Bricofichas PDF
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Bricoficha 01.01
SEMEAR E TRATAR UM
RELVADO
LISTA DE MATERIAL
PREPARAR A TERRA
SEMEAR
APARAR A RELVA
MANUTENO
ADUBOS E HERBICIDAS
CALENDRIO DE MANUTENO
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LISTA DE MATERIAL
P :
Escolha um modelo em
ao temperado, cuja
lmina poder ser polida
numa ou em ambas as
faces.
VASSOURA PARA
RELVA :
Os dentes planos e
flexveis esto dispostos
em leque com uma
largura, em geral, de 50
cm e regulvel em certos
modelos.
SEMEADOR :
Prefira um aparelho que
tanto permita espalha r
areia, como sementes ou
adubo.
FORQUILHA :
Saiba distinguir entre a
forquilha para cavar e a
forquilha do lixo.
CORTA -REBORDOS :
Existem modelos
eltricos ou a gasolina
(com ou sem fio).
ROLO :
O seu peso determinar
a eficcia da passagem
do rolo.
ESCARIFICADOR :
A regulao da
profundidade de trabalho
uma opo muito
interessante.
MANGUEIRA :
Verifique se esta pode
ser ligada a outros
acessrios.
O ANCINHO :
Ao adquirir um, verifique
a solidez da fixao que
une a parte metlica ao
cabo.
CORTA -RELVA :
Escolha um modelo em
funo do seu relvado.
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PREPARAR A TERRA
SEMEAR E TRATAR UM RELVADO
COLOCACAO
Escolha cuidadosamente a colocao do seu futuro relvado.
Depois de tomada a deciso, ser sensato efetuar uma
anlise da terra. Poder determinar a textura pelo toque; a
sua composio qumica ser determinada pela an lise de
uma amostra.
COMPOSIO :
Um terreno arenoso deixa passar demasiado gua e os
elementos nutritivos. Pode ser melhorado se juntar estrume,
argila ou turfa. A areia do rio poder aliviar uma terra
pesada e argilosa. Para tornar a terra menos cida,
acrescente calcrio, para a tornar menos calcria acrescente
estrume.
TRABALHAR :
Para criar um relvado, a terra deve ser previamente
trabalhada a uma profundidade de 20 cm. A introduzem -se
ento as sementes e os produtos de melhoramento
(estrume,turfa, argila, calcrio) com a p para pequenas
superfcies. Elimine as pedras, as razes e o entulho. O
revolver da terra faz-se de preferncia antes das primeiras
geadas. A terra ter tempo de, naturalmente, voltar a fechar
antes da Primavera, e os torres de terra sero desfeitos
pela geada.
APLANAR :
Depois do Inverno, a terra deve ser trabalhada com um
ancinho. Suprimir as irregularidades, as diferenas de nvel
e os torres. Em seguida deve aplanar a terra com um rolo.
Trabalhe com bom tempo e com a terra seca.
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SEMEAR
SEMEAR E TRATAR UMA RELVA
NA PRIMAVERA :
Para semear preciso que a terra esteja suficientemente quente e hmida. Na
Primavera, com o despertar da natureza, a maior durao dos dias e dos
perodos de sol favorecem o rebentar das sementes. Infelizmente tambm o
das ervas daninhas que desaparecero aps o primeiro corte de relva.
NO OUTONO :
No Outono, com sol ainda quente, as noites frescas e a humidade favorecem a
germinao. As ervas daninhas no so problema, pois a maior parte
desenvolve -se sobretudo na Primavera. Inconveniente : no caso de um Inverno
precoce, a geada poder "sufocar" a jovem relva...
MISTURAS DE RELVA :
Geralmente no se semeia uma relva composta de uma nica
espcie, mas sim uma mistura de 2 a 5 espcies. Ter ento
a possibilidade de escolher o tipo que melhor se adapte ao
futuro destino do seu relvado (decorativo, lugar de repouso,
prtica de desporto).
LIMPAR :
Antes de semear, limpe o terreno superfcie com um
ancinho, para desfazer a terra e facilitar, desta forma, a
colocao das sementes. Escolha um dia bonito, sem chuva
nem vento.
DOSAGEM :
Voc pode semear mo (com um gesto amplo e regula r)
ou com um semeador, que pode seguidamente ser utilizado
para distribuir o adubo. Qual a quantidade de sementes que
precisa ? A dosagem ideal situa-se entre 35 a 40 gr/m.
COMPRIMIR :
As sementes no devem ser enterradas na terra, mas
somente recobertas. Comprima ligeiramente a terra com o
rolo. Se em seguida, regar a sementeira, no o faa em
jacto mas sim pulverizando -a, para no deslocar as
sementes. Com o tempo seco, regar todos os dias.
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APARAR A RELVA
SEMEAR E TRATAR UM RELVADO
O PRIMEIRO CORTE :
O aparecimento da relva pode demorar de 8 dias a 1 ms; assim que esta
atingir cerca de 5 cm de altura, passe o rolo para aplanar a terra, o que ir
favorecer o crescimento dos rebentos. Assim que atingir os 10 cm, poder
aparar a relva pela primeira vez. Recolha a erva cortada.
MANUTENO :
De ora avante e at Outubro ser necessrio um corte semanal. A altura ideal
(na mdia) de 5 cm. Uma relva com menos de 3 cm arrisca -se a ficar
castanha, queimada pelo sol. Se ultrapassar os 8 cm ficar enfraquecida, evite
cort-la depois de uma chuvada, pois pode danific-la.
TIPOS DE MQUINA DE CORTAR RELVA :
Encontram-se mquinas de cortar relva com cilindro o u
rotativas. As primeiras cortam como as tesouras e
apresentam os melhores resultados, as suas lminas esto
montadas num cilindro que gira horizontalmente. A sua
utilizao limita-se aos relvados de 100 m, no mximo.
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MANUTENO
SEMEAR E TRATAR UM RELVADO
OS REBORDOS :
Os rebordos tratados acrescentam um aspecto esttico ao
relvado. Corte-os ento com um corta -rebordos. Para depois
cortar as ervas utilize aparadores manuais, aparadores
(eltricos) recarregveis ou um corta -rebordos.
APARADORES :
Os aparadores recarregveis reduzem o esforo em
comparao com os modelos clssicos. Alguns so equipados
de um cabo. Os corta -rebordos permitem um trabalho mais
rpido e confortvel. a extremidade do fio de nylon que
corta a relva.
RECOLHER A ERVA :
prefervel recolher a erva durante o corte da relva (uma
mquina de cortar-relva com cesto de recolha). A erva no
deve permanecer sobre a relva, pois formaria uma capa,
impedindo o ar, a gua e o adubo de atingir as raz es da
relva.
ESCARIFICAR :
Se esta camada invasora da relva ultrapassar os 2 cm de
espessura, necessrio escarificar a relva e eliminar os
desperdcios orgnicos acumulados entre as ervas. De
preferncia durante a Primavera ( Fevereiro, Maro, Abril)
para que os musgos e as ervas daninhas no possam
enraizar-se e sufocar a relva.
REGA :
Em caso de seca prolongada, a relva deve ser regada
abundantemente ( de preferncia com aspers or) para que a
gua atinga as razes. No aconselhamos uma rega em
pequenas quantidades de gua, mesmo que seja com
regularidade, pois somente a camada superior ser
beneficiada.
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ADUBOS E HERBICIDAS
SEMEAR E TRATAR UM RELVADO
ADUBAGEM :
Qualquer planta tem necessidade, para se desenvolver, de
substncias nutritivas em quantidade suficiente. Saiba que,
por ano, voc corta uma mdia de 1.5m de relva ? Uma
adubagem regular e corretamente dosada assegurar um
crescimento harmonioso da relva (Adubagem Primaveril
entre 15/4 e 15/5).
REBENTOS :
A relva cria rebentos, e cada raiz pode dar portanto nascimento a uma nova
planta. As razes bem tratadas do um relvado mais espesso. A adubage m
torna a relva mais robusta e mais resistente ao trfego, e protege -a contra
musgos e ervas daninhas.
MUSGO :
O musgo desenvolve-se em locais hmidos e com sombra, podendo invadir a
relva. No entanto, no existem em solos ricos e bem estruturados. A Primavera
a melhor poca para um tratamento anti-musgo : o renascimento da
vegetao tornar a tarefa mais eficaz.
HERBICIDAS : Os herbicidas para a relva so absorvidos
pelas partes verdes e no pelas razes. A luta contra as ervas
daninhas s possvel quando a relva est suficientemente
desenvolvida e a temperatura atinge, no mnimo, os 15 C.
Nunca utilizar herbicidas para relva durante o primeiro ano.
SEMEAR DE NOVO :
As ervas daninhas, tais como o trevo, o dente-de-leo, a
tanchagem, podem rapidamente invadir grandes superfcies.
Como se tratam de plantas anuais que deixaro grandes
buracos na relva durante o Inverno, necessrio fazer um
tratamento rigoroso. possvel, logo a seguir, semear de
novo.
TOUPEIRAS :
Toupeiras e ratos-dos-pomares, visivelmente, danificam a
relva : os montculos desfiguram um relvado. Armadilhas ou
produtos especiais ajudam-no a livrar-se deles.
Seguidamente pode encher os buracos, suprimir os montes
de terra e semear relva onde for necessrio
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CALENDRIO DE MANUTENO DO
SEMEAR E TRATAR UM RELVADO
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Bricoficha
Colocar vares
de cortinado
1.1
Lista de materiais
Nvel de dificuldade:
Fcil
Berbequim elctrico:
Para furar beto,
escolha um modelo com
percusso ou
um martelo pneumtico.
Rgua:
Para fazer
um trabalho preciso,
escolha uma rgua de
comprimento suficiente.
Ferramentas
manuais
Ferramentas
elctricas
Esquadro:
Para traar
ngulos perfeitos,
muna-se de um esquadro.
Pequena serra
de metais:
Prtica para cortar
as peas menores.
Ferramentas
manuais
Ferramentas
manuais
Nvel de bolhas:
Metro desdobrvel:
indispensvel para
tirar medidas exactas
e medir sem apoio.
Ferramentas
manuais
Ferramentas
manuais
Chave de fendas:
Puno:
Um modelo de ponta
intercambivel
serve maior parte
dos parafusos.
Permite fazer
os primeiros furos
na madeira para os
parafusos pequenos.
Ferramentas
manuais
Ferramentas
manuais
X-acto:
Lima:
Ferramentas
manuais
2
Ferramentas
manuais
Bricoficha
As calhas
Modelos:
Nas calhas em "I", os traves, rodzios e cursores, so fixos na
corredia ao longo de um perfil paralelo ao tecto (a base do "I").
A calha dita em "U" uma espcie de caixa aberta em baixo (so
as costas fixas ao tecto) e no interior da qual deslizam os rodzios.
Comprimento da calha:
Mea o caixilho da janela, acrescente a medida das cortinas
( necessrio geralmente contar um mnimo de 20 cm) : obter
assim o comprimento da calha. Os suportes laterais so colocados
aproximadamente a 10 cm das extremidades da calha.
Bricoficha
Colocao na parede
Altura:
Deixe uma altura livre (no mnimo) de 5 cm acima das janelas
abertas se no colocar sanefa e de 20 cm se colocar. Coloque os
suportes ao seu gosto, sempre de forma simtrica e tendo em conta
que se encontraro pelo menos a 10 cm das extremidades da calha
de cada lado.
Marcao da altura:
Sirva-se do metro desdobrvel e trace as marcas na parede altura
desejada. Trace em seguida um eixo para fazer os furos de fixao
do primeiro suporte.
Perfurao:
Coloque primeiro o suporte sobre o eixo de maneira a poder marcar
os furos. Faa os furos (com a ajuda de uma guia de profundidade)
e coloque as buchas no lugar. Adapte as buchas ao material da parede.
Depois aparafuse parcialmente o primeiro suporte no stio.
Nvel:
Fixe a calha no primeiro suporte. Mantenha a calha na horizontal
(coloque o nvel de bolhas por cima) para marcar o stio do segundo
suporte, simetricamente ao caixilho da janela. Fixe o segundo
suporte conforme fixou o primeiro.
A calha fixa:
A calha fixa permite uma finalizao esttica. Ela coloca-se sobre
suportes especiais sobre os quais em seguida fixada calha, em
"I" ou em "U". Para dobrar o friso sobre os lados, faa um corte
na corredia de pelo menos 8 cm (com a serra de metais) e dobre
as extremidades sobre um pedao de madeira.
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Bricoficha
Tecto:
No caso da colocao no tecto, a marcao dos furos para fixao
dos suportes, faz-se de forma diferente. Encontre o centro da janela
e trace o eixo que prolongar, com um esquadro, at ao tecto.
Simetria:
Transfira o entre-eixo de fixao dos dois suportes da calha de um
lado e do outro desta marcao, assim como o afastamento a
respeitar entre a calha e a parede : siga as instrues do fabricante.
Esta distncia geralmente, no caso da colocao no tecto,
compreendida entre 10 e 15 cm.
Suportes:
Existem inmeros tipos de suportes para a colocao de calhas no
tecto. As verses mais recentes so concebidas de forma a que a
calha seja simplesmente fixa por "clips". Alguns suportes para
tecto esto preparados para receber duas calhas paralelas.
Bricoficha
Acessrios
Traves:
Os traves, peas metlicas ou plsticas, colocam-se nas duas
extremidades da calha. Eles bloqueiam a marcha dos cursores na
ponta da calha para evitar que estes se desprendam. Os traves
esto munidos com um parafuso que permite fix-los solidamente
no seu lugar.
Cursores:
Os cursores so os pontos de fixao do cortinado calha. Para as
calhas em "I", existem, outros cursores, os rodzios, cuja funo
similar.
Grampos:
Os grampos de metal ou de matria plstica, introduzem-se primeiro
na fita de pregos do cortinado, depois no gancho do cursor (ou
rodzio), fixando o cortinado calha.
Vareta de manuseamento:
Se abrir ou fechar os cortinados com a mo, mancha-os rapidamente.
Arrisca-se igualmente a descos-los dos grampos e deformar as
pregas. por isso mais prtico equipar a calha com uma vareta de
manuseamento.
Bricoficha
Os vares de cortinados
Comprimento:
Veja como medir o comprimento de um varo ou de uma barra de
cortinado : mea o comprimento das janelas, acrescente o espao
necessrio dos cortinados depois de abertas e conte ainda mais 5
cm de cada lado : a distncia do suporte extremidade do varo.
Argolas:
Introduza no varo todas as argolas, excepo das duas ltimas,
depois os suportes. Introduza de seguida as duas ltimas e por fim
os terminais. Coloque os grampos destinados fixao dos cortinados
nas argolas.
Os suportes:
Fixe agora os suportes do varo. Um furo roscado est previsto para
este efeito, na chapa. Controle em seguida se os suportes se
encontram bem alinhados horizontalmente, poder, se no for este
o caso, ajustar ainda a sua posio por meio das fendas das chapas.
Varo do cortinado:
Para finalizar, coloque o varo nos suportes. Este modelo d-lhe a
liberdade de escolher o afastamento parede/varo. O suporte do
varo comporta por vezes um segundo sistema de fixao que
permite deste modo enganchar simultaneamente adornos transparentes
e cortinados duplos.
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Bricoficha
Colocao no caixilho
Calha em pvc:
Os cortinados a suspender no caixilho da janela so naturalmente
os modelos de tecido leve ou transparentes. Poder coloc-los com
a ajuda de calhas em PVC, fceis de recortar e aparafusar na madeira.
Se necessrio, faa primeiro pequenos furos com um puno.
Esticador:
Este esticador, feito de uma espiral flexvel ligeiramente extensvel,
deve ser cortado por medida (menos 1 ou 2 cm para a extenso),
depois munido nas extremidades de camares aparafusados. Estes
fixam-se de seguida em ganchos similares aparafusados no caixilho
da janela.
Varo extensvel:
O varo extensvel muito prtico pois pode ser adaptado ao
comprimento da janela sem que tenha de o cortar: apenas
necessrio estic-lo at ao comprimento pretendido.
Possibilidades decorativas:
As cortinas oferecem possibilidades decorativas muito simples:
podem-se suspender vares de diversas formas, deixando-os
simplesmente cados, prendendo-os nos lados ou a meio, ou coloc-los
s a meia altura da janela. Estes so apropriados igualmente
para janelas de coberturas.
Bricoficha 01.02
SEMENTEIRA E
PLANTAO DE FLORES
LISTA DE MATERIAL
PLANTAS ANUAIS E BI_ANUAIS
PLANTAS ANUAIS E BI_ANUAIS
PLANTAS VIVAZES
PLANTAS VIVAZES/BOLBOS E
TUBRCULOS
BOLBOS E TUBRCULOS
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LISTA DE MATERIAL
P :
Escolha um modelo em
ao temperado, cuja,
lmina poder ser polida
numa ou em ambas as
faces.
FORQUILHA :
Saiba distinguir entre a
forquilha para cavar e a
forquilha do lixo.
ANCINHO :
A fixao que une a
parte metlica ao cabo
deve ser bem slida.
SACHOLA :
O sacho comporta ainda
uma pequena forquilha
de dois dentes .
VASOS DE
TRANSPLANTE :
Verifique que possuem
um sistema de reserva
de gua.
TRANSPLANTADOR :
Quanto maior o cabo,
menor o trabalho de
mos : no se esquea
disto !
PULVERIZADOR :
Uma ferramenta
indispensvel logo aps
a sementeira.
REGADOR :
Escolha um modelo
robusto com um ralo de
boa qualidade ou com
uma rampa de rega.
OS TUTORES DE
BAMBU :
Existem em diversos
tamanhos, a escolher em
funo da altura das
flores e plantas.
TESOURA DE PODAR:
A tesoura de podar
possui dois gumes;
existem modelos de
tesouras com um nico
gume.
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PLANTAS ANUAIS :
Plantas "anuais" so aquelas, que, durante o mesmo ano, so semeadas,
florescem, do sementes e depois morrem geralmente com a chegada do
[Link] da espcie, as plantas so, no princpio do ano, semeadas em
vasos colocadas em estufas ou semeadas diretamente na terra, se poderem
resistir ao [Link] alguns exemplos de plantas anuais : Impatiens, Salvias,
Loblias, Petnias, Argeratum, Bocas de Lobo, Galhardas, Girassol, Goivos e
Znias.
PLANTAS BI-ANUAIS :
As plantas bi-anuais florescem durante a Primavera ou no Vero do segundo
ano. Semeam-se, portanto, no fim da Primavera ou durante o Vero para as
plantar no Outono e florescem na Primavera seguinte, mais cedo que as
anuais. Elas passam o Inverno em terre no aberto ou em estufas. Citemos entre
as plantas bi-anuais: as Campainhas, os Goivos amarelos, os Cravos, as
Dedaleiras, as Violetas e os Amores -perfeitos.
SEMENTEIRAS :
Voc pode semear diretamente na terra ou em vasos. Nos
dois casos, trs condies so importantes : uma terra
apropriada, calor e humidade. As sementes germinaro
melhor num a terra rica : prepare ou compre uma mistura
de terra, areia e turfa loira..
ENCHIMENTO DO VASO :
Cubra o fundo do vaso com uma camada de gravilha, com
uma espessura correspondente a 1/3 da altura do vaso.
Depois complete com uma mistura de terra, at 1 ou 2 cm
do bordo. Desta forma poder regar mais facilmente, e as
jovens plantas desenvolver-se-o algum tempo antes de
atingirem o topo.
SEMEAR :
Nivele a terra com uma tbua ou mo. Espalhe
seguidamente as sementes, com a ajuda de um pequeno
semeador. A espessura da terra que cobrir as sementes
ser aproximadamente igual ao seu dimetro. Se elas
forem muito pequenas, comprima -as simplesmente.
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NIVELAR :
Para as sementes maiores faa pequenos sulcos na terra
com, por exemplo, um lpis, onde colocar as sementes,
uma a uma, com uma distncia de 3 cm entre elas. Cubra
as sementes com terra, alisando-a em seguida.
HUMIDADE :
Depois das sementeiras coloque o vaso num recipiente
contendo gua para que a humidade penetre na terra, at
superfcie. Poder ento retirar o vaso e cobri-lo com um
vidro. Um pequeno calo de madeira, colocado entre o vaso
e a tampa, evitar a formao de gotas resultantes da
condensao.
REGA :
O vaso ser colocado num local (por exemplo numa estufa)
onde as sementes iro apreciar o calor e, mais tarde, a luz.
Depois de germinarem, cubra o vaso se o sol for demasiado
forte. Volte todos os dias a placa de vidro (para arejar) e
lave -a. Pulverize as sementes ou os rebentos.
TRANSPLANTAR :
Assim que o ta manho das plantas o permita, transplante as. Levante delicadamente a terra para as extrair. Plante -as
num vaso novo, com cerca de 3 a 5 cm de distncia entre
elas. Faa buracos com um pau pontiagudo, onde
depositar as jovens plantas, e feche novamente a terra.
Regue-as seguidamente.
TRANSPLANTE EM TERRENO ABERTO :
Coloque de novo o vidro sobre o vaso, guarde as plantas
num local aquecido. Em Abril, quando estiverem
suficientemente desenvolvidas, transplante -as para
pequenos vasos ou para turfa compacta, colocada em
estufa fria ou numa sala sem aquecimento, mas com muita
luz e arejada.
