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Sistemas
pticos de Comunicao
(Overview)
2
Eng Juarez Novaes Theodoro
http://www.geocities.com/jntheodoro
[email protected]Definio
Sistemas pticos de comunicao so sistemas em que as mensagens so
convertidas em sinais luminosos e so transmitidas em fibras pticas.
Sinais
Eltricos
O
E
ELO
O
Sinais
Luminosos
Sinais
Eltricos
ELO
ELO (Equipamento de Linha ptica) - Conversor Eletro-ptico
DEFINIO:
Sistemas pticos de comunicao so sistemas em que as
mensagens so convertidas em sinais luminosos e so
transmitidas em fibras pticas.
No entanto, as fibras pticas no conseguem transmitir qualquer
tipo de luz. As fibras plsticas podem operar na faixa de 650nm,
regio de luz infravermelha. Para outras fibras a luz dever ter
freqncias maiores que a luz visvel, comeando a partir de
850nm. Por essa razo, dependendo da fibra h freqncias em
que a transmisso dos sinais mais efetiva.
Razes para o uso de Fibras pticas:
Capacidade de Transmisso
Baixas Perdas
Imunidade Eletromagntica
Tamanho e Peso
Segurana
Segurana na Transmisso das Informaes
Baixo Custo (Valor Agregado)
Capacidade de transmisso da Informao: Normalmente as fibras
oferecem mais banda passante do que necessrio para as aplicaes atuais.
Com as fibras monomodo de alto desempenho utilizadas em sistemas de
telefonia de longa distncia, a largura de banda essencialmente infinita, isto
, a capacidade de transmisso de informao dessas fibras muito maior do
que a eletrnica atual pode explorar.
Baixas perdas: Fibras pticas oferecem baixa perda de potncia, o que
significa que possibilitam maiores distncias de transmisso.
Imunidade eletromagntica: As fibras so construdas com material
dieltrico (no condutor de eletricidade) e so portanto imunes a interferncia
eletromagntica.
Menor Peso e Tamanho: As fibras so mais leves e possuem sees
transversais 15% menores que os que os cabos eltricos convencionais
Segurana: A fibra um meio dieltrico, desta forma ela no conduz
eletricidade e no suscetvel a problemas que podem gerar centelhas.
Segurana : No h meios de se grampear fibras pticas e como no h
emisso de energia eletromagntica, no possivel interceptar os sinais
Baixo Custo (Valor Agregado): Ao contrrio dos cabosde cobre, onde seu
valor comercial alto, os cabos de fibra ptica no so alvo de furtos
Tabela Comparativa:
Cabos Metlicos x Fibras pticas
Caractersticas
Cabos
Fibra
Metlicos
Multimodo
Monomodo
Largura de banda
100 MHz
1 GHz
> 100 GHz
Distncia de transmisso*
< 5.000 m
2.000 m
80.000 m
Imunidade Eletromagntica
No
Sim
Sim
Crosstalk
Peso
Tamanho
Valor agregado
Sim
No
No
Mais pesado
Mais leve
Mais leve
Maior
Menor
Menor
Sim
No
No
(*) Especificao genrica, sem o uso de repetidores
Tabela Comparativa:
Sistema Rdio x Fibras pticas
Caractersticas
Sistema
Fibra
Rdio
Multimodo
Monomodo
Largura de banda
< 300 MHz
1 GHz
> 100 GHz
Taxa de Transmisso
< 622 Mbps
< 140 Mbps
> 40 Gbps
Distncia de transmisso*
< 50.000 m
2.000 m
80.000 m
Imunidade Eletromagntica
No
Sim
Sim
Implantao
Rpida
Lenta
Lenta
Confiabilidade
Mdia
Alta
Alta
(*) Especificao genrica, sem o uso de repetidores
Fibras pticas:
Camada protetora
Casca
Ncleo
A fibra, que serve para guiar o sinal ptico da origem ao destino,
mais fina que um fio de cabelo, e consiste de dois cilindros
concntricos, denominados por ncleo e casca, que tm
propriedades pticas diferentes. As fibras so revestidas por
uma dupla camada de acrilato chamada buffer, que no tem
funo na propagao das ondas de luz, mas sim de proteo
do conjunto ncleo- casca.
As fibras so fabricadas com materiais dieltricos (no
condutores de corrente eltrica), normalmente de slica (vidro). A
funo do ncleo guiar a onda de luz e a da casca fornecer
condies para que este propague a energia luminosa.
O processo de transmisso da luz ao longo da fibra se baseia na
condio de reflexo interna total. Ao chegar interface entre o
ncleo e a casca, a luz refletida de volta e propagando-se ao
longo da fibra.
Sistema
Celular
Espectro de Luz
Sistema
De Radiodifuso
THz
234.375
196.463
208.833
1310
Short
Band
1440
1,340
1,280
191.082
1,440
185.185
Central
Band
1,570
1,527
1,310
Long
Band
1,550
1,620
C x Vpr
=
f
Onde:
C = Velocidade da Luz no Vcuo = 300.000 m/s (3 x 10 8 m/s )
F = Frequncia de Operao
= Comprimento de Onda
Vpr = Constante de propagao da Luz (Vacuo: Vpr =1)
Quando uma onda muda de meio, tanto sua velocidade quanto seu co mprimento de
onda sofrem alteraes, mas sua freqncia permanece inalterada.
Lei de Snell (lei de refrao)
N2
Fonte de Luz
1
N1
1 = Angulo de Incidncia
2 = Angulo de Refrao
N2
N1 x Sen 1 = N2 x Sen 2
onde: N1 e N2 so os indces de refrao dos materiais
Para que haja mxima propagao do sinal no Ncleo da Fibra:
N1 > N2
Sen 1 > N2 / N1
9
O processo de propagao da luz numa fibra explicado pela fsica, atravs da
ptica geomtrica (Lei de Snell). possvel demonstrar que quando um feixe de luz
emerge de um meio mais denso para um meio menos denso, o feixe luminoso pode
ser totalmente refletido para o meio mais denso dependendo do ngulo de incidncia
na interface desses meios.
