Faculdade de Medicina de So Jos do Rio Preto FAMERP
EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIES
Publicado em 18/09/2015 no Dirio Oficial do Estado Poder Executivo Seo I Pgina 120
EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIES
Dispe sobre normas para realizao do Vestibular da Faculdade de Medicina de So
Jos do Rio Preto FAMERP e d outras providncias.
O Professor Doutor Dulcimar Donizeti de Souza, Diretor Geral da Faculdade de
Medicina de So Jos do Rio Preto FAMERP, Autarquia Estadual de Regime Especial,
no uso de suas atribuies regimentais e da legislao vigente, faz saber atravs do
presente Edital, que estaro abertas as inscries para o seu Vestibular para ingresso
no 1 semestre de 2016.
1. DAS DISPOSIES GERAIS
1.1 O Vestibular estar aberto a candidato:
1.1.1 portador de Certificado de Concluso do Ensino Mdio ou equivalente;
1.1.2 que estiver cursando o Ensino Mdio ou equivalente;
1.1.3 portador de diploma de Curso Superior.
1.2 A realizao do Vestibular estar a cargo e sob a responsabilidade da Fundao
para o Vestibular da Unesp Vunesp.
2. DAS VAGAS
2.1 Sero oferecidas 140 (cento e quarenta) vagas, assim distribudas:
2.1.1 Medicina perodo integral 80 vagas durao 6 anos
2.1.2 Enfermagem perodo integral 60 vagas durao 4 anos
2.1.3 A Faculdade de Medicina de So Jos do Rio Preto - FAMERP adotar o
Programa de Incluso com Mrito no Ensino Superior Pblico Paulista (Pimesp), num
total de 15% das vagas em cada curso.
2.1.4 Das vagas destinadas ao Pimesp, 67% sero para alunos que cursaram
integralmente o Ensino Mdio em escolas pblicas ou a Educao de Jovens e Adultos
em escolas pblicas e 33% sero oferecidas para aqueles que se autodeclarem Pretos,
Pardos ou Indgenas e que tenham cursado integralmente o Ensino Mdio em escolas
pblicas ou a Educao de Jovens e Adultos realizados pelos sistemas estaduais de
ensino, resultando na seguinte diviso:
[Link] Para o Curso de Medicina: 12 vagas para PIMESP, sendo 8 vagas para
estudantes oriundos de escola pblica e 4 vagas para autodeclarados Pretos, Pardos
ou Indgenas.
[Link] Para o Curso de Enfermagem: 9 vagas para PIMESP, sendo 6 vagas para
estudantes oriundos de escola pblica e 3 vagas para autodeclarados Pretos, Pardos
ou Indgenas.
[Link] Na inexistncia de candidatos autodeclarados Pretos, Pardos ou Indgenas
classificados, as vagas por eles no ocupadas sero preenchidas por candidatos que
tenham cursado o Ensino Mdio integralmente em escolas pblicas, independente da
questo de raa.
[Link] As vagas no preenchidas pelo PIMESP, por inexistncia de classificados,
sero destinadas aos demais candidatos da Lista Geral, ainda no convocados,
obedecendo-se ordem decrescente da nota final no Vestibular.
[Link] Todos os candidatos que se inscreverem as vagas do PIMESP, tambm estaro
concorrendo s demais vagas na Lista Geral.
2.2 Considera-se escola pblica, a instituio de ensino criada ou incorporada,
mantida e administrada pelo Poder Pblico, nos termos do inciso I, do art. 19, da Lei
n 9.394, de 20 de dezembro de 1996. A gratuidade do ensino no indica,
necessariamente, que a escola seja pblica. Escolas vinculadas a fundaes,
cooperativas, Sistema S (SESI, SENAI, SESC, SENAC) etc., embora gratuitas, so
consideradas particulares em funo de sua dependncia administrativa junto ao
setor privado.
2.2.1 So considerados candidatos egressos do ensino pblico, exclusivamente,
aqueles que tenham cursado integralmente o Ensino Mdio em escolas pblicas em
cursos regulares ou no mbito da modalidade de Educao de Jovens e Adultos EJA
realizados pelos sistemas estaduais de ensino.
[Link] A certificao pelo ENEM (portaria MEC n de 10, de 20.05.2012 e portaria
INEP n 179, de 28.04.2014) no pressupe a frequncia em escola pblica e, desta
forma, no poder ser utilizada como documento vlido para concorrncia s vagas
reservadas ao PIMESP.
2.2.2 So considerados Pretos ou Pardos aqueles que assim se autodeclarem no ato
da inscrio. A comprovao se dar no ato matrcula mediante a apresentao da
declararo, conforme modelo integrante do Anexo I deste Edital.
2.2.3 So considerados Indgenas aqueles que assim se autodeclarem no ato da
inscrio. A comprovao se dar no ato matrcula mediante a apresentao da
Certido do Registro Administrativo de Nascimento do Indgena (RANI).
3. DAS INSCRIES
3.1 As inscries para o Vestibular 2016 sero feitas exclusivamente pela Internet
atravs do Portal da Fundao Vunesp - [Link], das 10 horas de 26 de
outubro at s 16 horas de 13 de novembro de 2015 (horrio de Braslia),
mediante o preenchimento da ficha de inscrio e o pagamento da taxa de R$ 155,00
(cento e cinquenta e cinco reais), por meio de boleto bancrio.
3.2 No sero aceitas inscries por e-mail, via postal, telefone, FAX ou por qualquer
outro meio no especificado.
3.3 Cada candidato poder efetivar apenas uma inscrio. Havendo mais de uma,
prevalecer a ltima (protocolo numericamente maior).
3.4 O pagamento da taxa dever ser efetuado exclusivamente por meio do boleto
bancrio emitido no ato da inscrio, impreterivelmente at a data de vencimento
impressa no mesmo. No sero concedidas isenes de taxa de inscrio e/ou dilaes
de prazo de vencimento.
3.5 A no compensao de cheque utilizado para pagamento da taxa de inscrio ou
qualquer outro tipo de extravio implicar no cancelamento da mesma e a consequente
eliminao do candidato do presente Vestibular.
3.6 No haver, sob nenhuma hiptese, devoluo da taxa de inscrio e a mesma
ter validade exclusiva para o Vestibular de que trata este edital.
3.7 Candidatos com deficincia ou com mobilidade reduzida, que necessitarem de
atendimento especfico dever, alm de se inscrever pela internet e declarar a sua
necessidade na ficha de inscrio, encaminhar Fundao VUNESP, exclusivamente
via Sedex, laudo emitido por especialista, devidamente preenchido, assinado e
carimbado pelo mdico, que descreva com preciso, a espcie e o grau ou nvel de
deficincia, com expressa referncia ao cdigo correspondente da Classificao
Internacional de Doenas CID, bem como as condies necessrias para a realizao
das provas.
3.7.1 Havendo necessidade de provas em tamanho ampliado, o candidato dever
indicar o grau de ampliao.
2
3.7.2 As provas so impressas em cores, portanto, o candidato Daltnico, ou seja, que
tenha falta de sensibilidade de percepo de determinadas cores dever, tambm,
seguir os mesmos procedimentos iniciais.
3.7.3 O atendimento ficar sujeito razoabilidade do pedido e anlise de viabilidade
operacional.
3.7.4 O endereo da VUNESP para o envio Rua Dona Germaine Burchard, 515,
gua Branca, So Paulo, SP, CEP 05002-062, devendo estar anotados, no envelope, os
dizeres: Vestibular FAMERP 2016. Data limite para a postagem de remessa dos
laudos: 13 de novembro de 2015.
3.8 A no integralizao dos procedimentos de inscrio que envolvem o
preenchimento correto da ficha de inscrio, seu envio atravs da Internet, a
impresso do boleto bancrio e o seu pagamento at a data do vencimento ou
qualquer outro tipo de extravio implicar no cancelamento da inscrio e a
consequente eliminao do candidato do presente Vestibular.
4 DA EFETIVAO DAS INSCRIES E CONVOCAO DAS PROVAS
4.1 O candidato poder obter a confirmao sobre a efetivao de sua inscrio no
portal da Fundao Vunesp - [Link] no link status das inscries,
depois de 2 dias teis aps o pagamento do boleto bancrio. Caso constate algum
problema dever contatar o Disque Vunesp, em dias teis, das 08 s 20 horas, pelo
telefone (11) 3670-6300.
4.2 Sero admitidos, para realizao da prova, exclusivamente os candidatos com
inscries integralmente efetivadas.
4.3 No haver remessa postal ou eletrnica de quaisquer documentos
comprobatrios de efetivao de inscries, horrios e locais de provas, sendo de
integral responsabilidade dos candidatos a obteno destas informaes no site da
Fundao Vunesp.
4.4 Os candidatos devero consultar a data e a hora e o local e a sala de realizao
das provas no Portal da Fundao Vunesp - [Link] no link Local de
prova, a partir de 27.11.2015. Informaes tambm podero ser obtidas pela Central
de teleatendimento DISQUE VUNESP (0xx11 3874-6300), das 8 s 20 horas, de
segunda a sbado, exceto feriados.
4.5 Os candidatos podero fazer as prova nas cidades Bauru, Campinas, Ribeiro
Preto, So Jos do Rio Preto, So Jos dos Campos e So Paulo, de acordo com a
opo declarada na ficha de inscrio, sendo que, em So Jos do Rio Preto, as provas
sero realizadas em outros prdios e no no Cmpus da FAMERP.
