GUIA
PRTICO
PROTEO DA
VINHA
GUIA
PRTICO
PROTEO DA VINHA
ESCORIOSE AMERICANA
Muitas vezes considerada como uma doena
secundria ou ocasional, a escoriose pode ter consequncias graves, provocando diminuio da produo
por destruio dos gomos, deficiente abrolhamento
ou quebra dos lanamentos. As castas plantadas em
Portugal so em geral suscetveis doena. As varas
com sintomas devem ser eliminadas durante a poda e
imediatamente queimadas. A ocorrncia de chuva na
altura do abrolhamento favorece a incidncia da
doena.
Estratgia de controlo
Os tratamentos devem ser efetuados de modo a
proteger a videira logo no incio do ciclo, no estado
fenolgico de sada das folhas a folhas livres, momento
em que ocorrem as infees. Realizar o 1 tratamento a
partir da ponta verde dos gomos e o 2 tratamento
quando os rebentos tenham comprimento que no
ultrapasse os 5 cm, utilizando ALASKA MICRO e
ZETYL COMBI. As aplicaes de ZETYL COMBI WG e
ZETYL MZ apresentam como efeito complementar
uma forte ao preventiva para o controlo desta
doena.
MLDIO
O mldio da videira causado pelo fungo Plasmopara
vitcola, que pode infetar todos os rgos verdes:
folhas, cachos, bagos e pmpanos. Em condies
favorveis e, na ausncia de tratamentos fungicidas
eficazes e oportunos podem verificar-se elevados
prejuzos. Grande parte da colheita pode ser destruda e a qualidade do vinho afetada. Considerada uma
doena de risco elevado, deve ser tratada preventivamente quando as condies climatricas forem
favorveis ou existam focos de infeo primrias. A
videira est suscetvel a partir dos pmpanos com 10
cm de comprimento at ao pintor, sendo particularmente sensvel nos cachos, nos estados cachos visveis,
pr-florao, alimpa e pintor.
Estratgia de controlo
At alimpa, na fase do ciclo da videira de maior
crescimento ativo, devero ser utilizados preventivamente produtos sistmicos, garantindo a proteo
completa de toda a planta, inclusive rgos formados
aps os tratamentos: ZETYL COMBI, ZETYL COMBI
WG, ZETYL MZ, CRUZADO MZ e FOLPAXIL AZUL
em intervalos de 12 a 14 dias.
Alternativamente, podero ser utilizados os fungicidas penetrantes MILTRIPLO, MILGOLD PRO e
CIMAZUL em intervalos de 10 a 12 dias, reduzindo
para 7 dias em fases de maior crescimento da planta
e maior risco de infees. Aps o bago de ervilha,
recomendada a utilizao de produtos base de
cobre. CIMONIL C, pelos efeitos benficos na
resistncia dos bagos a outras doenas e favorecimento do atempamento das varas, a soluo que
preconizamos.
ODIO
Os sintomas de odio caracterizam-se por um enfeltrado
branco acinzentado e pulverulento que pode cobrir
inteiramente os rgos herbceos como folhas,
sarmentos e cachos. Os danos ocasionados ocorrem
diretamente atravs da destruio dos cachos e indiretamente como porta de entrada para a podrido
cinzenta. Na vindima, a presena de cachos atacados
com odio pode ter uma influncia negativa na qualidade
dos vinhos. O Odio deve ser controlado de forma
preventiva e continua, particularmente nos estados de
maior suscetibilidade: aos cachos visveis e na
florao-alimpa at ao fecho dos cachos, mesmo na
ausncia de sintomas e particularmente em castas
muito sensveis.
Estratgia de controlo
ALASKA MICRO (molhvel) dever ser posicionado
preferencialmente nos primeiros tratamentos, em
estados de menor suscetibilidade e risco. Nos estados
cachos visveis, florao e fecho dos cachos, aplicar
FLOR DE OURO (polvilhvel) pela sua elevada eficcia
sobre a doena e pelos efeitos benficos no desenvolvimento da planta e vingamento. A ao de vapor do
enxofre permite proteger eficazmente zonas da planta
de acesso mais limitado da calda, nomeadamente
cachos mais interiores ou mesmo bagos menos
acessveis.
