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Desot-cs aufoukson
“Esta motivag%o da crianga para fazer
Uma das. caracteristicas principais do desenho
fantil 6 0 realismo.
© desenho infantil 6 ~ realista no que respeita aos
motivos e aos
temas
No que se xefere aos temas o interesse da crianga est4 especialmente
dixigide para o desenho figurativo. 0 desenho geométrico é-Ihe quase
indiferente e quando a crianga o-executa, tom necessidade’ de lhe dar
uma significagio {por exemplo “uma crianga de 3 anos,
dezenhado circulos, imitando os que lhes
nes belachss ¢ abelias"
algo para a ordangas
depois de ter
wham desenhado, ch
ama—
i)#. Assim-o desenho tém que representar
© desenho infantil é voluntariamen:
realista. A’ crianga necessita
elementos do objecto, seguindo
g8o uma hierarquia, que assenta no grat de
rentes elen :
na sna represent:
wportancia dado 20s dife-
entes.
compreeride. Por axe
pormenorés' ries ‘bonecos; mas deSenha-sa~o ‘tmp’
27388, segundo Laquet(1927) p:
Bas de reaisne iwoluntério
Fase
realismo frustrado
Pase do realismo intelectual
Fase do realisno visval
Saracteriet
sas mais sign:
Pase do realismo involuntatid.
ase do realismo involuntaria.
+ No inicis
[Link] d3 crianga, mais no. é que v
do simpkesmente para
gificaao.
‘R’ tragado executa~’
faz linhas(). € um tragado desprovide d= si-
tragos advérh, segundo Laquet, de
uma’ necessidade dé _imita:
Zuma actividade que ela observa nas pessoas
que considera importantes — pais, :
etc.
x-Q. in 3.85993
Be gr GSgStL" + Luquet, G.i., Porto. Livraria Givilici
{ Estes tragos de linhas sem significado, vio num dado momento, através !
Bi ae uma tortui |
@lhanga do desenho com o real, ter um significado
para a crianga. 1
3: Ainda que dando um significado ao desenho, a. crianga nesta fase,
n&o. consegue reproduzir’ de novo o objecto porque, como jé referimos,
a a semelhangados trag¢os do desenho e/ o objecto real foi acidental. a
erianga vai assim continuar 2 tragar linhas sem significado, ainda
que por vezes aparegam semelhangas que ela-identifica. Estas identi-~
ficagdes so contudo ainda muito difusas, porque para a crianga o
significado do [Link] tando pode ser uma coisa como outra.
a Por exomplo: uma crianga de 3 anos_e 8 meses [Link] o seu desenho é
uma mesa .e um ‘roplano. Este facto € devido a dois factores:
a aaa 1 0, tregado da crianga nfo ‘tem ainda uma intengSo represen” ~
tative.
2 -,.0 tragado n&o representa verdadeiramente nada, por isso
a 3 crianga d4-Ihe a intexpretagdo que no momento ihe ooo
xe
Posteriorments a crianga come,a a aperfeicgoar as semelhangas fortui-
tas, juntando trages voluntdrios-que-ecentuam as semelhancas.
JB [Link] que se in
‘Ea “a-fase: do desenho com significado, ov ~
[Link], inicio faz tragos sem “‘vighificado de forma “atidentel ani"
Be Contra, semcluangas 32: séus Gesenhos con:os objectcs réais ~' real:
furtuits -. Através
Bo otencional. ~
ino
txansformagées posteriores atinga ¢ cealismo in-
3 Rsta fase é igdo de c9sénho da drianca de
o que a levi a
lesenhar cs ele~
+ Para Luquet nesta fase "o darenha quer
a ser realista mas nao chegaa sé-lo" (2)x,_ H
vido & sua incapacidade 4@r‘Sintetizar,
a mento’, sem os englobar nua ado
As’ dificuldades que se deparam & crianga para a execugio,
ci nesta fase,
Bay So deseuho realista’ s%o de duas ordens:
1 > Oude Eisica - A crianga ainda ado controla os seus movimen-
.tos gré
3 # ~ 2. Laem
Sicos, 4
forma a tragar o que deseja.2 - Qegspwbaiauica - A atengio da crianga é ainda limitada e de
continua. “f também importante considerar a
necessidade que a crianga tem de partilhar a sua atengdo au:
do desenha, pelo que quer representar e pelos movimentos gré-
ficos que tem que executar-para obter essa representagio. Ts~
to leva a que a crianga exclua nos seus &
senhos factores mui-
to importantes de um objecto, pois’a sua atengio ainda n&o os
retém de forma suficientemente sélida para serem representa-
dos. ‘
A criang:
sambém apresenta, nesta fase, dificuldades significativas em
relacionar entre si os ele:
ntes cue formam o objecto yeal a desenhar.
Ito deve-se ao facto de que“quando a crianga pensa nur dos elementos
au sluindo“és ge j4 desenhov,
ytragando © novo elemento sem nenhuma relay3d com os outros.
2 esté a desenhar esyueté os outros, in
-
Par
luqust este facto teria layer porque a orianga nesta fase ten uma
representagic sucessiva e descontinua’dos elementos.
S8q varias-as manifestagdes dos desenhos desta fase:
- AlteracSes das propamSes, Estas podem ser devidas a: + *
. Imperfeigo gréfice
won | Tncapaciaade de-interrof\i o-traco
“Jeses/ 1 O-espage: do_suporte do deseniic que“podé: fazer}. alargar“ou re-
duzir o trago
+ Tmportancia dada aos element tos eas
+ Tragato. jos elementos: de. tna’ fore. iniepondente uns do: outros,
Lice , quande desenaa un trago j4 esqueceu o anterior.
- Alteragdes da tamgtncia e inclusao
Relagio de sicuaggo_entr
elementos ‘ie um mesme vejesso
OrisntagSo de certos pormenoxzes do sbjecto ~ :
Estas’ alterasHes.e consequenterante a
gundo Luquet, csvsa. da incapacidecs sin
Esta incapacidad: conega a desaparecer quando a atengdo da crianga se
torna mais estdvel, pois j4 lhe 6 possi-rel relacionar o que desen’
34 desenhou © assim relacionar os elementos,
B como gu
a
a : oodINTELECTUAL
Esta fase é devinida por Luquet como "tendo por
cia represent:
no_desenho de um objecto todos os seus elementos constitutivos, de
dar a resolug&o de cada um dos seus elementos ao objecto considera—
do no seu co (3 4).
Depois de ultrapessada a fase do realismo frustado, o desenho infan-
til torna-se verdadeiramente realista. Convém contudo salientar que
este: realismo infantil 6 diferente do realismo adulto. Para o adul-
to um dasenho deve ser a reprodugiio fiel de um objeste , levando
em conta a perspactiva. Na crianga um desenho pera ser ¢ > de-
ve conter toa
os elementos. do objectu, inde que
n&o sejam visi-
veils no objecto x
1, @ os préprios elementos abstractos qu2"éia, im-
putz a esse objecto. Luquet chama ao renlismo do adulto , realismo
visual ¢ ao realismo da crianga nesta fas
realicno intvlectual.
Outro factor importante no desenho infantil nesta fase 6 0 use da
é
é usada porque a crian¢a considera o nome do cbjecto
0 uma caracteristica essencial deste.
Alguns processos utilizados pela crianga nesta fase JSor >
“+l Quando os elementos de~um dssenho, que «no objeto real se dcultar
um sutro, a crianga op:
‘por 0s destacar’ entre si’
Teansparéncia: 6 u
@.-elemento que
Parente.
idada para-repirésentar-‘elsinehtos iy vieivei«
lta o-outrd SO representiads G> forma erans—
~ Outro procéssu § a_planificaci:, - e representar 0 objecte em
Rianificacihe, :
Prosecs&o no solo.
z2dos pelas cx:
— © rebatimento é outro dos processes util ancas nes--
socesso
ta fase. Este
ce.
6° definido por Liet com “procesze éplica-
0, sobretudo ao que
poderiamos chamaros suportes dos objectos e
@ consisi
de cada lado 2o corpo cue se estivessem
unidos por um @ volta do qual
@ puderia faz@-los girar" (4 4).
Bs@ processo esta intimamente liguto 7 esta fase,
objective salieilar os elementos que
tos.
porgue ten como
‘a forma estariam encober
de ou’
~ 2B crianga utiliza ainda a mudanga de
ponto de vista, Neste caso a
crianga
vai utilizar similtaneamente os processos anteriormente des-
&- 465 ~ Idem a5
a
a
a
a
a
oxitos-
Sobre isto diz Luquet "Depois
objecto do ponto de vista em que oferece o aspecto mais caracteris-
le ter representado o conjunto de um
tico e faz sobressair o maior numero dos seus elementos ess@nciais ,
a crianga éscolhe para desenhar cada um dos outros ‘purmenores, 0 pon
to de vista que apr
senta a sua forma exemplar" (5%).
Todos estes processos utili
ados’ pela crianga nos seus: desenhos. sio
xesultantes da necessidade de combinar a intengZo. realista e o sen-
tido sintético, caracteristico desta fase.
© objective subjacente a estes processes $ 0 de reprasentar oo objec-
to de forma fidedi
ae completa. :
olhés). A crianca resfeita
sealismo v:.suel - realismo caracteristico do desenho do“adulte -
~.Saleancado pela Grianga quends esta comeca & fazer a critica nos
S2us_précrios deseahas. Assim a crianga repara que os desenhos rea~
lizadgs.. com. base no realismo intelectual no esto de acordo con os
Objectos-reais:(por exemplo o Gesenho de un ro8téi'de"péxtil com dois
mt&oa forma de:
Jiomo Intélectiial e
assumeum. realismo visual. Segundo. liviquet- “tomahdopsr icritérin’ Go
realismo visual: a representa
de um 8nico olhd has ‘Gabega? de pox
fi1,..d4se. a substituicdd do realisnio vi
tual (cA). 7 ae
aT péLO’ realisiid inter
Os processos que a criangd ut:
S80 subs-
; \
valentes no realismo visual: ® transferéncta suce-
de-a opacidade; aos rebatimentos e mudanga de pontes de vista sucede
a perspect:
titufdos pelos equi
va.
A entrada ca crianga nesta fase 6, tal: coins acuntece nas fuses ante-
viores, rea
izada de una “4
oxma lentia-é nfo isenta de recucs 1. e
pode surgir degois de deséinos em que & evidente o realism> visual,
outros em que os tragos do [Link] inteléctuai est& -
sentes. ES~
te facto 6 de yrande importancia p2:5 mostra-nos que as fases da don
senvolvimento dz crianga nie sao estauques,
eo alcangar um estédio
mais avangado n3o implica o desaparecimento répido de todas as carac-
teristicas do estédio anterior
&- 3 e 6 ~ Idem
{
t
|Co ee
oe Seana Vaan ile cae Les ane
LiL satwethetmbion des desis Benantg
{Dessin’ ET
widlschee ,2, - Baucelos
Hoadage | #2 ed. CHAPITRE PREMIER
i . ; STYLE ET BVOLUTION DU DESSIN
Le style des dessins
' : Les dessins denfant soit aisément reconnaissables,
On ne risque guéze de les confondre avec dautres
3 : exprassions plastiqi:.s. Si certains peintres medemes
out tait des tableaux qui peuvent, A un examen tout
* superficiel susciter ua douté, il Sagit d'un emprunt
\ dlibéré ow style de Penfant. Crest un. reflet parini
d'autres de Vinfluence quiexercent sur Part modeme
kes expressions primitives’ de Vart, L'enfant, lui, ne
cherche nallement & imiter Jes productions artistiques,
i F des adultes. ‘Son intention est tout autre. On trouvertit
GA de plus grondes ressemblances avec Hart populaire.
