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Tratamento de Olheiras: Guia Prático

1. O documento discute classificações e tratamentos para olheiras, incluindo ativos como o Haloxyl que podem ser usados. 2. São descritas classificações para olheiras baseadas em depósito de pigmento, hipertransparência da pele e alterações no contorno das pálpebras. 3. Tratamentos incluem peelings químicos, lasers e preenchimento para diferentes tipos de olheiras.
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Tratamento de Olheiras: Guia Prático

1. O documento discute classificações e tratamentos para olheiras, incluindo ativos como o Haloxyl que podem ser usados. 2. São descritas classificações para olheiras baseadas em depósito de pigmento, hipertransparência da pele e alterações no contorno das pálpebras. 3. Tratamentos incluem peelings químicos, lasers e preenchimento para diferentes tipos de olheiras.
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1

Curso: Estética e Cosmética

Hanna Kaymmá Menezes Silva

Jessica Lais Santos

Claudia Laís

Rosinete Nunes da Silva Moniz

Olheiras e ativos para seu tratamento

Aracaju, SE

08 de março de 2016
2

Hanna Kaymmá Menezes Silva

Jessica Lais Santos

Claudia Laís

Rosinete Nunes da Silva Moniz

Olheiras e ativos para seu tratamento

Pesquisa apresenta como requisito


parcial o método de eficiência da
disciplina Estética e Cosmetologia
facial, ministrada pela Prof. Indira
Franco, no 2º semestre do 3º
período.

Aracaju, SE

09 de maio de 2016
3

Sumário

1. Introdução ...................................................................................................4
2. Classificação ................................................................................................4
3. Tratamento ...................................................................................................5
4. Ativo para tratamento .................................................................................6
5. Conclusão ....................................................................................................8
6. Bibliografia ....................................................................................................9
4

Introdução
A presença de olheiras constitui uma preocupação estética extremamente
comum, uma vez que a região periorbital é determinante na beleza facial. Pode
resultar de fatores genéticos e dos processos de envelhecimento intrínsecos e
extrínsecos da região palpebral inferior, que envolvem perda de volume, ação da
gravidade, frouxidão ligamentar, atrofia muscular e alterações cutâneas, entre elas
a hipercromia. KADUNC, Bogdana Victoria; PALERMO, Eliandre ; ADDOR, Flavia
Alvim Sant'Anna ;METSAVAHT, Leandra d'Orsi; MATTOS, Roberto; BEZERRA,
Sarita Martins de Carvalho .Tratado de Cirurgia Dermatológica, Cosmiatria e Laser
da Sociedade Brasileira de Dermatologia 1º edição, 2013.

Classificação
Etiopatogenicamente, as olheiras podem ser classificadas em três grandes
grupos: por deposição de pigmento melânico, por hipertransparência da pele com
visibilidade de vasos e musculatura ou por alterações de relevo nas pálpebras
inferiores.

Essa classificação é importante, pois direciona melhor as opções


terapêuticas mais adequadas para cada tipo de olheira.

A hiperpigmentação da pele palpebral por deposição de melanina ser


subdividida em:

 Hipercromia primária cutânea idiopática da região orbital: de origem


congênita, idiopática, decorre de deposição de melanina na epiderme
e na derme, predominando em adultos do sexo feminino, de olhos e
cabelos escuros, com herança autossômica dominante e penetrância
variável;
 Secundaria à hiperpigmentação pós – inflamatória: usualmente
causada por dermatite atopica, dermatite de contato alérgica, trauma
ou fricção excessiva;
 Secundaria a condições fisiológicas e patológicas que estimulam a
deposição de melanina na pele: ação de estrógenos e
progestogenos exógenos, ou endógenos, gestação, amamentação,
doenças sistêmicas;
 Secundaria a drogas que causam fotossensibilidade, como arsênico,
fenotiazidicos, hidantoína, antimaláricos, alcatrões e
hidrocarbonetos;
 Secundaria ao uso local de análogos de prostaglandinas, como
bimatoprost e latanoprost, em solução a 0,003% (aumentam
grânulos de melanina em melanocitos da epiderme em 205 vezes e
na derme em seis vezes). Além disso, existe o kohl, um pigmento
preto que contém chumbo, que é utilizado em algumas marcas de
5

lápis para contorno dos olhos, e se deposita na derme, estimulando a


deposição de melanina na epiderme;
 Hipercromia por excessiva exposição à radiação ultravioleta (UV):
atrofia a pele, aumenta a melanina e os vasos, promovendo
escurecimento difuso ou parcial pela presença de efelides ou
melanoses solares agrupadas na pálpebra inferior.

