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Sector Formal Vs Sector Informal

Este documento discute o setor formal versus o setor informal na economia. Apresenta definições dos dois setores, características, estatísticas e implicações. O setor formal inclui empregos regulamentados que pagam impostos, enquanto o setor informal engloba trabalhos não regulamentados e sem pagamento de impostos. O documento também discute como o crescimento do setor informal pode afetar negativamente o desenvolvimento econômico ao prejudicar empresas formais mais produtivas.
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Sector Formal Vs Sector Informal

Este documento discute o setor formal versus o setor informal na economia. Apresenta definições dos dois setores, características, estatísticas e implicações. O setor formal inclui empregos regulamentados que pagam impostos, enquanto o setor informal engloba trabalhos não regulamentados e sem pagamento de impostos. O documento também discute como o crescimento do setor informal pode afetar negativamente o desenvolvimento econômico ao prejudicar empresas formais mais produtivas.
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NDICE

Introduo........................................................................................................................................3
1.Metodologia..................................................................................................................................4
2.Sector Formal................................................................................................................................5
2.1.O comrcio regulamentado pela Organizao de Comrcio...................................................6
2.2.Empresas formais.......................................................................................................................6
3.Sector informal.............................................................................................................................8
3.1.Definio....................................................................................................................................8
3.2.Caractersticas............................................................................................................................9
3.3.Historial...................................................................................................................................10
3.4.Estatstica.................................................................................................................................11
3.5.A economia paralela no mundo...............................................................................................12
3.6.Implicaes sociais e polticas e questes...............................................................................12
3.7.Gnero......................................................................................................................................13
3.8.O poder poltico de agentes.....................................................................................................14
3.9.Sugestes de polticas..............................................................................................................14
Concluso......................................................................................................................................17
Bibliografia....................................................................................................................................18

Introduo
O presente trabalho tem como o tema Sector Formal Vs Sector Informal. Na verdade, como
se pode ver o trabalho, a maioria das pessoas esto empregadas ou trabalhadores por conta
prpria e pagar impostos sobre seus ganhos. Se eles tentam evitar seus impostos. Embora h um
grande nmero de pessoas que esto empregadas no sector formal que trabalhar horas fixas e
pagar os seus impostos ao governo, h tambm um nmero crescente de pessoas que esto
empregadas no sector informal. O sector informal em composto de trabalhos que as pessoas
tm encontrado para si prprios. Estes incluem trabalhos como vendedores de praia, e as
empresas que se instalam para servir moradores de favelas. Os trabalhos tm muito em comum:
Eles exigem pouco capital para configurar, Eles exigem poucas qualificaes, Muitos deles so
feitos a partir de casa, Eles so trabalho intensivo, Eles so de pequena escala.
Como reas urbanas em continuar a crescer, o sector informal tambm vai crescer como no
haver empregos suficientes no sector formal. Estes roubam o governo de impostos, mas como o
dinheiro que ganho geralmente desgasto o efeito multiplicador ser aplicado. Sector que
engloba todas as tarefas com as horas normais e os salrios regulares, e so reconhecidos como
fontes de renda em que o imposto de renda deve ser pago. Oposto do sector informal. Sectores
que englobam todos os postos de trabalho que no so reconhecidos como fontes de rendimento
normais, e em que os impostos no so pagos. O termo usado s vezes para se referir a nica
actividade ilegal, como um indivduo que recebe salrio, mas no reclam-los em seus impostos
de renda, ou de uma situao cruel onde as pessoas so foradas a trabalhar sem remunerao.
No entanto, o sector informal tambm poderia ser interpretado a incluir as actividades legais, tais
como trabalhos que so realizados em troca de algo diferente de dinheiro. Oposto do sector
formal.