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REGA :
Cubra as sementes com uma fina camada de hmus.
Enterre-as um pouco com a ajuda do ancinho.
Seguidamente alise a terra com as costas da ferramenta e
regue ligeiramente com um pulverizador. Cubra a
sementeira com plstico, de forma a proteger as sementes
da chuva at germinao.
DISTNCIA :
As plantas semeadas em terreno aberto devem ser
separadas depois de germinadas, ou seja, convm arrancar
as plantas em excesso. A distncia a respeitar entre as
plantas est indicada no saco das sementes. Normalmente
corresponde a 2/3 da altura da planta adulta.
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PLANTAS VIVAZES
SEMENTEIRA E PLANTAO DE FLORES
AS PLANTAS VIVAZES :
So, conforme o nome indica, plantas que sobrevivem ao Inverno em terreno
aberto durante vrios anos. Contudo, as parte s areas morrem durante o
Outono, mas as partes subterrneas subsistem para lhe oferecer novas flores
no ano seguinte. Esta vasta famlia vai desde as plantas das rochas at s
maiores espcies. Entre vrias existem as Asters, Margaridas, Galhardas,
Lupins, Phlox, Heliopsis, Gypsofilas, Delphiniums, Sedum e Primaveras.
SEMEAR :
As plantas vivazes podem ser multiplicadas pelas sementeiras, enxertia e
diviso. Para as sementeira s, o procedimento igual ao das plantas Bi -anuais :
sementeira na Primavera ou no Vero e plantao no Outono (proteja as
jovens plantas em caso de fortes geadas). Esta tcnica s se aplica a certas
variedades.
REPRODUO POR ENXERTIA :
Enxertia consiste em cortar os caules que aparecem aps a
florao. Elimine as folhas inferiores e mergulhe os caules
num adubo prprio para enxertias (em p) para acelerar o
desenvolvimento das razes. Plante -as numa mistura de areia
e hmus, e regue.
DIVISO :
A diviso fornece -lhe plantas adultas, aptas a florescer a
partir da estao que seguir o seu transplante (Primavera
ou Outono). Corte e desenterre uma parte da planta com a
ajuda de uma p ou de um transplantador. Elimine as
razes danificadas ou mortas (com uma tesoura de podar).
Plante de novo e regue.
APOIO DE PLANTAS POR MEIO DE ESTACAS OU TUTORES :
As plantas vivazes exigem poucos tratamentos. As mais altas devero,
entretanto, ser fixadas a tutores (de bambu ou outros). Coloque estes
ltimos depois da plantao. Por vezes mais esttico colocar 3 ou 4
estacas volta de um grupo de plantas que atar o conjunto.
COBRIR DE PALHA :
A cobertura com palha permite conservar a humidade da terra. Depois de um
aguaceiro ou de uma rega, confeccione uma cama de palha na base da planta.
Durante a florao, esta cama de palha impedir igualmente o
desenvolvimento das ervas daninhas. No Inverno ser uma proteo eficaz
contra o frio.
DESTRUIO DAS ERVAS DANINHAS :
Algumas ervas daninhas so tenazes (como as campainhas e o escalracho),
mesmo apesar de um tratamento regular da terra. Para as combater
eficazmente, aplique (n um dia sem vento) sobre as folhas um herbicida que,
atravs da seiva, ir matar as razes. Um mtodo simples !
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PROFUNDIDADE :
No existem regras estabelecidas no que respeita profundidade de plantao
dos bolbos. Geralmente corresponde a 2 ou 3 vezes o dimetro do bolbo. Se a
profundidade de plantao no for adequada, a florao pode ser medocre ou
irregular. O esquema indica algumas variedades de bolbos.
LIMPEZA :
As plantas murchas devem ser suprimidas para evitar que a
planta enfraquea, e para favorecer o crescimento de novas
flores. , portanto, uma operao muito til, a menos que
voc no queira obter novas sementes para plantar. Utilize
uma tesoura de podar para cortar os caules.
ADUBO-REGA :
Dada a longevidade das plantas vivazes a terra pode
esterilizar. Todos os anos, antes da nova raiz comear a
crescer, d -lhes adubo : mistu rado com a gua da rega ou
diretamente na terra. Opte por fazer uma pulverizao ou
regue, gota a gota, junto base das plantas.
BOLBOS :
Os bolbos, tubrculos ou rizomas so plantas vivazes " parte". A sua
particularidade reside num orgo subterrneo capaz de armazenar as
substncias necessrias sua sobrevivncia e renovao, de um ano para o
outro. Eis alguns bolbos de florao primaveril : Crocus, Anmonas, Jacintos,
Muscaris, Ranunculus, Campainhas Brancas, Tulipas e Narcisos.
A TERRA :
No se esquea de estrumar a terra, o que permite aos bolbos de constituir as
suas reservas, ao todo facilitando a luta contra os insectos e a drenagem da
terra. Se a terra for argilosa (pesada e hmida), plante os bolbos numa
camada de areia.
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BOLBOS E TUBRCULOS
SEMENTEIRA E PLANTAO DE FLORES
PLANTAO DE BOLBOS :
Para esta operao utilize um plantador de bolbos. Borrife a
terra e faa um furo, com o plantador, no stio onde ir
colocar o bolbo. Se necessrio, cubra o fundo do buraco
com areia.
RIZOMAS E TUBRCULOS :
A sua tcnica de plantao difere pouco da dos bolbos. Para
os rizomas, geralmente colocados em grupo ou em linha,
escave uma pequena vala. Os tubrculos devem ser
colocados bem no fundo, para que as suas razes robustas
disponham de um bom apoio.
PERODOS DE PLANTAO :
Os bolbos de florao Primaveril so plantados no Outono (OutubroNovembro). Os que florescem no Vero, devem ser plantados na Primavera.
Alguns podem ser primeiramente semeados em vasos onde ficam algumas
semanas, numa mistura de areia e turfa, o que ir apressar a florao.
APOIO DE PLANTAS POR MEIO DE ESTACAS :
Previna-se de es tacas para as espcies altas. Coloque-as na terra ao mesmo
tempo que semeia os bolbos, porque, desta forma, sabe onde eles se
encontram exatamente. Prenda tambm os rebentos laterais, tanto mais que
as flores crescero melhor.
INVERNO :
No Inverno somente os bolbos que resistem ao frio podero ficar em terreno
aberto. Para alguns, como o lrio, poder colocar palha sobre a terra, antes de
chegar o frio.
PROTEO :
Assim que as folhas estejam secas, retire os bolbos que no passaro o
Inverno em terreno aberto, para os deixar secar. Retire-lhes a terra e
deposite -os num local seco e sombrio (como o celeiro), onde podero passar
tranquilamente o Inverno.
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Bricoficha
Montagem
de um roupeiro
1.2
Bricolage DecoraoJardim
Lista de materiais
Nvel de dificuldade:
Mdio
Fita mtrica:
Utilize um serrote
de dentes finos
para encurtar as calhas.
Ferramentas
manuais
Ferramentas
manuais
Fio de traar:
Serra de recortes:
Uma serra de recortes com
a lmina adequada serve
perfeitamente para cortar
as lminas de PVC.
Ferramentas
elctricas
Ferramentas
manuais
Chave de parafusos:
Nvel de bolha:
Ferramentas
manuais
Ferramentas
manuais
Berbequim elctrico:
Verruma:
Trata-se de uma
ferramenta manual da
qual a broca e punho so
uma nica pea.
Ferramentas
elctricas
Ferramentas
manuais
Furador:
Ferramentas
manuais
Ferramentas
manuais
Bricoficha
Portas de correr
De parede a parede:
Alguns locais so bastante interessantes para instalar um sistema
de portas de correr. o caso, quando quiser construir um roupeiro
entre duas paredes.
Acabamentos:
Se a distncia de parede a parede no corresponder largura normal
das portas de correr dever efectuar algum trabalho de carpintaria.
Tambm ser o caso se a altura das portas no for suficiente.
"Alcova":
Se o seu quarto tem este espao perdido, aproveite-o para instalar
um roupeiro com portas de correr. Transformar assim um espao
inutilizado em local de arrumao prtico e at decorativo. Neste
caso aproveite toda a profundidade do espao para o armrio.
Tirar medidas:
Tire a medida da altura da abertura, esquerda e direita, e da
largura ao nvel do cho e do tecto. Podem existir diferenas. Se
estas excederem a tolerncia mxima, dever construir uma moldura
em madeira.
3
Bricoficha
Calhas
Furar:
Aplique a calha superior no prolongamento das paredes da abertura.
Por vezes as calhas j esto furadas e pode aplic-las facilmente
sobre a madeira. Para tijolo ou cimento deve utilizar parafusos com
buchas. Se necessrio, fure a 5 cm da parede para as extremidades
da calha.
Calha inferior:
A calha inferior no colocada ao nvel da superior mas ligeiramente
retaguarda : com efeito, os dispositivos que asseguram o deslize
das portas encontram-se nas traseiras e no por baixo. Com o fio
de prumo trace 2 ou 3 pontos no soalho ao nvel da face interior
da calha superior.
Bricoficha
Calhas de correr
Painis:
Alguns painis de portas de correr so compostos de uma nica
pea e por vezes decorados com espelhos que "tornam maior" o
quarto. Outros modelos, tais como os de lminas em PVC rgido
de 25 cm, devem ser encaixados.
Puxadores:
Pode, por exemplo, construir painis com 4 lminas. No
esquecer de colocar puxadores nas duas ltimas lminas que se
encontram nas extremidades da porta quando fechada.
Acabamento:
Um tubo de PVC rgido, passado pela parte inferior das lminas,
ir mant-las alinhadas na perfeio. As extremidades dos painis
levam um perfil de acabamento, cortado medida e encaixado no
rebordo das lminas.
Nmero de painis:
Na maioria dos casos, 2 painis deslizam um atrs do outro. Instale
primeiro o que desliza na calha traseira. Para armrios mais largos,
pode instalar 3 painis : os das pontas deslizam na rectaguarda,
o do meio na calha da frente.
5
Bricoficha
Calhas de correr
Painis suspensos:
Por vezes os painis tm rodzios que deslizam na calha superior
(claro que a calha ser adequada). Incline o painel para permitir aos
rodzios deslizarem na calha.
Regulao:
Os painis deslizam muito simplesmente na calha inferior. Assegurese que esto bem colocados nas duas calhas para evitar quedas.
Os parafusos de regulao permitem o ajuste preciso em altura e
horizontalidade.
Outros modelos:
Algumas portas de correr so concebidas segundo um princpio
diferente : os seus painis so simplesmente inseridos na calha
superior e tm em baixo caixas de rolamentos com um rodzio (2
por cada painel). Deve colocar 4 caixas ao todo. Estas caixas impedem
o descarrilamento.
Tampes anti-rudo:
Por causa dos rodzios as portas deslizam com muita facilidade nos
dois sentidos. Se colocar tampes (ou feltros) nas paredes laterais
do seu roupeiro, evita o rudo e os estragos devido aos repetidos
choques de cada vez que abre o roupeiro.
6
Bricoficha
Portas extensveis
Utilizao:
As portas extensveis ou de fole constituem a soluo ideal se pretender separar ou reunir
dois espaos rapidamente e sem problemas. No local previsto para a porta, deve ter a
certeza de que o tecto e o cho esto bem paralelos e as paredes bem verticais. As portas
extensveis vendidas em conjunto, normalmente trazem um certo nmero de lminas (por
exemplo em PVC rgido) que devem ser unidas para formar uma divisria mvel e articulada.
Altura da porta:
Tire as medidas da altura da porta. Deve deixar uma pequena
margem entre as lminas e a moldura, em cima e em baixo. A porta
ficar suspensa com rodzios, chamados "Runners". Conte com a
dimenso dos rodzios quando medir a altura. A parte inferior da
porta fica "livre".
Perfis intermdios:
Entre as lminas, introduza perfis especiais em direco alternada,
para poderem girar como se estivessem sobre dobradias. Corte os
perfis no comprimento necessrio e cubra-os com uma "tampa"
especial que os vai manter no lugar.
Rodzios:
Fixe um rodzio no centro de cada lmina; estas devem deslizar na
calha sem dificuldade. No esquecer que a primeira lmina deve
levar um rodzio e uma "tampa".
Corte da calha:
Tire a medida da largura da abertura e marque-a na calha. Se a
calha for de plstico pode cort-la com uma serra manual ou um
serrote para metal. Se a calha for metlica obrigatrio cortar com
um serrote para metal.
7
Bricoficha
Portas extensveis
Colocao:
Introduza a porta na calha que pode fixar com a ajuda de um
berbequim/aparafusadora ou aparafusadora elctrica. Abra e feche
a porta para ter a certeza que fica com amplitude suficiente e depois
aparafuse definitivamente a calha.
Fixar clips:
Coloque clips na moldura do lado fixo da porta para a manter no
seu lugar. Encoste a porta com o perfil de acabamento contra a
parede e marque a altura dos clips. Depois encaixe o perfil
correspondente.
Fecho:
Deve colocar um puxador na porta, do lado da abertura, e um perfil
com a chapa-testa em face, sobre a moldura.
Bricoficha 01.03
SEMEAR E PLANTAR NA
HORTA
LISTA DE MATERIAL
COLOCAO
O SOLO
PREPARAO DO SOLO
SEMEAR
CUIDADOS A TER
CALENDRIO
1/ 8
LISTA DE MATERIAL
P :
Escolha um modelo em
ao temperado, cuja,
lmina poder ser polida
numa ou em ambas as
faces..
FORQUILHA:
Saiba distinguir entre a
forquilha para cavar e a
forquilha do lixo.
ANCINHO :
A fixao que une a
parte metlica ao cabo
deve ser bem slida.
SACHOLA :
O sacho comporta ainda
uma pequena forquilha
de dois dentes .
ESTUFA :
Um modelo em alumnio
robusto, leve e no
necessita de grande
manuteno.
MANGUEIRA :
Escolha um modelo que
possa estar dotado de
acessrios adaptveis.
CARRINHO DE MO:
Tenha em conta o seu
peso bruto mais a carga
e a largura dos
caminhos.
PULVERIZADOR :
Com um modelo
equipado de correias,
ficar com uma mo livre
para segurar a agulheta.
SEMEADOR :
Prefira um aparelho que
espalhe no s areia,
como tambm sementes
e adubo.
MOTOCULTIVADORA :
Adapte a largura das
fresas em funo da
superfcie a trabalhar.
2/ 8
COLOCAO
SEMEAR E PLANTAR NA HORTA
EXPOSIO :
Luz e calor so vitais para todos os vegetais. A horta deve
ser, portanto, bastante soalheira. Escolha uma boa
orientao, se possvel a sul.
O VENTO :
Uma sebe viva uma boa soluo para proteger as plantas
do vento que as arrefece e desseca. Se o seu "para-vento"
for muito alto, far demasiada sombra. Uma fambroeseira ,
por exemplo, far uma excelente sebe.
ACESSO :
A horta deve ter fcil acesso e permitir a passagem de um
carrinho de mo, para transporte, por exemplo, dos adubos.
Pense nos acessos durante a concepo da horta. Preveja os
tabuleiros de cultura e os caminhos de circulao.
SUPERFCIE :
Uma parcela de 3x4m permitir-lhe- fazer colheitas variadas durante todo o
ano. Para ser suficiente a uma famlia de 2/3 pessoas, a horta deve atingir, no
mnimo, 100 m. Tenha tambm em conta o espao necessrio a cada
variedade de legumes.
CULTURA ALTERNADAS :
Para no esgotar a terra, dever, todos os anos alternar a colocao das
culturas. Os tubrculos (cebolas, cenouras) enfraquecem mais a terra,
deixando-a ser invadidas por ervas daninhas. Os legumes de semente so
benfico s para a fertilizao da terra.
DISPOSIO :
Uma vez que modificar todos os anos a disposio da sua horta, estabelea
um plano das culturas, de forma a melhorar o aproveita mento do espao. Os
legumes de crescimento rpido podero dar-lhe duas colheitas por ano, na
mesma superfcie.
TEMPO :
No esquea que a cultura de uma horta requer muito tempo. Contam-se cerca
de 300h de trablaho para tratar bem uma horta de 100 m. Se lhe faltar
tempo, contente-se com uma superfcie e colheitas mais modestas.
3/ 8
O SOLO
SEMEAR E PLANTAR NA HORTA
ESTRUTURA :
Smente uma terra bem estruturada absorve e retm as substncias nutritivas
dos adubos. Analise a natureza da terra para saber os melhoramentos a fazer
(se necessrio) e como proceder. Ficar tambm a saber quais os legumes que
melhor se prestam qualidade da terra.
COMPOSIO :
Para o bom crescimento as plantas devem encontrar certos elementos numa
proporo determinada : Azoto (N), Fsforo (P) e Potssio (K). A acidez do solo
tambm um factor importante. Os produtos de melhoramento permitiro
modificar a estrutura do solo.
O ESTRUME :
O estrume torna a terra mais leve e capta melhor a gua
(da chuva ou da rega), retardando, assim, a dessecao.
Escolha um produto de melhoramento preparado, que
incorpore terrio de turfa (ideal para solos calcrios), folhas
(o mais conhecido) ou terra charneca (para solos muito
cidos).
MELHORAMENTO CALCRIO :
O calcrio pode melhorar a terra (torn-la mais leve) e
modificar a sua taxa de acidez. Utilize calcrio de algas
marinhas e calcrio de magnsio. Pratique este tratamento
de 3 em 3 a nos para solos pouco cidos, e todos os anos
para terras muito cidas.
A AREIA :
Um solo demasiado arenoso no retm, nem gua, nem as
substncias nutritivas. Melhore -o, juntando estrume e
argila. Para aliviar um solo demasiado pesado e argiloso,
misture -lhe areia limpa e no salgada, como por exemplo,
a areia do rio.
ESTRUME :
muito vantajoso se fizer no quintal o estrume. Separe as
camadas ( de 20 a 30 cm) de desperdcios vegeta is (flores
murchas, folhas mortas, relva cortada, desperdcios de
legumes, serradura e mesmo papel) por uma camada de
terra, comprima, e regue regularmente para favorecer a
decomposio.
4/ 8
PREPARAO DO SOLO
SEMEAR E PLANTAR NA HORTA
LAVRAR :
S os terrenos incultos devem ser lavrados profundamente
(60 cm). Isto feito, s vai trabalhar (no Outono) a camada
superficial frtil, a uma produndidade de 30 cm, no mximo.
Se trabalhar a uma maior profundidade, s vai contribuir
para que a terra no frtil suba a superfcie.
OS TORRES :
O trabalho da superfcie (com a p, a forquilha, ou a
motocultivadora) desfaz os torres da camada frtil e
favorece a penetrao dos elementos indispensveis, tais
como, gua e ar. No desfaa os to rres maiores : a geada
far esse trabalho durante o Inverno.
O ADUBO :
Suprima todos os desperdcios : ramos mortos, ervas
daninhas em decomposio, pedras. A adubagem efectua-se
no Outono : espalhe o adubo na terra antes de a lavrar, ou
junte -o medida que vai trabalhando a superfcie da terra
com a p. O adubo espalhado, penetrar mais
produndamente nos sulcos.
DESINFECTAR :
A recolha de vermes deve ser efectuada sistemticamente
ao lavrar. Mas para eliminar completamente os insectos da
terra (as larvas), deite um insecticida quando trabalhar a
superfcie da terra.
LIMPAR :
Na Primavera, s lhe resta lipar a superfcie com um ancinho
ou uma forquilha para lixo. Poder espalhar, primeiramente,
terrio ou adubo. Regue ligeiramente a terra antes das
sementeiras : a terra estar menos poirenta.
5/ 8
SEMEAR
SEMEAR E PLANTAR NA HORTA
AS PARCELAS :
Disponha as suas culturas em parcelas de 3 -4m de
comprimento por 1.2m de largura; esta largura vai permitir
trabalhar no meio das plantas, sem as pisar. Ateno : as
grandes superfcies favorecem o crescimento dos parasitas.
Caminhos com 30 cm de largura permitiro a passagem do
carrinho de mo.
A GERMINAO :
As sementes devem beneficiar de um mnimo de calor para germinar, seno a
humidade far que apodream. O perodo prprio para semear est indicado no
saco das sementes. Semeie com tempo aprazvel e calmo e evite em absoluto
os dias de chuva.
COLHEITA PRECOCE :
Os legumes precoces (cenoura da Primavera, rabanetes e alface) permitem um
maior aproveitamento da sua horta, dado que, depois de colhidos, deixam um
espao vazio para a cultura dos legumes de Outono (2a colheita). Para isso
semeie mais cedo ou "acelere" as sementeiras, da a utilidade das estufas.
ESTUFAS :
As sementeiras crescem mais rpidamente em estufas que
em terreno aberto (cerca de 3 a 4 semanas antes). Cubra as
jovens plantas ou proteja -as do frio (geralmente nocturno)
com uma camada de polha. Coloque a estufa num local bem
soalheiro e abra-a pa ra arejar, em tempo agradvel.