Em fases de maior crescimento da videira, utilizar produtos sistmicos: PENCOL, SELECTANE ou TEBUTOP
GOLD que permitem proteger rgos novos formados
entre tratamentos. Aps a alimpa tratamentos com
ARRIOSTA garantem uma elevada proteo dos
cachos. Na epiderme, alm de uma ao translaminar,
ARRIOSTA move-se por difuso atravs da cutcula
sob a forma gasosa, garantindo assim maior homogeneidade na distribuio, propriedade particularmente
adaptada para proteo completa e uniforme dos
bagos nos cachos.
NOVO
ARRIOSTA
SEGURE A VINHA CONTRA O ODIO
ARRIOSTA um inovador fungicida para a cultura da
vinha onde os modos de ao das substncias ativas
cresoxime-metilo e penconazol se complementam,
traduzindo-se na elevada eficcia no controlo destas
doenas (sinergia comprovada).
Na planta, atua por contacto e por sistemia sendo
translocado no xilema acroptaliticamente da base para
os pices vegetativos, protegendo rgos em formao
(folhas e cachos). Na epiderme, alm de uma ao
translaminar, move-se por difuso atravs da cutcula
sob a forma gasosa, garantindo assim maior homogeneidade na distribuio, propriedade particularmente
adaptada para proteo completa e uniforme dos
bagos nos cachos.
ARRIOSTA pode ser aplicado em toda a fase considerada de risco ao Odio, desde a pr-florao at ao
fecho dos cachos. No entanto, pela forma como se
distribui na planta e pela sua elevada eficcia, apresenta um perfil muito adequado nos tratamentos
aps os estados fenolgicos florao-alimpa, para
proteo dos cachos. Contra o Black rot, ARRIOSTA
apresenta excelente performance na proteo dos
cachos, muito indicado para a fase de maior sensibilidade dos bagos (3 semanas aps florao).
Ao sistmica
Com uma persistncia at 14 dias, apresenta
atividade preventiva, curativa e erradicante.
Ao translaminar
Difuso sob forma gasosa
Ao contacto
ARRIOSTA
preventivo
ARRIOSTA
curativo
erradicante
ARRIOSTA encontra-se homologado com
uma dose de 0,3-0,4 kg por hectare para
Odio (Erysiphe necator) e Black-rot (Guignardia Bidwellii) com intervalo de segurana de
35 dias. No apresenta interferncia na
qualidade final do mosto e vinho.
Atividade no ciclo do Odio
PODRIDO CINZENTA
Esta podrido pode infetar todos os rgos da videira:
folhas, pmpanos e cachos. Nos cachos, a doena
mais preocupante, particularmente em ataques precoces antes da florao, podendo comprometer logo a
produo com elevadas perdas. Durante a maturao
ocorrem perdas qualitativas nas propriedades do mosto
e na qualidade do vinho. As condies propcias ao seu
desenvolvimento so humidade relativa elevada
(90-100%) e temperatura entre 15 e 25C. Apesar de
no ser condio indispensvel, o fungo favorecido
com a presena de leses nos bagos causados pela
traa da uva ou outros agentes, por onde pode penetrar
e desenvolver a infeo.
Em algumas regies do pas esta doena um inimigo
chave. So consideradas as fases de maior recetividade
doena: florao/alimpa; antes do fecho dos cachos;
incio do pintor e maturao.
Estratgia de controlo
Tendo em conta as previses meteorolgicas, devem
ser posicionados preventivamente tratamentos com
REDIX FLOW aos estados florao/alimpa e incio do
pintor (estados de maior suscetibilidade). Em anos de
condies favorveis doena aplicar tambm ao
fecho dos cachos e at 3 a 4 semanas antes da vindima.
