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Análise de Sistemas e Metodologias

1) Este documento apresenta informações sobre um curso de Análise de Sistemas de 50 horas ministrado pela escola profissional STATUS - Escola Profissional Lousã. 2) O curso aborda tópicos como introdução à análise de sistemas, metodologias de desenvolvimento de sistemas, análise estruturada de sistemas e conceitos gerais sobre bases de dados. 3) Inclui também exemplos práticos, exercícios propostos e informações sobre a escola como localização, contactos e dados de ident

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Tópicos abordados

  • Subsistemas,
  • Coleta de Dados,
  • Decisões Baseadas em Dados,
  • Problemas da Análise Tradicion…,
  • Sistemas de Informação,
  • Gestão de Dados,
  • Diagramas UML,
  • Metodologias de Desenvolviment…,
  • Objetivos dos SGBD,
  • Sistemas Abertos
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Análise de Sistemas e Metodologias

1) Este documento apresenta informações sobre um curso de Análise de Sistemas de 50 horas ministrado pela escola profissional STATUS - Escola Profissional Lousã. 2) O curso aborda tópicos como introdução à análise de sistemas, metodologias de desenvolvimento de sistemas, análise estruturada de sistemas e conceitos gerais sobre bases de dados. 3) Inclui também exemplos práticos, exercícios propostos e informações sobre a escola como localização, contactos e dados de ident

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Programador Informático – App Mobile

UFCD 0811 - ANALISE DE SISTEMAS


50h

2019/2022

EmeQuatro - Educação e Serviços, Lda.


STATUS - Escola Profissional Lousã - Rua Dr. Henrique Figueiredo, 3200-235 LOUSÃ
Tel. 239991649
https://status.edu.pt/ [email protected]
Contribuinte nº 503765457
Índice
1 - INTRODUÇÃO À ANÁLISE .............................................................................................3
SISTEMA ..............................................................................................................................3
SISTEMAS E SUBSISTEMAS ............................................................................................3
O que é ANÁLISE?...............................................................................................................4
2 - METODOLOGIAS DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS ....................................5
3 - ANÁLISE ESTRUTURADA DE SISTEMAS ...................................................................6
PROBLEMAS DA ANÁLISE TRADICIONAL ..................................................................6
PRINCÍPIOS DA ANÁLISE ................................................................................................6
CONSIDERAÇÕES / METAS PRINCIPAIS ......................................................................7
NÍVEIS PARA OS DFDs .....................................................................................................7
NOTAÇÃO BÁSICA DO DFD ............................................................................................8
EXTENSÕES PARA SISTEMAS DE TEMPO REAL ........................................................9
4 – EXEMPLOS PRÁTICOS ...................................................................................................9
5 – EXERCÍCIOS PROPOSTOS ............................................................................................11
CONCEITOS GERAIS SOBRE BASES DE DADOS...........................................................12
NOÇÕES BÁSICAS ...........................................................................................................12
O QUE É UM SISTEMA DE GESTÃO DE BASES DE DADOS? ......................................12
OBJECTIVOS DOS SISTEMAS DE GESTÃO DE BASE DE DADOS: .............................12
TRÊS NÍVEIS DE ARQUITECTURA DE UM SISTEMA DE GESTÃO DE BASE DE
DADOS: ..................................................................................................................................13
AS TABELAS COMO ELEMENTOS FUNDAMENTAIS DO MODELO RELACIONAL
.................................................................................................................................................15
CHAVES PRIMÁRIAS E EXTERNAS .................................................................................15
CONCEITO DE CHAVE....................................................................................................15
RELACIONAMENTOS E CHAVES EXTERNAS ...........................................................16

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1 - INTRODUÇÃO À ANÁLISE

SISTEMA
CONCEITO GERAL  Conjunto de elementos interdependentes, ou um todo organizado, ou partes que interagem
formando um todo unitário e complexo.

Em PROCESSAMENTO DE DADOS  Conjunto de pessoas, máquinas e métodos organizados de modo a cumprir


um certo número de funções específicas.

Tipos de Sistemas:

FECHADOS  Sem troca de material com o ambiente externo, ou seja quando nenhum material entra ou deixa o
sistema.

ABERTOS  Frequente mudança de componentes, havendo importação e exportação de materiais.

Um sistema aberto é composto de um conjunto de partes em constante interação (interdependência das partes),
constituindo um todo orientado para determinados fins e em permanente relação de interdependência com o
ambiente externo.

