Modelamento
e simulao de
processos
2. Balano de massas
Prof. Dr. Andr Carlos Silva
13/09/2013
1. INTRODUO
Um
dos princpios fundamentais da
engenharia o balano de massas ou
balano material.
balano de massas ou balano
material baseia-se no princpio de
conservao de massa.
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
13/09/2013
1. INTRODUO
As
finalidades do balano so:
Dimensionamento dos equipamentos;
Controle de processo na produo;
Otimizao dos processos;
Medio de resultados;
Medio da produo.
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
1. INTRODUO
13/09/2013
13/09/2013
Fluxograma operacional da mina de Sossego, Pa (Vale). Produo de Cu.
13/09/2013
2. LEI DE LAVOISIER
Antoine
Laurent Lavoisier
(1743-1794) props a
chamada Lei de Lavoisier,
que diz que:
A massa no pode ser criada
nem destruda, porm, pode
ser transformada
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
13/09/2013
3. DEFINIES
SISTEMA
definido como um espao selecionado
da natureza, que pode ser sujeito a
definio e apreciao de propriedades
fsicas, qumicas, bioqumicas e/ou
biolgicas.
o nosso objetivo de estudo, como por
exemplo a usina de Sossego...
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
13/09/2013
3. DEFINIES
PROCESSO
cada uma das etapas que promovem
mudanas das propriedades do sistema;
Os processos podem ser classificados em
batelada, contnuos ou semi-contnuos.
A classificao se baseia no procedimento
de entrada e sada dos materiais.
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
13/09/2013
3. DEFINIES
Processos
em batelada
A alimentao introduzida no sistema de
uma s vez, no incio do processo e todos
os produtos so retirados algum tempo
depois.
Nenhuma massa atravessa a fronteira do
sistema no intervalo de tempo decorrido
entre a alimentao e a remoo dos
produtos.
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
10
13/09/2013
3. DEFINIES
Processos
em batelada
Exemplo:
Adio
instantnea de reagentes em um
tanque e remoo dos produtos e reagentes
no consumidos algum tempo depois,
quando o sistema atingiu o equilbrio;
Panela de presso;
Cozimento de po;
Preparao de uma vitamina em um
liquidificador.
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
11
13/09/2013
3. DEFINIES
Processos
contnuos
A alimentao e os produtos fluem
continuamente enquanto dura o processo.
H contnua passagem de matria atravs
das fronteiras do sistema.
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
12
13/09/2013
3. DEFINIES
Processos
contnuos
Exemplo:
Bombeamento
de uma mistura de lquidos a
uma vazo constante em um tanque e
retirada dos produtos a mesma vazo
constante.
Evaporador (processo industrial) de suco de
laranja.
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
13
13/09/2013
3. DEFINIES
FRONTEIRAS
Limites reais ou conceituais que separam o
sistema do ambiente envolvente;
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
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13/09/2013
3. DEFINIES
VOLUME
DE CONTROLE (VC)
uma pequena parte do sistema escolhido
para se aplicar o balano de massa.
Fluxo de entrada
Equipamento
Fluxo de sada
V.C.
Processo com apenas uma etapa
15
13/09/2013
3. DEFINIES
VOLUME
DE CONTROLE (VC)
Equipamento 1
Equipamento 2
Equipamento 3
V.C.
Processo com vrias etapas diferentes
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
16
13/09/2013
3. DEFINIES
SISTEMA
ABERTO
o sistema que permite o fluxo de matria
atravs da fronteira do sistema.
Massa
Energia
Massa
Equipamento
Energia
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
17
13/09/2013
3. DEFINIES
SISTEMA
ABERTO
Esta uma caracterstica de processos em
regime permanente (processos contnuos).
Este o tipo de sistema que nos interessa
em PM, pois os equipamentos usados so
sistemas abertos!
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
18
13/09/2013
3. DEFINIES
SISTEMA
FECHADO
Neste tipo de sistema no h transferncia
de massa atravs da fronteira do sistema
no intervalo de tempo de interesse (a
massa fixa dentro do sistema).
dm
0
dt
Ou seja, a massa do sistema constante
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
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13/09/2013
3. DEFINIES
SISTEMA
FECHADO
uma caracterstica de regime transiente
ou batelada (processos descontnuos).