1.Metodologia
Para elaborao deste trabalho foi feito uma reviso bibliogrfica. Tambm, foi usado o mtodo
indutivo, que um mtodo responsvel pela generalizao, isto , partimos de algo particular
para uma questo mais ampla, mais geral. Para Lakatos e Marconi (2007:86), Induo um
processo mental por intermdio do qual, partindo de dados particulares, suficientemente
constatados, infere-se uma verdade geral ou universal, no contida nas partes examinadas.
Portanto, o objectivo dos argumentos indutivos levar a concluses cujo contedo muito mais
amplo do que o das premissas nas quais nos baseia-mos.

Sector Formal vs Sector Informal


2.Sector Formal
O sector formal qualquer ocupao trabalhista, manual ou intelectual, com benefcios e carteira
profissional assinada. Consiste em um trabalho fornecido por uma empresa, com todos os
direitos trabalhistas garantidos. O papel ocupado ou a funo que a pessoa desempenha em
alguma actividade econmica lhe confere uma remunerao. No caso dos empregados de uma
empresa, por exemplo, essa remunerao pode ser chamada de salrio ou de vencimentos, sendo
esta muito utilizada para se referir aos rendimentos dos que trabalham em rgos do governo.
No caso dos donos das empresas, chamados de empresrios, essa remunerao o lucro. Os
donos tm poder para determinar o futuro da empresa. Esse poder, chamado de poder econmico,
ser tanto maior quanto maior for a empresa. Os trabalhadores que tm registo em carteira e seus
direitos trabalhistas garantidos, recolhendo uma taxa para a aposentadoria (contribuio ao INSS
- Instituto Nacional de Segurana Social), ou as pessoas que, mesmo trabalhando por conta
prpria (sem que estejam empregadas em empresas ou rgos do governo), recolhem
determinadas taxas, desenvolvem actividades que so chamadas de formais, ou seja, esto de
acordo com uma srie de leis que se referem ao trabalho e s actividades econmicas."

O comrcio baseia-se na troca voluntria de produtos. As trocas podem ter lugar entre dois
parceiros (comrcio bilateral) ou entre mais do que dois parceiros (comrcio multilateral). Na sua
forma original, o comrcio fazia-se por troca directa de produtos de valor reconhecido como
diferente pelos dois parceiros, cada um valoriza mais o produto do outro. Os comerciantes
modernos costumam negociar com o uso de um meio de troca indirecta, o dinheiro. raro fazerse troca directa hoje em dia, principalmente nos pases industrializados. Como consequncia,
hoje podemos separar a compra da venda. A inveno do dinheiro (e subsequentemente do
crdito, papel-moeda e dinheiro no-fsico) contribuiu grandemente para a simplificao e
promoo do desenvolvimento do comrcio.
A maioria dos economistas aceita a teoria de que o comrcio beneficia ambos os parceiros,
porque se um no fosse beneficiado ele no participaria da troca, e rejeitam a noo de que toda
5

a troca tem implcita a explorao de uma das partes. O comrcio, entre locais, existe
principalmente porque h diferenas no custo de produo de um determinado produto
comercivel em locais diferentes. Como tal, uma troca aos preos de mercado entre dois locais
beneficia a ambos.
Sinais empricos do sucesso do comrcio podem surgir quando se compara pases como a Coreia
do Sul - que adopta um sistema de comrcio livre quase sem restries - e a ndia - que segue
uma poltica mais proteccionista. Pases como a Coreia do Sul tiveram um desempenho bastante
melhor (se medido por critrios econmicos) do que pases como a ndia, ao longo dos ltimos
cinquenta anos.

2.1.O comrcio regulamentado pela Organizao de Comrcio


O comrcio pode estar relacionado economia formal, legalmente estabelecido, com firma
registada, dentro da lei e pagando impostos, ou pode ainda estar relacionado economia
informal, que so as actividades margem da formalidade, sem firma registada, sem emitir notas
fiscais, sem pagar imposto.
Na verdade, sector formal toda aquela actividade econmica que cumpre com as obrigaes
legais e fiscais, ou seja, arrecadam impostos e esto sob regulamentao. Os trabalhadores da
iniciativa privada, por exemplo, so registados no ministrio do trabalho com carteira assinada, a
empresa tm CNPJ, IE, etc. Paga impostos, tudo isso fruto da formalidade.

