PPRA Drogaria - 09 - 2019
PPRA Drogaria - 09 - 2019
FILIAL 09
CNPJ: 05.241.596/0014-50
JULHO/2019
Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, 911 - Eldorado - Diadema - São Paulo
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PPRA
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais 25/07/2019
DROGARIA NOVA DM - FILIAL 09
ÍNDICE
Controle de Revisões.......................................................................................................................... 3
Encaminhamentos e Orientações.......................................................................................................... 4
Identificação da empresa.................................................................................................................... 5
Introdução........................................................................................................................................ 5
Metodologia...................................................................................................................................... 5
Objetivos.......................................................................................................................................... 5
Estrutura do PPRA NR-9 – item 9.2....................................................................................................... 5
Desenvolvimento do PPRA NR-9 – item 9.3............................................................................................ 7
Manutenção do PPRA NR-9 – subitem 9.3.7........................................................................................... 9
Das responsabilidades NR-9 – item 9.4................................................................................................. 9
Treinamento...................................................................................................................................... 10
Análise Global do PPRA NR-9 – subitem 9.2.1.1...................................................................................... 11
Integração........................................................................................................................................ 11
Apresentação.................................................................................................................................... 13
Metodologia de avaliação dos riscos ambientais...................................................................................... 13
Critérios para avaliação qualitativa dos Riscos Ambientais....................................................................... 13
Avaliação quantitativa dos níveis de ruído............................................................................................. 14
SETORES AVALIADOS
ANEXOS
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CONTROLE DE REVISÕES
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DROGARIA NOVA DM - FILIAL 09
Prezado Senhor,
É muito importante sua leitura, compreensão e divulgação dos dados nele contidos que deverá ser
acompanhada do “ciente” de todos os funcionários e que tais Riscos sejam eliminados ou neutralizados na
sua fonte geradora, através de ações preventivas e corretivas, evitando que no futuro não venham
ocasionar Acidentes ou Doenças Profissionais aos seus empregados ou prestadores de serviço.
Enfatizamos a necessidade por parte do Gestor do Programa responsável pela operacionalização do PPRA
para o preenchimento e cumprimento ao Cronograma - Anexo - “Planejamento das Ações”, como forma
de evidenciar aos órgãos fiscalizadores, funcionários e sindicatos, a efetiva implantação do Programa,
sendo de total responsabilidade da direção da empresaviabilizar recursos para implementação das
recomendações sugeridas.
Finalmente, não podemos deixar de considerar o que determina o item 9.1.3 da NR-9: “O PPRA é parte
integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação da saúde e da
integridade dos trabalhadores, devendo estar articulado com o disposto nas demais NR, em especial com
o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO previsto na NR-7.” (grifo nosso).
Informações e esclarecimentos de dúvidas poderão ser obtidos com o Setor Técnico da Labormed através
dos telefones (13) 3226-6113, (13) 3226-6114, (13) 97413.1518 ou via e-mail:
[email protected].
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PPRA
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DROGARIA NOVA DM - FILIAL 09
Identificação
Empresa
DROGARIA NOVA DM - FILIAL 09
Endereço Complemento CNPJ
Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, 911 05.241.596/0014-50
CEP Cidade Bairro UF
09972-260 Diadema Eldorado SP
CNAE Grau de Risco Descrição CNAE
4771-7/01 2 Comércio varejista de produtos farmacêuticos, sem manipulação de fórmulas
INTRODUÇÃO
É intenção da empresa estar em conformidade com todas as Normas Regulamentadoras - NR, bem como
à prevenção de danos ou doenças ocupacionais assim como a proteção do meio-ambiente e dos recursos
naturais, comprometendo-se a somar esforços principalmente para zelar pelo bem-estar de seus
funcionários, garantindo as condições adequadas nos locais de trabalho, observando-se os mais elevados
padrões.
O Documento Base tem o objetivo de sumariar o conjunto das principais etapas relativas ao
gerenciamento dos riscos ambientais que possam afetar a saúde e a integridade física dos trabalhadores,
bem como apresentar e documentar o conteúdo do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA,
em seu âmbito geral.
METODOLOGIA
Este programa abrange os riscos aos quais os trabalhadores da empresa estarão expostos ao desenvolver
suas atividades, e tem por objetivo fornecer parâmetros administrativos, legais e técnicos considerando
a preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores através da antecipação, reconhecimento,
avaliação e consequente controle dos riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente
de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.
Busca atender de forma plena a NR-9 e a NR-32, da Portaria nº 3.214 de 8/6/78 do Ministério do
Trabalho, eliminando ou minimizando os riscos dos ambientes de trabalho gerados pelas atividades
produtivas da empresa, buscando sempre a melhoria contínua.
OBJETIVOS
Eliminar ou minimizar a exposição a agentes de risco a níveis compatíveis com os limites de tolerância
previstos na NR-15 da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho ou com os níveis da ACGIH (American
Conference of Governmental Industrial Hygienists). Além disso, manter permanentemente a equipe bem
preparada para realizar as atividades propostas, seguindo os procedimentos aplicáveis e exigidos, para
assim evitar acidentes e danos à saúde do trabalhador.
