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ESTATUTOS DO MINISTÉRIO DA ESCOLA DOMINICAL E DISCIPULADO INTERNACIONAL
DECLARAÇÃO DE MISSÃO
A missão do Ministério da Escola Dominical e Discipulado Internacional (MEDI) consiste em cumprir a
Grande Comissão entre crianças, jovens e adultos, a fim de os preparar para uma vida cristã de
santidade.
PROPÓSITO
O propósito do Ministério da Escola Dominical e Discipulado Internacional tem quatro partes:
A. Intencionalmente desenvolver relacionamentos com pessoas ainda não alcançadas até que elas sejam
discípulos à semelhança de Cristo e fazendo discípulos à semelhança de Cristo.
B. Ensinar a Palavra de Deus de maneira efetiva até que crianças, jovens e adultos sejam salvos,
inteiramente santificados e amadureçam na experiência cristã.
C. Ajudar os cristãos a crescer espiritualmente, envolvendo-os em evangelismo, educação cristã e fazer
discípulos.
D. Encorajar crianças, jovens e adultos a se matricularem na Escola Dominical/Estudos
Bíblicos/pequenos grupos e assistirem fielmente.
ARTIGO I. MEMBRESIA
Lista de Responsabilidade
Cada igreja local deve assumir responsabilidade em alcançar todas as pessoas da comunidade que não
estejam salvas. Qualquer grupo que se reúne semanalmente por pelo menos meia hora para estudar
princípios bíblicos e currículo aprovado será incluído na Lista de Responsabilidade do relatório da Lista
de Ministérios de Discipulado para a Escola Dominical/Responsabilidade de Ministério de
Extensão/Discipulado/Estudo Bíblico para todos os grupos etários (Linhas 20-23, Relatório Anual do
Pastor, RAP). Espera-se que cada professor seja responsável pelo bem-estar espiritual dos que se
acham na Lista de Responsabilidade de sua classe.
SEÇÃO 1. Participantes nos ministérios seguintes serão incluídos na Lista de Responsabilidade de
acordo com as seguintes orientações:
a. Rol de Berço: Crianças com menos de quatro anos de idade que, juntamente com os seus pais não
frequentam a Escola Dominical, podem ser inscritas na Lista de Responsabilidade como Rol de Berço.
1. As crianças são consideradas como alunos prospectivos para a classe de MEDI de crianças, e os pais
como alunos prospectivos nos respectivos ministérios para adultos.
2. O superintendente de MEDI e o diretor dos Ministérios Internacionais para Crianças (MIC), em consulta
com o pastor, designarão o diretor do Rol de Berço para cada ano eclesiástico, que é responsável por
visitar e levar os materiais do programa a estas famílias.
3. Quando começarem a frequentar com algum grau de assiduidade, ou alcançarem os quatro anos de
idade devem ser transferidas para a Lista de Responsabilidade da classe da idade correspondente.
b. Departamento do Lar: Qualquer pessoa física ou vocacionalmente incapaz de frequentar regularmente
um ministério de MEDI pode ser matriculada no Departamento do Lar e incluída na Lista de
Responsabilidade de acordo com as seguintes orientações:
1. O superintendente de MEDI e o diretor dos ministérios internacionais para adultos (MIA), em consulta
com o pastor, designarão um supervisor do Departamento do Lar para cada ano eclesiástico cuja
responsabilidade é visitar e ensinar semanalmente a lição bíblica.
2. Essas pessoas visitadas e ensinadas semanalmente a lição bíblica serão incluídas na Lista de
Responsabilidade (Linhas 20-23) e incluídas na frequência regular semanal MEDI (Linhas 24 e 24a,
RAP).
c. Lares de Repouso/Centros de Convalescença/Clínicas de Saúde: Quaisquer residentes que
permaneçam num destes centros que frequentem um estudo semanal de currículo aprovado patrocinada
pela igreja local podem ser incluídos na Lista da Responsabilidade (Linhas 20-23, RAP) e contado na
frequência média semanal (Linhas 24 e 24a, RAP)
d. Igreja – Tipo Missão: Qualquer grupo patrocinado pela igreja local ou distrito que se reúna
semanalmente pelo menos por meia hora num local para estudar o currículo aprovado da Escola
Dominical com o objetivo de se tornar numa Igreja do Nazareno organizada será incluído na Lista da
Responsabilidade (Linhas 20-23,RAP) e frequência média semanal da Escola Dominical (Linhas 24 e
24a) da igreja patrocinadora descrevendo nome/local do novo trabalho.