Energia
Equipamento
Energia
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
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13/09/2013
4. EQUAO GERAL
Massa de entrada
ENTRADA
Massa que
entra atravs
da fronteira
do sistema
GERAO
Massa
produzida
dentro do
sistema
Massa de sada
PROCESSO
SADA
Massa que sai
atravs da
fronteira do
sistema
CONSUMO
Massa
consumida
dentro do
sistema
ACMULO
Massa
acumulada
dentro do
sistema
Geralmente reaes qumicas:
Massa gerada como reagente
Massa consumida como produto
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
21
13/09/2013
4. EQUAO GERAL
Exemplo
da equao geral do balano:
A cada ano, 50.000 pessoas se mudam
para uma cidade, 75.000 pessoas
abandonam a cidade, 22.000 pessoas
nascem e 19.000 morrem.
Escreva o balano da populao P desta
cidade.
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
22
13/09/2013
4. EQUAO GERAL
Exemplo
da equao geral do balano:
Termos da equao do balano:
Entrada
= 50.000 pessoas/ano;
Gerao = 22.000 pessoas/ano;
Consumo = 19.000 pessoas/ano;
Sada = 75.000 pessoas/ano;
Acmulo = ??? pessoas/ano.
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
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13/09/2013
4. EQUAO GERAL
Exemplo
da equao geral do balano:
Acmulo = Entrada + Gerao Sada Consumo
Acmulo = 50000 + 22000 75000 19000
Acmulo = - 22.000 pessoas/ano
Assim sendo, a cada ano, a populao da cidade diminui
em 22.000 habitantes...
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
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13/09/2013
5. TIPOS DE BALANO
Dois
tipos de balanos de materiais
podem ser descritos:
Balano integral e
Balano diferencial.
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
25
13/09/2013
5.1. Balano integral
Descreve
o que acontece entre dois
instantes de tempo.
Cada
termo da equao do balano
uma poro da grandeza balanceada e
tem as unidades correspondentes (ex: kg,
L, ton, m3).
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
26
13/09/2013
5.1. Balano integral
normalmente aplicado a processos em
batelada (descontnuo), onde os dois
instantes de tempo so o momento
depois da entrada das matrias-primas
(antes do processo se iniciar) e o
momento antes da retirada dos produtos
(trmino do processo).
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
27
13/09/2013
5.2. Balano diferencial
Indica
o que est acontecendo em um
sistema em um determinado instante de
tempo.
Cada
termo da equao do balano
uma taxa, e tem as unidades da
quantidade dividida por uma unidade de
tempo.
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
28
13/09/2013
5.2. Balano diferencial
Exemplos:
kg/h, ton/h, m3/h, L/h, etc.
usualmente utilizado em processos
contnuos.
Este o tipo de balano que mais nos
interessa em PM pois os equipamentos
usados so de operao contnua.
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
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13/09/2013
6. BALANO DE MASSA
Alimentao
Concentrao
Concentrado
Elemento no aproveitvel
Elemento aproveitvel
Rejeito
30
13/09/2013
6. BALANO DE MASSA
Da
figura anterior percebe-se que:
O concentrado possui apenas o elemento
til;
O rejeito possui apenas o elemento no til;
O teor no concentrado maior que o da
alimentao;
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
31
13/09/2013
6. BALANO DE MASSA
Da
figura anterior percebe-se que:
A recuperao (dada pela relao entre a
massa de elemento til presente no
concentrado e a massa de elemento til
presente na alimentao) igual a 100%.
Em
casos reais a complexidade deste
clculo maior.
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
32
13/09/2013
6. BALANO DE MASSA
Os
valores mximos de teor no
concentrado e de recuperao no so
alcanados.
Feitas
tais consideraes pode-se definir
as seguintes relaes:
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
33
13/09/2013
6.1. Equacionamento
ACE
(1)
Massa da alimentao
aA cC eE
(2)
Massa da espcie i na alimentao
cC
R
aA
(3)
Recuperao da espcie i
Onde:
A = massa da alimentao;
C = massa do concentrado;
E = massa do rejeito;
a = teor da espcie i na
alimentao;
c = teor da espcie i no
concentrado;
e = teor da espcie i no rejeito;
R = recuperao da espcie i;
Rc = razo de concentrao;
Re = razo de enriquecimento;
Y = recuperao mssica ou
rendimento em massa (mssico).
34
13/09/2013
6.1. Equacionamento
ca e
R
ac e
Recuperao da espcie i
A
Rc
C
(5)
Razo de concentrao
(4)
Onde:
A = massa da alimentao;
C = massa do concentrado;
E = massa do rejeito;
a = teor da espcie i na
alimentao;
c = teor da espcie i no
concentrado;
e = teor da espcie i no rejeito;
R = recuperao da espcie i;
Rc = razo de concentrao;
Re = razo de enriquecimento;
Y = recuperao mssica ou
rendimento em massa (mssico).
