05 Conhecimento Ingles
05 Conhecimento Ingles
Interpretação e compreensão dos diversos aspectos textuais; uso e domínio das estratégias de leitura:
compreensão geral do texto; reconhecimento de informações específicas; inferência e predição; ........... 1
palavras cognatas e falsos cognatos; .................................................................................................. 9
abordagem da linguagem sob novos enfoques. ................................................................................. 10
Vocabulário: domínio de vocabulário compatível com a interpretação e elaboração de texto, dentro do
conteúdo exigido. ................................................................................................................................... 20
Aspectos gramaticais: conhecimento dos tempos e modos verbais. Verb to be, regular/irregular verbs
(simple present and simple past). ........................................................................................................... 22
Present continuous. ........................................................................................................................... 35
Past continuous. ................................................................................................................................ 41
Present perfect and past perfect. ....................................................................................................... 43
Present perfect continuous. ............................................................................................................... 45
Future tense: will; going to – nas diversas formas (afirmativa, negativa e interrogativa). ................... 47
Imperative. ......................................................................................................................................... 51
Modals: can, could, should, must, have, may. .................................................................................... 48
Passive voice. .................................................................................................................................... 52
Uso de preposições e conjunções. .................................................................................................... 56
Formação e classe de palavras; ........................................................................................................ 79
pronomes: personal pronouns (object pronouns, subject pronouns); possessive pronouns; possessive
adjectives; ............................................................................................................................................ 105
relative clauses: who/that/which/whose/whom/where. ...................................................................... 112
Comparatives and superlatives: possessive case. ........................................................................... 114
Aprendizagens em língua estrangeira; relação entre Língua, cultura e sociedade. .......................... 122
Caro(a) candidato(a), antes de iniciar nosso estudo, queremos nos colocar à sua disposição, durante
todo o prazo do concurso para auxiliá-lo em suas dúvidas e receber suas sugestões. Muito zelo e técnica
foram empregados na edição desta obra. No entanto, podem ocorrer erros de digitação ou dúvida
conceitual. Em qualquer situação, solicitamos a comunicação ao nosso serviço de atendimento ao cliente
para que possamos esclarecê-lo. Entre em contato conosco pelo e-mail: professores@[Link]
Interpretação de Textos
Quando estamos aprendendo inglês, é muito comum nos depararmos com textos que julgamos
indecifráveis. Ao ler tantas palavras desconhecidas, nos assustamos e muitas vezes desistimos de ler,
antes mesmo de começar, ou, então, logo pegamos o bom e velho dicionário. Mas com estas 6 dicas de
interpretação de textos em inglês, essa tarefa vai ficar mais fácil.
Usar um dicionário, claro, é muito útil, mas recorrer a ele toda vez que se depara com uma palavra
desconhecida não é a melhor forma de fazer uma leitura. Isso trunca o processo e atrapalha o
desenvolvimento da fluência do estudante. Que tal, então, antes de recorrer ao dicionário, tentar concluir
a sua leitura, com eficiência, apenas captando o contexto do conteúdo?
Se, no meio do processo, encontrar palavras desconhecidas, grife-as, mas não pare a leitura. Você
ainda pode tentar entendê-las pelo contexto.
5. Consulte o dicionário
Só depois de analisar bem o texto é hora de pegar o dicionário! Confira se você acertou o significado
das palavras desconhecidas que grifou.
Se não, anote o significado correto em um caderno: isso ajuda a fixar o novo vocabulário.
No Brasil, de um modo geral, o inglês instrumental é uma das abordagens do ensino do Inglês que
centraliza a língua técnica e científica focalizando o emprego de estratégias específicas, em geral,
voltadas à leitura. Seu foco é desenvolver a capacidade de compreensão de textos de diversas áreas do
conhecimento. O estudo da gramática restringe-se a um mínimo necessário normalmente associado a
um texto atual ou similar que foi veiculado em periódicos. O conhecimento de uma boa quantidade de
palavras também faz parte das técnicas que serão relacionadas abaixo.
Também conhecido como Inglês para Fins Específicos - ESP, o Inglês Instrumental fundamenta-se no
treinamento instrumental dessa língua. Tem como objetivo essencial proporcionar ao aluno, em curto
prazo, a capacidade de ler e compreender aquilo que for de extrema importância e fundamental para que
este possa desempenhar a atividade de leitura em uma área específica.
Estratégias de leitura
- Skimming: trata-se de uma estratégia onde o leitor vai buscar a ideia geral do texto através de uma
leitura rápida, sem apegar-se a ideias mínimas ou específicas, para dizer sobre o que o texto trata.
- Scanning: através do scanning, o leitor busca ideias específicas no texto. Isso ocorre pela leitura do
texto à procura de um detalhe específico. Praticamos o scanning diariamente para encontrarmos um
número na lista telefônica, selecionar um e-mail para ler, etc.
- Cognatos: são palavras idênticas ou parecidas entre duas línguas e que possuem o mesmo
significado, como a palavra “vírus” é escrita igualmente em português e inglês, a única diferença é que
em português a palavra recebe acentuação. Porém, é preciso atentar para os chamados falsos cognatos,
ou seja, palavras que são escritas igual ou parecidas, mas com o significado diferente, como “evaluation”,
que pode ser confundida com “evolução” onde na verdade, significa “avaliação”.
- Inferência contextual: o leitor lança mão da inferência, ou seja, ele tenta adivinhar ou sugerir o
assunto tratado pelo texto, e durante a leitura ele pode confirmar ou descartar suas hipóteses.
- Reconhecimento de gêneros textuais: são tipo de textos que se caracterizam por organização,
estrutura gramatical, vocabulário específico e contexto social em que ocorrem. Dependendo das marcas
textuais, podemos distinguir uma poesia de uma receita culinária, por exemplo.
- Informação não-verbal: é toda informação dada através de figuras, gráficos, tabelas, mapas, etc. A
informação não-verbal deve ser considerada como parte da informação ou ideia que o texto deseja
transmitir.
- Afixos: são prefixos e/ou sufixos adicionados a uma raiz, que modifica o significado da palavra.
Assim, conhecendo o significado de cada afixo pode-se compreender mais facilmente uma palavra
composta por um prefixo ou sufixo.
Questões
Marie Zawisza
Saturday 31 October 2015 10.00 GMT
Last modified on Tuesday 10 November 201513.19 GMT
An old man plays his cello at the foot of a crumbling wall. The notes of the sarabande of Bach’s Suite
No 2 rise in the cold air, praising God for the “miracle” of the fall of the Berlin Wall, as Mstislav Rostropovich
later put it. The photograph is seen around the world. The date is 11 November 1989, and the Russian
virtuoso is marching to the beat of history.
Publicity stunt or political act? No doubt a bit of both – and proof, in any case, that music can have a
political dimension. Yo-Yo Ma showed as much in September when the cellist opened the new season of
the Philharmonie de Paris with the Boston Symphony Orchestra. As a “messenger of peace” for the United
Nations, the Chinese American is the founder of Silk Road Project, which trains young musicians from a
variety of cultures to listen to and improvise with each other and develop a common repertoire. “In this
way, musicians create a dialogue and arrive at common policies,” says analyst Frédéric Ramel, a professor
at the Institut d’Études Politiques in Paris. By having music take the place of speeches and peace talks,
the hope is that it will succeed where diplomacy has failed.[…]
Curiously, the study of the role of music in international relations is still in its infancy. “Historians must
have long seen it as something fanciful, because history has long been dominated by interpretations that
stress economic, social and political factors,” says Anaïs Fléchet, a lecturer in contemporary history at the
Université de Versailles-St-Quentin and co-editor of a book about music and globalisation.
“As for musicologists,” she adds, “until quite recently they were more interested in analysing musical
scores than the actual context in which these were produced and how they were received.” In the 1990s
came a cultural shift. Scholars were no longer interested solely in “hard power” – that is, in the balance of
powers and in geopolitics – but also in “soft power”, where political issues are resolved by mutual support
rather than force. […]
The word that is closer in meaning to “stunt” in the question “Publicity stunt or political act?” is:
(A) tip;
(B) event;
(C) brand;
(D) story;
(E) poster.
It should have been a day of high excitement. A public auction on July 15th marked the end of a
77-year monopoly on oil exploration and production by Pemex, Mexico`s state-owned oil company, and
ushered in a new era of foreign investment in Mexican oil that until a few years ago was considered
unimaginable.
(Source: [Link]
latinamericas-oil-fi rms-need-more-foreign-capital-historic-auctionmexico-shows)
The title that best conveys the main purpose of the article is:
(A) Sammy and Inky Run Up a Hospital Bill.
(B) Vet Bills Should Be Tax-Deductible.
(C) Are Your Pets Tax Deductions?
(D) The Case for Pets as Dependents.
(E) How to Increase Your Tax Refund.
Procedural programming has been around since the inception of computers and programming. Object-
oriented paradigms arrived a little later - in the late 1950s to early 1960s - which means over 50 years of
object-oriented problem solving. Still, many developers lack a full understanding of the thought process in
developing object-oriented software and therefore can’t take advantage of its concepts. I’m happy to see
that this book, The Object-Oriented Thought Process, has taken this fairly old perspective and given it full
attention and renewed interest.
Not having read the previous editions, I’m not familiar with the changes represented in this fourth edition.
Author Matt Weisfeld is a professor who understands these important concepts and the level of knowledge
and process required for readers and students to grasp what they need to know. The examples in the book
are concise, clear, and easy to follow. Additionally, the book makes good use of white space, lists, pictures,
and diagrams to make the content easier to follow and scan quickly.
Weisfeld has organized the concepts to build on each other, ensuring that students understand one
concept well before moving to the next. On the other hand, readers who already understand the
fundamentals can go directly to object-oriented thought processes for particular programming paradigms,
such as Web services or client-server applications.
9. (Pref. De Biguaçu-SC – Professor III – Inglês – UNISUL/2016) Which of the options below cannot
be considered part of Reading strategies.
a) Having previous knowledge about the topic.
b) Making wild guesses and assumptions.
c) False cognate identification.
d) Context.
e) Skimming and scanning.
10. (Pref. De Biguaçu-SC – Professor III – Inglês – UNISUL/2016) Regarding Reading strategies in
English, what is true about skimming and scanning respectively.
a) Skipping the reading of the text – imagining ends for texts using the reader’s imagination.
b) Looking up all words from the text in a dictionary – having a scanner to able to digitalize the texts.
c) Guessing meanings – selecting always the last paragraph of a text because it usually has all the
necessary information.
d) The text is analyzed through a quick read in order to capture the general idea of the text – a more
detailed look to search for specific information.
e) The text is read very carefully – the text is read superficially.
Respostas
1. (B)
Stunt n (advertising, attention): algo feito fora do comum para publicidade; montagem sf; truque
publicitário loc sm
2. (C)
3. (D)
was certain that no rigging was to happen
Rigging tem o sentido de armação.
Alguns sinônimos: frame, framework, fittings, truss, cage
Juan Carlos Zepeda, head of the National Hydrocarbons Commission, the regulator, had put a
premium on transparency, pois onde há transparência, teoricamente, não há armação.
4. (A)
Gave rise to new times concerning oil production. = deu origem a novos tempos em matéria de
produção de petróleo.
No texto: ...ushered in a new era of foreign investment in Mexican oil that until a few years ago was
considered unimaginable (marcou o início de uma nova era de investimento estrangeiro em petróleo
mexicano que até há alguns anos atrás foi considerado inimaginável).
5. (D)
Chief Counsel received 95,929 cases and closed 94,323 cases during fiscal year 2012.
Se ele terminou 94 de 95 ele processou a maioria dos casos recebidos.
6. (C)
Vá por eliminação e descarte aquelas que não tem as palavras chave do texto. No caso, elimina-se
logo as opções A e E.
b) Vet Bills Should Be Tax-Deductible. = Gastos com Veterinário Deveriam Ser Dedutíveis dos
Impostos
Observe o uso do auxiliar modal SHOULD. Vimos no curso que ele é usado quando se expressa uma
obrigação. O texto não está dizendo que todas as despesas com veterinário deveriam ser dedutíveis dos
impostos. Portanto, errada.
c) Are Your Pets Tax Deductions? = Os seus Animais de Estimação São Deduções Fiscais?
Veja que esse título resume as palavras chaves do texto: animais de estimação e impostos. É
justamente isso que o texto discute, que animais de estimação devem ter suas despesas com veterinário
dedutíveis nos impostos. Esta é a opção correta.
d) The Case for Pets as Dependents. = O Caso de Animais como Dependentes.
Esse título é vago. Ele não resume a mensagem principal do texto. Fica a pergunta no ar, que tipo de
dependência é essa? O tema nem sequer mencionou o assunto impostos ou dedução. Errada.
7. Errado
The book offers support - o livro não oferece suporte, quem oferece é o website.
"but a supplementary website offers example code in other languages"
8. Certo
O texto deixa claro que algumas políticas, por exemplo as do tipo "uma solução geral e universal", não
funcionam devido às diferenças regionais. Isso fica claro na linha cinco, quando o autor diz:
"Recent history has proved that one-size-fits-all solutions are no good when public health challenges
vary from one area of the country to the next."
Cuja tradução livre poderia ser:
"A história recente vem demonstrando que uma solução geral e universal não é boa quando os desafios
da saúde pública variam de uma região do país para outra."
9. (B)
Inferência é uma das estratégias, e não adivinhações ou suposições “selvagens”, sem fundamento.
10. (D)
Skimming consiste em observamos o texto rapidamente apenas para detectar o assunto geral do
mesmo, sem nos preocuparmos com os detalhes.
The text is analyzed through a quick read in order to capture the general idea of the text
Scanning é uma técnica de leitura que consiste em correr rapidamente os olhos pelo texto até localizar
a informação específica desejada.
Existem na língua portuguesa e inglesa algumas palavras que se assemelham na escrita e no som
(por exemplo: television – televisão / air – ar / name – nome); tais palavras são denominadas COGNATOS.
No entanto, há certas palavras que apesar de possuírem a ortografia semelhante diferem parcialmente
ou totalmente quanto ao significado, assim, elas são chamadas de FALSOS COGNATOS (FALSE
FRIENDS). Portanto, devemos tomar cuidado com elas: Elas parecem ser uma coisa, mas, na verdade,
são outra.
EM INGLÊS O QUE É
Accent Sotaque, Pronúncia STRESS: acento
Actually Na verdade NOWADAYS: atualmente
Alias Nome falso, vulgo BESIDES: aliás
Arrest Prender DRAG: arrastar
Available Disponível ESTIMABLE: avaliável
Cartoon Desenho animado CARD: cartão
Cigar Charuto CIGARETTE: cigarro
Compass Bússola COMPASSES: compasso
Compliment Elogio, gentileza LENGTH: comprimento
Costume Trajes, fantasias HABIT: costume, hábito
Disgust Nojo, aversão GRIEF: desgosto
Exit Saída SUCCESS: êxito
Fabric Tecido FACTORY: fábrica
Lecture Conferência READING: leitura
Library Biblioteca BOOKSTORE: livraria
Notice Aviso, notar NEWS: notícia
Novel Romance SOAP OPERA: novela
Parents Pais RELATIVES: parentes
Prejudice Preconceito DAMAGE: prejuízo
Pretend Fingir INTEND: pretender
Push Empurrar PULL: puxar
Questões
Respostas
01. Resposta A
02. Resposta A
03. Resposta B
04. Resposta A
O ensino de língua inglesa1 passou por transformações ao longo do tempo devido ao surgimento de
métodos que influenciaram, e influenciam até hoje, no desenvolvimento das aulas de língua estrangeira.
Atualmente diferentes métodos são usados nas salas de aula e certamente nenhum professor utiliza
apenas um método. Da forma como o ensino de língua estrangeira ocorre nas escolas de educação
básica, o aluno não consegue adquirir habilidades suficientes para se comunicar em outra língua que não
seja sua língua materna; isso ocorre porque o método utilizado pelo professor não produz um ensino
significativo, pois ele geralmente se ocupa em ensinar regras gramaticais, repetições e memorização de
vocábulos.
É comum dentro da educação brasileira perceber alunos desmotivados e insatisfeitos com o ensino de
língua inglesa, pois os mesmos alegam que as aulas são monótonas, cansativas e repetitivas. Acredita-
se que o bom resultado de um aluno deve-se ao método utilizado, por isso é necessário o uso de um
método que trabalhe com situações reais do próprio cotidiano do aluno, para que ele perceba sentido
naquilo que está sendo estudado. A língua não deve ser estudada formalmente; pelo contrário, deve ser
1
Fonte: [Link] (Adaptado)
No método de tradução e gramática prevalece o ensino da gramática e o uso da tradução; este método
era muito usado pelos professores em sala de aula. O procedimento de ensino deste método é similar ao
do latim e do grego, enfocando as regras gramaticais, memorização de vocábulos, conjugação de verbos
e tradução de texto. Practor et al (1979 apud BROWN, 2000, p. 18) descrevem algumas características
que são comuns no método da Tradução e Gramática:
A história deste método está ligada ao professor francês chamado François Gouin; ele foi muito
influenciado por Charles Berlitz, o fundador do método direto. No entanto Gouin fez observações
pertinentes para o desenvolvimento dos métodos. Gouin resolveu aprender alemão e para isso resolveu
morar em Hamburg por um ano. Ele acreditava que para aprender uma língua era necessário aprender
as regras gramaticais e se empenhou em assimilá-las. Ao final de um ano ele sabia todas as regras
gramaticais, mas era incapaz de se comunicar como um nativo. Sem sucesso, ele voltou para casa e
encontrou seu sobrinho de 3 anos que estava justamente no período de assimilação natural da língua.