As metas que fazem parte desta vigência do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais da
empresa são:
Requisitos Legais
A concepção do PPRA atende as exigências da NR-09 relativas à avaliação e controle de fatores de riscos
ambientais de natureza química, física ou biológica.
Para avaliar a aceitabilidade da exposição a agentes ambientais e respectivos riscos à saúde, os critérios
legais são os Limites de Tolerância constantes na NR-15 e seus anexos, e na ausência destes, os Limites
de Tolerância (TLV's / TWA's / STEL / Ceiling) estabelecidos pela ACGIH (American Conference of
Governmental Industrial Hygienists), ou aqueles que venham a ser estabelecidos em negociação coletiva
de trabalho, desde que mais rigorosos do que os critérios técnico-legais estabelecidos.
De acordo com a NR-09, NR-15 e limites da ACGIH, são considerados riscos inaceitáveis aqueles cujas
exposições ultrapassarem os limites de exposição ocupacional estabelecidos. Entretanto, ações devem
ser tomadas quando a exposição estimada ultrapassar o Nível de Ação que, segundo a NR-09, para
agentes químicos corresponde à metade do limite de exposição ocupacionale para o ruído, a dose de 0,5
(zero vírgula cinco), ou seja, dose superior a 50% (cinquenta por cento).
Segundo o critério legal podem ser considerados aceitáveis riscos relacionados a exposições acima dos
limites permitidos quando os trabalhadores utilizarem proteção individual adequada, com garantia de
manutenção e comprovação de eficácia e eficiência de uso dos mesmos.
Os critérios legais serão utilizados para que a empresa adote medidas para garantir uma qualidade
adequada dos ambientes de trabalho.
• Periodicamente será realizada inspeções nos ambientes laborais para constatação de novas
instalações, mudanças de layout e identificação de novos riscos.
• As medidas de controle, antes de implantadas, deverão ser analisadas por profissional com
treinamentos relativos ao Programa.
• A divulgação dos resultados das avaliações será realizada pela empresa em conjunto com um a
CIPA ou seu designado.
• A metodologia das avaliações segue o que determina asNR-15 e NR-9, da Portaria nº 3.214/78 e
NHO (Normas de Higiene Ocupacional) da Fundacentro (Fundação Jorge Duprat Figueiredo de
Segurança e Medicina do Trabalho).
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Forma de Registro, Manutenção e Divulgação dos Dados
Toda a documentação relativa ao PPRA estará arquivada de forma impressa e em meio magnético.
Serão divulgados e deverão estar sempre acessíveis aos membros da CIPA, aos funcionários ou seus
representantes e aos órgãos de fiscalização.
Periodicidade e Forma de Avaliação do Desenvolvimento do PPRA
A análise global do desenvolvimento do PPRA será feita sempre que ocorrer alterações nas instalações e
processos de trabalho e, pelo menos uma vez ao ano,para a realização dos ajustes que se fizerem
necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades.
Após definição das medidas a serem implementadas os gestores do programa devem elaborar o
cronograma de ação com a indicação dos prazos para o controle das situações de riscos encontradas no
reconhecimento / caracterização e a metodologia para a execução das mesmas.
A análise da eficácia e as correções das metas e prioridades serão realizadas, considerando as avaliações
do ambiente de trabalho, os dados coletados com os trabalhadores e a verificação de possíveis alterações
nas instalações e processo de trabalho. O cronograma de ação será alterado conforme as correções das
metas e prioridades estabelecidas,bem como o monitoramento da saúde dos trabalhadores através do
PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional).
DESENVOLVIMENTO DO PPRA “NR-9 - item 9.3”
O PPRA será desenvolvido utilizando as informações identificadas em inspeções realizadas nos locais de
trabalho e informações trazidas pelos empregados, CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes),
preposto(s) e gestor(es) da empresa.
A etapa "Antecipação dos Riscos" envolve a análise de projetos de novas instalações, novos métodos de
trabalho e novos processos de fabricação, visando a prevenção dos riscos que porventura venham a
existir.
O "Reconhecimento dos Riscos" é realizado para identificar os riscos existentes nas instalações e métodos
de processos atuais, visando priorizar as medidas de eliminação, minimização ou controle dos mesmos.
No "Reconhecimento dos Riscos", são identificados os riscos físicos, químicos e biológicos de cada
atividade do setor inspecionado, identificando o número de empregados expostos a cada agente
ambiental, sendo o tipo de avaliação realizada, o tipo de exposição, a frequência com que o mesmo se
expõe a estes riscos, os danos causados por estes agentes e as medidas de controle existentes e as
recomendadas.
O empregador, através do gestor do programa, deve assegurar que toda modificação ou desenvolvimento
de novo projeto implantado seja avaliado preliminarmente com relação aos riscos potencialmente
presentes.
