Gustavo Correia
de Oliveira
Psicólogo
Especialista em Psicoterapia
Cognitivo-Comportamental - CRP
15/4229
Formando em Terapia do Esquema
Membro da Associação de Terapias
Cognitivas do Estado de Alagoas–
ATC/AL
1ª ETAPA - AVALIAÇÃO E
EDUCAÇÃO SOBRE ESQUEMAS
2ª ETAPA - MUDANÇA
AVALIAÇÃO MULTIFACETADA
Medidas de autoavaliação, vivenciais, comportamentais e
interpessoais.
Verifica-se os problemas atuais e os objetivos do paciente com a
terapia.
Coleta de história de vida: identificando modelos, esquemas e
estilos de enfrentamento desadaptativos.
O paciente completa os seguintes questionários como tarefa de
casa:
COMO TRABALHAR COM A
TERAPIA DO ESQUEMA
(AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO)
Objetivos Principais:
1. Identificação de padrões de vida disfuncionais.
2. Identificação e ativação de esquemas desadaptativos remotos.
3. Entendimento das origens dos esquemas na infância e
adolescência.
4. Identificação de estilos de respostas de enfrentamento.
5. Avaliação de temperamento.
6. Juntando tudo: conceitualização do caso.
QUESTIONÁRIOS
•Formulário de avaliação de histórico de vida
(anamnese)
•QEY –questionário de esquemas de Young
•IPY –inventário de estilos parentais de Young
•Inventário de Evitação de Young-Rygh
•Inventário de Compensação de Young
•YAMI –questionários dos Modos
PACIENTE TRAZ QUESTIONÁRIOS
PREENCHIDOS
Paciente e terapeuta discutem os resultados.
Terapeuta usa técnicas vivenciais para acessar e ativar os
esquemas do paciente e ligá-los às origens da infância e aos
problemas atuais.
Terapeuta observa o tempo todo esquemas e estilos de
enfrentamento do paciente na relação terapêutica.
Conceitualização do caso.
ESTRATÉGIAS PARA TRABALHAR COM EID’s
Cognitivas Comportamentais
Relacionamento
Experienciais
Terapêutico
COGNITIVAS
Técnicas cognitivas
para mudança de
pensamento
automático;
Crenças
intermediárias e
Centrais.
TÉCNICAS COGNITIVAS
Testar a validade de um esquema ;
Relativizar as evidências que sustentam o esquema ;
Avaliar as vantagens e desvantagens dos estilos de
enfrentamento;
Conduzir diálogos entre o “pólo do esquema”e o “pólo
saudável” ;
Elaborar cartões-lembrete sobre o esquema ;
Preencher diário de esquema.
COMPORTAMENTAIS
Experimentos
comportamentais de
enfrentamento e mudanças
efetivas e antes nunca
conseguidas;
Evitar ciúmes, raiva, apego
excessivo;
Tolerar ficar sozinho.
Aprender a tolerar ambientes
seguros e estáveis.
ROMPENDO PADRÕES
COMPORTAMENTAIS
Resignação
Evitação
Hipercompensação
Identificando e corrigindo:
1. Refinando a conceitualização inicial
2. Descrições detalhadas dos comportamentos
problemáticos
3. Conduzindo imagens mentais em relação a eventos
gatilhos
4. Explorando a relação terapêutica
5. Obtendo informes de pessoas próximas
ROMPENDO PADRÕES
COMPORTAMENTAIS
Mudança de padrões de comportamento em situações
da vida atual.
Inicia-se com os comportamentos mais problemáticos
(diferente da TCC).
Motivação para mudança –relacionar o comportamento
atual com suas origens na infância.
Vantagens e desvantagens de manter o comportamento.
Cartão –lembrete –pontos a se tratar.
Tarefa de casa comportamental combinada.
Trabalhar o bloqueio (pode ser um modo): diálogo entre
o bloqueio e o modo saudável.
EXPERIENCIAIS
Técnicas de Imagem
Mental;
Reviver as memórias de
pai/mãe instável;
Exprimir sentimentos
considerados proibidos;
Trabalhar com os modos
de maneira a identificá-los
e modificá-los.
