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Planejamento de Ações contra o HIV

O município de "Viver Bem" recebeu testes rápidos de HIV para serem usados na Atenção Básica. O documento discute como planejar ações para distribuir os testes, focando na faixa etária com maior dificuldade de adesão e no HIV como um assunto ainda estigmatizado. Ele propõe o desenvolvimento de atividades que abordem os aspectos biopsicossociais dos indivíduos e promovam a desmistificação de tabus, envolvendo diversas abordagens e cooperação entre setores.

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Marthefran Souza
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O município de "Viver Bem" recebeu testes rápidos de HIV para serem usados na Atenção Básica. O documento discute como planejar ações para distribuir os testes, focando na faixa etária com maior dificuldade de adesão e no HIV como um assunto ainda estigmatizado. Ele propõe o desenvolvimento de atividades que abordem os aspectos biopsicossociais dos indivíduos e promovam a desmistificação de tabus, envolvendo diversas abordagens e cooperação entre setores.

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///CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CIENCIAS E TECNOLOGIA DO MARANHAO

CURSO DE BACHARELADO EM PSICOLOGIA 7º PERÍODO


DISCIPLINA SAÚDE COLETIVA
PROFESSOR PEDRO WILSON RAMOS DA CONCEIÇÃO
ACADEMICO MARTHEFRAN DA SILVA DE SOUZA

DESAFIO
O município "Viver Bem" (fictício) recebeu do Ministério da Saúde os testes
rápidos de HIV na Atenção Básica.

Levando em consideração os conceitos e o objeto de trabalho de cada


um deles, que sempre traz para a análise a Epidemiologia Tradicional (no caso
da saúde pública), os determinantes sociais (na saúde coletiva), como fazer o
planejamento das ações?

O planejamento das ações deve ser organizado de forma a subsidiar o


completo alcance de metas. A organização de ações resolutivas e práticas, que
ajudem na abordagem do público alvo, que faz parte da faixa etária com maior
dificuldade para adesão de campanhas, ações e atividades que visem à saúde,
principalmente, ao se tratar de um assunto, considerado tabu/estigma pela
sociedade, como o HIV.

Levando em consideração as ações de promoção e prevenção da saúde, o


planejamento deve acontecer de forma assertiva e direta. O desenvolvimento de
atividades que contemplem os aspectos biopsicossociais do indivíduo, orientando
acerca do diagnostico, do tratamento e controle da carga viral, tendo em vista a
desmistificação de tabus. A adoção de estratégia combinada (envolvendo vários
métodos), que consiste, no uso combinado de diferentes abordagens, aplicadas em
diversos níveis (individual, comunitário, social, etc.) para responder as necessidades
específicas.

A implementação das ações exigirá cooperação multissetorial,


interinstitucional e interprogramática, colaboração conjunta e uma estratégia de
comunicação coordenada que permita promoção de causa eficaz e participação em
todos os níveis.

Dentre as ações que podem ser desenvolvidas, destacam-se:

 Manter e ampliar a capacitação para o aconselhamento entre jovens;


 Promover ações que garantam a divulgação dos preservativos e ensinem
sobre seu uso correto.
 Construir oficina de sexualidade, em parceria com representações sócias da
comunidade (associações), escola e outros parceiros,
 Uso de metodologia para qualificar o acolhimento e atendimento nas
unidades de saúde, contemplando a sexualidade do individuo em todas as
fases da vida, levando em consideração o foco das ações, que é a
abordagem acerca do HIV;
 Apoiar e matriciar a produção de materiais de prevenção em seus respectivos
territórios, ONGs e movimentos sociais, contemplando as diferenças étnicas,
culturais, de gerações, de orientação sexual, de credo, sócio-econômicas,
entre outras dos jovens.
 Apoiar e organizar eventos voltados para a temática no município;
 Promover e fortalecer a participação eficaz de sociedade civil na promoção da
saúde e prevenção do HIV;

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