Todos os produtos químicos adicionais que não foram identificados na antecipação e reconhecimento de
riscos ambientais e que são manuseados pelos colaboradores da empresa, deverão ser examinados
através de suas FISPQ's (Fichas de Informações de Segurança de Produtos Químicos), onde constarão
orientações técnicas e medidas preventivas relativas a estes produtos.
Para o desenvolvimento do programa, as avaliações e controle dos riscos ambientais serão executados
observando o potencial dos riscos identificados nas etapas de antecipação e reconhecimento, bem como
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na ocorrência de acidente do trabalho, na mudança de layout e/ou mudança de processo.
As metas serão definidas por ordem de prioridade e farão parte de cronograma de ação que compõe o
PPRA. Serão priorizadas as medidas de proteção coletiva, medidas de caráter administrativo ou
organização do trabalho e posteriormente o uso de proteção individual.
Avaliação dos Riscos e da Exposição dos Trabalhadores "subitem 9.3.1, alínea c"
Será realizada empregando-se as técnicas de Higiene Ocupacional com o objetivo de avaliar o potencial
de danos dos agentes ambientais presentes na empresa de acordo com sua intensidade, concentração e
tempo de exposição, sempre que for necessário comprovar a inexistência dos agentes identificados na
etapa de reconhecimento e levantar subsídios para o desenvolvimento do "Programa de Controle Médico
de Saúde Ocupacional - PCMSO".
Avaliação Qualitativa
Esta etapa antecede a avaliação quantitativa e consiste, basicamente, numa análise geral do ambiente de
trabalho para identificação dos possíveis riscos ocupacionais decorrentes dos processos ou métodos de
trabalho, identificação das funções, trabalhadores expostos, caracterização do tipo de atividade, tipo de
exposição, medidas de controle existentes e fontes geradoras. Desta forma, optou-se por fazer a
caracterização dos riscos (reconhecimento e avaliação qualitativa) por setor ou área de trabalho.
Quando inexistir limite de tolerância estabelecido pela NR 15 e/ou ACGIH para o agente identificado no
PPRA, a avaliação ocorrerá de forma qualitativa, assim sendo, o grau de prioridade para avaliação
quantitativa não se aplicará, sendo levadas em consideração apenas às medidas de controle para a
eliminação e/ou neutralização do risco
Avaliação Quantitativa
A Avaliação Quantitativa é realizada para cada tipo de agente encontrado, conforme normas técnicas
nacionais, sendo facultativo o uso de normas técnicas internacionais, desde que estas utilizem critérios
mais rigorosos que a brasileira. Determinação nas atividades que se desenvolvem com o objetivo de:
As medidas de controle necessárias e suficientes para a eliminação, minimização e/ou controle dos Riscos
Ambientais, são tomados sempre que são verificadas uma ou mais das seguintes situações:
• Quando na etapa "Avaliação Ambiental" obtiver-se resultados que excedam os "Níveis de Ação",
previstos na NR-15, ou nas Normas de Higiene Ocupacional (NHO) da Fundacentro, ou na ausência
destes, na ACGIH;
• Quando através de controle médico da saúde, ficar caracterizado "nexo causal" entre danos
observados na saúde dos trabalhadores e a situação de trabalho a que eles fiquem expostos.
As medidas de controle serão tomadas prioritariamente com o objetivo de eliminar os riscos através de
técnicas de engenharia ou de minimizar a geração de agentes prejudiciais à saúde.
Caso isto não seja tecnicamente viável, poderá ser adotado o uso de equipamentos de proteção individual
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com o objetivo de evitar, neutralizar ou reduzir a exposição dos trabalhadores.
Ocorrerá também quando, através de controle médico da saúde, ficar caracterizado "nexo causal" entre
danos observados na saúde dos colaboradores e a situação de trabalho a que eles fiquem expostos.
Toda a documentação relativa ao PPRA será arquivada de forma impressa e em meio magnético. Todos os
documentos serão mantidos arquivados por no mínimo 20 anos, constituindo-se no banco de dados com
o histórico administrativo e técnico do desenvolvimento do PPRA. Os dados estarão à disposição dos
empregados, seus representantes legais e órgãos competentes.
As informações sobre o PPRA serão fornecidas à CIPA e aos trabalhadores através de palestras e outros
meios de comunicação da empresa.
• Avaliado periodicamente pelo SESMT ou pelo Gestor para verificar o andamento dos trabalhos e o
cumprimento das metas estabelecidas no cronograma;
• Executar o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, bem como zelar pela sua eficiência;
• Estabelecer e implantar ações para correção dos problemas apontados nas avaliações ambientais,
inerentes as suas atividades;
• A empresa através das suas Diretorias e Gerências tem o compromisso de permitir e/ou
interromper as atividades de imediato em caso de ocorrências de possíveis riscos ambientais nos
locais de trabalho que venham a incidir em risco grave e iminente à saúde e integridade física dos
trabalhadores, conforme contemplado no subitem 9.6.3, da NR-9 - "Programa de Prevenção de
Riscos Ambientais" do Ministério do Trabalho;
Da Supervisão
• Executar os programas de segurança do trabalho, nas áreas de trabalho, fazendo cumprir normas,
regulamentos, instruções, etc., atuando junto aos seus subordinados e nas áreas físicas sob sua
responsabilidade;
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• Comunicar a Administração e registrar todos os acidentes ocorridos;
• Encaminhar o acidentado ao Serviço Médico credenciado pelo SUS ou particular, para os devidos
atendimentos. Elaborar e encaminhar a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT).