1. Os números da frequência de qualquer Igreja - Tipo Missão farão parte da lista de assistência regular
mensal no relatório da igreja patrocinadora quando relatando ao distrito, e incluídos na frequência total
mensal da Escola Dominical para o distrito.
2. Se uma igreja local ou distrito estiver a promover um grupo maior de situações de implantação de
igrejas, estas Igrejas - Tipo Missão podem ser incluídas numa lista separada com o seu nome e local, se
desejado pelo distrito.
e. Escolas/Creches: Qualquer grupo de estudantes numa creche/escola (berço ao secundário) nazarena
sob o patrocínio da igreja local não inscritos atualmente num ministério de MEDI nazareno participam
ativamente num estudo semanal do currículo aprovado por pelo menos meia hora, devem ser incluídos
na Lista de Responsabilidade (Linhas 20 e 23 RAP), e contados na frequência média semanal (Linha 24 e
24a).
SEÇÃO 2. Remoção de Nomes. A partir do momento que uma pessoa é incluída na lista de
responsabilidade, a igreja local deve procurar ativamente ministrar a essa pessoa até que ele ou ela seja
trazida para a comunhão da igreja. A remoção de nomes só deve ser feita com a aprovação do pastor
quando:
a. O inscrito mudar de cidade.
b. O inscrito se juntar a outra Escola Dominical e ou igreja.
c. O inscrito solicitar especificamente que o seu nome seja removido.
d. O inscrito morrer.
ARTIGO II. ASSISTÊNCIA DE MEDI.
O propósito da contagem da assistência de MEDI na igreja local é o de calcular a eficiência do esforço
dessa igreja em fazer discípulos à semelhança de Cristo. Todos os esforços de MEDI devem ajudar a
conduzir pessoas a se tornarem discípulos de Cristo, um membro da igreja, e um discipulador.
A frequência dos ministérios de MEDI que ocorre durante os dias de semana deve ser contada na
frequência do Domingo seguinte. A frequência dos Ministérios da Escola Dominical e Discipulado
Internacional está dividida em duas categorias: sessão regular da Escola Dominical (Linha 24a, RAP) e
Grupos de Discipulado (Pequenos Grupos/Células) (Linha 24b, RAP). Estas categorias serão contadas
semanalmente pela igreja local de acordo com as orientações abaixo descritas e no Artigo I, Seção 1 em
cima.
O escritório global dos Ministérios de Escola Dominical e Discipulado Internacional precisa de relatórios
mensais da Lista de Responsabilidade e a média semanal dos Ministérios de Discipulado (Escola
Dominical e Grupos de Discipulado—Pequenos Grupos/Células) de cada distrito para compilar um
registro preciso de crescimento dentro da denominação cada ano (Linhas 23 e 24, RAP).
SEÇÃO 1. Sessão Regular de Escola Dominical. Uma sessão regular de Escola Dominical será definida
como sendo um grupo organizado de pessoas que se reúnem semanalmente em lugar e hora
especificados. O propósito desta reunião será o estudo de princípios bíblicos, usando o material curricular
aprovado pela Junta local dos Ministérios da Escola Dominical e Discipulado Internacional, por um
mínimo de meia hora. Esta constituirá a assistência regular semanal à Escola Dominical (Linha 26 do
RAP).
a. A frequência deve ser contada não depois do meio da Sessão Regular da Escola Dominical. Isto
também se aplicará aos cultos únicos, aquelas ocasiões quando a Sessão Regular da Escola Dominical
não se reúne devido a um culto especial de adoração.
