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PPRA Drogaria - 09 - 2019

O documento apresenta o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) da Drogaria Nova DM Filial 09, contendo uma introdução, metodologia, objetivos, estrutura, desenvolvimento, manutenção, responsabilidades, treinamento, análise global e integração do programa. Inclui também um relatório técnico com a avaliação dos fatores de riscos ambientais nos setores da empresa, além de conclusões, recomendações e anexos.
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PPRA Drogaria - 09 - 2019

O documento apresenta o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) da Drogaria Nova DM Filial 09, contendo uma introdução, metodologia, objetivos, estrutura, desenvolvimento, manutenção, responsabilidades, treinamento, análise global e integração do programa. Inclui também um relatório técnico com a avaliação dos fatores de riscos ambientais nos setores da empresa, além de conclusões, recomendações e anexos.
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PPRA

Programa de Prevenção de Riscos


Ambientais
Norma Regulamentadora n.º 9 - NR-9 do Ministério do Trabalho

DROGARIA NOVA DM LTDA

FILIAL 09

CNPJ: 05.241.596/0014-50

JULHO/2019
Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, 911 - Eldorado - Diadema - São Paulo
1
PPRA
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais 25/07/2019
DROGARIA NOVA DM - FILIAL 09

ÍNDICE

Controle de Revisões.......................................................................................................................... 3
Encaminhamentos e Orientações.......................................................................................................... 4
Identificação da empresa.................................................................................................................... 5
Introdução........................................................................................................................................ 5
Metodologia...................................................................................................................................... 5
Objetivos.......................................................................................................................................... 5
Estrutura do PPRA NR-9 – item 9.2....................................................................................................... 5
Desenvolvimento do PPRA NR-9 – item 9.3............................................................................................ 7
Manutenção do PPRA NR-9 – subitem 9.3.7........................................................................................... 9
Das responsabilidades NR-9 – item 9.4................................................................................................. 9
Treinamento...................................................................................................................................... 10
Análise Global do PPRA NR-9 – subitem 9.2.1.1...................................................................................... 11
Integração........................................................................................................................................ 11

RELATÓRIO TÉCNICO – AVALIAÇÃO DOS FATORES DE RISCOS AMBIENTAIS

Apresentação.................................................................................................................................... 13
Metodologia de avaliação dos riscos ambientais...................................................................................... 13
Critérios para avaliação qualitativa dos Riscos Ambientais....................................................................... 13
Avaliação quantitativa dos níveis de ruído............................................................................................. 14

SETORES AVALIADOS

Setores avaliados LOJAS DE VAREJO..................................................................................................... 15


Conclusão......................................................................................................................................... 27
Recomendações................................................................................................................................. 27
Orientações Gerais............................................................................................................................. 27
Encerramento.................................................................................................................................... 29

ANEXOS

Cronograma das Medidas de Controle NR. 9.3.5 e 9.2.3.......................................................................... 31


Planejamento Anual e Cronograma do PPRA NR-9 – subitem 9.2.1 – alínea a............................................. 32
Modelo de Planilha para divulgação do PPRA.......................................................................................... 33
Orientação para Implementação da NR-6 Equipamento de Proteção Individual........................................... 34
Orientações para Atendimento da NR-32............................................................................................... 37
Fatores de Riscos Ambientais – Quadro Resumo para preenchimento do PPP.............................................. 41
Anexo – Certificados de Aferição dos Equipamentos................................................................................ -
Anexo – CNPJ da empresa................................................................................................................... -

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PPRA
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais 25/07/2019
DROGARIA NOVA DM - FILIAL 09

CONTROLE DE REVISÕES

REV. DESCRIÇÃO DATA

00 Emissão Original 25/07/2019

Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, 911 - Eldorado - Diadema - São Paulo
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PPRA
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais 25/07/2019
DROGARIA NOVA DM - FILIAL 09

Santos, 25 de Julho de 2019

Ao Ilmo. Sr. Gerson Santos Alves – Farmacêutico Gerente – Gestor do PPRA.

Assunto: Elaboração do PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais

Prezado Senhor,

Através do presente, encaminhamos à V.Sa. o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA,


elaborado em conformidade com a Norma Regulamentadora nº9 (NR-9) e Norma Regulamentadora nº32
(NR-32), do Ministério do Trabalho.

É muito importante sua leitura, compreensão e divulgação dos dados nele contidos que deverá ser
acompanhada do “ciente” de todos os funcionários e que tais Riscos sejam eliminados ou neutralizados na
sua fonte geradora, através de ações preventivas e corretivas, evitando que no futuro não venham
ocasionar Acidentes ou Doenças Profissionais aos seus empregados ou prestadores de serviço.

Os registros referentes à: implantação, monitoramento, divulgação, alterações e demais elementos


relativos ao Programa deverão ser mantidos por um período mínimo de 20 (vinte) anos, bem como de
acesso fácil à fiscalização das autoridades competentes. Essa documentação além de substanciar as
exigências da fiscalização, poderá servir de elementos comprobatórios favoráveis à Empresa em futuras
injunções trabalhistas.

Enfatizamos a necessidade por parte do Gestor do Programa responsável pela operacionalização do PPRA
para o preenchimento e cumprimento ao Cronograma - Anexo - “Planejamento das Ações”, como forma
de evidenciar aos órgãos fiscalizadores, funcionários e sindicatos, a efetiva implantação do Programa,
sendo de total responsabilidade da direção da empresaviabilizar recursos para implementação das
recomendações sugeridas.

O gestor do PPRA e o empregador deverão informar situações como mudança de processo,


equipamentos, ferramentas de trabalho, arranjos físicos ou outras situações que possam gerar riscos aos
colaboradores, solicitando nova avaliação dos agentes citados neste programa.

Finalmente, não podemos deixar de considerar o que determina o item 9.1.3 da NR-9: “O PPRA é parte
integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação da saúde e da
integridade dos trabalhadores, devendo estar articulado com o disposto nas demais NR, em especial com
o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO previsto na NR-7.” (grifo nosso).

Informações e esclarecimentos de dúvidas poderão ser obtidos com o Setor Técnico da Labormed através
dos telefones (13) 3226-6113, (13) 3226-6114, (13) 97413.1518 ou via e-mail:
[email protected].

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PPRA
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais 25/07/2019
DROGARIA NOVA DM - FILIAL 09

Identificação
Empresa
DROGARIA NOVA DM - FILIAL 09
Endereço Complemento CNPJ
Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, 911 05.241.596/0014-50
CEP Cidade Bairro UF
09972-260 Diadema Eldorado SP
CNAE Grau de Risco Descrição CNAE
4771-7/01 2 Comércio varejista de produtos farmacêuticos, sem manipulação de fórmulas

INTRODUÇÃO
É intenção da empresa estar em conformidade com todas as Normas Regulamentadoras - NR, bem como
à prevenção de danos ou doenças ocupacionais assim como a proteção do meio-ambiente e dos recursos
naturais, comprometendo-se a somar esforços principalmente para zelar pelo bem-estar de seus
funcionários, garantindo as condições adequadas nos locais de trabalho, observando-se os mais elevados
padrões.

O Documento Base tem o objetivo de sumariar o conjunto das principais etapas relativas ao
gerenciamento dos riscos ambientais que possam afetar a saúde e a integridade física dos trabalhadores,
bem como apresentar e documentar o conteúdo do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA,
em seu âmbito geral.

Este programa contempla os riscos de todas as funções e setores existentes na empresa.

METODOLOGIA
Este programa abrange os riscos aos quais os trabalhadores da empresa estarão expostos ao desenvolver
suas atividades, e tem por objetivo fornecer parâmetros administrativos, legais e técnicos considerando
a preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores através da antecipação, reconhecimento,
avaliação e consequente controle dos riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente
de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.

Busca atender de forma plena a NR-9 e a NR-32, da Portaria nº 3.214 de 8/6/78 do Ministério do
Trabalho, eliminando ou minimizando os riscos dos ambientes de trabalho gerados pelas atividades
produtivas da empresa, buscando sempre a melhoria contínua.

OBJETIVOS
Eliminar ou minimizar a exposição a agentes de risco a níveis compatíveis com os limites de tolerância
previstos na NR-15 da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho ou com os níveis da ACGIH (American
Conference of Governmental Industrial Hygienists). Além disso, manter permanentemente a equipe bem
preparada para realizar as atividades propostas, seguindo os procedimentos aplicáveis e exigidos, para
assim evitar acidentes e danos à saúde do trabalhador.

As metas que fazem parte desta vigência do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais da
empresa são:

a) Dar continuidade ao sistema de antecipação dos riscos;


b) Dar continuidade às avaliações ambientais;
c) Dar continuidade ao estudo de medidas técnicas e/ou administrativas capazes de eliminar, neutralizar
ou reduzir os riscos;
d) Efetuar inspeções periódicas no ambiente de trabalho com a finalidade de localizar alterações das
condições de trabalho;
e) Ter a equipe permanentemente bem preparada para a realização dos trabalhos, seguindo
procedimentos que previnam a ocorrência de acidentes e danos à sua saúde.

ESTRUTURA DO PPRA “NR-9 - item 9.2”


Este PPRA contém a seguinte estrutura:

• Planejamento Anual com estabelecimento de metas, prioridades e cronograma;

• Estratégias e metodologia de ação;


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• Formas de registro, manutenção e divulgação dos dados;

• Periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do PPRA;


• Antecipação e reconhecimento dos Riscos;

• Estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle;

• Avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores;

• Implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia;

• Monitoramento da exposição aos riscos;

• Registro e divulgação dos dados.

Requisitos Legais

A concepção do PPRA atende as exigências da NR-09 relativas à avaliação e controle de fatores de riscos
ambientais de natureza química, física ou biológica.

Para avaliar a aceitabilidade da exposição a agentes ambientais e respectivos riscos à saúde, os critérios
legais são os Limites de Tolerância constantes na NR-15 e seus anexos, e na ausência destes, os Limites
de Tolerância (TLV's / TWA's / STEL / Ceiling) estabelecidos pela ACGIH (American Conference of
Governmental Industrial Hygienists), ou aqueles que venham a ser estabelecidos em negociação coletiva
de trabalho, desde que mais rigorosos do que os critérios técnico-legais estabelecidos.

De acordo com a NR-09, NR-15 e limites da ACGIH, são considerados riscos inaceitáveis aqueles cujas
exposições ultrapassarem os limites de exposição ocupacional estabelecidos. Entretanto, ações devem
ser tomadas quando a exposição estimada ultrapassar o Nível de Ação que, segundo a NR-09, para
agentes químicos corresponde à metade do limite de exposição ocupacionale para o ruído, a dose de 0,5
(zero vírgula cinco), ou seja, dose superior a 50% (cinquenta por cento).

Segundo o critério legal podem ser considerados aceitáveis riscos relacionados a exposições acima dos
limites permitidos quando os trabalhadores utilizarem proteção individual adequada, com garantia de
manutenção e comprovação de eficácia e eficiência de uso dos mesmos.

Os critérios legais serão utilizados para que a empresa adote medidas para garantir uma qualidade
adequada dos ambientes de trabalho.

Estratégia e Metodologia de Ação

• O cronograma deve ser seguido em sua integra.

• Anualmente deverá ser realizada uma Análise Global.

• Periodicamente será realizada inspeções nos ambientes laborais para constatação de novas
instalações, mudanças de layout e identificação de novos riscos.

• As avaliações técnicas, qualitativas e quantitativas, serão realizadas por profissional especializado


em Segurança e Higiene Ocupacional.

• As medidas de controle, antes de implantadas, deverão ser analisadas por profissional com
treinamentos relativos ao Programa.

• A divulgação dos resultados das avaliações será realizada pela empresa em conjunto com um a
CIPA ou seu designado.

• A metodologia das avaliações segue o que determina asNR-15 e NR-9, da Portaria nº 3.214/78 e
NHO (Normas de Higiene Ocupacional) da Fundacentro (Fundação Jorge Duprat Figueiredo de
Segurança e Medicina do Trabalho).

