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05 Conhecimento Ingles

1. O documento apresenta uma lista de tópicos relacionados ao ensino da língua inglesa, incluindo estratégias de leitura, gramática, vocabulário e outros aspectos linguísticos. 2. É fornecido um contato para tirar dúvidas sobre o conteúdo da apostila. 3. A segunda seção apresenta dicas para interpretar textos em inglês, como fazer uma leitura geral e outra detalhada e como inferir o significado de palavras desconhecidas pelo contexto antes de usar o dic

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Alberti Paixão
Direitos autorais
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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05 Conhecimento Ingles

1. O documento apresenta uma lista de tópicos relacionados ao ensino da língua inglesa, incluindo estratégias de leitura, gramática, vocabulário e outros aspectos linguísticos. 2. É fornecido um contato para tirar dúvidas sobre o conteúdo da apostila. 3. A segunda seção apresenta dicas para interpretar textos em inglês, como fazer uma leitura geral e outra detalhada e como inferir o significado de palavras desconhecidas pelo contexto antes de usar o dic

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SEE-BA

Professor – Língua Inglesa

Interpretação e compreensão dos diversos aspectos textuais; uso e domínio das estratégias de leitura:
compreensão geral do texto; reconhecimento de informações específicas; inferência e predição; ........... 1
palavras cognatas e falsos cognatos; .................................................................................................. 9
abordagem da linguagem sob novos enfoques. ................................................................................. 10
Vocabulário: domínio de vocabulário compatível com a interpretação e elaboração de texto, dentro do
conteúdo exigido. ................................................................................................................................... 20
Aspectos gramaticais: conhecimento dos tempos e modos verbais. Verb to be, regular/irregular verbs
(simple present and simple past). ........................................................................................................... 22
Present continuous. ........................................................................................................................... 35
Past continuous. ................................................................................................................................ 41
Present perfect and past perfect. ....................................................................................................... 43
Present perfect continuous. ............................................................................................................... 45
Future tense: will; going to – nas diversas formas (afirmativa, negativa e interrogativa). ................... 47
Imperative. ......................................................................................................................................... 51
Modals: can, could, should, must, have, may. .................................................................................... 48
Passive voice. .................................................................................................................................... 52
Uso de preposições e conjunções. .................................................................................................... 56
Formação e classe de palavras; ........................................................................................................ 79
pronomes: personal pronouns (object pronouns, subject pronouns); possessive pronouns; possessive
adjectives; ............................................................................................................................................ 105
relative clauses: who/that/which/whose/whom/where. ...................................................................... 112
Comparatives and superlatives: possessive case. ........................................................................... 114
Aprendizagens em língua estrangeira; relação entre Língua, cultura e sociedade. .......................... 122

Candidatos ao Concurso Público,


O Instituto Maximize Educação disponibiliza o e-mail professores@[Link] para dúvidas
relacionadas ao conteúdo desta apostila como forma de auxiliá-los nos estudos para um bom
desempenho na prova.
As dúvidas serão encaminhadas para os professores responsáveis pela matéria, portanto, ao entrar
em contato, informe:
- Apostila (concurso e cargo);
- Disciplina (matéria);
- Número da página onde se encontra a dúvida; e
- Qual a dúvida.
Caso existam dúvidas em disciplinas diferentes, por favor, encaminhá-las em e-mails separados. O
professor terá até cinco dias úteis para respondê-la.
Bons estudos!
Apostila gerada especialmente para: Alberto Santos da Paixão 060.693.175-99
. 1
Interpretação e compreensão dos diversos aspectos textuais; uso e
domínio das estratégias de leitura: compreensão geral do texto;
reconhecimento de informações específicas; inferência e predição;

Caro(a) candidato(a), antes de iniciar nosso estudo, queremos nos colocar à sua disposição, durante
todo o prazo do concurso para auxiliá-lo em suas dúvidas e receber suas sugestões. Muito zelo e técnica
foram empregados na edição desta obra. No entanto, podem ocorrer erros de digitação ou dúvida
conceitual. Em qualquer situação, solicitamos a comunicação ao nosso serviço de atendimento ao cliente
para que possamos esclarecê-lo. Entre em contato conosco pelo e-mail: professores@[Link]

Interpretação de Textos

Quando estamos aprendendo inglês, é muito comum nos depararmos com textos que julgamos
indecifráveis. Ao ler tantas palavras desconhecidas, nos assustamos e muitas vezes desistimos de ler,
antes mesmo de começar, ou, então, logo pegamos o bom e velho dicionário. Mas com estas 6 dicas de
interpretação de textos em inglês, essa tarefa vai ficar mais fácil.

Usar um dicionário, claro, é muito útil, mas recorrer a ele toda vez que se depara com uma palavra
desconhecida não é a melhor forma de fazer uma leitura. Isso trunca o processo e atrapalha o
desenvolvimento da fluência do estudante. Que tal, então, antes de recorrer ao dicionário, tentar concluir
a sua leitura, com eficiência, apenas captando o contexto do conteúdo?

Veja algumas dicas para ajudá-lo na interpretação:

1. Encontre um texto para treinar


Escolha um conteúdo em inglês para fazer essa atividade: vale uma reportagem de revista, um artigo
ou, até mesmo, um trecho de um livro.
O importante é que o texto seja relativamente curto e aborde um assunto do seu interesse, para que o
exercício não fique desinteressante.

2. Faça uma leitura rápida


Esqueça os detalhes! Passe os olhos, rapidamente, por todo o texto para tentar captar sua ideia
principal. Muitas pessoas param a leitura do texto em inglês, logo no primeiro parágrafo, ao encontrar
uma palavra que não conhecem. Isso não é necessário.
Muitas vezes, nas próximas linhas, você encontrará mais referências que podem ajudar a decifrar a
palavra misteriosa. Não se preocupe com os detalhes, na primeira leitura.

3. Releia prestando atenção nos detalhes


Depois de captar a essência do texto, você terá informações suficientes para relê-lo e se ater aos
detalhes. Leia, novamente, cada parágrafo e se esforce para entender a ideia principal de todos eles.

Se, no meio do processo, encontrar palavras desconhecidas, grife-as, mas não pare a leitura. Você
ainda pode tentar entendê-las pelo contexto.

4. Reveja as palavras grifadas


Depois de ler parágrafo por parágrafo com atenção, retome as palavras que grifou e tente adivinhar o
que significam. Depois de familiarizado com o conteúdo do texto, fica muito mais fácil decifrá-las. Se
mesmo assim encontrar dificuldades, tente substituí-las por outras palavras ou expressões que conhece
e que fariam sentido no texto – talvez você encontre sinônimos.

5. Consulte o dicionário
Só depois de analisar bem o texto é hora de pegar o dicionário! Confira se você acertou o significado
das palavras desconhecidas que grifou.

Se não, anote o significado correto em um caderno: isso ajuda a fixar o novo vocabulário.

6. Releia o texto mais uma vez

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. 1
Conhecer o significado de uma palavra é tão importante quanto saber empregá-la corretamente em
frases. Por isso, depois de descobrir a definição de cada vocábulo, leia o texto uma última vez para saber
como utilizá-los corretamente em conversas e textos que escrever no futuro

Técnica de leitura de texto de língua inglesa

No Brasil, de um modo geral, o inglês instrumental é uma das abordagens do ensino do Inglês que
centraliza a língua técnica e científica focalizando o emprego de estratégias específicas, em geral,
voltadas à leitura. Seu foco é desenvolver a capacidade de compreensão de textos de diversas áreas do
conhecimento. O estudo da gramática restringe-se a um mínimo necessário normalmente associado a
um texto atual ou similar que foi veiculado em periódicos. O conhecimento de uma boa quantidade de
palavras também faz parte das técnicas que serão relacionadas abaixo.

O que é Inglês Instrumental ?

Também conhecido como Inglês para Fins Específicos - ESP, o Inglês Instrumental fundamenta-se no
treinamento instrumental dessa língua. Tem como objetivo essencial proporcionar ao aluno, em curto
prazo, a capacidade de ler e compreender aquilo que for de extrema importância e fundamental para que
este possa desempenhar a atividade de leitura em uma área específica.

Estratégias de leitura

Algumas estratégias de leitura são consideradas básicas no Inglês Instrumental, a saber:

- Skimming: trata-se de uma estratégia onde o leitor vai buscar a ideia geral do texto através de uma
leitura rápida, sem apegar-se a ideias mínimas ou específicas, para dizer sobre o que o texto trata.

- Scanning: através do scanning, o leitor busca ideias específicas no texto. Isso ocorre pela leitura do
texto à procura de um detalhe específico. Praticamos o scanning diariamente para encontrarmos um
número na lista telefônica, selecionar um e-mail para ler, etc.

- Cognatos: são palavras idênticas ou parecidas entre duas línguas e que possuem o mesmo
significado, como a palavra “vírus” é escrita igualmente em português e inglês, a única diferença é que
em português a palavra recebe acentuação. Porém, é preciso atentar para os chamados falsos cognatos,
ou seja, palavras que são escritas igual ou parecidas, mas com o significado diferente, como “evaluation”,
que pode ser confundida com “evolução” onde na verdade, significa “avaliação”.

- Inferência contextual: o leitor lança mão da inferência, ou seja, ele tenta adivinhar ou sugerir o
assunto tratado pelo texto, e durante a leitura ele pode confirmar ou descartar suas hipóteses.

- Reconhecimento de gêneros textuais: são tipo de textos que se caracterizam por organização,
estrutura gramatical, vocabulário específico e contexto social em que ocorrem. Dependendo das marcas
textuais, podemos distinguir uma poesia de uma receita culinária, por exemplo.

- Informação não-verbal: é toda informação dada através de figuras, gráficos, tabelas, mapas, etc. A
informação não-verbal deve ser considerada como parte da informação ou ideia que o texto deseja
transmitir.

- Palavras-chave: são fundamentais para a compreensão do texto, pois se trata de palavras


relacionadas à área e ao assunto abordado pelo texto. São de fácil compreensão, pois, geralmente,
aparecem repetidamente no texto e é possível obter sua ideia através do contexto.

- Grupos nominais: formados por um núcleo (substantivo) e um ou mais modificadores (adjetivos ou


substantivos). Na língua inglesa o modificador aparece antes do núcleo, diferente da língua portuguesa.

- Afixos: são prefixos e/ou sufixos adicionados a uma raiz, que modifica o significado da palavra.
Assim, conhecendo o significado de cada afixo pode-se compreender mais facilmente uma palavra
composta por um prefixo ou sufixo.

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. 2
- Conhecimento prévio: para compreender um texto, o leitor depende do conhecimento que ele já
tem e está armazenado em sua memória. É a partir desse conhecimento que o leitor terá o entendimento
do assunto tratado no texto e assimilará novas informações. Trata-se de um recurso essencial para o
leitor formular hipóteses e inferências a respeito do significado do texto.

Fonte: [Link] (Adaptado e ampliado)

Questões

1. (MRE – Oficial de Chancelaria – FGV/2016)


TEXT I
How music is the real language of political diplomacy
Forget guns and bombs, it is the power of melody that has changed the world

Marie Zawisza
Saturday 31 October 2015 10.00 GMT
Last modified on Tuesday 10 November 201513.19 GMT

An old man plays his cello at the foot of a crumbling wall. The notes of the sarabande of Bach’s Suite
No 2 rise in the cold air, praising God for the “miracle” of the fall of the Berlin Wall, as Mstislav Rostropovich
later put it. The photograph is seen around the world. The date is 11 November 1989, and the Russian
virtuoso is marching to the beat of history.
Publicity stunt or political act? No doubt a bit of both – and proof, in any case, that music can have a
political dimension. Yo-Yo Ma showed as much in September when the cellist opened the new season of
the Philharmonie de Paris with the Boston Symphony Orchestra. As a “messenger of peace” for the United
Nations, the Chinese American is the founder of Silk Road Project, which trains young musicians from a
variety of cultures to listen to and improvise with each other and develop a common repertoire. “In this
way, musicians create a dialogue and arrive at common policies,” says analyst Frédéric Ramel, a professor
at the Institut d’Études Politiques in Paris. By having music take the place of speeches and peace talks,
the hope is that it will succeed where diplomacy has failed.[…]
Curiously, the study of the role of music in international relations is still in its infancy. “Historians must
have long seen it as something fanciful, because history has long been dominated by interpretations that
stress economic, social and political factors,” says Anaïs Fléchet, a lecturer in contemporary history at the
Université de Versailles-St-Quentin and co-editor of a book about music and globalisation.
“As for musicologists,” she adds, “until quite recently they were more interested in analysing musical
scores than the actual context in which these were produced and how they were received.” In the 1990s
came a cultural shift. Scholars were no longer interested solely in “hard power” – that is, in the balance of
powers and in geopolitics – but also in “soft power”, where political issues are resolved by mutual support
rather than force. […]

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. 3
Gilberto Gil sings while then UN secretary general Kofi Annan plays percussion at a September 2003
concert at the UN headquarters honouring those killed by a bomb at a UN office in Baghdad a month
earlier. Photograph: Zuma/Alamy
Since then, every embassy has a cultural attaché. The US engages in “audio diplomacy” by financing
hip-hop festivals in the Middle East. China promotes opera in neighbouring states to project an image of
harmony. Brazil has invested in culture to assert itself as a leader in Latin America, notably by establishing
close collaboration between its ministries of foreign affairs and culture; musician Gilberto Gil was culture
minister during Luiz Inácio Lula da Silva᾽s presidency from 2003 to 2008. He was involved in France’s
Year of Brazil. As Fléchet recalls, “the free concert he gave on 13 July, 2005 at the Place de la Bastille
was the pinnacle. That day, he sang La Marseillaise in the presence of presidents Lula and Jacques
Chirac.” Two years earlier, in September 2003, Gil sang at the UN in honour of the victims of the 19 August
bombing of the UN headquartes in Baghdad. He was delivering a message of peace, criticising the war on
Iraq by the US: “There is no point in preaching security without giving a thought to respecting others,” he
told his audience. Closing the concert, he invited then UN secretary general Kofi Annan on stage for a
surprise appearance as a percussionist. “This highly symbolic image, which highlighted the conviction that
culture can play a role in bringing people together, shows how music can become a political language,”
Fléchet says.
(adapted from [Link] /music-language-human-rights-political-diplomacy)

The word that is closer in meaning to “stunt” in the question “Publicity stunt or political act?” is:
(A) tip;
(B) event;
(C) brand;
(D) story;
(E) poster.

2. (TRE-MT – Conhecimentos Gerais para o Cargo 3 – CESPE/2015)


In the short term, the justice system can gain consistency by striving for standardization and by
publishing the result of that effort. Broadly speaking, the court system resolves disputes by providing
answers where the parties themselves cannot find them. It generates public trust by honouring arguments
with new solutions, and this fundamental task must be supported by proportional and adequate use of
technology, never reduced. In this sense, judicial organizations need to pay serious attention to their
information technology policies to guarantee that justice is served.
Public guidelines for frequently occurring decisions can fulfil the need for consistency. Automating the
guidelines can be a next step. Public guidelines can reduce the number of points in dispute, and perhaps
even entire disputes, to be put before the judge. Thus, increasing consistency also shortens turnaround
time. There is more to this than just implementing technology, however. Developing routines and public
guidelines require active work on the part of the judges and their staff in the courts. Judiciaries need to be
responsible for their own performance as administrators of justice.

Internet: <[Link] (adapted).

According to the text, public guidelines.


(A) show that judges and their staff are responsible for the administration of justice.
(B) will increase the amount of time needed for a court decision.
(C) can become automated for frequent decisions.
(D) solve the points in dispute.
(E) have the power to certainly reduce entire disputes.

Leia o texto e responda as questões 3 e 4.


Text 1
The good oil boys club

It should have been a day of high excitement. A public auction on July 15th marked the end of a
77-year monopoly on oil exploration and production by Pemex, Mexico`s state-owned oil company, and
ushered in a new era of foreign investment in Mexican oil that until a few years ago was considered
unimaginable.

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. 4
The Mexican government had hoped that its firstever auction of shallow-water exploration blocks in
the Gulf of Mexico would successfully launch the modernisation of its energy industry. In the run-up to
the bidding, Mexico had sought to be as accommodating as its historic dislike for foreign oil companies
allowed it to be. Juan Carlos Zepeda, head of the National Hydrocarbons Commission, the regulator,
had put a premium on transparency, saying there was “zero room” for favouritism.
When prices of Mexican crude were above $100 a barrel last year (now they are around $50), the
government had spoken optimistically of a bonanza. It had predicted that four to six blocks would be
sold, based on international norms.
It did not turn out that way. The results fell well short of the government’s hopes and underscore
how residual resource nationalism continues to plague the Latin American oil industry. Only two of 14
exploration blocks were awarded, both going to the same Mexican-led trio of energy fi rms. Offi cials
blamed the disappointing outcome on the sagging international oil market, but their own insecurity about
appearing to sell the country’s oil too cheap may also have been to blame, according to industry experts.
On the day of the auction, the fi nance ministry set minimum-bid requirements that some considered
onerously high; bids for four blocks were disqualifi ed because they failed to reach the offi cial fl oor.

(Source: [Link]
latinamericas-oil-fi rms-need-more-foreign-capital-historic-auctionmexico-shows)

3. (ESAF – Analista de Planejamento e Orçamento – ESAF/2015)


According to text 1 above, Juan Carlos Zepeda
(A) disliked all foreign oil companies.
(B) was for favouritism.
(C) gave reluctant support to the first auction.
(D) was certain that no rigging was to happen.
(E) was against the auction.

4. (ESAF – Analista de Planejamento e Orçamento – ESAF/2015)


As stated in the passage, the public auction
(A) gave rise to new times concerning oil production.
(B) started the monopoly on oil exploration.
(C) cut off the hopes for a bonanza.
(D) was successful in achieving the modernization of Mexican economy.
(E) set out apprehension for the expansion of oil exploration and production.

5. (Receita Federal – Auditor Fiscal da Receita Federal – ESAF)


The IRS Chief Counsel is appointed by the President of the United States, with the advice and consent
of the U.S. Senate, and serves as the chief legal advisor to the IRS Commissioner on all matters pertaining
to the interpretation, administration, and enforcement of the Internal Revenue Code, as well as all other
legal matters. Under the IRS Restructuring and Reform Act of 1998, the Chief Counsel reports to both the
IRS Commissioner and the Treasury General Counsel. Attorneys in the Chief Counsel’s Office serve as
lawyers for the IRS. They provide the IRS and taxpayers with guidance on interpreting Federal tax laws
correctly, represent the IRS in litigation, and provide all other legal support required to carry out the IRS
mission. Chief Counsel received 95,929 cases and closed 94,323 cases during fiscal year 2012. Of the
new cases received, and cases closed, the majority related to tax law enforcement and litigation, including
Tax Court litigation; collection, bankruptcy, and summons advice and litigation; Appellate Court litigation;
criminal tax; and enforcement advice and assistance. In Fiscal Year 2012, Chief Counsel received 31,295
Tax Court cases involving taxpayers contesting an IRS determination that they owed additional tax. The
total amount of tax and penalty in dispute at the end of the fiscal year was almost $6.6 billion.
(Source: Internal Revenue Service Data Book, 2012.)

During fiscal year 2012, the Chief Counsel's office succeeded in


(A) turning down over 30,000 appeals by taxpayers.
(B) securing over $6 billion for the State.
(C) winning the majority of litigation cases.
(D) processing most of the cases it received.
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. 5
(E) voiding 1,606 cases fled by taxpayers.

6. (Receita Federal – Auditor Fiscal da Receita Federal – ESAF)


We've been keeping our veterinarian in business lately. First Sammy, our nine-year-old golden retriever,
needed surgery. (She's fine now.) Then Inky, our curious cat, burned his paw. (He'll be fine, too.) At our
last visit, as we were writing our fourth (or was it the fifth?) consecutive check to the veterinary hospital,
there was much joking about how vet bills should be tax-deductible. After all, pets are dependents, too,
right? (Guffaws all around.)
Now, halfway through tax-fling season, comes news that pets are high on the list of unusual deductions
taxpayers try to claim. From routine pet expenses to the costs of adopting a pet to, yes, pets as
"dependents," tax accountants have heard it all this year, according to the Minnesota Society of Certified
Public Accountants, which surveys its members annually about the most outlandish tax deductions
proposed by clients. Most of these doggy deductions don't hunt, but, believe it or not, some do. Could
there be a spot for Sammy and Inky on our 1040?
Scott Kadrlik, a certified public accountant in Eden Prairie, Minn., who moonlights as a stand-up
comedian (really!), gave me a dog's-eye view of the tax code: "In most cases our family pets are just family
pets," he says. They cannot be claimed as dependents, and you cannot deduct the cost of their food,
medical care or other expenses. One exception is service dogs. If you require a Seeing Eye dog, for
example, your canine's costs are deductible as a medical expense. Occasionally, man's best friend also
is man's best business deduction. The Doberman that guards the junk yard can be deductible as a
business expense of the junk-yard owner, says Mr. Kadrlik. Ditto the convenience-store cat that keeps the
rats at bay
For most of us, though, our pets are hobbies at most. Something's a hobby if, among other things, it
hasn't turned a profit in at least three of the past five years (or two of the past seven years in the case of
horse training, breeding or racing). In that case, you can't deduct losses-only expenses to the extent of
income in the same year. So if your beloved Bichon earns $100 for a modeling gig, you could deduct $100
worth of vet bills (or dog food or doggy attire).
(Source: Carolyn Geer, The Wall Street Journal, retrieved on 13 March 2014 - slightly adapted)

The title that best conveys the main purpose of the article is:
(A) Sammy and Inky Run Up a Hospital Bill.
(B) Vet Bills Should Be Tax-Deductible.
(C) Are Your Pets Tax Deductions?
(D) The Case for Pets as Dependents.
(E) How to Increase Your Tax Refund.

7. (TJ-SE – Conhecimentos Básicos – CESPE)

Procedural programming has been around since the inception of computers and programming. Object-
oriented paradigms arrived a little later - in the late 1950s to early 1960s - which means over 50 years of
object-oriented problem solving. Still, many developers lack a full understanding of the thought process in
developing object-oriented software and therefore can’t take advantage of its concepts. I’m happy to see
that this book, The Object-Oriented Thought Process, has taken this fairly old perspective and given it full
attention and renewed interest.
Not having read the previous editions, I’m not familiar with the changes represented in this fourth edition.
Author Matt Weisfeld is a professor who understands these important concepts and the level of knowledge
and process required for readers and students to grasp what they need to know. The examples in the book
are concise, clear, and easy to follow. Additionally, the book makes good use of white space, lists, pictures,
and diagrams to make the content easier to follow and scan quickly.
Weisfeld has organized the concepts to build on each other, ensuring that students understand one
concept well before moving to the next. On the other hand, readers who already understand the
fundamentals can go directly to object-oriented thought processes for particular programming paradigms,
such as Web services or client-server applications.

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. 6
The book is language-neutral. Its examples are in C#, but a supplementary website offers example
code in other languages. If your language isn’t fairly represented, don’t be deterred from acquiring this
book because object-oriented concepts and semantics are mostly universal - just the particular
implementation might vary due to the language.
Each chapter contains UML and example code to better understand the concepts and see how they’re
implemented. The last chapter introduces design patterns but without going into great detail about how to
use them. This lets the inexperienced reader know that design patterns would be the next step in the path
to developing good code.
Overall, I can recommend this book to code developers, designers, and testers - to anyone with an
interest in proper software development semantics. It's available in a digital format that serves as a useful
ready reference.
Scott Brookhart. Thinking about [Link]: (adapted).
According to the text, judge the items below.
The example codes are presented in C#, but the book offers support for those who use other
languages.
( ) Certo ( ) Errado

8. (Funasa – Todos os cargos – CESPE)


1 The difficulty for health policy makers the world over is
this: it is simply not possible to promote healthier lifestyles
through presidential decree or through being overprotective
4 towards people and the way they choose to live. Recent history
has proved that one-size-fits-all solutions are no good when
public health challenges vary from one area of the country to
7 the next. But we cannot sit back while, in spite of all this, so
many people are suffering such severe lifestyle-driven ill health
and such acute health inequalities.
Internet: <[Link]> (adapted).
In the text above,
the author suggests that some public health policies that have already been used did not work.
( ) Certo ( ) Errado

9. (Pref. De Biguaçu-SC – Professor III – Inglês – UNISUL/2016) Which of the options below cannot
be considered part of Reading strategies.
a) Having previous knowledge about the topic.
b) Making wild guesses and assumptions.
c) False cognate identification.
d) Context.
e) Skimming and scanning.

10. (Pref. De Biguaçu-SC – Professor III – Inglês – UNISUL/2016) Regarding Reading strategies in
English, what is true about skimming and scanning respectively.

a) Skipping the reading of the text – imagining ends for texts using the reader’s imagination.
b) Looking up all words from the text in a dictionary – having a scanner to able to digitalize the texts.
c) Guessing meanings – selecting always the last paragraph of a text because it usually has all the
necessary information.
d) The text is analyzed through a quick read in order to capture the general idea of the text – a more
detailed look to search for specific information.
e) The text is read very carefully – the text is read superficially.

Respostas
1. (B)
Stunt n (advertising, attention): algo feito fora do comum para publicidade; montagem sf; truque
publicitário loc sm

2. (C)

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. 7
Public guidelines for frequently occurring decisions can fulfil the need for consistency. Automating the
guidelines can be a next step.

3. (D)
was certain that no rigging was to happen
Rigging tem o sentido de armação.
Alguns sinônimos: frame, framework, fittings, truss, cage
Juan Carlos Zepeda, head of the National Hydrocarbons Commission, the regulator, had put a
premium on transparency, pois onde há transparência, teoricamente, não há armação.

4. (A)
Gave rise to new times concerning oil production. = deu origem a novos tempos em matéria de
produção de petróleo.
No texto: ...ushered in a new era of foreign investment in Mexican oil that until a few years ago was
considered unimaginable (marcou o início de uma nova era de investimento estrangeiro em petróleo
mexicano que até há alguns anos atrás foi considerado inimaginável).

5. (D)
Chief Counsel received 95,929 cases and closed 94,323 cases during fiscal year 2012.
Se ele terminou 94 de 95 ele processou a maioria dos casos recebidos.

6. (C)
Vá por eliminação e descarte aquelas que não tem as palavras chave do texto. No caso, elimina-se
logo as opções A e E.
b) Vet Bills Should Be Tax-Deductible. = Gastos com Veterinário Deveriam Ser Dedutíveis dos
Impostos
Observe o uso do auxiliar modal SHOULD. Vimos no curso que ele é usado quando se expressa uma
obrigação. O texto não está dizendo que todas as despesas com veterinário deveriam ser dedutíveis dos
impostos. Portanto, errada.
c) Are Your Pets Tax Deductions? = Os seus Animais de Estimação São Deduções Fiscais?
Veja que esse título resume as palavras chaves do texto: animais de estimação e impostos. É
justamente isso que o texto discute, que animais de estimação devem ter suas despesas com veterinário
dedutíveis nos impostos. Esta é a opção correta.
d) The Case for Pets as Dependents. = O Caso de Animais como Dependentes.
Esse título é vago. Ele não resume a mensagem principal do texto. Fica a pergunta no ar, que tipo de
dependência é essa? O tema nem sequer mencionou o assunto impostos ou dedução. Errada.

7. Errado
The book offers support - o livro não oferece suporte, quem oferece é o website.
"but a supplementary website offers example code in other languages"

8. Certo
O texto deixa claro que algumas políticas, por exemplo as do tipo "uma solução geral e universal", não
funcionam devido às diferenças regionais. Isso fica claro na linha cinco, quando o autor diz:
"Recent history has proved that one-size-fits-all solutions are no good when public health challenges
vary from one area of the country to the next."
Cuja tradução livre poderia ser:
"A história recente vem demonstrando que uma solução geral e universal não é boa quando os desafios
da saúde pública variam de uma região do país para outra."

9. (B)
Inferência é uma das estratégias, e não adivinhações ou suposições “selvagens”, sem fundamento.

10. (D)
Skimming consiste em observamos o texto rapidamente apenas para detectar o assunto geral do
mesmo, sem nos preocuparmos com os detalhes.
The text is analyzed through a quick read in order to capture the general idea of the text
Scanning é uma técnica de leitura que consiste em correr rapidamente os olhos pelo texto até localizar
a informação específica desejada.

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. 8
A more detailed look to search for specific information.

palavras cognatas e falsos cognatos;

Falsos Cognatos – False Friends

Existem na língua portuguesa e inglesa algumas palavras que se assemelham na escrita e no som
(por exemplo: television – televisão / air – ar / name – nome); tais palavras são denominadas COGNATOS.

No entanto, há certas palavras que apesar de possuírem a ortografia semelhante diferem parcialmente
ou totalmente quanto ao significado, assim, elas são chamadas de FALSOS COGNATOS (FALSE
FRIENDS). Portanto, devemos tomar cuidado com elas: Elas parecem ser uma coisa, mas, na verdade,
são outra.

Segue abaixo uma lista com alguns Falsos Cognatos:


Coluna 1: a palavra enganadora em inglês
Coluna 2: o verdadeiro significado em português
Coluna 3: palavra em inglês/significado em português

EM INGLÊS O QUE É
Accent Sotaque, Pronúncia STRESS: acento
Actually Na verdade NOWADAYS: atualmente
Alias Nome falso, vulgo BESIDES: aliás
Arrest Prender DRAG: arrastar
Available Disponível ESTIMABLE: avaliável
Cartoon Desenho animado CARD: cartão
Cigar Charuto CIGARETTE: cigarro
Compass Bússola COMPASSES: compasso
Compliment Elogio, gentileza LENGTH: comprimento
Costume Trajes, fantasias HABIT: costume, hábito
Disgust Nojo, aversão GRIEF: desgosto
Exit Saída SUCCESS: êxito
Fabric Tecido FACTORY: fábrica
Lecture Conferência READING: leitura
Library Biblioteca BOOKSTORE: livraria
Notice Aviso, notar NEWS: notícia
Novel Romance SOAP OPERA: novela
Parents Pais RELATIVES: parentes
Prejudice Preconceito DAMAGE: prejuízo
Pretend Fingir INTEND: pretender
Push Empurrar PULL: puxar

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Resume Recomeçar, curriculum MAKE A SUMMARY: resumir
Sensible Sensato SENSITIVE: sensível

Questões

01. Assinale a alternativa correta:


“I need to cancel your documents.”
(A) Cancel = cancelar
(B) Cancel = carimbar

02. Assinale a alternativa correta:


“She is the principal of the school.”
(A) Principal = diretora
(B) Principal = principal

03. Assinale a alternativa correta:


“His mark was terrible.”
(A) mark = marca
(B) mark = nota

04. Assinale a alternativa correta:


“We are lost. We need a compass now.”
(A) compass = bússola
(B) compass = compasso

Respostas

01. Resposta A

02. Resposta A

03. Resposta B

04. Resposta A

abordagem da linguagem sob novos enfoques.