2.2.Empresas formais
Parte importante do processo de desenvolvimento econmico se d a partir dos ganhos de
participao de mercado das empresas que possuem maior produtividade. Com esses ganhos,
faixas cada vez maiores da populao activa so inseridas em empresas que adoptam tecnologias
e processos produtivos modernos. O comrcio varejista um exemplo dessa dinmica. A anlise
demonstra que os formatos modernos detentores de maior produtividade ocupam cada vez
mais espao medida que as economias se desenvolvem.
Na dinmica normal do desenvolvimento, os formatos mais produtivos ganham mercado
gradualmente.
6

No entanto, a competitividade criada artificialmente pelo no cumprimento das leis prejudica


essa dinmica, atrasando o processo de desenvolvimento como um todo. A situao acaba por
deteriorar-se ainda mais quando a queda na rentabilidade das empresas formais reduz sua
capacidade e disposio para investir.
Um caso real envolvendo a aquisio de uma empresa informal por uma formal no sector de
varejo alimentcio Moambicano ilustra o desafio de superar a vantagem da informalidade. A
empresa adquirida sofreu forte queda em sua rentabilidade, apesar do aumento expressivo de
produtividade obtido com a implementao de melhores prticas administrativas. A maior
produtividade no foi suficiente para compensar os custos que passaram a ser incorridos em
cumprimento da legislao fiscal e trabalhista e da perda do acesso a fornecedores tambm
informais.
Os benefcios da informalidade podem gerar um questionamento sobre as vantagens da
formalizao.
possvel perceber, portanto, que a informalidade prejudicial tanto para empresas formais
como informais, e certamente para a economia como um todo. As barreiras economia formal
tais como as citadas anteriormente, criam uma dinmica especial que acaba por gerar maior
informalidade, menores investimentos e menores ganhos de produtividade, prejudicando o
potencial de crescimento do PIB.
As barreiras ao crescimento da economia formal e a consequente informalidade reduzem o
potencial de Crescimento do PIB.

3.Sector informal
O sector informal, a economia informal, ou economia paralela a parte de uma economia que
no nem tributado nem monitorado por qualquer forma de governo. Ao contrrio da economia
formal, actividades que esto envolvidas na economia informal no esto includos no produto
nacional bruto (PNB) e o produto interno bruto (PIB) de um pas. O sector informal pode ser
descrito como um mercado cinza em trabalho de parto.
Embora o sector informal torna-se uma parte significativa das economias dos pases em
desenvolvimento - cerca de 41% em 2000, de acordo com a mtrica oficial RNB - muitas vezes
estigmatizada como problemtico e incontrolvel. No entanto, o sector informal oferece
oportunidades de economia crticas para os pobres e vem se expandindo rapidamente desde os
anos 1960. Como tal, integrando a economia informal para o sector formal um desafio poltico
importante.

3.1.Definio
O uso original do termo sector informal o atribudo ao modelo de desenvolvimento
econmico apresentado por W. Arthur Lewis, usado para descrever o emprego ou gerao de
meios de subsistncia, principalmente no mundo em desenvolvimento. Ele foi usado para
descrever um tipo de trabalho que era visto como estando fora do sector industrial moderno.
Uma definio alternativa utiliza a segurana do emprego como a medida de formalidade,
definindo os participantes na economia informal como aqueles "que no tm a segurana do
emprego, segurana do trabalho e da segurana social." Enquanto ambas as definies implicam
uma falta de escolha ou agncia no envolvimento com a economia informal, a participao
tambm pode ser movida por um desejo de evitar a regulamentao ou fiscalidade. Isso pode se
manifestar como emprego no declarada, escondido do Estado para efeitos fiscais, de segurana
social ou de direito do trabalho, mas legal em todos os outros aspectos.
O termo tambm til em descrever e representando formas de abrigo ou vivendo arranjos que
so da mesma forma ilcita, no regulamentada, ou no proporcionou proteco do Estado.
"Economia informal" cada vez mais substituindo "sector informal" como o descritor preferido
para esta actividade.
8