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Forma de Registro, Manutenção e Divulgação dos Dados

Toda a documentação relativa ao PPRA estará arquivada de forma impressa e em meio magnético.
Serão divulgados e deverão estar sempre acessíveis aos membros da CIPA, aos funcionários ou seus
representantes e aos órgãos de fiscalização.
Periodicidade e Forma de Avaliação do Desenvolvimento do PPRA

A análise global do desenvolvimento do PPRA será feita sempre que ocorrer alterações nas instalações e
processos de trabalho e, pelo menos uma vez ao ano,para a realização dos ajustes que se fizerem
necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades.

Implantação do Cronograma de Ação

Após definição das medidas a serem implementadas os gestores do programa devem elaborar o
cronograma de ação com a indicação dos prazos para o controle das situações de riscos encontradas no
reconhecimento / caracterização e a metodologia para a execução das mesmas.

Análise da Eficácia e Correções das Metas e Prioridades

A análise da eficácia e as correções das metas e prioridades serão realizadas, considerando as avaliações
do ambiente de trabalho, os dados coletados com os trabalhadores e a verificação de possíveis alterações
nas instalações e processo de trabalho. O cronograma de ação será alterado conforme as correções das
metas e prioridades estabelecidas,bem como o monitoramento da saúde dos trabalhadores através do
PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional).
DESENVOLVIMENTO DO PPRA “NR-9 - item 9.3”
O PPRA será desenvolvido utilizando as informações identificadas em inspeções realizadas nos locais de
trabalho e informações trazidas pelos empregados, CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes),
preposto(s) e gestor(es) da empresa.

Antecipação e Reconhecimento dos Riscos Ambientais. "subitem 9.3.1, alínea a"

A etapa "Antecipação dos Riscos" envolve a análise de projetos de novas instalações, novos métodos de
trabalho e novos processos de fabricação, visando a prevenção dos riscos que porventura venham a
existir.

O "Reconhecimento dos Riscos" é realizado para identificar os riscos existentes nas instalações e métodos
de processos atuais, visando priorizar as medidas de eliminação, minimização ou controle dos mesmos.

O registro é realizado preenchendo-se o formulário "Antecipação e Reconhecimento dos Riscos


Ambientais".

No "Reconhecimento dos Riscos", são identificados os riscos físicos, químicos e biológicos de cada
atividade do setor inspecionado, identificando o número de empregados expostos a cada agente
ambiental, sendo o tipo de avaliação realizada, o tipo de exposição, a frequência com que o mesmo se
expõe a estes riscos, os danos causados por estes agentes e as medidas de controle existentes e as
recomendadas.

O empregador, através do gestor do programa, deve assegurar que toda modificação ou desenvolvimento
de novo projeto implantado seja avaliado preliminarmente com relação aos riscos potencialmente
presentes.

Todos os produtos químicos adicionais que não foram identificados na antecipação e reconhecimento de
riscos ambientais e que são manuseados pelos colaboradores da empresa, deverão ser examinados
através de suas FISPQ's (Fichas de Informações de Segurança de Produtos Químicos), onde constarão
orientações técnicas e medidas preventivas relativas a estes produtos.

Salientamos que o empregador necessita ter evidências concretas quanto à comprovação do


cumprimento das exigências de eficácia no processo de aquisição, fornecimento, supervisão e uso correto
dos EPI's (Equipamentos de Proteção Individual).

Estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle "subitem 9.3.1, alínea b"

Para o desenvolvimento do programa, as avaliações e controle dos riscos ambientais serão executados
observando o potencial dos riscos identificados nas etapas de antecipação e reconhecimento, bem como
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na ocorrência de acidente do trabalho, na mudança de layout e/ou mudança de processo.

As metas serão definidas por ordem de prioridade e farão parte de cronograma de ação que compõe o
PPRA. Serão priorizadas as medidas de proteção coletiva, medidas de caráter administrativo ou
organização do trabalho e posteriormente o uso de proteção individual.

Avaliação dos Riscos e da Exposição dos Trabalhadores "subitem 9.3.1, alínea c"

Será realizada empregando-se as técnicas de Higiene Ocupacional com o objetivo de avaliar o potencial
de danos dos agentes ambientais presentes na empresa de acordo com sua intensidade, concentração e
tempo de exposição, sempre que for necessário comprovar a inexistência dos agentes identificados na
etapa de reconhecimento e levantar subsídios para o desenvolvimento do "Programa de Controle Médico
de Saúde Ocupacional - PCMSO".

Avaliação Qualitativa

Esta etapa antecede a avaliação quantitativa e consiste, basicamente, numa análise geral do ambiente de
trabalho para identificação dos possíveis riscos ocupacionais decorrentes dos processos ou métodos de
trabalho, identificação das funções, trabalhadores expostos, caracterização do tipo de atividade, tipo de
exposição, medidas de controle existentes e fontes geradoras. Desta forma, optou-se por fazer a
caracterização dos riscos (reconhecimento e avaliação qualitativa) por setor ou área de trabalho.

Quando inexistir limite de tolerância estabelecido pela NR 15 e/ou ACGIH para o agente identificado no
PPRA, a avaliação ocorrerá de forma qualitativa, assim sendo, o grau de prioridade para avaliação
quantitativa não se aplicará, sendo levadas em consideração apenas às medidas de controle para a
eliminação e/ou neutralização do risco

A análise qualitativa também indicará a necessidade técnica de avaliações quantitativas das


funções expostas a agentes ambientais quantificáveis, sendo seus resultados comparados com os limites
de tolerância oficialmente estabelecidos.

Avaliação Quantitativa

A Avaliação Quantitativa é realizada para cada tipo de agente encontrado, conforme normas técnicas
nacionais, sendo facultativo o uso de normas técnicas internacionais, desde que estas utilizem critérios
mais rigorosos que a brasileira. Determinação nas atividades que se desenvolvem com o objetivo de:

• comprovar o controle da exposição ou a inexistência dos riscos identificados na etapa de


reconhecimento;

• dimensionar a exposição dos trabalhadores;

• subsidiar o equacionamento das medidas de controle.

Medidas de Controle "subitem 9.3.1, alínea d"

As medidas de controle necessárias e suficientes para a eliminação, minimização e/ou controle dos Riscos
Ambientais, são tomados sempre que são verificadas uma ou mais das seguintes situações:

• Identificado risco potencial à saúde do trabalhador na etapa "Antecipação";

• Identificado risco potencial à saúde na etapa "Reconhecimento";

• Quando na etapa "Avaliação Ambiental" obtiver-se resultados que excedam os "Níveis de Ação",
previstos na NR-15, ou nas Normas de Higiene Ocupacional (NHO) da Fundacentro, ou na ausência
destes, na ACGIH;

• Quando através de controle médico da saúde, ficar caracterizado "nexo causal" entre danos
observados na saúde dos trabalhadores e a situação de trabalho a que eles fiquem expostos.

As medidas de controle serão tomadas prioritariamente com o objetivo de eliminar os riscos através de
técnicas de engenharia ou de minimizar a geração de agentes prejudiciais à saúde.

Caso isto não seja tecnicamente viável, poderá ser adotado o uso de equipamentos de proteção individual
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com o objetivo de evitar, neutralizar ou reduzir a exposição dos trabalhadores.

Monitoramento da Exposição aos Riscos "subitem 9.3.1, alínea e"

O monitoramento dos agentes ambientais consiste em avaliação sistemática (qualitativa e quantitativa)


destes agentes, em periodicidade determinada pela sua gradação de risco, através da emissão do Laudo
das Avaliações Técnicas Ambientais realizadas, e quando houver uma nova atividade, elaboração de uma
APR, revisão do Levantamento de Perigos e Riscos e posteriormente, o LTCAT.

Ocorrerá também quando, através de controle médico da saúde, ficar caracterizado "nexo causal" entre
danos observados na saúde dos colaboradores e a situação de trabalho a que eles fiquem expostos.

Registro e Divulgação dos Dados "subitem 9.3.1, alínea f"

Toda a documentação relativa ao PPRA será arquivada de forma impressa e em meio magnético. Todos os
documentos serão mantidos arquivados por no mínimo 20 anos, constituindo-se no banco de dados com
o histórico administrativo e técnico do desenvolvimento do PPRA. Os dados estarão à disposição dos
empregados, seus representantes legais e órgãos competentes.

As informações sobre o PPRA serão fornecidas à CIPA e aos trabalhadores através de palestras e outros
meios de comunicação da empresa.

MANUTENÇÃO DO PPRA “NR-9 - subitem 9.3.7”


O PPRA será:

• Avaliado periodicamente pelo SESMT ou pelo Gestor para verificar o andamento dos trabalhos e o
cumprimento das metas estabelecidas no cronograma;

• Atualizado sempre que houver mudanças importantes ou dados relevantes a acrescentar ;

• Revisto e globalmente atualizado no mínimo uma vez por ano.

DAS RESPONSABILIDADES “NR-9 - item 9.4”


Da Empresa

• Caberá a Alta Direção, assegurar o cumprimento do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais,


como atividade permanente da empresa;

• Executar o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, bem como zelar pela sua eficiência;

• Estabelecer e implantar ações para correção dos problemas apontados nas avaliações ambientais,
inerentes as suas atividades;

• Nomear o Gestor do PPRA, indicando-o no documento;

• Promover a Análise Global do PPRA anualmente;

• Garantir a implantação, manutenção e desenvolvimento do PPRA e das atividades prevencionistas


e efetivar normas, instruções e programas estabelecidos pelo Ministério do Trabalho;

• A empresa através das suas Diretorias e Gerências tem o compromisso de permitir e/ou
interromper as atividades de imediato em caso de ocorrências de possíveis riscos ambientais nos
locais de trabalho que venham a incidir em risco grave e iminente à saúde e integridade física dos
trabalhadores, conforme contemplado no subitem 9.6.3, da NR-9 - "Programa de Prevenção de
Riscos Ambientais" do Ministério do Trabalho;

• Garantir aos empregados o direito de apresentar propostas e receber informações e orientações a


fim de assegurar a proteção aos riscos ambientais identificados na execução do Plano de Atividades.

Da Supervisão

• Executar os programas de segurança do trabalho, nas áreas de trabalho, fazendo cumprir normas,
regulamentos, instruções, etc., atuando junto aos seus subordinados e nas áreas físicas sob sua
responsabilidade;
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• Comunicar a Administração e registrar todos os acidentes ocorridos;

• Encaminhar o acidentado ao Serviço Médico credenciado pelo SUS ou particular, para os devidos
atendimentos. Elaborar e encaminhar a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT).

• Inspecionar, permanentemente, as operações, equipamentos, máquinas e edificações, em suas


áreas de atuação, visando eliminar riscos de acidentes.

• Instruir os subordinados na época da admissão e periodicamente, quanto aos riscos inerentes ao


trabalho a executar;

• Conscientizar os subordinados quanto aos assuntos ligados à segurança do trabalho,


transmitindo-lhes informações e ensinamentos das práticas seguras de trabalho;

• Desenvolver, administrar e inspecionar as atividades de prevenção de acidentes, cumprindo os


dispositivos legais vigentes;

• Orientar e assessorar os diversos setores da empresa de forma a garantir o desempenho dos


mesmos, na aplicação dos programas de segurança estabelecidos.

• Elaborar e propor normas, instruções e regulamentos de Segurança e Higiene do Trabalho;

• Manter, obrigatoriamente, programa de inspeção de segurança visando levantar os riscos de


acidentes;

• Recomendar medidas corretivas e acompanhar o processo de execução até o seu final;

• Investigar os acidentes, elaborar e por em prática os procedimentos específicos, incluindo


atribuições a todos que possam vir a participar nas investigações;

• Emitir parecer conclusivo sobre as causas dos acidentes e medidas aplicáveis para prevenir
ocorrências semelhantes;

• Manter registros de acidentes e todos os detalhes necessários aos estudos estatísticos e funcionais
de prevenção de acidentes;

• Elaborar programas e ministrar treinamento geral e específico de segurança e medicina do


trabalho e promover campanhas internas de prevenção de acidentes e higiene do trabalho;

• Informar aos empregados de maneira apropriada e suficiente sobre os riscos ambientais que
possam originar-se nos locais de trabalho e sobre os meios disponíveis para prevenir ou limitar tais
riscos e para proteger-se dos mesmos, assim como os resultados das avaliações realizadas nas áreas
sob sua responsabilidade.

