Cancioneiro
Cancioneiro
– SemperT’unos –
Tuna Mista da Escola Superior de Saúde
do Instituto Politécnico de Setúbal
Outubro de 2015
SemperT’unos – Tuna Mista da Escola Superior de Saúde do
Cancioneiro
Instituto Politécnico de Setúbal
ÍNDICE
ORIGINAIS
BERÇO DE BOCAGE...........................................................................................................5
UNIDOS PELO TRAJE.........................................................................................................6
HISTÓRIAS DE UM ESTUDANTE .........................................................................................7
A PILINHA DO MARINHEIRO .............................................................................................8
E SE OS TEUS OLHOS ........................................................................................................9
TRISTE LÁGRIMA ............................................................................................................ 10
BOM VINHO................................................................................................................... 11
MEMÓRIAS DE UM CALOIRO .......................................................................................... 12
SAÚDE EM SETÚBAL ....................................................................................................... 13
ADAPTADAS
FADO DE UMA RUA QUALQUER ..................................................................................... 15
ÁGUAS DO DÃO ............................................................................................................. 16
BOCAGE – RIO AZUL ....................................................................................................... 17
CALOIRO ........................................................................................................................ 18
CAPAS NEGRAS .............................................................................................................. 19
ADEUS ATÉ MAIS VER..................................................................................................... 20
TRAÇADINHO ................................................................................................................. 21
VEJAM BEM ................................................................................................................... 22
TUNA NA CANECA .......................................................................................................... 23
AMAR ............................................................................................................................ 24
MEDLEY DOS ANOS 80 ................................................................................................... 25
SANTO ........................................................................................................................... 27
CONVÍVIO
MADALENA.................................................................................................................... 29
RAPARIGA ..................................................................................................................... 30
RESSACA ........................................................................................................................ 31
FADO DA ADIVINHA ....................................................................................................... 32
A HISTÓRIA DO MAMUTE ............................................................................................... 33
O VERDINHO.................................................................................................................. 34
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MARIANA ...................................................................................................................... 34
MENINA CALOIRA .......................................................................................................... 36
FADO DO ESTUDANTE .................................................................................................... 37
ESTAVA A ASSAR SARDINHAS ......................................................................................... 38
EU NÃO SOU UM TOTÓ .................................................................................................. 40
A BARATA DA VIZINHA ................................................................................................... 41
VIRA – VIRA ................................................................................................................... 42
BIGODE DO NELO ........................................................................................................... 43
A TUA MÃE É UM PÓNEI ................................................................................................ 44
CALOIRA SEXY ................................................................................................................ 45
HINO DO VITÓRIA .......................................................................................................... 46
MULHER GORDA ............................................................................................................ 47
MALHÃO, MALHÃO ........................................................................................................ 48
COLHÃO COLHÃO .......................................................................................................... 49
MEDLEYS DOS 4 ACORDES………………………………………………………………………………………………50
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BERÇO DE BOCAGE
Refrão:
Dó- Setúbal, cidade Fá-histórica
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UNIDOS PELO TRAJE
[…]
HISTÓRIAS DE UM ESTUDANTE
Histórias de um estudante
Tão louco e errante
Cumprindo o seu fado
Refrão:
Fá Estudante Ré-, Lá- errante
Si b Trajado de Dó negro
Estudante, errante
Trajado de negro
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A PILINHA DO MARINHEIRO
Refrão:
Lá Não tinha mais que um metro e Si- meio
Mi A pilinha do Lá marinheiro
(Refrão) (Refrão)
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E SE OS TEUS OLHOS
Instrumental (Dó, Ré-, Sol, Dó, Fá, Dó, Lá-, Ré-, Sol, Dó 2x)
Se a noite me mostrar
Um pouco da tua alma
Será como a chuva a chegar
E o meu coração acalma
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TRISTE LÁGRIMA
Introdução (Lá, Ré, Fá#-, Mi 2x)
Um olhar perdido
Num sonho sentido
Passo os meus dias BIS
Como seria se olhasses pra mim?