Por essa razo o ncleo da fibra tem sempre um ndice de refrao maior que o da
casca. Essa diferena de ndices conseguida utilizando-se materiais dieltricos
distintos.
Exemplos de Valores de Indice de Refrao:
Vacuo = 1 - Agua= 1,33 - Vidro= 1,7 - Diamante= 2,42
Estes valores so obtidos a partir da equao:
Nmeio = Velocidade da Luz no Vcuo / Velocidade da Luz no Meio (Nmeio = C/Cmeio)
Se a luz passa de um meio com ndice de refrao N1 para outro meio com ndice de
refrao N2 ela mudar de direo se N1 for diferente de N2.
Ao observarmos a figura acima, percebemos que o feixe de luz emitido pela fonte
luminosa incide na casca da Fibra com um angulo 1, para que haja reflexo total
dentro da fibra o angulo de incidncia deve ser menor que o angulo crtico. O
angulo crtico ocorre quando o raio incidente produz um raio refratado que
caminha na divisria do ncleo e a casca.
Lei de Snell (lei de refrao)
N1 x Sen 1 = N2 x Sen 2
1 = Angulo de Incidncia
2 = Angulo de Refrao
3 = Angulo de Refletido
onde: N1 e N2 so os indces de refrao dos materiais
Raio Refratado
Superfcie
Raio Crtico
1 3
Raio Incidente
N2
N1
Raio Refletido
10
Pode-se ter as seguintes situaes:
Refrao: Se o ngulo de incidncia for menor que o angulo crtico
(crtico)
O angulo crtico ocorre quando 2 = 900
=> N1 x Sen 1 = N2 x 2 , como Sen 900
=> crtico = Arc sen (N2 / N1)
Reflexo Total: Quando o ngulo de incidncia for maior que o
ngulo crtico, a luz ser refletida totalmente.
Enquanto o ngulo de incidncia no for maior nem igual ao ngulo
crtico, a luz conduzida dentro do ncleo por reflexo total.
10
Propriedades das Fibras:
Modos de Propagao
=> Caminhos especficos percorrido pelo feixe de luz dentro de
uma fibra ptica.
Fonte de Luz
N1
N2
M1
N1
M2
Fonte de Luz
M3
N2
11
Modos de Propagao: A propagao da luz no ncleo das fibras ocorrem
atravs de caminhos especficos. As fibras pticas admitem um nmero
discreto de caminhos diferentes. Dependendo das caractersticas da fibra, ela
pode suportar desde apenas 01 (um) at milhares de modos de propagao.
O nmero de modos que uma fibra suporta est diretamente relacionado com
a sua banda passante.
11
Propriedades das Fibras: (Continuao)
Abertura Numrica
=> Define a capacidade de captao de luz
2a
N1
a = Angulo de Aceitao
N2
AN = N12 N2 2
AN = Sen a
12
Abertura Numrica: A abertura numrica define o quanto de luz do emissor
ser propagada pela fibra ptica. A abertura numrica portanto uma
caracterstica da fibra que define sua habilidade de captar luz. Quanto maior
a abertura numrica, maior a capacidade de captao de luz de uma fibra.
Em compensao, uma grande abertura numrica permitir a existncia de
mais modos de propagao provocando uma maior disperso modal e
reduzindo a largura de banda da fibra como ser tratado mais adiante.
Como vimos, o ngulo crtico o ngulo de incidncia limite para que os raios
de luz que penetram na fibra ptica sejam efetivamente transmitidos.
Partindo-se para um plano tridimensional o ngulo crtico gera o cone de
aceitao. Raios de luz que no incidirem na fibra atravs do cone sero
refratados para a casca e no sero propagados ao longo da fibra ptica.
12
Tipos de Fibras pticas
Multimodo
=> Fibras multimodo tm grande abertura numrica;
nelas a luz se propaga em milhares de modos distintos
e tm portanto banda passante relativamente baixa.
Monomodo
=> A propagao da luz se d em apenas um modo, o de menor
ordem, aquele em que a luz propagada quase em linha reta,
pois o dimetro da fibra poucas vezes maior que o comprimento
de onda.
13
A principal classificao das fibras pticas feita a partir do
nmero de modos de propagao (monomodo ou multimodo)
e do perfil de ndices de refrao.
As primeiras fibras eram compostas por dois dieltricos de
ndice de refrao diferentes porm uniformes. Com o objetivo
de aumentar a banda passante foram desenvolvidas fibras com
ndices de refrao variveis no ncleo de forma possibilitar uma
variao gradual entre os ndices do ncleo e da casca.
13
Tipos de Fibras pticas: (Continuao)
Relao Tipo de Fibra x Perfil de ndice x Propagao no Ncleo
Dimenses Tpicas
M2
Pulso na Entrada
N2
M1
N1
N1
M3
N2
Pulso na Sada
Multimodo ndice Degrau
>50 m
>125 m
N2
N1
N1
Pulso na Entrada
62,5 m
N2
Pulso na Sada
Multimodo ndice Gradual
125 m
N2
N2
Pulso na Entrada
14
M3
Monomodo ndice Degrau
N1
10 m
Pulso na Sada
125 m
Fibras Multimodo ndice Degrau:
O ncleo e a casca possuem ndices de refrao constantes e distintos;
So as fibras que tm a menor banda passante
Utilizadas com fontes luminosas mais simples e de baixo custo, tipicamente os
LEDs (Light Emmiting Diode), tecnologia construtiva bem simples
Alta atenuao ( 3 dB/Km), indicadas para curtas distncias
Fibras Multimodo ndice Gradual:
Apresentam uma atenuao melhor que a ndice gradual (1 dB/Km), maior BW
que a Degrau
ndice de refrao varivel no ncleo da fibra
Fibras Monomodo:
A luz se propaga praticamnte em linha reta
Baixos nveis de atenuao (0,25~0,35 dB/km)
Utilizadas em sistemas que precisam de grande largura de banda (BW)
14
Limitaes de sistemas Comunicaes pticas
Atenuao
Disperso (Modal e Cromtica)
PMD (Disperso por modo de Polarizao)
No Linearidade
Relao Sinal Rudo
15
15
Limitaes em sistemas Comunicaes pticas
Atenuao
16
Principais Causas da Atenuao no enlace:
=> Absoro do Material (Fibra)
=> Espalhamento de Rayleigh (Fibra)
=> Conectores e DGOs
=> Isoladores
=> Emendas
=> Curvaturas da Fibra
Atenuao: definida como a perda de potncia no enlace.
