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Análise de Aminoácidos: Cromatografia e Eletroforese

Este documento descreve um experimento que utilizou cromatografia e eletroforese para caracterizar uma amostra de aminoácidos desconhecidos. As técnicas permitiram identificar que a amostra continha leucina, lisina e arginina. A cromatografia e testes colorimétricos adicionais confirmaram a presença destes três aminoácidos na amostra.

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Análise de Aminoácidos: Cromatografia e Eletroforese

Este documento descreve um experimento que utilizou cromatografia e eletroforese para caracterizar uma amostra de aminoácidos desconhecidos. As técnicas permitiram identificar que a amostra continha leucina, lisina e arginina. A cromatografia e testes colorimétricos adicionais confirmaram a presença destes três aminoácidos na amostra.

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CROMATOGRAFIA E ELETROFORESE

CROMATOGRAFIA E ELETROFORESE
OBJETIVOS

O presente experimento teve


como objetivo realizar a
caracterizao de uma
amostra de aminocidos
desconhecidos, atravs do uso
das tcnicas de cromatografia
e eletroforese;

Como objetivo secundrios, o


experimento buscou explorar a
teoria envolvida nas tcnicas
de eletroforese e
cromatografia, assim como as
propriedades de aminocidos
e protenas.
INTRODUO
CROMATOGRAFIA E ELETROFORESE
INTRODUO

A cromatografia uma tcnica que utiliza


a diferena de interao entre a fase
mvel e a estacionria para separar os
componentes de uma mistura;

Para a cromatografia em papel, a fase


mvel costuma ser um solvente, ou uma
mistura de solventes, que devido ao
fenmeno de capilaridade se
movimentam de forma ascendente
atravs do papel, arrastando consigo as
substncias solubilizadas;

No experimento em questo, o solvente


utilizado foi uma mistura de butanol,
cido actico e gua ([Link]). A gua
adsorvida na celulose cumpre o papel de
fase estacionria, retendo com maior
afinidade aquelas molculas mais polares.

Figura 1: Monmero de celulose


CROMATOGRAFIA E ELETROFORESE
INTRODUO

O quanto cada substncia ir ascender pela fase estacionria


determinado pelo seu fator de reteno (Rf), determinado por:

d = distncia entre o centro da mancha e o ponto de aplicao da amostra;

D = distncia percorrida pela fase mvel.


CROMATOGRAFIA E ELETROFORESE
INTRODUO

Exemplo:

RF1 = 1,4/7,7 = 0,182

RF2 = 6,0/7,7 = 0,779

RF3 = 4,1/7,7 = 0,532


CROMATOGRAFIA E ELETROFORESE
INTRODUO

A eletroforese uma tcnica


que utiliza a capacidade
migratria dos ons em um
campo eltrico para separar
uma mistura de diferentes
substncias;

Ao passar uma corrente


contnua entre dois
eletrodos, os nions se
movem em direo ao
eletrodo positivo e os
ctions se movem em direo
ao eletrodo negativo.
CROMATOGRAFIA E ELETROFORESE
INTRODUO

O experimento em questo fez uso da


eletroforese de papel em alta
voltagem;

Nesta tcnica, a amostra aplicada na


forma de uma pequena mancha sobre
uma folha de papel previamente
umedecida com a soluo tampo
adequada;

As extremidades da folha de papel so


ligadas em eletrodos, atravs dos quais
aplicada uma diferena de potencial;

Uma vez que os aminocidos presentes


na amostra possuem diferentes pontos
isoeltricos (pI), os mesmos possuem
cargas diferentes entre s, percorrendo
diferentes distncias sobre o papel.
CROMATOGRAFIA E ELETROFORESE
INTRODUO

Os fatores que influenciam a


separao das cargas so:

A fora do campo eltrico


empregado;

A viscosidade do meio;

pH do meio;

Valor da carga lquida da


molcula;

Tamanho e massa da molcula;