Alternativamente, o BOTECTOR, com um modo de
ao biolgico por antagonismo, surge como uma
soluo mais flexvel por no apresentar intervalo de
segurana, podendo ser aplicado perto da vindima
sem qualquer impacto negativo nas fermentaes e
nas propriedades organolticas do vinho. BOTECTOR
est tambm autorizado em Agricultura Biolgica.
BLACK ROT OU PODRIDO NEGRA
A Podrido Negra conhecida por Black Rot pode
atacar todos os rgos verdes da videira: folhas,
pecolos, lanamentos, gavinhas e cachos. Perodos
chuvosos e prolongados so favorveis ao desenvolvimento da doena. As infees primrias podem dar-se
logo no estado fenolgico de sada das folhas em
situaes de perodos de chuva ou de atmosfera com
muita humidade. As folhas so os primeiros rgos a
aparecer com infees, no entanto, nos cachos que
a doena causa estragos diretos, podendo levar a
quebras de produo entre 30% a 80%, alm de afetar
a qualidade do vinho. considerado como perodo de
maior sensibilidade do cacho doena entre o incio
da florao e fecho dos cachos, sendo os bagos
particularmente sensveis nas 3 primeiras semanas
aps a alimpa.
Estratgia de controlo
As infees nos cachos do-se principalmente a partir
das manchas da doena em folhas adjacentes, da a
importncia do controlo logo de incio dos primeiros
focos de infeo, especialmente em vinhas com historial de forte ataque nos cachos nos anos anteriores.
Pode recorrer-se a tratamentos com MANCOZEBE
SELECTIS, fungicida homologado para esta cultura.
Outra alternativa para a preveno da doena, ser
escolher logo desde os primeiros tratamentos, na
habitual proteo do Mldio, solues com ao
sobre o fungo causador do Black Rot: ZETYL MZ,
CIMORAME M, CRUZADO MZ.
Para o perodo considerado de maior sensibilidade dos
cachos, desde o estado florao-alimpa at ao
fecho dos cachos, ARRIOSTA assegura uma
adequada proteo desta doena.
CICADELAS
A cicadela ou cigarrinha-verde a praga mais importante nas zonas interiores de Portugal. Este nome
vulgar engloba vrias espcies de hompteros
cicadeldeos, pequenos insetos picadores sugadores
polfagos. As suas picadas provocam uma diminuio
da atividade fotossinttica por reduo da rea foliar
com consequentes quebras de produo, deficiente
atempamento das varas e progressivo enfraquecimento das cepas.
Destaca-se a importncia da espcie Scaphoideus
titanus, que tem vindo a aumentar a sua disperso na
zona norte do pas. Este tipo de cigarrinha
responsvel pela transmisso do fitoplasma causador
da doena flavescncia dourada. Em vigor, a portaria
n. 165/2013 estabelece medidas de proteo
fitossanitria, adicionais e de emergncia, destinadas
erradicao no territrio nacional do fitoplasma de
quarentena grapevine flavescence dore MLO.
Estratgia de controlo
Para o controlo de cigarrinha verde, pode recorrer-se
aplicao de CONDOR, AVAUNT e RUFAST
AVANCE.
Relativamente ao controlo Scaphoideus titanus, de
acordo com a legislao em vigor, parcelas localizadas nas freguesias onde o Scaphoideus titanus est
presente, devem ser tratadas obrigatoriamente, com
produtos fitofarmacuticos autorizados pela DGAV
como o caso do CONDOR e RUFAST AVANCE. De
acordo com as circulares emitidas pelo Servio
Nacional de Avisos Agrcolas, dever manter um
registo da realizao dos tratamentos, designadamente dos produtos, doses e datas de aplicao. O
nmero mnimo de tratamentos obrigatrios a que se
refere varia de um a trs, consoante a classificao
da freguesia quanto ao nvel de risco de disseminao da doena.