ESTRATÉGIAS VIVENCIAIS
Identificar os esquemas mais fundamentais no caso do
paciente;
Possibilitar que o paciente vivencie os esquemas em
nível afetivo;
Ajudar o paciente a relacionar emocionalmente as
origens de seus esquemas na infância e na adolescência
com os problemas atuais.
IMAGENS MENTAIS
Objetivo: captar com máxima precisão a experiência
vivida pelo paciente. Não se sugere ou estimula nada.
Inicia-se e finaliza-se com a procura de um lugar seguro.
Captar imagens importantes que eliciem emoções
primárias importantes: raiva, medo, vergonha e luto ligadas
aos esquemas desadaptativos remotos do paciente.
EXERCÍCIO DE IMAGENS MENTAIS
Feche os olhos. Imagine-se num lugar seguro. Observe os detalhes. O
que você está sentindo? Quem está com você? Ou você está sozinho
(a)? Use imagens, e não palavras ou pensamentos. Deixe virem
sozinhas. Se alguma instrução não se aplicar, simplesmente a
desconsidere.
Continue com os olhos fechados. Apague esta imagem. Agora, veja-se
como uma criança em uma situação que o/a aborrece. Onde você
está? Observe os detalhes. Quantos anos você tem? Tem alguém com
você na imagem? Como você se sente? Que pensamentos passam por
sua cabeça?
Agora, imagine-se em casa quando era criança com seu pai ou sua
mãe. (Se você já estiver lá, mantenha a imagem que já tem)
Como você se sente? Como seu pai ou sua mãe se sente? Em que você
está pensando? Em que seu pai ou sua mãe está pensando?
O que está acontecendo na imagem? Comece a conversar com seu
pai/mãe. O que você está dizendo? O que seu pai/mãe está dizendo?
Pense se tem alguma coisa que você desejaria que seu pai/mãe
mudasse nessa imagem (mais liberdade, mais afeição, que o/a ouça
mais, seja menos crítico(a), mais otimista, mais competente, etc.). Diga
a ele/ela na imagem em que você gostaria que ele/ela mudasse. Como
seu pai/mãe reage?
O que acontece em seguida na imagem? Deixe a cena continuar até que
termine. Como você se sente ao final da cena?
Agora, mantenha o sentimento que você está tendo nessa imagem de
quando era criança, apague a imagem e crie a imagem de uma situação
em sua vida atual na qual você tem o mesmo sentimento. O que está
acontecendo na imagem? O que você está pensando? O que você está
sentindo? Se tiver mais alguém na imagem, diga a essa pessoa de que
forma você gostaria que ela mudasse. Como ela reage?
Apague a imagem e volte para seu lugar seguro. Aproveite o
sentimento de relaxamento. Abra os olhos.
Vídeo
RELACIONAMENTO TERAPÊUTICO
Terapeuta como fonte
transacional de
segurança e
estabilidade;
Corrige distorções
apresentadas por
cada esquema;
Lembrar-se de que
essa reparação é
limitada.
REPARENTALIZAÇÃO (REPARAÇÃO)
PARENTAL LIMITADA
Preenchimento das necessidades emocionais não atendidas
do paciente, dentro do limite da relação terapêutica:
1. Vínculos Seguros (Segurança, Estabilidade, Cuidado e
Aceitação);
2. Autonomia, Competência e Sentido de Identidade;
3. Liberdade de Expressão e Necessidades e Emoções
Válidas;
4. Espontaneidade e Lazer;
5. Limites Realistas e Autocontrole.
ABANDONO/INSTABILIDADE
“Por favor, não me deixe”
ABANDONO/ INSTABILIDADE
Cognitivo:
•Modificar a visão exagerada de abandono;
•Modificar expectativas irreais sobre as
pessoas serem consistentes, e disponíveis;
•Reduzir a certificação que não será
abandonado.
