Circuitos de Interfaceamento Digital
Circuitos de Interfaceamento Digital
1ª edição
Av. Francisco Rodrigues Filho, 1233 - Mogilar
1ª edição
2019
Sumário
Sumário
Apresentação 5
O Professor 7
Introdução 9
1unidade I
1.1.2 Codificadores 14
1.1.3 Decodificadores 16
1.1.4 Multiplexadores 18
1.1.5 Demultiplexadores 19
1.2.1 Registradores 22
Referências da unidade I 29
2unidade II
2Memórias 31
2.1 Configurações 32
3unidade III
3.1.1 Características 50
3.2.1 Características 59
4unidade IV
4.1.1 Princípios 72
4.2.1 Princípios 80
Apresentação
O conteúdo deste livro foi elaborado para que você aprenda e fixe os conceitos
gradual e naturalmente, à medida que a complexidade dos temas for aumentando.
5
Apresentação
Objetivos da disciplina:
6
O Professor
O Professor
7
Introdução
Introdução
Devido à importância do tema, você terá um material bem variado à sua dis-
posição no AVA. Além deste livro, assista às videoaulas, acesse os materiais indica-
dos na midiateca, participe dos fóruns e, ao final das unidades, realize as atividades
avaliativas. O AVA é a sua sala de aula e proporcionará a você um aprofundamento
sobre o tema.
9
1
Circuitos combinacionais e sequenciais usados em interfaceamento unidade I
1 unidade I 1 Comando
Tabela
11
unidade I Circuitos combinacionais e sequenciais usados em interfaceamento
É importante que você saiba os principais circuitos que podem ser classificados
como circuitos combinacionais. São eles:
Decodificador Multiplexador
Codifica uma entrada binária Seleciona uma entrada e a
em uma saída equivalente. interliga na saída.
Codificador Demultiplexador
Transforma uma entrada qualquer Seleciona em qual saída a
no equivalente ao código binário. entrada será escrita.
Importante!
12
Circuitos combinacionais e sequenciais usados em interfaceamento unidade I
As portas lógicas mais simples são as mostradas na Figura 1.4; elas realizam
operações entres dois bits, apenas.
13
unidade I Circuitos combinacionais e sequenciais usados em interfaceamento
Dica de leitura:
Dica de vídeo:
1.1.2 Codificadores
14
Circuitos combinacionais e sequenciais usados em interfaceamento unidade I
Dica de leitura:
Outras mídias:
Conheça mais:
15
unidade I Circuitos combinacionais e sequenciais usados em interfaceamento
1.1.3 Decodificadores
a digital,
Esta classe de circuitos digitais decodifica os valores da entrad
de entrada.
acionando apenas uma das saídas que corresponde a esse valor
portanto esses
No exemplo da Figura 1.6, a entrada é formada por dois bits,
bits podem ser representados de quatro modos.
M = 2n
Importante!
Note que apenas uma saída permanecerá ativa, ou seja, terá o nível lógico
alto; as demais saídas estarão desativadas ou zeradas.
16
Circuitos combinacionais e sequenciais usados em interfaceamento unidade I
Atenção:
Dica de vídeo:
17
unidade I Circuitos combinacionais e sequenciais usados em interfaceamento
Dica de leitura:
1.1.4 Multiplexadores
nar
Os circuitos chamados multiplexadores têm a função de selecio
a seleção da
uma das entradas e passar o seu valor para a saída. Para que
meio da cha-
entrada seja realizada, é necessário endereçar a entrada por
ficada, em
mada “seleção de entrada”. A Figura 1.8 mostra de maneira simpli
blocos, o multiplexador.
18
Circuitos combinacionais e sequenciais usados em interfaceamento unidade I
Importante!
Dica de vídeo:
1.1.5 Demultiplexadores
19
unidade I Circuitos combinacionais e sequenciais usados em interfaceamento
Atenção:
Dica de vídeo:
20
Circuitos combinacionais e sequenciais usados em interfaceamento unidade I
Importante!
