V2019.03.
01
GAME
VERIFICAR RESTRIÇÕES DE USO CONSTANTES NA LISTA DE AGROTÓXICOS DO PARANÁ
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob nº 01613
COMPOSIÇÃO:
(RS)-1-[2,5-dichloro-4-(1,1,2,3,3,3-hexafluoropropoxy)phenyl]-3-(2,6-difluorobenzoyl)urea
(LUFENUROM)..................................................................................50,0 g/L (5,00% m/v)
Outros ingredientes.....................................................................1073,5 g/L (107,35% m/v)
GRUPO 15 INSETICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida e Acaricida
GRUPO QUÍMICO: Benzoiluréia
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável - EC
TITULAR DO REGISTRO (*):
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Av. Maeda s/n°, Prédio Comercial - Térreo - Distrito Industrial - CEP: 14500-000 - Ituverava/SP
Tel: (19) 3794-5600 - CNPJ: 02.974.733/0001-52.
Cadastro estadual: CDA/SAA/SP sob nº 1050
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO.
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
LUFENURON TÉCNICO UPL – Registro nº 01711
Jiangsu Flag Chemical Industry Co., Ltd.
Changfenghe Road, Nanjing Chemical Industrial Park, Nanjing, 210047 - China
FORMULADOR:
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Avenida Maeda, s/nº - Distrito Industrial - CEP: 14500-000 – Ituverava/SP
CNPJ: 02.974.733/0003-14 - Registrado no órgão estadual CDA/SAA/SP sob nº 1049
Lanxess Indústria de Poliuretanos e Lubrificantes Ltda.
Av. Brasil, nº 5333 - CEP: 13505-600 - Rio Claro/SP
CNPJ: 68.392.844/0001-69. Registrado no órgão estadual sob nº 235 - CDA/SAA/SP
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Antônio Carlos Guillaumon, nº 25 - Distrito Industrial III - CEP: 38001-970 - Uberaba/MG
CNPJ: 04.136.367/0005-11. Registrado no órgão estadual sob nº 701-2530/2006 - IMA/MG
Iharabras S.A. Indústrias Químicas
Avenida Liberdade, nº 1701, Bairro Cajuru do Sul - CEP: 18087-170 – Sorocaba/SP - CNPJ:
61.142.550/0001-30 - Registro no órgão estadual sob nº 08 - CDA/SAA/SP
Adama Brasil S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 – Londrina/PR - CNPJ:
02.290.510/0001-76 - Registro no órgão estadual SEAB/PR sob nº 003263
Adama Brasil S/A
Av. Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000 – Taquari/RS - CNPJ: 02.290.510/0004-19 Registro
no órgão estadual SEAPA/RS sob nº 1047/99
Nortox S.A.
Rodovia Melo Peixoto (BR 369), Km 197 - CEP: 86700-970 – Arapongas/PR - CNPJ:
75.263.400/0001-99 - Registro no órgão estadual nº SEAB/PR nº 000466
Nortox S.A.
Rod. BR 163, Km 116, Parque Industrial Vetorasso - CEP: 78740-275 – Rondonópolis/MT - CNPJ:
75.263.400/0011-60 - Registro no órgão estadual INDEA/MT sob nº 183/06.
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Prentiss Química Ltda.
Rod. PR 423 s/n km 24,5 - Campo do Meio - CEP: 83603-000 - Campo Largo/PR
CNPJ: 00.729.422/0001-00 - Registrado no órgão estadual sob nº 002669 - SEAB/PR
Servatis S.A.
Rodovia Presidente Dutra, Km 300,5 - Parque Embaixador - CEP: 27537-000 - Resende/RJ CNPJ:
06.697.008/0001-35 - Registrado no órgão estadual sob nº 15 – SAPE/DAS/CDSV/RJ
Sipcam Nichino Brasil S.A.
Rua Igarapava, nº 599, Distrito Industrial III, CEP: 38044-755 – Uberaba/MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79. Registrado no órgão estadual sob nº 2972 - IMA/MG
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Av. Roberto Simonsem, 1459 - Recanto dos Pássaros - CEP: 13140-000 – Paulínia/SP - CNPJ:
03.855.423/0001-81 - Registrado no órgão estadual CDA/SAA/SP sob nº 477
AGM Argentina S.A.