A principal consequencia da Atenuao tornar o sinal recebido com baixo nvel de
sinal, em muito dos casos impossibilitando a unidade receptora reconhecer o sinal.
Os valores caractersticos de atenuao variam principalmente em funo dos
comprimentos de onda. Existem faixas de comprimento de onda onde a perda
menor; essas faixas so de especial interesse comercial e conhecidas como Janelas
de Transmisso, os valores mais empregados so:
Para enlaces com fibras monomodo em 1550 nm: 0,22 dB / Km
Para enlaces com fibras monomodo em 1310 nm: 0,35 dB / Km
Janelas de transmisso so regies do espectro de freqncia (ou seja, ondas
eletromagnticas com determinado comprimento de onda - ) onde as atenuaes
so mnimas e a comunicao ptica otimizada.
16
Limitaes em sistemas Comunicaes pticas
Atenuao
Ptx= 10 dBm
Sinais
Eltricos
Prx= -10 dBm
O
E
ELO
A
O
Sinais
Luminosos
100 Km
ELO
B
Sinais
Eltricos
Emendas
Conectorizao
Caractersticas dos ELOs A e B
Ptx = 10 dBm
Sensibilidade = -15 dBm
Saturao = -5 dBm
17
No exemplo acima, podemos verificar que na prtica alm da atenuao do material
empregado (fibra), h tambm fontes de perda do sinal como conectores e emendas.
Potencia de Transmisso = 10 dBm - Potncia de Recepo = -10 dBm
Atenuao= Ptx - Prx => Atenuao = 20 dB,
para enlace de 100 Km => 20 dB / 100 Km = 0,20 dB/Km
Obs: 10 dBm = 10 mW, -10 dBm = 100 W, 13 dBm = 20 mW [ dBm = 10*Log ( Potncia /
1 mW)]
Os valores mdio adotados em projeto so:
Conectores: 1 dB
Emendas: 0,1 dB
No caso acima, se tivessemos 20 emendas no percurso, a atenuao causada por estes
componentes seria:
Atotal = 2 x 1 + 20 x 0,1 = 4 dB
Dos 20 dBs de atenuao do enlace, 4 dBs foram praticamente causados por perda
mecnica, e os outros 16 dBs da fibra.
Observaes:
O sistema ir funcionar, pois o sinal recebido Prx est acima da Sensibilidade, podendo ainda
o sistema sofrer predas no perccurso de at 5 dB
Se por alguma razo a Prx fosse maior que -5 dBm, o sinal estaria distorcendo na recepo,
necessitando a colocao de atenuadores de forma a equalizar o sinal recebido
Lembrem-se que os sistemas so Full Duplex (Os clculos devem ser feitos tanto para ida
quanto para volta, geralmente em Fibras separadas)
17
Limitaes de sistemas Comunicaes pticas
Solues de contorno da atenuao:
=> Regeneradores
Recupera os sinais da linha ( h converso E/O)
Especfico para cada tipo de transmisso (Taxa de Bits)
Soluo Cara
=> Amplificadores pticos
Banda Larga
Independe do tipo de sinal transmitido
Amplifica tambm o Rudo
Custo Acessvel
Ao
18
18
Limitaes em sistemas Comunicaes pticas
Disperso
Cromtica (Material + G.O.)
Modal
t0
t0
Pulsos na Entrada
N2
Pulsos na Sada
19
Disperso: uma caracterstica de transmisso que exprime o
alargamento dos pulsos transmitidos. Este alargamento determina a
largura de banda da fibra ptica, e est relacionada com a capacidade
de transmisso de informao das fibras.
O Acumulo da disperso causa interferncia intersimblica,
aumentando a taxa de erros.
Os mecanismos bsicos de disperso so:
=>Modal: Existente em fibras multimodo, provocada pelos caminhos
possveis de propagao (modos) que a luz pode ter no ncleo
=>Cromtica: Depende do comprimento de onda e divide-se em dois
tipos: Material e de Guia de Onda.
19
Limitaes em sistemas Comunicaes pticas
Disperso (Caractersticas das Fibras)
17 ~ 18
-10
1550
1310
20
O grfico acima representa as curvas de Disperso para os difere ntes tipos de fibras monomodo.
As principais Fibras, utilizadas no mercado atual esto listadas abaixo juntamente com algumas caractersticas voltadas a
Disperso:
Fibras Convencionais (SSMF Standard Single Mode Fiber) : Representam 80% das fibras atualmente instaladas no
mundo
Disperso: @ 1310 nm: 0 ps/nm/Km
@ 1550 nm: 17~18 ps/nm/Km
Grande rea Efetiva
Custo baixo em relao as demais fibras monomodo
Fibras com Disperso Deslocada (DSF Disperssion Shifted Fiber) :
Disperso: @ 1310 nm: -10 ps/nm/Km
@ 1550 nm: 0 ps/nm/Km
Pequena rea Efetiva
Bastante utilizada para sistemas com pequeno nmero de Canais
Maior Atenuao
Mais Cara
Fibras com Disperso Deslocada No-Zero (NZDSF ou NZD Non Zero DSF):
Disperso: @ 1550 nm: 1~6 ps/nm/Km
Pequena rea Efetiva ( 55 m2) Existe fibras NZD com grande rea efetiva ( 72 m2)
Atenuao: @ 1550 nm: 0,25 dB/Km
Melhor desempenho fora da L.