Refrão:
LáTriste lágrimaRé Ainda imagino
Fá#-Que me molha o rostoMi Um beijo contido
LáNunca voltesRé De paixão e amor
Fá#-Não me faças sofrerMi É um céu onde insisto voar
LáLeve suspiroRé
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BOM VINHO
Instrumental (acordes refrão)
Edição 2011
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MEMÓRIAS DE UM CALOIRO
CheSi-gaste Lácaloiro
A SeSoltúbal, de Bocage,
Si-Que te proLátege
deSolbaixo do traje.
ViSi-este, viveste
Num Lámundo caído do Solnada.
ProSi-curas viver esta Lánoite uma linda baSollada.
Pré-refrão
Fá#Olha
em frente
ComFá#7a vivência paSi-ssada.
Fá#Um dia ensinaFá#7rás
Edição em 2011
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SAÚDE EM SETÚBAL
Refrão:
Mi Enfermagem é a arte de La cuidar
Mi
Fisio já lá está p’ra La mobilizar
TF Si não é terapia banal Mi
Os enfas La prontos para vacinar Mi
É saúde Si em Setúbal Mi
Mi Quando a cabeça La pesa Mi A malta de Enferma La gem
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ADAPTADAS
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Lá- Longe
fica a rua onde eu Mi te vi
E a vida Dó pode Mi recomeçar
Lá- onde eu quis sentar-me ao pé Mi de ti
Refrão:
Fá Pronto para ir ao fim Dó do mundo atrás Lá- de ti
(Refrão)
Fá É
que os fracos não Lá- agarram
Fá as hipóteses de Lá- mudar.
Mi cordar Lá-
(Refrão)
Adapatado em 2007
Original de Jorge Cruz
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ÁGUAS DO DÃO
Refrão:
Ai amor Mi
Lá- Onde é que isto vai parar
É a alegria da vida
Que a gente sente melhor Refrão:
O vinho é coisa santa Ai amor Mi
Não o bebesse o prior (bis) Lá- Onde é que isto vai parar
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Instrumental
DóSetúbal
terra Ré- encantada Sol
Teu berço ao Dó nascer Lá-
Cidade por ti Ré- amada Sol
Que o poeta viu Dó crescer Si Dó
Em tempos de Império
Sempre disseste mal
O que dirias hoje Setúbal imortalizou
Deste nosso Portugal O poeta que aqui viveu
No silêncio da tua estátua
Refrão: A saudade assim morreu.
Dó Tascas, tabernas e Ré- bordéis
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CALOIRO
Sol Caloiro
que chega Dó a Setúbal
Ré Sente o cheiro a Sol maresia
Refrão:
Ré Vem cá caloiro, Sol vêm sem receio
Instrumental (1x)
Original de Copituna
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CAPAS NEGRAS
Instrumental (Dó, Lá-, Fá, Sol, Dó x2)
Dó As cordas vibrando
Lá- as
vozes cantando
Fá a eterna e doce Sol balada
Fá E atrás de uma Dó janela
Sol escuta uma alma Dó encantada
Fá E aquela linda Dó donzela
Sol calada não disse Dó nada (bis)
Refrão:
Lá- Capas Negras, Fá SanT’iago
Sol A vida na Dó universidade
Lá- Oh meu Sado, Fá tens nas águas
Sol Todo o brilho Dó desta cidade.
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TRAÇADINHO
Instrumental (Sol, Lá-, Mi, Lá-, Dó, Ré, Sol)
Sol
Vejo a lua duas vezes
E o céu está a Ré abanar
Que diabo Lá- aconteceu
Como é que Ré aqui vim Sol parar
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VEJAM BEM
Instrumental (Dó, Ré- x4 )
Vejam Ré- bem,
Que não Dóhá só gaivotasRé- em terra
Quando umDó homem se Ré- põe a pensar (BIS)
Quem lá vem
Dorme à Dónoite ao relento Ré- na areia
Dorme àDó noite ao relento Ré- do mar (BIS)
E se Ré- houver
Uma praçaDó de gente Ré- madura
E uma Fá estátua,
E uma estátua de Lá7 febre a arder.