Para refletir:
estuda-
Os flip-flops são os circuitos sequenciais mais básicos e foram
to, pois esses
dos na disciplina de Eletrônica Digital, por isso, revise o assun
mais comple-
circuitos serão utilizados para o desenvolvimento de circuitos
xos que estudaremos a seguir.
21
unidade I Circuitos combinacionais e sequenciais usados em interfaceamento
Importante!
Dica de vídeo:
1.2.1 Registradores
Dica de vídeo:
22
Circuitos combinacionais e sequenciais usados em interfaceamento unidade I
la).
99PIPO – parallel in/parallel out (entrada paralela e saída parale
23
unidade I Circuitos combinacionais e sequenciais usados em interfaceamento
Dica de leitura:
24
Circuitos combinacionais e sequenciais usados em interfaceamento unidade I
Dica de vídeo:
Na midiateca há um link com uma lista de aulas da Univesp para você revi-
sar os conceitos dos registradores e acompanhar vários exemplos.
25
unidade I Circuitos combinacionais e sequenciais usados em interfaceamento
Atenção:
Para refletir:
26
Circuitos combinacionais e sequenciais usados em interfaceamento unidade I
Importante!
27
unidade I Circuitos combinacionais e sequenciais usados em interfaceamento
de res-
Porém não ocorrem os acúmulos de atrasos devido ao tempo
em cada um
posta dos flip-flops que são compensados pelo sinal de clock
desses elementos.
entrada
Começamos pelo flip-flop responsável pelo LSB, saída Q0, sua
de descida
estará em nível lógico alto, portanto, sempre comutará na borda
do sinal de clock, pois J=K=1.
que Q0
A saída Q1 somente comutará para o estado 1 nos instantes em
for 1 e na borda de descida do clock.
isso a
Para a saída Q2 é necessário que Q0 e Q1 sejam iguais a 1, por
porta lógica E foi implementada na entrada desse flip-flop.
para 1
E, de maneira análoga à última saída, Q3 somente comutará
quando for garantido que Q0, Q1 e Q2 sejam 1.
s gera-
A resposta será a mesma do circuito assíncrono, mas os atraso
um contado
dos pelas portas lógicas são muitos menores, e devido a isto
de transferên-
síncrono é indicado para operações que envolvem frequência
e em imple-
cia de dados muito maiores, apesar do aumento da complexidad
mentar um circuito síncrono.
28
Circuitos combinacionais e sequenciais usados em interfaceamento unidade I
Conheça mais:
Aprendemos que:
Referências da unidade I
TOCCI, R. J.; WIDMER, N. S.; MOSS, G. L. Sistemas digitais: princípios e aplicações. 12.
ed. São Paulo: Pearson, 2019.
29
Memórias unidade II
unidade II 2 Comando
Tabela
2
2 Memórias
31
unidade II Memórias
Outras mídias:
Conheça mais:
2.1 Configurações
32
Memórias unidade II
al
enci Volá
equ til
S
ade Vo
Nã
lat
o
ilid
óri
oV
sib
t
lid
Alea
oláti
s
ad
Ace
l
u ra
Arm
d os
Está
Leit
az
da
na
e
me d
ta/
tica
nto ca
Tro
c ri
s
Es
Di ra
nâ L eitu
mic s
as Apena
Existe uma notação que está ligada à capacidade da memória, e está no for-
mato PxB, sendo que a variável P significa a quantidade de posições disponíveis para
usar na memória e B representa o número de bits que cada posição de memória
pode armazenar.
Para refletir:
33
unidade II Memórias
de dados
lida ou armazenada na memória no local endere-
(data bus)
çado conforme o barramento de endereço.
Esses barramentos terão informações que são compartilhadas por vários dis-
positivos e que têm origem e destino de diversas fontes, de forma que haverá necessi-
dade de controlar adequadamente o fluxo de informações por meio do barramento.
34
Memórias unidade II
Importante!
Dica de leitura:
35
unidade II Memórias
36
Memórias unidade II
Importante!
