ÍNDICE
O QUE É LOMBALGIA
CAUSAS MAIS FREQUENTES
LIMITAÇÕES APRESENTADAS
ANATOMIA
ATUAÇÕES DO MASSOTERAPEUTA
ORIENTAÇÕES
TESTES DE CONFIRMAÇÃO
PROTOCOLOS MANUAIS DE INTERVENÇÃO
O QUE É A LOMBALGIA
Entre 65% e 80% da população mundial desenvolve dor na
coluna em alguma etapa de suas vidas.
A lombalgia é um problema extremamente comum, que afeta
mais pessoas do que qualquer outra afecção, sendo a segunda
causa mais comum de consultas médicas gerais, só perdendo
para o resfriado comum.
Lombalgia consiste num problema de saúde pública, uma vez que até
84% das pessoas apresentam pelo menos um episódio de dor lombar
durante sua vida. É também a causa mais frequente de limitação das
atividades em indivíduos com menos de 45 anos de idade nos EUA,
representando um enorme custo para a sociedade em termos
de horas perdidas de trabalho.
Cronologicamente, a Lombalgia pode ser classificada em:
#aguda: quando tem início súbito e persistência inferior a um mês;
#subaguda: quando é recorrente, com intervalos acima de seis meses, ou com duração inferior
a três meses;
#crônica: quando a recorrência ocorre em menos de seis meses ou persiste por mais de três
meses.
CLASSIFICAÇÃO PELO CID10
M54 – Dorsalgia
CID10- M54.1 Radiculopatia
CID10- M54.2 Cervicalgia
CID10- M54.3 Ciática
CID10- M54.4 Lumbago com ciática
CID10- M54.5 Dor lombar baixa
CID10- M54.8 Outras dorsalgias
CID10- M54.9 Dorsalgia não especificada
CAUSAS MAIS FREQUENTES
Causas mais frequentes
Anamnese
Avaliação palpatória detalhada;
Histórico de vida, familiar, lesões ou traumas;
Saber o que fez para chegar ao quadro;
Saber o que precisa continuar fazendo que pode ter
recidiva.
LIMITAÇÕES
PERDA DA FORÇA NOS ERETORES DA COLUNA
LIMITAÇÃO DE AMPLITUDE ARTICULAR
INSTABILIDADE DA REGIÃO
PERDA DE AGILIDADE
PERDA DE COORDENAÇÃO MOTORA
PERDA DO EQUILÍBRIO
PERDA DE VELOCIDADE
ANATOMIA
# 05 VERTEBRAS LOMBARES
# SACRO
# ARTICULAÇÃO COXOFEMURAL
# MEMBROS INFERIORES
# MUSCULATURAS PARAVERTEBRAIS
# GLÚTEAS
# TODOS OS GRUPOS DOS MEMBROS INFERIORES
# RAIZES NERVOSAS DE L3 A S1.
ATUAÇÃO DO MASSOTERAPEUTA
A atuação do massoterapeuta é muito relevante na fase mais álgica do
processo, pois através das técnicas de manipulação é possível de melhorar a
condição circulatória, atuar mecanicamente com tração para auxiliar, assim
como do ponto de vista emocional gera uma proximidade através do toque
que pode deixar o paciente mais relaxado e colaborativo para as atividades
que se fazem necessárias na fase de fortalecimento e ajustes osteoartiulares e
posturais que serão necessários.
ORIENTAÇÕES
Atenção para o estado do colchão,
Posturas para deitar:
Decúbito lateral com apoio entre as pernas;
Decúbito ventral com apoio pélvico;
Decúbito dorsal com apoio nos posteriores da coxa, início do glúteo;
Uso de tênis com amortecedor para dissipar a carga;
Tomar banho sentado, para evitar queda;
Colocar a roupa sentado para evitar queda;
Dirigir com apoio na lombar para evitar sobrecarga;
Para entrar e sair do carro fazer rotação de tronco.
ORIENTAÇÕES
Utilizar bolsa de água quente por aproximadamente 20 minutos na região da dor, com uma
almofada entre o abdômen e a superfície na qual está deitado;
Manter repouso;
Permanecer preferencialmente deitado, de lado, em posição fetal, com as pernas encolhidas;
Tomar banhos quentes, pois podem proporcionar alívio temporário da dor;
Testes
Teste de LASEG:
Teste de PIRIFORME
Laseg
O teste de Lasègue segue o mesmo raciocínio do teste da elevação do
membro inferior, pois provoca um alongamento neural provocativo sobre os
ramos nervosos que formam o nervo ciático (L5, S1, S2) os quais se
encontram totalmente estiradas em uma flexão aproximada de 70º.
Durante a elevação passiva do membro inferior o terapeuta deverá parar a
elevação no momento que o paciente começar a manifestar dor e, logo após
o terapeuta deverá realizar uma dorsiflexão do pé do paciente para confirmar
a suspeita de ciatalgia através da expressão dolorosa por parte do paciente.
TESTE PIRIFORME
Este teste serve para detectar algum problema no músculo piriforme, por exemplo: uma
contratura, um espasmo.
Como é realizado o teste:
Existem duas formas de realizar o teste:
1º- Paciente em decúbito lateral, bem próximo da ponta da maca, flete o quadril (como se
fosse cruzar a perna do paciente), fisioterapeuta força a perna cruzada para baixo. Se o
paciente sentir dor na região o teste é positivo.
2º- Paciente em decúbito dorsal, flete um joelho, fisioterapeuta faz força para adução e
solicita ao paciente que faça a abdução contra a resistência manual do fisioterapeuta, o
teste é positivo se o paciente sentir dor na região do piriforme.
PROTOCOLOS
Massagem neurocirculatótia;
Massagem transversa;
Liberação miofacial
Massagem relaxante
Ventosa
Acupuntura
Bolsa de água quente
Tração de membros inferiores.
Não se prenda somente à literatura.
Não seja orgulhoso, ou preguiçoso como algumas pessoas, que querem pegar
pronto, e só sair na foto para ganhar 1 minuto de fama.
Gente que não resolve, que só reclama, que vive de falar mal dos pacientes, do
mercado e do mundo.
Anote, catalogue, observe reações aos seus protocolos e assim você vai
construindo a SUA metodologia de aplicar as técnicas e obter os resultados nas
pessoas que te procuram.
Você precisa saber o que dá certo e o que não dá.
LEALDADE
Quando você é leal com você mesmo, que tem certeza de que fez tudo o que
é para fazer, ai sim você pode avaliar se algo funciona ou não.
Não fique se enganando na esperança de que as coisas mudem.
É você e só você que pode agir nesta mudança.
Por isso EU te digo, aprofunde-se no que te trará resultados, assim você vai
atuar feliz, vai atender melhor, resolver problemas, e colocar dinheiro no seu
bolso para viver desta linda profissão.
NUNCA CORRA ANTES DE CAMINHAR!
• Planeje um tratamento e trabalhe neste planejamento.
• Não fique inventando nada a cada sessão.
• Identifique o problema.
• Conquiste a confiança e a colaboração do seu paciente.
• Em problemas musculares, nada se resolve em uma sessão.
GRATIDÃO, por me acompanhar até aqui!
BOM ESTUDO