Cópia de RegInterno
Cópia de RegInterno
Abreviatura Denominação
ACND Áreas Curriculares Não Disciplinares
AEC Atividade de Enriquecimento Curricular
AEGCC Agrupamento de Escolas Guilherme Correia de Carvalho
APEEES Associação de Pais e Encarregados de Educação dos Alunos do AEGCC
BE Biblioteca Escolar
CA Conselho Administrativo
CACND Conselho das Áreas Curriculares Não Disciplinares
CD Compact Disc
CDPA Comissão de Desenvolvimento de Projetos e Autonomia
CD-ROM Compact Disc – Read-Only Memory
CDU Classificação Decimal Universal
CEB Ciclo do Ensino Básico
CEF Curso de Educação e Formação
CG Conselho Geral
CGT Conselho Geral Transitório
CMES Conselho Municipal de Educação Guilherme Correia de Carvalho
CP Conselho Pedagógico
CSAE Chefe de Serviços de Administração Escolar
DREC Diretor Regional de Educação do Centro
DVD Digital Video Disc
EAI Equipa de Avaliação Interna
EB Escola Básica
EB1 Estabelecimento Público do Ensino Básico do 1.º Ciclo
EBE Equipa da Biblioteca Escolar
ECD Estatuto da Carreira Docente
EDTFP Estatuto Disciplinar dos Trabalhadores que Exercem Funções Públicas
EE Encarregados de Educação
GIAE Gestão Integrada da Administração Escolar
IRCT Instrumento de Regulamentação Coletiva de Trabalho
JI Jardim de Infância
PAA Plano Anual de Atividades
PAP Plano Plurianual de Atividades
PD Pessoal Docente
PE Projeto Educativo
PEE Pais e Encarregados de Educação
PIA Processo Individual do Aluno
PIEC Programa para a Inclusão e Cidadania
PIEF Programa Integrado de Educação e Formação
PND Pessoal não Docente
PTE Plano Tecnológico da Educação
RAAG Regime de Autonomia, Administração e Gestão (Decreto-lei n.º 75/2008, de 22/04)
RCTFP Regime do Contrato dos Trabalhadores em Função Pública
RI Regulamento Interno
RVCR Regime de Vinculação, de Carreiras e de Remunerações dos Trabalhadores que Exercem
Funções Públicas
SAE Serviços de Apoio Socioeducativo
SIADAP Sistema Integrado de gestão e Avaliação de Desempenho na Administração Pública
SPO Serviços de Psicologia e Orientação
TIC Tecnologias de Informação e da Comunicação
Índice
PREÂMBULO .............................................................................................................................. 1
CAPÍTULO I ................................................................................................................................ 1
Disposições gerais ......................................................................................................................... 1
SECÇÃO I ................................................................................................................................ 1
Objecto, âmbito e autonomias ............................................................................................... 1
CAPÍTULO II ............................................................................................................................... 2
Regime de administração e gestão ................................................................................................ 2
SECÇÃO I ................................................................................................................................ 2
Órgãos ...................................................................................................................................... 2
SUBSECÇÃO I..................................................................................................................... 2
Conselho Geral...................................................................................................................... 2
SUBSECÇÃO II ................................................................................................................... 4
Diretor ................................................................................................................................... 4
SUBSECÇÃO III .................................................................................................................. 7
Conselho Pedagógico ............................................................................................................ 7
SECÇÃO II ............................................................................................................................... 8
Coordenação de escola ou de estabelecimento de educação pré-escolar ........................... 8
CAPÍTULO III .............................................................................................................................. 8
Organização pedagógica ............................................................................................................... 8
SECÇÃO I ................................................................................................................................ 8
Estruturas de coordenação e supervisão............................................................................... 8
SECÇÃO II ............................................................................................................................. 12
Outras estruturas de coordenação ...................................................................................... 12
CAPÍTULO IV............................................................................................................................ 14
Serviços ....................................................................................................................................... 14
SECÇÃO I .............................................................................................................................. 14
Serviços Administrativos e Técnicos ................................................................................... 14
SECÇÃO II ............................................................................................................................. 17
Serviços Técnico-Pedagógicos .............................................................................................. 17
SUBSECÇÃO I................................................................................................................... 18
Serviços de Apoio Socioeducativo ..................................................................................... 18
SUBSECÇÃO II ................................................................................................................. 18
Serviços de Psicologia e Orientação ................................................................................... 18
SUBSECÇÃO III ................................................................................................................ 19
Bibliotecas Escolares .......................................................................................................... 19
CAPÍTULO V ............................................................................................................................. 21
Participação dos pais e alunos..................................................................................................... 21
SECÇÃO I .............................................................................................................................. 21
Estruturas representativas ................................................................................................... 21
SECÇÃO II ............................................................................................................................. 22
Estruturas representativas dos Pais e Encarregados de Educação .................................. 22
CAPÍTULO VI............................................................................................................................ 23
Disposições Complementares ..................................................................................................... 23
CAPÍTULO VII .......................................................................................................................... 24
Disposições Finais ...................................................................................................................... 24
Legislação subsidiária ................................................................................................................. 25
ANEXO I – Organograma do AEGCC ....................................................................................... 31
ANEXO II – Pessoal Docente..................................................................................................... 33
ANEXO III – Pessoal Não Docente............................................................................................ 37
ANEXO IV – Alunos .................................................................................................................. 44
ANEXO V – Regulamento das Bibliotecas Escolares ................................................................ 57
ANEXO VI – Modelo de Termo de Posse.................................................................................. 60
ANEXO VII – Regimento das Atividades de Enriquecimento Curricular no 1º Ciclo .............. 62
ANEXO VIII – Percursos Alternativos ...................................................................................... 67
Regulamento Interno do Agrupamento de Escolas Guilherme Correia de Carvalho RIAEGCC
CO
no regular.
A GRU
LA S
CAPÍTULO II
a lho
E B2
,3
G ES
r.
u il C O L S E D E de
he r A re i a
me Cor
Artigo 10.º
Administração e gestão
ca, na Lei de Bases do Sistema Educativo e no RAAG. 4 — O CG pode constituir no seu seio uma comissão per-
2 — Sem prejuízo do disposto no número anterior, a articu- manente, na qual pode delegar as competências de acompa-
lação com o município faz-se ainda através da Câmara Munici- nhamento da atividade do AEGCC entre as suas reuniões ordi-
pal no respeito pelas competências do CMES, estabelecidos nárias, bem como comissões especializadas na esfera da sua
pelo Decreto-Lei n.º 7/2003, de 15/01. competência.
5 — A comissão permanente constitui-se como uma fração
Artigo 12.º do CG, respeitada a proporcionalidade dos corpos que nele têm
Composição representação.
6 — Definir um Vice-Presidente em conformidade com o
1 — O CG é composto por vinte e um elementos com a se- regimento interno do órgão.
guinte distribuição:
a) Sete representantes do PD; Artigo 14.°
b) Dois representantes do PND; Designação de representantes
c) Seis representantes dos PEE;
d) Três representantes do município; 1 — Os representantes do PD e PND no CG são eleitos se-
e) Três representantes da comunidade local designadamente paradamente pelos respetivos corpos.
de instituições, organizações e atividades de carácter económi- 2 — Os representantes dos PEE são eleitos em assembleia-
co, social, cultural e científico. geral da APEEES do AEGCC, sob proposta da respetiva orga-
2 — O Diretor participa nas reuniões do CG, sem direito a nização representativa.
voto. 3 — Os representantes do município são designados pela
Câmara Municipal, podendo esta delegar tal competência nas
Artigo 13.º juntas de freguesia.
Competências 4 — Os representantes da comunidade local, quando se tra-
te de individualidades ou representantes de atividades de carác-
1 — Sem prejuízo de outras competências que lhe sejam ter económico, social, cultural e científico, são cooptados pelos
cometidas por lei, ao CG compete: demais membros nos seguintes termos:
a) Eleger o respetivo Presidente, de entre os seus membros; a) Depois de escolhidos os elementos do CG, exceto os re-
b) Eleger o Diretor, nos termos dos artigos 21.º a 23.º do presentantes da comunidade local, realiza-se uma reunião de
RAAG; todos esses elementos para se escolherem as instituições ou
c) Aprovar o projeto educativo (PE) e acompanhar e avaliar entidades a convidar para integrarem o CG;
a sua execução; b) A reunião referida no ponto anterior é convocada e pre-
d) Aprovar o RI do AEGCC; sidida pelo Presidente do CGT ou do CG cessante;
e) Aprovar os planos anual (PAA) e plurianual de ativida- c) Qualquer elemento do CG pode propor instituições ou
des (PAP); individualidades, a convidar, para integrarem o órgão;
f) Apreciar os relatórios periódicos e aprovar o relatório fi- d) A seleção das instituições ou individualidades, a convi-
nal de execução do plano anual de atividades; dar, é feita por consenso ou por votação entre os elementos do
g) Aprovar as propostas de contratos de autonomia; CG presentes, sendo, neste caso, selecionadas as instituições ou
h) Definir as linhas orientadoras para a elaboração do or- individualidades mais votadas;
çamento; e) Cabe às instituições convidadas identificar os seus repre-
i) Definir as linhas orientadoras do planeamento e execu- sentantes no CG;
ção, pelo Diretor, das atividades no domínio da ação social f) O convite às instituições ou individualidades seleciona-
escolar; das é assinado pelo Presidente da reunião;
j) Aprovar o relatório de contas de gerência; g) Se o convite não for aceite por uma das instituições ou
k) Apreciar os resultados do processo de autoavaliação; individualidades, ou não tiver sido recebida no AEGCC respos-
l) Pronunciar-se sobre os critérios de organização dos horá- ta, no prazo de 10 dias úteis a seguir à data de envio do convite,
rios; repete-se o processo regulado neste artigo, até se completar a
m) Acompanhar a ação dos demais órgãos de administração constituição do CG.
e gestão; 5 — Os titulares dos órgãos referidos nos números 3 e 4,
n) Promover o relacionamento com a comunidade educati- depois de tomarem posse e quando razões ponderosas impeçam
va; a sua participação nas reuniões do CG, só podem fazer-se subs-
o) Definir os critérios para a participação da escola em ati- tituir pelo seu substituto legal ou pessoa indicada nas identifi-
vidades pedagógicas, científicas, culturais e desportivas. cações referidas no dito n.º 3 e na alínea e) do n.º 4.
2 — O Presidente é eleito por maioria absoluta dos votos
dos membros do CG em efetividade de funções, na primeira Artigo 15.°
reunião da totalidade dos seus membros. Eleições
3 — No desempenho das suas competências, o CG tem a
faculdade de requerer aos restantes órgãos as informações 1 — Os representantes referidos no n.º 1 do artigo anterior
necessárias para realizar eficazmente o acompanhamento e a candidatam-se à eleição, apresentando-se em listas separadas e
avaliação do funcionamento do AEGCC e de lhes dirigir reco- submetem-se a sufrágio em mesas eleitorais distintas.
mendações, com vista ao desenvolvimento do PE e ao cumpri- 2 — As listas devem conter a indicação dos candidatos a
mento do PAA. membros efetivos, em número igual ao dos respetivos repre-
sentantes no CG, bem como dos candidatos a membros suplen- 5 — As vagas resultantes da cessação do mandato dos
tes. membros eleitos são preenchidas pelo primeiro candidato não
3 — As listas do PD apresentadas a sufrágio são constituí- eleito, segundo a respetiva ordem de precedência, na lista a que
das por professores dos quadros, sendo que: pertencia o titular do mandato.
a) Os quatro primeiros lugares são ocupados por docentes 6 — A cessação de mandato dos representantes referidos
de cada um dos ciclos da educação básica e da educação pré- nos pontos 2, 3 e 4 do artigo 14.º deve ser precedido de infor-
escolar; mação ao Presidente do CG logo que consumado.
b) Em cada lista não podem constar mais que dois docentes, 7 — O mandato dos elementos do atual CGT cessa com a
candidatos efetivos, de cada um dos ciclos da educação escolar posse do CG.
ou da educação pré-escolar;
c) Os professores da Educação Especial podem candidatar- Artigo 18.°
-se em representação de qualquer um dos ciclos, não podendo Reunião do Conselho Geral
ocupar mais que um dos quatro primeiros lugares da lista;
d) Pelo menos, um professor de cada um dos ciclos do en- 1 — O CG reúne ordinariamente uma vez por trimestre e
sino básico e da educação pré-escolar como suplentes. extraordinariamente sempre que convocado pelo respetivo
4 — A conversão dos votos em mandatos faz-se de acordo Presidente, por sua iniciativa, a requerimento de um terço dos
com o método de representação proporcional da média mais seus membros em efetividade de funções ou por solicitação do
alta de Hondt, no caso de haver mais de uma lista. Diretor.
2 — As reuniões do CG devem ser marcadas em horário
Artigo 16.º que permita a participação de todos os seus membros.
Processo eleitoral
SUBSECÇÃO II
1 — Cada mesa eleitoral é constituída por um Presidente, Diretor
dois Secretários e dois suplentes, eleitos em reunião geral dos
respetivos corpos, sendo que: Artigo 19.°
a) A falta de qualquer elemento eleito para a mesa eleitoral Diretor
obriga a que o elemento que se segue no resultado eleitoral
suba os lugares respetivos; O Diretor é o órgão de administração e gestão do AEGCC
b) Os membros da mesa eleitoral têm dispensa de todo o nas áreas pedagógica, cultural, administrativa, financeira e
serviço que lhe estava destinado no dia da eleição do CG, sen- patrimonial.
do obrigatória a presença de dois elementos no decorrer do ato
eleitoral. Artigo 20.°
2 — Compete ao Presidente do CG verificar da legalidade Subdiretor e Adjuntos do Diretor
da constituição das listas e mandar afixá-las em cada uma das
escolas do AEGCC, até 8 dias antes da data marcada para a 1 — O Diretor é coadjuvado no exercício das suas funções
eleição. por um Subdiretor e, de acordo com o Despacho n.º
3 — Os cadernos eleitorais serão elaborados e atualizados 18064/2010, de 03/12, por dois Adjuntos.
pelos Serviços Administrativos do AEGCC e podem ser con- 2 — O Diretor designa o Subdiretor e os seus Adjuntos.
sultados com antecedência pelos respetivos eleitores.
4 — As eleições previstas no número um do presente artigo Artigo 21.°
realizam-se até 60 dias antes do términus do último ano do Competências
mandato do CG em funções.
5 — Compete ao CG cessante marcar o dia de cada uma 1 — Compete ao Diretor submeter à aprovação do CG o
das eleições, assim como regulamentar o processo eleitoral, PE elaborado pelo CP.
respeitando as normas legais e do RI. 2 — Ouvido o CP, compete também ao Diretor:
6 — Compete ao Diretor organizar os recursos necessários a) Elaborar e submeter à aprovação do CG:
para a realização do processo eleitoral. i) As alterações ao RI;
ii) Os planos anual e plurianual de atividades;
Artigo 17.° iii) O relatório anual de atividades;
Mandato iv) As propostas de celebração de contratos de autonomia;
b) Aprovar o plano de formação e de atualização do PD e
1 — O mandato dos membros do CG tem a duração de PND, ouvido também, no último caso, o município.
quatro anos, sem prejuízo do disposto nos números seguintes. 3 — No ato de apresentação ao CG, o Diretor faz acompa-
2 — O mandato dos representantes dos PEE tem a duração nhar os documentos referidos na alínea a) do número anterior
de dois anos escolares. dos pareceres do CP.
3 — A substituição das vagas resultantes, no caso dos re- 4 — Sem prejuízo das competências que lhe sejam cometi-
presentantes dos PEE, é efetuada por designação direta da das por lei, no plano da gestão pedagógica, cultural, adminis-
estrutura representativa. trativa, financeira e patrimonial, compete ao Diretor, em espe-
4 — Os membros do CG são substituídos no exercício do cial:
cargo se entretanto perderem a qualidade que determinou a a) Definir o regime de funcionamento do AEGCC;
respetiva eleição ou designação. b) Elaborar o projeto de orçamento, em conformidade com
as linhas orientadoras definidas pelo CG; cooperativo, em ambos os casos com, pelo menos, cinco anos
c) Superintender na constituição de turmas e na elaboração de serviço e qualificação para o exercício de funções de admi-
de horários; nistração e gestão escolar, nos termos do número seguinte.
d) Distribuir o serviço docente e não docente; 4 — Consideram-se qualificados para o exercício de fun-
e) Designar os Coordenadores de Escola ou Estabelecimen- ções de administração e gestão escolar os docentes que preen-
to de educação pré-escolar nos termos do artigo 40.º do RAAG; cham uma das seguintes condições:
f) Designar os Coordenadores dos Departamentos curricula- a) Sejam detentores de habilitação específica para o efeito,
res e os Diretores de Turma; nos termos das alíneas b) e c) do n.° 1 do artigo 56.° do Estatu-
g) Planear e assegurar a execução das atividades no domí- to da Carreira Docente dos Educadores de Infância e dos Pro-
nio da ação social escolar, em conformidade com as linhas fessores dos Ensinos Básico e Secundário (ECD);
orientadoras definidas pelo CG; b) Possuam experiência correspondente a, pelo menos, um
h) Gerir as instalações, espaços e equipamentos, bem como mandato completo no exercício dos cargos de Diretor ou Ad-
os outros recursos educativos; junto do Diretor, Presidente ou Vice-Presidente do Conselho
i) Estabelecer protocolos e celebrar acordos de cooperação Executivo; Diretor executivo ou Adjunto do Diretor Executivo;
ou de associação com outras escolas e instituições de formação, ou membro do Conselho diretivo, nos termos dos regimes
autarquias e coletividades, em conformidade com os critérios previstos respetivamente no RAAG ou no Decreto-Lei n.° 115-
definidos pelo CG nos termos da alínea o) do n.° 1 do artigo A/98, de 04/05, alterado, por apreciação parlamentar, pela Lei
13.° deste RI; n.° 24/99, de 22/04, no Decreto-Lei n.° 172/91, de 10/05, e no
j) Proceder à seleção e recrutamento do PD, nos termos dos Decreto-Lei n.° 769-A/76, de 23/10;
regimes legais aplicáveis; c) Possuam experiência de, pelo menos, três anos como Di-
k) Dirigir superiormente os serviços administrativos, técni- retor ou Diretor pedagógico de estabelecimento do ensino par-
cos e técnico-pedagógicos. ticular e cooperativo.
5 — Compete ainda ao Diretor: 5 — O Subdiretor e os Adjuntos são nomeados pelo Dire-
a) Representar a escola; tor de entre docentes dos quadros de nomeação definitiva que
b) Exercer o poder hierárquico em relação ao PD e PND; contem pelo menos cinco anos de serviço e se encontrem em
c) Exercer o poder disciplinar em relação aos alunos; exercício de funções no AEGCC.
d) Intervir nos termos da lei no processo de avaliação de
desempenho do PD;
e) Proceder à avaliação de desempenho do PND; Artigo 23.°
f) Organizar e assegurar o funcionamento eficaz de comu- Procedimento concursal
nicação e informação entre todos os sectores: JI´s e EB’s do
AEGCC; O procedimento concursal referido no artigo anterior obser-
g) Estabelecer regras de funcionamento sempre que, por va regras próprias as quais, no respeito do preceituado nos [Link]
omissão, não existam ou, a existirem, se revele manifestamente 2 a 5 do artigo 22º do RAAG, constam na Portaria n.º
inadequadas ao bom funcionamento do AEGCC, submetendo- 604/2008, de 09/07, cujo conteúdo se dá aqui por reproduzido.
as, posteriormente e após audição do CP, à aprovação do CG;
h) Ter à sua guarda o RI e as atas das reuniões das estrutu- Artigo 24.°
ras do AEGCC; Eleição
i) Aplicar as decisões do CG e do CP;
j) Convocar as necessárias reuniões do PD e PND. 1 — O CG procede à discussão e apreciação do relatório
6 — O Diretor exerce ainda as competências que lhe forem referido na Portaria a que se refere o artigo anterior, podendo
delegadas pela administração educativa e pela Câmara Munici- na sequência dessa apreciação decidir proceder à audição dos
pal. candidatos ou de algum ou alguns dos candidatos.
7 — O Diretor pode delegar e subdelegar no Subdiretor e 2 — Após a discussão e apreciação do relatório e a eventu-
nos Adjuntos as competências referidas nos números anterio- al audição de candidatos, o CG procede à eleição do Diretor,
res. considerando-se eleito o candidato que obtenha maioria absolu-
8 — Nas suas faltas e impedimentos, o Diretor é substituí- ta dos votos dos membros do CG em efetividade de funções.
do pelo Subdiretor. 3 — No caso de nenhum candidato sair vencedor, nos ter-
mos do número anterior, o CG reúne novamente, no prazo
máximo de cinco dias úteis, para proceder a novo escrutínio, ao
Artigo 22.° qual são apenas admitidos os dois candidatos mais votados na
Recrutamento primeira eleição e sendo considerado eleito aquele que obtiver
maior número de votos, desde que respeitado o quórum legal e
1 — O Diretor é eleito pelo CG. regulamentarmente exigido para que o CG possa deliberar.
2 — Para recrutamento do Diretor, desenvolve -se um pro- 4 — O resultado da eleição do Diretor é homologado pelo
cedimento concursal, prévio à eleição, nos termos do artigo Diretor Regional de Educação do Centro (DREC) nos 10 dias
seguinte. úteis posteriores à sua comunicação pelo Presidente do CG,
3 — Podem ser opositores ao procedimento concursal re- considerando-se após esse prazo tacitamente homologado.
ferido no número anterior docentes dos quadros de nomeação 5 — A recusa de homologação apenas pode fundamentar-
definitiva do ensino público ou professores profissionalizados se na violação da lei ou dos regulamentos, designadamente do
com contrato por tempo indeterminado do ensino particular e procedimento eleitoral.
de dedicação exclusiva.