Conheça mais:
Atenção:
37
unidade II Memórias
so
Tempo de aces
-
ário para colo
Capacida
de Tempo necess
mazenados na
ue car os dados ar
e de bits q
Quantidad esse processo é
r. saída. Ou seja,
armazena
é capaz de ciclo de leitura.
conhecido como
Conheça mais:
Volátil
Não volátil
e foram
As informações qu não são per-
As informações
o perdidas no
armazenadas sã que a memória
didas, mesmo
que a memória
momento em entação.
esteja sem alim
gizada.
deixa de ser ener
38
Memórias unidade II
ss Memory)
RAM (Random Acce
pode
O acesso a qualquer posição da memória é direto e a operação
ser de escrita ou leitura dos dados.
Importante!
Outras mídias:
39
unidade II Memórias
Memory)
ROM – (Read Only
modo,
Ela é previamente gravada e entregue para o usuário final, desse
entes em
o usuário deve disponibilizar uma tabela com as informações pertin
na pastilha do
cada uma das posições da memória para que seja gravada
sido concluído,
dispositivo. Após o procedimento de gravação da pastilha ter
ações ficam
não há como fazer qualquer tipo de alteração, ou seja, as inform
permanentemente gravadas.
de códi-
O uso dessa solução é recomendado para o armazenamento
o um pro-
gos de programas e informações que não serão alterados, visand
duto que é produzido em série.
ory)
able Read Only Mem
PROM (Programm
o possa
Com a característica de ser programável, faz com que o usuári
processo de
realizar a programação diretamente, no entanto, ao término do
fazer qualquer
gravação, o conteúdo se torna permanente e não se pode
é construída
tipo de alteração. Esse processo é obtido porque a memória
destrua
com circuito bipolar, que permite que o processo de programação
lógico do bit;
as ligações existentes no circuito do disposto, alterando o nível
tensão que é
o processo é realizado por meio da aplicação de um valor de
especificado pelo fabricante e está na folha de dados.
o fabri-
É devido a esse processo que o dispositivo pode ser gravado,
so de ater-
cante especifica a tensão de entrada, os bits de controle e o proces
aos tempos de
ramento da saída de dados. Também é necessário obedecer
.
gravação mínimos para que seja possível realizar a programação
40
Memórias unidade II
Memory)
Progra mmable Read Only
EPROM (Erasable
mento é
A gravação é realizada eletricamente, mas o processo de apaga
ultravioleta;
realizado por meio da exposição da pastilha semicondutora à luz
janela de acrí-
isso é possível porque o dispositivo é encapsulado com uma
apagamento
lico transparente posicionada sobre a pastilha. O processo de
de 10 a 45
é dependente da intensidade da luz incidente, assim, pode levar
minutos.
ria é o
Após o processo, o estado de todas as informações da memó
nível lógico 1.
Importante!
41
unidade II Memórias
Memory)
Erasable Progra mmable Read Only
EEPROM (Electrically
e.
Memória apenas de leitura programável e apagável eletricament
o para
Este dispositivo apresenta a característica de usar um sinal elétric
do, esse tipo
realizar o processo de apagamento da memória; como resulta
ramação
de memória permite que a programação, o apagamento e a reprog
, não há neces-
sejam realizados no próprio circuito no qual está sendo usada
sidade de retirar a placa para apagar e regravar.
apaga-
Podemos também escolher quais posições de memória serão
apaga toda a
das, o que é impossível no processo com a luz ultravioleta que
muito inferior
memória. Finalmente, o tempo do processo de apagamento é
que uma EPROM.
É importante que você saiba que as memórias podem ser associadas em série
ou em paralelo, com o objetivo de aumentar a capacidade de armazenamento do
sistema que foi projetado. Assim:
42
Memórias unidade II
Dica de leitura:
Outras mídias:
43
unidade II Memórias
Dica de leitura:
Atenção:
Conheça mais:
Aprendemos que:
44
Memórias unidade II
Referências da unidade II
TOCCI, R. J.; WIDMER, N. S.; MOSS, G. L. Sistemas digitais: princípios e aplicações. 12.
ed. São Paulo: Pearson, 2019.