Gouin acreditava que as crianças possuíam o segredo para o aprendizado das línguas, mas ao observar
seu sobrinho por um tempo concluiu que aprender uma língua é transformar percepções em concepções
assim como as crianças fazem.
Então Gouin resolveu colocar em prática o método das séries, o qual consiste em ensinar os alunos
diretamente (sem traduções) e conceitualmente (sem regras gramaticais e explanações). Ele afirmava
que através de uma série de frases conectadas, podiam ser ensinadas propriedades gramaticais,
vocabulários, ordem de palavras e complexidades. A língua era entendida, armazenada e relacionada à
realidade, como por exemplo em: I walk towards the doors. I draw near to the door. I drawn nearer to the
door. I get to the door. I stop at the door I stretch out my arm. I take hold of the handle. I turn the handle.
O método direto é semelhante ao método das séries. Neste método a oralidade é enfatizada, a
tradução é dificilmente usada e uso espontâneo da linguagem é praticado. Segundo Richards e Rodgers
(1986, p.9), as características do método direto são:
O método direto alcançou grande popularidade no século XX, principalmente nas escolas de línguas
da rede privada, onde os alunos eram estimulados e contavam com a presença de professores nativos
em sala de aula. Um grande divulgador deste método foi Charles Berlitz. Para garantir o sucesso do
método era necessário um grande investimento, pois ele exigia turmas pequenas e intensivas e
professores nativos dando atenção individualizada aos alunos.
Essas exigências foram cumpridas apenas pela rede privada de ensino de línguas. Na rede pública o
método não obteve o mesmo sucesso devido às condições físicas do ambiente e à falta de professores
preparados, além das turmas que eram lotadas. O método foi criticado por sua fraca base teórica. Os
críticos alegavam que o Método Direto tinha êxito devido a habilidade dos professores e não pela
metodologia. No século XX o método foi abandonado nos Estados Unidos e na Europa. Com isso, muitos
programas voltaram ao método tradicional ou abordagem de leitura. Porém, em meados do século XX, o
método direto foi revivido e redirecionado para a grande revolução no ensino de línguas estrangeiras da
era moderna: o popular método Audiolingual.
Um dos motivos do declínio do método direto foi a dificuldade de se encontrar professores nativos;
enquanto era fácil encontrar professores nativos na era Europa, nos Estados Unidos não ocorria o mesmo.
De acordo com Practor et al (1979 apud BROWN, 2000, p. 23) as características do método audiolingual
são:
1- novo assunto apresentado em forma de diálogo;
2-dependência em imitações, memorizações de conjuntos de frases;
3-estruturas sequenciadas através de análises contrativas e ensinadas uma de cada vez;
4-padrões estruturais ensinados através de exercícios repetitivos;
5-pouca ou quase nenhuma explicação gramatical. A gramática era ensinada por analogia indutiva e
não por explanação dedutiva.
6-o vocabulário era estritamente limitado e aprendido no contexto;
7-havia muito uso de fitas e laboratórios de línguas, assim como de material visual;
8- grande importância dada à pronúncia; 9- pouquíssimo uso da língua mãe pelos professores; 10-
respostas corretas eram reforçadas imediatamente;
11- os erros cometidos pelos alunos não eram vistos como prejudiciais;
12- tendência a manipular a língua e desconsiderar o conteúdo.
O método audiolingual foi um grande sucesso, e até hoje influencia metodologias contemporâneas.
Todos os materiais eram preparados e testados. Os alunos conseguiam se comunicar através dos
diálogos. Mas o sucesso durou pouco, críticas severas foram feitas em relação às concepções erradas
do Método Audiolingual e ao fracasso de ensinar a proficiência comunicativa. Descobriu-se que a língua
não era adquirida por meio de um processo de formação de hábitos, que os erros deviam ser corrigidos
2.6.2 Suggestopedia
O Suggestopedia foi um método derivado de um psicólogo búlgaro chamado Georgi Lozanov, que
acreditava que a mente humana guardava um grande número de informação se estivesse em um
ambiente favorável que proporcionasse relaxamento. Baseado em princípios da Psicologia soviética e da
O método Silent Way teve suas bases em teorias cognitivas e foi caracterizado como uma abordagem
de solução de problemas de aprendizado. Richards e Rodgers (1986) sintetizam suas características da
seguinte forma:
1-O aprendizado é facilitado quando o próprio aluno cria ou descobre o que será aprendido e não
apenas repete;
2-O aprendizado é facilitado através de acompanhamento;
3-O aprendizado é facilitado através da solução de problemas envolvendo o que será aprendido.
A descoberta do aprendizado era uma marca popular da década de 60 e advogava a causa de que a
imposição era menos eficaz que a descoberta. O Silent Way tinha como base os procedimentos de
descoberta do aprendizado e acreditava que o aluno deveria adquirir independência, autonomia e
responsabilidade. As aulas eram apresentadas com auxílio de cartazes coloridos e o professor
geralmente não se manifestava. É importante salientar que o método contribuiu para o desenvolvimento
da descoberta e da construção da linguagem.
O método foi criado por Asher (1977), que acreditava que o aprendizado da língua deveria estar
associado a atividades físicas, ou seja, a psicomotricidade. Para ele, os princípios infantis de assimilação
da linguagem eram importantes, pois o modo como as crianças assimilam a língua é o norteador de
qualquer aprendizado.
Segundo algumas pesquisas dele, todo o desenvolvimento da linguagem são divididas em duas partes:
o lado direito é responsável pela atividade motora e o esquerdo processa a linguagem. Esse fator explica
porque as crianças trabalham primeiramente com a audição e apresentam suas respostas através de
ações, movimentos e olhares, já que não tem uma linguagem de palavras, mas de gestos. De acordo
com Asher o aprendizado de língua estava cercado de ansiedade, então criou-se um método onde
professores e alunos se sentissem à vontade para aprender e ensinar.
Assim como os outros métodos, este apresentava falhas: quando os alunos atingissem níveis mais
elevados, os procedimentos eram os mesmos de qualquer aula comunicativa. As atividades de escrita e
leitura eram baseadas na conversação desenvolvida em sala de aula. No entanto os alunos sentiriam
necessidades da espontaneidade da língua e não de um aprendizado ensaiado.
Tracy Terrel, baseado nas teorias de assimilação natural da linguagem de Krashen (1987), acreditava
que os alunos deveriam sentir-se à vontade durante o aprendizado e que a comunicação e a assimilação
deveriam dar lugar às análises.
Segundo Stephen e Terrel (1999 apud BROWN, 2000), os princípios do “Total Physical Response”
deveriam ser usados com os alunos iniciantes, pois assim eles adquiririam o nível de compreensão da
linguagem. Apesar de existirem várias teorias que abordam diferentes maneiras de se aprender uma
língua como foco na oralidade, na escrita ou em pesquisas, a abordagem natural defende a idéia de que
o aluno precisa desenvolver habilidades orais através de situações do cotidiano. Assim, o professor
3. MOVIMENTO COMUNICATIVO
O movimento comunicativo originou-se de estudos feitos por teóricos funcionalistas da Escola de Praga
e da Tradição Britânica. Alguns estudos foram feitos sobre morfologia e fonologia, sendo realizado
também, estudos no nível da sentença, tendo como destaque a função de cada parte desta. Berns (1930
apud Mathesius, 1990), ressalta que as necessidades comunicativas e expressivas do discurso funcionam
como ponto de partida para uma análise linguística.
De acordo com Firth (1929 apud BERNS, 1930), a língua deve ser vista como parte do processo social,
pois seu papel é de interação entre as pessoas. Esse estudioso também ressalta a grande importância
do significado e do contexto, onde o primeiro representa a função que a língua desempenha no contexto
e está ligado ao uso de algumas formas e elementos linguísticos em contextos específicos, e o segundo
constitui no ambiente de uma situação, levando em consideração a relação entre língua e todos os vários
aspectos da situação em que ela é usada. Já o linguista Halliday (2005), influenciado pelas correntes
funcionalistas da Escola de Praga e da Tradição Britânica, desenvolveu uma gramática sistêmico
funcional.
Halliday, através desta gramática, propõe estabelecer relações entre todas as escolhas
semanticamente relevantes feitas na língua como um todo. Desta forma o autor afirma que os falantes
escolhem determinados itens disponíveis naquela língua para fazer o seu enunciado.
Enquanto este autor apresenta sua gramática sistêmico-funcional, Chomsky (1965) exibe sua teoria
chomskyana, com seus pressupostos especialmente voltados para o inatismo e para a competência
linguística, contribuindo para a mudança no ensino de línguas estrangeiras e direcionando para uma nova
abordagem. Segundo Chomsky (1965), o inatismo seria a capacidade adquirida que o indivíduo tem para
absorver a linguagem através do Language Acquisition Device (LDA), órgão que juntamente com outros
propiciaria a aquisição da língua materna. A competência linguística seria a capacidade que todo falante
nativo tem de adquirir a gramática implícita universal, comum a todos os falantes. O enfoque desta teoria
se concentrava nas habilidades abstratas que os falantes possuem capacitando-os a produzir sentenças
gramaticalmente corretas em uma língua. A teoria chomskyana não chegou a desenvolver nenhum
método; entretanto a visão de que a competência linguística não estava relacionada à formação de
hábitos, mas a sistemas de aquisição internos do indivíduo provoca uma mudança na maneira de se
encarar o ensino de línguas estrangeiras.
Além da contribuição dada à abordagem comunicativa por Firth(1929) observando a língua como
interação, a colaboração de Halliday com a noção de função e a crítica de Chomsky à teoria behaviorista
para o ensino de línguas, podemos destacar também os trabalhos na área da sociolinguística dos teóricos
americanos Dell Hyme (1972), Gumperz (1972) e Labov (1970), bem como de estudiosos como
Chistopher Candin (1976) e Winddowson (1978). Estes defendiam o enfoque do ensino de línguas na
proficiência comunicativa mais do que no domínio de estruturas.
Em 1972 o linguista britânico Wilkins (1979), escreveu um documento preliminar que serviria de base
para se desenvolver currículos comunicativos para o ensino de línguas. Nesse documento, Wilkins
descreveu dois tipos de significados: as categorias nocionais como tempo, sequência, quantidade,
localização e frequência e categorias de funções comunicativas, como pedidos, negações, oferecimentos
etc. Mais tarde, depois de revisado e ampliado, o documento de Wilkins toma a forma de livro e é
publicado em 1976, com o título de Notional Syllabuses dando origem ao método Nocional / Funcional,
onde juntaram – se às funções (coisas que se pode fazer com a língua) e as noções (ideias expressas
por nós).
A rápida aceitação dessas ideias por especialistas britânicos e por autores de renome deu
proeminência nacional e internacional ao ensino comunicativo de línguas, o que acabou consolidando o
Brown (1973), afirma que a criança que está aprendendo Inglês como primeira língua aprende primeiro
os morfemas “ing” (que marca o tempo progressivo) e o “s” referente ao plural. Somente depois ela
adquire o “s” referente à 3ª pessoa do singular e o caso genitivo.
Krashen defende que a ordem de aquisição para uma segunda língua não é a mesma que a ordem de
aquisição para a língua materna. No entanto existem semelhanças e, embora a Língua Inglesa seja a
mais estudada nesse sentido, estudos com outras línguas demonstram que existe uma sequência natural
para a aquisição de uma língua, não importa se ela é língua materna, língua estrangeira ou segunda
língua.
Outro fator a ser abordado sobre a hipótese da ordem natural é que ela se aplica somente no caso de
aquisição da língua, pois a aprendizagem ocorre de forma diferente e não possui uma ordem significativa.
3.1.3 Monitor
A hipótese do monitor está ligada à produção linguística e à função que a aquisição e a aprendizagem
desempenham na formação de enunciados tanto orais quanto escritos. Krashen acredita que a gramática
pode ajudar a monitorar a fala. Enquanto que a hipótese do input baseia-se em observações da aquisição,
a hipótese do monitor baseia-se na aprendizagem. O conhecimento consciente das regras gramaticais
atua como um fiscal, induzindo o aluno a corrigir-se sempre que for necessário para chegar ao estágio
desejado, que é uma boa oralidade. Esse é o fruto da aprendizagem. Qualquer falante, em qualquer
estágio da aquisição inicia sua comunicação anteriormente adquiridos, isto é, língua “internalizada”, que
é responsável pela fluência.
O monitor entra com a correção, quando o falante perceber que cometeu algum erro e julgar necessário
corrigi-lo, mas sempre após a produção do enunciado pelo sistema adquirido. Dessa forma sua função é
limitada, então o estudo sobre a língua ou aprendizagem não produz aquisição. Assim a aquisição não é
fruto da aprendizagem, pois existem vários casos de pessoas que adquiriram uma nova língua sem
nenhum conhecimento formal da mesma, e isso comprova que esta observação está correta. Há ainda
os inúmeros casos em que a aprendizagem não produz aquisição. Muitos falantes de inglês como
segunda língua, que são conhecedores das regras, cometem erros gramaticais na maioria das vezes bem
primários.
O que é interessante observar é que estes falantes aprenderam e praticaram intensivamente estas
regras, mas apesar da prática, esses itens ainda estão além da capacidade de aquisição (1 + 1) do falante.
Krashen deixa claro que o monitor só é colocado em prática a partir de duas questões essenciais: foco
na forma e conhecimento das regras, ou seja, o falante só se corrige se estiver consciente de seu erro e
se desejar ou for solicitado a corrigir-se.
Para Krashen (1987) o filtro afetivo é a primeira barreira que o insumo encontra antes de ser
processado e internalizado. A hipótese do filtro afetivo refere-se à função que fatores como motivação
intrínseca, ansiedade e autoconfiança desempenham no processo de aquisição de uma segunda língua.
Essas variáveis afetivas foram relacionadas à aquisição mais do que à aprendizagem, através de testes
comunicativos que mexem mais com o sistema adquirido do que com o aprendido. A hipótese baseia-se
na observação de que indivíduos com atitudes positivas e grande interesse em relação à língua
estrangeira aprenderão com mais sucesso, pois tendem a buscar mais input e, consequentemente, o
input recebido penetrará naquela parte do cérebro que é responsável pela aquisição da linguagem. Logo,
segundo o pesquisador, esses alunos teriam um filtro afetivo baixo e absorveriam insumo com mais
facilidade, ao contrário dos alunos tensos, ansiosos e com baixa estima, que tendem a elevar o filtro
afetivo e a formar uma espécie de bloqueio mental, diminuindo sua capacidade de internalizar insumos.
Em sala de aula, a hipótese do filtro afetivo defende que a aula deve encorajar os alunos e diminuir as
barreiras psicológicas (ansiedade, a inibição ou falta de confiança). Ainda segundo Krashen (1981), a
motivação é a chave do aprendizado pois é ela que impulsiona a busca do insumo. Consequentemente,
o melhor professor de língua é aquele que fornece o input correto e que torna esse input o mais
compreensível possível.
Krashen conclui que, tanto em segunda língua como em língua materna, aquisição é mais importante
que aprendizagem, e que as duas condições vitais para aquisição são: exposição suficiente a input
compreensível, contendo i + 1, ou seja, estruturas um grau a mais do que o nível atual e uma situação
psicológica favorável, ou um baixo filtro afetivo que favoreça a assimilação do input compreendido.
4. A ABORDAGEM COMUNICATIVA
A abordagem comunicativa desenvolveu-se nas duas últimas décadas do século XX. Também
chamada de Communicative Approach ou Functional Approach, é a versão britânica do movimento
iniciado na década de 60 em reação ao estruturalismo (estudo das formas da língua, de sua estrutura
gramatical) e ao behaviorismo (reflexos condicionados moldando o comportamento). É resultado da
insatisfação de alguns linguistas com os resultados dos métodos de tradução e gramática e do
audiolingual.
O linguista e antropólogo Hymes (1973) e o linguista funcional Halliday (1973) acreditavam que os
alunos não estavam aprendendo completamente em situações reais, pois estes não conseguiam se
comunicar na língua estudada. Ou seja, para os estudiosos de nada adianta estudar a língua e não saber
utilizá-la. A abordagem comunicativa defende que a unidade básica da língua é o ato comunicativo ao
invés da frase. O mais importante passa a ser o significado e não a forma. A competência comunicativa
é o objetivo e não a memorização de regras.
Para que essa competência ocorra, afirma-se que devem ser usadas situações do dia-a-dia dos
alunos, assim eles conseguirão aprender as formas gramaticais percebendo que estas possuem utilidade
e podem ser usadas no cotidiano. Além disso, poderão desenvolver as quatro habilidades da língua
(listening, reading, writing e speaking).
Para Souza (2005, p. 57), o ensino de línguas na Abordagem Comunicativa é concentrado nas
seguintes funções:
Ao falar-se de ensino comunicativo de línguas, devemos levar em consideração que inúmeros estudos
e experiências foram feitos no passado, e ainda hoje estudos estão sendo desenvolvidos. É provável que
possam ainda surgir novas propostas neste movimento.
Um ensino comunicativo significa um ensino com mais função do que forma e mais conteúdo do que
estrutura. Os alunos devem ser encorajados, em sala de aula, a expressar significados. Então, erros de
forma devem ser tolerados, e isso não significa que se deva negligenciar o estudo da forma. Mas esta
não deve ser um obstáculo à comunicação das ideias. Os erros dos alunos envolvidos no processo de
aprendizado de uma língua estrangeira são resultados da aproximação a norma da língua, então estes
são indicadores de um estágio da aprendizagem.
