivos, ou seja, sua habilidade de emitir folhas a partir de meristemas remanescentes,
que lhe permite a sobrevivência à custa da formação de uma nova área foliar. O desenvolvimento das
folhas, o surgimento de afilhos originados das gemas axilares e a formação de raízes são processos
de desenvolvimento do afilho ou das ramificações. Além disso, o surgimento de uma plântula
forrageira pode-se dar pela germinação de sementes lançadas ao solo.
II.2.2. Raizes
As raízes compõem a parte inferior da planta, por onde se fixa no solo e retira seus nutrientes. O
sistema radicular refere-se ao total de todas as raízes da planta. Tem como principais funções:
Absorver água e minerais (região dos pelos absorventes, próximos ao ápice);
Sustentar a planta no solo;
Armazenar nutrientes.
II.2.2.1. Perfil longitudinal da raiz:
As raízes das plantas são divididas em regiões (Figura 2) da seguinte forma:
a) Coifa: região de proteção da parte apical da raiz;
b) Zona lisa ou de alongamento: onde se dá o crescimento radicular. Constitui a região
embrionária ou meristemática, região de crescimento e região de maturação;
c) Zona pilífera: parte ativa na absorção de substâncias nutritivas e de água. Os pelos têm
origem exógena;
d) Zona suberosa ou de ramificação: tem origem endógena no periciclo;
e) Colo ou coleto: parte entre a zona suberosa e a parte aérea.
F
ig. 2 - Estrutura típica de raiz e o seu corte longitudinal.
As gramíneas possuem sistema radicular fasciculado ou em cabeleira (Figura 3), em que não se
distingue a raiz principal das raízes secundárias, sendo todas igualmente desenvolvidas e de origem
adventícia.
Logo após a germinação, há o surgimento da raiz primária, também denominada de raiz principal, até
o aparecimento dos dois primeiros pares de raízes
seminais, desaparecendo em seguida.
Raízes seminais (embrionárias): origem no
embrião, também chamada radícula, possui curta
longevidade;
Raízes adventícias ou caulinares (permanentes):
substituem as raízes seminais, são numerosas e possuem muitas ramificações. Originam-se
dos primeiros nós basais, de estolões ou, também de outros nós que estejam em contato com
o solo.
Ao se retirar uma gramínea do solo, remove-se apenas uma pequena parcela do seu sistema radicular,
o qual, em muitas espécies, alcança uma profundidade de 2 metros ou mais, sendo que anualmente
são repostas cerca de metade das raízes existentes em decorrência da morte e formação de novas
raízes. Sua reposição anual média esta em torno de 50%, com crescimento estacional, sendo mais
intenso na primavera e menor no florescimento. A profundidade máxima é frequentemente alcançada
no primeiro ano.
As raízes de algumas gramíneas (Paspalum notatum) contêm ou são circundadas por bactérias,
principalmente do gênero Beijerinkiae Azospirillum, que fixam nitrogênio atmosférico.
Figura 4 - Raiz fasciculada (ou em cabeleira) e aspectos de sua profundidade
II.2.3. Caules
Os caules fornecem suporte mecânico para os órgãos aéreos da planta (folhas, flores e frutos) e
também é responsável pela disposição destas partes na planta. Tem como funções o transporte de
água e sais minerais das raízes para a parte aérea; o transporte de açúcares, aminoácidos, hormônios
e outros metabólitos; o armazenamento de reservas e propagação vegetativa da planta.
O caule determina o hábito de crescimento das plantas e nas gramíneas são
aéreos e do tipo colmo, dotado de nós e entre-nós cilíndricos. Os nós na base da
planta se acham muito próximos, separando-se visivelmente à medida que se
caminha para o ápice do vegetal. Cada nó possui uma lâmina foliar e uma gema
axilar correspondente.
Fig. 5 – Colmo de leguminosa.
As bainhas das folhas mais novas encontram-se envoltas pelas bainhas das folhas mais velhas,
formando o que é chamado de pseudo-colmo (JÚNIOR, ADESE, 2011).
Figura 6 - Pseudo-colmo
A forma de crescimento do colmo determina o hábito de crescimento da planta, que pode ser:
a) Ereto: cresce perpendicular ao solo. Em algumas gramíneas os perfilhos crescem de forma
agrupada formando touceiras. Plantas com hábito de crescimento ereto e que formam
touceiras são chamadas cespitosas.
Exemplos: Panicum maximum cv. Tanzânia e “Capim-elefante” (Penisetum purpureum).
