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DISCROMIAS

O documento discute vários tipos de alterações de pigmentação da pele, incluindo o albinismo, vitiligo e melasma. O albinismo é uma doença genética caracterizada pela ausência ou redução de melanina na pele, cabelos e olhos, levando a pele e olhos mais claros. O vitiligo causa manchas despigmentadas na pele devido à perda ou destruição de melanócitos. O melasma é uma hiperpigmentação adquirida que afeta principalmente o rosto.

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Yasmin Gomes
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DISCROMIAS

O documento discute vários tipos de alterações de pigmentação da pele, incluindo o albinismo, vitiligo e melasma. O albinismo é uma doença genética caracterizada pela ausência ou redução de melanina na pele, cabelos e olhos, levando a pele e olhos mais claros. O vitiligo causa manchas despigmentadas na pele devido à perda ou destruição de melanócitos. O melasma é uma hiperpigmentação adquirida que afeta principalmente o rosto.

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24/09/2015

 Termo genérico pra designar toda e qualquer alteração


da coloração da pele.

Luciane Marta N. de Oliveira


 Geralmente relacionada ao pigmento melanina, porém
envolve pigmentos endógenos ou exógenos tb.

Hipocromias ou acromias
 Classificação Hipercromias
Leucomelanodermias
Discromias por outros pigmentos

 Alteração da síntese de melanina envolvendo pele, cabelos, pêlos


 Doença genética onde a anormalidade está na síntese de melanina
e/ou olhos.
com melanócitos estrutural e quantitativamente normais.

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24/09/2015

 Albinismo vem do latim “albus”, que significa branco.

 Atinge homens e mulheres igualmente.

 Atinge homens e animais.

 Oculocutâneo (AOC) → pele,cabelos e olhos.  Completo revelado no momento do parto com alterações da pele,
dos pêlos, fotosensibilidade e alterações oculares.
 Ocular(AO) → apenas o pigmento da retina do olho.

 Incompleto: variante com pele pouco pigmentada, cabelos claros


com transparência da íris(diafania).

 Parcial: lesões hipopigmentadas múltiplas , localizadas ao longo


da linha média do corpo.

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24/09/2015

 AOC1
 AOC 1A → Ausência total da atividade da tirosinase (tirosinase
negativa). Ausência total de melanina na pele e olhos.

 AOC 1B → Redução da atividade da tirosinase.

 AOC2
 Tirosinase positiva, porém ausência na proteína de transporte na
membrana do melanossomo – pacientes claros e pigmentação
perto do normal.

 AOC3 - alteração genética associada a tirosinase, comum em  AO1- alterações associadas ao cromossomo X, comum em
negros. mulheres, alteração do pigmento ocular.

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24/09/2015

 Ausência de cor no cabelo, pele ou íris ocular.  Diminuição da visão e cegueira.


 Tom de pele e cabelo mais claro que o normal.
 Pequenas manchas na pele sem coloração.
 Olhos cruzados (estrabismo).  Câncer de pele.
 Sensibilidade à luz (fotofobia).
 Movimentos oculares rápidos (nistagmo).
 Problemas de visão ou cegueira funcional.

 Proteger a pele e os olhos do sol.

 Reduzir o risco de queimaduras solares evitando o sol,


usando protetor solar e com roupas quando exposto ao sol. Como o albinismo é hereditário, aconselhamento genético é

 O protetor solar deve ter um fator de proteção solar alto. importante. Pessoas com historia de família de albinismo ou
hipopigmentação devem considerar procurar aconselhamento
 Óculos escuros (com proteção UV) podem aliviar a sensibilidade à
luz genético.

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24/09/2015

 Dermatose caracterizadas por manchas acrômicas, geralmente


bilaterais e simétricas de etiologia desconhecida.

 Diminuição ou inexistência de melanócitos.


 Atinge todas as idades, porém é mais frequente na segunda
ou terceira década de vida.
TEORIAS QUE EXPLICAM A DESTRUIÇÃO DOS
 95% antes do 40 anos.
MELANÓCITOS
 Frequência de 1% na população; sem preferência por sexo Neurogênica Fatores neuroquímicos, como a acetilcolina,inibem a
ou raça. melanogênese e tem efeito tóxico sobre os melanócitos.
Auto-imune Destruição dos melanócitos por mecanismo imunológico.
 Prejuízo apenas estético e psicossocial.
Autodestruição Destruição dos melanócitos por substâncias envolvidas
na formação da melanina ( fenóis ou quinonas).

