Análise Dimensional e Semelhança Dinâmica
Análise Dimensional e Semelhança Dinâmica
CAPÍTULO 9
ANÁLISE DIMESIONAL E SEMELHANÇA DINÂMICA
Dimesões e Unidades
ou F = m . a
na forma dimesional é
V LT
F MLT 2 a LT 2
t T
Massa, Kg m FL1T 2 M
Comprimento, m l L L
Tempo, s t T T
Velocidade, m/s V LT 1 LT 1
Aceleração, m/s2 a ou g LT 2 LT 2
Área, m2 A L2 L2
Pressão ou queda de
Pressão, Kgf/m2 P ou P FL2
ML1T 2
Ns/m2
Temperatura absoluta, k ou t ou t
Vazão em massa, Kg/s m FL1T MT 1
Trabalho, Nm W FL
2 2
ML T
Re
VD VL VL V L2
V2 L
Definição:
V L2 V L2
ML L T L
3 2 2
MLT 2
MLT 2
M.a F
i
V V .L2
.A Fv
L1 L1L3
L L
Fi
RE
Fv
V2 F
ou Fr i
Dg Fg
LV 2 F V 2
We
i
F
L
Força MLT 2
NOTA: = Tensão superficial MT 2
comprimento L
P F
Eu
V 2
p
Fi
Fi
M.a
L3 . L T L4 V 2 L2
L2 V 2 V 2
Fel K v .A K v .L2 K v .L2 K v .L2 Kv
V 2 V2 V
A raiz quadrada desta relação, e conhecida como o
Kv Kv Kv
número de Mach.
C Kv KRT
V V F
Ma i
K v C Fel
Semelhança geométrica
L mod elo Lm
L razão ou Lr (1)
L protótipo Lp
Semelhança cinemática
Vm L m Tm L m Tm L r
Velocidade: Vr (3)
Vp L p Tp L p Tp Tr
a m Lm T 2 m Lm T 2 m Lr
Aceleração: ar (4)
a p Lp T 2 p Lp T 2 p T 2r
Semelhança dinâmica
e no protótipo:
Forças (vis cos idade gravidade Pr essão tensão sup erficial elasticida de) m
Forças (vis cos idade gravidade Pr essão tensão sup erficial elasticida de) p
M m .a m
M p .a p
força modelo M m .a m M m L m .L m a m
3 3
Fm
Fr
Fp força protótipo M p .a p M p L p 3L p 3 a p
L 3 L
m m3 r2 a equação (4), semelhança cinemática
L T
p p r
2
L 2 L
r L r .L r r2 r L r r
2
a equação (3)
Tr Tr
2 2
Fr r L r Vr r A r Vr
2
(6) A lei geral de semelhança
dinâmica
Esta equação expressa a lei geral de semelhança dinâmica entre modelo e protótipo e
é conhecida como a equação de Newton
Problemas Resolvidos
Problema 1
Solução
Fm 3 L
Para inercia: r L r r2 (1) a lei geral
Fp Tr
L 1 2
m m .L m
Fm m A m m dV dy m .A m T
m L m L2 r
Para viscosidade: r 2 (2)
Fp p A p p dV dy p .A p L 1 r L r
p p .L2 p
T L
p p
Igualando-se as duas relações de forças (pois todas as razões das forças são
iguais entre modelo e protótipo), tem-se:
L r r L2 r r L2 r
r L3r 2 ou Tr (3)
T r Tr r
Mas r r
r
L2 r L r r
Tr (4) ou
r Tr L r
L r r
Vr (5)
Tr L r
Vm m p Lp
m
Vp Lm Lp p L m
Vm L m Vp L p
ou ou seja Re m Re p c.q.d.
m p
Problema 2
Dados:
H20 a 32 º F = 3,746×10-5 lgf.s/pé2;
H20 a 32 º F = 1,939 slug / pé3 ;
Rem = Rep
Vm Vagua 10 pés/s,
VD VD
ou D m 3/12 pé , m H20 a 32 º F (dado)
m p
m H20 a 32 º F (dado)
1
3 1 Vp VBenzina ? , D p pé ,
10 1,939 Vp 1,939 0,88 12
12 12
p Benzina a 68 º F (dado)
3,746 10 5 1,37 10 5
A velocidade da benzina,
ou seja Vp 12,468 pés/s Resp.
