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Carro Pesado: Reflexões de Vida

O documento é uma música que descreve a morte de um violeiro. Conta como o violeiro passou seus últimos dias no hospital e sentiu que sua missão na vida estava chegando ao fim. A música usa a metáfora de um carro pesado afundando no pântano para descrever como a vida do violeiro se esgotou após anos de trabalho duro e solidão.

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IgorBasso
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Carro Pesado: Reflexões de Vida

O documento é uma música que descreve a morte de um violeiro. Conta como o violeiro passou seus últimos dias no hospital e sentiu que sua missão na vida estava chegando ao fim. A música usa a metáfora de um carro pesado afundando no pântano para descrever como a vida do violeiro se esgotou após anos de trabalho duro e solidão.

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Carro Pesado

João Mulato & Pardinho João Mulato e João Miranda

Tom: D
D |12-12-12-11-11-9-9-7-7-5-5-4-4----4--|4/9-9-9-7-7-5-5-4-4-2-3-4-4----4--|
A |-------------------------------------|----------------------------------|
F#|12-12-12-10-10-8-8-7-7-5-5-3---3----3|3/8-8-8-7-7-5-5-3-3-1-2-3---3----3|
D |-------------------------------------|----------------------------------|
A |-------------------------------------|----------------------------------|

D |4/12-12-12-11-11-9-9-7-7-5-5-4-4----4--|4/9-9-9-7-7-5-5-4-4-2-2-0|
A |---------------------------------------|------------------------0|
F#|3/12-12-12-10-10-8-8-7-7-5-5-3---3----3|3/8-8-8-7-7-5-5-3-3-1-1-0|
D |---------------------------------------|------------------------0|
A |---------------------------------------|------------------------0|

Num leito de um hospital, com tristesa acompanhei


Os últimos dias de vida, do violeiro que jamais esquecerei
Sentindo o fim da missão, e o começo de outra vida
No silêncio do seu grito, li na pluma do infinito esta mensagem
Na aurora da partida

O carro da minha vida esta afundando, corroido pelo tempo em sua missão
A porteira da esperança esta fechando, e os bois do meu destino sem ter ação
Nem os gritos do carreio me faz sair, do lamaçal que entrei cheio de ilusão
Não aguento mais puxar o carro pesado, que afunda lentamente no estradão

Na curva do desengano eu estou parado, com a canga infinita da ingratidão


No vai e vem desta lida nao resisti, as pancadas da maldade do ferrão

D |2-2-2-2-2-4-4/5-----5-7|2-2-2-2-2-4-4/5-----5-7|
A |4-4-4-4-4-5-5/7-4-7----|4-4-4-4-4-5-5/7-4-7----|
F#|-----------------------|-----------------------|
D |-----------------------|-----------------------|
A |-----------------------|-----------------------|

D |4/11-11-11-11-11-11--12--4-4/11-11-11-2-2-/4-4h5p4|
A |5/12-12-12-12-12-12-9---5--5/12-12-12-4-4-/5-5----|
F#|--------------------------------------------------|
D |--------------------------------------------------|
A |--------------------------------------------------|

D |---------------------------|
A |---------------------------|
F#|------3---2-3-3/7---6-7-7/8|
D |----2----------------------|
A |0-4------------------------|

Meus passos silenciaram por toda a vida, o apoio do carreio e do cocão


No canzil da natureza não desatou, venha o rangir por socorro ao ventre do chão
O celeiro da memória vai ficar cheio, com poeira da saudade na solidão
E no carreador da vida o meu velho carro, vai cantar lá no curral da imensidão

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