5. DA REDUO DO VALOR DA TAXA DE INSCRIO
5.1 Nos termos dos dispostos na Lei Estadual n 12.782, de 20/12/2007, ter direito
reduo de 50% no valor da taxa de inscrio o candidato que comprovar
cumulativamente:
5.2 ser estudante regularmente matriculado no Ensino Mdio ou equivalente ou em
curso pr-vestibular; e
5.3 perceber remunerao mensal inferior a 2 (dois) salrios mnimos ou esteja
desempregado.
5.4 Ser considerado desempregado o candidato que, tendo estado empregado, estiver
sem trabalho no momento e no perodo de at 12 meses anteriores data da
solicitao da reduo do valor da taxa de inscrio.
5.5 O candidato que desejar solicitar o referido direito dever:
5.6 preencher, imprimir e assinar durante o perodo das 10 horas de 05 de outubro
s 16 horas de 09 de outubro de 2015 (horrio de Braslia), o requerimento de
solicitao de reduo do valor da taxa de inscrio, disponvel, exclusivamente, no
endereo eletrnico [Link].
3
5.7 remeter, pelo correio, correspondncia com Aviso de Recebimento (AR), at 13 de
outubro de 2015, juntamente com a cpia do requerimento referido no subitem
anterior, os documentos comprobatrios relacionados no subitem 5.8, conforme o
caso, fazendo constar no envelope o que segue: VESTIBULAR FAMERP 2016
REDUO DE TAXA / Rua Dona Germaine Burchard 515 Perdizes 05002-062
So Paulo SP. No sero considerados os documentos postados aps 13 de
outubro de 2015.
5.8 O requerimento de solicitao de reduo do valor da taxa de inscrio dever ser
acompanhado dos seguintes documentos em nome do solicitante:
5.9 Quanto comprovao da condio de estudante regularmente matriculado, ser
aceito um dos documentos:
5.10 Certido ou declarao expedida por instituio de ensino pblico ou privado;
5.11 Carteira de identidade estudantil ou documento similar, expedido por instituio
de ensino pblico ou privado, ou por entidade de representao estudantil. Para
quaisquer dos casos dever constar no documento a data de validade.
5.12 Quanto comprovao de renda, sero aceitos um dos documentos:
5.13 Contracheque ou recibo de pagamento por servios prestados ou envelope de
pagamento ou declarao do empregador, firmada em papel timbrado, com o nome
completo do empregador e carimbo do CNPJ;
5.14 Extrato de rendimentos fornecido pelo INSS ou outras fontes, referente
aposentadoria, auxlio-doena, penso, peclio, auxlio-recluso e previdncia privada.
Na falta de um desses, extrato bancrio identificado com o valor do crdito do
benefcio;
5.15 Recibos de comisses, aluguis, pr-labores e outros;
5.16 Comprovante de recebimento de penso alimentcia. Na falta deste, extrato ou
declarao de quem a concede, especificando o valor;
5.17 Comprovantes de benefcios concedidos por Programas Sociais, como por
exemplo, bolsa-escola, bolsa-famlia e cheque-cidado;
5.18 Declarao original, assinada pelo prprio interessado, para autnomos e
trabalhadores em atividades informais, contendo as seguintes informaes: nome,
atividade que desenvolve, local onde a executa, telefones, h quanto tempo a exerce e
renda bruta mensal em reais.
5.19 Quanto comprovao da condio de desempregado sero aceitos um dos
seguintes documentos:
5.20 Recibos de seguro-desemprego e do FGTS;
5.21 Documentos de resciso do ltimo contrato de trabalho, mesmo que temporrio.
No caso de contrato em Carteira de Trabalho e Previdncia Social - CTPS, anexar
ainda as cpias das pginas de identificao;
5.22 Declarao original, assinada pelo prprio interessado, contendo as seguintes
informaes: nome completo e n do RG, a ltima atividade exercida, local em que era
executada; por quanto tempo tal atividade foi exercida e data do desligamento.
5.23 O resultado da solicitao de reduo da taxa ser divulgado oficialmente, na
data prevista de 29 de outubro de 2015, no endereo eletrnico
[Link].
5.24 Contra a deciso que venha eventualmente indeferir o pedido de reduo da taxa
de inscrio, fica assegurado ao candidato o direito de interpor recurso, devidamente
justificado e comprovado, nas datas previstas de 29 e 30 de outubro de 2015.
5.25 O recurso dever ser interposto exclusivamente pela internet, no endereo
eletrnico [Link].
5.26 O resultado da anlise de recursos ser publicado na data prevista de 06 de
novembro de 2015, pela internet, no endereo eletrnico [Link].
5.27 O candidato beneficiado com a reduo da taxa dever acessar novamente o
endereo eletrnico [Link], digitar seu CPF e proceder efetivao da
4
inscrio, imprimindo e pagando o boleto bancrio, com valor da taxa de inscrio
reduzida, at s 16 horas de 13 de novembro de 2015 (horrio de Braslia).
5.28 O candidato que tiver a solicitao indeferida poder inscrever-se normalmente,
at s 16 horas de 13 de novembro de 2015 (horrio de Braslia).
5.29 A inscrio, em qualquer dos casos, somente ser efetivada aps a confirmao,
pelo banco, do pagamento do boleto referente taxa de inscrio.
5.30 Informaes inverdicas, mesmo que detectadas aps a realizao do exame,
acarretaro a eliminao do candidato no Vestibular, importando em anulao da
inscrio e dos demais atos praticados pelo candidato, conforme previsto no artigo 4
da Lei Estadual n 12.782, 20 de dezembro de 2007.
6. DOS PROGRAMAS DE COTAS (RACIAIS E PROVENIENTES DE ESCOLAS
PBLICAS)
6.1 O candidato que tenha cursado integralmente o Ensino Mdio em escolas pblicas
e tiver interesse em concorrer s vagas destinadas ao PIMESP, dever, no ato da
inscrio, informar essa condio e fazer a autodeclarao de cor ou raa, conforme
informaes no subitem 2.1.4 deste edital.
6.2 A comprovao de ter estudado integralmente em escola pblica se dar no ato da
matrcula, por meio do histrico escolar completo do Ensino Mdio ou equivalente.
6.3 A comprovao da autodeclararo de Preto ou Pardo se dar no ato matrcula
mediante a apresentao da declararo, conforme modelo integrante do Anexo I deste
Edital.
6.4 A comprovao de Indgena se dar no ato matrcula mediante a apresentao da
Certido do Registro Administrativo de Nascimento do Indgena (RANI).
7. DAS PROVAS E DE SUA APLICAO
7.1 O Vestibular ser constitudo de 80 (oitenta) questes objetivas de mltipla
escolha, 20 questes dissertativas e uma Redao, assim distribudas:
7.2 Prova de Conhecimentos Gerais: com um total de 80 (questes) objetivas, com 5
(cinco) alternativas cada uma, distribudas igualmente entre as disciplinas de
Matemtica, Biologia, Geografia, Fsica, Histria, Qumica, Lngua Portuguesa e
Lngua Inglesa.
7.3 Prova de Conhecimentos Especficos e Redao: com um total de 20 (vinte)
questes dissertativas, sendo 8 (oito) questes de Biologia, 6 (seis) questes de
Qumica e 6 (seis) questes de Fsica e uma Redao em Lngua Portuguesa.
7.4 As datas, os horrios e a durao das provas esto especificados na tabela seguir:
DATA
PROVA
DURAO
HORRIO
17/12/2015
Prova de Conhecimentos Gerais
4 horas
Das 14 s 18 horas
(quinta-feira)
18/12/2015
Prova
de
Conhecimentos 4 horas
Das 14 s 18 horas
(sexta-feira)
Especficos e Redao
7.5 As provas sero elaboradas conforme contedo discriminado no anexo II e
abrangero conhecimentos da Base Nacional Comum do Ensino Mdio.
8. DOCUMENTOS PARA REALIZAO DAS PROVAS
8.1 Os candidatos devero comparecer com antecedncia mnima de uma hora em
relao ao horrio de incio de aplicao e exibir, em todas as provas, original de um
dos seguintes documentos de identificao: Cdula de Identidade (RG), Carteira de
rgo ou Conselho de Classe, Carteira de Trabalho e Previdncia Social (CTPS),
Certificado Militar, Carteira Nacional de Habilitao, expedida nos termos da Lei
Federal n 9.503/97, Passaporte, Carteiras de Identidade expedidas pelas Foras
Armadas, Polcias Militares e Corpos de Bombeiros Militares.
5
8.2 Somente sero admitidos na sala ou local de prova os candidatos que
apresentarem um dos documentos citados desde que permita, com clareza, a sua
identificao.
8.2.1 No sero aceitos documentos expedidos na infncia que no permita identificar
a assinatura e a foto do candidato.
9. ELIMINAO DOS CANDIDATOS
9.1 Ser considerado ausente e eliminado do Vestibular, o candidato que apresentar
protocolo, cpia dos documentos, ainda que autenticada, ou quaisquer outros
documentos no citados, inclusive carteira funcional de ordem pblica ou privada.
9.2 Os portes sero fechados s 14 horas e no ser permitido o ingresso de
candidatos aps o fechamento.
