Exames radiolgicos com o uso de meios de
contraste para melhor visualizao de rgos.
Por: Patricia Silveira
SISTEMA DIGESTIVO
Defecograma ou Proctografia
evacuativa!!!
o estudo da funo do reto e do nus durante a fase
de repouso da defecao (movimento intestinal).
Indicaes clinicas: Retoceles, intussuspo retal e
prolapso do reto.
Incidncias em perfil sero realizadas para estudo do
nus e reto que se modificam entre as fases de
evacuao e de repouso; uma radiografia lateral psevacuao realizado no final do procedimento.
VISCULA BILIAR E DUCTOS
BILIARES
Noes bsicas de anatomia e fisiologia
vescula biliar um saco piriforme composto de trs
partes: fundo, corpo e colo.
A bile carreada para a vescula biliar atravs do ducto
cstico para armazenamento temporrio ou
eliminada diretamente para dentro do duodeno pelo
dueto biliar comum (coldoco ), o qual se associa ao
dueto pancretico principal.
VESCULA BILIAR
VESCULA BILIAR
As trs principais funes da vescula biliar so armazenar e
concentrar a bile, e contrair quando estimulada.
Primeira: Se a bile no for necessria para fins digestivos,
ela armazenada para uso futuro na vescula biliar.
Segunda: A bile concentrada na vescula biliar como
resultado de hidrlise (remoo de gua). Na situao
anormal, se muita gua absorvida ou se o colesterol se
torna excessivamente concentrado, clculos biliares
(colelitase ) podem se formar na vescula biliar. (O
colesterol que no se encontra em soluo forma clculos
biliares.)
Terceira: A vescula biliar normalmente se contrai quando
alimentos corno gorduras ou cidos graxos esto no
duodeno. Esses alimentos estimulam a mucosa duodenal a
secreta r o hormnio colecistoquinina (CCQ). Nveis
sangneos aumentados de CCQ provocam a contrao da
vescula biliar e o relaxamento da abertura terminal do
dueto biliar comum. Alm disso, a CCQ provoca aumento
da atividade excrina do pncreas.
Estudo radiolgico da vescula biliar e das
vias biliares ou colecistografia oral
(exame radiolgico em desuso).
O propsito deste exame estudar radiograficamente a
anatomia e a funo do sistema biliar. O contraste
administrado o iodo em forma de cpsulas ingeridas
de 10 a 12 horas antes do exame, avaliando:
A capacidade funcional do fgado de remover do
sangue o contraste administrado oralmente e excretlo junto a bile;
Colecistografia Oral
A permeabilidade e as condies dos ductos biliar;
A capacidade de concentrao e de concentrao da
vescula biliar;
Indicaes clinicas:
Nuseas; vmitos constantes, coledocolitase, colelitase,
tumores, estenose biliar (nos ductos);
Preparo para o exame: Jejum absoluto e sem fumar por 12
horas, administrar gorduras 1 a 2 dias anteriores ( a ingesto
de gorduras leva a contrao da VB).
COLECISTOGRAFIA ORAL
Incidncias : PA em DV, OAE, PA em ortosttica (se o
paciente no puder ficar em p fazer PA). RC incidindo no
centro do abdome.
Aps a obteno destas projees da VB, se houver a
necessidade de testar a funo da VB (capacidade para
contrair) e estudar os ductos biliares, o medico submetera o
paciente a prova de Boyden. A prova consiste em
administrar ao paciente uma refeio gordurosa com isso a
mucosa
duodenal
ser
estimula
a
produzir
colecistoquinina, a qual far a VB se contrair. O paciente
ser colocado em OPD, e a cada 15 min obteremos
radiografias nesta posio at que todo o sistema ductal
seja bem visualizado; ou outro mtodo seria administrar a
colecistoquinina direto no sistema venoso do paciente, a
contrao ser de 5 a 10 min.
COLANGIOGRAFIA INTRA-OPERATRIA
um exame realizado durante uma cirurgia, geralmente
durante uma colecistectomia. O cirurgio pode suspeitar
de clculos residuais localizados em um dos ductos biliares.