TRAA-DA-UVA
A traa da uva considerada uma praga-chave nas
regies vitcolas da faixa litoral-oeste de Portugal,
sendo responsvel por perdas quantitativas e qualitativas. Pode afetar a produo atravs da destruio
das flores e dos bagos e, indiretamente pela
diminuio da qualidade das uvas pela instalao de
podrides, em particular a podrido cinzenta. Os
prejuzos mais graves so provocados pela 2 e 3
gerao devido a penetraes das lagartas nos
bagos.
Estratgia de controlo
Torna-se importante monitorizar as geraes da praga
com recurso a armadilhas sexuais para precisar o incio
dos perodos de risco bem como a observao visual
dos cachos para avaliar a necessidade e a oportunidade de tratamento. AVAUNT dever ser aplicado
ecloso dos ovos, ao aparecimento das primeiras
lagartas. Se os voos se revelarem muito prolongados,
repetir o tratamento ao fim de 10 dias. O AVAUNT um
inseticida da famlia qumica das oxadiazinas, com
modo de ao distinto de outros inseticidas (Grupo
22A do IRAC bloqueadores dos canais de sdio),
inibindo a entrada de ies de sdio nas clulas nervosas dos insetos lepidpteros. A sua formulao lquida
em concentrado para emulso extremamente prtica e segura de utilizar.
Poder tambm aplicar-se ATLAS, inseticida com
ao por contacto e ingesto, atuando ao nvel do
sistema nervoso dos insetos. A formulao de
micro-cpsulada permite uma libertao regular da
lambda-cialotrina, com elevado poder de choque.
ATLAS est tambm homologado para o controlo da
piral e mosca do mediterrneo.
COCHONILHAS
Estratgia de controlo
Apesar de classificada como praga ocasional, a
importncia das cochonilhas tem vindo a aumentar.
As cochonilhas sugam a seiva da videira podendo
provocar desfoliao e enfraquecer progressivamente a planta. A presena de algodo e em particular de melada e fumagina desvalorizam a uva de mesa
e prejudicam a qualidade e quantidade de produo
de vinho. O tratamento de inverno muito importante nas vinhas mais atacadas com cochonilhas.
RISBAN 48 EC um inseticida que atua por contacto, ingesto e fumigao, o que lhe permite ter um
largo espectro de ao, elevado poder de choque e
uma longa persistncia. Durante o repouso vegetativo, aplicar RISBAN 48 EC adicionando leo de
Vero. Na primavera, tratar s primeiras formas
mveis (larvas) com RISBAN 48 EC repetindo o
tratamento aps 2 semanas.
CAROS TETRANIQUDEOS
Estes caros Panonychus ulmi e Tetranychus urticae
vulgarmente designados por aranhios (vermelho e
amarelo) alimentam-se nas folhas, principalmente na
pgina inferior, sugando o contedo celular levando
consequentemente a uma descolorao. Com o
aumento da populao toda a folha atingida
acabando por secar. A desparra precoce, quando
intensa, alm de levar ao enfraquecimento progressivo
da cepa pode representar quebra de produo,
diminuio do teor de acar maturao e deficiente
atempamento das varas.
Estratgia de controlo
Quando verificados os nveis de presena da praga
(aranhio vermelho) que o justifique, dever ser
posicionado VIRIATO ecloso dos ovos ou ao
aparecimento das primeiras formas mveis.
Relativamente ao caro amarelo, quando justificada a
interveno, dever aplicar-se VIRIATO ao aparecimento das primeiras formas mveis nas folhas, podendo
ser necessrio a mistura de outro acaricida com ao
sobre adultos para um controle mais efetivo.
INFESTANTES
A presena de infestantes pode causar redues de
produo devido competio pela gua e nutrientes durante o perodo vegetativo. aconselhvel na
zona da linha combater as infestantes, destacando-se os herbicidas como uma das melhores opes.
A opo de utilizar herbicidas residuais antes da
rebentao das videiras permite manter o solo limpo
de infestantes entre 3 a 5 meses. Por outro lado, os
herbicidas de ps-emergncia s atuam sobre as
infestantes j germinadas, tornando-se por vezes
necessrio efetuar vrias aplicaes por ano para
manter um controlo adequado.