Musculatura visível e vasos sanguíneos superficiais na pálpebra inferior: a


aparência hipervascular se deve à vascularização subcutânea excessiva e à
hipertransparência da pele, com pouco tecido subcutâneo, o que permite maior
visibilidade dos vasos subjacentes e do músculo orbicular. O fator vascular
aparentemente está relacionado com a piora das olheiras em casos de
desidratação, doenças agudas, falta de sono, doenças sistêmicas e stress. Devido
à desidratação, o efeito da luz sobre uma área com pouco tecido subcutâneo
produz tonalidade azul-sombreada. Na atopia, a rinite alérgica provoca estase
venosa da pálpebra devido ao edema prolongado da mucosa nasal e paranasal,
que é agravada pelo espasmo alérgico do músculo de Muller (músculo superior
palpebral), afetando a drenagem venosa das pálpebras. Os principiais
diagnósticos diferenciais deste tipo de olheiras são: acantose nigricans, amiloidose
periorbital, melasma, melanose de Richl, lentigos e nevo de Ota.

Alterações no contorno das pálpebras inferiores:

 Flacidez da pálpebra por fotoenvelhecimento, com atrofiada pele


devida à perda de colágeno e gordura.
 Configuração do osso da órbita com a formação de sulcos
palpebromalares e nasojugais profundos, que fazem sombra na
pálpebra inferior.
 Bolsas palpebrais inferiores, causadas pela flacidez do septo orbital
e pela protuberância da gordura retro-septal, resultando na formação
de sulcos abaixo das bolsas. Esse é o fator causal mais comum das
olheiras devido ao envelhecimento natural da região periorbital.

Ao contrário do que se acredita, histopatologicamente há ausência


completa de hemossiderina, comprovada por imuno- histoquímica. KADUNC,
Bogdana Victoria; PALERMO, Eliandre ; ADDOR, Flavia Alvim Sant'Anna
;METSAVAHT, Leandra d'Orsi; MATTOS, Roberto; BEZERRA, Sarita Martins de
Carvalho .Tratado de Cirurgia Dermatológica, Cosmiatria e Laser da Sociedade
Brasileira de Dermatologia 1º edição, 2013.

O tratamento das olheiras infraorbitais


O tratamento deve ser baseado no sub-tipo da olheira. Para olheiras
causadas pelo depósito de melanina, os seguintes tratamentos podem ser
aplicados: peelings químicos (fenol, ácido tricloroacético), ácido retinóico,
clareadores tópicos (hidroquinona, ácido kójico), luz intensa pulsada11 e lasers
6

cujo alvo é a melanina (Q-Switched Ruby – 694 nm, 4,14 Alexandrita – 755 nm, 15
Nd:Yag 1.064 nm14,15), lasers ablativos e não-ablativos (CO2 – 10.600 nm e
Erbium – 1.540, 1.550, 2.940nm), fracionados 16,17 e não-fracionados. Para
olheiras predominantemente causadas pela hipervisibilidade da musculatura e da
vasculatura não há recomendação de tratamento, pois o benefício cosmético é
mínimo. Em casos co alteração de contorno devido à flacidez da pele da pálpebra,
podem ser utilizados peelings químicos (fenol, ácido tricloroacético), luz intensa
pulsada, e lasers ablativos e não-ablativos, fracionados e não-fracionados.

Quando as alterações no contorno palpebral se devem à mudanças do


volume orbital, a blefaroplastia transconjuntival e as técnicas de preenchimento
podem ser empregadas. O preenchimento é útil quando a flacidez do septo orbital
forma uma bolsa de gordura e o aprofundamento dos sulcos nasojugal e
pálpebromalar ou quando a configuração do osso orbital favorece a formação de
sulcos nasojugais e pálpebromalares profundos e o surgimento de sombras.
Garcia, Renato, Cymrot Cymbalista, Natalia, Bechara, Samir Jacob, Classificação
etiopatogênica de olheiras e preenchimento com ácido hialurônico: descrição de
uma nova técnica utilizando cânulaSurgical & Cosmetic Dermatology [en linea]
2012, 4 (Octubre-Diciembre) : [Fecha de consulta: 07 de maio de 2016]
Disponivel:<[Link] ISSN 1984-
5510

Ativos
Haloxyl – Este ativo é usado no tratamento resstruturante e despigmentante
dos tecidos conectivos frágeis do contorno dos olhos. Seu efeito anti- inflamatório
contribui para redução da vasodilatação e da permeabilidade dos vasos capilares.
O N-hydroxyusuccinimide age formando um complexo com o ferro, facilitando a
eliminação do mesmo. A criscina auxilia a eliminação da bilirrubina, um derivado
da hemoglobina. O palmitoil-Gli-His-Lis e o palmitoil-Gli-Gln-Pro-Arg reforçam e
tonificam o contorno dos olhos. Usado em géis e loções cremosas. O pH de
estabilidade varia entre 5,0 e 7,0. Utilizado em concentrações de no mínimo 2,0%
no tratamento de atenuação de olheiras em produtos para contorno dos olhos,
corretores de olheiras. Souza, Valéria Maria de; Antunes, Daniel Júnior. Ativos
dermatológicos: dermocosméticos e nutraceuticos, ed. Especial 10 anos, volume 1
a 8. São Paulo: Pharmabooks Editora, 2013.