Les deux ont on commun Vimperfection des moyéns
ct le souci narratit et descriptif, L'imperfection des
moyotis,"chr" Partisan ow Ie peintsé atnateur;, ignorants
: de la technique du peintse, ont A peu prés les mémes
4 capucités que Msnfant de douze ans. Aussi it n'y a rien
@éornant 2 ce que nous retrouvions des erreurs de
perspective, de configurabd
20 WINTMRPATATION DBS DESSINS DUNEANTS
Qwere & Motention narrative cl desetiotive-elle okt
jnéiscetable-lorsqu'll stagit dun art populaire Writabl,
nat les prodyetions sont destinges & des fas: wilia
(erscignes, publicité, ex-voto, récits points). Oa” pout
rait penser que malgré tout [Link] dans Part
populaire des éXétsents qui ne s'ebse: vent’ pag. chez
Ponfant : Hisabilee motcice, 1¢ réa‘isne visuel ». En
réalité ils jouent peu et Ul est frappant lorsquion observe
Te dévsloppement historique d'un style"datt pepo
de constater Je conservatieme extisme des form
saneluaivs « della Madorna det monte » A Cesena, en
Ronagne, posside une incomparable evileetion d'ex-
voto, peints par éet artisans locaux, es rvtits tableaux
sar bous, peints 4 Thuile, de taille voisine, soi fabs
qués et conservés depuls le xv* Sitcle, Leur ancien-
neié, te fait quills aient 6 peints daniy une" région
oo les ans plesticzze ont conn du’ xv" at xe sible
tun développement ccusidérable, devraiest’ no.s faire
voir un évolution sensible du style de tHeiux dui
représentent toujours Jes mémes setnes: sssident de
a voie publique ou de la mer, eaptiité spicé nies
Or il nen est sien os fe style pop aire parat ts
Gloigné, cans la plupart des tableaux, 0 atts pistural
de Ténoguel Ceci" Fexplique vraiseoblaihe mnt pat
Vinjportanee dv, dota nacratit qui danni & Fexpeessio
riché et ‘¥ivdale Ié-pes sur. les movers, Meins ‘ekaéte
esi In comparaisod <7'ce Vurt naif qe! se Vou" imitation
de Mart tout court, + ol Vamateue adopte les ‘tention’
crthétiques’ dé-Fartiste de métier sans én voit ‘la
(echnique. L'act naif joue des moyens ou dé Weur absetice
Le
|
STvie Pr EVOLUTION DU DESsEE 21
rigient ses cpplications pratiques en dépit de moyens
Snsu(tisants. Eb nous voyons ici la grande anelogic entre
Tart populaire ei le dessin. La seule différence entre les
eux vient, pengons-nous, du conformisme de Vartisa
ngagé cans un travail rémunéeé et esprit de fantaisic
auquel a’cchappe 9as l'enfant, impliqué seulement dans
tun ies
Quant aux rapports entee le style de Penfant'et-cclat
des « primitifs »..’est' IA un dgbat qui a perdu & pew pris
toute signification.-II avoit 68 un theme central dias
Jes premiers travaux sur les dessins d'enfant. Ce n'était
ailleurs qu'une des corséquences de la loi de dévelop-
pement, qui veulait que Féire humain récapitule dans
son développernent,, Padre du développement des
espeses. D’ob ies avalories constarament recherchées
atte Fenfant et le:sanvage. Kerschensteiner, Je grand
pédagogue de Munich qui devait consacrer une grande
part de ses recherches et de son enseignement au dessin,
ge ft Pavocat de cette conception. Elle fut reprise par
Laraprecht de Leipzig yui, au Séminaire d'histoire de la
civilisation glo Université, dirigea & partir de 1904 une
vaste onquéte sur fes dessins d'enfant pour les comparer
avec les productions ortistiques de Phumanité préhis-
torique (cité par Rioux). Cette thtse a &t6 roprise par
Luque. et plus récemment encore par Gesell ?. Or on
peut sans exagérey affirmer maintenant que cette thése
est inexacte. Les anthropologistes nous ont montré que
Jc soncopt de primitif n’avait que peu de sens ear nous
cofifondons sous ce terme de vastes collectivités
hhumaines observées 2 un moment donné de leur 6vo-
lution, et de petits groupes actuels dindividus, isolts,
souvent condannés & survivre dans des conditions défa-
vorubles. Du point de we psychologique, dis saRO Ra eR RR A I MI
22 LINTERPRUTAT/ON DES DESSINS D'ENPANTS
Moe
nuissanee, Venfant sp développe au sein d'une culture
qui 16 marque profoneliment. Liinéluence des images
qui Fenvionnent, du langage dont il dispose ne peut
Gre sour-es:imée. Ervin au pla méme di ussin et do,
soa style Hdensité entic Jes styles primitifs ~epose sue
uns conntissance (és impirznits de ceux-ti Ti existe
en effet des aits primitits «rds dissembladles, -21 trouve
{cet égard une brve mais pertiacnte dém-onst
des erfous de la théorie do Lugnet fans‘ aiviesde
D.M. Kahaweiler consacré A Juan Ges, Simlement,
vune partie des [Link] plastiqurs qu’ sous “
sous 1 vocable dart. nrimitif, tit vzzisemblablement |
produite.-des fing uliitaires et exéerase pag des arti |
sans dhabileté moyerwie; en cela elle vapparoi ve 2 Dart
Popviairs
Un intéressant probléme pasé par le stylii"dil dessin
do ‘enfant ext celui de ses rapposts avee Pat ambidint*
Matheureusement: aous ne possédons & ce“sujet!duexid
document histariqas et 4 est évidermmenv ts tegret-
lable que neus-iayons aucune idée dela fisnidre
done auruit dessing un enfant du sitele d'Augusie, ot
da Moyen Age Gothique. Ce que nous sivons dé art.
populaice doit nous luisser penser que les diftSrences
auraient éé beaucoup moins impecantes que celles qui
marquent les grands styles correspondants, D'vilieurs
une telle éurde [Link]'vautant plus impossit!s que Je
style ds alist eét'vraisembloblement’ trt3 Jgpenidant!
des moyens donc fl dispose et que ce que nous eoncevoris
Sous Je terme devdessix et de peinturs d'snfant est:
autant un produit de aoue civilisation imo’ tae qu'un
témoin de time enfantive, La seule entveprie quh ayrait
GE victwellement nécesszice mais »*.ique nent inSalic
sahis, es" "étude comparative des gat: enfant,
STY12 EF EVOLUTION DU DESSIN. 23,
Peut-on au moins [Link] A une étude comparative
avegdes. populations .actuclles, différentes de notre
milieu culturel ? Un instituteur francais Probst a étudié
Jes dessins dens une population d'enfants Kabyles et
set conclusicns publié2s on 1907 soulignaient Vorigi-
anaiit des dessins kabyles par rapport aux dessins
oufants oxropéens. Georges Rioux a récemment repris
cette tude sur des bases méthodologiques plus xigou-
Feuses, et se5 conclusions sont assez négatives. « Notre
Gude cn mitigux nord-afticains nous a permis de
découvrir chen les Europfens et chez les Musulmans
une évolution ientique des caractéristiques psychiques
‘du gruphisme enfantin, selon les phases dGterminées
par tes grands classiqnes du dessin ot aussi, de constater
a sptivité A Vinfluence de Pactualité. » Tt
Yy wucait certes quelques particularités formelles, mais
qui constituent un emprunt aux formes décoratives
ambinntes, sans impliquer’ des pacticularités plus pro-
foncles de le petception de Vespace graphique.
‘Ces conclusions ne doivent guéve nous étonner, quand
fon sait A que! poité Ies images produites par notte
civilisation oceidentale ont diffusé sur tout le globe.
‘Méme dans des populations assez isoléos «Afrique 4!
que Je journal, Feffiche,-font leur apparition, on Tes
etrouve copiés aussitdt par Penfant,
Ceci est Eonforme au. felt que Ventant: cherche &
roproduice os, formes desstiées plutgt-qu's transcri
ce quiil voit. . ‘
Hy a done un style du dessin d’enfant, Nous ne
savens pas dens quelle mesure it dépend de notre
style Gécoratif et représentatit propre & notee culture
Viaisemblablement s'il sten inspire, il tire ses eseac-
ea ees Se 2 S| ee
ee
24 EANTERPRUSEATION DBS DESSINS DENPANTS
Lérivviques essentielles de particcrarités psychologiques
et des moyens matériels mis & la d'[Link] "enfant,
Pumeor (préciser ta nature de ce" styl!” Luquat ‘a
cerché a le faire on le plagunt scus Je, signe du
réatisme, L'enfant ne stattacke pas & le reproduction
des formes pour sHles-méines, iL ne cor sidéxe “que Jeur
powoir de [Link] ua objet absent, Cet JA poutstre
Ja plus grande différence entre Ie dessin enfant, et
art nlastique, Dans teute recherche plastique la forme ~
nest janisis exgontée sins qu’it soit pris un certain,
pltisir & son simpl2 aspect visuel, Je souci nagcatit cst]
toujours secondaite, sinon dans Vntention du, moins!
dar Vexceution. Chez Venfant il rer. est rien. De
Fotage, la valeur plastique disparai, seule demeue, sa
valeur « signifiante »,
Aussi Venfant, compte tenu de ses moyens;"ctierche
toujours & rendke Ie rol. Son sonéi de Tolservation,
son goft du désail, ses commen'aire:, tou: meatre Ja
tendance éaliste, Bt Luque: donne fel a t
réalisme le sons quil posstle dans rhisto'e: de PAtt
Liar: enfaatin [Link] réalisie comme eelul d'v Vin» Byok,
dun Chardin ou d'un Courbet, Comme exiquer
alors ta distance qui aaryue Pca: ent v Je dessin
enfant ot Part rEaliste 7 Rsseneéller suk par ane insu
ficnare devimzyeus. Luguet est dune ment « detingyer
dang P6volution’ du dessin, une séne do yhases" utes
eavactérisées par-un mode partirulisr” de rGalisnic :
promitre phase; ced : du réalisme fovesit ; « peur Peafant
2 début, le dessin n'est pis sa trooé exéouté pour faire
ne image, mais un tact exécuté sim lement’ pour
tracer des ligors. » Liidentité entre une sforme.-ainst
produite et celle d'un objet ne pout Cero que effet dun
hasard, Ceste ێ.ouverte, Venfent ne Poubliera pas, il
{ - : : : eee
STYLE ET EVOLUTION DU DESSIN. 25,
ya clescher & la mproduire, & renowveler Vexpérience,
tnaiz bien enteada ces tentatives se solderont par de
ombreux Gehees, qui malgré tout auront tendance &
dininuer par rapport aux russites, en raison @un phé-
‘oméne d'apprentissoge, C'est la phase du réalisme
ng
‘A mesure que es séussites deviennent plus som-
breusss, cn style original s'élabore marqué-par Ie
réalisme intellecwuel. Les choses sont représentéos en
fonction, non dle, ce que Tenfant, voit, mais de ce
quill snit d'elles : «Penfant vise délibérément et sans
doute conscieriment & reproduire de Tobjet représonté
fon seulement ce qc or en peut voit, mais tout co
Gui cy est» el A avan.e Avchacun de ses éléments la
foruve exemplaire. » Puis Penfant & instar de Padulte,
swuinet davantage: son dessin & co qu'il voit, c'est 1a
phase de réalisio2 viswel dont la nianifestation: prine!-
pale est la ssuinission plus ou moins maladroite dans
Fexfemion, A la perspective, «Lrenfant a, dds lors,
ext ce qui-cuncerne L> dassin, atleint Ja période adultes
seule Thablieté technique, développée par une culture
Speciale, 6tublit A ce point de vue les différences entre
Jes indi
Cone schématisation du développement du dessin
a marqué pids ov moins tous les travaux ultérieurs.
BUle correspond on effet. A des données objectives.
“Toutefois les critiques n'ont pas mangué & Pégard de Ia
sinologic Je Luguet ct de ce qu’elle imptiquait
comme préconceptions théoriques.