Estratgia de controlo
MARQUI um herbicida no seletivo que contm
glifosato. Deve ser aplicado em ps-emergncia num
largo espectro de infestantes anuais e vivazes, onde
vai atuar sistemicamente, sem apresentar qualquer
efeito residual. As doses de aplicao de MARQUI
podero variar entre 2-4 L/ha em infestantes anuais
e 4-10 L/ha em infestantes vivazes.
O ALIADO um herbicida no seletivo que contm
uma mistura de glifosato com diflufenico, apresentando desta forma uma ao residual, sistmica e
de contacto. Apresenta um largo espectro de ao,
controlando eficazmente as gramneas e infestantes
de folha larga. ALIADO apresenta um efeito residual
de 4 a 5 meses, estando a sua ao pouco dependente das condies de humidade do solo. Deve ser
aplicado de modo a no atingir as partes verdes da
cultura, ou seja, no seu perodo de dormncia.
CORINDO 80 GT um herbicida com triplo modo de
ao, que combina as propriedades sistmicas do
glifosato, com a ao residual conferida pela oxifluorfena. A aplicao deste herbicida resulta numa
pelcula residual fortemente adsorvida superfcie do
solo que serve de barreira a infestantes, atuando por
contacto no momento da sua germinao ou
emergncia. Desta forma, CORINDO 80 GT controla
infestantes j presentes na altura da aplicao
(ps-emergncia), evitando tambm posteriores
germinaes (pr-emergncia). Recomenda-se a
aplicao do CORINDO 80 GT durante o repouso
vegetativo.
FANDANGO, com ao de contacto, um herbicida
no seletivo de absoro foliar que atua muito rapidamente. A dessecao das infestantes ocorre cerca de
uma semana aps a aplicao. Este herbicida apresenta elevada seletividade em tecidos lenhosos, o
que permite a sua utilizao mais segura em vinhas
jovens. As aplicaes podem decorrer em qualquer
poca do ano e durante todo o ciclo de desenvolvimento das infestantes, desde que se evite o contacto
com a folhagem das videiras.
FITO-NUTRIENTES
A nutrio foliar das plantas deve ser encarada como
um complemento fertilizao ao solo, sobretudo
em alturas de maior sensibilidade da planta. Durante
o seu desenvolvimento vegetativo a aplicao foliar
de determinados nutrientes permite tirar partido do
potencial produtivo da cultura e maximizar os resultados.
A gama SELKAL: SELKAL RAZ, SELKAL FOLHA e
SELKAL FRUTO constituda por vrios equilbrios
em macronutrientes (azoto, fsforo e potssio) e
micronutrientes queletados (boro, ferro, mangans,
cobre e zinco) e aminocidos. As caractersticas de
cada um e o respetivo posicionamento permitem
potenciar o desenvolvimento de cada fase da cultura.
CARNCIA DE BORO
Doena nutricional importante nomeadamente nas
vinhas do Douro e Beira Alta onde tem a designao
de maromba. Manifesta-se por manchas clorticas e
espessas entre as nervuras das folhas da extremidade
dos sarmentos. Ocorre paragem do crescimento dos
sarmentos, apresentando entrens curtos e um
atempamento deficiente. Observa-se tambm um
importante desavinho e os bagos ficam com um
aspeto disforme e acastanhados.
Estratgia e posicionamento
O boro um nutriente-chave s plantas durante todo
o ciclo vegetativo, especialmente durante a florao
e desenvolvimento dos frutos. Uma nutrio adequada em boro ao longo do ano vai permitir uma melhor
florao, polinizao e vingamento, uma reduo das
perdas ao nvel de desordens fisiolgicas. Recomenda-se a aplicao de BOROFORCE em trs
aplicaes: nos estados cachos visveis, cachos
separados e alimpa.
