Produtos e Soluções em Alumínio
Índice
1 Comportamento Estrutural
2 Gráficos de desempenho
3 Perfis
4 Componentes / Acessórios
5 Detalhes construtivos
6 Projetos orientativos
7 Testes - Falcão Bauer
JAN / 2003
Comportamento estrutural
Produtos e Soluções em Alumínio
Desempenho ideal de caixilhos em edificações - NBR - 10821:2000
- Resistência a cargas uniformemente distribuídas
ISOPLETAS DA VELOCIDADE
Norma NBR 6487 BÁSICA DOS VENTOS
( em metros por segundo )
- Localização da edificação em relação
às regiões eólicas 35
30
( ver figura 1 )
REGIÃO III
RR
AP REGIÃO II
35
REGIÃO II PA
30 MA CE
RN
AM REGIÃO I PB
PI PE
AC TO AL
RO SE
MT BA
30 DF
ENSAIO : REGIÃO II GO
35
Características do edifício MG
REGIÃO III
02 pavimentos = 10 metros 40 MS
45 30
SP ES
Para que esse processo de escolha REGIÃO V
venha a ocorrer de forma correta e que 50 RJ
PR 35
a resistência de cargas uniformes (ventos)
não seja comprometida consideramos que : SC 40
45 REGIÃO IV
RS
Vk = V0 . S 1 . S 2 . S3
50
Figura 1
Onde :
V k = Velocidade característica do vento, em metros / segundo;
V 0 = Velocidade básica do vento em m/s, dadas pelas isopletas ( Figura 1 );
S 1 = Fator topográfico de correção ( tabela A );
S 2 = Fator de correção que considera a influência da rugosidade do terreno das
dimensões da edificação e de sua altura sobre o terreno ( tabela B )
S 3 = Fator probabilístico, de valor igual a 0,88 ( constante )
Tabela A
Topografia S1
Vales profundos, protegidos de todos os ventos 0,9
Encostas e cristas de morros em que ocorra aceleração do vento 1,1
Vales com efeito de afunilamento
Todos os casos, exceto os acima citados 1,0
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Comportamento estrutural
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Tabela B - Fator de correção
Rugosidade do terreno, dimensões de edificação e altura acima do terreno
CATEGORIA
Altura acima Terreno com Terreno com
do terreno Terreno Terreno aberto muitas obstruções
aberto sem com poucas obstruções grandes e
H(m) pequenas
( pequenas cidades,
obstruções obstruções subúrbios de (centro de grandes
grandes cidades ) cidades )
3 0,83 0,72 0,64 0,56
5 0,88 0,79 0,70 0,60
10 1,00 0,93 0,78 0,67
15 1,03 1,00 0,88 0,74
20 1,06 1,03 0,95 0,79
30 1,09 1,07 1,01 0,90
40 1,12 1,10 1,05 0,97
50 1,14 1,12 1,08 1,02
60 1,15 1,14 1,10 1,05
80 1,18 1,17 1,13 1,10
100 1,20 1,19 1,16 1,13
120 1,22 1,21 1,18 1,15
140 1,24 1,22 1,20 1,17
160 1,25 1,24 1,21 1,19
180 1,26 1,25 1,23 1,20
200 1,27 1,26 1,24 1,22
( Vk ) 2
q=
1,6
onde : q = pressão de obstrução, em Pascais
p = q x ( Ce - Ci ) onde :
onde : p = pressão de ensaio, em Pascais
(Ce - Ci) = coeficiente aerodinâmico que leva em conta a posição do caixilho
e as dimensões da edificação
Dados fornecidos pelo calculista da construtora
Valor para condições mais desfavoráveis = 1,5
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Comportamento estrutural
Produtos e Solu??es em Alum?nio
Requisitos da edificação
1.0 - Dados da edificação : 5.0 - Pressão de sucção ( Ps )
Localização : Região central - São Paulo - SP P e = 1092 n/m ² ( pressão de ensaio )