EMPRESAS: que tipo de sistema são?

 São sistemas abertos  o ambiente em que a empresa se encontra é essencialmente dinâmico, forçando o sistema
organizacional (para sobreviver) a responder com eficácia às pressões exercidas pelas rápidas e contínuas mudanças
no ambiente.

SISTEMAS E SUBSISTEMAS

SUBSISTEMAS  Também são um conjunto de partes interdependentes que se relacionam entre si, compondo um
sistema maior.

Exs.:

Corpo Humano: sistema ósseo, circulatório, muscular, etc...

Sistema de Transportes: por autocarro, metro, ferroviário, de carga, aéreo, marítimo

SISTEMAS ABERTOS: são baseados na ideia de que determinados "INPUTS" são introduzidos no sistema e, uma
vez processados, geram certos "OUTPUTS".

Exs.:

Homem

Transporte

EMPRESA: recursos materiais, humanos e tecnológicos, cujo processamento resulta em bens ou serviços a serem
fornecidos ao mercado.

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INFORMAÇÕES: recebe dados que processados resultam em ferramentas de apoio a decisões, administração e
gestão, automação e, até mesmo, diversão

O que é então SISTEMA DE INFORMAÇÃO?

 Sistema de Informação  por definição é formado por outros subsistemas, cada qual sendo um sistema de
informação apoiando um processo de decisão. Portanto, é (ou pode ser) também um subsistema do Sistema Empresa.

De forma geral, esses são os aspetos destacados para descrever o conceito:

 O sistema total é uma extensão do processamento integrado de dados que resulta na integração de todos
os subsistemas principais num único sistema;

 O sistema deve incorporar as informações necessárias para planeamento e controle;

 O sistema deve gerar informações necessárias para auxiliar os administradores de todos os níveis a
atingirem seus objetivos;

 O processamento eletrónico de dados deve representar um papel importante, porque se torna necessário
automatizar para prover informações exatas rapidamente;

 Técnicas científicas devem ser usadas na análise de dados;

Cada subsistema pode ser decomposto em 3 partes:

1 - Coleta de dados de entrada

2 - Processamento dos dados

3 - Produção e distribuição de dados (informações) de saída

PROCEDIMENTOS: interligação lógica das atividades envolvidas no ciclo completo

Coleta  processamento  saída de dados.

O que é ANÁLISE?

 "Estudo de um problema, que antecede à tomada de uma decisão/ação".

... e ANÁLISE em relação aos SISTEMAS COMPUTACIONAIS?

 "Estudo de alguma área de trabalho ou de uma aplicação, levando geralmente à especificação de um novo sistema.
Esta ação será a implementação do sistema".

 Características de:
- Projetar, Programar e Depurar:

 trabalho direto e objetivo;

 poucas relações interpessoais e não muito complicadas (relações amistosas)

 tarefas precisas: está certo ou está errado


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 tarefa relativamente gratificante: ciclo rápido de resolução de problemas (depuração)

- Analisar:

 negociar com utilizadores heterogéneos e antagónicos;

 relações interpessoais complicadas e hostis;

 análise é imprecisa:

 pode-se não saber quando terminou

 limite de tempo é a indicação

 Pode não ser gratificante ou pode ser fascinante

 5 Aspetos da Análise:
1 - Dificuldade de comunicação entre utilizadores e analistas.

2 - Grande volume de informações: aquisição de muitas informações, acarretando que o analista fica sobrecarregado
de detalhes tanto do negócio como de aspetos técnicos do sistema.

SOLUÇÃO: método top-down: permite visão global do sistema e visão detalhada de cada peça.

3 - Inexistência de métodos formais ou de engenharia que viabilizem a demonstração de um modelo para o


utilizador/cliente.

SOLUÇÃO: ferramentas da análise estruturada de sistemas permitem a produção do modelo gráfico.

4 - Especificar o projeto físico antes que o modelo lógico do sistema tenha sido construído é ser "prematuramente
físico".

5 - Contrato entre utilizador e desenvolvimento do sistema: é o documento que define os detalhes de um novo sistema
(especificação do sistema, especificação funcional, ...)

O QUE ACONTECE: "Geralmente" o utilizador não o compreende e o aceita.

2 - METODOLOGIAS DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

 METODOLOGIAS DE ANÁLISE ESTRUTURADA


(Fournier, Gane, DeMarco, Yourdon, ...)