ABANDONO/ INSTABILIDADE
Experiencial:
•Técnica de Imagem Mental: reviver as memórias
de pai/mãe instável
•Exprimir raiva
•Criança Interna cuidar da “criança abandonada”
ABANDONO/ INSTABILIDADE
Comportamental:
•Escolher parceiros estáveis
•Evitar ciúmes, raiva, apego excessivo
•Tolerar ficar sozinho. Aprender a tolerar ambientes
seguros e estáveis
ABANDONO/ INSTABILIDADE
Relacionamento Terapêutico:
•Terapeuta como fonte transacional de segurança e
estabilidade
•Terapeuta corrige distorções sobre a probabilidade
de abandono
•Aceitar períodos de afastamento
DESCONFIANÇA/ABUSO
“Serei abusado”
DESCONFIANÇA/ABUSO
Cognitivo:
Reduzir vigilância excessiva
Mudar visão exagerada da má intenção do outro
Mudar sua culpa pelo abuso
Não justificar o perpetrador do abuso
Mudar visão de indefeso diante do abuso
Ensinar o continuum de maus tratos/abuso
DESCONFIANÇA/ABUSO
Experiencial:
•Lembrança das memórias do abuso/humilhação
•Exprimir raiva verbal e física e enfrentar
abusador mentalmente
•Encontrar um local seguro longe do perturbador
DESCONFIANÇA/ABUSO
Comportamental:
•Gradualmente começar a confiar nas pessoas,
parceiro não abusivo
•Grupo de Apoio
•Escolher parceiros não abusivos
•Não abusar dos outros
•Estabelecer limites com pessoas abusivas
•Ser menos punitivo
DESCONFIANÇA/ABUSO
Relacionamento Terapêutico:
•Honesto e genuíno com o paciente
•Confiança e Intimidade – discutir sempre a
relação
•Questionar vigilância
•Não realizar trabalho experiencial caso a relação
não esteja constituída
PRIVAÇÃO EMOCIONAL
“Eu nunca terei amor e cuidado”
PRIVAÇÃO EMOCIONAL
Cognitivo:
•Mudar o sentimento do paciente de que todo
mundo age ou agirá de forma egoísta para com
ele, existe um continuum de privação;
•Aprender quando as necessidades emocionais
não estão sendo satisfeitas
PRIVAÇÃO EMOCIONAL
Experiencial:
•Exprimir mentalmente raiva e dor em relação aos
pais que impõem privações
•Pedir mentalmente por esta satisfação
PRIVAÇÃO EMOCIONAL
Comportamental:
•Escolher parceiros que satisfaçam suas
necessidades;
•Pedir apropriadamente a seu parceiro que
satisfaça às suas necessidades emocionais;
•Não reagir de forma extrema, com raiva, às
privações;
•Não se afastar ou isolar quando for magoado.
pelos outros
PRIVAÇÃO EMOCIONAL
Relacionamento Terapêutico:
•Promover uma atmosfera protetora e empática, atenção,
orientação;
•Ajudar o paciente a expressar seus sentimentos de
privação, sem reagir de modo extremo ou recorrer ao
silêncio;
•Ajudar o paciente a aceitar as limitações do terapeuta e a
tolerar algum grau de privação.