O AQUECIMENTO :
Uma fonte de calor artifcial uma outra soluo para
apressar o arranque das culturas. Pode semear em vasos
que podero ficar em casa, perto do radiador.
EM TERRENO ABERTO :
As sementeiras em terreno aberto, geralmente efectuam-se
colocando um fio em linha recta sobre os sulcos cavados
pelo ancinho. As sementes maiores so depositados (entre 4
ou 5) em buracos bem alinhados. Seguidamente passe o
ancinho na terra, e assim que estiver seca superfcie,
regue-a, pulverizando-a .
6/ 8
CUIDADOS A TER
SEMEAR E PLANTAR NA HORTA
TRANSPLANTAO :
Existem muitos legumes que no so semeados em terreno
aberto, mas sim numa parcela muito bem orientada, ou em
estufas, e posteriormente transplantados. Assim que os
rebentos ficam demasiados prximos, separam -se,
transplantando primeiro os rebentos mais robustos, e mais
os mais frgeis.
TRATAMENTOS :
Alguns dias depois de serem transplantados, pulverize um
fungicida nos rebentos. Se a terra secar superfcie, regue,
pulverizando (de preferncia ao fim do dia ou de manh
cedo). As razes das jovens plantas esto ainda muito
frgeis e necessitam de uma rega frequente e moderada.
CONSERVAO :
As variedades tardias podem-se conservar at pleno Inverno. A terra oferece
grande proteco aos tubrculos, cujas filas dever cobrir com folhas mortas :
se a terra endurecesse demasiado, no conseguiria fazer a colheita. Conserve
os outros legumes em silos e cubra -os de palha.
O SILO :
A maior parte dos tubrculos (cenouras, beterrabas, navos, excepto as
batatas), conservam-se em silos, ou seja, em montes cobertos de palha e,
sobre esta, uma camada de terra. Armazene smente legumes secos e sos.
Para alguns legumes possvel a conservao no congelador.
7/ 8
CALENDRIO
SEMEAR E PLANTAR NA HORTA
8/ 8
Bricoficha
Colocar
um estore
1.3
Bricolage DecoraoJardim
Lista de materiais
Nvel de dificuldade:
Fcil
Chave de fendas:
Puno:
Ferramentas
manuais
Fita-mtrica:
Escolha um modelo com
travo de bloqueio e
enrolamento automtico.
Verruma:
Esta geralmente uma
s pea em metal.
Ferramentas
manuais
Ferramentas
manuais
Nvel de bolhas:
Ferramentas
manuais
Ferramentas
manuais
X-ato:
Lima:
Ferramentas
manuais
Ferramentas
manuais
Corta-estore:
Esquadro:
O corta-estore especial
permite encurtar as lamelas
dos estores respeitando
a sua forma curvada.
A utilizao de um
esquadro impe-se para
traar ngulos retos.
Ferramentas
manuais
Decorao
2
Bricoficha
Os estores venezianos
Funcionamento:
Um estore veneziano comporta um mecanismo que permite regular a altura e orientao
das lamelas. As horizontais, so de alumnio, plstico ou madeira. Podem encurtar-se,
procedendo de forma simtrica.
Vantagens:
Os estores deste tipo oferecem um isolamento particularmente eficaz. No Inverno, as lamelas
(face cncava visvel) reenviam o ar quente para dentro da diviso. No Vero, as lamelas (cuja
face curvada deve agora estar visvel) fazem circular o ar quente em direco ao cimo da janela.
Colocao:
Os estores venezianos devem ser fixos em suportes laterais. Estes
podem ser fixos dentro do caixilho da janela (1), sobre a face do
caixilho (2) ou por cima deste (3). Faa os primeiros furos (com um
puno ou verruma) para facilitar a colocao dos suportes.
Largura:
Uma vez os suportes colocados no stio, mea exatamente a distncia
entre eles. Transfira este comprimento para as varas superior e
inferior fornecidas com o estore.
Recortar as lamelas:
Suspenda provisoriamente o estore e marque a sua nova largura
na lamela de baixo. Recorte em seguida esta ltima, se possvel
com um corta lamelas. Proceda da mesma forma para todas as
outras lamelas. Utilize a inclinao da lamela precedente para marcar
o local do novo corte.
3
Bricoficha
Os estores venezianos
Suporte suplementar:
A utilizao de um suporte suplementar pode por vezes ser necessrio.
Certifique-se de que no o coloca acima da corda. Pode em seguida
suspender o estore e fechar os dois clips. Se necessrio, coloque
fita adesiva sobre a vara superior e fixe-a ripa de acabamento.
Dimenses:
Se os estore for demasiado longo, retire os suportes da vara inferior
e corte o cordo. Desprenda a vara para poder retirar as lamelas
em excesso, depois recoloque-a no lugar, assim como o cordo e
reponha os suportes assegurando-se de que o cordo fica bem
preso. Corte-lhe o excedente.
Vareta de orientao:
Fixa a vareta de orientao na ligao. Verifique se o recorte da
vareta encaixa bem no mecanismo.
Limpeza:
bvio que os estores requerem uma limpeza regular, tanto no
lado superior como inferior das lamelas. Para o fazer, utilize um
espanador, que limpa simultaneamente vrias lamelas, ou ento
um limpa lamelas, prprio para limpar a fundo cada lamela.
Lamelas de madeira:
Fixe solidamente o estore em posio de fechado, com por exemplo
fita adesiva. Cole a fita adesiva ao longo da linha de corte e serre
as varas (inferior e superior) e lamelas segundo esta marcao.
Finalize com a lima. A faixa de acabamento deve igualmente ser
serrada com a mesma largura.
4
Bricoficha
Os estores de enrolar
Funcionamento:
Como o prprio nome indica, estes estores enrolam-se volta de uma barra (de alumnio)
apoiada nos suportes. O seu mecanismo de enrolamento permite ajustar a altura do estore em
funo da claridade pretendida. Alguns tipos de estore oferecem uma obscuridade total (opacos).
Vantagens:
Estes estores existem em diversos materiais : vinil (locais hmidos), algodo ou de qualidade
dita "isoladora". Estes caracterizam-se por um lado em algodo decorativo e um verso
isolador em alumnio, que pode evitar at 70% de desperdcio de calor atravs das janelas.
Por outro lado protege do sol (vero).
Os suportes:
Os suportes do estore de enrolar podem ser fixos em trs locais
diferentes : dentro do caixilho (1), sobre a face deste (2), ou suspensos
no teto (3). Para facilitar a fixao dos suportes no stio, faa os
primeiros furos com o puno, ou melhor ainda, com a verruma.
A barra de enrolamento:
Se pretender encurtar, diminua 8 mm da largura medida. Transfira
a largura assim obtida para a barra, que serrar com a mini serra
de metais. Encaixe o terminal de enrolamento fornecido na extremidade
da barra : ele permite a sua fixao no suporte.
Corte da vara:
A vara a introduzir no fim do estore (na parte de baixo deste), deve
ser cortada com a dimenso indicada pelo fabricante (com a mini
serra de metais).
5
Bricoficha
Os estores de enrolar
Corte do estore:
Trace no estore a largura pretendida, com o auxlio da vara
anteriormente cortada. Com a tesoura ou o x-ato, corte em seguida
o estore com a dimenso adequada.
Fixao da barra:
Faa uma dobra de mais ou menos 5 cm no topo do estore, utilizando
a vara para facilitar a dobra. Levante novamente a dobra e coloque
no seu interior a barra de enrolamento, deixando o orifcio sextavado
do lado do mecanismo e certificando-se de que a banda adesiva
da barra de enrolamento fica virada para cima.
Fixao da cortina:
Retire a pelcula de proteo da fita adesiva e enrole a barra. O
estore fica assim colado. Se o estore no ficar direito, descole-o
com cuidado antes de o recolocar no stio. Enrole 2/3 do estore.
Introduza a vara na bainha especial por baixo do estore.
Mecanismo:
Encaixe a ponta hexagonal na abertura correspondente da barra e
a ponta redonda no suporte da barra. O mecanismo de enrolamento
est agora pronto a utilizar.
Bricoficha
A calha:
O sistema de suspenso de bandas verticais diferente do sistema
de estores de enrolar pois trata-se de uma calha e no de uma
barra de enrolamento. Transfira o comprimento pretendido para a
calha, comeando pelo lado onde se encontram os cordes de
comando. (Utilize um esquadro e um marcador).
Serrar a calha:
Desaparafuse a ponta e deslize-a para o interior, por trs da linha
traada a marcador. Retire o cordo e depois aparafuse a ponta.
Reparta os rodzios em iguais distncias pelo comprimento utilizado
(at ponta). Serre o indicado (com a mini serra de metais), depois
lime as rebarbas.
Os roletes:
Se tiver de encurtar a calha, suprima um rolete por cada 10 cm.
Deslize os roletes suprfluos para trs da capa de blocagem (que
retirar cautelosamente com uma chave de parafusos). Engate o
primeiro dos roletes a conservar, no meio da capa de blocagem.
Fixao da calha:
Mantenha a calha altura pretendida (lembre-se da posio do
cordo : direita ou esquerda). Marque o stio dos parafusos, faa
os furos (se necessrio coloque as buchas). Aparafuse a calha no
seu lugar e certifique-se de que os parafusos no sobressaem no
interior da calha.
Suportes de afastamento:
Os suportes especiais, vendidos parte, permitem suspender a
calha a uma determinada distncia da ombreira ( escolha at 25
cm), e a qualquer altura. Estes acessrios so utilizados sempre
que no possvel fixar a calha no teto.
7
Bricoficha
Corredia de ganchos:
Introduza a corredia munida de ganchos laterais (virados para cima)
por baixo da lamela. Introduza 3 cm de pano na fenda do lastro,
depois enrole tudo duas vezes para cima para que o tecido esconda
inteiramente o lastro. Fixe por fim lastro e tecido fazendo deslizar
a corredia por cima.
Os cordes:
Cada corredia est prevista para ligar entre si 6 lamelas, cuja ltima
contm igualmente o gomo do cordo seguinte. Corte se necessrio
o comprimento excedente do ltimo cordo. So necessrios alguns
dias para que as lamelas assentem bem.
Bricoficha 01.04
TRATAR AS PLANTAS
LISTA DE MATERIAL
TEMPERATURA E LUZ
A REGA
GUA E ADUBO
CRESCIMENTO E
MULTIPLICAO
OS TRATAMENTOS
HIDROCULUTRA
1/ 8
LISTA DE MATERIAL
OS VASOS :
Pode escolher entre os
vasos de plstico e os de
barro.
OS PRATOS :
Os pratos so muito
teis como receptores da
gua provenie nte do
orifcio de drenagem dos
vasos.
VASOS COM
RESERVATRIO DE
GUA :
Os pratos so
desnecessrios, visto
estes vasos possurem
um reservatrio especial.
O TERMMETRO :
Para a sade das plantas
de sua casa, essencial
vigiar a temperatura
ambiente.
VAPORIZADOR :
Necessrio para o
tratamento e
humidificao das suas
plantas.
O REGADOR :
Para regar de cima.
Permite tambm
fornecer uma soluo de
adubo s suas plantas .
ESTACAS E
BRAADEIRAS :
Existe um sortido bem
alargado de acessrios
para o apoio das plantas.
O CANIVETE :
Utilize um bom canivete,
para que os cortes
fiquem sempre perfeitos.
A ESPONJA :
Servir para limpar as
folhas das suas plantas.
OS FRASCOS :
Vai precisar de frascos
para a hidrocultura. O
seu tamanho dever
estar de acordo com o
das suas plantas de
estaca.
2/ 8
TEMPERATURA E LUZ
TRATAR AS PLANTAS
LIMITES DE TEMPERATURA :
Antes de escolher uma planta de casa, estude quais as suas
necessidades sazonais em termos de luz e calor. Uma
tempe ratura diurna constante ligeiramente superior a 20
C, a ideal. Evite as temperaturas noturnas demasiado
baixas : podem ser prejudiciais s suas plantas (abaixo de
12).
INV ERNO :
Algumas plantas (o cacto, o loureiro -rosa, o limoeiro)
hibernam, e, por isso, devem passar este perodo num local
mais fresco e seco. A temperatura pode descer at 5 C, no
mnimo. Devem ser muito pouco regadas. A hibernao
favorece a florao segu inte.
LUMINOSIDADE :
graas luz que a planta pode transformar os elementos
nutritivos necessrios ao seu crescimento. As necessidades
variam de uma espcie para outra , mas o mnimo
necessrio de 500 lux, durante cerca de 12H por dia. A
luz 4 vezes menos intensa, a somente 2m de distncia da
janela !
LUZ ARTIFICIAL :
Se a luz solar for insuficiente, recorra luz artificial. Evite
as lmpadas incandescentes que iluminam 5 vezes menos
que as lmpadas fluorescentes. Os spots especiais tm uma
lmpada de descarga ou uma lmpada de luz mista.
DISTNCIA :
Para uma boa iluminao, necessrio colocar as plantas
sob a luz : em geral, so necessrias duas lmpadas
fluorescentes de 36 W, suspensas a uma distncia de 50 a
80 cm. Esta distncia pode ser alterada e m funo do
crescimento das plantas, fazendo deslocar uma ou outra
(lmpadas).
3/ 8
A REGA
TRATAR AS PLANTAS
AS ORIGENS :
As necessidades das plantas variam de acordo com o clima
da regio da sua origem. As condies atmosfricas
exteriores tm tambm um papel dentro de casa
(humidade). Uma planta situada junto a uma janela batida
pelo sol, ter muito mais necessidade de gua do que se
estivesse colocada num local fresco, a norte.
OS VASOS :
A rega faz-se em funo da natureza do vaso. Os vasos de
barro deixam evaporar a gua atravs das paredes, mas os
de plstico no. Um vaso decorativo bem ajustado ao vaso
de barro reduz bastante a evaporao. Nunca deixe a gua
estagnar na base das plantas.
A FIBRA VEGETA L :
A folhagem rgida ou com penugem (plantas carnosas),
deixam evaporar pouco a gua, mesmo em tempo quente e
seco, contrariamente s plantas do tipo "ervoso". No
perodo de vegetao, todas tm mais necessidade de gua
que no perodo de repouso ou doena .
A GUA :
A gua compensa a evaporao e transporta as substncia
nutritivas. Se colocar somente gua nos pratos, a parte
superior da terra ficar seca : mergulhe portanto o vaso em
gua morna. O prato nunca deve ficar cheio de gua. Ao
fim de de hora, retire a gua que sobrou do prato.
4/ 8
GUA E ADUBO
TRATAR AS PLANTAS
REGA E ADUBO :
Para ter a certeza que uma planta precisa verdadeiramente
de gua, o mais simples enterrar ligeiramente o dedo na
terra : se sentir a terra seca, no somente superfcie,
mas tambm em profundidade, tempo de regar, com um
regador ou vaporizado r.
5/ 8
CRESCIMENTO E MULTIPLICAO
TRATAR AS PLANTAS
O P DE HORMONAS :
Este p estimula e acelera o crescimento das razes :
mergulhe a base do caule, sacudindo -o, seguidamente,
para eliminar o excesso de p que lhe seria nocivo e
mortal. Plante a enxertia na terra e regue.
A EVAPORAO :
A maior parte das enxertias conservam uma folhagem que
permite a evaporao da gua, a qual as razes no esto
em estado de fornecer. Limite esta evaporao cobrindo as
enxertias com um plstico. Entretanto, lembre -se da
evaporao atravs das paredes dos vasos de barro.
6/ 8
OS TRATAMENTOS
TRATAR AS PLANTAS
OS INSETOS NOCIVOS :
Os pulges, as moscas brancas, os aranhios vermelhos e os caros podem ser
combatidos com pulverizaes. As cochonilhas no se instalam to
rapidamente, mas so mais difceis de eliminar. Retire -as com um pau
pequenino.
OS PARASITAS VEGETAIS :
As begnias so particularmente sensveis s manchas brancas. Regue-as
pouco, evite -lhes o calor e a luz do sol. As folhas podem ficar manchadas pelo
frio, a luz solar ou pelas bactrias : neste caso, deite -as fora. Finalmente,
existem produtos contra as manchas castanhas dos caules.
MANUTENO :
Mantenha as plantas limpas. Com uma esponja hmida,
retire o p das folhas grandes e brilhantes, em ambas as
faces. O p da face superior das folhas retem a luz
necessrio fotossntese. Na parte inferior vai obstruir os
poros. Vaporize as folhas frgeis ou de pequena estatura.
OS PRODUTOS ABRILHANTADORES :
As plantas, com as suas folhas bem verdes, contribuem
para a decorao e alegria da sua casa. Trate-as com um
produto abrilhantador. Este existe em vaporizadores e
elimina eventuais resduos de calcrio.
CORTE DA FOLHAGEM :
O corte da folhagem faz germinar novos caules. A planta
torna-se mais robusta e cheia. Arranque os caules
superiores. Em vez de um, nascero dois caules
divergentes. Mais tarde pode repetir a mesma operao nos
dois ramos novos.
7/ 8
HIDROCULTURA
TRATAR AS PLANTAS
ENXERTIAS :
As enxertias no se enrazam somente na terra, mas
tambm dentro de gua. Neste caso, um caule de 10 cm
suficiente. Elimine as folhas inferiores que iriam apodrecer
dentro de gua. Faa um corte "limpo" na zona de enxertia
para evitar a instalao de bactrias.
ALIMENTO :
Nunca mude a gua das enxertias, pois esta cria
substncias que ativam o crescimento das razes. Se o nvel
da gua baixar, acrescente-lhe regularmente, pequenas
quantidades da mesma (nunca mais de um quarto de cada
vez). No necessrio adubo.
ENVASAMENTO :
Posteriormente poder plantar as enxertias. Mas s as mais
fortes resistiro a uma tal mudana. Um insucesso pode ter
duas causas. A primeira porque muitas razes se partem
na transplantao, por estarem muito frgeis devido
ausncia da terra.
A segunda causa devida forma das razes aquticas,
que so diferentes das razes terrcolas. Dentro de gua, as
razes efetuam menos trabalho que aquelas que devem
abrir caminho por entre os gros de terra. Esta ltimas
devem, para alm disto, ir buscar gua em todas as
direes.
8/ 8
Bricoficha
Aplicar tinta
texturada
1.4
Lista de materiais
Nvel de dificuldade:
Mdio
Trinchas
e pincis
Rolos
Tintas
Tintas
Mquina
de lavar
de alta presso
Ferramentas
elctricas
Lima elctrica
Ferramentas
elctricas
Lixas
Tabuleiro
de pintor
Tintas
Escova
metlica para
perfuradores
Ferramentas
elctricas
Raspador
de tinta
Tintas
Tintas
Escova
metlica
Escadote
Ferramentas
manuais
Bricoficha
Construo
As paredes
O estado da superfcie
Certifique-se que a superfcie a pintar est totalmente seca. Uma parede nova deve deixar-se secar durante
1 ano. Em casas antigas deve ser localizada a possvel existncia de zonas hmidas. Caso existam, antes de
comear a pintar dever resolver o problema derivado de um mau funcionamento da instalao sanitria
(guas), algerozes ou esgotos.
Limpeza
A superfcie a pintar deve estar limpa. Usando uma mquina de lavar de alta
presso, obtm-se um excelente resultado. muito importante deixar secar
posteriormente a parede durante uma ou duas semanas.
Condensao
Antes de comear a pintar, deve ter-se em conta que a condensao procedende do edifcio dificulta a
aderncia da pintura.
Manchas (eflorescncia)
A humidade pode dissolver os sais minerais dos ladrilhos (o salitre entre
outros). Nesse caso aparecem superfcie as eflorescncias em forma de
manchas brancas tornando as fachadas feias. Podem ser eliminadas com
uma escova dura de nylon. Depois disso aplicam-se os produtos de fixao
com uma trincha, antes de pintar.
Musgo
Depois de limpar a parede necessrio comprovar se no h musgo. Se
houver necessrio rasp-lo para o eliminar. Depois disso, e quando a
parede estiver seca, aplica-se um anti-musgo com uma trincha, um pulverizador ou uma pistola de pintar. Deve deixar actuar durante 24 h e depois
escovar cuidadosamente a parede. Finalmente aplica-se um produto de fixao.
3
Bricoficha
Paredes
Juntas
O estado das juntas deve ser verificado. Se esto em mau estado devem ser
limpas ou picadas com um martelo. Eliminar os restos com uma escova de
pelos rgidos e humedecer os ladrilhos para que a argamassa rija adira
melhor. Aplicar com a ajuda de uma paleta para juntas e depois alisar. Deve
deixar secar durante duas semanas.
Fundos farinhentos
So as fachadas que deixam uma espcie de p branco quando se passa com as mos. Para o evitar a
superfcie pode ser tratada com um produto de fixao. Aplicar o produto com a ajuda duma trincha, mas com
moderao, pois se a quantidade for excessiva, diminui a aderncia da pintura sobre este material.
Fendas
So fissuras dum tamanho considervel. Utilizar o raspador triangular para as
alargar em forma de v, o que vai permitir desprender as partes em mau
estado. Depois disso, encher com um produto de fixao. Deixar secar e
cobrir com uma mstique de poliuretano elstico.
Conselho
No se devem pintar fachadas ou paredes exteriores durante as horas de maior calor: a pintura perde as suas
propriedades, fica mais lquida, seca demasiado depressa e enche-se de pequenas fissuras.