VBenzina 12,468 pés/s
Fp
Da igualdade do Número de EULER teremos,
Fi
P P
EU m EU p
2
2
V m V p
2 Pp
ou
1,939 10 2
1,939 0,88 12,468 2
Problema 3
F F
A2 2 A2 2 (2)
V l m V l p
m Vm l m p Vp l p
De (1)
m p
p m l p
Vm Vp (3)
m p lm
dV
A viscosidade diâmica de um fluido é apenas uma função de temperatura.
dy
Além disso se considerarmos a condição isotérmica, então p m 1 ou seja
m p
Da equação de estado, P RT (T cte. considerado)
p lm 1
Vm 1 10 Vp o modelo1 : 10, ou seja,
20m lp 10
1
ou Vm 500 Km/h Vm 250 Km/s Resp.
2
FA F
Da equação (2), A2 2
2 2
V l m V l p
337,5 N FA p
ou
20p 250 lp 10 p 500 l2 p
2 2 2
FA p 6750 N
Energia m
A potência, P Velocidade Força . N W
tempo s
m h Nm
ou P 500 10 6750 N 937500 937500 W
3
.
h 3600 s s
Problema 4
Um navio cujo comprimento de casco é de 138 m deve navegar a 7,5 m/s (a)
Determinar o número de FROUDE. (b) Para que haja semelhança dinâmica qual será
a velocidade de um modelo 1:30, arrastado através d’água ?
Dado: g = 9,81 m/s2
Solução
V2
(a ) Frp
7,5 2
0,042
Lg p 138 9,81
V2 V2
ou gL gL
p m
V2p V2m L 1 L 1
7,5 m
2
ou V 2 m m . V 2 p
Lp Lm Lp 30 L p 30
Problemas Propostos
Problema 1
Ar a 20 º C (68 º F) escoa através de um tubo de 610 mm (24”) a uma
velocidade média de 1,8 m/s (6 pés/s). Para que haja semelhança dinâmica, qual é o
diâmetro de tubo que carrega água a 16º C (60 º F) e 1,1 m/s (3,65 pés/s) poderia ser
usado ?
Dados: AR(20ºC) = 16×10-5 pés2/s , AR(16ºC) = 1,217×10-5 pés2/s
Problema 2
Um modelo de 1:15 de um sbmarino deve ser testado em um tanque de
provas contendo água salgada. Se o submarino se move a 12 mph (milhas por hora),
a que velocidade deverá o modelo ser testado para haver semelhança dinâmica ?
Problema 3
Água a 16 º C escoa a 3,6 m/s (12 pés/s) em um tubo de 152 mm (6”). A que
velocidade deverá escoar um óleo médio a 32 º C en um tuvo de 76 mm (3”) para que
os escoamentos sejam dinâmicamente semelhantes ?
Dados: AR(16ºC) = 1,217×10-5 pés2/s,
óleo(32ºC) = 3,9×10-5 pés2/s
Problema 4
Uma bomba centrífuga bombeia um óleo lubricante médio a 16 º C e a 1200
rpm. Um modelo de bomba; usando ar a 20 º C deve ser testado. Se o diâmetro do
modelo é 3 vezes maior que o diâmetro do protótipo, a que velocidade deverá o
modelo operar ?
Dados: óleo(16ºC) = 188×10-5 pés2/s,
AR(20ºC) = 16,0×10-5 pés2/s, 1 pé/s = 0,093 m2/s
Problema 5
Uma asa de avião de 0,9m de corda deverá deslocar-se a 145 Km/h no ar.