Aps a remoo da vescula biliar, um pequeno cateter
introduzido na poro remanescente do ducto cstico.
injetado meio de contraste iodado, e so feitas radiografias
convencionais.
As colangiografias operatrias so realizadas para:
1 Revelar quaisquer colelitos no detectados previamente
(objetivo primrio)
2 Determinar o estado funcional da ampola
hepatopancretica.
3 Demonstrar pequenas leses, estreitamentos ou
dilataes dentro dos ductos biliares.
COLANGIOGRAFIA INTRA-OPERATRIA
Incidncias para o exame: AP simples, AP e OAD
(afasta os ductos biliares da coluna vertebral).
SISTEMA URINRIO
SISTEMA URINRIO
O sistema urinrio composto pelos rins, ureteres, bexiga urinaria e
pela uretra.
RINS
Os rins e ureteres so rgos localizados no espao
retroperitonial. Os rins so dois e possuem o formato de feijo e se
localizam lateralmente a coluna vertebral, na poro mais posterior da
cavidade abdominal. O rim direito em geral esta ligeiramente mais
baixo que o esquerdo devido presena do fgado. Na poro medial
superior de cada rim se encontra a glndula adrenal. Essas importantes
glndulas do sistema endcrino so localizadas no interior de uma
cpsula gordurosa que envolve cada rim. Cada rim se conecta com a
bexiga atravs de seu prprio ureter.
URETERES
Trata-se de dois condutos (direito e esquerdo), que so formados
pelo prolongamento das pelves renais. Sua funo e conduzir a urina
at a bexiga urinria.
SISTEMA URINRIO
BEXIGA URINRIA
As excretas na forma de urina seguem dos rins ate a bexiga por meio desses
estreitos tubos, os ureteres. A bexiga urinaria tem formato sacular e serve como
reservatrio para a urina.
URETRA
A uretra uma bolsa de fibra muscular que tem a funo de armazenar a urina ate que
esta seja excretada.
LOCALIZAO NORMAL DOS RINS
A maioria das radiografias de abdome, incluindo urografias e realizada em expirao com
o paciente em decbito dorsal. O efeito combinado com o decbito dorsal com a
expirao permite que o rim tome uma localizao relativamente alta na cavidade
abdominal. Nessas condies, os rins normalmente esto a meia distancia entre o
processo xifide e a crista ilaca. O rim esquerdo normalmente esta cerca de1 cm acima do
rim direito. O plo superior do rim esquerdo geralmente se encontra entre T11 e T12. O
plo inferior do rim direito quase sempre esta em nvel com a poro superior de L3.
O exame radiolgico do sistema urinrio , em geral, denominado urografia. O prefixo
uro designa uma relao com a urina ou com o trato urinrio
UROGRAFIA EXCRETORA ou UIV
(urografia intravenosa)
Este o exame radiolgico mais comum do sistema
urinrio, onde visualizamos os pequenos e grandes clices,
pelves renais, ureteres e bexiga.
Objetivo: Visualizar a poro coletora do sistema urinrio.
Avaliar a capacidade funcional dos rins
Indicaes clinicas: Massa abdominal ou plvica.
Clculos renais ou ureterais.
Traumatismo renal.
Dor no flanco.
Hematria ou sangue na urina.
Hipertenso.
Insuficincia renal.
Infeces do trato urinrio ( ITU ).
UROGRAFIA EXCRETORA ou UIV
(urografia intravenosa)
O
preparo do paciente para urografia
semelhante ao do enema opaco, isto o trato
intestinal deve estar livre de gases e material
fecal, para a perfeita visualizao do trato
urinrio devidamente contrastado.
Deve ser feito a anamnese do paciente, e pedir ao
mesmo que troque sua roupa pelo um avental
apropriado e que urine antes de iniciarmos o
exame, por duas razes:
A bexiga cheia demais poderia romper-se,
principalmente se for aplicada compresso no
incio do exame.
A urina j presente na bexiga dilui o meio de
contraste.