Abordagens e métodos no ensino de Inglês como Língua Estrangeira: SLA - Aquisição de


Segunda Língua

O ensino de língua inglesa1 passou por transformações ao longo do tempo devido ao surgimento de
métodos que influenciaram, e influenciam até hoje, no desenvolvimento das aulas de língua estrangeira.
Atualmente diferentes métodos são usados nas salas de aula e certamente nenhum professor utiliza
apenas um método. Da forma como o ensino de língua estrangeira ocorre nas escolas de educação
básica, o aluno não consegue adquirir habilidades suficientes para se comunicar em outra língua que não
seja sua língua materna; isso ocorre porque o método utilizado pelo professor não produz um ensino
significativo, pois ele geralmente se ocupa em ensinar regras gramaticais, repetições e memorização de
vocábulos.
É comum dentro da educação brasileira perceber alunos desmotivados e insatisfeitos com o ensino de
língua inglesa, pois os mesmos alegam que as aulas são monótonas, cansativas e repetitivas. Acredita-
se que o bom resultado de um aluno deve-se ao método utilizado, por isso é necessário o uso de um
método que trabalhe com situações reais do próprio cotidiano do aluno, para que ele perceba sentido
naquilo que está sendo estudado. A língua não deve ser estudada formalmente; pelo contrário, deve ser

1
Fonte: [Link] (Adaptado)

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assimilada. A forma e estrutura não devem ser prioridades e sim, a competência comunicativa. Os erros
iniciais devem ser tolerados pois estes demonstram certo estágio do aprendizado do aluno, e isso significa
que está ocorrendo a comunicação. Esta só será possível quando o aluno for o sujeito ativo, que interage
e expressa ideias; assim ele estará adquirindo uma nova língua.
Portanto, aprender uma língua estrangeira significa mais do que conhecer vocabulário, gramática e a
pronúncia; significa ter competência para comunicar-se através dela, visto ser este o objetivo final do
estudo de um novo idioma, já que uma nova língua deve ser aprendida para a comunicação. A aula deve
encaminhar o aluno a essa comunicação e o papel do professor será de orientador e facilitador e não de
autoridade ou detentor do conhecimento, pois o professor não pode simplesmente repassar conteúdos,
ele precisa ter certeza de que o aluno aprendeu, do contrário de nada adianta o ensino.
A abordagem comunicativa centraliza o aluno, torna-o autônomo a ponto de construir suas próprias
ideias, dando- lhe participação direta no processo ensino-aprendizagem e proporcionando ao aluno a
oportunidade de comunicar-se na língua estudada. Desta forma ele poderá entendê-la e utilizá-la de forma
adequada. Muitos elementos devem ser levados em consideração para o sucesso do aprendizado dos
alunos. A língua não deve ser aprendida de forma isolada; o aluno tem que estar inserido dentro do
contexto da língua, ou seja, o aluno demonstrará mais interesse se a aula estiver associada a situações
reais do cotidiano bem como a valores culturais expressos por esta língua.

2 HISTÓRIA DOS MÉTODOS DE ENSINO DE LINGUA ESTRANGEIRA

2.1 Métodos da tradução e gramática

No método de tradução e gramática prevalece o ensino da gramática e o uso da tradução; este método
era muito usado pelos professores em sala de aula. O procedimento de ensino deste método é similar ao
do latim e do grego, enfocando as regras gramaticais, memorização de vocábulos, conjugação de verbos
e tradução de texto. Practor et al (1979 apud BROWN, 2000, p. 18) descrevem algumas características
que são comuns no método da Tradução e Gramática:

[Link] aulas são ministrada na língua mãe;


[Link]ários são ensinados de forma isolada;
[Link] de textos clássicos desde o início;
4.A maior parte da aula há aula expositiva sobre gramática;
[Link] atenção é dada ao conteúdo do texto, pois o mesmo serve apenas de suporte para a
realização de exercício escrito;
[Link] os exercícios são tradução de frases desconexas;
[Link] ou nenhuma atenção é dada a pronúncia.
O método tradicional é certamente o mais usado pelos professores, devido às condições desfavoráveis
encontradas nas salas de aula e também pela facilidade da aplicação do método, já que o professor
simplesmente faz uma aula expositiva de gramática ou faz tradução com os alunos. Diferente do método
comunicativo, pois este necessita da habilidade oral.

2.2 Gouin e o método das séries

A história deste método está ligada ao professor francês chamado François Gouin; ele foi muito
influenciado por Charles Berlitz, o fundador do método direto. No entanto Gouin fez observações
pertinentes para o desenvolvimento dos métodos. Gouin resolveu aprender alemão e para isso resolveu
morar em Hamburg por um ano. Ele acreditava que para aprender uma língua era necessário aprender
as regras gramaticais e se empenhou em assimilá-las. Ao final de um ano ele sabia todas as regras
gramaticais, mas era incapaz de se comunicar como um nativo. Sem sucesso, ele voltou para casa e
encontrou seu sobrinho de 3 anos que estava justamente no período de assimilação natural da língua.
Gouin acreditava que as crianças possuíam o segredo para o aprendizado das línguas, mas ao observar
seu sobrinho por um tempo concluiu que aprender uma língua é transformar percepções em concepções
assim como as crianças fazem.
Então Gouin resolveu colocar em prática o método das séries, o qual consiste em ensinar os alunos
diretamente (sem traduções) e conceitualmente (sem regras gramaticais e explanações). Ele afirmava
que através de uma série de frases conectadas, podiam ser ensinadas propriedades gramaticais,
vocabulários, ordem de palavras e complexidades. A língua era entendida, armazenada e relacionada à
realidade, como por exemplo em: I walk towards the doors. I draw near to the door. I drawn nearer to the
door. I get to the door. I stop at the door I stretch out my arm. I take hold of the handle. I turn the handle.

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I open the door. I pull the door. The door moves. The door turns on its hinges. The door turns and turns. I
open the door wide. I let go of the handle. Gouin acreditava que essas sentenças resultariam em um
positivo aprendizado para os alunos, mas sua teoria ficou perdida com o famoso método direto.

2.3 Método direto

O método direto é semelhante ao método das séries. Neste método a oralidade é enfatizada, a
tradução é dificilmente usada e uso espontâneo da linguagem é praticado. Segundo Richards e Rodgers
(1986, p.9), as características do método direto são:

a) instruções de sala conduzida exclusivamente na segunda língua;


b) somente vocabulários e sentenças do dia-a-dia eram ensinadas;
c) habilidades comunicativas orais eram construídas cuidadosamente, organizadas em perguntas e
respostas trocadas entre professores e alunos em turmas pequenas e intensivas;
d) a gramática era ensinada indutivamente;
e) os novos pontos eram ensinados através de modelos e práticas;
f) o vocabulário concreto era ensinado através de demonstração, objetos e figuras, e o vocabulário
abstrato, através de associação de ideias;
g) ambos o discurso e a compreensão auditiva eram ensinados;
h) pronúncia e gramática correta eram enfatizadas.

O método direto alcançou grande popularidade no século XX, principalmente nas escolas de línguas
da rede privada, onde os alunos eram estimulados e contavam com a presença de professores nativos
em sala de aula. Um grande divulgador deste método foi Charles Berlitz. Para garantir o sucesso do
método era necessário um grande investimento, pois ele exigia turmas pequenas e intensivas e
professores nativos dando atenção individualizada aos alunos.
Essas exigências foram cumpridas apenas pela rede privada de ensino de línguas. Na rede pública o
método não obteve o mesmo sucesso devido às condições físicas do ambiente e à falta de professores
preparados, além das turmas que eram lotadas. O método foi criticado por sua fraca base teórica. Os
críticos alegavam que o Método Direto tinha êxito devido a habilidade dos professores e não pela
metodologia. No século XX o método foi abandonado nos Estados Unidos e na Europa. Com isso, muitos
programas voltaram ao método tradicional ou abordagem de leitura. Porém, em meados do século XX, o
método direto foi revivido e redirecionado para a grande revolução no ensino de línguas estrangeiras da
era moderna: o popular método Audiolingual.

2.4 Método audiolingual

Um dos motivos do declínio do método direto foi a dificuldade de se encontrar professores nativos;
enquanto era fácil encontrar professores nativos na era Europa, nos Estados Unidos não ocorria o mesmo.
De acordo com Practor et al (1979 apud BROWN, 2000, p. 23) as características do método audiolingual
são:
1- novo assunto apresentado em forma de diálogo;
2-dependência em imitações, memorizações de conjuntos de frases;
3-estruturas sequenciadas através de análises contrativas e ensinadas uma de cada vez;
4-padrões estruturais ensinados através de exercícios repetitivos;
5-pouca ou quase nenhuma explicação gramatical. A gramática era ensinada por analogia indutiva e
não por explanação dedutiva.
6-o vocabulário era estritamente limitado e aprendido no contexto;
7-havia muito uso de fitas e laboratórios de línguas, assim como de material visual;
8- grande importância dada à pronúncia; 9- pouquíssimo uso da língua mãe pelos professores; 10-
respostas corretas eram reforçadas imediatamente;
11- os erros cometidos pelos alunos não eram vistos como prejudiciais;
12- tendência a manipular a língua e desconsiderar o conteúdo.

O método audiolingual foi um grande sucesso, e até hoje influencia metodologias contemporâneas.
Todos os materiais eram preparados e testados. Os alunos conseguiam se comunicar através dos
diálogos. Mas o sucesso durou pouco, críticas severas foram feitas em relação às concepções erradas
do Método Audiolingual e ao fracasso de ensinar a proficiência comunicativa. Descobriu-se que a língua
não era adquirida por meio de um processo de formação de hábitos, que os erros deviam ser corrigidos

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e que a linguística estrutural não era suficiente para transmitir todas as informações sobre a língua. O
Método Audiolingual amadureceu as ideias quanto ao ensino-aprendizado de línguas, pois trouxe
inovações quanto ao ensino de línguas estrangeiras: pouca ênfase na gramática, importância na
pronúncia etc. Mas não foi o suficiente, pois novos métodos surgiam.

2.5 Código de aprendizado cognitivo

O método audiolingual apresentava ênfase na forma e em padrões produzidos cientificamente, mas


este decaiu quando a revolução linguística de Chomsky chamou a atenção dos professores e dos
linguistas para o estudo profundo das estruturas da linguagem. Em consequência disso alguns programas
adotaram uma abordagem dedutiva devido ao interesse na gramática gerativa transformadora com foco
nas regras de natureza. Os criadores do código cognitivo de aprendizagem acreditavam na aquisição de
um sistema de regras pelas crianças, então começaram a introduzir regras de ensino dedutivo no ensino
de línguas. O código não era necessariamente um método, e sim uma abordagem que enfatizava a
conscientização de regras, assim como suas aplicações no ensino de segunda língua. Foi uma reação
às práticas behavioristas do método audiolingual; devido à ênfase dada às regras houve um retorno a
algumas práticas do método de tradução e gramática. Percebeu-se que os professores e os materiais
não estavam conduzindo os alunos a um aprendizado com proficiência, então uma mudança era
necessária. O código durou pouco tempo pois o nível de ensino cansava os alunos.

2.6 A viva década de 1970

A década de 70 foi historicamente significativa. Primeiro porque a pesquisa no ensino-aprendizagem


de uma segunda língua surgiu de um ramo da linguística e passou a ser uma disciplina respeitada. Em
consequência de novas descobertas em relação à aquisição de segunda língua, o conhecimento de
ensino-aprendizagem até então estudado tornou-se ultrapassado. Segundo porque nessa atmosfera viva
de início de pesquisas, um grande número de métodos revolucionários foi concebido. Posteriormente
surgiram novos métodos e o audiolingualismo ficou um pouco esquecido.

2.6.1 Aprendizado comunitário de línguas

Os novos métodos que surgiram na década de 70 reconheceram uma grande importância: a


afetividade. O aprendizado comunitário constitui-se em um exemplo disso. Curran (1970 apud SOUZA,
2005), desenvolveu seu método baseado nos princípios de aprendizagem através de aconselhamento,
inspirado por teorias de Carl Rogers e Stephen Krashen, os quais defendiam que os fatores afetivos
influenciam na aquisição de uma segunda língua. Os alunos eram vistos como um grupo que necessitava
de aconselhamento e terapias. O professor desenvolvia um papel muito importante, pois compreendia os
alunos e os fazia ultrapassar as barreiras de aprendizado. Esse método foi muito usado em adultos que
tinham dificuldade em relação ao aprendizado de segunda língua.
Para garantir o aprendizado era necessário que o grupo buscasse uma relação agradável entre todos,
e o professor seria um facilitador perante o mesmo. O professor não seria uma autoridade, mas sim um
facilitador do aprendizado. Apesar do modelo de Curran ter sido copiado e modificado por inúmeros
estudiosos, a essência continuava a mesma: a comunicação. Durante a aula os alunos sentavam em
forma de círculo; o aluno que desejasse começar a conversação faria na língua materna. Então, o
professor traduziria para a língua alvo e os alunos repetiam a sentença. A resposta seguia a mesma
sequência, primeiro na língua mãe depois na língua alvo. O aluno se esforçava ao máximo para reproduzir
os diálogos da melhor forma possível. Inicialmente o aprendizado era um pouco confuso, mas
posteriormente os alunos conseguiam estabelecer um diálogo sem a intervenção do professor. Nessa
etapa o aluno tornava-se independente do professor e provavelmente após alguns anos ele adquiria
fluência na língua alvo. O aluno era visto pelo professor como um aprendiz com necessidades, medos e
angústias, e entendia tudo isso. Por isso os alunos não sentiam desconforto ou inadequação. A língua
estrangeira era ensinada indutivamente.

2.6.2 Suggestopedia

O Suggestopedia foi um método derivado de um psicólogo búlgaro chamado Georgi Lozanov, que
acreditava que a mente humana guardava um grande número de informação se estivesse em um
ambiente favorável que proporcionasse relaxamento. Baseado em princípios da Psicologia soviética e da

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Ioga, Georgi criou um método baseado em aprendizado no estado relaxado da mente. A música era
essencial para ele, principalmente a do tipo Barroca.
Durante as aulas Lozanov experimentava atividades de vocabulário, leitura, conversação, peças e
outras variações de atividade típicas de uma sala de aula. Uma grande diferença do método é que as
atividades eram feitas em confortáveis cadeiras para proporcionar aos alunos um estado de relaxamento.
O professor era a autoridade na sala de aula e os alunos se comportavam como crianças. As aulas
tinham como base a música e os alunos ficavam em silêncio por um tempo esperando a ação do
professor. Todos os textos do livro do aluno eram traduzidos na língua mãe e os alunos não tinham
exercício para fazer em casa. O método foi criado por James Asher (1977) que acreditava que o
aprendizado da língua deveria estar associado a atividades físicas, ou seja, a psicomotricidade. Para ele,
os princípios infantis de assimilação da linguagem eram importantes, pois o modo como as crianças
assimilam a língua é o norteador de qualquer aprendizado.

2.6.3 Silent Way

O método Silent Way teve suas bases em teorias cognitivas e foi caracterizado como uma abordagem
de solução de problemas de aprendizado. Richards e Rodgers (1986) sintetizam suas características da
seguinte forma:

1-O aprendizado é facilitado quando o próprio aluno cria ou descobre o que será aprendido e não
apenas repete;
2-O aprendizado é facilitado através de acompanhamento;
3-O aprendizado é facilitado através da solução de problemas envolvendo o que será aprendido.

A descoberta do aprendizado era uma marca popular da década de 60 e advogava a causa de que a
imposição era menos eficaz que a descoberta. O Silent Way tinha como base os procedimentos de
descoberta do aprendizado e acreditava que o aluno deveria adquirir independência, autonomia e
responsabilidade. As aulas eram apresentadas com auxílio de cartazes coloridos e o professor
geralmente não se manifestava. É importante salientar que o método contribuiu para o desenvolvimento
da descoberta e da construção da linguagem.

2.6.4 Total Physical Response

O método foi criado por Asher (1977), que acreditava que o aprendizado da língua deveria estar
associado a atividades físicas, ou seja, a psicomotricidade. Para ele, os princípios infantis de assimilação
da linguagem eram importantes, pois o modo como as crianças assimilam a língua é o norteador de
qualquer aprendizado.
Segundo algumas pesquisas dele, todo o desenvolvimento da linguagem são divididas em duas partes:
o lado direito é responsável pela atividade motora e o esquerdo processa a linguagem. Esse fator explica
porque as crianças trabalham primeiramente com a audição e apresentam suas respostas através de
ações, movimentos e olhares, já que não tem uma linguagem de palavras, mas de gestos. De acordo
com Asher o aprendizado de língua estava cercado de ansiedade, então criou-se um método onde
professores e alunos se sentissem à vontade para aprender e ensinar.
Assim como os outros métodos, este apresentava falhas: quando os alunos atingissem níveis mais
elevados, os procedimentos eram os mesmos de qualquer aula comunicativa. As atividades de escrita e
leitura eram baseadas na conversação desenvolvida em sala de aula. No entanto os alunos sentiriam
necessidades da espontaneidade da língua e não de um aprendizado ensaiado.

2.6.5 Abordagem natural

Tracy Terrel, baseado nas teorias de assimilação natural da linguagem de Krashen (1987), acreditava
que os alunos deveriam sentir-se à vontade durante o aprendizado e que a comunicação e a assimilação
deveriam dar lugar às análises.
Segundo Stephen e Terrel (1999 apud BROWN, 2000), os princípios do “Total Physical Response”
deveriam ser usados com os alunos iniciantes, pois assim eles adquiririam o nível de compreensão da
linguagem. Apesar de existirem várias teorias que abordam diferentes maneiras de se aprender uma
língua como foco na oralidade, na escrita ou em pesquisas, a abordagem natural defende a idéia de que
o aluno precisa desenvolver habilidades orais através de situações do cotidiano. Assim, o professor

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estaria desenvolvendo o estágio inicial de aprendizagem que é a compreensão. Após esse período de
desenvolvimento, o aluno não se manifestaria até que a oralidade surgisse com segurança.
De acordo com o método natural, Stephen e Terrel (1999 apud BROWN, 2000), acreditavam que o
aluno se desenvolveria em três estágios: o primeiro seria o desenvolvimento da habilidade de
compreensão, no segundo aluno estaria à vontade para cometer erros e no terceiro ele já estaria pronto
para desenvolver atividades mais complexas como, por exemplo, diálogos mais complexos, executar
atividades em grupos e discussões.
Os críticos argumentavam que haveria alunos que não obteriam êxito na oralidade. Quando isso
acontecia, eles deveriam ficar em silêncio. Então o que seria feito com esses alunos? Assim como todos
os métodos ou abordagens, a Abordagem Natural tem pontos negativos e positivos que devem ser
analisados e discutidos.

3. MOVIMENTO COMUNICATIVO

O movimento comunicativo originou-se de estudos feitos por teóricos funcionalistas da Escola de Praga
e da Tradição Britânica. Alguns estudos foram feitos sobre morfologia e fonologia, sendo realizado
também, estudos no nível da sentença, tendo como destaque a função de cada parte desta. Berns (1930
apud Mathesius, 1990), ressalta que as necessidades comunicativas e expressivas do discurso funcionam
como ponto de partida para uma análise linguística.
De acordo com Firth (1929 apud BERNS, 1930), a língua deve ser vista como parte do processo social,
pois seu papel é de interação entre as pessoas. Esse estudioso também ressalta a grande importância
do significado e do contexto, onde o primeiro representa a função que a língua desempenha no contexto
e está ligado ao uso de algumas formas e elementos linguísticos em contextos específicos, e o segundo
constitui no ambiente de uma situação, levando em consideração a relação entre língua e todos os vários
aspectos da situação em que ela é usada. Já o linguista Halliday (2005), influenciado pelas correntes
funcionalistas da Escola de Praga e da Tradição Britânica, desenvolveu uma gramática sistêmico
funcional.
Halliday, através desta gramática, propõe estabelecer relações entre todas as escolhas
semanticamente relevantes feitas na língua como um todo. Desta forma o autor afirma que os falantes
escolhem determinados itens disponíveis naquela língua para fazer o seu enunciado.
Enquanto este autor apresenta sua gramática sistêmico-funcional, Chomsky (1965) exibe sua teoria
chomskyana, com seus pressupostos especialmente voltados para o inatismo e para a competência
linguística, contribuindo para a mudança no ensino de línguas estrangeiras e direcionando para uma nova
abordagem. Segundo Chomsky (1965), o inatismo seria a capacidade adquirida que o indivíduo tem para
absorver a linguagem através do Language Acquisition Device (LDA), órgão que juntamente com outros
propiciaria a aquisição da língua materna. A competência linguística seria a capacidade que todo falante
nativo tem de adquirir a gramática implícita universal, comum a todos os falantes. O enfoque desta teoria
se concentrava nas habilidades abstratas que os falantes possuem capacitando-os a produzir sentenças
gramaticalmente corretas em uma língua. A teoria chomskyana não chegou a desenvolver nenhum
método; entretanto a visão de que a competência linguística não estava relacionada à formação de
hábitos, mas a sistemas de aquisição internos do indivíduo provoca uma mudança na maneira de se
encarar o ensino de línguas estrangeiras.
Além da contribuição dada à abordagem comunicativa por Firth(1929) observando a língua como
interação, a colaboração de Halliday com a noção de função e a crítica de Chomsky à teoria behaviorista
para o ensino de línguas, podemos destacar também os trabalhos na área da sociolinguística dos teóricos
americanos Dell Hyme (1972), Gumperz (1972) e Labov (1970), bem como de estudiosos como
Chistopher Candin (1976) e Winddowson (1978). Estes defendiam o enfoque do ensino de línguas na
proficiência comunicativa mais do que no domínio de estruturas.
Em 1972 o linguista britânico Wilkins (1979), escreveu um documento preliminar que serviria de base
para se desenvolver currículos comunicativos para o ensino de línguas. Nesse documento, Wilkins
descreveu dois tipos de significados: as categorias nocionais como tempo, sequência, quantidade,
localização e frequência e categorias de funções comunicativas, como pedidos, negações, oferecimentos
etc. Mais tarde, depois de revisado e ampliado, o documento de Wilkins toma a forma de livro e é
publicado em 1976, com o título de Notional Syllabuses dando origem ao método Nocional / Funcional,
onde juntaram – se às funções (coisas que se pode fazer com a língua) e as noções (ideias expressas
por nós).
A rápida aceitação dessas ideias por especialistas britânicos e por autores de renome deu
proeminência nacional e internacional ao ensino comunicativo de línguas, o que acabou consolidando o

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que se chamou de Abordagem Comunicativa (também chamada nocional – funcional ou abordagem
funcional).
Conforme Richards e Rodgers (1994), como teoria de linguagem a Abordagem Comunicativa tem uma
rica e um tanto eclética base teórica. Algumas das características são as seguintes: a língua é um sistema
para expressão dos significados; a principal função da linguagem é a interação e a comunicação; a
estrutura da língua reflete seu uso funcional e comunicativo; as principais unidades de linguagem não são
meramente suas características gramatical e estrutural, mas categorias de significado funcional e
comunicativo.
Filho (1993) e Krashen (1983), são autores que desenvolveram teorias compatíveis com os princípios
da abordagem comunicativa, e que apesar de discordarem em alguns pontos, concordam que a principal
função do ensino de línguas estrangeiras é o uso da linguagem para a comunicação.

3.1 A teoria de Krashen

Krashen (1981) é considerado um dos pioneiros do movimento comunicativo, criador da teoria de


aquisição de segunda língua. Esta é composta de cinco (5) hipóteses: a distinção entre aquisição
(assimilação natural) e aprendizagem de uma língua (estudo formal); a hipótese da ordem natural;
hipótese do monitor; hipótese do insumo e o filtro afetivo.

3.1.1 Assimilação natural e estudo formal no aprendizado de língua estrangeira

O norte-americano Krashen desenvolveu uma importante teoria sobre o aprendizado de língua


estrangeira. Uma de suas hipóteses é a distinção entre language acquisition (assimilação) e language
learning (estudo formal). Language acquisition está ligado ao processo de assimilação natural e intuitivo,
ou seja, fruto de interação em situações reais de convívio humano, em que o aluno participa como sujeito
ativo do processo. É semelhante ao processo de assimilação da língua materna pelas crianças, onde elas
desenvolvem habilidade sobre a língua falada e não conhecimento teórico. Também desenvolvem
familiaridade com a parte fonética da língua, sua estruturação e seu vocabulário.
A acquisition é responsável pelo entendimento oral, pela capacidade de comunicação e pela
identificação de valores culturais. Ensino e aprendizado são vistos como atividades que ocorrem num
plano pessoal-psicológico. Uma abordagem baseada em acquisition valoriza a competência comunicativa
e desenvolve a autoconfiança do aluno.
Exemplos de language acquisition são os adolescentes e jovens adultos que moram no exterior
durante algum tempo através de programas de intercâmbio cultural e atingem um grau de fluência na
língua estrangeira próximo ao da língua materna.
Porém, na maioria dos casos, eles não possuem nenhum conhecimento a respeito da língua, não têm
sequer noções de fonologia e nem de gramática apesar de saber usá-la intuitivamente.
O conceito de language learning refere-se à abordagem tradicional do ensino de línguas, método que
geralmente é usado nas escolas, principalmente as públicas. A atenção volta-se para o estudo da forma
escrita e o objetivo é o entendimento pelo aluno da estrutura e das regras gramaticais do idioma. A forma
tem importância igual ou maior do que a comunicação. Enfatiza-se a teoria ao invés da prática, valoriza-
se o correto e corrige-se o errado. Há pouco lugar para espontaneidade e consequentemente o aluno não
pode expressar suas ideias e promover a comunicação. O professor assume o papel de autoridade e o
aluno torna-se passivo. No caso do Inglês, por exemplo, ensina-se o funcionamento dos modos
interrogativo e negativo, verbos irregulares, modais dentre outros. Mas o aluno dificilmente saberá em
que situação usá-los.
É um processo que normalmente está atrelado a um plano didático predeterminado, que envolve
memorização de vocabulário, regras gramaticais e tem por objetivo proporcionar conhecimento
metalinguístico, ou seja, transmite ao aluno conhecimento a respeito da língua estrangeira, de seu
funcionamento e de sua estrutura gramatical com suas irregularidades. Este conhecimento deveria se
transformar na habilidade prática de entender e falar a nova língua, mas o esforço de acumular
conhecimento torna-se frustrante, pois há uma falta de familiaridade com a língua.
Exemplos de language learning são alguns graduados em Letras, que estão habilitados para lecionar
a Língua Inglesa, porém ainda com extrema dificuldade em se comunicarem na língua que teoricamente
poderiam ensinar.

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3.1.2 Hipótese da ordem natural

Brown (1973), afirma que a criança que está aprendendo Inglês como primeira língua aprende primeiro
os morfemas “ing” (que marca o tempo progressivo) e o “s” referente ao plural. Somente depois ela
adquire o “s” referente à 3ª pessoa do singular e o caso genitivo.
Krashen defende que a ordem de aquisição para uma segunda língua não é a mesma que a ordem de
aquisição para a língua materna. No entanto existem semelhanças e, embora a Língua Inglesa seja a
mais estudada nesse sentido, estudos com outras línguas demonstram que existe uma sequência natural
para a aquisição de uma língua, não importa se ela é língua materna, língua estrangeira ou segunda
língua.
Outro fator a ser abordado sobre a hipótese da ordem natural é que ela se aplica somente no caso de
aquisição da língua, pois a aprendizagem ocorre de forma diferente e não possui uma ordem significativa.

3.1.3 Monitor

A hipótese do monitor está ligada à produção linguística e à função que a aquisição e a aprendizagem
desempenham na formação de enunciados tanto orais quanto escritos. Krashen acredita que a gramática
pode ajudar a monitorar a fala. Enquanto que a hipótese do input baseia-se em observações da aquisição,
a hipótese do monitor baseia-se na aprendizagem. O conhecimento consciente das regras gramaticais
atua como um fiscal, induzindo o aluno a corrigir-se sempre que for necessário para chegar ao estágio
desejado, que é uma boa oralidade. Esse é o fruto da aprendizagem. Qualquer falante, em qualquer
estágio da aquisição inicia sua comunicação anteriormente adquiridos, isto é, língua “internalizada”, que
é responsável pela fluência.
O monitor entra com a correção, quando o falante perceber que cometeu algum erro e julgar necessário
corrigi-lo, mas sempre após a produção do enunciado pelo sistema adquirido. Dessa forma sua função é
limitada, então o estudo sobre a língua ou aprendizagem não produz aquisição. Assim a aquisição não é
fruto da aprendizagem, pois existem vários casos de pessoas que adquiriram uma nova língua sem
nenhum conhecimento formal da mesma, e isso comprova que esta observação está correta. Há ainda
os inúmeros casos em que a aprendizagem não produz aquisição. Muitos falantes de inglês como
segunda língua, que são conhecedores das regras, cometem erros gramaticais na maioria das vezes bem
primários.
O que é interessante observar é que estes falantes aprenderam e praticaram intensivamente estas
regras, mas apesar da prática, esses itens ainda estão além da capacidade de aquisição (1 + 1) do falante.
Krashen deixa claro que o monitor só é colocado em prática a partir de duas questões essenciais: foco
na forma e conhecimento das regras, ou seja, o falante só se corrige se estiver consciente de seu erro e
se desejar ou for solicitado a corrigir-se.

3.1.4 A hipótese do “input”

A hipótese do Input (insumo) baseia-se em observações do processo da aquisição e explica como o


aluno adquire uma segunda língua. Segundo Krashen (1987 apud Schutz, 2006, p. 45), a aquisição de
linguagem se desenvolve de maneira gradual, sendo que algumas formas da língua são adquiridas mais
rápidas (entonação, plural regular) e outras mais tarde (flexões verbais, concordância), de acordo com a
hipótese da ordem natural. Mas para que a aquisição passe de um estágio da língua para outro é preciso
que o Input esteja um pouco além do estágio atual em que se encontra o aluno.
Se um aluno está no estágio “i”, então ocorre a aquisição, quando ele é exposto a um insumo
compreensível que pertence ao nível “i + 1”. Em outras palavras, de acordo com Krashen o aluno progride
em uma ordem natural quando adquire insumo (input) na segunda língua que está um pouco acima do
seu estágio atual de competência linguística. O input, além de compreensível tem que ser interessante e
não sequenciado gramaticalmente, sendo oferecido em quantidade suficiente e em ambiente que
favoreça o bem estar dos alunos.
Para que o insumo fornecido seja compreensível este deve ser apresentado através da situação
contextualizada. O insumo pode advir do professor, dos materiais e do próprio conhecimento dos alunos.
Krashen enfatiza que apenas a alta frequência de exposição a certas estruturas não fará com que estas
sejam adquiridas mais rapidamente.
O processamento da língua não ocorre de forma isolada, mas em conjunto com uma série de outros
fatores de ordem social, cultural e emocional, os quais contribuem para a característica da língua de ser
um instrumento de expressão grupal e individual, inibindo ou facilitando a aquisição.

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A hipótese do input defende que o foco deve ser na mensagem e na comunicação. O aprendiz que
está adquirindo uma nova língua não está preocupado com a forma ou estrutura da língua e sim, no uso
que está fazendo dela. Por isso explica-se a falha do ensino da língua centrado na estrutura. As antigas
concepções de ensino de língua baseavam-se na hipótese de que se chegava à comunicação partindo
do conhecimento consciente e da prática exaustiva das formas linguísticas. Todo input deve conter i + 1
para ser usado no crescimento linguístico. Segundo Krashen, uma tentativa de sequenciar input ou atingir
1=1 não é somente necessária quanto improvável que dois alunos que estudam em uma mesma turma
tenham o mesmo espaço linguístico, isto é, que possam ser iguais em i. Mesmo assim, um input que seja
i+1 sendo compreensível e suficiente deverá será fornecido a todos, independente do estágio em que
eles se encontrem. A hipótese do input pressupõe que a oralidade, a fluência na fala não pode ser
ensinada. Ou o indivíduo se sente habilitado e fala ou repete mecanicamente frases e expressões
apresentadas pelo professor, sem se comunicar. A tolerância dos erros na produção linguística é
característica dos primeiros estágios. A correção acontecerá com o tempo maior de exposição e
dependerá da quantidade e qualidade do input. Quanto mais exposição e mais correto for o input que o
aprendiz obtiver, melhor será sua produção linguística.