Artigo 25.° 3 — O regime de dedicação exclusiva implica a in-
Posse compatibilidade do cargo dirigente com quaisquer outras fun-
ções, públicas ou privadas, remuneradas ou não.
1 — O Diretor toma posse perante o CG nos 30 dias subse- 4 — Excetuam-se do disposto no número anterior:
quentes à homologação dos resultados eleitorais pelo DREC. a) A participação em órgãos ou entidades de representação
2 — O Diretor designa o Subdiretor e os seus Adjuntos no das escolas ou do PD;
prazo máximo de 30 dias após a sua tomada de posse. b) Comissões ou grupos de trabalho, quando criados por re-
3 — O Subdiretor e os Adjuntos do Diretor tomam posse solução ou deliberação do Conselho de Ministros ou por des-
nos 30 dias subsequentes à sua designação pelo Diretor. pacho do membro do Governo responsável pela área da educa-
ção;
Artigo 26.° c) A atividade de criação artística e literária, bem como
Mandato quaisquer outras de que resulte a perceção de remunerações
provenientes de direitos de autor;
1 — O mandato do Diretor tem a duração de quatro anos. d) A realização de conferências, palestras, ações de forma-
2 — O Diretor pode manifestar, junto do Presidente do ção de curta duração e outras atividades de idêntica natureza;
CG, a sua vontade em ser reconduzido, até 90 dias do termo do e) O voluntariado, bem como a atividade desenvolvida no
mandato. quadro de associações ou organizações não-governamentais.
3 — Até 60 dias antes do termo do mandato do Diretor, o 5 — O Diretor está isento de horário de trabalho, não lhe
CG delibera sobre a recondução do Diretor ou a abertura do sendo, por isso, devida qualquer remuneração por trabalho
procedimento concursal tendo em vista a realização de nova prestado fora do período normal de trabalho.
eleição. 6 — Sem prejuízo do disposto no número anterior, o Dire-
4 — A decisão de recondução do Diretor é tomada por tor está obrigado ao cumprimento do período normal de traba-
maioria absoluta dos membros do CG em efetividade de fun- lho, assim como do dever geral de assiduidade.
ções, não sendo permitida a sua recondução para um terceiro 7 — O Diretor está dispensado da prestação de serviço le-
mandato consecutivo. tivo, sem prejuízo de, por sua iniciativa, o poder prestar na
5 — Não é permitida a eleição para um quinto mandato disciplina ou área curricular para a qual possua qualificação
consecutivo ou durante o quadriénio imediatamente subse- profissional.
quente ao termo do quarto mandato consecutivo.
6 — Não sendo ou não podendo ser aprovada a recondu-
ção do Diretor de acordo com o disposto nos números anterio- Artigo 28.°
res, abre-se o procedimento concursal tendo em vista a eleição Direitos do Diretor
do Diretor, nos termos do artigo 22.° do RAAG e da Portaria
n.º 604/2008,de 09/07. 1 — O Diretor goza, independentemente do seu vínculo de
7 — O mandato do Diretor pode cessar: origem, dos direitos gerais reconhecidos aos docentes do
a) A requerimento do interessado, dirigido ao DREC, com AEGCC.
a antecedência mínima de 45 dias, fundamentado em motivos 2 — O Diretor conserva o direito ao lugar de origem e ao
devidamente justificados; regime de segurança social por que está abrangido, não poden-
b) No final do ano escolar, por deliberação do CG aprova- do ser prejudicado na sua carreira profissional por causa do
da por maioria de dois terços dos membros em efetividade de exercício das suas funções, relevando para todos os efeitos no
funções, em caso de manifesta desadequação da respetiva lugar de origem o tempo de serviço prestado naquele cargo.
gestão, fundada em factos comprovados e informações, devi-
damente fundamentadas, apresentados por qualquer membro Artigo 29.°
do CG; Direitos específicos
c) Na sequência de processo disciplinar que tenha concluí-
do pela aplicação de sanção disciplinar de cessação da comis- 1 — O Diretor, o Subdiretor e os Adjuntos gozam do direi-
são de serviço, nos termos da lei. to à formação específica para as suas funções em termos a
8 — A cessação do mandato do Diretor determina a abertu- regulamentar por despacho do membro do governo responsável
ra de um novo procedimento concursal. pela área da educação.
9 — Os mandatos do Subdiretor e dos Adjuntos têm a du- 2 — O Diretor, o Subdiretor e os Adjuntos mantêm o direi-
ração de quatro anos e cessam com o mandato do Diretor. to à remuneração base correspondente à categoria de origem,
10 — O Subdiretor e os Adjuntos podem ser exonerados a sendo-lhe abonado um suplemento remuneratório pelo exercí-
todo o tempo por decisão fundamentada do Diretor. cio de função fixado pelo Decreto Regulamentar n.º 5/2010, de
24/12.
1 — O Diretor exerce as funções em regime de comissão Para além dos deveres gerais dos funcionários e agentes da
de serviço. Administração Pública aplicáveis ao PD, o Diretor e os Adjun-
2 — O exercício das funções de Diretor faz-se em regime tos estão sujeitos aos seguintes deveres específicos:
a) Cumprir e fazer cumprir as orientações da administração Designação dos elementos do Conselho Pedagógico
educativa;
b) Manter permanentemente informada a administração 1 — Os Coordenadores são nomeados pelo Diretor.
educativa, através da via hierárquica competente, sobre todas 2 — O Coordenador dos percursos escolares alternativos
as questões relevantes referentes aos serviços; (CEF, PCA, PIEF/PIEC e EFA) é nomeado pelo Diretor.
c) Assegurar a conformidade dos atos praticados pelo pes- 3 — O representante dos PEE é designado pela APEEES
soal com o estatuído na lei e com os legítimos interesses da do AEGCC.
comunidade educativa. 4 — O representante do PND é eleito entre os pares.
1 — Para apoio à atividade do Diretor e mediante proposta 1 — O mandato dos membros do CP tem a duração de
deste, o CG pode autorizar a constituição de assessorias técni- quatro anos.
co-pedagógicas, para as quais são designados docentes em 2 — Se um elemento do CP for substituído antes de com-
exercício de funções no AEGCC. pletar o mandato referido no ponto anterior, o mandato do
2 — Os critérios para a constituição e dotação das assesso- substituto termina no momento em que terminaria o mandato
rias referidas no número anterior são definidos no Despacho n.º do elemento substituído.
16551/2009, de 13/07.
Artigo 36.º
SUBSECÇÃO III Competências
Conselho Pedagógico
Sem prejuízo das competências que lhe sejam cometidas
Artigo 32.° por lei, ao CP compete:
Conselho Pedagógico a) Elaborar a proposta de PE a submeter pelo Diretor ao
CG;
O CP é o órgão de coordenação e supervisão pedagógica e b) Apresentar propostas para a elaboração do RI e dos pla-
orientação educativa do AEGCC, nomeadamente nos domínios nos anual e plurianual de atividade e emitir parecer sobre os
pedagógico-didático, da orientação e acompanhamento dos respetivos projetos;
alunos e da formação inicial e contínua do PD e PND. c) Emitir parecer sobre as propostas de celebração de con-
tratos de autonomia;
Artigo 33.° d) Apresentar propostas e emitir parecer sobre a elaboração
Composição do plano de formação e de atualização do PD e PND;
e) Definir critérios gerais nos domínios da informação e da
1 — O CP tem a seguinte composição: orientação escolar e vocacional, do acompanhamento pedagó-
a) Diretor; gico e da avaliação dos alunos;
b) Coordenadores do: f) Propor aos órgãos competentes a criação de áreas disci-
i) Conselho de Docentes da Educação Pré-Escolar; plinares ou disciplinas de conteúdo regional e local, bem como
ii) Conselho de Docentes do 1º ciclo; as respetivas estruturas programáticas;
iii) Departamento de Línguas; g) Definir princípios gerais nos domínios da articulação e
iv) Departamento Ciências Sociais e Humanas; diversificação curricular, dos apoios e complementos educati-
v) Departamento Matemática e Ciências Experimentais; vos e das modalidades especiais de educação escolar;
vi) Departamento Expressões; h) Adotar os manuais escolares, ouvidos os Departamentos
vii) Ensino Especial. curriculares;
c) Coordenador dos percursos escolares alternativos (CEF, i) Propor o desenvolvimento de experiências de inovação
PCA, PIEF/PIEC e EFA); pedagógica e de formação, no âmbito do AEGCC e em articu-
d) Coordenador do 2º e 3º ciclos; lação com instituições ou estabelecimentos do ensino superior
e) Coordenador dos Serviços de Apoio Socioeducativo; vocacionados para a formação e a investigação;
f) Coordenador da Equipa das Bibliotecas Escolares; j) Promover e apoiar iniciativas de natureza formativa e
g) Coordenador dos Serviços de Psicologia e Orientação; cultural;
h) Coordenador da Comissão de Desenvolvimento de Pro- k) Definir os critérios gerais a que deve obedecer a elabora-
jetos e Autonomia; ção dos horários;
i) Um representante dos PEE; l) Definir os requisitos para a contratação de PD e PND, de
j) Representante do PND. acordo com o disposto na legislação aplicável;
2 — O Diretor é, por inerência, Presidente do CP. m) Proceder ao acompanhamento e avaliação da execução
3 — Os cargos referidos no ponto 1 não são acumuláveis das suas deliberações e recomendações;
pelo mesmo docente. n) Propor formas de articulação com outros estabelecimen-
4 — Os representantes do PD e PND, dos PEE no CG não tos de ensino, em domínios diversificados, tendo em conta,
podem ser membros do CP. nomeadamente, a proveniência dos alunos e o seu prossegui-
mento de estudos.
Artigo 34.º
d) Assegurar, em articulação com os Departamentos, a ade- h) Manter o Conselho de turma informado das característi-
quação do currículo às características específicas dos alunos, cas particulares dos alunos que sejam relevantes para a ativida-
estabelecendo prioridades, níveis de aprofundamento e sequên- de letiva;
cias adequadas; i) Informar os PEE do aproveitamento, comportamento e
e) Adotar estratégias de diferenciação pedagógica que favo- assiduidade dos seus educandos, através dos meios em uso no
reçam as aprendizagens dos alunos; AEGCC;
f) Promover o desenvolvimento das capacidades de integra- j) Garantir a ligação entre os alunos e a direção executiva;
ção social dos alunos, nomeadamente, as que valorizam o res- k) Convocar reuniões do Conselho de turma;
peito pelos outros e pelas normas estabelecidas; l) Presidir às reuniões dos Conselhos de turma, exceto dos
g) Dinamizar a realização de projetos interdisciplinares na que contam com a participação do Diretor ou do seu represen-
turma; tante, que presidirá;
h) Atualizar o Processo Individual do Aluno de forma a m) Manter atualizado o dossier de turma;
proporcionar uma visão global do seu percurso escolar, facili- n) Coordenar a interdisciplinaridade;
tando o seu acompanhamento e permitindo uma intervenção o) Registar as faltas dos alunos nos suportes informáticos
adequada informação adequada, a disponibilizar aos PEE, em uso no AEGCC.
relativa ao processo de aprendizagem e avaliação dos alunos. 3 — Aos docentes da Educação pré-escolar e do 1º ciclo,
3 — No início de cada ano letivo o docente titular de turma como Coordenadores pedagógicos da turma, exercem as fun-
na educação pré-escolar e no 1º ciclo e o Conselho de turma, ções definidas nas alíneas a), c), f), i), j), m) e o) com as devi-
elabora um projeto curricular para a turma um dossier que das adaptações.
inclui a programação das atividades a desenvolver no decurso
do ano letivo, tendo em vista o desempenho das funções enu- Artigo 53.º
meradas no ponto 2. Conselhos de Diretores de Turma
4 — O projeto curricular de turma define objetivos a atin-
gir pelo professor titular de turma e pelo Conselho de turma, as 1 — O Conselho de Diretores de Turma destina-se a articu-
atividades a desenvolver e os instrumentos de registo dessas lar e harmonizar as atividades desenvolvidas pelas turmas do 2º
atividades e dos resultados obtidos. e do 3º ciclos.
5 — Os objetivos do projeto curricular de turma articulam- 2 — Compete ao Conselho de Diretores de Turma:
se com os objetivos do PE. a) Planificar atividades a desenvolver ao longo do ano pelos
6 — Os Conselhos de turma reúnem ordinariamente no iní- Conselhos de turma;
cio do ano escolar para preparação das atividades do ano esco- b) Articular a aplicação dos normativos legais e das normas
lar e no final de cada período para proceder à avaliação suma- emanadas do CP ou da direção executiva no contexto da dire-
tiva. Poderão ainda reunir a meio de cada período para, entre ção de turma;
outros assuntos, avaliar as aprendizagens e o comportamento c) Propor ao CP normas e procedimentos relevantes para a
dos alunos da turma. articulação pedagógica das turmas;
d) Identificar necessidades de formação dos docentes no
Artigo 52.º âmbito da sua atividade pedagógica;
Direção de turma e) Propor ao CP áreas de formação prioritárias ou ações de
formação relacionadas com a atividade pedagógica dos docen-
1 — Para coordenar o trabalho do Conselho de turma, o tes;
Diretor designa um Diretor de Turma de entre os professores f) Articular o desenvolvimento das Áreas de Enriquecimen-
da mesma, sempre que possível pertencente ao quadro do to Curricular;
AEGCC e professor de uma disciplina frequentada por todos os g) Programar e articular as áreas curriculares não discipli-
alunos da turma. nares.
2 — Sem prejuízo do disposto na lei, são funções do Dire- 3 — O Conselho de Diretores de Turma reúne ordinaria-
tor de Turma: mente, no início de cada ano escolar e uma vez por período,
a) Representar o Conselho de turma e executar as suas deci- antes das reuniões da avaliação dos Conselhos de Turma.
sões;
b) Promover e coordenar a participação das estruturas in- Artigo 54.º
ternas e externas no apoio dos alunos da turma, especialmente Coordenação do Conselho de Diretores de Turma
dos que apresentam necessidades educativas especiais;
c) Assegurar a articulação entre os professores da turma; 1 — O Conselho de Diretores de Turma é coordenado pelo
d) Promover a comunicação e formas de trabalho coopera- Coordenador dos 2º e 3º ciclos, nomeado pelo Diretor.
tivo entre professores e alunos; 2 — São funções do Coordenador dos 2º e 3º ciclos:
e) Coordenar, em colaboração com os docentes da turma, a a) Convocar e presidir às reuniões do Conselho de
adequação de atividades, conteúdos, estratégias e métodos de Diretores de Turma;
trabalho à situação concreta do grupo e à especificidade de b) Coordenar a ação dos Diretores de Turma no exercício
cada aluno; das funções do Conselho de Diretores de Turma;
f) Articular as atividades da turma com os PEE promoven- c) Apresentar ao Diretor, no início de mandato, o plano de
do a sua participação; ação da estrutura;
g) Coordenar o processo de avaliação dos alunos garantindo d) Transmitir aos Diretores de turma as orientações do CP e
o seu carácter globalizante e integrador; da direção executiva dirigidas aos Diretores de Turma;
e) Apresentar ao CP ou à direção executiva decisões do b) Proceder ao levantamento dos pontos fortes e dos pro-
Conselho dos Diretores de Turma; cessos ou resultados a melhorar, de acordo com o modelo ado-
f) Assumir a responsabilidade pela componente pedagógica tado;
do Plano Tecnológico da Educação (PTE), promovendo a c) Divulgar junto da comunidade escolar as avaliações efe-
articulação com as várias estruturas de gestão pedagógica do tuadas;
AEGCC. d) Elaborar planos de melhoria para os processos ou resul-
tados a melhorar;
SECÇÃO II e) Acompanhar a execução dos planos de melhoria;
Outras estruturas de coordenação f) Colaborar com o Coordenador na elaboração dos relató-
rios a apresentar ao CG.
Artigo 55.º
Outras estruturas de coordenação Artigo 58.º
Projetos
Para além das já referidas o AEGCC integra as seguintes
estruturas de coordenação: 1 — Os projetos do AEGCC são dinamizados por
a) Equipa de Avaliação Interna (EAI); estruturas e docentes do AEGCC, pela APEEES, ou por EE, ou
b) Equipa PTE; por qualquer membro da comunidade educativa.
c) Comissão de Desenvolvimento de Projetos e Autono- 2 — A finalidade dos projetos é responder a uma
mia (CDPA); necessidade do AEGCC ou contribuir para ultrapassar um
d) Coordenador dos percursos escolares alternativos determinado obstáculo ao sucesso escolar dos alunos,
(CEF, PCA, PIEF/PIEC e EFA); reconhecidos pelo CP, bem como contribuírem para a
formação integral dos alunos, apoiando o desenvolvimento do
currículo.
Artigo 56.º 3 — O Coordenador de cada departamento coordena os
Equipa de Avaliação Interna projetos na sua área e apresenta um plano de ação plurianual
que integre as várias vertentes de intervenção do respetivo
1 — A EAI é uma estrutura do AEGCC que tem como projeto (clubes, participação em concursos, outras atividades,
finalidade: …) a ser aprovado em CP.
a) Analisar e acompanhar os procedimentos adotados pelas 4 — Em cada ano apresentará um plano de atividades com,
estruturas e serviços no desempenho das suas funções; pelo menos, três atividades com alunos ou dirigidas à
b) Promover o exercício de boas práticas no AEGCC; comunidade.
c) Garantir a sistemática autoavaliação das estruturas e 5 — Os Coordenadores de cada projeto organizam-se
serviços; segundo as regras de funcionamento das estruturas do AEGCC.
d) Manter a comunidade escolar informada do seu 6 — O Coordenador de cada projeto em funcionamento no
desempenho, como organização. AEGCC representa o projeto na CDPA.
2 — A EAI é constituída, no máximo, por 15 elementos, 7 — No final de cada período letivo cada coordenador
pertencentes ao PD e PND do AEGCC, sem prejuízo dos elabora um relatório de atividades a ser aprovado pela CDPA.
pontos 3 e 4. 8 — Cada coordenador organiza um dossier onde são
3 — Fazem parte da EAI os EE, por designação da arquivados todos os documentos e materiais elaborados no
APEEES. âmbito do funcionamento do projeto.
4 — O Coordenador da EAI é um elemento nomeado pelo 9 — Por sua iniciativa ou por proposta de qualquer docente
CG, sob proposta do Diretor. ou EE do AEGCC, os projetos são criados pelo Diretor, depois
5 — O Coordenador da EAI, ouvido o conselho de ouvido o CP.
pedagógico, apresenta, no final de cada período letivo, um
relatório, ao CG, da atividade desenvolvida, no cumprimento Artigo 59.º
das suas funções e finalidades. Clubes
6 — Ao Coordenador da EAI são atribuídas duas horas da
sua componente não letiva de estabelecimento, marcadas no 1 — Cada clube é constituído por um ou mais professores e
respetivo horário semanal, sem prejuízo do disposto no número por alunos.
seguinte. 2 — O Desporto Escolar é um clube prioritário no
7 — As horas referidas no número anterior não podem pre- AEGCC.
judicar o exercício de cargos de coordenação pedagógica ou 3 — As atividades dos clubes desenvolvem-se em sessões
curricular. semanais e são registadas nos horários dos docentes, dentro da
sua componente não letiva de estabelecimento.
Artigo 57.º 4 — Nos tempos referidos no ponto anterior desenvolvem-
Competências da Equipa de Avaliação Interna se também as atividades necessárias à organização do clube.
5 — Só podem iniciar a sua atividade os clubes que
Compete à EAI: apresentem, pelo menos, 10 alunos inscritos podendo, contudo,
a) Escolher um modelo de avaliação do AEGCC; funcionar com menos alunos, se justificado com a falta de
recursos.
6 — Não é permitido o funcionamento de mais de três 1 — O Coordenador da Equipa é o Diretor, podendo este
clubes no mesmo horário. delegar em docentes AEGCC que reúnam as competências ao
7 — É obrigatória a autorização escrita do EE para a nível pedagógico, técnico e de gestão adequadas ao exercício
frequência do clube. das funções de coordenação global dos projetos do PTE ao
8 — Em cada sessão semanal são registadas as faltas dos nível do estabelecimento de ensino.
alunos e um sumário das atividades desenvolvidas. 2 — Os restantes membros da Equipa PTE são designados
9 — Os alunos são excluídos do clube depois de 3 faltas pelo Diretor de entre:
seguidas ou 5 interpoladas, injustificadas. a) Docentes que reúnam competências ao nível pedagógico,
10 — A coordenação de cada clube é da responsabilidade de gestão e técnico para a implementação dos projetos do PTE
do Coordenador do projeto no qual ele se integra. e para a coordenação de outros projetos e atividades das TIC´s
11 — Para além do Coordenador do projeto, os clubes ao nível do AEGCC;
podem ter outros professores dinamizadores. b) O CSAE, ou quem o substitua;
c) Estagiários dos cursos tecnológicos e dos cursos
Artigo 60.º profissionais nas áreas tecnológicas e outros alunos com
Atividades de Enriquecimento/Complemento Curricular competências TIC relevantes;
d) Não docentes com competências TIC relevantes.