Um modelo de 76 mm de corda deve ser testado em um túnel de vento com a
velocidade do ar a 173,5 Km/h. Para a temperatura de 20 º C em cada caso, qual
deverá ser a pressão no túnel aerodinâmico (de vento) ?
Dado: AR(20ºC) = 16×10-5 pés2/s, pé/s = 0,093 m2/s
Problema 6
Um modelo 1:80 de um avião é testado a 20 º C no ar, o qual tem a
velocidade de 45 m/s. (a) A que velocidade seria o modelo impelido quando
completamente submerso em água a 27 º C ? (b) Qual seria a força resistente de um
protótipo no ar, cujo modelo na água representa uma resistência de 0,57 Kgf ?
Dados: AR(20ºC) = 16×10-5 pés2/s, H2O(27ºC) = 0,93×10-5 pés2/s
Problema 7
Um modelo de um torpedo é testado em um tanque de provas a uma
velocidade de 24 m/s. Espera-se que o protótipo atinja a velocidade de 6m/s em água
a 16 º C.
(a) Quál a escala a ser utilizada para o modelo ?
(b) Quál deverá ser a velocidade do modelo se for testado em um túnel aerodinâmico
(túnel de vento) à pressão de 20 atm é temperatura constante de 27 º C ?
Dados: H20(16ºC) = 1,217×10-5 pés2/s, AR(27ºC) = 3,85×4,88×10-7 Kgf.s/m2
RAR = 29,3 Kgf.m/Kg.K , 1 atm 1Kgf/cm2 = 104 Kgf/m2
Problema 8
É admitido que o Arrasto (a força de arrasto) de um barco em água depende
somente do número de Rynolds e do número de Froude de maneira que
FA VD V 2
CA f ,
1 gD
V A
2
Problema 9
Em escoamentos de superfície livre, a semelhança dinâmica completa
depende das forças de atrito e de gravidade. Mostre que:
L r r
23
Problema 10
A equação adimensional de Newton (força de inércia) é Fr r L2 r V 2 r . Esta
equação vale para haver a semelhança dinâmica entre modelos e protótipos. A
semelhança dinâmica é determinada pela igualdade dos números de Reynolds.
Fr Fr 2r
Mostre que: Pr
A r L2 r r L2 r
O teorema de Buckinghum
f q1 , q 2 , q 3 ,.........., q n 0 (1)
1 , 2 , 3 ,.........., n - k 0 (2)
onde qualquer termo depende não mais do que (k-1) grandezas físicas q, e cada um
dos termos é independente, adimesional e função monômia das grandezas q.
Relações úteis
PROBLEMAS RESOLVIDOS
s n - k (10 3) 7 a determinar
1 V x 1 y1 l z1 P; 2 V x 2 y 2 l z 2 g; 3 V x 3 y 3 lz 3 ;
l l
4 V x 4 y 4 l z 4 ; 5 V x 5 y 5 l z 5 k v ; 6 ; 7
l1 l2
1 M 0 L0T 0 LT 1 ML
x1 3 y1
Lz1 .ML1T 2
0 y1 1 x1 2
0 x1 - 3y1 z1 - 1 donde y1 1
0 -x1 - 2 z1 0
p/2 M 0 L0T 0 LT 1 ML
x2 3 y 2
Lz 2 .LT 2
0 y2 x 2 2
0 x 2 - 3y 2 z 2 1 donde y2 0
0 -x 2 - 2 z2 1
p/3 M 0 L0T 0 LT 1 ML
x3 3 y 3
Lz 3 .ML1T 2