3.1.5 Filtro afetivo

Para Krashen (1987) o filtro afetivo é a primeira barreira que o insumo encontra antes de ser
processado e internalizado. A hipótese do filtro afetivo refere-se à função que fatores como motivação
intrínseca, ansiedade e autoconfiança desempenham no processo de aquisição de uma segunda língua.
Essas variáveis afetivas foram relacionadas à aquisição mais do que à aprendizagem, através de testes
comunicativos que mexem mais com o sistema adquirido do que com o aprendido. A hipótese baseia-se
na observação de que indivíduos com atitudes positivas e grande interesse em relação à língua
estrangeira aprenderão com mais sucesso, pois tendem a buscar mais input e, consequentemente, o
input recebido penetrará naquela parte do cérebro que é responsável pela aquisição da linguagem. Logo,
segundo o pesquisador, esses alunos teriam um filtro afetivo baixo e absorveriam insumo com mais
facilidade, ao contrário dos alunos tensos, ansiosos e com baixa estima, que tendem a elevar o filtro
afetivo e a formar uma espécie de bloqueio mental, diminuindo sua capacidade de internalizar insumos.
Em sala de aula, a hipótese do filtro afetivo defende que a aula deve encorajar os alunos e diminuir as
barreiras psicológicas (ansiedade, a inibição ou falta de confiança). Ainda segundo Krashen (1981), a
motivação é a chave do aprendizado pois é ela que impulsiona a busca do insumo. Consequentemente,
o melhor professor de língua é aquele que fornece o input correto e que torna esse input o mais
compreensível possível.
Krashen conclui que, tanto em segunda língua como em língua materna, aquisição é mais importante
que aprendizagem, e que as duas condições vitais para aquisição são: exposição suficiente a input
compreensível, contendo i + 1, ou seja, estruturas um grau a mais do que o nível atual e uma situação
psicológica favorável, ou um baixo filtro afetivo que favoreça a assimilação do input compreendido.

4. A ABORDAGEM COMUNICATIVA

A abordagem comunicativa desenvolveu-se nas duas últimas décadas do século XX. Também
chamada de Communicative Approach ou Functional Approach, é a versão britânica do movimento
iniciado na década de 60 em reação ao estruturalismo (estudo das formas da língua, de sua estrutura
gramatical) e ao behaviorismo (reflexos condicionados moldando o comportamento). É resultado da
insatisfação de alguns linguistas com os resultados dos métodos de tradução e gramática e do
audiolingual.
O linguista e antropólogo Hymes (1973) e o linguista funcional Halliday (1973) acreditavam que os
alunos não estavam aprendendo completamente em situações reais, pois estes não conseguiam se
comunicar na língua estudada. Ou seja, para os estudiosos de nada adianta estudar a língua e não saber
utilizá-la. A abordagem comunicativa defende que a unidade básica da língua é o ato comunicativo ao
invés da frase. O mais importante passa a ser o significado e não a forma. A competência comunicativa
é o objetivo e não a memorização de regras.
Para que essa competência ocorra, afirma-se que devem ser usadas situações do dia-a-dia dos
alunos, assim eles conseguirão aprender as formas gramaticais percebendo que estas possuem utilidade
e podem ser usadas no cotidiano. Além disso, poderão desenvolver as quatro habilidades da língua
(listening, reading, writing e speaking).
Para Souza (2005, p. 57), o ensino de línguas na Abordagem Comunicativa é concentrado nas
seguintes funções:

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- como pedir informações;
- como dar informações;
- como fazer convites;
- como expressar o interesse;
- como expressar paciência;
- como mudar de assunto no diálogo.

Pode-se constatar que a Abordagem Comunicativa tende a valorizar um ensino comunicativo de


conteúdos funcionais e o desenvolvimento de uma competência comunicativa, além da simples
competência linguística. Contudo é preciso esclarecer o que realmente significa ser comunicativo em
termos de comportamento do professor em sala de aula.
Portanto a perfeição gramatical não será um objetivo. O aluno não será segregado do conhecimento
gramatical, mas o objetivo final é a comunicação, e para que isso ocorra, o ensino deve estar baseado
em funções comunicativas e o conteúdo deve ser relevante e significativo para os alunos. Tais conteúdos
também devem proporcionar assimilação natural através de interação humana em ambientes
multiculturais, evitando-se o ensino formal, no qual o aluno é submetido a exaustivos e repetitivos
exercícios, como no método audiolingual, que o deixam impaciente, e o fazem perder o interesse pela
língua limitando-o em sua expressão linguística.
Nunan (1985 apud BROWN, 2000, p.85) descreve cinco características comuns na abordagem
comunicativa:
a) uma ênfase no aprender a comunicar-se através da interação com a língua-alvo;
b) a introdução de textos autênticos na situação de aprendizagem;
c) a provisão de oportunidades para os alunos, não somente na linguagem, mas também no processo
de sua aprendizagem;
d) uma intensificação das próprias experiências pessoais do aluno como elementos importantes na
contribuição para a aprendizagem em sala de aula;
e) uma tentativa de ligar a aprendizagem da linguagem em sala de aula com a ativação da linguagem
fora deste ambiente.

4.1 A aula comunicativa

Ao falar-se de ensino comunicativo de línguas, devemos levar em consideração que inúmeros estudos
e experiências foram feitos no passado, e ainda hoje estudos estão sendo desenvolvidos. É provável que
possam ainda surgir novas propostas neste movimento.
Um ensino comunicativo significa um ensino com mais função do que forma e mais conteúdo do que
estrutura. Os alunos devem ser encorajados, em sala de aula, a expressar significados. Então, erros de
forma devem ser tolerados, e isso não significa que se deva negligenciar o estudo da forma. Mas esta
não deve ser um obstáculo à comunicação das ideias. Os erros dos alunos envolvidos no processo de
aprendizado de uma língua estrangeira são resultados da aproximação a norma da língua, então estes
são indicadores de um estágio da aprendizagem.
Certamente surgirão desafios; um deles é a falta de contato direto dos alunos com a língua, por isso o
mesmo eles não veem finalidade no aprendizado da mesma. Desta forma o professor deverá proporcionar
ao aluno aproximação com a língua, levando as situações reais do cotidiano dos alunos para que eles
vejam finalidade no aprendizado.
Além disso, este ensino não prioriza as formas da língua descrita nas gramáticas, pois não é suficiente
falar e aprender outra língua, embora não descarte a necessidade de criar na sala momentos de
explicitação gramatical, mas tudo isso de forma contextualizada.

5. CONCLUSÃO

Conclui-se que a abordagem comunicativa é de extrema importância no ensino de língua inglesa, pois
esta possibilita um aprendizado significativo, centrando-se nos interesses do aprendiz e promovendo a
comunicação entre os falantes da língua. Assim a língua inglesa não será vista apenas como uma
obrigação ou imposição, e sim como um idioma que tem finalidade. Vendo a finalidade de seu estudo, o
aluno terá motivos para estudá-la e se aperfeiçoar nela, e saberá como e quando utilizá-la, porque a
língua não deve ser apenas aprendida, mas sim assimilada. Para tal, o aluno contará com a ajuda do
professor que atuará como um facilitador do aprendizado, auxiliando o aluno sempre que necessário.
Certamente a abordagem comunicativa representa uma evolução inteligente em relação ao processo de
ensino-aprendizado de línguas. Diante do que foi pesquisado, conclui-se que serão menos eficazes os

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métodos se limitarem-se a memorização de vocábulos e regras gramaticais. Contudo, métodos que
proporcionarem construção e aquisição de habilidades comunicativas através de interação de situações
reais de comunicação em ambientes multiculturais serão certamente mais eficazes.

Vocabulário: domínio de vocabulário compatível com a interpretação e


elaboração de texto, dentro do conteúdo exigido.

Caro estudante, serão dadas algumas dicas para interpretação e elaboração de textos em Língua
Inglesa de maneira genérica. Caberá a cada um conhecer vocabulário específico do conteúdo exigido de
acordo com o concurso que será prestado.

Vocabulário: maneiras práticas de ensiná-lo e aprendê-lo melhor

Aprender uma língua estrangeira2 requer por parte do aluno um desenvolvimento de diferentes
habilidades tais como: leitura, escrita, compreensão auditiva e fala. Apesar de essas habilidades
específicas serem focalizadas separadamente por razões pedagógicas, dois elementos são cruciais para
o processo de aquisição e utilização de uma linguagem: o vocabulário e gramática. A importância da
gramática tem sido amplamente reconhecida pelas metodologias do Ensino da Língua Inglesa. Esta
situação é um pouco diferente com o vocabulário. Em comparação com outros campos de pesquisas no
aprendizado da língua, é fácil perceber que o ensino de vocabulário/aprendizagem tem sido deixado para
segundo plano. De acordo com DeCarrico, “o vocabulário nem sempre foi reconhecido como uma
prioridade no ensino”.
Se um professor pergunta a alunos de língua estrangeira de que uma língua é feita, a resposta
provavelmente será de gramática e vocabulário. Esta resposta refletiria a visão popular de língua como
um sistema feito de regras e estruturas (gramática) e palavras(vocabulário). Esta resposta hipotética seria
demasiado simplista, mas salienta o papel fundamental do vocabulário na comunicação.
No contexto do ensino do inglês como língua estrangeira, algumas perguntas são relevantes: Qual é
a regra de vocabulário no processo do ensino do inglês? Como o vocabulário pode ser ensinado? Como
os professores podem desenvolver um bom vocabulário ensinando estratégias? De quantas palavras um
aluno precisa para iniciar seu processo de aprendizagem?
Professores de línguas estrangeiras têm a difícil tarefa de ensinar vocabulário. Estimando-se que os
alunos podem aprender aproximadamente dez palavras por aula, eles aprenderiam entre três mil e
duzentas e três mil e quinhentas palavras em quatro anos de estudo. Pode ser um êxito considerável mas
alguns alunos podem precisar de um grande vocabulário para falar, escrever e ler em inglês em diversas
situações e contextos diferentes. Uma nova questão surge: É possível acelerar a aprendizagem do
vocabulário? Este artigo pretende discutir algumas ações fundamentais no ensino e aprendizagem de
vocabulário.

O uso do vocabulário em diferentes tipos de contextos

De quantas palavras nós precisamos para aprender uma língua estrangeira? Esta pergunta não tem
uma resposta fácil. Alguns dicionários apresentam a partir de mil até três mil e quinhentas palavras como
chave, ou na definição de vocabulário básico. No entanto, esta definição de vocabulário não representa
a expressão básica em uma língua. Em geral, estas são as palavras usadas nas definições de todas as
outras. Alguns livros ensinam de oitocentas até três mil e quinhentas palavras como as mais
frequentemente usadas. Como os estudos têm discutido, estes itens básicos irão variar muito,
dependendo do uso da língua e da variedade de interações e contextos envolvidos. Hunt e Beglar, por
exemplo, aponta que pesquisadores e autores em geral estimam até cinco mil palavras de alta frequência
para a utilização acadêmica bem sucedida da língua inglesa. É importante ressaltar, no entanto, que
tópicos acadêmicos diferem de outros tópicos, tais como política, economia, direito e medicina. Esta
discussão revela a complexidade do ensino de vocabulário.
Como discutido na introdução, diferentes perguntas podem ajudar professores a planejarem aulas de
vocabulário. Uma das perguntas que mais têm sido levadas em consideração é: O que os alunos precisam
aprender do inglês? A pesar de muitos concordarem que palavras como cores, animais, números,
qualidades, transportes são exemplos de grupos de palavras básicas, é inegável que um amplo

2
[Link]

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vocabulário pode tornar uma comunicação mais fácil e mais rica. Como consequência, os alunos
deveriam ser expostos a uma abundância de ações para aprender e usar vocabulário, dentro e fora da
sala de aula, ambos para objetivos gerais e específicos.
Dependendo da idade dos alunos, trabalhos, entre um grande número de aspectos possíveis, eles
precisam aprender um vocabulário diferente em uma língua estrangeira. Médicos, advogados, cozinheiros
e engenheiros, por exemplo, precisam de palavras diferentes em suas vidas diárias e em suas interações
e contextos profissionais. Em outras palavras, as necessidades e características do(a) aluno(a)
influenciam o processo de seu/sua aprendizagem, incluindo aquisição de vocabulário.

Ações estratégicas importantes no aprendizado de vocabulário

O ensino de ações estratégias de aprendizagem tem sido amplamente discutido em diferentes


aspectos do ensino da língua estrangeira. Pesquisadores tem mostrado que as estratégias podem ajudar
os alunos aprender a aprenderem contribuindo para um melhor desenvolvimento da linguística, habilidade
comunicativa e pedagógica, incluindo autonomia e gerenciamento do processo de aprendizagem. Nesta
seção do artigo, serão discutidas estratégias-chave em vocabulário.

Ajuntamento de palavras por temas

Uma ação estratégica básica na aprendizagem de vocabulário é o ajuntamento temático. Esta


estratégia envolve a seleção e ajuntamento de vocabulário em tópicos ou temas. Os tópicos ou temas
podem ser lugares, situações, sentimentos, objetos, empregos, entre muitas outras possibilidades. O
primeiro objetivo desta ação estratégica é fornecer aos alunos técnicas básicas de contextualização e
memorização. O ajuntamento de palavras por temas tem sido amplamente usado em livros didáticos,
dicionários monolíngues e bilíngues, ilustrados ou não, em uma variedade de métodos e abordagens do
ensino. Estas ações podem ser colocadas em prática em um número de técnicas, em que se incluem
listas mono linguais ou bilíngues e grupos temáticos.
As palavras acima poderiam ser seguidas por suas definições, traduções ou até mesmo por uma
informação relevante, que ajudariam os alunos a aprendê-las ou usá-las.
Embora existam acima palavras com morfologia semelhante, como classes e classrooms, o que torna
o processo de aprendizagem mais fácil é a proximidade semântica entre elas. Esta técnica geralmente
ajuda a manter as palavras sempre presentes na memória. O pouco uso de vocabulário variado pode
transformar palavras conhecidas inativas e difíceis de serem usadas. Em outras palavras, o uso excessivo
do vocabulário básico, principalmente na linguagem oral, pode contribuir para a repetição excessiva do
mesmo.

O Processo de formação de palavras

A maioria das palavras são feitas de outras palavras. Infelizmente, a importância do processo de
formação de palavras parece estar subestimado no ensino de línguas estrangeiras. Este tipo de
conhecimento poderia ajudar alunos a desenvolverem estratégias para aprender vocabulário e inferir
possíveis significados de palavras desconhecidas. Quando se entende os significados e o uso de alguns
prefixos e sufixos, o processo de aprendizagem de vocabulário torna-se mais fácil e mais rápido. Alunos
poderiam saber que o sufixo -er significa basicamente o agente ou a pessoa que pratica a ação expressa
pelo verbo. Veja os exemplos: Robert dances. He is a dancer. (Roberto dança. Ele é um dançarino); She
cooks very well. She is a cooker. (Ela cozinha muito bem. Ela é uma cozinheira); Ronald teaches Spain.
He is a teacher. (Ronaldo ensina espanhol. Ele é um professor). O conhecimento linguístico proporciona
aos alunos as melhores ferramentas que podem acelerar a aprendizagem do vocabulário e desenvolve
estratégias de aprendizagem para leituras em línguas estrangeiras.
Conforme discutido em Nation, muitos prefixos e sufixos ingleses vieram do grego e do latim. Isto os
torna similares no significado e na forma aos prefixos e sufixos portugueses. Eles podem ser ensinados
pouco a pouco, como novas são ensinadas ou apresentadas nos textos, diálogos e conversações ou em
contextos de aprendizagens especiais tais como as oficinas de treinamentos ou workshops.
Nos ESP (cursos de inglês para objetivos específicos), a análise das necessidades é fundamental para
o ensino de alguns sufixos e prefixos desempenha um papel central no ensino e aprendizagem do
vocabulário, principalmente nos cursos de leitura. A razão para esta técnica desenvolver um
conhecimento metalinguístico básico de formação de palavra é muito simples: alunos devem aprender
estratégias de leitura que os permitam ler em seus contextos acadêmicos ou profissionais. Como os
cursos de inglês para objetivos específicos geralmente levam pouco tempo, professores tem pouco ou

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nenhum tempo para apresentarem ou ensinarem vocabulário. O significado das palavras desconhecidas
deve ser inferido a partir do contexto e das características morfológicas.

Cognatos e falsos amigos

Cognatos podem ser definidos como palavras que são semelhantes ou idênticas na forma e significado
em diferentes línguas. A palavra inglesa chocolate tem cognatos em muitas línguas:
chocolate(português), chocolat (francês), cioccolato (italiano) e Schokolade (alemão) e chokolade
(dinamarquês). O papel dos cognatos é de grande importância para o desenvolvimento de um vocabulário
extenso. Quanto maior o número de cognatos memorizados, maior o desempenho do aluno em relação
a ampliação deste vasto números de palavras. O livro Vocabulário Rápido em Inglês apresenta milhares
de cognatos em inglês e português.
É necessário, portanto, advertir alunos sobre dois aspectos relacionados à formação e processo de
palavras cognatas. Em primeiro lugar, alunos não podem criar palavras em inglês apenas adicionando
prefixos ou sufixos às palavras que conhecem. Professores devem mostrar a seus alunos que o estudo
dos processos de formação de palavras deve ser usado para ajudá-los a aprender, entender e memorizar
novas palavras e não para criar novas palavras.
Em segundo lugar, nem todas as palavras são o que parecem ser. Apesar de algumas semelhanças
morfológicas, a palavra inglesa parents (que significa pais) não tem nada a ver com a palavra portuguesa
parentes. Este tipo de palavra é chamado de false-friends(falsos-amigos) ou false-cognates(falsos-
cognatos). Estas palavras são muito perigosas na aprendizagem de línguas estrangeiras. Caxton
Dictionary of English Grammar define falsos-amigos como “palavras que tem a mesma forma ou forma
similar nas diferentes línguas, mas tem significados diferentes para cada uma delas.”

Concluindo, Nunan argumenta que obter um vocabulário adequado é muito importante para o sucesso
de aprendizado de uma língua. Para muitos alunos, o aprendizado de um vocabulário reduzido, pode
significar uma aprendizagem de vocabulário insuficiente ou pouca habilidade de comunicação.
O ensino de gramática tem sido uma preocupação especial para professores de línguas, o que não
acontece com o ensino/aprendizagem de vocabulário, que na maioria das vezes é negligenciado.
Richards & Renandya mostram que o vocabulário é um aspecto essencial para nos tornarmos falantes
fluentes.
Em conclusão, as estratégias discutidas neste artigo podem ser usadas para diferentes tipos de línguas
com o objetivo de ajudar alunos a aprenderem e manterem um vocabulário mais amplo e
consequentemente, alcançarem níveis de competências lexicais mais elevados.

Aspectos gramaticais: conhecimento dos tempos e modos verbais .Verb


to be, regular/irregular verbs (simple present and simple past).

O Verbo To Be

Verbo é a classe de palavras que nomeia, descreve um estado ou uma ação. A maioria dos verbos em
Inglês é dividida em verbos regulares (regular verbs) e verbos irregulares (irregular verbs). Os
verbos irregulares são os que não são conjugados da mesma maneira que os regulares e para os quais
não existe uma regra geral; para cada verbo irregular há uma regra. Em Inglês, toda a sentença precisa
ter um verbo, pelo menos.

Começaremos a estudar os verbos a partir do Verbo "to be", que é um dos verbos mais básicos
em língua inglesa.

Verbo to be - Verb to be

O verbo to be significa ser e estar em português e, além desses dois significados, este verbo é muito
usado no sentido de ficar (tornar-se). Observe os usos e as formas deste verbo:

- USOS:
Usa-se o verbo to be:

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1. Para identificar e descrever pessoas e objetos:
Richard is my friend. (Ricardo é meu amigo.)
I am Italian. (Eu sou Italiano.)
They will be at the club waiting for me. (Eles estarão no clube esperando por mim.)
They are French actors. (Eles são atores franceses.)
I will be very grateful to you. (Eu ficarei muito grato a você.)
Is she your sister? (Ela é sua irmã?)

2. Nas expressões de tempo, idade* e lugar:


It was raining this morning. (Hoje de manhã estava chovendo.)
It is sunny today. (Hoje o dia está ensolarado.)
I am twenty years old. (Tenho vinte anos.)
We are spending our vacation in San Francisco. (Estamos passando nossas férias em São
Francisco.)
Rachel is four years older than me. (Raquel é quatro anos mais velha do que eu.)

*OBSERVAÇÃO: Nas expressões que se referem a idades o verbo to be equivale ao verbo ter, em
Português.

Verbo To Be - Presente do Indicativo / Verb To Be - Simple Present/Present Simple

O Simple Present é o equivalente, na língua inglesa, ao Presente do Indicativo, na língua


portuguesa.

- FORMAS:
Apresentamos a seguir as formas do Simple Present (Presente Simples) do verbo to be. Na 1ª
coluna encontra-se a forma sem contração e, na 2ª, mostramos a forma contraída. A forma interrogativa
não possui contração:

1 - AFFIRMATIVE FORM / FORMA AFIRMATIVA:

Forma sem
Forma Contraída
Contração
I am I'm
You are You're
He is He's
She is She's
It is It's
We are We're
You are You're
They are They're

Examples:
I'm a waiter. (Eu sou garçom.)
They are friends of mine. (Eles são meus amigos.)
She is in the kitchen. (Ela está na cozinha.)

2 - NEGATIVE FORM / FORMA NEGATIVA:

Forma sem
Forma Contraída
Contração
I am not ---x---
You are not You aren't
He is not He isn't

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She is not She isn't
It is not It isn't
We are not We aren't
You are not You aren't
They are not They aren't

Examples:
Mary is not happy. (Mary não está feliz.)
It is not correct. [(Isto) Não está certo.]

3 - INTERROGATIVE FORM / FORMA INTERROGATIVA:

Forma sem
Forma Contraída
Contração
am I? ---x---
are you? ---x---
is he? ---x---
is she? ---x---
is it? ---x---
are we? ---x---
are you? ---x---
are they? ---x---

Example:
Is she a journalist? (Ela é jornalista?)

Verbo To Be - Passado / Verb To Be - Past Simple/Simple Past

- FORMAS:
Apresentamos a seguir as formas do Simple Past (Passado Simples) do verbo to be. As formas
afirmativas e interrogativas do Simple Past não possuem contração; a forma negativa é organizada da
seguinte maneira: na 1ª coluna encontra-se a forma sem contração e na 2ª, mostramos a forma contraída:

1 - AFFIRMATIVE FORM / FORMA AFIRMATIVA:

Forma Sem Contração Forma Contraída


I was ---x---
You were ---x---
He was ---x---
She was ---x---
It was ---x---
We were ---x---
You were ---x---
They were ---x---
Examples:
We were in a hurry last night and didn't stop to talk to him. (Estávamos com pressa ontem à noite e
não paramos para falar com ele.)
It was too cold yesterday. (Estava muito frio ontem.)

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. 24
2 - NEGATIVE FORM / FORMA NEGATIVA:

Forma Sem
Forma Contraída
Contração
I was not I wasn't
You were not You weren't
He was not He wasn't
She was not She wasn't
It was not It wasn't
We were not We weren't
You were not You weren't
They were not They weren't
Examples:
They were not good students. (Eles não eram bons alunos.)
Mary wasn't the main actress. (Mary não era a atriz principal.)

3 - INTERROGATIVE FORM / FORMA INTERROGATIVA:

Forma Sem
Forma Contraída
Contração
was I? ---x---
were you? ---x---
was he? ---x---
was she? ---x---
was it? ---x---
were we? ---x---
were you? ---x---
were they? ---x---
Example:
Were you occupied when I called to you? (Você estava ocupado quando lhe liguei?)

Verbo To Be - Futuro / Verb To Be - Simple Future

Apresentamos a seguir as formas do Simple Future (Futuro Simples) do verbo to be. Na 1ª coluna
encontra-se a forma sem contração e na 2ª, mostramos a forma contraída. A forma interrogativa não
possui contração:

1 - AFFIRMATIVE FORM / FORMA AFIRMATIVA:

Forma Sem Contração Forma Contraída


I will be I'll be
You will be You'll be
He will be He'll be
She will be She'll be
It will be It'll be
We will be We'll be
You will be You'll be
They will be They'll be

Apostila gerada especialmente para: Alberto Santos da Paixão 060.693.175-99


. 25
Examples:
We will be on vacation next month. (Estaremos de férias no mês que vem.)
I think it will be raining tomorrow. (Acho que estará chovendo amanhã.)
She will be the most beautiful bride in the whole world! (Ela será a noiva mais linda do mundo inteiro!)

2 - NEGATIVE FORM / FORMA NEGATIVA:


Forma Sem Contração Forma Contraída
I will not be I'll not be / I won't be
You will not be You'll not be / You won't be
He will not be He'll not be / He won't be
She will not be She'll not be / She won't be
It will not be It'll not be / It won't be
We will not be We'll not be / We won't be
You will not be You'll not be / You won't be
They will not be They'll not be / They won't be
Examples:
I won't be here next week. (Não estarei aqui na semana que vem.)
He will not be a spoiled child. (Ele não será uma criança mimada.)
We will not be ready to play the game tomorrow. (Não estaremos preparados para jogar o jogo
amanhã.)

3 - INTERROGATIVE FORM / FORMA INTERROGATIVA:

Forma Sem Contração Forma Contraída


Will I be? ---x---
Will you be? ---x---
Will he be? ---x---
Will she be? ---x---
Will it be? ---x---
Will we be? ---x---
Will you be? ---x---
Will they be? ---x---

Examples:
Will you be at home tomorrow evening? (Você vai estar em casa amanhã à noite?)
Will I be late if I get there at nine o'clock? (Vou estar atrasado se chegar lá às nove horas?)
Will he be waiting for me in the station? (Ela estará esperando por mim na estação?)
Fonte: [Link] (Adaptado)

Questões

1. Complete as frases com uma das formas adequadas do verbo To Be no presente:

1) The buses ___ green.

2) People ___ happy today.

3) Their friend ___ happy today.

4) I ___ a teacher.

5) You ___ students.

Apostila gerada especialmente para: Alberto Santos da Paixão 060.693.175-99


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6) He ___ well.

7) The men ___ young.

8) The man ___ young.

9) People ___ sad.

10) Where_____the men?

2. They __________________ good friends, but my sister___________________.


a) is / are
b) isn’t / is
c) are / isn’t
d) are / are

3. Marque a alternativa que completa CORRETAMENTE as sentenças abaixo:

“Hello, ______________________ we all here today? No, someone_________________ missing.

a) are / am
b) is / am
c) are / is
d) are / are

4. “Is Henry tired? “” – Yes, ________________ is tired”.


a) he
b) she
c) him
d) they

5. Substitua o que estiver grifado pelo pronome correspondente, assinalando a alternativa


CORRETA:
“Paul, Robert and I gave flowers to Helen”.
a) they – its
b) we – her
c) we – its
d) they – them

6. There __________________ any kids outside.


a) is
b) isn’t
c) be
d) aren’t

7. Paul loves Carol, and Carol loves Paul, substituindo-se os nomes grifados por pronomes,
teremos:
a) him / she / he / she
b) he / she / she / he
c) him / her / she / he
d) he / her / she / him

8. The baby is crying.


a) he
b) him
c) they
d) we

Apostila gerada especialmente para: Alberto Santos da Paixão 060.693.175-99


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9. Sobre o uso do verbo TO BE, identifique a oração que foi escrita CORRETAMENTE:
a) Marcos are tired.
b) My parents is very old.
c) The student is very intelligent.
d) Ana and I am cousins.

10. Escolha a alternativa CORRETA:


“Everybody __________________ waiting, because the American people_______________ working
on the project”.
a) are - is
b) are - are
c) is - is
d) is – are

Respostas

1.
1) are = The buses = os ônibus = sujeito = eles = they
2) are = People = pessoas = sujeito = elas = they
3) is = Their friend = o/a amigo(a) dele(a) = sujeito = ele(a) = he/she
4) am
5) are
6) is
7) The men = os homens = eles = they = are.
8) The man = o homen = ele = he = is.
9) People = as pessoas = elas = they = are.
10) the men = they = are

2. (C) / 3. (C) / 4. (A) / 5. (B) / 6. (D) / 7. (D) / 8. (A) / 9. (C) / 10. (D)

Presente Simples

Este tempo verbal nos fala de situações que acontecem rotineiramente. Estas situações não
acontecem no exato momento da fala, mas usualmente durante o dia a dia. Por exemplo, você pode dizer
em português “eu trabalho”. Essas suas palavras indicam algo rotineiro para você, não querem dizer que
você esteja trabalhando agora, neste exato momento. É essa noção de que algo acontece no presente
mas como uma rotina é o que o presente simples indica.

Formação

Affirmative Negative Interrogative

I study hard. I don’t study hard. Do I study hard?

You study hard. You don’t study hard. Do you study hard?

We study hard. We don’t study hard. Do we study hard?

They study hard. They don’t study hard. Do they study hard?

He studies hard. He doesn’t study hard. Does he study hard?

She studies hard. She doesn’t study hard. Does she study hard?

It studies hard. It doesn’t study hard. Does it study hard?

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Observações:

O "Simple Present" é formado pelo infinitivo verbo sem a partícula "to".

Uso

Ações habituais com advérbios, tais como: always, often, frequently, seldom, rarely, usually,
sometimes, never, e com certas expressões, tais como on Mondays (Sundays, Tuesdays, etc.), once a
day, (week, month, etc.), everyday (week, month, etc.), as a rule, now and then.

O Simple Present Tense expressa:

Ações habituais Verdades eternas

Examples: Examples:

I work every day. Bees produce honey.


Eu trabalho todo dia. Abelhas produzem de mel.

She watches TV in the morning. Birds fly.


Ela assiste TV de manhã. Pássaros voam.

Important: Quando utilizarmos o auxiliar does, o verbo principal volta para o infinitivo sem a partícula
"TO".

Short Answers

Do you play tennis?


* Yes, I Do.
No, I don't.

Does Jannie speak French?


* Yes, she does.
No, she doesn't.

Advérbios que são usados com o "Simple Present"

1. everyday = todo dia


2. every month = todo mês
3. every week = toda semana
4. every year = todo ano
5. always = sempre
6. never = nunca
7. sometimes = algumas vezes
8. often (= frequently) = frequentemente
9. seldom (= rarely) = raramente
10. usually (= generaly) = geralmente

OBSERVAÇÕES:

1) Todos os verbos, exceto os modais (anômalos), recebem o acréscimo de –s nas suas formas de
3as pessoas do singular.

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Exemplos:

John likeS pop music.

My neighbor singS very badly.

2) Os verbos terminados em –ss, –ch, –sh, –o, –x e –z recebem o acréscimo de –es.

Exemplos:

miss → missES

teach → teachES

brush → brushES

do → doES

fix → fixES

buzz → buzzES

3) Os verbos terminados em –y perdem o –y e recebem o acréscimo de –ies quando o –y aparecer


depois de uma consoante. Caso contrário, recebem apenas –s.

Exemplos:

study → studIES

fly → flIES

obey → obeyS

say → sayS

ATENÇÃO

Each, every, everybody, everyone, somebody, someone, nobody, no one, anybody, anyone,
something, much e little são considerados 3as pessoas do singular.

Exemplos:

Everybody loves John.

Nobody understands Jane.

Resumindo:

Regras para se acrescentar -S ao verbo para "he, she, it" na forma


AFIRMATIVA:

a) Verbos terminados em "y" precedido por


Verbos terminados em -s, -ss, -x,
uma consoante: o y torna-se i e acrescenta-
-ch, -sh, -o, -z: acrescenta-se -es.
se -es.
Exemplos:
Exemplo:
I study — he studies
I kiss — he kisses

Apostila gerada especialmente para: Alberto Santos da Paixão 060.693.175-99


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I watch — he watches b) Quando precedido por uma vogal, apenas
I go — he goes acrescenta-se -s.

Exemplo:

I play — he plays

QUESTÕES

Leia o texto e responda as questões a seguir:

1. Choose the correct alternative:

"She looks at the lamp". Esta frase na forma negativa:

A) She doesn’t look at the lamp.


B) She is not looking at the lamp.
C) She isn’t looking at the lamp.
D) Don’t look at the lamp.
E) b and c are correct.

2. Choose the correct alternative:

"Later Aladdin takes the gold plates and cups..." Esta frase na negativa:

A) Later Aladdin do not take the gold plates and cups...