Dos Empregados

• Colaborar e participar na implantação e execução do Plano de Atividades.

• Seguir as orientações recebidas nos treinamentos oferecidos dentro do Plano de Atividades.

• Informar ao seu supervisor as ocorrências que, a seu julgamento, possam implicar riscos à saúde
dos empregados.

TREINAMENTO
Todos os funcionários receberão treinamentos de forma a assegurar que estejam informados sobre os
materiais e equipamentos com os quais estão trabalhando;

O treinamento será ministrado pelo responsável do setor onde atuará ou por quem o Gestor do PPRA
designar.

Os treinamentos incluirão:

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• Ensinamentos quanto aos procedimentos seguros de trabalho, que protejam os funcionários
contra exposições aos riscos ambientais;

• Orientação de como usar corretamente os equipamentos de proteção individual (EPI’s), limitações


de uso e como mantê-los em boas condições;

• O que fazer em caso de emergência.

Será ministrado treinamento, no mínimo:

• Integração para os novos empregados;

• Para atribuições de novas tarefas;

• Quando novas substâncias, processos, procedimentos ou equipamentos forem introduzidos no


local de trabalho;

• Quando um novo equipamento de proteção individual (EPI) for usado.

ANÁLISE GLOBAL DO PPRA “NR-9 - subitem 9.2.1.1”


Uma vez por ano ou quando se fizer necessário em razão de algum fato novo será efetuada uma análise
global do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, para avaliação do seu desenvolvimento e a
realização de ajustes necessários e estabelecimento de novo Plano de Ação.

A avaliação do desenvolvimento do programa será através da comparação das ações previstas no


programa com as ações realizadas e as melhorias obtidas.

Será avaliada tecnicamente a eficácia das medidas adotadas tanto de caráter coletivo como
complementar ou emergencial (se houver) comparando seus resultados com o controle médico previsto
no PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) estabelecido através da NR-7.

INTEGRAÇÃO
Este documento é parte complementar de outros programas e ações na área de Segurança e Saúde do
Trabalho desenvolvidos na empresa, em particular o PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde
Ocupacional), previsto na NR-7.

Quando detectada alguma exposição à saúde dos empregados, o Médico do Trabalho Coordenador do
PCMSO deverá ser comunicado, para as devidas providências. Da mesma forma, toda vez que houver
suspeita médica com relação à exposição ambiental, o Médico do Trabalho responsável pelo PCMSO
deverá acionar o Gestor responsável pelo PPRA, para as avaliações e sugestões de controles necessários
à eliminação, neutralização ou redução a níveis toleráveis de exposição, bem como a consequente
aplicação de medidas de proteção aos empregados.

Santos, 25 de Julho de 2019.

------------------------------------------------
Gerson Santos Alves
Farmacêutico Gerente
Gestor do Programa

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RELATÓRIO TÉCNICO

AVALIAÇÃO DOS FATORES


DE RISCOS AMBIENTAIS

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APRESENTAÇÃO
Este relatório diz respeito ao desenvolvimento do "Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA",
conforme o disposto na Norma Regulamentadora de nº 9 (NR-9) e Norma Regulamentadora de nº 32
(NR-32) da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho.

Através de sua política de Segurança e Saúde no Trabalho, a empresa visa à prevenção de ocorrência de
acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, assim como manter-se em conformidade com todas as leis
relativas ao tema. A prevenção de danos ou doenças ocupacionais é parte integrante da política de
trabalho da direção da empresa e todos os esforços serão desenvolvidos para zelar pelo bem-estar e a
integridade física de seus funcionários.

Neste documento são apresentados os resultados de avaliação dos fatores de riscos ambientais
realizados de forma qualitativa e quantitativa. Para tanto se fez a avaliação dos vários elementos que
compõem as condições de trabalho e assim, verificar o potencial de risco à segurança e à saúde. Esses
elementos são:
• os fatores de risco ambientais relativos a agentes físicos, químicos e biológicos;
• os efeitos à saúde devido à exposição a cada um desses agentes;
• os limites de exposição ocupacional;
• as atividades e operações que propiciam os maiores níveis de exposição aos agentes.

Os trabalhos de campo foram realizados no dia 10/07/2019, com acompanhamento da Sra. Dayane
Pereira da Cruz – Fiscal de Caixa.

METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO DOS RISCOS AMBIENTAIS


Para avaliação dos riscos ambientais, foi observado o estabelecido no dispositivo legal vigente, isto é,
Norma Regulamentadora NR-15, referenciada através dos Anexos: n.º 1 - Limites de Tolerância para
Ruído Contínuo ou Intermitente; n.º 2 - Limites de tolerância para ruídos de impacto; n.º 3 - Limites de
Tolerância para Exposição ao Calor; n.º 5 - Radiações Ionizantes; n.º 6 - Trabalho sob Condições
Hiperbáricas; n.º 7 - Radiações Não-Ionizantes; n.º 8 - Vibrações; n.º 9 - Frio; n.º 10 - Umidade; n.º 11
- Agentes Químicos cuja Insalubridade é Caracterizada por Limite de Tolerância e Inspeção no Local de
Trabalho; n.º 12 - Limites de Tolerância para Poeiras Minerais; nº 13 - Agentes Químicos e nº 14 -
Agentes Biológicos e quando indicado as normas expedidas pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de
Segurança e Medicina do Trabalho (FUNDACENTRO) e da American Conference of Governmental
Industrial Hygienists (ACGIH).

Grupo Homogêneo de Exposição (GHE)

Corresponde a um grupo de trabalhadores que experimentam exposição semelhante, de forma que o


resultado fornecido pela avaliação da exposição de qualquer trabalhador do grupo seja representativo da
exposição do restante dos trabalhadores do mesmo grupo. Um Grupo Homogêneo de Exposição (GHE) é
o alicerce para avaliação de exposições dos trabalhadores a agentes ambientais agressivos nos locais de
trabalho. Na sua forma concepcional mais pura, um GHE corresponde a um grupo de trabalhadores
sujeito a condições em que ocorram idênticas probabilidades de exposição a um determinado agente.

A homogeneidade resulta do fato da distribuição de probabilidade de exposição poder ser considerada a


mesma para todos os membros do grupo. Normalmente a escolha recairá sobre um dos parâmetros a
seguir:
• Tarefas dos trabalhadores;
• Funções/ atividades;
• Agentes ambientais

Usar o GHE é necessário para aplicação das técnicas de monitoramento correto, cumprimento da
legislação (IN SST 01/95), economizar tempo e recurso financeiro.

CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO QUALITATIVA DOS RISCOS AMBIENTAIS


Para fins de definição, não cabe apenas visualizar o tempo de exposição aos agentes, mas se atentar
também para as condições do ambiente onde as atividades laborais são executadas e, principalmente, a
natureza dos agentes, observando intensidade e/ou concentração dos mesmos, além da nocividade
presumida e independente de mensuração, constatada pela simples presença do agente no ambiente de
trabalho, conforme constante nos Anexos n.º: 6, 7, 9, 10, 13, 13A e 14 da Norma Regulamentadora n.º
15 (NR-15) do Ministério do Trabalho.

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Preliminarmente foram feitas visitas ao local de trabalho, entrevistas dos trabalhadores e estudo das
instalações, meios de produção e organização do trabalho. A partir do reconhecimento e avaliação
qualitativa de riscos, foram atribuídos graus de risco entre "Irrelevante", "Baixo", "Médio", "Alto" e
"Crítico", utilizando-se os critérios demonstrados na tabela a seguir, considerando:

Severidade

Leve: Efeitos reversíveis e pequenos que se originam ou do desconhecimento ou da suspeita de efeitos


adversos à saúde.
Moderado: Severos e reversíveis efeitos à saúde.
Sério: Efeitos irreversíveis à saúde.
Severo: Ameaça à vida, lesão incapacitante ou doença.

Frequência

Ocasional: Infrequente contato com o agente à baixa ou alta concentração / intensidade.


Habitual e Intermitente: Frequente contato com o agente à baixa ou alta concentração / intensidade,
porém a exposição ocorre em parte da jornada de trabalho.
Habitual e Permanente: Frequente contato com o agente à baixa ou alta concentração / intensidade. A
exposição ocorre durante toda a jornada de trabalho.

AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DOS NÍVEIS DE RUÍDO


Preliminarmente promoveu-se o reconhecimento das instalações e do processo de trabalho através de
vistorias nas instalações e verificação das atividades desenvolvidas. A partir das condições de trabalho
observadas definiu-se a estratégia de avaliação.

A avaliação da exposição ao ruído foi feita através de determinações instantâneas com o objetivo de
mapear os níveis de ruído presentes nos locais de trabalho, sendo observado para tanto os critérios e as
metodologias constantes nos anexos nº 1 (Ruído contínuo e intermitente)e n.º 2 (Ruído de impacto) da
Norma Regulamentadora nº 15, aprovada pela Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho.

O nível quantitativo de ruído contínuo ou intermitente, de acordo com o Anexo n.º 1 da NR-15, deve ser
medido em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no circuito de
compensação "A" e circuito de resposta lenta "Slow" As leituras devem ser feitas próxima ao ouvido do
trabalhador. Se durante a jornada de trabalho ocorrerem dois ou mais períodos de exposição a ruídos de
diferentes níveis, devem ser considerados os seus efeitos combinados.As medições foram feitas à altura
Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, 911 - Eldorado - Diadema - São Paulo
14
do plano horizontal que contém o canal auditivo, a uma distância de 15 + 5 cm do ouvido ou na altura
entre 1,50 e 1,60 m, a partir do piso.

No que se refere aos aspectos ergonômicos, estabelece a NR-17 que nos locais de trabalho onde são
executadas atividades que exijam solicitação intelectual e atenção constante, tais como salas de controle,
laboratórios, escritórios, salas de desenvolvimento ou análise de projetos, dentre outros, o nível de ruído
não deve ser superior a 65 dB(A).

Equipamentos Utilizados para Avaliação Quantitativa

Medidor de Pressão Sonora Digital marca Instrutherm Modelo DEC 490, Nº do código de barras:
14082101062473, Nº de série: 140627420 e respectivo calibrador, calibrados por "Chrompack
Instrumentos Científicos Ltda e Científica Ltda", através do padrão Multímetro Digital HP 3458ª.

Unidade: FILIAL 09

Setor: LOJAS DE VAREJO


Pé direito em torno de 6 metros; Iluminação mista; ventilação mista; Mobiliário; balcão, prateleiras, monitores, caixas, escada,
impressora, ventilador, ar condicionado, freezer, medicamentos, produtos de perfumaria, cadeira, caixa registradora, ponto de
funcionários, balança. Piso: cerâmico; Paredes: alvenaria; Cobertura: concreto; Forro: PVC.

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Nº de Funcionários

Cargo: APRENDIZ REPOSITOR DE MERCADORIAS Masc.: 0 Fem.: 0 Menor: 1 Total: 1


Descrição Detalhada: Atender clientes na loja, fornecendo os itens solicitados, esclarecendo dúvidas, etc.