9.3 Sero automaticamente desclassificados, sem possibilidade de recursos, os
candidatos que no comparecerem a uma das provas, no dia, horrio e local,
determinados pela convocao.
9.4 O tempo mnimo de permanncia na sala de provas ser de 3 (trs) horas contados
a partir do incio da mesma. Os candidatos no podero se ausentar das salas de
prova portando os cadernos de questes, as folhas de respostas e de Redao e os
cadernos de respostas da prova dissertativa.
9.5 No haver substituio da folha de respostas e de redao e dos cadernos de
resposta da prova dissertativa, mesmo em casos de erros de transcrio e/ou rasuras
pelos candidatos.
9.6 Ser eliminado do processo seletivo, o candidato que durante a realizao das
provas:
9.7 Incorrerem em comportamento indevido, desrespeito verbal ou agresses contra
fiscais de sala ou pessoal de apoio.
9.8 For surpreendido em qualquer tipo de comunicao e/ou realizarem trocas ou
emprstimos de materiais de qualquer natureza com outros candidatos.
9.9 For surpreendido durante a prova com algum dos objetos a seguir indicados fora
das embalagens plsticas distribudas pelos fiscais: reprodutor de udio de qualquer
natureza, telefones celulares ou quaisquer outros meios de comunicao, tablets,
calculadoras, livros, impressos e anotaes, tanto nas salas de prova quanto em
corredores e sanitrios.
10. DA SEGURANA DO PROCESSO SELETIVO
10.1 Visando garantir a segurana do processo, a Fundao Vunesp poder realizar a
coleta das impresses digitais e a filmagem dos candidatos durante a realizao das
provas.
11. DOS CRITRIOS PARA CLCULO DAS NOTAS E DA NOTA FINAL
11.1 PROVA DE CONHECIMENTOS GERAIS: A nota da prova obtida por nmero
de respostas certas x 100 80. Nota mxima da prova: 100.
11.2 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECFICOS E REDAO: A resposta a cada
questo dissertativa receber uma das seguintes pontuaes: 0; 1; 2; 3 ou 4 pontos.
Nota mxima das questes dissertativas: 80. A redao ser corrigida por dois
examinadores independentes. Nota mxima da redao: 20. A nota da prova obtida
pela adio dos pontos atribudos a cada questo dissertativa e redao. Nota
mxima da prova: 100.
11.3 A NOTA FINAL a mdia das notas de todas as provas, dada por: [(nota da prova
de conhecimentos gerais x 1) + (nota da prova de conhecimentos especficos e Redao
x 1) 2.
12. DA CLASSIFICAO
12.1 Obtero notas finais para efeito de classificao, os candidatos que tenham
realizado todas as provas e obtido:
12.1.1 nota diferente de zero na prova de Conhecimentos Gerais;
12.1.2 nota diferente de zero na redao;
12.1.3 nota igual ou superior a trinta (escala de 0 - 100) na prova de Conhecimentos
Especficos e Redao (soma das notas obtidas nas questes dissertativas e na
Redao).
12.2 Se ocorrer empate na classificao final, prevalecero, sucessivamente, as notas
atribudas s provas de Conhecimentos Especficos e Redao, na prova de
Conhecimentos Especficos a disciplina de Biologia e a Redao. Persistindo o empate,
prevalecer como critrio de desempate, a ordem decrescente de idade.
12.3 No haver reviso, nem vista de provas.
12.4 O preenchimento das vagas oferecidas obedecer ordem de classificao final
dos candidatos.
13. DA DIVULGAO DOS RESULTADOS E CONVOCAES PARA MATRCULA
13.1 O resultado e as convocaes para matrcula sero divulgados na sede da
Faculdade de Medicina de So Jos do Rio Preto - FAMERP e na internet, nos
endereos [Link] e [Link].
14. CALENDRIO DE CONVOCAO E MATRCULA E DE CONFIRMAO DE
INTERESSE POR VAGAS
14.1 O candidato dever seguir rigorosamente as datas a seguir:
1. chamada
27/01/2016
28 e 29/1/2016
Divulgao dos resultados e da lista de convocados para
matrcula
Matrcula
2. chamada
02/02/2016
04/02/2016
Divulgao da lista de convocados
Matrcula
3. chamada
12/02/2016
15/02/2016
Divulgao da lista de convocados
Matrcula
Confirmao de interesse por vagas
Destinados a todos os candidatos classificados e ainda no
convocados para matrcula at a 3 chamada e que tenha
interesse nas eventuais vagas disponveis. Exclusivamente pela
12 a 15/02/2016
internet no site [Link], no perodo das 15 horas
do dia 12, sexta-feira, at as 23h59 de 15 de fevereiro de 2016,
segunda-feira (horrios de Braslia).
ATENO: As demais chamadas sero processadas exclusivamente com os candidatos
que confirmarem o interesse pelas vagas.
4. chamada
17/02/2016
19/02/2016
Divulgao da lista de convocados
Matrcula
5. chamada
23/02/2016
25/02/2016
Divulgao da lista de convocados
Matrcula
14.2 Persistindo vagas, novas chamadas podero ser feitas, mediante publicao de
listas divulgadas na sede da Faculdade de Medicina de So Jos do Rio Preto FAMERP e na internet, nos endereos [Link] e [Link].
14.3 O no comparecimento nas datas e horrios fixados para matrcula e no
confirmao de interesse pelas vagas remanescentes redundar na perda da vaga,
ficando excludo de qualquer convocao posterior.
15. DAS MATRCULAS
15.1 A matrcula dos convocados dever ser realizadas na sede da Faculdade de
Medicina de So Jos do Rio Preto FAMERP, pela Secretaria Geral, no Pavilho
Fleury, sediada na Av. Brigadeiro Faria Lima, 5416 - Vila So Pedro - So Jos do Rio
Preto SP, no horrio das 9 s 16 horas, nas datas indicadas no item anterior.
16. DOS DOCUMENTOS PARA MATRCULA
16.1 Para a matrcula dos candidatos convocados ser necessrio:
16.1.1Uma foto 3x4, recente, e cpia autenticada em cartrio ou uma cpia
acompanhada dos originais, de cada um dos seguintes documentos:
16.1.2 Certificado de Concluso do Ensino Mdio ou equivalente;
16.1.3 Histrico Escolar completo do curso de Ensino Mdio ou equivalente;
16.1.4 Certido de Nascimento ou Casamento;
16.1.5 Cdula de Identidade ou Registro Nacional de Estrangeiro (que comprove sua
condio temporria ou permanente no pas) ou protocolo atualizado do RNE;
16.1.6 Ttulo de Eleitor, para brasileiros maiores de 18 anos;
16.1.7 Cadastro de Pessoas Fsicas (CPF) ou protocolo de solicitao;
16.1.8 Certificado que comprove estar em dia com o Servio Militar, para brasileiros
maiores de 18 anos, do sexo masculino;
16.1.9 Declarao devidamente assinada, conforme modelo integrante do Anexo I
deste Edital, para os candidatos autodeclarados pretos ou pardos;
16.1.10 Certido do Registro Administrativo de Nascimento do Indgena (RANI), para
os candidatos autodeclarados indgenas;
16.1.11 Declarao de situao vacinal atualizada (carteira de vacinao atualizada).
16.2 O menor de 18 anos dever apresentar os documentos mencionados acima to
logo esteja de posse dos mesmos.
16.3 O candidato convocado para matrcula inscrito para concorrer s vagas
destinadas ao PIMESP, dever, obrigatoriamente, apresentar no ato da matrcula o
Histrico Escolar completo do curso de Ensino Mdio ou equivalente, com a expressa
indicao de ter cursado todo o Ensino Mdio em escola pblica. O candidato que no
comprovar ter cursado todo o Ensino Mdio em escola pblica no ter a sua
matrcula aceita.
16.4 A matrcula poder ser feita por procurao, com firma reconhecida em cartrio,
na seguinte conformidade:
16.5 Por instrumento particular, se o outorgante for maior de 18 anos.
16.6 Por instrumento pblico e com assistncia de um dos genitores ou do
responsvel legal, se o outorgante for menor de 18 anos.
8
16.7 expressamente vedada permuta de vagas entre candidatos classificados.
16.8 Ingressantes que pretendam solicitar aproveitamento de estudos superiores j
realizados devero procurar a Secretaria Geral para informar-se sobre os
procedimentos.
16.9 Em conformidade com o artigo 2 da Lei n 12.089, de 11 de novembro de 2009,
fica expressamente proibido uma mesma pessoa ocupar, na condio de estudante,
simultaneamente, no curso de graduao, duas vagas, no mesmo curso ou em cursos
diferentes em uma ou mais de uma instituio pblica de Ensino Superior em todo o
territrio nacional.
16.10 ENADE Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes: Conforme
disposio do art. 5, 5, da Lei n 10.861/2004, o candidato dever estar ciente de
que o exame componente curricular obrigatrio dos cursos de Graduao, sendo o
registro de participao condio indispensvel para a emisso do histrico escolar e
diploma.
17. ESTUDOS REALIZADOS NO EXTERIOR
17.1 O candidato que tenha realizado estudos equivalentes ao Ensino Mdio, no todo
ou em parte, no exterior, dever apresentar parecer de equivalncia de estudos da
Secretaria de Educao.