1 — Entende-se por AEC as que estão regulamentadas pelo 3 — Sem prejuízo do disposto no número anterior, a
Despacho n.º 14460/2008, de 26/05, alterado pelo Despacho n.º Equipa PTE deverá incluir:
8683/2011, de 15/06, publicado em DR II Série n.º 122, de a) Um responsável pela componente pedagógica do PTE,
28/06. preferencialmente com assento no CP, que represente e articule
2 — Entende-se por ACC todas as que prevejam a com os Coordenadores de Departamento curricular e os
participação dos alunos, mas não incluídas na atividade letiva Coordenadores ou Diretores de Curso;
curricular como os Clubes e Projetos. b) Um responsável pela componente técnica do PTE, que
3 — As atividades referidas no ponto 1 b) são propostas ao represente e articule com o Diretor de instalações e o
Diretor, pela comunidade educativa, por qualquer estrutura ou responsável pela segurança no estabelecimento de ensino;
docente, a título individual, do AEGCC, ou por entidade não c) O Coordenador da Biblioteca Escolar (BE).
pertencente à comunidade escolar.
4 — Todas as atividades dos Clubes e Projetos constam do Artigo 62.º
PAA do AEGCC, que terá que ser aprovado depois de qualquer Funções
alteração.
5 — Os alunos são excluídos de uma atividades se A Equipa PTE exerce as seguintes funções:
ultrapassarem 3 faltas seguidas ou 5 interpoladas, a) Elaborar um plano de ação anual para as TIC (plano
injustificadas. TIC). Este plano visa promover a utilização das TIC nas
6 — A planificação das AEC tem que prever instrumentos atividades letivas e não letivas, rentabilizando os meios
de avaliação adequados. informáticos disponíveis e generalizando a sua utilização por
7 — Cada clube é constituído por um ou mais professores e todos os elementos da comunidade educativa;
por alunos. b) Contribuir para a elaboração dos instrumentos de
autonomia definidos no artigo 9.º do RAAG, integrando a
8 — As atividades dos clubes desenvolvem-se em sessões
estratégia TIC na estratégia global do AEGCC;
semanais e são registadas nos horários dos docentes, dentro da
c) Coordenar e acompanhar a execução dos projetos do
sua componente não letiva de estabelecimento.
PTE e de projetos e iniciativas próprias na área de TIC na
9 — Nos tempos referidos no ponto anterior desenvolvem-
educação, em articulação com os serviços regionais de
se também as atividades necessárias à organização do clube.
educação e com o apoio das redes de parceiros regionais;
10 — Só podem iniciar a sua atividade os clubes que
d) Promover e apoiar a integração das TIC no ensino, na
apresentem, pelo menos, 10 alunos inscritos podendo, contudo,
aprendizagem, na gestão e na segurança ao nível do AEGCC;
funcionar com menos alunos, se justificado com a falta de
e) Colaborar no levantamento de necessidades de formação
recursos.
e certificação em TIC de docentes e não docentes;
11 — Não é permitido o funcionamento de mais de três f) Fomentar a criação e participação dos docentes em redes
clubes no mesmo horário. colaborativas de trabalho com outros docentes ou agentes da
12 — É obrigatória a autorização escrita do EE para a comunidade educativa;
frequência do clube. g) Zelar pelo funcionamento dos equipamentos e sistemas
12 — Em cada sessão semanal são registadas as faltas dos tecnológicos instalados, sendo o interlocutor junto do centro de
alunos e um sumário das atividades desenvolvidas. apoio tecnológico às escolas e das empresas que prestem
13 — A coordenação de cada clube é da responsabilidade serviços de manutenção aos equipamentos;
do Coordenador do projeto no qual ele se integra. h) Articular com os técnicos da Câmara Municipal que
14 — Para além do Coordenador do projeto, os clubes apoiam as escolas do 1.º ciclo e do ensino pré-escolar do
podem ter outros professores dinamizadores. AEGCC;
i) O diretor é detentor de todas as palavras-chave dos
Artigo 61.º sistemas informáticos, podendo partilhá-las com os seus
Composição da Equipa PTE colaboradores.
discriminada ao EE, por desconto no cartão no 1º carregamento para tratar de serviço administrativo das direções de turma.
que for efetuado.
Artigo 79.º
Artigo 75.º Primeiros Socorros
Reprografia
1 — As escolas do AEGCC possuem material de primeiros
1 — Os Serviços de Reprografia destinam-se a fornecer socorros que está a cargo do encarregado operacional, na
impressos e a fotocopiar documentos solicitados pelos escola sede e pelos assistentes operacionais, nas restantes
elementos da comunidade escolar. escolas, que são responsáveis pela sua manutenção.
2 — Ficam isentos de pagamento a reprodução de trabalhos 2 — Os assistentes operacionais são os responsáveis pela
que se destinem às atividades letivas, de apoio educativo, de primeira assistência ao utente que necessite dos serviços,
direção de turma, coordenação curricular, orientação escolar e prestando-lhe assistência ou encaminhamento julgado mais
vocacional, gestão e administração escolar. conveniente.
3 — Os impressos e trabalhos não abrangidos pelo ponto
anterior são pagos segundo a tabela em vigor que será Artigo 80.º
atualizada anualmente no início de cada ano escolar e afixada Portaria da escola sede
em local visível ao utente.
4 — A requisição de serviços de reprografia deverá ser 1 — A entrada e a saída no recinto da escola sede fazem-se
feita em impresso próprio, que dará entrada nos serviços com pelos portões virados a Sul, onde funciona o serviço da porta-
uma antecedência mínima de 24 horas, sob pena de não se ria.
efetuar o trabalho. 2 — Excetua-se o acesso ao pavilhão gimnodesportivo e
5 — As fotocópias e os impressos não gratuitos são pagos piscinas municipais que se faz através de um portão próprio,
através do sistema GIAE, selecionando o produto a pagar, o onde se encontrará em permanência, durante o período de aber-
número de exemplares adquiridos e passando o cartão magnéti- tura deste, um funcionário a controlar os acessos.
co pelo leitor ótico. 3 — É obrigatória a validação da entrada e saída na escola
a todos os elementos da comunidade escolar e aos visitantes a
Artigo 76.º quem o Diretor atribuiu um cartão eletrónico, através da passa-
Cacifos gem do cartão pelo leitor existente na portaria.
4 — Presume-se que os elementos da comunidade escolar
Os cacifos existentes na escola são destinados a professores que não validaram a sua entrada ou saída na escola estiveram
e alunos, competindo ao serviço auxiliar da ação educativa a ausentes durante o período não validado.
sua gestão. 5 — Não são admitidas na escola pessoas estranhas, sem
motivo justificado.
6 — De acordo com a legislação em vigor, será entregue ao
Artigo 77.º visitante, depois de identificado, um cartão que deverá exibir
Complexo Desportivo durante a sua permanência dentro do recinto escolar.
7 — O funcionário em serviço na portaria introduz no sis-
1 — A escola sede utiliza as instalações desportivas da tema GIAE a entrada e saída do recinto da escola dos outros
Câmara Municipal, que consistem num pavilhão visitantes, registando o nome e o número de um documento
gimnodesportivo e uma piscina coberta, edificadas no recinto oficial de identificação.
da escola, mediante o pagamento de aluguer, correspondente às 8 — Podem ser dispensadas do disposto nos números ante-
horas de ocupação. riores as visitas em grupo, desde que sejam comunicadas e
2 — O horário de ocupação da piscina pelos alunos da autorizadas internamente pelo Diretor.
escola sede é estabelecido pela Empresa Municipal de Cultura 9 — Aos visitantes que o solicitem é entregue uma decla-
e Recreio Guilherme Correia de Carvalho, no início de cada ração emitida pelo sistema GIAE e assinada pelo Diretor que
ano letivo, dando prioridade à proposta formulada pelos comprove o tempo de permanência na escola.
professores de Educação Física da escola.
3 — O horário do pavilhão gimnodesportivo é estabelecido Artigo 81.º
conforme o horário das atividades letivas. Gestão de Instalações e Equipamentos
4 — A escola sede dispõe de um campo polidesportivo
descoberto que, prioritariamente, é utilizado pelas turmas, nas 1 — Só podem ser cedidas instalações que não ponham em
aulas de Educação Física, sendo de utilização livre no restante causa o normal funcionamento das atividades curriculares,
tempo. extracurriculares, outras atividades programadas ou em prática
e que não limitem o acesso e circulação dos intervenientes no
Artigo 78.º processo educativo, durante o seu horário habitual.
Atendimento/Receção aos Pais e/ou 2 — Compete ao Diretor autorizar a cedência das instala-
Encarregados de Educação ções.
3 — Os interessados devem solicitar, por escrito, a cedên-
Nas escolas existe uma sala para atendimento/receção aos cia das instalações com a antecedência de 5 dias úteis.
PEE por parte dos Diretores de Turma e professores titulares de
turma, onde estão colocados meios informáticos disponíveis Artigo 82.º
protocolos que estabeleçam as regras necessárias à atuação de 1 — Os serviços SAE do AEGCC são coordenados por um
cada uma das partes. docente nomeado pelo Diretor.
6 — Para a organização, acompanhamento e avaliação das 2 — Compete ao Coordenador dos SAE:
atividades dos serviços técnico-pedagógicos, o AEGCC pode a) Representar os SAE no CP;
fazer intervir outros parceiros ou especialistas em domínios que b) Convocar e presidir às reuniões ordinárias dos SAE;
considere relevantes para o processo de desenvolvimento e de c) Distribuir as tarefas a desempenhar pelos elementos dos
formação dos alunos. SAE, de acordo com as funções respetivas.
3 — A distribuição do serviço e o respetivo horário care-
SUBSECÇÃO I cem de aprovação do Diretor.
Serviços de Apoio Socioeducativo
Artigo 88.º
Artigo 86.º Educação Especial
Composição
1 — A educação especial rege-se por diplomas específicos
1 — Os serviços de apoio socioeducativo (SAE) do e tem por objetivos a inclusão educativa e social, o acesso e o
AEGCC são desempenhados por: sucesso educativo, a autonomia, a estabilidade emocional, bem
a) docentes com funções de apoio educativo aos alunos, como a promoção da igualdade de oportunidades, a preparação
como enriquecimento curricular; para o prosseguimento de estudos ou para uma adequada pre-
b) docentes da educação especial; paração para a vida pós-escolar ou profissional.
c) docentes com funções na intervenção precoce na infân- 2 — A educação especial organiza-se segundo modelos di-
cia; versificados de integração em ambientes de escola inclusiva e
d) terapeuta da fala; integradora, garantindo a utilização de ambientes o menos
e) assistente social. restritivo possível desde que dessa integração não resulte qual-
2 — Consideram-se docentes da educação especial os que quer tipo de segregação ou de exclusão da criança ou jovem
pertencem aos grupos de recrutamento 910, 920 e 930 e que com necessidades educativas especiais.
possuem um curso de especialização para um dos domínios da 3 — A educação especial deve ter como objetivos, relati-
educação especial. vamente a cada criança ou jovem, o cumprimento da escolari-
3 — Compete aos SAE: dade obrigatória e a integração na vida ativa, numa perspetiva
a) Prestar os apoios educativos dentro ou fora do contexto de promoção do maior desenvolvimento possível, de acordo
da sala de aula; com as limitações ou incapacidades de cada um deles, das suas
b) Exercer as funções que o Decreto-Lei n.º 3/2008, de aprendizagens, competências, aptidões e capacidades.
07/01, alterado pela Lei n.º 21/2008, de 12/05, atribui à educa- 4 — Do relatório técnico-pedagógico constam os resulta-
ção especial; dos decorrentes da avaliação, obtidos por diferentes instrumen-
c) Exercer as funções que o Decreto-Lei n.º 281/2009, de tos de acordo com o contexto da sua aplicação, tendo por refe-
06/10, atribui à intervenção precoce; rência a Classificação Internacional da Funcionalidade, Incapa-
d) Prestar apoio técnico ou especializado segundo as respe- cidade e Saúde, da Organização Mundial de Saúde, servindo de
tivas áreas funcionais; base à elaboração do programa educativo individual.
e) Planificar e articular a ação dos seus elementos e de ou- 5 — A avaliação deve ficar concluída 30 dias após a refe-
tros recursos disponíveis na prestação dos apoios aos alunos; renciação com a aprovação do programa educativo individual
f) Propor e dinamizar ações de formação a docentes e não pelo CP do AEGCC.
docentes, relacionadas com os apoios educativos e a educação 6 — Quando o Diretor decida pela não homologação do
especial; programa educativo individual, deve exarar despacho justifica-
4 — Havendo recursos disponíveis, os apoios educativos tivo da decisão, devendo reenviá-lo à entidade/estrutura que o
são prestados, prioritariamente, aos alunos: tenha elaborado, com o fim de obter uma melhor justificação
a) com plano de acompanhamento ou de recuperação; ou enquadramento.
b) com, pelo menos, 3 níveis inferiores a três na última ava-
liação sumativa (alunos dos 2º e 3º ciclos); SUBSECÇÃO II
c) com menção inferior a suficiente em duas disciplinas Serviços de Psicologia e Orientação
(alunos do 1º ciclo);
d) Indicados para apoio educativo em resultado da avalia- Artigo 89.º
ção de funcionalidade definida pelo Decreto-Lei n.º 3/2008, de Âmbito
07/01, alterado pela Lei n.º 21/2008, de 12/05;
5 — Os apoios socioeducativos, especializados ou não, re- 1 — Os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO), nos
sultam das sinalizações efetuadas por docentes ou pelos EE. termos do disposto no Decreto-Lei n.º 190/91, de 17/05, são
6 — Os apoios educativos carecem de autorização expressa unidades especializadas de apoio educativo, integradas na rede
do respetivo EE. escolar, que desenvolvem a sua ação nos estabelecimentos de
educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário e, por-
tanto, no AEGCC.
Artigo 87.º 2 — Os SPO, coordenados por um psicólogo, atuam em es-
Coordenador dos Serviços de Apoio Socioeducativo treita articulação com os outros serviços de apoio educativo
referidos no capítulo III da Lei de Bases do Sistema Educativo,
1 — A gestão das Bibliotecas Escolares do AEGCC é da por parte dos alunos e professores, quer no âmbito curricular,
responsabilidade dos professores bibliotecários e da equipa quer no da ocupação de tempos livres;
nomeada pelo Diretor. d) Gerir os recursos financeiros previstos e aprovados para
2 — A sala de cada uma das Bibliotecas Escolares é a execução do Plano de Atividades;
multifuncional, contemplando as zonas de: e) Estabelecer redes de cooperação, acordos, protocolos no
a) Atendimento; plano interno e externo nas áreas de atividade das Bibliotecas
b) Leitura informal e lazer; Escolares, de acordo com o Diretor e o CP;
c) Consulta de documentação (local de consulta e pesquisa f) Assegurar a participação do representante das Bibliotecas
bibliográfica); Escolares nas reuniões do Grupo de Trabalho Concelhio;
d) Audiovisual (áudio, TV e vídeo); g) Promover a cooperação com outras instituições oficiais e
e) Multimédia/Internet; particulares em diferentes áreas, tais como o trabalho técnico e
3 — As Bibliotecas Escolares do AEGCC estão abertas, a animação pedagógica;
ininterruptamente, durante todo o período letivo. h) Estabelecer laços de parceria técnica pedagógica com a
4 — O horário de funcionamento está afixado junto da Biblioteca Municipal;
entrada e em local visível no seu interior. i) Zelar pela guarda e manutenção do mobiliário,
5 — Poderão ter acesso às Bibliotecas Escolares todos os equipamentos e documentos;
elementos pertencentes à Comunidade, mediante o j) Efetuar o atendimento aos utilizadores;
cumprimento das normas de utilização. k) Controlar a leitura presencial, o empréstimo domiciliário
e para as aulas;
l) Controlar o funcionamento do espaço da BE;
Artigo 94.º m) Efetuar o tratamento técnico dos documentos (registo,
Constituição da Equipa das Bibliotecas Escolares carimbagem, cotação, arrumação, informatização);
n) Organizar e manter as zonas funcionais do espaço;
1 — A Equipa das Bibliotecas Escolares do AEGCC é o) Elaborar o regimento interno da BE;
constituída pelos professores bibliotecários, por outros docen- p) Conferir anualmente o inventário do fundo documental,
tes representantes de cada um dos Departamentos e por um materiais e equipamentos existentes nas Bibliotecas Escolares.
professor de TIC, respeitando o disposto no artigo 4º da Porta-
ria n.º 756/2009, de 14/07.
2 — Fazem também parte da Equipa das Bibliotecas Esco- Artigo 96.º
lares os assistentes operacionais, selecionadas pelo Diretor, Competências do Coordenador da Equipa da Biblioteca
ouvidos os professores bibliotecários, de entre aqueles que Escolar
possuem competências adequadas ao exercício das funções.
3 — O Coordenador da Equipa das Bibliotecas Escolares é Para além do disposto no n.º 2 do artigo 3.º da Portaria n.º
um dos professores bibliotecários, nomeado pelo Diretor, 756/2009, de 14/07, são competências do Coordenador da
ouvido o CP. Equipa das Bibliotecas Escolares:
4 — Os restantes membros da equipa são nomeados pelo a) Coordenar a Equipa;
Diretor, ouvido o Coordenador. b) Cooperar com o Diretor na seleção dos membros da
5 — O mandato da Equipa das Bibliotecas Escolares Equipa;
coincide com o do respetivo Coordenador. c) Articular a sua atividade com os órgãos de gestão da
escola (CG, CP e Diretor) para viabilizar as funções da BE e
6 — Os elementos da Equipa das Bibliotecas Escolares,
assegurar a ligação com o exterior, nomeadamente com a rede
exceto os professores bibliotecários cessam as suas funções em
de leitura pública;
qualquer altura, por deixarem de exercer funções no AEGCC
d) Representar as Bibliotecas na Equipa PTE;
ou por decisão do Diretor.
e) Executar ou promover a execução das decisões da
Equipa das Bibliotecas Escolares;
Artigo 95.º
f) Coordenar a elaboração dos relatórios das atividades
Competências da Equipa da Biblioteca Escolar
desenvolvidas pela EBE em cada período letivo e apresentá-los
ao Coordenador da CDPA;
Para além de coadjuvar os professores bibliotecários nas
g) Delegar funções nos membros da Equipa de acordo com
funções definidas no n.º 2 do artigo 3.º da Portaria n.º
o Diretor e o CP.
756/2009, de 14/07, compete à Equipa das Bibliotecas
Escolares:
a) Elaborar um Plano de Ação para o período de 4 anos,
Artigo 97.º
que seja operacionalizável através de um PAA e que
contemple: política documental, dinâmica intra-agrupamento e Política Documental
gestão de recursos humanos e materiais;
São definidas as seguintes regras de aquisição documental
b) Definir e utilizar estratégias e instrumentos de avaliação
na escola:
para as atividades realizadas pela BE e elaborar um Relatório
a) A aquisição documental será definida, no início do cada
Anual de Avaliação;
ano letivo, ouvidos o Diretor, o CP, os professores, os alunos e
c) Perspetivar a BE e as suas funções pedagógicas no
a restante comunidade educativa e deve estar prioritariamente
contexto do PE do AEGCC, promovendo a sua constante
de acordo com o currículo nacional, o PE do AEGCC e o pro-
atualização e uma utilização plena dos recursos documentais,
Turma, pedidos de informação ou esclarecimento dos restantes Estruturas representativas dos Pais e Encarregados de
alunos, relativamente a assuntos da vida escolar de seu interes- Educação
se;
c) Cooperar na divulgação do RI, ajudando a fazer respeitar Artigo 106.º
as suas normas; Encarregados de Educação
d) Promover o diálogo como a forma adequada de resolu-
ção de problemas, contribuindo, através do próprio exemplo, 1 — As estruturas representativas dos PEE dos alunos do
para a manutenção de um bom entendimento generalizado; AEGCC, designada por Associação de Pais e Encarregados de
e) Consciencializar os restantes alunos da turma, da neces- Educação dos Alunos do Agrupamento de Escolas Guilherme
sidade de salvaguardar a conservação e a limpeza das instala- Correia de Carvalho, APEEES, dão corpo ao seu direito de
ções e bom estado dos equipamentos e do material didático; participação na vida desta instituição, o qual se concretiza
f) Dinamizar ou colaborar na dinamização das atividades da através da organização e colaboração em iniciativas que visam
turma dentro e fora da sala de aula; a melhoria da sua qualidade, em ações que motivem as apren-
g) Representar os alunos da turma nos Conselhos de turma dizagens e a assiduidade e em projetos de desenvolvimento
disciplinares; socioeducativo.
h) Secretariar as reuniões da Assembleia de Turma; 2 — As estruturas representativas dos PEE permitem que a
i) Representar os alunos no respetivo Conselho de Turma e sua participação se concretize, nomeadamente (sem ordem
na Assembleia de Delegados e Subdelegados; especifica):
j) O Delegado e o Subdelegado podem solicitar a realização a) Ao nível da turma;
de reuniões da turma para apreciação de matérias relacionadas b) Ao nível de cada escola que constitui o AEGCC;
com o funcionamento da turma sem prejuízo do cumprimento c) Ao nível do AEGCC.
das atividades letivas.