Especificação dos Riscos - Cargo: APRENDIZ REPOSITOR DE MERCADORIAS

Agente RUÍDO (01.01.021) Grupo Físico


Limite de Tolerância 85,00 dB(A) Nível de Ação 80,00 dB(A)
Meio de Propagação Ar
Data Medição Empresa Técnica Utilizada
10/07/2019 66,90 dB(A) Labormed Ass. em Segurança e Saúde Conforme anexo 01 - NR-15
Ocupacional Ltda
EPI Não Aplicavel
Orientação A exposição ocupacional ao ruído não deve ultrapassar os limites de tolerância estabelecidos no
anexo 1 da NR-15. Sendo ultrapassado o nível de ação, conforme item 9.3.6 da NR-09, a empresa
deverá adotar, obrigatoriamente, as medidas de controle propostas.
Medidas Propostas Promover avaliações deforma sistemática no mínimo a cada 12 meses dos níveis de pressão
sonora, como forma de monitorar qualquer eventual alteração do comportamento deste agente no
ambiente.
Medidas Existentes Não aplicável, em virtude dos baixos níveis de ruído a que esta(s) funções estão expostas.
Efeitos Potenciais Perda auditiva, transtornos cardiovasculares, hormonais, digestivos e alteração do sono, quando
o ruído exceder o LT
Fundamentação Legal Norma Regulamentadora nº 15, anexo 1,da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho e NHO-1
da FUNDACENTRO.

Agente NÃO IDENTIFICADO Grupo Químico


Durante a avaliação, não foi identificado a presença de agentes químicos no processo.

Agente MICRO-ORGANISMOS (DEJETOS/MOVIM. RESIDUOS Grupo Biológico


DOMÉSTICOS) (03.01.001)
Meio de Propagação ar, via dérmica
Frequência Intermitente
Classificação do Efeito Moderado
Fonte Geradora Limpeza nas instalação sanitária e movimentação de resíduos domésticos
EPI Luva em Látex
Orientação Seguir orientações do anexo Equipamentos de Proteção Individual, para implantação e uso dos
EPI's sindicados para o tipo de atividade exercida.
Medidas Propostas Disponibilizar e tornar obrigatório o uso de Bota de PVC e Óculos de Segurança contra
respingos,para todos os envolvidos na atividade de limpeza de instalações sanitárias e remoção de
lixo.
Medidas Existentes Avaliação médica periódica e fornecimento de EPI.
Análise Qualitativa Seguindo os critérios de avaliação qualitativa apresentados no Relatório Técnico do PPRA para
reconhecimento e avaliação do processo e condições de trabalho, indicam que ocorre exposição
ao agente avaliado na forma de contato dérmico ou respiratório.
Efeitos Potenciais Doenças cutâneas ou sistêmicas.
Fundamentação Legal Norma Regulamentadora nº 15, anexo 14, da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho.

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Nº de Funcionários

Cargo: ASSISTENTE ADMINISTRATIVO Masc.: 0 Fem.: 1 Menor: 0 Total: 1


Descrição Detalhada: Auxiliar na execução de atividades específicas à sua área de atuação, prestando apoio administrativo no
tocante a controles administrativos, lançamentos de Notas Fiscais, organização de documentação e arquivo, pagamento de
despesas, etc. bem como realizar outras tarefas solicitadas pelo superior imediato.

Especificação dos Riscos - Cargo: ASSISTENTE ADMINISTRATIVO

Agente RUÍDO (01.01.021) Grupo Físico


Limite de Tolerância 85,00 dB(A) Nível de Ação 80,00 dB(A)
Meio de Propagação Ar
Data Medição Empresa Técnica Utilizada
10/07/2019 66,90 dB(A) Labormed Ass. em Segurança e Saúde Conforme anexo 01 - NR-15
Ocupacional Ltda
EPI Não Aplicavel
Orientação A exposição ocupacional ao ruído não deve ultrapassar os limites de tolerância estabelecidos no
anexo 1 da NR-15. Sendo ultrapassado o nível de ação, conforme item 9.3.6 da NR-09, a empresa
deverá adotar, obrigatoriamente, as medidas de controle propostas.
Medidas Propostas Promover avaliações deforma sistemática no mínimo a cada 12 meses dos níveis de pressão
sonora, como forma de monitorar qualquer eventual alteração do comportamento deste agente no
ambiente.
Medidas Existentes Não aplicável, em virtude dos baixos níveis de ruído a que esta(s) funções estão expostas.
Efeitos Potenciais Perda auditiva, transtornos cardiovasculares, hormonais, digestivos e alteração do sono, quando
o ruído exceder o LT
Fundamentação Legal Norma Regulamentadora nº 15, anexo 1,da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho e NHO-1
da FUNDACENTRO.

Agente NÃO IDENTIFICADO Grupo Químico


Durante a avaliação, não foi identificado a presença de agentes químicos no processo.

Agente MICRO-ORGANISMOS (DEJETOS/MOVIM. RESIDUOS Grupo Biológico


DOMÉSTICOS) (03.01.001)
Meio de Propagação ar, via dérmica
Frequência Intermitente
Classificação do Efeito Moderado
Fonte Geradora Movimentação de resíduos domésticos
Limpeza nas instalação sanitária e movimentação de resíduos domésticos
EPI Luva em Látex
Não Identificado
EPC Não Aplicavel
Orientação Seguir orientações do anexo Equipamentos de Proteção Individual, para implantação e uso dos
EPI's sindicados para o tipo de atividade exercida.
Medidas Propostas Disponibilizar e tornar obrigatório o uso de Bota de PVC e Óculos de Segurança contra
respingos,para todos os envolvidos na atividade de limpeza de instalações sanitárias e remoção de
lixo.
Medidas Existentes Avaliação médica periódica e fornecimento de EPI.
Análise Qualitativa Seguindo os critérios de avaliação qualitativa apresentados no Relatório Técnico do PPRA para
reconhecimento e avaliação do processo e condições de trabalho, indicam que ocorre exposição
ao agente avaliado na forma de contato dérmico ou respiratório.
Efeitos Potenciais Doenças cutâneas ou sistêmicas.
Fundamentação Legal Norma Regulamentadora nº 15, anexo 14, da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho.

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17
Nº de Funcionários

Cargo: BALCONISTA DE MEDICAMENTOS Masc.: 4 Fem.: 1 Menor: 0 Total: 5


Descrição Detalhada: Atender clientes nas lojas, envolvendo fornecimento dos itens solicitados, esclarecimentos sobre remédios
prescritos, reposição de itens em falta, elaboração dos processos de vendas para conveniados, limpeza dos locais de exposições de
produtos e substituição de etiquetas de preços.

Especificação dos Riscos - Cargo: BALCONISTA DE MEDICAMENTOS

Agente RUÍDO (01.01.021) Grupo Físico


Limite de Tolerância 85,00 dB(A) Nível de Ação 80,00 dB(A)
Meio de Propagação Ar
Data Medição Empresa Técnica Utilizada
10/07/2019 66,90 dB(A) Labormed Ass. em Segurança e Saúde Conforme anexo 01 - NR-15
Ocupacional Ltda
EPI Não Aplicavel
Orientação A exposição ocupacional ao ruído não deve ultrapassar os limites de tolerância estabelecidos no
anexo 1 da NR-15. Sendo ultrapassado o nível de ação, conforme item 9.3.6 da NR-09, a empresa
deverá adotar, obrigatoriamente, as medidas de controle propostas.
Medidas Propostas Promover avaliações deforma sistemática no mínimo a cada 12 meses dos níveis de pressão
sonora, como forma de monitorar qualquer eventual alteração do comportamento deste agente no
ambiente.
Medidas Existentes Não aplicável, em virtude dos baixos níveis de ruído a que esta(s) funções estão expostas.
Efeitos Potenciais Perda auditiva, transtornos cardiovasculares, hormonais, digestivos e alteração do sono, quando
o ruído exceder o LT
Fundamentação Legal Norma Regulamentadora nº 15, anexo 1,da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho e NHO-1
da FUNDACENTRO.

Agente ÁLCOOL ETÍLICO (02.01.069) Grupo Químico


Meio de Propagação ar, via dérmica
Frequência Intermitente
Classificação do Efeito Moderado
Fonte Geradora Uso de solução de álcool etílico nos serviços de limpeza e higienização
EPI Luva em Látex
Orientação - Manter em local acessível, a Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico (FISPQ), e
treinar os funcionários que executam as tarefas sob análise, quanto às metodologias e
procedimentos seguros, nas operações de bem como instruí-los quanto aos riscos;
- Garantir ventilação adequada, especialmente em áreas confinadas.
- Manipular o produto com ventilação local ou exaustora ou ventilação geral diluidora (com
renovação de ar), de forma a manter a concentração de vapores inferior ao limite de tolerância
Medidas Propostas - Manter Ordens de Serviço para as tarefas,estabelecendo a obrigatoriedade do uso de EPIs e
práticas adequadas de trabalho, conforme determina a Norma Regulamentadora nº1. Treinando
as funções envolvidas para a execução das tarefas contemplando obrigatoriamente informações
sobre os riscos envolvidos para a atividade desenvolvida.
- Dimensionar a exposição através de avaliação quantitativa para fins de documentação e adoção
de medidas de controle;
- Elaborar e implantar o Programa de Proteção Respiratória - PPR, conforme estabelece a
Instrução Normativa Nº 01 de 11/04/94 do MTE.
Medidas Existentes Exame médico periódico e fornecimento deEPI.
Análise Qualitativa Seguindo os critérios de avaliação qualitativa apresentados no Relatório Técnico do PPRA para
reconhecimento e avaliação do processo e condições de trabalho, os resultados obtidos indicam
que ocorre exposição ao agente avaliado na forma de contato dérmico ou respiratório.
Efeitos Potenciais - Pode causar irritação à pele com vermelhidão e ressecamento
- Provoca irritação ocular grave com vermelhidão, lacrimejamento e dor.
- Pode provocar defeitos genéticos, se ingerido
- Pode provocar depressão do sistema nervoso central com tontura, sonolência, vertigens, dores
de cabeça, falta de coordenação motora e perda de consciência.
- Pode provocar irritação ao trato respiratório e gastrointestinal com tosse, dor de garganta,
náuseas, sensação de queimação, dor abdominal e diarréia.
Fundamentação Legal Norma Regulamentadora nº15, anexo 11, da Portaria 3.214/78 do MTE e legislação em vigor

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Agente MICRO-ORGANISMOS (DEJETOS/MOVIM. RESIDUOS Grupo Biológico
DOMÉSTICOS) (03.01.001)
Meio de Propagação ar, via dérmica
Frequência Intermitente
Classificação do Efeito Moderado
Fonte Geradora Movimentação de resíduos domésticos
Limpeza nas instalação sanitária e movimentação de resíduos domésticos
EPI Luva em Látex
Não Identificado
EPC Não Aplicavel
Orientação Seguir orientações do anexo Equipamentos de Proteção Individual, para implantação e uso dos
EPI's sindicados para o tipo de atividade exercida.
Medidas Propostas Disponibilizar e tornar obrigatório o uso de Bota de PVC e Óculos de Segurança contra respingos,
para todos os envolvidos na atividade de limpeza de instalações sanitárias e remoção de lixo.
Medidas Existentes Avaliação médica periódica e fornecimento de EPI.
Análise Qualitativa Seguindo os critérios de avaliação qualitativa apresentados no Relatório Técnico do PPRA para
reconhecimento e avaliação do processo e condições de trabalho, indicam que ocorre exposição
ao agente avaliado na forma de contato dérmico ou respiratório.
Efeitos Potenciais Doenças cutâneas ou sistêmicas.
Fundamentação Legal Norma Regulamentadora nº 15, anexo 14, da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho.

Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, 911 - Eldorado - Diadema - São Paulo
19
Nº de Funcionários

Cargo: CAIXA Masc.: 0 Fem.: 3 Menor: 0 Total: 3


Descrição Detalhada: Executar atividades de recebimentos de numerários nas lojas, envolvendo registro das vendas efetuadas,
recebimentos de valores, fechamento do caixa, venda e reposição de artigos de perfumaria e autosserviço, substituição de
etiquetas de preços e limpeza dos locais de exposição de produtos.