SISTMICOS
ESCORIOSE
SISTMICOS
ENXOFRE
COBRE E MISTURAS
MOLHANTE
CAROS TETRANIQUDEOS
COCHONILHA
CICADELA DA FLAVECNCIA DOURADA
(Scaphoideus titanus)
CICADELA
TRAA-DA-UVA
BLACK ROT
PODRIDO CINZENTA
SISTMICO COM AO DE VAPOR
ODIO
PENETRANTES
SISTMICOS CURATIVOS
MLDIO
INFESTANTES
ESTRATGIA
DE PROTEO
SELECTIS
FANDANGO
FLORAO
ALIMPA
FLOR DE OURO
MANCOZEBE SELECTIS, ARRIOSTA
ABION-E
FECHO
DOS CAHOS
PINTOR
VIRIATO
RISBAN 48 EC
CONDOR, RUFAST ADVANCE
AVAUNT, CONDOR, RUFAST ADVANCE, PETRA, RISBAN 48 EC
AVAUNT, ATLAS,
PETRA
REDIX FLOW, BOTECTOR
FLOR DE OURO
CIMONIL C, COBRE 50 SELECTIS,
CALDA BORDALESA SELECTIS
ARRIOSTA
AVAUNT, ATLAS, PETRA
REDIX FLOW, BOTECTOR
PENCOL, SELECTANE, TEBUTOP GOLD
ATLAS, PETRA
BAGO DE
ERVILHA
MILTRIPLO, CIMORAME M, MILGOLD PRO, ADRIO**
FOLPAXIL AZUL, CRUZADO MZ**
** Fungicidas com ao complementar sobre Black Rot
VIRIATO
BOTES FLORAIS
SEPARADOS
ZETYL COMBI WG*, ZETYL MZ*
CACHOS
VISVEIS
ALASKA MICRO, FLOR DE OURO
FOLHAS
SEPARADAS
ALASKA MICRO, ZETYL COMBI
PONTA VERDE
* Fungicidas com ao complementar sobre Escoriose
RISBAN 48 EC
ALIADO,
CORINDO 80 GT,
DAKAR,ZENITE,
MARQUI, FANDANGO
REPOUSO
VEGETATIVO
Finalidade
GAMA SELECTIS PARA PROTEO DA VINHA
MLDIO
ESCORIOSE
AMERICANA
BLACK-ROT
ODIO
Produto
CAROS
TETRANIQUDEOS
CICADELAS
CICADELDEO DA
FLAVESCNCIA
DOURADA
COCHONILHAS
TRAA
Modo de ao
IS (Dias)
Dose ou
Concentrao
200 g/hL
MANCOZEBE SELECTIS
80% de mancozebe (WP)
contacto
28
FOLPETIS WG
80% de folpete (WG)
contacto
42*
125 g /hL
MILTRIPLO
3% de cimoxanil + 12,5% de folpete +
12,5% de mancozebe (WP)
penetrante e contacto
56*
400 g/hL
350 a 400 g/hL
ZETYL MZ
35% de fosetil-alumnio + 35% de mancozebe (WP)
sistmico e contacto
28
ZETYL COMBI
25% de folpete + 50% de fosetil-alumnio (WP)
sistmico e contacto
42*
300 g/hL
ZETYL COMBI WG
25% de folpete + 50% de fosetil-alumnio (WG)
sistmico e contacto
42*
300 g/hL
CRUZADO MZ
64% de mancozebe + 8% de metalaxil (WP)
sistmico e contacto
Obs 1
250 g/hL
FOLPAXIL AZUL
CIMORAME M
40% de folpete + 10% de metalaxil (WP)
4% de cimoxanil + 46,5% de mancozebe (WP)
sistmico e contacto
penetrante e contacto
42*
Obs 1
200 g/hL
300 g/hL
CIMAZUL
4% de cimoxanil + 46,5% de mancozebe (WP)
penetrante e contacto
Obs 1
300 g/hL
MILGOLD PRO
30% cimoxanil + 22,5% famoxadona (WG)
penetrante e contacto
28
400 g/hL
160 a 180 g/hL
ADRIO
66,7% de mancozebe + 8,3% de zoxamida (WG)
ciropenetrante e contacto
28
CIMONIL C
4% de cimoxanil + 40% de cobre (WP)