17.2 Os documentos em lngua estrangeira devero estar vistados pela autoridade
consular brasileira no pas de origem e acompanhados da respectiva traduo oficial.
18 DAS DISPOSIES FINAIS
18.1 A inscrio no presente Vestibular implica no conhecimento e na aceitao
irrestritos, pelos candidatos, das normas e exigncias do processo, descritas nesse
edital, sem direito a compensaes na ocorrncia de anulao ou cancelamento de
inscries, eliminao do Vestibular, no convocao para matrcula por esgotamento
das vagas regulamentadas ou inobservncia dos ditames e prazos fixados.
18.2 A Fundao Vunesp e a Faculdade de Medicina de So Jos do Rio Preto
FAMERP divulgaro, sempre que necessrio, avisos oficiais e normas complementares
atravs de seus portais.
18.3 Toda a documentao referente ao Vestibular permanecer arquivada pela
Fundao Vunesp pelo prazo 6 (seis) meses a partir da data da publicao dos
resultados, sendo posteriormente inutilizados.
18.4 Alm dos motivos para eliminao do vestibular, j citados constituem motivos
adicionais para eliminao, sem direito a recurso:
18.4.1 A recusa, por parte do candidato, em entregar o caderno de questes e/ou a
folha de respostas e/ou a folha de Redao e/ou o caderno de resposta, aps a
concluso das provas ou aps a finalizao do tempo destinado sua realizao.
18.4.2 Ser surpreendido, nas dependncias no local de aplicao, portando qualquer
tipo de armamento de fogo, mesmo sem munio, fogos de artifcio ou armas brancas.
18.4.3 A constatao, aps a realizao da prova, por meio eletrnico, estatstico,
visual, grafolgico ou qualquer meio admitido em Direito, de ter o candidato se
utilizado de processos ilcitos.
18.4.4 Caso seja comprovado, em qualquer poca, o uso de documentos falsos, a
prestao de informaes falsas ou o emprego de meios ilcitos durante a realizao
das provas por aluno matriculado, aprovado no vestibular de que trata o presente
edital, o mesmo ter sua matrcula cancelada.
18.4.5 Previamente e durante a realizao das provas sero adotados procedimentos
com o objetivo de identificar o porte de aparelhos eletrnicos pelos candidatos, bem
como medidas adicionais de segurana e identificao.
18.5 Os candidatos podero ser submetidos, a qualquer momento, verificao
grafolgica, inclusive durante a efetivao da matrcula.
9
18.6 No ser permitido o ingresso de acompanhantes nas salas de prova, com
exceo dos acompanhantes das candidatas lactantes e de portadores de deficincia,
os quais ficaro em dependncias designadas pela organizao do vestibular. No
haver prorrogao do tempo previsto para a aplicao da prova, inclusive aquele
decorrente de eventual afastamento do candidato da sala de prova.
18.7 So consideradas oficiais apenas as comunicaes, normas, resultados,
chamadas para matrcula divulgadas pela Fundao Vunesp e Faculdade de Medicina
de So Jos do Rio Preto - FAMERP, em seus portais institucionais. A divulgao na
imprensa falada e escrita ser considerada meio auxiliar para divulgar informaes
aos candidatos.
18.8 Incorporar-se-o a este Edital, para todos os efeitos, quaisquer aditamentos que
vierem a ser publicados pela Fundao Vunesp e/ou pela Faculdade de Medicina de
So Jos do Rio Preto - FAMERP.
18.9 Os casos omissos e as situaes no previstas sero resolvidos pelo
Departamento de Vestibulares da Fundao Vunesp e pela Faculdade de Medicina de
So Jos do Rio Preto - FAMERP.
19. Fica eleito o foro da cidade de So Jos do Rio Preto, com excluso e renncia a
qualquer outro, por mais privilegiado que seja, para dirimir questes oriundas do
presente Vestibular.
10
ANEXO I - DECLARAO
Faculdade de Medicina de So Jos do Rio Preto FAMERP
Vestibular 2016
Eu, _______________________________________, abaixo assinado, nascido(a) em ____/____/_____,
filho(a) de ___________________________________ e de ___________________________________,
estado
civil
______________,
residente
domiciliado(a)
(Rua/Av/...)
_______________________________________________, bairro_____________________, na cidade de
_________________________, estado de ________________, cep n ___________ portador(a) do
documento de identificao (RG) n_____________________, expedida em ___/____/_____, declaro,
sob as penas da lei, que sou _________________ (preto ou pardo) e estou ciente de que, em caso de
falsidade ideolgica, ficarei sujeito s sanes prescritas no Cdigo Penal* e s demais cominaes
legais aplicveis.
_________________________, ______ de ____________________ de ______.
_______________________________
__________________________________
Assinatura do(a) Candidato(a)
Assinatura do pai ou responsvel no caso
de candidato(a) menor de idade
*O Decreto Lei n 2.848, de 07 de dezembro de 1940 - Cdigo Penal - Falsidade Ideolgica.
Art. 299: omitir, em documento pblico ou particular, declarao que dele devia constar, ou nele inserir
declarao falsa ou diversa da que devia ser escrita, com fim de prejudicar direito, criar obrigao ou alterar a
verdade sobre fato juridicamente relevante:
Pena - recluso, de um a cinco anos, e multa, se o documento pblico, e recluso de um a trs anos, e
multa, se o documento particular.
11
ANEXO II - PROGRAMA DAS PROVAS
LNGUA PORTUGUESA
1. Lngua Falada e Lngua Escrita.
1.1. Norma ortogrfica.
1.2.
Variao
lingustica:
fatores
geogrficos, sociais e histricos.
1.3. Variao estilstica: adequao da
forma situao de uso e aos propsitos do
texto.
2. Morfossintaxe.
2.1. Classes de palavras.
2.2. Processos de derivao.
2.3. Processos de flexo: verbal e nominal.
2.4. Concordncia nominal e verbal.
2.5. Regncia nominal e verbal.
3. Processos Sinttico-Semnticos.
3.1. Conectivos: funo
sinttica e
semntica.
3.2. Coordenao e subordinao.
3.3. Sentido literal e no literal.
3.4. Figuras de linguagem.
4. Textualidade, Produo e Interpretao
de Texto.
4.1. Organizao textual: mecanismos de
coeso e coerncia.
4.2. Argumentao.
4.3. Relao entre textos.
4.4. Relao do texto com seu contexto
histrico e cultural.
4.5. Dissertao.
4.6. Narrao.
4.7. Descrio.
5. Literatura Portuguesa.
5.1. Trovadorismo.
5.2. Humanismo.
5.3. Classicismo.
5.4. Barroco.
5.5. Arcadismo.
5.6. Romantismo.
5.7. Realismo/Naturalismo.
5.8. Parnasianismo.
5.9. Simbolismo.
5.10. Modernismo.
5.11. Ps-Modernismo.
6. Literatura Brasileira.
6.1. Literatura de informao/
Literatura dos jesutas.
6.2. Barroco.
6.3. Arcadismo.
6.4. Romantismo.
6.5. Realismo/Naturalismo.
6.6. Parnasianismo.
6.7. Simbolismo.
6.8. Pr-modernismo.
6.9. Modernismo.
6.10. Ps-modernismo.
MATEMTICA
1. Conjuntos Numricos.
1.1. Nmeros naturais e nmeros inteiros:
divisibilidade, mximo divisor comum e
mnimo mltiplo comum, decomposio em
fatores primos.
1.2. Nmeros racionais e noo elementar
de
nmeros
reais:
operaes
e
propriedades,
ordem,
valor
absoluto,
desigualdades.
1.3.
Mltiplos,
divisores,
razes,
proporcionalidade e porcentagem.
1.4. Nmeros complexos: representao e
operaes na forma algbrica, razes da
unidade.
1.5. Sequncias: noo de sequncia,
progresses aritmticas e geomtricas,
representao decimal de um nmero real.
2. Polinmios.
2.1.
Polinmios:
conceito,
grau
e
propriedades fundamentais, operaes,
diviso de um polinmio por um binmio de
forma x-a.
3. Equaes Algbricas.
3.1.
Equaes
algbricas:
definio,
conceito de raiz, multiplicidade de razes,
enunciado do Teorema Fundamental da
lgebra.
3.2. Relaes entre coeficientes e razes.
Pesquisa de razes mltiplas. Razes:
racionais reais.
4. Anlise Combinatria.
4.1. Arranjos, permutaes e combinaes
simples.
4.2. Binmio de Newton.
5. Probabilidade.
5.1.
Eventos,
conjunto
universo.
Conceituao de probabilidade.
5.2. Eventos mutuamente exclusivos.
Probabilidade da unio e da interseco de
dois ou mais eventos.
5.3. Probabilidade condicional. Eventos
independentes.
6. Matrizes, Determinantes e Sistemas
Lineares.
6.1. Matrizes: operaes, inverso de uma
matriz.
6.2. Sistemas lineares. Matriz associada a
um sistema. Resoluo e discusso de um
sistema linear.
6.3.
Determinante
de
uma
matriz
quadrada: propriedades e aplicaes, regras
de Cramer.
7. Geometria Analtica.
12
7.1. Coordenadas cartesianas na reta e no
plano. Distncia entre dois pontos.
7.2. Equao da reta: formas reduzida,
geral e segmentria; coeficiente angular.