Especificação dos Riscos - Cargo: CAIXA

Agente RUÍDO (01.01.021) Grupo Físico


Limite de Tolerância 85,00 dB(A) Nível de Ação 80,00 dB(A)
Meio de Propagação Ar
Data Medição Empresa Técnica Utilizada
10/07/2019 66,90 dB(A) Labormed Ass. em Segurança e Saúde Conforme anexo 01 - NR-15
Ocupacional Ltda
EPI Não Aplicavel
Orientação A exposição ocupacional ao ruído não deve ultrapassar os limites de tolerância estabelecidos no
anexo 1 da NR-15. Sendo ultrapassado o nível de ação, conforme item 9.3.6 da NR-09, a empresa
deverá adotar, obrigatoriamente, as medidas de controle propostas.
Medidas Propostas Promover avaliações deforma sistemática no mínimo a cada 12 meses dos níveis de pressão
sonora, como forma de monitorar qualquer eventual alteração do comportamento deste agente no
ambiente.
Medidas Existentes Não aplicável, em virtude dos baixos níveis de ruído a que esta(s) funções estão expostas.
Efeitos Potenciais Perda auditiva, transtornos cardiovasculares, hormonais, digestivos e alteração do sono, quando
o ruído exceder o LT
Fundamentação Legal Norma Regulamentadora nº 15, anexo 1,da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho e NHO-1
da FUNDACENTRO.

Agente NÃO IDENTIFICADO Grupo Químico


Durante a avaliação, não foi identificado a presença de agentes químicos no processo.

Agente MICRO-ORGANISMOS (DEJETOS/MOVIM. RESIDUOS Grupo Biológico


DOMÉSTICOS) (03.01.001)
Meio de Propagação ar, via dérmica
Frequência Intermitente
Classificação do Efeito Moderado
Fonte Geradora Limpeza nas instalação sanitária e movimentação de resíduos domésticos
EPI Luva em Látex
Orientação Seguir orientações do anexo Equipamentos de Proteção Individual, para implantação e uso dos
EPI's sindicados para o tipo de atividade exercida.
Medidas Propostas Disponibilizar e tornar obrigatório o uso de Bota de PVC e Óculos de Segurança contra
respingos,para todos os envolvidos na atividade de limpeza de instalações sanitárias e remoção de
lixo.
Medidas Existentes Avaliação médica periódica e fornecimento de EPI.
Análise Qualitativa Seguindo os critérios de avaliação qualitativa apresentados no Relatório Técnico do PPRA para
reconhecimento e avaliação do processo e condições de trabalho, indicam que ocorre exposição
ao agente avaliado na forma de contato dérmico ou respiratório.
Efeitos Potenciais Doenças cutâneas ou sistêmicas.
Fundamentação Legal Norma Regulamentadora nº 15, anexo 14, da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho.

Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, 911 - Eldorado - Diadema - São Paulo
20
Nº de Funcionários

Cargo: FARMACÊUTICO(A) GERENTE Masc.: 1 Fem.: 0 Menor: 0 Total: 1


Descrição Detalhada: Responsável pelo gerenciamento das atividades de vendas e administrativas da loja, envolvendo a
coordenação dos trabalhos da equipe, registro e depósito do movimento financeiro, recebimento de mercadorias, atualização do
sistema de estoque, inventário de produtos existentes no ponto de venda e relacionamento com clientes internos e externos,
visando manter a normalidade no atendimento ao público e o cumprimento das metas estabelecidas. Executar atividade de
assistência farmacêutica nas lojas, envolvendo aplicação de medicamentos injetáveis, registro de receituários de remédios
controlados e reposição do seu estoque, assessoria técnica a equipe de funcionários, atendimento de órgão fiscalizador,
esclarecimentos de dúvidas de clientes, participação em campanhas de saúde promovidas pela empresa e orientação e avaliação
de equipes de atendimentos.

Especificação dos Riscos - Cargo: FARMACÊUTICO(A) GERENTE

Agente RUÍDO (01.01.021) Grupo Físico


Limite de Tolerância 85,00 dB(A) Nível de Ação 80,00 dB(A)
Meio de Propagação Ar
Data Medição Empresa Técnica Utilizada
10/07/2019 66,90 dB(A) Labormed Ass. em Segurança e Saúde Conforme anexo 01 - NR-15
Ocupacional Ltda
EPI Não Aplicavel
Orientação A exposição ocupacional ao ruído não deve ultrapassar os limites de tolerância estabelecidos no
anexo 1 da NR-15. Sendo ultrapassado o nível de ação, conforme item 9.3.6 da NR-09, a empresa
deverá adotar, obrigatoriamente, as medidas de controle propostas.
Medidas Propostas Promover avaliações deforma sistemática no mínimo a cada 12 meses dos níveis de pressão
sonora, como forma de monitorar qualquer eventual alteração do comportamento deste agente no
ambiente.
Medidas Existentes Não aplicável, em virtude dos baixos níveis de ruído a que esta(s) funções estão expostas.
Efeitos Potenciais Perda auditiva, transtornos cardiovasculares, hormonais, digestivos e alteração do sono, quando
o ruído exceder o LT
Fundamentação Legal Norma Regulamentadora nº 15, anexo 1,da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho e NHO-1
da FUNDACENTRO.

Agente ÁLCOOL ETÍLICO (02.01.069) Grupo Químico


Meio de Propagação ar, via dérmica
Frequência Intermitente
Classificação do Efeito Moderado
Fonte Geradora Uso de solução de álcool etílico nos serviços de limpeza e higienização
EPI Luva em Látex
Orientação - Manter em local acessível, a Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico (FISPQ), e
treinar os funcionários que executam as tarefas sob análise, quanto às metodologias e
procedimentos seguros, nas operações de bem como instruí-los quanto aos riscos;
- Garantir ventilação adequada, especialmente em áreas confinadas.
- Manipular o produto com ventilação local ou exaustora ou ventilação geral diluidora (com
renovação de ar), de forma a manter a concentração de vapores inferior ao limite de tolerância
Medidas Propostas - Manter Ordens de Serviço para as tarefas, estabelecendo a obrigatoriedade do uso de EPIs e
práticas adequadas de trabalho, conforme determina a Norma Regulamentadora nº1. Treinando
as funções envolvidas para a execução das tarefas contemplando obrigatoriamente informações
sobre os riscos envolvidos para a atividade desenvolvida.
- Dimensionar a exposição através de avaliação quantitativa para fins de documentação e adoção
de medidas de controle;
- Elaborar e implantar o Programa de Proteção Respiratória - PPR, conforme estabelece a
Instrução Normativa Nº 01 de 11/04/94 do MTE.
Medidas Existentes Exame médico periódico e fornecimento deEPI.
Análise Qualitativa Seguindo os critérios de avaliação qualitativa apresentados no Relatório Técnico do PPRA para
reconhecimento e avaliação do processo e condições de trabalho, os resultados obtidos indicam
que ocorre exposição ao agente avaliado na forma de contato dérmico ou respiratório.
Efeitos Potenciais - Pode causar irritação à pele com vermelhidão e ressecamento
- Provoca irritação ocular grave com vermelhidão, lacrimejamento e dor.
- Pode provocar defeitos genéticos, se ingerido
- Pode provocar depressão do sistema nervoso central com tontura, sonolência, vertigens, dores
de cabeça, falta de coordenação motora e perda de consciência.
- Pode provocar irritação ao trato respiratório e gastrointestinal com tosse, dor de garganta,
náuseas, sensação de queimação, dor abdominal e diarréia.
Fundamentação Legal Norma Regulamentadora nº15, anexo 11, da Portaria 3.214/78 do MTE e legislação em vigor

Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, 911 - Eldorado - Diadema - São Paulo
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Agente MICRO-ORGANISMOS (SERVIÇOS DE SAÚDE-NR.32) Grupo Biológico
(03.01.001)
Meio de Propagação Contato dérmico, Ar
Frequência Intermitente
Classificação do Efeito Leve
EPI Luva em Látex
Orientação Seguir orientações do anexo Equipamentos de Proteção Individual, para implantação e uso dos
EPI´s indicados para o tipo de atividade exercida.
Medidas Propostas - Manter ordens de serviço e treinar os funcionários quanto às práticas higiênicas, esclarecimentos
sobre riscos biológicos presentes no trabalho e sobre o uso de equipamentos de proteção
individual;
- Manter registro da atividade em livro próprio contendo data, horário, dados do funcionário e do
cliente;
- Manter lixeira provida de sistema de abertura sem contato manual, sabonete líquido e toalha
descartável;
- Disponibilizar lavatório exclusivo para higiene das mãos providas de água corrente, cuba de, no
mínimo, 40 cm de profundidade e sistema de abertura sem contato manual;
- Manter procedimento interno para comunicação de acidente ou incidente, com exposição a
agentes biológicos, ao responsável pelo local de trabalho e, quando houver, ao serviço de
segurança e saúde do trabalho e à CIPA;
- Manter programa de imunização ativa contra Tétano, Difteria, Hepatite B;
- Seguir as recomendações previstas na NR-32, item 32.2 e seus subitens quanto à exposição a
micro-organismos.
Medidas Existentes Avaliação médica periódica e fornecimento de EPI.
Análise Qualitativa Nos serviços de remoção e manuseio de amostras elixo séptico, os funcionários podem ficar
expostos a fatores de risco relacionados a agentes biológicos devido à possibilidade de ocorrer o
contato dérmico com material contaminante.
Efeitos Potenciais Doenças sistêmicas causadas por micro-organismos patogênicos.
Fundamentação Legal Norma Regulamentadora nº 15, anexo 14, da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho.

Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, 911 - Eldorado - Diadema - São Paulo
22
Nº de Funcionários

Cargo: FARMACÊUTICO(A) SUBSTITUTO(A) Masc.: 1 Fem.: 1 Menor: 0 Total: 2


Descrição Detalhada: Executar atividade de assistência farmacêutica nas lojas, envolvendo aplicação de medicamentos
injetáveis, registro de receituários de remédios controlados e reposição do seu estoque, assessoria técnica a equipe de
funcionários, atendimento de órgão fiscalizador, esclarecimentos de dúvidas de clientes, participação em campanhas de saúde
promovidas pela empresa e orientação e avaliação de equipes de atendimentos, na ausência do farmacêutico (a).

Especificação dos Riscos - Cargo: FARMACÊUTICO(A) SUBSTITUTO(A)

Agente RUÍDO (01.01.021) Grupo Físico


Limite de Tolerância 85,00 dB(A) Nível de Ação 80,00 dB(A)
Meio de Propagação Ar
Data Medição Empresa Técnica Utilizada
10/07/2019 66,90 dB(A) Labormed Ass. em Segurança e Saúde Conforme anexo 01 - NR-15
Ocupacional Ltda
EPI Não Aplicavel
Orientação A exposição ocupacional ao ruído não deve ultrapassar os limites de tolerância estabelecidos no
anexo 1 da NR-15. Sendo ultrapassado o nível de ação, conforme item 9.3.6 da NR-09, a empresa
deverá adotar, obrigatoriamente, as medidas de controle propostas.
Medidas Propostas Promover avaliações deforma sistemática no mínimo a cada 12 meses dos níveis de pressão
sonora, como forma de monitorar qualquer eventual alteração do comportamento deste agente no
ambiente.
Medidas Existentes Não aplicável, em virtude dos baixos níveis de ruído a que esta(s) funções estão expostas.
Efeitos Potenciais Perda auditiva, transtornos cardiovasculares, hormonais, digestivos e alteração do sono, quando
o ruído exceder o LT
Fundamentação Legal Norma Regulamentadora nº 15, anexo 1,da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho e NHO-1
da FUNDACENTRO.

