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Importância da Auditoria Contábil

O documento discute os fundamentos e a história da auditoria. A auditoria surgiu para fornecer informações aos administradores sobre as operações da empresa e garantir que as demonstrações contábeis reflitam fielmente a situação financeira da empresa. A auditoria ganhou importância após a Grande Depressão para verificar as demonstrações contábeis das empresas de capital aberto. A auditoria interna também surgiu para fornecer controles internos adicionais.

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Importância da Auditoria Contábil

O documento discute os fundamentos e a história da auditoria. A auditoria surgiu para fornecer informações aos administradores sobre as operações da empresa e garantir que as demonstrações contábeis reflitam fielmente a situação financeira da empresa. A auditoria ganhou importância após a Grande Depressão para verificar as demonstrações contábeis das empresas de capital aberto. A auditoria interna também surgiu para fornecer controles internos adicionais.

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Disciplina: Auditoria

Profª. Jamille Araújo

AUDITORIA: Fundamentos

Vivemos o momento das auditorias, momento este definido pela necessidade demais
controle e planejamento. As mudanças econômicas, culturais e sociais que atravessam o Brasil,
pedem uma mudança no perfil de país reconhecidamente pouco auditado. A oferta de serviços de
Auditoria hoje é bastante diversificada, inclui desde o tradicional serviço de certificação das
demonstrações contábeis fundamentado num profundo conhecimento dos negócios do cliente e os
riscos aos quais está sujeito, passando por serviços direcionados para empresas de médio e pequeno
porte até serviços de auditoria ambiental.
Sendo assim, toda empresa, visando resguardar e salvaguardar seus interesses, constitui, por
política, a área de Auditoria que tem por finalidade fornecer aos administradores, em todos os
níveis, informações que os auxiliem a controlar as operações e atividades pelas quais são
responsáveis. Para tanto, o trabalho da Auditoria contábil, que tem como escopo determinar se as
demonstrações contábeis da empresa representam adequadamente sua situação financeira, os
resultados de suas operações e seus fluxos de caixa, de acordo com os princípios de contabilidade
geralmente aceitas.
Surge uma questão: Qual a importância da Auditoria Contábil para a Empresa? A auditoria
contábil tem a sua importância bem acentuada porque ela determina se todas as receitas, custos e
despesas atribuídos a um certo período estão devidamente comprovados e contabilizados, cuidando
de avaliar os procedimentos contábeis e verificando a sua autenticidade, a fim de promover a
eficiência e a eficácia da organização, evitando irregularidades, fraudes e desvios financeiros.

Histórico
A palavra Auditoria tem sua origem no latim, vem de "Audire", que significa ouvir. Segundo
Aurélio Buarque de Holanda, auditoria significa:
1. Cargo de auditor.
2. Lugar ou repartição onde o auditor exerce as suas funções.
3. Exame analítico e pericial que segue o desenvolvimento das operações contábeis, desde o início
até o balanço; auditagem.

É difícil precisar quando começa a história da auditoria, pois toda a pessoa que possuía a
função de verificar a legitimidade dos fatos econômico-financeiros, prestando contas a um superior,
pode ser considerada como auditor.
Os imperadores romanos nomeavam altos funcionários que eram encarregados de
supervisionar as operações financeiras de seus administradores provinciais e lhes prestar contas
verbalmente. Na França, no século III, os barões tinham que realizar leitura pública das contas de
seus domínios, na presença de funcionários designados pela Coroa. Na Inglaterra, por ato do
Parlamento, o rei Eduardo I dava direito aos barões de nomear seus propostos. Ele próprio mandou
verificar as contas do testamento de sua falecida esposa. A aprovação desses auditores é atestada em
um documento que constitui um dos primeiros relatórios de auditoria, denominado "probatur sobre
as contas". No Brasil colonial,tínhamos a figura do juiz colonial, o olho do rei, que era destacado
pela Coroa portuguesa para verificar o correto recolhimento dos tributos para o Tesouro, reprimindo
e punindo fraudes. O que podemos notar, em todos esses casos, é que a preocupação desses
dirigentes era com a fraude.
A Inglaterra, como dominadora dos mares e controladora do comércio mundial, foi quem
mais desenvolveu a auditoria, pois possuía grandes companhias de comércio e instituía impostos
sobre o lucro dessas empresas. Mas o grande salto da auditoria ocorreu após a crise econômica
americana de 1929. No início dos anos 30, é criado o famoso Comitê May, um grupo de trabalho
instituído com a finalidade de estabelecer regras para as empresas que tivessem suas ações cotadas
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em bolsa, tornando obrigatória a Auditoria Contábil Independente nos demonstrativos contábeis