Dermocholorella – Extraído da microalga chlorella, possui ação


anticolagenase e antielastase. Estimula a síntese de colágeno e elastina.
Reestrutura a matriz extracelular, melhora o tônus e a elasticidade da pele. Além
disso, melhora a produção dos componentes da derme e, consequentemente,
aumenta a firmeza e a elasticidade da pele. Indicado no tratamento de estrias,
olheiras, além de diminuir as bolsas nas pálpebras. Possui ação antirrugas,
combate a flacidez cutane a em geral. Utilizado em concentrações de 1,0% a
5,0%. O pH de estabilidade varia entre 5,0 e 7,0. Utilizado em concentrações de
7

no mínimo 2,0% no tratamento de atenuação de olheiras em produtos para


contorno dos olhos, corretores de olheiras. Souza, Valéria Maria de; Antunes,
Daniel Júnior. Ativos dermatológicos: dermocosméticos e nutraceuticos, ed.
Especial 10 anos, volume 1 a 8. São Paulo: Pharmabooks Editora, 2013.

O ácido kójico (5-hidróxi-2-(hidroximetil)-4-pirona) é uma substância natural


produzida por vários fungos e bactérias, dentre elas espécies de Aspergillus,
Penicillium e Acetobacter. Entre suas várias propriedades destacam-se a ação
antimicrobiana e quelante de íons cobre, sendo esta última responsável pela
inativação da tirosinase e, consequentemente, pela ação inibidora na formação de
melanina. CALAÇA, Giselle Nathaly; STETS, Sandra; NAGATA, Noemi.
Determinação simultânea de ácido kójico e hidroquinona por espectrofotometria
visível e calibração multivariada. Quim. Nova, v. 34, n. 4, p. 630-635, 2011.

A vantagem do ácido kójico está na suavidade de ação sobre a pele uma


vez que não causa irritação nem fotossensibilização no usuário, possibilitando seu
uso até mesmo durante o dia. Porém, mesmo sendo facilmente incorporado em
formulações devido sua hidrossolubilidade, o ácido kójico apresenta instabilidade
de coloração tornando-se gradativamente amarelo ou marrom pela quelação com
íons metálicos ou sua oxidação quando submetido a altas temperaturas na
presença de oxigênio. Este problema é facilmente evitado com a adição de um
quelante ou antioxidante à formulação e a sua manutenção em pH entre 3-5.

É possível observar o efeito do ácido kójico, após duas a quatro semanas


de uso contínuo, mas pode demorar mais em indivíduos com pele oleosa ou muito
espessa. Os resultados vão melhorando à medida que se continua a aplicação por
até 6 meses. Sua concentração usual é de 1 a 3% em cremes e emulsões fluidas
não iônicas, géis, géis-cremes e loções aquosas. GONCHOROSKI, Danieli Dürks;
CORRÊA, Giane Márcia. Tratamento de hipercromia pós-inflamatória com
diferentes formulações [Link], v. 17, n. 3-4, p. 84-8, 2005.

Hidroquinona - (1-4-dihidroxibenzeno) é o agente clareador mais conhecido


e atua através da inibição da tirosinase, impedindo esta de realizar a conversão da
tirosina em DOPA (diidrofenilalanina) e DOPA em dopaquinona. Outros
mecanismos envolvidos são a diminuição da atividade proliferativa dos
melanócitos a partir da inibição da síntese de DNA e RNA no seu interior,
interferência na formação e degradação de melanossomas e a destruição de
melanócitos.

A hidroquinona, por ser hidrossolúvel, é facilmente incorporada a


formulações, mas quando estas entram em contato com o ar tornam-se marrons
devido à oxidação, necessitado adição de antioxidantes e ajuste no pH (4-6) para
estabilização.

Os efeitos da despigmentação podem ser observados após poucas


semanas ou meses e sua eficácia depende da concentração usada, da
8

estabilidade e do veículo incorporado. É efetiva para o tratamento de hipercromias


a 2% apresentando baixa incidência de efeitos adversos. Pode ser utilizadas na
forma de cremes (5-10%), loção (2%) e solução (3%). É necessário o uso de
filtros solares durante e após o tratamento para evitar recorrência de pigmentação.
Gonchoroski, Danieli Dürks; CORRÊA, Giane Márcia. Tratamento de hipercromia
pós-inflamatória com diferentes formulações [Link], v. 17, n. 3-4, p.
84-8, 2005.