Informalidade, tanto em habitao e gerao de meios de subsistncia tem sido muitas vezes
visto como um mal social, e descreveu quer em termos de falta de o participante, ou deseja
evitar. Uma vista de compensao, invocado pela proeminente socilogo holands Saskia Sassen
que o sector moderno ou novo "informal" o produto e motorista do capitalismo avanado e no
site dos aspectos mais empreendedoras da economia urbana, liderada por profissionais criativos,
tais como artistas, arquitectos, designers e desenvolvedores de soft-ware. Embora esta
manifestao do sector informal permanece em grande parte um recurso de pases desenvolvidos,
sistemas cada vez mais esto surgindo para facilitar as pessoas devidamente qualificado pases
para participar em desenvolvimento.

3.2.Caractersticas
O sector informal amplamente caracterizado por vrias qualidades: a entrada fcil, significando
qualquer pessoa que deseje se juntar ao sector pode encontrar algum tipo de trabalho que
resultar em ganhos de caixa, a falta de estveis relaes empregador-empregado, uma pequena
escala de operaes, e competncias adquiridas fora da educao formal. Os trabalhadores que
participam da economia informal so normalmente classificados como trabalhadores. O tipo de
trabalho que faz com que a economia informal diversa, nomeadamente em termos de capital
investido, a tecnologia utilizada e renda gerados. O espectro vria de auto-emprego ou trabalho
familiar no remunerado para vendedores ambulantes. Na extremidade superior do espectro so
actividades informais de nvel superior, tais como servios ou manufactura empresas de pequena
dimenso, que tm entrada mais limitada. As actividades informais de nvel superior tm maiores
custos de set-up, que podem incluir regulamentos de licenciamento complicados e horrios
irregulares de funcionamento. No entanto, a maioria dos trabalhadores do sector informal,
mesmo aqueles so trabalhadores autnomos ou assalariados, no tm acesso a sistemas de
trabalho, benefcios, proteco social, ou a representao. Estas caractersticas diferem das
empresas e dos trabalhadores do sector formal que tm horrio normal de funcionamento, um
local regular e outros benefcios estruturados.
Os tipos mais prevalentes de trabalho na economia informal so trabalhadores domiciliares e
vendedores ambulantes. Trabalhadores domiciliares so mais numerosos, enquanto os
vendedores de rua so mais visveis. Combinados, os dois campos compem cerca de 10-15% da
9

fora de trabalho no-agrcola nos pases em desenvolvimento e mais de 5% da fora de trabalho


em pases desenvolvidos.
Enquanto a participao no sector informal pode ser estigmatizada, muitos trabalhadores se
envolver em empreendimentos informais por escolha, seja por razes econmicas ou no
econmicas. Motivaes econmicas incluem a capacidade de fugir aos impostos, a liberdade
para contornar os regulamentos e exigncias de licenciamento, e a capacidade de manter certos
benefcios do governo. Um estudo de trabalhadores informais em Costa Rica ilustrado outras
razes econmicas para se hospedar no sector informal, bem como factores no-econmicos.
Primeiro, eles sentiram que iria ganhar mais dinheiro atravs de seu trabalho sector informal do
que em um emprego na economia formal. Em segundo lugar, mesmo que os trabalhadores
fizeram menos dinheiro, trabalhando no sector informal ofereceu-lhes mais independncia, a
chance de escolher suas prprias horas, a oportunidade de trabalhar fora e perto de amigos, etc.
Enquanto empregos na economia formal pode trazer mais segurana e regularidade, ou at
mesmo pagar melhor, a combinao de recompensas monetrias e psquicas de trabalhar no
sector informal comprova atraente para muitos trabalhadores.