DEFECTIVIDADE/VERGONHA
“eu não tenho valor”
DEFEITO/ IMPOSSIBILIDADE DE SER
AMADO
Cognitivo:
•Modificar a visão de si mesmo como alguém mau,
indesejável, fracassado - concentrar-se nas
qualidades úteis do paciente, minimizar seus
defeitos
DEFEITO/ IMPOSSIBILIDADE DE SER
AMADO
Experiencial:
•Ventilar a raiva perante pais críticos
•Dialogar com o esquema crítico
DEFEITO/ IMPOSSIBILIDADE DE SER
AMADO
Comportamental:
•Escolher parceiros que o aceitem tal como é
•Não reagir exageradamente às críticas
•Tentar não compensar (por ex. através de ênfase
excessiva no status/posição
DEFEITO/ IMPOSSIBILIDADE DE SER
AMADO
Relacionamento Terapêutico:
•Promover um ambiente de aceitação, não julgar
nem criticar o paciente
•Compartilhar pequenas fraquezas do terapeuta
•Elogiar apropriadamente o paciente
ISOLAMENTO SOCIAL/ALIENAÇÃO
“Eu não me encaixo”
ISOLAMENTO SOCIAL/ALIENAÇÃO
Cognitivo:
•Modificar a percepção de si mesmo como sendo
socialmente indesejável; modificar a visão
negativa exagerada em relação à aparência e às
competências sociais. Dar importância às
qualidades úteis do paciente
•Minimizar as diferenças e sublinhar as
semelhanças com as pessoas
ISOLAMENTO SOCIAL/ALIENAÇÃO
Experiencial:
•Trabalhar mentalmente memórias de rejeição ou
de alienação; expressar seus sentimentos perante
o grupo. Imaginar um grupo de adultos que o
acolhem e aceitam
ISOLAMENTO SOCIAL/ALIENAÇÃO
Comportamental:
•Superar a evitação
•Terapia de grupo
•Desenvolver gradualmente círculos de amigos e
estabelecer laços com a comunidade
•Melhorar as competências sociais
ISOLAMENTO SOCIAL/ALIENAÇÃO
Relacionamento Terapêutico:
•Confrontar a evitação de situações sociais
•Elogiar atributos sociais positivos
DEPENDÊNCIA
INCOMPETÊNCIA
“Preciso de
ajuda”
DEPENDÊNCIA/ INCOMPETÊNCIA
Cognitivo:
•Mudar a visão de incapacidade
•Mudar a visão de não confiar em si
DEPENDÊNCIA/ INCOMPETÊNCIA
Experiencial:
•Imaginação: expressar raiva aos pais por terem
superprotegido e minado suas decisões
DEPENDÊNCIA/ INCOMPETÊNCIA
Comportamental:
•Estabelecer tarefas graduadas que o paciente
deverá executar diariamente, sozinho (liderar,
tomar decisões), sem ajuda de ninguém
DEPENDÊNCIA/ INCOMPETÊNCIA
Relacionamento Terapêutico:
•Dependência em relação ao terapeuta
•Encorajar o paciente a tomar suas próprias
decisões e fazer suas próprias escolhas
VULNERABILIDADE
A DANOS E
DOENÇAS
“Estou em perigo”
VULNERABILIDADE A DANOS E DOENÇAS
Cognitivo:
Contestar as percepções exageradas do paciente quanto
ao dano, perigo e doenças nas seguintes áreas:
•Perigo criminal
•desastres naturais (por ex. acidente aéreo
•ruína financeira
•doença médica (por ex. hipocondria, morte iminente)
•doença mental (enlouquecer, perder o controle)
VULNERABILIDADE A DANOS E DOENÇAS
Experiencial:
•Diálogo mental com pais superprotetores e fóbicos
•Conseguir prever resultados seguros nos
obstáculos do dia-a-dia
VULNERABILIDADE A DANOS E DOENÇAS
Comportamental:
•Construir uma hierarquia de situações temerárias
•Exposição gradual a essas situações com o intuito
de superar o comportamento esquivo
VULNERABILIDADE A DANOS E DOENÇAS
Relacionamento Terapêutico:
•Confrontar a evitação: acalmar, assegurar
racionalmente ao paciente que nada de mal vai
acontecer
EMARANHAMENTO/SELF
SUBDESENVOLVIDO
“Não consigo me separar”
EMARANHAMENTO/ EU
SUBDESENVOLVIDO
Cognitivo:
•Modificar a visão de que o paciente ou o
pai/mãe não consegue sobreviver na ausência de
um contato constante entre eles
EMARANHAMENTO/ EU
SUBDESENVOLVIDO
Experiencial:
•Imaginar que está se separando dos pais
•Estabelecer um diálogo entre as duas partes de
modo a superar os obstáculos para o
estabelecimento de uma identidade separada
EMARANHAMENTO/ EU
SUBDESENVOLVIDO
Comportamental:
•Identificar as preferências pessoais e as
inclinações naturais nas situações cotidianas.