Outro fator importante a ser considerado é a possibilidade de


armazenamento inadequado do produto. A hidroquinona é uma substância muito
eficaz na descoloração das manchas; apresenta, porém, o inconveniente da
instabilidade química, sendo facilmente oxidada. De moraes souza, Daniela
Carvalho et al. Comparação entre ácido tioglicólico 2.5%, hidroquinona 2%,
haloxyl 2% e peelingde ácido glicólico 10% no tratamento da hiperpigmen tação
periorbital. 2013.

Ácido tioglicólico - é um alfa-hidroxiácido de grande afinidade com o ferro


iônico, sendo a quelação do ferro a ação desse ácido que, portanto, é
potencialmente útil nos casos de depósito de hemossiderina. A concentração
utilizada não deve exceder 20%; entretanto, na pele palpebral, costumam-se
utilizar concentrações para uso diário mais baixas (até 2,5%).

Encontrado em alimentos ricos em vitamina K: salsa, azeite de oliva,


espinafre, alface, repolho.

Regu-Age - Complexo ativo constituído por peptídeos de soja e arroz


purificados, no qual melhora a hemodinâmica sanguínea e a microcirculação.
Reduz a quebra proteolítica do colágeno e a matriz da elastina. Fortalece o tecido
conectivo, reduz a presença de radicais livres e inflamação e previne danos UV. É
utilizado em concentrações que variam de 2 a 5% em produtos para a área dos
olhos.

Promove firmeza na pele, ativa microcirculação, hidrata e minimiza os


efeitos das olheiras.

Conclusão
Concluímos que há diferentes tipos de olheiras, com hipergmentação que é
causada pela produção desregulada de melanina que pode ocorrer por fatores
genéticos, tipos de pele, exposição solar em excesso, vascularizada que acontece
quando há uma hipervascularização ou hipertransparencia (quando tem pouco
tecido subcutâneo), flácida acontece quando se tem uma perda de colágeno e de
gordura na pálpebra e edematosa pois, a rinite alérgica provoca estase venosa da
pálpebra devido ao edema prolongado da mucosa nasal e paranasal, que é
agravada pelo espasmo alérgico do músculo de Muller (músculo superior
palpebral), afetando a drenagem venosa das pálpebras. E para cada uma existe
9

um tratamento adequado pois, as causas são diferentes. Os ativos agem


diretamente nas olheiras, tem função despigmentante, repõe o colágeno, auxilia
na drenagem venosa, e atua na vascularização para diminuir o aspecto de cor
azulada.

Bibliografia
KADUNC, Bogdana Victoria; PALERMO, Eliandre ; ADDOR, Flavia Alvim
Sant'Anna ;METSAVAHT, Leandra d'Orsi; MATTOS, Roberto; BEZERRA, Sarita
Martins de Carvalho .Tratado de Cirurgia Dermatológica, Cosmiatria e Laser da
Sociedade Brasileira de Dermatologia 1º edição, 2013.

Souza, Valéria Maria de; Antunes, Daniel Júnior. Ativos dermatológicos:


dermocosméticos e nutraceuticos, ed. Especial 10 anos, volume 1 a 8. São Paulo:
Pharmabooks Editora, 2013.

CALAÇA, Giselle Nathaly; STETS, Sandra; NAGATA, Noemi. Determinação


simultânea de ácido kójico e hidroquinona por espectrofotometria visível e
calibração multivariada. Quim. Nova, v. 34, n. 4, p. 630-635, 2011.

De moraes souza, Daniela Carvalho et al. Comparação entre ácido


tioglicólico 2.5%, hidroquinona 2%, haloxyl 2% e peelingde ácido glicólico 10% no
tratamento da hiperpigmen tação periorbital. 2013.

Gonchoroski, Danieli Dürks; CORRÊA, Giane Márcia. Tratamento de


hipercromia pós-inflamatória com diferentes formulações [Link], v.
17, n. 3-4, p. 84-8, 2005.

Garcia, Renato, Cymrot Cymbalista, Natalia, Bechara, Samir Jacob,


Classificação etiopatogênica de olheiras e preenchimento com ácido hialurônico:
descrição de uma nova técnica utilizando cânulaSurgical & Cosmetic Dermatology
[en linea] 2012, 4 (Octubre-Diciembre) : [Fecha de consulta: 07 de maio de 2016]
Disponivel:<[Link] ISSN 1984-
5510

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