As diferenças não são substanciais:

 alteração na sequência/nomes das fases da análise

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 regras de construção e/ou simbologia diferenciada para DFDs

 METODOLOGIAS DE ANÁLISE ORIENTADA A OBJETOS


(Bookh, Fusion, OMT, UML, ...)

As diferenças são muito significativas:

 são criadas novas fases/etapas da análise com diferenças substanciais de uma abordagem para outra

 determinados diagramas são inseridos ou excluídos de algumas abordagens

Exercício prático:

1. Defina Sistema de Informação.


2. Explique por que razão é importante, para a análise de requisitos de um sistema de informação, a
análise e modelação dos processos de negócio (ou processos organizacionais) da empresa ou
organização a que se destina o sistema.
3. Que diagramas UML são mais importantes para modelar os requisitos de um sistema de informação?
Justifique. Indique muito brevemente quais são os principais elementos que aparecem em cada um
desses diagramas.

3 - ANÁLISE ESTRUTURADA DE SISTEMAS

PROBLEMAS DA ANÁLISE TRADICIONAL

 Problemas de comunicação

 Natureza variável dos requisitos do sistema computacional

 Problemas do Documento Alvo

 Problemas na distribuição de trabalho

 Política

 Falta de ferramentas adequadas

PRINCÍPIOS DA ANÁLISE

 Domínio da informação de um problema deve ser representado e compreendido por completo;

 Devem ser desenvolvidos modelos que descrevam a informação, função e comportamento do sistema;

 Os modelos (e o problema) devem ser divididos em partições de maneira que revele os detalhes em forma
de camadas hierárquicas;

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 O processo de análise deve mover-se da informação essencial para os detalhes de implementação.

A Análise Estruturada, como todos os métodos de análise de requisitos de software, é uma atividade de construção
de modelos. Através da sua utilização, criamos modelos que retratam o fluxo e o conteúdo da informação (dados e
controles), dividindo o sistema em partições funcionais e comportamentais, descrevendo a essência do que deve ser
construído.

CONSIDERAÇÕES / METAS PRINCIPAIS

 Os produtos da análise devem ter facilidades para serem alterados. Isso se aplica particularmente ao
Documento Alvo;

 Problemas de grandes especificações devem ser manipulados usando um método efetivo de


particionamento;

 Gráficos devem ser utilizados, sempre que possível;

 Diferenciar considerações lógicas das construções físicas (implementação);

 Construção de um modelo lógico para o utilizador analisar e se familiarizar;

 No mínimo, precisamos de ferramentas que:

 Ajudem a particionar nossos requisitos e a documentar as partições antes da especificação


(DFDs);
 Sirvam de mecanismos de acompanhamento e avaliação das interfaces (DICIONÁRIO DE
DADOS);
 Descrevam a lógica e os procedimentos: algo mais que um texto narrativo (PORTUGUÊS
ESTRUTURADO).

A Análise Estruturada é uma técnica de modelagem do "conteúdo" e do "fluxo" de informação, enquanto que um
sistema baseado em computador é representado como uma transformação da informação.

ENTRADAS E SAÍDAS  são indicadas por setas rotuladas e originadas por entidades externas;

FUNÇÕES GLOBAIS DO SISTEMA  simbolizam uma única transformação de informação. São representadas
por uma "bolha".

A(s) entrada(s) leva(m) a transformação a produzir saídas.

Na medida que se movimenta pelo sistema, a informação é modificada por uma série de transformações. Um
diagrama de fluxo de dados (DFD) é uma técnica gráfica que descreve o fluxo das informações e as transformações
que são aplicadas à medida que os dados se movimentam da entrada até a saída. O DFD pode ser utilizado para
representar um sistema ou software em qualquer nível de abstração, podendo ser particionado de acordo com níveis
que representam um crescente detalhe funcional e do fluxo da informação.

NÍVEIS PARA OS DFDs


 Nível de Contexto do DFD (Modelo Fundamental do Sistema ou Modelo de Contexto): representa o
sistema/software global como uma única "bolha" e dados de E/S indicados por setas que chegam e saem desta
"bolha".

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 Nível 0 do DFD (Diagrama de Sistema): é um refinamento/explosão do DFD de Contexto. O DFD de nível 0
identifica com uma "bolha" cada sistema que compõe o Modelo Fundamental.

 Nível 1 do DFD (Diagrama de Subsistema): representa processos adicionais ("bolhas") e fluxo de informações
quando o nível 0 é particionado para revelar maiores detalhes.