b. Um indivíduo matriculado na Escola Dominical será considerado presente à sua Escola Dominical
quando, nesse mesmo domingo, assistir a uma função patrocinada pela igreja local, zona, distrital,
regional ou geral, tal como um retiro, assembleia, acampamento, etc., desde que não seja contado em
outra Escola Dominical que ele ou ela assista. Tais funções deverão incluir pelo menos meia hora de
estudo dos princípios bíblicos.
c. Todas as Sessões Regulares de Escola Dominical serão usadas para determinar a média da
assistência anual, e tal assistência deve ser relatada mensalmente ao distrito. Para a maioria das igrejas,
o número de sessões de Escola Dominical será de 52 por ano. Em algumas áreas geográficas, o tempo
não permitirá, ocasionalmente, a realização de sessões de Escola Dominical. A Junta de Ministérios da
Escola Dominical e Discipulado Internacional, em consulta com o superintendente distrital, determinará
quaisquer exceções válidas.
d. As contagens da frequência (Linhas 20-14b, RAP) do Departamento do Lar, Lares de Repouso/Centros
de Convalescença/Clínicas de Saúde, Igreja -Tipo Missão, Creches/Escolas (do berço ao secundário
podem ser incluídas na frequência média semanal da Escola Dominical de acordo com as orientações do
Artigo I, Seção 1.
SEÇÃO 2. Grupos de Discipulado (Pequenos Grupos/Células). A frequência de todos os ministérios de
Grupos de Discipulado (Pequenos Grupos/Células) (Linha 24b, RAP) será definida como pessoas
envolvidas num estudo dos princípios bíblicos por pelo menos meia hora, mas não preenchendo de outro
modo os critérios de uma Sessão Regular da Escola Dominical (Ver Artigo II, Seção1).
a. Uma igreja local tendo mais do que um tipo de ministério de extensão deve juntar os números numa
lista de responsabilidade e relatar um único número mensalmente.
b. Visto que os ministérios de discipulado podem começar ou terminar em qualquer altura durante o ano
eclesiástico, a média da assistência anual deve ser determinada pela divisão dos números cumulativos
pelo número de semanas nas quais estes ministérios ocorreram.
ARTIGO III. CLASSES E DEPARTAMENTOS DA ESCOLA DOMINICAL
SEÇÃO 1. A Escola Dominical será dividida em classes com base na idade ou no grau escolar, para
crianças e jovens. Para adultos, as classes devem ser determinadas de acordo com o interesse comum.
SEÇÃO 2. Quando crescer o número de classes dentro dos grupos etários de crianças, jovens ou
adultos, deve-se considerar a divisão em departamentos, com um supervisor nomeado pela Junta de
MEDI.
SEÇÃO 3. Os deveres do supervisor de departamento serão:
a. Coordenar o trabalho dos professores/líderes dentro do departamento.
b. Conduzir reuniões departamentais, quando tal for necessário.
c. Assegurar-se de que cada professor/líder dentro do departamento tem o currículo necessário, recursos
adicionais e equipamento disponível quando necessário.
d. Ser responsável por encomendar todos os materiais curriculares necessários para o departamento.
e. Trabalhar com o diretor do grupo etário correspondente da Junta de MEDI na promoção de matrícula e
crescimento e na implementação de quaisquer campanhas especiais.
f. Apresentar necessidades de treinamento dos professores/líderes do departamento ao diretor do grupo
etário correspondente, para serem apresentadas à Junta de MEDI.
g. Manter registros exatos de assistência e matrícula para o departamento e ver que todas as pessoas
ausentes, assim como os prospectivos na Lista de Responsabilidade são contatados
regularmente.
h. Trabalhar com os professores/líderes no departamento, de modo que o espaço físico seja atraente e
propício à aprendizagem.
i. Ser responsável pela existência, no departamento, de professores/líderes substitutos.