Interseco de retas, retas paralelas e
perpendiculares. Feixe de retas. Distncia
de um ponto a uma reta. rea de um
tringulo.
7.3. Equao da circunferncia: tangentes a
uma circunferncia; interseco de uma
reta a uma circunferncia.
7.4. Elipse, hiprbole e parbola: equaes
reduzidas.
8. Funes.
8.1.
Grficos
de
funes
injetoras,
sobrejetoras e bijetoras; funo composta;
funo inversa.
8.2. Funo polinomial do 1 grau; funo
constante.
8.3. Funo quadrtica.
8.4.
Funo
exponencial
e
funo
logartmica. Teoria dos logaritmos; uso de
logaritmos em clculos.
8.5. Equaes e inequaes: lineares,
quadrticas, exponenciais e logartmicas.
9. Trigonometria.
9.1. Arcos e ngulos: medidas, relaes
entre arcos.
9.2.
Funes
trigonomtricas:
periodicidade, clculo dos valores /6, /4,
/3, em grficos.
9.3. Frmulas de adio, subtrao,
duplicao
e
bisseco
de
arcos.
Transformaes de somas de funes
trigonomtricas em produtos.
9.4.
Equaes
e
inequaes
trigonomtricas.
9.5. Resolues de tringulos retngulos.
Teorema dos senos. Teorema dos cossenos.
Resoluo de tringulos obliqungulos.
10. Geometria Plana.
10.1. Figuras geomtricas simples: reta,
semirreta,
segmento,
ngulo
plano,
polgonos planos, circunferncia e crculo.
10.2. Congruncia de figuras planas.
10.3. Semelhana de tringulos.
10.4. Relaes mtricas nos tringulos,
polgonos regulares e crculos.
10.5. reas de polgonos, crculos, coroa e
sector circular.
11. Geometria Espacial.
11.1. Retas e planos no espao. Paralelismo
e perpendicularismo.
11.2. ngulos diedros e ngulos polidricos.
Poliedros: poliedros regulares.
11.3. Prisma, pirmides e respectivos
troncos. Clculo de reas e volumes.
11.4. Cilindro, cone e esfera: clculo de
rea e volumes.
[Link] da Informao
12.1. Grficos e tabelas.
12.2. Medidas de centralidade (moda,
mediana e mdia) e de disperso (desvio
padro e varincia).
GEOGRAFIA
1. A regionalizao do espao mundial: os
sistemas socioeconmicos e a diviso
territorial
do
trabalho;
os
espaos
supranacionais, pases e regies geogrficas
(suas
organizaes
geopolticas,
geoeconmicas e culturais).
1.1. As diferenas geogrficas da produo
do espao mundial e a diviso territorial do
trabalho.
1.2. Os mecanismos de dependncia e
dominao em nvel internacional, nacional
e regional.
1.3. A distribuio territorial das atividades
econmicas e a importncia dos processos
de
industrializao,
de
urbanizao/metropolizao,
de
transformao da produo agropecuria e
das fontes de energia.
1.4. Os organismos financeiros, o comrcio
internacional e regional e a concentrao
espacial da riqueza.
2. A regionalizao do espao brasileiro: o
processo de transformao recente, a
valorizao econmico-social do espao
brasileiro e a diviso territorial do trabalho;
as regies brasileiras; o Estado e o
planejamento territorial.
2.1. As diferenas geogrficas do processo
recente de produo do espao brasileiro e
os
mecanismos
de
dependncia
e
dominao
em
nvel
internacional,
nacional, regional e local.
2.2. A distribuio territorial das atividades
econmicas e a importncia dos processos
de
industrializao,
de
urbanizao/metropolizao,
de
transformao da produo agropecuria e
da estrutura agrria; o desenvolvimento da
circulao e das fontes de energia.
2.3. A anlise geogrfica da populao
brasileira:
estrutura,
movimentos
migratrios, condies de vida e de trabalho
nas regies metropolitanas, urbanas e
agropastoris e os movimentos sociais
urbanos e rurais.
2.4. A relao entre produo e consumo: o
comrcio interno e externo e a concentrao
espacial da riqueza.
3. Os grandes domnios geoecolgicos:
gnese,
evoluo,
transformao;
caractersticas fsicas e biolgicas e o
aproveitamento de seus recursos.
13
3.1. O espao terrestre global e brasileiro,
em particular: configurao e diferenas
naturais.
3.2. As grandes unidades geolgicas e
geomorfolgicas do globo e do Brasil:
caracterizao geral e aproveitamento
econmico.
3.3. A dinmica climtica e a distribuio
climatobotnica no mundo e no Brasil.
3.4. A dinmica da gua na superfcie da
Terra.
3.5. A especificidade dos ambientes
tropicais do globo terrestre: unidade e
diversidade.
3.6. O meio ambiente no Brasil e os
domnios geoecolgicos.
4. A questo ambiental: conservao,
preservao e degradao.
4.1. A degradao da natureza e suas
relaes com os principais processos de
produo do espao.
4.2. A questo ambiental no Brasil e as
polticas governamentais.
4.3. A poluio nas grandes metrpoles do
Brasil e do mundo.
4.4.
Os
processos
naturais
e
antropognicos
de
eroso
e
de
desertificao; a devastao da vegetao
natural e da fauna.
4.5. A poluio das guas continentais e
marinhas.
4.6. As mudanas climticas, o efeito estufa
e
as
consequncias
nas
atividades
humanas.
4.7. Os agrotxicos e a poluio dos solos e
dos alimentos.
5. A cartografia como disciplina auxiliar da
Geografia, subsidiando a observao,
anlise, correlao e interpretao dos
fenmenos geogrficos.
5.1. A cartografia como instrumento de
compreenso do elo existente entre
natureza e sociedade.
5.2. A cartografia como recurso para a
compreenso espacial dos fenmenos
geogrficos da superfcie terrestre, em
diferentes escalas de representao: local,
regional e mundial.
5.3.
Tratamento
da
informao
e
representao dos fenmenos fsicos,
sociais, econmicos, geopolticos, etc.,
permitindo a visualizao espacial dos
fenmenos e suas possveis correlao e
interpretao.
HISTRIA
1. Civilizaes antigas.
1.1. Da Pr-Histria Histria: a Revoluo
Agrcola e a Revoluo Urbana no Oriente
Mdio.
1.2. O mundo grego e a plis: do perodo
homrico
ao
helenstico
(aspectos
socioeconmicos e poltico-culturais).
1.3. Roma: da monarquia ao imprio
(economia, poltica e sociedade).
2. A Europa Medieval.
2.1. Os elementos formadores do mundo
feudal.
2.1.1. A crise do imprio romano.
2.1.2. O cristianismo e a Igreja Catlica.
2.1.3. Os reinos germnicos.
2.1.4. O islamismo.
2.2. O sistema feudal e sua dinmica.
2.2.1. O desenvolvimento do comrcio, o
crescimento urbano e a vida cultural.
2.2.2. As monarquias feudais e os poderes
locais (senhorios e cidades) e universais
(imprio e papado).
2.2.3. A crise do sculo XIV e da civilizao
medieval.
3. O Ocidente Moderno.
3.1. O Renascimento.
3.2. A expanso mercantil europeia.
3.3. As reformas religiosas e a Inquisio.
3.4. O Estado Moderno e o Absolutismo
Monrquico (Portugal, Espanha, Frana e
Inglaterra).
3.5. Mercantilismo e Sistema Colonial.
3.6. Guerras e revolues na Europa nos
sculos XVI e XVII.
3.7. Ilustrao e Despotismo Esclarecido.
3.8. Capitalismo e Revoluo Industrial na
Inglaterra do sculo XVIII.
3.9. A Revoluo Francesa do sculo XVIII.
4. O Mundo Contemporneo.
4.1.
Conservadorismo,
Liberalismo,
Nacionalismo e Revoluo na Europa da
primeira metade do sculo XIX.
4.2. Capitalismo e processos industriais
nos sculos XIX e XX.
4.3. O mundo do trabalho: movimentos e
ideias sociais.
4.4. O Imperialismo e Neocolonialismo.
4.5. As duas grandes guerras mundiais.
4.6. A Revoluo Russa.
4.7. Os regimes totalitrios: fascismo,
nazismo, stalinismo e franquismo.
4.8. Arte e Esttica Modernista.
4.9. Descolonizao, Revoluo e Libertao
Nacional (China, Arglia, Egito e Vietn).
4.10. Movimentos sociais, polticos e
culturais nas dcadas de 60, 70 e 80.
4.11. As grandes transformaes polticas
ocorridas na Europa, no incio da dcada
de 90, e suas consequncias em escala
mundial.
14
5. Histria da Amrica.
5.1. Formas de organizao social no Novo
Mundo.
5.2. Formas de colonizao europeia na
Amrica (espanhola, inglesa e francesa).
5.3. Economia, trabalho, cultura e religio
nas colnias americanas.
5.4. Ideias e Movimentos de Independncia
nas Amricas.
5.5. Estados Unidos nos sculos XIX e XX
(expanso para o Oeste, Guerra de
Secesso, Crise de 29 e New Deal e a
Hegemonia do ps-guerra).
5.6. Estados Nacionais, Oligarquias e
Caudilhismo na Amrica Espanhola.
5.7. As Revolues Mexicana e Cubana.
5.8.
Industrializao,
Urbanizao
e
Populismo na Amrica Latina.