Certamente surgirão desafios; um deles é a falta de contato direto dos alunos com a língua, por isso o
mesmo eles não veem finalidade no aprendizado da mesma. Desta forma o professor deverá proporcionar
ao aluno aproximação com a língua, levando as situações reais do cotidiano dos alunos para que eles
vejam finalidade no aprendizado.
Além disso, este ensino não prioriza as formas da língua descrita nas gramáticas, pois não é suficiente
falar e aprender outra língua, embora não descarte a necessidade de criar na sala momentos de
explicitação gramatical, mas tudo isso de forma contextualizada.
5. CONCLUSÃO
Conclui-se que a abordagem comunicativa é de extrema importância no ensino de língua inglesa, pois
esta possibilita um aprendizado significativo, centrando-se nos interesses do aprendiz e promovendo a
comunicação entre os falantes da língua. Assim a língua inglesa não será vista apenas como uma
obrigação ou imposição, e sim como um idioma que tem finalidade. Vendo a finalidade de seu estudo, o
aluno terá motivos para estudá-la e se aperfeiçoar nela, e saberá como e quando utilizá-la, porque a
língua não deve ser apenas aprendida, mas sim assimilada. Para tal, o aluno contará com a ajuda do
professor que atuará como um facilitador do aprendizado, auxiliando o aluno sempre que necessário.
Certamente a abordagem comunicativa representa uma evolução inteligente em relação ao processo de
ensino-aprendizado de línguas. Diante do que foi pesquisado, conclui-se que serão menos eficazes os
Caro estudante, serão dadas algumas dicas para interpretação e elaboração de textos em Língua
Inglesa de maneira genérica. Caberá a cada um conhecer vocabulário específico do conteúdo exigido de
acordo com o concurso que será prestado.
Aprender uma língua estrangeira2 requer por parte do aluno um desenvolvimento de diferentes
habilidades tais como: leitura, escrita, compreensão auditiva e fala. Apesar de essas habilidades
específicas serem focalizadas separadamente por razões pedagógicas, dois elementos são cruciais para
o processo de aquisição e utilização de uma linguagem: o vocabulário e gramática. A importância da
gramática tem sido amplamente reconhecida pelas metodologias do Ensino da Língua Inglesa. Esta
situação é um pouco diferente com o vocabulário. Em comparação com outros campos de pesquisas no
aprendizado da língua, é fácil perceber que o ensino de vocabulário/aprendizagem tem sido deixado para
segundo plano. De acordo com DeCarrico, “o vocabulário nem sempre foi reconhecido como uma
prioridade no ensino”.
Se um professor pergunta a alunos de língua estrangeira de que uma língua é feita, a resposta
provavelmente será de gramática e vocabulário. Esta resposta refletiria a visão popular de língua como
um sistema feito de regras e estruturas (gramática) e palavras(vocabulário). Esta resposta hipotética seria
demasiado simplista, mas salienta o papel fundamental do vocabulário na comunicação.
No contexto do ensino do inglês como língua estrangeira, algumas perguntas são relevantes: Qual é
a regra de vocabulário no processo do ensino do inglês? Como o vocabulário pode ser ensinado? Como
os professores podem desenvolver um bom vocabulário ensinando estratégias? De quantas palavras um
aluno precisa para iniciar seu processo de aprendizagem?
Professores de línguas estrangeiras têm a difícil tarefa de ensinar vocabulário. Estimando-se que os
alunos podem aprender aproximadamente dez palavras por aula, eles aprenderiam entre três mil e
duzentas e três mil e quinhentas palavras em quatro anos de estudo. Pode ser um êxito considerável mas
alguns alunos podem precisar de um grande vocabulário para falar, escrever e ler em inglês em diversas
situações e contextos diferentes. Uma nova questão surge: É possível acelerar a aprendizagem do
vocabulário? Este artigo pretende discutir algumas ações fundamentais no ensino e aprendizagem de
vocabulário.
De quantas palavras nós precisamos para aprender uma língua estrangeira? Esta pergunta não tem
uma resposta fácil. Alguns dicionários apresentam a partir de mil até três mil e quinhentas palavras como
chave, ou na definição de vocabulário básico. No entanto, esta definição de vocabulário não representa
a expressão básica em uma língua. Em geral, estas são as palavras usadas nas definições de todas as
outras. Alguns livros ensinam de oitocentas até três mil e quinhentas palavras como as mais
frequentemente usadas. Como os estudos têm discutido, estes itens básicos irão variar muito,
dependendo do uso da língua e da variedade de interações e contextos envolvidos. Hunt e Beglar, por
exemplo, aponta que pesquisadores e autores em geral estimam até cinco mil palavras de alta frequência
para a utilização acadêmica bem sucedida da língua inglesa. É importante ressaltar, no entanto, que
tópicos acadêmicos diferem de outros tópicos, tais como política, economia, direito e medicina. Esta
discussão revela a complexidade do ensino de vocabulário.
Como discutido na introdução, diferentes perguntas podem ajudar professores a planejarem aulas de
vocabulário. Uma das perguntas que mais têm sido levadas em consideração é: O que os alunos precisam
aprender do inglês? A pesar de muitos concordarem que palavras como cores, animais, números,
qualidades, transportes são exemplos de grupos de palavras básicas, é inegável que um amplo
2
[Link]
A maioria das palavras são feitas de outras palavras. Infelizmente, a importância do processo de
formação de palavras parece estar subestimado no ensino de línguas estrangeiras. Este tipo de
conhecimento poderia ajudar alunos a desenvolverem estratégias para aprender vocabulário e inferir
possíveis significados de palavras desconhecidas. Quando se entende os significados e o uso de alguns
prefixos e sufixos, o processo de aprendizagem de vocabulário torna-se mais fácil e mais rápido. Alunos
poderiam saber que o sufixo -er significa basicamente o agente ou a pessoa que pratica a ação expressa
pelo verbo. Veja os exemplos: Robert dances. He is a dancer. (Roberto dança. Ele é um dançarino); She
cooks very well. She is a cooker. (Ela cozinha muito bem. Ela é uma cozinheira); Ronald teaches Spain.
He is a teacher. (Ronaldo ensina espanhol. Ele é um professor). O conhecimento linguístico proporciona
aos alunos as melhores ferramentas que podem acelerar a aprendizagem do vocabulário e desenvolve
estratégias de aprendizagem para leituras em línguas estrangeiras.
Conforme discutido em Nation, muitos prefixos e sufixos ingleses vieram do grego e do latim. Isto os
torna similares no significado e na forma aos prefixos e sufixos portugueses. Eles podem ser ensinados
pouco a pouco, como novas são ensinadas ou apresentadas nos textos, diálogos e conversações ou em
contextos de aprendizagens especiais tais como as oficinas de treinamentos ou workshops.
Nos ESP (cursos de inglês para objetivos específicos), a análise das necessidades é fundamental para
o ensino de alguns sufixos e prefixos desempenha um papel central no ensino e aprendizagem do
vocabulário, principalmente nos cursos de leitura. A razão para esta técnica desenvolver um
conhecimento metalinguístico básico de formação de palavra é muito simples: alunos devem aprender
estratégias de leitura que os permitam ler em seus contextos acadêmicos ou profissionais. Como os
cursos de inglês para objetivos específicos geralmente levam pouco tempo, professores tem pouco ou
Cognatos podem ser definidos como palavras que são semelhantes ou idênticas na forma e significado
em diferentes línguas. A palavra inglesa chocolate tem cognatos em muitas línguas:
chocolate(português), chocolat (francês), cioccolato (italiano) e Schokolade (alemão) e chokolade
(dinamarquês). O papel dos cognatos é de grande importância para o desenvolvimento de um vocabulário
extenso. Quanto maior o número de cognatos memorizados, maior o desempenho do aluno em relação
a ampliação deste vasto números de palavras. O livro Vocabulário Rápido em Inglês apresenta milhares
de cognatos em inglês e português.
É necessário, portanto, advertir alunos sobre dois aspectos relacionados à formação e processo de
palavras cognatas. Em primeiro lugar, alunos não podem criar palavras em inglês apenas adicionando
prefixos ou sufixos às palavras que conhecem. Professores devem mostrar a seus alunos que o estudo
dos processos de formação de palavras deve ser usado para ajudá-los a aprender, entender e memorizar
novas palavras e não para criar novas palavras.
Em segundo lugar, nem todas as palavras são o que parecem ser. Apesar de algumas semelhanças
morfológicas, a palavra inglesa parents (que significa pais) não tem nada a ver com a palavra portuguesa
parentes. Este tipo de palavra é chamado de false-friends(falsos-amigos) ou false-cognates(falsos-
cognatos). Estas palavras são muito perigosas na aprendizagem de línguas estrangeiras. Caxton
Dictionary of English Grammar define falsos-amigos como “palavras que tem a mesma forma ou forma
similar nas diferentes línguas, mas tem significados diferentes para cada uma delas.”
Concluindo, Nunan argumenta que obter um vocabulário adequado é muito importante para o sucesso
de aprendizado de uma língua. Para muitos alunos, o aprendizado de um vocabulário reduzido, pode
significar uma aprendizagem de vocabulário insuficiente ou pouca habilidade de comunicação.
O ensino de gramática tem sido uma preocupação especial para professores de línguas, o que não
acontece com o ensino/aprendizagem de vocabulário, que na maioria das vezes é negligenciado.
Richards & Renandya mostram que o vocabulário é um aspecto essencial para nos tornarmos falantes
fluentes.
Em conclusão, as estratégias discutidas neste artigo podem ser usadas para diferentes tipos de línguas
com o objetivo de ajudar alunos a aprenderem e manterem um vocabulário mais amplo e
consequentemente, alcançarem níveis de competências lexicais mais elevados.
O Verbo To Be
Verbo é a classe de palavras que nomeia, descreve um estado ou uma ação. A maioria dos verbos em
Inglês é dividida em verbos regulares (regular verbs) e verbos irregulares (irregular verbs). Os
verbos irregulares são os que não são conjugados da mesma maneira que os regulares e para os quais
não existe uma regra geral; para cada verbo irregular há uma regra. Em Inglês, toda a sentença precisa
ter um verbo, pelo menos.
Começaremos a estudar os verbos a partir do Verbo "to be", que é um dos verbos mais básicos
em língua inglesa.
Verbo to be - Verb to be
O verbo to be significa ser e estar em português e, além desses dois significados, este verbo é muito
usado no sentido de ficar (tornar-se). Observe os usos e as formas deste verbo:
- USOS:
Usa-se o verbo to be:
*OBSERVAÇÃO: Nas expressões que se referem a idades o verbo to be equivale ao verbo ter, em
Português.
- FORMAS:
Apresentamos a seguir as formas do Simple Present (Presente Simples) do verbo to be. Na 1ª
coluna encontra-se a forma sem contração e, na 2ª, mostramos a forma contraída. A forma interrogativa
não possui contração:
Forma sem
Forma Contraída
Contração
I am I'm
You are You're
He is He's
She is She's
It is It's
We are We're
You are You're
They are They're
Examples:
I'm a waiter. (Eu sou garçom.)
They are friends of mine. (Eles são meus amigos.)
She is in the kitchen. (Ela está na cozinha.)
Forma sem
Forma Contraída
Contração
I am not ---x---
You are not You aren't
He is not He isn't
Examples:
Mary is not happy. (Mary não está feliz.)
It is not correct. [(Isto) Não está certo.]
Forma sem
Forma Contraída
Contração
am I? ---x---
are you? ---x---
is he? ---x---
is she? ---x---
is it? ---x---
are we? ---x---
are you? ---x---
are they? ---x---
Example:
Is she a journalist? (Ela é jornalista?)
- FORMAS:
Apresentamos a seguir as formas do Simple Past (Passado Simples) do verbo to be. As formas
afirmativas e interrogativas do Simple Past não possuem contração; a forma negativa é organizada da
seguinte maneira: na 1ª coluna encontra-se a forma sem contração e na 2ª, mostramos a forma contraída:
Forma Sem
Forma Contraída
Contração
I was not I wasn't
You were not You weren't
He was not He wasn't
She was not She wasn't
It was not It wasn't
We were not We weren't
You were not You weren't
They were not They weren't
Examples:
They were not good students. (Eles não eram bons alunos.)
Mary wasn't the main actress. (Mary não era a atriz principal.)
Forma Sem
Forma Contraída
Contração
was I? ---x---
were you? ---x---
was he? ---x---
was she? ---x---
was it? ---x---
were we? ---x---
were you? ---x---
were they? ---x---
Example:
Were you occupied when I called to you? (Você estava ocupado quando lhe liguei?)
Apresentamos a seguir as formas do Simple Future (Futuro Simples) do verbo to be. Na 1ª coluna
encontra-se a forma sem contração e na 2ª, mostramos a forma contraída. A forma interrogativa não
possui contração:
Examples:
Will you be at home tomorrow evening? (Você vai estar em casa amanhã à noite?)
Will I be late if I get there at nine o'clock? (Vou estar atrasado se chegar lá às nove horas?)
Will he be waiting for me in the station? (Ela estará esperando por mim na estação?)
Fonte: [Link] (Adaptado)
Questões
4) I ___ a teacher.
a) are / am
b) is / am
c) are / is
d) are / are
7. Paul loves Carol, and Carol loves Paul, substituindo-se os nomes grifados por pronomes,
teremos:
a) him / she / he / she
b) he / she / she / he
c) him / her / she / he
d) he / her / she / him
Respostas
1.
1) are = The buses = os ônibus = sujeito = eles = they
2) are = People = pessoas = sujeito = elas = they
3) is = Their friend = o/a amigo(a) dele(a) = sujeito = ele(a) = he/she
4) am
5) are
6) is
7) The men = os homens = eles = they = are.
8) The man = o homen = ele = he = is.
9) People = as pessoas = elas = they = are.
10) the men = they = are
2. (C) / 3. (C) / 4. (A) / 5. (B) / 6. (D) / 7. (D) / 8. (A) / 9. (C) / 10. (D)
Presente Simples
Este tempo verbal nos fala de situações que acontecem rotineiramente. Estas situações não
acontecem no exato momento da fala, mas usualmente durante o dia a dia. Por exemplo, você pode dizer
em português “eu trabalho”. Essas suas palavras indicam algo rotineiro para você, não querem dizer que
você esteja trabalhando agora, neste exato momento. É essa noção de que algo acontece no presente
mas como uma rotina é o que o presente simples indica.
Formação
You study hard. You don’t study hard. Do you study hard?
They study hard. They don’t study hard. Do they study hard?
She studies hard. She doesn’t study hard. Does she study hard?
Uso
Ações habituais com advérbios, tais como: always, often, frequently, seldom, rarely, usually,
sometimes, never, e com certas expressões, tais como on Mondays (Sundays, Tuesdays, etc.), once a
day, (week, month, etc.), everyday (week, month, etc.), as a rule, now and then.
Examples: Examples:
Important: Quando utilizarmos o auxiliar does, o verbo principal volta para o infinitivo sem a partícula
"TO".
Short Answers
OBSERVAÇÕES:
1) Todos os verbos, exceto os modais (anômalos), recebem o acréscimo de –s nas suas formas de
3as pessoas do singular.
Exemplos:
miss → missES
teach → teachES
brush → brushES
do → doES
fix → fixES
buzz → buzzES
Exemplos:
study → studIES
fly → flIES
obey → obeyS
say → sayS
ATENÇÃO
Each, every, everybody, everyone, somebody, someone, nobody, no one, anybody, anyone,
something, much e little são considerados 3as pessoas do singular.
Exemplos:
Resumindo:
Exemplo:
I play — he plays
QUESTÕES
"Later Aladdin takes the gold plates and cups..." Esta frase na negativa:
"What does Aladdin say to his mother?" A alternativa que responde esta pergunta corretamente é:
"Aladdin and his mother eat the food." Esta frase na interrogativa:
RESPOSTAS
1. A – Quando a negativa tem como sujeito a terceira pessoa (he, she, it), usamos o auxiliar “doesn’t”
e o verbo volta à forma normal.
2. E - Quando a negativa tem como sujeito a terceira pessoa (he, she, it), usamos o auxiliar “doesn’t”
e o verbo volta à forma normal.
3. D – Encontramos no texto: “I’m hungry mother. May I have some food, please?”
4. B – Regra de “short answer” para Terceira pessoa do singular, usamos “does”. No texto, Alladin
afirma estar com fome, e pede comida à mãe dele.
5. B – Ao transformarmos uma frase na forma interrogativa, por se tratar de dois sujeitos (they),
acrescentamos apenas “Do” no início da frase como marca de interrogativa.
Verbos Regulares
A forma negativa dos verbos regulares (e irregulares) é formada com DID NOT e o infinitivo do
verbo (sem TO).
A forma interrogativa dos verbos regulares (e irregulares) é formada com DID mais o sujeito e
o infinitivo (sem TO).
Ação terminada no passado, com expressões como: yesterday, the day before yesterday; qualquer
expressão formada com last e ago.
Verbos Irregulares
Os Verbos irregulares variam consideravelmente na sua forma no passado. Mas eles também são
iguais para todas as pessoas. Assim como os verbos regulares, os irregulares também são usados
somente nas frases afirmativas. Nas formas negativas e interrogativas, o verbo volta para sua forma
presente, pois o auxiliar já está no passado (DID – Passado de DO).
Present continuous.
Present Continuous
O presente contínuo deve ser usado para expressar uma situação que está em progresso, ou seja,
uma ação que ainda está acontecendo. Todo nosso “ando”, “endo” e “indo” dos verbos em português
devem ser trocados em inglês por “ing”.