B) Later Aladdin does not takes the gold plates and cups...
C) Later Aladdin do not takes the gold plates and cups...
D) Later Aladdin doesn’t take not...
E) Later Aladdin doesn’t take the gold plates and cups...

3. Choose the correct alternative:

"What does Aladdin say to his mother?" A alternativa que responde esta pergunta corretamente é:

A) Ele diz que há um mágico no jardim.


B) Ele diz que não há comida.
C) Ele diz que quer uma lâmpada.
D) Ele diz que está com fome.
E) Ele diz que tem uma lâmpada.

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4. Choose the correct alternative:

"Does he want to eat?" Uma resposta curta correta:

A) No, he does not.


B) Yes, he does.
C) No, he does.
D) Yes, he wants.
E) No, he doesn’t want to.

5. Choose the correct alternative:

"Aladdin and his mother eat the food." Esta frase na interrogativa:

A) Does Aladdin and his mother eat the food?


B) Do Aladdin and his mother eat the food?
C) Do Aladdin and his mother eats the food?
D) Does Aladdin and his mother eats the food?
E) Doesn’t Aladdin and his mother eat the food?

RESPOSTAS

1. A – Quando a negativa tem como sujeito a terceira pessoa (he, she, it), usamos o auxiliar “doesn’t”
e o verbo volta à forma normal.

2. E - Quando a negativa tem como sujeito a terceira pessoa (he, she, it), usamos o auxiliar “doesn’t”
e o verbo volta à forma normal.

3. D – Encontramos no texto: “I’m hungry mother. May I have some food, please?”

4. B – Regra de “short answer” para Terceira pessoa do singular, usamos “does”. No texto, Alladin
afirma estar com fome, e pede comida à mãe dele.

5. B – Ao transformarmos uma frase na forma interrogativa, por se tratar de dois sujeitos (they),
acrescentamos apenas “Do” no início da frase como marca de interrogativa.

Passado Simples (Simple Past)

Verbos Regulares

O passado simples dos verbos regulares é formado acrescentando-se ED ao infinitivo. A mesma


forma é usada para todas as pessoas.

A forma negativa dos verbos regulares (e irregulares) é formada com DID NOT e o infinitivo do
verbo (sem TO).

A forma interrogativa dos verbos regulares (e irregulares) é formada com DID mais o sujeito e
o infinitivo (sem TO).

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Usos do Simple Past

Ação terminada no passado, com expressões como: yesterday, the day before yesterday; qualquer
expressão formada com last e ago.

Examples: I studied English yesterday.


He bought a car the day before yesterday.
We travelled last month.
She made a cake two days ago.
Short Answer: Did you work yesterday?
Yes, I did. / No, I didn’t.

Did not = didn’t.

Verbos Irregulares

Os Verbos irregulares variam consideravelmente na sua forma no passado. Mas eles também são
iguais para todas as pessoas. Assim como os verbos regulares, os irregulares também são usados
somente nas frases afirmativas. Nas formas negativas e interrogativas, o verbo volta para sua forma
presente, pois o auxiliar já está no passado (DID – Passado de DO).

Segue a lista dos principais verbos irregulares:

Forma Passado Particípio Tradução Português


Base Simples Passado
arise arose arisen surgir, erguer-se
awake awoke awoken despertar
be was, were been ser, estar
bear bore borne suportar
beat beat beaten bater
become became become tornar-se
begin began begun começar
bend bent bent curvar
bet bet bet apostar
bid bid bid oferecer
bite bit bitten morder
bleed bled bled sangrar
blow blew blown assoprar, explodir
break broke broken quebrar
bring brought brought trazer
build built built construir
buy bought bought comprar
catch caught caught pegar, capturar
choose chose chosen escolher
come came come vir
cost cost cost custar
cut cut cut cortar
deal dealt dealt negociar, tratar
dig dug dug cavocar
do did done fazer
draw drew drawn desenhar
drink drank drunk beber
drive drove driven dirigir, ir de carro
eat ate eaten comer

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fall fell fallen cair
feed fed fed alimentar
feel felt felt sentir, sentir-se
fight fought fought lutar
find found found achar, encontrar
fly flew flown voar, pilotar
forbid forbade forbidden proibir
forget forgot forgot, esquecer
forgotten
forgive forgave forgiven perdoar
freeze froze frozen congelar, paralisar
get got gotten, got Obter, pegar, chegar
give gave given dar
go went gone ir
grow grew grown crescer, cultivar
have had had ter, beber, comer
hear heard heard ouvir
hide hid hidden, hid esconder
hit hit hit bater
hold held held segurar
hurt hurt hurt machucar
keep kept kept guardar, manter
know knew known saber, conhecer
leave left left deixar, partir
lend lent lent dar emprestado
let let let deixar, alugar
lie lay lain deitar
lose lost lost perder, extraviar
make made made fazer, fabricar
mean meant meant significar
meet met met encontrar, conhecer
overcome overcame overcome superar
pay paid paid pagar
put put put colocar
quit quit quit abandonar
read read read ler
ride rode ridden andar
ring rang rung tocar
rise rose risen subir, erguer-se
run ran run correr
saw sawed sawn serrar
say said said dizer
see saw seen ver
sell sold sold vender
send sent sent mandar
shine shone shone brilhar, reluzir
shoot shot shot atirar, alvejar
show showed shown mostrar, exibir
shut shut shut fechar, cerrar
sing sang sung cantar
sink sank sunk afundar, submergir
sit sat sat sentar
sleep slept slept dormir
speak spoke spoken falar

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spend spent spent gastar
spread spread spread espalhar
spring sprang sprung fazer saltar
stand stood stood ficar de pé
steal stole stolen roubar
strike struck struck golpear, atacar
sweep swept swept varrer
swim swam swum nadar
take took taken Tomar, pegar
teach taught taught ensinar, dar aula
tell told told contar
think thought thought pensar
throw threw thrown atirar, arremessar
understand understood understood entender
wear wore worn vestir, usar, gastar
win won won vencer, ganhar
write wrote written escrever, redigir

Present continuous.

Present Continuous

O presente contínuo deve ser usado para expressar uma situação que está em progresso, ou seja,
uma ação que ainda está acontecendo. Todo nosso “ando”, “endo” e “indo” dos verbos em português
devem ser trocados em inglês por “ing”.

Forma Afirmativa:

A construção do presente contínuo deve ser dada segundo a forma:

Sujeito + verbo to be (am, is, are) + verbo com “ing” + complemento

They are playing volleyball.


(Eles estão jogando vôlei.)

I am writing an article.
(Estou escrevendo um artigo.)

We are talking about our inheritance.


(Estamos falando sobre a nossa herança.)

Apostila gerada especialmente para: Alberto Santos da Paixão 060.693.175-99


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Forma Negativa:

A Forma Negativa do Presente Contínuo forma-se acrescentando not após o presente simples do
verbo to be (am, is, are). Veja os exemplos abaixo:

I'm not asking help. (Não estou pedindo ajuda.)


He is not talking to you. (= He isn't talking to you.)
(Ele não está falando com você.)

You are not working. (= You aren't working.)


(Você não está trabalhando.)

Forma interrogativa:

Na Forma Interrogativa do Presente Contínuo, o sujeito se posiciona entre o verbo to be (am, is, are)
e o gerúndio do verbo principal. Há uma inversão entre sujeito, e verbo to be. Observe os exemplos
abaixo:

Is Mariane talking to Bob?


(A Mariane está conversando com o Bob?)

Is Susan watching the soap opera?


(A Susan está assistindo a novela?)

Apostila gerada especialmente para: Alberto Santos da Paixão 060.693.175-99


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Are the kids playing on the backyard?
(As crianças estão brincando no quintal?)

What is he doing?
(O que ele está fazendo?)

What are they watching?


(O que eles estão assistindo?)

Where are you going (to)?


(Para onde você vai?)

Observação: Devido às ideias que expressam, alguns verbos NÃO são usados no Tempo Contínuo:
like, dislike, know, believe, understand, mean, remember, forget, prefer, hate, love, want, need, belong,
smell, hear, see (com sentido de entender), imagine, recognize, realize, suppose, wish, agree, appear,
astonish, deny, disagree, impress, promise, satisfy, seem, consist, contain, depend, deserve, lack, matter,
measure, owe, own, possess, weigh.

Regras para acrescentarmos ING

1. Verbos monossílabos terminados em uma consoante precedida de uma vogal dobram a


consoante final para acrescentar – ING.

Example: to stop stopping


to cut cutting

2. Verbos terminados em – E perdem o – E para acrescentar – ING.

to slice slicing
Example:

Observação: os verbos terminados em – EE permanecem inalterados em sua forma com o


acréscimo de – ING.

Example: to agree agreeing

3. Verbos dissílabos terminados em uma consoante precedida de uma vogal dobram a consoante
final para o acréscimo de – ING somente se o acento tônico recair na última sílaba; caso contrário, nada
se altera.

Apostila gerada especialmente para: Alberto Santos da Paixão 060.693.175-99


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Example: to begin (be'gin) beginning
to prefer (pre'fer) preferring

Attention:
to enter ('enter) entering
to open ('open) opening

4. Verbos terminados em – L dobram o – L somente se ele estiver precedido de uma vogal; caso
contrário, nada se altera.

Example: to travel travelling

Nos EUA, mantém-se a forma traveling, sem dobrar o L.

mas: to feel feeling

5. Verbos terminados em – IE perdem o – IE, que vira – y para acrescentar – ING.

Example: to tie tying


to lie lying
to die dying

6. Aos verbos terminados em – YE apenas se acrescenta – ING.


Example: to dye (= tingir) dyeing

Seguem alguns verbos no gerúndio

Apostila gerada especialmente para: Alberto Santos da Paixão 060.693.175-99


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Apostila gerada especialmente para: Alberto Santos da Paixão 060.693.175-99
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Fontes: [Link]
[Link]
[Link]
Questões
Marque a alternativa correta para completar cada frase abaixo.

1. I am _______ a sandwich now.


(A) eats
(B) eating
(C) not eat
(E) eat

2. I am busy right now. I _______ breakfast.


(A) am have
(B) have
(C) having
(D) am having
3. My daughter _________ studying English at Istanbul University.
(A) is
(B) does
(C) do
(D) not

4. _____ you waiting for a bus?


(A) Do
(B) Are
(C) Does
(E) Is

5. What _____________? It looks awful.


(A) do you drinking
(B) are you drink
(C) are you drinking
(D) does you drink

6. We ________ enjoying our holiday here so much.


(A) don't
(B) are
(C) is
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(D) doesn't

7. What _____ John ___________ at the moment?


(A) does / do
(B) is / do
(C) are / doing
(D) is / doing

8. I ___________ sitting down at the moment.


(A) am not
(B) are not
(C) is
(D) don't

9. Don't disturb him. He __________.


(A) sleeps
(B) is sleeping
(C) is sleep
(D) sleep
10. They are ___________ their coats..
(A) not
(B) put on
(C) putting on
(D) doesn't put
Respostas

1. (B) / 2. (D) / 3. (A) / 4. (B) / 5. (C) / 6. (B) / 7. (D) / 8. (A) / 9. (B) / 10. (C)

Past continuous.

Passado Contínuo (Past Continuous)

O Past Continuous é formado com o passado do verbo TO BE + VERBO no - ING.

Usos

- Para ações que estavam acontecendo no passado, num momento definido ou não.
- Em frases ligadas por:

When - quando
Example:

Apostila gerada especialmente para: Alberto Santos da Paixão 060.693.175-99


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She was studying when the telephone rang.

Past Continuous Simple Past

While - enquanto
Example:

She was studying while he was sleeping.

Past Continuous Past Continuous

E também usamos com AS e BY THE TIME.

Como acrescentar -ING:

As regras são as mesmas do Present continuous, porém, vamos relembrar.

1. Verbos monossílabos terminados em uma consoante precedida de uma vogal dobram a


consoante final para acrescentarmos – ING.

Example: to stop - stopping


to cut - cutting

Exceções: não se dobram w, x e y.


Ex.: snow - snowing
say - saying
fix - fixing

2. Verbos terminados em – E perdem o – E para acrescentarmos – ING.


Example: to slice - slicing

Observação:
- Os verbos terminados em – EE permanecem inalterados em sua forma com o acréscimo de – ING.
Example: to agree - agreeing

3. Verbos dissílabos terminados em uma consoante precedida de uma vogal dobram a consoante
final para o acréscimo de – ING(Somente se o acento tônico recair na última sílaba; caso contrário,
nada se altera).

Examples: to begin (be’gin) - beginning


to prefer (pre’fer) - preferring

Attention: to enter (’enter) - entering


to open (’open) - opening

4. Verbos terminados em – L dobram o – L somente se ele estiver precedido de uma vogal; caso
contrário, nada se altera.
Example: to travel - travelling

Nos EUA mantém-se a forma traveling, sem dobrar o L.


mas: to feel - feeling

5. Verbos terminados em – IE perdem o – IE que vira – Y para acrescentar – ING.


Examples: to tie - tying
to lie - lying

Apostila gerada especialmente para: Alberto Santos da Paixão 060.693.175-99


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to die - dying

6. Aos verbos terminados em – YE apenas se acrescenta – ING.


Example: to dye (= tingir) - dyeing

Present perfect and past perfect.

Presente Perfeito (Present Perfect)

O Present Perfect é formado com o presente do verbo to have + o particípio passado;

- O particípio passado dos verbos regulares tem exatamente a mesma forma do passado;
- O particípio passado dos verbos irregulares varia de verbo para verbo;
- A forma negativa do Present Perfect é feita acrescentando-se not depois de have ou has;

- A forma interrogativa é formada invertendo-se o auxiliar have ou has com o sujeito da frase;
- Podemos responder às questões feitas com o Present Perfect utilizando Short Answers:
Have you seen John?
Yes, I have.
No, I haven’t.

Has Ann gone to London?


Yes, she has.
No, she hasn’t.
Usos:

- Em frases que expressem ações ou acontecimentos no passado, nas quais não conste o tempo da
ocorrência da ação (passado sem tempo definido).
Example:

They have gone to the theater.


Translation: Eles foram ao teatro.

Note a diferença com:


They went to the theater yesterday.

- Com expressões de tempo como lately (ultimamente), recently (recentemente), once (uma
vez), twice (duas vezes), several times (várias vezes), many times (muitas vezes).
Example:

Paul has been there many times.


Translation: Paul esteve lá muitas vezes.

I have seen her once.

Apostila gerada especialmente para: Alberto Santos da Paixão 060.693.175-99


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Translation: Eu a vi uma vez.

- Com os advérbios just (acabar de), always (sempre), never (nunca), ever (já, alguma vez – uso em
frases interrogativas), yet(ainda – usado no final de frases negativas), already (já – usado em frases
afirmativas e interrogativas).
Examples:
They have just left home.
Translation: Eles acabaram de sair de casa.

Igor has always lived in Canada.


Translation: Igor sempre morou no Canadá.

- Com as expressões since (desde) e for (há, indicando tempo).


Examples:
We haven't seen her since April.
Translation: Nós não a vemos desde Abril.

It has rained for two weeks.


Translation: Chove há duas semanas.

Passado Perfeito (Past Perfect)

Usamos para expressar ações e acontecimentos que tenham ocorrido antes de outros. Está
sempre em correlação com uma ação no Simple Past.

Example:

When I arrived, John had left. (Quando cheguei, John tinha saído.)

Observe que há duas ações, ambas no passado. A ação que está no Past Perfect (had left) é a mais
antiga, e a que está no Simple Past (arrived) é a mais recente. É dessa forma que identificamos na frase
qual a ação que aconteceu antes e qual aconteceu depois. Lembre-se que as ações acontecem
separadamente, ou seja, uma ação não interrompe a outra.

O Past Perfect é usado:

1. Para expressar um fato que ocorreu no passado antes de outro que também aconteceu no
passado (passado anterior a outro passado). O Past Perfect, que expressa o primeiro fato está
sempre em correlação com o Simple Past, que expressa o fato posterior:

They couldn't board the plane because they had left their passports at home.
(Eles não conseguiram embarcar no avião porque tinham deixado seus passaportes em casa.)
Had left - Passado anterior ao passado couldn't board.

Apostila gerada especialmente para: Alberto Santos da Paixão 060.693.175-99


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I got the promotion because I had sold more than 30 life insurances.
(Fui promovida porque tinha vendido 30 seguros de vida.)
Had sold - Passado anterior ao passado got.

2. Com o advérbio just para expressar uma ação que tinha acabado de acontecer:
When I saw him, I had just seen his sister. (Quando o vi, eu tinha acabado de ver sua irmã.)

3. Com os advérbios already, when, by the time, never, ever, before, after, para enfatizar a
ideia de que a ação estava totalmente acabada:

He had already decided not to go. (Ele já tinha decidido não ir.)

By the time the police arrived, the thief had already escaped.
(Quando a polícia chegou, o ladrão já tinha fugido.)

I had made a cake when my mother arrived at home.


(Eu tinha feito um bolo quando minha mãe chegou em casa.)

Present perfect continuous.

Presente Perfeito Contínuo (Present Perfect Continuous)

Ação que se iniciou no passado e que continua até o momento presente. É frequentemente usado
com THE WHOLE (morning, day, week...), SINCE e FOR.

Forma afirmativa:

A forma afirmativa do Present Perfect Continuous é feita com o Presente Simples do verbo to have
(have / has) + Presente Perfeito do verbo to be + o gerúndio do verbo principal:

She has been working as a Mathematics teacher for 10 years.


(Ela trabalha como professora de Matemática há 10 anos.)

I've been playing tennis for one hour.


(Estou jogando tênis há uma hora.)

Women have been fighting for their rights during the last decades.
(As mulheres têm lutado pelos seus direitos durante as últimas décadas.)

You have been talking on the phone since I got home.


(Você está falando ao telefone desde que eu cheguei em casa.)

They have been studying for three hours. (Eles estão estudando há três horas.)

Carol has been going to school by bus since her father's car broke.

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(Carol vai/tem ido de ônibus para a escola desde que o carro de seu pai estragou.)

They have been studying hard. (Eles estão estudando bastante.)

My parents' ve been travelling around Europe for four months.


(Meus pais estão viajando pela Europa há quatro meses.)

He’s been playing guitar for two hours.


(Ele está tocando violão há duas horas.)

AFFIRM. FORM: SUJ. + HAVE/HAS + PRESENTE PERFEITO DO VERBO TO BE + GERÚNDIO


DO VERBO PRINCIPAL

Forma negativa:

A forma negativa do Present Perfect Continuous é feita acrescentando-se not entre o Presente Simples
do verbo to have (have / has) e o Presente Perfeito do verbo to be. O verbo principal permanece no
gerúndio:

FORMA CONTRAÍDA: haven't / hasn't

I have not been sleeping well since last week because my husband snores a lot.
(Não estou dormindo bem desde a semana passada porque meu marido ronca muito.)

They have not been using the blender for months.


(Eles não usam o liquidificador há meses.)

She hasn't been living in San Diego since 1995. She has been living there since 1997.
(Ela não está morando em San Diego desde 1995. Ela mora lá desde 1997.)

Susan has not been reading any book for one year! (Susan não lê livro algum há um ano!)

NEG. FORM: SUJEITO + HAVE/HAS + NOT + PRESENTE PERFEITO DO VERBO TO BE +


GERÚNDIO DO VERBO PRINCIPAL
Forma interrogativa:

A forma interrogativa do Present Perfect Continuous é feita com o Presente Simples do verbo to
have (have / has) posicionado antes do sujeito. O verbo to be permanece no Presente Perfeito e o
verbo principal no gerúndio:

Has he been washing his car for two hours?


(Ele está lavando o carro dele há duas horas?)

Have you been working since eight o' clock?


(Você está trabalhando desde as oito horas?)

What have you been doing since I last saw you?


(O que você fez/tem feito desde a última vez que o vi?)

How long have you been living here?


(Há quanto tempo você mora aqui?)

INTERROG. FORM: HAVE/HAS + SUJEITO + PRESENTE PERFEITO DO VERBO TO BE +


GERÚNDIO DO VERBO PRINCIPAL

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. 46
O Present Perfect Continuous é usado para:

1. Falar de uma atividade que começou no passado e que continua até o presente, enfatizando a
duração ou a intensidade da ação. Nesse caso, para expressar o tempo, geralmente usa-se since, for,
all day, all morning, all week, etc.:

She has been running for half an hour.


(Ele está correndo há meia hora.)

It's been raining a lot all week.


(Tem chovido bastante toda esta semana.)
2. Falar sobre ações passadas que acabam de ser concluídas, cujos efeitos ou consequências são
evidentes no presente:

I'm hot because I've been runnnig. (Estou com calor porque estava correndo.)

3. Expressar um fato genérico que está em progresso em período de tempo não específico. Nesses
casos podem ser usados os advérbios lately (ultimamente), recently (recentemente) etc.:

My hand hurts, so I've not been using the computer lately.


(Minha mão dói, então não estou usando o computador ultimamente.)

Não confunda:

Present Continuous x Present Perfect Continuous x Present Perfect

O Present Continuous expressa uma ação que está ocorrendo no momento, agora:
She is making a cake now. (Ela está fazendo um bolo agora.)

O Present Perfect Continuous expressa uma ação que começou no passado e continua até o
presente:
He has been cooking for one hour. (Ele está cozinhando há uma hora.)

O Present Perfect expressa ações que que acabaram em um tempo não definido no passado:
She has made a cake. (Ela fez um bolo.)

Future tense: will; going to – nas diversas formas (afirmativa, negativa e


interrogativa).

Futuro Simples (Simple Future)

Usos do Simple Future

- Expressar ações no futuro com expressões de tempo, porém de maneira incerta.


They will arrive soon.

- Expressar pedidos.
Will you be quiet?

O Simple Future diferencia-se do Near Future exatamente nesse aspecto. O Near Future indica um
futuro certo, pois é planejado.

I will travel next holidays. (Simple Future)

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I am going to travel this afternoon. (Near Future)

Formação

Forma Afirmativa:

Sujeito + WILL + verbo no infinitivo sem o –to

Exemplos:
The girls will travel TOMORROW.
He will arrive SOON.

Forma Negativa:

Sujeito + WILL + NOT + verbo no infinitivo sem o –to

Exemplos:
The girls will not travel TOMORROW.
He won’t arrive SOON.

Forma Interrogativa:

WILL + sujeito + verbo no infinitivo sem o –to

Exemplos:
Will the girls travel TOMORROW?
Will he arrive SOON?

Will = Shall

Shall é mais comumente usado na forma interrogativa, para expressar sugestão, oferta ou aguardo
de ordem.

Exemplos:
Shall we meet tromorrow? - sugestão
Shall I help you pack? - oferta
Where shall I leave my bags? - aguardo de ordens

Short Answers – são respostas curtas, dadas para perguntas que começam com WILL.

Will the children be here tomorrow?

Yes, they will.


No, they won’t.

Will you come to my party?


Yes, I will.
No, I won’t.

Modals: can, could, should, must, have, may.

Modal Verbs

Os verbos modais (modal verbs) são um tipo especial de verbos auxiliares que alteram ou
completam o sentido do verbo principal. De um modo geral, estes verbos expressam ideias

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como capacidade,
possibilidade, obrigação, permissão, proibição, dedução, suposição, pedido, vontade, desejo ou,
ainda, indicam o tom da conversa (formal / informal). Os verbos modais (modal verbs) podem ser
chamados também de modal auxiliaries ou apenas modals. São eles:

1. Can

a) Capacidade, habilidade
She can speak five languages. (present)
She could play tennis when she was younger. (past)
She will be able to translate the text. (future)

b) Permissão
You can use my car.
She can sit anywhere.

2. May

a) Permissão (formal)
May I leave the room, Miss Jones?
You may sit down.

b) Possibilidade
There are a lot of clouds. It may rain soon.
It might get cold.

c) May + sujeito + infinitive é usado quando queremos desejar algo a alguém.


May all your dreams come true!

3. Must = Have to

 Obrigação ou forte necessidade

As he was sick, he had to stay at home the whole week. (past)


I’ll have to drive home tomorrow. (future)

 Negativas

You mustn’t sit here. (proibição)

4. Should, ought to, Had Better

 Conselho

5. Would Rather
Preferência
I would rather stay home than go to the movies.

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6. Be supposed to
 Expectativa
Classes are supposed to begin at 7:00.
The children are supposed to put away their toys.

7. Used to / Be used to
a) Hábito passado
She used to spend her holidays at the seaside.

b) Hábito presente
She is used to spending her holidays at the seaside.
Observação
Usamos MAY HAVE, MIGHT HAVE, COULD HAVE, SHOULD HAVE, OUGHT TO HAVE e MUST
HAVE + past participle para indicar especulações e suposições sobre o passado.

You could have talked to your boss.

It must have rained a lot.

Modal Auxiliary Forma


Uso Tradução
Verb Negativa
CAN CAN’T Habilidade / Possibilidade / Capacidade PODE
Pedido de Permissão / Sugestão / Pedido / Habilidade no
COULD COULDN’T Passado
PODERIA
PODE /
MAY MAY NOT Pedido de Permissão (formal) / Possibilidade Futura
PODERIA
PODE /
MIGHT MIGHT NOT Possibilidades Presentes e Futuras
PODERIA
MUST MUSTN’T Obrigação DEVE
SHOULD SHOULDN’T Conselho DEVERIA

Fonte: [Link] (Adaptado)


Questões

1. I told Mary what to do, but maybe I _____ told her how to do it.
(A) Have
(B) Must have
(C) Will have
(D) Should have
(E) Can have

2. Which is the correct sentence?


(A) Orderly citizens must pay all their bills.
(B) Orderly citizens ought pay all their bills.
(C) Orderly citizens should to pay all their bills.
(D) Orderly citizens might pay all their bills.

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3. It ought ____ long ago.
(A) Have been done
(B) To have being done
(C) Have being doing
(D) To have been done

4. ____ I smoke here? Yes, but you _____ throw ashes on the floor.
(A) May – should
(B) Might – must not
(C) Can – mustn’t
(D) Could – ought to
(E) Would – shouldn’t

5. “Ele não deveria ter feito isso” in English is:


(A) He mustn’t have made it.
(B) He shouldn’t have done that.
(C) He could not have made it.
(D) He cannot have done that.

6. It _____ rain. You _____ take and umbrella.


(A) must – ought to
(B) may – should
(C) should – may
(D) must – might
(E) ought to – might

Respostas

1. (D) / 2. (A) / 3. (D) / 4. (C) / 5. (B) / 6. (B)

Imperative.

Imperativo

Para quem não sabe (ou lembra) o imperativo é a forma que usamos para darmos ordens, fazermos
sugestões, dar conselhos ou instruções, encorajar alguém a fazer algo, etc. Acredito que mostrar (dar
exemplos) é a melhor forma de entender o que é isso. Portanto, veja só as sentenças abaixo:

Venha aqui.
Vai com eles.
Estude bastante.

Note que em todas elas, a ideia expressa é de ordem, conselho, advertência, encorajamento, etc. Por
isso usamos uma forma diferente do verbo. Em inglês, fazer isso é a coisa mais simples que tem. Basta
você saber o que quer dizer. Isto é, se você sabe o que quer falar, saberá fazer o imperativo sem
problemas. As sentenças acima em inglês ficam assim:

Come here.
Go with them.
Study hard.

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Agora digamos que você queira colocar mais ênfase no que pretende dizer. O que fazer? Simples!
Basta colocar a palavra “do” antes da sentença:

Do come here.
Do go with them.
Do study hard.

Em português a ênfase é percebida pelo tom de voz de quem fala. Então, não tem muito como
comparar o uso de “do” nesse caso com algo em português. Mas enfim, agora digamos que você queira
dizer à pessoa para não fazer algo. Mais uma vez será fácil; pois, basta colocar “don’t” ou “do not” antes
de tudo:

Don’t come here.


Don’t go with them.
Don’t study hard.

Por fim, anote aí que você pode ser mais educado e gentil em seu pedido fazendo uso da palavra
famosa palavrinha mágica, que em inglês é “please” (por favor). Nesse caso há duas maneiras de colocar
o “please” na sentença:

Please come here. | Come here, please.


Please go with them. | Go with them, please.
Please study hard. | Study hard, please.
Fonte: [Link] (adaptado)

Passive voice.

Passive Voice

Diferente da voz ativa, em que a ênfase está em quem praticou a ação, ou seja, no sujeito, a voz
passiva se preocupa em enfatizar o objeto, ou seja, aquele que sofre a ação expressa pelo verbo.
Exemplos:

George teaches biology to Cecilia. (active voice)


(sujeito) (obj. dir.) (obj. ind.)

Biology is taught to Cecilia by George. (passive voice)


(sujeito) (obj. ind.) (ag. da passiva)

John told me a story. (active voice)


(sujeito) (o. i.) (o. d.)

A story was told me by John. (passive voice)


(sujeito) (o. i.) (ag. da pas.)

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1. Se o verbo na voz ativa for seguido de preposição, a preposição deve acompanhar o
verbo na voz passiva:
VOZ ATIVA: Everybody is talking about Jane’s car.
VOZ PASSIVA: Jane’s car is being talked about (by everybody).

2. Verbos com dois objetos (direto e indireto) admitem duas formas de passiva:
Someone gave Jim (obj indireto) the money (obj direto).
- The money was given to Jim.
- Jim was given the money.

3. O agente da passiva é normalmente omitido quando não for importante, desconhecido


ou óbvio no contexto da frase:
The new hotel will be opened in November.

Tempo na voz
Voz passiva Exemplos
ativa
Voz ativa: Bob writes letters. (Bob escreve cartas).
Presente simples are/ is + particípio
Voz Passiva: Letters are written by Bob. (Cartas são
escritas por Bob).
Voz ativa: Bob is writing a letter. (Bob está escrevendo
uma carta).
Presente is/are + being + verbo no
contínuo particípio
Voz passiva: A letter is being written by Bob. (Uma carta
está sendo escrita por Bob).
Voz ativa: Bob wrote a letter. (Bob escreveu uma carta).
was/were + verbo no
Passado simples
particípio Voz passiva: A letter was written by Bob. (Uma carta foi
escrita por Bob).
Voz ativa: Bob was writing a letter. (Bob estava
escrevendo uma carta).
was/were + being + verbo no
Passado contínuo
particípio
Voz passiva: A letter was being written by Bob. (Uma
carta estava sendo escrita por Bob).
Voz ativa: Bob will write a letter. (Bob escreverá uma
carta).
Futuro simples will be + verbo no particípio
Voz passiva: A letter will be written by Bob. (Uma carta
será escrita por Bob).
Voz ativa: Bob has written letters. (Bob tem escrito
cartas).
has/have + been + verbo no
Presente perfeito
particípio
Voz passiva: Letters have been written by Bob. (Cartas
têm sido escritas por Bob).
Voz ativa: Bob had written letters. (Bob tinha escrito
cartas).
Passado Perfeito had been + verbo no particípio
Voz passiva: Letters had been written by Bob. (Cartas
tinham sido escritas por Bob).
Voz ativa: Bob is going to write a letter. (Bob escreverá
uma carta).
Futuro com o am/is/are + going to be +
“going to” verbo no particípio
Voz passiva: A letter is going to be written by Bob. (Uma
carta será escrita por Bob).

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Fonte: [Link]

- Sujeito Indeterminado e o Agente da passiva


Há dois casos em que o agente da passiva pode ser omitido:

1º) Quando o sujeito da voz ativa não for importante ou for desconhecido ou indeterminado:

Somebody planted peas yesterday. (active voice)


(suj. ind.) (obj. dir.)

Peas were planted yesterday. (passive voice)


(suj.)

2º) Quando for óbvio:

The letter was delivered early this morning.


(Who delivers letters? A mail carrier does.)

- (Be) supposed to
Usado para dizer que algo é planejado, programado, combinado ou esperado.

The dinner is supposed to be a secret, but everybody seems to know about it.

