MOVIMENTO UNIFORME E UNIFORMEMENTE VARIADO
2019
MOVIMENO UNIFORME E UNIFORMEMENTE VARIADO
Relatório apresentado a disciplina de
Laboratório de Física Geral I, a ser utilizado
como requisito parcial de avaliação da
disciplina.
2019
RESUMO
Neste relatório vamos comentar sobre uma aula prática realizada no Laboratório de Física
Experimental, pela disciplina de Laboratório de Física I, tendo como objetivo estudarmos sobre
a cinemática, Movimento Uniforme e Movimento Uniformemente Variado através de análises
feitas dos experimentos com ajuda do software “Tracker”.
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO .................................................................................................................... 5
1.1 Movimento Uniforme ..................................................................................................... 5
1.2 Movimento Uniformemente Variado ............................................................................ 5
1.3 Objetivos .......................................................................................................................... 6
2. MATERIAIS ......................................................................................................................... 6
3. PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS .......................................................................... 6
4. MEDIDAS E RESULTADOS EXPERIMENTAIS ........................................................... 6
5. ANÁLISE DOS RESULTADOS EXPERIMENTAIS ...................................................... 7
6. CONSIDERAÇÕES FINAIS ............................................................................................... 8
7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............................................................................... 8
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1. INTRODUÇÃO
1.1 Movimento Uniforme
Definimos MRU como o movimento de um corpo em relação a um referencial, tal
que os intervalos de tempos iguais o corpo percorre a mesma distância, onde temos que
é uniforme ou seja a sua velocidade será constante. Com isso temos que a velocidade
média igual a velocidade instantânea. “Quando um corpo se desloca com velocidade
constante, ao longo de uma trajetória retilínea, dizemos que ele realizou um movimento
retilíneo uniforme, e a palavra uniforme indica que o valor da velocidade permanece
constante.”
Com base no que foi dito, temos que a função horaria do MRU é representada pela
expressão:
𝑋 = Xo + 𝑉. 𝑡 (1)
𝐸𝑋: Imagine que você e sua família estão viajando. O condutor do carro pega a
estrada e mantém, o tempo inteiro, a velocidade de 80 km/h. Ele não freia, não acelera,
não para. Apenas continua com essa mesma velocidade, durante toda a viagem. Esse é
um exemplo de movimento retilíneo uniforme.
1.2 Movimento Uniformemente Variado
Seu surgimento aconteceu através de Galileu onde descobriu a lei da inercia, que na
qual todo o corpo em movimento segue uma trajetória retilínea, segundo o mesmo a
inercia seria a tendência dos corpos se manterem em repouso ou em movimento
retilíneo. No ano de 1604, publicou De motu accelerato onde demostrava através da
teoria a lei do Movimento Uniformemente Variado, onde a velocidade da queda de um
corpo cresce uniformemente com o tempo.
Podemos definir MRUV, sendo um movimento de um corpo em relação a uma
referencia ao longo de uma reta, ou seja, quando a trajetória de uma reta e a velocidade
varia linearmente com o tempo, portanto a aceleração será constante.
“A grande diferença do MRUV para o MRU é que a aceleração é diferente de zero, em
outras palavras a velocidade não é mais uma constante.”
Temos que a aceleração média é igual a sua aceleração instantânea, com base no que
foi dito anteriormente podemos calcular a variação do espaço de um móvel no decorrer
do tempo pela seguinte expressão:
S = S0 + V0 t + a t2 / 2 (2)
Substituindo a expressão temos:
V = V0 + a t (3)
Na expressão anterior, obteremos a equação de Torricelli:
V2 = V02 + 2X 𝛥S (4)
Um exemplo do MRUV, um carro freando ao ver o sinal vermelho.
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1.3 Objetivos
Obter gráficos de posição por tempo e velocidade por tempo.
2. MATERIAIS
“Bolinha”
Smartphone
Notebook
Cilindro
Trilho de Alumínio
Trena
3. PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS
O aluno tinha como objetivo obter gráficos de posição por tempo e velocidade por
tempo. Para isso, abandonou uma bolinha de uma certa altura, no mesmo instante havia
uma pessoa filmando o momento da queda da bolinha, para posteriormente realizar
com a ajuda do software “Tracker” a análise do movimento.
Logo depois o aluno mediu o comprimento do trilho e posteriormente abandonou
um cilindro em um trilho de alumínio e com a ajuda do software “Tracker” fez a análise
do movimento do objeto.
4. MEDIDAS E RESULTADOS EXPERIMENTAIS
Gráfico 1 – Posição por tempo, bolinha em queda livre.
Gráfico 2 – Velocidade por tempo da bolinha em queda livre (intensidade da
velocidade).
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Gráfico 3 – Posição por tempo, cilindro no trilho de alumínio.
Gráfico 4 – Velocidade por tempo, cilindro no trilho de alumínio.
5. ANÁLISE DOS RESULTADOS EXPERIMENTAIS
De acordo com o gráfico 1 e 2 temos que, o software “Tracker” não conseguiu capturar
deslocamento da bolinha nos instantes de 0,25s a 0,30s por causa da velocidade rápida. Vimos
também uma alteração no qual do 0 foi para o negativo e depois voltou para o eixo positivo. A
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respeito da velocidade temos que, nos instantes de 0,25s a 0,30s ela estava ± de 4m/s e saltou
para 15m/s e depois foi diminuindo.
De acordo com o gráfico 3 e 4 temos que, desde o instante 0 ao 0,2s temos que o
deslocamento permanece constante em relação ao tempo, mas quando chega do 0,5 ao 1,1
percebemos que por mais que há imperfeições no traçado da trajetória vimos que o
deslocamento começa a aumentar de acordo com o tempo. Em relação a velocidade percebemos
que a partir de um certo instante até o final ela não está totalmente estabilizada.
6. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Concluímos com esse experimento através dos gráficos que não tivemos uma conclusão
clara a respeito do movimento realizado da bolinha. O software “Tracker” mostrou um gráfico
no qual o traçado da trajetória por alguns instantes não foi capturado e percebemos que a
velocidade não está estabilizada de acordo com os gráficos anteriores. Em relação a ambos os
gráficos ficou um pouco abrangente pois, não ficou muito claro sobre quais tipos de movimento
foi realizado por ambos os objetos desde a bolinha ao o cilindro no trilho de alumínio.
7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
https://www.if.ufrgs.br/tex/fis01043/20042/Luciano/cinematica.html
http://ecalculo.if.usp.br/historia/galileu.htm