Sabe que o filho precisa / e ele vai ajudar
Porque o Malandro Miguel
Promete para não faltar
+ref
Se tiveres algum problema, alguma perturbação
Fales com o Malandro Miguel, ele tem a solução
Terás seus caminhos abertos
E muita paz no coração
Confie em Malandro Miguel
Não vai te deixar na mão
Já vai romper a alvorada amor, ai ai ai ai
Tenho que voltar para casa
Vou dizer se a nega perguntar, ai ai ai ai
Eu estava atrabalhar (bis)
Eu sou malandro, mas sou bom trabalhador
Toda a noite desço o morro, seja o dia que for
E não tem sábado, domingo ou feriado
Da exigente bohemia, sou fiel empregado
+ref
Se você pensa que minha vida é só encanto
É sinal que não conhece
A dura vida de um Malandro
Eu bebo, sambo,
Jogo e o mais importante
Jamais deixo uma dama
Ficar sem acompanhante
Terno branco, seu punhal de aço puro
Seu ponto é seguro,
Quando vem para trabalhar
Oh, Segura o Nego que esse Nego é Zé Pelintra
Na descida do morro, ele vem trabalhar (bis)
Zé Pelintra, Zé Pelintra
Bohemio da madrugada
Vem na linha das almas e também na encruzilhada (bis)
O amigo Zé Pelintra que nasceu lá no sertão
Enfrentou a Bohemia com seresta e violão
Hoje na lei de umbanda, acredito no senhor
Pois sou seu filho de fé, pois tem fama de doutor
Com magia e mironga,
Dando forças ao terreiro.
Saravá seu Zé Pelintra, o amigo verdadeiro
Seu Zé Pelintra quando vem lá de aruanda,
Vem vencer sua demanda
Vem abrir seu jacutá (bis)
Saudando o sol, saudando o mar
Seu Zé Pelintra que clareia esse gongá (bis)
Seu zé Pelintra quando vem...
Ele traz sua magia...
Para saudar todos os seus filhos...
E retirar feitiçaria...
Pisa na aruanda,
Zé pelintra eu quero ver (bis)
Seu Zé Pelintra não teve pai
Seu Zé Pelintra não teve mãe (bis)
Ele foi criado por ogum beira mar
Em nome de Deus e de todos orixás (bis)
Galo cantou três horas da madrugada
Quem matou camisa preta?
Foi o cabo da brigada (bis)
E de repente um clarão apareceu
Era camisa preta que não morreu (bis)
Leva fé nesse homem,
que esse homem é de ajudar,
você pode gritar por seu nome
Toda vez que precisar (bis)
Salve a sua batucada, sob a luz da lua
n'uma linda madrugada,
nas esquinas, pelas ruas
E no seu samba tem muita cerveja e muita mulher,
mas tambem tem caridades
que ele presta a quem quiser,
Pois é, é, pois é, bate palma no samba do seu zé,
canta forte, minha gente, que esse samba é de fé. (bis)
Se no teu caminhar, encontrar algum perigo,
Chame o seu Zé que ele passa contigo,
Ele tem muita força, ele tem muito axé,
Ele chega na umbanda
gingando, cantando, sambando no pé,
Todo de branco vem malandreando
e ajudando a quem tem fé.
Saravá, seu zé!
Ê, sarava seu zé, seu zé,
Ê, sarava seu zé.
Saravá seu zé na umbanda e salve a força da fé (bis)
Cadê leonor, cadê Leonor (bis)
Pegaram zé pelintra lá no morro...
Por causa de uma mulher (bis)
Foi numa roda de samba,
Batuque de bamba que ele chegou (bis)
Zé pelintra não morreu,
Zé é um grande amigo meu
Zé chegou para bailar... com a nega leonor (bis)
Cadê leonor, cadê Leonor (bis)
Seu doutor não maltrate esse nego
Que esse nego tem muito valor (bis)
Ele usa camisa de seda
Gravata rendada e anel de doutor (bis)
Seu doutor, seu doutor, bravo senhor
Zé pilintra chegou, bravo senhor
Se você não queria, bravo senhor
E porque que chamou, bravo senhor
Ele é doutor, ele é nagô (bis)
(NAGÔ)
CONGO/CONGO DE OURO
Dizem que ele matou, mas na verdade ele curou (bis)
Ele curou um cego / Um aleijado sarou.
E uma mulher gravida... / Ele amparou.
Esta criança cresceu / É seu amigo fiel
E o nome dele... É o Malandro Miguel.
Dizem que ele matou, mas na verdade ele curou (bis)
Ele é um amigo / que te estende a mão
Ele não derruba / Quem já está no chão
Dizem que ele matou, mas na verdade ele curou (bis)
Ele joga baralho / Ele gosta de trinca
É o Malandro Miguel, Mané Soares e Zé Pelintra.
Seu Zé Pelintra com sua ternura
Sentado no trono, ele reza as criaturas (bis)
A estrela de Oxalá, seu povo iluminou
Ele é seu Zé Pelintra, é o nosso protetor.
Seu Zé, Fecha a porteira.
Cancelas e tronqueiras
Não deixa o mal entrar (bis)
O galo já cantou na aruanda
Farofa na fundanga
Eu quero ver queimar (bis).
(Congo lento)
MALANDRAS / NAVALHA
Ela traz uma navalha que corta o mal e a injustiça,
Protegida de zé pelintra,
Maria navalha não brinca
Caminhou de rua em rua
Em busca de moradia,
Foi na beira do cais
Que conheceu a bohemia
Ela é de laroiê, Ela é de mojubá
Ela é maria navalha que vem aqui ajudar
Laroiê, laroiê
Ela é mulher de fé, laroiê
Foi na madrugada
Que a navalha deu a sua gargalhada (2x)
Trabalhava na madrugada
Trabalhava lá no cais
Maria navalha da calunga
Faz o que você não faz
Foi na subida de uma serra
Que eu a vi trabalhar
Junto com zé pelintra para todo o mal levar
Ela é uma malandra de fé
Ela é uma malandra de luz
ela é maria navalha que não teme a mal nenhum
+ ref
Eu falei pra não mexer
Eu falei pra não brigar
Os rivais ela retalha (bis)
Oh lá no morro
Chamam ela de maria
Mas na alta burguesia
Só lhe chamam de navalha (bis)
Ela é malandra
Malandrinha lá no cais
Quero ver você fazer
O que a navalha faz (bis)
Mulher de Malandro
Se conhece pela saia (bis)
Não mexa com ela
Ela é maria Navalha (bis)