DNIT
MINISTRIO DOS TRANSPORTES
DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES
Setembro/2013
NORMA DNIT 165/2013 - EM
Emulses asflticas para pavimentao
Especificao de material
Autor: Instituto de Pesquisas Rodovirias - IPR
Processo: 50607.001674/2013-01
Origem: Reviso das Normas DNER-EM 365/97 e DNER-EM 369/97
DIRETORIA GERAL
Aprovao pela Diretoria Colegiada do DNIT na Reunio de 26/09/2013
DIRETORIA EXECUTIVA
INSTITUTO DE PESQUISAS RODOVIRIAS
Direitos autorais exclusivos do DNIT, sendo permitida reproduo parcial ou total, desde
que citada a fonte (DNIT), mantido o texto original e no acrescentado nenhum tipo de
propaganda comercial
Rodovia Presidente Dutra, km 163
Centro Rodovirio Vigrio Geral
Rio de Janeiro RJ CEP 21240-000
Tel/fax: (21) 3545-4600
Palavras-Chave:
N total de
pginas
Emulso asfltica catinica, material asfltico.
l
Anexo A (Normativo) Tabela 1 - Caractersticas das
Resumo
Este documento apresenta as caractersticas gerais e
emulses asflticas para pavimentao .................... 4
ndice geral ................................................................. 5
especficas das emulses asflticas, para emprego em
pavimentao. So tambm apresentados os requisitos
Prefcio
para inspeo, amostragens, ensaios e condies de
conformidade e no conformidade do material.
A presente Norma foi preparada pelo Instituto de Pesquisas Rodovirias IPR/DIREX para servir como docu-
Abstract
This document presents specific and general requirements of asphalt emulsion for its use in pavement construction; it also presents the requirements for inspection, sampling and testing, and conformity and non conformity condition of the material.
Sumrio
mento base visando estabelecer os requisitos tcnicos
exigidos e os controles tecnolgicos para as emulses
asflticas empregadas nos servios asflticos rodovirios, em atendimento Resoluo ANP n 36 de
13/11/2012. Est formatada de acordo com a Norma
DNIT 001/2009-PRO, cancela e substitui as Normas
DNER-EM 365/97 e DNER-EM 369/97.
1
Objetivo
Prefcio ...................................................................... 1
Esta Norma tem por objetivo estabelecer as principais
1
Objetivo .............................................................. 1
caractersticas definidoras das emulses asflticas para
Referncias normativas ...................................... 1
pavimentao.
Definio ............................................................ 2
Condies gerais................................................ 2
Condies especficas ....................................... 3
aplicao desta Norma. Para referncias datadas,
Inspeo e amostragem ..................................... 3
aplicam-se somente as edies citadas. Para referncias
Condies de conformidade e no conformidade. 3
Referncias normativas
Os documentos relacionados a seguir so indispensveis
no datadas, aplicam-se as edies mais recentes do
referido documento (incluindo emendas).
NORMA DNIT 165/2013-EM
a)
DNIT 155-ME: Materiais asflticos Determinao
2
u)
da penetrao Mtodo de Ensaio. Rio de Janeiro:
Resoluo n 36/2012 - Agncia Nacional do Petrleo, Gs Natural e Biocombustveis - ANP.
IPR.
b)
DNIT 156-ME: Emulso asfltica Determinao
Definio
da carga da partcula Mtodo de Ensaio. Rio de
Janeiro: IPR.
c)
d)
DNIT 157-ME: Emulses asflticas catinicas
Para efeito desta Norma adotada a seguinte definio
para emulso asfltica:
Determinao da desemulsibilidade Mtodo de
Sistema constitudo pela disperso de uma fase asfltica
Ensaio. Rio de Janeiro: IPR.
em uma fase aquosa, ou ento de uma fase aquosa
NBR 6293 Materiais betuminosos - Determinao
dispersa em uma fase asfltica.
da ductilidade.
e)
NBR 6297 - Emulso asfltica de ruptura lenta
Determinao da ruptura Mtodo de mistura com
cimento.
f)
NBR 6299 Emulses asflticas Determinao
do pH.
g)
h)
NBR 6302 Emulses asflticas Determinao
l)
apresentar as caractersticas descritas na Tabela 1 do
Anexo A, de modo que em sua utilizao seja alcanada
a mxima eficincia.