Lorsdue Luquet nous montre que le style général
dex dessins denfant est marqué par le réalisme, il
préten. utiliser fe terme dans un sens général : Yenfant
ne s'intéresse pas aux valeurs formelles en elles-mémes
las... 9AR A Mi I AR aah mR ma am
|
26 LANTERIMETATION DES DESSINS D'ENFANTS ', :
midis A lgur pouvoir desreprésentec, de signitiers Apres
avoir va comment st décrivait Pévolution de ce: soiich
réaliste nou pouvoas remarquer, quill accords & co
ferme un aut ¢ sexs. 1: uiontific Je réa'isme ww [Link]
visuel et conzidére Jes stades qui le préctuent zone
es stades preparaloises, Or quart on pals de riatisme
vvisuel on envisage wn capport entre Ia représenta tia de
Tobjet et la vue quion en peu saisir. L’snfant s'ae" i
ail en fonction de ses capacités vers am sine s 92 if
eéfinirait Ia repeésentation d'un objet par velle ce bai
permet 1 oesceptinn brute de objet. ia ffieulte peut
Luquec est d'expligner Ie passage du réatisi.2 intelloce
tuel ar réalisme visuel, ow micux dexpliocer pourquoi
Fenfan: est obligé de pster par le réalisere in[Link]
avant d’atteindee Le rén'iame vicuel ds Padulte.
Si a style des dessins de enfant nous freppe: pat
son originalité cc une'marque @ensemble qui le Jistingse
do toute autre forme d'expression ‘plastique,-ce a’est
certes pas eon Iaboricux et voud & Wéeieé, de
figurer Jes choses Ala manidro de lodulte
Le aeilinws dé In thise de Luguet est d'avoit’ mis
Veecent sur a notion de xéalisme. Soh’ erreitr fut
peut-éire, en raion ‘un point de’ vue un peu éroit
sur Phistoire de art, didemifur sans discussion le
réalisme psychologique de Fenfant a séalisme viel
des peintres. Li néaiisme de Penfant est mare.
son souci de sigiifier’ &t s‘oppose & tout souci’ Ue"
servir des fomies’ pour leur beailé proprt, Mat
signifier, Penfout sé'sert de segistres trés itféents’ dd
exux du talisme visucl, A chaque insteat les schémes,
graphiques dont il dispose en fonction ué ses aptitudes
mutrices + de sos possibilitgs d'or’.mtation” spaiiate,
consutvent- un yoeatutaire qui lui [Link] de Ggured
4
* STYLE M EVOLUMION DU DESSIN 27
le réel, Le figurer, eest-d-dive trouver dans Ie schime
graphique: une certaing analogie avec ce qu'il pergoit:
de Pobdjet Au liew de privilégier un point de vue
subjectiviste comme dans te réalisme visuel, ob les
choses voivent toutes étre figurées A partir d'un point
[Link] unique dans ua espace homogine, il se. sert
de tout point de vue qui pourra légitimer les schtmes
out il dispose. Crest cet accord entre les choses et les
schimes, cette nécessité de points de yue pasticuliers
quit donne au style enfantin’son originalité,
Ainsi Ie. style entaniia, dépend éicoitement de ta
aiaturation dos appareils perceptits et moteurs, Le style
renvoie nécessairerrent & Péyolution, 21 n'y a pas do
comprenension approfondie du style sans connaissance
piécise de Pévotation
Lévolution du dessin
Nombreuses sont Jes classifications par stados qui
font é proposées pour rendre compte de I’évolution
€n dessin, Toutes sont vraisemblables et d’aflleurs fort
voisines. Le schéma de Luquet ost peut-étre dans ses
termes marqué de préjugés. théoriques. Nous dis
guerons cependant avec tui, en medifiant In termi
logic, une phase de gribouillage ob l'enfant s'excree
avec joie & trucer des formes sur une surface sans
chercher & lour doener une signification, une phase de
réalisnre enjantin, cortespondant & Ia période dt
réalisme intellectuel, apogée du dessin enfantin pour
reprencie fe terme de Luquet, et une phase de réalisme
visuel, o& Menfant subordonne tn figuration des objets
Jun point dé.rue unique. Ces trois phases sont séparées
eaae
i =. 8.
‘ os /
8
pag mais
De mine que Venfant dans le déuxizme: semestre
ror
souloture laryngo~
eur! qualifie. de
expression -Iudique,
désordora'¢. dt_grsfe manuel. A cv stedete- probléme
i ‘eve. SI
“ay STYLER ET EVOLUTION DU DESSIN 31
Fentant Gait laissé
manipeler avec foie toute substance susceptible avec
Taide do ses doigts de Inisser une trace, qu'il s'agisse
de ses matiéres fSca‘rs, de Peau ou do toute autre matidze
pileuse ou liquide dont usage conviendra a cette fin.
(Or «les paxents cu les compagnons de enfant ont
tendance & éearter de lui tout ce qui lui ferait faice des
saletss, teches, so montrer malpropre ». Ce n'est que,
beaucoup plus tard qu‘on aulorisera l'enfant a user de La
quil renonce 2 ce moyen direct dexpression pour
Stadupter au w style » inscripteur que constitue Je crayon,
Que se passerait-il si'on Jaissait la fonction sc, déve~
lopper natureliement ? Ii est difficile de le dire. On
observe dans Iss cas ol une expérience Limitée est
possible que enfant tend A tendee de plus on plus
Ia tach, il se jette w dans un barbouillage effréng, sans
limits... Son iniérét pour les taches « Gtendues » fini
iojeingre son gotit pour le barbotuge, pour Pim
metsion » Ce comportement est & notte avis induit
par son caravthre dé hbération, en réaction & Véducation
de In preprexé que Penfant subit habituetlement. IL n'est
pas sir cue si ceite activité Stait de manitre permanente
siutorisée elie ‘ne tc disciplinerait pis ef penmettrait un
type Cexpression.: plastique original. Peut-€tre aussi
Penfunt sten désintéresserait naturellement aw profit
une activité graphique der type linéaire plus conforme
Aun soci dexpressivité. 2 comble on tout eas que ic,
eo ia couleur m'[Link] pas ici, car enfant
prow, Je méme plaisis devant des taches de couleur
.(gris ow brins) que devant des taches colorées.
Exisee-yi enfin un eapport entre ce plaisir de ta trace et
Piexérét que porte-enfant a ses matiéres exerémentielles,
re de ses jeux novs-le verrions,
peinture, vers 7 ou 8 ans, mais auperavant il aura fall’
fae
32 LINTEReRETATION DES ESSINS DIEMEANTS «i
sur quo! les travaux psychanalytiques ont mis'Pyezent 2
Plus présocement on pout se demans'vr'vt nexistospas
aus tun Tien entre, la manipulation, des: produits.-ali-
[Link] ¢ Pactivité graphique, «Apres cout, tenir-en
in ua baton de-chéeoiat ou une cuillerée le soupe,
01 ut croton de pain,’ les remver, ‘suber, ingurgiten,
ele, sont des attitudes qui ont bien des points:communs
vee celles ds barbor age graphique. » Airsi & Porigine
Ja tence est Poxpression des fonctions dea vie végétative
les plus primitives. Aves vntSrét prévalant porté.H Ia
fonction, exerémeatiolle (Stade anal) 22
fonctions organiquss et Ja tave se resserre, La fonct
expressive ci Uail est non seutement présédlée par Ja
fonction de ‘a ace mais ccile-ci s'inseri: dans tes
détervniniomes les pins élémentaists 4 Ja sue instine-
tuelle.
Reiarquons toutefois que Je moment dierminant
est celui ud Veafant découvre un Hien, entre [Link]
et Ia persigernce de 2 sreec, qui confése a Prete ung
poriée difisieate de Vact'vité du barbouitiage:
Leissons cone les spéouiatious sur le céveloypeinent
Cune activité plastique qui ne serait pas insoreée
par Pusage du « style » inseripteur.
Celui-ci est imposé a Teafant, 2t va ajoue. aHla
ace une dimcnsion nouvelle, celle da trrit Seton
sa nabirs informe du trait sera datlewre vith
un apprentisgage, graphiq ve basé sur Je girezau -suivait
autres slois que: celles» déterminges 32” Pusage: du
crayon Il y ausait sans “once vn intér“i sceny,,r00r-te
remplissage. au déirim= wt cu se ne. per
‘Aussi toutes les observations qui ont &é “nites, sur
inipulation, di ‘crayon ot evolution” &*5-Lignes;
i eh
T EVOLUEION DU DESSIN. 33,
moteur,’ mais, égsicment_de Ja nature de instrament
billisé. Ce qui confére, ¥ toute 7étude"sur-Factivité. gra-
phique, ene part dp relativité
‘Au demausant, ce qui:reste le moment originaire
du asssin, o'est celui od Venfant reconnatt-entre ta
trace st soni geste un Tien cansel ct entreprend Je long
appees qui parallicment au développement
moteur l'a:ntacra & discipliner son geste
2) Le siode die gribouillage
stintérsse aux lignes qu'il trace
[Link], Le_contrdle-progressit
tivité, sane inte nti n- eépeésentative-consticue-
Ja phase ws geibouillage ou 2rioanage,colle-queLuguct
agerit s0vs le nom. de, réalisme fortut,
Le griffoanage, selcin 'expression de Prudhommeat *°
ost « ui" anoivément osciflsnt, puis tournant, délerming
aLofinne iw fut doune Te sens.
cont ‘oppesé aux al ‘une monite. =
constaration de leltet_prodult_qul_eitretient.Taction,
stile Pacis of Tait oo le geste.» Le premier
geste graphique le enfant est donc un geste oscillant
provoqué par In flexion de Favant-bras, Ie poignet
rmaintena en rectitude. La ligne tracée se rapproche du
sesiptewt, venant de Ia droite vers Ia gauche (pour
Ie droitien). Quand Venfant relache son geste un mo
vement contraize se produit en extension : une lighe
werse se dessine de gauche & droite, s'éloignant du
secipteue vers [Link]. Les deux lignes dessinent gros-
site: ovoide dent Je rebord supérieur, corres-
pondant nu geste en flexion, est appuy$, tandis que le
da a aaa arr in
Ja34 -PINTERPRETAT CW DBS DESSINS DctBAISTS |,
rebord inféricur,-correspondant au geste © extension,
est A peine dessiié. Le mémo geste peut aboutir une
forme cizoule're; he miesx en mieux arrondigy ou A une
accumulatics, de ttaits pareildles obliques ow vertjcaux.
‘Scuvent Je este en flexion asstre dabord ua trait
oblique qui accentue aa verticalisé en fin de course,
Lientaat qui contrdle mieux le geste ‘end A supprimer
{ [re mouvement ce sctour fo srteon) & secure es
de drovte & gauche et de haut er hrs, qui
dle axe
[ J uaitsoatiga
ont tendance & se veriicaliser progressiveme.s’
combjen fe geste graphique dy
| Jeorporst
\f A mesure que la motrieité du segment-cistat (main =
4s) dovient plus sulenome de Izxe médian,
} Je contrite de ce premier tracé s0'ééveloppe. Li
2 [Link] Ye cnet ce-esiae!
soa tit By -nése comps Je geste er ex
ni He Tibere “Poikita éire produit incépindamment
kt aiouvement.d'adduction, Ce gai perimettea’le-dessi!”
@uve ligne horizoviate allant de gauche ivdroite en
stloignant do Vaxe du seripteur, Ce conis
graphique en abduction apparait vers dix
deux
du tyait vertizal, “at peut donner” aux,boucles.. tie,
configuration régutidre, Ce mament ast important, ‘ear
ill est aussi celui od enfant dgcouvse: une aiatogig
entre a lite horizontale cadulée wil Jessine et
Peeritues qu'il pexgcit suns; bien s01, eonnaflee ni son
sen: ni ses lois Worganisation, 21 estaye de limiter, et,
s'amuse A développer use ligne horizoniale ,tout Ie,
long dv Ix feuittc, Un bel exemple de oe tye dciture
xé Gans W .<2ssin D. Dang cokes phust d
uit, mois,
Lenten dispore alors du_ trait: haxizontal. ¢;
gril
Aépart ni le point dairivée du. trait, Ceite seconde
tiiche nécessite tout un travail de conteOle ot de freinage.