Figura 7 – Touceiras de espécies cespitosas
b) Decumbente: os colmos crescem encostados ao solo, mas não desenvolvem raízes nos nós.
Exemplos: Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) e trevo subterrâneo.
Fig. 8 - Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) e trevo-subterraneo
c) Rasteiro ou estolonífero: são caules rasteiros aqueles que se desenvolvem junto à superfície do
solo, produzindo raízes e parte aérea a partir dos nós.
Exemplo: Cynodon sp.
Figura 9 -
Cynodon sp.
O estolão é um caule de crescimento horizontal, que possui nós e entre-nós. É um local de
armazenamento de reservas orgânicas. São diferentes dos rizomas, que além de subterrâneos são
brancos e protegidos por escamas.
Fig. 10 - Estolão em gramíneas
São plantas estoloníferas:
a) Digitaria: estrutura do estolão é de um colmo normal. Para cada nó existe um internódio
correspondente;
b) Cynodon: existe um acúmulo de nós para um internódio.
Fig. 12 – Comprimento de um estolao.
Na parte basal do colmo aparecem as raízes adventícias, que emergem dos nós basilares. Os nós na
base da planta se acham muito próximos, separando-se visivelmente à medida que se caminha para o
ápice do vegetal, sendo que cada nó possua uma lâmina foliar e uma gema axilar correspondente. A
gema axilar pode desenvolver um novo indivíduo, denominado perfilho (ou afilho).
Os perfilhos podem ser basais ou basilares, os quais se desenvolvem a partir da coroa da
planta ou rizomas e desenvolvem sistema radicular fixado ao solo.
Perfilhos aéreos ou axilares são aqueles que surgem das gemas axilares
presentes em cada folha. Embora possam desenvolver sistema radicular, são
dependentes do perfilho de origem para absorção de água e nutrientes do
solo.
O perfilhamento pode ser intravaginal quando o perfilho desenvolve-se no interior da bainha,
emergindo sem rompê-las ou extravaginal quando o perfilho perfura a bainha emergindo pela fenda
formada na base da bainha.
2.2.4 Folhas
Numa definição simples, a folha é a expansão laminar do caule que se insere na região dos nós
(MITIDIERI, 1983). As folhas das gramíneas são constituídas de lâmina foliar ou limbo e bainha.
a) Lâmina foliar ou limbo:
Via de regra é lanceolada, com nervuras paralelas (presença da nervura principal), glabras (sem
pelos) ou não, margem comumente ciliadas ou serreadas.
Figura 14 – Representação de lâmina foliar, bainha, lígula e demais estruturas de uma gramínea.
b) Bainha
Nasce no nó e envolve o entre-nó formando um cartucho, dentro do qual as folhas mais novas irão se
desenvolver. Invaginante ou amplexicaule (envolve totalmente o caule), tipo fendida, com nervuras
paralelas bem pronunciadas (ausência da nervura principal).
Figura 15 - Bainha fechada (à esquerda) ou arredondada (à direita)
c) Colar:
Ponto de junção da lâmina foliar com a bainha, do lado de fora da folha ou face inferior da lâmina
foliar, com função de propiciar o movimento da lâmina foliar. Possui feixes vasculares e quase nunca
tem células clorofiladas.
d) Lígula:
Ponto de junção da lâmina foliar com a bainha, do lado de dentro da folha ou face superior da lâmina
foliar, com função de proteção da gema contra o ataque de insetos e excesso de humidade. A lígula
pode ser pilosa ou membranosa. Alguns gêneros de forrageiras possuem lígula membranosa.
Fig. 16 - Tipos de ligula em gramineas.
e) Aurícula:
Apêndice em ambos os lados da base da lâmina ou no ápice da bainha. Exemplo: certas espécies de
Saccharum (cana-de-açúcar), azevém, cevada.
Fig. 17 - Tipos de ligula e auricula.
f) Escamas:
Folhas reduzidas que são encontradas na base dos colmos ou rizomas, com função de proteção das
gemas. Exemplo: Bambusa.
g) Brácteas:
Folhas modificadas com função de proteção das flores das gramíneas.
h) Prófilo:
Estrutura modificada da bainha que protege a gema lateral. É um órgão bicarenado e quando a gema
se desenvolve em brotações laterais, é forçado a se abrir. Exemplo: Pennisetum.
2.2.5 Flor e inflorescência
2.2.5.1 A flor
A flor das gramíneas é aclamídea (sem cálice e corola), com invólucro constituído por brácteas,
denominadas glumas - superior e inferior -, podendo estarem presentes ambas somente uma ou
nenhuma (Alcântara, 1983). Estas flores possuem, geralmente, duas glumelas – a lema, com posição
inferior, normalmente aristada (prolongamento da lema é chamado arista) e com calo (espessamento
na base), e a pálea, superior e geralmente membranácea.