UROGRAFIA EXCRETORA ou UIV
(urografia intravenosa)
UROGRAFIA EXCRETORA ou UIV
(urografia intravenosa)
Posicionamento para o exame de UIV
Com o paciente em decbito dorsal realizamos
uma radiografia em AP panormica do abdome e
apresentamos ao radiologista para avaliao e
liberao para a injeo do meio de contraste.
UROGRAFIA EXCRETORA ou UIV
(urografia intravenosa)
Aps 3 minutos da injeo de contraste realizaremos
uma radiografia localizada dos rins, procedendo
ento a compresso uretral com o uso do compressor
onde realizaremos radiografias no perodo de 5, 10, 15
minutos. Aps 15 minutos do procedimento
soltaremos a compresso e realizaremos uma
radiografia panormica do abdome com projees de
20 minutos unilaterais ou localizadas, em OPD e OPE
nessas projees a angulao paciente x filme devera
ser de 30 graus (se possvel o paciente em ortosttica).
Realiza-se ento uma radiografia de bexiga cheia e
outra ps-miccional. Este seria um procedimento
padro para um exame de urografia excretora, porm
depende do departamento e do mdico radiologista
outras rotinas.
OBS: Paciente com indicao de Nefroptose realizar AP de abdome em ortosttica.
UROGRAFIA EXCRETORA ou UIV
(urografia intravenosa)
UROGRAFIA EXCRETORA ou UIV
(urografia intravenosa)
A faixa compressora tem por objetivo reter o meio de
contraste no interior das lojas renais ou sistema pielocaliceal, alem da poro inicial dos ureteres, evitando
que o contraste chegue a bexiga rapidamente.
UROGRAFIA EXCRETORA ou UIV
(urografia intravenosa)
Contra-indicao a compresso:
Obstruo na radiografia de 5 minutos;
Aneurisma de aorta;
Cirurgia recente;
Dor abdominal intensa;
Suspeita de trauma urinrio;
Presena de transplante renal;
Massa abdominal;
Idosos e crianas;
Caso o paciente tenha contra-indicao a compresso ureteral,
realizaremos a posio de trendelenburg de 15 a 40 graus
UROGRAFIA EXCRETORA ou UIV
(urografia intravenosa)
Incidncias:AP
Panormica
AP Loc. Rins
AP Loc. Bexiga
solicitadas.
Filmes:
35 x 43
24 x 30
18 x 24
UROGRAFIA EXCRETORA ou UIV
(urografia intravenosa)
UROGRAFIA EXCRETORA ou UIV
(urografia intravenosa)
Nefrograma ou Nefrografia
o estudo contrastado funcional e imediato dos rins.
Objetivo: Avaliar a capacidade dos rins de retirarem do
sangue o contraste iodado e a avaliao de todo
parnquima renal.
Posicionamento: Paciente em AP em DD com o RC
podlico em 10 graus, incidindo entro o processo
xifide e a crista ilaca, essa incidncia ser realizada
aps 1 minuto da aplicao do contraste.
Obs: O nefrograma poder anteceder a UIV.
UROGRAFIA RETRGRADA OU PIELOGRAFIA
um exame no funcional ( os processos fisiolgicos
no esto envolvidos no procedimento) do sistema
urinrio, durante o qual o meio de contraste
introduzido diretamente por via retrgrada (contra o
fluxo) no sistema pielocaliceal, via cateterizao, por
um urologista
ou radiologista durante um
procedimento do tipo cirrgico.
UROGRAFIA RETRGRADA OU PIELOGRAFIA
Indicao clinica:
Para se determinar a localizao de clculos urinrios
ou outros tipos de obstruo. (Esse exame realizado
em paciente com insuficincia renal considervel).
UROGRAFIA RETRGRADA OU PIELOGRAFIA
Procedimento: O exame realizado em ambiente
cirrgico
,
e
colocado
na
mesa
de
cistoscopia/radiografia em posio de litotomia. Sob
sedao o cistoscpio inserido pela uretra do
paciente at a vescula urinar. O urologista insere o
cateter ureteral em cada ureter sob fluoroscopia.
