Neologismo- Manuel Bandeira c) (X) qualquer criação atual, dentro da
Beijo pouco, falo menos ainda língua, podendo ofender a qualquer parte
Mas, invento palavras da gramática.
Que traduzem a ternura mais funda
E mais cotidiana
Inventei, por exemplo, o verbo teadorar • Maria é um broto.
Intransitivo; • João é um pão.
Teadoro, Teodora. • Já vestiu o capote?
• Pare de contar lorotas!
Exercícios • Manuel não entendeu patavinas!
01 – Segundo o Autor, os meios para se • Cláudia está lelé da cuca!
manifestar ternura são:
a) ( ) falar muito O "neologismo popular" é criado pelos
b) ( ) beijar muito próprios falantes, seja nas conversas
c) ( )inventar palavras espontâneas do dia-a-dia, com o uso
d) ( ) calar-se. frequente de gírias, seja na Internet, nas
comunicações eletrônicas (chat).
02 – Que palavra o Autor inventou para
manifestar ternura: Quando a ciência é responsável pela
a) ( ) intransitivo atribuição de nomes aos novos
b) b) ( ) cotidiana aparelhos e máquinas inventados, e de
c) c) (X) teadorar introduzir novos termos técnicos na
d) ( ) funda linguagem, dá-se o nome de
"neologismo científico" ou "neologismo
03 – O poema chama-se Neologismo técnico".
por que:
a) ( ) dá ideia de coisa ultrapassada; O "neologismo literário" é a criação de
b) ( ) encerra uma mensagem otimista; novas palavras por escritores,
c) ( ) apresenta características de compositores de música e poetas.
versos soltos;
d) (X) introduz palavras novas na "Neologismo estrangeiro" ou
língua. "estrangeirismo" são as palavras de
outro idioma incorporadas à língua.
04 – Os verbos na sua opinião, estão no Algumas são "aportuguesadas", ou seja,
modo: muda-se a maneira de escrever original
a) ( ) imperativo; para ser compreendida por todos.
b) (X) indicativo; Exemplo: futebol (do inglês football),
c) ( ) subjuntivo. bebê (do inglês baby).
05 – O Autor inventa palavras para
traduzir ternura:
a) ( ) passageiro e fugar;
b) ( ) leviana e interesseira;
c) (X) profunda e de todos os dias.
06 – Neologismo é:
a) ( ) o uso de qualquer recurso da
língua pertence ao seu passado morto;
b) ( ) uso de palavras que infringem as
regras atuais de grafia;