Altura : 40 metros / 12 pavimentos Ps = Pe . 0,8 ( pressão de sucção )
Região dos ventos : III = 40 mts/s Ps = 874 n/m ² ou 89 kgf/m²
6.0 - Pressão de estanqueidade a água (Peq)
2.0 - Cálculo de velocidade do vento
Pp = ( Pressão de projeto ) 728,4 n/m ²
Peq = Pp . 0,15 ( pressão de estanqueidade )
Velocidade inicial
Peq = 728,4 . 0,15 = 109 n/m ² ou 11 kgf/m²
V0 = 40 m / s
S1 = 1,0 ( fator topográfico )
S2 = 0,97 ( rugosidade do terreno / altura da edificação )
S3 = 0,88 ( fator probabilístico )
7.0 - Comportamento Estrutural
Velocidade característica
V k = V0 . S1 . S 2. S 3
V k = 40 . 1,0 . 0,97 . 0,88
V k = 34,14 m / s ou 122,9 Km/hr
3.0 - Pressão de obstrução ao vento 3.00
( Vk ) 2
q=
1,6
( 34,14 ) 2
q=
1,6
q= 728,4 n/m ² ou 74,13 kgf/m²
1000
4.0 - Pressão de ensaio
P e = q . ( Ce . Ci ) Trecho Fachada - Cortina
P e = 728,4 . 1,5 Esforço uniformemente distribuído
2
P e = 1.092 n/m ² ou 111 Kgf /m
L
Esquema Multi-apoiado
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Comportamento estrutural
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8.0 - Dados necessários a análise estrutural
A = 100 cm ( distância eixo horizontal )
L = 300 cm ( distância entre apoios )
S m = 3.00 m2 ( área da secção )
P e = 111 Kgf / m 2 ( pressão de ensaio )
Q = Pe . Sm = 333 kgs ( Carga total incidente sobre a secção )
E = 700.000 cm2 ( módulo de elasticidade do alumínio )
s max = 7 kg / mm ( tensão admissível do alumínio liga 6060-T5 )
a= 24 . 10 -6 ( L / º C - Coeficiente de expansão linear )
9.0 - Cálculo da flecha máxima admissível (d adm )
d adm = L
< 20 mm
175
d adm = 300 cm
175
d adm = 1,71 cm ou 17,1 mm < 20 mm
10.0 - Momento de inércia mínimo (Jx mínimo)
2 . Q . L3
J=
369 . E . d adm
2 . 333 . 3003
J=
369 . 700.000 . 1,71
J = 40,7111 cm 4
- Momento de inércia total mínimo admissível do perfil da esquadria ensaiada
11.0 - Módulo de resistência mínimo ( Wx mínimo )
Q.L
W=
10 .s
333 . 300
W=
10 . 750
W = 13,3200 cm 3
12.0 - Cálculo da expansão linear ( L )
= 100 cm ( distância eixo horizontal )
= 3000 mm ( comprimento inicial da barra )
= 0º 45º C ( Intervalo da variação térmica )
L= L .
L = 3,24 mm
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Comportamento estrutural
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14.0 - Cálculo da flecha máxima ( d) no perfil : FA-200
d adm = 1,71 cm ou 17,1 mm
2 . Q . L3
d FA-200 =
369 . E . J
2 . 333 . 300 3
d SI-3518A / SI-3539 =
369 . 700.000 . Jx FA-200
d adm = 1,10 cm ou 11 mm < 2,00 cm
15.0 - Tensão normal no perfil : FA-200
12.1 - Valor de carregamento ( r )
r= q . A
r = 74,13 . 10 -6 . 1000
r = 0,000074 . 1000
r = 0,07413 Kg / mm
12.2 - Momento fletor ( M f )
r . L 0,07413 . 3000
Mf = =
8 8
M f = 27,798 Kg / mm 2
12.3 - Tensão normal ( s)
s = Mf
Wx
s= Wx FA-200 =
27.798
14.3797
s= 1,93 Kg/mm < 7,00 Kg / mm 2
CONCLUSÃO
Pelos resultados obtidos tanto dos valores de tensão ( s) como da flecha ( )d
conclui-se que, o perfil FA-200 sob o ponto de vista estrutural
corresponde ao desempenho destinado para este fim, abrangendo as dimensões
de ensaio de 1,00 m x 3,00 m.
JAN / 2003
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