0 y3 1 x 3 1
0 x 3 - 3y 3 z 3 1 donde y 3 1
0 -x 3 - 1 z 3 1
p/4 M 0 L0T 0 LT 1 ML
x4 3 y 4
Lz 4 .MT 2
0 y4 1 x 4 2
0 x 4 - 3y 4 z 4 donde y 4 1
0 -x 4 - 2 z 4 1
p/5 M 0 L0T 0 LT 1 ML
x5 3 y 5
Lz 5 .ML1T 2
0 y5 1 x 5 2
0 x 5 - 3y 5 z 5 1 donde y5 1
0 -x 5 - 2 z5 0
2 1 0 P P
Finalmente, 1 V l P ou 1 EULER
V 2 V 2
gl V2
2 V 20l1g ou 2 FROUDE
V2 gl
Vl
3 V 1 1l 1 ou 3 REYNOLDS
Vl
V 2 l
4 V 2 1l 1 ou 4 WEBER
V 2 l
kv V
5 V 2 1l 0 k v ou 5 MACH
V 2 kv
Então , f1 1 , 2 , 3 , 4 , 5 , 6 , 7 0
P V 2 Vl V 2 l V l l
ou f 1 , , , , , , 0
V
2
gl k v l1 l 2
l l
f 1 EU, FR, RE, WE, MA, ,
l1 l 2
0
l l
por tanto EU f 2 FR, RE, WE, MA, , 0 (2)
l1 l 2
Existem casos onde os parâmetros FR, WE, MA são desprezados por não terem
influência sobre o fenômeno escoamento (fluido incompressível em escoamento
interno, por exemplo), l é o diâmetro do conduto D, l1 é o comprimento do conduto L e
l2 é uma dimensão que caracteriza a altura efetiva da rugosidade superficial da parede
interna do conduto, sendo representada por
Então,
P L
EU f 3 RE, , (3)
V 2
D D
Sabemos que a queda de pressão ao longo de um conduto varia linearmente com seu
comprimento,
P L
EU f 4 RE, D
V 2
D
P
ou f 4 RE, D (4)
V L D
2
O diagrama de MOODY
f f 5 RE p / LAMINAR (5)
Problema 2
Solução:
a
M 0 L0T 0 ML- 3 ( L) b (T 1 ) c .ML1T 1
M : 0 a 1
Para L : 0 3a b 1 donde tiramos
T : 0 c 1
a 1
b 2
c 1
ND 2
1 1D 2 N 1 ou 1 RE
ND 2
2 a Db N c k v (3)
M 0 L0 T 0 ML-3 a
( L) b (T 1 ) c .ML1 T 2
M : 0 a 1
Para L : 0 3a b 1 donde tiramos
T : 0 c 2
a 1
b 2
c 2
kv N2D2 ND
2 1 D 2 N 2 k v ou 2 MA
N 2 D 2 kv / kv /
3 a D b N c Q (4)
M 0 L0 T 0 ML-3 a
( L) b (T 1 ) c .L3 T 1
M:0 a
Para L : 0 3a b 3 donde tiramos
T : 0 c 1
a 0
b 3
c 1
Q
3 0 D 3 N 1Q
ND 3
Q
3 Coeficiente de capacidade, C Q
ND 3
4 a D b N c H (5)
M 0 L0 T 0 ML-3 a
( L) b (T 1 ) c .L
M:0 a
Para L : 0 3a b 1 donde tiramos
T : 0 c
a 0
b 1
c0
H
4 0 D 1 N 0 H ou 4
D
5 a D b N c g (6)
M 0 L0 T 0 ML-3 a
(L) b (T 1 ) c .LT 2
M:0 a
Para L : 0 3a b 1 donde tiramos
T : 0 c 2
a 0
b 1
c 2
g N 2D N2D2
5 ou 5 FR
N2D g Dg
6 a D b N c (7)
M 0 L0 T 0 ML-3 a
( L) b (T 1 ) c .L
M:0 a
Para L : 0 3a b 1 donde tiramos
T : 0 c
a 0
b 1
c0
6 0 D 1 N 0 6 rugosidade relativa
D
f 1 , 2 , 3 , 4 , 5 , 6 , 7 0
ND 2 N 2 D 2 Q H N2D
ou f , , , , , , 0
kv ND 3 D g d
H ND 2 N 2 D 2 Q N 2 D
f 1 , , , , ,
D k v ND 3 g D
N 2 D ND 2 N 2 D 2 Q
f 1 , , , ,
g k v ND 3
D
Hg ND 2 N 2 D 2 Q
f , , , , a resposta parcial !