Desenvolvida para sistemas DWDM (Pois algumas caractersticas combatem a No Linearidade)
Muito cara
Fibra Compensadora de Disperso (DCF)
Disperso: @ 1550 nm: -80 ~ -130 ps/nm/Km
Minscula rea Efetiva ( 26 m2)
Desenvolvida para modulos Compensadores de Disperso (DCMs)
Muito cara
20
Limitaes em sistemas Comunicaes pticas
Disperso
Ptx= 10 dBm
Sinais
Eltricos
Prx= ?? dBm
O
E
ELO
A
O
Sinais
Luminosos
400 Km
ELO
B
Sinais
Eltricos
Emendas
Conectorizao
Caractersticas dos ELOs A e B
Ptx = 10 dBm
Sensibilidade = -20 dBm
Saturao = -5 dBm
Taxa de Transmisso: 2,5 GBps (STM-16)
Limite de Disperso: 5000 ps/nm
Fibra SSMF @ 1550 nm : Atenuao 0,25 dB/Km (J includo as emendas e conectores)
Amplificadores pticos: Ptx = 20 dBm , Senssibilidade: - 20 dBm, Saturao: -1 dBm
21
Utilizando-se ainda do exemplo anterior, podemos demonstrar os conceitos j apresentados.
Potencia de Transmisso = 10 dBm
Atenuao Total: 400 * 0,25 = 100 dB Atenuao total sem o uso de amplificadores
Potncia Recebida: 10 100 => PRX= -90 dBm No OK ! (PRX < -20 dBm)
Ser necessrio o uso de Amplificadores de Linha !!!!
Anlise dos Amplificadores:
Ptx = 20 dBm
Distncia Mxima (Com interpretao do sinal) => Dmax = (PTX SensibRX) / Atenuao da Fibra
Dmax = (10 (-20)) / 0,25 => Dmax= 30 / 0,25 => Dmax= 125 Km
(Cada amplificador pode operar em enlaces de at 125 Km, para garantir a intelegibilidade do sinal) Usaremos 3
amplificadores, distanciados de 100 Km
Disperso Total: 400 * 17 = 6800 ps/nm No OK!! ( Dtotal > 5000 ps/nm)
Deveremos utilizar Modulos Compensadores de Disperso (DCMs)
Conforme j visto, os mdulos compensadores de disperso, so basicamente constitudos de Fibras DCF, que possuem
as caractersticas abaixo:
Disperso: @ 1550 nm: -80 ps/nm/Km (Pior caso)
Para compensar os 1800 ps/nm de disperso, vamos precisar de um mdulo de:
DCM = Dtotal / |Disp. Fibra DCF @| => DCM=1800 / |80| => DCM = 22,5 Km ( Modulo DCM necessrio)
Porm, no podemos deixar de considerar a atenuao que a inser o deste mdulo ocasiona na rede:
Cada mdulo compensador possui uma atenuao diferente que est ligado ao comprimento da fibra em seu interior.
O Valor mximo admitido, para esta insero, em alguns sistemas de: 10 dB
A Atenuao de um mdulo DCM-30, est em torno de 4,5 dB
21
Limitaes em sistemas Comunicaes pticas
Disperso
Sistema Resultante
100 Km
Sinais
Eltricos
100 Km
100 Km
100 Km
ELO
A
ELO
B
400 Km
Sinais
Eltricos
Conectorizao
Amplificadore de Linha
DCM
170
SSM
F
Disperso (ps/nm)
DCM
DF
NZ
22
100
200
300
400
22
Limitaes em sistemas Comunicaes pticas
PMD (Disperso do Modo de Polarizao)
Fibra Ideal
Rpido
Geometria
Fibra Real
Curvaturas
Lento
Tores
Atraso
PMD < 0,5 ps /
PMD < 0,1 ps /
PMD > 1,0 ps /
Km
Km
Km
Valor Tpico para Fibras Standard
Valor Tpico para Fibras Lucent True Wave
Valor Tpico para Fibras Antigas
23
PMD (Disperso do Modo de Polarizao): A luz possui dois
componentes ortogonais em sua composio (Polarizao Horizontal e
Polarizao Vertical), porm a fibra pode apresentar algumas
imperfeies (Fabricao e Manuseio inadequado) que alteram a
geometria do ncelo, alm de sofrer com fatores com dilataes em
funo do calor.
A presena destes fatores (BIRREFRINGNCIA) faz com que as
componentes ortogonais se afastem uma da outra, gerando uma
diferena na velocidade de propagao dos Modos Horizontais e
Verticais de Propagao.
Outra consequncia da PMD o alargamento do pulso.
A PMD um fenmeno muito importante de se analisar quando esto
trafegando canais com Taxas de Transmisso maiores que 2,5 GBps
(STM-16).
23
Limitaes em sistemas Comunicaes pticas
Distncia Limitada por PMD (Km)
PMD
Distncia Mxima de Transmisso X PMD
1000000
STM-16
STM-64
STM-256
Vdeo Analgico
100000
10000
1000
400
100
10
1,0
0,1
0,1
0,5
1,0
10
Coeficinete de PMD Mdio (ps / Km )
24
Utilizando-se ainda do exemplo anterior, podemos demonstrar os conceitos j apresentados.