 Nível 2 do DFD (Diagrama de Funções): como o diagrama de subsistema, este também é um refinamento dos
processos identificados no nível 1. Esta camada de DFD pode ser criada até que o analista identifique que o processo
já está tão funcional e detalhado que dispensa novas expansões.

*Consistência dos Dados e do Sistema: a continuidade do fluxo de informações deve ser mantida preservando-se as
mesmas entradas e saídas dos processos, a cada refinamento.

É importante observar que nenhuma indicação explícita da sequência de processamento é fornecida pelo diagrama.
O procedimento ou a sequência pode estar implícito no diagrama, mas a representação procedimental explícita
geralmente é retardada até o projeto do sistema/software.

NOTAÇÃO BÁSICA DO DFD

Produtor ou consumidor de informações que resida fora dos limites do sistema a ser modelado. É um elemento que
produz informação para ser transformada pelo sistema ou que recebe informações produzidas pelo sistema.

Ex.: Hardware, pessoa, outro programa, empresa, um dpto. da empresa externo ao sistema em análise

Um transformador de informações que reside dentro dos limites do sistema a ser modelado. É um processo ou
transformação que é aplicado aos dados (ou ao controle) e que o modifica de alguma forma.

Ex.: cálculo de folha de pagamento, atualização de stock, calcular desconto, etc...

Um item de dado ou uma coleção de itens de dados. A seta indica o sentido do fluxo dos dados. Ex.: sinal, dados de
cadastro, resultados de cálculos, etc... Todas as setas do diagrama devem ser rotuladas.

O DFD é uma ferramenta gráfica bastante útil, porém pode causar confusão se a sua função for confundida
com a do fluxograma. Um DFD descreve o fluxo de informações sem uma representação explícita da
lógica procedimental, como condições ou laços, por exemplo.

Portanto, a notação básica para desenvolver DFDs não é suficiente para descrever os requisitos do sistema. Por
exemplo, uma seta indicada num DFD representa um item de dados que é a entrada ou saída de um processo. Um
depósito de dados representa uma dada coleção organizada de dados. Mas qual o conteúdo dos dados nas setas ou
contidos nos depósitos? Se a seta ou depósito representar uma coleção de itens, quais são eles? A resposta será
verificada em outro componente da notação básica da Análise Estruturada: o Dicionário de Dados.

Por fim, a notação básica do DFD deve ser complementada com um texto descritivo (uma narrativa de
processamento), ou um parágrafo que descreva uma bolha do processo. Este parágrafo deve descrever a entrada à
bolha, o algoritmo aplicado sobre a entrada e a saída produzida. Além disso, deve identificar as restrições e
limitações impostas ao processo, características de desempenho relevantes ao processo e restrições de projeto que
possam influenciar na implementação do processo.

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EXTENSÕES PARA SISTEMAS DE TEMPO REAL

Item de dado que entra ou que sai em um processo continuado. Ex.: sensor de temperatura ou pressão.

Um transformador de controlo ou de eventos; aceita controle e entrada e produz controlo na saída.

Item de controlo ou de eventos, assume um valor discreto ou booleano; a seta indica o sentido do fluxo de controlo.

Repositório de itens de controlo que são armazenados para serem usados para um ou mais processos.

Múltiplas instâncias equivalentes do mesmo processo, usado quando múltiplos processos são criados em sistemas
multitarefas.

4 – EXEMPLOS PRÁTICOS
Exemplo 1: Telemóvel (equipamento) - Diagrama de Caso de Utilização

nome do sistema
Telemóvel
fronteira do
sistema

Efectuar chamada
ator

Rede

Receber chamada
Utilizador

associação de
comunicação entre caso de utilização
ator e caso de
utilização Usar a agenda

Exemplo 2: Restaurante (negócio) - Diagrama de Caso de Utilização

Restaurante

Servir almoço

casos de utilização primários


Cliente - servem diretamente clientes
Servir jantar

caso de utilização secundário


Comprar bens - não serve diretamente clientes
Fornecedor - envolve interação com o exterior
- serve casos de utilização
primários
- utilizador ou utilizado? - tem valor para o fornecedor
- o que importa é que interage com o sistema!