35
13/09/2013
6.1. Equacionamento
C a e
Y
A c e
Recuperao mssica
c
Re
a
(7)
Razo de enriquecimento
(6)
Onde:
A = massa da alimentao;
C = massa do concentrado;
E = massa do rejeito;
a = teor da espcie i na
alimentao;
c = teor da espcie i no
concentrado;
e = teor da espcie i no rejeito;
R = recuperao da espcie i;
Rc = razo de concentrao;
Re = razo de enriquecimento;
Y = recuperao mssica ou
rendimento em massa (mssico).
36
13/09/2013
6.2. Exemplos
Considere
o trecho do fluxograma
produtivo a seguir da mina de Sossego
em Cana dos Carajs, Par (produo
de cobre da Vale), mostrando a
britagem primria do mineral.
PRODUO:
500.000 t/ano de
concentrado de cobre.
Os
valores apresentados so fictcios.
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
40
6.2. Exemplos
13/09/2013
41
13/09/2013
6.2. Exemplos
Isolando
apenas o britador giratrio
primrio temos:
Alimentao
Produto
24 t/h
24 t/h
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
42
13/09/2013
6.2. Exemplos
Nota-se
que para o caso de um britador
no necessrio nenhum tipo de
balano de massa, pois o equipamento
s possui um produto.
Vejamos
mais uma parte do fluxograma
de Sossego, envolvendo agora a parte
de peneiramento.
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
43
6.2. Exemplos
13/09/2013
44
13/09/2013
6.2. Exemplos
Isolando
apenas a peneira vibratria
inclinada temos:
Alimentao
24 t/h
Oversize
8 t/h
Undersize
16 t/h
45
13/09/2013
6.2. Exemplos
Neste
caso percebe-se que vlida a
equao (1), considerando no
concentrado e rejeito, mas sim oversize e
undersize. Desta forma, temos:
ACE
A 8 16 24
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
46
13/09/2013
6.2. Exemplos
Novamente
o balano de massa se
mostra trivial. Isto porque no foi
considerado o balano de gua
(retornaremos neste exemplo depois).
Vejamos
mais uma parte do fluxograma
de Sossego, envolvendo agora a parte
de colunas de flotao.
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
47
6.3. Exemplos
Alimentao
40 t/h
50% de Cu
10% de umidade
Rejeito
? t/h
?% de Cu
?% de umidade
13/09/2013
Concentrado
25 t/h
64% de Cu
7% de umidade
48
13/09/2013
6.3. Exemplos
O
balano de massas propriamente dito
corresponde equao (1) e, neste
caso, ser dado por:
ACE
40 25 E
E 15 t/h
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
49
6.3. Exemplos
Alimentao
40 t/h
50% de Cu
10% de umidade
Rejeito
15 t/h
?% de Cu
?% de umidade
13/09/2013
Concentrado
25 t/h
64% de Cu
7% de umidade
50
13/09/2013
6.3. Exemplos
A
massa de cobre contida na
alimentao da coluna de flotao (aA)
ser 0,5 x 40 = 20 t/h de Cu contido.
Como
a massa de cobre se conserva, a
quantidade de cobre a deixar o sistema
no rejeito (eE) ser 20 16 = 4 t/h de Cu
contido.
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
51
13/09/2013
6.3. Exemplos
Este
balano chamado de balano
metalrgico e corresponde
conservao da massa para o metal
contido.
Assim
sendo pode-se calcular o teor de
Cu no rejeito da seguinte forma:
eE aA cC 20 16 4 t/h
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
52
13/09/2013
6.3. Exemplos
Mas
sabemos que E = 15 t/h ento:
4 t/h
e
.100% 26,7%
15 t/h
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
53
6.3. Exemplos
Alimentao
40 t/h
50% de Cu
10% de umidade
Rejeito
15 t/h
26,7 % de Cu
?% de umidade
13/09/2013
Concentrado
25 t/h
64% de Cu
7% de umidade
54
13/09/2013
6.3. Exemplos
Resta
ento calcular o teor de umidade
do rejeito.
alimentao existem da coluna de 40
t/h, sendo que destas 40 t/h tem-se 10%
de teor de umidade. Desta forma, a
quantidade de gua na alimentao
ser 40 x 0,1 = 4 t/h de gua contida.
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
55
13/09/2013
6.3. Exemplos
Tem-se
uma massa de concentrado de
25 t/h, sendo que desta massa apenas 7%
de gua.
Assim
sendo, a massa de gua presente
no concentrado de 25 x 0,07 = 1,75 t/h
de gua.