Bricoficha
Materiais
Tipos de Pintura
1-ACRLICA: a mais utilizada para pintar fachadas, devido sua resistncia aos UVA. Para alm disso a sua
secagem a mais rpida.
2-REVESTIMENTO ELSTICO: Quando se vive em zonas chuvosas, as paredes exteriores podem ser tratadas
com um revestimento elstico, branco ou incolor. desta forma protege-se a fachada sem ocultar a pintura
decorativa.
Ferramentas
Trincha
Serve para recortar os ngulos das paredes, assim como os contornos das
portas e janelas. Tambm facilita a penetrao da pintura nos poros e
fissuras mais pequenos.
Rolo
Recomendamos um rolo de l com um punho grosso para estender melhor a
pintura. As camadas de pintura devem ser mais densas do que quando se
pinta o interior. Aplicar a pintura dirigindo o rolo em vrias direces e, para
o acabamento, passar o rolo verticalmente.
Nmero de camadas
Depois de seco o produto de fixao, pode comear a pintar. Por princpio, duas camadas de tinta so
suficientes. Quando se pintam paredes muito porosas, recomendamos a aplicao de trs camadas.
necessrio esperar que uma camada esteja seca antes de aplicar a seguinte. As condies meteorolgicas
podem afectar o tempo de secagem.
Acabamentos
Podem ser escolhidos trs acabamentos para as pinturas exteriores: mate, acetinado e brilhante. A pintura
acetinada permite entrever o relevo da superfcie pintada. A pintura mate adapta-se melhor s grandes
superfcies de cimento ou beto.
Bricoficha
Metais ferrosos
Ferrugem
Com o passar do tempo e as agresses dos factores climatricos, o ferro das
janelas, dobradias, varandas ou ferragens pode oxidar. Para eliminar esta
ferrugem, raspar com uma escova metlica ou um berbequim equipado com
um abrasivo.
Primrio antioxidante
Um primrio antioxidante de qualidade composto por resinas lquidas (o
ligante) e pigmentos activos como o mnio. A soma destes dois produtos
forma uma pelcula densa que actua como escudo perante as mais adversas
condies climatricas. Pode ser aplicado com uma trincha redonda ou
plana.
Acabamento
Quando a camada de primrio antioxidante estiver bem seca, aplica-se a camada final com pintura da cor
escolhida. Para alm de dar o toque decorativo e pessoal, tambm formar uma barreira contra as mais
adversas condies de tempo. A sua aplicao ser com pincel.
Pintura antioxidante/anticorrosiva
uma pintura especial para materiais ferrosos que se pode aplicar
directamente sobre a superfcie oxidada. A mesma camada serve de
proteco e acabamento, poupando a camada de fundo e a intermdia.
Bricoficha
Camada de fundo
Os metais no ferrosos no necessitam tratamento com antioxidante, mas
devem ser cobertos por uma camada de fixao. Esta camada pode demorar
at uma semana a secar.
Polimento
As superfcies em zinco devem ser polidas com papel abrasivo fino (nunca
com trincha metlica). Sobre alumnio pode aplicar-se directamente o
acabamento.
Acabamento
Para o acabamento de metais deve utilizar-se laca slida ou esmalte e deve
evitar-se a pintura microporosa. Pode ser aplicado com um pincel plano e
utilizar uma trincha para o contorno das esquinas e ngulos.
PVC
O PVC deve ser desengordurado com amonaco e depois enxaguado com
gua. Quando estiver seco, pode aplicar-se a pintura especial para PVC como
camada de fundo. Depois de secar pode aplicar-se o acabamento. Utilizar
sempre um pincel.
Bricoficha
Escadas
Escadas extensveis
Normalmente ser necessria uma escada extensvel para pintar uma
fachada. Se optar uma escada telescpica, recomendamos que seja apoiada
na fachada formando um ngulo de cerca de 75 o.
Escadas transformveis
Podem ser utilizadas como extensveis ou dobradas em forma de A. Com
duas escadas paralelas deste tipo e uma tbua pode criar-se um andaime.
Andaimes
O andaime o sistema que oferece maior estabilidade e comodidade, porque
depois de instalado permite pintar uma superfcie maior. Podem ser fixos ou
com rodas para facilitar o seu deslocamento.
[Link]
Coleccione!
Bricoficha 01.05
PODAR E DESBASTAR
LISTA DE MATERIAL
PLANTAS E ARBUSTOS
AS RVORES
AS RVORES
AS RVORES DE FRUTO
AS SEBES
AS SEBES
1/ 8
LISTA DE MATERIAL
PODAR E DEBASTAR
NAVALHA DE
PODAR:
Uma nica regra para
esta ferramenta, mas
de importncia capital
: a lmina deve estar
perfeitamente afiada.
TESOURA DE
PODAR:
Existem modelos
com uma nica
lmina, e outros com
duas.
LUVAS DE
JARDINAGEM:
De tecido ou em pele,
protegero as suas
mos com eficcia na
altura da poda.
CORTA SEBES:
Com lminas
cruzadas (direitas ou
dentadas), de 20 a
30 cm de
comprimento.
CORTA -SEBES
ELTRICO :
Escolha um modelo
que possa apenas ser
utilizado com duas
mos (dupla
proteo).
TESOURA DE
DESBASTAR :
Utilizada para cortar
ramos de rvores ou
arbustos at 4 cm de
dimetro.
TESOURA DE
PODAR LONGA :
Possui um cabo longo
(at 3 m) que
permite atingir os
ramos altos.
SERROTE MANUAL
:
O serrote manual
serve para cortar
ramos mais grossos.
A lmina no deve
dobrar enquanto
serrar.
PROTEO ANTIRUDO :
Muito til, se
recorrer a uma
ferramenta eltrica
potente e
barulhenta.
ELETROSERRA :
Respeite as normas
de segurana e utilize
um punho de
proteco se bloquear
a corrente
manualmente.
2/ 8
PLANTAS E ARBUSTOS
PODAR E DESBASTAR
PLANTAS :
A operao de corte mais simples consiste em cortar, entre
os dois dedos, o boto na extremidade da planta, para
favorecer o crescimento e a florao dos outros caules, que
iro aproveitar as substncia nutritivas disponveis.
O CORTE :
Corte as flores murchas das plantas vivazes para evitar que
enfraqueam, e para favorecer o desenvolvimento de novas
flores, oferecendo-lhe, assim, uma agradvel florao de fim
de estao.
OS ARBUSTOS :
A maior parte das espcies podem ser limpas dos ramos
mortos durante todo o ano : corte -os logo a seguir a um n
ou a um rebento, na parte s do ramo. Corte os ramos
longos a metade. Tenha em considerao o perodo de
florao.
FLORAO PRECOCE :
Os arbustos que florescem no Inverno ou na Primavera, formam, durante o
Vero, os ramos que daro flor no ano seguinte. Se os cortar antes da florao,
arrisca-se a suprimir os botes. Actue logo aps a florao, no fim da
Primavera ou no comeo do Ve ro (ex. Forsythia).
FLORAO ESTIVAL OU TARDIA :
Quando a florao se d no Vero ou no Outono, as flores murcham no fim do
perodo de vegetao. portanto necessrio faze r o corte durante o Inverno,
em Fevereiro/Maro. O comprimento dos ramos a cortar varia segundo as
espcies de arbusto.
COMO CORTAR :
Dever cortar os caules prximos do tronco ou dos ramos
principais (com uma tesoura de podar), logo a seguir a um
n ou a um rebento. A cicatriz deve ser pincelada com um
produto cicatrizante.
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AS RVORES
PODAR E DESBASTAR
A ESTRUTURA :
A poda das rvores tem como finalidade dar-lhes uma forma
particular e adaptada ao espao disponvel. Deve ser feita
desde o primeiro ano, para que se desenvolvam
harmoniosamente e criem rebentos. Os ramos mortos,
danificados ou fracos (bifurcao estreita "V") tm que ser
eliminados.
BIFURCAO EM "U" :'
Os ramos devem estar repartidos regularmente e afastados
do tronco em "U". Os que se dirigem em direo ao tronco,
se entrecruzam ou roam uns nos outros, devem ser
suprimidos, assim como aqueles que se desenvolvem sobre
o tronco ou um ramo, sem se ramificarem.
OS REBENTOS :
As rvores ou arbustos no se ramificam somente ao nvel
da folhagem, mas tambm ao nvel das razes. Devido ao
seu crescimento desordenado, e pelo fato de absorverem
todas as substncias nutritivas, tornam-se nocivos ao
crescimento do vegetal.
A NAVALHA :
Habitue-se a usar luvas grossas durante o corte. Com uma
navalha poder, facilmente, cortar os rebentos que meam
at 6 mm de dimetro. Coloque a lmina na base do
rebento e corte com um movimento circular bem firme.
A TESOURA DE DESBASTAR :
Os ramos um pouco mais e spessos (at 2.5 cm de
dimetro) cortam-se com uma tesoura de desbastar.
Coloque-a na base do ramo a cortar, paralelamente ao
tronco procedente, e corte de uma s vez.
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AS RVORES
PODAR E DESBASTAR
O ENTALHE :
Para serrar um ramo de dimetro superior a 7,5 cm, elimine
primeiramente todos os ramos que este comporta, para o
tornar mais leve : evitar assim, que fique entalado durante
a queda. Seguidamente faa um entalhe na base do ramo,
diminuindo assim a possibilidade de se partir devido aos seu
peso.
A SERRAGEM :
Depois serre pela parte de cima, na direo do entalhe. Se o
ramo for muito pesado, prefervel cort -lo primeiro a uma
distncia de 30 cm do tronco, e depois uma segunda vez
superfcie do mesmo, o que poder fazer com uma serra de
desbaste ou uma electroserra.
AS CICATRIZES :
Para limitar os riscos de doena, faa, com que as cicatrizes
fiquem o mais pequenas possvel (pela mesma razo,
prefervel cortar os ramos verticalmente). As cicatrizes
devem tambm ser limpas : se necessrio, desbaste -as com
a navalha.
MASSA DE CICATRIZAO :
Depois de nivelada a cicatriz, pincele -a imediatamente com
um tratamento apropriado : poder ser com uma massa
especial contendo fungicidas, para proteger a cicatriz de
possveis ataques. mettent la cicatrice l'abri des attaques.
O DESBASTE :
Trata -se de um corte geral, que preserva somente o tronco
e os ramos principais. Uma rvore regularmente podada no
necessita de desbaste (seno ocasional). O melhor perodo
situa-se entre a queda das folhas e a Primavera, mas nem
todas as rvores o suportam.
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AS RVORES DE FRUTO
PODAR E DESBASTAR
O PRINCPIO :
No pomar, o corte tem duas finalidades : conduzir a rvore o mais rapidamente
possvel idade adulta, e retardar o seu envelhecimento. Faa com que as
suas rvores de fruto tenham ar e luz suficientes para se desenvolverem
harmoniosamente.
A NO CONFUNDIR :
O corte das rvores de fruto est igualmente destinado a melhorar a sua
fertilidade. Mas necessrio saber que o corte se pratica de forma diversa
entre as rvores que tm frutos com caroos e as que tm frutos com pevides.
OS FRUTOS COM CAROO
As rvores que do este tipo de fruto (como o pessegueiro)
devem ser podadas logo que os ramos ten ham mais que 5
folhas. Corte a extremidade dos rebentos prximos dos
frutos, os quais vo beneficiar de toda a seiva. A renovao
da vegetao faz-se depressa. Pode durante vrias
semanas.
OS FRUTOS COM PEVIDES :
As rvores de fruto com caroo frutificam em troncos
formados no ano precedente, as rvores de fruto com
pevides em troncos de 2 anos ou mais. Conserve 2 ou 3
olhos por ramo, pois, assim, tero mais seiva. Durante o
Ve ro, corte os ramos que nascerem, assim que tenham 5
folhas.
FORMAO DE LATADAS :
Para aumentar a frutificao das jovens rvores, poder atar
uma corda de forma a que os ramos fiquem na horizontal :
as flores crescero melhor sob as folhas e na base dos
ramos. Para as rvores de fruto mais velhas, deve,
sobretudo, colocar as cordas nos ramos superiores.
ABERTURAS NA FOLHAGEM :
Assim que a folhagem apresentar aberturas, aps uma
tempestade, por exemplo, poder disfara-las fixando os
ramos laterais em direo ao alto, os quais se desenvolvero
sem problemas. Com a abertura invisvel, faa novamente
as "latadas" a estes ramos, para melhorar a frutificao.
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AS SEBES
PODAR E DESBASTAR
AS SEBES JOVENS :
As plantas devem ser cortadas desde tenra idade : indispensvel para que a
base da sebe fique densa. A finalidade do corte simples : a maior ramificao
possvel, incluindo ao nvel do cho, formando uma sebe bem cerrada.
PERIODICIDADE DA PODA :
As sebes adultas devem tambm ser podadas regularmente. Uma plantao
espaada ficar satisfeita com uma sesso por ano, enquanto que uma
formao compacta deve ser cuidadosamente tratada, razo de duas vezes
por ano. Podas mltiplas adensaro a sebe.
AS SEBES CERRADAS :
As sebes bem cerradas forma verdadeiros muros
que afastam os olhares. O ideal seria se as sebes
tivessem uma forma cnica : uma cabea afilada
deixar o sol chegar s folhas inferiores, as quais se
desenvolvero to bem como as superiores.
PLANTAO ESPAADA :
As sebes de plantao espaada (as roseiras) tm
um papel mais decorativo que de proteo. A poda
efetua-se individualmente, segundo o mtodo
conveniente a cada planta. So numerosas as
espcies que compem este tipo de sebes, pelo que
lhe daremos algumas informaes gerais.
Os arbustos de crescimento rpido como a faia, a
crpea, o ligustro e o louro -cereja, podem ser
podados vontade, pois crescem ao longo de todo o
ano. Pode as conferas de preferncia em Junho. A
cicatrizao ser mais rpida, depois de terminado o
crescimento [Link] espcies que florescem em
troncos velhos (com pelo menos um ano) devem ser
podadas aps a florao (forsythia, silindra). Aquelas
cujos rebentos jovens possuem flores (roseiras),
cortam-se sobretudo no inverno.
EMBELEZAR UMA SEBE :
Se a sua sebe ocupar demasiado volume, Fevereiro
e Maro ser o perodo ideal para a podar.
Primeiramente corte os ramos grossos com uma
tesoura de podar, e depois o corpo da sebe com o
corta-sebes. Para obter um plano bem horizontal,
utilize uma corda esticada altura desejada.
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AS SEBES
PODAR E DESBASTAR
SEBES VELHAS :
As sebes velhas podam-se como as novas em funo da
forma que desejar dar-lhe. Durante a operao, o trabalho
deve estar sempre a um nvel inferior aos seus olhos : para
uma sebe alta, no hesite em utilizar uma escada ou um
pequeno andaime com estabilidade.
PODA COMPLETA :
Uma poda completa consiste em cortar tudo a 20
cm do cho. A vegetao volta r a nascer, tal
como as plantas jovens, sendo o crescimento mais
rpido, neste caso, pois o maior desenvolvimento
das razes permitir uma alimentao abundante.
PODA ALTERNADA :
Tambm pode escolher entre podar primeiramente uma
face da sebe, para poda r a outra no ano seguinte. Sem
modificar a sua altura, a sebe ser renovada regularmente.
As faias e as crpeas no devem ser excessivamente
podadas : faa tambm uma poda alternada.
RAMIFICAO :
Aps o nascimento dos novos rebentos, deve dar novamente forma sua sebe,
podando -a para que os novos ramos se desenvolvam de forma a torn-la
densa.
EM REGRA GERAL :
Desinfete cuidadosamente as lminas das ferramentas com lcool, depois de
ter podado uma rvore ou um arbusto doente.
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Bricoficha
Utilizao de
produtos de drogaria
1.5
Lista de materiais
Nvel de dificuldade:
Baixa
Mscara
de proteco
Trincha
Ferramentas
manuais
Tintas
culos
de proteco
Esponja
Ferramentas
manuais
Tintas
culos
de proteco
Escova dura
Tintas
Ferramentas
manuais
Rodo
de borracha
Esptula
Tintas
Tintas
Escova de mo
dura
Joelheiras
Ferramentas
manuais
Bricoficha
Pinturas
Produtos e utilizaes
Acetona
Utiliza-se para eliminar colas, pintura seca, verniz das unhas ou
inclusivamente para dissolver a cera dos mveis. Espalhar o produto sobre a
superfcie a limpar com um pano ou pincel, esperar que seque e raspar com
uma esptula.
cido clordrico
ideal para eliminar restos de cimento de algumas lajes exteriores, ladrilhos
ou azulejos e para devolver a cor original ao mrmore. Tambm se utiliza
como desentupidor de canalizaes. Deve diluir-se numa proporo de 20%
cido clordrico para 80% de gua.
Amonaco
Deve utilizar-se sempre muito diludo. Utiliza-se para eliminar a cera e
vernizes de superfcies e dar-lhes posteriormente uma nova camada.
Tambm ideal para limpar manchas de sangue ou sumo sobre qualquer
tecido. Tambm dissolve a gordura das escovas.
Metanol/alcol de queimar
Utiliza-se como combustvel para a lamparina do fondue. ideal para limpar
vidros, plsticos, pinturas plsticas e para eliminar manchas de tinta, sumos
de frutas, bebidas alcolicas, caf, ch, leite, ovos, erva ou musgo. O alcol
aplicado no limpa pra-brisas impede a formao de gelo.
Viochene
Utiliza-se como colorante para a madeira e um produto totalmente natural
que d um toque nobre pea. Para um ptimo resultado devem dar-se
vrias camadas diludas.
Bricoficha
Produtos e utilizaes
Desentupidores
Existem no mercado muitos produtos qumicos especficos para desentupir
tubagens e sifes, mas so muito abrasivos. melhor utilizar produtos
biolgicos como pastilhas com bactrias dopadas que se colocam no esgoto
e se reproduzem por toda a tubagem, limpando-a na totalidade.
Creolina
Estes produtos so muito txicos e utilizam-se como desinfectantes e
bactericidas para limpar fossas spticas, sanitrios e caixotes de lixo. Para os
utilizar, devem ser diludos em gua at ficarem com um aspecto leitoso.
Dissolvente celuloso
O dissolvente celuloso utiliza-se bsicamente para limpar os utenslios de
pintura depois da sua utilizao (pincis, rolos, potes, etc.). Tambm elimina
restos de pintura e mstique, (apenas pinturas celulsicas). Ateno: produto
altamente inflamvel.
Dissolvente sinttico
utilizado para limpar os utenslios de pintura (pincis, trinchas, rolos,
pistolas) e para diluir tintas e vernizes sintticos. Ateno, muito inflamvel
e txico.
gua destilada
A gua destilada, por no ter calcrio, ideal para ferros de engomar a
vapor, radiadores de automveis (mais anticongelante), baterias e depsitos
de limpa-vidros.
Bricoficha
Produtos e utilizaes
Benzina
De grande utilidade para eliminar manchas em tecidos, produzidas por
gorduras, tintas ou alcatres. Humedecer um pano ou esponja com benzina e
friccionar suavemente a superfcie a limpar. O seu cheiro desaparece ao
secar. Precauo: produto altamente inflamvel.
Terebentina
um produto natural, com uma textura um tanto viscosa ou pegajosa, que se
utiliza para dar um retoque aos mveis encerados.
leo de linhaa
Usa-se para "dar vida" a materiais porosos como ladrilhos e lajes de
terracota sem esmalte. Serve para lhes dar brilho e simultaneamente para
proteger.
leo de vaselina
um lubrificante com uma cor clara e com uma textura muito lquida. Est
concebido para lubrificar mquinas de preciso, como as de coser ou peas
de relojoaria. Tambm se utiliza na perfurao do vidro.
Soda custica
um produto altamente corrosivo que elimina manchas de pintura e vernizes
(usar sempre dissolvida em gua). Se queremos envelhecer um mvel de
carvalho, aplica-se a soda custica com uma camura ou pano. Tambm se
pode utilizar como desentupidor de tubagens.
Bricoficha
Produtos e utilizaes
Sal para o descalcificador
Usa-se quando a gua muito "dura" e tem muito calcrio que fura as
canalizaes ou deixa resduos. O seu funcionamento feito atravs de sais
filtrantes que absorvem o calcrio.
Tricloroetileno
Utiliza-se para limpar peas txteis (roupa e tapetes) de ndoas de gorduras
e alcatro. Depois de seca a ndoa, deve ser untada com manteiga, esperar
que fique impregnada e depois limpar com o tricloroetileno.
Aguarrs
utilizada principalmente na limpeza dos utenslios de pintura, pincis, potes,
rolos, etc., (no deixa de ser um dissolvente). Tambm serve para diluir
pinturas sintticas, numa proporo nunca superior de 10 a 20% do volume
total.
Gasolina de queimar
Este combustvel utiliza-se para decapar madeiras e em alguns maaricos.
Deve prestar especial ateno porque muito inflamvel e nunca a deve
utilizar para acender churrascos ou na lamparina de fondues.