dessas empresas.
Esses auditores independentes no desenrolar de suas atividades, necessitavam ter acesso a
informações e documentos que levassem ao conhecimento mais profundo e análises das diferentes
contas e transações. Para tanto, foram designados funcionários da própria empresa.
Estava lançada a semente da Auditoria Interna, pois os mesmos, com o decorrer do tempo, foram
aprendendo e dominando as técnicas de Auditoria e utilizando-as em trabalhos solicitados pela
própria administração da empresa.
Após a fundação do The Institute of Internal Auditors, em New York, a auditoria interna passou a
ser vista de maneira diferente. De um corpo de funcionários de linha, quase sempre subordinados a
contabilidade, pouco a pouco, passaram a ter um enfoque de controle administrativo, cujo objetivo
era avaliar a eficácia e a efetividade da aplicação dos controles internos. O seu campo de ação
funcional, foi estendido para todas as áreas da empresa, e, para garantir sua total independência,
passou a ter subordinação direta à alta administração da organização.

Conceituações de Auditoria
A Contabilidade tem o controle do que acontece na empresa e a Auditoria determina a
confiabilidade dos dados contábeis, isto é, a Auditoria analisa e verifica se tudo o que foi lançado na
Contabilidade está de acordo com o que realmente acontece na Empresa, além de verificar se tudo
está dentro das leis.
Um planejamento para ser eficaz precisa avaliar as conseqüências esperadas de diversas
alternativas e escolher a alternativa que melhor se ajuste aos propósitos da empresa. Um importante
requisito para que o planejamento se concretize, é um bem desenvolvido sistema de informações.
A auditoria, compreende as seguintes macroetapas; planejamento, obtenção e análise de
evidências, preparação e divulgação de relatórios. Os auditores são responsáveis não só perante a
administração da organização a que prestam serviços, mas também perante muitos usuários das
atividades dessa organização. Esses usuários manifestam sua fé no auditor, individualmente, assim
como na profissão de auditor. Suas atitudes devem conduzir-se de modo a justificar essa confiança.
A auditora contábil atualmente é mais uniforme entre as nações, conseqüência do processo
de harmonização que teve início na década de 70. As normas Internacionais de Auditoria – NIAs,
resultado desse processo, são desenvolvidos e emitidas pelo Comitê Internacional de Práticas de
auditoria – CIPA, comitê permanente do Conselho da Federação Internacional de Contadores –
IFAC. Para o CIPA, a emissão de normas de procedimentos de auditoria internacionais melhoram o
grau de uniformidade das práticas de auditoria e serviços correlatos em todo o mundo (IFAC, 2002).

Objetivos da Auditoria
A Auditoria tem como objetivo principal o controle de todo o patrimônio administrativo da
empresa e, surge como uma especialização do Curso de Ciências Contábeis onde, através de uma
fiscalização rigorosa observa se todos as demonstrações contábeis, registros, documentos, fichas,
arquivos e anotações comprovam a veracidade dos registros e a legitimidade dos atos dos interesses
patrimoniais. Além disso, tem também como função, verificar ainda, os fatos e atos ligados ao
patrimônio, ainda que carentes de registros, identificáveis por outros fatos e através de testemunhas.
Portanto, a Auditoria tem como meta fazer com que a empresa cumpra as obrigações fiscais,
resguardando o patrimônio contra multas e autuações fiscais, resguardando créditos de terceiros
contra possíveis fraudes e dilapidação do patrimônio evitando sua destruição física e econômica,
permitindo a cobertura financeira.
Cabe à auditoria, representar os interesses de pessoas interessadas nas]Demonstrações
Contábeis e nos resultados da empresa: investidores, credores, governos, funcionários e outros;
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todos segundo seus interesses e funções, precisam confiar na fidelidade e exatidão dos documentos
contábeis.
O auditor opina, portanto, se as demonstrações contábeis representam ou não os resultados
das operações da empresa. Tomando por base o produto do trabalho do contador, revisa e analisa se
as demonstrações são completas, exatas e se estão adequadamente apresentadas.
O auditor deve estar perfeitamente a par das práticas de contabilidade e de elaboração das
demonstrações contábeis dos tipos de operações, do significado das classificações nas
demonstrações, assim como das diferentes alternativas apresentadas pelos fenômenos
demonstrados. Deve ser um contador bastante competente a fim de poder ler as demonstrações
contábeis com suficiente compreensão e habilidade, para analisá-las nas diversas afirmações que
contêm. E, assim decidir quais procedimentos deve tomar, emitindo, logo em seguida, um parecer
sobre o material examinado.
Enfim, a Auditoria possibilita um melhor controle dos bens, direitos e obrigações que
constituem o patrimônio da empresa. Contribui para a redução de ineficiência, negligência,
incapacidade e improbidade de empregados e administradores.
Segundo a IFAC, o planejamento da auditoria varia de acordo com o porte da entidade, a
complexidade do trabalho e o conhecimento acumulado que o auditor tem da entidade e do ramo de
negócio em que ela atua e cumpre os seguintes objetivos:
• Ajuda a garantir que o auditor concentre os seus esforços em áreas
importantes da auditoria;
• A identificar problemas em potencial;
• A completar rapidamente o trabalho;
• A distribuir e coordenar o trabalho entre os assistentes e outros auditores
especialistas.