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24/09/2015

 Manchas acrômica redondas ou ovais com bordas bem delimitadas


em geral hipercrômicas.

 Crescimento centrífugo.

 Locais preferenciais: face, punho, dorso dos dedos, genitália,


dobras naturais da pele, proeminências ósseas.

 Forma vulgar
 Localizada
 Generalizada → quando há mais de 10% da superfície corporal
comprometida.

 Forma segmentar → unilateral.

 Forma universal → quase todo tegumento comprometido,


incluindo pêlos.

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 Redução ou ausência de melanócitos na epiderme.  Objetivo: Estabilização da doença e repigmentação.


 Progressão da doença.
 Idade → crianças repigmentam melhor.
 Corticoideterapia sistêmica via oral ou intramuscular.
 Aumento das células de Langehans.  Imunomoduladores → tacrolinus ou pimecrolinus.
 Uso tópico de oxsoralen + exposição ao sol.
 Fotoquimioterapia → psoraleno + UVA( técnica PUVA)
 Infiltração linfocitária.  Laser de UVB.
 Cirúrgico → minienxertos ou transplante de células epidérmicas.

 Hipermelanose adquirida que envolve principalmente a face,


variando de castanho claro ao escuro.

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24/09/2015

 Desconhecida.
 Ocorre em todas as raças, particularmente em indivíduos com
fototipos altos, que vivem em áreas com elevados índices de  Fatores envolvidos:
radiação ultravioleta (UV).
 Predisposição genética (alta ocorrência familiar).
 Exposição a radiação ultravioleta.
 Ambos os sexos → maior incidência em mulheres, especialmente
 Contraceptivos orais;
gestantes → homens: 10%.
 Fatores hormonais femininos;
 Cosméticos;
 Drogas como difenil-hidantoína ou mesantoína.

- Elevação dos
1. Radiação UV → peroxidação de lipídios da membrana celular → níveis de LH
liberação de radicais livres estimulam os melanócitos. 2. Níveis hormonais femininos
e estrogênio e
progesterona.

 Gravidez e mulheres pós- menopáusicas (reposição hormonal).

3. Etiologia vascular → melanócitos possuem receptores para os


fatores de crescimento do endotélio vascular (VEGF) → fatores
angiogênicos → aumento da vascularização → hiperpigmentação
cutânea.

4. Aumento da síntese de tirosinase.

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 Máculas desenvolvem- se lentamente → acentuam com radiação  Tipos de melasma:


solar → simétricas.
 Centrofacial → frontal, zigomática,nasal, mentoniana,supralabial
 Bordas geográficas pouco definidas, sem descamação, queratose,  Malar: nasal e zigomática.
atrofia, prurido ou telangiectasias.  Mandibular: região mandibular.

 Lâmpada de wood → lâmpada de mercúrio equipada com filtro


 Epidérmico → depósito de melanina nas camadas basais e contendo óxido de níquel.
suprabasais da epiderme.

 Determina a profundidade do pigmento melânico na pele.


 Dérmico → macrófagos carregados de melanina na derme
superficial e profunda.
 Observada a 15 cm da pele, em local escuro.

 Misto → coexistência do dois tipos.


 Fluorescência da pele → pigmentação epidérmica é acentuada,
enquanto a dérmica é atenuada.

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24/09/2015

 Objetivo → clareamento das lesões, prevenção e redução da área


afetada.

 Questionamentos importantes: Exposição a UVR, história familiar e


uso de hormônios.

 Quanto mais superficial melhor a resposta terapêutica.

 Outros despigmentantes → ácido glicólico 5-10%, ácido azelaico


 Fotoproteção → os filtros solares devem ter ampla faixa de 20%, ácido kójico 1% e vitamina C 3-5%.
abrangência, protegendo tanto da radiação UVA como UVB.
 Descontinuação do uso de pílulas anticoncepcionais, produtos
cosméticos perfumados e medicamentos fototóxicos.
 Agentes despigmentantes→ hidroquinona → mais eficaz →
utilizada em aplicações noturnas → concentração de 2 a 5% em  Microdermoabrasão → peeling de cristal ou de diamante.
creme ou solução → isolada ou associada ao ácido retinóico*.

 Laser. Calor → lise dos melanossamos


* Facilita a penetração da hidroquinona e potencializa sua ação na redução → fragmentação da melanina →
eliminadas pelo sistema
da atividade dos melanócitos.  Luz pulsada.
imunológico.

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