Lexvia
Para alm do seu uso como desinfectante, a lexvia dissolvida em gua serve
para eliminar o bolor, as algas e o musgo das zonas hmidas. necessrio
prestar especial ateno aos vapores nocivos que se podem produzir, e
nunca misturar lexvia com outro produto.
Bricoficha
Produtos e utilizaes
Protector anti-grafitti
um tratamento que se aplica, em duas camadas (cruzadas e com uma hora
de intervalo) na superfcie a proteger como se fosse verniz, com trincha ou
rolo. Tem uma funo dupla, protege das agresses climticas e impede a
fixao do grafitti.
Apagador de grafitti
As paredes ou superfcies com grafitti limpam-se pulverizando o produto na
zona a limpar. Dependendo da superfcie ser lisa ou porosa, ser necessrio
deixar que o produto penetre mais ou menos. Superfcie lisa: pintadas,
plsticos, vitrais - esperar entre 15/30 segundos e secar de imediato com
uma camura suave. Superfcie porosa: cimento, beto, madeira - esperar 5
minutos e escovar e enxaguar de imediato.
Smbolos de segurana:
Para manipular qualquer produto de drogaria necessrio prestar especial ateno s recomendaes e
instrues de utilizao indicadas pelo prprio fabricante. Manter estes produtos sempre longe do alcance das
crianas, em local elevado e, se possvel, num armrio fechado chave. Recomendamos a escolha de produtos
com tampa de segurana, para uma maior tranquilidade. imprescindvel saber interpretar os smbolos que
aparecem no prprio produto.
NO INFLAMVEL
IRRITANTE
CORROSIVO
TXICO
INFLAMVEL
OBRIGATRIO O
USO DE LUVAS
OBRIGATRIO O
USO DE CULOS
OBRIGATRIO O
USO DE MSCARA
Bricoficha
GRAFITTIS
DESINCRUSTAO
LUBRIFICANTE
ANTI-CONGELANTE
AMACIADOR
ACENDER/AQUECIMENTO
TRATAMENTO
MANUTENO
DESSENGORDURANTE
TIRA NDOAS
LIMPEZA
DESINFECO
DESENTUPIDOR
DECAPAR
DISSOLVER
DILUIR
Resumo
ACETONA
CIDO CLORDRICO
AMONACO
METANOL/LCOOL DE QUEIMAR
VIOCHENE
DESENTUPIDOR
CREOLINA
SOLVENTE CELULOSO
SOLVENTE SINTTICO
GUA DESTILADA
BENZINA
TEREBENTINA
LEO DE LINHAA
LEO DE VASELINA
SODA CUSTICA
SAL PARA DESCALCIFICADOR
TRICLOROETILENO
AGUARRS
GASOLINA DE QUEIMAR
LIXVIA
PROTECTOR ANTI-GRAFITTI
APAGADOR DE GRAFITTI
AK Bricofichas
[Link]
Coleccione!
Bricoficha 01.06
1/ 8
LISTA DE MATERIAL
A P QUADRADA :
D preferncia em ao
temperado. A lmina
pode ser polida sobre
uma ou ambas as faces.
A P DE PEDREIRO :
prefervel tambm
es colher uma p de
pedreiro com lmina em
ao temperado.
NVEL DE BOLHA :
Um modelo com duas
bolhas vai permitir
controlar os nveis
horizontal e vertical.
AREIA + GRAVILHA +
CIMENTO :
Para fazer o beto,
utilize para 1 Kg de areia
grossa, 1 Kg de gravilha
e 0.5 Kg de cimento.
A REDE :
Existe em rolos de 10 a
25 m, e de diferentes
alturas.
OS POSTES :
As escoras
contrariamente aos
postes, sero sempre
obliquamente.
ALICATE DE CORTE :
A parte cortante
permite-lhe cortar o fio
de arame.
O CORDEL :
Simples mas eficaz, ser
empregue para assinalar
a colocao da vedao.
A BETONEIRA :
Funciona graas a um
motor eltrico
alimentado a 220 V.
Pode ser alugada.
2/ 8
O PLANO DE VEDAO
COLOCAR UMA VEDAO
A REDE :
A rede , das vedaes existentes, uma das mais utilizadas.
normalmente feita de fio metlico plastificado. Vantagens
: ocupa pouco espao, deixa passar ar e luz, e coloca -se
facilmente.
OS POSTES :
Os postes (frequentemente metlicos) devem
necessariamente segurar a rede. Pode-se colocar 1) postes
e redes; ou 2) postes unidos, no cho, por meio de placas
de beto, e rede.
O USO DA VEDAO :
Primeiro considere qual vai ser o papel da sua vedao :
dever simplesmente delimitar o jardim ou prender um co
? A altura, a espessura do fio e a largura da malha devem
ser adaptadas s circunstncias. Pense que tambm
existem redes decorativas.
O PLANO DA VEDAO :
Determine em primeiro lugar o plano da vedao, depois
coloque marcas no cho, com paus. A soluo mais prtica
consiste em marcar primeiro o stio dos postes de ngulo,
depois os postes intermdios, que sero espaados entre
2.5 e 3m.
AS MARCAS :
Assim que abrir os buracos destinados aos postes de
ngulo, pode, naturalmente, suprimir as marcas. No
entanto pense em colocar marcas suplementares no
prolongamento dos dois lados da vedao, de forma a
situar com pre ciso o stio do ngulo.
3/ 8
OS POSTES E A REDE
COLOCAR UMA VEDAO
PROFUNDIDADE :
Vai comear por colocar os postes de canto. Antes de os
enterrar tem que fazer uma cova de 60 a 80 cm, com a
ajuda de uma p. Deve enterrar os postes at ao fundo,
afim de assegurar a sua estabilidade.
ESCORA :
Antes de verter o beto na base do poste do ngulo, deve
colocar-lhe uma escora : trata -se de um poste fixo sobre o
primeiro, a 2/3 da altura deste, com um grau de inclinao,
relativamente ao cho, de aproximadamente 45 e
orientado na direo da rede. O modo de fixao varia de
acordo com as marcas.
UMA FOSSA TRIANGULAR :
Faa uma fossa triangular para o poste colocado
obliquamente. Coloque uma pedra ou um tijolo no fundo do
buraco para lhe servir de apoio. Evitar, desta forma, que
ele se enterre mais no cho, e os postes ficaro mais
seguros enquanto esperam a secagem do beto.
A ANCORAGEM :
Devido forte presso a que os postes so submetidos
depois da colocao da rede, acontece que, se a base
destes for demasiado "cortante", acabaro por atravessar o
beto ! Aconselhamos que amolgue a base dos postes e
perfure de lado a lado para colocao de um prego
comprido.
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A COLOCAO DA REDE
COLOCAR UMA VEDAO
O BETO :
Deite o beto na base dos postes de ngulo e das escoras.
Pode preparar o beto com antecedncia, ou deitar a
mistura seca dentro da fossa, acrescentando-lhe gua e
misturando. Para 1 Kg de areia grossa, misture 1 Kg de
gravilha e 0.5 Kg de cimento (nunca cimento j feito).
ALINHAMENTO VERTICAL :
Enquanto verte o beto na base dos postes, certifique-se
constantemente que estes esto perfeitamente verticais e
alinhados. Utilize um nvel de bolha ou fio de prumo. Se
assim o no fizer, nunca mais poder esticar a rede
impecavelmente.
NVEL HORIZONTAL :
Repita estas operaes para os outros ngulos. Para ter a
certeza que o topo dos postes esto alinhados , utilize um
nvel de bolha (ou uma simples mangueira transparente),
no contendo uma nica bolha de ar. Desta forma verificar
o alinhamento horizontal.
TERRENO EM DECLIVE :
Se o terreno apresentar diferenas de nvel significativas,
uma vedao verdadeiramente horizontal nunca ser
possvel. Os postes devem ser, naturalmente, colocados na
vertical, mas a rede deve seguir o declive do terreno (seno
teria que a enterrar no alto do declive).
OS POSTES INTERMDIOS :
Os postes intermdios colocam-se nos stios j marcados.
Se necessrio, estique uma corda entre as estacas de
ngulo. Fossas de 60 cm de profundidade so, geralmente,
suficientes. Baseando -se na altura dos postes de ngulo,
pode controlar (dando uma "olhada") o alinhamento
horizontal.
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A COLOCAO DA REDE
COLOCAR UMA VEDAO
O ESTICADOR :
Pode esticar a rede quando o beto estiver seco (em cerca
de um semana). Corte o ltimo fio vertical do rolo e fixe os
fios horizontais barra de tenso, torcendo-os com um
alicate. Tambm pode ligar a rede barra, malha por
malha, com um arame de ligao.
O POSTE DE TENSO :
Fixe a barra ao primeiro poste de ngulo ("poste de
tenso") com um arame de ligao dupla, em cada 2 0 cm.
De preferncia oriente a ondulao do arame para baixo :
se a qualidade das redes atuais j no o obrigam a isso
(para a evacuao da gua), o resultado ser mais esttico.
DESENROLAR A REDE :
Desenrole a rede at aos postes de ngulo seguintes. Fixe a provisoriamente a todos os postes intermdios (com fio
de arame ou "clips" de ligao), para no correr o risco de
ver a sua rede cair. Certifique -se de que os arames de
ligao no possam interferir com a tenso da rede.
AS LIGAES :
Para ligar dois rolos de rede, sobreponha um sobre o outro
(sobreposio igual largura de uma malha) e l igue-os com
arame de ligao ou ento at aos ltimos fios verticais dos
rolos, com a ajuda das extremidades livres dos fios
horizontais. Estique esta ligao o mais fortemente
possvel.
ESTICADORES OU ABRAADEIRAS DE TENSO :
O ltimo poste de ngulo (o poste de tenso) deve ser
equipado de : abraadeiras de tenso se for tubular; de
simples esticadores se a forma for outra. Estes acessrios
tm por misso o repartir a ten so de forma regular, a toda
a altura da rede.
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ESTICAR A REDE
COLOCAR UMA VEDAO
O ARAME DE LIGAO :
Assim que alcanar o ltimo poste de tenso (munido de
esticadores ou abraadeiras de tenso), fixe uma barra de
tenso na rede, a cerca de trs malhas antes do poste.
Proceda da mesma forma j explicada anteriormente.
altura de cada esticador faa um n com arame duplo.
ESTICAR A REDE :
Introduza a outra extremidade do arame de ligao dupla
dentro das abraadeiras de tenso. Aperte estas com a
ajuda de duas chaves de bocas, at que a tenso da rede
seja suficiente. V progressivamente apertando uma a
uma, nunca ao mximo da fora, ma sim, pouco de cada
vez.
FIXAO DA REDE :
A rede agora deve ser fixa slida e definitivamente aos
postes intermd ios com arame de ligao. medida que
vai avanando retire os arames de fixao provisrios.
Continue desta forma at a rede ficar fixa em todos os
postes.
A ONDULAO :
Com um alicate corte a rede excedente ao nvel do ltimo
poste. Se depois quiser corrigir a tenso da vedao, pode
aument -la, acentuando a ondulao do arame. Para isso
utilize um alicate universal ou um alicate especial.
OS PORTES :
Saiba com antecedncia se dever colocar um porto.
Existem diversos modelos, sob a forma de "kits", com todos
os componentes necessrios (dobradias, fechadura e
chave, parafusos). Os suportes do porto devem ser
colocados da mesma forma que os postes de tenso da
vedao (fossa de 60 cm de profundidade).
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RECORTAR UM ENTALHE :
Existe uma segunda possibilidade para resolver esta
problema : recorte um entalhe na placa de beto, no qual a
escora vai ficar diretamente colocada. Para o fazer, no se
esquea que o grau de inclinao deve ser de 45,
relativamente ao solo.
AS PLACAS :
Coloque os postes e as placas, uns a seguir aos outros. Provavelmente ter
que cortar a ltima placa " medida", para que fique perfeitamente inserida
entre o ltimo e o penltimo poste.
O BETO :
Somente quando todos os elementos da sua vedao esto colocados, pode
deitar o beto nas fossas. Deve esperar que este seque por completo para fixar
e esticar a rede.
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Bricoficha
Pintar
interiores
1.8
Bricolage DecoraoJardim
Lista de materiais
Nvel de dificuldade:
Mdio
Trinchas e pincis:
Lixadeira vibratria:
Um colector de p
ou a ligao
a um aspirador sero
de grande utilidade.
Tintas e vernizes
Ferramentas
elctricas
Rolos:
Raspador de tinta:
Escolha o rolo
em funo do tipo
de tinta e da superfcie.
Tintas e vernizes
Tintas
e vernizes
Tabuleiro de pintor:
Proteces:
A grelha permitir
repartir uniformemente
a tinta do rolo.
Tintas e vernizes
Tintas
e Vernizes
Pistola de Pintura:
Esptula:
Ferramentas
elctricas
Ferramentas
manuais
Soprador de ar quente:
Escadote:
Ferramentas
manuais
2
Bricoficha
Ferramentas
manuais
A preparao
Regras gerais:
A tinta decora e protege as superfcies. Para trabalhos exteriores, a sua funo principal
reside na proteo, enquanto que, para paredes interiores, tem uma funo decorativa. Por
esta razo no bastar a aplicao de uma s demo, mas sim de um "tratamento" completo
e apropriado.
Deve ter em ateno:
O material da superfcie (gesso, madeira, ...);
O estado dessa superfcie (fissuras, ...);
A humidade da sala (sala de estar, casa-de-banho);
O aspecto desejado (mate, acetinadolacado).
Liberte o espao:
Na vspera, de preferncia, retire da sala os mveis mais pequenos,
tapetes e cortinados. Para pintar em redor de um interruptor ou
tomada, desligue o fusvel do circuito e desmonte o espelho.
Protees:
No h nada mais aborrecida que uma sala repleta de manchas de
tinta, depois de terminado o trabalho. Portanto, cubra os restantes
mveis com toldos de plstico, sem esquecer o cho. Proteja os
rodaps, ombreiras e tudo o que no deve ser pintado com fita de
proteo adesiva.
Plano de aco:
Elabore primeiramente o seu plano de ao antes de meter mos
obra. Comece pelo tecto, depois as paredes, e a seguir as madeiras.
O cho, se o desejar pintar, ficar para ltimo lugar.
Quantidade:
Calcule primeiro a superfcie a pintar, e, em funo do poder de cobertura da tinta, indicado
na embalagem, calcule a quantidade de tinta necessria. No se esquea de incluir a superfcie
das janelas e das portas. Este resultado dever ser multiplicado por dois se aplicar duas
camadas. Para um suporte poroso, faa um clculo por excesso. As paredes e os tectos que
nunca foram pintados absorvem muita tinta, dai que alguns fornecedores aconselhem a
aplicao de uma demo de primrio, ou de tinta bastante diluda em gua. Pode diminuir
a quantidade se o suporte estiver j pintado com uma tinta semelhante. Compre toda a
tinta de uma s vez, para evitar eventuais diferenas de tonalidade.
3
Bricoficha
O tecto
Limpeza:
Antes de pintar deve limpar. Se o tecto estiver pintado com cal (se
esfregar verificar que a superfcie liberta p), lave-o com gua
morna com sabo. Se a tinta lascar, ser prefervel elimin-la
completamente com um raspador.
Betume:
Encha os buracos e fissuras com betume (gesso ou qualquer outro
produto de enchimento base de gua). Alargue primeiramente as
fissuras com um raspador normal ou triangular. Molhe com gua
antes de aplicar o produto de enchimento.
Aguarde a secagem completa.
Polimento:
Passe ligeiramente o tecto com lixa de gro fino, sobretudo fissuras
e buracos que acabou de encher. Lixe o tecto manualmente, com
a folha de lixa enrolada num taco de madeira.
Um conselho:
Um tecto j pintado com uma tinta acrlica, deve ser novamente pintado com o mesmo tipo
de tinta. A tinta acrlica "respira", enquanto que as tintas de esmalte no.
Precaues a tomar:
Antes de comear a pintar, rena o material que ser necessrio : rolo, pincel, trapos,
tabuleiro, um misturador, um balde e um escadote. Evite as correntes de ar para evitar que
o p se deposite sobre as superfcies pintadas de fresco.
4
Bricoficha
O tecto
Tcnica:
Um tecto pinta-se com rolo ou pincel. O rolo permite uma aplicao
mais regular da tinta. No o mergulhe profundamente dentro do
tabuleiro. S obter bons resultados na aplicao de camadas finas.
Para poupar esforos utilize um cabo extensvel. Deve comear a
pintar paralelamente fonte de luz (ex.: janela).
ngulos:
Comece a partir de um ngulo. Utilize um pincel na juno da parede
com o tecto : o rolo no chegar aos cantos. Aplique a tinta ao
longo dos bordos, a uma largura de 5 cm (nunca volta da sala,
numa s vez) . Depois, com um rolo, cubra imediatamente a parte
delimitada.
Zig-zag:
No trace linhas paralelas com o rolo, mas efectue uma espcie de
movimento em "W", para depois voltar em sentido contrrio,
descrevendo um movimento em "M" : assim conseguir cobrir uma
parte do tecto sem levantar o rolo. Estenda bem a camada de tinta.
Direco:
Assim, trabalhe sempre por pequenas superfcies, ou seja, 1 m de
cada vez. Siga na direo do lado mais pequeno do tecto. Antes
de aplicar a segunda demo, respeite escrupulosamente o tempo
de secagem indicado pelo fabricante.
5
Bricoficha
As paredes
Gesso:
No gesso deve aplicar um produto de fixao antes da aplicao da tinta de base. Se utilizar
tinta acrlica, o tratamento prvio no ser necessrio. O gesso dever estar seco e isento
de gordura ou p.
Painis derivados da madeira:
Todos os tipos de tinta se adequam a este tipo de painis. Cubra-os primeiramente com
um produto especial para madeira, tornando as suas superfcies menos porosas e absorventes,
e com melhor aderncia s demos posteriores.
Betume:
Quando uma parede, antes de ser pintada, foi revestida com papel,
os buracos (deixados pelos pregos arrancados, por exemplo) e
outras irregularidades devem ser cheios ou alisados com betume.
Se as reparaes a efectuar forem grandes, escolha um betume
suficientemente elstico.
Polimento:
Em seguida lixa a superfcie com uma lixa de gro no demasiado
fino. Assim poder alisar as partes betumadas e eliminar os restos
de papel de parede. Se deixar o papel, possivel que se formem
bolhas quando aplicar a tinta, que desaparecem durante a secagem.
Escove cuidadosamente toda a superfcie antes de abrir a lata de
tinta e prosseguir com o trabalho.
Locais hmidos:
As cozinhas e casas-de-banho so, naturalmente, mais hmidas. A gua transforma-se em
vapor, este condensa-se e deposita-se em forma de gua nas paredes, tectos e caixilharia.
Portanto, os locais hmidos devem ser pintados com tinta reguladora da humidade : esta,
por vezes abundante, poder evaporar-se para o exterior, atravs das paredes e tecto. Para
as paredes em alvenaria existem tintas microporosas que deixam a superfcie "respirar".
Ventilao:
Antes de pintar uma sala hmida, enxugue-a convenientemente. Abra previamente portas
e janelas, durante vrios dias, para arejar. Assim evitar que a humidade permanea nas
paredes, tectos ou caixilharias, sob as demos de tinta.
Lavagem:
A tinta para tectos pode ser de qualidade inferior das paredes : o tecto, geralmente, suja-se
muito menos. Para as paredes, a tinta dever, de preferncia, permitir a lavagem com
lixivia neutra e ser mais resistente, particularmente nas cozinhas e casas de banho.
6
Bricoficha
As paredes
Tcnica:
Tal como o tecto, a parede pode ser pintada com rolo ou pincel.
Aplicam-se as mesmas regras : no carregue demasiadamente o
rolo. Saiba tambm que uma demo espessa no dar nunca um
resultado to satisfatrio como duas demos finas.
Junes:
Nos ngulos das paredes ou nas junes entre o tecto e a parede,
utilize sempre o pincel. Proceda da mesma forma para molduras
das portas e janelas.
Cruzar:
Trabalhe a superfcie com o rolo, cruzando as passagens, sem as
sobrepr. As ltimas passagens do rolo devem ser dadas na horizontal,
ou seja, perpendicularmente s janelas.
Direco:
Trabalhe uma superfcie de 1 m2 de cada vez. Com o rolo, comece
por um ngulo, do alto, traando bandas verticais. Faa com que
as partes sucessivamente pintadas fiquem bem sobrepostas.
Passagens cruzadas:
Se pintar com o pincel comece pela parte superior da parede, a
toda a sua largura e at abaixo. Aplique a tinta em pequenas
passagens verticais, cruzando-as depois com passagens horizontais,
estendendo bem a tinta. Finalmente, alise de baixo para cima.
7
Bricoficha
As placas de gesso
Pregos:
Frequentemente utilizam-se placas de gesso para o acabamento das
paredes. A tcnica para as pintar um pouco particular, sobretudo
devido aos pregos e parafusos. Os pregos devem ficar o mais
enterados possvel, com a ajuda do martelo de orelhas (carpinteiro).
Betume:
Sobre os pregos enterrados aplique um betume apropriado. Depois
de convenientemente seco, aplique uma segunda camada de betume,
alisando bem a superfcie entre a primeira e a segunda camada.
