Luanda, Angola 15
Outubro, de 2018
Dimensionamento
Prof. Herman Mendes Dumby
revisão
SISTEMAS ESTRUTURAIS
forma +estrutura +distribuição do espaço interno
critérios de definição estrutural em concreto armado
1. Uso
cada uso exigirá vãos com dimensões diferentes
2. Altura do Edifício
quanto mais alto o edifício, mais robusta será a estrutura
3. Forma
deve ser encontrada a estrutura que permita a forma
4. Capital e Qualificação de Mão-de-Obra
sem dinheiro e mão-de-obra qualificada, a ousadia
estrutural e, consequentemente, formal, fica
impossibilitada
o papel aguenta tudo...
estrutura quaternária clássica
1. Fundação
depende da altura do edifício e do tipo de solo
2. Pilares
não resistem apenas ao peso do edifício, mas também
às oscilações decorrentes de cargas de vento
3. Vigas
distribuem-se por impossibilidade de continuidade das
lajes
4. Lajes
permitem a utilização do edifício
1. Lajes
impõem limites de vãos
2. Vigas
afetam a altura dos pavimentos
3. Pilares
interferem na organização das plantas
4. Fundação
síntese entre as necessidades dos pilares e as
possibilidades apresentadas pelo tipo de solo
1. Laje Maciça
Comum
menor vão
30
2. Laje Maciça
Pre-esforçada
menor vão
35
4. Laje Nervurada
menor vão
3. Laje Nervurada Pre-esforçada
35
Comum
menor vão
25
3. Laje Treliçada
vãos entre 6m e 12m menor vão
40
4. Laje Alveolar
vãos entre 8m e 16m menor vão
40
1. Viga Isolada
Comum
vão
10
2. Viga Isolada
Protendida
vão
19
1. Viga Contínua
Comum
vão
12
2. Viga Contínua
Protendida
vão
23
Pré-dimensionamento de pilares
1. Até 5 pavimentos
A= maior vão ²
20 , sendo:
A =área da secção do pilar, em centímetros;
menor vão medido em centímetros;
largura mínima do pilar =19cm
exemplo: maior vão = 8m = 800cm
800 ² = 40² cm² = 1600cm²
20
pré-dimensionamento de pilares
2. De 15 a 20pavimentos
área da sec ç ão do pilar =
2700c m²
largura mínima do pilar = 30cm
3. De 20 a 25pavimentos
área da sec ç ão do pilar =
3600c m²
largura mínima do pilar = 30cm
outros sistemas estruturais em betão
1. Viga de transição
2. Viga Vierendeel
3. Lajes suspensas por tirantes verticais
4. Estaiamento
5. Anulação da rotação em estruturas desequilibradas
[Link]
7. Catenárias
[Link] fractal
1. Viga de transição
1. Viga de transição
1. Viga de transição
1. Viga de transição
2. Viga Vierendeel
3. Lajes suspensas por tirantes verticais
3. Lajes suspensas
por tirantes verticais
4. Estaiamento
5. Anulação da rotação em estruturas desequilibradas
5. Anulação da rotação em estruturas desequilibradas
5. Anulação da rotação em estruturas desequilibradas
5. Anulação da rotação em estruturas desequilibradas
5. Anulação da rotação em estruturas desequilibradas
[Link]
[Link]árias
8. Fachada fractal
Estados Limites de Utilização
Fendilhação
A verificação ao estado limite de fendilhação pode ser efectuada de
forma directa ou indirecta tal como no caso das vigas.
A verificação directa consiste no cálculo da abertura característica de
fendas e comparação com os valores admissíveis.
O controlo indirecto da fendilhação, de acordo com o EC2, consiste,
como discutido na disciplina de Estruturas de Betão I, em :
• Adopção de armadura mínima
• Imposição de limites ao diâmetro máximo dos varões e/ou
afastamento máximo dos mesmos (Quadros 7.2 e 7.3).
Deformação
A norma ISO 4356 apresenta, de uma forma exaustiva, valores limites para diferentes tipos de
utilização dos pisos. Para os casos correntes de edifícios de escritórios, comerciais ou de
habitação, o EC2 seguindo as recomendações da norma acima referida, define os seguintes
objectivos máximos de deformação, em função do vão:
L/250 para a deformação total devida combinação de acções quase-permanentes
L/500 para o incremento de deformação após construídas as paredes de alvenaria das
divisórias. Este limite será mais ou menos importante face à sensibilidade da solução
construtiva.
• Em geral, os valores indicados são conservativos, podendo os cálculos revelar
frequentemente que é possível utilizar elementos menos espessos;
• Os elementos em que o betão é fracamente solicitado são aqueles em que taxa
de armadura 0.5%, podendo na maioria dos casos admitir-se que as lajes são
fracamente solicitadas (o betão é fortemente solicitado se taxa de armadura 1.5%
e estas percentagens de armadura não são das lajes).
• Para lajes vigadas armadas em duas direcções, a verificação deverá ser efectuada
em relação ao menor vão. Para lajes fungiformes deverá considerar-se o maior
vão. Estas indicações serão melhor compreendidas com a melhor apreensão dos
diferentes tipos de comportamento das lajes.
DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVAS GERAIS
Recobrimento das armaduras
Em lajes, por se tratar de elementos laminares (de pequena espessura), podem adoptar-se
recobrimentos inferiores, em 5 mm, aos geralmente adoptados no caso das vigas, ou seja, 0.02
m a 0.04 m (caso de lajes em ambientes muito agressivos).
É necessário ter em atenção que o recobrimento adoptado não deve ser inferior ao diâmetro
das armaduras ordinárias (ou ao diâmetro equivalente dos seus agrupamentos).
DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVAS GERAIS
Recobrimento das armaduras
Em lajes, por se tratar de elementos laminares (de pequena espessura), podem adoptar-se
recobrimentos inferiores, em 5 mm, aos geralmente adoptados no caso das vigas, ou seja, 0.02
m a 0.04 m (caso de lajes em ambientes muito agressivos).
É necessário ter em atenção que o recobrimento adoptado não deve ser inferior ao diâmetro
das armaduras ordinárias (ou ao diâmetro equivalente dos seus agrupamentos).
LAJES VIGADAS ARMADAS EM DUAS DIRECÇÕES
. Métodos de Análise e Dimensionamento
A análise e dimensionamento das lajes vigadas pode ser efectuada
recorrendo a modelos elásticos ou a modelos plásticos.
. Análise elástica (Teoria da Elasticidade)
A análise elástica das lajes baseia-se na teoria da elasticidade e resume-se à
integração da equação diferencial de Lagrange que relaciona o campo de
deslocamentos w(x,y) com a carga actuante q.
Este tipo de análise foi abordado na disciplina de Análise de Estruturas I.
Indicam-se aqui as principais equações da análise elástica de lajes finas.