Artigo 107.º
Artigo 104.º Associação de Pais e Encarregados de Educação
Competências do Subdelegado de Turma
1 — A participação dos PEE ao nível geral do AEGCC
São competências do Subdelegado: concretiza-se através da intervenção da respetiva APEEES,
a) Colaborar com o Delegado de Turma no exercício de to- adiante designada por Associação de Pais, cujo regime de cons-
das as competências definidas no artigo anterior; tituição, direitos e deveres, se encontram consagrados na lei
b) Substituir o Delegado, em caso de impedimento momen- geral, no RI e Regimento Interno desta.
tâneo no exercício da sua competência de representar os alunos 2 — Nos termos do RAAG à Associação de Pais legalmen-
no respetivo Conselho de Turma; te constituída compete designar os seus representantes para
c) Representar a turma, em colaboração com o respetivo (sem ordem especifica):
Delegado, na Assembleia de Delegados e Subdelegados. a) O CG;
b) O CP;
Artigo 105.º c) Comissão de elaboração do PE do AEGCC;
Assembleia de Delegados e Subdelegados d) EAI do AEGCC;
e) Todas as demais estruturas, Conselhos e equipas de tra-
1 — A participação dos alunos, ao nível dos 2º e 3º ciclos e balho, em que a sua participação venha a ser solicitada.
da Escola, é assegurada pela Assembleia de Delegados e Sub- 3 — À Associação de Pais compete ainda designar os seus
delegados. representantes aos Conselhos de Turma disciplinares enquanto
2 — Esta estrutura representativa dos alunos, de carácter assistente ao processo, sem direito de voto.
consultivo, integra todos os Delegados e Subdelegados das 4 — Os representantes dos PEE serão convocados, para as
turmas dos 2º e 3º ciclos. reuniões de Conselho de Turma disciplinar com quarenta e oito
3 — A Assembleia de Delegados e Subdelegados reúne, horas de antecedência em relação à data da reunião.
ordinariamente, uma vez por trimestre ou sempre que seja
convocada pelo Diretor, por sua iniciativa ou a requerimento de Artigo 108.°
dois terços das turmas representadas. Funcionamento da Associação de Pais
4 — O regimento, elaborado pela Assembleia de Delega-
dos e Subdelegados, é homologado pelo Conselho de Diretores 1 — Compete ao AEGCC, nomeadamente ao Diretor viabi-
de Turma. lizar a atividade da Associação de Pais, disponibilizando insta-
5 — A convocatória, que deverá conter a ordem de traba- lações e equipamentos adequados para as suas atividades e
lhos, a data, o horário previsto e o local onde a reunião terá espaços próprios para afixação de convocatórias ou de outra
lugar, será afixada na sala de convívio dos alunos e na portaria documentação no âmbito da sua atividade.
com, pelo menos, de dois dias úteis de antecedência, respeitan- 2 — Compete ao AEGCC fornecer todo o apoio adminis-
do as normas relativas ao regime de funcionamento da escola, trativo, nomeadamente na impressão e distribuição de informa-
não se traduzindo nunca em prejuízo das atividades letivas. ções, convocatórias, ou documentação relevante emanada da
6 — De cada reunião será lavrada ata que depois de lida e estrutura e a ser distribuída pelos EE dos alunos do AEGCC,
aprovada será entregue ao Diretor. tutela ou comunidade local.
3 — Os membros dos corpos sociais da estrutura da APE-
SECÇÃO II EES, podem a todo e qualquer momento entrarem e circularem
nos espaços escolares (recinto e edifícios), devendo para tal 2 — Tratando-se de visitas que envolvam mais do que uma
adotar uma postura discreta que não perturbe o normal funcio- turma/grupo, é adequado considerar o critério de 1 docente por
namento das aulas. cada 10 crianças.
4 — A APEEES pode utilizar o espaço das instalações que 3 — Nos 2º e 3º ciclos os alunos deverão ser acompanha-
lhe forem atribuídos para o seu funcionamento, a qualquer hora dos, de acordo com os seguintes critérios:
do dia e da semana. i. No 2.º Ciclo, 1 professor por cada 10 alunos;
5 — A APEEES tem o dever de zelar e preservar em bom ii. No 3.º Ciclo, 1 professor por cada 15 alunos.
estado de funcionamento, todo o equipamento que lhe for fa- 4 — O número de acompanhantes deverá ser no máximo
cultado pelo AEGCC para o exercício das suas atividades. de três por turma.
Artigo 112.°
CAPÍTULO VI Reuniões
Disposições Complementares
1 — O CP e os departamentos curriculares reúnem ordina-
Artigo 109.º riamente uma vez por mês, exceto no mês de Agosto.
Regime de funcionamento do AEGCC 2 — As estruturas reúnem de acordo com o respetivo regi-
mento.
1 — As atividades letivas da Educação Pré-escolar e do 1º 3 — Todas as estruturas reúnem extraordinariamente por
ciclo decorrem de 2ª a 6ª feira, com um horário normal de 5 convocação do respetivo Coordenador, do Diretor, ou a reque-
horas, sem prejuízo do seguinte: rimento de dois terços dos seus membros.
a) Para além das atividades curriculares funciona na Educa- 4 — O requerimento, fundamentado, é dirigido ao respeti-
ção Pré-escolar uma componente sócio educativa; vo Coordenador da estrutura.
b) Para além das atividades curriculares funcionam nas es-
colas do 1º ciclo as AEC, nos termos dos Despachos [Link] Artigo 113.°
14460/2008, de 15/05 e 13599/2006, de 07/06. Convocatórias
2 — Na escola sede as aulas decorrem de 2ª a 6ª feira das
08:30 horas até às 17:20 horas e sem atividades letivas na tarde 1 — Por norma, as reuniões dos órgãos e estruturas do
de 4ª feira. AEGCC são convocadas pelo Presidente ou Coordenador do
3 — Na Escola Dr. Reis Leitão as aulas decorrem entre as respetivo órgão /estrutura.
9:00 horas e as 17:30 horas e sem atividades letivas na tarde de 2 — As reuniões dos órgãos e estruturas do AEGCC são
4ª feira. convocadas com uma antecedência mínima de 48 horas.
4 — A contabilização das aulas, nos 2º e 3º CEB, faz-se 3 — São válidas as convocatórias efetuadas com uma ante-
por tempos letivos de 45 minutos. cedência inferior, se existir concordância entre todos os ele-
mentos do órgão ou estrutura.
Artigo 110.º 4 — Na convocatória constam a identificação do órgão ou
Segurança estrutura a que se refere, a data, a hora e o local onde a reunião
1 — A responsabilidade pela segurança do AEGCC é do terá lugar, a ordem de trabalhos, a identificação legível de
Diretor, que poderá delegar num ou mais professores a função quem convoca e a data da convocatória.
de delegado(s) de segurança.
2 — O responsável pela segurança deve promover e coor- Artigo 114.°
denar a elaboração dos planos de segurança, envolvendo a Atas
comunidade educativa no sentido de uma maior abrangência e
corresponsabilização. 1 — Das reuniões de qualquer órgão ou estrutura do
3 — O responsável pela segurança deve implementar as AEGCC será elaborada uma ata em que conste a identificação
medidas cautelares de prevenção e segurança as quais obede- do órgão ou estrutura, o dia, a hora e o local da reunião, o no-
cem ao disposto na legislação em vigor, respeitante às condi- me de quem preside, a ordem de trabalhos e a identificação dos
ções técnicas de segurança contra incêndios em edifícios. elementos ausentes.
4 — As escolas do agrupamento que dispõem de circuitos 2 — Nas atas devem constar os assuntos tratados, as pro-
externos e internos de segurança e de videovigilância respeitam postas e as decisões formuladas e qualquer tomada de posição
horários fixados pela direção do agrupamento. assumida por um ou mais dos elementos presentes e a seu pe-
5 — A gestão dos sistemas externos e internos de seguran- dido.
ça e de videovigilância respeitam a legislação em vigor. 3 — Todas as atas são obrigatoriamente passadas a letra de
imprensa através de meios informáticos e impressas em suporte
Artigo 111.º papel.
Visitas de Estudo (Ratio professor/aluno) 4 — Os números devem ser escritos por extenso, exceto os
que se refiram a diplomas legais.
1 — No pré-escolar e no 1º ciclo, a turma é acompanhada 5 — A ata é assinada pelo Presidente e pelo Secretário, de-
pelo educador/professor e um assistente operacional. pois de aprovada por maioria na reunião seguinte, sem prejuízo
de poder ser aprovada uma minuta, finda a reunião.
6 — Todas as assinaturas devem ser legíveis.
Artigo 116.°
Publicitação
Artigo 117.°
Processo de revisão do RI
Artigo 118.°
Dúvidas e omissões
Modernização do Parque Escolar Destinado ao Ensino Secundário Decreto-Lei n.º 55/2009. D.R. n.º 42, Série I de 2009-03-
pela Parque Escolar, E. P. E. 02Estabelece o regime jurídico aplicável à atribuição e ao funcio-
Decreto-Lei n.º 281/2009. D.R. n.º 193, Série I de 2009-10-06 – namento dos apoios no âmbito da ação social escolar
Cria o Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância. Decreto-Lei n.º 7/2003, de 15/01 – Regulamenta os conselhos
Decreto-Lei n.º 3/2008, de 07/01 – Define os apoios especializa- municipais de educação e aprova o processo de elaboração de car-
dos a prestar na educação pré-escolar e nos ensinos básico e se- ta educativa, transferindo competências para as autarquias locais.
cundário dos sectores público, particular e cooperativo - Lei n.º Decreto-Lei n.º 75/2008, de 22/04 – Aprova o regime de autono-
21/2008, de 12/05 - Primeira alteração, por apreciação parlamen- mia, administração e gestão dos estabelecimentos públicos da
tar, ao Decreto-Lei n.º 3/2008 de 07/01, que define os apoios es- educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário.
pecializados a prestar na educação pré-escolar e nos ensinos bási- Decreto-Lei n.º 75/2010. D.R. n.º 120, Série I de 2010-06-23 -
co e secundário dos sectores público, particular e cooperativo. Procede à décima alteração ao Estatuto da Carreira dos Educado-
Decreto-Lei n.º 300/97, de 31/10 - Cria a carreira de psicólogo res de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundá-
dos serviços de psicologia e orientação. rio, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 139-A/90, de 28 de Abril - De-
Decreto-Lei n.º 35/2007. D.R. n.º 33, Série I de 2007-02-15 – creto-Lei n.º 270/2009, de 30/09 – Procede à nona alteração ao
Estabelece o regime jurídico de vinculação do pessoal docente da Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores
educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário para o dos Ensinos Básico e Secundário, aprovado pelo Decreto-Lei n.º
exercício transitório de funções docentes ou de formação em áreas 139-A/90, de 28/04, à terceira alteração ao Decreto-Lei n.º
técnicas específicas, no âmbito dos estabelecimentos públicos de 20/2006, de 31/01, e à primeira alteração ao Decreto-Lei n.º
educação e ensino não superior. 104/2008, de 24/06.
Decreto-Lei n.º 372/90, de 27/11 – Disciplina o regime de consti- Despacho Conjunto n.º 300/97, de 07/09, Diário n.º 208, Série II
tuição, os direitos e os deveres a que ficam subordinadas as asso- de 1997-09-09. (pag. 1187) – normas que regulam a compartici-
ciações de pais e encarregados de educação - Decreto-Lei n.º pação dos pais e encarregados de educação no custo das compo-
80/99, de 16/03 - Altera o Decreto-Lei n.º 372/90 de 27/11, que nentes não educativas dos estabelecimentos de educação pré-
disciplina o regime de constituição, os direitos e os deveres a que escolar e que constam do anexo ao presente despacho.
ficam subordinadas as associações de pais e encarregados de edu- Despacho n.º 11203/2007. D.R. n.º 110, Série II de 2007-06-08 –
cação - Lei n.º 29/2006, de 04/07 - Segunda alteração ao Decreto- Definição das orientações aplicáveis aos Centros Novas Oportu-
Lei n.º 372/90 de 27/11, que disciplina o regime de constituição, nidades e às entidades formadoras dos cursos de educação e for-
os direitos e os deveres a que ficam subordinadas as associações mação de adultos.
de pais e encarregados de educação. Despacho n.º 1199/2008. D.R. n.º 7, Série II de 2008-01-10 –
Decreto-Lei n.º 442/91, de 15/11 – Aprova o Código do Procedi- Autorização de prestação de serviços no âmbito do Plano Tecno-
mento Administrativo – Decreto-Lei n.º 6/96, de 31/01 - Altera o lógico.
Código do Procedimento Administrativo. Despacho n.º 13020/2008. D.R. n.º 89, Série II de 2008-05-08 –
Decreto-Lei n.º 50/98, de 11/03 – Reformula o regime jurídico da Dispensa da realização da profissionalização em serviço mediante
formação profissional na Administração Pública. – Decreto-Lei determinadas condições.
n.º 174/2001. D.R. n.º 126, Série I-A de 2001-05-31, Alarga o Despacho n.º 13599/2006 (2.ª série). D.R. n.º 123, Série II de
crédito anual concedido para autoformação aos funcionários e 2006-06-28 – estabelece regras e princípios orientadores a obser-
agentes da Administração Pública, estabelecido pelo Decreto-Lei var, em cada ano letivo, na elaboração do horário semanal de tra-
n.º 50/98 de 11 de Março. balho do pessoal docente em exercício de funções no âmbito dos
Decreto-Lei n.º 51/2009. D.R. n.º 41, Série I de 2009-02-27 - estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos
Procede à segunda alteração ao Decreto-Lei n.º 20/2006, de 31 de básico e secundário, bem como na distribuição do serviço docente
Janeiro, que reviu o regime jurídico do concurso para seleção e correspondente – Despacho n.º 17860/2007. D.R. n.º 155, Série II
recrutamento do pessoal docente da educação pré-escolar e dos de 2007-08-13 Alteração do despacho n.º 13 599/2006 - organiza-
ensinos básico e secundário, bem como da educação especial, e ção do ano letivo de 2007. – Despacho n.º 19117/2008. D.R. n.º
que revogou o Decreto-Lei n.º 35/2003, de 27 de Fevereiro 137, Série II de 2008-07-17 Determina a organização do ano leti-
vo.
Despacho n.º 14026/2007. D.R. n.º 126, Série II de 2007-07-03 – de escolas ou escolas não agrupadas na sequência do procedimen-
Normas a observar para a matrícula dos alunos e a organização to da avaliação de desempenho de pessoal docente.
das turmas nos ensinos básico e secundário. Despacho n.º Despacho n.º 29856/2007. D.R. n.º 249, Série II de 2007-12-27 –
13170/2009. D.R. n.º 108, Série II de 2009-06-04 – Definição de É aprovado o regulamento do procedimento de acreditação de
um conjunto de regras relativas a matrículas e renovação de ma- avaliadores externos no âmbito dos Centros Novas Oportunida-
trículas. des.
Despacho n.º 143/2008. D.R. n.º 2, Série II de 2008-01-03 – Despacho n.º 29864/2007. D.R. n.º 249, Série II de 2007-12-27 –
Aprova o modelo orgânico e operacional relativo à execução, no Regulamenta os procedimentos de acreditação para avaliação dos
âmbito do Ministério da Educação, do Plano Tecnológico da Edu- manuais escolares e de avaliação para certificação.
cação. Despacho n.º 700/2009. D.R. n.º 6, Série II de 2009-01-09 Despacho n.º 29865/2007. D.R. n.º 249, Série II de 2007-12-27 –
– Altera o modelo de gestão do Plano Tecnológico da Educação. Aprova o calendário das adoções de manuais escolares a partir do
Despacho n.º 14310/2008. D.R. n.º 99, Série II de 2008-05-23 – ano letivo de 2008-2009.
Define as orientações para o funcionamento dos centros novas Despacho n.º 4026/2008. D.R. n.º 33, Série II de 2008-02-15 –
oportunidades nos estabelecimentos públicos de ensino. Determina autoridade de gestão do (POPH) A assumir as atribui-
Despacho n.º 14460/2008, de 15/05, D.R. n.º 100, Série II de ções, direitos e obrigações de gestão da I. O. Educação (PRODEP
2008-05-26 – Regulamento que define o regime de acesso ao III).
apoio financeiro no âmbito do programa das atividades de enri- Despacho n.º 415/2008. D.R. n.º 3, Série II de 2008-01-04 – Fixa
quecimento curricular. as condições de entrada em vigor do regime de avaliação e certifi-
Despacho n.º 16149/2007. D.R. n.º 142, Série II de 2007-07-25 – cação dos manuais escolares a partir do ano letivo de 2008/2009.
Visa desenvolver a formação em Tecnologias da Informação e da Despacho n.º 6260/2008. D.R. n.º 46, Série II de 2008-03-05 – É
Comunicação (TIC) no 8.º ano de escolaridade. aprovado o regulamento de exames a nível de escola para a con-
Despacho n.º 16551/2009, de 13/07, D.R. n.º 139, Série II de clusão e certificação do nível secundário de educação ao abrigo
2009-07-21 – Fixação dos critérios a observar na constituição e do Decreto-Lei n.º 357/2007, de 29 de Outubro.
dotação das assessorias técnico-pedagógicas para apoio à ativida- Despacho n.º 6753/2008. D.R. n.º 48, Série II de 2008-03-07 –
de do cargo de diretor dos estabelecimentos públicos de educação Designação dos membros do conselho científico da avaliação.
pré-escolar e dos ensinos básico e secundário. Despacho n.º 7465/2008. D.R. n.º 52, Série II de 2008-03-13 –
Despacho n.º 16693/2008. D.R. n.º 117, Série II de 2008-06-19 – Delegação de competências de avaliador e nomeação em comis-
Constitui as comissões de avaliação e certificação dos manuais são de serviço de professores na categoria de professor titular 21.
escolares para as disciplinas de Físico-Química e Ciências Natu- Despacho n.º 8519/2008. D.R. n.º 58, Série II de 2008-03-24 –
rais dos 7.º, 8.º e 9.º anos de escolaridade. Atribui anualmente o Prémio Nacional de Professores dirigido a
Despacho n.º 16872/2008. D.R. n.º 119, Série II de 2008-06-23 – todos os educadores de infância e professores dos 1.º, 2.º e 3.º ci-
Aprova os modelos de impressos das fichas de autoavaliação e clos de ensino básico e secundário.
avaliação do desempenho do pessoal docente, bem como as pon- Despacho n.º 8774/2008. D.R. n.º 60, Série II de 2008-03-26 –
derações dos parâmetros classificativos constantes das fichas de Reforço do princípio da estabilidade do sistema de colocações do
avaliação. corpo docente.
Despacho n.º 18038/2008. D.R. n.º 128, Série II de 2008-07-04– Despacho n.º 9745/2009, de 08/04 – Fixação do número de adjun-
Funcionamento dos centros de formação de associações de esco- tos do diretor para os estabelecimentos públicos de educação pré-
las. escolar e dos ensinos básico e secundário.
Despacho n.º 19308/2008. D.R. n.º 139, Série II de 2008-07-21 – Despacho Normativo n.º 1/2006. D.R. n.º 5, Série I-B de 2006-01-
Distribuição do serviço docente, nas áreas curriculares disciplina- 06 – Regulamenta a constituição, funcionamento e avaliação de
res, ao nível do 2.º ciclo. turmas com percursos curriculares alternativos. Revoga o despa-
Despacho n.º 20131/2008. D.R. n.º 146, Série II de 2008-07-30 – cho n.º 22/SEEI/96, de 20 de Abril.
Determina as percentagens máximas para atribuição das menções Despacho Normativo n.º 19/2008. D.R. n.º 56, Série II de 2008-
qualitativas de Excelente e de Muito bom em cada agrupamento 03-19 – Regulamento do Júri Nacional de Exames, Regulamento
dos Exames do Ensino Básico e Regulamento dos Exames do En- 2003/98/CE, do Parlamento e do Conselho, de 17 de Novembro,
sino Secundário. relativa à reutilização de informações do sector público
Despacho Normativo n.º 28/2007. D.R. n.º 149, Série II de 2007- Lei n.º 46/86, de 14/10 – Lei de Bases do Sistema Educativo. Lei
08-03 – Determina o modo de cálculo da classificação final nas n.º 115/97, de 19/09 – Alteração à Lei n.º 46/86, de 14/10 (Lei de
disciplinas em que os alunos do ensino básico recorrente realizem Bases do Sistema Educativo). Lei n.º 49/2005, de 30/08 – Segun-
exame nacional. da alteração à Lei de Bases do Sistema Educativo e primeira alte-
Despacho Normativo n.º 4-A/2010. D.R. n.º 26, Suplemento, ração à Lei de Bases do Financiamento do Ensino Superior.
Série II de 2010-02-08 – Estabelece os critérios a aplicar na reali- Lei n.º 58/2008, de 09/09 – Estatuto Disciplinar dos Trabalhado-
zação da ponderação curricular prevista no artigo 43.º da Lei n.º res Que Exercem Funções Públicas.
66-B/2007, de 28/12, bem como os procedimentos a que a mesma Lei n.º 59/2008, de 11/09 – Aprova o Regime do Contrato de
deve obedecer. Trabalho em Funções Públicas.
Lei Constitucional n.º 1/2005, de 12/08 – Sétima revisão constitu- Lei n.º 5-A/2002. D.R. n.º 9, Suplemento, Série I-A de 2002-01-
cional. 11 - Primeira alteração à Lei n.º 169/99 de 18 de Setembro, que
Lei n.º 11/2008. D.R. n.º 36, Série I de 2008-02-20 - Procede à estabelece o quadro de competências, assim como o regime jurí-
primeira alteração à Lei n.º 53/2006 de 7 de Dezembro, que torna dico de funcionamento, dos órgãos dos municípios e das freguesi-
extensivo o regime de mobilidade especial aos trabalhadores com as
contrato individual de trabalho, procede à vigésima sexta altera- Lei n.º 66-B/2007, de 28/12 – Estabelece o sistema integrado de
ção ao Decreto-Lei n.º 498/72 de 9 de Dezembro, que consagra o gestão e avaliação do desempenho na administração pública.