3.3.Historial
Os governos tm tentado regular (formalizar) aspectos de suas economias durante o tempo que a
riqueza excedente existiu que pelo menos to cedo quanto Sumria. No entanto, nenhum tal
regulamento nunca foi totalmente exequvel. A evidncia arqueolgica e antropolgica sugere
fortemente que as pessoas de todas as sociedades ajustar regularmente a sua actividade no mbito
dos sistemas econmicos na tentativa de fugir regulamentos. Portanto, se a actividade econmica
informal aquela que vai regulamentada, em um sistema regulamentado de outra forma, em
seguida, economias informais so to antigos quanto os seus homlogos formais, se no for mais
velho. O termo em si, no entanto, muito mais recente. O optimismo da escola teoria da
modernizao de desenvolvimento levou a maioria das pessoas nos anos 1950 e 1960 para
acreditar que as formas tradicionais de trabalho e produo desapareceriam, como resultado do
progresso econmico nos pases em desenvolvimento. Como esse optimismo revelaram-se
infundadas, estudiosos virou-se para estudar mais de perto o que era ento chamado o sector
tradicional. Eles descobriram que o sector no s tinha persistido, mas na verdade expandiu para
10

abranger novos desenvolvimentos. Ao aceitar que estas formas de produes estavam l para
ficar, os estudiosos comearam a usar o termo sector informal, que creditado ao antroplogo
britnico Keith Hart em um estudo sobre o Gana em 1973, mas tambm aludiu pela Organizao
Internacional do Trabalho em um estudo amplamente lido no Qunia, em 1972.
Desde ento, o sector informal tornou-se um tema cada vez mais popular de investigao, no
apenas na economia, mas tambm na sociologia, antropologia e planeamento urbano. Com a
virada em direco chamados modos de ps-fordista de produo nos pases em
desenvolvimento mais avanados, muitos trabalhadores foram forados a sair do seu trabalho no
sector formal e informal para o emprego. Em uma coleco seminal de artigos, A Economia
Informal. Estudos em Avanado e pases menos desenvolvidos, Alejandro Portes e colaboradores
enfatizaram a existncia de uma economia informal em todos os pases, incluindo estudos de
casos que variam de Nova York e Madrid para o Uruguai e Colmbia.

3.4.Estatstica
A economia informal sob qualquer sistema de governo diversificada e inclui, membros
ocasionais (muitas vezes os vendedores de rua e recicladores de lixo) pequena escala, bem como
maiores, as empresas regulares (incluindo sistemas de transporte, tais como a de Lima, Peru). A
economia informal inclui trabalhadores de vesturio de trabalho de suas casas, bem como as
pessoais informalmente empregadas de empresas formais. Os empregados que trabalham no
sector informal pode ser classificados como trabalhadores assalariados, trabalhadores no
assalariados, ou uma combinao de ambos.
As estatsticas sobre a economia informal no so fiveis em virtude de o assunto, mas eles
podem fornecer um quadro preliminar de sua relevncia: Por exemplo, o emprego informal
torna-se 48% do emprego no agrcola na frica do Norte, 51% na Amrica Latina, 65% na sia
e 72% na frica sub-saariana. Se o emprego agrcola includo, as percentagens sobem, em
alguns pases como a ndia e muitos pases da frica Subsaariana alm de 90%. As estimativas
para os pases desenvolvidos esto em torno de 15%.
Nos pases em desenvolvimento, a maior parte do trabalho informal, em torno de 70%, selfemployed. O emprego assalariado predomina. A maioria dos trabalhadores da economia informal
11

so mulheres. Polticas e desenvolvimentos que afectam a economia informal tem, assim, um


efeito nitidamente gnero.