5.9. Militarismo, Ditadura e Democracia na
Amrica Latina.
6. Histria do Brasil.
6.1. As populaes indgenas do Brasil:
organizao e resistncia.
6.2. O sistema colonial: engenho e
escravido.
6.3. A atuao dos jesutas na Colnia.
6.4.
A
interiorizao:
bandeirismo,
extrativismo, pecuria e minerao.
6.5. Vida urbana: cultura e sociedade.
6.6. Apogeu e crise do sistema colonial.
Reformismo ilustrado, rebelies locais e
tentativas de emancipao.
6.7. O perodo joanino e o movimento de
independncia.
6.8. A consolidao do Estado Nacional:
centralizao e resistncias.
6.9. O 2 imprio: economia, urbanizao,
instituies polticas e vida cultural.
6.10. A crise do sistema escravista e a
imigrao.
6.11. O advento e consolidao da
Repblica. As oligarquias e os interesses
regionais.
6.12. Industrializao, movimento operrio
e crises polticas na Primeira Repblica.
6.13. O movimento modernista.
6.14. A Revoluo de 30 e o Estado Novo
(1930-1945).
6.15. A democracia populista (1945-1964).
6.16. O Estado Autoritrio (1964-1985):
represso e desenvolvimento excludente.
6.17. Movimentos culturais e artsticos nos
anos sessenta e setenta do sculo XX.
6.18. O sistema poltico atual.
LNGUA INGLESA
A prova de Lngua Inglesa, considerando a
relevncia da leitura em lngua estrangeira
nos cursos superiores, tem por objetivo
avaliar a capacidade de compreenso de
textos autnticos cujo grau de dificuldade
seja compatvel com o ensino mdio. A
seleo dos textos ser fundamentada em
critrios de diversidade temtica (temas
contemporneos variados da realidade
poltica, econmica, cientfica e cultural) e
diversidade de gnero (textos cientficos,
literrios, jornalsticos, publicitrios, etc.).
O candidato ser avaliado pela habilidade
que possui para reconhecer, localizar,
selecionar, parafrasear, analisar, deduzir
ou
sintetizar
as
ideias
do
texto,
estabelecendo relaes de sentido. Sero
tratados aspectos gerais relacionados ao
tema, estrutura e propriedade dos textos,
podendo
ser
avaliados
elementos
lingusticos e lexicais relevantes para a
interpretao de sentidos gerais e/ou
especficos possibilitados pelos textos.
FSICA
1. Fundamentos da Fsica.
1.1. Grandezas fsicas e suas medidas.
1.1.1.
Grandezas
fsicas.
Grandezas
fundamentais e derivadas.
1.1.2. Sistemas de unidade. Sistema
Internacional (SI).
1.2. Relaes matemticas entre grandezas.
1.2.1. Grandezas direta e inversamente
proporcionais.
1.2.2. A representao grfica de uma
relao funcional entre duas grandezas.
Interpretao do significado da inclinao
da tangente curva e da rea sob a curva
representativa.
1.2.3. Grandezas vetoriais e escalares.
Soma e decomposio de vetores: mtodo
geomtrico e analtico.
2. Mecnica.
2.1. Cinemtica.
2.1.1.
Velocidade
escalar
mdia
e
instantnea.
2.1.2.
Acelerao
escalar
mdia
e
instantnea.
2.1.3. Representao grfica, em funo do
tempo, do deslocamento, velocidade e
acelerao de um corpo.
2.1.4. Velocidade e acelerao vetoriais
instantneas
e
suas
representaes
grficas.
2.1.5.
Movimentos
uniformes
e
uniformemente variados; suas equaes.
2.1.6. Movimento circular uniforme, sua
velocidade angular, perodo, frequncia,
sua acelerao normal e correspondente
relao com a velocidade e o raio; suas
equaes.
15
2.1.7. Movimento harmnico simples, sua
velocidade e acelerao, relao entre seu
deslocamento e acelerao; suas equaes.
2.2. Movimento e as Leis de Newton.
2.2.1. 1 Lei de Newton. Referencial
inercial.
2.2.2. 2 Lei de Newton. Massa inercial.
2.2.3. Composio vetorial das foras que
atuam sobre um corpo.
2.2.4. Momento ou torque de uma fora;
condies de equilbrio.
2.2.5. 3 Lei de Newton (Lei da Ao e
Reao).
2.2.6. Fora de Atrito.
2.3. Gravitao.
2.3.1. Peso de um corpo.
2.3.2. Acelerao da gravidade.
2.3.3. Equao do movimento de um
projtil a partir de seus deslocamentos
horizontais e verticais.
2.3.4. Lei da atrao gravitacional de
Newton e sua verificao experimental
Sistema Solar. Leis de Kepler do movimento
planetrio.
2.4. Quantidade de movimento e sua
conservao.
2.4.1. Impulso de uma fora.
2.4.2. Quantidade de movimento de um
corpo ou sistema.
2.4.3. Conceitos vetoriais de impulso de
uma fora e quantidade de movimento de
um corpo.
2.4.4. Lei da conservao da quantidade de
movimento de um sistema isolado de
partculas.
2.4.5. Centro de massa de um sistema;
colises elsticas e inelsticas.
2.4.6. O teorema da acelerao do centro de
massa.
2.5. Trabalho e energia.
2.5.1. Trabalho de uma fora constante.
Interpretao do grfico fora versus
deslocamento. Trabalho de uma fora
varivel como uma soma de trabalhos
elementares.
2.5.2. Trabalho da fora peso; trabalho da
fora de reao normal.
2.5.3. O teorema do trabalho e energia
cintica.
2.5.4. Noo de campo de foras; foras
conservativas;
trabalho
de
foras
conservativas; energia potencial.
2.5.5. Condies para conservao da
energia mecnica e seu teorema; princpio
geral da conservao da energia.
2.5.6. Trabalho da fora elstica e seu
clculo atravs da interpretao do grfico
fora versus deslocamento.
2.5.7. Trabalho da fora de atrito.
2.5.8. Potncia.
2.6. Fluidos.
2.6.1. Presso num gs ou num lquido.
2.6.2. Presso em diferentes pontos de um
lquido em repouso.
2.6.3. Princpio de Pascal e Arquimedes.
3. Fsica Trmica.
3.1. Temperatura e equilbrio trmico,
termmetros e escalas.
3.2. Calor como forma de energia em
trnsito e suas unidades de medida.
3.3. Dilatao trmica, conduo de calor,
calor especfico (sensvel).
3.4. Mudana de fase e calor latente.
3.5. Gases; gases ideais e suas leis.
3.6. Trabalho de um gs em expanso.
3.7. A experincia de Joule e a conservao
da energia; calor e trabalho em mquinas e
motores.
4. ptica e Ondas.
4.1. Reflexo e formao de imagem.
4.1.1. Trajetria de um raio de luz em meio
homogneo.
4.1.2. Leis da reflexo da luz e sua
verificao experimental.
4.1.3. Espelhos planos e esfricos.
4.1.4. Imagens reais e virtuais.
4.2. Refrao e disperso da luz.
4.2.1. Fenmeno da refrao.
4.2.2. Lei de Snell e ndices de refrao.
4.2.3. Reversibilidade de percurso.
4.2.4. Lmina de faces paralelas.
4.2.5. Prismas.
4.3. Lentes e instrumentos pticos.
4.3.1. Lentes delgadas.
4.3.2. Imagens reais e virtuais.
4.3.3. Equao das lentes delgadas.
4.3.4. Convergncia de uma lente; dioptria.
4.3.5. Olho humano.
4.3.6. Instrumentos pticos: microscpio,
telescpio de reflexo, lunetas terrestres e
astronmicas, projetores de imagens e
mquina fotogrfica.
4.4. Pulsos e ondas: luz e som.
4.4.1. Propagao de um pulso em meios
unidimensionais, velocidade de propagao.
4.4.2. Superposio de pulsos.
4.4.3. Reflexo e transmisso.
4.4.4. Ondas planas e esfricas: absoro,
reflexo, refrao, difrao, interferncia,
polarizao e ressonncia.
4.4.5. Ondas estacionrias.
4.4.6. Carter ondulatrio da luz: cores e
frequncia; difrao num prisma; natureza
eletromagntica da luz.
4.4.7. Carter ondulatrio do som:
frequncia e timbre.
5. Eletricidade.
5.1. Eletrosttica.
16
5.1.1. Carga eltrica, sua conservao e
quantizao.
5.1.2.
Lei
de
Coulomb.
Induo
eletrosttica. Campo eletrosttico.
5.1.3. Potencial eletrosttico e diferena de
potencial.
5.2. Corrente eltrica.
5.2.1. Corrente eltrica. Condutores e
isolantes.
5.2.2. Resistncia e resistividade.
5.2.3. Relao entre corrente eltrica e
diferena de potencial. Lei de Ohm.
Condutores hmicos e no hmicos.
5.2.4. Circuitos e dissipao de energia em
resistores. Potncia eltrica.
5.2.5. Conservao da energia, fora
eletromotriz e fora contra-eletromotriz.
5.2.6. Consumo de energia eltrica.
5.3. Eletromagnetismo.
5.3.1. Campo magntico de correntes e
ims. Induo magntica. Lei de Ampre.
5.3.2. Campo magntico de uma corrente
num condutor retilneo e num solenoide.