Adaptado em 2008
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TUNA NA CANECA
Refrão:
DóOra tuna na caneca
Refrão (X2)
Refrão (X2)
Adaptado em 2008 In I Tuna na Caneca
Original “Zumba na Caneca” de Tonicha
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AMAR
Instrumental (Fá Sib Dó Sib)
Fá
Eu quero amar, amar perdidaSibmente!
Dó
Amar só por amar: aqui... Sib além...
Fá
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a Sib gente...
Dó
Amar! Amar! E não amar Sib ninguém!
Ré-
Recordar? Sib Esquecer? Indife Fá ren Dó te!...
Ré-
Prender ou Sib desprender? É mal? Fá É bem? Dó
Ré-
Quem disser que se Sibpode amar Fá alguém
Durante a vida in Dó teira Ré- é Fá porque Sib men Dó te!
REFRÃO
Fá
Eu quero amar, amar perdidaSibmente!
Dó
Amar só por amar: aqui... Sib além...
Fá
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a Sib gente...
Dó
Amar! Amar! E não amar Sib ninguém!
Ré-
Há uma primaSibvera em cada Fávida Dó
Ré-
É preciso Sibcantá-la assim Fáflorida, Dó
Ré-
Pois se Deus nos deu Sibvoz, foi pra Fácantar! Dó
Ré-
E se um dia hei-de ser Sibpó, cinza e Fánada Dó
Ré-
Que seja a minha Sibnoite uma Fáalvorada, Dó
Ré-
Que me saiba Sibperder... pra me Fáencontrar... Dó
REFRÃO
Fá
Eu quero amar, amar perdidaSibmente!
Dó
Amar só por amar: aqui... Sib além...
Fá
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a Sib gente...
Dó
Amar! Amar! E não amar Sib ninguém!
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Muito LámdisfarçadamenteLám,
Vai Lámsorrindo, que é p'ra Lámgente Fá#mE erguer orgulhosas Simbandeiras,
Lá presenteLám, Não notar! Lá Fá#mViver aventuras Simguerreiras
oooh Sim ouh, oooh Sim oohLá LáAngola, Moçambique, Goa e Macau
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LámSó
precisas de acertar, Em Lámplay-back,
Não tem nada que enganar, A Rémfazer play-back
E, assim mesmo, sem cantar vais E viva Fáo play-back
encantar Hás-deMi sempre cantar
LámCom play-back até Rémpedem bis
Em play-backRém, em play-backFá, em
SolMas decerto, Dódirás Lámfeliz
play-back!Lám
Em Lámplay-back,
Abre a Lámboca, fecha a Lámboca A Rémfazer play-back
Não te Lámenganes, não te Lámesganes, E viva Fáo play-back
MiAgradeces e sorris
Vais ter Lámuma apoteose, Lám
Põe-te em Lámpose
LáAddio, adieu, aufwiedersehen,
P´ra agradar! Lá
SimGoodbye,
FáGoodbye,Rém
Quem sabe onde isto Dó#mirá parar
Si7Amore, amour, meine Miliebe,
love of my Lálife.
MiBem Lábom hey!
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SANTO
Hossana.