Parque Industrial de Pilar - Parcela 3 - CP B1630CFA Pilar, Província de Buenos Aires - Argentina
Jiangsu Flag Chemical Industry Co., Ltd.
Changfenghe Road, Nanjing Chemical Industrial Park, Nanjing, 210047 - China
Sulphur Mills Limited
M.I.D.C. Plot no. 8, Turbhe Naka, Thane Belapur Road, New Bombay - 400613, Dist: Thane, State -
Maharashtra - India
Sulphur Mills Limited
Plot nº 1904, A-18/18, G.I.D.C. Panoli Industrial Area, Dist. Bharuch, Ankleshwar, Gujarat - India
Sulphur Mills Limited
Plot nº 1905/1928/29/30, G.I.D.C. Panoli, Dist. - Bharuch, Ankleshwar, Gujarat - India
Nº do Lote ou Partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA
E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do
Decreto Nº 7.212, de 15 de Junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CLASSE II – ALTAMENTE TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III –
PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
GAME é recomendado para o controle das pragas nas culturas relacionadas a seguir:
Praga Dose Volume de Calda
Número, Época e Intervalo de
Cultura Nome Comum Produto Terrestre Aérea
Aplicação
(Nome Científico) Comercial (L/ha) (L/ha)
Iniciar a pulverização no início da
Curuquerê infestação. Fazer avaliações
Algodão (Alabama 150 a 200 mL/ha 100 a 300 20 a 50 periódicas do nível populacional
argillacea) das pragas. Fazer 2 aplicações
por ciclo.
Iniciar a pulverização no início da
Traça-da-batatinha infestação da praga. Reaplicar
Batata (Phthorimaea 600 a 800 mL/ha 300 a 600 20 a 50 após 14 dias fazendo rotação
operculella) com outros ingredientes ativos.
Fazer 2 aplicações por ciclo.
Iniciar a pulverização no início
Minadora-das- das brotações, quando estiverem
folhas 25 mL/100 L 1000 a com 3 a 5 cm de comprimento, e
Citros 20 a 50
(Phyllocnistis d’água 2000 também quando há a detecção
citrella) das primeiras posturas ou larvas.
Fazer 2 aplicações por ciclo.
Iniciar as pulverizações no início
Lagarta-militar da infestação quando as lagartas
Milho (Spodoptera 300 mL/ha 100 a 300 20 a 50 recém eclodidas iniciarem a
frugiperda) raspagem das folhas. Fazer 2
aplicações por ciclo.
Iniciar as pulverizações no início
da infestação após a eclosão dos
Lagarta-da-soja
ovos com as lagartas no 1º ou 2º
Soja (Anticarsia 150 mL/ha 100 a 300 20 a 50
ínstar de desenvolvimento.
gemmatalis)
Reaplicar se necessário após 14
dias. Fazer 2 aplicações por ciclo.
As pulverizações devem ser
iniciadas no início do
florescimento, antes que a praga
Broca-pequena-do- penetre no interior dos frutos. O
fruto produto deve ser aplicado a cada
(Neoleucinodes 7 a 10 dias conforme as
elegantalis) condições da planta e de clima,
propícias ao desenvolvimento da
praga, obedecendo-se o intervalo
80 mL/100 L
Tomate 400 a 1000 20 a 50 de carência.
d’água
Iniciar as pulverizações nos
primeiros sinais da praga e
repetir a cada 7 a 10 dias
conforme as condições da planta
Traça-do-tomateiro
e de clima, propícias ao
(Tuta absoluta)
desenvolvimento da praga,
obedecendo-se o intervalo de
carência. Fazer no máximo 3
aplicações por ciclo.
Iniciar a pulverização no início da
Lagarta-do-trigo infestação da praga, repetindo se
Trigo 100 mL/ha 100 a 300 20 a 50
(Pseudaletia sequax) necessária após 14 dias. Fazer 2
aplicações por ciclo.
Obs.: Pelo seu mecanismo de ação sobre os insetos, GAME não possui efeito de choque sobre as
pragas mencionadas, e sua plena eficiência começa a manifestar-se entre 3-5 dias após a
pulverização. Apesar de eficiente contra as lagartas em qualquer fase de seu desenvolvimento,
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deve-se iniciar as pulverizações, quando os insetos estão ainda na fase de ovo ou no 1º ou 2º ínstar
de desenvolvimento, quando ainda não causa prejuízos as culturas e, portanto, não precisam ser
eliminadas rapidamente.