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Exemplo 3: Preparar bebida - Diagrama de Atividade

[não há café] [não há cola]


Procurar Bebida
barra de sincronização [há café]
(separação) [há cola] decisão e
ramificação

Pôr Café no Filtro Pôr Água no Reservatório Pôr Chávenas

Pôr Filtro na Maquina Buscar latas de cola

barra de sincronização envio de sinal


Ligar Máquina
(fusão)
/send ligar
cafeteira
estado de espera Esperar que aqueça
(cantos luz desliga-se
arredondados)

transição disparada Deitar café


por receção de sinal subactividade Beber
(lados arredondados)

Exemplo 4: Jogo de Xadrez - Diagrama de Estados

Estado Transição

Vez das xeque-mate Vitória das pretas


brancas
paralisado
Empate
jogada das brancas jogada das pretas

paralisado
Vez das Vitória das brancas
pretas xeque-mate

Estado inicial
(criação do objeto e início da
máquina de estados) Estado final
(fim da máquina de estados
e destruição do objeto)

Exemplo 5: Telefone (Fazer chamadas) - Diagrama de Estados

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no no
descanso Inativo descanso
levantad
o
Sinal de marcar tempo
máximo
Tempo máximo
do/toca do/ toca
sinal dígito(n tempo
máximo
apito
dígito(n ) Mensagem gravada
) Discando número do/ passa mensagem
número número inválido
Sinal de ocupado
ocupado válido
do/sinal ocupado Ligando
lento do/ busca
Sinal de interrompido ramal ligação
encaminha
ocupado
do/ sinal ocupado da
Tocando
rápido do/ toca
campaínharesposta/ liga
linha mensagem
no descanso/ desliga
linha
Ligado dada
chamado Desligado/desliga
linha
Desligado

5 – EXERCÍCIOS PROPOSTOS
1. Elaborar diagramas de casos de utilização relativamente a uma caixa Multibanco.
2. Pretende-se projetar o Sistema de Informação de uma Biblioteca (SIB), para apoiar as seguintes atividades:
• gestão de aquisições de publicações
• registar a aquisição
• gestão de consultas e fotocópias de publicações dentro da biblioteca
• interessa contar o nº de vezes que cada publicação foi consultada
• consulta da base de dados de publicações (público e empregados)
• gestão de sócios
• inscrição, renovação, cancelamento
• gestão de requisições
• só os sócios podem requisitar publicações
• requisição com levantamento, devolução
3. Modele o funcionamento do seguinte sistema de portas através de um diagrama de estados em UML:
• À entrada de um edifício existem duas portas: uma porta interior e uma porta exterior
• Por razões de segurança, as duas portas não podem estar abertas simultaneamente
• De ambos os lados (interior e exterior) de cada porta, há um botão de abrir
• Quando se carrega no botão de abrir uma porta, se a outra porta estiver trancada, a porta é destrancada
durante 5 segundos, permitindo a sua abertura manual
• As portas fecham-se por ação de molas e ficam imediatamente trancadas
• Em cada porta há um sensor que deteta o seu fecho.
4. Modele o mecanismo a seguir descrito, através de um diagrama de estados:
• Um autorrádio tem um mecanismo antirroubo baseado num código secreto com 4 dígitos.
• O autorrádio encaixa numa gaveta que é montada na viatura, e que permite a sua fácil extração. Quando se
retira o autorrádio da respetiva gaveta (cortando-lhe assim a alimentação), este fica num modo de
“segurança”, que é também o modo inicial.
• Quando se liga o autorrádio (alimentação e interruptor), no modo de “segurança”, este começa por exigir o
código secreto, antes de entrar no modo de funcionamento normal. Para a introdução do código secreto, o
autorrádio dispõe de teclas correspondentes aos dígitos de “0” a “9” e uma tecla de “Enter”.
• Uma vez em modo de funcionamento normal, o simples desligar do interruptor, sem cortar a alimentação,
não provoca a passagem ao modo de “segurança”; isto é, ao voltar a ligar o interruptor, este não exige a
introdução do código secreto.
• No caso de o utilizador introduzir um código errado, dispõe de mais 2 tentativas. Ao fim de 3 tentativas
falhadas (sem nenhuma tentativa bem sucedida pelo meio), o autorrádio fica completamente bloqueado, só
podendo ser desbloqueado na fábrica, mediante o mesmo código secreto. O número de tentativas falhadas
é memorizado mesmo que se desligue o autorrádio (interruptor e/ou alimentação).