Forma Afirmativa:
I am writing an article.
(Estou escrevendo um artigo.)
A Forma Negativa do Presente Contínuo forma-se acrescentando not após o presente simples do
verbo to be (am, is, are). Veja os exemplos abaixo:
Forma interrogativa:
Na Forma Interrogativa do Presente Contínuo, o sujeito se posiciona entre o verbo to be (am, is, are)
e o gerúndio do verbo principal. Há uma inversão entre sujeito, e verbo to be. Observe os exemplos
abaixo:
What is he doing?
(O que ele está fazendo?)
Observação: Devido às ideias que expressam, alguns verbos NÃO são usados no Tempo Contínuo:
like, dislike, know, believe, understand, mean, remember, forget, prefer, hate, love, want, need, belong,
smell, hear, see (com sentido de entender), imagine, recognize, realize, suppose, wish, agree, appear,
astonish, deny, disagree, impress, promise, satisfy, seem, consist, contain, depend, deserve, lack, matter,
measure, owe, own, possess, weigh.
to slice slicing
Example:
3. Verbos dissílabos terminados em uma consoante precedida de uma vogal dobram a consoante
final para o acréscimo de – ING somente se o acento tônico recair na última sílaba; caso contrário, nada
se altera.
Attention:
to enter ('enter) entering
to open ('open) opening
4. Verbos terminados em – L dobram o – L somente se ele estiver precedido de uma vogal; caso
contrário, nada se altera.
1. (B) / 2. (D) / 3. (A) / 4. (B) / 5. (C) / 6. (B) / 7. (D) / 8. (A) / 9. (B) / 10. (C)
Past continuous.
Usos
- Para ações que estavam acontecendo no passado, num momento definido ou não.
- Em frases ligadas por:
When - quando
Example:
While - enquanto
Example:
Observação:
- Os verbos terminados em – EE permanecem inalterados em sua forma com o acréscimo de – ING.
Example: to agree - agreeing
3. Verbos dissílabos terminados em uma consoante precedida de uma vogal dobram a consoante
final para o acréscimo de – ING(Somente se o acento tônico recair na última sílaba; caso contrário,
nada se altera).
4. Verbos terminados em – L dobram o – L somente se ele estiver precedido de uma vogal; caso
contrário, nada se altera.
Example: to travel - travelling
- O particípio passado dos verbos regulares tem exatamente a mesma forma do passado;
- O particípio passado dos verbos irregulares varia de verbo para verbo;
- A forma negativa do Present Perfect é feita acrescentando-se not depois de have ou has;
- A forma interrogativa é formada invertendo-se o auxiliar have ou has com o sujeito da frase;
- Podemos responder às questões feitas com o Present Perfect utilizando Short Answers:
Have you seen John?
Yes, I have.
No, I haven’t.
- Em frases que expressem ações ou acontecimentos no passado, nas quais não conste o tempo da
ocorrência da ação (passado sem tempo definido).
Example:
- Com expressões de tempo como lately (ultimamente), recently (recentemente), once (uma
vez), twice (duas vezes), several times (várias vezes), many times (muitas vezes).
Example:
- Com os advérbios just (acabar de), always (sempre), never (nunca), ever (já, alguma vez – uso em
frases interrogativas), yet(ainda – usado no final de frases negativas), already (já – usado em frases
afirmativas e interrogativas).
Examples:
They have just left home.
Translation: Eles acabaram de sair de casa.
Usamos para expressar ações e acontecimentos que tenham ocorrido antes de outros. Está
sempre em correlação com uma ação no Simple Past.
Example:
When I arrived, John had left. (Quando cheguei, John tinha saído.)
Observe que há duas ações, ambas no passado. A ação que está no Past Perfect (had left) é a mais
antiga, e a que está no Simple Past (arrived) é a mais recente. É dessa forma que identificamos na frase
qual a ação que aconteceu antes e qual aconteceu depois. Lembre-se que as ações acontecem
separadamente, ou seja, uma ação não interrompe a outra.
1. Para expressar um fato que ocorreu no passado antes de outro que também aconteceu no
passado (passado anterior a outro passado). O Past Perfect, que expressa o primeiro fato está
sempre em correlação com o Simple Past, que expressa o fato posterior:
They couldn't board the plane because they had left their passports at home.
(Eles não conseguiram embarcar no avião porque tinham deixado seus passaportes em casa.)
Had left - Passado anterior ao passado couldn't board.
2. Com o advérbio just para expressar uma ação que tinha acabado de acontecer:
When I saw him, I had just seen his sister. (Quando o vi, eu tinha acabado de ver sua irmã.)
3. Com os advérbios already, when, by the time, never, ever, before, after, para enfatizar a
ideia de que a ação estava totalmente acabada:
He had already decided not to go. (Ele já tinha decidido não ir.)
By the time the police arrived, the thief had already escaped.
(Quando a polícia chegou, o ladrão já tinha fugido.)
Ação que se iniciou no passado e que continua até o momento presente. É frequentemente usado
com THE WHOLE (morning, day, week...), SINCE e FOR.
Forma afirmativa:
A forma afirmativa do Present Perfect Continuous é feita com o Presente Simples do verbo to have
(have / has) + Presente Perfeito do verbo to be + o gerúndio do verbo principal:
Women have been fighting for their rights during the last decades.
(As mulheres têm lutado pelos seus direitos durante as últimas décadas.)
They have been studying for three hours. (Eles estão estudando há três horas.)
Carol has been going to school by bus since her father's car broke.
Forma negativa:
A forma negativa do Present Perfect Continuous é feita acrescentando-se not entre o Presente Simples
do verbo to have (have / has) e o Presente Perfeito do verbo to be. O verbo principal permanece no
gerúndio:
I have not been sleeping well since last week because my husband snores a lot.
(Não estou dormindo bem desde a semana passada porque meu marido ronca muito.)
She hasn't been living in San Diego since 1995. She has been living there since 1997.
(Ela não está morando em San Diego desde 1995. Ela mora lá desde 1997.)
Susan has not been reading any book for one year! (Susan não lê livro algum há um ano!)
A forma interrogativa do Present Perfect Continuous é feita com o Presente Simples do verbo to
have (have / has) posicionado antes do sujeito. O verbo to be permanece no Presente Perfeito e o
verbo principal no gerúndio:
1. Falar de uma atividade que começou no passado e que continua até o presente, enfatizando a
duração ou a intensidade da ação. Nesse caso, para expressar o tempo, geralmente usa-se since, for,
all day, all morning, all week, etc.:
I'm hot because I've been runnnig. (Estou com calor porque estava correndo.)
3. Expressar um fato genérico que está em progresso em período de tempo não específico. Nesses
casos podem ser usados os advérbios lately (ultimamente), recently (recentemente) etc.:
Não confunda:
O Present Continuous expressa uma ação que está ocorrendo no momento, agora:
She is making a cake now. (Ela está fazendo um bolo agora.)
O Present Perfect Continuous expressa uma ação que começou no passado e continua até o
presente:
He has been cooking for one hour. (Ele está cozinhando há uma hora.)
O Present Perfect expressa ações que que acabaram em um tempo não definido no passado:
She has made a cake. (Ela fez um bolo.)
- Expressar pedidos.
Will you be quiet?
O Simple Future diferencia-se do Near Future exatamente nesse aspecto. O Near Future indica um
futuro certo, pois é planejado.
Formação
Forma Afirmativa:
Exemplos:
The girls will travel TOMORROW.
He will arrive SOON.
Forma Negativa:
Exemplos:
The girls will not travel TOMORROW.
He won’t arrive SOON.
Forma Interrogativa:
Exemplos:
Will the girls travel TOMORROW?
Will he arrive SOON?
Will = Shall
Shall é mais comumente usado na forma interrogativa, para expressar sugestão, oferta ou aguardo
de ordem.
Exemplos:
Shall we meet tromorrow? - sugestão
Shall I help you pack? - oferta
Where shall I leave my bags? - aguardo de ordens
Short Answers – são respostas curtas, dadas para perguntas que começam com WILL.
Modal Verbs
Os verbos modais (modal verbs) são um tipo especial de verbos auxiliares que alteram ou
completam o sentido do verbo principal. De um modo geral, estes verbos expressam ideias
1. Can
a) Capacidade, habilidade
She can speak five languages. (present)
She could play tennis when she was younger. (past)
She will be able to translate the text. (future)
b) Permissão
You can use my car.
She can sit anywhere.
2. May
a) Permissão (formal)
May I leave the room, Miss Jones?
You may sit down.
b) Possibilidade
There are a lot of clouds. It may rain soon.
It might get cold.
3. Must = Have to
Negativas
Conselho
5. Would Rather
Preferência
I would rather stay home than go to the movies.
7. Used to / Be used to
a) Hábito passado
She used to spend her holidays at the seaside.
b) Hábito presente
She is used to spending her holidays at the seaside.
Observação
Usamos MAY HAVE, MIGHT HAVE, COULD HAVE, SHOULD HAVE, OUGHT TO HAVE e MUST
HAVE + past participle para indicar especulações e suposições sobre o passado.
1. I told Mary what to do, but maybe I _____ told her how to do it.
(A) Have
(B) Must have
(C) Will have
(D) Should have
(E) Can have
4. ____ I smoke here? Yes, but you _____ throw ashes on the floor.
(A) May – should
(B) Might – must not
(C) Can – mustn’t
(D) Could – ought to
(E) Would – shouldn’t
Respostas
Imperative.
Imperativo
Para quem não sabe (ou lembra) o imperativo é a forma que usamos para darmos ordens, fazermos
sugestões, dar conselhos ou instruções, encorajar alguém a fazer algo, etc. Acredito que mostrar (dar
exemplos) é a melhor forma de entender o que é isso. Portanto, veja só as sentenças abaixo:
Venha aqui.
Vai com eles.
Estude bastante.
Note que em todas elas, a ideia expressa é de ordem, conselho, advertência, encorajamento, etc. Por
isso usamos uma forma diferente do verbo. Em inglês, fazer isso é a coisa mais simples que tem. Basta
você saber o que quer dizer. Isto é, se você sabe o que quer falar, saberá fazer o imperativo sem
problemas. As sentenças acima em inglês ficam assim:
Come here.
Go with them.
Study hard.
Do come here.
Do go with them.
Do study hard.
Em português a ênfase é percebida pelo tom de voz de quem fala. Então, não tem muito como
comparar o uso de “do” nesse caso com algo em português. Mas enfim, agora digamos que você queira
dizer à pessoa para não fazer algo. Mais uma vez será fácil; pois, basta colocar “don’t” ou “do not” antes
de tudo:
Por fim, anote aí que você pode ser mais educado e gentil em seu pedido fazendo uso da palavra
famosa palavrinha mágica, que em inglês é “please” (por favor). Nesse caso há duas maneiras de colocar
o “please” na sentença:
Passive voice.
Passive Voice
Diferente da voz ativa, em que a ênfase está em quem praticou a ação, ou seja, no sujeito, a voz
passiva se preocupa em enfatizar o objeto, ou seja, aquele que sofre a ação expressa pelo verbo.
Exemplos:
2. Verbos com dois objetos (direto e indireto) admitem duas formas de passiva:
Someone gave Jim (obj indireto) the money (obj direto).
- The money was given to Jim.
- Jim was given the money.
Tempo na voz
Voz passiva Exemplos
ativa
Voz ativa: Bob writes letters. (Bob escreve cartas).
Presente simples are/ is + particípio
Voz Passiva: Letters are written by Bob. (Cartas são
escritas por Bob).
Voz ativa: Bob is writing a letter. (Bob está escrevendo
uma carta).
Presente is/are + being + verbo no
contínuo particípio
Voz passiva: A letter is being written by Bob. (Uma carta
está sendo escrita por Bob).
Voz ativa: Bob wrote a letter. (Bob escreveu uma carta).
was/were + verbo no
Passado simples
particípio Voz passiva: A letter was written by Bob. (Uma carta foi
escrita por Bob).
Voz ativa: Bob was writing a letter. (Bob estava
escrevendo uma carta).
was/were + being + verbo no
Passado contínuo
particípio
Voz passiva: A letter was being written by Bob. (Uma
carta estava sendo escrita por Bob).
Voz ativa: Bob will write a letter. (Bob escreverá uma
carta).
Futuro simples will be + verbo no particípio
Voz passiva: A letter will be written by Bob. (Uma carta
será escrita por Bob).
Voz ativa: Bob has written letters. (Bob tem escrito
cartas).
has/have + been + verbo no
Presente perfeito
particípio
Voz passiva: Letters have been written by Bob. (Cartas
têm sido escritas por Bob).
Voz ativa: Bob had written letters. (Bob tinha escrito
cartas).
Passado Perfeito had been + verbo no particípio
Voz passiva: Letters had been written by Bob. (Cartas
tinham sido escritas por Bob).
Voz ativa: Bob is going to write a letter. (Bob escreverá
uma carta).
Futuro com o am/is/are + going to be +
“going to” verbo no particípio
Voz passiva: A letter is going to be written by Bob. (Uma
carta será escrita por Bob).
1º) Quando o sujeito da voz ativa não for importante ou for desconhecido ou indeterminado:
- (Be) supposed to
Usado para dizer que algo é planejado, programado, combinado ou esperado.
The dinner is supposed to be a secret, but everybody seems to know about it.
4) Para descrever o resultado de uma ação desempenhada por alguém em benefício próprio:
He worked hard and got elected the Director of the company.
Questões
Fill in the blanks with suitable active and passive verb forms.
1. This house ——— in 1970 by my grandfather.
a) Built
b) Was built
c) Was build
d) Has built
6. The students ——— to submit their reports by the end of this week.
a) Have asked
b) Are asked
c) Has asked
d) Are asking
10. The inmates of the juvenile home ———– well by their caretakers.
a) Were not being treated
b) Were not treating
c) Have not being treated
d) Was not being treated
11. As the patient could not walk he————– home in a wheel chair.
a) Has carried
b) Has been carried
c) Was carried
d) Was carrying
1. (B) / 2. (B) / 3. (B) / 4. (B) / 5. (A) / 6. (B) / 7. (C) / 8. (B) / 9. (A) / 10. (A) / 11. (C) / 12. (C)
Prepositions
Examples:
8 o’clock
7:30
9 p.m
January
1964
IN Winter
the 20th century
Monday
ON May 16
(Days and Dates) Mother’s Day
(Dias e Datas) Saturday
2. AT / ON / IN com endereços:
ON Hudson Street
Nomes de ruas, avenidas, etc
Paulista Avenue
3. AT / ON / IN com localizações:
AT ON IN
HOME THE PLANE THE CAR
SCHOOL THE TRAIN THE BED
THE LIBRARY ON THE FLOOR THE BED
4. Preposições de Lugar:
Aqui é importante ressaltar o uso do “in front of“ quando estamos numa rua. Se dissermos que
estamos “in front of the bank”, estamos na frente do banco, mas na mesma calçada. Se você quiser
dizer que está na frente do banco, mas do outro lado da rua, deve dizer: “I’m opposite the bank”.
next to – ao lado de
near – perto, próximo
Cuidado com esses dois últimos que costumam ser confundidos, se você está exatamente ao lado
de alguém ou algo, deve usar next to. Exemplo:
Porém, se você estiver sentada próxima a algo ou alguém, mas não necessariamente ao lado, irá
dizer: “I am sitting near the door.” (Eu estou sentada próximo à porta.)
Temos ainda:
over – sobre
below – abaixo
Outra questão importante é o uso das preposições into e onto. Muitas pessoas se perguntam: É a
mesma coisa que in e on? Definitivamente não. Usamos essas preposições quando queremos dar ideia
de movimento. Exemplos:
She is putting her keys into her purse. (Ela está colocando suas chaves dentro da bolsa.)
Para finalizar, temos aqueles que considero um pouquinho mais complicados, que é o caso
do in, on e at. Embora em geral, in = dentro e on = em cima, nem sempre é assim quando estamos
falando da localização espacial de algo ou alguém e, para completar, não existe uma regra específica
para seu uso.
Contudo, dizemos “on the train”, “on the bus”, “on the ship” e “on the airplane”. Apesar de dizermos
“in the car”.
O on é mais usado para lugares mais abertos: on the farm, on the beach. O at é usado como
pensamos num lugar como sendo um ponto. Exemplo:
I’ll meet her at the airport. (Vou encontrá-la no aeroporto.)
[Link]
5. Algumas Expressões:
Existem diversas expressões idiomáticas em inglês que são iniciadas por preposição, veja alguns
exemplos:
AT
at any rate: a qualquer custo
at first: no início
at last: finalmente
at a loss: em uma perda
BEHIND
behind the scenes: por trás das cenas
BESIDE
beside the point: irrelevante
BY
by accident: por acidente
by all means: de todo jeito
by hand: à mão
by heart: de cor
by mistake: acidentalmente
by the way: a propósito
FOR
for sale: à venda
for sure: com certeza
for a while: por enquanto
FROM
from scratch: do princípio
from time to time: ocasionalmente
IN
in advance: antecipadamente
in any case: em qualquer caso
in charge: no comando
in common: em comum
INSIDE
inside out: do avesso
OF
of course: claro
ON
on account of: por causa de
on the lookout: na vigia
on the one hand: por um lado
on the other hand: por outro lado
on purpose: de propósito
on time: na hora (pontualmente)
OUT
out of the blue: subitamente
out of the ordinary: fora do comum
out of the question: for a de questão
out of tune: fora de sintonia
out of work: desempregado
TO
to a certain extent: até certo ponto
UNDER
under the circumstances: nessas circunstâncias
under control: sob controle
WITH
with the naked eye: a olho nu
with regard/respect to: no que diz respeito
WITHIN
within reason: razoável
7. Algumas especificações:
Finalidade – The feed is FOR the dog to eat. (A ração é PARA o cachorro comer)
Tempo – I have studied English FOR 2 years (Eu estudei Inglês DURANTE dois anos)
Favor ou benefício - Do it for me, please. (Faça isso por mim, por favor)
Movimento ou Posição – Turn TO the right (Vire PARA a direita) / Don’t go TO the other side of the
room. (Não vá PARA o outro lado da sala)
Questões
b) I’ll be very busy ............ Monday, but I could meet you .......... the morning instead.