Estatuto da Aposentação, procede à segunda alteração à Lei n.º Parecer n.º 3/2008. D.R. n.º 42, Série II de 2008-02-28 – Parecer
60/2005 de 29 de Dezembro, procede à primeira alteração à Lei sobre o projeto de decreto-lei «Regime jurídico de autonomia,
n.º 52/2007 de 31 de Agosto, e cria a proteção no desemprego de administração e gestão dos estabelecimentos públicos da educa-
trabalhadores da Administração Pública ção pré-escolar e dos ensinos básico e secundário».
Lei n.º 12-A/2008, de 27/02 – Estabelece os regimes de vincula- Portaria n.º 1260/2007. D.R. n.º 186, Série I de 2007-09-26 –
ção, de carreiras e de remunerações dos trabalhadores que exer- Estabelece o regime do contrato de autonomia a celebrar entre as
cem funções públicas. escolas e a respetiva Direção Regional de Educação em regime de
Lei n.º 159/99. D.R. n.º 215, Série I-A de 1999-09-14 - Estabelece experiência pedagógica.
o quadro de transferência de atribuições e competências para as Portaria n.º 1633/2007, de 31/12 – Aprova os modelos de fichas
autarquias locais de autoavaliação e avaliação do desempenho.
Lei n.º 2/2007. D.R. n.º 10, Série I de 2007-01-15 - Aprova a Lei Portaria n.º 604/2008, de 09/07 – Define as regras a observar no
das Finanças Locais, revogando a Lei n.º 42/98 de 6 de Agosto procedimento concursal prévio à eleição do diretor, nos termos do
Lei n.º 21/2008. D.R. n.º 91, Série I de 2008-05-12 – Primeira Decreto-Lei n.º 75/2008, de 2/04.
alteração, por apreciação parlamentar, ao Decreto-Lei n.º 3/2008 Portaria n.º 756/2009, de 14/07 – Estabelece as regras de designa-
de 7 de Janeiro, que define os apoios especializados a prestar na ção de docentes para a função de professor bibliotecário e para a
educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário dos secto- função de coordenador interconcelhio para as bibliotecas escola-
res público, particular e cooperativo. res.
Lei n.º 3/2008. D.R. n.º 13, Série I de 2008-01-18 – Primeira Portaria n.º 759/2009, de 16/07 – Procede à adaptação do sistema
alteração à Lei n.º 30/2002 de 20 de Dezembro, que aprova o Es- integrado de gestão e avaliação do desempenho na Administração
tatuto do Aluno dos Ensinos Básico e Secundário. Pública ao pessoal não docente dos estabelecimentos públicos de
Lei n.º 46/2007. D.R. n.º 163, Série I de 2007-08-24 - Regula o educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário.
acesso aos documentos administrativos e a sua reutilização, revo-
ga a Lei n.º 65/93 de 26 de Agosto, com a redação introduzida pe-
las Lei [Link] 8/95, de 29 de Março, e 94/99, de 16 de Julho, e
transpõe para a ordem jurídica nacional a Diretiva n.º
ANEXOS
ANEXO I
ORGANOGRAMA DO AEGCC
(ponto 1 do artigo 4.º do RIAEGCC)
CMS
CMS
CMS
CO
CONSELHOGERAL
A GRU
LA S
AEGCC
a lho
E B2
,3
rv
Ca
D
G ES
u il C O L S E D E de
r.
he r A re i a
me Cor
(ponto 1 do art.º 4.º do Regulamento Interno)
DIRECTOR
CONSELHO CONSELHO
PEDAGÓGICO ADMINISTRATIVO CONSELHO PEDAGÓGICO
COORDENADOR
ESTABELECIMENTO ASSESSORIAS
SUB-DIRECTOR DIRECÇÃO
ADJ-DIRECTOR
CONSELHO ADMINISTRATIVO
ACTIVIDADES
PEDAGÓGICOS
EDUCATIVO
PROJECTO
PLANO DE
DEPARTAMENTO COMISSÃO SERVIÇO ADMINISTRAÇÃO ACÇÃO
CURRICULAR DESENVOLVIMENTO PSICOLOGIA E
PROJECTO E ORIENTAÇÃO ESCOLAR EDUCATIVA
AUTONOMIA
Educação Educação
Pré-Escolar Ensino Ciências Matemática e Especial APOIO
Expressões
1.º Ciclo Sociais e Ciências SÓCIO-
Línguas -EDUCATIVO
Coordenador Humanas Experimentais Coordenador CHEFIA COORDENAÇÃO
Coordenador Coordenador EAI
Coordenador Coordenador Coordenador Projetos
Clubes BIBLIOTECA
Conselho(s) Conselho(s) Conselho(s) Conselho(s) Conselho(s) AEC
Educadores Professores PTE
de Infância do 1.º CEB de Disciplina de Disciplina de Disciplina de Disciplina de Disciplina PEA
Delegado(s) Delegado(s) Assistente Assistente
Delegado(s) Delegado(s) Delegado(s)
Técnico Operacional
COORDENADOR
Turma Diretor
PARCERIAS
de Turma PARCERIAS
ANEXO II
PESSOAL DOCENTE DO AEGCC
(ponto 2 do artigo 4.º do RIAEGCC)
g) Desenvolver a reflexão sobre a sua prática pedagógica, para a entrada, quando existir, podendo ser marcada falta ao
proceder à autoavaliação e participar nas atividades de avalia- segundo toque;
ção da escola; n) Comunicar ao Diretor de Turma a marcação de faltas
h) Conhecer, respeitar e cumprir as disposições normativas por motivos disciplinares;
sobre educação, cooperando com a administração educativa na o) Participar ao Diretor de Turma, sempre que se justifi-
prossecução dos objetivos decorrentes da política educativa, no que, as ocorrências verificadas na sala de aula;
interesse dos alunos e da sociedade; p) Informar o Diretor de Turma da avaliação efetuada aos
i) Os professores, enquanto principais responsáveis pela alunos, através da ficha de informação intercalar;
condução do processo de ensino e aprendizagem, devem pro- q) Marcar falta aos alunos que não comparecerem às ati-
mover medidas de carácter pedagógico que estimulem o har- vidades letivas;
monioso desenvolvimento da educação, em ambiente de ordem r) Informar imediatamente os EE da falta dos educandos
e disciplina, nas atividades na sala de aula e nas demais ativi- às atividades letivas;
dades da escola. s) A informação referida na alínea r) pode ser dada dire-
tamente, ou por intermédio dos assistentes operacionais e dos
Artigo 5.º serviços telefónicos da escola;
Deveres específicos t) Assinar todos os documentos ou informações remeti-
dos aos alunos e/ou EE.
Constituem deveres específicos dos docentes para com a
escola e outros docentes: Artigo 6.º
a) Colaborar na organização da escola, cooperando com Avaliação do Pessoal Docente
os órgãos de direção executiva e as estruturas de gestão peda-
gógica e com o restante PD e PND tendo em vista o seu bom A avaliação do pessoal docente é feita nos termos dos di-
funcionamento; plomas legais em vigor.
b) Cumprir os regulamentos, desenvolver e executar os
projetos educativos e planos de atividades e observar as orien- Artigo 7.º
tações dos órgãos de direção executiva e das estruturas de ges- Aprovação dos instrumentos de recolha de informação
tão pedagógica da escola;
c) Coresponsabilizar-se pela preservação e uso adequado Todos os instrumentos e documentos da avaliação do de-
das instalações e equipamentos e propor medidas de melhora- sempenho docente devem ser aprovados em CP.
mento e remodelação;
d) Promover o bom relacionamento e a cooperação entre Artigo 8.º
todos os docentes, dando especial atenção aos que se encon- Critérios de distribuição de serviço docente
tram em início de carreira ou em formação ou que denotem
dificuldades no seu exercício profissional; 1 — Os professores do Quadro de Agrupamento têm
e) Partilhar com os outros docentes a informação, os re- prioridade sobre os professores do Quadro de Zona Peda-
cursos didáticos e os métodos pedagógicos, no sentido de di- gógica.
fundir as boas práticas e de aconselhar aqueles que se encon- 2 — Distribuir as horas letivas das respetivas discipli-
trem no início de carreira ou em formação ou que denotem nas pelos docentes do quadro colocados no grupo de recru-
dificuldades no seu exercício profissional; tamento respeitando a lista graduada.
f) Refletir, nas várias estruturas pedagógicas, sobre o tra- 3 — As horas sobrantes dos docentes de um grupo de
balho realizado individual e coletivamente, tendo em vista recrutamento poderão ser distribuídas por docentes de ou-
melhorar as práticas e contribuir para o sucesso educativo dos tros grupos, no respeito pelo estipulado nos números três e
alunos; quatro do artigo quarto do Despacho Normativo número
g) Defender e promover o bem-estar de todos os docentes, treze A, barra dois mil e doze e sem prejuízo dos professo-
protegendo-os de quaisquer situações de violência física ou res do quadro desse grupo de recrutamento
psicológica, se necessário solicitando a intervenção de pessoas 4 — Respeitar a continuidade pedagógica.
e entidades alheias à instituição escolar; 5 — Os docentes do quadro com serviço distribuído in-
h) Sempre que possível, informar o Diretor da intenção de ferior a seis horas letivas devem ser identificados para efei-
faltar, até ao dia anterior, por escrito ou por qualquer outro tos de mobilidade interna (alínea a) do n.º 1 do artigo 28.º
meio; do Decreto-Lei n.º 132, de 2012).
i) A informação referida na alínea anterior deve ser pres- 6 — Os docentes contratados, colocados em horário
tada ao Coordenador de Estabelecimento, se existir; anual e completo, que tenham uma distribuição de serviço
j) Utilizar os documentos em uso no AEGCC que estão letivo com horário completo poderão renovar o seu contrato
relacionados com atos administrativos; (n.º 4 do artigo 33.º do Decreto-Lei n.º 132, de 2012).
k) Registar os sumários das aulas e as faltas dos alunos
Artigo 8.º-A
nos suportes em uso na escola;
Insuficiência de horário docente
l) Tratar com o respetivo gestor de processo todos os atos
administrativos de interesse pessoal;
Se, em alguns grupos de recrutamento o número de horas
m) Dirigir-se para a sala de aula ao toque da campainha docentes disponíveis for insuficiente para completar todos os
horários dos docentes do quadro dever-se-á ter em atenção: deste serviço ao longo de cada semana, tendo em conta o nú-
i. Os docentes podem lecionar toda e qualquer discipli- mero de horas da componente de estabelecimento de cada
na, mesmo noutro ciclo ou nível de ensino, para a qual te- professor, dedicadas a esta atividade e o número de horas já
nham habilitação adequada, independentemente do grupo pa- cumpridas.
ra o qual foram recrutados. 5 — Compete aos professores, individualmente, ou no âm-
ii. Deve-se iniciar a distribuição de serviço construindo bito das atividades dos Departamentos, programar atividades
horários completos; ou outros materiais, constituindo recursos aos quais os docen-
iii. Por grupo de recrutamento só poderá haver um horário tes podem recorrer quando faltam, ou quando substituem ou-
com insuficiência de tempos letivos; tros docentes.
iv. Não devem ser atribuídas horas extraordinárias e ne- 6 — O professor que acompanha os alunos por falta do
nhum docente do respetivo grupo; professor curricular regista no livro de ponto da turma, no
v. Havendo horários zero estes devem ser identificados espaço destinado à disciplina prevista no horário, “Atividades
para efeito de destacamento por ausência da componente leti- de ocupação dos alunos:”, seguido do registo das atividades
va ou afetação, respeitando a lista graduada. realizadas. Este registo é também efetuado pelos alunos no
caderno diário.
Artigo 8.º-B 7 — As faltas dos alunos nestas atividades são registadas
Componente Não Letiva no livro de ponto como faltas de presença à aula que deveria ter
decorrido se o professor curricular não faltasse e, se forem
1 — São atribuídos aos docentes dois tempos na compo- intercalares, são injustificáveis.
nente não letiva de estabelecimento.
2 — A duração dos tempos referidos no ponto anterior tem Artigo 11.º
a duração de 45 minutos para os docentes que desempenham Material didático
funções maioritariamente nas escolas do 2º e 3º Ciclos do
agrupamento e de 60 minutos para os restantes docentes. 1 — A requisição do material que habitualmente não se en-
a) Os tempos da componente não letiva de estabelecimento contra na sala de aula deve ser feita pelo professor com antece-
são dedicados a funções atribuídas pelo Diretor, cumprindo-se dência mínima de 24 horas, junto ao assistente operacional de
os princípios gerais da organização das escolas do agrupamen- serviço no pavilhão.
to, dos horários de trabalho e do disposto na legislação em 2 — Em casos excecionais, a não requisição do material,
vigor (Despacho 5328/2011, de 28 de Março). com a antecedência referida, não é motivo suficiente para que
este não seja posto à disposição do professor.
Artigo 9.º
Atribuição de tempos para o desempenho de cargos Artigo 12.º
Faltas de Docentes dos 2º e 3º Ciclos
1 — Para além do estipulado na Lei a este respeito, são de-
dicados tempos da componente não letiva de estabelecimento 1 — As faltas dos professores às atividades letivas são con-
dos docentes ao exercício dos seguintes cargos: tabilizadas por tempos de 45 minutos.
a) Coordenador dos 2º e 3º ciclos – 4 tempos; 2 — Regista-se falta a um tempo aos professores que leci-
b) Coordenador da CDPA – 2 tempos; onem apenas os últimos 45 minutos de uma aula de 90 minu-
c) Delegado de disciplina – 1 tempo; tos, desde que esta ocorra na primeira aula do docente nesse
d) Diretor de Turma. dia.
2 — Os tempos referidos têm a duração de 45 minutos e
são marcados nos horários dos docentes. Artigo 13.º
Atendimento aos encarregados de educação
Artigo 10.º
Acompanhamento dos alunos na falta do professor curricu- 1 — Os docentes, na educação pré-escolar, os professores
lar, nos 2º e 3º ciclos titulares de turma, no 1º ciclo e os diretores de turma, nos 2º e
3º ciclos, têm nos seus horários um período para atendimento
1 — Todas as horas da componente não letiva de estabele- personalizado aos EE, respetivamente, da sua sala, da sua tur-
cimento dos professores dos 2º e 3º ciclos, não afetas a outras ma ou da sua direção de turma.
atividades, serão destinadas ao acompanhamento dos alunos, 2 — Este período de atendimento não pode ser inferior a 45
por falta do professor curricular. minutos.
2 — Compete ao Diretor convocar os professores mobili- 3 — Na educação pré-escolar e no 1º ciclo o período de
zados para esta atividade, através de uma lista afixada na sala atendimento está incluído na componente não letiva de estabe-
dos professores, ou pessoalmente, por contacto direto ou indi- lecimento.
reto. 4 — Compete aos docentes informar os EE, no início de
3 — A lista referida no ponto 2 pode ser alterada no pró- mandato, do horário de funcionamento do atendimento.
prio dia, pelo que deve ser consultada sempre antes do início de 5 — Para além do atendimento personalizado referido no
cada tempo letivo. nº 1, os docentes podem combinar com os EE outras formas de
4 — O Diretor adotará critérios de escolha dos professores contacto, nomeadamente, através de telefone ou e-mail.
a convocar de forma a garantir uma distribuição equitativa
ANEXO III
PESSOAL NÃO DOCENTE DO AEGCC
(ponto 2 do artigo 4.º do RIAEGCC)
CAPÍTULO I Para além dos deveres previstos na lei geral, Lei n.º
Objeto 58/2008, de 09/09, que aprovou o Estatuto Disciplinar dos
Trabalhadores Que Exercem Funções Públicas (EDTFP) e
Artigo 1.o RCTFP, são deveres específicos do PND:
Âmbito pessoal de aplicação a) Contribuir para a plena formação, realização, bem-
estar e segurança das crianças e alunos;
1 — O presente anexo ao RI do AEGCC aplica-se ao PND b) Contribuir para a correta organização dos estabeleci-
com relação jurídica de emprego público constituída por con- mentos de educação ou de ensino e assegurar a realização e o
trato de trabalho em funções públicas. desenvolvimento regular das atividades neles prosseguidas;
2 — Ficam sujeitos aos conteúdos funcionais referidos no c) Colaborar ativamente com todos os intervenientes no
artigo 15.º deste anexo os profissionais que exercem funções processo educativo;
no AEGCC, independentemente do vínculo que detenham com d) Zelar pela preservação das instalações e equipamentos
o Estado. escolares e propor medidas de melhoramento dos mesmos,
3 — O PND do AEGCC realiza atividades de apoio à orga- cooperando ativamente com o Diretor do AEGCC na prossecu-
nização e à gestão, bem como atividade sócio- - ção desses objetivos;
educativa dos estabelecimentos de educação e ensino, incluin- e) Participar em ações de formação, nos termos da lei, e
do os serviços especializados de apoio administrativo, de apoio empenhar-se no sucesso das mesmas;
educativo e auxiliar e ainda funções de educação especial e de f) Cooperar com os restantes intervenientes no processo
apoio socioeducativo. educativo na deteção de situações que exijam correção ou in-
4 — O PND que desempenha funções na educação especial tervenção urgente, identificadas no âmbito do exercício conti-
e no apoio socioeducativo, nomeadamente o que pertence às nuado das respetivas funções;
carreiras de psicólogo e de técnico superior de serviço social, g) Respeitar, no âmbito do dever de sigilo profissional, a
integradas nos SPO, regem-se por legislação própria, sem pre- natureza confidencial da informação relativa às crianças, alu-
juízo da sua sujeição aos direitos e deveres específicos estatuí- nos e respetivos familiares e EE;
dos no presente anexo. h) Respeitar as diferenças culturais de todos os membros
da comunidade educativa.
Artigo 2.o
Fontes Secção II
Prestação de trabalho
1 — A situação jurídica laboral do PND do AEGCC regula-
se pelo disposto na Lei 12-A/2008, de 27/02, que estabeleceu Artigo 5.o
os Regimes de Vinculação, de Carreiras e de Remunerações Objeto do contrato de trabalho
dos Trabalhadores que Exercem Funções Públicas (RVCR),
nos instrumentos de regulamentação coletiva de trabalho 1 — O trabalhador deve, em princípio, exercer funções cor-
(IRCT), sem prejuízo da relevância dos usos nos termos da Lei respondentes à atividade para a qual foi contratado e de acordo
n.º 59/2008, de 11/09 que aprovou o Regime do Contrato de com o enquadramento funcional e remuneratório da carreira e
Trabalho em Funções Públicas (RCTFP). categoria profissionais previstas no artigo 15.º deste anexo e
2 — O presente anexo pode ser alterado nos termos do RI tabela remuneratória única, respetivamente.
do AEGCC e demais legislação em vigor. 2 — A atividade contratada compreende as funções que lhe
sejam afins ou funcionalmente ligadas, para as quais o traba-
CAPÍTULO II lhador detenha qualificação profissional adequada e que não
Situação jurídica laboral impliquem desvalorização profissional.
3 — Sempre que ao exercício de funções afins ou funcio-
Secção I nalmente ligadas corresponder retribuição mais elevada, o
Direitos e deveres específicos trabalhador tem direito a esta enquanto tal exercício se manti-
ver.
Artigo3.o
Direito específico Artigo 6.o
Mobilidade funcional
O PND goza dos direitos previstos na lei geral, RCTFP, e
tem o direito específico de participação no processo educativo, 1 — Quando o interesse do AEGCC o exigir, o Diretor po-
o qual se exerce na área do apoio à educação e ao ensino, na de encarregar temporariamente o trabalhador de funções não
vida da escola e na relação escola-meio e compreende: compreendidas na atividade contratada, desde que tal não im-
a) A participação em discussões públicas relativas ao sis- plique modificação substancial da posição do trabalhador.
tema educativo, com liberdade de iniciativa; 2 — O exercício do direito previsto no número anterior não
b) A participação em eleições, elegendo e sendo eleito, pode implicar diminuição da retribuição do trabalhador, tendo
sempenho confere ao trabalhador os direitos previstos no SIA- 1 — O assistente técnico desempenha, sob coordenação do
DAP e RVCR. CSAE, funções de natureza executiva, enquadradas com ins-
truções gerais e procedimentos bem definidos, com certo grau
Secção II de complexidade, relativas a uma ou mais áreas de atividade
Conteúdos funcionais do PND administrativa, designadamente gestão de alunos, pessoal,
orçamento, contabilidade, património, aprovisionamento, se-
Artigo 15.o cretaria, arquivo e expediente.