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CONCEITOS GERAIS SOBRE BASES DE DADOS

NOÇÕES BÁSICAS

Um sistema de informação consiste num conjunto de unidades interligadas com um


objectivo comum, vocacionado para receber, armazenar, processar e apresentar a
informação onde esta é necessária e na forma pretendida pelo utilizador final. Essa
informação é armazenada recorrendo-se a uma estrutura de Base de Dados. A gestão
e o processamento dessa informação é efectuada mediante um Sistema de Gestão de
Base de Dados (S.G.B.D.), uma estrutura de controlo centralizada, cuja principal acção
é tornar transparente aos programas de aplicação, a informação a manipular.

O QUE É UM SISTEMA DE GESTÃO DE BASES DE DADOS?

Um SGBD (do Inglês DBMS – DataBase Management System) é uma ferramenta


construída para gerir a informação que se encontra armazenada numa base de dados.
Um SGBD ajuda a adicionar nova informação à medida que fica disponível, a actualizar
a informação sempre que necessário, a catalogar rapidamente a informação, a realizar
cálculos com os dados e a imprimir a informação numa grande variedade de formatos.
Mais importante que tudo isto, permite-lhe encontrar exactamente a informação
pretendida.

OBJECTIVOS DOS SISTEMAS DE GESTÃO DE BASE DE DADOS:

 Redução da redundância e eliminação da inconsistência


o O conceito de redundância é muito simples; existe redundância quando
a informação respeitante a um determinado facto existe em mais do que
um ponto numa base de dados.
o A base de dados de grande dimensão, a redundância excessiva pode
representar um considerável desperdício de espaço de armazenamento de
informação nos discos.
o Quando não controlada, torna-se inconsistente.
o A inconsistência numa base de dados existe quando contém informações
divergentes sobre o mesmo facto.

 Flexibilidade, integridade, segurança e independência


o Flexibilidade no acesso à informação - Num sistema de base de dados,
os utilizadores podem executar consultas à base de dados, com base nos
critérios definidos pelo próprio utilizador. Esta característica torna muito
mais flexível o acesso à informação.
o Integridade e Segurança - o administrador da base de dados pode
definir privilégios de acesso aos vários utilizadores e implementar
mecanismos automáticos que implementem critérios de integridade da
base de dados.

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o Independência dos dados face às aplicações - os Sistemas de Gestão de
Base de Dados funcionam como intermediários entre as aplicações e as
estruturas de informação criadas nas bases de dados.

TRÊS NÍVEIS DE ARQUITECTURA DE UM SISTEMA DE GESTÃO DE


BASE DE DADOS:
 Nível Físico
 Nível conceptual
 Nível de Visualização

Nível Físico - corresponde à forma como os dados da base de dados são armazenados
e organizados internamente no sistema informático.

Nível Conceptual - corresponde à forma como os dados são estruturados ou


organizados ao nível da sua concepção lógica, ou seja, o número e o tipo de atributos
em que a informação é estruturada, as relações entre os dados, etc.

Nível de visualização - corresponde à forma como os dados são apresentados aos


utilizadores finais, através de interfaces gráficos proporcionados por programas de
aplicação ou módulos do SGBD que opera com a base de dados; este é o nível de
abstracção mais elevado da “arquitectura” da base de dados, pois neste caso, os
utilizadores apenas têm que saber operar com os interfaces que permitem a visualização
dos dados e não têm que conhecer nem de se preocupar com a forma como os dados
são tratados fisicamente nem como foram organizados conceptualmente.

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Na noção de informação estão presentes três conceitos importantes:
 Entidade
 Atributo
 Domínio

ENTIDADE - é qualquer objecto ou conceito, com interesse em causa e sobre o qual é


necessário guardar informação. Exemplo: Aluno, Professor, Disciplina, exame

ATRIBUTO - consiste nas características de uma entidade. Exemplo: na entidade aluno,


os seus atributos poderão ser: número, nome, idade, morada, etc.
Assim, as entidades representam coisas, seres, conceitos ou acontecimentos do mundo
real. Esses elementos são portadores de características ou atributos. Esses atributos
representam informação sobre os elementos dessa entidade.
A cada atributo definido para uma determinada entidade, corresponde um valor para
cada um dos elementos que, em determinado momento façam parte dessa entidade.
Ao conjunto de todos os possíveis valores de um atributo é designado por domínio.

O DOMÍNIO de um atributo é o conjunto de todos os valores que esse atributo pode


assumir.

Exemplo:

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Para cada Entidade existem dois tipos de Atributos associados:
 Um atributo Identificador, denominada chave primária. Identifica
univocamente cada ocorrência da entidade. Ex.: número do aluno
 Um atributo Descritor, atributos que não pertencem à chave primária. Não
identificam mas descrevem cada ocorrência da entidade. Ex.: Nome, Morada e
localidade. A primeira fase da Modelização da informação consiste no
levantamento das entidades e associações existentes entre elas.