Polimento:
Deixe o betume secar por completo e lixe com lixa fina, efectuando
movimentos circulares. A superfcie deve ficar perfeitamente plana,
sobretudo fissuras e rebordos cheios com betume.
Junes:
As junes exigem um maior cuidado. Com uma esptula larga
aplique uma camada de betume, alisando bem os bordos. Deixe
secar, aplique uma segunda camada, e lixe.
As placas de gesso cartonado podem ser pintadas assim que as
juntas estiverem secas (ao fim de 24 horas). Pode aplicar primeiro
uma demo de primrio, adequado a este material.
Bricoficha
A madeira
Resina e ns:
Com um canivete aquecido, elimine a resina da madeira nova, ou
esta correria o risco de, aps algum tempo, ser atacada pelos
produtos qumicos da tinta e de escorrer. Retire os ns com um
formo para madeira, e encha os buracos com pasta de madeira.
Lixe com lixa grossa.
Sub-capa:
As superfcies brutas que nunca foram tratadas, devem levar uma
sub-capa. Deve respeitar o tempo de secagem antes de polir. Escolha
sempre uma sub-capa em funo da demo de acabamento posterior.
Polimento:
As fibras da madeira, depois de secas, tm tendncia a endireitar
ligeiramente. Depois de seca, lixe a sub-capa com lixa fina ou palha
de ao. Retire toda a poeira.
Fibra de madeira:
Depois de encher as irregularidades com pasta de madeira, aplique
duas demos de tinta. Em superfcies pequenas siga a direco das
fibras. Em grandes superfcies (como portas) pinte cruzando as
passagens, e acabe na direco das fibras.
Partes escondidas:
muito importante que, sobretudo no caso da madeira bruta, que partes escondidas ou
em contacto, por exemplo, com a parede, fiquem correctamente protegidas. Aplique, portanto,
duas demos de sub-capa (primrio).
Locais hmidos:
Os caixilhos situados em locais hmidos devem ser cobertos com tinta que no deixe passar
o ar, e composta com leo de linhaa ou resina sintctica. Areje bem o local [Link]
de pintar,
para que este enxugue o melhor possvel.
9
Bricoficha
A madeira pintada
Limpeza:
Para limpar madeira pintada, retire a poeira e desengordure-a com gua e amonaco (3%),
sem a molhar demasiado. Deixe secar durante vrios dias. Se algumas madeiras (portas,
ombreiras, janelas) estao cobertas com espessas camadas de tinta danificada, decape-a por
completo.
S o faa se for absolutamente necessrio : a madeira est melhor protegida quanto maior
a quantidade de camadas de tinta. Para eliminar tintas mal aplicadas ou empoladas, pode
utilizar um soprador de ar quente, um produto decapante ou lixar.
Maarico:
Aquea a superficie a decapar (limpa), movimentando ligeiramente
a chama.
Ateno: o calor dever derreter a tinta, sem queimar a madeira.
Depois de amolecida, pode retirar a tinta com um raspador.
Soprador de ar quente:
O decapante elctrico sopra ar muito quente : no o utilize muito
perto dos vidros, para no os partir. Utilize um raspador especial
e trabalhe de cima para baixo. Numa porta trabalhada, elimine
primeiramente a tinta da moldura e depois os recantos.
Decapantes qumicos:
So lquidos que atacam a tinta. Estes produtos so muito corrosivos,
portanto proteja bem as mos com luvas de borracha e, eventualmente,
os olhos com culos de proteco. Espalhe o decapante com o
pincel. Retire as portas para as trabalhar na horizontal.
Existem decapantes base de solventes e outros base de soda
custica.
Bricoficha
O polimento
Aspirao do p:
Aps cada operao de polimento, ou aplicao de tinta, dever
verificar se a superfcie ficou lisa para que a camada seguinte adira
correctamente. Elimine a poeira com uma escova macia e seca (um
saco de aspirao no suficiente).
Polimento manual:
As superfcies polidas com a mquina devem ser acabadas
naturalmente, para que fiquem perfeitamente lisas. Para isso, utilize
a lixa apropriada ao trabalho a realizar.
Tipo de gro:
O gro de 30-60 serve para o pr-polimento de superfcies no aplainadas, assim como para
a eliminao de tintas velhas. A lixa de gro mdio permite a preparao das portas, por
exemplo, assim como a decapagem de tintas velhas para uma pintura pistola. As superfcies
ficam perfeitamente lisas.
difcil exercer uma presso constante no polimento manual. Recomendamos portanto a
utilizao de um suporte, ou seja, um pequeno pedao de madeira ou cortia no qual se
enrola a folha de lixa.
Tinta de base:
Como no caso das superfcies brutas (madeiras novas), dever, antes de tudo aplicar uma
tinta de base, de forma a preparar a superfcie para os tratamentos posteriores. Aps
secagem, encha as irregularidades e lixe de novo (de preferncia mo, para obter um
resultado mais fino).
Portas e janelas:
No interior, as portas e janelas levam uma demo a mais que no exterior. A humidade que
penetra na madeira poder assim, escapar-se (para o exterior). A tinta (ou o verniz) no
dever tocar as juntas de borracha das janelas, para no as danificar.
11
Bricoficha
As portas
Como proceder:
Comee por tirar a fechadura, a maaneta e as ferragens da porta.
Limpe os buracos onde a sujidade se infiltra facilmente.
Antes de pintar com o rolo superfcies grandes, tais como portas,
estenda grosseiramente a tinta com o pincel, primeiro em linhas
verticais e depois horizontais. Em seguida, divida (mentalmente)
a superfcie a pintar em quartos, os quais devero ser pintados o
mais rpidamente possvel.
Tcnica:
Estenda a tinta j aplicada, de baixo para cima, evitando, assim,
o escorrimento da mesma. Se desmontar a porta e a colocar na
horizontal (sobre cavaletes, por exemplo), j no ter esse problema.
Canto / espessura:
Se pintar as duas faces da porta em cores diferentes, vai talvez
hesitar quanto cor a aplicar no canto (a espessura da porta sobre
a qual se encontra a lingueta da fechadura) : pinte-a na mesma cor
da face da porta visivel, quando est aberta.
Bricoficha
Janelas e rodaps
Polimento:
Se pintar de novo uma janela, evite eliminar a tinta antiga com um
soprador de ar quente, por causa dos vidros. Para as superfcies
maiores, convir certamente um produto decapante, mas o polimento
ser manual. Utilize um suporte em madeira.
Comee a pintura de uma janela logo pela manh, para que tenha
tempo de secar e possa ser fechada durante a noite.
Pasta de madeira:
As janelas velhas podem sofrer de apodrecimento. Retire todas as
partes antigas, e em seu lugar, aplique pasta de madeira (utilize
uma esptula para o efeito). Depois lixe.
Fita adesiva:
Proteja o contorno dos vidros com fita adesiva especial, a qual
permitir pintar a direito sem pintar o vidro. Retire a fita adesiva
depois de acabar de pintar, sem mesmo esperar que a tinta seque,
caso contrrio, poderia tambm arranc-la ao mesmo tempo!
Qual a ordem:
Ter melhores resultados se respeitar a ordem seguinte: as partes
horizontais (a inferior antes da parte superior) antes das verticais.
Rodaps:
Os rodaps so sempre pintados em ltimo lugar, porque esto expostos poeira durante
todo o tempo do trabalho, e porque tambm podem sofrer ligeiros danos com a passagem
do aspirador. Retire-lhes toda a poeira. Utilize uma trincha com 5 cm de largura.
Trate os rodaps (tinta de base, polimento, betume) da mesma forma que tratou as madeiras,
evitando ndoas no cho ou na parede: poder colocar-lhes um
bocado de carto. Escolha uma tinta bem resistente e que se suje pouco.
13
Bricoficha
As aplicaes
Radiadores:
Se os radiadores (aquecimento central) ainda funcionarem bem, lixeos com a lixa de gro mdio. Se tiverem ferrugem, aplique-lhes
primeiro um produto de tratamento anti-ferrugem.
Proteja previamente a torneira e as ligaes em cobre com fita adesiva (de proteo). Nso
se esquea de retirar o p do radiador antes de lhe aplicar a tinta de base ou a ltima
demo. Existem pincis especiais curvados para os locais de difcil acesso.
Tambm existe uma tinta especial para radiadores, capaz de resitir a uma temperatura
elevada. No entanto, s deve aplic-la quando o radiador estiver frio. Depois de pintado,
deixe-o secar durante alguns dias antes de o ligar.
Matrias plsticas:
possvel pintar as matrias plsticas na condio de lhes aplicar
um primrio apropriado. Lixe a superfcie manualmente, para ficar
bem desengordurada. Sobre o primrio, pode aplicar uma tinta de
base vulgar. Depois aplique uma tinta brilhante.
Tinta de cho:
Destinada a cho de beto (caves, garagens), o qual deve ser
desengordurado e liberto de poeira. Aplique 2 ou 3 de mos de
tinta, com trincha ou rolo, com 24 h de inervalo entre elas. Comece
no canto mais afastado da porta.
Bricoficha
A escolha do material
Pincel:
A escolha do modelo depende, naturalmente, do trabalho a executar.
Um bom pincel feito de plos maleveis e cerrados, de um aro
slidamente fixo ao cabo, o qual, geralmente, em madeira
envernizada. Os plos arrancam-se dificilmente. Os melhores modelos
tem cerdas naturais compridas.
Forma:
Um pincel com plos cortados em ponta ou uma trincha com os
plos cortados obliquamente, so prticos para a realizao de
acabamentos (das janelas, por exemplo). Os modelos redondos
podem ser utilizados para trabalhos de preciso.
Rolo:
Os rolos de qualidade so em l ou pele de carneiro, e podem ser
facilmente desmontados para limpeza. Os rolos de espuma so mais
baratos mas no permitem resultados to bons, pois provocam o
aparecimento de bolhas de ar. So adequados s tintas de gua.
Um rolo novo tem tendncia para deixar alguns plos na tinta. Lave-o
em gua com sabo, passe-o por gua e deixe-o secar durante
algumas horas.
Rolos especiais:
Os rolos de plos longos so mais frequentemente reservados s
superfcies rugosas, e os rolos de espuma s superfcies lisas.
Existem tembm modelos com o nome de "favo de mel", que do
uma estrutura tinta semelhante ao crepi, rolos especiais para
tectos (no pingam) e rolos para lacar.
Pintura pistola:
Mais apropriada para trabalhos de exterior. , no entanto, uma
tcnica muito prtica para o tratamento de pequenas peas, por
vezes, em relevo. Neste caso, dever, naturalmente, isolar bem as
partes a pintar e proteger o resto.
15
Bricoficha
A manuteno
Pincis:
Pendure os pincis novos durante 24 h, com as cerdas dentro de
leo de linhaa, para que unam. Depois, lave-os com gua morna
com sabo e passe-os por gua abundante. Deixe-os secar sem
torcer os plos. As trinchas em nylon so mergulhadas em gua.
Limpeza:
Retire a maior parte da tinta com papel de jornal. Depois limpe
pincis, rolos, tabuleiro e respectiva grelha com o solvente da tinta
utilizada (tinta acrlica; gua; tinta de esmalte; guarrs).
Secagem:
Depois lave o pincel ou o rolo com gua quente com um pouco de
detergente ou sabo. Pendure-os ou deite-os, mas no os deixe
nunca colocados sobre os plos. Os rolos podem secar suspensos.
Conservar a tinta:
Guarde as latas de tinta num local seco e fresco. Para conservar
uma lata de tinta j aberta, assegure-se de que esta fica
hermeticamente fechada e coloque-a sobre a tampa. Assim, haver
menos possibilidade e formao de pelcula.
Bricoficha 02.01
SUBSTITUIR UM VIDRO
LISTA DE MATERIAL
RETIRAR O VIDRO VELHO
A PREPARAO
APLICAR O MASTIQUE
COLOCAO
O ACABAMENTO
A SEGURANA
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LISTA DE MATERIAL
SUBSTITUIR UM VIDRO
AS LUVAS :
Um par de luvas grossas
para trabalhar
imprescindvel para a
manipulao do vidro ou
de objetos cortantes.
O MARTELO DE
VIDRACEIRO :
Devido sua ponta
cnica, os pregos sem
cabea penetram muito
facilmente.
O FORMO :
Com pega em madeira
ou plstico. A largura da
lmina pode variar entre
6 a 50 mm.
A TURQUS :
Indispensvel para
arrancar os pregos
antigos.
A ESCOVA DE ARAME
METLICA: Os pelos em
ao so perfeitos para
limpar e desenferrujar.
CHAVE DE
PARAFUSOS:
Chave de fendas ou
cruciforme. Para
substituir os vidros
utilize uma chave de
fendas.
FACA DE VIDRACEIRO:
Permite-lhe aplicar,
aplanar ou eliminar o
mastique.
PISTOLA PARA
MASTIQUE :
Pode levar cartuchos de
diversos tamanhos. O
gatilho permite expulsar
o mastique para fora.
FITA MTRICA :
O retorno automtico e o
travo da fita so opes
muito interessantes.
CORTA -VIDRO :
O corta-vidro possui uma
ponta em diamante ou
um rodzio em
carboneto.
2/ 8
ELIMINAR O MASTIQUE :
O mastique serve para prender os vidros nos caixilhos. Uma
vez retirado o vidro necessrio, tambm, eliminar os
restos de mastique antigo. Utilize para isso um formo
(usado) ou um canivete. Se o mastique estiver demasiado
duro, sirva -se do martelo para exercer fora sobre o
formo.
OS PREGOS DE VIDRACEIRO :
Depois de eliminado o mastique, voc vai reparar na
presena de pequenos pregos sem cabea : estes chamam-se
"pregos de vidraceiro", cujo papel manter o vidro colocado
no caixilho. Endireite-os com a ajuda de uma chave de
parafusos (chave de fendas).
ARRANCAR OS PREGOS :
Depois de endireitados fcil arrancar os pregos com a
turqus, esta colocada o mais prximo possvel da madeira.
Primeiro deve extrair parcialmente os pregos. Depois
recoloque a turqus mais prximo da madeira e arranque-os
: procedendo desta forma no danificar o caixilho .
3/ 8
A REPARAO
SUBSTITUIR UM VIDRO
ESCOVAR :
Eis a ocasio ideal de limpar a janela, incluindo os entalhes
do caixilho. Mesmo a sujidade bem incrustada no resistir
escova metlica: os seus pelos de ao eliminaro
energicamente a poeira, a ferrugem, etc.
A LIMPEZA :
A limpeza com a escova, assim como todos os trabalhos
abrasivos, ocasiona um levantamento de poeira. Para limpar
impecavelmente os entalhes utilize um pano hmido. Depois
deixe-os secar antes de passar substituio dos vidros.
PRIMRIO :
Antes de tudo deve, com um pincel, aplicar um primrio ou
leo de linhaa sobre o caixilho onde ser colocado o vidro.
Esta operao ser benfica para a madeira e aumentar,
por outro lado, a aderncia do mastique fresco no suporte.
TIRAR MEDIDAS :
O verdadeiro "bricoleur" corta ele mesmo os vidros. Tire as
medidas da parte interna dos caixilhos, reduzindo 3 a 4 mm
tanto em altura como em largura : as medidas obtidas
correspondem s medidas do vidro a corta.
O CORTA -VIDRO :
Utilize um diamante. Segure-o entre o polegar e o dedo
mdio, exercendo presso para baixo com o indicador.
Certifique-se de que a sua rgua (madeira ou alumnio) no
desliza. Incline ligeiramente a ferramenta e faa um
movimento contnuo e regular, diminuindo um pouco a
presso no fim do troo.
4/ 8
APLICAR O MASTIQUE
SUBSTITUIR UM VIDRO
O CORTE DO VIDRO :
O trao feito com o diamante no cortou o vidro. Deve dar
pequenas pancadas por cima, ao longo da linha de corte,
at que este "trespasse" o vidro. Finalmente coloque o
vidro sobre a rgua ou a borda da mesa, exercendo uma
presso idntica em ambas as partes.
PREPARAR O MASTIQUE :
Est na altura de preparar o mastique (de cor castanha ou
"natural"). O mastique clssico deve primeiramente ser
amassado entre os dedos at ficar malevel. Pegue em
pequenas quantidades de cada vez. Este est "pronto"
assim que colar ligeiramente aos dedos.
APLICAO DO MASTIQUE :
Com a ajuda da faca de vidraceiro (eventualmente mo)
aplique o matique nos entalhes do caixilho. Alguns
mastiques apresentam-se em cartucho, que se coloca numa
pistola especial que facilita a sua aplicao. Esta primeira
"camada" manter provisoriamente o vidro no lugar..
COLOCAO PROVISRIA :
Em seguida coloque cuidadosamente o vidro no caixilho.
Verifique se a distncia entre os bordos do vidro e o caixilho
de 1,5 a 2 mm a toda a volta. Aperte sucessivamente o
vidro contra o mastique que guarnece os entalhes, mas
nunca pressione ao centro do vidro.
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COLOCAO
SUBSTITUIR UM VIDRO
OS PREGOS DE VIDRACEIRO :
Estando o vidro provisoriamente fixo pelo mastique, segure
nos pregos de vidraceiro (com um comprimento de 15 mm).
Ao preg-los deixe cerca de 10 mm de prego fora da
madeira, ficando os outros 5 mm dentro dela.
CONSELHO :
A manipulao dos pregos de vidraceiro nem sempre fcil.
So difceis de segurar e pregar. O truque consiste em os
espetar primeiramente (um a um) na extremidade de um
bocado de carto suficientemente comprido, que lhe permita
segur -los ... sem perigo para os seus dedos.
PREGAR :
Coloque o carto contra o vidro, no local desejado, estando
a ponta do prego um pouco abaixo do carto. S lhe resta
ento preg-lo com a ajuda do martelo de vidraceiro, com
toda a segurana. Coloque os pregos a toda a volta do
vidro, espaados entre si de 15 a 20 cm.
DOBRAR OS PREGOS :
Dobre os pregos de maneira a que fiquem em contacto com
o vidro. Pode utilizar uma chave de fendas, mas dobr -los
mo no representa qualquer dificuldade. Graas a esta
operao, o vidro ficar solidamente colocado no lugar.
COLOCAR O MASTIQUE :
O espao de 1,5 a 2 mm que sobrou do caixilho em volta
do vidro, dever levar mais uma junta de mastique, com a
ajuda da faca de vidraceiro, no deixando nenhum "vazio"
ou fissura.
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O ACABAMENTO
SUBSTITUIR UM VIDRO
O EXCEDENTE DE MASTIQUE :
Agora que a face interior da janela tem mastique,
necessrio passar face exterior : elimine primeiramente o
excedente de mastique com a faca de vidraceiro em posio
horizontal, apoiada sobre o rebordo do caixilho. A lmina
dever deslizar a todo o comprimento do vidro.
A LIMPEZA FINAL :
O vidro novo ter provavelmente ndoas gordurosas de
mastique. Basta lav -lo com uma esponja ou um pano
embebido num detergente. Esta tarefa ser bem mais fcil
de executar se recolocar de novo a janela nas dobradias.
RECOLOCAR A JANELA :
Para acabar, voc colocar ento a janela nas dobradias.
Tenha ateno para no tocar no mastique fresco. Alis,
este dever ser pintado posteriormente, depois de
completamente seco. Respeite um prazo de, p elo menos, 2
a 3 semanas antes de aplicar a tinta.
7/ 8
A SEGURANA
SUBSTITUIR UM VIDRO
O TRANSPORTE DO VIDRO :
Se a prudncia impe o uso de luvas e de sapa tos de
proteco durante todo o trabalho, necessrio tambm
ter certas precaues no transporte do vidro. Proteja as
mos com um jornal ou um pano, e pegue no vidro sem o
apertar demasiado, pois uma presso demasiado forte pode
quebr -lo.
AS GRANDES PLACAS DE VIDRO :
Evite carregar sozinho as placas de grandes dimenses.
Mesmo que o peso no seja para si um grande problema,
se for ajudado ser mais fcil manusear o vidro. Cada um
pegando um dos lados da placa, andem os dois ao mesmo
tempo. Pensem, certamente, em se protegerem com luvas
e jornais ou panos.
O TRANSPORTE EM VIATURA :
Se no tive r espao suficiente para fazer deslizar a placa
dentro da viatura, previna-se com um suporte slido em
madeira. Embrulhe o vidro numa cobertura e ate o
conjunto, sem apertar demasiado, mas impedindo qualquer
deslize. Adapte, evidentemente, a sua conduo carga
que transporta.
EM APOIO CONTRA A PAREDE :
Incline ligeiramente a placa contra a parede, colocando -a
sobre um piso liso. Proteja -a contra a parede e contra o
cho, colo cando-lhe jornais ou panos. Para evitar que a
placa deslize, coloque, por exemplo, um calo em madeira.
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Bricoficha
Pregos, parafusos
e buchas
2.1
Pregos
Diferentes tipos de cabea
Existem pregos com a cabea chata (1) e com a cabea
redonda (2). Os pregos de cabea chata costumam utilizar-se
para unir madeiras. Os pregos de cabea redonda so utilizados
para trabalhos de carpintaria. Para que no se vejam os
pregos, enterram-se na madeira com o puno e tapam-se os
furos com pasta de madeira.