Conteúdos funcionais 2 — No âmbito das funções mencionadas, compete ao as-
sistente técnico, designadamente:
As competências acometidas às carreiras referidas no artigo a) Recolher, examinar, conferir e proceder à escrituração
10.º traduzem-se pelo exercício dos conteúdos funcionais: de dados relativos às transações financeiras e de operações
a) gerais, os estabelecidos no anexo da Lei 12-A/2008, contabilísticas;
de 09/09; b) Assegurar o exercício das funções de tesoureiro,
b) específicos, os definidos nos artigos seguintes. quando para tal designado pelo Diretor;
c) Organizar e manter atualizados os processos relativos
Artigo 16.o à situação do PD e PND, designadamente o processamento dos
Psicólogo vencimentos e registos de assiduidade a partir das informações
recebidas dos estabelecimentos de educação e de ensino e dos
O psicólogo, no quadro do PE de escola e no âmbito do registos do sistema do GIAE;
serviço de psicologia e orientação respetivo, desempenha fun- d) Organizar e manter atualizado o inventário patrimoni-
ções de apoio socioeducativo, em especial as cometidas pelo al, bem como adotar medidas que visem a conservação das
artigo 4.o do Decreto-Lei n.o 300/97, de 31/10, competindo-lhe, instalações, do material e dos equipamentos;
nomeadamente: e) Desenvolver os procedimentos da aquisição de mate-
a) Contribuir para o desenvolvimento integral dos alunos rial e de equipamento necessários ao funcionamento das diver-
e para a construção da sua identidade pessoal; sas áreas de atividade do AEGCC;
b) Participar na definição de estratégias e na aplicação de f) Assegurar o tratamento e divulgação da informação
procedimentos de orientação educativa para o acompanhamen- entre os vários órgãos do AEGCC e entre estes e a comunidade
to do aluno ao longo do seu percurso escolar; escolar e demais entidades;
c) Intervir, a nível psicológico e psicopedagógico, na ob- g) Organizar e manter atualizados os processos relativos
servação, orientação e apoio dos alunos, promovendo a coope- à gestão dos alunos;
ração de professores, PND, pais e EE, em articulação com h) Organizar os processos individuais dos alunos que se
recursos da comunidade; candidatem a subsídios ou bolsas de estudo;
d) Participar nos processos de avaliação multidisciplinar i) Participar na organização dos transportes escolares;
e, tendo em vista a elaboração de programas educativos indivi- j) Providenciar o atendimento e a informação a alunos,
duais, acompanhar a sua concretização; EE, PD e PND e outros utentes da escola;
e) Conceber e desenvolver programas e ações de aconse- k) Preparar, apoiar e secretariar reuniões dos órgãos co-
lhamento pessoal e vocacional a nível individual ou de grupo; legiais do AEGCC e elaborar as respetivas atas, se necessário.
f) Colaborar no levantamento de necessidades da comu- 3 — As funções de tesoureiro são exercidas por um assis-
nidade educativa com o fim de propor as medidas educativas tente técnico com vínculo de contrato por tempo indetermina-
adequadas; do, a designar pelo Diretor do AEGCC, sob proposta do CSAE.
g) Participar em experiências pedagógicas, bem como em
projetos de investigação e em ações de formação de PD e PND,
com especial incidência nas modalidades de formação centra- Artigo 19.o
das na escola; Encarregado Operacional
h) Acompanhar o desenvolvimento de projetos e colabo-
rar no estudo, conceção e planeamento de medidas que visem a Ao encarregado operacional compete coordenar e supervi-
melhoria do sistema educativo; sionar as tarefas do pessoal que está sob a sua dependência
i) Colaborar com os órgãos de administração e gestão do hierárquica, competindo-lhe, predominantemente:
AEGCC. a) Orientar, coordenar e supervisionar o trabalho do pes-
soal assistente operacional;
Artigo 17.o b) Colaborar com o Diretor na distribuição de serviço por
Chefe de Serviços de Administração Escolar aquele pessoal;
c) Controlar a assiduidade do pessoal a seu cargo e ela-
1 — Ao CSAE compete, na dependência do Diretor do borar o plano de férias a submeter à aprovação do Diretor;
AEGCC, cumprir o conteúdo funcional disposto na legislação d) Atender e apreciar reclamações ou sugestões sobre o
em vigor (Lei n.º 2/2001 de 15/01 alterada pala Lei n.º serviço prestado, propondo soluções;
51/2005, de 30/08) e demais atribuições definidas pelo Diretor. e) Comunicar infrações disciplinares ao pessoal a seu
cargo;
Artigo 18.o f) Requisitar ao armazém e fornecer material de limpeza,
Assistente técnico de primeiros socorros e de uso corrente nas aulas;
g) Comunicar estragos ou extravios de material e equi-
CAPÍTULO IV
Condições de trabalho Secção II
Listas de antiguidade
Secção I
Artigo 26.º
Artigo 21.o Organização das listas de antiguidade
Horário de trabalho
1 — Sem prejuízo da alínea j) do artigo 87.º do Regime do
Compete ao Diretor do AEGCC fixar os horários de traba- RCTFP, o AEGCC deve organizar em cada ano listas de anti-
lho, no âmbito das flexibilidades permitidas pelo RCTFP, de guidade do PND, com referência a 31 de Dezembro do ano
forma a determinar os regimes de prestação de trabalho e os anterior.
horários mais adequados à garantia do regular cumprimento
Artigo 34.o
Artigo 29.o Competência disciplinar
Reclamação das listas
A instauração de processo disciplinar é da competência do
1 — Da organização das listas cabe reclamação, a deduzir Diretor do AEGCC, salvo o disposto no número 2 do artigo
no prazo de 30 dias consecutivos a contar da data da publica- anterior.
ção do aviso a que se refere o n.º 3 do artigo anterior.
2 — A reclamação pode ter por fundamento omissão, inde- Artigo 35.o
vida graduação ou situação na lista ou erro na contagem de Instrução
tempo de serviço.
3 — A reclamação não pode fundamentar-se em contagem 1 — A nomeação do instrutor é da competência da entidade
de tempo de serviço ou em outras circunstâncias que tenham que mandar instaurar o processo disciplinar, nos termos do
sido consideradas em listas anteriores. artigo 42.º do EDTFP, sem prejuízo do disposto nos números
4 — As reclamações são decididas pelo Diretor, no prazo seguintes.
de 30 dias úteis, depois de obtidos os necessários esclarecimen- 2 — A nomeação de instrutor dos processos disciplinares
tos e prestadas as convenientes informações. relativamente a faltas leves ao serviço, a casos de negligência e
5 — As decisões são notificadas ao reclamante no prazo de má compreensão dos deveres funcionais e a falta de assiduida-
oito dias úteis, por ofício entregue por protocolo ou remetido de, é da competência do Diretor do AEGCC.
pelo correio, com aviso de receção. 3 — Nos casos não abrangidos no número anterior, a no-
meação de instrutor é da competência do DREC.
Artigo 36.o
Suspensão preventiva
Artigo 37.o
Aplicação das penas
Artigo 38.o
Aplicação de penas aos contratados a termo
Artigo 39.o
Dependências hierárquicas
Artigo 40.o
Pessoal da administração local em funções nas escolas e
agrupamentos
ANEXO IV
ALUNOS DO AEGCC
(ponto 2 do artigo 4.º do RIAEGCC)
o) Conhecer e cumprir o presente Estatuto, as normas estes, pelo cumprimento dos deveres referidos no número
de funcionamento dos serviços da escola e o regulamento anterior.
interno da mesma, subscrevendo declaração anual de acei- 3 — O dever de assiduidade e pontualidade implica para
tação do mesmo e de compromisso ativo quanto ao seu o aluno a presença e a pontualidade na sala de aula e de-
cumprimento integral; mais locais onde se desenvolva o trabalho escolar munido
p) Não possuir e não consumir substâncias aditivas, do material didático ou equipamento necessários, de acordo
em especial drogas, tabaco e bebidas alcoólicas, nem pro- com as orientações dos professores, bem como uma atitude
mover qualquer forma de tráfico, facilitação e consumo das de empenho intelectual e comportamental adequada, em
mesmas; função da sua idade, ao processo de ensino.
q) Não transportar quaisquer materiais, equipamentos 4 — O controlo da assiduidade dos alunos é obrigatório,
tecnológicos, instrumentos ou engenhos passíveis de, obje- nos termos em que é definida no número anterior, em todas
tivamente, perturbarem o normal funcionamento das ativi- as atividades escolares letivas e não letivas em que partici-
dades letivas, ou poderem causar danos físicos ou psicoló- pem ou devam participar.
gicos aos alunos ou a qualquer outro membro da comunida-
de educativa; Artigo 7.º
r) Não utilizar quaisquer equipamentos tecnológicos, de- Saída dos alunos para o exterior
signadamente, telemóveis, equipamentos, programas ou
aplicações informáticas, nos locais onde decorram aulas ou 1 — Na escola sede:
outras atividades formativas ou reuniões de órgãos ou es- a) Desde que entrem na Escola sede e até ao término das
truturas da escola em que participe, exceto quando a utili- atividades letivas, não é permitida a saída dos alunos para o
zação de qualquer dos meios acima referidos esteja direta- exterior, exceto:
mente relacionada com as atividades a desenvolver e seja i) No final do período letivo da manhã ou da tarde se
expressamente autorizada pelo professor ou pelo responsá- tiverem autorização de sida livre, dada pelo EE;
vel pela direção ou supervisão dos trabalhos ou atividades ii) Entre as 11h50m e as 14h00 se tiverem autorização
em curso; de saída condicionada ao período do almoço, dada pelo
s) Não captar sons ou imagens, designadamente, de EE;
atividades letivas e não letivas, sem autorização prévia dos iii) Se a aula decorrer no exterior da Escola;
professores, dos responsáveis pela direção da escola ou iv) Se tiverem necessidade de assistência médica.
supervisão dos trabalhos ou atividades em curso, bem co- 2 — Nas restantes escolas do AEGCC os alunos só po-
mo, quando for o caso, de qualquer membro da comunidade dem sair do recinto escolar acompanhados pelos docentes,
escolar ou educativa cuja imagem possa, ainda que involun- pelos assistentes operacionais ou por familiares devidamen-
tariamente, ficar registada; te autorizados.
t) Não difundir, na escola ou fora dela, nomeadamen- 3 — Os alunos do 1º ciclo só poderão sair da escola sem
te, via Internet ou através de outros meios de comunicação, o acompanhamento referido em 2 mediante autorização do
sons ou imagens captados nos momentos letivos e não leti- EE, expressa por escrito.
vos, sem autorização do diretor da escola; 4 — Os gestores dos processos registam no sistema GI-
u) Respeitar os direitos de autor e de propriedade in- AE a autorização referida nos pontos i) e ii) do nº 1 e dão
telectual; dela conhecimento ao respetivo Diretor de Turma.
v) Apresentar -se com vestuário que se revele ade-
quado, em função da idade, à dignidade do espaço e à espe- Artigo 8.º
cificidade das atividades escolares, no respeito pelas regras Circulação e permanência dos alunos nos lugares
estabelecidas na escola; comuns e salas
w) Reparar os danos por si causados a qualquer mem-
bro da comunidade educativa ou em equipamentos ou insta- 1 — Durante os intervalos, e sempre que as condições
lações da escola ou outras onde decorram quaisquer ativi- atmosféricas o permitam, não é aconselhável a permanência
dades decorrentes da vida escolar e, não sendo possível ou dos alunos nas salas e átrios dos pavilhões, exceto no que
suficiente a reparação, indemnizar os lesados relativamente lhes é destinado.
aos prejuízos causados. 2 — Os espaços destinados a atividades lúdicas, mani-
festações de natureza cultural, desportiva ou recreativa, ou
Artigo 6.º simplesmente locais de convívio, a definir pelo Diretor,
Dever de assiduidade depois de ouvida a comunidade escolar, devem ser utiliza-
dos para esse fim, observando-se atitudes e comportamen-
1 — Para além do dever de frequência da escolaridade tos ajustados com respeito à instituição, funcionários e ao
obrigatória, os alunos são responsáveis pelo cumprimento normal funcionamento das aulas e serviços.
dos deveres de assiduidade e pontualidade, nos termos es-
tabelecidos na alínea b) do artigo 10.° do Estatuto do Aluno SECÇÃO II
e no n.° 3 do presente artigo. Frequência e assiduidade
2 — Os pais ou encarregados de educação dos alunos
menores de idade são responsáveis, conjuntamente com Artigo 9.º
Faltas e sua natureza
1 — A falta é a ausência do aluno a uma aula ou a outra 6 — As faltas resultantes da aplicação da ordem de saí-
atividade de frequência obrigatória ou facultativa caso te- da da sala de aula, de atraso aos tempos intercalares, da
nha havido lugar a inscrição, a falta de pontualidade ou a manhã e da tarde ou de medidas disciplinares sancionató-
comparência sem o material didático ou equipamento ne- rias, consideram -se faltas injustificadas.
cessários, nos termos estabelecidos na Lei n.º 51/2012, de 5 7 — As faltas dadas pelos alunos dos 2º e 3º ciclos nos
de Setembro. tempos intermédios (faltas intercalares) são apenas justifi-
2 — Decorrendo as aulas em tempos consecutivos, há cadas por motivos de força maior, devidamente comprova-
tantas faltas quantos os tempos de ausência do aluno. dos.
3 — As faltas são registadas pelo professor titular de
turma ou pelo professor responsável pela aula ou atividade Artigo 12.º
em suportes administrativos adequados. Falta de material
4 — A participação em visitas de estudo previstas no
plano de atividades da escola não é considerada falta rela- 1 — No início de cada ano letivo ou sempre que se jus-
tivamente às disciplinas ou áreas disciplinares envolvidas, tificar, será indicado, por cada docente, o material que cada
considerando -se dadas as aulas das referidas disciplinas aluno deve ser portador, atendendo à sua indispensabilidade
previstas para o dia em causa no horário da turma. para a prossecução das tarefas propostas no espaço aula.
5 — Compete ao diretor garantir os suportes administra- 2 — O aluno deve fazer-se acompanhar de todo o mate-
tivos adequados ao registo de faltas dos alunos e respetiva rial indicado pelos professores.
atualização, de modo que este possa ser, em permanência, 3 — Os professores registam na caderneta a comparên-
utilizado para finalidades pedagógicas e administrativas. cia de um aluno na aula sem o material necessário para
poder participar nela ativamente e informam, o mais rapi-
Artigo 10.º damente possível, o respetivo Diretor de Turma ou o pro-
Dispensa da atividade física fessor titular da turma.
4 — O disposto no número anterior não abrange a não
1 — O aluno pode ser dispensado temporariamente das execução do trabalho de casa, nem a falta da assinatura do
atividades de educação física ou desporto escolar por ra- EE em qualquer documento.
zões de saúde, devidamente comprovadas por atestado mé- 5 — Para cada aluno do AEGCC, a partir do terceiro re-
dico, que deve explicitar claramente as contraindicações da gisto, consecutivo na mesma disciplina, a verificação da
atividade física. situação a que se refere o ponto 1 dá sempre lugar à marca-
2 — Sem prejuízo do disposto no número anterior, o ção de uma falta de presença.
aluno deve estar sempre presente no espaço onde decorre a 6 — Não pode ser aplicada mais do que uma medida
aula de educação física. corretiva, ao mesmo aluno, em cada aula.
3 — Sempre que, por razões devidamente fundamenta- 7 — As faltas decorrentes do estipulado no ponto 5 po-
das, o aluno se encontre impossibilitado de estar presente dem ser justificadas.
no espaço onde decorre a aula de educação física deve ser 8 — Depois de informado da ocorrência do registo a
encaminhado para um espaço em que seja pedagogicamente que se refere o ponto 3, o professor titular de turma ou o
acompanhado. Diretor de Turma procura apurar a responsabilidade do
aluno e informa o EE, alertando-o para as consequências da
Artigo 11.º sua repetição.
Faltas às atividades letivas 9 — As faltas a que se refere o ponto 5 são assinaladas
com as letras FM.
1 — As faltas dos alunos às atividades letivas são con-
tabilizadas por: Artigo 13.º
i. dias, no 1º ciclo; Faltas injustificadas
ii. tempos de 45 minutos, nos 2º e 3º ciclos.
2 — Nas aulas de 90 minutos, dos 2º e 3º ciclos, regis- 1 — As faltas são injustificadas quando:
ta-se falta a um tempo aos alunos que participem apenas a) Não tenha sido apresentada justificação, nos termos
nos primeiros ou nos últimos 45 minutos. do artigo anterior;
3 — No 2º e 3º Ciclos, quando um docente marcar uma b) A justificação tenha sido apresentada fora do pra-
falta de presença a um aluno, ao primeiro tempo da manhã zo;
ou da tarde informa um assistente operativo que encami- c) A justificação não tenha sido aceite;
nhará imediatamente a informação para o EE. d) A marcação da falta resulte da aplicação da ordem
4 — O professor deve registar nos seus arquivos e no de saída da sala de aula ou de medida disciplinar sanciona-
programa alunos a identificação dos alunos que entram na tória.
sala de aula depois do seu início, falta por atraso (FA). 2 — Na situação prevista na alínea c) do número ante-
5 — Após o limite de três registos de atraso e depois de rior, a não-aceitação da justificação apresentada deve ser
informado o Encarregado de Educação e não havendo justi- fundamentada de forma sintética.
ficação escrita, nos três dias úteis subsequentes à comuni- 3 — As faltas injustificadas são comunicadas aos pais
cação, o professor titular da turma ou o Diretor de Turma ou encarregados de educação, ou ao aluno maior de idade,
considera injustificadas as faltas posteriores.
pelo diretor de turma ou pelo professor titular de turma, no 2 — O disposto no número anterior é aplicado em fun-
prazo máximo de três dias úteis, pelo meio mais expedito. ção da idade, da regulamentação específica do percurso
formativo e da situação concreta do aluno.
Artigo 14.º 3 — As atividades de recuperação da aprendizagem,
Excesso grave de faltas quando a elas houver lugar, são decididas pelo professor
titular da turma ou pelos professores das disciplinas em que
Em cada ano letivo as faltas injustificadas não podem exce- foi ultrapassado o limite de faltas, de acordo com as regras
der: aprovadas pelo conselho pedagógico e previstas no regula-
a) 10 dias, seguidos ou interpolados, no 1.º ciclo do en- mento interno da escola, as quais privilegiarão a simplici-
sino básico; dade e a eficácia.
b) O dobro do número de tempos letivos semanais por 4 — As atividades de recuperação de atrasos na apren-
disciplina nos restantes ciclos ou níveis de ensino, sem dizagem, que podem revestir forma oral, bem como as me-
prejuízo do disposto no número seguinte. didas corretivas previstas no presente artigo ocorrem após a
verificação do excesso de faltas e apenas podem ser aplica-
Artigo 15.º das uma única vez no decurso de cada ano letivo.
Efeitos da ultrapassagem dos limites de faltas 5 — O disposto no número anterior é aplicado indepen-
dentemente do ano de escolaridade ou do número de disci-
1 — A ultrapassagem dos limites de faltas injustificadas plinas em que se verifique a ultrapassagem do limite de
previstos no n.º 1 do artigo anterior constitui uma violação faltas, cabendo à escola definir no seu regulamento interno
dos deveres de frequência e assiduidade e obriga o aluno o momento em que as atividades de recuperação são reali-
faltoso ao cumprimento de medidas de recuperação e ou zadas, bem como as matérias a trabalhar nas mesmas, as
corretivas específicas, de acordo com o estabelecido nos quais se confinarão às tratadas nas aulas cuja ausência ori-
artigos seguintes, podendo ainda conduzir à aplicação de ginou a situação de excesso de faltas.
medidas disciplinares sancionatórias, nos termos do presen- 6 — Sempre que cesse o incumprimento do dever de as-
te Estatuto. siduidade por parte do aluno são desconsideradas as faltas
2 — A ultrapassagem dos limites de faltas previstos nas em excesso.
ofertas formativas a que se refere o n.º 2 do artigo anterior 7 — Cessa o dever de cumprimento das atividades e
constitui uma violação dos deveres de frequência e assidui- medidas a que se refere o presente artigo, com as conse-
dade e tem para o aluno as consequências estabelecidas na quências daí decorrentes para o aluno, de acordo com a sua
regulamentação específica da oferta formativa em causa e concreta situação, sempre que para o cômputo do número e
ou no regulamento interno da escola, sem prejuízo de ou- limites de faltas nele previstos tenham sido determinantes
tras medidas expressamente previstas no presente Estatuto as faltas registadas na sequência da aplicação de medida
para as referidas modalidades formativas. corretiva de ordem de saída da sala de aula ou disciplinar
3 — O previsto nos números anteriores não exclui a sancionatória de suspensão.
responsabilização dos pais ou encarregados de educação do 8 — Ao cumprimento das atividades de recuperação por
aluno, designadamente, nos termos dos artigos 44.º e 45.º parte do aluno é aplicável, com as necessárias adaptações e
do presente Estatuto. em tudo o que não contrarie o estabelecido nos números
4 — Todas as situações, atividades, medidas ou suas anteriores, o previsto no n.º 2 do artigo 27.º, competi ndo ao
consequências previstas no presente artigo são obrigatoria- conselho pedagógico definir, de forma genérica e simplifi-
mente comunicadas, pelo meio mais expedito, aos pais ou cada e dando especial relevância e prioridade à respetiva
ao encarregado de educação ou ao aluno, quando maior de eficácia, as regras a que deve obedecer a sua realização e
idade, ao diretor de turma e ao professor tutor do aluno, avaliação.
sempre que designado, e registadas no processo individual 9 — Tratando -se de aluno de idade igual ou superior a
do aluno. 16 anos, a violação dos limites de faltas previstos no artigo
5 — A ultrapassagem do limite de faltas estabelecido no 18.º pode dar também lugar à aplicação das medidas previs-
regulamento interno da escola relativamente às atividades tas no regulamento interno que se revelem adequadas, ten-
de apoio ou complementares de inscrição ou de frequência do em vista os objetivos formativos, preventivos e integra-
facultativa implica a imediata exclusão do aluno das ativi- dores a alcançar, em função da idade, do percurso formati-
dades em causa. vo e sua regulamentação específica e da situação concreta
do aluno.