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CONVIVIO
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MADALENA
Re-
Chorar (chorar)
Como eu Sol- chorava (como eu chorava)
LA Ninguém (ninguém)
Refrão
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RAPARIGA
(Do, Sol, Do, Fá, Do, Sol, Do)
Dó Lá na aldeia de on Sol de sou E agora já namoram
Não perdoo-o Dó as raparigas É tão bom de ver ai é
Se uma o olho Sol me piscou Qualquer dia hão-de casar
Meto-me logo Dó em intrigas E assim mesmo é que é (é que é)
Qualquer dia hão-de casar
Dó Dou-lhe dois ou três Fá E assim mesmo é que é
beijinhos Refrão
E vai de bater o pé Dó Instrumental
Eu não quero mexericos Sol
E assim mesmo é que é (Dó Sol Dó) Esta vida são dois dias
Eu não quero mexericos Fá Diz o povo e tem razão
E assim Sol mesmo é que é (Dó Sol Dó) Se isto é tão pouco tempo
Vou gozá-lo até mais não
Refrão (Fá, Do, Sol, Do, Fá, Do,
Sol, Do) E se encontro a minha amada
Fá Ai rapariga se fores à Dó fonte Sorridente e cheio de fé
Vai p’lo Sol carreiro que chegas lá Vou levá-la ao altar
mais Dó depressa E assim mesmo é que é (é que é)
Ai tem Fá cuidado com os Dó Vou levá-la ao altar
rapazes E assim mesmo é que é
Doidos por Sol ti Refrão
Vê lá se algum Dó tropeça Ai rapariga… rapariga… rapariga…
Noutro dia a Rosinha rapariga… rapariga… rapariga
Que é baixinha e trigueira tem cuidado.
Foi ao baile com o António Ai rapariga… rapariga… rapariga…
E andaram na brincadeira rapariga… rapariga e assim
mesmo é que é.
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RESSACA
Lá-
Os copos, o álcool e o vinho, Instrumental (Ré-, Lá-, Mi, Lá) x2
Lá7toda a malta a curtirRé-.
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FADO DA ADIVINHA
Lá
Um dos papéis Réprincipais RéMasele nunca está sozinho
Vive sempre bem Láacompanhado
RéQuando uma dama aparece Por dois outros Miórgãozinhos
Ei-lo a pular com Láfervor Junto de si lado a Lálado
Se é rapaz novo Miestremece
Se é velho não temLá vigor RéO nome destes, porém
Não oferece Láconfusões
RéO seu nome não é feio Sol
Tem sete letras Rétambém
Tem sete letrinhas Lásó Lá
Tem um L e acaba emRé ÕES (2x)
SolTem um R e um A no Rémeio
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A HISTÓRIA DO MAMUTE
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O VERDINHO
Sol
Quem quiser que eu cante Rebem
BIS
Dê-me uma pinga de vinhoSol
MARIANA
Introdução (Dó, Sol)
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MENINA CALOIRA
Sol, Lá-, Ré
Sol
Menina Caloira
Tu foges de mim Lá-
Que fiz eu ao mundo Ré
Para merecer algo assim Sol
Refrão
Ooooooh! Menina! Menina Caloira
Se pudesse dar-te-ia a lua Abre o coração
E pela vida que me resta Menina Caloira
Gritaria o teu nome pela rua Ouve esta canção (2X)
Original de Copituna
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FADO DO ESTUDANTE
Que Rénegra sina ver- Láme assim Recordo agora com saudade
Que sorte vilRé, degradante Os calhamaços que eu lia
Ai que saudade Láeu sinto em Os professores da faculdade
mim E a mesa de anatomia
Do meu viver Ré de estudante Evoco em mim recordações
Nesse fugaz Sol tempo de amor Que não têm fim dessas lições
Que d'um Ré rapaz é o melhor Frente ao jardim do velho
Era um Láaudaz conquistador Ré Campo de Santana
das raparigas Aulas que eu dava e se eu
De capa ao ar Sol cabeça ao léu estudasse
Só para Ré amar vivia eu Onde ainda estava nessa classe
Sem me Láralar e tudo mais eram E a que eu faltava sete dias por
Ré cantigas semana...
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1
O caracol é um bichoFá
Que desliza no orvalhoDó
Faz curvas a 120Sol 5
Ah caracol do caraças/CaralhoDó A Maria foi a fonte
Com sapatinhos de lona
2 Escorregou partiu a bilha
O cão da minha vizinha Enfiou os cacos na testa/cona!