Conformao da protena.
CROMATOGRAFIA E ELETROFORESE
INTRODUO

Enfim, a mobilidade
eletrofortica () dada por:

v = velocidade

E = potencial eltrico

Z = carga lquida

f = coeficiente de atrito
MATERIAIS E
MTODOS
CROMATOGRAFIA E ELETROFORESE
MATERIAIS E MTODOS
ELETROFORESE
CROMATOGRAFIA E ELETROFORESE
MATERIAIS E MTODOS
ELETROFORESE
CROMATOGRAFIA E ELETROFORESE
MATERIAIS E MTODOS
CROMATOGRAFIA
CROMATOGRAFIA E ELETROFORESE
MATERIAIS E MTODOS
CROMATOGRAFIA
RESULTADOS E
DISCUSSO
CROMATOGRAFIA E ELETROFORESE
RESULTADOS E DISCUSSO

Eletroforese pH 5
CROMATOGRAFIA E ELETROFORESE
RESULTADOS E DISCUSSO

Eletroforese pH 5
CROMATOGRAFIA E ELETROFORESE
RESULTADOS E DISCUSSO

Eletroforese pH 6
CROMATOGRAFIA E ELETROFORESE
RESULTADOS E DISCUSSO

Eletroforese pH 6
CROMATOGRAFIA E ELETROFORESE
RESULTADOS E DISCUSSO

Eletroforese pH 10
CROMATOGRAFIA E ELETROFORESE
RESULTADOS E DISCUSSO

Eletroforese pH 10
CROMATOGRAFIA E ELETROFORESE
RESULTADOS E DISCUSSO

Cromatografia
CROMATOGRAFIA E ELETROFORESE
RESULTADOS E DISCUSSO

Cromatografia
CROMATOGRAFIA E ELETROFORESE
RESULTADOS E DISCUSSO

Eletroforese

Por eletroforese, tanto pH 5, 6 ou 10, observamos que a nossa amostra pode


ter todas os aminocidos testados, exceto a Glutamina por comparao a olho
nu.

Cromatografia

Por cromatografia, podemos determinar quais so os aminocidos presentes


verificando a olho nu ou comparando o Rf de cada mancha, o que mais
recomendado.

Nossa amostra tem 3 manchas com os Rfs:0,093, 0,15, 0,613.

Por comparaes, vimos que os aminocidos que podem estar presentes so a


lisina , com o Rf 0,06 , a arginina, com o Rf 0,13, a histidina com Rf 0,113 e a
leucina, com Rf 0,633.
REAO DE PRECIPITAO COM CIDO FOSFOTUNGUSTICO
REAO PARA AMINOCIDOS BSICOS
REAO DE SAKAGUCHI
REAO PARA AMINOCIDOS CONTENDO GRUPO GUANIDINO

Ovoalbumina 2%
Histidina 1%

Arginina 2%

Glicina 1%
Amostra

Lisina 1%
Ovoalbumina 2%
Glicina 1%

Histidina 1%

Lisina 1%
Tirosina 1%

gua destilada
REAO DE PAULY

Amostra
REAO PARA AMINOCIDOS CONTENDO GRUPO FENOL E IMIDAZOL
CONCLUSES
CROMATOGRAFIA E ELETROFORESE
CONCLUSES

A presena de Leucina foi confirmada atravs da eletroforese e na


cromatografia.

Atravs das tcnicas de eletroforese e cromatografia no foi


possvel determinar com certeza todos os aminocidos presentes.

A soma dos resultados obtidos na cromatografia, eletroforese e


dos testes colorimtricos permitem afirmar que a amostra
analisada composta por Leucina, Lisina e Arginina.
CROMATOGRAFIA E ELETROFORESE
BIBLIOGRAFIA

DANTAS, .A. Eletroforese. Disponvel em <[Link]


AdrianaDantas2/eletroforese?from_action=save> Acesso em 07/09/2017.

LEHNINGER, A.L.; NELSON, D.L.; COX, M.M. Princpios de Bioqumica. 6.


ed. So Paulo: Sarvier, 2000. 839p

OZKAN, O; CIFTCI, G. Individual variation in the protein profile of the


venom of Mesobuthus gibbosus (Brull, 1832, Scorpiones: Buthidae) from
Turkey. J. Venom. Anim. Toxins incl. Trop. Dis, Botucatu , v. 16,n. 3,p.
505-508, 2010 . Available from <[Link]
script=sci_arttext&pid=S1678-91992010000300017&lng=en&nrm=iso>.
access on 08 Sept. 2017. [Link]
S1678-91992010000300017.

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