3.5.A economia paralela no mundo


A comparao directa das economias nacionais sombra per capita pode ser feito se os dados em
bruto nacional das economias de sombra e as populaes so consideradas. Eles esto
disponveis a partir de "a economia paralela na Europa 2013", pp.22-23, Friedrich Schneider, da
Universidade de Linz, e do EUROSTAT, respectivamente. Como resultado de algumas
economias nacionais, como nos pases escandinavos, a sua parte informal parece ser baixo em
comparao com o PIB, embora o nmero absoluto muito alto. Obviamente, extremamente
elevado PIB do pas abrange sua elevada economia paralela. Por outro lado, em pases onde o
PIB muito baixa, como Portugal e Grcia, a economia paralela superestimado. The2013 mapa
europeu economia paralela demonstra claramente que geralmente sombra economia per capita
alta em pases industrialmente desenvolvidos.
Desde a criao do mercado nico (Maastricht 1993) do total da economia sombra cresceu
sistematicamente a aprox. 1,9 trilhes na preparao do EURO impulsionado pelo motor da
economia paralela europeia, a Alemanha, o que vem gerando aprox. 350 mil milhes de por
ano desde ento. Portanto, a economia financeira da UE tem desenvolvido paralelamente um
sistema de banco eficiente paraso fiscal para proteger a sua crescente economia paralela. De
acordo com o ndice de Sigilo Financeiro (FSI 2013) Actualmente Alemanha e alguns pases
vizinhos, intervalo entre os principais parasos fiscais do mundo.

3.6.Implicaes sociais e polticas e questes


De acordo com teorias de desenvolvimento e em transio, os trabalhadores do sector informal
geralmente ganham menos renda, tem renda instvel, e no tm acesso a servios bsicos e
proteces. A economia informal tambm muito maior do que a maioria das pessoas imagina,
com as mulheres desempenham um papel enorme. Os pobres, particularmente as mulheres que
trabalham, esto concentrados na economia informal, e a maioria das famlias de baixa renda
dependem do sector para fornecer para eles. No entanto, as empresas informais tambm podem
faltar o potencial de crescimento, prendendo empregados em trabalhos braais indefinidamente.
12

Por outro lado, o sector informal pode permitir que uma grande proporo da populao de
escapar da pobreza extrema e ganhar uma renda que seja satisfatrio para a sobrevivncia. Alm
disso, nos pases desenvolvidos, algumas pessoas que esto formalmente empregados podem
optar por realizar parte de seu trabalho fora da economia formal, exactamente porque ele
oferece-lhes mais vantagens. Isso chamado de 'clandestino'. Elas derivam de proteco social,
penses e benefcios criana e semelhantes, de seu emprego formal, e ao mesmo tempo tm
impostos e outras vantagens de trabalhar ao lado.
Do ponto de vista dos governos, o sector informal pode criar um ciclo vicioso. Sendo incapaz de
recolher impostos do sector informal, o governo pode ser prejudicado no financiamento dos
servios pblicos, que por sua vez faz com que o sector mais atraente. Por outro lado, alguns
governos visualizar informalidade como um benefcio, permitindo que o excesso de trabalho a
ser absorvido, e mitigar os problemas de desemprego. Reconhecendo que a economia informal
pode produzir bens e servios significativos, criar postos de trabalho necessrios e contribuir
para importaes e exportaes fundamental para os governos.

3.7.Gnero
As mulheres tendem a tornar-se a maior parte do sector informal, muitas vezes terminando nos
segmentos mais errticos e corruptos do sector. Sessenta por cento dos trabalhadores do sexo
feminino em pases em desenvolvimento so empregados pelo sector informal. A grande maioria
das mulheres so empregadas de suas casas (provavelmente devido ao grande nmero de
mulheres que esto envolvidos no trabalho de cuidado) ou so vendedores ambulantes, que
ambos so classificados no sector informal.
Representao das mulheres no sector informal atribuda a uma variedade de factores. Um
desses factores o fato de que o emprego no sector informal a fonte de emprego que so mais
facilmente disponveis para as mulheres. Um estudo sobre a pobreza em Bangladesh 2011
observou que as normas culturais, recluso religiosa, e o analfabetismo entre as mulheres em
muitos pases em desenvolvimento, juntamente com um maior compromisso com as
responsabilidades familiares, impedir as mulheres de entrar no sector formal.