Libertar-se das expectativas de outra pessoa; agir
com base em suas próprias preferências
•Escolher parceiros apropriados que não
incentivem a fusão ou o emaranhamento
EMARANHAMENTO/ EU
SUBDESENVOLVIDO
Relacionamento Terapêutico:
•Ajudar o paciente estabelecendo limites
apropriados – nem próximo demais nem distante
demais
FRACASSO
“Sou um perdedor”
FRACASSO
Cognitivo:
•Contestar a visão de que o paciente é
intrinsecamente estúpido, incapaz. Reatribuir o
fracasso à manutenção do esquema
•Enfatizar os sucessos e as competências
•Estabelecer expectativas realistas
FRACASSO
Experiencial:
•Acessar memórias de pais, professores, etc.
críticos que não constituíram fontes de apoio;
comparações com parentes ou expectativas
irrealistas
•Utilizar técnicas de imagens mentais para
superar a evitação de situações de desempenho
FRACASSO
Comportamental:
•Tarefas graduadas para o paciente empreender
novos desafios
•Estabelecer limites, desenvolver estruturas para
superar a procrastinação e ensinar autodisciplina
FRACASSO
Relacionamento Terapêutico:
•Apoiar o sucesso
•Estabelecer expectativas realistas
•Fornecer estrutura e limites
MERECIMENTO/GRANDIOSIDADE
“Sou superior”
MERECIMENTO/GRANDIOSIDADE
Cognitivo:
•Modificar a visão que o paciente tem de si
mesmo de ser alguém especial com direitos
especiais
•Encorajar a empatia em relação aos outros –
princípio da reciprocidade
•Realçar as consequências negativas da
grandiosidade
MERECIMENTO/GRANDIOSIDADE
Experiencial:
•Avaliar o lado vulnerável do paciente:
esquemasssubjacentes
GRANDIOSIDADE
Comportamental:
•Interromper o padrão de comportamento
autocentrado: equilibrar suas próprias
necessidades com as necessidades dos outros:
“Seguir regras”
GRANDIOSIDADE
Relacionamento Terapêutico:
•Confrontar a tendência para o engrandecimento
–estabelecer limites
•Apoiar vulnerabilidades
•Não apoiar/reforçar status/posição/categoria,
etc.
AUTOCONTROLE/
AUTODISCIPLINA
INSUFICIENTES
“Não tolero
desconforto”
AUTOCONTROLE/AUTODISCIPLINA
INSUFICIENTES
Cognitivo:
•Ensinar o paciente sobre o valor da gratificação em
curto prazo X gratificação a longo prazo
AUTOCONTROLE/AUTODISCIPLINA
INSUFICIENTES
Experiencial:
•Explorar mentalmente afetos e esquemas nucleares
subjacentes
AUTOCONTROLE/AUTODISCIPLINA
INSUFICIENTES
Comportamental:
•Ensinar autodisciplina através de tarefas
estruturadas
•Ensinar técnicas de controle das próprias emoções
AUTOCONTROLE/AUTODISCIPLINA
INSUFICIENTES
Relacionamento Terapêutico:
•Ser firme; estabelecer limites
SUBJUGAÇÃO
“Não posso dizer não”
SUBJUGAÇÃO
Cognitivo:
•Contestar expectativas de consequências
negativas exageradas do paciente mediante a
expressão de suas necessidades emocionais
(punição, abandono, retaliação)
SUBJUGAÇÃO
Experiencial:
•Expressar raiva e afirmar seus direitos, usando a
imaginação, perante pais controladores
SUBJUGAÇÃO
Comportamental:
•Escolher parceiros não controladores
•Afirmar gradualmente as suas necessidades
perante os outros
•Aprender inclinações naturais e agir de acordo
com elas
SUBJUGAÇÃO
Relacionamento Terapêutico:
•Não controlar excessivamente
•Encorajar o paciente a tomar suas próprias
decisões
•Apontar comportamentos de reverência –
identificar a raiva
AUTOSACRIFÍCIO
“Devo atender o
outro”
AUTOSACRIFÍCIO