What are you doing at work? You're supposed to be on holiday.

My boss was supposed to call me last night, but she didn't.

- Uso do “GET” em construção passiva


Em alguns casos, pode-se usar get ao invés de be na voz passiva:

1) Para expressar mudanças ou acontecimentos, geralmente inesperados e acidentais:


I got hurt in my job.

2) Para descrever o feito negativo de uma ação sobre alguém:


The computer got broken.

3) Para descrever rotinas:


The library gets cleaned every Mondays.

4) Para descrever o resultado de uma ação desempenhada por alguém em benefício próprio:
He worked hard and got elected the Director of the company.

- Have something done / Get something done


Tais construções expressam uma ação que alguém faz a nosso pedido ou em nosso favor, ou seja,
não somos nós que realizamos a ação.

Estrutura: have + objeto + particípio passado do verbo principal

Estrutura: get + objeto + particípio passado do verbo principal

My mother had the roof repaired yesterday.

I got my car fixed last night.

O tempo verbal de have / get pode mudar:

I have my hair cut once a month.


(Eu corto meu cabelo uma vez por mês.)

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I had my hair cut last month.
(Eu cortei meu cabelo no mês passado.)

I will have my hair cut next week.


(Vou cortar meu cabelo na semana que vem.)

I'm going to have my hair cut this afternoon.


(Vou cortar meu cabelo hoje à tarde.)

Questões

Fill in the blanks with suitable active and passive verb forms.
1. This house ——— in 1970 by my grandfather.
a) Built
b) Was built
c) Was build
d) Has built

2. The robbers ———— by the police.


a) Have arrested
b) Have been arrested
c) Was arrested
d) Had arrested

3. We ——— for the examination.


a) Have preparing
b) Are preparing
c) Had preparing
d) Have been prepared

4. It ——— since yesterday.


a) Is raining
b) Has been raining
c) Have been raining
d) Was raining

5. I ————— for five hours.


a) Have been working
b) Has been working
c) Was working
d) Am working

6. The students ——— to submit their reports by the end of this week.
a) Have asked
b) Are asked
c) Has asked
d) Are asking

7. She ————— for a while.


a) Are ailing
b) Is ailing
c) Has been ailing
d) Have been ailing

8. The teacher ——— the student for lying.


a) Has been punished
b) Punished
c) Is punished

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d) Was punished

9. I ———— to become a successful writer.


a) Have always wanted
b) Am always wanted
c) Was always wanted
d) Am always wanting

10. The inmates of the juvenile home ———– well by their caretakers.
a) Were not being treated
b) Were not treating
c) Have not being treated
d) Was not being treated

11. As the patient could not walk he————– home in a wheel chair.
a) Has carried
b) Has been carried
c) Was carried
d) Was carrying

12. The injured ——— to the hospital in an ambulance.


a) Were taking
b) Was taking
c) Were taken
d) Have taken
Respostas

1. (B) / 2. (B) / 3. (B) / 4. (B) / 5. (A) / 6. (B) / 7. (C) / 8. (B) / 9. (A) / 10. (A) / 11. (C) / 12. (C)

Uso de preposições e conjunções.

Prepositions

1. AT / ON / IN com expressões de tempo:


As regras para as preposições de tempo são mais claras e bem definidas. A ordem à seguir vai de
um tempo mais específico para um mais abrangente. Vamos a elas:
AT – usamos o “at” para horas e um tempo preciso.
IN – usamos o “in” para meses, anos, séculos e longos períodos.
ON – usamos o “on” para dias da semana e datas.

Question: When do you study English?

Specific Times (horas específicas)

Examples:

8 o’clock
7:30
9 p.m

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Expressions:
AT noon
midnight
night

Month / Season / Year / Century


(Mês / Estações / Ano / Século)

January
1964
IN Winter
the 20th century

The morning / afternoon / evening

Monday
ON May 16
(Days and Dates) Mother’s Day
(Dias e Datas) Saturday

2. AT / ON / IN com endereços:

Question: Where do you live?


Answer: I live...

621 State Street


AT
Endereços Específicos 355 Wandermere Rd.

ON Hudson Street
Nomes de ruas, avenidas, etc
Paulista Avenue

The United States


IN Europe
Nomes de cidades, estados, países, continentes, etc
São Paulo

3. AT / ON / IN com localizações:

AT ON IN
HOME THE PLANE THE CAR
SCHOOL THE TRAIN THE BED
THE LIBRARY ON THE FLOOR THE BED

4. Preposições de Lugar:

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As preposições de lugar, em geral, encontram um paralelo no português, o que facilita bastante. A
coisa só se complica um pouco quando temos que lidar com o in, on e at, mas vamos por partes:

As preposições de lugar mais simples seriam:


on – em cima
under – embaixo
behind – atrás
between – entre ( usado para algo que está posicionado entre duas coisas)
in front of – na frente

Aqui é importante ressaltar o uso do “in front of“ quando estamos numa rua. Se dissermos que
estamos “in front of the bank”, estamos na frente do banco, mas na mesma calçada. Se você quiser
dizer que está na frente do banco, mas do outro lado da rua, deve dizer: “I’m opposite the bank”.

next to – ao lado de
near – perto, próximo

Cuidado com esses dois últimos que costumam ser confundidos, se você está exatamente ao lado
de alguém ou algo, deve usar next to. Exemplo:

I am sitting next to Susan. (Eu estou sentada ao lado da Susan.)

Porém, se você estiver sentada próxima a algo ou alguém, mas não necessariamente ao lado, irá
dizer: “I am sitting near the door.” (Eu estou sentada próximo à porta.)

Temos ainda:
over – sobre
below – abaixo

Outra questão importante é o uso das preposições into e onto. Muitas pessoas se perguntam: É a
mesma coisa que in e on? Definitivamente não. Usamos essas preposições quando queremos dar ideia
de movimento. Exemplos:

She is putting her keys into her purse. (Ela está colocando suas chaves dentro da bolsa.)

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I saw the boy trying to climb onto the wall. (Eu vi o menino tentando subir no muro.)

Para finalizar, temos aqueles que considero um pouquinho mais complicados, que é o caso
do in, on e at. Embora em geral, in = dentro e on = em cima, nem sempre é assim quando estamos
falando da localização espacial de algo ou alguém e, para completar, não existe uma regra específica
para seu uso.

In em geral é para uma área mais fechada:


She is not here, she is in her room. (Ela não está aqui. Ela está no quarto dela.)

Contudo, dizemos “on the train”, “on the bus”, “on the ship” e “on the airplane”. Apesar de dizermos
“in the car”.

O on é mais usado para lugares mais abertos: on the farm, on the beach. O at é usado como
pensamos num lugar como sendo um ponto. Exemplo:
I’ll meet her at the airport. (Vou encontrá-la no aeroporto.)
[Link]

5. Algumas Expressões:

Expressões com Preposição

Existem diversas expressões idiomáticas em inglês que são iniciadas por preposição, veja alguns
exemplos:

AT
at any rate: a qualquer custo
at first: no início
at last: finalmente
at a loss: em uma perda

BEHIND
behind the scenes: por trás das cenas

BESIDE
beside the point: irrelevante

BY
by accident: por acidente
by all means: de todo jeito
by hand: à mão
by heart: de cor
by mistake: acidentalmente
by the way: a propósito

FOR
for sale: à venda
for sure: com certeza
for a while: por enquanto

FROM
from scratch: do princípio
from time to time: ocasionalmente

IN
in advance: antecipadamente
in any case: em qualquer caso
in charge: no comando
in common: em comum

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in danger: em perigo
in demand: em demanda
in fact: na realidade
in a hurry: com pressa
in trouble: com problemas
in vain: em vão

INSIDE
inside out: do avesso

OF
of course: claro

ON
on account of: por causa de
on the lookout: na vigia
on the one hand: por um lado
on the other hand: por outro lado
on purpose: de propósito
on time: na hora (pontualmente)

OUT
out of the blue: subitamente
out of the ordinary: fora do comum
out of the question: for a de questão
out of tune: fora de sintonia
out of work: desempregado

TO
to a certain extent: até certo ponto

UNDER
under the circumstances: nessas circunstâncias
under control: sob controle

WITH
with the naked eye: a olho nu
with regard/respect to: no que diz respeito

WITHIN
within reason: razoável

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6. Outras Preposições:

ABOUT SOBRE / A RESPEITO DE


AFTER APÓS / DEPOIS
BEFORE ANTES
DURING DURANTE
IN FRONT OF EM FRENTE DE
INSIDE DENTRO
NEAR / NEXT TO PERTO DE
SINCE DESDE
WITH COM
WITHOUT SEM

7. Algumas especificações:

a) Preposição “FOR” – para / durante / por

Usada para indicar:

Finalidade – The feed is FOR the dog to eat. (A ração é PARA o cachorro comer)

Tempo – I have studied English FOR 2 years (Eu estudei Inglês DURANTE dois anos)

Favor ou benefício - Do it for me, please. (Faça isso por mim, por favor)

b) Preposição “TO” – para / a

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Usada para indicar:

Movimento ou Posição – Turn TO the right (Vire PARA a direita) / Don’t go TO the other side of the
room. (Não vá PARA o outro lado da sala)

Questões

01. Complete com “in”, “on” ou “at” as frases abaixo:

a) We could go by car, but I’d rather go ............. foot.

b) I’ll be very busy ............ Monday, but I could meet you .......... the morning instead.

c) I’m free .............. lunchtime. Shall we meet then?

d) We live ............. Michigan Avenue, ................ Chicago.

e) Do you know the girl who lives ................... number 22?

02. (ANVISA – ANALISTA ADMINISTRATIVO – CETRO)

Read the sentence below, considering the context of the text, and choose the alternative that best fills
in correctly and respectively the blanks.

“When we eat, the food is ________ down into glucose (blood sugar), the body’s main energy source.
As blood flows through the pancreas, this organ detects the high levels of glucose and knows to release
insulin, a hormone that it produces in order to allow the cells ________ the body to use the glucose. The
cells have insulin receptors that allow glucose to enter. Then the cell either uses the glucose to make
energy right away or ________ it as a future energy source.”

(A) Fall / at / saves.


(B) Break / on / save.
(C) Turned / in / store.
(D) Fallen / out / restores.
(E) Broken / throughout / stores.

03. (TCE/ES – AUDITOR DE CONTROLE EXTERNO – CESPE)

Welcome to Oxford

Many periods of English history are impressively documented in Oxford’s streets, houses, colleges and
chapels. Within one square mile alone, the city has more than 900 buildings of architectural or historical
interest. For the visitor this presents a challenge – there is no single building that dominates Oxford, no
famous fortress or huge cathedral that will give you a short-cut view of the city. Even Oxford’s famous
University is spread amidst a tangle of 35 different colleges and halls in various parts of the city centre,
flaunt its treasures; behind department stores lurk grand Palladian doorways or half-hidden crannies or
medieval architecture. The entrance to a college may me tucked down a narrow alleyway, and even then
it is unlikely to be signposted.
Oxford University Press, 1999, p. 135 (adapted)

The preposition “amidst” (L.8) can be synonymous with among.

(OBS: Os números das linhas na questão podem variar por conta da diagramação do material.)
(A) Certo.
(B) Errado.

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04. (CPTM – ANALISTA ADMINISTRATIVO JÚNIOR – MAKIYAMA)

Generation Y
By Sally Kane, [Link] Guide

Born in the mid-1980’s and later, Generation Y legal professionals are in their 20s and are just entering
the workforce. With numbers estimated as high as 70 million, Generation Y (also -1- as the Millennials) is
the fastest growing segment of today’s workforce. As law firms compete for available talent, employers
cannot ignore the needs, desires and attitudes of this vast generation.
Below are a few common traits that define Generation Y.
Tech-Savvy: Generation Y grew up with technology and rely on it to perform their jobs better. Armed
with BlackBerrys, laptops, cellphones and other gadgets, Generation Y is plugged-in 24 hours a day, 7
days a week. This generation prefers to communicate through e-mail and text messaging rather than face-
to-face contact and -2- webinars and online technology to traditional lecture-based presentations.
Family-Centric: The fast-track has lost much of its appeal for Generation Y who is willing to trade high
pay for fewer billable hours, flexible schedules and a better work/life balance. While older generations may
view this attitude as narcissistic or lacking commitment, discipline and drive, Generation Y legal
professionals have a different vision of workplace expectations and prioritize family over work.
Achievement-Oriented: Nurtured and pampered -3- parents who did not want to make the mistakes of
the previous generation, Generation Y is confident, ambitious and achievement-oriented. They have high
expectations of their employers, seek out new challenges and are not afraid to ask question authority.
Generation Y wants meaningful work and a soli learning curve.
Team-Oriented: As children, Generation Y participated in team sports, play groups and other group
activities. They value teamwork and seek the input and affirmation of others. Part of a no-person-left-
behind generation, Generation Y is loyal, committed and wants to be included and involved.
Attention-Craving: Generation Y craves attention in the forms of feedback and guidance. They
appreciate being kept in the loop and seek frequent praise and reassurance. Generation Y may benefit
greatly from mentors who can help guide and develop their young careers.
Font: [Link]

The word that best complete the gap -3- is:


(A) Of.
(B) By.
(C) For.
(D) From.
(E) On.

05. (ANVISA – ANALISTA ADMINISTRATIVO – CETRO)

The alarm ________ Europe ________ the discovery ________ horse meat ________ beef products
escalated again Monday, when the Swedish furniture giant Ikea withdrew an estimated 1.670 pounds
________ meatballs ________ sale ________ 14 European countries. Ikea acted after authorities in the
Czech Republic detected horse meat in its meatballs. The company said it had made the decision even
though its tests two weeks ago did not detect horse DNA. Horse meat mixed with beef was first found last
month in Ireland, then Britain, and has now expanded steadily across the Continent. The situation in
Europe has created unease among American consumers over ________ or not horse meat might also
find its way into the food supply in the United States.
(The New York Times, 2/25/2013)

Choose the alternative that fills in, correctly and respectively, the blanks of the sentence below.

“The alarm ________ Europe ________ the discovery ________ horse meat ________ beef products
escalated again Monday, when the Swedish furniture giant Ikea withdrew an estimated 1.670 pounds
________ meatballs ________ sale ________ 14 European countries.”

(A) In / from / of / of / from / for / in


(B) In / over / of / in / of / from / in

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(C) From / over / of / of / of / to / from
(D) Of / with / in / in / from / on / in
(E) Over / with / in / of / of / on / from

Respostas

01.
a) Resposta ON
Expressão fixa “ON FOOT”.

b) Resposta ON – IN
Antes de dias da semana usa-se a preposição “on”.
Antes das expressões MORNING, AFTERNOON e EVENING precisa-se da preposição “in”

c) Resposta AT
Expressão fixa “AT LUNCHTIME”

d) Resposta ON – IN
“On” – preposição de lugar para nomes de ruas, avenidas, etc.
“In” – preposição de lugar para nomes de cidades estados, países, etc.

e) Resposta AT
“At” – preposição de lugar para endereços específicos.

02. RESPOSTA E
A questão pede que o candidato determine. Leia as sentenças abaixo e escolha a alternativa que
melhor completa os espaços. Quando nós comemos, a comida é (quebrada) em glicose (...), um hormônio
que é produzido para permitir que as células (por toda a parte) do corpo usem a glicose (...) então as
células usam a glicose para fazer energia na hora ou (armazenam) ela como uma fonte de energia futura.

03. RESPOSTA A
A questão pede que o candidato determine a preposição “amidst” (entre, no meio de) é sinônimo com
“among” (entre, dentro de, no meio de)

04. RESPOSTA B
A questão pede que o candidato determine. A palavra que melhor completa o espaço -3- é. No trecho
em questão. Buscam realizações: Nutridos e cuidados (por) pais que não querem cometer os mesmos
erros da geração anterior (...)

05. RESPOSTA B
A questão pede que o candidato determine. Escolha a alternativa que completa, corretamente e
respectivamente, os espaços em branco na sentença abaixo. O alarme (na) Europa (sobre) a descoberta
(de) carne de cavalo (nos) produtos de carne aumentou novamente segunda, quando a gigante dos
móveis Sueca Ikea retirou aproximadamente 1.670 pounds (de) almondegas (das) prateleiras (em) 14
países europeus.

Conjunctions

Conjunções são palavras que ligam duas orações ou termos semelhantes, dentro de uma mesma oração.
Existem três tipos de conjunções: Coordinating conjunctions, Correlative conjunctions e Subordinating
conjunctions. A partir de agora estudaremos separadamente cada um dos tipos de conjunções da Língua
Inglesa.

Coordinating conjunctions

Coordinating conjunctions ligam duas palavras ou duas orações independentes (independent clauses),
mas devem sempre ligar elementos com a mesma estrutura gramatical, por exemplo: subject + subject;
verb phrase + verb phrase; sentence + sentence; clause + clause. Uma coordinating conjunction

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geralmente posiciona-se entre as orações e, antes dela, usamos vírgula (caso as orações sejam muito
pequenas e possuam o mesmo sujeito, a vírgula não é necessária). As coordinating conjunctions são as
que se encontram no quadro abaixo:

Conjunção Indicação / Função


for explicação
and adição
nor liga duas alternativas negativas
but oposição, contraste
or alternância
yet oposição, ressalva
mostra que a segunda ideia é o resultado
so
da primeira

AND
He lives in Cambridge, and (he)* studies at Harvard University.
(Ele mora em Cambridge e estuda na Universidade de Harvard.)

We stayed at home and (we)* watched television.


(Nós ficamos em casa e assistimos televisão.)

My sister is married and (she)* lives in London.


(Minha irmã é casada e mora em Londres.)

*Quando a coordinating conjunction "and" liga dois verbos que possuem o mesmo sujeito, não é
necessário repeti-lo. Isso também ocorre com artigos, pronomes, preposições e outras expressões.
Observe os exemplos do quadro:

She sings and she plays the violin. →She sings and plays the violin
He plays tennis and he plays football. → He plays tennis and football.
They have offices in Britain and in France. → They have offices in Britain and France.
We stayed with my brother and my sister. → We stayed with my brother and sister.
The house and the garden were full of people. → The house and garden were full of people.
I've been to Greece and I've been to Turkey. → I've been to Greece and Turkey.
I washed my shirt and I dried my shirt. → I washed and dried my shirt.

I went downstairs and (I) opened the door.


(Eu fui ao andar de baixo e abri a porta.)

Could I have a knife and (a) fork, please?


(Eu gostaria de um garfo e uma faca, por favor.)

When Robert went to the bookstore, he bought a notebook and several pens.
(Quando Roberto foi à livraria, ele comprou um caderno e várias canetas.)

- Podemos usar vírgula (,) diante de and quando esta conjunção for usada para adicionar o último item
de uma lista ou série. Esse tipo de construção é bastante comum no Inglês, contudo a série deve conter
pelo menos três ítens. Quando a construção não for longa, o uso da vírgula também é facultativo. Observe
os exemplos abaixo:

You had a holiday at Christmas, at New Year and at Easter. (Neste caso, não é necessário usar vírgula,
pois os ítens da série não são longos.)

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I spent yesterday playing cricket, listening to jazz records, and talking about the meaning of life.

Claudia spent her summer studying basic math, writing, and reading comprehension.
Observe que, nestes dois últimos exemplos, os ítens são maiores, portanto a vírgula pode ser usada.

She bought carrots, lettuce, a pineapple, and a dozen eggs. (Como a lista contém mais de três ítens,
podemos usar vírgula antes da conjunção.)

He drinks beer, whisky, wine, and rum.*

He drinks beer, whisky, wine and rum.*


* Ambas estão corretas, a vírgula é opcional quando a conjunção and é usada com a última palavra de
uma lista.

- A vírgula também pode ser usada antes de and quando liga duas orações independentes (independent
clauses) que não possuem o mesmo sujeito. Caso as orações sejam pequenas e tenham o mesmo sujeito,
não é comum usar vírgula. Observe:

Rachel decided to try the chocolate cake, and Peter ordered a strawberry pie. (Aqui a vírgula pode ser
usada, pois o sujeito das orações não é o mesmo.)

I bought a bottle of wine, and we drank it together. (Aqui a vírgula pode ser usada, pois o sujeito das
orações não é o mesmo.)

Rachel had a cake and Peter had a strawberry pie.


(Embora o sujeito das orações não seja o mesmo, a vírgula não foi usada, pois as duas orações são
pequenas. Lembre-se de que a construção com vírgula também seria aceitável neste caso.)

BUT

Grace was a serious woman, but a very sensitive person.


(Grace era uma mulher séria, mas uma pessoa muito sensível.)

My sofa isn't very soft, but it's comfortable.


(Meu sofá não é muito macio, mas é confortável.)

They tried, but did not succeed.


(Eles tentaram, mas não obtiveram sucesso.)

John is Canadian, but Sara is Irish. (João é canadense, mas Sara é irlandesa.)

Our players did their best but they lost the game. (Nossos jogadores fizeram o melhor que puderam,
mas perderam o jogo.)

- But é uma conjunção adversativa, ou seja, expressa um contraste. Assim como and,
usaremos vírgula(,) antes de but quando ela ligar duas orações independentes (independent clauses)
que sejam longas. Observe que, mesmo quando as orações possuem o mesmo sujeito, pode ocorrer
vírgula diante de but se as orações são longas. Compare os exemplos:

She had very little to live on, but she would never have dreamed of taking what was not hers. (Aqui,
embora o sujeito das duas orações seja o mesmo, a vírgula é usada, pois as orações são longas.)

She was poor but she was honest. (As orações são curtas e o sujeito é o mesmo, assim não se faz
obrigatório o uso da vírgula.)

Veja outros exemplos com but:

I like him, but I don't like her. (Gosto dele, mas não gosto dela.)

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I wanted to phone you, but I didn't have your number.
(Queria ligar para você, mas não tinha o número do seu telefone.)

The child was found abandoned but unharmed. (A criança foi encontrada abandonada, porém ilesa.)

I got it wrong. It wasn't the red one but the blue one.
(Entendi tudo errado. Não era a vermelha, mas a azul.)

By the end of the day we were tired but happy. (No final do dia estávamos cansados, mas felizes.)

Observação: Além de significar mas ou porém, but também pode significar exceto:

Everybody but Robert is trying out for the team.


(Todos, exceto Roberto, estão competindo para ficar no time)

I had no choice but to sign the contract. (Eu não tinha escolha, exceto assinar o contrato.)

OR

A conjunção or indica alternância ou exclusão:

I could cook some supper, or we could order a pizza.


(Eu poderia fazer uma janta ou nós poderíamos pedir uma pizza.)

Do you want to go out, or are you tired? (Você quer sair, ou está cansado?)

He could go, or stay a little more. (Ele poderia ir ou ficar mais um pouco.)

Have you seen or heard the opera by Paul Richardson?


(Você assistiu ou ouviu a ópera de Paul Richardson?)

They must approve his political style or they wouldn't keep electing him mayor. (Eles decerto devem
aprovar seu estilo político, ou não continuariam o elegendo para prefeito.)

You can study hard for this exam or you can fail.
(Você pode estudar bastante para esta prova ou pode ser reprovado.)

We can broil chicken on the grill tonight, or we can just eat leftovers.
(Podemos fazer frango grelhado hoje à noite ou somente comer a comida que sobrou.)

SO

A conjunção so (assim, portanto, por isso) expressa o que acontece / aconteceu /


acontecerá em razão de alguma coisa:
My grandmother was sick, so she went to the doctor.
(Minha avó estava doente, por isso foi ao médico.)

It was raining, so I took my umbrella.


(Estava chovendo, então peguei meu guarda-chuva.)

Laura does a lot of sport, so she's very fit.


(Laura pratica vários esportes, por isso tem uma ótima forma física.)

We didn't study, so we didn't pass.


(Não estudamos, por isso não passamos.)

I want to work as an interpreter in the future, so I am studying English at university.


(No futuro, quero trabalhar como intérprete, por isso vou estudar Inglês na universidade.)

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The party was boring, so I went home. (A festa estava chata, então fui para casa.)
- A conjunção so também é usada no início de orações para introduzir algo novo, significando "então":

So, the judge removed the child from the custody of his parents.
(Então, o juiz tirou dos pais a custódia da criança.)

FOR

A função da conjunção for é introduzir uma explicação. Nestes casos, for é sinônimo
de because. Hoje em dia, o uso de for neste sentido é usado, na maioria das vezes, na escrita literária.
Observe os exemplos:

Eric tought he had a good chance to get the job in the company, for his father was one of the owners.
(Eric achou que tinha grande chance de conseguir o emprego na companhia, pois seu pai era um dos
donos.)

We listened eagerly, for he brought news of our families. (Escutamos avidamente, já que ele trouxe
notícias de nossas famílias.)

This movie is particularly interesting to feminist film theorists, for the screenplay was written by Diana
Lers. (Este filme é particularmente interessante para teóricos de filmes feministas, porque o roteiro foi
escrito por Diana Lers.)

I believed her, for surely she would not lie to me. (Acreditei nela porque tenho certeza de que ela não
mentiria pra mim.)

NOR
A conjunção nor liga duas alternativas negativas e é usada, na maioria das vezes, com neither e not.
Veja:

That is neither what I said nor what I meant. (Isto não foi o que eu disse nem o que eu quis dizer.)

She seemed neither surprised nor worried. (Ela não parecia nem surpresa nem preocupada.)

Not a building nor a tree was left standing. (Nem um prédio nem uma árvore foi deixada em pé.)

- Nor também é usado antes de um verbo positivo concordando com algo negativo que recém foi dito:

She doesn't like them nor does Jeff. [Ela não gosta deles e nem o Jeff (gosta deles).]

A. I'm not going. (Eu não vou.)


B. Nor am I. (Eu também não.)

YET

A conjunção yet (contudo, mas, não obstante, porém, no entanto) indica oposição, ressalva:

It's a small car, yet it is surprisingly spacious.


(É um carro pequeno, todavia é surpreendentemente espaçoso.)

He has a good job, and yet he never seems to have any money.
(Ele tem um bom emprego, e apesar disso parece que nunca tem dinheiro.)

John plays basketball very well, yet his favorite sport is tennis.
(João joga basquete muito bem, contudo seu esporte favorito é tênis.)

OBSERVAÇÃO: Como conjunção, yet sempre aparece no início da oração.

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Correlative Conjunctions

As Correlative conjunctions são sempre usadas aos pares, ou seja, elas nunca aparecem sozinhas. No
entanto, elas nunca aparecem uma logo do lado da outra. Assim como as coordinating conjunctions,
usamos as correlative conjunctions para ligar elementos com mesma função gramatical, por
exemplo: subject + subject; verb phrase + verb phrase; sentence + sentence; clause + clause. Veja
quais são as correlative conjunctions no quadro abaixo:

Correlative Conjunctions
both...and
either...or
neither...nor
not only...but also
as/so...as
whether...or

Observe alguns exemplos de cada um dos pares:

BOTH...AND

I'd like to work with both animals and children. (Eu gostaria de trabalhar com animais e crianças.)

Both my grandfather and my father worked in the steel plant.


(Ambos meu avô e meu pai trabalhavam na fábrica de aço.)

She both sings and dances. (Ela canta e dança.)

She is both pretty and clever. (Ela é tão bonita e esperta.)

I spoke to both the director and her secretary.


(Falei com a diretora e com a secretária dela.)

Observação: Both...and sempre concordará com o verbo no plural:

Both David and Amanda know the importance of speaking another language.
(Ambos David e Amanda sabem a importância de falar outra língua.)

Joana plays both the trumpet and the violin.


(Joana toca trombeta e violino.)

Both his mother and his father will be there.


(O pai e a mãe dele estarão lá.)

For this job you will need a good knowledge of both French and Spanish.
(Para este trabalho você precisará de um bom conhecimento de francês e espanhol.)

NOT ONLY...BUT ALSO

"To accomplish great things, we must not only act, but also dream; not only plan, but also believe."
(Anatole France)
(Para realizarmos coisas grandes, precisamos não somente agir, mas também sonhar; não somente
planejar, mas também acreditar.)

The teacher is not only intelligent but also friendly.


(A professsora não é so inteligente, mas também simpática.)

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We go there not only in the winter, but also in summer. (Vamos lá não apenas no inverno, mas
também no verão.)

She not only sings like an angel, but also dances divinely.
(Ela não apenas canta como um anjo, mas também dança divinamente.)

Not only the bathroom was flooded, but also the rest of the house.
(Não só o banheiro estava alagado, mas também o resto da casa.)

The place was not only cold, but also damp.


(O lugar não estava só frio, mas também úmido.)
The explosion destroyed not only the school, but also the museum. (A explosão destruiu não só a
escola, mas também o museu.)

Clara wants not only money, but also fame.


(Clara não quer só dinheiro, mas também fama.)

Not only pode se posicionar no início da oração para dar ênfase ao que se quer dizer. Nesta estrutura, not
only deve ser seguido por auxiliary verb (and non-auxiliary have and be) + subject; do é usado* caso
não haja outro auxiliar:

Not only has she been late three times; she has also done no work.
(Ela não só chegou atrasada três vezes, como também não fez trabalho algum.)

*Not only do they need clothing, but they are also short of water.
(Eles não somente necessitam de roupas, mas também estão com falta d'água.)

Not only is the food in this restaurant awful, but also the prices are too high.
(Como se não bastasse a comida nesse restaurante ser terrível, os preços também são altos
demais.)

Not only were you late for class, but also forgot to do the homework.
(Você não apenas se atrasou para a aula, mas também esqueceu de fazer a lição de casa.)

AS / SO...AS

If you are as/so intelligent as your father, it will not be difficult for you to run your family business. (Se você
é tão inteligente quanto seu pai, não vai ser difícil para você administrar os negócios da sua família.)

She is as/so beautiful as her mother.


(Ela é tão bonita quanto a mãe.)

He is not as/so bad as many think.


(Ele não é tão ruim quanto muitos pensam.)

She is as/so successful as her sister. (Ela é tão bem sucedida quanto sua irmã.)

The situation is not as/so difficult as people make out.


(A situação não está tão difícil quanto as pesoas dizem.)

WHETHER... OR

Whether you win this race or lose it doesn't matter as long as you do your best.
(Não importa se você ganhar ou perder essa corrida, contanto que faça o melhor que pode.)

Have you decided whether you will come or not? (Você decidiu se virá ou não?)

The ticket will cost the same, whether we buy it now or wait until later.
(O ingresso custará o mesmo valor se comprarmos agora ou esperarmos até mais tarde.)

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You need to decide whether you go to the movies or to the park today.
(Você precisa decidir se vai ao cinema ou ao parque hoje.)

Whether we go by bus or train, it'll take at least six hours.


(Independente de irmos de ônibus ou trem, a viagem levará pelo menos seis horas.)

I don't know whether my father is arriving by the eight o'clock flight or nine o'clock fight.
(Não sei se meu pai vai chegar no voo das oito ou das nove horas.)

Whether he comes or not makes no difference.


(Se ele vem ou não, não faz diferença.)

I don't know whether I should stay or leave.


(Não sei se devo ficar ou ir embora.)

Subordinating Conjunctions

Assim como as Coordinating e Correlative Conjunctions, as Subordinating Conjunctions estabelecem


relação entre orações, frases ou termos semelhantes. Entretanto, diferentemente da primeira,
estabelecem relaçõesentre uma oração dependente (dependent clause)* e uma oração
independente (independent clause).

* Dependent clause: orações que não são completas em si mesmas. Observe o exemplo abaixo:

Because it was raining, I took my umbrella.

Este período contém duas orações, "Because it was raining" e "I took my umbrella". A primeira oração é
uma dependent clause, ou seja, não possui sentido em si mesma. Se dissermos apenas

"Because it was raining" e nada mais, as pessoas não compreenderão o que queremos dizer. Contudo,

"I took my umbrella" é uma independent clause, pois possui sentido em si mesma, ou seja,
compreendemos seu sentido mesmo se falarmos apenas "I took my umbrella".
Esses tipos de conjunções posicionam-se no início da oração dependente (dependent clause). Porém,
a oração dependente pode vir antes ou depois da oração independente.