Aupiravant Venfart qui dessinait un trait laissoit allor
Je mouvement fusqa’s son terme, c'est-2-dire jusqu'au
snoment ob Je bras se met dans unc position inconfor~
table qui agpelle te mouvement inverse; seule excep-
lion: il arrivait que le geste soit intertompu avant son
apogee par Jes limites de Ja futile
mainicnant hb arcéter vol
des Vignes” plu Souetes, cs
aqui se substituent aux grandes ligase ot aux grands oves
du stade piécécent. .Celte technique moreelé
est envichie par Paptitude & xéaliser un mouvement sur
place : non seulement Menfant pevt fraetionner son!
ges.c mais il lal devient possible de repastir du point]
de épart povr ajouter au teait préeédent un trait
paraltte ou superposé. Il peut limiter Pamplitude de
son gest ¢a immiobilisant les segments proximaux-da!
bras et inéire de Pavant-bras, et en faisant, jouer ie
poignet et les doigts: Ie controle du geste est assuré
non gltis ear e poiznet sigide svivant ample mouvement
dle Tavantbras, ims\s par le contréle du pouee qui
Usnite ie mouvementau poignet. Le geste est ainsi confié
u Segment cistal du membre supérieur. H en résulte
que Iz position de. piyot assurée par Je. coude permet
Je retour presque autome qa a point de dépact: i
this poignet revierats en flexion. A partit de la
ont développea dps techaigues qui proctdent par
recursatetion de petits cats et de petites boucles,
séalisant Je hachurage. Liliane Lurgat vient de reprendre
ces sechorches * nu’elle avait deja entreprises avee Henri
urage est précurseur d'un bachurage
‘nage, JIenfoat_ne contrdle encore nile point de\
ie 2 le bra, le coatrblede In vitasse w'érsit pes |
!
!
36. VINTEAPRETATION Des DUSSINS D'ENEAYT
plus, tecluique qui permettra plus tard a Pentant de
pallisr Piseeritade de Ta forme par des confections par
potites touches, Gi.-.fme selon in jrecéds excure +
plus, hnbile de rGaliser te modelé de In forn o. fei le
Dachurage exprime seulement PRésitation dov at Pam
pliaide inconustée au tait continu. H eon ise une
tentative pour Je imiter,
{Ue autre facteur de progr est le sens meet dy
fgeste, Lorsque eclui-e! saettait en mouvement Lav ute
possible, Quand ic geste devient dépendant dela motri- |
cité sistale, il perd son caractére cxpiesif, de tour, ow
rien, 1.¢ ralentisseniért est possible
Tous ces progrés: limitation de ta ligne continue,
hachurage, ralgntigsement du geste, permedent dong,
Je passage du trait continu, amplo et incon\als” ay
trait discontinu, const ou répéts, linéaire ox. en bovele,
Ce pertectionnsient du -onis6le inoteur va’ permeltre
loppement ilu contrdle visuel, |,
ane Lurgat vient de consnerce 2jix connexions
«ciimain» Io plus grande part de sa récente étude,
A Yoccasion de observation e iorgitudinale » du gra-
phisme d'une fillete, des origines jusqu’d tro's ans,
y elle précise Gur c. coatrdle visuel .dsute tt, Vers
ixchult myly Menfant est eapable de mesuxcr son’ fracé
et de Je téalisor’A ‘PintSriewr de la feuille, Dass led
mois qut suivent s'Stublit un contrdle ‘ensemble “qui
porte duvaninge sur le geste que sur le wacd |
-A pit de deox ans s'introdult «use ssoditieation
sadicale des rapports. cl
Ja ruda gu cours de. }2. production epi, ilk
siden
STALE BY EVOLUTION DU DESSM 37
Le premier contsble, contrdle simple on controle
de @épari. permet «le guidage de 1a main par Yel
vers0n irteé a6jl-prouuit », Leenfant_va.powvoir,
repirtir 'wn point délieérsment chotsi du tract antéricu
pour y débuter une novveile ligne,.[Link]. possibilté
de tricés angutaires, de boucles tangentes les unes. aux
aves
@une boucle, Cos nouvelles formes constituent. 6viden
imept un enrichissemeit important qui se produit vers le,
milieu de, ta troisiéme: ann
* Liétape suivante est earactérisée par Pappatition du
a Gontrdle dOuble “Ou controR Ge aepiaet er aurivée
Non sculement Penfait pout taite partiy son Tait wita
point précis mais i! peut [Link] pour Je faire uboutir
Aun autee point déterminé de espace, Ce temps est
idemssiont capital et suppose un ds grand progrés
dans i¢ domaine perceptif,” L’enfant peut désormais
compléier un dessin et fermer une figure ouverte en
‘agent wne Figne qui valié Pune & l'autre deux extcémitss
ou dzus parties du traeé existant,
double controle periet un, nowvel_ens
his.
sement des" formes.” Des polygones, des .gbaucl
carré ou ds triangle devier
ou cereles non fermnés peuvent
place pour que enfant puisse. prétend
dessin « figusatif », Uhéricurement “d’autees.. facteurs
ation spatiale vont jouer. La répé[Link]ée
figures’ identiques
réaliser des formes .symétriques,. puis .asymétriquesen
“sont das moments Gludiés par L. Lurgat.
IL faut signaler un temps également important : celui
fob enfant pest faire partir un nouveau trait d'un
endroct précis, qui ne soit pas un segment d'un trecé
Caccrochage de lignes droites en sayons autour «
¢ @baucher-un->
ixtaposées,, la possibitité de.
xre
oo
|
} maladroits mais tonjours affemé:. Ly
3g. INTERORETATION DES DESSING DIANRANTS
aniédeur, snais un point détercuné de..espace, entre
s-liynes. Long'emps enfant s'ss: sot plus assurg. en
{ [Link] nouveau trait c’vne ligne’ d6jh tracge.
Par exemple Pesil es: dessing tangent & .tovoide do la
Ho, ou la fenéire cot dassinéo 2 pastie di, mur qui
Timite lo fagade de la maison. Plus ted il peat. placer
Yeul ou 1a fenét:» a Ia borne place dars espace blane
eneadeé par Hovale cu Je carsé gui delimite sa figure.
Ces prfectionnements techniques reltvent'd'un*con-
trdle ctuissant de Ia raotricité, et d'une: intégcation
ceroissante des docnées visuelles ce coiitréle moléui
Tis sont liés i uns maturation biologique; évideniment
fnev'hée par ia répétition des exercives, “Deis essentiel-
fanect dépendaste de conditionseinents neurologiques.
De véritables schémes oli fouent Jes factours motewis
et visuels se développent A mesire. Jes’ partloulagités
dividseltes joucrt également un yOks, Cerains enfants,
par ailluts intouteuweliement deugs, reuivzne peésenter
tin graed retard dans lours sapacités geaphiques. 11 est
dilficile @indiquer ici avee précision tes igi 0 doivent
se ruaifester les progeés. D'ailleurs chaque's"Zert ouve
son style propre, Tun gardera un gott Goai€ pur les
Tignes continues, Jos dessins anwpl-t awe wits part
te recgusrts
wolontirs au hachusage qt apres let. veie permis
te dissimiale: 2g hesitations ot soir iazotitude, Joi fac
sera lu représentation de formes en monvement. Tet
autre enfin prééres9 fa ligne oncvlée, lea boucles; los
spivales, donimant & son styl: une certaine mallesse mais
aussi fe charme de Ja douceur. Ce sont ds particubirités
técriture; ies aux aptitudes motticc” élémentaires,
aux aléag rencontrés dans Vexercice de ces -aptitudes,
‘qi jouent &galement chez l'artiste adultes Nous, trouvons
A siete
STYLE EY EVOLUTION DU DESIRE 9
dans ies propss de Wallon rapportés par Liliane Lurgat
tone formule qui ies résume: « Le graphisme n'est pas
tie question de niveau, mais une question de temps
ranvent ou @orientation précoce ou exclusive de lactivité
‘dans ui tertain sens... Le graphisme chez le peintse c'est
In subord'nation & des sch’mes moteurs. »
Mais il n'est pas besoin détre peintre ou dessinateur
de talent pour posséder un style graphique. L’étude
des gyiflonnages que chacun dientre nous protluit de
“manibre presque catomatique sur 1a marge d'une feuille,
Sit 1a nappe do, pagies, ele., montre que chez tout
ividu les sch’mes vmoteurs et visuels subissent une
ccrganisation purtiou.iér ch prévaut tol ou tel agenee-
moat des Tignes.
2) hes débuts de Vturéntion représentative
UNous laisssrons se’ poussuivee oe perfectionnement
i gesie de plus en plus docile aux intentions du
‘dessinateyr, grice aux soordinations qu’il établit avec
Jes données visuclles. Le proerts, ts spectaculaire et
cours de Id troisitme, de Ta quatriéme année, ia pas de
fin, mais iL devient de moins en moths manileste, Ceci
sfexplique en raison de deux facteurs. D'une part, selon
tune Loi générale du développement, Jes progrts devien-
ent beavcoup plus Tents et les différences que Von
observe c'un mois & Pautre dans les dessins d’enfants de
trois ans sout' beaucgup plus importantes que cctles
nétées dans Ie graphisme d'un enfant entre neuf et
‘ouze ans, D’autre part Pineidence du. gestegraphique
cst reléguée -au-second plan” pat Ie, probléme de la
Tigurstion, et Petfoxt que Venfent accomplit pour repré-
sorter les obje!s.