• Emitir parecer conclusivo sobre as causas dos acidentes e medidas aplicáveis para prevenir
ocorrências semelhantes;
• Manter registros de acidentes e todos os detalhes necessários aos estudos estatísticos e funcionais
de prevenção de acidentes;
• Informar aos empregados de maneira apropriada e suficiente sobre os riscos ambientais que
possam originar-se nos locais de trabalho e sobre os meios disponíveis para prevenir ou limitar tais
riscos e para proteger-se dos mesmos, assim como os resultados das avaliações realizadas nas áreas
sob sua responsabilidade.
Dos Empregados
• Informar ao seu supervisor as ocorrências que, a seu julgamento, possam implicar riscos à saúde
dos empregados.
TREINAMENTO
Todos os funcionários receberão treinamentos de forma a assegurar que estejam informados sobre os
materiais e equipamentos com os quais estão trabalhando;
O treinamento será ministrado pelo responsável do setor onde atuará ou por quem o Gestor do PPRA
designar.
Os treinamentos incluirão:
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• Ensinamentos quanto aos procedimentos seguros de trabalho, que protejam os funcionários
contra exposições aos riscos ambientais;
Será avaliada tecnicamente a eficácia das medidas adotadas tanto de caráter coletivo como
complementar ou emergencial (se houver) comparando seus resultados com o controle médico previsto
no PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) estabelecido através da NR-7.
INTEGRAÇÃO
Este documento é parte complementar de outros programas e ações na área de Segurança e Saúde do
Trabalho desenvolvidos na empresa, em particular o PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde
Ocupacional), previsto na NR-7.
Quando detectada alguma exposição à saúde dos empregados, o Médico do Trabalho Coordenador do
PCMSO deverá ser comunicado, para as devidas providências. Da mesma forma, toda vez que houver
suspeita médica com relação à exposição ambiental, o Médico do Trabalho responsável pelo PCMSO
deverá acionar o Gestor responsável pelo PPRA, para as avaliações e sugestões de controles necessários
à eliminação, neutralização ou redução a níveis toleráveis de exposição, bem como a consequente
aplicação de medidas de proteção aos empregados.
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Gerson Santos Alves
Farmacêutico Gerente
Gestor do Programa
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RELATÓRIO TÉCNICO
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APRESENTAÇÃO
Este relatório diz respeito ao desenvolvimento do "Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA",
conforme o disposto na Norma Regulamentadora de nº 9 (NR-9) e Norma Regulamentadora de nº 32
(NR-32) da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho.
Através de sua política de Segurança e Saúde no Trabalho, a empresa visa à prevenção de ocorrência de
acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, assim como manter-se em conformidade com todas as leis
relativas ao tema. A prevenção de danos ou doenças ocupacionais é parte integrante da política de
trabalho da direção da empresa e todos os esforços serão desenvolvidos para zelar pelo bem-estar e a
integridade física de seus funcionários.
Neste documento são apresentados os resultados de avaliação dos fatores de riscos ambientais
realizados de forma qualitativa e quantitativa. Para tanto se fez a avaliação dos vários elementos que
compõem as condições de trabalho e assim, verificar o potencial de risco à segurança e à saúde. Esses
elementos são:
• os fatores de risco ambientais relativos a agentes físicos, químicos e biológicos;
• os efeitos à saúde devido à exposição a cada um desses agentes;
• os limites de exposição ocupacional;
• as atividades e operações que propiciam os maiores níveis de exposição aos agentes.
Os trabalhos de campo foram realizados no dia 10/07/2019, com acompanhamento da Sra. Dayane
Pereira da Cruz – Fiscal de Caixa.
Usar o GHE é necessário para aplicação das técnicas de monitoramento correto, cumprimento da
legislação (IN SST 01/95), economizar tempo e recurso financeiro.
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Preliminarmente foram feitas visitas ao local de trabalho, entrevistas dos trabalhadores e estudo das
instalações, meios de produção e organização do trabalho. A partir do reconhecimento e avaliação
qualitativa de riscos, foram atribuídos graus de risco entre "Irrelevante", "Baixo", "Médio", "Alto" e
"Crítico", utilizando-se os critérios demonstrados na tabela a seguir, considerando:
Severidade
Frequência
A avaliação da exposição ao ruído foi feita através de determinações instantâneas com o objetivo de
mapear os níveis de ruído presentes nos locais de trabalho, sendo observado para tanto os critérios e as
metodologias constantes nos anexos nº 1 (Ruído contínuo e intermitente)e n.º 2 (Ruído de impacto) da
Norma Regulamentadora nº 15, aprovada pela Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho.