Caractersticas dos ELOs A e B
Ptx = 10 dBm
Sensibilidade = -20 dBm
Saturao = -5 dBm
Taxa de Transmisso: 2,5 GBps (STM-16)
Limite de Disperso: 5000 ps/nm
Fibra SSMF @ 1550 nm : Atenuao 0,25 dB/Km (J includo as emendas e conectores)
Coeficinete de PMD = 0,4 ps / Km
PMD mxima no receptor = 20 ps (Dado de Manual)
Amplificadores pticos: Ptx = 20 dBm , Senssibilidade: - 20 dBm, Saturao: -1 dBm
A PMD total no enlace dada por: PMDTOTAL = C PMD x Distncia
Onde: CPMD = Coeficiente de PMD da Fibra
PMDTOTAL = 0,4 * 20 => PMDTOTAL= 8 ps OK!
24
Limitaes em sistemas Comunicaes pticas
No Linearidade
Aeff
10 m
125 m
I = P / Aeff
Onde:
I = Intensidade ptica
P = Potncia do Sinal
Aeff = rea Efetiva
Consequncias da No Linearidade:
FWM Mistura de Quatro Ondas
XPM Modulao Cruzada de Fase
SPM Auto Modulao de Fase
25
No Linearidade: A No Linearidade da fibra ptica o resultado da modulao do
ndice de refrao causado por mudanas na intensidade ptica do sinal.
De certa forma os efeitos no lineares dependem da intensidade de luz na fibra (I) e
no em si da potncia. Esta intensidade dada pela potncia dividida por uma rea
efetiva (aproximadamente igual rea do modo): I = P/Aeff. A figura abaixo mostra o
aumento das intensidades nas fibras em funo dos anos.
Os fenmenos causados pelos efeitos da No Linearidade so:
Mistura de Quatro Ondas (FWM Four Wave Mixing) Isto ocorre quando os
produtos oriundos das portadoras dos sinais pticos se propagam ao longo da fibra,
muitas vezes o produto destas portadoras se situam exatamente sobre as portadoras
adjacentes, principalmente se os canais pticos estiverem igualmente espaados.
Auto Modulao de Fase (SPM Self Phase Modulation) - Este fenmeno est
diretamente ligado a potncia injetada na fibra, quanto mais forte for o sinal, maior
ser a velocidade de propagao do mesmo.
Modulao Cruzada de Fase (XPM ou CPM Cross Phase Modulation) Similar
ao SPM o CPM ocorre em sistemas com mais canais, porm a variao da potncia
do sinal faz com que o mesmo ultrapasse os canais adjacentes.
25
Limitaes em sistemas Comunicaes pticas
OSNR (Relao Sinal Rudo)
Sinal
Maior
Distncia
Rudo
Ao
Mais
Amp.
pticos
Mais
Rudo
Ao
Reduz
OSNR
Maior
BER
26
Relao Sinal Rudo (OSNR): Este fator muito importante quando
se tem em um enlace uma sequncia considervel de Amplificadores
de Linha.
Conforme visto anteriormente, os Amplificadores de Linha, ao contrrio
dos Regeneradores, no recuperam o Sinal, apenas o amplificam,
juntamente com o Rudo que acumulado indesejvelmente na linha
ptica e na sada do equipamento antecessor, que tambm gera Rudo.
Utilizando-se do nosso exemplo, imagine que a Densidade do Rudo
que incide no ELO B :
20x10-6 w/Thz, e que o espectro que estamos trabalhando seja a a
coberta pelos Amplificadores EDFA (1525 nm ~ 1565 nm). A Potncia
do Sinal que chega ao ELO B seja de 10 mw. Qual ser o OSNR?
26
Limitaes em sistemas Comunicaes pticas
OSNR (Relao Sinal Rudo)
100 Km
Sinais
Eltricos
100 Km
100 Km
100 Km
Sinais
Eltricos
ELO
A
400 Km
ELO
B
Psinal = 10 mW
Caractersiticas dos ELOs A e B
Ptx = 10 dBm
Sensibilidade = -20 dBm
Drudo=20x10-6 w/THz
Saturao = -5 dBm
Taxa de Transmisso: 2,5 GBps (STM-16)
Limite de Disperso: 5000 ps/nm
OSNR = 16 dB
Fibra SSMF @ 1550 nm : Atenuao 0,25 dB/Km (J includo as emendas e conectores)
Amplificadores pticos EDFA: Ptx = 20 dBm , Sensibilidade: - 20 dBm, Saturao: -1 dBm
27
RESOLUO:
Primeiramente vamos descobrir em que faixa de operao estamos trabalhando:
Pelo Enunciado podemos calcular a faixa de frequncia que compreende os s 1525
nm ~ 1565 nm.
F=
Da descobrimos que: 1525 nm => 196 721 THz (F1)
1565 nm => 191 693 THz (F2)
A Faixa de Operao, ou a BW deste Amplificador :
BW = F1 - F2 => BW = 5,028 THz
A densidade de Rudo medida foi: 20x10-6 w/Thz, da temos como calcular a Potncia
do Rudo.