Read the sentence below, considering the context of the text, and choose the alternative that best fills
in correctly and respectively the blanks.
“When we eat, the food is ________ down into glucose (blood sugar), the body’s main energy source.
As blood flows through the pancreas, this organ detects the high levels of glucose and knows to release
insulin, a hormone that it produces in order to allow the cells ________ the body to use the glucose. The
cells have insulin receptors that allow glucose to enter. Then the cell either uses the glucose to make
energy right away or ________ it as a future energy source.”
Welcome to Oxford
Many periods of English history are impressively documented in Oxford’s streets, houses, colleges and
chapels. Within one square mile alone, the city has more than 900 buildings of architectural or historical
interest. For the visitor this presents a challenge – there is no single building that dominates Oxford, no
famous fortress or huge cathedral that will give you a short-cut view of the city. Even Oxford’s famous
University is spread amidst a tangle of 35 different colleges and halls in various parts of the city centre,
flaunt its treasures; behind department stores lurk grand Palladian doorways or half-hidden crannies or
medieval architecture. The entrance to a college may me tucked down a narrow alleyway, and even then
it is unlikely to be signposted.
Oxford University Press, 1999, p. 135 (adapted)
(OBS: Os números das linhas na questão podem variar por conta da diagramação do material.)
(A) Certo.
(B) Errado.
Generation Y
By Sally Kane, [Link] Guide
Born in the mid-1980’s and later, Generation Y legal professionals are in their 20s and are just entering
the workforce. With numbers estimated as high as 70 million, Generation Y (also -1- as the Millennials) is
the fastest growing segment of today’s workforce. As law firms compete for available talent, employers
cannot ignore the needs, desires and attitudes of this vast generation.
Below are a few common traits that define Generation Y.
Tech-Savvy: Generation Y grew up with technology and rely on it to perform their jobs better. Armed
with BlackBerrys, laptops, cellphones and other gadgets, Generation Y is plugged-in 24 hours a day, 7
days a week. This generation prefers to communicate through e-mail and text messaging rather than face-
to-face contact and -2- webinars and online technology to traditional lecture-based presentations.
Family-Centric: The fast-track has lost much of its appeal for Generation Y who is willing to trade high
pay for fewer billable hours, flexible schedules and a better work/life balance. While older generations may
view this attitude as narcissistic or lacking commitment, discipline and drive, Generation Y legal
professionals have a different vision of workplace expectations and prioritize family over work.
Achievement-Oriented: Nurtured and pampered -3- parents who did not want to make the mistakes of
the previous generation, Generation Y is confident, ambitious and achievement-oriented. They have high
expectations of their employers, seek out new challenges and are not afraid to ask question authority.
Generation Y wants meaningful work and a soli learning curve.
Team-Oriented: As children, Generation Y participated in team sports, play groups and other group
activities. They value teamwork and seek the input and affirmation of others. Part of a no-person-left-
behind generation, Generation Y is loyal, committed and wants to be included and involved.
Attention-Craving: Generation Y craves attention in the forms of feedback and guidance. They
appreciate being kept in the loop and seek frequent praise and reassurance. Generation Y may benefit
greatly from mentors who can help guide and develop their young careers.
Font: [Link]
The alarm ________ Europe ________ the discovery ________ horse meat ________ beef products
escalated again Monday, when the Swedish furniture giant Ikea withdrew an estimated 1.670 pounds
________ meatballs ________ sale ________ 14 European countries. Ikea acted after authorities in the
Czech Republic detected horse meat in its meatballs. The company said it had made the decision even
though its tests two weeks ago did not detect horse DNA. Horse meat mixed with beef was first found last
month in Ireland, then Britain, and has now expanded steadily across the Continent. The situation in
Europe has created unease among American consumers over ________ or not horse meat might also
find its way into the food supply in the United States.
(The New York Times, 2/25/2013)
Choose the alternative that fills in, correctly and respectively, the blanks of the sentence below.
“The alarm ________ Europe ________ the discovery ________ horse meat ________ beef products
escalated again Monday, when the Swedish furniture giant Ikea withdrew an estimated 1.670 pounds
________ meatballs ________ sale ________ 14 European countries.”
Respostas
01.
a) Resposta ON
Expressão fixa “ON FOOT”.
b) Resposta ON – IN
Antes de dias da semana usa-se a preposição “on”.
Antes das expressões MORNING, AFTERNOON e EVENING precisa-se da preposição “in”
c) Resposta AT
Expressão fixa “AT LUNCHTIME”
d) Resposta ON – IN
“On” – preposição de lugar para nomes de ruas, avenidas, etc.
“In” – preposição de lugar para nomes de cidades estados, países, etc.
e) Resposta AT
“At” – preposição de lugar para endereços específicos.
02. RESPOSTA E
A questão pede que o candidato determine. Leia as sentenças abaixo e escolha a alternativa que
melhor completa os espaços. Quando nós comemos, a comida é (quebrada) em glicose (...), um hormônio
que é produzido para permitir que as células (por toda a parte) do corpo usem a glicose (...) então as
células usam a glicose para fazer energia na hora ou (armazenam) ela como uma fonte de energia futura.
03. RESPOSTA A
A questão pede que o candidato determine a preposição “amidst” (entre, no meio de) é sinônimo com
“among” (entre, dentro de, no meio de)
04. RESPOSTA B
A questão pede que o candidato determine. A palavra que melhor completa o espaço -3- é. No trecho
em questão. Buscam realizações: Nutridos e cuidados (por) pais que não querem cometer os mesmos
erros da geração anterior (...)
05. RESPOSTA B
A questão pede que o candidato determine. Escolha a alternativa que completa, corretamente e
respectivamente, os espaços em branco na sentença abaixo. O alarme (na) Europa (sobre) a descoberta
(de) carne de cavalo (nos) produtos de carne aumentou novamente segunda, quando a gigante dos
móveis Sueca Ikea retirou aproximadamente 1.670 pounds (de) almondegas (das) prateleiras (em) 14
países europeus.
Conjunctions
Conjunções são palavras que ligam duas orações ou termos semelhantes, dentro de uma mesma oração.
Existem três tipos de conjunções: Coordinating conjunctions, Correlative conjunctions e Subordinating
conjunctions. A partir de agora estudaremos separadamente cada um dos tipos de conjunções da Língua
Inglesa.
Coordinating conjunctions
Coordinating conjunctions ligam duas palavras ou duas orações independentes (independent clauses),
mas devem sempre ligar elementos com a mesma estrutura gramatical, por exemplo: subject + subject;
verb phrase + verb phrase; sentence + sentence; clause + clause. Uma coordinating conjunction
AND
He lives in Cambridge, and (he)* studies at Harvard University.
(Ele mora em Cambridge e estuda na Universidade de Harvard.)
*Quando a coordinating conjunction "and" liga dois verbos que possuem o mesmo sujeito, não é
necessário repeti-lo. Isso também ocorre com artigos, pronomes, preposições e outras expressões.
Observe os exemplos do quadro:
She sings and she plays the violin. →She sings and plays the violin
He plays tennis and he plays football. → He plays tennis and football.
They have offices in Britain and in France. → They have offices in Britain and France.
We stayed with my brother and my sister. → We stayed with my brother and sister.
The house and the garden were full of people. → The house and garden were full of people.
I've been to Greece and I've been to Turkey. → I've been to Greece and Turkey.
I washed my shirt and I dried my shirt. → I washed and dried my shirt.
When Robert went to the bookstore, he bought a notebook and several pens.
(Quando Roberto foi à livraria, ele comprou um caderno e várias canetas.)
- Podemos usar vírgula (,) diante de and quando esta conjunção for usada para adicionar o último item
de uma lista ou série. Esse tipo de construção é bastante comum no Inglês, contudo a série deve conter
pelo menos três ítens. Quando a construção não for longa, o uso da vírgula também é facultativo. Observe
os exemplos abaixo:
You had a holiday at Christmas, at New Year and at Easter. (Neste caso, não é necessário usar vírgula,
pois os ítens da série não são longos.)
Claudia spent her summer studying basic math, writing, and reading comprehension.
Observe que, nestes dois últimos exemplos, os ítens são maiores, portanto a vírgula pode ser usada.
She bought carrots, lettuce, a pineapple, and a dozen eggs. (Como a lista contém mais de três ítens,
podemos usar vírgula antes da conjunção.)
- A vírgula também pode ser usada antes de and quando liga duas orações independentes (independent
clauses) que não possuem o mesmo sujeito. Caso as orações sejam pequenas e tenham o mesmo sujeito,
não é comum usar vírgula. Observe:
Rachel decided to try the chocolate cake, and Peter ordered a strawberry pie. (Aqui a vírgula pode ser
usada, pois o sujeito das orações não é o mesmo.)
I bought a bottle of wine, and we drank it together. (Aqui a vírgula pode ser usada, pois o sujeito das
orações não é o mesmo.)
BUT
John is Canadian, but Sara is Irish. (João é canadense, mas Sara é irlandesa.)
Our players did their best but they lost the game. (Nossos jogadores fizeram o melhor que puderam,
mas perderam o jogo.)
- But é uma conjunção adversativa, ou seja, expressa um contraste. Assim como and,
usaremos vírgula(,) antes de but quando ela ligar duas orações independentes (independent clauses)
que sejam longas. Observe que, mesmo quando as orações possuem o mesmo sujeito, pode ocorrer
vírgula diante de but se as orações são longas. Compare os exemplos:
She had very little to live on, but she would never have dreamed of taking what was not hers. (Aqui,
embora o sujeito das duas orações seja o mesmo, a vírgula é usada, pois as orações são longas.)
She was poor but she was honest. (As orações são curtas e o sujeito é o mesmo, assim não se faz
obrigatório o uso da vírgula.)
I like him, but I don't like her. (Gosto dele, mas não gosto dela.)
The child was found abandoned but unharmed. (A criança foi encontrada abandonada, porém ilesa.)
I got it wrong. It wasn't the red one but the blue one.
(Entendi tudo errado. Não era a vermelha, mas a azul.)
By the end of the day we were tired but happy. (No final do dia estávamos cansados, mas felizes.)
Observação: Além de significar mas ou porém, but também pode significar exceto:
I had no choice but to sign the contract. (Eu não tinha escolha, exceto assinar o contrato.)
OR
Do you want to go out, or are you tired? (Você quer sair, ou está cansado?)
He could go, or stay a little more. (Ele poderia ir ou ficar mais um pouco.)
They must approve his political style or they wouldn't keep electing him mayor. (Eles decerto devem
aprovar seu estilo político, ou não continuariam o elegendo para prefeito.)
You can study hard for this exam or you can fail.
(Você pode estudar bastante para esta prova ou pode ser reprovado.)
We can broil chicken on the grill tonight, or we can just eat leftovers.
(Podemos fazer frango grelhado hoje à noite ou somente comer a comida que sobrou.)
SO
So, the judge removed the child from the custody of his parents.
(Então, o juiz tirou dos pais a custódia da criança.)
FOR
A função da conjunção for é introduzir uma explicação. Nestes casos, for é sinônimo
de because. Hoje em dia, o uso de for neste sentido é usado, na maioria das vezes, na escrita literária.
Observe os exemplos:
Eric tought he had a good chance to get the job in the company, for his father was one of the owners.
(Eric achou que tinha grande chance de conseguir o emprego na companhia, pois seu pai era um dos
donos.)
We listened eagerly, for he brought news of our families. (Escutamos avidamente, já que ele trouxe
notícias de nossas famílias.)
This movie is particularly interesting to feminist film theorists, for the screenplay was written by Diana
Lers. (Este filme é particularmente interessante para teóricos de filmes feministas, porque o roteiro foi
escrito por Diana Lers.)
I believed her, for surely she would not lie to me. (Acreditei nela porque tenho certeza de que ela não
mentiria pra mim.)
NOR
A conjunção nor liga duas alternativas negativas e é usada, na maioria das vezes, com neither e not.
Veja:
That is neither what I said nor what I meant. (Isto não foi o que eu disse nem o que eu quis dizer.)
She seemed neither surprised nor worried. (Ela não parecia nem surpresa nem preocupada.)
Not a building nor a tree was left standing. (Nem um prédio nem uma árvore foi deixada em pé.)
- Nor também é usado antes de um verbo positivo concordando com algo negativo que recém foi dito:
She doesn't like them nor does Jeff. [Ela não gosta deles e nem o Jeff (gosta deles).]
YET
A conjunção yet (contudo, mas, não obstante, porém, no entanto) indica oposição, ressalva:
He has a good job, and yet he never seems to have any money.
(Ele tem um bom emprego, e apesar disso parece que nunca tem dinheiro.)
John plays basketball very well, yet his favorite sport is tennis.
(João joga basquete muito bem, contudo seu esporte favorito é tênis.)
As Correlative conjunctions são sempre usadas aos pares, ou seja, elas nunca aparecem sozinhas. No
entanto, elas nunca aparecem uma logo do lado da outra. Assim como as coordinating conjunctions,
usamos as correlative conjunctions para ligar elementos com mesma função gramatical, por
exemplo: subject + subject; verb phrase + verb phrase; sentence + sentence; clause + clause. Veja
quais são as correlative conjunctions no quadro abaixo:
Correlative Conjunctions
both...and
either...or
neither...nor
not only...but also
as/so...as
whether...or
BOTH...AND
I'd like to work with both animals and children. (Eu gostaria de trabalhar com animais e crianças.)
Both David and Amanda know the importance of speaking another language.
(Ambos David e Amanda sabem a importância de falar outra língua.)
For this job you will need a good knowledge of both French and Spanish.
(Para este trabalho você precisará de um bom conhecimento de francês e espanhol.)
"To accomplish great things, we must not only act, but also dream; not only plan, but also believe."
(Anatole France)
(Para realizarmos coisas grandes, precisamos não somente agir, mas também sonhar; não somente
planejar, mas também acreditar.)
She not only sings like an angel, but also dances divinely.
(Ela não apenas canta como um anjo, mas também dança divinamente.)
Not only the bathroom was flooded, but also the rest of the house.
(Não só o banheiro estava alagado, mas também o resto da casa.)
Not only pode se posicionar no início da oração para dar ênfase ao que se quer dizer. Nesta estrutura, not
only deve ser seguido por auxiliary verb (and non-auxiliary have and be) + subject; do é usado* caso
não haja outro auxiliar:
Not only has she been late three times; she has also done no work.
(Ela não só chegou atrasada três vezes, como também não fez trabalho algum.)
*Not only do they need clothing, but they are also short of water.
(Eles não somente necessitam de roupas, mas também estão com falta d'água.)
Not only is the food in this restaurant awful, but also the prices are too high.
(Como se não bastasse a comida nesse restaurante ser terrível, os preços também são altos
demais.)
Not only were you late for class, but also forgot to do the homework.
(Você não apenas se atrasou para a aula, mas também esqueceu de fazer a lição de casa.)
AS / SO...AS
If you are as/so intelligent as your father, it will not be difficult for you to run your family business. (Se você
é tão inteligente quanto seu pai, não vai ser difícil para você administrar os negócios da sua família.)
She is as/so successful as her sister. (Ela é tão bem sucedida quanto sua irmã.)
WHETHER... OR
Whether you win this race or lose it doesn't matter as long as you do your best.
(Não importa se você ganhar ou perder essa corrida, contanto que faça o melhor que pode.)
Have you decided whether you will come or not? (Você decidiu se virá ou não?)
The ticket will cost the same, whether we buy it now or wait until later.
(O ingresso custará o mesmo valor se comprarmos agora ou esperarmos até mais tarde.)
I don't know whether my father is arriving by the eight o'clock flight or nine o'clock fight.
(Não sei se meu pai vai chegar no voo das oito ou das nove horas.)
Subordinating Conjunctions
* Dependent clause: orações que não são completas em si mesmas. Observe o exemplo abaixo:
Este período contém duas orações, "Because it was raining" e "I took my umbrella". A primeira oração é
uma dependent clause, ou seja, não possui sentido em si mesma. Se dissermos apenas
"Because it was raining" e nada mais, as pessoas não compreenderão o que queremos dizer. Contudo,
"I took my umbrella" é uma independent clause, pois possui sentido em si mesma, ou seja,
compreendemos seu sentido mesmo se falarmos apenas "I took my umbrella".
Esses tipos de conjunções posicionam-se no início da oração dependente (dependent clause). Porém,
a oração dependente pode vir antes ou depois da oração independente.
AFTER
(depois, após)
His clothes, though old and worn, looked clean and of good quality.
(As roupas dele, embora velhas e surradas, pareciam limpas e de boa qualidade.)
Leave the papers as they are. (Deixem os papéis como eles estão.)
As you were out, I left a message. (Já que /Como você não estava, deixei uma mensagem.)
As you know, Julia is leaving soon. (Como você sabe, Julia está indo embora em breve.)