Saltou a minha cadela
Vou fazer o mesmo à dona 6
Para ficar ela por ela (bis) Se eu tivesse não pedia
Nada no mundo a ninguém
3 Mas como não tenho peço
Santo António milagreiro Uma filha a quem a tem (bis)
Saiu-me um grande aldrabão
Das três pernas que me deu 7
Só duas chegam ao chão (bis) Rosa Mota, Rosa Mota,
Campeã da maratona
4 Ao passar os 10 mil metros
O ti Zé do sapateiro Alça a perna e coça os
Homem do lide trabalho joelhos/cona!
Já pregava meias solas
Com a cabeça martelo/Caralho
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8
Todo o pássaro bebe água
A coruja bebe azeite 11
Mas a tua passarinha As mulheres são umas santas
Come carne e bebe leite (bis) Deus por elas morreu
Abaixo de Deus estão elas
9. Em cima delas estou eu (bis)
As meninas lá da terra
Usam todas cordão de oiro 12
Tem todas bigodinho Quando eu era pequenino
À volta do mijadoiro (bis) Minha mãe disse vai vai
Vai depressa assar sardinhas
10 Para o jantar do teu pai (bis)
As mulheres quando se juntam
A falar da vida alheia 13
Começam na lua nova Se tu visses o que eu vi
Acabam na lua cheia (bis) Lá p'ra quinta do Ramalho
Era um velho a picar pedra
Com a cabeça do martelo
Era um velho a picar pedra
Com a cabeça do caralho!
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A BARATA DA VIZINHA
Ré Sol
RéToda
a vez que eu chego em Solcasa
A barata da vizinha ‘tá na minha Récama
Toda a vez que eu chego em Solcasa a barata da vizinha ‘tá na minha Récama
Repete
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VIRA – VIRA
Ô manoel, olha cá como eu estou
Fui Miconvidado pra uma tal Sisuruba Tu não imaginas
Não pude ir, maria foi no meu Milugar como eu estou sofrendo
Depois de uma semana Uma teta minha
Si
ela voltou pra casa um negrão arrancou
Toda arregaçada, E a outra que sobrou está doendo
Mi
não podia nem sentar
Si
Ô maria, vê se larga de frescura
Quando vi aquilo fiquei assustado
Que eu te levo no hospital pela
Maria, chorando,
manhã
começou a me explicar Mi
Tu ficaste tão bonita monoteta
Aí então eu fiquei aliviado Lá
E dei graças a Si5deus Mais vale um na mão
porque ela foi no meu Milugar do que dois no sutiã
Refrão: (Refrão)
Roda, roda e Sivira Oh! Maria essa suruba me excita
Solta a roda e Mivem Arrebita, arrebita, arrebita
Me passaram a mão na Sibunda Então vá fazer amor com uma
E ainda não comi ninguém Mi cabrita
Roda, roda e Sivira Arrebita, arrebita, arrebita
Solta a roda e vem Mi Mas maria isto é bom que te
Neste raio de surubaLá exercita
Já me passaram a mão na Sibunda Bate o pé, arrebita, arrebita
E ainda não comi ninguém Mi Manoel tua cabeça tem titica
Larga de putaria e vá cuidar da
padaria
(Refrão)
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BIGODE DO NELO
É o Bigode Lam
É o Bigode Lam
É o Bigode Lam
Lamahahah Fáahahah
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Refrão
SolA tua Rémãe é um DóPónei
Quando descobriste,
Não pudeste acreditar
Que para viveres
O cu … tinhas que daaar!
Refrão
Embora apavorado
Arranjaste um namorado
Quando querias estar sentado
Não podia porque… tinhas o cu todo lixaaaado!
Refrão
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CALOIRA SEXY
1 2
DóTeus olhos negros são uma loucura DóChega aqui e senta-te ao meu
LámVamos lá cumprir a tradição lado
FáTermina esta jornada de procura LámCom esse jeito santo e pecador
Pré-Refrão:
E o teu Fásexapeal
SolSexapeal
LámAnda cá que eu não te Lá9quero fazer Fámal
Refrão:
DóPor isso quero-me perder contigo!
