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5l40e - 5l50e

O documento descreve os principais motivos da perda da marcha ré e problemas com a embreagem do conversor de torque em transmissões 5L40E/5L50E, incluindo desgaste nas válvulas e alojamentos que causam vazamentos e queda na pressão, e aeração excessiva do fluido que retorna ao cárter. Ele fornece instruções para testes de diagnóstico, como teste de ar comprimido e tomadas de pressão, para identificar a origem dos problemas.

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O documento descreve os principais motivos da perda da marcha ré e problemas com a embreagem do conversor de torque em transmissões 5L40E/5L50E, incluindo desgaste nas válvulas e alojamentos que causam vazamentos e queda na pressão, e aeração excessiva do fluido que retorna ao cárter. Ele fornece instruções para testes de diagnóstico, como teste de ar comprimido e tomadas de pressão, para identificar a origem dos problemas.

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Transmissão 5L40E/5L50E

Em 21/06/2016 , Comments

MOTIVOS DA PERDA DA RÉ E PROBLEMAS COM A EMBREAGEM DO CONVERSOR DE TORQUE

A foto da figura 1 mostra o corpo de válvulas de uma transmissão 5L40E sendo testado em uma máquina
de teste de corpos de válvulas. A pressão utilizada aqui é menor que a aplicada em trabalho normal, mas
podemos ver claramente os inúmeros vazamentos que brotam dos diversos alojamentos das válvulas. Na
verdade, sob pressão de operação normal, estes vazamentos se tornam um spray pressurizado. Existem
vários pontos de escoamento nos corpos de válvulas modernos, e mesmo, na melhor das circunstâncias,
este fluido pulverizado captura e carrega uma quantidade significativa de ar em seu caminho de volta
para o cárter. Este fenômeno é esperado até certo ponto e os filtros e reservatórios são projetados para
lidar com uma certa quantidade de aeração.

À medida que as válvulas e alojamentos começam a se desgastar e permitir vazamentos, o caminho mais
fácil para o vazamento é pelo escoamento. Duas coisas acontecem como resultado deste vazamento
causado pelo desgaste. Primeiro, o vazamento causa queda da pressão de controle. As válvulas e outros
componentes não se movem e nem aplicam ou respondem de acordo com o projetado. Em segundo
lugar, a quantidade de fluido escoado e assim uma maior quantidade de ar entra no reservatório. A
quantidade de aeração pode facilmente ultrapassar a capacidade do cárter de dissipar o ar antes que a
bomba capte o fluido armazenado novamente. A capacidade de fluido reduzida do cárter da transmissão
5L40E a torna especialmente vulnerável a este problema.

A tabela abaixo identifica as reclamações de perda da Ré e de problemas com a embreagem do


conversor de torque associados tanto à perda de pressão de controle como à aeração do fluido de
retorno devidos ao desgaste. As ilustrações e notas seguem uma ordem de diagnóstico, começando com
inspeção no veículo, na desmontagem, inspeção na bancada e terminando com a preparação para o
dinamômetro ou teste no próprio veículo.

Com o cárter removido e a válvula manual na posição “RÉ”, aplique de 30 a 40 psi de ar comprimido
regulado na tomada principal da pressão de linha. Este teste é conhecido como teste de ar comprimido.
A tomada está localizada entre o tubo do cárter e as linhas do trocador de calor. Um corpo de válvulas
em bom estado mostrará perdas mínimas de fluido nos três locais indicados pela figura 2.

Perda da Ré à Baixa Pressão

É comum que o filtro do solenóide quebre como resultado da interferência com a válvula. Os fragmentos
do filtro migram para o alojamento da válvula de bloqueio da ré e causam o travamento dela,
inutilizando a ré.
Perda da Ré à Alta Pressão

Vazamentos cruzados no circuito do sinal do TCC podem travar parcialmente as válvulas de bloqueio da
Ré e acionadora do TCC. Os vazamentos cruzados podem ocorrer na superfície da bomba, solenóide do
TCC, alojamento da válvula reguladora do TCC, superfície do corpo de válvulas empenada ou válvula de
bloqueio da Ré empenada. Quando a pressão do circuito de sinal do TCC alcança de 5 a 7 psi, a válvula
de bloqueio já deve ter se movido o suficiente para bloquear a Ré. Quando a pressão estiver em 10 a 12
psi a válvula de controle do TCC e válvula de acionamento deverão estar posicionadas para restringir o
fluxo de liberação de fluido do conversor de torque.