Observe abaixo exemplos com as principais subordinating conjunctions da Língua Inglesa:

AFTER
(depois, após)

I went home after the concert finished.


(Fui para casa depois que o concerto acabou.)

After the party, we started talking.


(Depois da festa, começamos a conversar.)

ALTHOUGH / THOUGH / EVEN THOUGH


(apesar de (que), embora, ainda que)

Although it was raining, we went out.


(Saímos, embora estivesse chovendo.)

The weather was nice, although it was a bit cold.


(O tempo estava bom, embora estivesse um pouco frio.)

His clothes, though old and worn, looked clean and of good quality.
(As roupas dele, embora velhas e surradas, pareciam limpas e de boa qualidade.)

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He bought me this ring, even though I had told him not to.
(Ele me comprou esse anel, muito embora eu o tenha avisado para não comprar.)

Observação: A conjunção though é mais usada na linguagem falada.

AS (enquanto, assim que, logo que, como, porque, à medida que)

He left the bedroom, as he saw his daughter sleeping.


(Ele saiu do quarto assim que / logo que viu a filha dormindo.)

Leave the papers as they are. (Deixem os papéis como eles estão.)

As you were out, I left a message. (Já que /Como você não estava, deixei uma mensagem.)

As she grew older she gained in confidence.


(À medida que ficou mais velha, ficou mais confiante em si mesma.)

As you know, Julia is leaving soon. (Como você sabe, Julia está indo embora em breve.)

AS IF / AS THOUGH
(como se)

She behaved as if/as though nothing had happened.


(Ela se comportou como se nada tivesse acontecido.)

She was acting as if/as though she was in a great movie.


(Ela estava agindo/atuando como se estivesse em um grande filme.)

Observação: Quando falamos sobre coisas que sabemos que não são verdades, podemos usar,
após asif/as though, o verbo no passado com significado futuro. Este uso enfatiza o fato de sabermos
que algo não é verdade. Compare:

He talks as if/as though he was very rich. (Ele fala como se fosse muito rico.)
No caso acima, temos certeza absoluta de que ele não é rico.

He talks as if/as though he is rich. (Ele fala como se fosse rico.)

Já neste exemplo, não temos certeza se ele é rico ou não.

Why is he looking at me as if/as though he knew me? I've never seen him before. (Por que ele está
olhando para mim como se me conhecesse? Eu nunca o vi antes.)

Na linguagem formal, podemos usar were ao invés de was quando fazemos esse tipo de comparação.
Este uso é comum no Inglês Americano:

He talks as if/as though he were rich.

AS / SO LONG AS / PROVIDED THAT


(contanto que, desde que, com a condição de que)

We will go to the beach as/so long as the weather is good.


(Iremos para praia contanto que/ desde que o tempo esteja bom.)

You can take my car as/so long as you drive carefully.


(Você pode usar o meu carro contanto que / desde que dirija cuidadosamente.)

They can stay here provided that they behave well.


(Eles podem ficar aqui contanto que / desde que se comportem bem.)

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BECAUSE
(porque, pois)

I went to England because my boyfriend was there.


(Fui para a Inglaterra porque meu namorado estava lá.)

I didn't buy the handbag because it was too expensive.


(Não comprei a bolsa porque era muito cara.)

- Because e a oração dependente podem vir tanto antes como depois da oração independente ou
principal. Observe:

I finished early because I worked fast. (Terminei cedo porque trabalhei rápido.)

Because I worked fast, I finished early. (Porque trabalhei rápido, terminei cedo.)

Não confunda: Because é uma conjunção, mas because of é uma preposição.


Veja a diferença:

We were late because it rained. (NOT ... because of it rained.)


(Estávamos atrasados porque choveu.)

We were late because of the rain. (NOT ... because the rain.)
(Estávamos atrasados por causa da chuva.)

I'm happy because I met you. (NOT ... because of I met you.)
(Estou feliz porque conheci você.)

I'm happy because of you. (NOT ... because you.)


(Estou feliz por causa de você.)

BEFORE
(antes de, antes que)

Before I have breakfast, I spend half an hour doing physical exercises.


(Antes de tomar café da manhã, passo meia hora fazendo exercícios físicos.)

Do it before you forget. (Faça antes que você esqueça.)


I'll telephone you before I get home.
(Vou ligar para você antes de chegar em casa.)

You can't go home before I have signed the letters.


(Você não pode ir para casa antes de eu assinar as cartas.)

He went out before I had finished my test. (Ele saiu antes de eu terminar minha prova.)

DESPITE / IN SPITE OF
(apesar de)

Despite her efforts, she could not find a job.


(Apesar dos esforços, ela não conseguiu achar um emprego.)

Despite the traffic, we got there on time.


(Apesar do tráfego, chegamos na hora.)

In spite of the rain, we went for a walk in the park.


(Apesar da chuva, fomos dar uma volta no parque.)

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Observação: Os verbos que vierem imediatamente após despite / in spite of devem estar no gerúndio:

Despite being a big star, she's very approachable.


(Apesar de ser uma estrela, ela é bastante acessível.)

In spite of having a headache, I enjoyed the film.


(Apesar de estar com dor de cabeça, gostei do filme.)

HOWEVER / NONETHELESS / NEVERTHELESS / NOTWITHSTANDING


(Porém, entretanto, todavia, contudo, no entanto, não obstante)

He was feeling bad. However, he went to work and tried to concentrate. (Ele estava se sentindo mal.
Contudo, foi trabalhar e tentou se concentrar.)

I hadn't slept well that night. However, I was not sleepy during the following day. (Eu não tinha dormido
bem naquela noite. Entretanto, não estava com sono no dia seguinte.)

The problems are not serious. Nonetheless, we shall solve them soon. (Os problemas não são graves.
Todavia, devemos resolvê-los logo.)

I haven't had lunch. Nevertheless, I'm not hungry. (Não almocei. Todavia, não estou com fome.)

Notwithstanding, the problem is a significant one. (Contudo, o problema é significativo.)

The man is, notwithstanding, sufficient. (O homem é, entretanto, suficiente.)

Observação: Notwithstanding também é sinônimo de despite e insipite of. Contudo, nestes casos,
funciona como uma preposição.

IF
(se)

Ask her if she is staying at home tonight. (Pergunte se ela vai ficar em casa hoje à noite.)

If you meet my sister, give her this note. (Se você encontrar minha irmã, dê a ela este bilhete.)

You can stay for the weekend if you like. (Você pode ficar para o fim de semana se quiser.)

If I knew her name, I would tell you. (Se eu soubesse o nome dela, eu lhe diria.)

ONCE (uma vez que, já que, desde que, assim que...)

We didn't know how we would pay our bills once the money had gone. (Não sabíamos como pagaríamos
nossas contas uma vez que o dinheiro tinha acabado.)

Once he had gone... (Assim que ele saiu...)

Observação: Como conjunção, once é sinônimo de 'after', 'when' e 'as soon as' e na maioria das vezes
é usado com perfect tense. Veja:

Once you know how to ride a bike you never forget it.
(Depois que você aprende a andar de bicicleta, nunca mais esquece.)

Once you've passed your test I'll let you drive my car.
(Assim que / Quando você passar na prova, vou deixar você dirigir meu carro.)

Once he had found somewhere to live he started looking for work.


(Depois / Assim que encontrou um lugar para morar, ele começou a procurar trabalho.)
- Observe também que depois de once não se usa that.

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. 74
OTHERWISE
(senão, caso contrário, do contrário)

Be here before noon, otherwise you will not have lunch with your father.
(Esteja aqui antes do meio-dia, do contrário / senão você não almoçará com seu pai.)

You have to study hard, otherwise you won't pass the exam.
(Vocês devem estudar bastante, caso contrário / senão não vão passar na prova.)

Shut the window, otherwise it'll get too cold in here.


(Feche a janela, do contrário / senão vai ficar muito frio aqui.)

My parents lent me the money. Otherwise I couldn't have bought the house.
(Meus pais me emprestaram o dinheiro. Do contrário / Senão eu não poderia ter comprado a casa.)

SINCE (já que, visto que, como, desde)

Since you are here, help us, please! (Já que você está aqui, ajude-nos, por favor!)

Since she knows you well, she'll disagree with you.


(Visto que / Já que ela lhe conhece bem, não vai concordar com você.)

Since you don't mind, I'll leave now. (Visto que / Já que você não se importa, vou embora agora.)

Cath hasn't phoned since she went to Belfast. (Cath não ligou desde que foi para Belfast.)

SO THAT / IN ORDER THAT / IN ORDER TO / SO AS TO


(de modo que, a fim de que, para que)

She worked hard so that everything would be ready in time.


(Ela trabalhou muito para que / a fim de que tudo ficasse pronto a tempo.)

She's spending here for six months so that she can perfect her English.
(Ela vai ficar aqui seis meses para que / a fim de que possa aperfeiçoar seu Inglês.)

Mary talked to the shy girl so that she wouldn't feel left out.
(Mary falou com a menina tímida para que / a fim de que ela não se sentisse excluída.)

He got up early in order to have time to pack.


(Ele acordou cedo para / a fim de ter tempo de arrumar as malas.)
We send monthly reports in order that they may have full information.
(Mandamos relatórios mensais para que eles possam ter informações completas.)

UNLESS
(a menos que, a não ser que, salvo se)

Don't leave the room unless you receive permission.


(Não saia da sala a menos que / a não ser que receba permissão.)

Come tomorrow unless I phone (= ... if I don't phone / except if I phone.)


(Venha amanhã a menos que / a não ser que eu ligue.)

I'll take the job unless the pay is too low (= if the pay isn't too low / except if the pay is too low.)
(Ficarei com o emprego a menos que / a não ser que o salário seja muito baixo.)

Let's have dinner out - unless you're too tired. (= if you aren't too tired.)
(Vamos jantar fora - a menos que / a não ser que você esteja muito cansada.)

Apostila gerada especialmente para: Alberto Santos da Paixão 060.693.175-99


. 75
Unless I'm mistaken, she was wearing a black dress.
(A menos que / a não ser que eu esteja enganado, ela estava usando um vestido preto.)

UNTIL / TILL (até, até que)


Essas duas palavras possuem o mesmo significado, porém o uso de till é considerado mais informal.

Do I have to wait unitl / till tomorrow? (Tenho que esperar até amanhã?)

You are not going out until / till you've finished your homework.
(Você não vai sair até que tenha terminado sua lição de casa.)

Until now I have always lived alone. (until now = so far = até agora, por enquanto)
(Até agora sempre vivi sozinho.)

You can stay on the bus until / till London. (= until you reach London.)
(Você pode ficar no ônibus até chegar a Londres.)

WHEN / BY THE TIME


(quando)

She left her job when she knew she was pregnant.
(Ela saiu do emprego quando soube que estava grávida.)

When we got to New York the shops were already closed. (Quando chegamos a Nova Iorque as lojas já
estavam fechadas.)

He'll phone you when he arrives. (Ele vai ligar para você quando chegar.)
By the time I leave work, the sun will be setting. (Quando eu sair do trabalho, o sol estará se pondo.)

By the time I arrive, they'll be eating dinner. (Quando eu chegar, eles estarão jantando.)

WHENEVER
(quando, toda vez que, sempre que)

Come whenever you like. (Venha quando quiser / a hora que quiser.)

You can borrow my car whenever you want.


(Você pode usar meu carro sempre que quiser / toda hora que quiser.)

You can ask for help whenever you need it. (Você pode pedir ajuda sempre que precisar.)

Whenever she comes, she brings a friend. (Sempre que ela vem, traz um amigo.)

Observação: A conjunção whenever também é usada quando o momento em que algo ocorre não é
importante:

A. When do you need it by? (Para quando você precisa disso?)


B. Saturday or Sunday. Whenever. (Sábado ou Domingo. Tanto faz.)

It's not urgent - we can do it next week or whenever. (Não é urgente - podemos fazer isso na semana
que vem ou em qualquer outro momento.)

WHERE
(onde)

Seat where I can see you, please. (Sente onde eu consiga lhe enxergar, por favor.)

This is where I live. (Aqui é onde eu moro.)

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. 76
Stay where you are. (Fique onde está.)

WHEREAS
(ao passo que, enquanto)

Some of the studies show positive results, whereas others do not.


(Alguns dos estudos mostram resultados positivos, enquanto / ao passo que outros, não.)

She was crazy about him, whereas for him it was just another affair.
(Ela era doida por ele, ao passo que / enquanto que para ele aquilo era apenas mais um caso.)

He likes broccoli, whereas she hates it. (Ele adora brócolis, ao passo que / enquanto ela detesta.)

WHILE
(enquanto)

They were burgled while they were out. (A casa deles foi assaltada enquanto eles estavam fora.)

You can go swimming while I'm having luch. (Você pode nadar enquanto eu almoço.)

While Andrew is very good at Biology, his brother doesn't know anything about that.
(Enquanto Andrew é muito bom em biologia, seu irmão não sabe nada sobre essa matéria.)

Observações:
- No início de orações, while pode significar although, despite the fact that.... Observe:

While I am willing to help, I do not have much time available.


(Embora eu esteja com vontade de ajudar, não tenho muito tempo disponível.)

- Algumas vezes, while é sinônimo de until:


I waited while five o'clock. (Esperei até às cinco horas.)
Fonte: [Link] (Adaptado)

Questões

01. IFB - Professor - Português/Inglês – IFB/2017)


Choose the CORRECT conjunction to complete the sentence: “you can have my bike ___________ you
bring it back tomorrow”.
a) so
b) as long as
c) as if
d) as though
e) whereas

Leia o texto e responda as questões 2 e 3.

Brazil’s Average Unemployment Rate Falls to Record Low in 2012

By Down Jones Business News


January 31, 2013

Brazil’s unemployment rate for 2012 fell to 5.5%, down from the previous record low of 6.0% recorded last
year, the Brazilian Institute of Geography and Statistics, or IBGE, said Thursday. In December,
unemployment fell to 4.6% compared with 4.9% in November, besting the previous record monthly low of
4.7% registered in December 2011, the IBGE sad.
The 2012 average unemployment rate was in line with the 5.5% median estimate of economists polled by
the local Estado news agency. Analysts had also pegged December’s unemployment rate at 4.4%.
Brazil’s unemployment rate remains at historically low levels despite sluggish economic activity. Salaries
have also been on the upswing in an ominous sign for inflation – a key area of concern for the Brazilian

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Central Bank after a series of interest rate cuts brought local interest rates to record lows last year. Inflation
ended 2012 at 5.84%.
The average monthly Brazilian salary retreated slightly to 1.805,00 Brazilian reais ($908.45) in December,
down from the record high BRL 1.809,60 registered in November, the IBGE said. Wages trended higher
in 2012 as employee groups called on Brazilian companies and the government to increase wages and
benefits to counter higher local prices. Companies were also forced to pay more to hire and retain workers
because of the country’s low unemployment.
The IBGE measures unemployment in six of Brazil’s largest metropolitan areas, including São Paulo, Rio
de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Recife and Porto Alegre. Brazil’s unemployment rate, however, is
not fully comparable to jobless rates in developed countries as a large portion of the population is either
underemployed or works informally without paying taxes. In addition, workers not actively seeking a job in
the month before the survey don’t count as unemployed under the IBGE’s methodology. The survey also
doesn’t take into account farm workers.
([Link], Adaptado)

2. (CTA – ANALISTA EM C&T JÚNIOR – ADMINISTRAÇÃO – VUNESP)


No trecho do último parágrafo – In addition, workers not actively seeking a job – a expressão in addition
pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
(A) Otherwise.
(B) Nevertheless.
(C) However.
(D) Furthermore.
(E) Therefore.
3. (CTA – ANALISTA EM C&T JÚNIOR – ADMINISTRAÇÃO – VUNESP)
No trecho do quinto parágrafo – Brazil’s unemployment rate, however, is not fully comparable to jobless
rates in developed countries as a large portion of the population is either underemployed or works
informally – a palavra as pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
(A) But.
(B) Nor.
(C) Such.
(D) Likely.
(E) Since.

4. (ANVISA – ANALISTA ADMINISTRATIVO – CETRO/2013)

An increased incidence of kidney stones and renal failure in infants has been reported in China, believed
to be associated with the ingestion of infant formula contaminated with melamine. It has been discovered
that melamine has been deliberately added to raw milk for a number of months in order to boost its
apparent protein content. In 2007 there was a large outbreak of renal failure in cats and dogs in the USA
associated with ingestion of pet food found to contain melamine and cyanuric acid. Melamine alone is of
low toxicity; ________ experimental studies have shown that combination with cyanuric acid leads to
crystal formation and subsequent kidney toxicity.
(World Health Organization, 30/10/2008)

Choose the alternative that fills in correctly the blank of the sentence below.

“Melamine alone is of low toxicity; ________ experimental studies have shown that combination with
cyanuric acid leads to crystal formation and subsequent kidney toxicity”.

(A) Therefore.
(B) So.
(C) However.
(D) Unless.
(E) Since.

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. 78
5. (ANVISA – ANALISTA ADMINISTRATIVO – CETRO/2013)
The alarm ________ Europe ________ the discovery ________ horsemeat ________ beef products
escalated again Monday, when the Swedish furniture giant Ikea withdrew an estimated 1.670 pounds
________ meatballs ________ sale ________ 14 European countries. Ikea acted after authorities in the
Czech Republic detected horsemeat in its meatballs. The company said it had made the decision even
though its tests two weeks ago did not detect horse DNA. Horsemeat mixed with beef was first found last
month in Ireland, then Britain, and has now expanded steadily across the Continent. The situation in
Europe has created unease among American consumers over ________ or not horsemeat might also find
its way into the food supply in the United States.
(The New York Times, 2/25/2013)

According to the formal rule of the English language, choose the alternative that fills in correctly the blank
of the sentence below.

“The situation in Europe has created unease among American consumers over ________ or not horse
meat might also find its way into the food supply in the United States.”

(A) Rather.
(B) Whether.
(C) Perhaps.
(D) Either.
(E) If.

Respostas

1. (B)
As long as => DESDE QUE - denota um condição.
Logo => Você pode ficar com a minha bicicleta DESDE QUE você a traga de volta amanhã.

2. (D)
No trecho em questão. Além (do fato exposto na frase anterior), trabalhadores que não procuram
ativamente por um emprego (...). Otherwise – caso contrário. Nevertheless – todavia, porém. Furthermore
– além disso, ademais. Therefore – portanto, por isso, assim.

3. (E)
No trecho em questão – A taxa de desemprego brasileira, entretanto, não é completamente comparável
com as taxas de desemprego dos países desenvolvidos (uma vez que) uma grande parte da população
é desempregada ou trabalha informalmente (...)

4. (C)
A questão pede que o candidato determine. Escolha a alternativa que melhor completa o espaço na frase
abaixo. A melanina sozinha é de baixa toxicidade. (Porém) estudos experimentais mostram que sua
combinação com ácido cianúrico leva a formação de cristais e subsequente intoxicação do rim.

5. (B)
A questão pede que o candidato determine de acordo com a regra formal da língua inglesa, escolha a
alternativa que completa corretamente o espaço na sentença abaixo. A situação na Europa tem criado
um desconforto entre os consumidores americanos (caso aconteça) ou não da carne de cavalo conseguir
entrar na fonte alimentícia dos Estados Unidos.

Formação e classe de palavras;

Caro estudante, algumas classes de palavra foram estudadas anteriormente: verbo, conjunção,
preposição; e pronome será trabalhado no tópico seguinte.

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. 79
Adjectives

Os adjetivos em inglês são invariáveis tanto em gênero, quanto em número. Assim, enquanto no
Português fala-se “O menino é rico / A menina é rica”, em inglês, fala-se “The boy is rich / The girl is
rich”, sem mudança de gênero.
O mesmo ocorre com a questão de singular e plural, veja os exemplos:

“Eles são felizes” / “They are happy”


“Nós gostamos de ler bons jornais” / “We like to read good newspapers”

Alguns adjetivos comuns em inglês:


ACCEPTABLE ACEITÁVEL
AMAZING INCRÍVEL
ANGRY BRAVO
BORING CHATO / TEDIOSO
BUSY OCUPADO
DANGEROUS PERIGOSO
DIRTY SUJO
EMPTY VAZIO
FAST RÁPIDO
FULL CHEIO
HUGE ENORME
YOUNG JOVEM
Ordem dos Adjetivos

Posição: os adjetivos em inglês são colocados nas frases antes dos substantivos. Exemplos: hard
lesson / clean house / black cat.

Observação: os adjetivos devem posicionar-se na frase após os verbos “To Be” (ser / estar):
They were happy.
The baby is healthy.

Os adjetivos em inglês seguem a seguinte ordem:

OPINION SIZE AGE SHAPE COLOR ORIGIN MATERIAL PURPOSE NOUN


opinião tamanho idade forma cor origem matéria propósito substantivo

Example: Lovely small old square black Chinese leather school backpack.

Adjetivos: grau comparativo e superlativo

As formas comparativas e superlativas dos adjetivos ou advérbios na língua inglesa, são usadas de
acordo com a quantidade de coisas (objetos, pessoas, animais, cidades, etc.) que são comparadas.

Usamos o grau Comparativo para compararmos sempre duas coisas.

Usamos o grau Superlativo para destacarmos uma coisa dentro de um grupo de três ou mais.

Formas Invariáveis

As formas invariáveis são aquelas que o Adjetivo ou Advérbio não mudam a escrita, apenas
acrescentamos as formas de igualdade, superioridade ou inferioridade. Veja a tabela abaixo:

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. 80
Exemplos:

as cold as tão frio quanto


NOT so (as) cold as não tão frio quanto
Less cold than menos frio que
the least cold o menos frio
as expensive as tão caro quanto
NOT so (as) expensive as não tão caro quanto
Less expensive than menos caro que
The least expensive o menos caro

Formas Variáveis

As formas variáveis são aquelas onde o adjetivo ou advérbio mudam a escrita. São aplicadas apenas
as palavras curtas, ou seja, aquelas com uma ou duas sílabas. Modificamos as terminações seguindo
algumas observações que serão estudadas abaixo:

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. 81
Observações:

1. Usamos os sufixos –ER ou –EST com adjetivos / advérbios de uma só sílaba.

Exemplos:

taller than = mais alto que the tallest = o mais alto

bigger than = maior que the biggest = o maior

2. Usamos os sufixos –ER ou –EST com adjetivos de duas sílabas.

Exemplos:
happier than = mais feliz que

cleverer than = mais esperto que

the happiest = o mais feliz

the cleverest = o mais esperto

3. Usamos os prefixos MORE e MOST com adjetivos de mais de duas sílabas.

Exemplos:
MORE comfortable than = mais confortável que

MORE careful than = mais cuidadoso que

THE MOST comfortable = o mais confortável

THE MOST careful = o mais cuidadoso

4. Usamos os prefixos MORE e MOST com advérbios de duas sílabas.

Exemplos:
MORE afraid than = mais amedrontado que

MORE asleep than = mais adormecido que

THE MOST afraid = o mais amedrontado

THE MOST asleep = o mais adormecido

5. Usamos os prefixos MORE e MOST com qualquer adjetivo terminado em –ED, –ING, –FUL, –RE, –
OUS.

Exemplos:

tired – more tired than – the most tired (cansado)


charming – more charming than – the most charming (charmoso)
hopeful – more hopeful than – the most hopeful (esperançoso)

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. 82
sincere – more sincere than – the most sincere (sincero)
famous – more famous than – the most famous (famoso)

Variações Ortográficas

1. Adjetivos monossilábicos terminados em uma só consoante precedida de uma só vogal, dobram


a consoante final antes de receberem –ER ou –EST.

Exemplos:

fat – fatter than – the fattest (gordo)


thin – thinner than – the thinnest (magro)

2. Adjetivos terminados em Y precedido de vogal trocam o Y para I antes do acréscimo de


-ER ou –EST.

Exemplos:

angry – angrier than – the angriest (zangado)


happy – happier than – the happiest (feliz)

EXCEÇÃO
shy – shyer than – the shyest (tímido)

3. Adjetivos terminados em E recebem apenas –R ou –ST.

Exemplos:

nice – nicer than – the nicest (bonito, simpático)


brave – braver than – the bravest (corajoso)

Formas Irregulares

1. Alguns adjetivos e advérbios têm formas irregulares no comparativo e superlativo de superioridade.

Good (bom / boa) Better than - the best


Well (bem)
Bad (ruim / mau) Worse than - the worst
Badly (mal)
Little (pouco) Less than - the least

2. Alguns adjetivos e advérbios têm mais de uma forma no comparativo e superlativo de superioridade.

Farther than – the farthest


Far (longe) (distância)
further (than) – the furthest
(distância / adicional)
older than – the oldest
Old (velho) elder – the eldest (só para elementos
da mesma família)
Late (tarde) the latest (o mais recente)
the last (o último da série)

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. 83
Parallel Increase

Usamos a estrutura the + comparativo... the + comparativo


para dizer que uma coisa depende de outra.

The warmer the weather, the better I feel. (Quanto mais quente o tempo, melhor eu me sinto.)

The more expensive the hotel, the better the service. (Quanto mais caro o hotel, melhor o serviço.)

The longer the phone call, the more you have to pay. (Quanto mais longo o telefonema, mais você
tem de pagar.)

Gradual Increase

Usamos dois comparativos juntos para indicar que algo está


mudando continuamente.

It’s becoming harder and harder to find a job. (Está ficando cada vez mais difícil achar um emprego.)

Traveling is becoming more and more expensive. (Viajar está ficando cada vez mais caro.)

The weather is becoming hotter and hotter. (A temperatura está ficando cada vez mais quente.)

ATENÇÃO

ELDER é usado antes de substantivos.


Exemplo: My elder brother lives in Chicago.
Fonte: [Link] (com adaptações)
Questões

01. (STF – Analista Judiciário – CESPE)

The aging process affects us all at different rates. Some people of fifty-three, like the esteemed author,
look a mere thirty-five, with sparkling brown eyes, a handsome gait and the virility of a steam train. Others,
like the author’s friend Colin, look like little middle-aged men at twenty-one with middle-aged outlooks of
set ways and planned futures. In women the former condition is common but women rarely suffer from the
latter, being fired with the insatiable drive of ambition for either an independent and distinguished career
in a still male-dominated world, or a home and seven children by the time they are thirty followed by an
independent and distinguished career as a Cheltenham councillor or a public relations agent for Jonathan
Cape, in later life.
No such luck for Charles Charlesworth, who was born on the 14th of March, 1829, in Stafford. At the
age of four Charles had a beard and was sexually active.
In the final three years of his life his skin wrinkled, he developed varicose veins, shortness of breath,
grey hair, senile dementia and incontinence. Some time in his seventh year he fainted and never gained
consciousness
The coroner returned a verdict of natural causes due to old age.
Hugh Cory. Advanced writing with english in use. Oxford University Press, p. 34.
According to the text above,
It is rather common for women to look older than they really are.
( ) CERTO ( ) ERRADO

02. Lisa is staying home. Her cold is a lot ___________ today.


(A) bad
(B) worst
(C) worse and worst
(D) worse
(E) the worst

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03. We complained about the service in our hotel, but instead of improving, it got ______________.
(A) best
(B) the best
(C) worse
(D) the worst
(E) better and better

04. If you need any __________________ information, please contact our head office.
(A) far
(B) farther
(C) more far
(D) the furthest
(E) further

05. The more you practice your English, the _____ you’ll learn.
(A) faster
(B) farther
(C) fastest
(D) furthest
(E) more fast

06. The parcel seemed to get __________________ as I carried it along the avenue.
(A) more heavy
(B) heaviest
(C) heavier and heavier
(D) the heaviest
(E) most heavy

07. You look _______________. Have you put on weight?


(A) more fat
(B) more thin
(C) fatter
(D) the thinnest
(E) the fattest

08. It’s too noisy here. Can we go somewhere _______?


(A) quietest
(B) most quiet
(C) quieter
(D) more and more quieter
(E) more and most quiet

09. “What time shall we leave?” “The ________, the _______.”


(A) earlier, best
(B) sooner, better
(C) sooner, worst
(D) earliest, worse
(E) sooner, worst

10. Ann’s younger sister is still at school. Her ________ sister is a physician.
(A) elder
(B) older than
(C) the eldest
(D) the oldest
(E) the older

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Respostas

01. ERRADO
O item diz que: " É bastante comum para as mulheres parecerem mais velhas do que realmente são.
Nas linhas 4 e 5 podemos ler o contrário:
“...In women the former condition is common but women rarely suffer from the latter...”
"... Nas mulheres a condição anterior é comum (quando diz que algumas pessoas com 53 anos,
parecem que têm 35) mas mulheres raramente sofrem da outra condição (onde diz que outros parecem
estar na meia idade aos 25) "

02. (D) – Estamos comparando o resfriado entre ontem e hoje. Bad – worse (comparativo irregular)

03. (C) – O serviço do hotel está sendo comparado entre antes e depois da reclamação. Bad – worse
(comparativo irregular).

04. (E) – Further é forma irregular de far(longe), mas tem sentido de algo adicional.

05. (A) - Essa estrutura é o Parallel Increase, usamos a forma comparativa, nesse caso de fast (faster).

06. (C) – Esta estrutura é o Gradual Increase, usamos o comparativo repetidamente (heavy – heavier).

07. (C) – A frase pede comparativo (fat – fatter), pois está sendo comparado o peso da pessoa antes
e agora.

08. (C) – A pessoa quer um lugar mais quieto do que onde ela está. Comparando dois lugares, usamos
logo, quieter.

09. (B) - Usamos o Parallel Increase para dizer que algo depende de outra coisa.

10. (A) – Ao falarmos de uma pessoa mais velha que outra, podemos usar a forma irregular de old
(elder).

Advérbios

Os advérbios adicionam informações sobre um verbo, um adjetivo, um outro advérbio, um particípio


ou uma oração completa.

Advérbios simples: são formados por uma só palavra. Exemplos: here, sometimes.

Locuções adverbiais: são formados por duas ou mais palavras. Exemplos: in this apartment, once
every week.

Formação dos Advérbios

- Quando são derivados de adjetivos, os advérbios são, na maioria dos casos, formados pelo
acréscimo do sufixo -ly (-mente, em português) a um adjetivo.

careful (cuidadoso) / carefully (cuidadosamente, com cuidado)


especial (especial) / especially (especialmente)
extreme (extremo) / extremely (extremamente)

Observações:

1. Os adjetivos terminados em y trocam o y por i antes de receberem o sufixo -ly:

easy (fácil) - easily (facilmente)


heavy (pesado) - heavily (pesadamente)
lazy (prequiçoso) - lazily (preguiçosamente)
happy (feliz, alegre) - happily (felizmente, alegremente)
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2. Os adjetivos terminados em le trocam o le por ly:

probable (provável) - probably (provavelmente)


simple (simples) - simply (simplesmente)

3. Os adjetivos terminados em e (sem l antes do e) mantêm este e, e acrescentam ly; com a


exceção de true e due:

brave (bravo) - bravely (bravamente)


immediate (imediato) - immediately (imediatamente)

Exceções:
true (verdadeiro) - truly (verdadeiramente)
due (que se deve, devido, adequado, esperado) - duly (a tempo, pontualmente, diretamente)

4. Os adjetivos terminados em ic acrescentam ally após o ic:

tragic (trágico) - tragically (tragicamente)


romantic (romântico) - romantically (romanticamente)
automatic (automático) - automatically (automaticamente)

5. Caso o adjetivo já termine em -ly, nada se acrescenta a ele para a formação do advérbio:

Justine is tired of her daily routine. - daily = adjetivo (Justine está cansada da sua rotina diária.)
Bob's column is published daily. - daily = advérbio (A coluna de Bob é publicada diariamente.)

Adjetivos e Advérbios

Muitos adjetivos e advérbios possuem a mesma forma, veja alguns exemplos:

Close
Adjective: Harry is a close friend of mine. (Harry é um amigo próximo meu.)