13

De acordo com um estudo de 2002 encomendado pela OIT, a conexo entre o emprego na
economia informal e ser pobre mais forte para mulheres do que homens. Enquanto os homens
tendem a ser sobre-representadas no segmento de topo do sector informal, as mulheres
overpopulate o segmento inferior. Os homens so mais propensos a ter maior escala e operaes
de negcio em itens no-perecveis, enquanto algumas mulheres so empregadores que
contratam outros. Em vez disso, as mulheres so mais propensos a se envolver em operaes de
menor escala e alimentos comrcio. As mulheres esto sub-representadas em posies de
emprego de renda mais elevados na economia informal e sobre-representados em estados de
baixa renda. Como resultado, as disparidades de gnero em termos de salrio ainda maior no
sector informal do que o sector formal. Mercados de trabalho, decises domsticas, e afirma tudo
propagar essa desigualdade de gnero.

3.8.O poder poltico de agentes


Os trabalhadores da economia informal carecem de uma representao significativa na poltica
do governo. No apenas o poder poltico dos trabalhadores informais limitados, mas a
existncia da economia informal cria desafios para outros atores politicamente influentes. Por
exemplo, a fora de trabalho informal no uma parte de qualquer organizao sindical, nem h
parecem um impulso ou uma inclinao para mudar esse status. No entanto, a economia informal
afecta negativamente a adeso e investimento nos sindicatos. Trabalhador que pode ser
formalmente empregadas e aderir a um sindicato para a proteo pode escolher a ramificar-se por
conta prpria em vez disso. Como resultado, os sindicatos tendem a se opor ao sector informal,
com destaque para os custos e desvantagens do sistema. Os produtores do sector formal pode
semelhante se sentem ameaados pela economia informal. A flexibilidade de produo, baixos
custos trabalhistas e de produo, e liberdade burocrtica da economia informal pode ser visto
como competio consequente para os produtores formais, levando-os a desafiar e objecto para
esse sector. Por ltimo, a natureza da economia informal em grande parte anti-regulao e livre
de impostos padro, o que diminui o material e o poder poltico de agentes do governo. Seja qual
for o significado dessas preocupaes so, o sector informal pode transferir o poder poltico e as
energias.

14

3.9.Sugestes de polticas
Como tem sido historicamente estigmatizados, viram perspectivas polticas do sector informal
como prejudicial para a economia nacional e um obstculo ao desenvolvimento. As justificativas
para tais crticas incluem a visualizao da economia informal como uma actividade fraudulenta
que resulta em uma perda de receitas de impostos, enfraquece os sindicatos, cria uma
concorrncia desleal, leva a uma perda de controlo regulamentar por parte do governo, reduz a
observncia das normas de sade e segurana e reduz a disponibilidade de emprego e direitos.
Estas caractersticas levaram a muitas naes que prossiga uma poltica de dissuaso com
regulamentao rigorosa e procedimentos punitivos.
Em um relatrio de 2004, o Departamento de Infra-estrutura e cooperao econmica no mbito
SIDA explicou trs perspectivas sobre o papel do governo e da poltica em relao economia
informal.

Mercados funcionar de forma eficiente por conta prpria; interferncia do governo s

levaria a ineficincia e disfuno.


As funes da economia informal fora do controle do governo, em grande parte porque

aqueles que participam desejam evitar regulamentao e tributao.


A economia informal duradoura; so necessria regulao e polticas adequadas.