ARTIGO IV. PROFESSORES/LÍDERES DE ESCOLA DOMINICAL/PEQUENOS GRUPOS.
SEÇÃO 1. Os supervisores de departamento, assim como os professores/líderes, serão nomeados
anualmente de acordo com o Manual 145.8.
SEÇÃO 2. Embora o ideal seja que cada professor sirva o ano inteiro, em certas circunstâncias é
aconselhável nomear professores para curto prazo.
SEÇÃO 3. Caso for devidamente provado que há heterodoxia ou desvio doutrinário, conduta imprópria ou
negligência do dever, a Junta de MEDI terá o direito de declarar vago o cargo de qualquer oficial ou
professor/líder.
SEÇÃO 4. Todos os professores/líderes e substitutos devem:
a. Assistir regularmente às reuniões de obreiros.
b. Contatar em base regular cada estudante, pessoa ausente e prospectivo.
c. Aproveitar todas as oportunidades de treinamento que lhes sejam facultadas.
d. Periodicamente, prover oportunidades de confraternização à classe.
e. Ser responsável por que o espaço destinado ao ensino seja atraente e propício à aprendizagem.
f. Preparar uma lição semanal que seja efetiva.
g. Estar alerta a oportunidades de apresentar o evangelho com um convite para receber Cristo.
ARTIGO V. LÍDERES DA ESCOLA DOMINICAL/PEQUENOS GRUPOS E SEUS DEVERES
SEÇÃO 1. O superintendente local de MEDI será eleito anualmente, de acordo com o Manual 113.9-
13.10 e 127. Os deveres do superintendente de MEDI serão:
a. Ser superintendente de MEDI sob a direção do pastor.
b. Representar MEDI nas reuniões mensais da junta da igreja.
c. Planejar reuniões regulares de professores/líderes.
d. Providenciar oportunidades de treinamento para professores/líderes prospectivos.
e. Comunicar os planos da campanha de crescimento da lista de responsabilidade de MEDI e frequência
a todos os obreiros.
f. Relatar mensalmente as estatísticas de MEDI ao oficial designado de zona, distrito, ou campo.
g. Encorajar a frequência nas funções de zona, distritais, de campo, regionais e globais de MEDI.
SEÇÃO 2. Os deveres dos diretores de grupos etários são especificados no Manual 147.1-147.9; 148.2.
SEÇÃO 3. A Junta de MEDI elegerá uma pessoa para conservar os registros MEDI. Essa pessoa
manterá um registro preciso de toda a Escola Dominical, da lista de responsabilidade, assistência,
visitantes, bem como de outras estatísticas que possam ser requeridas.
SEÇÃO 4. Quando apropriado, a Junta de MEDI elegerá um tesoureiro para manter um registro preciso
de todos os fundos recolhidos semanalmente pela MEDI e autorizar gastos de acordo com as instruções
da junta. Deverá apresentar um relatório mensal ao superintendente de MEDI.
SEÇÃO 5. Quando apropriado, a Junta de MEDI nomeará uma pessoa para ser responsável pela
encomenda de material de currículo de MEDI e de outros recursos requisitados pelos diretores dos
grupos etários e/ou supervisores departamentais. A pessoa nomeada distribuirá ao diretor do respectivo
grupo etário toda a informação recebida da Casa Nazarena de Publicações e preparará a ordem de
pedido, depois da aprovação do superintendente e do pastor.
ARTIGO VI. ADMINISTRAÇÃO E SUPERVISÃO
SEÇÃO 1. A Escola Dominical está sob o cuidado do pastor, é responsável à junta da igreja local, está
sob a supervisão geral da Junta de MEDI e da liderança imediata do superintendente e dos diretores de
grupos etários.