penetrante e contacto
21
300 g/hL
COBRE 50 SELECTIS
50% cobre (sob a forma de oxicloreto) (WP)
contacto
300 a 600 g/hL
CALDA BORDALESA SELECTIS
20% de cobre (sob a forma de
sulfato de cobre e clcio) (WP)
contacto
1,25 a 2 Kg/hL
ALASKA MICRO
80% enxofre (WG)
contacto e
libertao de vapores
400 a 500 g/hL
FOLPETIS WG
80% de folpete (WG)
contacto
42*
125 a 180 g /hL
ZETYL COMBI
ARRIOSTA
25% de folpete + 50% de fosetil-alumnio (WP)
25,0% de cresoxime-metilo + 8,75% de penconazol (WG)
sistmico e contacto
sistmico com ao de vapor
42*
35
300 g/hL
30 a 40 g/hL
MANCOZEBE SELECTIS
80% de mancozebe (WP)
200 g/hL
80% enxofre (WG)
contacto
contacto e
libertao de vapores
28
ALASKA MICRO
400 a 1250 g/hL
ARRIOSTA
25,0% de cresoxime-metilo + 8,75% de penconazol (WG)
35
30 a 40 g/hL
10 a 50 kg/ha
FLOR DE OURO 98,5%
98,5% enxofre (DP)
sistmico com ao de vapor
contacto e
libertao de vapores
PENCOL
100g/L de penconazol (EC)
sistmico
14
35 mL/hL
TEBUTOP GOLD
250g/L de tebuconazol (EW)
sistmico
14
40 mL/hL
125g/L de miclobutanil (EC)
sistmico
21
16 a 24 mL/hL
REDIX FLOW
500g/L de iprodiona (SC)
contacto
14
100 a 150 mL/hL
BOTECTOR
5x109 clulas/g
Aureobasidium pullulans (WG)
microrganismo antagonista
100 g/hL
VIRIATO
10% hexitiazox (WP)
contacto
21
50 g/hL
25 mL/hL
SELECTANE
PODRIDO
CINZENTA
Composio
AVAUNT
150 g/L de indoxacarbe (EC)
contacto e ingesto
Obs 2
CONDOR
200 g/L de imidaclopride (SL)
contacto e ingesto
35 mL/hL
PETRA
25 g/L de deltametrina (EC)
contacto e ingesto
30 a 50 mL/hL
RISBAN 48 EC
480 g/L de clorpirifos (EC)
contacto e ingesto
21
75 mL/hL
RUFAST AVANCE
75 g/L de acrinatrina (EW)
contacto e ingesto
21
20 mL/hL
CONDOR
200 g/L de imidaclopride (SL)
contacto e ingesto
14
35 g/hL
RUFAST AVANCE
75 g/L de acrinatrina (EW)
contacto e ingesto
21
20 g /hL
150 a 200 mL/hL
RISBAN 48 EC
480 g/L de clorpirifos (EC)
contacto e ingesto
21
AVAUNT
150 g/L de indoxacarbe (EC)
contacto e ingesto
Obs 2
25 mL/hL
ATLAS
100 g/L de lambda-cialotrina (CS)
contacto e ingesto
17,5 mL/hL
PETRA
25 g/L de deltametrina (EC)
contacto e ingesto
40 a 60 mL/hL
LTICA
PETRA
25 g/L de deltametrina (EC)
contacto e ingesto
30 a 50 mL/hL
MOSCA DO
MEDITERRNEO
ATLAS
100 g/L de lambda-cialotrina (CS)
contacto e ingesto
12,5 mL/hL
PIRAL
AVAUNT
150 g/L de indoxacarbe (EC)
contacto e ingesto
Obs 2
25 mL/hL
RISBAN 48 EC
480 g/L de clorpirifos (EC)
contacto e ingesto
21
150 a 200 mL/hL
MARQUI