NBR 6567 Emulses asflticas Determinao
seguintes cdigos:
a)
NBR 6568 - Emulses asflticas Determinao do
RR, RM, RC e RL: ruptura rpida, ruptura mdia,
ruptura controlada e ruptura lenta, respectivamente;
b)
NBR 6569 Emulses asflticas catinicas - Determinao da desemulsibilidade.
k)
4.1 As emulses asflticas para pavimentao devem
4.2 As emulses asflticas so classificadas com os
resduo de destilao.
j)
Condies gerais
da ruptura Mtodo de mistura com filer silcico.
da carga de partcula.
i)
EAI: emulso asfltica para o servio de imprimao;
c)
LA e LAN: emulses asflticas de ruptura lenta ca-
NBR 6570 - Emulses asflticas Determinao da
tinica e de carga neutra, respectivamente, para o
sedimentao.
servio de lama asfltica;
NBR 6576 Materiais asflticos Determinao da
penetrao.
d)
LARC: emulso asfltica catinica de ruptura controlada, para o servio de lama asfltica.
m) NBR 14249 Emulso asfltica catinica - Determinao expedida da resistncia gua (adesivi-
NOTA: As indicaes numricas 1 e 2 constantes dos
cdigos das emulses na Tabela 1 fazem refe-
dade) sobre agregados grados.
n)
NBR 14376 Emulses asflticas Determinao
rncias aos diferentes teores de resduo seco da
do resduo asfltico por evaporao Mtodo ex-
emulso e a letra C que precede a indicao numrica indica origem catinica.
pedito.
o)
p)
NBR 14393 Emulses asflticas Determinao
4.3 As emulses asflticas a que se referem esta Norma
da peneirao.
no devem estar rompidas parcial ou totalmente e:
NBR 14491 Emulses asflticas Determinao
a)
a unidade de compra deve ser o quilograma;
b)
por ocasio da tomada de preos, o executante
da viscosidade Saybolt Furol.
q)
NBR 14757 Microrrevestimentos e lamas asflticas Determinao da adesividade de misturas.
r)
s)
t)
deve indicar o tipo da emulso.
NBR 14855 Materiais betuminosos - Determina-
4.4 Todo carregamento de emulso asfltica que chegar
o da solubilidade em tricloroetileno.
obra deve apresentar do fabricante/fornecedor o certifi-
NBR 14883 Petrleo e produtos de petrleo
cado de resultados de anlise dos ensaios de caracteri-
Amostragem manual.
zao exigidos nesta Norma, correspondente data de
NBR 14896 Emulses asflticas modificadas com
fabricao ou ao dia de carregamento para transporte,
polmero Determinao do resduo seco por eva-
com destino ao canteiro de servio. Novos ensaios e
porao.
emisso de novo certificado deve ser exigido se o pero-
NORMA DNIT 165/2013-EM
do entre a fabricao e o carregamento for superior a
Condies de conformidade e no conformidade
trs dias.
5
Condies especficas
7.1 A amostra deve ser submetida aos ensaios indicados
na Tabela 1 do Anexo A, quando do seu recebimento,
5.1 Para utilizao da emulso para pavimentao, in-
devendo satisfazer s condies constantes da referida
clusive a estocada, deve ser verificado previamente se
Tabela, de acordo com os ensaios preconizados nos
os resultados dos ensaios cumprem com os limites indi-
controles da qualidade da correspondente Norma de
cados na Tabela 1 do Anexo A.
Especificao do Servio.
5.2 O tempo mximo e as condies de armazenamento
Caso um ou mais destes resultados no atendam s
e estocagem da emulso para pavimentao devem ser
condies estabelecidas, o carregamento deve ser con-
definidos pelo fabricante.
siderado no conforme e rejeitado, se estes resultados
forem confirmados por meio de contraprova.