|ee wee
i
‘ { op _Unvanaenerantow Des pnscois 9" 7 [Link] wvouumion pu pest i i
Be Cette intention soprésentative apparatt, brusquement. raison,’ un bonhomme, une bete, ote, Comment se
” Aveat, Ventort prenait plaisir ® griffonner suelo papier : Teivil que Penfant choisisse ce dessin pour annoncer
3 fou sure sol san. chercher A donuer un ran son dessin, tine intention: figurative? Longtemps avant de Je faire Hl
Un jour il nomme Ia fornze représeatée. Zitons Pobserve- enfant sevait, que les images pouvaient avoir une i
tion de « Claiide» rapponée pa~ Peuclommecu: «A ignificctign, A un, an envisok if stintéresse aux pre
+ O jdurs, Hl exécute sur}: sarquet un de : ibres formes colorées, il les cacesse, Jes porte & sa :
H habitucls en cigciact *t quit dessine bouche, Les adultes autonr de lui paraissent tres {
| un «craben, Cest it Je pruim’e, dass spentanément : intéressés par elles, s'en amusent et les regardent avec
| exécutS avec intention dg reprstents Wan «nettement = int confond’ Wailleurs image, le schéma, Io i
. eaprinée: eest un dessin dv ménoin, -ugyéré-per un texte imprimé. Co quill pressent, c'est le pouvoir sym 2 4
imal eee Poffo abort i 8 me, pti bolique d'information que posstdent des traces dont : i
beaucoup Wattention. » {ne connatt pas Te sens. 1L découvre ainsi les analogi
| De moment aot pas toulour, east pey30c,, dépend formelles snteo cortaines images et les objets quil i
i ola mature du suiet, mais. aussi do Vinfluence eo connait et qu'il voit. Vers dix-huit mois Jil. commence ‘
Fentourage. 31 ost rare on effet que Punfant ng soft pas A nommer une partic ow Ie tout d'une image, Le-rble de :
sollicivé de sessiner ua objet avant qu’l sq geate,cepable Ventourage est important. Les parents lut_montrent
de fe faire, £4 souvant il répond A cette suggestion par le °° + des images, ivi nominent es objets dun Mais ib
: afi relas, i ausive quill soit amené A-chercher. dans. s¢5 cette influence externe n’aurait aucun effet si Peatant i
Gessits. ting resscinbiance avant améme [Link]. pu 2 caisir le lien symbolique possible entre i
spon‘eaémient am ehercher, tel objet et In tache colorée quill contemple. .Cette :
| Cette premitie-inteation rayrésentative est d'ailleurs aptitude & évoquer Pobjet A partir de Vimage semble 5
i presque toujours tine interprétation apres coup. Comme Gaillours spécifique de notre monde hamain, L’snimal ;
dans V'exemple de Pridhor meau c'est apres avoir de: parnit (out & fait incapable de seisir ce lien symbolique. H }
sin un dessin que enfant fui donne vn nom, tavt Ce fait est A mettze en paralléle aver les conduites de Bo]
| hheureu® 22 jrouver une anatogie entie to {cme peoduite Paimal et de enfant de dix mois en face du mirois i L
; e. Puojet évogus. be P : Lanisnel (chat ou singe par exemple) un instant eaptivé ores
| i admetite que dans ce premiee dessin, jugs par Fllusion du mixoic, explore Je revers de la glace,
cmant sSalisé. une. forme chereke Ala coniourner, [Link]ét, s'étant assuré de u
| plus évocatrice que celles qu'il avvit- Phabitude. de Vinanité de Fobjet qui un instant a, fait illusion, s'en H
. | produire? Crest tits doutews Souveat objet aésigné GStorene ct s'en désintéresse, Au contraire enfant reste i
i {stun ubjet qui pour ane saiion ou ne autre intéresse captive. Cotte découverte de Mimage virwelle va préparcrf i
\ reorent Penfant. En p-nérsi il s'egit,d’an objet tuus Jes développements ultérieurs de 1a pensée symb |
: el eptsenable: un eras, ¢6la-toméé, une lias. i
v Popes
3
{
4
i42; LINTERORETATION DES DESSINS DUNFANTS,
Mais si Vonfant dés un ar 1 Vintuition de a. valent
aymmbolivze de Vimage il ne cherehe pas dans s63 pre-
gmizrs gaiffonnnyes & représent.r-les choses; L'intention
re manque pet See pas, mals la paumtelé de ses res-
sources formelles Inj donne un sentiment d'impuissence,
Si on cherche & ui faice représenter quelque chose it
prétend quit av: sait pas Ie faire, Ses dessins sont, « ges
dessins, est tout x, Il ne prétend pzs Jour donner ut
signification, Le pirisir de laisser une trace. lui suffi,
Qrel Gvénement détermine alors ‘e changement qinten
tion? Four Luguet, cest ja découverte d'une analogie :
«Mis un jour vient of Penfant remarque,ung analogic
aspect plus ou moins vogue entre un de, seg traéés ct
qualgué objet ret; il considére alers Ie .r268 comme une
rep-Gsentatior, de objet... »
fant découvrant de manitce fortuite La, ressem-
farce entze Ia trace et objet, prendrait; conscience
{lu fest qu'il est fai aussi, capabie ve figt rer tes choses.
Cs [Link] thse bien discutable, Sie tant découvee
cette ressemblance d'aynds des donnces objectives,
Padulis qui regarde ce dessin devrait re: seeniéra” une
praitie, ©
Ce qui varectérise ce style est Jone Ie sehémat
des représrotations, Leobjet est figut6 de la-m
dont il peut étre seconny, mais notons-le bien,; cette
oj ne-transgressn pas colle de ‘y [Link] par la
forme, Si ent:nt dessine un objet invisible la forme
quil lui préte est celle que lobjet aurett sion pouvait
Woir 5 5° fete
Enfin ‘enfant w’hésite- pas a inserire des. I6gendes,
fy
[mae il ne‘osnfond pas expression :par mage” et
il Vexpression sverbale..
On pourrait sande Jongyeizeit: sur les partiou-
Jarités Tormeltes. doce style, aly sera fait séférence
tout au long de est ouvrag
Essayons plutdt de préciser les raisons qui Pont fait
actre, ou en diauies termes, & quelles lois psyeion
logiquss Yentant obéit quand i] Lutte.
Luyuet: sest efforeé de légitinier te réalisnien injel-
lectucl par les aptitudes perceptives et intéllectuelles de
Fenfeat: « La perspective enfantine, dont-nous veurons
Ge passer on revue les diverses avanifesr-tidns, s’expliqe
par Ia combinaison de intention réaliste,-qui domine
tout fe dessin enfantin, et du sen synthétique. i»
Liintention, réaliste Je conduirais, bien.!an 'réalisme
vice! mais le seas synthétique est:t
SLYLY ET BYOLUTION DU DESSIN si
enfant, ne sait' pas disjoindre ce qu'il voit de co quiit
stit. Ea effet ta syothdse visuelle qut correspond au
réatisine due riéme nor « est bien plutét une abstraction,
paisqu'ctle [Link] Fobjet, dans 1a représentation
jqu'en donne Ye dessin. tout ce qu’oa n'en pent pas voir >,
Nous vertons wltérieurement que Je dessin de enfant
dépend certes de sa perception des choses, mais que
celle-ci dépend a son tovr de son style. L’hypothtse de
Luquet nous heurte donc en ce qu'elle justifie une
hypathése pat une autre hypothdse, Le xéalisme enfsintin
est-il un véritabie réalisme? Et .que peut étre un
séalisme qui n'est pas subordonné & la perception ?
En réalité c'est le terme méme de réalisme intellectuel
qui mérite etre critiqué, Le souct de Penfant n’est
pas de représenter les choses talles qUeles sont, Has
wer do a maniére qui noias les rend le plus
aisément identiiables. ‘Tous les erifiges qu'il wtlise
Voxemplarité sles détails, les multiplictés de points de
wuo,., visent & este fin de représentativité. II faut que
Yonfant pulsse ae dire que Pévidence figurative de son
dessin est eompléie, Eri aceurmula
anfpris de Ia, vraisemblanes vistelle, Léhfant-n'accentue..
pas Je réalisme de son dessin, aucontraire.-Mais il
augmente ce quion pouirrait appeler la qua
mations que contient son’ destin.
dire de choses plus il intéresse Teint
done bien Péquivalent du récit. Le lafgage’ pat Pimiige
romplace le langage par les mais mais le souci rest
méme: informer, raconter
Quel avantage posséde image? Le langage a bien
vung etticacité pratique plus grande (nous pouvons
appuler quelqu’un, donner un ordre, demander quelque
host) mais Mriture fascine Venfant par son caracttre
—~—__
'
i
|
}52 Litvrageazration pes pEssiNs D ENFANTS:
de trace, indice qui révdle notre prtsenee,"ou notre
passige, comms Fempreint, 1otjet hissé 9 Pat’ de
ose, oie. I v'azt un signe: sigee do housmése,
utant que signe de Tobjet représemis
{Nous développeroas wltérieuzeanent certeins aspects
“et coctines consequences de cette foretion sémantique
«Go Fimage., Romons-novs -aconstass, que (008. les
Hsimer_ofeats” apres Zuquet “comme. appyignant ay
Higrad.- do iste iotllectuel jonent avant tout” wn
“rile do corsmnouication. 1
Uin autee aspecs, tous aussi important de Ja finalicé
du dossis, est Pesage que tit Teafart dpe schémes
fnmels ot leur evolution, Novss avcis ve. qu les fortes
‘iunt dispose Tentant se développent indépendamment
Ge imentionnalitérepeésenttive. du. dessin,
Dane sot: Souci de dSsigner les choses pes wn! mode
ideniiarle par aitrui, Penfant se zert vw siock de
formes dont i dios ainsi se constituent les types »
selon Poxpression de Luque Le type est « la roprésen-
tation qu'un enfant délermin6 donne dun nine objet
ou moti & teavers To succession de ses dessus». Le
type tond ase conserver, Bt 2 ciowne 23, dp, son
développenent Povtaat dispose ainsi sun wocetglaire
5 Fara, plus Q0 moins riche, 2a ruéme terps le typ
tend & évoluer. Le hasard peut comer du type une
crihserption gol poset plus significa, Cette nouvells
forme tend 2 se sostiuer a la be typ
Evolve sins pap nvnations seceessves, A sOté Uy hasard
‘sinteriont la'matoraion des formes, enfant déveldbe
son stock’ de formes, il pe taines, Puc
xemmplo dats. ia. figure du boniomme les yeux. sont
Turés per docx carrés de forme vaguement arcane.
-réle du contréle.
STYLE ET EVOLUTION DU DESSIN. 53 i
I
‘A mesure qu'il contréle le dessin du carsé il va pouvoir
divercifier 1a forme des yedx, soit dans Te sens du carié -/
soit dans fe sons du rond. Pius tard il mattiisera davan- 7)
lage Je tyaeé du ceucle ot sera capable de dessiner des ~ /
fermes, plus ov moins ovales. Des types secondaires se /
diversifieront selon la forme plus ou moins allongée de_/
Paxil !
ous avons vu jouer A la périéde da griffonsiage le
sooteur, Co demier joue encore-entre
qnatie! et” dévas” cas" wa FOIE ATApOrtany, L'enfant a
Tiqtuition gue certaine: formes donnent & son type de
maison un aspect plus sigaificatif, par exemple en
plaras’ A e6i6 du paril(linipade qui figure le toit,
un tangle reposant ser sar base qui représente le
Urianye de ce toit vu de protl, Souvent au début lenfant 4
se worape ot dessine’Ie triangle avec sa bese en haut. {;/
Il satteche A ce type ear it pressent que cette forme a
un rapport aver le souveau type de maison mais il ne
enfant ne peut modifier
‘un modiie perceptuel qu'il se donnerait.
‘Au contraire, fi ne voit souvent dans les choses que ce
quit saie trdnscrce. Les livres images Tai, montrent
bien des dessins de toits ainsi zéalisés, mois Je dessin
est « trop bien fait » (joax c'ombres, limites fondues...),
ne pourra pas corriger. Ce n’est que devant un dessin
sehématique qu'il peut analyser son erreur,
Mais Yenfant ne regarde pas Js images’ poi coriger |
diétintive le correction de Torout d6pend rare nent |
Grune vérifieation par ia vue.
Comme Merreur isdique que Forientation du tangle
sminge, il y a toutes Jes chances pour que
ertains dessins Je triangle soit convenablementFooints, de ue. est. souvent une ecw
54° tlorrenenervr-os DES DESSINS D ENEANTS
orienié, Lenfant A brusquewert conscianée “dune
meilleure réussité, et tend A reproduize Voriéntation
correcte.
‘On voit que Lévolution du ‘ype proctle nor seule-
ment pac riutation mais que c'est le succts qui tend
2 fixer, & conserver Ja mutation.
Or ce provessus se déroule tout ait Jong des ennées,
‘A chaque du rGalisme intellectuelDans Io
éatisme visuel 1 constitue en dé[Link] -soul-objet =
repriésenté, et les choses qu'il contient, ne_sont.que_les
Giéments qui fe composent pour séaliser une waits
indissoiuble, Dans 10 rulisme intelectue! espace “ést
un fond sur lequel se juxtaposent tes objets. Ce, sont
eux qui constituent les signes. L'éspnee conyentionnel
qui Jes inelut n'est pas, Pespace réel dans, Jequel ils
Daignent, mais fe cadre symbolique dont dépend Ja
représentativité des signes. I y a la plus qu'une di
rence 2 point de vue. Crest Cont le sens du message
graphique quien dépend,VOLUCRO 00 _DESENHO OA FIGURA HUMANA
SXCLUGO 00 DESENHO OA FIGURE HUMANA,
A evolugie do desenho ca figura humana na crianga obedece a uma
sequineia de fases mais ou menos regular.
Assim, segundo Widlécher, as orimeiras tentativas
le representacdo
da figura humana ccorrem por vo
dos 2/2 anos de idade.
Nessa altura o desenho ndo é mais que uma intengio, & 0 inicio do
desenno
‘gurativo em que a crianga acomoanha 9 seu tragade ( gare—
tuja ) de um comentério verval que o identifica.
bego a seguir a estas tentativas frustradas de representagio
de figura humana, a crianga comega a utilizar uma forma espec
quando pretende desenhar uma pessoa. Esta forma esterio:
cada é
geralmente um circulo, © que pode relacionar-se nfo sé com as
aptiddes moteras da crianga-nesta fase, como também com o facto de
a cabeca humana ter uma
ema mais ou menos circular e ser, sem
vida, uma das caracteristicas essenciais da figura humana que
a crianga retém mais facilmente. {
2A)a.
a.
