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Tipos e Funcionamento de Bombas Rotativas

- O documento descreve diferentes tipos de bombas rotativas, incluindo suas classificações e funcionamentos. É dividido em seções de generalidades, classificação e detalhes sobre bombas de palhetas deslizantes.

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Tipos e Funcionamento de Bombas Rotativas

- O documento descreve diferentes tipos de bombas rotativas, incluindo suas classificações e funcionamentos. É dividido em seções de generalidades, classificação e detalhes sobre bombas de palhetas deslizantes.

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Máquinas de Fluxo

Bombas Rotativas

Sumário
• Generalidades
• Classificação
• Funcionamento e grandezas características

Luis Ferro 1
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

Bibliografia
• Macintyre, Archibald J. Bombas e Instalações de Bombeamento. Capítulo 17 e
18
• White F. M ., Fluid Mechanics. Capítulo 11
• Nekrassov, B. Cours d’Hydraulique. Editions MIR, 1978. Capítulo XIII

14-03-2015 Luis Ferro 2


Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

Generalidades
Definição
• Bomba rotativa – bomba volumétrica em que o deslocamento
do fluido é assegurado pelo movimento rotativo ou pelo
movimento alternativo e de rotação dos elementos de
compressão.
• O líquido recebe a ação de forças provenientes de peças com
movimento de rotação
• A ação da força se exerce praticamente segundo a direção e
sentido do escoamento
• A vazão e a pressão do líquido bombeado sofrem pequenas
variações para uma velocidade de rotação constante
• Grande variedade de bombas rotativas.
Luis Ferro 3
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

Generalidades
Funcionamento
• Inicialmente o líquido preenche o corpo da bomba do lado da
aspiração
• Isolamento hermético no corpo da bomba entre as câmaras de sução
e de recalque
• Envio do líquido para a câmara de recalque
• Transporte do líquido da câmara de recalque para a conduta de
recalque
• O movimento do líquido é assegurado pelo movimento de rotação do
rotor
• A ação da força se exerce praticamente segundo a direção e sentido
do escoamento
• A vazão e a pressão do líquido bombeado sofrem pequenas variações
para uma velocidade de rotação
Luis Ferroconstante 4
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

Generalidades
Funcionamento
• Em geral não existem válvulas de aspiração e de recalque
• Estas bombas são reversíveis podendo funcionar como motores
hidráulicos
• Não existe o movimento biela-manivela característico das bombas
alternativas
• As bombas rotativas podem funcionar com maiores velocidades de
rotação que as alternativas – 3000 a 5000 r.p.m
• A vazão teórica é dada por

  wzn Wn
Q m3 / s 
60

60
• w – volume caracterítisco por elemento de bombeamento
• z – número de volumes característicos bombeados por cada rotação
• W – volume útil da bombaLuis Ferro 5
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

Generalidades
Funcionamento
• O valor de z é maior nas bombas rotativas (4-12) que nas
alternativas (1-3)
• Nas bombas rotativas existe um certo recobrimento de cada volume
elementar pelo seguinte
• As bombas rotativas têm um débito mais regular do líquido que as
alternativas

Luis Ferro 6
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

Generalidades
Aplicações
• Aplicações:
 Sistemas de lubrificação
 Comandos e controle e transmissões hidráulicas
 Sistemas automáticos
 Bombeamento de fluidos

Luis Ferro 7
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

Classificação
• Segundo o movimento dos elementos de recalque:
 Bombas rotativas com elementos de recalque com movimento
rotativo;
• Engrenagem
• Helicoidais
 Bombas rotativas com elementos de recalque com movimento
alternativo:
• Palhetas
• Rotativa de pistões

Luis Ferro 8
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bombas Rotativas: classificação

Luis Ferro 9
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

Classificação
• Um só rotor
o Bombas de palhetas deslizante (sliding-vane pumps)
− Descarga constante
− Descarga variável
o Bomba de palheta no estator
o Bomba de pistão radial (radial piston)
o Bomba de palhetas flexíveis (flexible vane pumps)
o Bomba de guia flexível
o Bomba peristáltica
o Bomba de parafuso
− Bomba de parafuso único ou bomba helicoidal
− Bomba de parafuso
Luis Ferro 10
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

Classificação
• Mais de um rotor
o Engrenagens
o Lóbulos
o Pistões oscilatórios
o Parafusos

Luis Ferro 11
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba de palhetas deslizante
• São bombas rotativas onde os elementos de recalque (palhetas) estão
animados de um movimento oscilante (vai-vem) e de rotação e o
líquido a bombear está compreendido entre duas palhetas vizinhas e o
invólucro da bomba
• Pressões de utilização entre 7 e 20 bar, mas podem ser superiores
• Comandos hidráulicos: pressões até 175 bar
• Velocidade de rotação: 20 a 500 r.p.m.
• Vazões: 3 a 20 m3/h
• Podem ser de duas modalidades
o Descarga constante, as mais comuns
o Descarga variável por alteração da excentrecidade E do rotor.