Adverb: Come close, I need to tell you something. (Chegue perto, preciso te contar uma coisa.)

Hard
Adjective: John is a hard worker. (John é um trabalhador esforçado.)

Adverb: John works hard. (John trabalha de maneira esforçada.)

Adverb: It rained hard. (Choveu fortemente.)

Late
Adjective: A late applicant suddenly came into the room. (Um candidato atrasado entrou de repente na
sala.)

Adverb: I usually get up late in sunday mornings. (Eu geralmente acordo tarde nas manhãs de
domingo.)

Ordem dos Advérbios

- Advérbios de frequência (OFTEN, GENERALLY, SOMETIMES, NEVER, SELDOM, ALWAYS...)


são colocados, de preferência, ANTES do verbo principal ou APÓS o verbo auxiliar ou o verbo to be.

They usually watch TV in the evenings.

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She seldom eats sweets.

She is always late.

These curtains have never been cleaned.

Expressões adverbiais de frequência são colocadas no final ou no início de uma oração.

They watch TV every evening.


Once a week they go swimming.

- Advérbios de probabilidade (POSSIBLY, PROBABLY, CERTAINLY...) são colocados antes do


verbo principal mas após be ou um verbo auxiliar.

He probably knows her phone number.

He is certainly at home now.

- Perhaps e maybe (talvez) aparecem normalmente no começo de uma oração.

Perhaps I’ll see her later.


Maybe you’re right.

- Advérbios de tempo (TODAY, TOMORROW, NOW, SOON, LATELY...) são colocados no final ou
no início de uma oração.

He bought a new camera yesterday.


On monday I’m going to London.

- Advérbios de modo (SLOWLY, QUICKLY, GENTLY, SOFTLY, WELL...) aparecem normalmente


no final da oração. Alguns advérbios podem também aparecer no início de uma oração se quisermos
enfatizá-los.

She entered the room slowly.


Slowly she entered the room.
- Grande parte dos advérbios de modo é formada pelo acréscimo de LY (-mente) ao adjetivo.

serious – seriously
careful – carefully
quiet – quietly
heavy – heavily
bad – badly

- Porém, nem todas as palavras terminadas em LY são advérbios.

lonely = solitário
(adjetivo)
lovely = encantador
(adjetivo)

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silly = tolo (adjetivo)
elderly = idoso
(adjetivo)

- Advérbios de lugar (HERE, THERE, EVERYWHERE...) são usados no início ou no final de


orações.

You’ll find what you want here.


There comes the bus.

MODO, LUGAR, TEMPO

- A posição normal dos advérbios em uma oração é:


He did his job CAREFULLY AT HOME YESTERDAY.

MODO LUGAR TEMPO

LUGAR, MODO, TEMPO

- Com verbos de movimento, a posição normal é:


She traveled TO LONDON BY PLANE LAST WEEK.

LUGAR MODO TEMPO


OBSERVAÇÕES

1) FAST, HARD e LATE funcionam como adjetivos ou advérbios.

John is a fast runner. (adjetivo)


John runs very fast. (advérbio)

The train is very late. (adjetivo)


Jill arrived very late. (advérbio)

This is a hard question. (adjetivo)


If you want to succeed, study hard. (advérbio)

2) Atenção para as traduções de HARDLY e LATELY.

I can hardly move my feet. (advérbio)

= mal, com dificuldade

I haven’t seen John, lately. (advérbio)

= ultimamente

3) GOOD = bom (adjetivo) BAD = mau (adjetivo)


WELL = bem (advérbio) BADLY = mal (advérbio)

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Outros Advérbios

- Advérbios de grau / intensidade


Extremely: modifica um adjetivo
The water was extremely cold.

Quite: modifica um adjetivo


The movie is quite interesting.

Almost: modifica um verbo


She has almost finished.

Very: modifica um advérbio


She is running very fast.

Too: modifica um advérbio


You are walking too slowly.

Enough: modifica um advérbio


You are running fast enough.

- Advérbios de dúvida / certeza


Maybe (talvez)
Perhaps (talvez - no início ou no final da frase)
Possily (possivelmente)
Probably (provavelmente)
Definitely (definitivamente)
Certainly (certamente, seguramente, evidentemente)
Clearly (claramente, sem dúvidas, evidentemente)
Assuredly (indubitavelmente, sem dúvidas)

- Advérbios de ponto de vista


Happily, she started singing. (modifica a frase toda)

Questões

01. (SEFAZ/RJ – Auditor Fiscal – FCC)

Why Is Spain Really Taking Lionel Messi to Tax Court?

By Jonathan Mahler Sep 27, 2013

So Spain has decided to haul Lionel Messi into court for tax evasion, which strikes me as completely
insane on pretty much every level.
You may remember the story from a few months back: The greatest soccer player in the world and his
father were accused of setting up a bunch of shell companies in Belize and Uruguay to avoid paying taxes
on royalties and other licensing income.
Messi - who makes an estimated $41 million a year, about half from sponsors - reached a settlement
with Spain’s tax authorities earlier this summer, agreeing to pay the amount he apparently owed, plus
interest. The matter was settled, or so it seemed. Messi could go back to dazzling the world with his
athleticism and creativity.
Only it turns out that Spain wasn’t quite done with Messi. His adopted country - Messi is Argentine but
became a Spanish citizen in 2005 - is now considering pressing criminal charges against him.
Cracking down on tax-evading footballers has become something of a trend in Europe, where players
and clubs have been known to launder money through “image-rights companies” often set up in tax
havens. When you need money - and Europe needs money - go to the people who have it, or something
like that. Over the summer, dozens of Italian soccer clubs were raided as part of an investigation into a
tax-fraud conspiracy. A number of English Premier League clubs were forced last year to pay millions of
pounds in back taxes.
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No one likes a tax cheat, and there’s little doubt that widespread tax fraud has helped eat away at the
social safety net in Spain and elsewhere, depriving schools, hospitals and other institutions of badly
needed funds. But Europe is not going to find the answers to its financial problems in the pockets of some
professional soccer players and clubs.
Messi’s defense, delivered by his father, seems credible enough to me. “He is a footballer and that’s
it,” Messi’s father Jorge said of his soccer-prodigy son. “If there was an error, it was by our financial adviser.
He created the company. My mistake was to have trusted the adviser.” Even if Messi is legally responsible
for the intricate tax dodge he is accused of having participated in, it’s pretty hard to believe that he knew
much about it.
More to the point, Lionel Messi is probably Spain’s most valuable global asset. What could possibly
motivate the Spanish government to want to tarnish his reputation, especially after he’s paid off his alleged
debt? After four years of Great-Depression level unemployment, have anxiety and despair curdled into
vindictiveness?
Here’s another explanation: Maybe this whole case has less to do with money than it does with history.
Maybe it’s no coincidence that the target of the Spanish government’s weird wrath happens to play for FC
Barcelona, which is, after all, "mes que un club." It's a symbol of Catalan nationalism - and a bitter, longtime
rival of Spain’s establishment team, Real Madrid.
Too conspiratorial? Prove it, Spain. Release Cristiano Ronaldo’s tax return.
(Adapted form [Link]

A synonym for badly, as it is used in the text, is


(A) closely.
(B) evenly.
(C) much.
(D) almost.
(E) not.

02. (CODEVASF - Técnico em Informática – CONSULPLAN)

The uses for oil

Oil is the largest source of liquid fuel and, in spite of attempts to develop synthetic fuels, world
consumption of oil products in increasing.
The oil industry is not much more than a hundred years old. It began when the first oil well was drilled
in 1859. In the early days, oil was used to light houses because there was no electricity and gas was very
scarce. Later, people began to use oil for heating too.
Most industries use machinery to make things. Every machine needs oil in order to run easily. Even a
small clock or watch needs a little oil from time to time.
The engines of many machines use oil fuels petrol, kerosene or diesel. Cars, buses, trucks, tractors,
and small aircraft use petroleum chemicals: synthetic rubber, plastics, synthetic fiber materials for clothes
and for the home, paints, materials which help to stop rust, photographic materials, soap and cleaning
materials (detergents), drugs, fertilizers for farms and gardens, food containers, and may others.
In 1900 the world’s oil production was less than 2 million tons a year. Today the oil industry is one of
the world’s largest and most important suppliers of raw materials.

In the sentence: “every machine needs oil in order to run easily”. Easily can be considered:
(A) an adverb.
(B) an adjective.
(C) a noun.
(D) a preposition.
(E) a conjunction.

03. (INB – Engenheiro eletrônico – CONSULPLAN)

Wolves

Tsali, an old chief of the Cherokees (a tribe of Noth American Indians that live in the Southwest of the
Unites States), often walks along the stream near the village with his grandson. They do that almost every
day. The old man knows a lot of stories full of adventure or wisdom and the boy loves to listen to them.

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This morning Tsali decides to tell the boy about a battle that sometimes happens inside himself. The
old man says, “This battle is between two wolves. One is evil: cruelty, hate, anger, envy, despair, greed,
arrogance, guilt, lies, resentment, inferiority, superiority, and ego.”
The old Indian stops for a moment and then says, “the other is good: joy, peace, love, hope, empathy,
friendship, serenity, humility, kindness, generosity, truth, compassion, and faith…”
The boy is filled with curiosity. He looks at his grandfather and asks, “What happens then? Which wolf
wins?”
Tsali just smiles and answers, “The one I feed.”

They _________________ walk along the stream. They frequently do that.


(A) often
(B) sometimes
(C) every day
(D) always
(E) never

Respostas

01. C – Um dos significados do advérbio badly é o seguinte de acordo com o dicionário


Macmillan: Se você precisa ou quer algo ‘badly’, você precisa disso ‘very much’ (muito).
Ex: How successful you are depends on how badly you want to succeed. (O quão bem-sucedido que
você seja, depende muito de quanto você quer ter sucesso).

02. A
Muitos advérbios são derivados de adjetivos ou possuem a mesma forma do adjetivo. Quando são
derivados de adjetivos, os advérbios são, na maioria dos casos, formados pelo acréscimo do sufixo -ly (
mente em português) a um adjetivo.
O advérbio "easily" vem do adjetivo "easy"
Ex: easy ou easily: His success came too easy. / His success came too easily.
(O sucesso dele veio fácil / facilmente.)
Portanto na sentença: "toda máquina precisa de óleo para funcionar facilmente". "Easily" pode ser
considerado um advérbio.

03. A – A tradução correta de often é frequentemente (um sinônimo para frequently)

Artigos: definidos e indefinidos

Artigo Definido

THE = o, a, os, as

- Usamos antes de substantivos tomados em sentido restrito.

Exemplos:

The coffee produced in Brazil is of very high quality.

I hate the music they’re playing.

The people you’ve just met are my neighbors.

- Emprega-se também antes de nomes de países no plural ou que contenham as palavras


Kingdom, Republic, Union, Emirates.

Exemplos:

The United States

The Netherlands

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The United Kingdom

The Dominican Republic

- Antes de adjetivos ou advérbios no grau superlativo.

Exemplos:

John is the tallest boy in the family.

The best students will be awarded.

- Antes de acidentes geográficos (rios, mares, oceanos, cadeias de montanhas, desertos e ilhas
no plural), mesmo que o elemento geográfico tenha sido omitido.

Exemplos:

The Nile (River)

The Sahara (Desert)

The Pacific (Ocean)

- Antes de nomes de famílias no plural.

Exemplos:

The Smiths have just moved here.

The Browns are our friends.

- Antes de adjetivos substantivados.

Exemplos:

You should respect the old.

I feel sorry for the blind.

- Antes de numerais ordinais.

Exemplos:

He is the eleventh on the list.

This is the third time I hear you say that.

- Antes de nomes de hotéis, restaurantes, teatros, cinemas, museus.

Exemplos:

The Hilton (Hotel)

The British Museum

- Antes de nacionalidades.

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Exemplos:

The Dutch

The Chinese

- Antes de nomes de instrumentos musicais.

Exemplos:

She plays the piano very well.

Can you play the guitar?

- Antes de substantivos seguidos de preposição.

Exemplos:

The Battle of Trafalgar

The Houses of Parliament

Omissões

- Antes de substantivos tomados em sentido genérico.

Exemplos:

Roses are my favorite flowers.

Salt is used to flavor food.

- Antes de nomes próprios no singular.

Examples:

John didn’t come to the party yesterday.

She lives in South America.

- Antes de possessivos.

Exemplo:

My house is more comfortable than theirs.

- Antes de nomes de idiomas, não seguidos da palavra language.

Exemplo:

She speaks French and English. (Mas: She speaks the French language.)

- Antes de nomes de estações do ano.

Exemplo:

Summer is hot, but winter is cold.

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Casos especiais

- Não se usa o artigo THE antes das palavras church, school, prison, market, bed, hospital,
home, university, college, market, quando esses elementos forem usados para seu primeiro
propósito.

Exemplos:

She went to church. (para rezar)

She went to the church. (talvez para falar com alguém)

- Sempre se usa o artigo THE antes de office, cathedral, cinema, movies e theater.

Exemplos:

Let’s go to the theater.

They went to the movies last night.

Artigo Indefinido

A / AN = um, uma
Emprego do artigo A:

- Antes de palavras iniciadas por consoantes.

Exemplos:

A boy
A girl
A woman

- Antes de palavras iniciadas por vogais, com som consonantal.

Exemplos:

A uniform
A university
A European
Emprego do artigo AN:

- Antes de palavras iniciadas por vogais.


Examples:

AN egg
AN orange
AN umbrella

- Antes de palavras iniciadas por H mudo (não pronunciado).

Examples:

AN hour
AN honor
AN heir

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Usa-se os artigos indefinidos para:

- Dar ideia de representação de um grupo, antes de substantivos.

Exemplo:

A chicken lays eggs. (Todas as galinhas põem ovos.)

- Antes de nomes próprios no singular, significando “um tal de”.

Exemplo:

A Mr. Smith phoned yesterday.

- No modelo:
WHAT + A / AN = adj. + subst.
Exemplos:

What a nice woman! (Que mulher bondosa!)

What a terrible situation! (Que situação terrível!)

- Em algumas expressões de medida e frequência.

Exemplos:

A dozen (uma dúzia)

A hundred (uma centena, ou cem)

Twice a year (duas vezes ao ano)

- Em certas expressões.

Exemplos:

It’s a pity (é um a pena)


It’s a shame (é uma vergonha)
It’s an honor (é uma honra)

- Antes de profissão ou atividades.

Exemplos:

James is a lawyer.

Her sister is a physician.

Omissões

- Antes de substantivos contáveis no plural.

Exemplos:

Lions are wild animals.

I’ve seen (some*) good films lately.

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- Antes de substantivos incontáveis.

Exemplos:

Please, bring me (some*) bread.

Water is good for our health.

* Em alguns casos, podemos usar SOME antes dos substantivos.


Fonte: [Link] (com adaptações)

Questões

Marque a alternativa adequada para cada questão abaixo, de acordo com as regras estudadas:

01. I love living in this __________ city.


A) no article
B) a
C) the
D) an

02. Generally speaking, __________ boys are physically stronger than girls.
A) no article
B) a
C) the
D) an

03. The boss gave me __________ hour to finish the report.


A) no article
B) a
C) the
D) an

04. Do you remember __________ girl that we saw last night?


A) no article
B) a
C) the
D) an

05. P1: Did you go to the Thai restaurant?


P2: No, I went to __________ place where you and I normally go.
A) the
B) a
C) no article
D) an

06. He is __________ really good person.


A) the
B) a
C) no article
D) an

07. My brother is __________ expert at fixing cars.


A) the
B) no article
C) an
D) a

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08. __________ Paris is a beautiful city.
(A) no article
(B) a
(C) the
(D) an

09. My __________ teacher's name is William.


A) no article
B) a
C) the
D) an

10. We got our son __________ dog for Christmas.


A) the
B) a
C) no article
D) an
Respostas

01. A – “Amo morar nesta cidade”, não há necessidade de um artigo antes de cidade.

02. A – A frase cita meninos em geral, e nesse caso, não se usa artigo.

03. D - Usa-se antes de substantivo iniciando com som de consoante.

04. C - Trata-se de uma menina específica, logo, usa-se o artigo the.

05. A – Trata-se de um local específico, logo, usa-se o artigo the.

06. B - Usa-se antes de palavra iniciada com som de consoante.

07. C – Artigo indefinido, usado antes de palavra com som de vogal.

08. A – Antes de nome de cidade, não se usa artigo.

09. A – Trata-se de um teacher específico, portando, não se usa artigo.

10. B – Usa-se antes de substantivo iniciando com som de consoante.

Substantivos

Substantivos, que no inglês são conhecidos como nouns, são palavras que dão nome a pessoas,
lugares, coisas, conceitos, ações, sentimentos, etc. Também chamados de nomes, eles funcionam de
muitas maneiras nas sentenças. Na maioria das vezes, posicionam-se como o sujeito de um verbo,
funcionando como o ator ou agente dele. Os nomes também podem receber uma ação quando funcionam
como objeto do verbo. Quando atuam como sujeitos ou objetos, os substantivos podem ser apenas uma
palavra, frases, ou cláusulas.

Exemplos:
The plane crashed. (substantivo como sujeito da frase)
He kicked the dog. (substantivo como objeto direto do verbo)

A maioria dos substantivos forma o plural com o acréscimo de -s. Por exemplo:

Singular Plural
dog dogs
cat cats

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Quando o substantivo termina em -y e é precedido por consoante, faz-se o plural com -ies.

a canary canaries
a library libraries
a pony ponies
a story stories

Se o substantivo termina em -s, -ss, -z, -sh, -ch, -x (exceção: ox => oxen), acrescentamos -es para
formar o plural:

A beach two beaches


A church two churches
A dish two dishes
A fox two foxes

Existem algumas formas irregulares de plural. Alguns exemplos comuns são:

Woman women
Man men
Child children
Tooth teeth
Foot feet
Goose geese
Mouse mice
Person people

Para alguns terminados em -f ou -fe, trocamos estas letras por -ves. Para outros, apenas usamos -s:

Knife knives
Wife wives
Life lives
Substantivos contáveis e não contáveis

Fonte: [Link]

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Na tabela acima nós temos os exemplos de alguns alimentos divididos nas duas categorias que iremos
explicar abaixo, contáveis e incontáveis. Aqui iremos também traduzir todos os alimentos da lista, assim
o estudante não precisa ficar procurando em um dicionário um por um.

Countables – Contáveis Uncountables – Incontáveis


Bun – Bolinho Bread – Pão
Sandwich – Sanduiche Fruit – Fruta
Apple – Maça Juice – Suco
Orange – Laranja Meat – Carne
Burguer – Hamburguer Rice – Arroz
Fries – Batata frita Cereal – Cereal
Eggs – Ovos Jam – Geléia
Salad – Salada Milk – Leite
Vegetables – Vegetais Coffee – Café
Cookies – Biscoitos Sugar – Açucar
Potatoes – Batatas Flour – Farinha
Tomato – Tomates Oil – Óleo
Carrot – Cenoura Salt – Sal
Hot Dog – Cachorro quente Soup – Sopa
Candies – Doces Tea – Chá
Olives – Azeitonas Cottage Cheese – Coalhada
Peanuts – Amedoins Pasta – Massa
Pancakes – Panquecas Honey – Mel
Onion – Cebola Water – Água
Watermelon – Melancia Cheese – Quejo
Pea – Ervilha Butter – Queijo
Grapes – Uvas Seafood – Frutos do mar
Cherries – Cerejas Mustard – Mostarda

Contáveis são aqueles substantivos que podemos enumerar e contar, ou seja, que podem possuir
tanto forma singular quanto plural. Eles são chamados de countable nouns ou de count nouns, em inglês.

Por exemplo, podemos contar pencil. Podemos dizer one pencil, two pencils, three pencils, etc.

Incontáveis são os substantivos que não possuem forma no plural. Eles são chamados de
uncountable nouns, de non-countable nouns, ou até de non-count nouns, em inglês. Podem ser
precedidos por alguma unidade de medida ou quantificador. Em geral, eles indicam substâncias, líquidos,
pós, conceitos, etc., que não podemos dividir em elementos separados. Por exemplo, não podemos
contar “water” em por exemplo one water ou two waters. Podemos, sim, contar "bottles of water" ou
"liters of water", mas não podemos contar “water” em sua forma líquida.

Outros exemplos de substantivos incontáveis são: music, art, love, happiness, advice, information,
news, furniture, luggage, rice, sugar, butter, water, milk, coffee, electricity, gas, power, money, etc.

Em geral, estudantes de língua inglesa têm dificuldade de saber quando um substantivo é contável e
quando é não-contável. As dicas são sempre conferir a informação num bom dicionário e também tentar
memorizar alguns dos mais comuns para agilizar o seu estudo. Nos dicionários, normalmente você
encontra o símbolo [U] para identificar os uncountable nouns e [C] para os countable nouns.

Em várias situações necessitamos de fazer o uso de determinantes/quantificadores em conjunto com


substantivos contáveis e incontáveis.

Há determinantes específicos para os incontáveis: a little, little, less, much.

Exemplos:

I have little time to study today.


Eu tenho pouco tempo para estudar hoje.

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She has little patience with her kids.
Ela tem pouca paciência com seus filhos.

He demonstrates less aptitude.


Ele demonstra menos aptidão.

Judy and her husband have much money.


Judy e seu marido têm bastante dinheiro.

E há alguns específicos para uso com substantivos contáveis: a few, few, fewer, many.

Exemplos:

There are a few coins in my wallet.


Há algumas moedas na minha carteira.

Few people went to the show.


Poucas pessoas foram ao show.

We can see fewer cars on the streets today.


Nós podemos ver menos carros nas ruas hoje.
He has many friends.
Ele tem muitos amigos.

Existe ainda o determinante a lot of que pode ser utilizado tanto para substantivos contáveis como
incontáveis. Ele é apelidade de “coringa” porque serve para ambas as categorias. Mas lembre-se de focar
os estudos nos demais principalmente no much e many. Os concursos sempre focm mais no much e
many na tentativa de confundir o candidato.

Exemplo:

I have a lot of money.


Eu tenho um monte de dinheiro.

I have much money.


Eu tenho muito dinheiro.

There are a lot of cars in the street tonight.


Tem um monte de carros na rua esta noite.

There are many cars in the street tonight.


Tem muitos carros na rua esta noite.

Modificadores de substantivos

Modifiers são palavras, locuções, frases, ou cláusulas que qualificam o significado de outras palavras.
O termo é bem genérico: qualquer parte da fala que funciona como um adjetivo ou advérbio é um
modificador.

Nos exemplos abaixo, o modifier está em negrito e a palavra que ele modifica está sublinhada; a
função do modificador está descrita abaixo.

Adjetivos — descrevem ou modificam nomes. Uma locução adjetiva ou cláusula adjetiva funciona da
mesma maneira que uma simples palavra funcionaria.

Exemplos:

The yellow balloon flew away over the crying child.

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O balão amarelo voou sobre a criança chorona.

O adjetivo yellow modifica o substantivo balloon; crying modifica child.

Artigos — são palavras que acompanham os substantivos e tem função de classifica-los.

Exemplos:

The killer selected a knife from an antique collection.


O assassino escolheu uma faca de uma antiga coleção.

The, a, e an são artigos que especificam ou delimitam seus respectivos substantivos.

Advérbios — descrevem verbos, adjetivos, ou outros advérbios, completando a ideia de como, quanto
ou quando. Uma locução adverbial ou cláusula adverbial funciona da mesma forma que um único advérbio
funcionaria.

Exemplos:
The woman carefully selected her best dress for the party.
A mulher cuidadosamente escolheu seu melhor vestido para a festa.
Carefully é um advérbio que modifica o verbo selected.

Questões

1. I love reading. I've got hundreds of _____.


A) book
B) bookes
C) books
D) booken

2. Today is a busy day at school. I have five _______.


A) clases
B) class
C) classes
D) class's

3. I normally have two long ________ a year.


A) holiday
B) holidays
C) holidaies
D) holidayes

4. They have four ________, all girls.


A) childs
B) childes
C) childen
D) children

5. You must remember to brush your _____ after eating.


A) tooths
B) toothes
C) teeth
D) teeths

6. _____ are cheaper than taxis normally.


A) Bus
B) Buss
C) Bus's
D) Buses

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7. My ____ hurt! We walked for hours today!
A) foots
B) footen
C) feet
D) feets

8. There were a lot of ______ shopping this morning.


A) persons
B) person
C) people
D) peoples

9. I have visited more than ten different _________.


A) countrys
B) countries
C) countris
D) country

10. In England, a lot of _____ like playing football.


A) woman
B) womans
C) women
D) wimmen

11. I stayed in Hong Kong for seven ______.


A) month
B) months
C) monthis
D) monthes

12. This year I want to grow some ________ in the garden.


A) tomatoes
B) tomatos
C) tomato
D) tomatose

Respostas

1. (C) / 2. (C) / 3.(B) / 4. (D) / 5. (C) / 6. (D) / 7. (C) / 8. (C) / 9. (B) / 10. (C) / 11. (B) / 12. (A)

Numbers

Cardinal Numbers
Usados para:
1. Count things (contar as coisas): I have one little brother. There are thirty-one days in January.

2. Give your age (falar sobre idade): You are nineteen years old. My sister is twenty-seven years old.

3. Give your telephone number (dar número de telefone): Our phone number is two-six-nine, three-
eight-four-seven (269-3847).

4. Give years (falar sobre os anos): I was born in nineteen ninety-five (1995).

1 ONE
2 TWO
3 THREE
4 FOUR
5 FIVE

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. 103
6 SIX
7 SEVEN
8 EIGHT
9 NINE
10 TEN
11 ELEVEN
12 TWELVE
13 THIRTEEN
14 FOURTEEN
15 FIFTEEN
16 SIXTEEN
17 SEVENTEEN
18 EIGHTEEN
19 NINETEEN
20 TWENTY
21 TWENTY ONE
22 TWENTY TWO
23 TWENTY THREE
24 TWENTY FOUR
25 TWENTY FIVE
26 TWENTY SIX
27 TWENTY SEVEN
28 TWENTY EIGHT
29 TWENTY NINE
30 THIRTY
31 THIRTY ONE
32 THIRTY TWO
33 THIRTY THREE
40 FORTY
50 FIFTY
60 SIXTY
70 SEVENTY
80 EIGHTY
90 NINETY
100 ONE HUNDRED
101 ONE HUNDRED AND ONE
200 TWO HUNDRED
300 THREE HUNDRED
1000 ONE THOUSAND
1,000,000 ONE MILLION
1,000,000,000 ONE BILLION

Ordinal Numbers
Usados para:
1. Give a date (falar sobre datas): My birthday is on the 27th of August. (Twenty-seventh of August)

2. Put things in a sequence or order (colocar as coisas em uma sequência ou ordem): I was the second
to be interviwed.

3. Give the floor of a building (falar sobre os andares de construções): His office is on the tenth floor.

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. 104
1st FIRST
2nd SECOND
3rd THIRD
4th FOURTH
5th FIFTH
6th SIXTH
7th SEVENTH
8th EIGHTH
9th NINTH
10th TENTH
11th ELEVENTH
12th TWELFTH
13th THIRTEENTH
14th FOURTEENTH
15th FIFTEENTH
16th SIXTEENTH
17th SEVENTEENTH
18th EIGHTEENTH
19th NINETEENTH
20th TWENTIETH
21st TWENTY-FIRST
22nd TWENTY-SECOND
23rd TWENTY-THIRD
30th THIRTIETH
40th FORTIETH
50th FIFTIETH
60th SIXTIETH
70th SEVENTIETH
80th EIGHTIETH
90th NINETIETH
100th HUNDREDTH
101st HUNDRED AND FIRST
200th TWO HUNDREDTH
300th THREE HUNDREDTH
1,000th THOUSANDTH
1,000,000th TEN MILLIONTH

pronomes: personal pronouns (object pronouns, subject pronouns);


possessive pronouns; possessive adjectives;

Pronouns

Os Pronomes são palavras utilizadas para substituir os substantivos.

1. Pronomes Pessoais:

Em inglês existem dois tipos de pronomes pessoais, eles são: Subject Pronouns e Object Pronouns.

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. 105
Subject Pronouns
I EU
(Usados como sujeito da frase)
YOU VOCÊ
HE ELE
SHE ELA
IT ELE / ELA (COISAS E ANIMAIS)
WE NÓS
YOU VOCÊS
THEY ELES / ELAS

Exemplos:
I study English and Japanese.
She works in a big city.

Object Pronous
(Usados como objeto da frase) ME
YOU
HIM
HER
IT
US
YOU
THEM
Exemplos:
They gave me the book.
She always see him at school.

2. Pronomes Possessivos:
Em inglês há, também, dois tipos de pronomes possessivos, os Possessive Adjectives e os
Possessive Pronouns.

POSSESSIVE POSSESSIVE
ADJECTIVES PRONOUNS
MY MINE
YOUR YOURS
HIS HIS
HER HERS
ITS ITS
OUR OURS
YOUR YOURS
THEIR THEIRS

* Possessive Adjectives são usados antes de substantivos, precedidos ou não de adjetivos.


Exemplos:
Her parents live in London.
I want your new dress.

* Possessive Pronouns são usados para substituir a construção possessive adjective +


substantivo, evitando, portanto, a repetição.
Exemplo:
My car is red, but theirs is black.

MYSELF
YOURSELF

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3. Pronomes reflexivos: HIMSELF
HERSELF
ITSELF
OURSELVES
YOURSELVES
THEMSELVES

Exemplos:
He hurt himself. (Ele se cortou)
I cut myself. (Eu me cortei)

Observação:
Os pronomes reflexivos também possuem função enfática. Veja alguns exemplos:
They themselves built their houses. (Eles próprios construíram a casa)
We ourselves made this surprise to you. (Nós mesmos preparamos essa surpresa para você)
4. Pronomes Demonstrativos:

SINGULAR Tradução Exemplo


THIS esse / essa This is my favorite book.
THAT aquele / aquela That is my cat.

PLURAL Tradução Exemplo


THESE esses / essas These are my friends from school.
THOSE aqueles / aquelas Those are the English teachers.

5. Pronomes Indefinidos:

Derivações do “SOME” – SOMETIME (alguma vez)


SOMEWHERE (algum lugar)
SOMEONE (alguém)
SOMETHING (alguma coisa / algo)

Derivações do “ANY” – ANYWHERE (em qualquer lugar, em algum lugar, em nenhum lugar)
ANYBODY (qualquer pessoa, alguém, ninguém)
ANYTHING (qualquer coisa, nada, algo)

6. Pronomes Interrogativos:

Pronomes Tradução Exemplos:

WHAT O que? What do you study? (O que você estuda?)


WHERE Onde? Where do you live? (Onde você mora?)

WHEN Quando? When did he come to Brazil? (Quando ele veio para o Brasil?)

WHO Quem? Who is your friend? (Quem é seu amigo?)

WHOSE De quem? Whose wallet is this? (De quem é essa carteira?)


WHY Por que? Why is she sad? (Por que ela está triste?)

HOW Como? How do you prepare lemon pie?

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7. Pronomes Relativos
Os pronomes relativos podem exercer a função de sujeito ou objeto do verbo principal.

WHO Sujeito ou Pronome Objeto para pessoas I told you about the woman who lives in Brazil
WHICH Sujeito ou Pronome Objeto para animais Do you see the cat which is drinking milk?
e coisas
WHOSE Posses para pessoas, animais e coisas This is the boy whose mother is a nurse

WHOM Pronome Objeto para pessoas The woman whom you called is my cousin

THAT Sujeito ou Pronome Objeto para He is the man that saved my life
pessoas, animais e coisas That is the dog that bit my neighbor

8. One / Ones

One (singular ) / Ones (plural) são usados para evitar repetições desnecessárias.

See those two girls? Helen is the tall one (girl) and Jane is the short one (girl).

Let’s look at the photographs. The ones (photographs) you took in Paris.