O nível quantitativo de ruído contínuo ou intermitente, de acordo com o Anexo n.º 1 da NR-15, deve ser
medido em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no circuito de
compensação "A" e circuito de resposta lenta "Slow" As leituras devem ser feitas próxima ao ouvido do
trabalhador. Se durante a jornada de trabalho ocorrerem dois ou mais períodos de exposição a ruídos de
diferentes níveis, devem ser considerados os seus efeitos combinados.As medições foram feitas à altura
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do plano horizontal que contém o canal auditivo, a uma distância de 15 + 5 cm do ouvido ou na altura
entre 1,50 e 1,60 m, a partir do piso.
No que se refere aos aspectos ergonômicos, estabelece a NR-17 que nos locais de trabalho onde são
executadas atividades que exijam solicitação intelectual e atenção constante, tais como salas de controle,
laboratórios, escritórios, salas de desenvolvimento ou análise de projetos, dentre outros, o nível de ruído
não deve ser superior a 65 dB(A).
Medidor de Pressão Sonora Digital marca Instrutherm Modelo DEC 490, Nº do código de barras:
14082101062473, Nº de série: 140627420 e respectivo calibrador, calibrados por "Chrompack
Instrumentos Científicos Ltda e Científica Ltda", através do padrão Multímetro Digital HP 3458ª.
Unidade: FILIAL 09
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Nº de Funcionários
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Agente MICRO-ORGANISMOS (DEJETOS/MOVIM. RESIDUOS Grupo Biológico
DOMÉSTICOS) (03.01.001)
Meio de Propagação ar, via dérmica
Frequência Intermitente
Classificação do Efeito Moderado
Fonte Geradora Movimentação de resíduos domésticos
Limpeza nas instalação sanitária e movimentação de resíduos domésticos
EPI Luva em Látex
Não Identificado
EPC Não Aplicavel
Orientação Seguir orientações do anexo Equipamentos de Proteção Individual, para implantação e uso dos
EPI's sindicados para o tipo de atividade exercida.
Medidas Propostas Disponibilizar e tornar obrigatório o uso de Bota de PVC e Óculos de Segurança contra respingos,
para todos os envolvidos na atividade de limpeza de instalações sanitárias e remoção de lixo.
Medidas Existentes Avaliação médica periódica e fornecimento de EPI.
Análise Qualitativa Seguindo os critérios de avaliação qualitativa apresentados no Relatório Técnico do PPRA para
reconhecimento e avaliação do processo e condições de trabalho, indicam que ocorre exposição
ao agente avaliado na forma de contato dérmico ou respiratório.
Efeitos Potenciais Doenças cutâneas ou sistêmicas.
Fundamentação Legal Norma Regulamentadora nº 15, anexo 14, da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho.
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Nº de Funcionários
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Agente MICRO-ORGANISMOS (SERVIÇOS DE SAÚDE-NR.32) Grupo Biológico
(03.01.001)
Meio de Propagação Contato dérmico, Ar
Frequência Intermitente
Classificação do Efeito Leve
EPI Luva em Látex
Orientação Seguir orientações do anexo Equipamentos de Proteção Individual, para implantação e uso dos
EPI´s indicados para o tipo de atividade exercida.
Medidas Propostas - Manter ordens de serviço e treinar os funcionários quanto às práticas higiênicas, esclarecimentos
sobre riscos biológicos presentes no trabalho e sobre o uso de equipamentos de proteção
individual;
- Manter registro da atividade em livro próprio contendo data, horário, dados do funcionário e do
cliente;
- Manter lixeira provida de sistema de abertura sem contato manual, sabonete líquido e toalha
descartável;
- Disponibilizar lavatório exclusivo para higiene das mãos providas de água corrente, cuba de, no
mínimo, 40 cm de profundidade e sistema de abertura sem contato manual;
- Manter procedimento interno para comunicação de acidente ou incidente, com exposição a
agentes biológicos, ao responsável pelo local de trabalho e, quando houver, ao serviço de
segurança e saúde do trabalho e à CIPA;
- Manter programa de imunização ativa contra Tétano, Difteria, Hepatite B;
- Seguir as recomendações previstas na NR-32, item 32.2 e seus subitens quanto à exposição a
micro-organismos.
Medidas Existentes Avaliação médica periódica e fornecimento de EPI.
Análise Qualitativa Nos serviços de remoção e manuseio de amostras elixo séptico, os funcionários podem ficar
expostos a fatores de risco relacionados a agentes biológicos devido à possibilidade de ocorrer o
contato dérmico com material contaminante.
Efeitos Potenciais Doenças sistêmicas causadas por micro-organismos patogênicos.
Fundamentação Legal Norma Regulamentadora nº 15, anexo 14, da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho.