Luis Ferro 12
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba de palhetas deslizante de descarga constante
• São de uso geral e as mais comuns

E  D  d  2
[Link]
Luis Ferro 13
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba de palhetas deslizante de descarga constante

Luis Ferro 14
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

[Link]
Luis Ferro 15
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba de palhetas deslizante de descarga variável

• Usados em circuitos oleodinâmicos


• A vazão é controlada alteranda a
excentricidade
• Pressões 10 a 15 bar
• Alterando a excentricidade E varia a
vazão da bomba
• A variação da excentriciadade pode ser
feita:
− Manualmente
− Automaticamente por ação de um
comando hidráulico
Bomba de palhetas de descarga variável
Luis Ferro 16
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba de palhetas deslizante de descarga variável

Luis Ferro 17
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba de palhetas deslizante de descarga variável

Luis Ferro 18
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba de palhetas deslizante de descarga variável

Luis Ferro 19
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba de palhetas deslizante de descarga constante
• Cálculo da vazão
• Velocidade média da palheta
n
Vm  D  E 
60
• Vazão (m3/s)
2EbD  E n
Qt  Vm A  Vm 2 Eb  
60
• Considerando o efeito de espessura das pás obtém-se
2 Eb D  E   eZ n
Qt 
60
• Tendo em conta o rendimento volúmetrico
2 Eb D  E   eZ n
Q   v
60
Luis Ferro 20
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba de palhetas deslizante de descarga constante
• Cálculo da vazão
• Volume característico entre duas pás conscutivas Vpá
 2 R  E 2     D  E  
V pá  2 Eb   e  2 Eb   e
 Z   Z 
• Vazão (m3/h)

 2 Eb D  E   Ze
Zn n
Qt  V pá
60 60
• Tendo em conta o rendimento volúmetrico

2 Eb D  E   eZ n
Q   v
60

Luis Ferro 21
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba de palhetas deslizante de descarga constante

Luis Ferro 22
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba de palhetas no estator
• Cilindro giratório elíptico que desloca uma palheta
• Peso próprio da palheta com auxílio da mola reposicionam o contato

Luis Ferro 23
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba de pistão radial
• O eixo possui dois excentricos C defasados de 180º
• Os excêntricos movimentam um tambor contendo um êmbolo A
• Ao girar o tambor o êmbolo oscila funcionando como válvula desde a
boca de aspiração até à boca de recalque

Aspiração Luis Ferro


Recalque 24
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba rotativa de pistões
• É uma bomba rotativa onde os elementos de recalque estão
animados de um movimento de alternativo e de rotação e os
volumes líquidos bombeados estão encerrados pelos elementos de
recalque nas cavidades cilíndricas
• Este tipo de bomba permite variar a vazão
• Estas bombas podem ser do tipo axial ou radial

Luis Ferro 25
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba de palhetas flexíveis
• O rotor possui pás de borracha de grande flexibilidade que durante o
movimento de rotação se curvam

Bomba de palhetas flexíveis


Luis Ferro 26
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba de palhetas flexíveis (catálogo)
• Elementos Constituintes de uma Bomba de Palhetas Flexíveis

Luis Ferro 27
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba de guia flexível
• Um excêntrico desloca uma peça tubular tendo na parte superior uma
palheta guiada por uma ranhura fixa

Luis Ferro 28
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba de guia flexível – curvas características

Luis Ferro 29
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

Bomba de tubo flexível

Bomba de tubo flexível

Luis Ferro 30
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba peristáltica (1)
• Possui uma roda excêntrica
• Dois ou três roletes
• Quando a roda gira os
roletes comprimem
um tubo flexível de
borracha
• A compressão do tubo
origina um
movimento pulsatório
do fluido
- peristáltico