LámPor isso meu amor não estudes mais!
FáCaloira sexy, Caloira sexy
SolBebe mais! (Bis)
DóCaloirasexy, FáCaloirasexy,
Caloira sexy, Caloira sexy,
LámPor ti não espero! SolLiga aos teus pais!
(4 vezes)
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HINO DO VITÓRIA
Instrumental - Dó Sol Ré Sol - Cantemos Soltodos esta
x2 marcha de louvor
Em Setúbal Solnasceu, Cantemos todos seja lá onde
Um clube pequenino Dófor!
Que ficou bem na meLá-mória. Viv’ó Vitória que nos faz criar
Solglória
E com os anos Lá-cresceu,
Gritemos todos bem Réalto
Entranhado no destino
Gritemos viv’ó SolVitória
Com o noRéme de Solvitória.
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MULHER GORDA
Instrumental - Lá-, Mi, Lá-, Mi, Lá-
A mulher Lá-gorda para mim não Mi me convém
eu não quero andar na rua com as banhas de Lá-ninguém (Bis)
REFRÃO
lá 7ª
Ai Ai Aiii... Eu gosto dessa Lá- mulher
Ré-
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MALHÃO, MALHÃO
(Sol, Ré)
SolÓ
malhão, Rémalhão,
Que vida é a Soltua?
Comer e Beber Ré, ó tirim tim tim
Passear na SolRua
Ó malhão, malhão,
Malhão de Lisboa,
Sempre a passear, ó tirim-tim-tim,
A vida é boa.
Ó malhão, malhão,
Ó malhão do Porto,
Andaste a beber, ó tirim-tim-tim,
E ficaste torto.
Ó malhão, malhão,
Quem te não dançou?
Por causa de ti, ó tirim-tim-tim,
O meu pai casou.
Ó malhão, malhão,
Quem te deu as meias?
Foi o caixeirinho, foi o caixeirinho
Das pernas feias.
Ó malhão, malhão,
Ó malhão, malhão,
Ó Margaridinha,
Quem te deu as botas?
Quem te pôs a mão, quem te pôs a
Foi o caixeirinho, foi o
mão
caixeirinho
Sabendo que és minha?
Das pernas tortas.
eras do teu pai eras do teu pai
mas agora és minha
Fernando Faria
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COLHÃO COLHÃO
1.Eu tenho um colhão
o outro é o irmão,
Enquanto um canta uma canção
o outro toca violão,
5. Andam sempre aos pares
como os Polícias,
Refrão:
E em todos os bares
Colhão, colhão (colhão)
fazem as delícias.
colhão, colhão,
Refrão
Colhão, colhão (colhão),
Instrumental
colhão, colhão.
6. Colhão colhão,
2. Dois amigos unidos,
Irmão irmão,
pequenos asteroides,
ou vai à boca
Andam sempre munidos
ou então vai à mão.
de espermatozoides.
Refrão
Refrão
7. Um fabrica proteínas
3. E dançam afinados
para todas as meninas,
p’lo mesmo diapasão,
O outro ejacula
Ficam embaraçados
dentro de qualquer mula.
se lhes morder um cão.
Refrão
Refrão
8. As novas gerações
4. Na praia, do calor
estão dentro dos Colhões,
brincam com raparigas,
O novo Portugal
Ou em Ponte-de-Sôr
nasce no tomatal.
são picados por Urtigas.
Refrão
Refrão
Original da banda Ena Pá 2000
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SemperT’unos – Tuna Mista da Escola Superior de Saúde do
Cancioneiro
Instituto Politécnico de Setúbal
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![UNIDOS PELO TRAJE
Instrumental (Sol#, Dó-, Sib, Sol#, Sol )
[…]
Sol#Unidos Pe Dó- lo traje
SibE por uma S](https://screenshots.scribd.com/Scribd/252_100_85/356/424893021/6.jpeg)