AS IF / AS THOUGH
(como se)
Observação: Quando falamos sobre coisas que sabemos que não são verdades, podemos usar,
após asif/as though, o verbo no passado com significado futuro. Este uso enfatiza o fato de sabermos
que algo não é verdade. Compare:
He talks as if/as though he was very rich. (Ele fala como se fosse muito rico.)
No caso acima, temos certeza absoluta de que ele não é rico.
Why is he looking at me as if/as though he knew me? I've never seen him before. (Por que ele está
olhando para mim como se me conhecesse? Eu nunca o vi antes.)
Na linguagem formal, podemos usar were ao invés de was quando fazemos esse tipo de comparação.
Este uso é comum no Inglês Americano:
- Because e a oração dependente podem vir tanto antes como depois da oração independente ou
principal. Observe:
I finished early because I worked fast. (Terminei cedo porque trabalhei rápido.)
Because I worked fast, I finished early. (Porque trabalhei rápido, terminei cedo.)
We were late because of the rain. (NOT ... because the rain.)
(Estávamos atrasados por causa da chuva.)
I'm happy because I met you. (NOT ... because of I met you.)
(Estou feliz porque conheci você.)
BEFORE
(antes de, antes que)
He went out before I had finished my test. (Ele saiu antes de eu terminar minha prova.)
DESPITE / IN SPITE OF
(apesar de)
He was feeling bad. However, he went to work and tried to concentrate. (Ele estava se sentindo mal.
Contudo, foi trabalhar e tentou se concentrar.)
I hadn't slept well that night. However, I was not sleepy during the following day. (Eu não tinha dormido
bem naquela noite. Entretanto, não estava com sono no dia seguinte.)
The problems are not serious. Nonetheless, we shall solve them soon. (Os problemas não são graves.
Todavia, devemos resolvê-los logo.)
I haven't had lunch. Nevertheless, I'm not hungry. (Não almocei. Todavia, não estou com fome.)
Observação: Notwithstanding também é sinônimo de despite e insipite of. Contudo, nestes casos,
funciona como uma preposição.
IF
(se)
Ask her if she is staying at home tonight. (Pergunte se ela vai ficar em casa hoje à noite.)
If you meet my sister, give her this note. (Se você encontrar minha irmã, dê a ela este bilhete.)
You can stay for the weekend if you like. (Você pode ficar para o fim de semana se quiser.)
If I knew her name, I would tell you. (Se eu soubesse o nome dela, eu lhe diria.)
We didn't know how we would pay our bills once the money had gone. (Não sabíamos como pagaríamos
nossas contas uma vez que o dinheiro tinha acabado.)
Observação: Como conjunção, once é sinônimo de 'after', 'when' e 'as soon as' e na maioria das vezes
é usado com perfect tense. Veja:
Once you know how to ride a bike you never forget it.
(Depois que você aprende a andar de bicicleta, nunca mais esquece.)
Once you've passed your test I'll let you drive my car.
(Assim que / Quando você passar na prova, vou deixar você dirigir meu carro.)
Be here before noon, otherwise you will not have lunch with your father.
(Esteja aqui antes do meio-dia, do contrário / senão você não almoçará com seu pai.)
You have to study hard, otherwise you won't pass the exam.
(Vocês devem estudar bastante, caso contrário / senão não vão passar na prova.)
My parents lent me the money. Otherwise I couldn't have bought the house.
(Meus pais me emprestaram o dinheiro. Do contrário / Senão eu não poderia ter comprado a casa.)
Since you are here, help us, please! (Já que você está aqui, ajude-nos, por favor!)
Since you don't mind, I'll leave now. (Visto que / Já que você não se importa, vou embora agora.)
Cath hasn't phoned since she went to Belfast. (Cath não ligou desde que foi para Belfast.)
She's spending here for six months so that she can perfect her English.
(Ela vai ficar aqui seis meses para que / a fim de que possa aperfeiçoar seu Inglês.)
Mary talked to the shy girl so that she wouldn't feel left out.
(Mary falou com a menina tímida para que / a fim de que ela não se sentisse excluída.)
UNLESS
(a menos que, a não ser que, salvo se)
I'll take the job unless the pay is too low (= if the pay isn't too low / except if the pay is too low.)
(Ficarei com o emprego a menos que / a não ser que o salário seja muito baixo.)
Let's have dinner out - unless you're too tired. (= if you aren't too tired.)
(Vamos jantar fora - a menos que / a não ser que você esteja muito cansada.)
Do I have to wait unitl / till tomorrow? (Tenho que esperar até amanhã?)
You are not going out until / till you've finished your homework.
(Você não vai sair até que tenha terminado sua lição de casa.)
Until now I have always lived alone. (until now = so far = até agora, por enquanto)
(Até agora sempre vivi sozinho.)
You can stay on the bus until / till London. (= until you reach London.)
(Você pode ficar no ônibus até chegar a Londres.)
She left her job when she knew she was pregnant.
(Ela saiu do emprego quando soube que estava grávida.)
When we got to New York the shops were already closed. (Quando chegamos a Nova Iorque as lojas já
estavam fechadas.)
He'll phone you when he arrives. (Ele vai ligar para você quando chegar.)
By the time I leave work, the sun will be setting. (Quando eu sair do trabalho, o sol estará se pondo.)
By the time I arrive, they'll be eating dinner. (Quando eu chegar, eles estarão jantando.)
WHENEVER
(quando, toda vez que, sempre que)
Come whenever you like. (Venha quando quiser / a hora que quiser.)
You can ask for help whenever you need it. (Você pode pedir ajuda sempre que precisar.)
Whenever she comes, she brings a friend. (Sempre que ela vem, traz um amigo.)
Observação: A conjunção whenever também é usada quando o momento em que algo ocorre não é
importante:
It's not urgent - we can do it next week or whenever. (Não é urgente - podemos fazer isso na semana
que vem ou em qualquer outro momento.)
WHERE
(onde)
Seat where I can see you, please. (Sente onde eu consiga lhe enxergar, por favor.)
WHEREAS
(ao passo que, enquanto)
She was crazy about him, whereas for him it was just another affair.
(Ela era doida por ele, ao passo que / enquanto que para ele aquilo era apenas mais um caso.)
He likes broccoli, whereas she hates it. (Ele adora brócolis, ao passo que / enquanto ela detesta.)
WHILE
(enquanto)
They were burgled while they were out. (A casa deles foi assaltada enquanto eles estavam fora.)
You can go swimming while I'm having luch. (Você pode nadar enquanto eu almoço.)
While Andrew is very good at Biology, his brother doesn't know anything about that.
(Enquanto Andrew é muito bom em biologia, seu irmão não sabe nada sobre essa matéria.)
Observações:
- No início de orações, while pode significar although, despite the fact that.... Observe:
Questões
Brazil’s unemployment rate for 2012 fell to 5.5%, down from the previous record low of 6.0% recorded last
year, the Brazilian Institute of Geography and Statistics, or IBGE, said Thursday. In December,
unemployment fell to 4.6% compared with 4.9% in November, besting the previous record monthly low of
4.7% registered in December 2011, the IBGE sad.
The 2012 average unemployment rate was in line with the 5.5% median estimate of economists polled by
the local Estado news agency. Analysts had also pegged December’s unemployment rate at 4.4%.
Brazil’s unemployment rate remains at historically low levels despite sluggish economic activity. Salaries
have also been on the upswing in an ominous sign for inflation – a key area of concern for the Brazilian
An increased incidence of kidney stones and renal failure in infants has been reported in China, believed
to be associated with the ingestion of infant formula contaminated with melamine. It has been discovered
that melamine has been deliberately added to raw milk for a number of months in order to boost its
apparent protein content. In 2007 there was a large outbreak of renal failure in cats and dogs in the USA
associated with ingestion of pet food found to contain melamine and cyanuric acid. Melamine alone is of
low toxicity; ________ experimental studies have shown that combination with cyanuric acid leads to
crystal formation and subsequent kidney toxicity.
(World Health Organization, 30/10/2008)
Choose the alternative that fills in correctly the blank of the sentence below.
“Melamine alone is of low toxicity; ________ experimental studies have shown that combination with
cyanuric acid leads to crystal formation and subsequent kidney toxicity”.
(A) Therefore.
(B) So.
(C) However.
(D) Unless.
(E) Since.
According to the formal rule of the English language, choose the alternative that fills in correctly the blank
of the sentence below.
“The situation in Europe has created unease among American consumers over ________ or not horse
meat might also find its way into the food supply in the United States.”
(A) Rather.
(B) Whether.
(C) Perhaps.
(D) Either.
(E) If.
Respostas
1. (B)
As long as => DESDE QUE - denota um condição.
Logo => Você pode ficar com a minha bicicleta DESDE QUE você a traga de volta amanhã.
2. (D)
No trecho em questão. Além (do fato exposto na frase anterior), trabalhadores que não procuram
ativamente por um emprego (...). Otherwise – caso contrário. Nevertheless – todavia, porém. Furthermore
– além disso, ademais. Therefore – portanto, por isso, assim.
3. (E)
No trecho em questão – A taxa de desemprego brasileira, entretanto, não é completamente comparável
com as taxas de desemprego dos países desenvolvidos (uma vez que) uma grande parte da população
é desempregada ou trabalha informalmente (...)
4. (C)
A questão pede que o candidato determine. Escolha a alternativa que melhor completa o espaço na frase
abaixo. A melanina sozinha é de baixa toxicidade. (Porém) estudos experimentais mostram que sua
combinação com ácido cianúrico leva a formação de cristais e subsequente intoxicação do rim.
5. (B)
A questão pede que o candidato determine de acordo com a regra formal da língua inglesa, escolha a
alternativa que completa corretamente o espaço na sentença abaixo. A situação na Europa tem criado
um desconforto entre os consumidores americanos (caso aconteça) ou não da carne de cavalo conseguir
entrar na fonte alimentícia dos Estados Unidos.
Caro estudante, algumas classes de palavra foram estudadas anteriormente: verbo, conjunção,
preposição; e pronome será trabalhado no tópico seguinte.
Os adjetivos em inglês são invariáveis tanto em gênero, quanto em número. Assim, enquanto no
Português fala-se “O menino é rico / A menina é rica”, em inglês, fala-se “The boy is rich / The girl is
rich”, sem mudança de gênero.
O mesmo ocorre com a questão de singular e plural, veja os exemplos:
Posição: os adjetivos em inglês são colocados nas frases antes dos substantivos. Exemplos: hard
lesson / clean house / black cat.
Observação: os adjetivos devem posicionar-se na frase após os verbos “To Be” (ser / estar):
They were happy.
The baby is healthy.
Example: Lovely small old square black Chinese leather school backpack.
As formas comparativas e superlativas dos adjetivos ou advérbios na língua inglesa, são usadas de
acordo com a quantidade de coisas (objetos, pessoas, animais, cidades, etc.) que são comparadas.
Usamos o grau Superlativo para destacarmos uma coisa dentro de um grupo de três ou mais.
Formas Invariáveis
As formas invariáveis são aquelas que o Adjetivo ou Advérbio não mudam a escrita, apenas
acrescentamos as formas de igualdade, superioridade ou inferioridade. Veja a tabela abaixo:
Formas Variáveis
As formas variáveis são aquelas onde o adjetivo ou advérbio mudam a escrita. São aplicadas apenas
as palavras curtas, ou seja, aquelas com uma ou duas sílabas. Modificamos as terminações seguindo
algumas observações que serão estudadas abaixo:
Exemplos:
Exemplos:
happier than = mais feliz que
Exemplos:
MORE comfortable than = mais confortável que
Exemplos:
MORE afraid than = mais amedrontado que
5. Usamos os prefixos MORE e MOST com qualquer adjetivo terminado em –ED, –ING, –FUL, –RE, –
OUS.
Exemplos:
Variações Ortográficas
Exemplos:
Exemplos:
EXCEÇÃO
shy – shyer than – the shyest (tímido)
Exemplos:
Formas Irregulares
2. Alguns adjetivos e advérbios têm mais de uma forma no comparativo e superlativo de superioridade.
The warmer the weather, the better I feel. (Quanto mais quente o tempo, melhor eu me sinto.)
The more expensive the hotel, the better the service. (Quanto mais caro o hotel, melhor o serviço.)
The longer the phone call, the more you have to pay. (Quanto mais longo o telefonema, mais você
tem de pagar.)
Gradual Increase
It’s becoming harder and harder to find a job. (Está ficando cada vez mais difícil achar um emprego.)
Traveling is becoming more and more expensive. (Viajar está ficando cada vez mais caro.)
The weather is becoming hotter and hotter. (A temperatura está ficando cada vez mais quente.)
ATENÇÃO
The aging process affects us all at different rates. Some people of fifty-three, like the esteemed author,
look a mere thirty-five, with sparkling brown eyes, a handsome gait and the virility of a steam train. Others,
like the author’s friend Colin, look like little middle-aged men at twenty-one with middle-aged outlooks of
set ways and planned futures. In women the former condition is common but women rarely suffer from the
latter, being fired with the insatiable drive of ambition for either an independent and distinguished career
in a still male-dominated world, or a home and seven children by the time they are thirty followed by an
independent and distinguished career as a Cheltenham councillor or a public relations agent for Jonathan
Cape, in later life.
No such luck for Charles Charlesworth, who was born on the 14th of March, 1829, in Stafford. At the
age of four Charles had a beard and was sexually active.
In the final three years of his life his skin wrinkled, he developed varicose veins, shortness of breath,
grey hair, senile dementia and incontinence. Some time in his seventh year he fainted and never gained
consciousness
The coroner returned a verdict of natural causes due to old age.
Hugh Cory. Advanced writing with english in use. Oxford University Press, p. 34.
According to the text above,
It is rather common for women to look older than they really are.
( ) CERTO ( ) ERRADO
04. If you need any __________________ information, please contact our head office.
(A) far
(B) farther
(C) more far
(D) the furthest
(E) further
05. The more you practice your English, the _____ you’ll learn.
(A) faster
(B) farther
(C) fastest
(D) furthest
(E) more fast
06. The parcel seemed to get __________________ as I carried it along the avenue.
(A) more heavy
(B) heaviest
(C) heavier and heavier
(D) the heaviest
(E) most heavy
10. Ann’s younger sister is still at school. Her ________ sister is a physician.
(A) elder
(B) older than
(C) the eldest
(D) the oldest
(E) the older
01. ERRADO
O item diz que: " É bastante comum para as mulheres parecerem mais velhas do que realmente são.
Nas linhas 4 e 5 podemos ler o contrário:
“...In women the former condition is common but women rarely suffer from the latter...”
"... Nas mulheres a condição anterior é comum (quando diz que algumas pessoas com 53 anos,
parecem que têm 35) mas mulheres raramente sofrem da outra condição (onde diz que outros parecem
estar na meia idade aos 25) "
02. (D) – Estamos comparando o resfriado entre ontem e hoje. Bad – worse (comparativo irregular)
03. (C) – O serviço do hotel está sendo comparado entre antes e depois da reclamação. Bad – worse
(comparativo irregular).
04. (E) – Further é forma irregular de far(longe), mas tem sentido de algo adicional.
05. (A) - Essa estrutura é o Parallel Increase, usamos a forma comparativa, nesse caso de fast (faster).
06. (C) – Esta estrutura é o Gradual Increase, usamos o comparativo repetidamente (heavy – heavier).
07. (C) – A frase pede comparativo (fat – fatter), pois está sendo comparado o peso da pessoa antes
e agora.
08. (C) – A pessoa quer um lugar mais quieto do que onde ela está. Comparando dois lugares, usamos
logo, quieter.
09. (B) - Usamos o Parallel Increase para dizer que algo depende de outra coisa.
10. (A) – Ao falarmos de uma pessoa mais velha que outra, podemos usar a forma irregular de old
(elder).
Advérbios
Advérbios simples: são formados por uma só palavra. Exemplos: here, sometimes.
Locuções adverbiais: são formados por duas ou mais palavras. Exemplos: in this apartment, once
every week.
- Quando são derivados de adjetivos, os advérbios são, na maioria dos casos, formados pelo
acréscimo do sufixo -ly (-mente, em português) a um adjetivo.
Observações:
Exceções:
true (verdadeiro) - truly (verdadeiramente)
due (que se deve, devido, adequado, esperado) - duly (a tempo, pontualmente, diretamente)
5. Caso o adjetivo já termine em -ly, nada se acrescenta a ele para a formação do advérbio:
Justine is tired of her daily routine. - daily = adjetivo (Justine está cansada da sua rotina diária.)
Bob's column is published daily. - daily = advérbio (A coluna de Bob é publicada diariamente.)
Adjetivos e Advérbios
Close
Adjective: Harry is a close friend of mine. (Harry é um amigo próximo meu.)
Adverb: Come close, I need to tell you something. (Chegue perto, preciso te contar uma coisa.)
Hard
Adjective: John is a hard worker. (John é um trabalhador esforçado.)
Late
Adjective: A late applicant suddenly came into the room. (Um candidato atrasado entrou de repente na
sala.)
Adverb: I usually get up late in sunday mornings. (Eu geralmente acordo tarde nas manhãs de
domingo.)
- Advérbios de tempo (TODAY, TOMORROW, NOW, SOON, LATELY...) são colocados no final ou
no início de uma oração.
serious – seriously
careful – carefully
quiet – quietly
heavy – heavily
bad – badly
lonely = solitário
(adjetivo)
lovely = encantador
(adjetivo)
= ultimamente
Questões
So Spain has decided to haul Lionel Messi into court for tax evasion, which strikes me as completely
insane on pretty much every level.