MODO DE APLICAÇÃO:
Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de
arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque ou cônico vazio, visando
à produção de gotas finas ou médias, para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho
adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme
recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa
uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. A altura da barra e o
espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na
planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação
fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de
aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um
Engenheiro Agrônomo.
Via aérea: A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de
um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho
de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se
respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam
minimizadas.
PREPARO DE CALDA:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador
estejam devidamente limpos. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água
utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-
se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Feito isso,
deve-se completar o volume do tanque com água quando faltar 3-5 minutos para o início da
pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada. A agitação no tanque do pulverizador deverá
ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Ao final da
atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURA DIAS
Algodão 28
Batata 14
Citros 28
Milho 35
Soja 35
Tomate 10
Trigo 14
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo
24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
O uso do produto está restrito aos indicados no rótulo e bula.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS)
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INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS E DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e
medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de
semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, controle biológico, manejo de irrigação e outros,
visam o melhor equilíbrio do sistema.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
GRUPO 15 INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um
problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à
resistência.
O inseticida GAME pertence ao Grupo 15 (Inibidores da biossíntese de quitina, tipo 0, Lepidóptera) e
o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de
desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do GAME como uma ferramenta útil de manejo de pragas
agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a
evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismos de ação distinto do Grupo 15. Sempre rotacionar com
produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
- Usar GAME ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de
aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias;
- Aplicações sucessivas de GAME podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo
de aplicações” exceda o período de uma geração da praga-alvo;
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso
específico do GAME, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo
químico dos benzoiluréia não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de
aplicações recomendadas na bula;
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do GAME ou outros produtos do Grupo 15
quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a
serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação
de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e
apropriado;
- Utilizar as recomendações de dose e de modalidade de aplicação de acordo com a bula do
produto;
(U)UPL
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- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados
para o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(www.agricultura.gov.br).
MINISTÉRIO DA SAÚDE - AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as instruções descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
botas de borracha; avental impermeável; máscara provida de filtros adequados; óculos de
segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Não aplique o produto contra o vento, se utilizar distribuidor costal.
• Se utilizar trator ou avião, aplique o produto contra o vento, de modo a evitar que o aplicador
entre na névoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
botas de borracha; máscara provida de filtros adequados; óculos de segurança com proteção
lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as
roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilize a embalagem vazia.
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• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de
algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite
a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite
que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão
neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis.
- INTOXICAÇÕES POR LUFENUROM -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Lufenurom..........................................Benzoiluréia
Grupo químico:
Outros: Dipropilenoglicol dibenzoato + emulsificantes
Classe toxicológica: Classe II – Altamente tóxico
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Em rato, Lufenurom foi parcialmente absorvido no trato gastrointestinal e
armazenado no tecido adiposo. A taxa de absorção através da pele foi de
5%. A eliminação foi lenta através das fezes. Somente uma quantidade
menor que 0,5% do Lufenurom foi metabolizado. Foram encontrados
Toxicocinética:
resíduos da substância teste em tecido adiposo e no leite. Em estudos
realizados com animais expostos a doses repetidas, foi observada uma
depleção dos resíduos presentes no tecido adiposo com meia-vida de 16
horas, depois de cessada a administração da substância teste.
Os mecanismos de toxicidade do Lufenurom em humanos não são
Mecanismos de
completamente conhecidos. Nos insetos atua inibindo a síntese de quitina,
Toxicidade:
que o ser humano não possui.
Exposição aguda: há poucos relatos em humanos. Em animais observou-
se:
Sinais e sintomas
Dérmica Sensibilização da pele
Ocular Irritação leve transitória
Inalatória Tosse, dispnéia
Oral Náuseas, vômitos
Sintomas e sinais
clínicos: Alterações hepáticas, confusão e alteração de
Sistêmica
eletrólitos.