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Nº de Funcionários
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Agente MICRO-ORGANISMOS (SERVIÇOS DE SAÚDE-NR.32) Grupo Biológico
(03.01.001)
Meio de Propagação Contato dérmico, Ar
Frequência Intermitente
Classificação do Efeito Leve
EPI Luva em Látex
Orientação Seguir orientações do anexo Equipamentos de Proteção Individual, para implantação e uso dos
EPI´s indicados para o tipo de atividade exercida.
Medidas Propostas - Manter ordens de serviço e treinar os funcionários quanto às práticas higiênicas, esclarecimentos
sobre riscos biológicos presentes no trabalho e sobre o uso de equipamentos de proteção
individual;
- Manter registro da atividade em livro próprio contendo data, horário, dados do funcionário e do
cliente;
- Manter lixeira provida de sistema de abertura sem contato manual, sabonete líquido e toalha
descartável;
- Disponibilizar lavatório exclusivo para higiene das mãos providas de água corrente, cuba de, no
mínimo, 40 cm de profundidade e sistema de abertura sem contato manual;
- Manter procedimento interno para comunicação de acidente ou incidente, com exposição a
agentes biológicos, ao responsável pelo local de trabalho e, quando houver, ao serviço de
segurança e saúde do trabalho e à CIPA;
- Manter programa de imunização ativa contra Tétano, Difteria, Hepatite B;
- Seguir as recomendações previstas na NR-32, item 32.2 e seus subitens quanto à exposição a
micro-organismos.
Medidas Existentes Avaliação médica periódica e fornecimento de EPI.
Análise Qualitativa Nos serviços de remoção e manuseio de amostras elixo séptico, os funcionários podem ficar
expostos a fatores de risco relacionados a agentes biológicos devido à possibilidade de ocorrer o
contato dérmico com material contaminante.
Efeitos Potenciais Doenças sistêmicas causadas por micro-organismos patogênicos.
Fundamentação Legal Norma Regulamentadora nº 15, anexo 14, da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho.
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CONCLUSÃO
Não foi identificada a presença de fontes geradoras de quaisquer outros agentes físicos, tais como
vibrações, calor, frio, radiações ionizantes e não ionizantes, pressões anormais, ou umidade. Também
não foi identificada a presença de processos com exposição a outros agentes químicos ou biológicos.
Além dos agentes químicos avaliados, foi identificado o uso de produtos de limpeza todos classificados
como domissanitários ou de limpeza doméstica, de baixa toxicidade, não caracterizando a exposição
significativa. Todavia, para esses casos, recomendamos a seguir as orientações gerais contidas nas
Fichas de Informação de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) e nos rótulos dos produtos.
RECOMENDAÇÕES
• Recomenda-se promover monitoramento sistemático do agente físico ruído;
• Observar nas tabelas, por risco e função, as recomendações específicas para cada setor avaliado;
• Desenvolver e cumprir, rigorosamente, as ações presentes nas avaliações.
ORIENTAÇÕES GERAIS
Práticas Adequadas de Trabalho
Combate a Incêndio
Serviços Terceirizados
Recomendamos solicitar para as empresas prestadoras de serviços a elaboração do seu PCMSO (NR-07)
e PPRA (NR-09), devendo ser apresentado cópia para a empresa contratante. Salientamos ainda a
necessidade do uso dos EPIs pelos funcionários durante a realização de suas atividades.
Ordem de Serviços
A empresa deve elaborar ou manter ordem de serviços conforme determina a NR-01, contemplando as
atividades realizadas pelos colaboradores informando os riscos envolvidos e as medidas de segurança
que devem ser utilizadas e a obrigatoriedade do uso de EPI (Equipamento de Proteção Individual).
Acidentes do Trabalho
Promover a analise sistemática de riscos de acidentes e sempre que necessária promover as ações
corretivas necessárias bem como elaborar e implantar procedimentos específicos para prevenção de
acidentes no trabalho com máquinas, equipamentos e trabalho em altura.
• Manter registro da atividade em livro próprio contendo data, horário, dados do funcionário e do
cliente;
• Manter lixeira provida de sistema de abertura sem contato manual, sabonete líquido, e toalha
descartável;
• Disponibilizar lavatório exclusivo para higiene das mãos providas de água corrente, cuba de, no
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mínimo, 40 cm de profundidade e sistema de abertura sem contato manual;
Ergonomia (NR-17)
Recomendamos que a empresa mantenha Análise Ergonômica do Trabalho (AET), conforme determina a
NR-17.
Para preenchimento e emissão do PPP é necessário que a avaliação da exposição ocupacional ao ruído
seja feita através de avaliação dosimétrica com apresentação de histograma.
Recomendamos deixar exposto, em local visível e de fácil acesso a todos os funcionários da empresa, o
Mapa de Riscos Ambientais, de acordo com o previsto na Norma Regulamentadora n.º 5 (NR-5).
• Manter as instalações elétricas em conformidade com a NBR 5410, evitando fios desencapados e
adaptações elétricas fora de especificação, mantendo todo o sistema protegido por eletrodutos.
• No reconhecimento e avaliação dos riscos relativos ao processo e condições de trabalho, não foi
identificado, trabalhos em locais com altura superior a 2 metros com risco de queda.