3
3
a
a
il
Pe
La crianga vai junvar eet
ones,
, canelos, pernas, etc. No e
reves slenentos ado so, sem correctame:
reoresencados, nem
correctamenze originando-se aguile 2 que Prudnommeau.
cesign
come Figura
Linnas, mais ou menos herizontais
to. (54,3)
oN
.
Nee
fete
n¢
aw
Lf f
pode ser de cois
anga desenta na exdos bracos um obj
0. Este facto indica que
iste jd uma tentaciva
de rep
entar uma accio,
pera © movimento no seja, ainda,
yes
evidente no desenho do Drago
loner Gwe Rete
Q_homem girino evolui continuamente pelo acréscino de outros
detalhes ( cabelos, mos, pés, orelhas ... ) mantendo-se, convudo,
@ indiferenciacdo entre a/cabega ea resto do corpo. No entante, 0
circulo toma cada vez mais 0 aspecto ce cabega, tornando-se mais
pequeno, # as pernas mais compridas pai
endo delimitar entre
84 © espago do tronce. Embera este espaco continue aberto, o
tamanho despropercional das pernas e o facto de o espaco entre
elas surgir frequentemente colorido ou com detalnes de vestudrio
( votes, por ex. }, leva-nos a crér que existe jd a intengdo
de representar o tronco ¢ ce iniciar a sua diferenciagéo facentre os, 4 ¢ 98 5 anos, o desenno do homem girine comeca a desapars—.
cer sem que, contude, surja imecietamente a seguir o desenko
Ga Figura Ramana tipo. Feta corresponde a duas ovdides justapostas,
Uma rapresentande a eabeg2, outra 9 tronco. Os bragos ( dois
rages horizontais ] ligam-se ac cimo ca ovéide inferior ¢ as
pernas, duas iinnas mais ou menos verticais, & parte de vaixo
dessa mesma ovdice.
Temos, assim, por volta dos 6 anos, 0 desenho da figura humana
ais elementos: cabega, tronco
membros,
ncados outros. (F5.6)
Fig
Por volta dos 7 anos os nembros deixam de ser uma linha para
passarem a ter duplo conterne ¢ os deralhes de vestudrio permitem
ldentificar o sexo da figura representada tal como, frequentemente
0 permitem os cabelos.(5s.7)os 8 anos, sensivelmenc:
a do corpo comeca a ser feita por um pequeno segnenta que rearesenta
a articulacdo enc
2 ovéide ca cavaga
© pescago.
Tamoém na Figura humana tipo, Pruchommeau considera cuas aspé
A gstdtica sendo esta Gisina
Gesenno ce um odjecto na extremicace ce um gos braces.’ Contuce,
nesta fase, contrariamente ao que se sassa na do homem girino,
© brago € jd desenhado sob um determinado Angulo consoante o
cto que lhe esté associado. Assim, se se tratar de um guarde-
~chuva, draco tend:
direccionade ps
a surg: ra cima; se se
trata de um balde, por sxemsio, © braco § desenhaco para baizo. (iB)
= Bey Seon aed Tp s
Duamica
surge 2 de perfil, emoora
A seguir & Figura humana vista de frenc:
‘a primeira continue a ser desennaca
Oe inicio, 0 gesenno
dos pragos; posteriornente a crianga passa a desennar ce perfil
também 0 corpo, as pernas ¢ os pés. \Fy4)Nesta fase a crianga possui dois mocelos ca figura humana: a
eaneanente mas utilizande
de face e a de perfil, desenhande-as si
Souretudo a segunda quando pretende representar accie e movimento.
Fara Pruchomeau, esta figura humana de perfil representa a evolugio
da figura numana cindmica a que atrds Fizenos ceferéncia.caracteristicas e essenciais
Andlise das relagdes espaciais e da posicae relativa
Juizes de relagdes quantitativas de propergie relative
GQ)
Proceso ulterior de abstraccdo-redugo 2 simplificagio cas
diverses partes do objecto ¢ contornes graficos
7) Coordenagdo dos movinentos visomanuais na tarefa de desenhar
Adaptabilidade. Capacidede de ajustar © ssquema desennado
a novos tragos que se vio juntande progressivanente, Z medida
que evolui 0 conceito,
Na Categoria 8:
1 ponto - quando o elemento estd presente e corresponde As condicées
exigidas
0 pontos ~ em outros casos.
© valor total é convertido, segundo a tabela de Goodenough em
idade mental + Com a idade mental e.a idade real
obtemos 0 Q.I.DA
TOURA ana 6 O ODEMOUGH-
wBwHhee ww
© teste da Figura humana tem como objective estimar a inteligincia
geral - idade mental ¢ Q.1. — em criangas entre os 4 ¢ os 12
'
|
|
i
A tarefa que se pede Aceianca é a ce que esta desenhe um homems
Esta tarefa corresponde a uma ac
dace banal ® espontinea da
erianca no carecende, por isso ce not
ago especial, o que
torna zste teste bastante Facil de aplicar.
Para a cotacdo existe uma grelha apropriaca. i
Esta € divicida em categoria A ~ nfo existe- forma da figura humana
ee @ categoria 8 - quando estio cepresentados ce forma ciferenciada
9
a
0s elementos de corpo humane, mesmo que de uma forma grosseira.
Na Categoria Ar
estd controlado
F 0 pontos ~ se o traco
4 ponte ~ se o traco esta controlade
Para a elaboragio do teste da Figura humana, Goodenough partiy do
pressuposto de que a crianca desenna mais o que sabe do que o
que v8, 2 de que o desenho é a expressiéo de processes psiquicos
ao
superiores.
© cesenno infantil passa por varias Faces (1), segundo Goodenough i
y
as fases so as seguintes:
1, Associaco por semelhanca
2. Andlise das partes que constituem 0 objecte a deseahar
(1) Van" 0 Oesenho Infantil ", Cadeeno Padticas, n2.2 ITe aa a
aa
ites
A pontuagdo do teste fer-se-4 tendo
de correcciio © oxaminando, com cuidado, 2 2 ausén
(uz
cia de cada ften. Atribui-se L ponto por cada
sitive. ConvSe, para ques ndo tiver prética desta poatuagdo,
is dadas por 7. Goodenough
ler priseiro as instrugdes g:
«105 - 125 de seu livre.
ou duas sendo de
x 5. Bragos - dois sendo de frente; um ou dois sendo de |
walguer indicacdo.
do que largo-
ente indicados;
igadas a0 tronco.
0. Brages situades na sua
verdadeiza posigio.
* 9. Pescogo.
10. Contofno inuagdo da cabega ou
gescoge como con
do" tronco.
ull. Olhos - dois sendo de frente; um ou dois sendo de |
perfil.
nalando os
15. Orificios
x16. Cabelos - gu:
17. Cabelos
Néo devem ser transparentes. #20 bastam uns
9 a circunferéneia da cabega.
scos.
ya8. vostudrto - vaste aaa fila de betes ou 0 ohapéu.
19. Daas, pegas de roupa ado transparentes - bastan cal-
ces e
1
1
1
i«
das ~ das seguintes: éu, sanatos, colete,
sa, gravata, cinto, calcas, suspeasérios.
22. Vestudrio complete sez incongrugneias - classe so-
x23.
2k.
25.
q
graus.
26. Polegar ‘en oposigao.
do brago 2 dos dedos-
drages ~ cotovelo, [Link] os dois.
persas - joelho, quadril ou os dois.
i
a
cnad2 - nenos de [Link] trence e
Bragos propercionados ~ youco saiores que o tronco.
32. Bernas proporcion: - igual ou o dotro do compri-
mento do tronco. .
Pés proporcionades e ea duas dimensdes - mais com:
. dos que altos.
34. Bragos @ perads com duas disensdes.
x39. Tacdo - qualauer sinal-
Coordenagéo aotora - firmeza de trago; 19 grau.
Coordenagéo sotere - progresso sobre o anterior; 22
grav.
38. Contorno da cabeca.
39. Contorno do tronce.:
i
2 aS.
i 40. Contorno de bragos 9 2
SL. Pace com sinetria nas feigées.
2S — qualquer repre'sentegZo.
40 © provorggo correctas.
xk. Pormenor do olko ~ sestanas, cobrencelhas ou anbas.
vertical.
oiho ~ olnar para a frente sendo o dese
ho d2 perfil.
i Converte-s2 2 pomtuacdo cm idade genta, de acordo
i com 0 saguinte qnadro:
i anos | 3 4 5 6. 7 Bi 1 wz 13
i Mio}. 4 12 16 20. 24 28 52 36 bo
i Fla}- 5 33 17 21-25 29 33 37 BL
: Sig & 10 1b 18-22 26 30. 54 38 42
: [ess 2 mas 19 2 a moos 39 -
sowaiunst. r. « sreganich L— mo
fend thee Yesrotd aonnsl eon,“
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MOGI, EL. — The motiee-af five ae «Frc famguoge tae
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EL, — Dilton aorpsia of np. Unpubtaey ene
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FOWL, 4A. = Llaorctn ale enfant ot fs constr a lng
HOHUAL JA. 2 ol. — Teencertieg, segmenteton et talrmallon da esipus ds
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Ys LS. = Mod In Seely: Tho development f her pspchalnled
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WELLS, G.—- Communtaton porsowielt, me 120.
res pour Panalyse du dessin
Rep
dwt bonhomme a Page de cing ans
Marlanne DESAY
Astetonca 5 [Unteratd da Tat Mons
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~ i eas
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ess Sis ee
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det Gothte" sialon at ies yotntosad Se
‘uation’ dos vatos naolylgue ot stucturle dena
ang
Nombro interventions psychopdeagogiques se concentrant
sctuelleinent auiour de la teolaieme matarnala. Tout un éventall
de moyens de dépistage est mis en place ofln dorganiser une
prévention de linadaptation scolaire. Pirmi ces moyen, i en ost
tun largement utlisé, en snison do $8 slmaleits et ee son Beone:
mie: is dessin dw bonhonne.
Le bonhomne. tel quill est réalisé par leo gronds de meter:
nelle, nous 9 semblé inériter une étude approfondic, Notre ean
ibutien sera modesto; elle. veut ; fouralr qe!
plsieo ow praticien pour sltuer et appriciur co lype co dss
Polder & fovsliser, son attention sur eertsing Indieva signifi
de rotard ou do développement,
{
fos
Nous nous bazerons sur uno syathése de [a littérature exista:
to ut sur un corpus dune centaine de dessins de trolsiéme my
ternelio(”).
Brécloona brlevernent corament fut conathude cette collection
a doavins|
1) Eehanatton,
= 4 classes de trolsléme matornella,
— WF sujets : 80 gargons, 51 ills, ‘
= Age des enfants:
=
fools 5 ana 9 mols 15
4 mols — 5 ans & mols 30
Tmols — § ana 9 mois 2
10 mois — 5 mols
1b) Passation de Hépranve,
— tngivtduatta
se comin
= Consigne de Jacqueline ROYER: « Sur cette feullle do paplor,
fu vas dessiier un Loahiomme auss! beeu que possible’ et, af
1w eur, tu poux le eoloriar =
= Matériel: 7 crayons de couleur; 1 erayon noir & pa
‘goin, at latte,
110 aalont 4 été pris & part et a eu oc
er aon dessin : Qui ester ? Quel est son ago, son
ous paitons de la présnisse sulvante : & chaqua Age, te psy:
tehologuy dale Sie attentil &
du bonhomme, D'une port, ity a lluu de vécfier si fenfont a acqul
lin Yagoge, minimum, ‘D'outre part, il sndique de seruter le dye
hnoovismn dyalutil qui trannp
1, CE QUI EST ACQUIS DANS LA NEPRESENTATION DE L'eTRE
Huan,
in est un motif priviléglé pour Jes Joynes enfonts,
ent feéquemmant, Suite aux repetitions, vo
tea de cna es 3 Rms ota avn re
ensign lato datetot Hus rons legs fee eee
enc te apaconba apa te, .