Um solenóide usado poderá ser modificado para se tornar uma ferramenta de teste, ou outro
dispositivo, para testar a galeria do corpo de válvulas. Se for utilizado um solenóide, remova a bobina e
as duas telas, e tampe a ponta que apresentava o filtro quebrado. Se preferir fazer uma ferramenta
caseira, faça um furo passante que termina na válvula do TCC e tampe a extremidade externa com uma
tampa removível. Esta ferramenta pode ser usada em uma transmissão funcionando, portanto o tampão
removível permite a você verificar o aumento de pressão.

Utilizando a ferramenta de teste em um câmbio na bancada, aplique ar comprimido a baixa pressão na


extremidade externa. O fluxo de ar deverá sair somente na válvula reguladora do TCC e para dentro do
circuito do sinal do TCC.

Durante o teste de ar, as válvulas de acionamento do TCC (localizada na bomba) e de bloqueio do TCC
deverão se movimentar e nenhum vazamento deverá ser observado no alojamento da válvula
reguladora do TCC. Se a válvula de bloqueio do TCC não se movimentar, partículas do filtro poderão estar
causando seu travamento.

Se a ferramenta for utilizada durante um teste de ré do veículo, pode-se isolar a causa entre a bomba e o
corpo de válvulas. Instale sua galeria de teste, com o tampão removível inserido no alojamento. Se a Ré
permanecer aplicada na alta pressão, o solenóide do TCC original possui vazamento cruzado. Se a Ré for
perdida, a unidade do corpo de válvulas possui vazamento cruzado e os circuitos deverão sofrer teste de
ar comprimido através da ferramenta, para identificar a causa.

Testes dos Circuitos da Carcaça

Os circuitos da carcaça mostrados na figura 4 podem ser testados com ar comprimido para identificar
vazamentos cruzados da bomba. Quando são pressurizados a uma pressão de 50 a 70 psi as válvulas
deverão se movimentar, mas nenhum vazamento deverá ser observado em qualquer local. Se houver
vazamento, existe algum alojamento desgastado ou empenamento da bomba, que poderá originar
problemas no TCC e pressão das embreagens.

Inspeção do Alojamento do Corpo de Válvulas


A figura 5 identifica as válvulas que foram isoladas previamente e que são passíveis de apresentarem
problemas. Uma vez que o corpo tenha sido limpo completamente, estas áreas podem ser testadas com
vácuo ou o alojamento pode ser inspecionado quanto a vazamentos. As válvulas por si próprias
dificilmente apresentam marcas de desgaste. O desgaste do alojamento pode ser detectado, mas para
isto se requer uma inspeção bem minuciosa. Com uma estação de teste de vácuo calibrada e folga
correta entre a válvula e seu alojamento, estes circuitos devem reter no mínimo 18 polegadas de vácuo.

Inspeção da Bomba

Uma vez que a unidade tenha sido desmontada, inspecione o alojamento da válvula de acionamento do
TCC e alojamento da válvula reguladora de pressão (veja figura 6). Desgaste no alojamento da válvula
reguladora de pressão causa instabilidade de deslizamento, danos à bomba e ao rotor, pressão muito
alta e problemas com o TCC. Desgaste no alojamento da válvula do TCC causa superaquecimento do
conversor e altas taxas de patinação.

Tomadas de Pressão na Carcaça do Conversor

Se você se deparar com problemas repetitivos, ou desejar verificar a qualidade e controle do solenóide
do TCC, verificar as pressões no circuito do TCC, pelas tomadas localizadas na carcaça do conversor, pode
ser um teste produtivo (veja figura 7). A tomada de pressão destes circuitos identifica a quantidade de
pressão dentro do circuito de aplicação do TCC e sinal de fluido.

Ao realizar estes testes, utilize as precauções para a furação da carcaça. “Meça duas vezes e fure só uma”
pode ser um bom conselho. O material a ser retirado é mínimo, mas suficiente para acessar as portas
com um conector apropriado, conforme mostra a figura.

Artigo extraído e traduzido da Revista “Sonnax News”

Autor: Bob Warnke

Consultoria Brasilautomático

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