360g/L de glifosato (SL)
sistmico no seletivo
28
2 a 10 L/ha
240 g/L de oxifluorfena (EC)
contacto e
redidual no seletivo
2 a 4 L/ha
0,5 a 0,6 L/ha
DAKAR
INFESTANTES
MOLHANTE
ZENITE
500 g/L de diflufenico (SL)
CORINDO 80 GT
200 g/L de glifosato + 80 g/L de oxifluorfena (SL)
residual e
contacto no seletivo
sistmico, contacto e
residual no seletivo
5 L/ha
6 a 8 L/ha
ALIADO
40 g/L de diflufenico + 160 g/L de glifosato (SL)
sistmico e
residual no seletivo
FANDANGO
200 g/L de diquato (SL)
contacto no seletivo
4 L/ha
ABION E
346 g/L de parafina (EW)
molhante
30 ml/hL
Esteja legalmente informado acerca da correta utilizao de produtos fitofarmacuticos. Nesta tabela no
consta o nmero mximo de aplicaes por produto fitofarmacutico / finalidade, bem como outras
exigncias legais, pelo que recomendamos a leitura atenta dos rtulos.
*
obs 1
obs 2
Apenas em uvas para vinificao
28 dias em uvas de mesa; 56 dias em uvas para vinificao
3 dias em uvas de mesa; 10 dias em uvas para vinificao
GAMA DE FITO-NUTRIENTES PARA NUTRIO DA VINHA
Finalidade
Pr oduto
Composio
Dose
AMINOVITAL
Soluo com 112 g/L de Aminocidos livres e 48 g/L de Azoto
1 a 2 L/ha
BOROFORCE
Soluo com 150 g/L de Boro forma de etanolamina
1 a 2 L/ha
CALCIFLOW
Soluo com 554 g/L de Clcio (CaO)
1 a 2 L/ha
SELKAL RAZ
Soluo com 41 g/L Aminocidos livres; 77 g/L Azoto;
205 g/L Fsforo (P2O5); 51 g/L Potssio (K2O); 0,32 g/L Boro;
1,25 g/L Ferro (EDDHA); 0,64 g/L Cobre (EDTA); 0,64 g/L Zinco (EDTA);
0,64 g/L Mangans (EDTA); 64 g/L MO total
2 a 4 L/ha
SELKAL FOLHA
Soluo com 39 g/L Aminocidos livres; 145 g/L Azoto;
77 g/L Fsforo (P2O5); 154 g/L Potssio (K2O); 0,32 g/L Boro;
1,2 g/L Ferro (EDDHA); 0,6 g/L Cobre (EDTA); 0,6 g/L Zinco (EDTA);
0,7 g/L Mangans (EDTA); 206 g/L MO total
2 a 4 L/ha
SELKAL FRUTO
Soluo com 41 g/L Aminocidos livres; 51 g/L Azoto;
73 g/L Fsforo (P2O5); 48 g/L Potssio (K2O); 0,3 g/L Boro;
1,2 g/L Ferro (EDDHA); 0,6 g/L Cobre (EDTA); 0,6 g/L Zinco (EDTA);
0,7 g/L Mangans (EDTA); 154 g/L MO total
2 a 4 L/ha
PROFRUTA-K
Soluo com 475 g/L de Potssio (K2O);
46 g/L de Azoto e 15 g/L de EDTA
3 L/ha
FITO-NUTRIENTES
GPVII-16
SELECTIS Produtos para a Agricultura, S.A.
Herdade das Praias Apartado 120 E.C. Bonfim 2901-877 Setbal
Tel: +351 265 710 351 Fax: +351 265 710 355 E-mail: geral@[Link] Web: [Link]
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Leia sempre o rtulo e a informao relativa ao produto antes de o utilizar.