Inspeo e amostragem
7.2 vista dos resultados da inspeo e independente-
Efetuada a entrega do material (ou parte dele), cabe ao
mente da realizao de ensaio o executante pode rejeitar
executante:
o carregamento total ou parcialmente.
a)
verificar se a quantidade fornecida e o tipo de emul-
7.3 Caso o material atenda s condies estabelecidas
so correspondem ao estabelecido;
nesta Norma o carregamento deve ser considerado con-
coletar amostra em conformidade com a Norma
forme; caso o material no atenda a qualquer condio
NBR 14883:2005 e remet-la devidamente identifi-
estabelecida nesta Norma, o carregamento deve ser
cada e autenticada a um laboratrio aparelhado pa-
considerado no conforme e, ento, rejeitado.
b)
ra os ensaios de recebimento.
c)
rejeitar a parte do fornecimento que se apresentar
em mau estado de acondicionamento, independentemente da realizao dos ensaios.
________________/Anexo A
NORMA DNIT 165/2013-EM
Anexo A (Normativo)
Tabela 1 - Caractersticas das Emulses Asflticas para Pavimentao
MTODO DE
ENSAIO (1)
LIMITE
CARACTERISTICA
UNIDADE
RR-2C
RM-1C
RM-2C
RL-1C
LA-1C
LAN
EAI
Ruptura
Controlada
LARC
100 a 400
5
0,1
80
positiva
-
20 a 200
5
0,1
80
positiva
-
100 a 400
5
0,1
80
positiva
-
90
5
0,1
positiva
6,5
90
5
0,1
75
positiva
-
90
5
0,1
neutra
6,5
90
10
0,1
8
90
5
0,1
75
positiva
6,5
14491:2007
14491:2007
6570:2010
14393:2012
14249:2007
14757:2001
6567:2009
6299:2012
67
0 a 12
62
0 a 12
65
60
60
60
0 a 15
45
60
6568:2005
14376:2007
50
-
50
-
50
-
mx. 2,0
mx. 2,0
1,2 a 2,0
mx. 2,0
mn. 2,0
mn. 2,0
4,0 a 15,0
97
40
4,0 a 15,0
97
40
4,0 a 15,0
97
40
4,0 a 15,0
97
40
4,0 a 15,0
97
40
4,0 a 15,0
97
40
97
40
4,0 a 15,0
97
40
Ruptura Rpida
RR-1C
Ensaio para a emulso
Viscosidade Saybolt-Furol a 25C, mx.
s
90
Viscosidade Saybolt-Furol a 50C
s
Sedimentao, mx.
% m/m
5
Peneirao (0,84 mm), mx.
% m/m
0,1
Resistncia gua (cobertura), mn. (2)
%
80
Adesividade em agregado mido, mn.
%
Carga da partcula
positiva
pH, mx.
Destilao
Solvente destilado
% v/v
Resduo seco, mn.
% m/m
62
Desemulsibilidade
Mn.
50
% m/m
Mx.
Mistura com filer silcio
%
Mistura com cimento
%
Ensaio para o resduo da emulso obtido pela NBR 14896:2012
Penetrao a 25C (100 g e 5s)
mm
4,0 a 15,0
Teor de betume, mn.
%
97
Ductilidade a 25C, mn.
cm
40
Ruptura Mdia
Ruptura Lenta
ABNT NBR
6569:2008
DNIT
156/2011
157/2011
6302:2008
6297:2012
6576:2007
14855:2002
6293:2001
155/2010
(1) Os ensaios devem ser realizados pelas normas vigentes e, preferencialmente, pelas normas DNIT de mtodo de ensaio.
(2) Se no houver envio de amostra ou informao da natureza do agregado pelo executante final, o distribuidor/fornecedor deve indicar a natureza do agregado usado no ensaio no Certificado da Qualidade.
_____________/ ndice geral
NORMA DNIT 165/2013-EM
5
ndice geral
Abstract
Anexo A (Normativo)
Tabela 1
Condies de conformidade
ndice geral
Inspeo e amostragem
Objetivo
Prefcio
e no conformidade
Referncias normativas
Condies especficas
Resumo
Condies gerais
Sumrio
Definio
2
_________________