You may remember the story from a few months back: The greatest soccer player in the world and his
father were accused of setting up a bunch of shell companies in Belize and Uruguay to avoid paying taxes
on royalties and other licensing income.
Messi - who makes an estimated $41 million a year, about half from sponsors - reached a settlement
with Spain’s tax authorities earlier this summer, agreeing to pay the amount he apparently owed, plus
interest. The matter was settled, or so it seemed. Messi could go back to dazzling the world with his
athleticism and creativity.
Only it turns out that Spain wasn’t quite done with Messi. His adopted country - Messi is Argentine but
became a Spanish citizen in 2005 - is now considering pressing criminal charges against him.
Cracking down on tax-evading footballers has become something of a trend in Europe, where players
and clubs have been known to launder money through “image-rights companies” often set up in tax
havens. When you need money - and Europe needs money - go to the people who have it, or something
like that. Over the summer, dozens of Italian soccer clubs were raided as part of an investigation into a
tax-fraud conspiracy. A number of English Premier League clubs were forced last year to pay millions of
pounds in back taxes.
Apostila gerada especialmente para: Alberto Santos da Paixão 060.693.175-99
. 90
No one likes a tax cheat, and there’s little doubt that widespread tax fraud has helped eat away at the
social safety net in Spain and elsewhere, depriving schools, hospitals and other institutions of badly
needed funds. But Europe is not going to find the answers to its financial problems in the pockets of some
professional soccer players and clubs.
Messi’s defense, delivered by his father, seems credible enough to me. “He is a footballer and that’s
it,” Messi’s father Jorge said of his soccer-prodigy son. “If there was an error, it was by our financial adviser.
He created the company. My mistake was to have trusted the adviser.” Even if Messi is legally responsible
for the intricate tax dodge he is accused of having participated in, it’s pretty hard to believe that he knew
much about it.
More to the point, Lionel Messi is probably Spain’s most valuable global asset. What could possibly
motivate the Spanish government to want to tarnish his reputation, especially after he’s paid off his alleged
debt? After four years of Great-Depression level unemployment, have anxiety and despair curdled into
vindictiveness?
Here’s another explanation: Maybe this whole case has less to do with money than it does with history.
Maybe it’s no coincidence that the target of the Spanish government’s weird wrath happens to play for FC
Barcelona, which is, after all, "mes que un club." It's a symbol of Catalan nationalism - and a bitter, longtime
rival of Spain’s establishment team, Real Madrid.
Too conspiratorial? Prove it, Spain. Release Cristiano Ronaldo’s tax return.
(Adapted form [Link]
Oil is the largest source of liquid fuel and, in spite of attempts to develop synthetic fuels, world
consumption of oil products in increasing.
The oil industry is not much more than a hundred years old. It began when the first oil well was drilled
in 1859. In the early days, oil was used to light houses because there was no electricity and gas was very
scarce. Later, people began to use oil for heating too.
Most industries use machinery to make things. Every machine needs oil in order to run easily. Even a
small clock or watch needs a little oil from time to time.
The engines of many machines use oil fuels petrol, kerosene or diesel. Cars, buses, trucks, tractors,
and small aircraft use petroleum chemicals: synthetic rubber, plastics, synthetic fiber materials for clothes
and for the home, paints, materials which help to stop rust, photographic materials, soap and cleaning
materials (detergents), drugs, fertilizers for farms and gardens, food containers, and may others.
In 1900 the world’s oil production was less than 2 million tons a year. Today the oil industry is one of
the world’s largest and most important suppliers of raw materials.
In the sentence: “every machine needs oil in order to run easily”. Easily can be considered:
(A) an adverb.
(B) an adjective.
(C) a noun.
(D) a preposition.
(E) a conjunction.
Wolves
Tsali, an old chief of the Cherokees (a tribe of Noth American Indians that live in the Southwest of the
Unites States), often walks along the stream near the village with his grandson. They do that almost every
day. The old man knows a lot of stories full of adventure or wisdom and the boy loves to listen to them.
Respostas
02. A
Muitos advérbios são derivados de adjetivos ou possuem a mesma forma do adjetivo. Quando são
derivados de adjetivos, os advérbios são, na maioria dos casos, formados pelo acréscimo do sufixo -ly (
mente em português) a um adjetivo.
O advérbio "easily" vem do adjetivo "easy"
Ex: easy ou easily: His success came too easy. / His success came too easily.
(O sucesso dele veio fácil / facilmente.)
Portanto na sentença: "toda máquina precisa de óleo para funcionar facilmente". "Easily" pode ser
considerado um advérbio.
Artigo Definido
THE = o, a, os, as
Exemplos:
Exemplos:
The Netherlands
Exemplos:
- Antes de acidentes geográficos (rios, mares, oceanos, cadeias de montanhas, desertos e ilhas
no plural), mesmo que o elemento geográfico tenha sido omitido.
Exemplos:
Exemplos:
Exemplos:
Exemplos:
Exemplos:
- Antes de nacionalidades.
The Dutch
The Chinese
Exemplos:
Exemplos:
Omissões
Exemplos:
Examples:
- Antes de possessivos.
Exemplo:
Exemplo:
She speaks French and English. (Mas: She speaks the French language.)
Exemplo:
- Não se usa o artigo THE antes das palavras church, school, prison, market, bed, hospital,
home, university, college, market, quando esses elementos forem usados para seu primeiro
propósito.
Exemplos:
- Sempre se usa o artigo THE antes de office, cathedral, cinema, movies e theater.
Exemplos:
Artigo Indefinido
A / AN = um, uma
Emprego do artigo A:
Exemplos:
A boy
A girl
A woman
Exemplos:
A uniform
A university
A European
Emprego do artigo AN:
AN egg
AN orange
AN umbrella
Examples:
AN hour
AN honor
AN heir
Exemplo:
Exemplo:
- No modelo:
WHAT + A / AN = adj. + subst.
Exemplos:
Exemplos:
- Em certas expressões.
Exemplos:
Exemplos:
James is a lawyer.
Omissões
Exemplos:
Exemplos:
Questões
Marque a alternativa adequada para cada questão abaixo, de acordo com as regras estudadas:
02. Generally speaking, __________ boys are physically stronger than girls.
A) no article
B) a
C) the
D) an
01. A – “Amo morar nesta cidade”, não há necessidade de um artigo antes de cidade.
02. A – A frase cita meninos em geral, e nesse caso, não se usa artigo.
Substantivos
Substantivos, que no inglês são conhecidos como nouns, são palavras que dão nome a pessoas,
lugares, coisas, conceitos, ações, sentimentos, etc. Também chamados de nomes, eles funcionam de
muitas maneiras nas sentenças. Na maioria das vezes, posicionam-se como o sujeito de um verbo,
funcionando como o ator ou agente dele. Os nomes também podem receber uma ação quando funcionam
como objeto do verbo. Quando atuam como sujeitos ou objetos, os substantivos podem ser apenas uma
palavra, frases, ou cláusulas.
Exemplos:
The plane crashed. (substantivo como sujeito da frase)
He kicked the dog. (substantivo como objeto direto do verbo)
A maioria dos substantivos forma o plural com o acréscimo de -s. Por exemplo:
Singular Plural
dog dogs
cat cats
a canary canaries
a library libraries
a pony ponies
a story stories
Se o substantivo termina em -s, -ss, -z, -sh, -ch, -x (exceção: ox => oxen), acrescentamos -es para
formar o plural:
Woman women
Man men
Child children
Tooth teeth
Foot feet
Goose geese
Mouse mice
Person people
Para alguns terminados em -f ou -fe, trocamos estas letras por -ves. Para outros, apenas usamos -s:
Knife knives
Wife wives
Life lives
Substantivos contáveis e não contáveis
Fonte: [Link]
Contáveis são aqueles substantivos que podemos enumerar e contar, ou seja, que podem possuir
tanto forma singular quanto plural. Eles são chamados de countable nouns ou de count nouns, em inglês.
Por exemplo, podemos contar pencil. Podemos dizer one pencil, two pencils, three pencils, etc.
Incontáveis são os substantivos que não possuem forma no plural. Eles são chamados de
uncountable nouns, de non-countable nouns, ou até de non-count nouns, em inglês. Podem ser
precedidos por alguma unidade de medida ou quantificador. Em geral, eles indicam substâncias, líquidos,
pós, conceitos, etc., que não podemos dividir em elementos separados. Por exemplo, não podemos
contar “water” em por exemplo one water ou two waters. Podemos, sim, contar "bottles of water" ou
"liters of water", mas não podemos contar “water” em sua forma líquida.
Outros exemplos de substantivos incontáveis são: music, art, love, happiness, advice, information,
news, furniture, luggage, rice, sugar, butter, water, milk, coffee, electricity, gas, power, money, etc.
Em geral, estudantes de língua inglesa têm dificuldade de saber quando um substantivo é contável e
quando é não-contável. As dicas são sempre conferir a informação num bom dicionário e também tentar
memorizar alguns dos mais comuns para agilizar o seu estudo. Nos dicionários, normalmente você
encontra o símbolo [U] para identificar os uncountable nouns e [C] para os countable nouns.
Exemplos:
E há alguns específicos para uso com substantivos contáveis: a few, few, fewer, many.
Exemplos:
Existe ainda o determinante a lot of que pode ser utilizado tanto para substantivos contáveis como
incontáveis. Ele é apelidade de “coringa” porque serve para ambas as categorias. Mas lembre-se de focar
os estudos nos demais principalmente no much e many. Os concursos sempre focm mais no much e
many na tentativa de confundir o candidato.
Exemplo:
Modificadores de substantivos
Modifiers são palavras, locuções, frases, ou cláusulas que qualificam o significado de outras palavras.
O termo é bem genérico: qualquer parte da fala que funciona como um adjetivo ou advérbio é um
modificador.
Nos exemplos abaixo, o modifier está em negrito e a palavra que ele modifica está sublinhada; a
função do modificador está descrita abaixo.
Adjetivos — descrevem ou modificam nomes. Uma locução adjetiva ou cláusula adjetiva funciona da
mesma maneira que uma simples palavra funcionaria.
Exemplos:
Exemplos:
Advérbios — descrevem verbos, adjetivos, ou outros advérbios, completando a ideia de como, quanto
ou quando. Uma locução adverbial ou cláusula adverbial funciona da mesma forma que um único advérbio
funcionaria.
Exemplos:
The woman carefully selected her best dress for the party.
A mulher cuidadosamente escolheu seu melhor vestido para a festa.
Carefully é um advérbio que modifica o verbo selected.
Questões
Respostas
1. (C) / 2. (C) / 3.(B) / 4. (D) / 5. (C) / 6. (D) / 7. (C) / 8. (C) / 9. (B) / 10. (C) / 11. (B) / 12. (A)
Numbers
Cardinal Numbers
Usados para:
1. Count things (contar as coisas): I have one little brother. There are thirty-one days in January.
2. Give your age (falar sobre idade): You are nineteen years old. My sister is twenty-seven years old.
3. Give your telephone number (dar número de telefone): Our phone number is two-six-nine, three-
eight-four-seven (269-3847).
4. Give years (falar sobre os anos): I was born in nineteen ninety-five (1995).
1 ONE
2 TWO
3 THREE
4 FOUR
5 FIVE
Ordinal Numbers
Usados para:
1. Give a date (falar sobre datas): My birthday is on the 27th of August. (Twenty-seventh of August)
2. Put things in a sequence or order (colocar as coisas em uma sequência ou ordem): I was the second
to be interviwed.
3. Give the floor of a building (falar sobre os andares de construções): His office is on the tenth floor.
Pronouns
1. Pronomes Pessoais:
Em inglês existem dois tipos de pronomes pessoais, eles são: Subject Pronouns e Object Pronouns.
Exemplos:
I study English and Japanese.
She works in a big city.
Object Pronous
(Usados como objeto da frase) ME
YOU
HIM
HER
IT
US
YOU
THEM
Exemplos:
They gave me the book.
She always see him at school.
2. Pronomes Possessivos:
Em inglês há, também, dois tipos de pronomes possessivos, os Possessive Adjectives e os
Possessive Pronouns.
POSSESSIVE POSSESSIVE
ADJECTIVES PRONOUNS
MY MINE
YOUR YOURS
HIS HIS
HER HERS
ITS ITS
OUR OURS
YOUR YOURS
THEIR THEIRS
MYSELF
YOURSELF
Exemplos:
He hurt himself. (Ele se cortou)
I cut myself. (Eu me cortei)
Observação:
Os pronomes reflexivos também possuem função enfática. Veja alguns exemplos:
They themselves built their houses. (Eles próprios construíram a casa)
We ourselves made this surprise to you. (Nós mesmos preparamos essa surpresa para você)
4. Pronomes Demonstrativos:
5. Pronomes Indefinidos:
Derivações do “ANY” – ANYWHERE (em qualquer lugar, em algum lugar, em nenhum lugar)
ANYBODY (qualquer pessoa, alguém, ninguém)
ANYTHING (qualquer coisa, nada, algo)
6. Pronomes Interrogativos:
WHEN Quando? When did he come to Brazil? (Quando ele veio para o Brasil?)
WHO Sujeito ou Pronome Objeto para pessoas I told you about the woman who lives in Brazil
WHICH Sujeito ou Pronome Objeto para animais Do you see the cat which is drinking milk?
e coisas
WHOSE Posses para pessoas, animais e coisas This is the boy whose mother is a nurse
WHOM Pronome Objeto para pessoas The woman whom you called is my cousin
THAT Sujeito ou Pronome Objeto para He is the man that saved my life
pessoas, animais e coisas That is the dog that bit my neighbor
8. One / Ones
One (singular ) / Ones (plural) são usados para evitar repetições desnecessárias.
See those two girls? Helen is the tall one (girl) and Jane is the short one (girl).
Let’s look at the photographs. The ones (photographs) you took in Paris.
Questões
02. ............. do they study here? Because they like our school.
(A) Where
(B) When
(C) Why
(D) Who
(E) What
In 1960, a young inspector for the Food and Drug Administration faced down a powerful drug company
by rejecting its application to sell a morning-sickness drug in the United States. The company, Richardson-
Merrell, griped about her repeated demands for more safety data. They complained to her superiors,
branding her as nitpicker. But she stood firm. The drug is question was thalidomide, and worldwide as
many as 12.000 children were born with severe birth defects after their mothers used it, in the U.S., where
Frances Kelsey blocked Merrell from disturbing the drug expect to a few doctors for ‘experimental’ trials,
the toll was 17. Today’s FDA isn’t that FDA.
Today’s FDA can be steamrolled. Today’s FDA just approved an application by Allergan to expand the
target market of its Lap-Band weight-loss device potentially by tens of millions of patients. How much
safety data did the FDA review before giving Allergan the green light? Mainly the results of one year of
study of 149 patients. Kelsey has said that she demanded more information form Merrell, thalidomide’s
U.S. manufacturer, because its history of conflicts with the agency made her suspicious. Is there any
reason to mistrust Allergan? Let’s look at the record. In September, Allergan pleaded guilty to one criminal
count and paid $600 million in fines and penalties to settle federal charges that it had illegally marketed
Botox for uses the FDA hadn’t approved. In accepting the plea bargain, the government charged that the
company had made under-the-table payments to doctors who used Botox to treat unapproved conditions,
created front groups and websites to push the broader uses of the drug while concealing Allergan’s
backing, and coached physicians to over-diagnose a condition for which Botox could be legally marketed
so it could sell more product. Allergan took these steps, the government contended, because the approved
uses had meager sales potential. The most prevalent condition for which Botox treatment was approved,
cervical dystonia, is a neck spasm that affects only about 27.000 people, Allergan wanted doctors to
prescribe Botox for headaches. Botox’s sales grew 1.407% and by 2007, total Botox sales exceeded $500
million. More than 70% of that was unapproved uses.
This didn’t seem to enter into the FDA’s review of Allergan’s application to expand its marketing of the
Lap-Band, a device that’s surgically implanted around the stomach. So far, the approved use has been for
morbidly obese people. An FDA advisory panel, which gave preliminary approval to Allergan’s application,
wasn’t entirely happy with the company’s data supporting its safety and efficacy claims for the Lap-Band
– its own 149-patient study and six other studies, at least three of which conducted by researchers with
financial links to Allergan – but they felt that the Lap-Band’s benefits outweighed the risks.
(HILTZIKLOS, M., Adapted from Los Angeles Times, 22/02/2011)
(A) I. “which” refers to “panel”; II. “its” refers to “company”; III. “its” refers to “company”; IV. “which” refers
to “studies”.
(B) I. “which” refers to “DFA”; II. “its” refers to “Allergan”; III. “its” refers to “Allergan”; IV. “which” refers
to “claims”.
(C) I. “which” refers to “panel”; II. “its” refers to “data”; III. “its” refers to “Lap-Band”; IV. “which” refers to
“patient”.
(D) I. “which” refers to “FDA”; II. “its” refers to “company”; III. “its” refers to “Allergan”; IV. “which” refers
to “Studies”.
(E) I. “which” refers to “panel”; II. “its” refers to “data”; III. “its” refers to “company”; IV. “which” refers to
“data”.
09. (TERMOBAHIA – TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO E CONTROLE JÚNIOR – CESGRANRIO)
GTCIT Magazine
The Monitoring Committee of the Electric Sector (CMSE) decided on Monday (may 30, 2012), to
diminish the thermoelectric power generation in Brazil as of next week. According to the Ministry of Mines
and Energy, Márcio Zimmermann, the thermoelectric generation, which currently averages 4.000
megawatts (MW), should now be reduced to 2.500 MW.