Pregos de ao
Quando for necessrio pregar materiais duros, utilizam-se os
pregos fabricados com ao (1). Para pregar madeira directamente
sobre superfcies de pedra existem pregos fabricados em ao
temperado com canelado (2), ainda que no beto e pedras
duras seja prefervel utilizar buchas.
2 Bricoficha
Pregos
Escpulas
Para pendurar objectos (no muito pesados) em madeira ou
em materiais de pedra "moles" utiliza-se a escpula (1). Para
pendurar objectos pesados recorre-se escpula (2) fabricada
em ao. O prego de olhal (3) utiliza-se para fixar janelas em
alvenaria.
Grampos
Tm uma forma encurvada, em forma de U, com ponta em
ambas as extremidades. Utilizam-se para fixar o arame farpado
ou as estruturas das cercas aos pilares de madeira. Por serem
utilizados no exterior, so fabricados em ao galvanizado para
no oxidarem e resistirem s adversidades do tempo.
Pregos-parafuso
Caracterizam-se por terem a espiga com rosca e por penetrar
na madeira dando voltas como um parafuso. Utilizam-se para
construes em madeira porque so muito resistentes e difceis
de arrancar. Para os pregar na madeira dura necessrio fazer
previamente furos.
Pregos-parafuso especiais
Tm a cabea chata e larga para fixar revestimentos de tecto.
H pregos especiais para fixar placas onduladas, inclusivamente
um modelo em que a parte inferior da cabea est coberta por
uma camada especial que garante a impermeabilidade.
Bricoficha
Parafusos
Tipos de cabea
Os parafusos de cabea com fenda (1) utilizam-se com chaves
de parafusos planas cujas dimenses devem coincidir exactamente com a ranhura. Os parafusos Philips (2) so melhores
porque devido ao maior nmero de ranhuras oferecem um melhor
encaixe da chave de parafusos. Quanto mais ranhuras maior a
preciso, por exemplo os de tipo Pozidriv (3). Os parafusos com
cabea Torq (4) tm uma forma em estrela de 6 pontas.
Tirafundos
Os tirafundos utilizam-se para trabalhos em madeira. Estes
servem para unir solidamente as madeiras sem a preocupao
do aspecto visual. Tm a espiga mais larga e a cabea hexagonal.
4 Bricoficha
Parafusos
Camares
H trs tipos de camares, em ngulo recto (1), aberto (2)
e fechado (3). Os trs servem para pendurar qualquer objecto
e tm aproximadamente metade da espiga com rosca.
Parafusos mtricos
Os parafusos mtricos de cabea hexagonal (1) podem ter rosca
ao longo de toda a espiga ou apenas numa parte. Se escolher
com rosca numa parte da espiga deve usar uma porca para
apertar. O parafuso mtrico de cabea redonda e abaulada (2)
tem um anel quadrado imediatamente abaixo da cabea. Ao
apertar este anel deve enterrar-se na madeira evitando, assim,
que a espiga d voltas e desaperte.
Porcas
As porcas "clssicas" (1) utilizam-se com uma chave fixa do
nmero correspondente. As porcas cegas ou cheias (2) no deixam
sair a rosca do parafuso mtrico ao apertar, por isso necessrio
ter em conta o seu comprimento. As porcas de orelhas tm a
vantagem de no ser necessria qualquer ferramenta para as
apertar ou desapertar. H outras porcas que tm um aro de
nylon para que no se desapertem por acidente.
Anilhas
Existem trs modelos. A anilha plana ou estreita (1) que reparte a
presso da porca ou da cabea do parafuso mtrico sobre uma
maior superfcie. A anilha "Grower" (2) tem a mesma funo que
a plana, mas pode ser bloqueada graas sua abertura. A anilha
dentada ou de leque (3) pode usar-se em conjunto com uma
plana.
5
Bricoficha
PREGOS E
PARAFUSOS
6 Bricoficha
Buchas
Buchas clssicas
As buchas so fabricadas em plstico ou nylon. A sua
particularidade que ao entrar o parafuso, expande-se. Depois
de feito o furo, introduz-se a bucha batendo-lhe com o
martelo (o furo deve ser do mesmo dimetro que a bucha para
que no fique solta).
7 Bricoficha
Buchas
Buchas basculantes
Costumam utilizar-se em tectos falsos (ex.: pendurar uma
lmpada). Tm a forma de um parafuso com a espiga larga e
com rosca. Tem duas patilhas fixas. Depois de feito o
furo, insere-se a bucha com as patilhas dobradas e no interior
do furo estes abrem-se.
Quadro de buchas
BUCHAS
BUCHA DE NYLON
PARA PAREDES OCAS
BUCHA
DE ANCORAGEM
UNIES
(RODAPS, PLACAS
DE TECTOS)
PAREDES MACIAS
- CARGAS LIGEIRAS
+ MDIAS
CARGAS MDIAS
+ PESADAS
PAREDES OCAS
TECTOS OCOS
[Link]
Coleccione!
Bricoficha 02.02
COLOCAR PLACAS DE
GESSO
LISTA DE MATERIAL
PREPARAO
REVESTIR OS TECTOS
REVESTIMENTO E ACABAMENTO
REVESTIMENTO / CONSTRUO
DE DIVISRIAS
AS JUNTAS
CONSELHOS
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LISTA DE MATERIAL
COLOCAR PLACAS DE GESSO
NVEL DE BOLHA :
Um modelo de duas
bolhas vai permitir
controlar o nvel
horizontal e vertical.
FITA MTRICA :
O retorno automtico e o
travo so opes muito
interessantes.
X-ATO :
O x -ato (tipo "stanley")
til para vrias tarefas.
As lminas so
descartveis.
SERROTE :
A linha de corte dos
serrotes variam bastante
de modelo para modelo :
faa uma boa escolha.
BERBEQUIM
REVERSVEL :
Prefira um berbequim
que tambm aparafuse.
Os modelos sem fio so
muito prticos.
MARTELO DE
CARPINTEIRO :
Para pregar nas placas
de gesso, utilize um
modelo de carpinteiro,
ligeiramente convexo
(martelo de orelhas).
SERRA DE RECORTES :
A serra de recortes deve
ter o tipo de lminas
adequado ao material.
LIMA :
As limas de meia-cana
so mais polivalentes
que os modelos paralelos
ou circulares.
ESPTULA DE PINTOR
:
Para betumar as placas
de gesso, escolha um
modelo bastante largo
(ex. 16 cm).
TALOCHA :
Ferramenta
indispensvel para
aplicar o gesso na
parede.
2/ 8
PREPARAO
COLOCAR PLACAS DE GESSO
CORTE :
As placas de gesso so compostas de um interior em gesso,
reforado, nas duas faces e cantos, por uma espessura de
carto especial. Cortam-se com um x-ato : corte o carto,
encetando profundamente o interior da placa. Quebre -a
com um golpe rpido e corte o carto da outra face da
placa.
SERRAR :
As placas que no so cortadas a todo o comprimento
(incluindo, por exemplo, as aberturas para portas e janelas)
devem ser serradas com um serrote. Este tambm o caso
das placas revestidas de material isolante, como o
poliestireno.
PEQUENAS ABERTURAS :
As pequenas aberturas para os interruptores elctricos, ou
outras, cortam -se com a ajuda de uma serra de madeira,
uma verruma, uma serra craniana, ou uma serra de
recortes. Esta ltima ser muito til para os cortes
arredondados. A ferramenta elctrica liberta mais poeira.
POLIMENTO :
Para eliminar irregularidades ao longo das partes cortadas
ou serradas, utilize uma lima grande ou uma lixadeira. Esta
operao obrigatria para, seguidamente, betumar sem
problemas. Depois da massa seca, deve tambm passar
com a lixa para obter um acabamento perfeito.
AS REPARAES :
Preencha as irregularidades com massa, e efectue os
acabamentos com massa para juntas. Se os estragos forem
significativos, corte a parte danificada (por exemplo em
tringulo), substituindo-a por um pedao de placa idntico.
Sobre o gesso nu, aplique um primrio ou massa para
juntas.
3/ 8
REVESTIR OS TECTOS
COLOCAR PLACAS DE GESSO
ESTRUTURA :
Para conseguir um tecto plano, indispensvel fix-lo a
uma estrutura de madeira, paralelas ou cruzadas, bem
rectilneas e com 47x22 mm de seco, no mnimo.
Coloque -a a uma distncia de 40 cm, fixando-as com
pregos ou parafusos em cada 65 cm, pelo menos.
FIXAO :
Fixe as placas perpendicularmente estrutura, ou seja, os
cantos curtos no sentido do ripado. Utilize uma escora para
segurar as placas. Para tectos com uma rea grande,
dever criar juntas de ligao, dispostas de forma
desencontrada.
PREGAR AS PLACAS :
Para pregar as placas utilize um martelo de carpinteiro (de
orelhas), de forma a fazer desaparecer os pregos no
interior do gesso. No afaste os pregos a mais de 20 cm;
no os coloque a menos de 1,5 cm dos bordos serrados ou
cortados.
APARAFUSAR :
Aparafuse com uma aparafusadora elctrica ou um
berbequim reversvel. Assim, pode aplicar os parafusos
auto -perfurantes (vyflon) profundidade desejada, e sem
pr -perfurao. A distncia entre dois parafusos no pode
ser inferior a 25 cm .
PERFIS DE ACABAMENTO :
Para colocar os perfis de acabamento que vo unir as
paredes ao tecto, desenhe primeiramente a posio da
aresta inferior na parede (pode colocar pequenos pregos
provisrios para os segurar). Aplique massa nas duas faces
e depois nos ngulos. Por fim, elimine o excesso de massa.
4/ 8
REVESTIMENTO E ACABAMENTO
COLOCAR PLACAS DE GESSO
CIMENTO-COLA :
A humidade o inimigo das placas de gesso. Portanto, s
podem ser directamente colocadas em paredes isentas de
humidade (caso contrrio devero ser colocadas sobre uma
estrutura). Para uma colocao directa, cole a s placas com
cimento -cola (se as paredes forem suficientemente
direitas).
ESTADO DA PAREDE :
O suporte deve estar firme (sem partes soltas e poeira)
para garantir a aderncia do gesso. A maior parte das
superfcies empedradas no precisam de tratamento prvio.
Borrife os materiais porosos (beto celular, tijolos) ou
trate -os com um primrio.
5/ 8
REVESTIMENTO / CONSTRUO DE
DIVISRIAS
COLOCAR PLACAS DE GESSO
6/ 8
AS JUNTAS
COLOCAR PLACAS DE GESSO
PREPARAO :
No comece antes de secar e espere que a atmosfera ambiente se aproxime
das condies habituais. Retire a poeira das superfcies a unir. Limpe as
superfcies sujas (nunca com gua). Encha os buracos e irregularidades com
massa para juntas.
FITA DE FIBRA ADESIVA :
Uma fita de fibra adesiva (muitas vezes autocolante) vem reforar as arestas
das placas. A fita no se deve nunca sobrepor os cruzar, sob pena de deformar
a superfcie das placas. Desenrole -a e cole -a ao comprimento das junes.
MASSA PARA JUNTAS :
Com a esptula encha as juntas de massa (em pasta pronta
a usar ou em p). Depois de seca (16 a 24 h). Aplique uma
segunda camada. Os lados cortados e as unies so
trabalhados a uma largura maior. Oculte a cabea dos
pregos ou parafusos com a mesma massa.
NGULOS REENTRANTES :
Aplique a massa nos dois lados do ngulo. Pegue numa fita
de malha adesiva e coloque -a sobre papel previamente
dobrado, ou numa banda em fibra de vidro (muitas vezes
auto -colante), pressionando-a no ngulo com uma
esptula. Cubra -a com uma camada de massa (ou duas, se
necessrio). Limpe o excedente.
OS NGULOS SALIENTES :
Pode refor-los com um perfil de ngulo ou uma fita de
fibra adesiva, reforada com tiras metlicas. Corte -a ao
comprimento e dobre -a, seguindo o ngulo desejado.
Aplique massa no ngulo da parede e pressione a a fita (as
partes metlicas viradas para o gesso.
POLIMENTO :
Somente necessrio para eliminar as irregularidades das
juntas. Lixe somente depois da massa estar completamente
seca, sem danificar as fibras de carto. Utilize folha de lixa
ou, de preferncia, uma lixadeira elctrica. Quanto
decorao, pode cobrir as superfcies com tecido, pintura ou
azulejos.
7/ 8
CONSELHOS
COLOCAR PLACAS DE GESSO
ARESTAS :
O mais frequente so as placas de gesso com arestas
biseladas ou redondas. No primeiro caso (biseladas), as
arestas permitem uma juno invisvel (com aplicao de
massa para juntas). As arestas redondas permitem uma
unio invisvel e constituem um elemento decorativo.
PREGOS E PARAFUSOS :
Para fixar as placas utilize pregos especiais de 31 mm, ou
parafusos auto-perfurantes de 25 a 35 mm. Os parafusos
ou pregos para placas revestidas de um isolante, devem
ultrapassar a espessura das placas em 20 mm.
8/ 8
Bricoficha
Como colocar
uma fechadura
2.2
Lista de materiais
Nvel de dificuldade:
Mdia
Formo
Riscador
Ferramentas
manuais
Berbequim
elctrico
Ferramentas
manuais
Lima
de serralheiro
Ferramentas
elctricas
Mini-serra
de metais
Ferramentas
manuais
Chave
de fendas
Ferramentas
manuais
Esquadro
Ferramentas
manuais
Serra craneana
Ferramentas
manuais
Ferramentas
manuais
Fita mtrica
Brocas
Ferramentas
manuais
Bricoficha
Ferramentas
manuais
Tipos de fechadura
Direco de abertura
No momento de escolher uma fechadura, temos de ter em conta se a porta
abre para a direita (destra) ou para a esquerda (canhota). Em funo da
direco de abertura da porta, instalamos uma fechadura com o trinco de
encosto para um lado ou para o outro.
Fechadura de encastrar
Este tipo de fechaduras est pensado para ser
instalado em portas de interior. Com o puxador
ou maaneta, accionamos o trinco de encosto
para abrir a porta. Como opo, podemos
montar um trinco de fecho para uma maior
segurana, que aberto e fechado com uma
chave.
Fechadura de cilindro
No caso de portas exteriores, colocamos uma
fechadura de cilindro, uma vez que so mais
seguras. Este tipo de fechaduras tem um
cilindro, o "canho", colocado no alojamento
fixo, mas que pode ser substitudo sem
necessidade de mudar toda a fechadura.
Fechadura visvel
Existem casos em que no possvel instalar uma fechadura encastrada,
porque a porta no tem a grossura suficiente para alberg-la (portas de
grossura inferior a 40 mm). Neste caso, colocamos uma fechadura aparente
com trinco de encosto ou de fecho.
Bricoficha
A fechadura de encastrar
A que altura se coloca?
Antes de fazer qualquer furo, tiramos a medida de onde colocar a fechadura.
Normalmente, o puxador ou maaneta est a 1,05 m do solo. Colocamos a
fechadura contra uma das faces da porta e altura correspondente. Com um
lpis marcamos a margem superior e inferior e com um esquadro
transferimos estas medidas para o canto da porta.
O eixo de fixao
Com a ajuda de um riscador, marcamos o centro do canto da porta.
Colocamos a fechadura sobre o traado, centramo-la em altura e marcamos
o seu contorno. Agora j temos a medida que a fechadura ir ocupar.
A perfurao
Com o berbequim e uma broca chata de um dimetro semelhante largura
da fechadura, efectuamos vrios furos ao longo do espao que ocupar. A
profundidade dos furos, que medimos previamente, delimitada com a guia
de profundidade do berbequim.
O acabamento
Depois de feito o buraco, eliminamos os restos com um formo, deixando-o
totalmente liso para se poder encastrar a fechadura sem dificuldades.
medida que o vamos "limpando", vamos verificando o que temos de escavar
para que a fechadura no fique com folgas.
A testa
Depois de colocarmos a fechadura, marcamos o contorno da testa para
escav-lo posteriormente com um formo e para que fique totalmente
embutido no canto da porta.
Bricoficha
A fechadura de encastrar
Fazer um entalhe
Depois de tirar a medida da testa e de marcar o seu contorno, escavamos o
canto da porta (+/- 3mm) para que a fechadura fique totalmente encastrada.
A perfurao
Realizamos um furo com uma broca chata de um tamanho suficiente para
que a barra quadrada do puxador rode correctamente. Fazemos o mesmo
para o buraco da fechadura e para o canho. Para evitar o estalar da
madeira sada da broca, fazemos um furo em cada lado da porta.
Aparafusar
Colocamos a fechadura no orifcio e aparafusamo-la com os parafusos
compridos (normalmente vm com a fechadura). Colocamos o puxador,
certificando-nos de que fica bem preso para que a mola da fechadura no se
danifique e verificamos o seu bom funcionamento.
A chapa-testa
Para marcar na ombreira da porta onde se iro colocar os orifcios do trinco de encosto e do trinco de fecho,
cobrimos os dois com giz e fechamos a porta. Ao abri-la, ficar marcado onde fazer os furos.
Bricoficha
A fechadura de encastrar
A marcao
Depois de termos as marcas do trinco de encosto e do trinco de fecho na
ombreira da porta, colocamos a fechadura sobre as mesmas e marcamos o
contorno da placa e dos orifcios a efectuar.
Os orifcios
Depois de tirar a medida da profundidade dos trincos, efectuamos os furos
com o berbequim e a guia de profundidade. O acabamento final efectuado
com o formo, certificando-nos que os trincos no tocam na madeira.
Fixao da chapa-testa
A chapa-testa fixada com os parafusos compridos e temos de verificar se
os trincos coincidem exactamente com os orifcios; caso contrrio, limamos
um pouco a fechadura onde seja necessrio. Ateno: se limarmos
demasiado, a porta pode ficar com folgas e bater com o vento.
A chapa de proteco
H alturas em que a chapa da fechadura tem de ser ligeiramente dobrada
para acabar de ajust-la ombreira da porta. Batemos suavemente com um
martelo para que o trinco de encosto passe sem se prender.
Bricoficha
A fechadura visvel
A marcao
Colocamos o molde contra a face interior da porta e marcamos o local onde
necessrio colocar os orifcios dos parafusos e o canho de segurana.
Efectuamos as mesmas marcas no lado contrrio da porta.
A perfurao
Para fazer o orifcio do canho na parte exterior da porta, utilizamos uma
serra craniana com o mesmo dimetro do canho. Os orifcios dos parafusos
de fixao so feitos com a broca de madeira correspondente ao dimetro do
parafuso.
A barra do canho
Colocamos o canho no orifcio perfurado da porta (pela parte exterior) e
medimos o comprimento que deve ter a barra para se introduzir o suficiente
na fechadura. Com a mini-serra de metais, cortamo-la sua medida.
Colocao da fechadura
Fixamos a fechadura e o canho porta com os parafusos (normalmente
vm com a fechadura). Existem alguns modelos no mercado em que
necessrio desmontar a platina da fechadura, aparafus-la e depois voltar a
mont-la novamente como embelezador.
A caixa de trincos
A caixa de trincos coloca-se na ombreira da porta mesma altura que a
fechadura, para que coincida na perfeio com o trinco. Fechamos a porta
com o trinco para fora, colocamos a caixa de trincos na ombreira e
marcamos com um lpis a sua posio exacta.
Bricoficha
A fechadura visvel
A testa
Na maioria dos casos, a caixa de trincos deve ficar embutida na ombreira.
Depois de marcado o seu contorno, fazemos a cavidade com o formo, tendo
muito cuidado para no a fazermos muito profunda, tendo de ficar ao mesmo
nvel da ombreira.
A fixao
Utilizando os parafusos fornecidos com a fechadura, procedemos fixao
da testa e verificamos se fecha bem. Se for necessrio algum ajuste,
limamos um pouco.
As fechaduras mltiplas
Quando queremos ter uma maior segurana, podemos montar fechaduras
com vrios trincos (3, 5 ou mesmo 6), tudo com uma mesma chave. Por
exemplo, alguns na vertical (ao alto e na base da porta).
O ferrolho
O ferrolho garante-nos um pouco de "segurana" e permite-nos entreabrir a
porta (abrindo o trinco com o puxador ou maaneta) para ver quem est do
outro lado.
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Bricoficha 02.03
O TRABALHO DE PEDREIRO
LISTA DE MATERIAL
OS MATEIRAIS
AS FUNDAES
AS FUNDAES
AS TBUAS DE PERFIL
AS TBUAS DE PERFIL
A ARGAMASSA
ANTES DA CONSTRUO
CONSTRUIR
CONSTRUIR
ALVENARIA
ESPESSURAS DE PAREDES
APARELHAMENTOS
PREENCHER COM ARGAMASSA
JUNTAS DIVERSAS
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LISTA DE MATERIAL
O TRABALHO DE PEDREIRO
NVEL DE BOLHA :
Um modelo com duas
bolhas permitir
controlar o nvel
horizontal e vertical.
FIO DE PRUMO :
Por vezes possui uma
pea de madeira, volta
da qual poder enrolar o
fio.
COLHER DE PEDREIRO
:
O lado biselado permite
levantar o cimento da
talocha.