Questões

Preencha as frases com o pronome correto:


01. .......... and ........... mother are from Japan.
(A) I - my
(B) Me - my
(C) their - my
(D) I - mine
(E) She – hers

02. ............. do they study here? Because they like our school.
(A) Where
(B) When
(C) Why
(D) Who
(E) What

03. She combs .....................


(A) himself
(B) yourself
(C) myself
(D) herself
(E) itself

04. Complete the sentences with the correct pronoun.


A sister of ________ has just gotten a job.
A) your
B) their
C) my
D) our
E) ours

05. Circle the correct alternative.


Peter’s wife said: “My husband wants me to sell my bicycle, but he won’t sell __________”.
A) hers
B) his
C) yours

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D) its
E) theirs

06. Circle the correct alternative.


John and Mary are my best friends, and I often go to movies with _________.
A) their
B) her
C) him
D) them
E) they

Leia o texto e responda as questões 07 e 08.

FDA seems to take light approach to Allergan and LAP-BAND

In 1960, a young inspector for the Food and Drug Administration faced down a powerful drug company
by rejecting its application to sell a morning-sickness drug in the United States. The company, Richardson-
Merrell, griped about her repeated demands for more safety data. They complained to her superiors,
branding her as nitpicker. But she stood firm. The drug is question was thalidomide, and worldwide as
many as 12.000 children were born with severe birth defects after their mothers used it, in the U.S., where
Frances Kelsey blocked Merrell from disturbing the drug expect to a few doctors for ‘experimental’ trials,
the toll was 17. Today’s FDA isn’t that FDA.
Today’s FDA can be steamrolled. Today’s FDA just approved an application by Allergan to expand the
target market of its Lap-Band weight-loss device potentially by tens of millions of patients. How much
safety data did the FDA review before giving Allergan the green light? Mainly the results of one year of
study of 149 patients. Kelsey has said that she demanded more information form Merrell, thalidomide’s
U.S. manufacturer, because its history of conflicts with the agency made her suspicious. Is there any
reason to mistrust Allergan? Let’s look at the record. In September, Allergan pleaded guilty to one criminal
count and paid $600 million in fines and penalties to settle federal charges that it had illegally marketed
Botox for uses the FDA hadn’t approved. In accepting the plea bargain, the government charged that the
company had made under-the-table payments to doctors who used Botox to treat unapproved conditions,
created front groups and websites to push the broader uses of the drug while concealing Allergan’s
backing, and coached physicians to over-diagnose a condition for which Botox could be legally marketed
so it could sell more product. Allergan took these steps, the government contended, because the approved
uses had meager sales potential. The most prevalent condition for which Botox treatment was approved,
cervical dystonia, is a neck spasm that affects only about 27.000 people, Allergan wanted doctors to
prescribe Botox for headaches. Botox’s sales grew 1.407% and by 2007, total Botox sales exceeded $500
million. More than 70% of that was unapproved uses.
This didn’t seem to enter into the FDA’s review of Allergan’s application to expand its marketing of the
Lap-Band, a device that’s surgically implanted around the stomach. So far, the approved use has been for
morbidly obese people. An FDA advisory panel, which gave preliminary approval to Allergan’s application,
wasn’t entirely happy with the company’s data supporting its safety and efficacy claims for the Lap-Band
– its own 149-patient study and six other studies, at least three of which conducted by researchers with
financial links to Allergan – but they felt that the Lap-Band’s benefits outweighed the risks.
(HILTZIKLOS, M., Adapted from Los Angeles Times, 22/02/2011)

07. ANVISA – ANALISTA ADMINISTRATIVO – CETRO)


Read the sentence below
“Botox’s sales grew 1.407% and by 2007, total Botox sales exceeded $500 million. More than 70% of
that was for unapproved uses.”

It is correct to affirm that the underlined word refers to:


(A) Botox.
(B) Million.
(C)Total.
(D)Sales.
(E)Uses.

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08. ANVISA – ANALISTA ADMINISTRATIVO – CETRO)
Read the sentence below and choose the alternative that correctly links the underlined words to the
nouns they refer to.
An FDA advisory panel, (I) which gave preliminary approval to Allergan’s application, wasn’t entirely
happy with the company’s data supporting (II) its safety and efficacy claims for the Lap-Band – (III) its own
149-patient study and six other studies, at least three of (IV) which conducted by researchers with financial
links to Allergan.

(A) I. “which” refers to “panel”; II. “its” refers to “company”; III. “its” refers to “company”; IV. “which” refers
to “studies”.
(B) I. “which” refers to “DFA”; II. “its” refers to “Allergan”; III. “its” refers to “Allergan”; IV. “which” refers
to “claims”.
(C) I. “which” refers to “panel”; II. “its” refers to “data”; III. “its” refers to “Lap-Band”; IV. “which” refers to
“patient”.
(D) I. “which” refers to “FDA”; II. “its” refers to “company”; III. “its” refers to “Allergan”; IV. “which” refers
to “Studies”.
(E) I. “which” refers to “panel”; II. “its” refers to “data”; III. “its” refers to “company”; IV. “which” refers to
“data”.
09. (TERMOBAHIA – TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO E CONTROLE JÚNIOR – CESGRANRIO)

Committee decides to lower the use of thermoelectric power generation

GTCIT Magazine

The Monitoring Committee of the Electric Sector (CMSE) decided on Monday (may 30, 2012), to
diminish the thermoelectric power generation in Brazil as of next week. According to the Ministry of Mines
and Energy, Márcio Zimmermann, the thermoelectric generation, which currently averages 4.000
megawatts (MW), should now be reduced to 2.500 MW.
These plants are used in Brazil mainly to prevent a power outage in the country in times of drought,
when the reservoirs of the dams are low. But the ministry assured that the reservoir of the hydroelectric
plants are satisfactory, and that there will be no need to resort to the thermoelectric resources.
According to the Minister Zimmermann, the Southeast has an average of 90% of its reservoirs full,
which is an excellent level for this time of year. Even the Northeast, whose reservoir levels are a little
lower, do not compromise system security.
“The system is operating perfectly within the current conditions, which safely allows us to reduce the
generation of thermoelectric energy. This will give us an economic surplus that can be used towards
system maintenance and in the implementation of new quality programs for the energy sector”, he said.
He also explained that: “of course, this does not mean that the committee will not be flexible as to this
decision in case the current conditions take an unexpected turn.” They will be following the reduction of
the projection for the coming months and, if necessary, the plans will be changed according to the
demands vis-avis resources.
Available at: [Link]

In the text, “They” (line 28) refers to the:

(OBS: Os números das linhas na questão podem variar por conta da diagramação do material.)

(A)Plans.
(B)Resources.
(C)Conditions.
(D)Demands.
(E)Committee.

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10. (INNOVA – ADVOGADO JÚNIOR – CESGRANRIO)

The Underwater Centre secures its biggest ever contract – worth $1.3 million – to train
Russian saturation divers

Your Oil and Gas News Magazine

The world’s leading commercial diver and Remotely Operated Vehicle (ROV) training facility, based in
the Scottish Highlands and Australia, has secured its biggest contract – worth US$ 1.3millin – to train
Russian saturation divers. The award cements its reputation as a major service provider for the growing
worldwide oil and gas industry.
The men, already experienced air divers, were trained on saturation procedures and techniques and
will receive the Australian Diver Accreditation Scheme (ADAS) and the Closed Bell certification. More
advanced than the ADAS, the Closed Bell is the certification appropriate to deep water dives of 60 meters
/ 200 feet, using a trimix tank with 16 percent oxygen (O2).
During the training, divers lived in a chamber for up to 28 days, which was pressurized to the same
pressure of the sea, exactly at the depth that they will be working at. Living and working at pressure mean
that they can be transported quickly and efficiently to the work site under the water without decompression
stops, allowing divers to work in much greater depths and for much longer periods of time.
MRTS Managing Director Alexander Kolikov said: “Oil and gas firms in Russia are currently facing a
skills shortage due to the rapidly increasing amount of exploration work underway at the moment. By
investing in the training of our divers in saturation diving, we are addressing this need for experts in
maintenance and repair activities vital to maintaining Russia’s subsea infrastructure.”
Steve Ham, General Manager at the Fort William Centre said: “We were delighted when MRTS chose
The Underwater Centre to train its divers in saturation diving, and I think this is testament to the hard work
we have been putting in to ensure our reputation as a world-class training facility.
Available at: [Link]

The possessive pronoun its (line 6) refers to

(OBS: Os números das linhas na questão podem variar por conta da diagramação do material.)

(A) Commercial diver and Remotely Operated Vehicle (ROV) training facility (lines 1-2)
(B) Scottish Highlands and Australia (line 3)
(C) Biggest ever contract (line 4)
(D) Russian saturation divers (line 5)
(E) Oil and gas industry (line 7)

Respostas

1. (A)
I – pronome sujeito
My – pronome possessivo usado antes do substantivo mother - mãe

2. (C)

3. (D)

4. (E)

5. (B)

6. (D)

7. (D)
A questão pede que o candidato determine. Leia a sentença abaixo e afirme ao que a palavra
sublinhada se refere. As vendas de Botox cresceram 1.407% e em 2007 a venda total de Botox passou
de 500 milhões de dólares. Mais de 70% disso (vendas) foram para usos não aprovados.

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8. (A)
A questão pede que o candidato determine. Leia a sentença abaixo e escolha a alternativa que
corretamente ligue as palavras sublinhadas com os substantivos os quais elas se referem. O painel de
conselhos da FDA, o qual (painel) deu aprovação preliminar para a proposta da Allergan, não estando
totalmente feliz com os dados de apoio da empresa e suas (da empresa) alegações de eficiência e
segurança para o Lap-Band – seu (da empresa) próprio estudo com 149 pacientes e outros seis estudos,
os quais (os estudos) pelo menos três foram conduzidos por pesquisadores com ligações financeiras a
Allergan.

9. (E)
A questão pede que o candidato determine. De acordo com o texto, o pronome “they” se refere à. No
último parágrafo o texto afirma que, claro que isso não quer dizer que o comitê não será flexível a sua
decisão caso as condições atuais mudem drasticamente. Eles irão seguir a redução (...). Eles se refere
aos membros do comitê que tomaram tal decisão.

10. (A)
A questão pede que o candidato determine a que o pronome possessivo “its” se refere. A primeira
parte do texto qualifica o centro de treinamento para mergulhadores e veículos operados remotamente.
Em seguida (no trecho em que temos o pronome “its”) o texto fala que o prêmio cimenta sua reputação.
No caso esse “sua” se refere ao mesmo centro.

relative clauses: who/that/which/whose/whom/where.

Relative clauses - orações subordinadas

As orações subordinadas (subordinate clauses), também chamadas de orações dependentes


(dependent clauses), exercem uma função sintática em relação a uma outra oração, chamada
de oração principal, que requer complemento para que seu significado seja completo. Desse modo, as
orações subordinadas estão sempre ligadas a outra oração, visto que sozinhas também não possuem
um sentido completo em si. Em inglês, há dois tipos de orações subordinadas: Relative or Adjective
Clauses e Adverbial Clauses. A seguir, veja mais detalhadamente esses dois tipos de orações
subordinadas da língua inglesa.
Orações Relativas – Relative / Adjective Clauses

As orações relativas (relative/adjective clauses) realizam a mesma função de um adjetivo:


complementam um substantivo ou um pronome da oração principal, que é chamado de antecedente.
Para adicionarmos informações ao antecedente, usamos os pronomes
relativos (who, whom, whose, which e that). Há dois tipos de orações relativas:
as restritivas (defining relative clauses) e as explicativas(non-defining relative clauses). A escolha
do pronome relativo dependerá do tipo de oração (restritiva ou explicativa) e da função que exercem
(sujeito, objeto ou ideia de posse). A partir de agora, estudaremos cada uma das orações relativas
separadamente:

Defining Relative Clauses - Orações Restritivas


Essas orações definem ou diferenciam o antecedente, ou seja, elas servem para definir sobre quem
ou sobre o que estamos falando. Observe suas características:

- Não são antecedidas de vírgula.


Do you know the girl who is talking to Tom?
(Você conhece a menina que está falando com o Tom?)

I was invited to a party which was not very excited.


(Fui convidado para uma festa que não estava muito animada.)
I met a woman who can speak six languages. (Conheci uma mulher que sabe falar seis idiomas.)

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. 112
Uso dos pronomes.

FUNÇÃO PESSOA COISA


Sujeito who / that which / that
Objeto who / whom / that / - which / that / -
Possessivo whose whose

Observando o quadro acima, concluímos que as orações restritivas que se referem a pessoas são
introduzidas por who, whom ou that, já as orações restritivas que se referem a coisas são introduzidas
por which ou that. O pronome possessivo whose é usado tanto para pessoas como para coisas:
Is this the man who / that stole your bag? (É este o homem que roubou sua bolsa?)
I need a car which is big. (Preciso de um carro que seja grande.)
Do you know the boy whose mother is a nurse? (Você conhece o menino cuja mãe é enfermeira?)
The tree whose leaves have fallen. (A árvore cujas folhas caíram.)
It's the house whose door is painted red. (Trata-se da casa cuja porta é pintada de vermelho.)
- O pronome relativo pode ser omitido quando exercer função de objeto. Mas lembre-se: essa
omissão jamais pode ocorrer quando o pronome exercer função de sujeito. Quando o pronome relativo
for seguido por um verbo, ele exerce função de sujeito. Caso o relativo seja seguido por um substantivo
ou pronome, ele exerce função de objeto. Observe os exemplos abaixo:
Christopher Columbus was the man who discovered America.
(Cristóvão Colombo foi o homem que descobriu a América.)
Gustavo is the journalist who writes for the Times.
(Gustavo é o jornalista que escreve para o Times.)

The man who lives next door is my grandfather.


(O homem que mora na casa ao lado é meu avô.)

This is the person (who) I saw at the bakery last night. - O pronome who é opcional.
(Esta é a pessoa que eu vi na padaria ontem à noite.)

Sorry, I have lost the CD (which) I borrowed from you. - O pronome which é opcional.
(Desculpa, perdi o CD que peguei emprestado de você.)

Richard is the lawyer (who) we met last week. - O pronome who é opcional.
(Ricardo é o advogado que conhecemos na semana passada.)
Fonte: [Link]

Questões

1. The British Prime Minister, ____ was interviewed yesterday, denied responsibility.
a) who
b) that
c) Either could be used here.

2. The car ____ was stolen belonged to my partner.


a) which
b) that
c) Either could be used here.

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3. The house ____ they have rented is in the centre of town.
a) which
b) that
c) Either could be used here.

4. The crowd, ____ were making a lot of noise, were told to move on by the police.
a) who
b) that
c) Either could be used here.

5. The company, _____ CEO is under investigation, is doing very badly.


a) which
b) whose
c) Either could be used here.

6. The capital city, ____ cathedral is one of the finest in the country, is worth visiting.
a) whose
b) which
c) Either could be used here.

7. The school, ____ has seven hundred students, had the best exam results in the country last year.
a) that
b) which
c) Either could be used here.

Respostas

1. (A) / 2. (C) / 3. (C) / 4. (A) / 5. (B) / 6. (A) / 7. (B)

Comparatives and superlatives: possessive case.

Adjetivos: grau comparativo e superlativo

As formas comparativas e superlativas dos adjetivos ou advérbios na língua inglesa, são usadas de
acordo com a quantidade de coisas (objetos, pessoas, animais, cidades, etc.) que são comparadas.

Usamos o grau Comparativo para compararmos sempre duas coisas.

Usamos o grau Superlativo para destacarmos uma coisa dentro de um grupo de três ou mais.

Formas Invariáveis

As formas invariáveis são aquelas que o Adjetivo ou Advérbio não mudam a escrita, apenas
acrescentamos as formas de igualdade, superioridade ou inferioridade. Veja a tabela abaixo:

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Exemplos:

As cold as tão frio quanto


NOT so (as) cold as não tão frio quanto
Less cold than menos frio que
the least cold o menos frio
as expensive as tão caro quanto
NOT so (as) expensive as não tão caro quanto
Less expensive than menos caro que
The least expensive o menos caro

Formas Variáveis

As formas variáveis são aquelas onde o adjetivo ou advérbio mudam a escrita. São aplicadas apenas
as palavras curtas, ou seja, aquelas com uma ou duas sílabas. Modificamos as terminações seguindo
algumas observações que serão estudadas abaixo:

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Observações:

1. Usamos os sufixos –ER ou –EST com adjetivos / advérbios de uma só sílaba.

Exemplos:

taller than = mais alto que the tallest = o mais alto

bigger than = maior que the biggest = o maior

2. Usamos os sufixos –ER ou –EST com adjetivos de duas sílabas.

Exemplos:
happier than = mais feliz que

cleverer than = mais esperto que

the happiest = o mais feliz

the cleverest = o mais esperto

3. Usamos os prefixos MORE e MOST com adjetivos de mais de duas sílabas.

Exemplos:
MORE comfortable than = mais confortável que

MORE careful than = mais cuidadoso que

THE MOST comfortable = o mais confortável

THE MOST careful = o mais cuidadoso

4. Usamos os prefixos MORE e MOST com advérbios de duas sílabas.

Exemplos:
MORE afraid than = mais amedrontado que

MORE asleep than = mais adormecido que

THE MOST afraid = o mais amedrontado

THE MOST asleep = o mais adormecido

5. Usamos os prefixos MORE e MOST com qualquer adjetivo terminado em –ED, –ING, –FUL, –RE, –
OUS.

Exemplos:

tired – more tired than – the most tired (cansado)

charming – more charming than – the most charming (charmoso)

hopeful – more hopeful than – the most hopeful (esperançoso)

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sincere – more sincere than – the most sincere (sincero)

famous – more famous than – the most famous (famoso)

Variações Ortográficas

3. Adjetivos monossilábicos terminados em uma só consoante precedida de uma só vogal, dobram


a consoante final antes de receberem –ER ou –EST.

Exemplos:
fat – fatter than – the fattest (gordo)
thin – thinner than – the thinnest (magro)

4. Adjetivos terminados em Y precedido de vogal trocam o Y para I antes do acréscimo de


-ER ou –EST.

Exemplos:
angry – angrier than – the angriest (zangado)
happy – happier than – the happiest (feliz)

EXCEÇÃO
shy – shyer than – the shyest (tímido)

3. Adjetivos terminados em E recebem apenas –R ou –ST.

Exemplos:
nice – nicer than – the nicest (bonito, simpático)
brave – braver than – the bravest (corajoso)

Formas Irregulares

1. Alguns adjetivos e advérbios têm formas irregulares no comparativo e superlativo de superioridade.

Good (bom / boa) Better than - the best


Well (bem)
Bad (ruim / mau) Worse than - the worst
Badly (mal)
Little (pouco) Less than - the least

2. Alguns adjetivos e advérbios têm mais de uma forma no comparativo e superlativo de superioridade.

Farther than – the farthest


Far (longe) (distância)
further (than) – the furthest
(distância / adicional)
older than – the oldest
Old (velho) elder – the eldest (só para elementos
da mesma família)
Late (tarde) the latest (o mais recente)
the last (o último da série)

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Parallel Increase

Usamos a estrutura the + comparativo... the + comparativo


para dizer que uma coisa depende de outra.

The warmer the weather, the better I feel. (Quanto mais quente o tempo, melhor eu me sinto.)

The more expensive the hotel, the better the service. (Quanto mais caro o hotel, melhor o serviço.)

The longer the phone call, the more you have to pay. (Quanto mais longo o telefonema, mais você
tem de pagar.)

Gradual Increase

Usamos dois comparativos juntos para indicar que algo está


mudando continuamente.

It’s becoming harder and harder to find a job. (Está ficando cada vez mais difícil achar um emprego.)

Traveling is becoming more and more expensive. (Viajar está ficando cada vez mais caro.)

The weather is becoming hotter and hotter. (A temperatura está ficando cada vez mais quente.)

ATENÇÃO

ELDER é usado antes de substantivos.

Exemplo: My elder brother lives in Chicago.


Fonte: [Link] (com adaptações)

Questões

11. (STF – Analista Judiciário – CESPE/2013)

The aging process affects us all at different rates. Some people of fifty-three, like the esteemed author,
look a mere thirty-five, with sparkling brown eyes, a handsome gait and the virility of a steam train. Others,
like the author’s friend Colin, look like little middle-aged men at twenty-one with middle-aged outlooks of
set ways and planned futures. In women the former condition is common but women rarely suffer from the
latter, being fired with the insatiable drive of ambition for either an independent and distinguished career
in a still male-dominated world, or a home and seven children by the time they are thirty followed by an
independent and distinguished career as a Cheltenham councillor or a public relations agent for Jonathan
Cape, in later life.
No such luck for Charles Charlesworth, who was born on the 14th of March, 1829, in Stafford. At the
age of four Charles had a beard and was sexually active.
In the final three years of his life his skin wrinkled, he developed varicose veins, shortness of breath,
grey hair, senile dementia and incontinence. Some time in his seventh year he fainted and never gained
consciousness
The coroner returned a verdict of natural causes due to old age.
Hugh Cory. Advanced writing with english in use. Oxford University Press, p. 34.
According to the text above,
It is rather common for women to look older than they really are.
( ) CERTO ( ) ERRADO

12. Lisa is staying home. Her cold is a lot ___________ today.


(A) bad
(B) worst
(C) worse and worst
(D) worse
(E) the worst

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13. We complained about the service in our hotel, but instead of improving, it got ______________.
(A) best
(B) the best
(C) worse
(D) the worst
(E) better and better

14. If you need any __________________ information, please contact our head office.
(A) far
(B) farther
(C) more far
(D) the furthest
(E) further

15. The more you practice your English, the _____ you’ll learn.
(A) faster
(B) farther
(C) fastest
(D) furthest
(E) more fast

16. The parcel seemed to get __________________ as I carried it along the avenue.
(A) more heavy
(B) heaviest
(C) heavier and heavier
(D) the heaviest
(E) most heavy

17. You look _______________. Have you put on weight?


(A) more fat
(B) more thin
(C) fatter
(D) the thinnest
(E) the fattest

18. It’s too noisy here. Can we go somewhere _______?


(A) quietest
(B) most quiet
(C) quieter
(D) more and more quieter
(E) more and most quiet

19. “What time shall we leave?” “The ________, the _______.”


(A) earlier, best
(B) sooner, better
(C) sooner, worst
(D) earliest, worse
(E) sooner, worst

20. Ann’s younger sister is still at school. Her ________ sister is a physician.
(A) elder
(B) older than
(C) the eldest
(D) the oldest
(E) the older

Respostas

03. ERRADO

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O item diz que: " É bastante comum para as mulheres parecerem mais velhas do que realmente são.
Nas linhas 4 e 5 podemos ler o contrário:
“...In women the former condition is common but women rarely suffer from the latter...”

"... Nas mulheres a condição anterior é comum (quando diz que algumas pessoas com 53 anos,
parecem que têm 35) mas mulheres raramente sofrem da outra condição (onde diz que outros parecem
estar na meia idade aos 25) "

04. (D) – Estamos comparando o resfriado entre ontem e hoje. Bad – worse (comparativo irregular)

03. (C) – O serviço do hotel está sendo comparado entre antes e depois da reclamação. Bad – worse
(comparativo irregular).

04. (E) – Further é forma irregular de far(longe), mas tem sentido de algo adicional.

05. (A) - Essa estrutura é o Parallel Increase, usamos a forma comparativa, nesse caso de fast (faster).

06. (C) – Esta estrutura é o Gradual Increase, usamos o comparativo repetidamente (heavy – heavier).

07. (C) – A frase pede comparativo (fat – fatter), pois está sendo comparado o peso da pessoa antes
e agora.

08. (C) – A pessoa quer um lugar mais quieto do que onde ela está. Comparando dois lugares, usamos
logo, quieter.

09. (B) - Usamos o Parallel Increase para dizer que algo depende de outra coisa.

10. (A) – Ao falarmos de uma pessoa mais velha que outra, podemos usar a forma irregular de old
(elder).

Genitive case

O “Genitive Case” (Caso Possessivo) é usado para estabelecer uma relação de posse, parentesco ou
autoria. Sendo representado por ‘s ou apenas ‘.

Exemplos: The car of the boy = The boy’s car / The house of the dog = The dog’s house

O elemento a receber ‘s ou ‘ deverá ser uma


pessoa ou um animal, nunca uma coisa.

Recebem ‘s

a) Substantivos singulares, terminados ou não de -s


Exemplos:
The mother of Sue = Sue’s mother
The husband of the waitress = The waitress’s husband (O marido da garçonete)

b) Substantivos plurais, não terminados em –s


Exemplos:
The toys of the children = The children’s toys
The bags of the women = The women’s bags

Recebem apenas ‘

a) Substantivos plurais terminados em –s


Exemplo: The uniforms of the workers = The workers’ uniforms

Apostila gerada especialmente para: Alberto Santos da Paixão 060.693.175-99


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b) Nomes clássicos, famosos, terminados em –s
Exemplos:
The words of Jesus = The Jesus’ words
The thoughts of Socrates = The Socrates’ thoughts

Observações

1. Quando houver dois ou mais possuidores para um só elemento possuído, apenas o último possuidor
recebe ´s ou ‘
Exemplo: The bedroom of Henry and Paul is blue= Henry and Paul’s bedroom is blue

2. Quando houver dois ou mais possuidores para elementos possuídos diferentes, todos os
possuidores recebem ‘s ou ‘
Exemplo: The bedrooms of Henry and Paul are blue= Henry’s and Paul’s bedrooms are blue

3. Substantivos compostos recebem ‘s no último elemento


Exemplo: The cake of my mother-in-law = My mother-in-law’s cake

4. Usa-se “Genitive Case” com expressões de tempo, medida e quantidade


Exemplos:
A week’s Holiday = um feriado de uma semana
A month’s wage = o salário de um mês
A pound’s weight = o peso de uma libra

5. Pode-se usar “Genitive Case” se o possuidor for o governo, um lugar ou uma organização
Exemplos:
The government’s intention
Brazil’s food
Questões

Preencha as frases com a alternativa correta:

01. ...................................... is Tom.


(A) My father’s-in-law name
(B) My father-in-law name
(C) My father-in-law’s name
(D) My fathers-in-law’s name
(E) My father-in-laws’ name

02. You should pay attention to ............................


(A) the Jesus’ words
(B) Jesus’s words
(C) the words of Jesus’
(D) Jesus’ words
(E) the Jesus’s words

03. .................................... are famous doctors.


(A) Paula and Joan’s husbands
(B) the Paula and the Joan
(C) Paula’s and Joan’s husband
(D) the husband of Paula and Joan
(E) Paula’s and Joan’s husbands

Repostas

01. Resposta C
Father-in-law é um substantivo composto, portanto, deve receber “-s” apenas no último elemento (law).

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02. Resposta D
Jesus é um nome clássico terminado em –s, assim, enquadra-se na regra de receber apenas ‘

03. Resposta E
Temos dois maridos diferentes, o da Paula e o da Joan. Quando houver dois possuidores para dois
elementos diferentes os dois possuidores devem receber ‘s

Aprendizagens em língua estrangeira; relação entre Língua, cultura e


sociedade.

Cultura e sociolinguística no ensino e na aprendizagem de língua estrangeira

Em seu estudo, Carina Silva Fragozo diz que o aprendizado de línguas estrangeiras caracteriza-se
como um processo bastante complexo, pois envolve muito mais do que a habilidade de produzir e
compreender sentenças na língua-alvo. A língua é também um fenômeno social e, assim, linguagem,
comunicação e cultura estão diretamente relacionadas, já que todos nós possuímos uma linguagem,
estamos inseridos em uma sociedade e possuímos nossos próprios valores culturais. As relações entre
língua, sociedade e cultura têm sido cada vez mais abordadas no estudo da aquisição de língua
estrangeira e, desse modo, cresce o interesse pela interface entre Sociolinguística e Aquisição de Língua
Estrangeira (LE), que estuda o modo em que o contexto social influencia a aquisição e o uso de uma
segunda língua.
Cultura e Sociolinguística na aula de LE Segundo Brown, cultura é o contexto em que existimos,
sentimos e nos relacionamos com outras pessoas. De acordo com o autor, uma língua é parte de uma
cultura e uma cultura é parte de uma língua, sendo estes dois aspectos conectados de tal forma que não
é possível separá-los sem perder-se a importância da cultura ou da língua. Com relação à prática
pedagógica, há professores que não sabem como interligar o ensino de língua estrangeira com o de
cultura e acreditam que seu papel seria o de ensinar língua “e” cultura. Entretanto, o ensino de cultura
não deve ser visto como uma atividade “extra”, ou como uma quinta habilidade a ser aprendida (escrita,
leitura, fala, escuta e cultura), e sim como um pano de fundo durante todo o processo de ensino e de
aprendizagem. É importante, por exemplo, que o professor possibilite o conhecimento de diferentes
culturas e, em vez de fazer com que os alunos se comportem como membros de determinado grupo
cultural, levem estes a interpretar os significados de tal cultura. Segundo Sarmento (2004), é importante
que os alunos sejam levados a tornarem-se responsáveis por suas próprias palavras, de modo que
aprendam a fazerem-se compreendidos por membros de diferentes grupos culturais sem precisar mudar
de comportamento. Além disso, é tarefa do professor demonstrar ao aluno os diferentes registros da
língua-alvo (formal ou informal), para que ele seja capaz de escolhê-los conforme a situação de
comunicação. Para isso, a autora sugere que, em vez de apresentar os comportamentos e costumes
estrangeiros para demonstrar como os falantes da língua-alvo se comportam, seria mais proveitoso
resgatar inadequações culturais da fala dos próprios alunos, o que os tornariam mais conscientes sobre
seus estilos discursivos. Assim, o objetivo da aula de LE não seria o de fazer o aluno seguir as regras da
cultura-alvo, e sim o de fazê-lo perceber os contrastes entre sua cultura e a cultura estrangeira. Portanto,
o ensino de cultura é relevante por evitar o estabelecimento de estereótipos e permitir que o aluno tenha
controle de seu próprio aprendizado, sendo capaz de questionar o contexto em que o aprendizado da
língua alvo está inserido. Com relação ao ensino de inglês em países como o Brasil, em que os aprendizes
não têm muitas oportunidades para utilizar a língua fora da sala de aula, é comum alunos com baixo
background cultural se questionarem sobre a validade de aprender outra língua e outra cultura. É dever
do professor, em situações como essa, mostrar o papel da língua inglesa como língua internacional, o
que a torna a língua dos negócios, da pesquisa científica, do comércio, da tecnologia e da comunicação
internacional. Desse modo, atualmente a língua inglesa não se restringe a ser uma ferramenta para a
compreensão dos valores culturais americanos e britânicos, pois é um meio de interagir com o mundo
globalizado.
Além das contribuições da Sociolinguística para o estudo da Aquisição de LE, este trabalho
demonstrou que o conhecimento linguístico também é importante para a prática pedagógica. Através
deste conhecimento, o professor torna-se capaz de considerar as diferenças linguísticas e culturais entre
os membros de uma comunidade, assim como seus valores sociais, de modo a desenvolver o currículo
e o método mais adequados para determinados contextos de ensino. A aplicação do conhecimento
sociolinguístico na prática pedagógica tem contribuído para o desenvolvimento de uma pedagogia
Apostila gerada especialmente para: Alberto Santos da Paixão 060.693.175-99
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culturalmente sensível aos conhecimentos e valores culturais que o aluno já possui, de modo a combater
o estigma linguístico. Além disso, por meio do conhecimento sociolinguístico, o professor torna-se capaz
de perceber que nem sempre as dificuldades apresentadas pelos alunos durante a aquisição de uma
língua estrangeira são originadas pelo contexto linguístico, pois, muitas vezes, fatores extralinguísticos
como idade, período de aquisição da língua estrangeira, motivação e background cultural podem ter
grande influência sobre o aprendizado.

Apostila gerada especialmente para: Alberto Santos da Paixão 060.693.175-99


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