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
56
13/09/2013
6.3. Exemplos
Sabendo
que a massa de gua tambm
se conserva neste exemplo
(desconsideremos a gua de lavagem
aspergida na coluna), a quantidade de
gua no rejeito ser dada por:
A C E 4 1,75 E
E 2,25 t/h
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
57
13/09/2013
6.3. Exemplos
Este
ltimo balano denominado de
balano de gua e corresponde
conservao da massa de gua.
Para
calcular o teor de umidade no
rejeito basta dividir a massa de gua pela
massa de rejeito total:
2,25 t/h
Umidaderejeito
.100% 15% de umidade
15 t/h
58
6.3. Exemplos
Alimentao
40 t/h
50% de Cu
10% de umidade
Rejeito
15 t/h
26,7 % de Cu
15 % de umidade
13/09/2013
Concentrado
25 t/h
64% de Cu
7% de umidade
59
13/09/2013
6.3. Exemplos
A
representao anterior no usada
nas operaes unitrias de
processamento mineral.
mais comum a adoo de uma
tabela com as identificaes do fluxo.
Assim sendo:
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
60
Alimentao
40
44
10
20
50
13/09/2013
Concentrado
Identificao do fluxo
25
26,75
t/h slid.
t/h polpa
1,75
% slidos
m3/h H2O
umidade
m3/h pol.
16
64
t/h el. til
% el. til
Operao unitria
Rejeito
15
17,25
2,25
15
26,7
61
13/09/2013
6.4. Exemplos
Seja
agora voltarmos no exemplo do
peneiramento, considerando desta vez a
partio de gua.
Alimentao
24 t/h
Oversize
8 t/h
Undersize
16 t/h
62
13/09/2013
6.4. Exemplos
Se
for conhecido a porcentagem de
umidade da alimentao e de um
produto pode-se facilmente calcular a
partio de gua.
Consideremos
que a alimentao e o
undersize possuem 40% de umidade.
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
63
Alimentao
14,4
24
40
-
9,6
-
13/09/2013
Oversize
4,8
8
Identificao do fluxo
t/h slid.
t/h polpa
40
-
% slidos
m3/h H2O
umidade
m3/h pol.
t/h el. til
% el. til
3,2
-
Peneiramento
Undersize
9,6
16
40
-
6,4
-
64
13/09/2013
6.4. Exemplos
Assim
sendo, pode-se concluir que o
balano de massa de uma peneira
realizado em funo da gua e dos
materiais slidos.
Seja
agora mais um exemplos usando
uma tabela:
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
Alimentao
40
?
48
?
?
48
Concentrado
25
?
?
?
?
64
Identificao do fluxo
t/h slid.
t/h polpa
% slidos
m3/h H2O
umidade
m3/h pol.
t/h el. til
% el. til
Operao unitria
Rejeito
?
?
?
13/09/2013
50
?
?
65
Concentrado
Alimentao
40
48
48
25
64
Identificao do fluxo
Operao unitria
Rejeito
E = 40 25 = 15 t/h
15
50
t/h slid.
t/h polpa
% slidos
m3/h H2O
umidade
m3/h pol.
t/h el. til
% el. til
66
Concentrado
Alimentao
40
48
48
25
64
Identificao do fluxo
Operao unitria
Rejeito
Fe no E = Fe na A Fe no C
eE = 0,48*40 0,64*25
eE = 3,2 t/h
15
50
3,2
t/h slid.
t/h polpa
% slidos
m3/h H2O
umidade
m3/h pol.
t/h el. til
% el. til
67
Concentrado
Alimentao
40
48
48
25
64
Identificao do fluxo
Operao unitria
Rejeito
% Fe no E = e
e = (3,2/15)*100%
e = 21,3 % Fe
15
50
3,2
21,3
t/h slid.
t/h polpa
% slidos
m3/h H2O
umidade
m3/h pol.
t/h el. til
% el. til
68
Concentrado
Alimentao
40
83,3
48
48
25
64
Identificao do fluxo
Operao unitria
Rejeito
Vazo de polpa da A
= 40 / 0,48
= 83,3 t/h de polpa
15
50
3,2
21,3
t/h slid.
t/h polpa
% slidos
m3/h H2O
umidade
m3/h pol.
t/h el. til
% el. til
69
Concentrado
Alimentao
40
83,3
48
48
25
64
Identificao do fluxo
Operao unitria
Rejeito
% slidos do E
= (15 / 50) * 100%
= 30%
15
50
30
3,2
21,3
t/h slid.
t/h polpa
% slidos
m3/h H2O
umidade
m3/h pol.
t/h el. til
% el. til
70
Concentrado
Alimentao
40
83,3
48
48
25
33,3
64
Identificao do fluxo
Operao unitria
Rejeito
Vazo de polpa do C
C=A-E
C = 83,3 50
C = 33,3 t/h de polpa
15
50
30
3,2
21,3
t/h slid.