‘léments differents dans le dessin
eo ww
39 fixer un sschéme » (KENSCHENSTEINEN), un « typo » (LUOUET)
Ges termes désiynent una forme simplo que Fenfont reproduit
ausat longtemps que fe concept graphique le sotlsiut. Ge ~ Iypi «
0 « schérnn= tend 2 la fols & 36 conserver pur automatlsme et
4 s@ modifier. 11 est lenjev de canllits. Salfrontent en elfet
londanees contradictolres : Ia stylization et la ulversilicntion por
Todstat.
08 en-est enfant.& Mige qu! nous intsrasse 7
fA, La structure globale du bonhomme.
A cot Ege, Io majorits” dos enfants se sont dégagés des
premigres représenletions archafques do lcire humaln, Nous en
frouvons néanisolns dea traces, quokque raves, dina noire échan.
Uillon, Les quatre stuuctures fondamentales déerites par OSTA
ETH (1976, pp. 112-115) sont présoates.1) LA STHUGTURE PROTOPLASME : Le schéma human n'est pas
Igenutahle, mala tes deux eorclea rappelem ne tee st un Lane
dig
21 LA SIMUGTURE TETETHONC:: Nous sommes en précencu
une forme cicuaireou sont condanate fo Stet ke woke Gate
lenive est inte do flsmente bonhomme tetas wrolongs: ee
soli ig. 2)
3) LA STRUCTURE THONG JAMES: La tata est adjatne 8 une
stactere Indiflérenciant le trone des janes ta 3)
4) LA STRUCTURE DIFFERENCIEE: La tte ot le tone sont
dulirenclés ot oceurone des surfaces aptuliquas. Lea anises
fet stinctes at rattashées au tone thie,
Les dessins de notre échantllon s¢ répartissent de fa manitro
sulvante ¢
STHUCTURE DU BONHOMME
Siruciure proiopiasme
Structure téte-teone
Strucwire teone-lembes
Suucture dilférencige %
a structure dllférencién eat dong nattement majoritalré et ies
lwols aulres types de productions dénotent un retard evident.
EFFECTIF EN &
1.2. be présence ditems corporels
Pour Venatyse de aos dessins, nous avons wilitaé ta gellte do
cotation de HOYEN qul eomeond teole dchalles portalles tela
(21 Homs), selisnia coxporel (22 ems), vatenant {14 Iles)
Mons nous somunes plus particulibrement Intéceasse & ta pré
sence simuliange ditems (habituathument, on calcula te poucen:
tage de eeuscite di ris luoldawnt). Un iealtemant
nateur now & permis éiseatilior toutes les couccurreness
eins et do diterminer teur Iréquence (par exempts, lew ems
4. 2 et 3 sont présenis simullanément ches x % denfants), Nowe
visions par 18 8 corner Io schama huioin ecqula et sited pee
lune majarité enfants. Nous préseaterons les résultats aux echo
les t2te et corps.
121, ECHELLE TELE
te + youx + bouche + aez
1Gte -F yeu ++ bouche + nez + chevoux
La combingison des quatra premlors items (téte, yous, bouche,
fez) est ccdulse per 20 % das enfants, La molig dentre eu
fssucl collfure 8 cette conliguration, :
aan
4.22, ECHELLE CORPS .
teins comps :
{, Bonhomme eeconnatesable 1. Bros attachits eu wrone
2, Oessin orients dans ta pane 8, Jombes allachana du leone
3. Mintmunt 2 détails corporels 9. Prasance dus ple
A Trane préseat 40, Trone plus long que large
5. Bras presenta 14, Bros double trait,
6. Jambes présantes 42. Jambes & double trait
Nous trouvons trole combinalsons
C1: heme 4 10 — 05 %
C2: items #8 11 — 73%
C3: items 18 72 — 67 2
ta premidra configuration (Ci) eat présente chee 05% des
enfants. Elle comporte [Link] premiors lems. Retenans prick
Palament qu'elle associe le “trone, les Jambes, les bras et les
pleds, Le Trains, aor
doubles
Nows voudrions confronter sios résultaty aus frésuences op
parition dun Item donné un ago vorus, Hows nous teldrerons
pour cela, 8 quolre sources :
= KOPPITZ: « The human tigure dreving toot
— HANAIS : Réeiclonnage du test de GOODENOUGH sue une po:
ulation améiesine:
— SEGHENS ot LEGEOIS : Méstolonnage du test de GDODENOUGH
7 Sue une population belge;
- MOYEN: + Dessln d'un bonhomme an couleurs +.
in? as
Sree ®
ee 8 s
te Bee i
Bee a a ‘
Suita :
me. aie
a = 2
ters a
ET fe =
a Bea
"1 ROPPITE ot ROYER prserfant dea ae
(° Sowe His sone rebree noyenn ones gus fa aBich quo les eonsignes vorient, un consensus sa dégage Jes
ormes do coe quatra auteurs, Les divergences. peuvent s'expli
uct: par los exinences diflsruntor lors de ia correction; par des
Parteuaritse d'dehantilions, Las ems acquis par plus de 80 %
See enfanta sont tur mémes que ceux présents dans lea combl
faisons Tes plus traquentes quo nous aviens mises & Jour.
Nous voyens dene émerger fe bonhomme dessiné & 5 ans.
comporto:
= use 1840 munte d'yeux, d'une bouche, dum nex:
= dium trone portent bras, Janibos et plods,
Fece 8 un dessin da bonliomme de cing ans, on est donc en
droit de sattendse A-vwe structure différenclss comportant ces
Hut ghémets, 31 tel est pas fo cas, une reprézentation locunsira
Ou privutivs doit dane eveiive Fattcation du praticien,
KOPPITZ a fait ume recherche Cirdientoura da troubles, émo-
lonnels, cecki-dire indices raves A un Age donaé, mis en reletion
vee ues perturbations alfectives,
a oF
pane do
ass, Gans taayolee tidgratlon dos pelo dale fours
Sea Sana gmision dy nex
Sane ination dos bor 4350, p39)
Hebavnce du nee et dos bens pout Indijuer un trouble émo-
ntir de § ang chet ius filles of do G ans cher tes
purgors. Une représantntion ineahérente da visage weet Inguld-
ante qu’d partir we 6 ans (lilles) ou 7 ans (gurgons},
Tocs ces treveuk paychomEiriques nous pormettent de cerner
ves Tacs susrpttien de rericimar un developpement re
bléwotigue.|
Hats comment a «atte masse de 80 % Ueafonts
aut ont aequis eo Uoohomae standard 7 Pour ceux, Tenjou est
diitgrene: Ile se joue plus autour de 1a présence ou de Fabsence
fun sioment carporel. Et Tenreglsireinent strict de pointe nous,
est postive dune molndre aide.
tes sont les ceux auitations Gul vont se produlee :
iu volumes les signee avantcourours du edalisine
Plus import
Ja découverte
visush
2, LES MUTATIONS
2.1. ba eonquste de Ia double dimension,
‘et le tone
sypparitien, sent ta 6
famwwnts & tre dotds d'un volume, dé four *
La forme du trone est Intéressante B observer, Novs retreu:
vons les wals modbles suivants t
x. |O Q
ween | DO Apes]
Vovoide est en déclia § tage do 5 ans. Elle est toxjours asso.
elée 8 une production pow slaborde, tlle se plaza dans la ficaée
Gu Wtard. Wyo une contarnination dos formes somdes. Elle es!
preqressivement abandonnde par les enfsats de par les tin
uiaile Impose, Co effet, Finsartion des membres est dlicete
Einabitteinant do ee trone est restrolnt (tout au plus des bauiow
tela constilve un ebstiole 8 {a dilférenciation sexuelle (Vi
Gt LUNGAT, 1980, p. 109), Nowe obsorwans d'atlluars que [ewide
fest utilisée aulant pour reprdsenter un gurgon (11,5 2) qu'une
file (12 %),
te triangle, per contre, est un symbole privilsylé pour repr
enter un Sire {6miain, La forme trlanguluire évoque en elfot une
Jius.o8 une robe.
enfin, le rectangle, comme Jo note THOMAZI, est to symbole
fe plus dvolué dy teone. Il est souvent associé & une représenta
tok mozculine. C'est une forme qul permet lo nalssnace di cow
{contralroment au triangle) ot dos epaules (& inverse ée l'ovoide).
Si te trone apparatt d'embige dats d'un yolume, il n’en va pas
de meme pour lea miembres. Coux-ct sont uabord figures par des
Snses ov des segments do drolles liliformes. Les menbrea dou
tiles vont apparaitre, mals pas nécestutreinant slinultangnieat ea
haut et en bus
~oenoe ee eee eee ee eee ee ee cl
Eesti non es we
=e Vine ees alte mind eesecant tre dobie et
—tunconrs: tan‘ aes on aoe inestns desis
_ tae
wembros Inldetours ot supérleurs on doubles
Le bon luted par tx lguro 5, Lea bras sont plants 4
Fate trials en ere i.) 9 diaszbs wos Yo hast
a ital Io“de Gaulle (iyo). Cex dean tases anata ed arp
GSTERIET & spout Ia sterdonpo foie, Hows ruvauvonn duns Hoje
‘fo nus dassns cate Genlgvetten au ios bens s'Ceorient fitemant da Wa
ee
1b) LE TYPE MIXTE (2/13 1/2
ant ecowves 1 vohima des bees tes Jnbes dene
wera eat tour aus frequen, Ler mbes oo daley a
orm dv pana andl gue for rom aort-uidenensintis
lou desin Gu parsonna, so Tat por 3 coups ec 0%
madale mista en est wi’ asus
ArrBlons nous un instant & gos doux conligurations unidiaien:
slonnatie ot mixte. Elies prisontent dos analogies : les bras cont
Implantés au nilleu du trone et aon & t3 place ndaquate; tes ju
bbes sons insérées dans fe pralonyurient du trone, elles sont pou
ailferenctbes da luk ot sont enorinahanent toarsees: le persis
f90 est rorement habillé de manlére. sophistiquée: on trocee un
Rombril, quelques buutons ou uae préseniation morcchronvs.
Los configurittons unidimensionnallés ot mixtes sant dane te
plus souvant assez rigides, agrémentées da. pou de details vest
-mrontaires.
©) LUNICOReS,
Nous avons baptisé unicorps un bonhornme bien partiuter
Crest un Schimo-tres dépoullld oft [es mombros en doubler tat
+ sont d'une venus. Il n'y 9 pas de frontiéra avae le trone eommo
1 dans los doux,cas précédents. [enfant dessine tout June testa,
Govcendant 2 gauche ot remontant a droite, co qul falt_que lov
Vversants gauclie e: drolt sont le plus souvent dissemblabios, te
cxemples des fig. 8 et 4 témulgnent de cents asyindirie: b
inclings ot Insérés différemnient; bras ot janibes Jo grasse
aiférontes. Holons égelement la’ sobre vestimentolee de ces
roprésentations, Le corps est comme recouvert dun collant
coats 3 wn
—04) LE TYPE 2/2. “
C'est dans ce groupe que nous trouvons fea deasing les plus
colurlés et las pvt minutioux, Lovoida a0t rare; leo trones aont
rectungulairas ou trlangulalres, Bien que l'on constate des aay-
irlae at un axe oblique, nous sommes on présence do proto.
types slavurés: cheveux, mains, doigls, cou en tdmolgnant.
Apres avolr acquis 1a denehd des mambres ,ot apres avalt
fxd ce acluia par repetition, teva gv trouver en butte &
uno nouvelle ditficutta of et ont lnsoror fa ta, los bras
ft Tes jombes sur le trane 7 Au travors de tStonnementa, tout Un
chemivement vase. prodiire et fainbes vont gagner lair
place rdelle. 4a figure 12 est révelatrten de cette svoluten.
Les bens no sont plus flgéa,dans le stéréotype Infentlle et 30
ropprochent du trong; souvent, un est encore drossé & Thor
Zoniale, tindis que Foutre est 'bolsed; les brus sant Inairés ay
sommet du trone et non plus ou mallet.