5.3.3. Foras sobre condutores eltricos
com corrente.
5.3.4.
Propriedades
magnticas
dos
materiais.
5.3.5. Corrente induzida devido ao
movimento relativo do condutor em campo
magntico.
5.3.6. Fluxo magntico, induo magntica.
Sentido da corrente induzida. Lei de Lenz.
Campos magnticos e variao de fluxo
magntico.
5.3.7. Princpio de funcionamento de
motores eltricos e de medidores de
corrente, de diferena de potencial (tenso)
e de resistncia.
5.3.8. Noo de onda eletromagntica.
QUMICA
1. Transformaes Qumicas.
1.1. Evidncias e transformaes qumicas.
1.1.1. Alterao de cor, desprendimento de
gs, formao/desaparecimento de slidos,
absoro/liberao de energia.
1.2. Interpretando as transformaes
qumicas.
1.2.1. Gases: propriedades fsicas: lei dos
gases, Equao de Clapeyron; Princpio de
Avogadro, conceito de molcula; massa
molar, volume molar dos gases; Teoria
cintica dos gases.
1.2.2. Modelo corpuscular da matria.
Modelo atmico de Dalton.
1.2.3. Natureza eltrica da matria: Modelo
Atmico
de
Thomson,
Rutherford,
Rutherford-Bohr.
1.2.4. tomos e sua estrutura.
1.2.5. Nmero atmico, nmero de massa,
istopos, massa atmica.
1.2.6. Elementos qumicos e Tabela
Peridica: propriedades peridicas.
1.2.7. Reaes qumicas.
1.3. Representando as transformaes
qumicas.
1.3.1. Frmulas qumicas: frmula mnima,
frmula centesimal, frmula molecular.
1.3.2. Equaes qumicas e balanceamento.
1.4.
Aspectos
quantitativos
das
transformaes qumicas.
1.4.1. Lei de Lavoisier e Lei de Proust.
1.4.2. Clculos estequiomtricos: massa,
volume, mol, massa molar, constante de
Avogadro.
2. Uso de Materiais.
2.1. Propriedades da matria.
2.1.1. Gerais e especficas.
2.1.2. Estados da matria e mudanas de
estado.
2.1.3. Misturas: tipos e mtodos de
separao.
2.1.4. Substncias qumicas: classificao.
2.2. Substncias metlicas.
2.2.1. Metais: caractersticas gerais.
2.2.2. Estudo de alguns metais: ferro,
cobre, alumnio (ocorrncia, obteno,
propriedades e aplicao).
2.2.3. Ligas metlicas.
2.2.4. Ligao metlica.
2.3. Substncias inicas.
2.3.1. Compostos inicos: caractersticas
gerais.
2.3.2. Estudo das principais substncias
inicas do grupo: cloreto, carbonato, nitrato
e
sulfato
(ocorrncia,
obteno,
propriedades e aplicao).
2.3.3. Ligao inica.
2.4. Substncias moleculares.
2.4.1. Caractersticas gerais.
2.4.2. Estudo das principais substncias
moleculares: H2, O2, N2, Cl2, NH3, H2O,
HCl,
CH4
(ocorrncia,
obteno,
propriedades e aplicao).
2.4.3. Ligaes covalentes.
2.4.4. Polaridade das ligaes.
2.4.5. Foras intermoleculares.
2.5. Substncias qumicas: seus aspectos
cientfico-tecnolgicos, socioeconmicos e
ambientais.
3. gua na Natureza.
3.1. Ligao, estrutura, propriedades fsicas
e qumicas da gua; ocorrncia e
importncia na vida animal e vegetal.
3.2. Interao da gua com outras
substncias.
3.2.1. Solues aquosas: conceito e
classificao.
17
3.2.2.
Solubilidade
e
concentraes
(percentagem, g/L, mol/L).
3.2.3. Propriedades coligativas: aspectos
qualitativos.
3.3. Estado coloidal.
3.3.1. Tipos e propriedades coloidais.
3.3.2. Coloides e a vida.
3.4. cidos, bases, sais e xidos.
3.4.1. cidos e bases.
3.4.2. Principais propriedades dos cidos e
bases: indicadores, condutibilidade eltrica,
reao
com
metais,
reao
de
neutralizao.
3.4.3. xidos: propriedades e classificao.
3.4.4. Estudo dos principais cidos e bases:
cido clordrico, cido sulfrico, cido
ntrico, hidrxido de sdio e hidrxido de
amnio.
3.5. gua potvel e poluio da gua.
4. Transformaes Qumicas: Um Processo
Dinmico.
4.1. Transformaes qumicas e velocidade.
4.1.1. Velocidade de reao e teoria das
colises efetivas.
4.1.2. Energia de ativao.
4.1.3. Fatores que alteram a velocidade de
reao: concentrao, presso, temperatura
e catalisador.
4.2. Transformao qumica e equilbrio.
4.2.1. Caracterizao do sistema em
equilbrio.
4.2.2. Equilbrio em sistemas homogneos e
heterogneos.
4.2.3. Constante de equilbrio.
4.2.4. Produtos inicos da gua, equilbrio
cido-base e pH.
4.2.5. Solubilidade dos sais e hidrlise.
4.2.6. Fatores que alteram o sistema em
equilbrio.
4.2.7. Princpio de Le Chatelier.
4.3. Aplicao da velocidade e do equilbrio
qumico no cotidiano.
5. Transformaes Qumicas e Energia.
5.1. Transformaes qumicas e energia
calorfica.
5.1.1. Calor de reao: reao exotrmica e
endotrmica.
5.1.2. Entalpia.
5.1.3. Equaes termoqumicas.
5.1.4. Lei de Hess.
5.1.5. Tipos de entalpia de reao.
5.2. Transformaes qumicas e energia
eltrica.
5.2.1. Reao de oxirreduo.
5.2.2. Potenciais-padro de reduo.
5.2.3. Transformao qumica e produo
de energia eltrica: pilha.
5.2.4. Transformao qumica e consumo
de energia eltrica: eletrlise.
5.2.5. Leis de Faraday.
5.3. Transformaes nucleares.
5.3.1.
Conceitos
fundamentais
da
radioatividade.
5.3.2. Reaes nucleares: fisso e fuso
nucleares.
5.3.3.
Desintegrao
radioativa
e
radioistopos.
5.4. Energias qumicas no cotidiano.
6. Estudo dos Compostos de Carbono.
6.1. As caractersticas gerais dos compostos
orgnicos.
6.1.1. Elementos qumicos constituintes,
ligaes, temperaturas de fuso e de
ebulio,
combusto,
solubilidade,
isomeria.
6.2. Principais funes orgnicas.
6.2.1. Radicais funcionais.
6.3. Hidrocarbonetos.
6.3.1.
Generalidades:
estruturas
e
propriedades.
6.3.2. Estudo do metano, etileno, acetileno,
tolueno e benzeno.
6.3.3. Petrleo: origem, composio e
derivados.
6.4. Compostos orgnicos oxigenados.
6.4.1.
Generalidades:
estruturas
e
propriedades.
6.4.2. Estudo do lcool metlico e etlico,
ter dietlico, formol, acetona, cido actico,
fenol.
6.4.3. Fermentao.
6.4.4. Destilao da madeira e da hulha.
6.5. Compostos orgnicos nitrogenados.
6.5.1.
Generalidades:
estruturas
e
propriedades.
6.5.2.
Estudo
de
anilina,
ureia,
aminocidos.
6.6. Macromolculas naturais e sintticas.
6.6.1. Noo de polmeros.
6.6.2. Glicdios: amido, glicognio, celulose.
6.6.3. Borracha natural e sinttica.
6.6.4. Polietileno, poliestireno, PVC, teflon,
nilon.
6.6.5. Glicerdios: leos e gorduras, sabes
e detergentes sintticos.
6.6.6. Protenas e enzimas.
6.7. Compostos orgnicos no cotidiano.
BIOLOGIA
1. Biologia Celular.
1.1. Estrutura e funo das principais
substncias inorgnicas (gua e nutrientes
minerais essenciais) e orgnicas (protenas;
acares;
lipdios;
cidos
nucleicos;
vitaminas) que constituem os seres vivos.
1.2. Estrutura, funo e variedade celular
(clula bacteriana, animal e vegetal).
18
1.2.1. Estrutura celular bsica e interao
entre os componentes celulares.
1.2.2. Clulas procariotas.
1.2.3. Clulas eucariotas e suas organelas.
Funes e interaes entre as principais
organelas.
1.2.4. Fisiologia celular: troca com o meio
(difuso,
difuso
facilitada,
osmose,
transporte ativo, fagocitose, pinocitose e
exocitose);
processo
de
obteno
e
transformao de energia (fotossntese,
quimiossntese, respirao e fermentao);
movimento celular (clios, flagelos e
microfilamentos); ciclo celular e divises
celulares.
1.2.5. Diferenciao celular.
2. Diversidade dos Seres Vivos.
2.1. Alguns sistemas de classificao: os
princpios de classificao e nomenclatura
de
Lineu;
critrios
modernos
de
classificao biolgica; cladogramas.
2.1.1. Caracterizao geral dos vrus,
moneras, protistas, fungos, plantas e
animais.
2.1.2. As grandes linhas de evoluo:
possveis relaes evolutivas entre os
grandes reinos.