UROGRAFIA RETRGRADA OU PIELOGRAFIA
UROGRAFIA RETRGRADA OU PIELOGRAFIA
Modo de realizar o exame:
1) Radiografia teste: obtida, permitindo ao urologista
checar o posicionamento e a localizao do cateter
nos ureteres;
2) Pielografia: O urologista injeta de 3 a 5 ml de
contraste iodado, atravs de cateter diretamente na
pelve renal em um ou ambos os rins;
3) Ureterograma: O paciente colocado na posio de
Fowler, e o medico retira o cateter e simultaneamente
injeta contraste em um ou ambos os ureteres.
UROGRAFIA RETRGRADA OU PIELOGRAFIA
CISTOGRAFIA RETRGADA
Exame no funcional para o estudo da bexiga. Esse
exame poder ser realizado ao final de UIV,
correspondendo a projeo pr-miccional.
Indicaes para o exame: Litase vesical, fleboritos,
cistite e tumores.
No a preparo para o paciente necessrio somente
que o mesmo esvazia a bexiga antes da realizao do
exame.
CISTOGRAFIA RETRGADA
Realizao do exame: O tcnico de enfermagem ou
mdico, dever introduzir a sonda vesical e injetar
contraste diludo em soro fisiolgico. O contraste
dever fluir sob a ao da gravidade enchendo a
bexiga.
Incidncias: AP, OPD, OPE
Aps o preenchimento da bexiga dever ser realizada
projees em AP com RC podlico de 15 graus
incidindo a cima da snfise pbica e medial as EIAS.
(Essa incidncia projeta a bexiga no interior do anel
plvico).
CISTOGRAFIA RETRGADA
OPD e OPE, com angulao paciente x filme de 45 60
graus. RC incidindo 5 cm acima da snfise pbica
medialmente a EIAS. Esta incidncia visualiza as
junes ureterovesicais, na OPD avaliaremos a juno
do lado esquerdo e na OPE avaliaremos a juno do
lado direito.
CISTOGRAFIA RETRGADA
URETROCISTOGRAFIA MICCIONAL
OU CISTOURETROGRAFIA
A uretrocistografia, um exame que
pode ser
realizado aps a rotina de cistografia, sendo o estudo
da bexiga e uretra atravs da mico.
Indicaes: Traumatismo ou perda involuntria da
urina.
URETROCISTOGRAFIA MICCIONAL
OU CISTOURETROGRAFIA
Procedimento: Aps o exame de cistografia, coloca-se
o paciente se possvel em posio AP ortosttica (caso
seja impossvel esse posicionamento colocar o paciente
em AP em DD) e OPD em 30 graus Homens.
Em mulheres o procedimento ser realizado em AP ou
OPD em 30 graus.
RC Perpendicular na snfise pbica, para ambos.
Aps a mico realizar uma radiografia em AP, com
bexiga vazia.
URETROGRAFIA RETRGRADA
Este exame realizado em homens para demonstrar
toda a uretra que tem em mdia cerca de 25 cm de
comprimento, mas tambm pode ser realizada em
paciente do sexo feminino para avaliar cisto ou
divertculo.
Indicaes: trauma da uretra, estreitamento uretral
inflamatrio, obstrues da uretra;
URETROGRAFIA RETRGRADA
Procedimento:
Esvaziar a uretra urinria antes do
exame;
Fazer radiografia prvia;
Fazer assepsia genital;
URETROGRAFIA RETRGRADA
Incidncias: OPD;
A injeo do meio de contraste iodado feita atravs
de um dispositivo especifico a pina de Brodney, que
aps a infuso deveremos posicionar o paciente em
OPD com inclinao paciente x filme de 30 graus, com
RC incidindo na snfise pbica e realizar um
radiografia.
URETROCISTOGRAFIA MICCIONAL (U.C.M)
Radiografias miccionais so obtidas aps a cistografia
de rotina. Quando as imagens so combinadas dessa
maneira, o exame denominado uretrocistografia ou
uretrocistografia miccional (UCM).