These plants are used in Brazil mainly to prevent a power outage in the country in times of drought,
when the reservoirs of the dams are low. But the ministry assured that the reservoir of the hydroelectric
plants are satisfactory, and that there will be no need to resort to the thermoelectric resources.
According to the Minister Zimmermann, the Southeast has an average of 90% of its reservoirs full,
which is an excellent level for this time of year. Even the Northeast, whose reservoir levels are a little
lower, do not compromise system security.
“The system is operating perfectly within the current conditions, which safely allows us to reduce the
generation of thermoelectric energy. This will give us an economic surplus that can be used towards
system maintenance and in the implementation of new quality programs for the energy sector”, he said.
He also explained that: “of course, this does not mean that the committee will not be flexible as to this
decision in case the current conditions take an unexpected turn.” They will be following the reduction of
the projection for the coming months and, if necessary, the plans will be changed according to the
demands vis-avis resources.
Available at: [Link]
(OBS: Os números das linhas na questão podem variar por conta da diagramação do material.)
(A)Plans.
(B)Resources.
(C)Conditions.
(D)Demands.
(E)Committee.
The Underwater Centre secures its biggest ever contract – worth $1.3 million – to train
Russian saturation divers
The world’s leading commercial diver and Remotely Operated Vehicle (ROV) training facility, based in
the Scottish Highlands and Australia, has secured its biggest contract – worth US$ 1.3millin – to train
Russian saturation divers. The award cements its reputation as a major service provider for the growing
worldwide oil and gas industry.
The men, already experienced air divers, were trained on saturation procedures and techniques and
will receive the Australian Diver Accreditation Scheme (ADAS) and the Closed Bell certification. More
advanced than the ADAS, the Closed Bell is the certification appropriate to deep water dives of 60 meters
/ 200 feet, using a trimix tank with 16 percent oxygen (O2).
During the training, divers lived in a chamber for up to 28 days, which was pressurized to the same
pressure of the sea, exactly at the depth that they will be working at. Living and working at pressure mean
that they can be transported quickly and efficiently to the work site under the water without decompression
stops, allowing divers to work in much greater depths and for much longer periods of time.
MRTS Managing Director Alexander Kolikov said: “Oil and gas firms in Russia are currently facing a
skills shortage due to the rapidly increasing amount of exploration work underway at the moment. By
investing in the training of our divers in saturation diving, we are addressing this need for experts in
maintenance and repair activities vital to maintaining Russia’s subsea infrastructure.”
Steve Ham, General Manager at the Fort William Centre said: “We were delighted when MRTS chose
The Underwater Centre to train its divers in saturation diving, and I think this is testament to the hard work
we have been putting in to ensure our reputation as a world-class training facility.
Available at: [Link]
(OBS: Os números das linhas na questão podem variar por conta da diagramação do material.)
(A) Commercial diver and Remotely Operated Vehicle (ROV) training facility (lines 1-2)
(B) Scottish Highlands and Australia (line 3)
(C) Biggest ever contract (line 4)
(D) Russian saturation divers (line 5)
(E) Oil and gas industry (line 7)
Respostas
1. (A)
I – pronome sujeito
My – pronome possessivo usado antes do substantivo mother - mãe
2. (C)
3. (D)
4. (E)
5. (B)
6. (D)
7. (D)
A questão pede que o candidato determine. Leia a sentença abaixo e afirme ao que a palavra
sublinhada se refere. As vendas de Botox cresceram 1.407% e em 2007 a venda total de Botox passou
de 500 milhões de dólares. Mais de 70% disso (vendas) foram para usos não aprovados.
9. (E)
A questão pede que o candidato determine. De acordo com o texto, o pronome “they” se refere à. No
último parágrafo o texto afirma que, claro que isso não quer dizer que o comitê não será flexível a sua
decisão caso as condições atuais mudem drasticamente. Eles irão seguir a redução (...). Eles se refere
aos membros do comitê que tomaram tal decisão.
10. (A)
A questão pede que o candidato determine a que o pronome possessivo “its” se refere. A primeira
parte do texto qualifica o centro de treinamento para mergulhadores e veículos operados remotamente.
Em seguida (no trecho em que temos o pronome “its”) o texto fala que o prêmio cimenta sua reputação.
No caso esse “sua” se refere ao mesmo centro.
Observando o quadro acima, concluímos que as orações restritivas que se referem a pessoas são
introduzidas por who, whom ou that, já as orações restritivas que se referem a coisas são introduzidas
por which ou that. O pronome possessivo whose é usado tanto para pessoas como para coisas:
Is this the man who / that stole your bag? (É este o homem que roubou sua bolsa?)
I need a car which is big. (Preciso de um carro que seja grande.)
Do you know the boy whose mother is a nurse? (Você conhece o menino cuja mãe é enfermeira?)
The tree whose leaves have fallen. (A árvore cujas folhas caíram.)
It's the house whose door is painted red. (Trata-se da casa cuja porta é pintada de vermelho.)
- O pronome relativo pode ser omitido quando exercer função de objeto. Mas lembre-se: essa
omissão jamais pode ocorrer quando o pronome exercer função de sujeito. Quando o pronome relativo
for seguido por um verbo, ele exerce função de sujeito. Caso o relativo seja seguido por um substantivo
ou pronome, ele exerce função de objeto. Observe os exemplos abaixo:
Christopher Columbus was the man who discovered America.
(Cristóvão Colombo foi o homem que descobriu a América.)
Gustavo is the journalist who writes for the Times.
(Gustavo é o jornalista que escreve para o Times.)
This is the person (who) I saw at the bakery last night. - O pronome who é opcional.
(Esta é a pessoa que eu vi na padaria ontem à noite.)
Sorry, I have lost the CD (which) I borrowed from you. - O pronome which é opcional.
(Desculpa, perdi o CD que peguei emprestado de você.)
Richard is the lawyer (who) we met last week. - O pronome who é opcional.
(Ricardo é o advogado que conhecemos na semana passada.)
Fonte: [Link]
Questões
1. The British Prime Minister, ____ was interviewed yesterday, denied responsibility.
a) who
b) that
c) Either could be used here.
4. The crowd, ____ were making a lot of noise, were told to move on by the police.
a) who
b) that
c) Either could be used here.
6. The capital city, ____ cathedral is one of the finest in the country, is worth visiting.
a) whose
b) which
c) Either could be used here.
7. The school, ____ has seven hundred students, had the best exam results in the country last year.
a) that
b) which
c) Either could be used here.
Respostas
As formas comparativas e superlativas dos adjetivos ou advérbios na língua inglesa, são usadas de
acordo com a quantidade de coisas (objetos, pessoas, animais, cidades, etc.) que são comparadas.
Usamos o grau Superlativo para destacarmos uma coisa dentro de um grupo de três ou mais.
Formas Invariáveis
As formas invariáveis são aquelas que o Adjetivo ou Advérbio não mudam a escrita, apenas
acrescentamos as formas de igualdade, superioridade ou inferioridade. Veja a tabela abaixo:
Formas Variáveis
As formas variáveis são aquelas onde o adjetivo ou advérbio mudam a escrita. São aplicadas apenas
as palavras curtas, ou seja, aquelas com uma ou duas sílabas. Modificamos as terminações seguindo
algumas observações que serão estudadas abaixo:
Exemplos:
Exemplos:
happier than = mais feliz que
Exemplos:
MORE comfortable than = mais confortável que
Exemplos:
MORE afraid than = mais amedrontado que
5. Usamos os prefixos MORE e MOST com qualquer adjetivo terminado em –ED, –ING, –FUL, –RE, –
OUS.
Exemplos:
Variações Ortográficas
Exemplos:
fat – fatter than – the fattest (gordo)
thin – thinner than – the thinnest (magro)
Exemplos:
angry – angrier than – the angriest (zangado)
happy – happier than – the happiest (feliz)
EXCEÇÃO
shy – shyer than – the shyest (tímido)
Exemplos:
nice – nicer than – the nicest (bonito, simpático)
brave – braver than – the bravest (corajoso)
Formas Irregulares
2. Alguns adjetivos e advérbios têm mais de uma forma no comparativo e superlativo de superioridade.
The warmer the weather, the better I feel. (Quanto mais quente o tempo, melhor eu me sinto.)
The more expensive the hotel, the better the service. (Quanto mais caro o hotel, melhor o serviço.)
The longer the phone call, the more you have to pay. (Quanto mais longo o telefonema, mais você
tem de pagar.)
Gradual Increase
It’s becoming harder and harder to find a job. (Está ficando cada vez mais difícil achar um emprego.)
Traveling is becoming more and more expensive. (Viajar está ficando cada vez mais caro.)
The weather is becoming hotter and hotter. (A temperatura está ficando cada vez mais quente.)
ATENÇÃO
Questões
The aging process affects us all at different rates. Some people of fifty-three, like the esteemed author,
look a mere thirty-five, with sparkling brown eyes, a handsome gait and the virility of a steam train. Others,
like the author’s friend Colin, look like little middle-aged men at twenty-one with middle-aged outlooks of
set ways and planned futures. In women the former condition is common but women rarely suffer from the
latter, being fired with the insatiable drive of ambition for either an independent and distinguished career
in a still male-dominated world, or a home and seven children by the time they are thirty followed by an
independent and distinguished career as a Cheltenham councillor or a public relations agent for Jonathan
Cape, in later life.
No such luck for Charles Charlesworth, who was born on the 14th of March, 1829, in Stafford. At the
age of four Charles had a beard and was sexually active.
In the final three years of his life his skin wrinkled, he developed varicose veins, shortness of breath,
grey hair, senile dementia and incontinence. Some time in his seventh year he fainted and never gained
consciousness
The coroner returned a verdict of natural causes due to old age.
Hugh Cory. Advanced writing with english in use. Oxford University Press, p. 34.
According to the text above,
It is rather common for women to look older than they really are.
( ) CERTO ( ) ERRADO
14. If you need any __________________ information, please contact our head office.
(A) far
(B) farther
(C) more far
(D) the furthest
(E) further
15. The more you practice your English, the _____ you’ll learn.
(A) faster
(B) farther
(C) fastest
(D) furthest
(E) more fast
16. The parcel seemed to get __________________ as I carried it along the avenue.
(A) more heavy
(B) heaviest
(C) heavier and heavier
(D) the heaviest
(E) most heavy
20. Ann’s younger sister is still at school. Her ________ sister is a physician.
(A) elder
(B) older than
(C) the eldest
(D) the oldest
(E) the older
Respostas
03. ERRADO
"... Nas mulheres a condição anterior é comum (quando diz que algumas pessoas com 53 anos,
parecem que têm 35) mas mulheres raramente sofrem da outra condição (onde diz que outros parecem
estar na meia idade aos 25) "
04. (D) – Estamos comparando o resfriado entre ontem e hoje. Bad – worse (comparativo irregular)
03. (C) – O serviço do hotel está sendo comparado entre antes e depois da reclamação. Bad – worse
(comparativo irregular).
04. (E) – Further é forma irregular de far(longe), mas tem sentido de algo adicional.
05. (A) - Essa estrutura é o Parallel Increase, usamos a forma comparativa, nesse caso de fast (faster).
06. (C) – Esta estrutura é o Gradual Increase, usamos o comparativo repetidamente (heavy – heavier).
07. (C) – A frase pede comparativo (fat – fatter), pois está sendo comparado o peso da pessoa antes
e agora.
08. (C) – A pessoa quer um lugar mais quieto do que onde ela está. Comparando dois lugares, usamos
logo, quieter.
09. (B) - Usamos o Parallel Increase para dizer que algo depende de outra coisa.
10. (A) – Ao falarmos de uma pessoa mais velha que outra, podemos usar a forma irregular de old
(elder).
Genitive case
O “Genitive Case” (Caso Possessivo) é usado para estabelecer uma relação de posse, parentesco ou
autoria. Sendo representado por ‘s ou apenas ‘.
Exemplos: The car of the boy = The boy’s car / The house of the dog = The dog’s house
Recebem ‘s
Recebem apenas ‘
Observações
1. Quando houver dois ou mais possuidores para um só elemento possuído, apenas o último possuidor
recebe ´s ou ‘
Exemplo: The bedroom of Henry and Paul is blue= Henry and Paul’s bedroom is blue
2. Quando houver dois ou mais possuidores para elementos possuídos diferentes, todos os
possuidores recebem ‘s ou ‘
Exemplo: The bedrooms of Henry and Paul are blue= Henry’s and Paul’s bedrooms are blue
5. Pode-se usar “Genitive Case” se o possuidor for o governo, um lugar ou uma organização
Exemplos:
The government’s intention
Brazil’s food
Questões
Repostas
01. Resposta C
Father-in-law é um substantivo composto, portanto, deve receber “-s” apenas no último elemento (law).
03. Resposta E
Temos dois maridos diferentes, o da Paula e o da Joan. Quando houver dois possuidores para dois
elementos diferentes os dois possuidores devem receber ‘s
Em seu estudo, Carina Silva Fragozo diz que o aprendizado de línguas estrangeiras caracteriza-se
como um processo bastante complexo, pois envolve muito mais do que a habilidade de produzir e
compreender sentenças na língua-alvo. A língua é também um fenômeno social e, assim, linguagem,
comunicação e cultura estão diretamente relacionadas, já que todos nós possuímos uma linguagem,
estamos inseridos em uma sociedade e possuímos nossos próprios valores culturais. As relações entre
língua, sociedade e cultura têm sido cada vez mais abordadas no estudo da aquisição de língua
estrangeira e, desse modo, cresce o interesse pela interface entre Sociolinguística e Aquisição de Língua
Estrangeira (LE), que estuda o modo em que o contexto social influencia a aquisição e o uso de uma
segunda língua.
Cultura e Sociolinguística na aula de LE Segundo Brown, cultura é o contexto em que existimos,
sentimos e nos relacionamos com outras pessoas. De acordo com o autor, uma língua é parte de uma
cultura e uma cultura é parte de uma língua, sendo estes dois aspectos conectados de tal forma que não
é possível separá-los sem perder-se a importância da cultura ou da língua. Com relação à prática
pedagógica, há professores que não sabem como interligar o ensino de língua estrangeira com o de
cultura e acreditam que seu papel seria o de ensinar língua “e” cultura. Entretanto, o ensino de cultura
não deve ser visto como uma atividade “extra”, ou como uma quinta habilidade a ser aprendida (escrita,
leitura, fala, escuta e cultura), e sim como um pano de fundo durante todo o processo de ensino e de
aprendizagem. É importante, por exemplo, que o professor possibilite o conhecimento de diferentes
culturas e, em vez de fazer com que os alunos se comportem como membros de determinado grupo
cultural, levem estes a interpretar os significados de tal cultura. Segundo Sarmento (2004), é importante
que os alunos sejam levados a tornarem-se responsáveis por suas próprias palavras, de modo que
aprendam a fazerem-se compreendidos por membros de diferentes grupos culturais sem precisar mudar
de comportamento. Além disso, é tarefa do professor demonstrar ao aluno os diferentes registros da
língua-alvo (formal ou informal), para que ele seja capaz de escolhê-los conforme a situação de
comunicação. Para isso, a autora sugere que, em vez de apresentar os comportamentos e costumes
estrangeiros para demonstrar como os falantes da língua-alvo se comportam, seria mais proveitoso
resgatar inadequações culturais da fala dos próprios alunos, o que os tornariam mais conscientes sobre
seus estilos discursivos. Assim, o objetivo da aula de LE não seria o de fazer o aluno seguir as regras da
cultura-alvo, e sim o de fazê-lo perceber os contrastes entre sua cultura e a cultura estrangeira. Portanto,
o ensino de cultura é relevante por evitar o estabelecimento de estereótipos e permitir que o aluno tenha
controle de seu próprio aprendizado, sendo capaz de questionar o contexto em que o aprendizado da
língua alvo está inserido. Com relação ao ensino de inglês em países como o Brasil, em que os aprendizes
não têm muitas oportunidades para utilizar a língua fora da sala de aula, é comum alunos com baixo
background cultural se questionarem sobre a validade de aprender outra língua e outra cultura. É dever
do professor, em situações como essa, mostrar o papel da língua inglesa como língua internacional, o
que a torna a língua dos negócios, da pesquisa científica, do comércio, da tecnologia e da comunicação
internacional. Desse modo, atualmente a língua inglesa não se restringe a ser uma ferramenta para a
compreensão dos valores culturais americanos e britânicos, pois é um meio de interagir com o mundo
globalizado.
Além das contribuições da Sociolinguística para o estudo da Aquisição de LE, este trabalho
demonstrou que o conhecimento linguístico também é importante para a prática pedagógica. Através
deste conhecimento, o professor torna-se capaz de considerar as diferenças linguísticas e culturais entre
os membros de uma comunidade, assim como seus valores sociais, de modo a desenvolver o currículo
e o método mais adequados para determinados contextos de ensino. A aplicação do conhecimento
sociolinguístico na prática pedagógica tem contribuído para o desenvolvimento de uma pedagogia
Apostila gerada especialmente para: Alberto Santos da Paixão 060.693.175-99
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culturalmente sensível aos conhecimentos e valores culturais que o aluno já possui, de modo a combater
o estigma linguístico. Além disso, por meio do conhecimento sociolinguístico, o professor torna-se capaz
de perceber que nem sempre as dificuldades apresentadas pelos alunos durante a aquisição de uma
língua estrangeira são originadas pelo contexto linguístico, pois, muitas vezes, fatores extralinguísticos
como idade, período de aquisição da língua estrangeira, motivação e background cultural podem ter
grande influência sobre o aprendizado.