SEÇÃO 2. Se uma igreja, que tenha empregado um diretor de Educação Cristã de tempo integral, desejar
eleger essa pessoa como superintendente de MEDI, o procedimento será o seguinte:
a. O comitê de nomeações da igreja local recomendará à reunião anual da igreja que não seja eleito
superintendente para o próximo ano eclesiástico, e que o associado de tempo integral funcione como
superintendente.
b. A congregação deve confirmar tal decisão por maioria absoluta de votos.
c. O associado de tempo integral tornar-se-á superintendente de MEDI e assistirá às reuniões da junta da
igreja para discutir os interesses da Educação Cristã, mas, não será um membro votante, Manual 160.4.
O mesmo procedimento deverá ser seguido para com pastores associados de tempo integral que servem
como diretores de Ministérios Internacionais para Crianças (MIC) e para Ministérios Internacionais para
Adultos (MIA). Compreende-se que estes arranjos são de caráter temporário e que todos os esforços
devem ser feitos para treinar e prover recursos a líderes leigos locais que possam preencher estes cargos
o mais depressa possível.
SEÇÃO 3: Quando um pastor de crianças, jovens ou adultos é empregado numa igreja, o pastor, em
consulta com a junta da igreja, a junta de MEDI, ou Conselho da JNI, designa a responsabilidade das
crianças, jovens, e adultos aos pastores do nível etário. Nesse caso, o pastor das crianças, jovens, ou
adultos executa alguns dos deveres que de outra forma seriam designados a um diretor de MIC,
presidente da JNI, ou diretor MIA. Contudo, a importância do diretor local de MIC, presidente da JNI, ou
diretor de MIA continua a ser de providenciar liderança leiga, apoio e representação para os ministérios
locais de crianças, jovens, e adultos.
O pastor, pastor de crianças, jovens, e adultos, e a Junta MEDI ou Conselho da JNI trabalham juntamente
para definir os papéis e responsabilidades das três posições e de como trabalham juntamente para o
benefício dos ministérios etários inter-relacionados da igreja.
ARTIGO VII. CONVENÇÕES DE MEDI
SEÇÃO 1. Convenção Distrital de Ministérios da Escola Dominical e Discipulado Internacional.
É importante que cada distrito faça planos de realizar, anualmente, uma Convenção Distrital de MEDI a
fim de prover inspiração, motivação e treinamento a todos os obreiros de MEDI. A promoção da Escola
Dominical e Pequenos Grupos de ministério de discipulado deve ser um foco central de cada convenção.
a. Os membros ex officio da Convenção Distrital de MEDI serão os seguintes: o superintendente distrital;
todos os pastores, ministros ordenados designados, ministros licenciados designados pelo distrito,
ministros aposentados designados, associados de
tempo integral; presidente distrital de MEDI, diretores distritais de MIC e MIA, presidente distrital da JNI;
todos os superintendentes locais de MEDI, diretores locais de MIC e MIA, presidentes locais da JNI;
membros eleitos da Junta Distrital de MEDI; membros leigos da Junta Consultiva Distrital; e quaisquer
professores de Educação Cristã de tempo integral que sejam membros nesse distrito.
b. Na reunião anual da igreja, cada MEDI local elegerá representantes adicionais à Convenção, cujo
número seja igual a 25 por cento dos oficiais e professores/líderes dos ministérios de MEDI.
c. A Junta Distrital do MEDI servirá como comitê de nomeações para selecionar o dobro do número de
nomeados a serem eleitos por maioria simples (pluralidade) de votos. Estas pessoas devem ser membros
da Igreja do Nazareno, ativamente envolvidas num dos ministérios de MEDI e devem ser selecionadas
dentre os vários grupos etários (obreiros/professores de crianças, jovens e adultos). Caso os
representantes eleitos não possam comparecer, representantes suplentes serão designados, na ordem
de votos
recebidos.
d. Os representantes à Convenção Distrital de MEDI podem eleger o presidente distrital do MEDI e os
membros eleitos da Junta Distrital do MEDI, de acordo com o parágrafo 239 do Manual, e em cada
quadriénio, representantes à Convenção Global do MEDI.
SEÇÃO 2. Convenção Global de Ministérios da Escola Dominical e Discipulado Internacional.