Objetivo: Estudar a uretra e avaliar a capacidade
funcional de urinar do paciente.
URETROCISTOGRAFIA MICCIONAL (U.C.M)
Indicaes: trauma ou incontinncia urinria;
Procedimento:
1) Prvia;
2) Enchimento;
3) Pequenos enchimentos;
4) Resduo;
Paciente dever urinar antes do exame;
Fazer radiografia prvia;
Fazer assepsia genital;
Anestesiar a uretra com anestsico gel;
Passar a sonda e comear a infuso da soluo;
URETROCISTOGRAFIA MICCIONAL
(U.C.M)
Preparo
do
paciente:
Preparo
intestinal, jejum de 12 horas e boa
restrio liquida, se possvel fazer
tricotomia da regio genital antes de
realizar o exame.
URETROCISTOGRAFIA MICCIONAL
(U.C.M)
Faz se um pequeno infuso de contraste e realiza um
AP verificando o enchimento da bexiga aps reiniciase a infuso at o paciente sentir a vontade de urinar
(anotar a quantidade de soluo administrada ao
paciente); retirar a sonda e posicionar o paciente em
OPD, pedir para o paciente urinar e fazer a radiografia
durante a mico, aps a radiografia pedir o paciente
para de urinar e fazer mais duas incidncias OPD e
OPE com paciente urinando. Aps 3 radiografias com
qualidade pedir que o paciente esvazie completamente
a bexiga e realizar um AP de resduo.
URETROCISTOGRAFIA MICCIONAL (U.C.M)
URETROCISTOGRAFIA MICCIONAL
(U.C.M)
URETROCISTOGRAFIA MICCIONAL
(em mulheres)
URETROCISTOGRAFIA MICCIONAL
URETROCISTOGRAFIA MICCIONAL OPD
URETROCISTOGRAFIA MICCIONAL OPE
URETROCISTOGRAFIA MICCIONAL
URETROCISTOGRAFIA MICCIONAL (em
mulheres)
* Realizar a passagem da correntinha pela uretra e
posteriormente da sonda vesical.
* Encher a bexiga na proporo aproximada de 40% com
um meio de contraste positivo hidrossolvel e 60% de soro
fisiolgico (fazendo um total aproximado de 250/300 ml).
* Conectar o equipo de soro diludo com constrate, na
sonda vesical.
* Deixar fluir o soro e observar que cesse o gotejamento no
equipo, para que se obtenha o enchimento normal da
bexiga.
* Retira-se a sonda com cuidado, ficando somente a
correntinha.
Incidncias: AP e Perfil absoluto com repouso, esforo,
miccional e ps-miccional.
URETROCISTOGRAFIA MICCIONAL
(em mulheres)
URETROCISTOGRAFIA MICCIONAL
(em mulheres)
Histerossalpingografia
Histerossalpingografia
Atualmente, este exame especfico e nico para
estudo de doenas das trompas (As doenas do tero
so melhor visualizadas no exame de USG). Para a
visualizao das trompas, necessria introduo de
contraste iodado atravs do colo uterino, desenhando a
cavidade
uterina
e
as
trompas.
Histerossalpingografia
Indicaes Clnicas
Avaliao de infertilidade: Uma das indicaes mais
comuns para a HSG a avaliao da infertilidade
feminina. O procedimento realizado para
diagnosticar quaisquer defeitos funcionais ou
estruturais.
A HSG tambm utilizada para diagnosticar massas
plvicas, fstulas, abortamentos espontneos habituais
e defeitos congnitos.
Uma terceira indicao a avaliao da tuba uterina
aps ligao tubria.
Histerossalpingografia
Contra-indicaes
A histerossalpingografia contra-indicada na gravidez.
Para evitar a possibilidade de que a paciente possa
estar grvida, o exame realizado tipicamente de 7 a 10
dias aps o incio da menstruao.
Outras contra-indicaes incluem doena inflamatria
plvica (DIP) aguda e sangramento uterino ativo.