k v ND 3 D
1
N2D2
ou seja
f 2 , D, N, Q,
ND 2 Q
8 f 3 ,
ND3
Hg ND2 N 2 D 2 Q
f
1 , , ,
2
N D 2
k v ND3 D
Hg A resposta final e é a
ou f1 RE, MA, CQ , equação completa de
N 2D2 D
bomba centrífuga
Parâmetro de
uma bomba tipo
FR
Problema 3
Escoamento Saida
Entrada v
h
Propriedades de fluido
, , Cp, K
qcalor
Dado: f v, D, , , C p , K, h 0 (1)
onde : v = velocidade do fluido, LT-1
D = diâmetro do tubo, L
= massa específica do fluido, ML-3
= viscosidade do fluido, ML-1T-1
Cp = calor específico à pressão cte., L2T-2t-1
K = condutibilidade térmica, MLT-3t-1
h = coeficiente de transferência de calor, MT-3t-1
1 D a b c K d v (3)
Dimensionalmente,
M 0 L0T 0 t 0 La ML 3 ML
b 1
T 1 MLT
c
3 1 d
t .LT 1
M:0 bcd
L : 0 a 3b c d 1
Para donde tira-se,
T : 0 c 3d 1
t : 0 d
a 1
b 1
c 1
d 0
Substituindo em (3) tem-se,
Dv
1 D11 1K 0 v
DV
1 RE (4)
2 Da bc K d Cp (5)
Dimensionalmente,
M 0 L0 T 0 t 0 La ML3 ML
b 1
T 1 MLT
c 3
t 1 d
.L2 T 2 t 1
M:0 bcd
L : 0 a 3b c d 2
Para donde tira-se,
T : 0 c 3d 2
t : 0 d 1
a 0
b0
c 1
d 1
Substituindo em (5) tem-se,
C p
2 D 0 0 1 K 1C p ou 2 PRANDTL(PR ) (6)
K
3 D a b c K d h (7)
Dimensionalmente,
M 0 L0 T 0 t 0 La ML3 ML
b 1
T 1 MLT
c 3
t 1 d
.MT 3 t 1
M : 0 b c d 1
L : 0 a 3b c d
Para
T : 0 c 3d 3
t : 0 d 1
donde tira-se,
a 1
b0
c0
d 1
hD
3 D1 0 0 K 1 h ou seja 3 NUSSELT ( NU) (8)
K
hD Dv C p
ou f 1 ,
K K
ou NU f1 RE, PR
NU C RE PR n '
n
Solução: FA f1 , , k v , V, A
c c
ou FA k ' a b k v V d A e k ' a b k v V d L2 e (1)
F1L0T 0 FL 4T 2 FL
a 2
T FL LT L
b 2 c 1 d 2 e
F :1 a b c (2)
Para L : 0 -4a - 2b - 2c - d 2e (3)
T : 0 2a b - d (4)
De (2) a 1 b c (2a)
d 2a b e substituindo (2a),
De (4)
d 2 1 - b - c b 2 2b 2c b 2 - 2c - b d (3a)
2e 4 4b 4c 2b 2c 2 2c b 2 b
e 1- b 2 (4a)
c c
FA k ' 1 b c b k v V 2 b 2 L2 b
b
.- b 1 2
c V .V
k' . .k v . .L2 .L b
c b V 2c
c
1 k
k' . - b. b
. c v 2 c .V 2 .V b .L2 .L b
V
b c
VL kv
k' .L2 V 2
V
2
b c
VL V 2
k' .L2 V 2
kv
FA
Esta equação indica que o coeficiente de arrasto, C A de objetos dependerá
AV 2
únicamente de seus números de REYNOLDS e de MACH
FA AV 2 f 2 RE
AV 2 V2
ou FA .2 f 2 RE A .C A
2 2
FA
onde CA = coeficiente de arrasto que depende do nº de RE 2 f 2 RE
A V 2 2
Analogamente, pode-se mostrar que
V2
FS A .CS
2
FA
Se for M1, f 3 MA somente
AV 2
PROBLEMAS PROPOSTOS
Problema 1
O conjugado T disponível no eixo de uma turbna hidráulica depende da vazão
volmétrica Q, da carga manométrica H, do peso específico , da velocidade angular
e do rendimento .