Les Jambes se rapprochont at se uifférencient netterent du
trone-ou de la Jupe ; une insertion asymétrique (une Jambe eu
bord, une atu mili) ‘est encore Ieéquante.
Langle dea Jombes pose moins do problémes que eolul ces
bros. Leg fombaa sont on elfct lo plus souvent parallétea, méme
vélues d'un pantalon. Lea représontatlons les plus courantas sont
fu type-a, b,c, tandia quo lo modale d est trés rare
2,
@ ° . a
ancien wues | Pastston cols | “Pantaten pont | Pantton 9 anaes
Le modéle bidimenstomel ouvre fa vole & une rep
plus réallste du corps. Les membres gngnent une IAs
Foeta. Néaomoins, quand Tentant abandonne le bonhomme tear
Utes ovides, clest 8 cours canals, dole qu slectire aoe
Langle réel des Gpaules et dos Jainbos n'est acquis que por
uno Inline minorité tes enfants de cet Age. Cost ta eharniors
couspoutas qul s'avérera la plus eruciole dans te pessage do 10
juxtaposition géométriqua d una représentation visuelle
22, Du ggométriome & Porganicités
A5 cna, Venfant se trouve & Vapogéo dela phase schsmatique,
Pour construire gon bonlomme, il combine un nembce limilé de
syivoles, (cercles, rectangles, triangles, segean:s do. draltes,
arabecques).
LOWENFELD qualiilo fe modo de constructlaa graphique dle
+ ggometsique ». il entend par 18 que le dessin na s'appule. pas
sur des données visuelles. C'est un puzzle do formes [urtepasce:
et combinges. Chaque Sléiment détaché da taut peri! de $9 si:
fleatlon. Uenlant reprodult plas ce quil salt quo-ce qu'l voitoe ea se
Por exemple, Veal sera représenté do dlverses monitres :
. °. o]@
4 :
Los 9 promiéres reprdsontations peuvent tre qualifides de
-olométriques, lus 3 dernléres d'organiques. AS ona, nous (rou
b vons essenticllament tes deux premiers modtles.
t Dons notre éclantillon, Ia grande malorité des dessins préson:
ent cut aspect addilf, La zone ot vent émerger les slgnes avant
courcurs durganieité eat fe saminet du tronic La choralbre tet
ie tronecau-épaules va poser de plus en plus de dilfieultés, Oue de
cots 3s titers Pane 2 mala soupirs, de coups de gomme b eet endrait | Lea plus avancés son:
Eoin iohrome + Insatislaits de leur production edditlve sone pour autant eéussit
See tune représentation integrée.
: Examinons de plus pres les représentations clo cette 201
corporelle. Nous avons felenu 7 dessins pour Illustror catte eva.
tuto
Les quatre premidres productions (lig. 19. 14, 15, 16) seve
typlquement géométriques, L'étre Aymaln eet conateult por Taki
‘iow da syinboies gSométriaues.
. Le promi Unhomne (lg, 1 ast anaoraIneahirnt. L
' soa eri dt y mete Guane 3 eave com danse
| i fats Seu Aes un brasence est
| Hing ya eo frie ana de ns
fectanmsanes, Qo 'istquClWwee a dossind 20m porsonnaga A equa is
i invlanles sot ova tg Hi) Ls te eat epee ame es dipsia
i fur te eu pomat oe Higies 12 ot 16° Rae Hn
| iP eet ine sa ites sopoldacnins, Gul purr dent fa foe
troy 3 ! ‘cute pat cube, sl at dagnnd Ue entanta¥ Ce qa con ins dei a
fn cornu, esi que Fenton’ ma pa Yo sou aaoptr wa form 5 ona
Ens? cehabiont cane sa melon
Par. contre, dans tes trols deralers parsonaayes. nous obser:
vous une meiileure Intégration,
‘hasten Insta exrostement tas bras, sings vara fa ba, 2909 les eo
soner ital samen te eidalyee
{n"eou o1'dog epnuea plus Narmorusea” Ens, Souci ds tise ese acioe
oslo cls 85 owen seen, ‘ia
fans raeeords au tran. Quelle gopaurey ny Wee fosMoneéa, te
Mais cvs représentations bien Intégrées concernent moins de
5% de notre échanlilon, &t elles ne touchent qu'une zone di
corps, Elles constituent siganmoing leg hourgeons du rcalisnie
visuel qul éclora vers 7 ans pour culminer epris 9 ans. A celle
m ae Fa Spoque, enfant ne dessinera plus co au'l salt, mais ee qu'il vit
seinen 3 ang 7 moe| wraiin Hand mats | clara an 2 mate Ace titre, les promléres cbauches organiaues, 8 lage de 5 mn
[sons ‘constituent done des signoe de précocits.
a i eeEFLEXIONS:
1. Appreche analyeique ou structurale,
Nous avuns obgervé, durant des heures, eette contuine do
dessins, nous lnprdgnant ee fours forinea et de leurs couleurs,
Nous tvons tenlé de ies claaser de manitre empirique. selon le
‘qualita globale ue ta production, Nous tenlons compte dos! critérea
fue nous avions evoqués sous le point 2 tals ques insertion et
position dos membran: unk ou brdlinensionnalités.géonistrisme
‘Bu ebuache Worganiché
Nous nus sommes aperque que co classeinent ne cofneldait
‘pas-parfaltumont avec les-notes abtenues a léchelle de ROYER,
Par axciplo, les dussins estimés les plus dvolués différalent. Cela
Pexplique du fait que fos deux. classements reposent sur das
frilares allférants, Alnsi, une apprache structurale arend en comp:
te Tagencemat des picens du puzzle humaln. Vappioche adaitive
fomplabilize, ilein par item, sana tenie comple des Interactions
hiee 19s Gléments corporels. Lihypothdse sews-jocente eat bien
Gonave plus In represectation comparte éléments, plus elle
revelo un niveas: de ddvalappement lncellectuel elevé.
La cotation, ext porfols ambigué. Dens cette échella sont sanc-
onnéa la fols [a présenea dun élément corporel; tes propor
Hana at le place Win! clément: insertion des membres: les ue
fails vastimentnires: le réalisane des couleurs. Quand an mesure
huiant da chones diffdrentee 2 la (ols, quo sigaifle encore ta nate
Totale 7 Duua enfants oblerant fn rnSine note ont parfole dea pro:
Guzttons de niveaux bhen difldrents,
AOYEN propore 3 échalles (tte: corps; vétomant). Mala &
\érleur de eeu a échelles tous les erlteres que nous venons
Wevaquer 39 (youvent melés, Nous prélérarians quant & nous que
Tou ovale edpercment es cetéras plulct quo détablir cette die
tinction arifiefolle entre t8te et teone.
Now ever prapasd deux erltbras strusiureux qui rendent
ceonijta iit istatlane egsentiellas da ect dye (bidimenstonnalité
Gt gSomstelane). Comparons-lee ain items de ROYER réussis par
froine Jo 20% des enlanis, Hs peuvent etre eonsidérss comme
dos Inulcos d'ovance. +
equa per mols do 20% des 6
‘Beale
‘Gots soane do Te Bouebe
Sou prose
Goulte veiso dy nae
Shawenuros do couleur dalle
ethos ood ngn
Fern eons ae Ia bovee
ist Feds doy you
(n voit te poids du réalisme de |a couleur : 4 Items aur 8 y ont
fralt, tains fragilea quand on soit fa veleur projective de In cow
leur, On sanctlonne te peut-8tre tout eulre chase que le uévelop.
pement Intellectual
an
isto
doy, ey, 9,9,
ent 0,
We glans we zn eat
f'n ndmiro tenromic oa
Serva ate dete poste tan pina
‘Coble quit sagt mudsls 2/1 (bran Gvbles[ombes tun tal, Li >
lt cry a epee Win es ene du act 5 si
Sinan Llacosos ws ws 8 tore ote! pons oon dec.
Lapproche additive présente dofc deux Inconvéntents majeure =
1) elle priilégio Jos productions. minutieusvs, porfectionalstes
omproinins de coquetterie; elie péaslisa tex enfants qul ont un
atyla. cogattit-synthstiqea; 2) elle nddilonne dey crivires Jiesnea
co, difigrento dont certains sont parosités par Uaffoctivité; des
fora, F'évaluation Intelleciuello est sujeite & caution.
Comment cémbiner appraches additive et structural
Lintérdt dos travaux paychométriques est, selon nous, d'avolr
éterming, pour cheque igo, Io probabiltd d'apparition de cheque
lémant corporal, Nous tenons co type de dannée comme dun
plus grand Intérét que ia note globalo,
approche additive est done utlle en un promier temps pour
répondre aux ols questions : Quols sont les éléments corporels
presenta ? Lea items atiendue pour eet age, soatile réuasis ?
Cenfant mentionne-til dos parties du corps habilueliement absen
too & cet age ?
a5Nous avona développé le portrait attend d'un bonhortne
5 ans une structure dillérenciée comprenant & & 10 éléstents.
Mais cette vision anulytique ne saurait suffire. jl e'indique
dretie aol 8 des eritea strcturaux spéciques 8 un, 390
‘dann, ‘Nous. avons proposd, pour celul qui nous intéresse, ta
conguéte de la voubla dimanslon et le dégagement du gSométeis-
ine. Il en ost d'autres qul s'avéreront pertinents par la suito, Nous
Benzans, par example, & a reprtsenttion du mowement, et du
profi
{i en va de analyse de Is roprésentation humaine comme de
cele Jes Leshniques projuetives, Osha un premier temps. on sin:
téressa par-exemple iu contenu du TAT: « Cu qul est dit» (el.
epprothe @Ombredine). Par 1a suite, cest Ja forme wy dacours
‘qu it fobjat do analyse: » Comarent estce dit? (cl. grille de
SHENYOUG). De mime, pour le dassin, on prendra en compte
énumération des eogments corporals, ‘sans perdre de yuo que
four agencement eat portwur do sens. Le dessin est plus que ta
sonime do ses constituants. -
2. Lvolation du doesn: par sidinetation ou par eatin 2
Les chelles de développement pourratent induce une concen-
lion essex muive de Evolution du dessin dy personage. A chaque
age, quelques Rema supplémenialres seraient acquis at addition-
fds’ tuls guels A coux qui evistalent di. Cleat ce..que nous
Cntevtlons par sédimantetion cheque année déposerait-des ll
Vlona qul se superposeraient
iy a do cela, mais i o'y a pas que cele. Lenfont prond
convelinge do toule ong Sérlu de éwlls corporels quil rajoute
Suna stn Nats eae évolton rest pon add
‘aceordeat pour mon-
("ua progréa dang une zone correspond soilvent uno
ar exeniple, un enfant gut découvee
yunnee, ot Fovient 8 deg membres
ra .
fe'cou, nfabille plus ser bos
2 une dltnension
dessin preyrosaa ausat por mutallans. enfant {all un bord,
M paswe f un autru prototype qualltativernent dlférent, Par exem
ple: du githoullls au bunkomove terd;
{do Funidinwnsionast av modéle bldinv
metrique 9 una figura orjanique, Se n'est pas en ajoulant un éié-
‘unc, slinple rotou toh retondent fotalament son
enfant opens ces mutations.
n'est pes fortuit quien enfant utilise un
autre, sen, Wowe. Insatisfait et en élabore ut
Voudriuna montrer les facteurs qui permetient, sition pravoquent
0s mutations,
LeS CONTINGENCES GRAPHIQUES
On cublle trop souvent que le gfapiisme a un vocabula
eet Age, ll est limits: cerclas, roctangles, triangles, segments de
Groites.
tL @ ause! see fols. Cellos qul prévalent & ce stro. sont Ia
syméitee, tes mglentations porpenifeulalres, la Juxtapnsition.
Les formes rBagiesont ontre elles et Invitent donc & des réa"
managements, Par exemple, Fovalde, comme novs lavons montré
se révble 2 To langue