O Auditor
Na auditoria contábil, o auditor leva em consideração as leis e regulamentos relacionados
com a forma/conteúdo das demonstrações quanto aqueles dispositivos legais direcionados para a
condução dos negócios da entidade, principalmente nos casos em que esta é fortemente
regulamentada, como é o caso de bancos, companhias energéticas etc.
O auditor, acima de tudo, deve conhecer a entidade auditada para avaliar os fatores que
podem conduzir a distorções significativas nas demonstrações contábeis. Nesse processo de
conhecimento o auditor normalmente busca informações sobre fatores econômicos gerais, sobre o
setor em que a entidade atua e sobre as principais características da própria entidade.
Para a IFAC (2002), o auditor deve reconhecer, no planejamento, na execução de
procedimentos de auditoria e na avaliação e divulgação de seus resultados, que descumprimento de
leis e regulamentos por parte da entidade pode afetar relevantemente as demonstrações contábeis.
Ao avaliar os efeitos sobre as demonstrações contábeis decorrentes de descumprimento de leis e
regulamentos, o auditor considera:
(1) as conseqüências financeiras em potencial, como, por exemplo, multas, possibilidade de
desapropriação de ativos, paralisação das operações etc.
(2) se as conseqüências financeiras em potencial exigem divulgação nas demonstrações contábeis e
(3) se essas conseqüências são tão sérias que questionam a apresentação adequada dada pelas
demonstrações contábeis.
As normas usuais indicam que o auditor deve ter a capacidade para explicação das normas,
procedimentos e técnicas na execução das auditorias; capacidade na área de princípios e técnicas
contábeis quando trabalhem com registros e relatórios financeiros; conhecimento dos princípios de
administração, para reconhecer e avaliar a relevância e a significação dos eventuais desvios em
relação às boas práticas empresariais; conhecimento dos fundamentos de contabilidade, economia,
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direito comercial, impostos, finanças, métodos quantitativos, e sistemas de processamento


eletrônico de dados.
O auditor tem uma grande responsabilidade também sobre o lançamento dos impostos.
Deve, conhecer bem as leis, e estar sempre atualizado. Deve estar à par dos lançamentos de Imposto
sobre a Renda, Imposto sobre Circulação de Mercadorias, Imposto sobre Produtos Industrializados,
Imposto sobre Operações de Crédito, Imposto Único sobre Minerais, Imposto sobre Serviços, sem
contar os recolhimentos compulsórios acerca de outras especialidades e assim por diante.
Atualmente, com toda a sistematização das empresa, o auditor deve conhecer também o
processamento eletrônico de dados. Deve ter conhecimento técnico suficiente na área de
processamento de dados para que possa manusear os aplicativos operacionais, os equipamentos de
computação e seus periféricos.
O processamento eletrônico de dados é parte presente, e cada vez em maior escala, da
organização, fazendo com que mais setores, áreas e atividades sejam por ele auxiliadas e
controladas.
Partindo desse pressuposto aquele auditor convencional deve se especializar, fazer cursos
que antes não estavam incluídos no currículo de seu curso. A administração da empresa necessita de
que alguém lhes diga que as informações recebidas dos computadores são confiáveis e obtidas de
acordo com critérios adequados, planejados de forma econômica e salvo guardados os direitos da
própria empresa.
Trocando em miúdos, o parecer do auditor independente é obrigatório nas demonstrações
anuais das instituições financeiras e das companhias de capital aberto. Na sua análise, o auditor
deve avaliar se as informações do balanço refletem a situação patrimonial e financeira da empresa e
se os critérios adotados seguem os princípios básicos de contabilidade. Caso haja alguma
divergência, os auditores devem incluir no parecer parágrafo de ênfase, ressalvas ou, em casos
extremos, declarar sua abstenção. Segundo as normas contábeis, os parágrafos de ênfase devem
destacar situações em que o auditor independente tenha detectado certo grau de incerteza.