AS TABELAS COMO ELEMENTOS FUNDAMENTAIS DO MODELO


RELACIONAL
Os elementos fundamentais de uma base de dados elaborada segundo o modelo
relacional são as tabelas – em que a informação é estruturada em campos e registos.
Cada tabela é designada por um nome único dentro de uma base de dados e
corresponde a uma classe de entidades ou a um relacionamento entre entidades.
Uma tabela é definida por um conjunto de colunas, correspondentes aos campos ou
atributos de uma entidade ou classes de entidades.
Cada coluna ou campo da tabela tem um nome único dentro da tabela; mas podem
existir campos com o mesmo nome em tabelas distintas.
As linhas de uma tabela correspondem aos registos ou ocorrências de entidades
concretas.

Para que uma tabela esteja corretamente constituída, no modelo relacional, deve
respeitar as seguintes regras:
1. Não pode haver duas colunas (campos ou atributos) com o mesmo nome; cada
coluna é identificada de modo único;
2. Não deve haver campos vazios;
3. O domínio de todos os atributos deve ser constituído por valores atómicos; não
é permitido incluir mais do que um valor em cada campo de cada registo;
4. Cada linha da tabela representa uma entidade ou ocorrência única; por isso não
pode haver registos duplicados.

CHAVES PRIMÁRIAS E EXTERNAS

Para introduzir as bases do modelo relacional é muito importante o conceito de chave:


um atributo ou conjunto de atributos designa-se por chave quando nos permite
identificar de modo único ou unívoco cada entidade concreta ou registo da tabela.

CONCEITO DE CHAVE

Uma chave é um atributo ou um conjunto de atributos que permite identificar de modo


unívoco os registos (entidades ou ocorrências) de uma tabela. Todas as chaves possíveis
de uma tabela ou entidade – simples ou composta – são designadas chaves
candidatas. Entre as chaves candidatas existentes numa tabela, uma delas será a mais
indicada ou escolhida para desempenhar o papel de chave – essa será designada por
chave primária. Uma chave primária é, por conseguinte, um atributo ou conjunto de

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atributos que assume a função de identificar de modo unívoco as entidades ou registos
de uma tabela.

UMA CHAVE PRIMÁRIA DEVE RESPEITAR AS SEGUINTES CARACTERÍSTICAS OU REGRAS:


 ser unívoca – o ou os atributos que desempenham o papel de chave primária,
por definição, tem de ter um valor único para cada entidade concreta;
 não nula – nenhum dos atributos que formam uma chave primária poderá conter
um valor nulo em nenhum registo;
 não redundante – no caso de uma chave primária ser composta, não devem
ser incluídos mais atributos do que os mínimos necessários para identificar os
registos de modo unívoco; um atributo de uma chave composta não poderá ser
retirado dessa chave, pois se o for, o atributo ou os atributos restantes deixam
de ser unívocos.

RELACIONAMENTOS E CHAVES EXTERNAS

A característica essencial do modelo relacional é que permite estabelecer


relacionamentos entre entidades ou tabelas de entidades. Esses relacionamentos são
estabelecidos precisamente através dos atributos ou campos que desempenham o papel
de chaves primárias nas respectivas tabelas. A tabela de relacionamento deverá incluir,
entre os seus campos, as chaves das tabelas das entidades que entram no
relacionamento. Quando a chave de uma tabela é incluída como campo numa outra
tabela, então, do ponto de vista desta última tabela, disse que se trata de chave
externa. Portanto, uma chave externa é um atributo que é chave primária de uma
tabela e que vai aparecer como atributo de uma outra tabela.
É fundamentalmente através da inclusão de atributos que são chaves primárias (nas
suas tabelas de origem) em outras tabelas (onde são chaves externas) que são
estabelecidos os relacionamentos entre as diferentes entidades de uma base de dados
relacional.

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Common questions

Com tecnologia de IA

The top-down method in systems analysis addresses the problem of overwhelming information by allowing analysts to break down complex systems into more manageable parts. It starts with a high-level overview of the entire system and progressively details smaller components, thereby enabling a clearer focus on specific areas. This method reduces cognitive overload by providing a structured approach to systematically analyze and understand both the overall system and its individual components. It also helps in maintaining a global perspective while diving into the details, ensuring that the system's integrity is preserved while specific elements are explored in depth .