t/h polpa
% slidos
m3/h H2O
umidade
m3/h pol.
t/h el. til
% el. til
71
Concentrado
Alimentao
40
83,3
48
48
25
33,3
75,1
64
Identificao do fluxo
Operao unitria
Rejeito
% slidos do C
= (25 / 33,3) * 100%
= 75,1%
15
50
30
3,2
21,3
t/h slid.
t/h polpa
% slidos
m3/h H2O
umidade
m3/h pol.
t/h el. til
% el. til
72
Concentrado
Alimentao
40
83,3
48
43,3
48
25
33,3
75,1
64
Identificao do fluxo
Operao unitria
Rejeito
Vazo de gua na A
= 83,3 40
= 43,3 m3/h de gua
15
50
30
3,2
21,3
t/h slid.
t/h polpa
% slidos
m3/h H2O
umidade
m3/h pol.
t/h el. til
% el. til
73
Concentrado
Alimentao
40
83,3
48
43,3
48
25
33,3
75,1
8,3
64
Identificao do fluxo
Operao unitria
Rejeito
Vazo de gua no C
= 33,3 25
= 8,3 m3/h de gua
15
50
30
3,2
21,3
t/h slid.
t/h polpa
% slidos
m3/h H2O
umidade
m3/h pol.
t/h el. til
% el. til
74
Concentrado
Alimentao
40
83,3
48
43,3
48
25
33,3
75,1
8,3
64
Identificao do fluxo
Operao unitria
Rejeito
Vazo de gua no E
= 50 15
= 35 m3/h de gua
15
50
30
35
3,2
21,3
t/h slid.
t/h polpa
% slidos
m3/h H2O
umidade
m3/h pol.
t/h el. til
% el. til
75
Concentrado
Alimentao
40
83,3
48
43,3
19,2
48
25
33,3
75,1
8,3
64
Identificao do fluxo
Operao unitria
Rejeito
Vazo de til na A
= 40 * 0,48
= 19,2 t/h de til na A
15
50
30
35
3,2
21,3
t/h slid.
t/h polpa
% slidos
m3/h H2O
umidade
m3/h pol.
t/h el. til
% el. til
76
Concentrado
Alimentao
40
83,3
48
43,3
19,2
48
25
33,3
75,1
8,3
16
64
Identificao do fluxo
Operao unitria
Rejeito
Vazo de til no C
= 25 * 0,64
= 16 t/h de til no C
Ou
= 19,2 3,2
15
50
30
35
3,2
21,3
t/h slid.
t/h polpa
% slidos
m3/h H2O
umidade
m3/h pol.
t/h el. til
% el. til
77
78
13/09/2013
7. Observaes
Balano
de massa no se resolve como
exerccios de Clculo;
No
se resolve como so resolvidos os
exerccios de Fsica;
resoluo no linear e sim iterativa.
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
79
13/09/2013
8. Exerccios
1)
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
80
13/09/2013
8. Exerccios
2) Uma concentrao de minrio de ferro
feita em escala industrial apresenta os
seguintes resultados:
Alimentao: 250 t/h (slido);
% Fe na alimentao: 52,36;
% Fe no concentrado: 67,89;
% Fe no rejeito: 14,50.
Calcular a produo de ferro (t/h) no
concentrado e no rejeito e a recuperao
de ferro (%) no concentrado
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
81
13/09/2013
8. Exerccios
3)
Em uma usina foram alimentadas 352,3
t/h de minrio com um teor de 2,4%,
obtendo-se uma recuperao
metalrgica de 87,3%. Sabendo-se que o
teor de mineral til no concentrado de
32%, calcule o teor de mineral til no
rejeito.
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
82
13/09/2013
8. Exerccios
4)
Uma planta de concentrao de
minrios trata 800 t/h com teor de 12%.
Produz-se um concentrado com 38% e
um rejeito com 6%. Determine a massa
de concentrado, a recuperao
metlica, a relao de enriquecimento e
de concentrao.
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas
83
13/09/2013
8. Exerccios
5) Em uma usina, a recuperao metlica
que est sendo obtida de 83,47%.
Sabendo-se que so alimentadas 428,34 t/h
de minrio com 5% Pb (chumbo) e que o teor
do concentrado de 60% Pb, pede-se
calcular:
a) Massa de Pb no concentrado;
b) Rejeio;
c) Massa de Pb no rejeito;
d) Teor do metal no rejeito.
Modelamento e simulao de processos - 2. Balano de massas