Determinar a forma da equação do conjugado utilizando o teorema
H 3
Resposta: T H 4 f1 ,
Q
onde f1 deve ser determinado experimentalmente
Problema 2
Considerando-se que a força de arrasto exercida por um fluido em escoamento
sobre um objeto é uma função da massa específica, da viscosidade, da velocidade do
fluido e de um comprimento característico do corpo, desenvolver uma equação geral
para a força utilizando o teorema do Buckinghum.
LV L2 V 2
Resposta: F L2 V 2 1 2KRE
2
Problema 3
Considerando-se que o fluxo Q sobre uma barragem retangular varia
diretamente com o comprimento L e é uma função da altura H e da aceleração da
gravidade g, estabelecer a fórmula para o fluxo de barragem, utilizando o teorema
Problema 4
Um vertedor triangular é uma placa vertical com um entalhe de ângulo de
abertura na sua parte superior, colocada transversalmente num canal. O líquido no
canal é retido e obrigado a escoar pelo entalhe. A vazão Q é uma certa função da cota
H, da superfície livre a montante do vertedor, medida a partir do fundo do entalhe.
Além disso a vazão depende da aceleração da gravidade e da velocidade V0 de
aproximação ao vertedor. Determinar a forma da equação que fornece a vazão pelo
teorema
V
Resposta: Q g.H 5 / 2 f1 0 ,
gh
V
Resposta: Q V0 H 2 f 2 0 ,
gh
A função incógnita f2 contém os mesmos parâmetros que f1, mas não pode ser
a mesma função matemática.
Problema 5
A perda de carga por unidade de comprimento H L no escoameto em
regime turbulento num conduto liso depende da velocidade V, do diâmetro D, da
aceleração da gravidade g, da viscosidade dinâmica e da massa específica .
Determinar, com o auxílio da análise dimesional, a forma geral da equação que rege o
fenômeno de transporte.
Resposta:
H
f1 RE, V 2 gD
L
L V2
H f 2 RE onde f 2 RE f o fator de atrito
D 2g
Problema 6
O número de REYNOLDS é uma função da massa específica, da viscosidade
absoluta, da velocidade média de um fluido e de um comprimeto característico.
Estabeleça o número de REYNOLDS pela análise dimensional de RAYLEIGH.
y2
VL
Resposta: RE K
Problema 7
Estabelecer a expressão do número de WEBER, se ele é uma função da
velocidade V, da massa específica , do comprimento L e da tensão superficial . Use
o método de RAYLEIGH.
b d
V2L
Resposta: WE k
Problema 8
Estabelecer um número adimensional, sabendo-se que ele é uma função da
aceleração da gravidade g, da tensão superficial , da viscosidade absoluta e da
massa específica . Use o método de RAYLEIGH.
d
3
Resposta: NUMERO K 4
g
Problema 9
Desenvolva uma expressão da vazão volumétrica em um tubo horizontal para
escoamento totalmente desenvolvido e em regime laminar pelo método de RAYLEIGH
Dado: Q f D, L, , P
b
D D3P
Resposta: Q K
L
D 4 P
Notas: Se for –b = 1, QK
L
D 4 P
Sabe-se que K de modo que Q
128 128L