Artigo 16.º 10 — O disposto nos [Link] 3 a 9 é também aplicável aos
Medidas de recuperação e de integração alunos maiores de 16 anos, com as necessárias adaptações,
quando a matéria não se encontre prevista em sede de regu-
1 — Para os alunos menores de 16 anos, independente- lamento interno.
mente da modalidade de ensino frequentada, a violação dos
limites de faltas previstos no artigo 18.º pode obrigar ao Artigo 17.º
cumprimento de atividades, a definir pela escola, que per- Incumprimento ou ineficácia das medidas
mitam recuperar atrasos na aprendizagem e ou a integração
escolar e comunitária do aluno e pelas quais os alunos e os 1 — O incumprimento das medidas previstas no número
seus encarregados de educação são corresponsáveis. anterior e a sua ineficácia ou impossibilidade de atuação
mento equilibrado da sua personalidade, da sua capacidade i) Cumprimento de tarefas de natureza pedagógica ou
de se relacionar com os outros, da sua plena integração na de complemento curricular com carácter extraordinário, a
comunidade educativa, do seu sentido de responsabilidade e realizar na sala de aula;
das suas aprendizagens. ii) Supressão de intervalos ou tempos livres para o
2 — Das medidas disciplinares sancionatórias, tendo em cumprimento de períodos extra de estudo ou desempenho
conta a especial relevância do dever violado e gravidade da de determinadas atividades;
infração praticada, prosseguem igualmente, para além das iii) Atividades de preservação da Escola;
identificadas no número anterior, finalidades punitivas. iv) Tarefas de apoio a funcionários;
3 — As medidas corretivas e medidas disciplinares san- v) Cumprimento de tarefas de limpeza de salas, refei-
cionatórias, devem ser aplicadas em coerência com as ne- tório, espaço escolar ou vigilância do cumprimento das
cessidades educativas do aluno e com os objetivos da sua regras de comportamento no refeitório durante o horário
educação e formação, no âmbito, tanto quanto possível, do de almoço;
desenvolvimento do Projeto Curricular de Turma e do PE. vi) Impedimento de participação em determinadas ati-
vidades escolares, nomeadamente visitas de estudo ou
Artigo 22.º eventos festivos;
Determinação de medida disciplinar vii) Aplicação de um programa específico de tutoria;
4 — Fora da sala de aula, qualquer professor ou funcio-
1 — Na determinação da medida disciplinar corretiva nário não docente, tem competência para advertir o aluno,
ou sancionatória a aplicar deve ter -se em consideração a confrontando-o verbalmente com o comportamento pertur-
gravidade do incumprimento do dever, as circunstâncias bador do normal funcionamento das atividades da escola ou
atenuantes e agravantes apuradas em que esse incumpri- das relações no âmbito da comunidade educativa, alertan-
mento se verificou, o grau de culpa do aluno, a sua maturi- do-o de que deve evitar tal tipo de conduta.
dade e demais condições pessoais, familiares e sociais. 5 — A aplicação da medida corretiva da ordem de saída
2 — São circunstâncias atenuantes da responsabilidade da sala de aula, é da exclusiva competência do professor
disciplinar do aluno o seu bom comportamento anterior, o respetivo e implica a permanência do aluno na escola, com-
seu aproveitamento escolar e o seu reconhecimento com petindo aquele, determinar, o período de tempo durante o
arrependimento da natureza ilícita da sua conduta. qual o aluno deve permanecer fora da sala de aula, se a
3 — São circunstâncias agravantes da responsabilidade aplicação de tal medida corretiva acarreta ou não a marca-
do aluno a premeditação, o conluio, a gravidade do dano ção de falta ao aluno e quais as atividades, se for caso dis-
provocado a terceiros e a acumulação de infrações discipli- so, que o aluno deve desenvolver no decurso desse período
nares e a reincidência nelas, em especial se no decurso do de tempo.
mesmo ano letivo. 6 — A aplicação das medidas corretivas previstas é co-
municada aos pais ou ao EE.
Artigo 23.º
Medidas corretivas Artigo 24.º
Medidas disciplinares sancionatórias
1 — As medidas corretivas assumem uma natureza emi-
nentemente cautelar. 1 — As medidas disciplinares sancionatórias traduzem
2 — São medidas corretivas: uma sanção disciplinar imputada ao comportamento do
a) Advertência; aluno, devendo a ocorrência dos factos suscetíveis de a
b) A ordem de saída da sala de aula, e demais locais on- configurar ser participada de imediato pelo professor ou
de se desenvolva o trabalho escolar. Perante esta medida funcionário que a presenciou ou dela teve conhecimento à
devem ser cumpridos os seguintes procedimentos: direção do agrupamento de escolas com conhecimento ao
i) aluno deverá dirigir-se para à sala de estudo ou ao diretor de turma e ao professor tutor ou à equipa de integra-
gabinete do aluno, acompanhado por um funcionário, com ção e apoios ao aluno, caso existam.
tarefas definidas pelo professor, registadas em impresso 2 — São medidas disciplinares sancionatórias:
próprio; a) A repreensão registada;
ii) o professor deverá comunicar a ocorrência ao Dire- b) A suspensão até 3 dias úteis;
tor de Turma; c) A suspensão da escola entre 4 e 12 dias úteis;
iii) o Diretor de Turma deverá comunicar a ocorrência d) A transferência de escola;
ao EE. e) A expulsão da escola.
c) A realização de tarefas e atividades de integração es- 3 — A aplicação da medida disciplinar sancionatória de
colar, podendo, para esse efeito, ser aumentado o período repreensão registada, quando a infração for praticada na sala de
de permanência obrigatória, diária ou semanal, do aluno na aula, é da competência do professor respetivo, competindo ao
escola. diretor do agrupamento de escolas nas restantes situações,
d) O condicionamento no acesso a certos espaços esco- averbando se no respetivo processo individual do aluno a iden-
lares ou na utilização de certos materiais e equipamentos, tificação do autor do ato decisório, data em que o mesmo foi
sem prejuízo dos que se encontrem afetos a atividades leti- proferido e fundamentação de facto e de direito de tal decisão.
vas; 4 — A suspensão até três dias úteis, enquanto medida dis-
e) A mudança de turma. suasora, é aplicada, com a devida fundamentação dos factos
3 — São medidas de integração escolar: que a suportam, pelo diretor do agrupamento de escolas ou
escola não agrupada, após o exercício dos direitos de audiência turma ou ao professor tutor do aluno, se designado, o acompanha-
e defesa do visado. mento do aluno na execução da medida corretiva ou disciplinar
5 — Compete ao diretor da escola, ouvidos os pais ou o sancionatória a que foi sujeito, devendo aquele articular a sua atua-
encarregado de educação do aluno, quando menor de idade, ção com os PEE e com os professores da turma, em função das
fixar os termos e condições em que a aplicação da medida necessidades educativas identificadas e de forma a assegurar a
disciplinar sancionatória referida no número anterior é execu- corresponsabilização de todos os intervenientes nos efeitos educati-
tada, garantindo ao aluno um plano de atividades pedagógicas a vos da medida.
realizar, com corresponsabilização daqueles e podendo igual- 2 — A competência referida no número anterior é especial-
mente, se assim o entender, estabelecer eventuais parcerias ou mente relevante aquando da execução da medida corretiva de
celebrar protocolos ou acordos com entidades públicas ou pri- atividades de integração na escola ou no momento do regresso
vadas. à escola do aluno a quem foi aplicada a medida disciplinar
6 — Compete ao diretor a decisão de aplicar a medida dis- sancionatória de suspensão da escola.
ciplinar sancionatória de suspensão da escola entre 4 e 12 dias 3 — O disposto no número anterior aplica-se também
úteis, após a realização do procedimento disciplinar podendo aquando da integração do aluno na nova escola para que foi
previamente ouvir o conselho de turma, para o qual deve ser transferido na sequência da aplicação dessa medida disciplinar
convocado o professor tutor, quando exista e não seja professor sancionatória.
da turma. 4 — Na prossecução das finalidades referidas no nº 1, a
7 — O não cumprimento do plano de atividades pedagógi- escola conta com a colaboração, quando considerado ne-
cas a que se refere o número anterior pode dar lugar à instaura- cessário, dos Serviços especializados de apoio educativo,
ção de novo procedimento disciplinar, considerando-se a recu- nomeadamente dos SPO Profissional.
sa circunstância agravante.
8 — A aplicação da medida disciplinar sancionatória de Artigo 26.º
transferência de escola compete, com possibilidade de delega- Adequação da medida educativa disciplinar
ção, ao diretor -geral da educação, precedendo a conclusão do
procedimento disciplinar, com fundamento na prática de factos 1 — A reparação dos danos ou a substituição de material
notoriamente impeditivos do prosseguimento do processo de danificado pelo aluno, como resultado do não cumprimento de
ensino dos restantes alunos da escola ou do normal relaciona- um dos seus deveres, implicam sempre o seu pagamento, por
mento com algum ou alguns dos membros da comunidade parte do respetivo EE.
educativa. 2 — No caso de a reparação ser efetuada pelos serviços da
9 — A medida disciplinar sancionatória de transferência de escola, o valor a pagar nunca será inferior a 2,5 euros.
escola apenas é aplicada a aluno de idade igual ou superior a 10
anos e, frequentando o aluno a escolaridade obrigatória, desde
que esteja assegurada a frequência de outro estabelecimento Artigo 27.º
situado na mesma localidade ou na localidade mais próxima, Objetos estranhos nas aulas
desde que servida de transporte público ou escolar.
10 — A aplicação da medida disciplinar de expulsão da es- 1 — É proibida a utilização pelos alunos, nas aulas ou em
cola compete, com possibilidade de delegação, ao diretor -geral qualquer atividade letiva, de objetos suscetíveis de perturbarem
da educação precedendo conclusão do procedimento disciplinar o seu funcionamento normal.
consiste na retenção do aluno no ano de escolaridade que fre- 2 — Qualquer perturbação do funcionamento das aulas
quenta quando a medida é aplicada e na proibição de acesso ao provocada por objetos não permitidos pelo professor leva à sua
espaço escolar até ao final daquele ano escolar e nos dois anos apreensão pelo professor e retenção à ordem do Diretor ou do
escolares imediatamente seguintes. coordenador da escola, com conhecimento do diretor de turma,
11 — A medida disciplinar de expulsão da escola é aplica- sem prejuízo do procedimento disciplinar aplicável.
da ao aluno maior quando, de modo notório, se constate não 3 — Os objetos aprendidos serão entregues pelo Diretor ou
haver outra medida ou modo de responsabilização no sentido pelo Coordenador de estabelecimento apenas ao EE do aluno a
do cumprimento dos seus deveres como aluno. quem foram retirados, convocando-o para o efeito.
12 — Complementarmente às medidas previstas no n.º 2, 4 — Os professores, o Coordenador de estabelecimento e o
compete ao diretor do agrupamento de escolas decidir sobre a Diretor não são responsáveis pelos eventuais danos causados
reparação dos danos ou a substituição dos bens lesados ou, aos objetos apreendidos pelos professores nas aulas, devido ao
quando aquelas não forem possíveis, sobre a indemnização dos tempo de retenção pelo Diretor ou pelo Coordenador de Esta-
prejuízos causados pelo aluno à escola ou a terceiros, podendo belecimento.
o valor da reparação calculado ser reduzido, na proporção a
definir pelo diretor, tendo em conta o grau de responsabilidade Artigo 28.º
do aluno e ou a sua situação socioeconómica. Responsabilidade civil e criminal
de 12 anos e menor de 16 anos puder constituir facto qualifica- de turma é dado conhecimento personalizado aos EE, através
do como crime, deve a direção da escola comunicar o facto ao de instrumentos de registo aprovados pelo CP.
Ministério Público junto do tribunal competente em matéria de
menores. Artigo 31.º
3 — Caso o menor tenha menos de 12 anos de idade, a co- Efeitos da avaliação sumativa
municação referida no número anterior deve ser dirigida à
comissão de proteção de crianças e jovens ou, na falta deste, ao 1 — A avaliação sumativa permite tomar decisões relati-
Ministério Público junto do tribunal referido no número ante- vamente à:
rior. a) Classificação em cada uma das disciplinas e áreas dis-
4 — O início do procedimento criminal pelos factos que ciplinares;
constituam crime e que sejam suscetíveis de desencadear me- b) Transição no final de cada ano
dida disciplinar sancionatória depende apenas de queixa ou de c) Aprovação no final de cada ciclo;
participação pela direção da escola, devendo o seu exercício d) Renovação de matrícula;
fundamentar -se em razões que ponderem, em concreto, o inte- e) Conclusão do ensino básico.
resse da comunidade educativa no desenvolvimento do proce- 2 — As decisões de transição e de progressão do aluno pa-
dimento criminal perante os interesses relativos à formação do ra o ano de escolaridade seguinte e para o ciclo subsequente
aluno em questão. revestem caráter pedagógico e são tomadas sempre que o pro-
5 — O disposto no número anterior não prejudica o exercí- fessor titular de turma, no 1.º ciclo, ou o conselho de turma,
cio do direito de queixa por parte dos membros da comunidade nos 2.º e3.º ciclos, considerem:
educativa que sejam lesados nos seus direitos e interesses le- a) Nos anos terminais de ciclo, que o aluno adquiriu os
galmente protegidos. conhecimentos e desenvolveu as capacidades necessárias para
progredir com sucesso os seus estudos no ciclo subsequente
SECÇÃO IV b) Nos anos não terminais de ciclo, que o aluno demons-
Avaliação tra ter adquirido os conhecimentos e desenvolvido as capacida-
des essenciais para transitar para o ano de escolaridade seguin-
As normas relativas à avaliação estão essencialmente en- te.
quadradas pelo estabelecido no Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 3 — No 1.º ano de escolaridade não há lugar a retenção,
de julho e pelo Despacho Normativo 24-A /2012, de 6 de de- exceto se tiver sido ultrapassado o limite de faltas e, após cum-
zembro. pridos os procedimentos previstos no Estatuto do Aluno e Ética
Artigo 29.º Escolar, o professor titular da turma em articulação com o
Intervenientes na Avaliação conselho de docentes, quando exista, decida pela retenção do
aluno.
O processo de avaliação dos alunos envolve, para além dos 4 — Um aluno retido nos 1.º, 2.º ou 3.º anos de escolarida-
preceitos legais, os professores, as estruturas de orientação de pode integrar a turma a que pertencia por decisão do diretor,
educativa, os serviços de apoio socioeducativo, os alunos e sob proposta do professor titular de turma, ouvido o conselho
seus EE. de docentes quando exista.
5 — A retenção em qualquer um dos ciclos do ensino bási-
Artigo 30.º co implica a repetição de todas as componentes do currículo do
Avaliação sumativa respetivo ano de escolaridade.
3 — Os alunos autopropostos do ensino básico não progri- b) Mudança de curso ou de disciplina de opção ou espe-
dem e obtêm a menção de Não Aprovado se estiverem nas cificação não existentes na respetiva escola;
condições referidas no número anterior. 2 — Depois de se iniciar o ano letivo, os pedidos de trans-
4 — A disciplina de Educação Moral e Religiosa, nos três ferência de alunos entre jardins-de-infância, entre escolas do 1º
ciclos do ensino básico, as áreas não disciplinares, no 1.º ciclo, CEB do AEGCC ou entre turmas do mesmo estabelecimento
o Apoio ao Estudo, no 2.º ciclo, e as disciplinas de oferta com- de ensino são formulados pelos EE em requerimento funda-
plementar, nos 2.º e 3.º ciclos, não são consideradas para efei- mentado, dirigido ao Diretor.
tos de progressão de ano e conclusão de ciclo. 3 — Os requerimentos referidos no número anterior são
apreciados pelo CP, que tomará uma decisão sobre o seu defe-
Artigo 33.º rimento.
Participação dos Alunos na Avaliação 4 — São imediatamente indeferidos os pedidos de transfe-
rência entre turmas do mesmo estabelecimento de ensino que
1 — Antes da avaliação sumativa realizada no final de cada não se fundamentem em fatores de ordem psicopedagógica,
período letivo os professores, no ensino básico, exceto nos 1º e comprovados por entidade considerada idónea pelo CP.
2º anos, solicitam aos alunos uma autoavaliação, que deve ser 5 — As decisões relativas ao deferimento dos requerimen-
apresentada por escrito e com a discriminação dos parâmetros tos referidos no ponto 1 são comunicadas aos interessados pelo
de avaliação. Diretor, nos 5 dias úteis seguintes à sua apreciação pelo CP.
2 — Se o professor não concordar com a avaliação feita pe-
lo aluno da sua própria aprendizagem ou do seu comportamen- SUB-SECÇÃO I
to, pode apresentar-lhe as razões da sua discordância. Constituição de Turmas
ANEXO V
REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DAS BIBLIOTECAS
(ponto 2 do artigo 4.º do RIAEGCC)
ANEXO V – Regulamento das Bibliotecas Escolares d) Após a leitura/consulta os documentos não devem ser
colocados nas prateleiras. Cada utilizador deve entregá-los na
Artigo 1.º zona de atendimento;
Normas de Acesso às Bibliotecas e) Após a entrega do fundo documental, o elemento da
equipa da BE encarregar-se-á de o colocar na respetiva prate-
Para permanecer e fazer uso dos espaços destinados às leira.
Bibliotecas Escolares, o utilizador deve cumprir as seguintes 4 — Funcionamento da zona audiovisual:
normas: a) O utilizador da BE pode usar os equipamentos de som
1 — Qualquer elemento da Comunidade só poderá fazer e de imagem existentes nesta zona, mediante escolha prévia do
uso das Bibliotecas Escolares se for considerado utilizador; CD, DVD ou cassete vídeo e por solicitação ao elemento da
2 — Para cumprir os requisitos referidos no número ante- equipa da BE;
rior, deve estar numa das seguintes situações: b) A utilização dos meios audiovisuais por cada utiliza-
a) Pertencer à comunidade escolar do AEGCC; dor está dependente da disponibilidade existente no momento
b) Ser portador de autorização expressa da Diretor. em que é feita essa solicitação;
3 — A permanência e utilização da BE é livre para os utili- c) O utilizador só pode utilizar os equipamentos audiovi-
zadores, mediante as regras definidas. suais e vídeo usando CDs, DVD’s e/ou cassetes vídeo não
4 — O utilizador não pode levar consigo, sacos, pastas, pertencentes à BE mediante o controlo e autorização. Caso
mochilas ou outros equipamentos afins para os diversos espa- contrário poderá ser impedido de usar o referido equipamento;
ços definidos na biblioteca, devendo ficar depositados na zona d) O utilizador, para ouvir som através dos audiovisuais,
destinada a esse fim. só o poderá fazer individualmente usando auscultadores.
5 — A permanência e utilização da BE implicam o conhe- 5 — Funcionamento da zona multimédia/Internet:
cimento e aceitação por parte do utilizador de todas as normas a) O utilizador só pode utilizar os equipamentos informá-
de utilização definidas, as quais se encontram disponíveis na ticos mediante inscrição prévia na zona de atendimento e apre-
zona de atendimento. sentação do respetivo cartão;
6 — O não cumprimento de todas as normas de acesso e b) O utilizador só pode permanecer na zona multimédia
utilização da BE pode implicar sanções, nomeadamente o im- se estiver a usar os computadores aí existentes;
pedimento temporário (ou definitivo) do acesso a este espaço. c) O utilizador pode utilizar os computadores para con-
sulta documental, pesquisa, realização de trabalhos individuais,
Artigo 2.º divertimento, usando CDs, DVD’s ou CD-ROM’s pertencentes
Normas de Funcionamento das bibliotecas à BE, ou através do acesso à Internet a sites não restritos;
d) O utilizador não pode usar disquetes, CDs, DVD’s e
As Bibliotecas Escolares têm normas gerais de outros dispositivos de armazenamento de dados, cuja proveni-
funcionamento referentes às várias zonas definidas: ência seja duvidosa, ao nível de segurança;
1 — Funcionamento da zona de atendimento: e) O utilizador não pode instalar, desinstalar ou modifi-
a) A Zona de Atendimento comporta um local de aten- car programas nos computadores;
dimento (balcão) onde deve estar permanentemente um ele- f) O utilizador só pode ouvir som através do computador
mento da equipa da BE ou dos seus colaboradores que controla mediante a utilização de auscultadores;
o acesso à BE e prestará todos os esclarecimentos, nomeada- g) Cada computador não pode ser usado em simultâneo
mente apoio à consulta do catálogo online; por mais de duas pessoas, se o espaço e mobiliário o permiti-
b) O utilizador da BE, em primeiro lugar, deve dirigir-se rem;
ao balcão de atendimento, apresentar a identificação e solicitar h) A utilização dos meios informáticos é feita mediante o
o acesso ou qualquer outra informação que necessite. conhecimento e aceitação de todos as normas pelo utilizador.
2 — Funcionamento da zona de leitura informal e lazer:
a) O utilizador da BE pode permanecer nesta zona para Artigo 3.º
ler/consultar revistas, jornais, álbuns, etc.