Fig. 18 – Flor das gramineas.
Um conjunto de flores forma a inflorescência sendo que a unidade desta em gramíneas é a espigueta
(podendo ser pedicelada ou séssil). A espigueta contém um ou mais flósculos, encerrados por
brácteas (as glumas). Podem ser flores solitárias ou dispõem-se, alternadamente sobre uma ráquila,
em espiguetas que seagrupam para formar a inflorescência. As flores são, frequentemente,
hermafroditas, pequenas, pouco vistosas, adaptadas à polinização pelo vento.
O Androceu é o órgão masculino formado, geralmente, por um a três estames salientes (os estames
são compostos pelo filete e antera).
O gineceu é órgão feminino, composto por um pistilo súpero arredondado formado pelo ovário,
estilete e dois estigmas plumosos.
Fig. 19 – Androceu e gineceu.
Pistilo: órgão feminino da flor, constituído quando completo de ovário, estilete e estigma;
Estilete: parte do pistilo que fica entre o estigma e o ovário;
Estigma: parte superior do pistilo, de forma e tamanho variado.
Flósculo: formado pela flor, lema e pálea;
Lema: sempre está presente (a flor encontra-se alojada em sua
axila), apresenta nervura principal (tecido vivo),
enquanto que o pelo não apresenta tecido
vivo, pode ser aristada ou não;
Pálea: pode faltar, não tem nervura principal,
é bicarenada;
Fig. 20 - Espigueta com cinco flósculos. Adaptado de GOULD
(1968).
2.2.5.2 Tipos De Inflorescência
A classificação das gramíneas baseia-se principalmente nos caracteres da estrutura da espigueta e no
arranjo das mesmas. Estas quase exclusivamente delimitam as subfamílias, tribos e gêneros.
Espiga: espiguetas inseridas no eixo principal sem pedicelo (sésseis).
Exemplo: Milho (Zea mays.)
Fig. 21 – Inflorescencia tipo espiga.
Cacho ou rácemo: espiguetas inseridas na ráquis através de pedicelo.
Cacho composto ou panícula: espiguetas pediceladas inseridas em ramificações terciárias e
quaternárias da ráquis:
a) Pode ser aberto, também chamada panícula laxa. Exemplo: Panicum, Melinis.
b) Ou panícula contraída. Exemplo: Setaria, Pennisetum.
Fig. 22 - Panícula de Panicum e Pennisetum.
Fig. 23 – Tipos de inflorescências. a- Espiga; b- Rácemo; c-Panícula.
III. CONSTATACOES
A morfologia é o estudo das características físicas (estrutura externa) das plantas tem o propósito não
apenas biológico, mas de auxiliar nas decisões de maneIo da planta forrageira, visto que as
características físicas refletem nos componentes de produção (por exemplo: número de perfilhos,
número de folhas, tamanho das folhas).
Deste modo, as alterações morfológicas constituem adaptações das plantas forrageiras ao processo de
desfolhação, também chamado de resistência ao pastejo.
Estas correspondem a modificações em: hábito de crescimento, porte, tamanho dos constituintes
morfológicos e proporção vegetativa.
Além disto, um dos fatores para o pastejo seletivo (preferência alimentar) em ruminantes envolve
aspectos morfológicos (SOLLENBERGER; BURNS, 2001).
IV. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
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FONSECA, D. M.; MARTUSCELLO, J. A. Plantas Forrageiras. Editora da UFV: Viçosa. 537 p.
2010.
MITIDIERI, J. Manual de gramíneas e leguminosas para pastos tropicais. São Paulo,
Nobel/Edusp, 1983.
MOSER, L.E.; BURSON, B.L.; SOLLENBERGER, L.E. Warm-Season (C4) Grasses. Agronomy
n. 45. Madison, Winsconsin, USA, 1171 p., 2004.
MOSER, L.E.; BUXTON, D.R.; CASLER, M.D. Cool-Season Forage Grasses. Agronomy n. 34.
Madison, Winsconsin USA, 841 p., 1996.
SEIFFERT, Nelson Frederico. Gramíneas forrageiras do gênero Brachiaria. EMBRAPA, Centro
Nacional de Pesquisa de Gado de Corte, 1980. Disponível em:
<https://docsagencia.cnptia.embrapa.br/bovinodecorte/ct/ct01/ct01.pdf> Acesso em: 20 Abril. 2020.