The main components of a Data Flow Diagram (DFD) include processes (represented by circles or 'bubbles'), data stores (represented by open-ended rectangles), external entities (represented by squares), and data flows (represented by arrows). These components collectively facilitate understanding a system's processes by illustrating how data moves between different parts of the system. Processes depict transformations of data inputs into outputs, data stores show where data is held within the system, external entities represent system interactions with outside elements, and data flows illustrate the paths taken by data. DFDs help visualize system operations at various abstraction levels, enhancing clarity and simplifying complex processes .

A Data Flow Diagram (DFD) plays a crucial role in systems analysis by graphically representing the flow of information and the transformations it undergoes as it moves from input to output. It helps system analysts and designers understand how data is processed within a system by illustrating how information moves between processes and data stores. The DFD is useful for identifying redundancies and inefficiencies, visualizing the system's components, and breaking down complex processes into simpler parts. It facilitates understanding by allowing stakeholders to see how data is handled at different levels of detail, from a high-level overview in a context diagram to detailed processes in lower-level diagrams .

Differentiating between logical and physical models in system architecture is necessary to ensure that system design focuses on 'what' needs to be done independently of 'how' it will be implemented. This separation allows designers and stakeholders to concentrate on system requirements and functionalities without being constrained by current technological limitations or implementations. Failing to differentiate can lead to premature design decisions, where implementation details overshadow functional requirements, constraining system adaptability and future scalability and potentially resulting in systems that are difficult to maintain or extend .

Structured analysis methodologies primarily focus on processes and the flow of information within a system, using data flow diagrams to represent system components and their interactions. In contrast, object-oriented analysis methodologies center around objects, encapsulating data and behavior into modules and using diagrams like UML to represent these objects and their relationships. The differences imply that structured analysis is more suited for systems where the sequence of operations is crucial, while object-oriented methodologies better handle complex systems with interacting components. Consequently, object-oriented analysis can accommodate changing requirements and is advantageous in environments where reusability and scalability are prioritized .

Graphical tools in structured systems analysis, such as Data Flow Diagrams (DFDs) and UML diagrams, are important as they provide a visual representation of system components and their interactions. They aid in overcoming analysis challenges by making complex processes and data flows understandable, allowing stakeholders to visualize the system architecture and functionality. These tools help identify potential issues, ensure alignment with user requirements, and facilitate communication among diverse stakeholders, thereby minimizing misunderstandings. Moreover, visual tools enhance documentation, support iterative development, and allow for easier updates and maintenance by clearly outlining system structures .

In a relational database, a primary key must possess the characteristics of being unique, non-null, and minimal. A unique primary key ensures that each record can be precisely identified, preventing duplicates. A non-null attribute guarantees that every record must have a value for the primary key, maintaining data integrity. Minimality requires that the key contains no unnecessary attributes, ensuring efficiency and simplicity in identifying records. These characteristics are crucial for establishing relationships between tables, enforcing data integrity, and facilitating efficient data retrieval and management .

The relational model's use of primary and foreign keys enhances database relationships and integrity by ensuring that data is accurately and reliably linked between tables. A primary key uniquely identifies each record in a table, while a foreign key in another table references this primary key, establishing a link between entities. This relationship enforces referential integrity, ensuring that relationships are consistent and that related data is not inadvertently deleted or altered. Consequently, using primary and foreign keys ensures data consistency, supports complicated queries, and simplifies data updates and management, which are crucial for maintaining database integrity .

The three levels of database architecture—physical, conceptual, and visualization—contribute to the functionality of a Database Management System (DBMS) by providing a layered approach for handling data. The physical level deals with how data is stored and organized internally, ensuring efficient data retrieval and storage. The conceptual level provides a logical view of the data structure, including relationships and constraints without detailing how data is stored, which allows for data independence and consistency. The visualization level presents data to users through interfaces, abstracting complexity and enabling user interaction without needing knowledge of the underlying structures. This architecture allows a DBMS to efficiently manage stored data, provide a consistent view for users, and facilitate data manipulation .

The concept of 'prematurely physical' in system analysis refers to the specification of the physical project aspects before completing the logical modeling of a system. This can negatively impact the development process by anchoring the design on specific tools and technologies too early, limiting flexibility and adaptability to evolving needs or changes in technology. It risks making the system suboptimal or overly complex due to overemphasis on current implementation possibilities rather than focusing on meeting actual business requirements and functionalities .

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