Bomba de tubo flexível ou rolete


Luis Ferro 31
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba peristáltica (2)
Aplicações
• Não há contato da bomba com o fluido
• Pode ser utilizado em produtos corrosivos tais como ácidos acético,
clorídrico, sulfúrico, etc
• E ainda banhos eletrolíticos, lixívias, líquidos venenosos,
• Exemplo de aplicação
Pressões até 10 bar
Vazões até 64 m3/h
Viscosidade até 30000 cP (30 kg/ms)
Temperatura até 110 ºC
• Bombas especiais peristálticas são utilizadas na circulação
extracorpórea de sangue

Luis Ferro 32
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba peristáltica (3)

Luis Ferro 33
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bombas Rotativas do tipo parafuso

Bomba de Arquímedes
Luis Ferro 34
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bombas Rotativas do tipo parafuso

Luis Ferro 35
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba helicoidal de câmara progressiva ou de parafuso único
• Constituição: um parafuso helicoidal e um estator no interior
• O estator possui uma cavidade em forma de rosca helicoidal orientada
em oposição à hélice do rotor

Luis Ferro 36
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

Bombas Rotativas com mais de um Rotor


Tipos
● Engrenagens
 Externas
 Internas
● Lóbulos
● Pistões oscilatórios
● Parafusos

Luis Ferro 37
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba de engrenagens

Bomba de engrenagens Bomba de dentes helicoidais

Luis Ferro 38
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba de engrenagens
• É uma bomba rotativa onde o elemento de recalque está animado de
velocidade de rotação e o líquido se desloca num plano perpendicular
ao eixo de rotação e ao elemento de recalque

Princípio de funcionamento de uma bomba de engrenagem

Luis Ferro 39
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bombas de engrenagem - princípio de funcionamento
• Quando as rodas giram o líquido a bombear penetra no espaço
entre dois dentes que se encontram no lado da aspiração
• O fluido é conduzido até à saída da bomba
• A passagem entre a aspiração e o recalque é fechada pelo contato
entre os dentes
• Ocorre o retorno de uma pequena quantidade de fluido para a
aspiração
o Fluido retido entre a extremidade de um dente e o espaço
entre dois dentes
o Folga nas engrenagens com retenção de líquido
o Folga entre o invólucro e a rotor

Luis Ferro 40
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

Bomba de Engrenagens - funcionamento

Bomba de engrenagens Bomba de engrenagens interiores

Luis Ferro 41
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba de engrenagens
o Os dentes podem ser retos ou helicoidais
o Os dentes helicoidais transmitem um esforço horizontal que pode
ser anulado com bombas helicoidais duplas
● Aplicações
o Substâncias líquidas e viscosas, lubrificantes, sem partículas ou
corpos sólidos
o Pressões até 200 bar ou mais

Luis Ferro 42
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba de Engrenagens de dentes retos – cálculos (1)
• Vazão (m3/h) dentes retos com perfil em arco de evolvente

Q  60 vDd Da  Dd ln (m3/h)

• Onde Dd é o diâmetro da circunferência do dedendum dos dentes e Da


o diâmetro da circunferência do adendum dos dentes
• Se Z está entre 6 e 12 o volume compreendido entre dois dentes é
maior que o volume dos dentes e  é substituído por 3,5
• Pelo que

Q  210 v Dd Da  Dd ln (m3/h)

Luis Ferro 43
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
TABELA 2 Módulo e passo
Fonte: SHIGLEY, J. E. Mechanical engineering design

Módulo m [m] 1 1.25 1.5 2 2.5 3 4 5 6 8 10 12 16 20 25


Passo
2 2¼ 2½ 3 4 6 8 10 12 16 20 24 32 40 48
P [1/in]

TABELA 3
Fórmulas Fonte: SHIGLEY, J. E. Mechanical engineering design

Descrição Fórmula
Sistema métrico [mm] Sistema inglês [pol]
Addendum m 1/P
Deddendum 1.25  m 1.25 / P
Diâmetro do pinhão m  Np NP / P
Diâmetro da coroa m  Ng NG / P
Distância entre centros (dg +dp)/2 ( d G + dP ) / 2
Altura do dente 2.25  m 2.25 / P
Diâmetro ext. do pinhão dp + 2a = m (Np + 2) dP + 2a
Diâmetro ext da coroa dg + 2a = m (Ng + 2) dG + 2a
Folga 0.25  m 0.25 / P
Raio do filete 0.30  m 0.30 / P
Diâmetro base dp  cos 
Db =Ferro
Luis db = dP  cos  44
Número mínimo de dentes 12 a 15 12 a 15
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bombas de Engrenagem dentes reto – cálculos (2)
● A potência ao veio da bomba é da dado por
1

PV W  
Qpr com pr em bar
ºEv p
3600 m 1
24,2 pr
ºE viscosidade em graus Engler à temperatura de bombeamento
 fator de coreção devido à viscosidade
vp velocidade periférica na circunferência primitiva
● Cálculo do diâmetro primitivo roda, dp
13
Q
d p  12,3  (mm)
n
● O módulo m (mm) é dada por dp
Z
m  0,21 a 0,44  Q ou m  0,6  0,1d p m
Luis Ferro 45
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

TABELA DE CONVERSÃO DE VISCOSIDADES - VALORES APROXIMADOS

Graus Engler Viscosidade cinemática Segundos Redwood nº 1 Segundos Saybold Universal


2
°E mm /s (cSt) SR1 SSU

1 1 28 30
2 10 60 65
5 40 160 175
10 75 300 355
20 150 600 700
30 230 920 1.050
40 300 1.200 1.400
50 380 1.600 1.800
60 460 1.850 2.100
70 530 2.200 2.500
80 610 2.500 2.800
90 680 2.800 3.200
100 760 3.000 3.500
150 1.150 4.600 5.300
200 1.500 6.100 7.000
250 1.900 7.700 8.800
300 2.300 9.200 10.500
350 2.700 11.000 12.300
400 3.000 12.500 14.000
450 3.400 14.000 15.800
500 3.800 15.500 17.500
Luis Ferro 46
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bombas de Engrenagem– problema
A bomba hidráulica cujas curvas características estão representadas na figura, opera a 2000
r.p.m. num sistema, debitando uma vazão Q=20 gpm com uma pressão p=1500 psig.
Determine:
O volume de óleo fornecido em cada rotação da bomba
A potência despendida pela bomba
A potência fornecida à carga
A potência dissipada pelo estrangulamento
e) A potência dissipada usando
e1) uma bomba de deslocamento variável a 3000 psig
e2) uma bomba com um sensor de carga 100 psig acima do requisito de carga

Luis Ferro 47
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bombas de Engrenagem– problema

Diagrama pressão-vazão mostrando perdas do sistema com carga parcial


Luis Ferro 48
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bombas de Engrenagem– problema

Curvas características de
uma bomba de engrenagem

Luis Ferro 49
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bombas de engrenagem interna com crescente
• Possuí uma roda dentada exterior presa a um veio motor
• Uma roda dentada interior acionada pela exterior
• Quando o veio da bomba roda um determinadao volume de líquido é
conduzido ao interior da bomba encheno o espaço entre dentes
• O volume de líquido é conduzido até ao exterior

Luis Ferro 50
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

Bombas de Engrenagem interna com crescente

Funcionamento
Bomba de engrenagens da Muller
Pressões até 280 bar
Vazões enttre 0,07 l/s e 4 l/s
Luis Ferro 51
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

Bomba de Engrenagens interiores - funcionamento

Bomba de engrenagens interiores

Luis Ferro 52
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

Bombas de Engrenagem interna com crescente


• Filme Ilustrativo

Luis Ferro 53
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

Bomba de Lóbulos
• Dois rotores cada um com dois ou três lóbulos
• Rendimento com três lóbulos melhor que com dois
• Rendimento volumétrico entre 0,7 e 0,8

Vazão Q

 
Q m 3 h  48V Dlc n

l
A relação varia entre 0,6 e 1,5
D
lc – comprimento longitudinal do
dente
D – Diâmetro do rotor

Luis Ferro 54
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

Bomba de dois lóbulos

Lóbulos duplo tipo rolo Sequência de funcionamento

Luis Ferro 55
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

Bomba de dois lóbulos


Filme Ilustrativo

Luis Ferro 56
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

Bomba de três lóbulos

Lóbulos duplo tipo rolo Lóbulos triplos


Luis Ferro 57
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

Bombas de duplo pistão

Bomba de duplo pistão


Bomba duplo pistão
circunferencial
circunferencial

Luis Ferro 58
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

Bombas de duplo pistão

Bomba de duplo pistão


Bomba duplo pistão circunferencial
circunferencial

Luis Ferro 59
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Comparação entre bombas rotativas
Engrenagens internas, engrenagens externas, lóbulos e palhetas

[Link]
Luis Ferro 60
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba rotativa de pistões radiais
• São constituídas por um rotor ou tambor excêntrico contendo
orifícios cilíndricos onde estão os pistões
• Ao girar o rotor a força centrífuga mantém os pistões em contato
com o invólucro exterior
Volume característico em cada
para cada cilindro
d 2
Vcil  2 E onde E é a excentricidade
4
Vazão teórica

d 2
 n  d ZnE
 
2
Qt m s  3
2E Z  
4  60  120

Luis Ferro 61
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba rotativa de pistões radiais

Luis Ferro 62
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba rotativa de pistões axiais
• Possuem um prato inclinado em relação ao veio do rotor
• A variação do ângulo do prato varia a vazão de líquido bombeada
• Funciona de modo análogo à bomba de pistões radiais

Vazão

d 2  n  d
2
 n 
Qt  lZ    D tan Z  
4  60  4  60 

Onde:
 - ângulo de inclinação do prato
D - diâmetro da circunferência
contendo os centros dos pistões
d - diâmetro do pistão
Z - número de pistões
Luis Ferro 63
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

Bombas de rotativas - Funcionamento

Bomba de pistões axiais

Luis Ferro 64
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

Bombas Rotativa de Pistões Axiais- Funcionamento


• Componentes da Bomba

• Controle da Vazão

Luis Ferro 65
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba de pistões radiais giratórios

Esquema de uma bomba radial de pistões

Luis Ferro 66
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bombas de Parafusos
• Constam de dois ou três “parafusos” helicoidais consoante o tipo
• Conduzem líquidos ou gases sem impurezas
• Podem atingir pressões muito elevadas de até 200 bar
• Vazões entre 3 e até 300 m3/h
• Velocidade de rotação até 10000 r.p.m.
• Silenciosas e sem pulsação

Bomba helicoidal ou parafuso

Luis Ferro 67
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bombas de Parafusos
• Lubrificação de maquinaria
• Elevadores Hidráulicos
• Transporte de fuel oil e serviços de incêndio
• Fornecimento de máquinas hidráulicas

Bomba de três parafusos


Luis Ferro 68
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bombas de Parafusos
• Bomba de Três Parafusos

Luis Ferro 69
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bombas de Parafusos – três parafusos
• Bomba de Três Parafusos

Single Suction

Luis Ferro 70
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

Bombas de parafuso

Luis Ferro 71
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba de rotativas de fuso – dentes retangulares
• Dois “parafusos”
• Dentes helicoidais retos
• Um fuso motor e outro movido
• Figura: até 20 bar
• Vazão:


Q  7,5 v ki Dmax
2
 Dmin
2
 ntZ

Luis Ferro 72
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bomba de rotativas de fuso – dentes retangulares
• Vazão:


Q  7,5 v ki Dmax
2
 Dmin
2
 ntZ
• Onde
ki – número de rotores guiados (1 ou 2)
t – passo dos filetes (m)
Z – número de filetes
Dmax – Diâmetro máximo do
filete retangular
Dmin – Diâmetro mínimo do
filete retangular

Luis Ferro 73
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Funcionamento e grandezas características
• Capacidade Teórica
É o volume que os elementos giratórios podem deslocar sem carga
ou pressão
• Deslizamento ou retorno
É o volume de líquido que retorna à sucção, devido às folgas
• Descarga efetiva
É o volume de líquido que sai pela boca de recalque. Capacidade
teórica menos a de retorno
• Altura manométrica H
p3 p0
H 
 

Luis Ferro 74
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Bombas Rotativas: classificação

Luis Ferro 75
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Gráficos das Grandezas

Curvas características de uma bomba de engrenagem


em óleo com = 500 SSU e n = 890 r.p.m.

Luis Ferro 76
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas

TABELA DE CONVERSÃO DE VISCOSIDADES - VALORES APROXIMADOS

Graus Engler Viscosidade cinemática Segundos Redwood nº 1 Segundos Saybold Universal


2
°E mm /s (cSt) SR1 SSU

1 1 28 30
2 10 60 65
5 40 160 175
10 75 300 355
20 150 600 700
30 230 920 1.050
40 300 1.200 1.400
50 380 1.600 1.800
60 460 1.850 2.100
70 530 2.200 2.500
80 610 2.500 2.800
90 680 2.800 3.200
100 760 3.000 3.500
150 1.150 4.600 5.300
200 1.500 6.100 7.000
250 1.900 7.700 8.800
300 2.300 9.200 10.500
350 2.700 11.000 12.300
400 3.000 12.500 14.000
450 3.400 14.000 15.800
500 3.800 15.500 17.500
Luis Ferro 77
Máquinas de Fluxo
Bombas Rotativas
Gráficos das Grandezas

Q vs n

P vs n

Gráfico de variação da vazão e da potência com a velocidade de rotação


em bomba de engrenagem com uma pressão de recalque de 140 kg/cm2

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Bombas Rotativas
Gráficos das Grandezas

Curvas características de bombas de engrenagem em óleo com 150 SSU


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Efeito da viscosidade
Viscous Liquid Pumps are pumps designed to accommodate continuous duty with viscous liquids.
Viscous liquids are fluids that have a medium to high viscosity. Pumping viscous liquids can present
some challenging technical and design problems. Fluid viscosity, among other characteristics should be
understood when selecting a pump. The effects of an elevated viscosity for pumping applications is
higher operating pressure, increased driving motor demands, lower flow, and possible abrasives
handling capability.
Gear, piston, peristaltic, progressive cavity, rotary vane, nutating, flexible liner, and diaphragm pumps
may be rated for pumping viscous liquids. In general, the pumps have increased suction and discharge
lines and inlets, lower operating speeds, greater drive motor horsepower capabilities.
Pumps normally not suited for viscous liquids are centrifugal, flexible impeller, hand operated, and
rotary vane pumps. Typically these pump types are best for pumping liquids with viscosities less than
200 cp or less.
To best understand the effects of viscous liquids, see Figure 1 (Viscosity - Pressure-Capacity Chart)
below. The bottom horizontal scale is a typical pumps flow capacity and the inner scale is the liquids
viscosity. The vertical scales are Head pressure, capacity and correction factors. The chart shows that as
the viscosity of the liquid increases the required head pressure increases, flow capacity decreases and
the pump efficiency decreases.

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Gráficos das Grandezas
• Gráfico em função da pressão
o A descarga descresce com o aumento de pressão
o A potência aumenta com a pressão
o O rendimento total é elevado e varia pouco com a pressão
• Gráfico da vazão em função da velocidade de rotação
o A descarga varia linearmente com a velocidade de rotação
• Gráfico da potência motriz em função da velocidade de rotação
o A potência varia linearmente com a velocidade de rotação
• Curva característica de uma bomba de engrenagem em função da
velocidade de rotação -  - para diferentes pressões
o A potência varia linearmente com  e aumenta com a pressão
o A vazão varia linearmente  e diminui como aumento da pressão
o O rendimento volumétrico diminui como aumento da pressão
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Bombas Rotativas

Emprego de Bombas Rotativas


Características:
• Podem usar uma grande variedade de líquidos
• Ampla faixa de pressões, viscosidades e temperaturas
• Em geral não funcionam bem com líquidos com partículas em suspensão

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Emprego de Bombas Rotativas


Vantagens :
• Auto-aspirantes
• Dimensões reduzidas com fundações relativamente pequenas
• Elevado rendimento
• Pouca vibração
Desvantagens:
• Rápido desgaste se existirem substâncias abrasivas
• O rendimento varia de modo acentuado com a viscosidade
• Custo

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iscous Liquid Pumps are pumps designed to accommodate continuous duty with viscous liquids.
Viscous liquids are fluids that have a medium to high viscosity. Pumping viscous liquids can
present some challenging technical and design problems. Fluid viscosity, among other
characteristics should be understood when selecting a pump. The effects of an elevated viscosity
for pumping applications is higher operating pressure, increased driving motor demands, lower
flow, and possible abrasives handling capability.
Gear, piston, peristaltic, progressive cavity, rotary vane, nutating, flexible liner, and diaphragm
pumps may be rated for pumping viscous liquids. In general, the pumps have increased suction
and discharge lines and inlets, lower operating speeds, greater drive motor horsepower
capabilities.
Pumps normally not suited for viscous liquids are centrifugal, flexible impeller, hand operated,
and rotary vane pumps. Typically these pump types are best for pumping liquids with viscosities
less than 200 cp or less.
To best understand the effects of viscous liquids, see Figure 1 (Viscosity - Pressure-Capacity
Chart) below. The bottom horizontal scale is a typical pumps flow capacity and the inner scale is
the liquids viscosity. The vertical scales are Head pressure, capacity and correction factors. The
chart shows that as the viscosity of the liquid increases the required head pressure increases, flow
capacity decreases and the pump efficiency decreases.
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