3 — Funcionamento da zona de consulta de documentação: Normas gerais de utilização das bibliotecas
a) Nesta zona, destinada a trabalho individual ou peque-
nos grupos, é exigido mais silêncio para permitir maior concen- 1 — O utilizador, sob pena de inibição do direito de consul-
tração dos utilizadores, que podem consultar todo o fundo ta e de suportar os custos pelos danos causados, não deve:
documental impresso existente e ainda terem o acesso a consul- a) Fazer decalques, sublinhar ou anotar as obras e escre-
ta mais alargada através de um terminal com computadores ver sobre o fundo documental impresso;
multimédia internet; b) Colocar livros abertos uns sobre os outros, dobrar fo-
b) O utilizador da BE pode ter acesso e permanecer nesta lhas e forçar as encadernações.
zona acedendo livremente ao fundo documental existente nas 2 — A não devolução ou deterioração dos materiais requi-
prateleiras das estantes, podendo retirá-lo e levá-lo para a mesa sitados na BE ou para leitura domiciliária fica sujeita ao paga-
de leitura para ser consultado, depois de registado no balcão de mento do valor dos mesmos.
atendimento; 3 — Qualquer utilizador das Bibliotecas Escolares poderá
c) Para facilitar a procura do documento, o utilizador de- usar e consultar o fundo documental aí existente.
ve informar-se, na zona de atendimento, das normas seguidas 4 — Qualquer utilizador pode requisitar para consulta do-
no que se refere à arrumação do fundo documental segundo a miciliária documentos impressos e audiovisuais que não este-
Classificação Decimal Universal (CDU); jam sujeitos à restrição de não poderem sair da BE (Enciclopé-
ANEXO VI
TERMO DE POSSE
(ponto 2 do artigo 4.º do RIAEGCC)
ÓRGÃO DE ADMINISTRAÇÃO
E GESTÃO D E ESC
TO OL
N
AS
Conselho Geral
RUPAM
GERAL
DE SEIA
Mandato
AG
= Triénio 20 / 20 =
IDENTIFICAÇÃO DO REPRESENTANTE
Nome completo:
Modalidade de :
POSSE
Local e data:
O (A) Representante
__________________________________________
__________________________________________
Escola Sede: EB2,3 Dr. Guilherme Correia de Carvalho – Seia 60
RIAEGCC
Regulamento Interno do Agrupamento de Escolas Guilherme Correia de Carvalho
ANEXO VII
ANEXO VII
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR
(ponto 2 do artigo 4.º do RIAEGCC)
máximo de 24 horas.
4. O docente titular de turma deverá instruir o processo,
designadamente, o preenchimento do Inquérito de Acidente
Escolar, e remetê-lo no prazo máximo de 24 horas aos Serviços
Administrativos do Agrupamento.
5. O Agrupamento/escola não será responsável pelo
acompanhamento dos alunos que permaneçam na escola depois
dos horários normais de funcionamento destas atividades. As-
sim, os encarregados de educação deverão ir buscar os seus
educandos, logo após o final das respetivas atividades, com
uma tolerância máxima de 15 minutos.
Artigo 12º
Disposições Finais
1. Qualquer questão ou dúvida que ocorra no âmbito do funci-
onamento das AEC e que não esteja prevista neste Regulamen-
to, será esclarecida pela Direção, mediante parecer prévio da
entidade promotora, a Câmara Municipal de Seia.
ANEXO VIII
PERCURSOS ALTERNATIVOS
(ponto 2 do artigo 4.º do RIAEGCC)
ANEXO VIII – Percursos Alternativos gestão de carreira relevantes para a qualificação profissional a
adquirir, para a inserção no mundo do trabalho e para a forma-
ção ao longo da vida. Esta componente é objeto de regulamen-
Cursos de Educação e Formação to específico que se constitui como Anexo 1 deste regulamento.
5. Os percursos de educação e formação de nível de qualifi-
PREÂMBULO cação 2 integram uma prova de avaliação final (PAF). A PAF é
objeto de regulamento específico que se constitui como Anexo
O presente regulamento fará parte integrante do Regula- 2 deste regulamento.
mento Interno do Agrupamento de Escolas Guilherme Correia
de Carvalho e constitui-se como o regulamento específico dos Calendário Escolar e Horários
Cursos de Educação e Formação, (CEF). 1. O calendário escolar é definido no início de cada ano le-
O Agrupamento de Escolas Guilherme Correia de Carvalho tivo de acordo com as normas estabelecidas pelo Ministério da
desenvolve cursos CEF, do tipo 2, cuja oferta permite aos jo- Educação.
vens, de acordo com a sua habilitação, a conclusão do Ensino 2. Este calendário inclui ainda períodos de recupera-
Básico, (9º ano) e simultaneamente a obtenção de uma qualifi- ção/compensação, definidos anualmente pelo Coordenador
cação profissional de nível II. Pedagógico da Formação, da seguinte forma:
Este documento observa a legislação seguinte: Despacho a) Tipo 2 (2º ano)
Conjunto nº453/2004, de 27 de julho, com a Retificação n.º i) Período anterior à paragem do Natal e da Páscoa: 2 ou 3
1673/2004, de 7 de setembro, Despacho n.º 12568/2010, de dias
04/08, Portaria n.º 199/2011, de 19/05 e Lei nº 51/2012 de 5 de ii) Período anterior ao Estágio: 1 ou 2 dias
Setembro. Observa também as orientações constantes no Guia 3. Em condições excecionais, podem ser definidos pelo Co-
de Orientações dos Cursos de Educação e Formação, de feve- ordenador Pedagógico da Formação, períodos adicionais de
reiro de 2011, do Ministério da Educação (ME) e da Agência recuperação.
Nacional para a Qualificação (ANQ). 4. Para os alunos que excedam o limite de faltas por factos
que lhes sejam imputados, os períodos de recuperação indica-
Tipologia dos cursos e destinatários dos nos pontos 2 e 3 anteriores, só podem ser frequentados uma
1. Cursos Tipo 2 vez no ano letivo.
Os cursos de tipo 2, com a duração de dois anos e conferin- 5. O período de formação prática em contexto de trabalho
do o 9º ano de escolaridade e uma qualificação profissional de (FPCT) decorrerá no horário que será definido entre a entidade
nível II, destinam-se a jovens que completaram o 6º ano de Formadora e a Entidade Enquadradora.
escolaridade ou frequentaram, com ou sem aproveitamento, o 6. As aulas decorrem no horário diurno, entre as 8h30 min e
7º ano de escolaridade, ou ainda àqueles que frequentaram, sem as 17h20 min sendo a duração semanal máxima de 33 horas e
aproveitamento, o 8º ano de escolaridade; 45 minutos.
2. Os cursos CEF destinam-se a jovens com idades compre-
endidas entre os 15 e os 23 anos com pelo menos duas reten-
ções. Assiduidade
1. O dever de assiduidade e pontualidade implica para o
Estrutura dos cursos aluno a presença e a pontualidade na sala de aula e demais
1. A estrutura curricular dos cursos é acentuadamente pro- locais onde se desenvolva o trabalho escolar munido do mate-
fissionalizante e compreende as seguintes componentes de rial didático ou equipamento necessários, de acordo com as
formação: orientações dos professores, bem como uma atitude de empe-
a) Componente de formação sociocultural; nho intelectual e comportamental adequada.
b) Componente de formação científica; 2. Os pais ou encarregados de educação dos alunos menores
c) Componente de formação tecnológica; de idade são responsáveis, conjuntamente com estes, pelo
d) Componente de formação prática. cumprimento dos deveres referidos no número anterior.
2. As componentes de formação sociocultural e científica 3. O controlo da assiduidade dos alunos é obrigatório em
são organizadas tendo em conta os referenciais e do Catálogo todas as atividades escolares letivas e não letivas em que parti-
Nacional de Qualificações (CNQ), cujos planos curriculares cipem ou devam participar.
são aprovados pelo Ministério da Educação, que também auto- 4. Considera-se falta a ausência do aluno a uma aula ou a
riza o seu funcionamento e são objeto de financiamento pelo outra atividade de frequência obrigatória ou facultativa caso
Programa Operacional de Potencial Humano (POPH). tenha havido lugar a inscrição, a falta de pontualidade ou a
3. A componente de formação tecnológica organiza-se por comparência sem o material didático ou equipamento necessá-
unidades ou módulos de formação, eventualmente associados rios, nos termos estabelecidos no presente Regulamento.
em disciplinas ou domínios, em função das competências que 5. As faltas, justificadas ou injustificadas, não podem exce-
definem a qualificação profissional visada. der, em cada ano letivo, 10% da carga letiva anual de cada
4. A componente de formação prática, estruturada num pla- disciplina, módulo, unidade ou área de formação;
no individual de formação ou roteiro de atividades a desenvol- 6. As faltas da componente de formação prática não podem
ver em contexto de trabalho, assume a forma de estágio, com a exceder 5% da respetiva carga horária (210 horas), ou seja 10,5
duração de 210 horas, e visa a aquisição e o desenvolvimento horas.
de competências técnicas, relacionais, organizacionais e de 7. O aluno que ultrapasse o limite de faltas de uma discipli-
na pode usufruir do período de recuperações definido em cada nio das atitudes/ saber estar.
ano letivo para desenvolver as competências não adquiridas, 2. Os instrumentos de avaliação dependem da especificida-
mediante o plano estabelecido pelo professor da disciplina. de das disciplinas (arquivados no dossier da equipa pedagógi-
8. As faltas à componente prática em contexto de trabalho ca).
são tratadas de acordo com o regulamento específico que se Terminologia
constitui como Anexo 1 deste regulamento. Na classificação de exercícios escritos de avaliação e outros
9. Quando o aluno atingir metade do limite das faltas, o en- trabalhos, o AGCC adota a seguinte menção:
carregado de educação e o aluno serão convocados para uma Insuficiente menos 0 – 19%
reunião com o Coordenador do Curso, para encontrarem as Insuficiente 20% - 49%
soluções mais adequadas que ajudem a superar a falta de assi- Suficiente 50% - 69%
duidade do aluno; Bom 70% - 89%
10. Nessa ocasião, o encarregado de educação e o aluno se- Muito Bom 90% - 100%
rão advertidos para as consequências da falta de assiduidade,
quer no aproveitamento escolar, quer na avaliação contí- Os alunos realizam os exercícios escritos de avaliação em
nua/final do aluno. folha própria do AGCC ou no próprio enunciado.
11. Caso se revele impraticável o referido nos números an- A avaliação é assinalada em valor qualitativo.
teriores, por motivos não imputáveis à escola, e sempre que a De acordo com os critérios de avaliação de cada disciplina,
gravidade especial da situação o justifique, a respetiva comis- as percentagens serão correspondentes aos seguintes níveis:
são de proteção de crianças e jovens em risco deve ser infor-
mada do excesso de faltas do aluno menor de idade, assim 0 – 19% Nível 1
como dos procedimentos e diligências até então adotados pela 20% - 49% Nível 2
escola e pelos encarregados de educação, procurando em con-
junto soluções para ultrapassar a sua falta de assiduidade. 50% - 69% Nível 3
12. Sempre que o limite de faltas estabelecido seja excedido
o aluno é excluído dos módulos, unidades de formação das 70% - 89% Nível 4
disciplinas ou componentes de formação no momento em que 90% - 100% Nível 5
se verifica o excesso de faltas.
13. No caso dos alunos adultos, quando o limite de faltas é
excedido por motivos imputáveis ao aluno este é excluído do Periodicidade
curso; 1. Ao longo do ano, haverá três momentos de avaliação, a
14. Os alunos que reprovem no estágio por falta de assidui- coincidir com o final de cada período letivo, com o objetivo de
dade não realizam a Prova de Avaliação Final (PAF); analisar o percurso do aluno para que, em função deste, sejam
15. O incumprimento reiterado do dever de assiduidade po- propostas e tomadas as medidas adequadas.
de ainda dar lugar à aplicação de medidas sancionatórias. 2. No curso Tipo 2, e no segundo ano, o último momento de
avaliação ocorre no final da parte escolar dos mesmos.
Modalidades de Avaliação 3. Após a conclusão do estágio é efetuada e publicitada a
1. A avaliação dos alunos tem carácter contínuo e processa- respetiva avaliação.
se segundo as modalidades: 4. A avaliação final do curso só será realizada e publicitada
a) A avaliação diagnóstica, que pode ocorrer no início ou após a conclusão do estágio e na sequência do Conselho de
em qualquer outro momento do ano letivo, quando articulada Turma convocado para o efeito.
com a avaliação formativa, e que conduz à adoção de estraté- 5. Após a conclusão da PAF é efetuada e publicitada a res-
gias de diferenciação pedagógica, facilitando a integração esco- petiva avaliação.
lar do aluno/formando.
b) A avaliação formativa, que assume caráter contínuo e Efeitos da Avaliação Sumativa
sistemático, visa a regulação do ensino e da aprendizagem, 1. Nos cursos CEF, Tipologia 2, observa-se o seguinte:
recorrendo a uma variedade de instrumentos de recolha de a) os alunos transitam de ano sempre que seja possível, no
informação, adequados à diversidade das aprendizagens e aos percurso escolar de 2 anos, se atingirem as competências e
contextos em que ocorre. metas constantes do referencial do curso e não excedam o limi-
c) A avaliação sumativa, que se realiza no final de cada pe- te de faltas para o curso.
ríodo letivo, e utiliza a informação recolhida no âmbito da 2. Nos cursos CEF, Tipologia 2 observa-se o seguinte:
avaliação formativa, traduzindo-se na formulação de um juízo a) os alunos concluem o curso com aproveitamento caso
globalizante sobre as aprendizagens realizadas pelos alu- obtenham classificação igual ou superior a nível 3 a todas as
nos/formandos e as competências por si desenvolvidas ou de- componentes de formação e na prova de avaliação final obten-
monstradas. do dupla certificação: escolar, de 9º ano, e profissional, de
d) A informação resultante da avaliação sumativa interna nível II;
expressa-se numa classificação de 1 a 5, em todas as discipli- b) os alunos que obtenham classificação igual ou superior a
nas. nível 3 nas componentes sociocultural e científica e tenham
respeitado o regime de assiduidade a todas as componentes de
Critérios de Avaliação formação com exceção da componente de formação prática
1. Os critérios de avaliação resultam de uma ponderação de obtêm apenas certificação escolar de 9º ano.
70% para o domínio cognitivo/Saber fazer e 30% para o domí- c) No caso de o aluno/formando ter obtido aproveitamento
nas componentes tecnológica e prática, mas sem aprovação na que facilitem a futura integração dos jovens no mundo do tra-
componente formação sociocultural ou científica, poderá, para balho;
efeitos de conclusão do curso, realizar exame de equivalência à c. Desenvolver aprendizagens no âmbito da Higiene, Saúde
frequência, no máximo, a uma disciplina/domínio de qualquer e Segurança no Trabalho.
das referidas componentes de formação em que não obteve 3. O Estágio realiza-se numa entidade pública ou privada,
aproveitamento. adiante designada por Entidade Enquadradora, na qual se de-
d) Nas situações em que o aluno/formando tenha obtido senvolvam catividades profissionais relacionadas com a área de
aproveitamento numa ou mais componentes de formação, mas formação do curso.
não suficientes para a conclusão do curso, poderá requerer a 4. Compete ao Coordenador Pedagógico da Formação, em
certificação das componentes de formação em que obteve articulação com os Coordenadores de Curso e com o Coorde-
aproveitamento, as quais não terá de repetir para efeitos de nador da Formação, contactar e selecionar as empresas que
conclusão do respetivo percurso. acolherão os alunos.
e) Quando o aluno não está em condições de concluir o cur- 5. Sempre que possível, e sem prejuízo do disposto no pa-
so por factos que lhe são imputáveis, e se encontra abrangido rágrafo seguinte, os locais de estágio deverão situar-se na área
pela escolaridade obrigatória de 12 anos, compete ao seu encar- geográfica da escola ou da residência do estagiário.
regado de educação indicar o curso e escola para o qual o seu 6. A distribuição dos alunos pelas entidades formadoras é
educando será transferido a fim de prosseguir o seu percurso da competência do Coordenador de Curso e da Equipa Pedagó-
escolar. gica.
f) O não cumprimento dos deveres do encarregado de edu- 7. O Estágio é supervisionado pelo Acompanhante de Está-
cação nas condições descritas no ponto anterior implica a co- gio, em articulação com o Coordenador do curso, em represen-
municação de abandono escolar do aluno à respetiva Comissão tação da Entidade Formadora e pelo Tutor, em representação
de Proteção de Crianças e Jovens da sua área de residência. da Entidade Enquadradora.
c. Casamento e maternidade/paternidade, nas condições que direito a uma bolsa de Estágio e a subsídios durante o Estágio
a lei estabelece; em contexto real de trabalho, anualmente estipulados de acordo
d. Qualquer dever cívico imposto por lei, desde que não com a legislação aplicável aos cursos CEF. Assim:
permita adiamento ou substituição; 1. Os Alunos poderão auferir, durante o período de forma-
e. Outras situações de força maior não imputáveis direta- ção em contexto de trabalho, de uma bolsa de profissionaliza-
mente ao Aluno, desde que devidamente comprovadas e aceites ção.
pelo Diretor de Curso. a. A bolsa de profissionalização é atribuída em função do
7. São consideradas injustificadas todas as faltas não previs- grau de carência económica do Aluno, aferido pelo escalão de
tas no ponto anterior. rendimento fixado para efeitos de atribuição de abono de famí-
lia.
Artigo 10º b. O valor da bolsa de profissionalização corresponde a um
Reprovação no Estágio por falta de assiduidade máximo de 10% do indexante dos apoios sociais (IAS), institu-
1. Os Alunos que frequentem um curso CEF e tenham ul- ído pela Lei nº 53-B/2006 de 29 de Dezembro.
trapassado o número de faltas permitido no Estágio não pode- c. A atribuição da bolsa de profissionalização só pode ser
rão obter certificação profissional; feita da primeira vez que o Aluno frequente Acão do mesmo
2. Os Alunos referidos no ponto anterior podem requerer nível de qualificação, sem prejuízo de poder ser feita no caso
certidão das componentes ou das disciplinas em que obtiveram de primeira mudança de curso, se o Aluno tiver concluído, no
aproveitamento; máximo, o equivalente a um ano de formação.
3. Aos Alunos referidos no ponto 1. deverá a Entidade 2. Será atribuído um subsídio de alimentação durante o pe-
Formadora, sempre que possível, através do Diretor de Curso, ríodo de formação em contexto real de trabalho desde que a
do Professor Acompanhante e do Serviço de Psicologia e Ori- formação diária seja igual ou superior a duas horas e coincida
entação (SPO) e articuladamente com o Aluno e respetiva com o período de refeição e este benefício não seja concedido
família, avaliar a oportunidade de realização de novo Estágio, gratuitamente na Entidade Enquadradora.
em momento que se considere mais apropriado; 3. Sempre que tal se justifique, poderá ser atribuído ao Alu-
no um subsídio de transporte no montante correspondente aos
custos das viagens realizadas em transporte coletivo ou no caso
Artigo 11º de não ser possível a utilização do transporte coletivo, poderá
Avaliação ser efetuado um pagamento deste subsídio até ao máximo men-
1. O Aluno em Formação em Contexto de Trabalho será sal de 12,5% da indexante dos apoios sociais.
avaliado nos seguintes parâmetros: a. O subsídio de transporte será pago apenas no caso de o
a. Desenvolvimento da criatividade e da recetividade à ino- Aluno entregar ao Entidade Formadora, comprovativo de aqui-
vação científica e técnica, (Recetividade à inovação, Iniciativa sição de título de transporte público, mensal, tendo sempre em
e Criatividade). linha de conta o critério da razoabilidade dos custos apresenta-
b. Integração socioprofissional do aluno, (Assiduidade e dos.
pontualidade, Relações humanas no trabalho, Capacidade de b. Para efeitos do número anterior, considera-se razoabili-
organização, Responsabilidade). dade dos custos apresentados as viagens realizadas por motivo
c. O aperfeiçoamento dos conhecimentos profissionais ad- da frequência do Estágio curricular.
quiridos em contexto real de trabalho, (Conhecimentos profis- c. Os documentos comprovativos de aquisição de título de
sionais, Capacidade de aplicação, Destreza com as ferramentas, transporte deverão ser entregues até ao dia 8 do mês a que se
Ordem e ritmo na execução, Domínio da linguagem técnica, referem. Em caso de incumprimento deste prazo, o Entidade
Autonomia, Cumprimento das normas de higiene e segurança, Formadora reserva-se o direito de não aceitar nem reembolsar a
Qualidade e rigor do trabalho). despesa em causa.
d. Elaboração de Relatório de Estágio. 4. O subsídio de alojamento será atribuído apenas aos Alu-
2. A avaliação no processo de Estágio assume carácter con- nos em que a localidade de residência distar 50 km ou mais da
tínuo e sistemático e permite, numa perspetiva formativa, reu- localidade onde decorra a formação ou quando não existir
nir informação sobre o desenvolvimento das aprendizagens, transporte coletivo, compatível com o horário da formação, de
possibilitando, se necessário, o reajustamento do Plano de acordo com o seguinte critério:
Estágio. a. Montante máximo de 30% do indexante dos apoios soci-
3. A avaliação referida em 1.d corresponde a 20% da nota ais garantida por lei;
final. b. Em caso de Alunos carenciados e sempre que tal situação
4. A avaliação assume também um carácter sumativo, con- for impeditiva da frequência da formação, poderá ser concedi-
duzindo a uma classificação final de Estágio, numa escala de 1 do um subsídio de alojamento no montante de 30% do indexan-
a 5. te dos apoios sociais, independentemente da distância a percor-
5. A avaliação referida no número anterior corresponde a rer pelo Aluno.
70% da avaliação final da componente de formação prática. c. Os apoios sociais referidos nas alíneas anteriores serão
atribuídos de acordo com a assiduidade dos Alunos conforme
Artigo 12º estabelecido no artigo ---- Assiduidade.
Apoios Financeiros durante o Estágio 5. O Aluno terá direito a um seguro de acidentes pessoais
Os apoios financeiros concedidos aos Alunos dos cursos que cobre, também, o período em contexto real de trabalho, a
CEF dependerão sempre dos apoios concedidos pelo Programa cargo da Entidade Formadora.
Operacional de Potencial Humano (POPH). O Aluno poderá ter 6. O pagamento mensal de subsídios é obrigatoriamente
Artigo 13º
Casos Omissos
Em tudo o que for omisso no presente regulamento será
analisado pelo Coordenador da Formação em articulação com o
Coordenador Pedagógico da Formação.