PRUDO= BW x DRUDO => PRUDO= 100 x 10-6 W
A OSNR dada em dB e pode ser obtida utilizando a seguinte expresso:
OSNR [dB] = 10 x ( log ( PSINAL / PRUDO )
OSNR [dB] = 10 x ( log ( 10 x 10-3 / 10 x 10-6)
OSNR [dB] = 20 dB OK (OSNR [dB] > 16 dB)
27
Construo das Redes pticas
Areos
Subterrneos
Diretamente Enterrados
28
28
Construo das Redes pticas
Areos
Redes urbanas ou as margens de rodovias
Emendas pticas
29
Rede Area:
Rpida Instalao - 5.000m / semana
Geralmente h necessidade de compartilhar ou alugar os postes com
a concessionria de energia eltrica (Direitos de Passagem)
Antes da privatizao R$ 0,22 / poste
Atualmente R$ 3,00 ~ R$ 5,00 / poste
Vulnervel (Vandalismos ou Acidentes)
Gera pequenos transtornos em ambientes urbanos Manipulao da
bobina durante o lanamento
Grande Capilaridade
29
Construo das Redes pticas
Areos
Utilizao em Linhas de Transmisso
30
OPGW
Rede Area em Linhas de Transmisso:
Lenta Instalao: 2.000 ~ 3.000 m / semana
Locais de difcil acesso, cabos mais pesados OPGW
Implementadas principalmente pelas Concessionrias de Energia
Mais segura em relao a Vandalismo ou Acidentes
30
Construo das Redes pticas
Subterrneos
Diretamente Enterrados
Emenda ptica
Diretamente em Dutos
Emenda ptica
31
Rede Subterrnea:
Lenta Instalao: 2.000m ~ 3.000/ semana
Geralmente h necessidade de contratos com ferrovias, rodovias,
gasodutos alm de autorizaes municipais, estaduais e at federais
(Direitos de Passagem)
Antes da privatizao Um agrado
Atualmente R$ 20.000~ R$ 30.000 / Km
Baixa Vulnerabildade - Baixa Manuteno
Gera transtornos em ambientes urbanos (Pedestres e Transito)
Obras Civis pesadas
Manipulao da bobina durante o lanamento
31
Construo das Redes pticas
Submarinas
360 networks
32
Rede Submarina
Utilizada principalmente para interligao de Continentes
Requer grande infra estrutura para implantao e manuteno (Navios
adaptados, mo de obra.....)
Pouco Vulnervel
Riscos Principais - Ancoras e Tubares
Altssima Capacidade
Grande distncia entre repetidores
32
Tecnologias pticas
SDH
WDM (D-WDM)
FDDI
33
33
Tecnologias pticas
Por que surgiu a SDH?
Tecnologia
ptica criada visando substituir o
processo de multiplexao da PDH, que muito caro e complicado,
alm de degradar o sinal a cada demultiplexao e multiplexao
34 Mbits
140 Mbits
1X4
4X1
140 Mbits
8 Mbits
34 Mbits
1X4
4X1
34 Mbits
2 Mbits
8 Mbits
1X4
4X1
DEMUX
8 Mbits
MUX
Cliente
2 Mbits
Hierarquia PDH
34
SDH (Synchronous Digital Hierarchy)
Tecnologia Sncrona criada visando substituir o sistema Plesicrono (PDH).
A premissa da PDH que os tributrios e os sinais de linha no so sncronos a uma
fonte universal de relgio; portanto, ser preciso justificar a cada multiplexao,
gerando assim um jitter. As componentes de baixa freqncia desse jitter no podem
ser eliminadas em sinais plessicronos, e vo se acumulando a cada nova
demultiplexao. Na prtica, isto limita o nmero de demultiplexaes que um sinal
sinal digital pode sofrer entre elementos de comutao sncronos, no permitindo a
operao em seqncias de multiplexadores de extrao e insero.
Soma-se a isso o alto preo da tecnologia dos componentes usados nos elementos
de rede plessicronos, no havendo integrao em alta escala.
O SDH um protocolo destinado a transmisso de informaes em Alta Velocidade
utilizando-se de Multiplexagem Temporal (TDM)
Ao contrrio do PDH as redes Sincronas so referenciadas a um relgio externo,
permitindo com que a informao seja facilmente identificada dentro de cada frame.
34
Tecnologias pticas
SDH (Hierarquia Digital Sncrona)
1
2M
63
ou
34M
STM-1
155 MBps
STM-1
ou
140M 1
STM-1
STM-4
622 MBps
STM-1
35
Vantagens da SDH:
Menor quantidade de passos de multiplexao
Tributrio nico padronizado para qualquer velocidade
Todo o processamento realiza-se em mltiplos de STM-1
(STM-4, STM-16, STM-64, STM-256......)
Possibilidade de transportar e misturar sinais de diferentes hierarquias
PDH em um nico STM-1
Realizao de redes flexveis com o uso de ADMs (Add and Drop
Multiplexer ) e DXCs (add & drop multiplexers e digital cross-connects)
Gerncia Integrada da Rede
Compatibilidade entre equipamentos de diferentes marcas => Reduo do
custo dos equipamentos
35
Tecnologias pticas
Quadro SDH (Estrutura)
9 colunas
261 colunas
RSOH
9 linhas
Ponteiros da AU
5 linhas
POH
36
PAYLOAD
MSOH
125 seg
Um quadro SDH basicamente formado por:
RSOH: Seo de Regenerao componente do cabealho do SDH,
este campo contm Bytes para alinhamento de quadro, identificao do
quadro STM, Canal de Servio e Bytes para comunicao com os
canais de Gerncia (DCCR)
MSOH: Seo Multilexadora componente do cabealho do SDH, este
campo carrega os Bytes responsveis pela paridade, Proteo
(Chaveamento automtico), Comunicao com a Gerncia (DCCM),
Qualidade do Sincronismo e tambm Canal de Servio
Ponteiros: Carregam os Bytes responsveis pelo Alinhamento dos
quadros dentro do Payload
POH: Carrega os Butes para superviso da Rota e tambm o
tamanho e o caminho dos quadros dentro do PAYLOAD
PAYLOAD: Regio dentro do quadro STM responsvel por
transportar a informao em uma transmisso SDH.