Nota: Considera-se como "Trabalho em Altura" toda atividade executada a um plano de trabalho superior
a 2 metros, onde haja o risco de queda.
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ENCERRAMENTO
Este documento representa o reconhecimento e a avaliação dos fatores de riscos ambientais relacionados
ao processo e condições de trabalho, constituindo-se, portanto, em parte integrante do Programa de
Prevenção de Riscos Ambientais organizados e implantado pela empresa.
Para implementação do Programa de Prevenção de riscos Ambientais a empresa deve criar e manter
grupo de trabalho ou outro tipo de organização de seu interesse que seja compatível com as necessidades
do programa. Para o efetivo controle dos fatores de riscos ambientais, a empresa deve observar e
implantar as recomendações contidas no plano de ação, através de um cronograma anual que leve em
consideração o nível de prioridade.
Em sendo parte integrante do PPRA, este documento deverá ser conhecido por todas as pessoas
envolvidas no programa e servir de base na adoção e implementação das medidas de controle contidas no
plano de ação. A efetiva implementação das recomendações além de minimizar a probabilidade da
ocorrência de agravos à saúde, permitirá melhorias e ganhos nas condições de trabalho, com reflexos
positivos sobre o bem-estar físico, psíquico, emocional e social dos trabalhadores, o que, por via de
consequência, incidirá sobre o produto de seu trabalho.
As Conclusões deste programa referem-se a avaliações realizadas no ambiente de trabalho, baseadas nas
informações (Relação de funcionários, descritivo de funções, descrição dos métodos de trabalho)
prestadas pela empresa.
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ANEXOS
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CRONOGRAMA DAS MEDIDAS DE CONTROLE “NR-9.3.5 e 9.2.3”
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PLANEJAMENTO ANUAL E CRONOGRAMA DO PPRA “NR-9 - subitem 9.2.1 – alínea a”
2019 2020
Metas/Etapas
Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Jun
Elaboração do documento-base
Estabelecimento de prioridades e
metas de avaliação e controle
Revisão do PPRA
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MODELO DE PLANILHA PARA DIVULGAÇÃO DO PPRA
O Gestor do PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS - PPRA, dando cumprimento ao
que preceitua o item 9.5 da NR-9 - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, leva ao conhecimento
dos funcionários o conteúdo do programa supracitado, bem como solicita a todos trabalhadores sua
contribuição no sentido de aprimorar e agilizar a implantação do mesmo.
Para que as contribuições sejam tratadas de conformidade com o que dispõe o item 9.3.8 da NR já
mencionada, deverão as mesmas ser propostas por escrito de modo a ficarem registradas e fazerem
parte do PPRA.
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ORIENTAÇÃO PARA IMPLANTAÇÃO DA NR-6 EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)
Introdução:
A Norma Regulamentadora nº 6 elenca as condições para que um EPI possa ser considerado um
instrumento neutralizador da insalubridade e o primeiro destes é exatamente o fator adequabilidade ao
risco; o equipamento deve ser especificado por profissional competente. O EPI, quando mal
dimensionado ou inadequado ao risco, passa a ter caráter inverso do que foi inicialmente proposto,
facilitando, em muitos casos, a ocorrência de acidentes.
A aquisição do EPI tem de ser feita de forma criteriosa; a empresa vendedora tem por obrigação a
apresentação do C.A. - Certificado de Aprovação, C.R.F. - Certificado de Registro de Fabricante e o
C.R.I. - Certificado de Registro de Importador (no caso de EPIs importados) que consiste em documento
emitido pelo MTPS - Ministério do Trabalho e Previdência Social, o qual atesta que o equipamento reúne
condições de servir ao fim a que se destina. Sob a responsabilidade do empregador estão o
fornecimento, a manutenção e higienização do EPI.
Finalmente, de nada adianta o cumprimento de todos os requisitos anteriores, se não for cumprida a
principal exigência que é o uso efetivo e correto dos equipamentos de proteção individual. Para tanto a
empresa deve promover ações para a conscientização de todos os trabalhadores, através de palestras,
cursos e vídeos.
Todo e qualquer EPI antes de ser utilizado deve passar por testes de conforto, adaptabilidade e
funcionamento (por exemplo, teste de vedação de máscaras). Os testes devem ser realizados com
funcionários da empresa e situações normais de trabalho.
3. Estocagem e Distribuição
Deve ser mantido no almoxarifado um número suficiente de EPIs para substituição quando necessário.
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4. Treinamento
Treinamentos devem ocorrer de forma sistemática em período não superior a 01(um) ano. Devem ser
de caráter obrigatório para todos os funcionários. Funcionários novos deverão ser treinamentos na fase
de integração.
5. Sinalização de Segurança
Todos os locais e/ou operações onde se fizerem necessáriosà utilização dos EPI, deverão ser claramente
sinalizados de forma a não deixar dúvidas quanto à obrigatoriedade de uso do(s) Equipamento(s) de
Proteção Individual.