45
Comunicação serial e paralela unidade III
Endereços
Meio pelo qual o processor
identifica e interage com o
dispositivo periférico; o acesso é
dado pelo seu endereço.
Informação útil, que deve
ser trocada da origem Contém os sinais que vão
com o destino. direcionar a transferência
dos dados, sinalizar algum
Barramentos erro ou outras funções que
são pertinentes ao controle.
Dados Controle
47
unidade III Comunicação serial e paralela
INTERFACE
Importante!
48
Comunicação serial e paralela unidade III
Dica de vídeo:
Assim, basta uma linha de transmissão para ligar a origem e o destino a fim de
formar o caminho de envio da informação (Tx), outra linha para a recepção (Rx) e a
alimentação. Para ficar mais claro, atente-se à Figura 3.3.
49
unidade III Comunicação serial e paralela
Porta USB
Dica de vídeo:
3.1.1 Características
50
Comunicação serial e paralela unidade III
Figura 3.5 – Registrador de deslocamento de 4 bits com entrada paralela e saída serial
51
unidade III Comunicação serial e paralela
COMUNICAÇÃO
Síncrona Assíncrona
52
Comunicação serial e paralela unidade III
53
unidade III Comunicação serial e paralela
Para refletir:
10011101
100111011
Devemos observar que os sinais start bit, bit de paridade e os stop bits são ele-
mentos necessários para a efetiva transmissão, mas não carregam informação útil
para o dispositivo receptor.
54
Comunicação serial e paralela unidade III
Para refletir:
Pode acontecer que em uma transmissão ocorra o envio de dois bits erra-
dos? Como fica o processo de detecção pelo bit de paridade?
Conheça mais:
55
unidade III Comunicação serial e paralela
O envio do sinal de clock pode ser também transmitido junto com a informa-
ção. Porém, para ordenar e estabelecer as quantidades de bits a serem transmitidas
de maneira otimizada, foram criados códigos ou protocolos específicos que regram
o envio dos bits.
56
Comunicação serial e paralela unidade III
57
unidade III Comunicação serial e paralela
Conheça mais:
Outras mídias:
58
Comunicação serial e paralela unidade III
Importante!
3.2.1 Características
Diversos dispositivos podem ser encontrados com porta paralela para ser
conectados ao computador, como CD-ROM, DVDs, impressoras, scanner.
59
unidade III Comunicação serial e paralela
Importante!
60
Comunicação serial e paralela unidade III
llel Port)
SPP (Standard Para
l, por
Possui a transmissão dos bits de dados de maneira unidireciona
comunica com
meio do barramento de dados (8 bits) quando essa interface
4 bits por vez.
a CPU, porém, para transmissão entre o periférico são usados
A taxa de transmissão é da ordem de 150 Kbytes/segundo.
llel Port)
EPP (Enhanced Para
ento
O modo EPP é bidirecional, comunica-se com a CPU com o barram
por vez. Neste
de dados de 32 bits, porém com o periférico usa apenas 8 bits
caso, a taxa de transmissão chega a 2 Mbytes/segundo.
bilities Port)
ECP (Enhanced Capa
EPP,
Para o ECP podemos considerar os mesmos parâmetros do modo
necessidade
exceto pelo uso DMA (acesso direto à memória), assim não há
a transfe-
de usar o processador para transferência dos dados, além disso,
rência é realizada a 16 bits.
61
unidade III Comunicação serial e paralela
A diferença entre EPP e ECP é que o ECP utiliza DMA (acesso direto à
memória).
Conheça mais:
Atenção:
Com a leitura da seção 12.6 do capítulo 12, do livro “Sistemas digitais: fun-
damentos e aplicações” (FLOYD, 2007), você entenderá o funcionamento e
as vantagens do uso da transferência DMA.
62
Comunicação serial e paralela unidade III
Dica de leitura:
Porta serial
63
unidade III Comunicação serial e paralela
Vimos que a porta paralela é um dos meios no qual podemos interligar com-
putadores com dispositivos como impressoras, scanners, computadores, câmeras e
luzes, ou seja, o computador acessa a porta paralela e pode controlar uma variedade
de dispositivos físicos.
Clements (1997) comenta que esses dispositivos, que podem ser equipamen-
tos ou soluções implementadas pelo usuário, têm níveis analógicos de saída. Por
exemplo, existem transdutores de pressão cujo sinal elétrico resultante da conver-
são pode variar de 0 a 10V ou de 4 a 20 mA. Por este motivo, é importante aprender-
mos a usar os sinais de uma porta paralela, de modo que os sinais de sensores ou
comandos específicos sejam corretamente inseridos no computador, evitando um
dano irreparável ao processador.
64
Comunicação serial e paralela unidade III
65
unidade III Comunicação serial e paralela
Outras mídias:
66
Comunicação serial e paralela unidade III
Outras mídias:
Conheça mais:
Aprendemos que:
67
unidade III Comunicação serial e paralela
HW-SERVER. Parallel port - LPT (IEEE 1284). 2007. Disponível em: <[Link]
com/parallel-port-lpt-ieee-1284>. Acesso em: 01/06/2019.
SILVA, Suedêmio de Lima et al. Utilização da porta paralela (LPT) para a realiza-
ção de ensaios de cinemática assistidos por microcomputador. Campina Grande:
Cobenge, 2005. Disponível em <[Link] Acesso em: 20/08/2019.
TOCCI, R. J.; WIDMER, N. S.; MOSS, G. L. Sistemas digitais: princípios e aplicações. 12.
ed. São Paulo: Pearson, 2019.
VAHID, Frank. Sistemas digitais: projeto, otimização e HDLs. Porto Alegre: Bookman,
2008.
68
Conversões Analógica-Digital (A/D) e Digital-Analógica (D/A) unidade IV
unidade IV 4 Comando
Tabela
4
4 Conversões Analógica-Digital
(A/D) e Digital-Analógica (D/A)
69
unidade IV Conversões Analógica-Digital (A/D) e Digital-Analógica (D/A)
70
Conversões Analógica-Digital (A/D) e Digital-Analógica (D/A) unidade IV
Podemos identificar uma grande variedade desses sensores que capturam a tempe-
ratura, posição, velocidade, pressão, tensão, intensidade luminosa etc., e como saída
fornecem corrente, tensão ou resistência. Assim, esse dado analógico de natureza
elétrica, proporcional à grandeza física inicial, pode ser convertido em uma forma
digital por meio dos conversores A/D.
Outras mídias:
71
unidade IV Conversões Analógica-Digital (A/D) e Digital-Analógica (D/A)
4.1.1 Princípios
Uma onda senoidal qualquer precisa ter seus valores amostrados para ser digi-
talizada. Os dados contínuos serão convertidos em discretos. O processo é formado
pela etapa de amostragem do sinal e retenção do valor (Sample and Hold – S/H). A
Figura 4.3 mostra uma onda senoidal sobreposta à onda de resposta do processo
de S/H.
Atenção:
72
Conversões Analógica-Digital (A/D) e Digital-Analógica (D/A) unidade IV
O processador, que, neste caso, é mais conhecido como DSP (Digital Signal
Processor), é o responsável pelas tarefas que podem ser desenvolvidas no processa-
mento digital, que inclui: controle do sinal, acerto de valores para a correção de erros
ocorridos na transmissão, redução de interferências ou ruídos, entre outras.
73
unidade IV Conversões Analógica-Digital (A/D) e Digital-Analógica (D/A)
Importante!
Assim, o nível de quantização é determinante para obter uma saída digital que
represente de maneira fiel a forma de onda original. No exemplo dado na Figura 4.4
foram usados apenas quatro níveis de quantização. Podemos observar em todos os
pontos (em vermelho) que, apesar dos valores diferentes, todos foram codificados
em binário pelo valor 01, e os triângulos (em roxo), por 11.
Dica de leitura:
74
Conversões Analógica-Digital (A/D) e Digital-Analógica (D/A) unidade IV
O contador sempre inicia a contagem por meio do bit de controle “start” e incre-
menta o seu valor de saída a cada ciclo de clock. A Figura 4.6 mostra o esquema do
conversor.
75
unidade IV Conversões Analógica-Digital (A/D) e Digital-Analógica (D/A)
A saída do comparador será 1 caso o valor de referência Vref for menor que
Vanalógico; no momento em que o valor de Vref for maior que Vanalógico, a saída vai
para 0 e o circuito de controle que gera o sinal clk do contador também passa a ser
0. O contador interrompe a contagem e teremos uma forma de onda de Vref, como
na Figura 4.7.
76
Conversões Analógica-Digital (A/D) e Digital-Analógica (D/A) unidade IV
Figura 4.8 – Conversor flash com quatro níveis de entrada e dois bits de saída
Tensão (Vanalógico) D1 D0
De 0 até Vref/4 0 0
Acima de 3Vref/4 1 1
77
unidade IV Conversões Analógica-Digital (A/D) e Digital-Analógica (D/A)
Vin C
+ - CLK
R
SW -V
-0V A1 - ALTO >C
A2 Resete do
+ R
Contador
-VREF
n
Lógica de Latches
controle EN
D 7 D6 D5 D4 D3 D2 D1 D0
78
Conversões Analógica-Digital (A/D) e Digital-Analógica (D/A) unidade IV
Boa rejeição a
> tempo de Multímetros de
Rampa dupla ruído;
conversão. bancada.
Opera código BCD.
Usa um conversor
Aproximação Tempo de conver- Aquisição de
D/A, implementa-
sucessiva são pequeno. sinais.
ção + difícil.
79
unidade IV Conversões Analógica-Digital (A/D) e Digital-Analógica (D/A)
Dica de leitura:
Conheça mais:
Outras mídias:
4.2.1 Princípios
Assim como vimos que um amplificador operacional pode ser usado no desen-
volvimento de um conversor A/D, este componente também é amplamente usado
para o projeto do conversor D/A. Podemos avaliar o resultado de um projeto que visa
80
Conversões Analógica-Digital (A/D) e Digital-Analógica (D/A) unidade IV
Resolução Linearidade
Características de
Tempo de
desempenho Precisão
ajuste
Monotonicidade
Conheça mais:
81
unidade IV Conversões Analógica-Digital (A/D) e Digital-Analógica (D/A)
Como vimos, o conversor D/A possui como entrada determinado código biná-
rio que é convertido em uma grandeza elétrica (tensão ou corrente) proporcional a
esse código binário. Cada conjunto de bits será associado a único valor de tensão ou
corrente na saída. Agora serão mostrados dois tipos básicos de conversores D/A.
saídaanalógica = K entradadigital
Para refletir:
Solução:
10100 24+22= 20, como temos que a saída é 10V, podemos aplicar a fór-
mula saídaanalógica= K entradadigital
10=K 20
Portanto K = 0,5V
11101 24+23+22+20 = 29
82
Conversões Analógica-Digital (A/D) e Digital-Analógica (D/A) unidade IV
83
unidade IV Conversões Analógica-Digital (A/D) e Digital-Analógica (D/A)
Atenção:
Dica de vídeo:
Este tipo de conversor D/A possui a característica de ter somente dois valores
de resistores no projeto (R e 2R), desde modo, podemos eliminar a grande variação
de componentes que está contida no conversor D/A com entrada ponderada em
binário. A configuração do conversor D/A com rede R/2R está na Figura 4.13.
84
Conversões Analógica-Digital (A/D) e Digital-Analógica (D/A) unidade IV
Por exemplo, para uma entrada de código 1010 e Vin = 5V, então:
Dica de leitura:
Conheça mais:
Outras mídias:
85
unidade IV Conversões Analógica-Digital (A/D) e Digital-Analógica (D/A)
Aprendemos que:
Referências da unidade IV
TOCCI, R. J.; WIDMER, N. S.; MOSS, G. L. Sistemas digitais: princípios e aplicações. 12.
ed. São Paulo: Pearson, 2019.
VAHID, Frank. Sistemas digitais: projeto, otimização e HDLs. Porto Alegre: Bookman,
2008.
86