36
Tecnologias pticas
Payload (Estrutura)
Carga til
261 colunas
Organizada em VC-4
9 Linhas
1 VC-4 = 3 x TUG-3
POH
1 TUG-3 = 7 x TUG-2
PAYLOAD
OU
1 TUG-3 = +/- VC-3 (34 Mbps)
1 TUG-2 = 3 x TU-12/VC-12 (2 Mbps)
37
A carga til do quadro STM-1 (155,52 Mbps) dada por:
260 x 9 = 18720 bits / 125 seg => 149,760 Mbps
Ou seja, nestes 149,760 Mbps possvel transportar:
at 63 canais 2 Mbps , ou;
at 3 canais de 34 Mbps, ou;
At 1 canal de 140 Mbps,
Ou ainda taxas PDH mescladas dentro do VC-4, por exemplo:
21 canais de 2 Mbps + 2 canais de 34 Mbps
42 canais de 2 Mbps + 1 canal de 34 Mbps
37
Tecnologias pticas
Subdivises do Quadro STM-1
STM-1 = AU-4 + Cabealhos
AU-4 = VC-4 + Ponteiros
VC-4 = 3 x TUG-3 + Labels
TUG-3
TUG-2
TUG-2
TUG-3
TUG-3
TUG-2
VC-12 VC-12 VC-12
VC-12 VC-12 VC-12
VC-3
(34 Mbps)
38
TUG-2
TUG-2
TUG-2
VC-12 VC-12 VC-12
VC-12 VC-12 VC-12
38
Tecnologias pticas
Quadro SDH (Formao)
xN
STM-N
x1
AUG
AU-4
VC-4
C-4
ATM: 149.760 kbit/s
PDH: 139264 kbit/s
FDDI: 100 Mbit/s
x3
x1
Onde:
N=1,4,16,64
TUG-3
TU-3
VC-3
x7
C-3
ATM: 48,384 kbit/s
PDH ETSI: 34368 kbit/s
TUG-2
x3
TU-12
VC-12
C-12 2048
kbit/s
39
39
Tecnologias pticas
SDH (Nveis Hierrquicos)
SDH
SONET
Taxa (Mbits/s)
(Europeu)
(Americano)
Equipamento
Lucent
OC-1
51,8
STM-0
OC-3
155,5
STM-1
AM-1 PLus
OC-12
622
STM-4
ADM 4/1
OC-24
1244,16
OC-48
2488,32
STM-16
ADM 16/1
OC-192
9953,28
STM-64
TDM 10G
OC-576
39813,12
STM-256
UNITE
40
40
Tecnologias pticas
Estrutura de uma rede SDH
140Mbit/s
2Mbit/s
TM
TM
STM-1
ADM
ADM
STM-1, STM-4, STM-16
2Mbit/s
34Mbit/s
ATM
ATM
ADM
ADM
STM-4/-16/-64
ADM
ADM
STM-1
140Mbit/s
34Mbit/s
8Mbit/s
2Mbit/s
DXC
DXC
LAN
41
2Mbit/s
34Mbit/s
ADM : Add Drop Multiplexer
140Mbit/s
DXC : Digital Cross Connect
STM-1
TM : Terminal Multiplexer
STM-4
DSC: Digital Switching Center
STM-16
LAN: Local Area Network
STM-64
DSC
41
Tecnologias pticas
Redes TDM
MULTIPLEXAO POR DIVISO DE TEMPO
Eltrico / ptico
Eltrico/
ptico
42
42
Tecnologias pticas
Trafego de Dados e Voz
Situao Atual do Mercado
1800%
1600%
Total % Increase
1400%
Queda
Nos Custos
1200%
1000%
800%
600%
400%
200%
eM
er
ca
d
2001
2000
1999
1998
1997
1996
1995
0%
Novas
Tecnologias
Crescimento
De BW
Custo por STM-1
Crescimento
Das Aplicaes
$1.80
OC-48
OC-192
DW DM
Te
nd
cia
Cost per STS-1 ($K)
sd
$1.60
$1.40
$1.20
$1.00
$0.80
$0.60
$0.40
$0.20
$1995
1996
1997
1998
1999
2000
43
Necessidades do Mercado de Telecomunicaes:
Grande Necessidade de Banda de Transmisso
Trafego de Dados j supera trafego de Voz
Crescimento do Trafego
Voz: 17% /ano
Dados: 200% /ano (Novas aplicaes, servios....)
MailBox: 140% /ano
Melhor aproveitamento das redes pticas Existentes
Garantia de Upgrades visando preservar investimento na tecnologia
Nos prximos trs anos, a humanidade vai gerar
um volume de informaes superior ao que foi
produzido nos ltimos 300 mil anos.
Universidade Berkeley - School of Information
Managenet and Systems
Computerworld
43
Tecnologias pticas
Como Atender as Necessidades do Mercado?
Instalao de Novas Fibras
Desenvolvimento de Equipamentos com maior
Capacidade
Desenvolvimento de Novas Tcnicas para Transporte do
Sinal e aproveitamento da Infra Estrutura Existente
44
Instalao de Novas Fibras:
Alto Custo em Obras Civs
Necessidade de Licenas e Direitos de Passagem ( ~ R$ 25.000 /Km)
Processo Demorado ( ~1 km / Dia)
Desenvolvimento de Equipamentos com maior Capacidade
O Desenvolvimento de Sistemas TDM com maior capacidade enfrenta
obstculos tcnicos
Desenvolvimento de Novas Tcnicas para Transporte do Sinal e
aproveitando a Infra Estrutura Existente
Utilizao de Sistemas para Transmisso Simultnea de Varios Canais
em uma Fibra
Multiplexagem dos Sinais Luminosos
Sistema WDM !!