6. Registros
Toda e qualquer atividade envolvendo equipamentos de proteção individual deve ser devidamente
registrada em documento apropriado para posterior arquivamento.
NOTAS:
1. No quadro a seguir relacionamos os equipamentos de proteção individual necessários a serem
disponibilizados aos funcionários em razão da atividade desenvolvida.
2. Informações e esclarecimentos de dúvidas sobre o EPI e demais normas do Ministério do
Trabalho e Emprego que tratam de segurança e medicina do trabalho poderão ser obtidas com o
Setor Técnico da Labormed através dos telefones (13) 3226-6114, 97413-1518, 80*33375 ou
e-mail [email protected].
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NOTAS:
1) Os EPIs acima relacionados devem ser fornecidos a todos os colaboradores de acordo com as
atividades realizadas;
2) Informamos ainda que além dos EPIs recomendados a empresa deve complementar sempre
que identificar um risco novo ou atividade, se necessário fazer contato com o setor técnico da
Labormed;
3) Manter o fornecimento de uniforme, para padronização dos funcionários no atendimento aos
clientes.
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ORIENTAÇÕES PARA ATENDIMENTO DA NR-32
1. Orientações Gerais sobre o estabelecido na Norma
Nos serviços, áreas e setores que se enquadram no disposto na norma, a empresa deve adotar os
seguintes procedimentos:
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2. Vacinação de Funcionários
Nome:
Data de nascimento:
Endereço:
Vacina
Dupla adulto Hepatite B M.M.R OUTRAS
Dose
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2.2 Modelo de Termo de Responsabilidade
Nome do funcionário:
Local de trabalho:
Cargo/função:
Declaro para os devidos fins que me recuso a ser vacinada (o) contra
______________________________________________________ e estou ciente de que este termo
será anexado ao meu prontuário clínico individualbem como ao meuprontuário junto ao Departamento de
Recursos Humanos.
Medicina do Trabalho_______________________________
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3. Controle de Medicamentos e Drogas de Riscos
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FATORES DE RISCOS AMBIENTAIS - QUADRO RESUMO PARA PREENCHIMENTO DO PPP
O quadro abaixo apresenta um resumo dos fatores de risco ambiental por função para subsidiar a
elaboração do Perfil Profissiográfico Previdenciário, para atendimento do que estabelece a legislação
previdenciária, Lei n.º 8.213 de 24 de julho de 1991, Decreto Nº 4.882 de 18 de novembro de 2003 e
instruções normativas do Instituto Nacional do Seguro Social.
SETOR
Intensidade/
Setor / Função Agente Técnica Utilizada
Concentração
Ruído contínuo ou Conforme anexo 1
66,90 dB(A)
LOJAS DE VAREJO intermitente da NR-15
APRENDIZ REPOSITOR DE MERCADORIAS Microorganismos Avaliação Conforme anexo 14
(Resíduos) Qualitativa da NR-15
Ruído contínuo ou Conforme anexo 1
66,90 dB(A)
LOJAS DE VAREJO intermitente da NR-15
ASSISTENTE ADMINISTRATIVO Microorganismos Avaliação Conforme anexo 14
(Resíduos) Qualitativa da NR-15
Ruído contínuo ou Conforme anexo 1
66,90 dB(A)
intermitente da NR-15
LOJAS DE VAREJO Avaliação Conforme anexo 11
Álcool Etílico
BALCONISTA DE MEDICAMENTOS Qualitativa da NR-15
Microorganismos Avaliação Conforme anexo 14
(Resíduos) Qualitativa da NR-15
Ruído contínuo ou Conforme anexo 1
66,90 dB(A)
LOJAS DE VAREJO intermitente da NR-15
CAIXA Microorganismos Avaliação Conforme anexo 14
(Resíduos) Qualitativa da NR-15
Ruído contínuo ou Conforme anexo 1
66,90 dB(A)
intermitente da NR-15
LOJAS DE VAREJO Avaliação Conforme anexo 11
Álcool Etílico
FARMACÊUTICO(A) GERENTE Qualitativa da NR-15
Microorganismos Avaliação Conforme anexo 14
(NR-32) Qualitativa da NR-15
Ruído contínuo ou Conforme anexo 1
66,90 dB(A)
intermitente da NR-15
LOJAS DE VAREJO Avaliação Conforme anexo 11
Álcool Etílico
FARMACÊUTICO(A) SUBSTITUTO(A) Qualitativa da NR-15
Microorganismos Avaliação Conforme anexo 14
(NR-32) Qualitativa da NR-15
Ruído contínuo ou Conforme anexo 1
66,90 dB(A)
LOJAS DE VAREJO intermitente da NR-15
FISCAL DE CAIXA Microorganismos Avaliação Conforme anexo 14
(Resíduos) Qualitativa da NR-15
Ruído contínuo ou Conforme anexo 1
66,90 dB(A)
LOJAS DE VAREJO intermitente da NR-15
MONITOR(A) DE OPERAÇÕES Microorganismos Avaliação Conforme anexo 14
(Resíduos) Qualitativa da NR-15
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