Agente ÁLCOOL ETÍLICO (02.01.069) Grupo Químico


Meio de Propagação ar, via dérmica
Frequência Intermitente
Classificação do Efeito Moderado
Fonte Geradora Uso de solução de álcool etílico nos serviços de limpeza e higienização
EPI Luva em Látex
Orientação - Manter em local acessível, a Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico (FISPQ), e
treinar os funcionários que executam as tarefas sob análise, quanto às metodologias e
procedimentos seguros, nas operações de bem como instruí-los quanto aos riscos;
- Garantir ventilação adequada, especialmente em áreas confinadas.
- Manipular o produto com ventilação local ou exaustora ou ventilação geral diluidora (com
renovação de ar), de forma a manter a concentração de vapores inferior ao limite de tolerância
Medidas Propostas - Manter Ordens de Serviço para as tarefas, estabelecendo a obrigatoriedade do uso de EPIs e
práticas adequadas de trabalho, conforme determina a Norma Regulamentadora nº1. Treinando
as funções envolvidas para a execução das tarefas contemplando obrigatoriamente informações
sobre os riscos envolvidos para a atividade desenvolvida.
- Dimensionar a exposição através de avaliação quantitativa para fins de documentação e adoção
de medidas de controle;
- Elaborar e implantar o Programa de Proteção Respiratória - PPR, conforme estabelece a
Instrução Normativa Nº 01 de 11/04/94 do MTE.
Medidas Existentes Exame médico periódico e fornecimento de EPI.
Análise Qualitativa Seguindo os critérios de avaliação qualitativa apresentados no Relatório Técnico do PPRA para
reconhecimento e avaliação do processo e condições de trabalho, os resultados obtidos indicam
que ocorre exposição ao agente avaliado na forma de contato dérmico ou respiratório.
Efeitos Potenciais - Pode causar irritação à pele com vermelhidão e ressecamento
- Provoca irritação ocular grave com vermelhidão, lacrimejamento e dor.
- Pode provocar defeitos genéticos, se ingerido
- Pode provocar depressão do sistema nervoso central com tontura, sonolência, vertigens, dores
de cabeça, falta de coordenação motora e perda de consciência.
- Pode provocar irritação ao trato respiratório e gastrointestinal com tosse, dor de garganta,
náuseas, sensação de queimação, dor abdominal e diarréia.
Fundamentação Legal Norma Regulamentadora nº15, anexo 11, da Portaria 3.214/78 do MTE e legislação em vigor

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Agente MICRO-ORGANISMOS (SERVIÇOS DE SAÚDE-NR.32) Grupo Biológico
(03.01.001)
Meio de Propagação Contato dérmico, Ar
Frequência Intermitente
Classificação do Efeito Leve
EPI Luva em Látex
Orientação Seguir orientações do anexo Equipamentos de Proteção Individual, para implantação e uso dos
EPI´s indicados para o tipo de atividade exercida.
Medidas Propostas - Manter ordens de serviço e treinar os funcionários quanto às práticas higiênicas, esclarecimentos
sobre riscos biológicos presentes no trabalho e sobre o uso de equipamentos de proteção
individual;
- Manter registro da atividade em livro próprio contendo data, horário, dados do funcionário e do
cliente;
- Manter lixeira provida de sistema de abertura sem contato manual, sabonete líquido e toalha
descartável;
- Disponibilizar lavatório exclusivo para higiene das mãos providas de água corrente, cuba de, no
mínimo, 40 cm de profundidade e sistema de abertura sem contato manual;
- Manter procedimento interno para comunicação de acidente ou incidente, com exposição a
agentes biológicos, ao responsável pelo local de trabalho e, quando houver, ao serviço de
segurança e saúde do trabalho e à CIPA;
- Manter programa de imunização ativa contra Tétano, Difteria, Hepatite B;
- Seguir as recomendações previstas na NR-32, item 32.2 e seus subitens quanto à exposição a
micro-organismos.
Medidas Existentes Avaliação médica periódica e fornecimento de EPI.
Análise Qualitativa Nos serviços de remoção e manuseio de amostras elixo séptico, os funcionários podem ficar
expostos a fatores de risco relacionados a agentes biológicos devido à possibilidade de ocorrer o
contato dérmico com material contaminante.
Efeitos Potenciais Doenças sistêmicas causadas por micro-organismos patogênicos.
Fundamentação Legal Norma Regulamentadora nº 15, anexo 14, da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho.

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Nº de Funcionários

Cargo: FISCAL DE CAIXA Masc.: 0 Fem.: 2 Menor: 0 Total: 2


Descrição Detalhada: Executar atividades de recebimentos de numerários nas lojas, envolvendo registro das vendas efetuadas,
recebimentos de valores, fechamento do caixa, venda e reposição de artigos de perfumaria e auto serviço, substituição de etiquetas
de preços e limpeza dos locais de exposição de produtos.

Especificação dos Riscos - Cargo: FISCAL DE CAIXA

Agente RUÍDO (01.01.021) Grupo Físico


Limite de Tolerância 85,00 dB(A) Nível de Ação 80,00 dB(A)
Meio de Propagação Ar
Data Medição Empresa Técnica Utilizada
10/07/2019 66,90 dB(A) Labormed Ass. em Segurança e Saúde Conforme anexo 01 - NR-15
Ocupacional Ltda
EPI Não Aplicavel
Orientação A exposição ocupacional ao ruído não deve ultrapassar os limites de tolerância estabelecidos no
anexo 1 da NR-15. Sendo ultrapassado o nível de ação, conforme item 9.3.6 da NR-09, a empresa
deverá adotar, obrigatoriamente, as medidas de controle propostas.
Medidas Propostas Promover avaliações deforma sistemática no mínimo a cada 12 meses dos níveis de pressão
sonora, como forma de monitorar qualquer eventual alteração do comportamento deste agente no
ambiente.
Medidas Existentes Não aplicável, em virtude dos baixos níveis de ruído a que esta(s) funções estão expostas.
Efeitos Potenciais Perda auditiva, transtornos cardiovasculares, hormonais, digestivos e alteração do sono, quando
o ruído exceder o LT
Fundamentação Legal Norma Regulamentadora nº 15, anexo 1,da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho e NHO-1
da FUNDACENTRO.

Agente NÃO IDENTIFICADO Grupo Químico


Durante a avaliação, não foi identificado a presença de agentes químicos no processo.

Agente MICRO-ORGANISMOS (DEJETOS/MOVIM. RESIDUOS Grupo Biológico


DOMÉSTICOS) (03.01.001)
Meio de Propagação ar, via dérmica
Frequência Intermitente
Classificação do Efeito Moderado
Fonte Geradora Limpeza nas instalação sanitária e movimentação de resíduos domésticos
EPI Luva em Látex
Orientação Seguir orientações do anexo Equipamentos de Proteção Individual, para implantação e uso dos
EPI's sindicados para o tipo de atividade exercida.
Medidas Propostas Disponibilizar e tornar obrigatório o uso de Bota de PVC e Óculos de Segurança contra
respingos,para todos os envolvidos na atividade de limpeza de instalações sanitárias e remoção de
lixo.
Medidas Existentes Avaliação médica periódica e fornecimento de EPI.
Análise Qualitativa Seguindo os critérios de avaliação qualitativa apresentados no Relatório Técnico do PPRA para
reconhecimento e avaliação do processo e condições de trabalho, indicam que ocorre exposição
ao agente avaliado na forma de contato dérmico ou respiratório.
Efeitos Potenciais Doenças cutâneas ou sistêmicas.
Fundamentação Legal Norma Regulamentadora nº 15, anexo 14, da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho.

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Nº de Funcionários

Cargo: MONITOR(A) DE OPERAÇÕES Masc.: 0 Fem.: 1 Menor: 0 Total: 1


Descrição Detalhada: Colaborar com a gerência da loja na coordenação das atividades de vendas e administrativas, envolvendo
a coordenação dos trabalhos da equipe, remessa dos movimentos diários para a matriz, recebimento de mercadorias, retirada de
valores dos caixas, provisão de recursos para o caixa, relacionamento com clientes externos e internos, visando manter a
normalidade no atendimento ao público e o cumprimento das metas estabelecidas.

Especificação dos Riscos - Cargo: MONITOR(A) DE OPERAÇÕES

Agente RUÍDO (01.01.021) Grupo Físico


Limite de Tolerância 85,00 dB(A) Nível de Ação 80,00 dB(A)
Meio de Propagação Ar
Data Medição Empresa Técnica Utilizada
10/07/2019 66,90 dB(A) Labormed Ass. em Segurança e Saúde Conforme anexo 01 - NR-15
Ocupacional Ltda
EPI Não Aplicavel
Orientação A exposição ocupacional ao ruído não deve ultrapassar os limites de tolerância estabelecidos no
anexo 1 da NR-15. Sendo ultrapassado o nível de ação, conforme item 9.3.6 da NR-09, a empresa
deverá adotar, obrigatoriamente, as medidas de controle propostas.
Medidas Propostas Promover avaliações deforma sistemática no mínimo a cada 12 meses dos níveis de pressão
sonora, como forma de monitorar qualquer eventual alteração do comportamento deste agente no
ambiente.
Medidas Existentes Não aplicável, em virtude dos baixos níveis de ruído a que esta(s) funções estão expostas.
Efeitos Potenciais Perda auditiva, transtornos cardiovasculares, hormonais, digestivos e alteração do sono, quando
o ruído exceder o LT
Fundamentação Legal Norma Regulamentadora nº 15, anexo 1,da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho e NHO-1
da FUNDACENTRO.

Agente NÃO IDENTIFICADO Grupo Químico


Durante a avaliação, não foi identificado a presença de agentes químicos no processo.

Agente MICRO-ORGANISMOS (DEJETOS/MOVIM. RESIDUOS Grupo Biológico


DOMÉSTICOS) (03.01.001)
Meio de Propagação ar, via dérmica
Frequência Intermitente
Classificação do Efeito Moderado
Fonte Geradora Limpeza nas instalação sanitária e movimentação de resíduos domésticos
EPI Luva em Látex
Orientação Seguir orientações do anexo Equipamentos de Proteção Individual, para implantação e uso dos
EPI's sindicados para o tipo de atividade exercida.
Medidas Propostas Disponibilizar e tornar obrigatório o uso de Bota de PVC e Óculos de Segurança contra respingos,
para todos os envolvidos na atividade de limpeza de instalações sanitárias e remoção de lixo.
Medidas Existentes Avaliação médica periódica e fornecimento de EPI.
Análise Qualitativa Seguindo os critérios de avaliação qualitativa apresentados no Relatório Técnico do PPRA para
reconhecimento e avaliação do processo e condições de trabalho, indicam que ocorre exposição
ao agente avaliado na forma de contato dérmico ou respiratório.
Efeitos Potenciais Doenças cutâneas ou sistêmicas.
Fundamentação Legal Norma Regulamentadora nº 15, anexo 14, da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho.

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CONCLUSÃO
Não foi identificada a presença de fontes geradoras de quaisquer outros agentes físicos, tais como
vibrações, calor, frio, radiações ionizantes e não ionizantes, pressões anormais, ou umidade. Também
não foi identificada a presença de processos com exposição a outros agentes químicos ou biológicos.

Além dos agentes químicos avaliados, foi identificado o uso de produtos de limpeza todos classificados
como domissanitários ou de limpeza doméstica, de baixa toxicidade, não caracterizando a exposição
significativa. Todavia, para esses casos, recomendamos a seguir as orientações gerais contidas nas
Fichas de Informação de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) e nos rótulos dos produtos.

RECOMENDAÇÕES
• Recomenda-se promover monitoramento sistemático do agente físico ruído;
• Observar nas tabelas, por risco e função, as recomendações específicas para cada setor avaliado;
• Desenvolver e cumprir, rigorosamente, as ações presentes nas avaliações.

ORIENTAÇÕES GERAIS
Práticas Adequadas de Trabalho

• Estabelecer procedimentos por escrito para o trabalho executado, contemplando


obrigatoriamente práticas adequadas de trabalho, obrigatoriedade quanto ao uso correto do EPI e
riscos associados ao trabalho desenvolvido;

• Realizar treinamento de forma sistemática quanto aos procedimentos de trabalho estabelecidos;

• Monitorar o cumprimento dos procedimentos implantados, corrigindo eventuais distorções.

Combate a Incêndio

• Manter equipamentos de incêndio em perfeitas condições de uso, devidamente sinalizados, de


local de fácil acesso e permanentemente desobstruídos;

• Manter para todos os funcionários, treinamentos em técnicas de prevenção e combate a princípios


de incêndio.

Serviços Terceirizados

Recomendamos solicitar para as empresas prestadoras de serviços a elaboração do seu PCMSO (NR-07)
e PPRA (NR-09), devendo ser apresentado cópia para a empresa contratante. Salientamos ainda a
necessidade do uso dos EPIs pelos funcionários durante a realização de suas atividades.