Efeitos crônicos: em animais causou efeitos sobre o sistema nervoso
central (convulsões tônico-clônicas), perda de peso, moderado enfisema,
alterações do metabolismo proteico, hepáticas e tireoideas. Não houve
evidências de efeitos carcinogênicos, endócrinos, na reprodução ou sobre o
desenvolvimento.
Dipropilenoglicol dibenzoato: provocou efeitos sobre o desenvolvimento
em animais.
Outros
Emulsificante: tem propriedades irritativas do trato gastrointestinal,
Componentes
ocular, dérmico e respiratório. A exposição repetida induz reações alérgicas
(asma, dermatite alérgica e eczema).
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro
clínico compatível.
Diagnóstico:
•Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação
aguda, trate o paciente imediatamente.
Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção
das vias respiratórias, de aspiração, tratamento sintomático e de suporte.
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Exposição Oral:
- Diluição: Imediatamente diluir com (120-240) ml de água ou leite (não
exceder 120 ml em crianças) (pelo emulsificante).
- Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.
1. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto
(até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e
decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2. Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias
ou alteração de consciência em pacientes não-intubados, corrosivos e
hidrocarbonetos, risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
- Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a
absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 h).
1. Dose: suspensão (240 ml de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g
em adulto, 25 a 50 g em crianças de (1-12)a e 1 g/kg em < 1 ano.
- Não provocar vômito.
- Endoscopia: considere em casos de irritação gastrointestinal ou
esofágica para avaliar a extensão do dano e guiar a lavagem gástrica.
- Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias
aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se
necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão
e arritmias. Uso de ventilação assistida se requerido. Monitorar oxigenação
(oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc. Manter internação por no
mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
- Fluidos intravenosos e monitorização laboratorial.
Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos
sintomas.
Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto a irritação,
bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie
Exposição
na ventilação.
Inalatória
Trate broncoespasmos com β2-agonistas via inalatória
e corticosteróides via oral ou parenteral.
Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de
Exposição água ou salina 0,9%, à temperatura ambiente, por
Ocular pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem,
encaminhar o paciente para o especialista.
Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta
Exposição
com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente
Dérmica
para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
- EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto;
usar equipamento de reanimação manual (Ambú).
- Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e
inalatório com o produto.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração
Contraindicações:
pulmonar.
Efeitos sinérgicos: Não relatados em humanos.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso
e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informações e Assistência Toxicológica
ATENÇÃO:
RENACIAT-ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informações de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-701-0450 – (19) 3794-5600
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos Agudos: (PF)
DL50 oral em ratos (fêmeas): > 300 mg/kg
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DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/kg
Irritação dérmica: Não irritante.
Irritação ocular: Altamente irritante.
Sensibilização cutânea: Não sensibilizante.
Efeitos crônicos:
Lufenurom: não causou efeitos sobre a reprodução, sobre o desenvolvimento ou apresentou
potencial mutagênico nos estudos realizados com animais de laboratório. No estudo combinado
crônico e de carcinogenicidade realizado por 2 anos com ratos, foram observadas convulsões e
lesões histopatológicas relacionadas com alteração de gordura no fígado. Os animais expostos a
doses elevadas (>20 mg pc/dia), durante semanas consecutivas, apresentaram convulsões. Nestas
doses mais elevadas, o Lufenurom acumulou nos tecidos adiposos mais rapidamente do que foi
metabolizado ou eliminado, devido a ocorrência de uma saturação do tecido adiposo o nível de
Lufenurom aumentou no sistema animal. A saturação completa do sistema animal causou os efeitos
convulsivos, que diminuíram consideravelmente quando a exposição foi cessada. Conclui-se que a
convulsão foi um evento secundário a bioacumulação de Lufenurom no tecido adiposo.
Dipropilenoglicol dibenzoato: provocou incremento no número de costelas cervicais e ossificação
incompleta de vértebras e esterno (NOAEL = 250 mg/kg/d)
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
X PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público
e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos
de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produto tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
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- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E
COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A, pelo telefone de Emergência 0800- 701-0450 -
(19) 3794-5600.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio
de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado
não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, pelo telefone indicado
acima, para que seja feito o recolhimento pela mesma. Lave o local com grande quantidade de
água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a
favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI`s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o
seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
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Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo
de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
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EMBALAGEM FLEXÍVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o
qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo
de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido
nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA – NÃO CONTAMINADA
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
(U)UPL
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- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis).