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Teologia
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AULA 2 - EXERCÍCIO HERMENÊUTICO 

 
 
2.1 Cinco passos hermenêuticos 
 
2.1.1 Estude o contexto: análise histórico-cultural e contextual 
 
Nesta  etapa,  você  considera  o  ambiente  histórico  e  cultural  em  que 
um  autor  escreveu  para  entender  suas  alusões,  referências  e  propósito. 
Além  disso,  você  considera  o  relacionamento  (contexto)  da  passagem 
imediata  com  as  passagens  vizinhas,  e  o  livro  inteiro,  “uma  vez  que  uma 
melhor  compreensão do significado pretendido de um autor resulta de um 
conhecimento do texto maior”. 
  
2.1.2 Estude a Mensagem: Análise Lexical-Sintática 
 
Nesta  etapa,  você  desenvolve  “uma  compreensão  da  definição  de 
palavras  (lexicologia)  e  sua  relação  com  a  outra  (sintaxe),  a  fim  de 
compreender  com  mais  precisão  o  significado  que  o  autor  pretendia 
transmitir”. 
Identifique  o  gênero  literário  ou  dispositivo  usado  na  passagem.  O 
gênero inclui narrativa histórica, epístola (carta), poesia e assim por diante; 
dispositivos  incluem  expressões  idiomáticas,  simbolismo,  hipérbole,  etc. 
Cada  gênero  e  dispositivo  literário  apresenta  diversos  atributos  e 
demandas interpretativas. 
  
2.1.3 Estude a teologia 
 
Estude  o  nível  de  teologia  (compreensão  da fé, prática e experiência 
religiosas) no momento em que uma revelação foi dada a fim de descobrir 
o  significado  pretendido de uma passagem para os destinatários originais. 
Leve  em  conta  as  passagens  bíblicas  relacionadas,  sejam  elas  reveladas 
antes  ou  depois  da  passagem  que  você  está  estudando.  Identifique  e 
avalie  seus  próprios  preconceitos  teológicos,  explique  seu  impacto  na 
interpretação e valide ou corrija sua interpretação e / ou teologia. 
  
2.1.4 Estude por terceiros – pessoas e literatura 
 
Faça  uso  da  comunidade  cristã  e  comentários  de  alta  qualidade. 
Compare  suas  interpretações  e  conclusões dos quatro passos acima com 
a  interpretação  e  as  conclusões  de  outras  pessoas.  Esteja  disposto  a 
aceitar correção e defender sua interpretação. 
 
2.1.5 Aplicação 
 
Traduza o significado de uma passagem para seus ouvintes originais 
(de  um  tempo  e  cultura diferentes) no significado que tem para os crentes 
agora.  “Em  alguns  casos,  a  transmissão  é  realizada  com  bastante 
facilidade;  em  outros  casos,  como  comandos  bíblicos  que  foram 
obviamente  influenciados  por  fatores  culturais  (por  exemplo,  saudação 
com um beijo sagrado), a tradução entre culturas se torna mais complexa.  
 
2.2 Exercício 
 
I - Texto: ​Colossenses 1 : 1 a 23 
 
Paulo,  apóstolo  de  Jesus  Cristo,  pela  vontade  de  Deus,  e  o  irmão 
Timóteo,  aos  santos  e  irmãos  fiéis  em  Cristo que estão em Colossos: graça 
a vós e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e da do Senhor Jesus Cristo. 
Graças  damos  a  Deus,  Pai  de  nosso  Senhor  Jesus  Cristo,  orando 
sempre  por vós, porquanto ouvimos da vossa fé em Cristo Jesus e do amor 
que  tendes  para  com  todos  os  santos;  por  causa  da  esperança  que  vos 
está  reservada  nos  céus,  da  qual  já,  antes,  ouvistes  pela  palavra  da 
verdade  do  evangelho,  que  já  chegou  a  vós,  como  também  está  em  todo 
o  mundo;  e  já  vai  frutificando,  como  também  entre  vós,  desde  o  dia  em 
que  ouvistes  e  conhecestes  a  graça  de  Deus  em  verdade;  como 
aprendestes  de  Epafras,  nosso  amado  conservo,  que  para  vós  é  um  fiel 
ministro de Cristo, o qual nos declarou também o vosso amor no Espírito. 
Por  esta  razão,  nós  também,  desde  o  dia  em  que  o  ouvimos,  não 
cessamos  de  orar  por  vós  e  de  pedir  que  sejais  cheios  do  conhecimento 
da  sua  vontade,  em  toda  a  sabedoria  e  inteligência  espiritual;  para  que 
possais  andar  dignamente  diante  do  Senhor,  agradando-lhe  em  tudo, 
frutificando  em  toda  boa  obra  e  crescendo  no  conhecimento  de  Deus; 
corroborados  em  toda  a  fortaleza,  segundo  a  força  da sua glória, em toda 
a  paciência  e  longanimidade,  com  gozo,  dando  graças  ao  Pai,  que nos fez 
idôneos para participar da herança dos santos na luz. 
Ele  nos  tirou  da  potestade  das  trevas  e  nos transportou para o Reino 
do  Filho  do  seu  amor,  em  quem  temos  a  redenção  pelo  seu  sangue,  a 
saber,  a  remissão  dos  pecados;  o  qual  é  imagem  do  Deus  invisível,  o 
primogênito  de  toda  a  criação;  porque  nele foram criadas todas as coisas 
que  há  nos  céus  e  na  terra,  visíveis  e  invisíveis,  sejam  tronos,  sejam 
dominações,  sejam  principados,  sejam  potestades;  tudo  foi  criado  por  ele 
e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por 
ele.  E  ele  é  a  cabeça  do  corpo  da  igreja;  é  o  princípio  e  o  primogênito 
dentre  os  mortos,  para  que  em  tudo  tenha  a  preeminência,  porque  foi  do 
agrado  do  Pai  que  toda  a  plenitude  nele  habitasse  e  que,  havendo  por ele 
feito  a  paz  pelo  sangue  da  sua  cruz,  por  meio  dele  reconciliasse  consigo 
mesmo  todas  as  coisas,  tanto  as  que  estão  na  terra  como  as  que  estão 
nos  céus.  A  vós  também,  que  noutro  tempo  éreis  estranhos  e  inimigos  no 
entendimento  pelas  vossas  obras  más,  agora,  contudo,  vos  reconciliou  no 
corpo  da  sua  carne,  pela morte, para, perante ele, vos apresentar santos, e 
irrepreensíveis,  e  inculpáveis,  se,  na  verdade,  permanecerdes  fundados  e 
firmes  na  fé  e  não  vos  moverdes  da  esperança  do  evangelho  que  tendes 
ouvido,  o qual foi pregado a toda criatura que há debaixo do céu, e do qual 
eu, Paulo, estou feito ministro. 
 
 
II. PASSOS HERMENÊUTICOS 
 
1. Contexto 
 
1.1 A Ocasião 
 
No  século  primeiro,  Colossos,  um  antigo  mas  decadente  centro 
comercial  a  aproximadamente  cem  milhas  a  leste  de  Éfeso,  estava 
localizada  na  rota  das  caravanas  que  passava  pelo  Vale  Licus,  perto  das 
cidades de Laodicéia e Hierápolis (Cl. 4:13). 
Embora  uma  evangelização  anterior  não  possa  ser  excluída,  os 
colossenses  devem  ter  ouvido  a  mensagem  cristã  pela  primeira  vez 
durante o ministério de Paulo em Éfeso (Atos 19:10). 
Paulo  possivelmente  passou  por  Colossos  a  caminho  de  Éfeso,  mas 
não  conhecia  pessoalmente  os  cristãos  de  lá  (Cl.  2:1).  Seu  cooperador 
Epafras,  que  servia  nessa  igreja, visitou o apóstolo e falou-lhe do progresso 
dos crentes e da doutrina errada que os subvertia. 
Os  judeus  residiam  nesta  província  da  Frígia  já  por  dois  séculos 
(Josefo,  Antiquities  12.  147).  Eram  pouco  ortodoxos  e  sofreram  forte 
influência  gentia.  A  acomodação  às  práticas  gentias  deixou  sua  marca 
nos judeus que abraçaram o cristianismo. 
Na  província  limítrofe  da  Galácia,  a  fé  nascente  foi  ameaçada  pelo 
legalismo,  uma  heresia  judaizante;  aqui,  como  em  Éfeso  (Atos  19:14,18),  o 
perigo  jazia  no  sincretismo  religioso  judio-helenístico.  Para  resolver  o 
primeiro  caso  Paulo  escreveu  anteriormente  aos  gálatas;  para enfrentar o 
igualmente grave perigo em Colossos ele escreveu a presente carta. 
 
 
 
 
A Heresia em Colossos  
 
Na  igreja  do  segundo  século  apareceu  um  movimento  herético 
conhecido  como  Gnosticismo.  Alguns  dos  seus  princípios  básicos  já  eram 
conhecidos  no  século  primeiro,  não  apenas  na  igreja  cristã  mas  também 
no  Judaísmo  da  Diáspora.  Esse  Gnosticismo  incipiente  foi  mais  uma 
atitude  religioso-filosófica  e  mais  uma  tendência  que  um  sistema,  que 
podia se adaptar aos grupos judeu, cristão ou pagão, conforme a ocasião. 
Essa  heresia  declara  que  Deus  é  bom,  mas  a  matéria  é  má;  que 
Jesus  Cristo  foi  apenas  um  de  uma  série  de  emanações  descendentes  de 
Deus  e  era  menor  que  Deus  (uma  crença  que  os  levava  a  negar  a 
verdadeira  humanidade  dele);  e  que  era  necessário  um  conhecimento 
secreto  além  das  Escrituras  para  a  iluminação  e  a  salvação.  A  heresia  de 
Colossos  também  abrangia  aspectos  do  legalismo  judaico,  como,  por 
exemplo,  a  necessidade  da  circuncisão  para  a  salvação,  a  observância 
dos  rituais  cerimoniais  da  lei  do  Antigo  Testamento  (jejuns,  festas, 
sábados)  e  rígido  ascetismo.  Ela  também  pregava  a  adoração  de  anjos  e 
experiências  místicas.  Epafras  estava  tão  preocupado  com  essa  heresia 
que  fez  a  longa  viagem  de  Colossos  a  Roma  (4.12-13),  onde  Paulo  estava 
preso. 
Naturalmente  e  talvez  inevitavelmente  alguns  na  igreja  primitiva 
buscaram  enriquecer  ou  acomodar  sua  fé  às  idéias  religiosas  correntes; 
convertidos  com  uma  percepção  imperfeita  do  Cristianismo  poderiam 
inconscientemente  fundir  suas  crenças  anteriores  com  conceitos cristãos. 
Essa  poderia  muito  bem  ter  sido  a  origem  da  influência  gnóstica  que 
apareceu em algumas das igrejas paulinas. 
A  heresia  colossense  combinou  elementos  judeus  e  helenistas. 
Observâncias  dietéticas  e  a  guarda  do  sábado,  o  rito  da  circuncisão,  e 
provavelmente  a  função  mediatória  dos  anjos  são  reminiscências  da 
prática  e  crença  judias  (Cl.  2:11,  16,  18);  a  ênfase  dada  à  "sabedoria"  e 
"conhecimento",  o  pleroma  dos  poderes  cósmicos,  e  o  aviltamento  do 
como  refletem  a  filosofia  grega  (2:3;  8:23).  Alguns  convertidos  judeus 
provavelmente  trouxeram  esta  mistura  de  um  Judaísmo  heterodoxo  e  o 
desenvolveram mais depois que se tornaram cristãos. 
Com  uma  estratégia  já  usada,  Paulo  usa  a  terminologia  dos 
enganadores  para atacar seus ensinamentos e, no processo, desenvolve a 
doutrina  do  "Cristo  cósmico".  Em  Cristo,  o  único  mediador,  habita  toda  a 
sabedoria  e  conhecimento;  na  Sua  morte  e  ressurreição  todos  os poderes 
do  cosmos  são  derrotados  e  por  Ele  subjugados  (2:3,  9,  10,  15).  Qualquer 
ensinamento  que  se  desvia  da  centralidade  de  Cristo  sob  a  pretensão  de 
levar  os  homens  à  maturidade  e  perfeição  é  uma  perversão  que  ameaça 
a  própria  essência  da  fé.  Assim  o  apóstolo  identifica  e  denúncia  a  raiz  do 
erro em Colossos. 
Origem  e  Data.  Colossenses,  tal  como  Efésios,  Filipenses  e  Filemom, 
foi  escrita  na  prisão  e  foi  entregue por Tíquico e Onésimo (4:3, 7-9; Filemom 
12;  Ef.  6:12)  junto  com  a  epístola  a  Filemom  e  (possivelmente)  Efésios.  A 
tradição  fixa  a  sua  origem  em Roma durante a prisão de Atos 28 (cerca de 
6163 A.D.). 
 
Autoria 
 
A  autoria  paulina  continua  sendo  negada  em  alguns  grupos,  mas  a 
opinião da maioria vai na outra direção. 
 
II - ANÁLISE TEXTUAL 
 
As figuras de linguagem 
a. O Arquiteto, o Edificador e o Sustentador do universo; 
b.  O  Cabeça  de  todas  as  coisas,  e  especialmente  o  Cabeça  orgânico  e 
reinante do seu próprio Corpo, a Igreja, e seu suficiente e único Salvador; 
c. A Imagem do Deus invisível, a encarnação de toda a plenitude divina; 
d. A Fonte da vida do crente, a paz e alegria; 
e.  O Recompensador daqueles que se empenham em ser uma bênção aos 
outros, sem levar em conta posições sociais; e 
f. Está presente em nós, nossa “Esperança e glória”. 
 
 
 
 
III - COSMOVISÃO 
 
TEMAS HISTÓRICOS E TEOLÓGICOS 
 
Colossenses  contém  ensinamentos  de  diversas  áreas-chave  da  teologia, 
incluindo  a  divindade  de Cristo ( I . 15-20; 2.2-10), a reconciliação ( I. 20-23), a 
redenção  (1.13-14;  2.13-14;  3.9-1  1),  a  eleição  (3.12),  o perdão (3.13) e a natureza 
da  igreja  (  1.18,  24-25;  2.19;  3.11,  15).  Também,  como  foi  descrito,  contradiz  o 
ensIno herético que ameaçava a igreja de Colossos (cap. 2). 
 
OS MOTIVOS DE PAULO 
 
1.  Advertir  os  colossenses  contra  a  recaída  na  sua  condição  anterior  com 
todos  os  seus  vícios  para  a  destruição  da  alma  (Cl  1.21,23;  3.511),  e  contra  a 
“solução”  pressionada  sobre  eles  por  aqueles  que  se  recusavam  a 
reconhecer  Jesus  Cristo  como  o  completo  e  Todo-suficiente  Salvador 
(capítulo 2). 
2.  Atrair  a  atenção  deles  para  “o  Filho  do  amor  de  Deus”,  para que possam 
confiar  nele,  amá-lo  e  adorá-lo  como  a  própria  imagem  do  Deus  invisível, 
o  Primogênito  de  toda  a  criação,  o  Cabeça  da  Igreja,  aquele  que  está  em 
todas  as  coisas  preeminentes  e  em  quem  -  somente  em  quem os crentes 
podem atingir sua plenitude (1.13-18; 2.8,9). 
3.  De  maneira  especial,  realçar  entre  eles  o  valor  do  seu  fiel  ministro 
Epafras  (1.7;  4.12,13)  que,  apesar  de  estar  agora  com  Paulo  em  Roma, 
junta-se a outros enviando saudações, e está sempre lutando por eles em 
oração, e tendo por eles a mais profunda preocupação.  
 
RAZÕES PARA ESTUDARMOS 
 
A Era que vivemos: 
 
Ressurgimento das heresias 
- Arianismo 
- Gnosticismo 
 
Ataque às doutrinas cristãs 
- doutrina da criação 
- doutrina da redenção (o antropocentrismo/teomania) 
- doutrina da santificação (ascetismo e licenciosidade) 
 
O problema do ecumenismo (1.18, 19, 24; 2. 10,19) 
 
A negação da divindade de Cristo 
 
O pragmatismo religioso 
 
Igualdade e universalismo 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DESAFIOS DE INTERPRETAÇÃO 
 
As  seitas  que  negam  a  divindade  de  Cristo  têm  aproveitado  a  descrição 
dele  como  "o  primogênito  de  toda  a  criação"  (1.  15)  como  prova  de que ele 
foi  um  ser  criado.  A  declaração  de  Paulo  de  que  os  crentes  serão  "santos, 
inculpáveis  e  irrepreensíveis"  se  eles  "permanecerem  na  fé"  (1  .22-23) levou 
alguns  a  ensinarem  que  os  crentes  podem  perder  a  salvação.  Alguns  têm 
defendido  a  existência  do  purgatório  com  base  na  declaração  de  Paulo: 
"preencho  o  que  resta  das  aflições  de  Cristo,  na  minha  carne"  (1.24), 
enquanto outros encontram apoio para a regeneração pelo batismo (2.12).  
 
No  início  dessa  epístola,  Paulo  e  Timóteo  saúdam  seus  companheiros 
cristãos  com  ações  de  graças.  Regozijando-se  com  o  relato  da  fé  dessa 
igreja  transmitido  por  Epafras  (o  fundador  da  igreja  em  Colossos),  ele 
expressa  de  modo  característico  graças  pelo  fato  de  os  colossenses 
terem aceitado o glorioso evangelho, o qual frutificou na vida deles. 
 
Depois  da  saudação,  as  palavras  de  Paulo  sugerem  sete  aspectos  do 
evangelho:  ele  é  recebido  pela  fé, resulta em amor, repousa na esperança, 
alcança  o  mundo,  frutifica,  está  arraigado  na  graça  e  é  relatado  pelas 
pessoas.  Depois  de  analisar  esses  aspectos  com  mais  detalhes,  dê  uma 
breve olhada no significado dessa palavra-chave que Paulo utiliza. 
 
 
SUMÁRIO 
 
Data  e  local:  Escrita  em  Roma  por  volta  de  64  d.C.  e  enviada  junto  com  as 
cartas aos Efésios e a Filemom por intermédio de Tíquico. 
 
Autor. Paulo (veja Sumário de Romanos). 
 
Tema:  Libertação  da  lei  e  de  toda  forma  de  religiosidade  externa,  rituais, 
filosofias  humanas  e  falso  misticismo.  União  completa  e  verdadeira  com 
Cristo  na  vida  e  na  conduta.  Paulo argumenta que morremos com Cristo e 
que  as  ordenanças,  rituais,  formas  mortas  de  religião,  observância  de 
sábados  e  dias  santificados,  bem  como  ritos  místicos  não  têm  valia  para 
pessoas  mortas.  A  santidade  prática  floresce  e  é  demonstrada  a  partir da 
verdade  e  da fé em Deus. Não é possível crescer em Cristo, mas quem está 
nele  e anda na luz pode crescer em conhecimento, experiência e plenitude 
de graça (123; 2.6,7; 3.1-17). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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