2.2. Vrus, bactrias, arqueas, fungos, algas
e protozorios: caractersticas gerais.
2.2.1. Doenas causadas por vrus,
bactrias, fungos e protozorios: patogenia,
etiologia, transmisso e preveno.
2.2.2. Fungos e algas: papel ecolgico (teias
alimentares) e importncia na produo de
alimentos.
2.3. A Biologia das plantas.
2.3.1. Origem das plantas e colonizao do
ambiente terrestre.
2.3.2. Caracterizao geral e comparao
dos ciclos de vida das brifitas, pteridfitas,
gimnospermas e angiospermas.
2.3.3. A adaptao das angiospermas:
histologia, morfologia (rgos vegetais) e
fisiologia vegetal.
2.3.4.
Relao
estrutura-funo
em
plantas: crescimento e desenvolvimento;
transpirao; nutrio; transporte; ao
hormonal;
movimentos
vegetais
e
fotoperiodismo.
2.4. A Biologia dos animais.
2.4.1.
Os
animais
invertebrados:
caractersticas gerais; comparao da
organizao corporal entre os diversos
grupos; aspectos bsicos de reproduo;
local onde vivem; diversidade e importncia
ecolgica e econmica.
2.4.2. Doenas causadas por platelmintos e
nematdeos
parasitas
(tenase,
esquistossomose,
ascaridase
e
ancilostomase, filariose, bicho geogrfico),
ciclo de vida e preveno.
2.4.3. Colonizao do ambiente terrestre
pelos vertebrados: caractersticas gerais;
aspectos da morfologia, fisiologia e ecologia
relacionados entre si; local onde vivem
peixes, anfbios, rpteis, aves e mamferos.
2.4.4. Comparao dos vertebrados em
relao
reproduo,
embriologia,
crescimento, revestimento, sustentao e
movimentao,
digesto,
respirao,
circulao, excreo, sistema nervoso e
endcrino.
2.4.5. Relao estrutura-funo no homem:
digesto, circulao, respirao e excreo;
controle do meio interno e integrao
(sistema
nervoso
e
endcrino);
movimentao
(sistema
muscular
e
esqueltico); imunologia e diferena entre
soro teraputico e vacina; rgos do
sentido; reproduo e desenvolvimento.
2.4.6. Sexualidade humana, gravidez e
mtodos
contraceptivos,
doenas
sexualmente transmissveis e AIDS.
3. Hereditariedade e Evoluo.
3.1. As concepes da hereditariedade.
3.1.1. Ideias pr-mendelianas sobre a
herana.
3.1.2. Mendelismo: 1 e 2 leis; alelos
mltiplos; grupos sanguneos (sistema ABO
e MN, fator Rh); interao gnica; herana
quantitativa.
3.2. Teoria cromossmica da herana.
3.2.1. Meiose e sua relao com os
princpios mendelianos.
3.2.2. Ligao gnica e permutao.
3.2.3. Citogentica humana.
3.2.4. A determinao do sexo: influncias
genticas, cromossmicas e hormonais.
3.3. Bases moleculares da hereditariedade.
3.3.1. DNA e RNA como material gentico.
3.3.2. O modelo da dupla-hlice, replicao
do DNA e transcrio.
3.3.3. Cdigo gentico e sntese de
protenas.
3.3.4. O conceito de mutao gnica;
mutaes numricas e estruturais.
3.3.5. Biotecnologia: conceito de DNA
recombinante,
transgenia,
clonagem,
processos
biolgicos
envolvidos
em
produtos biotecnolgicos, terapia gnica,
identificao de pessoas; descoberta de
genomas;
aconselhamento
gentico;
recuperao de espcies em extino;
clulas-tronco.
3.4. Evoluo biolgica.
3.4.1. Aspectos histricos: lamarquismo,
darwinismo e neodarwinismo.
3.4.2. Teoria sinttica da evoluo.
19
3.4.3. Evidncias evolutivas.
3.4.4. Gentica de populaes.
3.4.5. Conceitos de populao, raa e
subespcie.
3.4.6. Especiao: formao de novas
espcies e isolamento reprodutivo.
4. Seres Vivos, Ambientes e suas
Interaes.
4.1. Fluxo de energia e matria nos
ecossistemas.
4.1.1. Nveis trficos, cadeias e teias
alimentares.
4.1.2. Pirmides de nmeros, de biomassa
e de energia.
4.1.3.
Ciclos
biogeoqumicos:
gua,
carbono, oxignio e nitrognio.
4.2. Dinmica das comunidades biolgicas.
4.2.1. Populao e comunidade aspectos
conceituais.
4.2.2. Densidade de populaes.
4.2.3. Equilbrio dinmico das populaes.
4.2.4. Relaes entre os seres vivos intra e
interespecficas.
4.2.5. Habitat e nicho ecolgico aspectos
conceituais.
4.2.6. Sucesso ecolgica.
4.2.7. Ecossistemas terrestres e aquticos.
4.3. O homem como parte da biosfera.
4.3.1. O crescimento da populao
humana.
4.3.2. A utilizao dos recursos naturais.
4.3.3. Alteraes nos ecossistemas: eroso
e desmatamento; poluio do ar da gua e
do solo; concentrao de poluentes ao longo
de cadeias alimentares; o problema do lixo;
extino de espcies; fragmentao de
habitat; introduo de espcies exticas.
4.3.4. Possveis solues para reduzir ou
evitar a poluio da gua, do ar e solo.
4.4. Sade, higiene e saneamento.
4.4.1.
O
processo
sade-doena
determinantes sociais.
4.4.2. Endemias e epidemias aspectos
conceituais.
4.4.3.
Aspectos
epidemiolgicos,
ambientais, econmicos e sanitrios.
4.4.4. Medidas de controle.
REDAO
Espera-se que o candidato produza uma
dissertao em prosa na norma-padro da
lngua portuguesa, a partir da leitura de
textos auxiliares, que servem como um
referencial para ampliar os argumentos
produzidos pelo prprio candidato. Ele
dever
demonstrar
domnio
dos
mecanismos de coeso e coerncia textual,
considerando a importncia de apresentar
um texto bem articulado.
Resumo dos critrios de correo de
redao
A prova de redao ser corrigida conforme
os critrios a seguir:
A) Tema e seu desenvolvimento: considerase, nesse item, se o texto do candidato
atende ao tema proposto. A fuga completa
ao tema proposto motivo suficiente para
que a redao no seja objeto de correo
em qualquer outro de seus aspectos, sendolhe atribuda nota 0 (zero).
B) Estrutura: consideram-se, nesse item, os
aspectos referentes tipologia textual
proposta e coerncia das ideias. A fuga
completa tipologia textual proposta
motivo suficiente para que a redao no
seja objeto de correo em qualquer outro
de seus aspectos, sendo-lhe atribuda nota
0 (zero). No que diz respeito ao
desenvolvimento do texto, verificar-se-,
alm da pertinncia dos argumentos
mobilizados para a defesa do ponto de
vista, a capacidade do candidato de
encadear as ideias de forma lgica e
coerente. Sero considerados aspectos
negativos a presena de contradies entre
as ideias, a falta de concluso ou a
presena de concluses no decorrentes do
que foi previamente exposto.
C) Expresso: consideram-se, nesse item,
os aspectos referentes coeso textual (nas
frases, perodos e pargrafos) e ao domnio
da norma-padro da lngua portuguesa.
Sero considerados aspectos negativos as
quebras entre frases ou pargrafos e o
emprego inadequado de recursos coesivos.
Sero examinados os aspectos gramaticais
como ortografia, morfologia, sintaxe e
pontuao.
Critrios para atribuio de nota zero
redao
Ser atribuda nota zero redao que:
a) fugir ao tema e/ou gnero propostos;
b) apresentar
nome,
rubrica,
assinatura,
sinal,
marca
ou
informao
no
pertinente
ao
solicitado na proposta da redao
que possam permitir a identificao
do candidato;
c) estiver em branco;
d) apresentar textos sob forma no
articulada verbalmente (apenas com
desenhos, nmeros e/ou palavras
soltas e/ou em versos);
e) for escrita em outra lngua que no a
portuguesa;
f) apresentar
letra
ilegvel
e/ou
incompreensvel;
20
g) apresentar o texto definitivo fora do
espao reservado para tal;
h) apresentar menos de 7 (sete) linhas
(sem contar o ttulo);
i) for composta integralmente por cpia
de trechos da coletnea ou de
quaisquer outras partes da proposta.
Observaes importantes
Na aferio do critrio de correo
gramatical, o candidato poder valer-se
das normas ortogrficas implementadas
pelo Decreto Presidencial n 6.583, de 29
de setembro de 2008, alterado pelo
Decreto n 7.875, de 27 de dezembro de
2012: A implementao do Acordo
obedecer ao perodo de transio de 1
de janeiro de 2009 a 31 de dezembro de
2015, durante o qual coexistiro a
norma ortogrfica atualmente em vigor e
a nova norma estabelecida.
O espao para rascunho no caderno de
questes de preenchimento facultativo.
Em hiptese alguma, o rascunho
elaborado
pelo
candidato
ser
considerado na correo da prova de
redao pela Banca Examinadora.
Em hiptese alguma o ttulo da redao
ser considerado na avaliao do texto.
Textos que apresentarem trechos de
cpia em meio a trechos autorais
podero ser penalizados.
21