Ordem de Serviços

A empresa deve elaborar ou manter ordem de serviços conforme determina a NR-01, contemplando as
atividades realizadas pelos colaboradores informando os riscos envolvidos e as medidas de segurança
que devem ser utilizadas e a obrigatoriedade do uso de EPI (Equipamento de Proteção Individual).

Acidentes do Trabalho

Promover a analise sistemática de riscos de acidentes e sempre que necessária promover as ações
corretivas necessárias bem como elaborar e implantar procedimentos específicos para prevenção de
acidentes no trabalho com máquinas, equipamentos e trabalho em altura.

Segurança nos Serviços de Saúde (NR-32)

• Manter ordens de serviço, e treinar os funcionários quanto às práticas higiênicas, esclarecimentos


sobre riscos biológicos presentes no trabalho e sobre o uso de equipamentos de proteção individual;

• Manter registro da atividade em livro próprio contendo data, horário, dados do funcionário e do
cliente;

• Manter lixeira provida de sistema de abertura sem contato manual, sabonete líquido, e toalha
descartável;

• Disponibilizar lavatório exclusivo para higiene das mãos providas de água corrente, cuba de, no
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27
mínimo, 40 cm de profundidade e sistema de abertura sem contato manual;

• Manter procedimento interno para comunicação de acidente ou incidente, com exposição a


agentes biológicos, ao responsável pelo local de trabalho e, quando houver, ao serviço de segurança
e saúde do trabalho e à CIPA;

• Manter programa de imunização ativa contra tétano, difteria, hepatite B;

• Observar o determinado na NR-32.

Ergonomia (NR-17)

Recomendamos que a empresa mantenha Análise Ergonômica do Trabalho (AET), conforme determina a
NR-17.

Emissão do Perfil Profissográfico Previdenciário - PPP

Para preenchimento e emissão do PPP é necessário que a avaliação da exposição ocupacional ao ruído
seja feita através de avaliação dosimétrica com apresentação de histograma.

Mapa de Riscos Ambientais (CIPA - NR-5)

Recomendamos deixar exposto, em local visível e de fácil acesso a todos os funcionários da empresa, o
Mapa de Riscos Ambientais, de acordo com o previsto na Norma Regulamentadora n.º 5 (NR-5).

Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA - NR-5)

Considerando a atividade econômica da empresa e o número atual de funcionários, a empresa deve


constituir CIPA através de representante designado e devidamente treinado.

Instalações Elétricas (NR-10)

• A Empresa deve atender ao estabelecido na Norma Regulamentadora nº 10, no que couber, de


forma a prevenir a ocorrência de acidentes envolvendo o trabalhador e o patrimônio.

• Manter as instalações elétricas em conformidade com a NBR 5410, evitando fios desencapados e
adaptações elétricas fora de especificação, mantendo todo o sistema protegido por eletrodutos.

Trabalho em Altura (NR-35)

• No reconhecimento e avaliação dos riscos relativos ao processo e condições de trabalho, não foi
identificado, trabalhos em locais com altura superior a 2 metros com risco de queda.

• Na ocorrência de "trabalho em altura", mesmo de forma eventual, deverá ser observado o


estabelecido na Norma Regulamentadora nº 35 (NR-35).

Nota: Considera-se como "Trabalho em Altura" toda atividade executada a um plano de trabalho superior
a 2 metros, onde haja o risco de queda.

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28
ENCERRAMENTO
Este documento representa o reconhecimento e a avaliação dos fatores de riscos ambientais relacionados
ao processo e condições de trabalho, constituindo-se, portanto, em parte integrante do Programa de
Prevenção de Riscos Ambientais organizados e implantado pela empresa.

Para implementação do Programa de Prevenção de riscos Ambientais a empresa deve criar e manter
grupo de trabalho ou outro tipo de organização de seu interesse que seja compatível com as necessidades
do programa. Para o efetivo controle dos fatores de riscos ambientais, a empresa deve observar e
implantar as recomendações contidas no plano de ação, através de um cronograma anual que leve em
consideração o nível de prioridade.

Em sendo parte integrante do PPRA, este documento deverá ser conhecido por todas as pessoas
envolvidas no programa e servir de base na adoção e implementação das medidas de controle contidas no
plano de ação. A efetiva implementação das recomendações além de minimizar a probabilidade da
ocorrência de agravos à saúde, permitirá melhorias e ganhos nas condições de trabalho, com reflexos
positivos sobre o bem-estar físico, psíquico, emocional e social dos trabalhadores, o que, por via de
consequência, incidirá sobre o produto de seu trabalho.

As Conclusões deste programa referem-se a avaliações realizadas no ambiente de trabalho, baseadas nas
informações (Relação de funcionários, descritivo de funções, descrição dos métodos de trabalho)
prestadas pela empresa.

Este documento é representativo do processo e condições de trabalho atualmente existente na empresa.


Havendo alterações, um novo relatório deverá ser elaborado.

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29
ANEXOS

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30
CRONOGRAMA DAS MEDIDAS DE CONTROLE “NR-9.3.5 e 9.2.3”

DATA DE CONCLUSÃO DATA EFETIVA DA


Descrição da Atividade Responsável PREVISTA CONCLUSÃO PROBLEMAS
MÊS ANO MÊS ANO E ATRASOS
DIVULGAÇÃO DO PPRA
Divulgar o conteúdo do PPRA aos funcionários e para o
representante designado da CIPA formalmente, registrando em Gestor do PPRA Julho 2019
documento apropriado.

AGENTE FÍSICO “RUÍDO”


Manter avaliações de forma sistemática no mínimo a cada 12
meses dos níveis de pressão sonora, como forma de monitorar Julho a
Gestor do PPRA 2019 / 2020
qualquer eventual alteração do comportamento deste agente Junho
no ambiente.
AGENTE QUÍMICO “DOMISSANITÁRIOS” e “ÁLCOOL ETÍLICO”
Manter em local acessível, a Ficha de Informação de Segurança
de Produto Químico (FISPQ), relativa às substâncias químicas Gestor do PPRA Julho 2019
presentes e empregadas no processo de trabalho.
AGENTE BIOLÓGICO “MICROORGANISMOS”
Manter ordens de serviço, e treinar os funcionários quanto às
práticas higiênicas, esclarecimentos sobre riscos biológicos Julho a
Gestor do PPRA 2019 / 2020
presentes no trabalho e sobre o uso de equipamentos de Junho
proteção individual.
Manter procedimento interno para comunicação de acidente ou
incidente, com exposição a agentes biológicos, ao responsável Julho a
Gestor do PPRA 2019 / 2020
pelo local de trabalho e, quando houver, ao serviço de Junho
segurança e saúde do trabalho e à CIPA.
Manter programa de imunização ativa contra tétano, difteria, Julho a
Gestor do PPRA 2019 / 2020
hepatite B. Junho
MAPA DE RISCOS AMBIENTAIS (CIPA – NR-5)
Elaborar e deixar exposto, em local visível e de fácil acesso a
todos os funcionários da empresa, o Mapa de Riscos Julho a
Gestor do PPRA 2019 / 2020
Ambientais, de acordo com o previsto na Norma Junho
Regulamentadora n.º 5 (NR-5).
ERGONOMIA (NR-17)
Realizar análise ergonômica do trabalho, a fim de avaliar a
adaptação das condições de trabalho às características
Julho a
psicofisiológicas dos trabalhadores, devendo a mesma abordar, Gestor do PPRA 2019 / 2020
Junho
no mínimo, as condições de trabalho, conforme estabelecido
pela Norma Regulamentadora n.º17 (NR-17).
MONITORAMENTO
Realizar alterações conforme reconhecimentos periódicos de
alterações nas exposições ocupacionais sugeridas durante a
Julho a
vigência deste PPRA, seja através da percepção da CIPA ou em Gestor do PPRA 2019 / 2020
Junho
visitas da área técnica da Labormed, ou mesmo de órgãos
fiscalizadores.

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31
PLANEJAMENTO ANUAL E CRONOGRAMA DO PPRA “NR-9 - subitem 9.2.1 – alínea a”

2019 2020
Metas/Etapas
Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Jun

Elaboração do documento-base

Reconhecimento dos riscos

Estabelecimento de prioridades e
metas de avaliação e controle

Avaliação da Eficácia do PPRA

Divulgação dos dados

Revisão do PPRA

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32
MODELO DE PLANILHA PARA DIVULGAÇÃO DO PPRA
O Gestor do PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS - PPRA, dando cumprimento ao
que preceitua o item 9.5 da NR-9 - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, leva ao conhecimento
dos funcionários o conteúdo do programa supracitado, bem como solicita a todos trabalhadores sua
contribuição no sentido de aprimorar e agilizar a implantação do mesmo.

Para que as contribuições sejam tratadas de conformidade com o que dispõe o item 9.3.8 da NR já
mencionada, deverão as mesmas ser propostas por escrito de modo a ficarem registradas e fazerem
parte do PPRA.

Objetivando manter a transparência necessária e de encontro ao item 9.3.8 mencionado no parágrafo


anterior, solicita aos funcionários desta Empresa seu ciente no presente documento, após discussão e
análise do programa, anexando inclusive suas respectivas contribuições.

NOME DATA ASSINATURA

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33
ORIENTAÇÃO PARA IMPLANTAÇÃO DA NR-6 EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL


PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO

Introdução:

Constatada a necessidade de uso de equipamento de proteção individual é necessário que se tenha um


processo formal de implantação do uso de EPIs, ao qual deve reunir todas as políticas, providências e
responsabilidades de todas as pessoas envolvidas: gerência, chefia e usuários.

O aspecto fundamental a ser considerado quando da implantação do uso de equipamentos de proteção


individual é que os EPIs são concebidos única e exclusivamente para serem adotados em situações
específicas e legalmente previstas, como o caso em que medidas de proteção coletiva são inviáveis -
casos de emergência - ou enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implementadas.

A Norma Regulamentadora nº 6 elenca as condições para que um EPI possa ser considerado um
instrumento neutralizador da insalubridade e o primeiro destes é exatamente o fator adequabilidade ao
risco; o equipamento deve ser especificado por profissional competente. O EPI, quando mal
dimensionado ou inadequado ao risco, passa a ter caráter inverso do que foi inicialmente proposto,
facilitando, em muitos casos, a ocorrência de acidentes.

A aquisição do EPI tem de ser feita de forma criteriosa; a empresa vendedora tem por obrigação a
apresentação do C.A. - Certificado de Aprovação, C.R.F. - Certificado de Registro de Fabricante e o
C.R.I. - Certificado de Registro de Importador (no caso de EPIs importados) que consiste em documento
emitido pelo MTPS - Ministério do Trabalho e Previdência Social, o qual atesta que o equipamento reúne
condições de servir ao fim a que se destina. Sob a responsabilidade do empregador estão o
fornecimento, a manutenção e higienização do EPI.

A implantação do uso de EPIs deve obrigatoriamente ser precedida de treinamento. A eficiência do


equipamento, particularmente os protetores auriculares e respiradores, depende essencialmente do
modo como são usados, sob o risco de não promoverem a atenuação especificada. Assim, é igualmente
importante que a empresa treine o trabalhador. A empresa deve documentar que treinou o trabalhador
ao uso do EPI, seja por meio de termo na própria ficha de entrega, seja por meio de emissão de
certificado.

Finalmente, de nada adianta o cumprimento de todos os requisitos anteriores, se não for cumprida a
principal exigência que é o uso efetivo e correto dos equipamentos de proteção individual. Para tanto a
empresa deve promover ações para a conscientização de todos os trabalhadores, através de palestras,
cursos e vídeos.

Etapas para implantação do uso de EPIs:

1. Definição do uso de Equipamentos de Proteção Individual

A prescrição do uso de equipamentos de proteção individual é feita com base em resultados de


avaliação dos fatores de risco ambiental. A empresa deve, portanto, possuir documento formal que
aponte a necessidade da adoção do uso de EPIs. Neste caso o PPRA.