Em conexão com cada Assembleia Geral, o MEDI realizará uma Convenção Global. Delegados eleitos (e
visitantes) se reunirão com o propósito de prover inspiração, motivação e treinamento, fim de equipar e
enriquecer seu envolvimento na realização da missão e do propósito de MEDI.
a. Os representantes ex officio à Convenção Global de MEDI serão os seguintes: superintendentes
distritais, presidentes distritais de MEDI, diretores distritais de MIC e MIA, professores de educação cristã
em escolas, universidades, e seminários nazarenos, coordenadores regionais de MEDI, coordenadores
regionais de MIC e MIA, bem como diretores e pessoal do escritório global de MEDI.
b. Cada distrito deve eleger quatro delegados adicionais, em número que seja igual ao do número dos
membros ex officio do distrito, ou em número igual até dez por cento de igrejas organizadas no distrito.
c. As seguintes diretrizes devem ser observadas em eleições para os representantes à Convenção Global
de MEDI:
1. O Comitê de Nomeações será composto pelo superintendente distrital, presidente Distrital do MEDI, e
de pelo menos três outros nomeados pela Junta Distrital de MEDI. Estes selecionarão três vezes o
número de nomeados a serem eleitos.
2. A Convenção Distrital de MEDI elegerá um número igual de delegados e suplentes de todos os
ministérios de MEDI, (incluindo professores/obreiros de MEDI para jovens). Os eleitos devem ser
indivíduos que estejam no momento e ativamente envolvidos nas respectivas áreas para as quais são
eleitos. O número de suplentes eleitos deve incluir suplentes para membros ex officio. Pessoas que
servirão como delegadas à Convenção Global de Missões Nazarenas Internacionais ou à Convenção
Global da Juventude Nazarena Internacional não devem ser eleitas porque as três convenções são
realizadas simultaneamente.
3. Os delegados devem ser eleitos por cédula na Convenção Distrital do MEDI, dentro dos 16 meses
anteriores à reunião da Assembleia Geral ou dentro de 24 meses em áreas onde vistos para viagem ou
outras preparações extraordinárias são necessárias.
4. Tão próximo quanto possível, eleger um número igual de leigos e ministros— isto é, 50 por cento leigos
e 50 por cento ministros ativos de tempo integral, presbíteros ou ministros licenciados. Quando o número
total for ímpar, o representante extra deve ser leigo.
5. Os líderes distritais em exercício de MEDI, recém-eleitos antes da Convenção Global e exercendo o
cargo naquela altura, serão membros ex officio da convenção.
6. Todos os representantes eleitos e ex officio, presentes na Convenção Distrital de MEDI, terão o direito
de votar para representantes da Convenção Global de MEDI.
7. Uma maioria simples de votos bastará para a eleição.
8. Caso os representantes eleitos não possam comparecer, serão designados delegados suplentes, de
acordo com a ordem dos votos recebidos.
9. Na abertura da Convenção Global de MEDI, cada representante deverá residir e ser membro de uma
Igreja do Nazareno no distrito no qual foi eleito para representar. (Isto não se aplica àqueles que vivam
perto dos limites distritais, onde uma residência da pessoa pode ficar do outro lado das demarcações do
distrito em que essa pessoa tenha participação regular na igreja).
10. Se um distrito não pode financiar o número total de delegados à Convenção Global do MEDI tal como
recomendado, a Junta Distrital do MEDI pode eleger tantas pessoas quantas o distrito possa financiar e
enviar.
11. Delegados que assistam à convenção deverão ter apoio financeiro do distrito igual ao estabelecido
pelo distrito para os delegados à Convenção da Juventude Nazarena Internacional e à Convenção de
Missões Nazarenas Internacionais.
12. Se não se realizar a eleição de delegados para a Convenção Global de MEDI durante a Convenção
Distrital de MEDI, os delegados serão eleitos na Assembleia Distrital.
ARTIGO VIII. EMENDAS
Estes estatutos poderão ser emendados por uma maioria absoluta de votos dos membros presentes e
votantes à Junta Geral.
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