Como a economia informal tem significativa criao de emprego eo potencial de gerao de


renda, bem como a capacidade de satisfazer as necessidades dos consumidores de baixa renda,
fornecendo produtos e servios mais baratos e mais acessveis, muitas partes interessadas se
inscrever para a terceira perspectiva e apoiar a interveno do governo e alojamento. Incorporado
na terceira perspectiva a expectativa significativo que os governos iro rever as polticas que
tm favorecido a esfera formal em detrimento do sector informal.
Teorias de como acomodar a economia informal para discutir polticas governamentais que,
reconhecendo o valor e a importncia do sector informal, regular e restringir quando necessrio,
mas geralmente trabalham para melhorar as condies de trabalho e aumentar a eficincia e
produo.
O desafio para intervenes polticas que existe tantos tipos diferentes de trabalho informal;
uma soluo teria de prever uma gama diversificada de circunstncias. Uma possvel estratgia
15

seria a de proporcionar melhores proteces e benefcios para os jogadores do sector informal.


No entanto, esses programas poderiam levar a uma desconexo entre o mercado de trabalho e
proteces, o que no seria realmente melhorar as condies informais de emprego. Em 2014 um
relatrio de acompanhamento venda ambulante, WIEGO sugeriu planeadores urbanos e
estrategistas de desenvolvimento econmico local estudar a capacidade de carga de reas
utilizadas regularmente por trabalhadores informais e entregar a infra-estrutura urbana necessria
para apoiar a economia informal, incluindo gua corrente e banheiros, iluminao pblica e
regulares electricidade, e adequadas de abrigo e instalaes de armazenamento. Esse estudo
tambm chamado pelos direitos legais bsicos e proteces para os trabalhadores informais, tais
como as prticas de licenciamento e autorizaes apropriadas.
Um debate poltico em curso considera o valor de incentivos fiscais do governo para os servios
domsticos, tais limpeza e manuteno do lar, com o objectivo de reduzir o impacto da economia
paralela. Actualmente sistemas em vigor na Sucia e Francewhich oferecem 50 por cento quebras
de impostos para servios de limpeza domstica. Tambm houve debate no Reino Unido sobre a
introduo de um esquema semelhante, com potencialmente grandes economias para famlias de
classe mdia e maior incentivo para as mulheres a voltar ao trabalho depois de ter filhos.

Concluso
Chegando o fim deste trabalho, pode-se ver que a populao est procurando maiores e melhores
empregos. Mas esto percebendo que o melhor est em se formar, informar e se adaptar ao
16

mercado de trabalho, que cada vez cresce mais e com muita exigncia. Isso no significa que o
desemprego est acabando, pelo contrrio, est aumentando cada vez mais. Isso decorrente das
exigncias por profissionais qualificados.

Com isso aumenta o ndice de marginalidade. As

pessoas se vem frustradas por no terem sucesso profissional e acabam entrando no mundo do
crime, que para eles "d mais dinheiro!". Acabam parando na cadeia ou mortos.
Portanto todos devem estudar bastante. Concluir os estudos e buscar fazer uma faculdade, caso
no possam, buscar cursos de especializao. O importante no o salrio alto, o importante so
as portas do mercado de trabalho que se abrem para voc e que seja pelo que voc realmente
gosta. Na verdade, aia pessoa tem seus 3 ltimos anos de escolaridade para pensar bem na sua
profisso. Ela ir decidir como ser a sua vida. Com isso voc conseguir aumentar as suas
chances perante o mercado de trabalho, perante os que no tem nenhuma qualificao.
Contudo no sector Formal Nesse "sector", as pessoas procuram empregos que sigam as normas,
respeitem os direitos do trabalhador e que assinem a carteira, alm de um bom salrio. Apesar de
ser o que menos oportunidades tm a oferecer, por ser bastante exigente com os trabalhadores.
Enquanto no sector Informal Esse completamente o inverso. No h respeito as normas, aos
direitos do trabalhador e no assinam a carteira e ainda h a irregularidade de salrio. E por
incrvel que possa parecer o tipo de mercado que mais est em crescimento em nosso pas.

Bibliografia
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17

Economics focus: In the shadows - The Economist". The Economist. Retrieved4 May 2015.
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