44
Tecnologias pticas
Redes WDM
MULTIPLEXAO POR COMPRIMENTO DE ONDA
ptico
Eltrico/
ptico
45
Algumas Vantagens para o Investimento em WDM
Maior Banda Passante
Aproveitamento da Infra Estrutura e Redes de Fibras Existentes
Sem necessidade de Direitos de Passagem
Rpida Instalao
Pay as you Grow
45
Tecnologias pticas
Redes TDM x Redes WDM
Rede
RedeTDM
TDMpara
para40
40Gb/s
Gb/s
STM-16
STM-16
2,5G
STM-16
2,5G
STM-16
2,5G
2,5G
16
STM-16
STM-16
2,5G
STM-16
2,5G
STM-16
2,5G
2,5G
STM-16
2,5G
STM-16
2,5G
Utilizao de 16 pares de Fibras
Grande Nmero de Repetidores e Amplificadores
46
46
Tecnologias pticas
Redes TDM x Redes WDM
Rede
RedeWDM
WDMpara
para40
40Gb/s
Gb/s
16
STM-16
STM-16
2,5G
STM-16
2,5G
STM-16
2,5G
STM-16
2,5G
2,5G
STM-16
2,5G
STM-16
STM-16
2,5G
STM-16
2,5G
STM-16
2,5G
STM-16
2,5G
2,5G
STM-16
2,5G
W
D
M
W
D
M
STM-16
STM-16
2,5G
STM-16
2,5G
STM-16
2,5G
STM-16
2,5G
2,5G
STM-16
2,5G
STM-16
STM-16
2,5G
STM-16
2,5G
STM-16
2,5G
STM-16
2,5G
2,5G
STM-16
2,5G
16
Utilizao de apenas 1 par de Fibras
Reduo no Nmero de Repetidores e Amplificadores
47
47
Tecnologias pticas
Redes WDM (Evoluo)
Sistemas Ponto-a-Ponto (1995)
Sistemas com 2 a 4 Canais (s)
Sistemas Com Derivaes / Anel (1997~98)
Sistemas com mais de 16 Canais (s)
- J denominados Densos (D-WDM)
Sistemas dotados de Cross Conexo (1999~2000)
48
48
Tecnologias pticas
Redes WDM Atuais
Transmissores
1
2
Add-Drop
ptico
Receptores
RX
RX
RX
TX
OADM
OADM
Mux
ptico
Demux
ptico
TX
RX
RX
TX
TX
TX
Amplificadores
pticos
49
Transmisso ponto-a-ponto ou multi-ponto via fibra ptica
Comutao, roteamento, processamento de bits realizados por
meios eletrnicos
Apenas transmisso realizada no domnio ptico
49
Tecnologias pticas
Redes WDM da Prxima Gerao
Mux
Terminal
Demux
Terminal
Amplificadores
Transmissores
Receptores
Add-Drop
ptico
TX1
TX1
RX1
RX1
TX2
TX2
RX2
RX2
MUX
TX3
TX3
EDFA
EDFA
OXC
OXC
ADM
ADM
EDFA
EDFA
DE
MUX
RX3
RX3
RX
RX
TX4
TX4
TX
TX
RX4
RX4
cross-connect
ptica
50
Introduo de roteamento ptico
Re-uso (melhor utilizao) da capacidade de transmisso
Mecanismos de gerenciamento e proteo mais avanados
Rede em malha
50
Tecnologias pticas
Evoluo das Redes pticas
IP
IP
IP
IP
MPLS
ATM
PPP
PPP
ATM
SDH
SDH
D-WDM
Cabo ptico
51
Motivadores da evoluo:
Velocidade: (WDM) > SDH > ATM > IP
Custo:
WDM Grande Largura de Banda a baixo custo
IP - Lucro Certo e Confiabilidade e eficincia com Dados
!!! IP Diretamente em D-WDM !!!
Elimina-se ento as camadas intermedirias de transporte: ATM e
SDH
Maximiza a eficincia
Reduz custo da Rede
Proteo atravs do MPLS (Multiprotocol Label Switching)
51
Tecnologias pticas
Interconexo de Sistemas SDH e WDM
WDM
SDH-1 1550
1528,77
TX
1550
DGO
1550
SDH-80
Gaveta Gaveta
Conexo Emenda
1550
1560,61
52
Cabo ptico
RX
52
Tecnologias pticas
FDDI (Fiber Distributed Data Interface)
W
P
Utilizao do protocolo
Token Passing semelhante ao
Token Ring
Opera com Fibras Multimodo
Nmero Mximo de Ns: 500
Comp. Mximo da Rede: 200 Km
Distncia entre Ns Maxima: 2 Km
Transmissores a LED
Transmisso em 100 Mbps
Banda Passante: 500 MHz
53
FDDI: Esta tecnologia surgiu como evoluo das redes 10 Mb Ethernet
e 16 Mb Token Ring.
Baseada em duplo anel de fibra ptica operando com protocolo
semelhante ao Token Ring, o Token Passing, o FDDI comeou sendo
tipicamente empregado como um Backbone de alta Velocidade entre
Redes Locais.
Caso houvesse ruptura nos cabos, as estaes adjacentes eram
capazes de juntar o Anel Operante (W) com o Anel de Proteo (P)
formando um novo Anel Self Healing
Em funo dos atrasos oriundos do protocolo de comunicao, o FDDI
no era uma tecnologia recomendada para sistemas de Voz e Vdeo.
53
Aplicaes dos Sistemas pticos
Transoceanica
Longa Distncia
Acessos
Metropolitanos
Acesso em
Banda Larga
54
54
Aplicaes dos Sistemas pticos
UNITE
ADM 16/1
AM-1 Plus
(STM-256 ADM)
(STM-16 ADM)
(STM-1 Mux)
BWM
10G
(Bandwidth Manager)
(STM-64 ADM)
Acesso
Backbones
Redes
Metropolitanas
Acesso
Acesso
OLS 1.6T
EON - 80G
55
55
56
56
Bibliografia:
Faria, Jos Ewerton e Moschin; Edson, Sistemas de Comunicaes pticas, apostila
CEDETC Inatel, 1995
Machado, Alexandre; Curso Bsico em Comunicao ptica: Tecnologia & Prtica, apostila, XTAL Fibras pticas S/A , 1997
Cabeamento Estruturado, apostila Itelcom Informtica e Teleinformtica, 1995
Barcelos, Sergio , Redes pticas Planejamento Projeto e Tendncias, apostila Fiberwork
Comunicaes pticas, 2001
Piscalar, Wolf Optical Networking Tutorial, apresentao Lucent Technologies, 2000
Raj, Jain IP over DWDM Ohio State University, 1999
57
57