Cognitivo:
•Mudar a percepção exagerada quanto à
intensidade das necessidades dos outros
•Aumentar a consciência de suas próprias
necessidades
•Realçar o desequilíbrio existente na razão:
dar/receber
AUTOSACRIFÍCIO
Experiencial:
•Avaliar mentalmente o ressentimento em relação
à privação emocional, assim como o desequilíbrio
em relação aos pais
AUTOSACRIFÍCIO
Comportamental:
•O paciente pedir para satisfazerem as suas
necessidades
•Não escolher parceiros carentes
•Estabelecer limites quanto àquilo que se dá aos
outros
AUTOSACRIFÍCIO
Relacionamento Terapêutico:
•Como terapeuta, moldar limites apropriados. O
terapeuta tem o direito de ter suas próprias
necessidades e carências
•Desencorajar a tendência do paciente de querer
tomar conta do terapeuta –esclarecer esse padrão
de comportamento
•Encorajar o paciente a confiar no terapeuta e
validar suas necessidades de dependência
BUSCA DE APROVAÇÃO/DE
RECONHECIMENTO
“preciso de aprovação e atenção”
NEGATIVISMO/PESSIMISMO
“Esta tudo mal”
NEGATIVISMO/PESSIMISMO
Cognitivo:
•Encorajar o paciente a enfocar os aspectos
positivos de sua vida ao invés de exagerar
continuamente seus aspectos negativos
•Satisfação ilusória X realismo depressivo
NEGATIVISMO/PESSIMISMO
Experiencial:
•Diálogo com um pai/mãe negativista
•Estabelecer um diálogo entre as partes
negativas e positivas de si mesmo
•Avaliar possíveis perdas, raiva ou privações
NEGATIVISMO/PESSIMISMO
Comportamental:
•Solicitar a satisfação de suas necessidades
emocionais/carências nos relacionamentos com
os outros
•Realizar atividades apenas com o objetivo de se
divertir, de obter prazer
NEGATIVISMO/PESSIMISMO
Relacionamento Terapêutico:
•Encorajar o paciente a desempenhar um papel
positivo (e não se queixar cada vez mais e ser
mais pessimista)
INIBIÇÃOEMOCIONAL
“Não sinto”
INIBIÇÃO EMOCIONAL
Cognitivo:
•Enfatizar as vantagens de demonstrar as
emoções
•Minimizar as consequências temidas por agir
impulsivamente ou com emoção
INIBIÇÃO EMOCIONAL
Experiencial:
•Acessar e expressar mentalmente emoções não
reconhecidas; raiva, agressão, sexo, alegria, etc.
•Dialogar com pai/mãe inibidor(a)
INIBIÇÃO EMOCIONAL
Comportamental:
•Discutir mais frequentemente os sentimentos do
paciente
•Expressar mais frequentemente os sentimentos
do paciente
•Ser mais espontâneo: dançar, sexo, agressão, etc.
•Tarefas graduadas –deixar de se controlar
INIBIÇÃO EMOCIONAL
Relacionamento Terapêutico:
•Modelar e encorajar maior expressão de afeto e
espontaneidade
PADRÕES INFLEXÍVEIS
“Nunca está bom o suficiente”
PADRÕES INFLEXÍVEIS
Cognitivo:
•Reduzir padrões irrealistas-enfatizar a existência de
um continuum e recorrer à análise de custos e
benefícios
•Apontar as vantagens e desvantagens do paciente
ter esses padrões inflexíveis; na saúde, na
felicidade, etc
•Reduzir os riscos percebidos de imperfeição
PADRÕES INFLEXÍVEIS
Experiencial:
•Diálogo com pais com expectativas elevadas
PADRÕES INFLEXÍVEIS
Comportamental:
•Reduzir gradualmente os padrões inflexíveis
•Aumentar o tempo dedicado ao lazer e à
descontração/relaxamento
PADRÕES INFLEXÍVEIS
Relacionamento Terapêutico:
•O terapeuta deve modelar, em sua abordagem,
padrões equilibrados de exigência na terapia ou na
própria vida
CARÁTER PUNITIVO
“Falhas merecem punição”