O trabalho do auditor
Em seu exame, o auditor, por um lado, utiliza os critérios e procedimentos que lhe traduzem
provas que assegurem a efetividade dos valores propostos nas demonstrações contábeis e, por outro
lado, cerca-se dos procedimentos que lhe permitem assegurar a inexistência de valores ou fatos não
constantes das demonstrações contábeis que sejam necessários para seu bom entendimento.
Os procedimentos aplicados no exame das demonstrações contábeis são aqueles que, a juízo
do auditor, permitem uma conclusão quanto à razoabilidade das operações e aos seus reflexos nas
demonstrações contábeis. Os procedimentos aplicados em uma auditoria e a extensão de sua
aplicação. São determinados pelo julgamento do auditor que deve considerar a natureza e os
problemas da empresa e observar a qualidade e eficiência de seus procedimentos contábeis e seus
controles internos.
Os procedimentos de auditoria são selecionados e aplicados em conformidade com as
normas usuais de auditoria que exigem que o exame de auditoria seja executado com o devido
cuidado profissional por pessoas com capacidade técnica, competência e independência ético-
profissional, que o exame de auditoria seja planejado e supervisionado convenientemente,
incluindo-se o estudo e avaliação dos controles internos, conclusivos quanto aos elementos
comprobatórios suficientes e adequados que permitam a formulação da opinião do auditor sobre as
demonstrações contábeis em exame.

Ética Profissional
O trabalho do auditor apóia-se nos aspectos considerados fundamentais:
• Confidencialidade.
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• Independência.
• Relevância e Relatividade

Confidencialidade
Em face das irrestritas informações a que tem acesso durante a execução do seu trabalho, o auditor
deve manter confidencialidade sobre os fatos e conhecimentos obtidos e não pode em hipótese
alguma:
• divulgar fatos;
• utilizar-se destas informações em seu próprio benefício ou de terceiros.

Independência
É a condição primordial dos trabalhos de auditoria, apresentando-se sobre dois aspectos:
a) O auditor não deve expressar sua opinião sobre as demonstrações contábeis
quando:
• Tem interesse considerável na companhia auditada;
• Tem interesse de aquisição da companhia auditada;
• Tem relações de parentesco com pessoas comprometidas na aquisição da companhia auditada;
• Tem vínculo familiar com pessoas-chave na companhia auditada; e
Teve em um período imediatamente anterior, relação de trabalho na empresa
auditada em cargo incompatível com a função.
b) O auditor será culpado em ato de descrédito, quando:
• Deixar de expressar um fato importante que conheça, não exposto nas demonstrações contábeis,
mas cuja exposição seja indispensável;
• Deixar de informar acerca de uma exposição errônea importante que conheça;
• For culpado de negligência importante em seu exame ou relatório;
• Não reunir evidência suficientes para justificar a expressão de sua opinião; e
• Não relatar qualquer desvio importante, ou não expor qualquer omissão
• importante dos princípios de contabilidade geralmente aceitos.

O auditor pode ser responsabilizado pela não descoberta de fraude significativa em
conseqüência da negligência na execução das normas usuais de auditoria, ou em conseqüência de
não tê-las aplicado convenientemente. Se o auditor tivesse que assumir a responsabilidade de
descobrir fraudes e irregularidades em um exame normal da as demonstrações contábeis, a extensão
de seu trabalho será de tal custo que se tornaria impraticável para as empresas. A existência de um
adequado controle interno propicia às empresas uma proteção menos onerosa e mais eficaz. Com
base nos controles internos existentes nas empresas é que o auditor determina a extensão de seu
exame e os procedimentos a serem aplicados.
Dentro das limitações de seu objetivo, o auditor deve estar atento à possibilidade de
irregularidades, além de desenvolver o seu senso profissional para os objetivos paralelos à auditoria,
de grande valia para a companhia auditada.
O auditor deve estar alerta para todas as áreas de operações da companhia auditada,
formulando sugestões de melhorias para fortalecimento dos controles internos ou para aumento da
rentabilidade ou de redução de custos. Deve estar atento para as oportunidades de planejamento
fiscal ou de possíveis economias de impostos através do desenvolvimento de conhecimento da
legislação fiscal. Estando alerta também para quaisquer outros assuntos que mereçam atenção da
companhia auditada.

Relevância e Relatividade
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Para a tomada de decisão, o auditor leva em consideração a avaliação do controle, a


execução dos testes de procedimentos e a conclusão obtida até então, para determinação dos
trabalhos a serem posteriormente executados. Quando o auditor define a extensão de seu teste, sua
decisão está em função do controle interno e do objetivo que quer atingir, o que o leva a determinar
qual o risco envolvido em seu trabalho, que pode ser medido em termos de relevância ou de
relatividade.

a) Relevância - É aquele item de maior importância de um fato ou de um elemento em relação ao


objetivo do exame, às demonstrações contábeis ou ao parecer do auditor.
b) Relatividade - É o item de maior ou menor risco que se pode incorrer em face da deficiência ou
imaterialidade em relação ao objetivo do exame, às demonstrações contábeis ou ao parecer do
auditor.

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