Histerossalpingografia
Preparo da Paciente
O protocolo do departamento deve determinar as
exigncias para o preparo da paciente. Esses
procedimentos podem incluir preparos intestinais
apropriados para assegurar visualizao adequada
do trato reprodutivo sem obstruo por gs
intestinal e/ou fezes. O preparo pode incluir um
laxativo suave, supositrios. Alm disso, a paciente
pode ser orientada a tomar. um analgsico suave
antes do exame, para aliviar um pouco do
desconforto associado com as clicas.Para evitar o
deslocamento do tero e das tubas uterinas, a
paciente deve ser orientada a esvaziar a bexiga
imediatamente antes do exame.O procedimento e
possveis complicaes devem ser explicados para a
paciente e deve ser obtido consentimento
informado.
Histerossalpingografia
Acessrios para o procedimento
Uma bandeja de histerossalpingografia estril e
descartvel utilizada. Os contedos gerais da bandeja
incluem um espculo vaginal, bacia e bolas de algodo,
cuba para medicamentos, gaze estril, campos estreis,
pina para compressa, seringas de 10 ml, agulhas de
calibres 16 e 18, tubo de extenso e gelia lubrificante.
Alm da bandeja de HSG, luvas estreis, uma soluo
antisptica, uma cnula ou cateter de balo e meios de
contraste tambm so necessrios.
Histerossalpingografia
Histerossalpingografia
Meio de contraste utilizado:
Contraste no-inico: com base de leo ou hidrossolvel, o
mais comum a ser utilizado o hidrossolvel que mais
facilmente absorvido pelo organismo, no deixa resduo no
trato reprodutivo e fornece visualizao adequada. No
entanto, ele causa dor quando injetado na cavidade uterina
e pode persistir por vrias horas aps o procedimento. Por
outro lado, o meio em base oleosa pode ser bem tolerado
pela paciente e extremamente opaco, permitindo
visualizao mxima das estruturas uterinas. Entretanto,
tem uma taxa de absoro muito lenta, e pode permanecer
nas cavidades corporais por um extenso perodo de tempo.
Histerossalpingografia
Colocao da Cnula/Cateter e Processo de Injeo
Para iniciar o procedimento, a paciente se deita em
decbito dorsal na mesa, na posio de litotomia. Se no
estiverem disponveis estribos ginecolgicos, a paciente
dobra os joelhos e coloca os ps no final da mesa. A
paciente coberta com toalhas estreis, e com tcnica
estril um espculo vaginal inserido na vagina. As paredes
vaginais e o colo uterino so lavados com uma soluo antisptica. Uma cnula ou um cateter de balo ento
inserido no canal . A dilatao com um cateter de balo
ajuda a incluir o colo uterino, evitando o extravasamento de
contraste da cavidade uterina durante a fase de injeo.
Histerossalpingografia
Incidncias: AP simples, em 24 x 30; ou OPD e OPE
(complementar)
RC incidindo a 5 cm superior snfise pubiana e ao
centro do chassi. Se a fluorscopia no estiver
disponvel, a injeo fracionria do contraste
implementada com uma radiografia realizada aps
cada frao, para documentar o enchimento da
cavidade uterina, as tubas uterinas e o contraste no
interior do peritnio.
Histerossalpingografia
Histerossalpingografia
Histerossalpingografia
DACRIOCISTOGRAFIA
o exame que serve para
detectar doenas dos
canais condutores da
lgrima.
realizado
introduzindo-se
contraste iodado atravs
dos canais condutores
principais .
SIALOGRAFIA
o exame que serve para
detectar
doenas
dos
canais
excretores
das
glndulas
salivares.
realizado introduzindo-
se contraste iodado atravs
dos
canais
excretores
principais,
que
desembocam dentro da
boca.
ARTROSCOPIA
o exame utilizado para
estudo dos componentes
articulares,principalmente
meniscos, cartilagem e
bolsa sinovial.
Para a sua realizao,
necessria a introduo de
contraste iodado e ar na
bolsa articular atravs de
uma agulha fina.