2. Realização de testes de adaptação, conforto e funcionamento do EPI.

Todo e qualquer EPI antes de ser utilizado deve passar por testes de conforto, adaptabilidade e
funcionamento (por exemplo, teste de vedação de máscaras). Os testes devem ser realizados com
funcionários da empresa e situações normais de trabalho.

3. Estocagem e Distribuição

Deve ser mantido no almoxarifado um número suficiente de EPIs para substituição quando necessário.

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34
4. Treinamento

O treinamento deve envolver, no mínimo, temas sobre responsabilidade do empregador e


responsabilidades dos empregados, práticas adequadas de trabalho, uso correto, guarda e conservação
dos EPIS, riscos ambientais e agravos à saúde relacionados ao processo e ambiente de trabalho.

Treinamentos devem ocorrer de forma sistemática em período não superior a 01(um) ano. Devem ser
de caráter obrigatório para todos os funcionários. Funcionários novos deverão ser treinamentos na fase
de integração.

5. Sinalização de Segurança

Todos os locais e/ou operações onde se fizerem necessáriosà utilização dos EPI, deverão ser claramente
sinalizados de forma a não deixar dúvidas quanto à obrigatoriedade de uso do(s) Equipamento(s) de
Proteção Individual.

6. Registros

Toda e qualquer atividade envolvendo equipamentos de proteção individual deve ser devidamente
registrada em documento apropriado para posterior arquivamento.

NOTAS:
1. No quadro a seguir relacionamos os equipamentos de proteção individual necessários a serem
disponibilizados aos funcionários em razão da atividade desenvolvida.
2. Informações e esclarecimentos de dúvidas sobre o EPI e demais normas do Ministério do
Trabalho e Emprego que tratam de segurança e medicina do trabalho poderão ser obtidas com o
Setor Técnico da Labormed através dos telefones (13) 3226-6114, 97413-1518, 80*33375 ou
e-mail [email protected].

No anexo a seguir relacionamos os equipamentos de proteção individual necessários a serem


disponibilizados aos funcionários em razão da atividade desenvolvida.

Para as funções de: APRENDIZ REPOSITOR DE MERCADORIAS, ASSISTENTE ADMINISTRATIVO,


BALCONISTA DE MEDICAMENTOS, CAIXA, FISCAL DE CAIXA e MONITOR(A) DE OPERAÇÕES.

EPI ATIVIDADE FINALIDADE USO


Trabalho de limpeza de Proteção contra umidade
Avental impermeável E
banheiro e suas consequências
Trabalho de limpeza de Proteção contra umidade
Bota de PVC E
banheiro e suas consequências
Reduzir possibilidade de
Manuseio de produtos químicos
Luvas em látex contaminação biológica e E
e limpeza de banheiro
dermatite
Óculos de proteção Manuseio de produtos químicos Reduzir a possibilidade
ampla visão contra e atividades com possibilidade de respingo de produtos E
respingos de respingos nos olhos nos olhos
Reduzir possibilidades de
Respirador para poeira
Varrição possíveis problemas E
PFF1
respiratórios

Para as funções de: FARMACÊUTICO(A) SUBSTITUTO(A), FARMACÊUTICO(A) GERENTE e


BALCONISTA DE MEDICAMENTOS.

EPI ATIVIDADE FINALIDADE USO


Luva em látex para Aplicação intramuscular de Reduzir possibilidade de
E
procedimentos medicamentos. contaminação biológica.
Reduzir possibilidade de
Luvas em látex Manuseio de produtos químicos E
contaminação biológica.

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35
NOTAS:

1) Os EPIs acima relacionados devem ser fornecidos a todos os colaboradores de acordo com as
atividades realizadas;
2) Informamos ainda que além dos EPIs recomendados a empresa deve complementar sempre
que identificar um risco novo ou atividade, se necessário fazer contato com o setor técnico da
Labormed;
3) Manter o fornecimento de uniforme, para padronização dos funcionários no atendimento aos
clientes.

Uso: P = Permanente – Quando o risco se apresentar em toda a jornada de trabalho.


E = Eventual – Quando o risco não se apresentar em toda a jornada de trabalho.

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ORIENTAÇÕES PARA ATENDIMENTO DA NR-32
1. Orientações Gerais sobre o estabelecido na Norma

Nos serviços, áreas e setores que se enquadram no disposto na norma, a empresa deve adotar os
seguintes procedimentos:

 Manter procedimentos escritos e treinar os funcionários quanto às práticas higiênicas (medidas


profilaxias) e esclarecimentos sobre riscos biológicos presentes no exercício de suas atividades;
 Priorizar as medidas coletivas;
 Manter lixeira provida de sistema de abertura sem contato manual, sabonete líquido, e toalha
descartável;
 Disponibilizar lavatório exclusivo para higiene das mãos providas de água corrente, cuba de, no
mínimo, 40 cm de profundidade e sistema de abertura sem contato manual;
 Manter procedimento para lavagem das mãos;
 Manter a proibição à utilização de pias de trabalho para fins diversos dos previstos;
 Manter proibição do ato de fumar no ambulatório, uso de adornos e manuseio de lentes de
contato;
 Manter proibição do consumo de alimentos e bebidas nos postos de trabalho;
 Manter proibição quanto à guarda de alimentos em locais não destinados para este fim;
 Manter o uso de calçados fechado;
 Manter, para todos, vestimentas de trabalho adequadas e em condições de conforto;
 Os Equipamentos de Proteção Individual – EPI, descartáveis ou não, deverão estar à disposição
em número suficiente nos postos de trabalho, de forma que seja garantido o imediato
fornecimento ou reposição;
 Manter a conservação e a higienização dos materiais e instrumentos de trabalho;
 Manter disponíveis recipientes e meios de transporte adequados para materiais infectantes,
fluidos e tecidos orgânicos;
 Capacitar aos trabalhadores, de forma continuada, incluindo novos riscos biológicos identificados;
 Manter fornecimento aos trabalhadores de instruções escritas, das rotinas realizadas no local de
trabalho e medidas de prevenção de acidentes e de doenças relacionadas ao trabalho, mediante
recibo, devendo ficar à disposição da fiscalização;
 Manter procedimento para os trabalhadores comunicarem imediatamente todo acidente ou
incidente, com possível exposição a agentes biológicos, ao responsável pelo local de trabalho e,
quando houver, ao serviço de segurança e saúde do trabalho e à CIPA;
 Assegurar o uso de materiais perfuro cortantes com dispositivo de segurança;
 Manter, gratuitamente, o programa de imunização ativa contra tétano, difteria, hepatite B e os
estabelecidos no PCMSO;
 Sempre que houver vacinas eficazes contra outros agentes biológicos a que os trabalhadores
estão, ou poderão estar expostos, o empregador deve fornecê-las gratuitamente;
 O empregador deve fazer o controle da eficácia da vacinação sempre que for recomendado pelo
Ministério da Saúde e seus órgãos, e providenciar, se necessário, seu reforço;
 A vacinação deve obedecer às recomendações do Ministério da Saúde;
 O empregador deve assegurar que os trabalhadores sejam informados das vantagens e dos
efeitos colaterais, assim como dos riscos a que estarão expostos por falta ou recusa de vacinação,
devendo, nestes casos, guardar documento comprobatório e mantê-lo disponível à inspeção do
trabalho;
 A vacinação deve ser registrada no prontuário clínica individual do trabalhador, previsto na NR-07
e fornecido ao trabalhador comprovante das vacinas recebidas.

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2. Vacinação de Funcionários

Modelo de Carteira de Vacinação:

Nome:

Data de nascimento:

Endereço:

Vacina
Dupla adulto Hepatite B M.M.R OUTRAS
Dose

Data: Data: Data: Data:

1A. DOSE Lote: Lote: Lote: Lote:

Rubrica: Rubrica: Rubrica: Rubrica:

Data: Data: Data: Data:

2A. DOSE Lote: Lote: Lote: Lote:

Rubrica: Rubrica: Rubrica: Rubrica:

Data: Data: Data: Data:

3A. DOSE Lote: Lote: Lote: Lote:

Rubrica: Rubrica: Rubrica: Rubrica:

Data: Data: Data: Data:

REFORÇO Lote: Lote: Lote: Lote:

Rubrica: Rubrica: Rubrica: Rubrica:

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2.2 Modelo de Termo de Responsabilidade

Nome do funcionário:

Local de trabalho:

Cargo/função:

Declaro para os devidos fins que me recuso a ser vacinada (o) contra
______________________________________________________ e estou ciente de que este termo
será anexado ao meu prontuário clínico individualbem como ao meuprontuário junto ao Departamento de
Recursos Humanos.

Local e data: ______________________________________

Assinatura do funcionário (a): __________________________

Medicina do Trabalho_______________________________

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3. Controle de Medicamentos e Drogas de Riscos

Modelo de Ficha de Controle:

Descrição Descrição dos Descrição Descrição


Nome do Descrição dos
dos Riscos Riscos Quanto dos Riscos dos Riscos
Medicamento ou Riscos Quanto a
Quanto ao ao Quanto ao Quanto a
Drogas de Risco Administração
Recebimento Armazenamento Preparo Distribuição

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FATORES DE RISCOS AMBIENTAIS - QUADRO RESUMO PARA PREENCHIMENTO DO PPP
O quadro abaixo apresenta um resumo dos fatores de risco ambiental por função para subsidiar a
elaboração do Perfil Profissiográfico Previdenciário, para atendimento do que estabelece a legislação
previdenciária, Lei n.º 8.213 de 24 de julho de 1991, Decreto Nº 4.882 de 18 de novembro de 2003 e
instruções normativas do Instituto Nacional do Seguro Social.

SETOR
Intensidade/
Setor / Função Agente Técnica Utilizada
Concentração
Ruído contínuo ou Conforme anexo 1
66,90 dB(A)
LOJAS DE VAREJO intermitente da NR-15
APRENDIZ REPOSITOR DE MERCADORIAS Microorganismos Avaliação Conforme anexo 14
(Resíduos) Qualitativa da NR-15
Ruído contínuo ou Conforme anexo 1
66,90 dB(A)
LOJAS DE VAREJO intermitente da NR-15
ASSISTENTE ADMINISTRATIVO Microorganismos Avaliação Conforme anexo 14
(Resíduos) Qualitativa da NR-15
Ruído contínuo ou Conforme anexo 1
66,90 dB(A)
intermitente da NR-15
LOJAS DE VAREJO Avaliação Conforme anexo 11
Álcool Etílico
BALCONISTA DE MEDICAMENTOS Qualitativa da NR-15
Microorganismos Avaliação Conforme anexo 14
(Resíduos) Qualitativa da NR-15
Ruído contínuo ou Conforme anexo 1
66,90 dB(A)
LOJAS DE VAREJO intermitente da NR-15
CAIXA Microorganismos Avaliação Conforme anexo 14
(Resíduos) Qualitativa da NR-15
Ruído contínuo ou Conforme anexo 1
66,90 dB(A)
intermitente da NR-15
LOJAS DE VAREJO Avaliação Conforme anexo 11
Álcool Etílico
FARMACÊUTICO(A) GERENTE Qualitativa da NR-15
Microorganismos Avaliação Conforme anexo 14
(NR-32) Qualitativa da NR-15
Ruído contínuo ou Conforme anexo 1
66,90 dB(A)
intermitente da NR-15
LOJAS DE VAREJO Avaliação Conforme anexo 11
Álcool Etílico
FARMACÊUTICO(A) SUBSTITUTO(A) Qualitativa da NR-15
Microorganismos Avaliação Conforme anexo 14
(NR-32) Qualitativa da NR-15
Ruído contínuo ou Conforme anexo 1
66,90 dB(A)
LOJAS DE VAREJO intermitente da NR-15
FISCAL DE CAIXA Microorganismos Avaliação Conforme anexo 14
(Resíduos) Qualitativa da NR-15
Ruído contínuo ou Conforme anexo 1
66,90 dB(A)
LOJAS DE VAREJO intermitente da NR-15
MONITOR(A) DE OPERAÇÕES Microorganismos Avaliação Conforme anexo 14
(Resíduos) Qualitativa da NR-15

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