COLHER DE PEDREIRO
PARA JUNTAS :
Com uma lmina fina e
plana (de 8 a 12 cm),
serve para formar e
alisar as juntas.
P :
De preferncia escolha
um modelo com lmina
de ao temperado.
FITA MTRICA :
Existem metros
articulados e fitas com
enrolamento automtico
(com ou sem travo).
MARTELO DE
PEDREIRO :
A sua pena cortante
serve para partir tijolos.
A MARRETA :
Um martelo muito
robusto para demolir ou
talhar tijolos e para
trabalhos pesados.
BETONEIRA :
Pode ser alugada no AKI,
funciona com um motor
eltrico alimentado a 220
V.
CARRINHO DE MO:
Ateno ao peso depois
de carregado e s vias
de acesso ao local de
trabalho.
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OS MATEIRAIS
O TRABALHO DE PEDREIRO
ESCOLHA :
Os materiais de construo apresentam-se sob formas
diversas, tais como (entre outras) pavimentos de beto ou
blocos de beto celular, sendo os tijolos os mais
frequentemente utilizados. Existem em diferentes formatos
e qualidades.
FORMAS :
Um tijolo macio , conforme o nome indica, inteiramente
fechado. Um tijolo oco tem furos paralelos a todo o seu
comprimento, os quais representam mais de 40% do seu
volume total. Os furos de um tijolo perfurado a toda a sua
espessura ocupam somente 15 a 40% do volume total.
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AS FUNDAES
O TRABALHO DE PEDREIRO
FUNDAES :
Os materiais empregues nos trabalhos de pedreiro so muito pesados, como
tal, devem assentar sobre bases slidas, que vo impedir o desmoronamento
da construo e reter a humidade. Para obras a efectuar no jardim, opte por
fundaes superficiais em solo estvel.
MATERIAL :
As fundaes podem ser construdas com tijolo, mas, geralmente, h
preferncia pelo beto. Existe o beto armado (reforado com ferros metlicos)
e o beto magro (camadas sucessivas, calcadas progressivamente).
COLOCAO :
Para uma parede pequena, a colocao das fundaes
determina -se a "olho" para a construo de um alpendre,
pregue tbuas a estacas enterradas no cho, as quais
formaro ngulos rectos.
TERRAPLANAGEM :
Em seguida, fixe cordis entre as tbuas, os quais vo
delimitar as dimenses da obra. Para ter a certeza que fez
um bom trabalho, verifique se as diagonais da figura obtida
tm o mesmo comprimento. No stio das fundaes, cabe a
uma profundidade de 80 a 90 cm.
DIMENSES :
A largura das fundaes um factor muito importante. Esta
deve ser igual a trs vezes a largura da parede que vai
construir. A largura da parede igual largura do tijolo que
ir utilizar.
AREIA :
Coloque uma camada de areia com cerca de 20 cm de
fundo do fosso. Nivele a superfcie com a rgua. Regue a
areia, de forma a torn -la mais compacta e a obter uma
base slida.
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AS FUNDAES
O TRABALHO DE PEDREIRO
COFRA GEM :
Agora faa a cofragem. Para tal utilize tbuas de 10 cm de
largura e 2 cm de espessura, as quais so fixadas a
estacas. Depois faa uma armao de ao, de preferncia
com varas de 4 a 5 mm de dimetro, dispostas no sentido
do comprimento da cofragem.
ARMAO :
Perpendicularmente sobre as varas coloque outras, cujo
comprimento ser igual largura da cofragem. Fixe-as s
outras varas com fio de arame, e com uma distncia de 15
cm entre elas. Esta armao pode ser colocada sobre
pequenas pedras ou blocos de madeira, para evitar o
contacto com o cho.
COLOCAO DO BETO :
Prepare o beto, na proporo de uma parte de cimento
para duas de areia grossa e trs de gravilha. Depois verta o
beto. Durante esta operao utilize um pau para mexer o
beto, para que este se espalhe bem em toda a superfcie
da cofragem, sem deixar buracos.
ELIMINAO DO AR :
Assim que o beto fica colocado, d fortes marteladas em
vrios stios da cofragem para eliminar as bolhas de ar e,
tambm, calcar o beto, enquanto fresco. Depois alise a
superfcie com uma esptula. Deixe secar durante vrios
dias.
PLACA DE FUNDAO :
Em certos casos possvel dispensar a cofragem e deitar o
beto directamente no fosso. Neste caso, verifique com
muita ateno e o beto no se mistura com a terra, caso
contrrio no ficar to slido.
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AS TBUAS DE PERFIL
O TRABALHO DE PEDREIRO
HORIZONTALIDADE :
As tbuas de perfil devem estar perfeitamente verticais e os
suportes devem assentar horizontalmente no cho.
Verifique o nivelamento com o fio de prumo, no lado
abrigado do vento, para maior segurana. A seguir dever
marcar na estrutura a altura de cada fila de tijolos.
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AS TBUAS DE PERFIL
O TRABALHO DE PEDREIRO
COMPRIMENTO DA PAREDE :
A parede comea, geralmente , por um tijolo isento de junta.
Tendo os clculos sido efectuados na base de um tijolo mais
numa junta, voc dever, para calcular o comprimento total
da parede, diminuir a espessura de uma junta soma do
comprimento calculado anteriormente. Marque o res ultado na
rgua.
HORIZONTALIDADE DOS PERFIS :
Sobre as tbuas de perfil trace uma linha horizontal, situada
mesma altura para todas. Para tal, utilize uma rgua, sobre
a qua l ser colocada o nvel de bolha, e faa um trao a lpis
rente face superior da rgua. Repita esta operao para
cada rgua de perfil.
PONTOS DE MARCAO :
A rgua com as medidas verticais permitir reproduzir
precisamente as marcas indicando a altura das fiadas sobre
os outros perfis : tijolos e juntas ficaro perfeitamente
horizontais se fizer corresponder os traos do perfil com os
da rgua.
CORDEL :
Antes de passar alvenaria propriamente dita, estique um
cordel entre as duas tbuas de perfil e fixe-o altura das
primeiras marcas, com um n ou com um prego. Neste
ltimo caso no enterre demasiadamente o prego, pois ter
que o deslocar de uma fiada para outra.
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A ARGAMASSA
O TRABALHO DE PEDREIRO
UNIO :
A argamassa permite a unio dos tijolos. composta por cimento ou cal, areia
e gua. A mistura pode ser feita por si ou, ento, comprada j preparada,
tendo somente que acrescentar gua.
ARGAMASSA PREPARADA :
A vantagem da argamassa de compra que as propores da mistura so
sempre idnticas. Cabe-lhe a si acrescentar sempre a mesma quantidade de
gua. Esta argamassa de preferncia utilizada, por exemplo, em pequenos
trabalhos de reparao.
PREPARAO DA ARGAMASSA :
Para empreender trabalhos de maior envergadura, a melhor
soluo alugar uma betoneira. Se quiser misturar a
argamassa com a p, faa -o numa superfcie plana e limpa.
PROPORES DA MISTURA :
Para alvenaria em tijolo oco so precisos 100 L de
argamassa para 5 m. Para esta quantidade prepare 150 L
de mistura, respeitando as propores seguintes : cimento
1; cal 0.5; areia 4.5. Para tijolos macios : cimento 1; cal
0.25; areia 2.5.
MISTURA :
Faa um monte de areia. Junte a cal e misture bem com a
p, at que a mistura ganhe uma colorao homognea.
GUA :
Servindo -se da p, d uma forma de coroa mistura,
dentro da qual ir deitar a gua. Com a p, deite a mistura
que se encontra nos bordos dentro da gua, at obter uma
pasta homognea. Enterre a p na argamassa e retire -a; se
formar uma fenda, porque est pronta a ser utilizada.
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ANTES DA CONSTRUO
O TRABALHO DE PEDREIRO
CONDIES CLIMATRICAS :
Para construir ao ar livre, tem que se ter em conta as
condies climatricas. No trabalhe em tempo de geada
ou com aguaceiros frequentes. Se houver uma chuvada
forte quando estiver na obra, pare de trabalhar e cubra-a
com uma lona ou uma tela plstica.
TESTE :
fundamental que haja uma boa aderncia da argamassa
aos tijolos. Faa portanto o seguinte teste : com a colher de
pedreiro coloque uma camada de argamassa sobre um
tijolo, pressionando-a depois contra outro tijolo. Separe -os
ao fim de um minuto : se a argamassa estiver igualmente
repartida pelos tijolos, porque a aderncia boa.
ADERNCIA :
A aderncia poder ser medocre porque os tijolos esto
demasiados secos : molhe-os ligeiramente na vspera do
trabalho. A estrutura do tijolo tambm pode influenciar a
aderncia, por no absorverem suficientemente a gua da
argamassa. Neste caso, reduza a proporo de cal na
mistura.
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CONSTRUIR
O TRABALHO DE PEDREIRO
APLICAO DA ARGAMASSA :
Espalhe um comprimento de argamassa, no stio onde ir
colocar o primeiro tijolo. A camada deve ser mais espessa
que a junta prevista, com a ponta da colher de pedreiro
deve sulcar ligeiramente a camada de argamassa.
COLOCAO DO TIJOLO :
Coloque o tijolo contra a tbua de perfil, com o lado
perfeitamente paralelo ao cordel g uia. Faa-o deslizar sobre
a argamassa, da esquerda para a direita, de forma a
empurrar o tijolo para o seu lugar. Com a colher recupere o
excedente de argamassa e deite -a para o balde.
O SEGUNDO TIJOLO :
Coloque argamassa contra a face vertical do primeiro tijolo,
numa camada um pouco mais espessa que a junta vertical
prevista. Faa tambm deslizar o segundo tijolo
lateralmente na argamassa e batendo-lhe com o cabo da
colher. O tijolo deve ficar paralelo ao cordel e a 1 mm de
distncia deste.
A SEGUNDA FIADA :
Depois de construda a primeira fiada, a rgua de medida
horizontal vai ajud-lo a colocar a segunda fiada. Para tal,
com giz ou com lpis, transfira para os tijolos da primeira
fiada a colocao exacta dos tijolos da segunda fiada, com
a ajuda da rgua.
PAREDE INCLINADA :
Uma das falhas mais frequentemente cometidas na execuo
dos primeiros trabalhos de alvenaria, consiste em colocar os
tijolos em posio inclinada. Portanto, no se esquea de
verificar regularmente a verticalidade com uma rgua.
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CONSTRUIR
O TRABALHO DE PEDREIRO
TIJOLO S CURVADOS :
Se alguns tijolos estiverem curvados ou apresentarem uma
forma irregular, coloque-os com a parte abaulada para cima
e as extremidades no alinhamento do cordel : assim,
poder colocar correctamente as fiadas seguintes.
COLHER DE PEDREIRO :
sempre necessrio a utilizao de uma colher de pedreiro
apropriada. Destros e canhotos devem certificar-se de que
escolheram o modelo que lhes convm. Os primeiros tero
mais facilidade a construir da esquerda para a direita, e os
segundos no outro sentido.
JUNTAS :
Se interromper os trabalhos, corte o excesso de massa das
juntas, a uma profundidade de 1,5 a 2 cm. Para isso
necessrio que a argamassa ainda no esteja muito rija.
No se esquea das juntas colocadas s extremidades da
parede, colocadas contra as tbuas de perfil.
CORTAR TIJOLOS :
Dever cortar alguns tijolos. Deite o tijolo, na horizontal,
coloque o escopro no stio do corte e bata -lhe com a
marreta, ou ento, com o escopro, entalhe ligeiramente o
tijolo sobre a linha. Aplique um golpe seco para separar as
duas partes.
REBARBADORA :
Para cortar os tijolos, pode ainda utilizar uma rebarbadora ou
para pequenas quantidades, um berbequim equipado com um
disco de cortar ped ra. Tome as precaues necessrias : use
culos de segurana.
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ALVENARIA
O TRABALHO DE PEDREIRO
MEIA ESPESSURA :
Os tijolos podem ser cortados a metade da espessura. Para
os cortar, retiram-se pequenas quantidades de matria com
o e scopro, fazendo girar o tijolo.
UNIES E NGULOS :
A unio de duas paredes exige uma juno slida, que se
consegue por meio de tijolos comuns s duas paredes. Para
os ngulos rectos, o aparelhamento mais simples o
Designado de dente ou de espigo, no sendo preciso
cortar os tijolos.
ACABAMENTO :
Para preservar o topo da parede e torn -la mais estanque
(sobretudo para as paredes exteriores de jardim, ...)
necessrio um acabamento ou um ltimo assentamento de
tijolos rijos, normalmente colocados de cutelo, com a face
de parede visvel, ligados por uma argamassa muito slida.
FIADA :
Para construir uma fiada de tijolos colocados em cutelo,
faa-o da esquerda para a direita. Estenda uma camada de
argamassa sobre a ltima fiada, depois barre a face de
assento do tijolo, sem ultrapassar os bordos : corte o
excedente em "bisel". Coloque o tijolo no lugar, fazendo-o
deslizar sobre a argamassa.
FERROS :
Se tiver que fixar aduelas alvenaria, utilize ganchos
(ferros), que devero ficar presos na juntas de argamassa e a
uma distncia de 60 cm entre si. Ferros direitos tambm
podem ser utilizados para reforar a unio entre duas
paredes.
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ESPESSURAS DE PAREDES
O TRABALHO DE PEDREIRO
PAREDES DE UM TIJOLO :
Estas paredes tm por espessura o comprimento de um
tijolo, e podem muito bem suster um soalho ou uma viga. A
regulao da humidade, assim como o is olamento trmico,
so melhores que no caso precedente, se bem que as
paredes duplas obtenham os melhores resultados.
PAREDES DUPLAS :
Aqui trata-se de duas paredes distintas e paralelas (de
meio tijolo), cujo espao interior cheio com um material
isolante. Estas paredes so ligadas uma outra com ferro.
A sua resistncia comparvel das outras paredes.
DIREO :
Se tiver que construir uma parede com uma espessura
superior a um tijolo, a soluo mais fcil consiste em primeiro
construir a fiada da frente (da esquerda para a direita), e
depois, no retorno, a fiada de trs (da direita para a
esquerda).
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APARELHAMENTOS
O TRABALHO DE PEDREIRO
APARELHAMENTOS :
Este termos designa a disposio dos tijolos, uns em relao aos outros. A escolha
de uma aparelhamento no se deve limitar ao seu aspecto esttico : este tem um
papel importante na solidez da construo, pelo que deve ser adaptado em funo
da construo.
JUNTAS :
Duas juntas verticais nunca devem ficar no prolongamento uma da outra : a sua
parede desmoronar-se -ia com um forte embate. Posicione os tijolos em fiadas, de
forma alternada. As juntas devem ter todas a mesma espessura, de forma a
garantir a solidez da
obra.
MEIO TIJOLO :
O aparelhamento a meio tijolo muito utilizado. Todos os tijolos so colocados
sobre a face de assento, ou seja, com a face de parede visvel. um aparelhamento
muito regular, para o qual ter que partir poucos tijolos. Permite unies em ngulo,
em "T" e em
cruz.
APARELHAMENTO VERTICAL :
Aqui as fiadas de tijolo alternam, umas com a face de parede visvel, outras com o
topo de tijolo visvel. Este aparelhamento permite as unies em ngulo, em "T" e
em cruz. As paredes construdas desta forma tm por espessura mnima o
comprimento de um tijolo.
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LIMPEZA :
As juntas de ligao devem ser escavadas a uma
profundidade de cerca de 2 cm, com uma colher de juntas,
pouco tempo depois de ter colocado a arg amassa. Escove
as superfcies cuidadosamente com uma escova dura, de
forma a eliminar todos os vestgios de argamassa. Depois
molhe a parede com um jacto de gua.
RESTOS DE ARGAMASSA :
Se no conseguir eliminar os restos de argamassa, lave a
parede com uma soluo de cido clordrico (uma parte
para vinte partes de gua). Aplique esta soluo com uma
escova sobre a parede molhada (proteja os olhos). Aps
alguns minutos, lave a parede com um jacto de gua
potente.
ENCHIMENTO COM ARGAMASSA :
Esta argamassa prepara -se da mesma forma que a
anterior, excepto para os muros exteriores no leva cal.
Qua ndo juntar a gua, faa com que fique quase "seca" e
granulosa. Se a apertar um pouco entre os dedos, no
dever perder gua.
JUNTAS :
Coloque argamassa sobre a talocha e enco ste-a contra a
junta horizontal. Primeiro encha a junta com uma colher
para juntas e, depois, d o acabamento escolhido por si.
JUNTAS VERTICAIS :
Para juntas verticais coloque um pouco de argamassa na mo
e, com a colher de juntas na outra mo coloque-as nas
juntas. Se necessrio, humedea novamente a parede.
Depois de ter feito o enchimento das juntas, limpe a parede
com uma escova macia para eliminar restos de massa.
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JUNTAS DIVERSAS
O TRABALHO DE PEDREIRO
NATUREZA DA PAREDE :
A forma das juntas deve adaptar-se natureza do tijolo utilizado. Geralmente,
um tijolo liso ficar bem com as juntas lisas, enquanto que os tijolos irregulares
(antigos) ficaro mais valorizados com juntas rugosas, at mesmo escovadas.
COR :
Conforme j foi indicado anteriormente, a composio da argamassa de
enchimento deve ser o mais prxima possvel da argamassa de ligao. Se
quiser obter juntas com tonalidade diferentes, encontrar no mercado vrias
misturas coloridas.
JUNTAS CHEIAS :
As juntas cheias do um aspecto plano parede. So muito
resistentes e combinam bem com os tijolos de superfcie
um pouco rugosa. Tornam impossvel qualquer infiltrao
de gua na parede.
JUNTAS RECUADAS :
Graas ao efeito das sombras, as juntas recuadas do mais
relevo parede. Saiba que aumentam a superfcie porosa
da parede, o que as torna mais resistentes ao gelo e ao
calor, mas diminuem um pouco a solidez do conjunto,
sendo tambm muito sensveis chuva.
JUNTAS OBLQUAS :
Estas juntas facilitam o escoamento da gua, produzindo
tambm um belo efeito de sombras e relevo. No entanto so
muito difceis de executar para um principiante.
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Bricoficha 02.05
CONSTRUIR UM TERRAO
LISTA DE MATERIAL
PREPARAO
ESCOAMENTO DO BETO
MOSAICOS E PLACA DE BETO
MOSAICOS SOBRE CAMA DE
AREIA
LAJES
LAJES
1/ 8
LISTA DE MATERIAL
CONSTRUIR UM TERRAO
P DE PEDREIRO E P
PARA CAVAR :
De preferncia, escolha
modelos slidos, em ao
temperado.
RGUA METLICA :
Perfis direitos em
alumnio de vrios
comprimentos, so fceis
de utilizar.
MAO EM BORRACHA :
Para colocar as lajes ou
mosaicos nivelados, sem
os danificar.
NVEL DE BOLHA /
NVEL DE GUA :
Para medir a
horizontalidade de dois
elementos distantes,
escolha o nvel de gua.
FITA MTRICA :
Existem modelos
articulados e outros com
enrolamento automtico.
Estes ltimos podem ter
um travo.
ESCOVA :
Permite espalhar a areia
fina que deve penetrar
bem nas juntas.
REBARBADORA :
Escolha um disco de
dimetro adequado ao
pavimento e scolhido.
BETONEIRA :
Elctrica ou trmica.
Pode alug -la nas lojas
AKI.
CARRINHO D E MO :
Tenha em conta o seu
peso depois de
carregado, e as vias de
acesso ao local de
trabalho.
COLHER DE PEDREIRO
:
O lado biselado permite
tirar o cimento da
talocha .
2/ 8
PREPARAO
CONSTRUIR UM TERRAO
COLOCAO :
Um terrao pode ser considerado como um prolongamento da casa. Portanto,
tenha em conta a direco dos ventos dominantes (colocao de paraventos,
se necessrio) e a posio do sol ao longo do dia. Calcule as dimenses do
terrao, eventualmente com a ajuda de um plano.
NIVELAR :
Um terrao deve ser plano e no deve apresentar qualquer irregularidade. O
que no a mesma coisa que um nvel horizontal. Neste ltimo caso, a gua
da chuva estagnaria sobre o terrao. Um terrao com o nvel irregular
deteriorar-se -ia muito depressa.
INCLINAO :
Um terrao deve apresentar uma certa inclinao (1 a 2
cm/metro), afim de facilitar o escoamento das guas da
chuva. O sue nvel superior deve ficar, pelo menos, 3 cm
abaixo da soleira da porta. Faa com que a gua escorra
para um escoadoiro ou para o jardim.
ESCAVAR :
Delimite a delimitao do futuro terrao com a ajuda de
estacas de marcao e cordis. Desta forma evitar ter que
escavar para alm do necessrio. Faa uma escavao at
25 cm de profundidade, com a ajuda de uma p. Obtenha
uma profundidade o mais nivelada possvel. Elimine as
eventuais razes.
HORIZONTALIDADE :
Para respeitar a inclinao desejada, dever delimitar um
plano horizontal com um nvel de bolha e uma viga
rectilnea, ou um nvel de gua. Com as estacas enterradas
a 1 m de distncia, desenhe a altura exacta do terrao,
tendo em conta a inclinao.
PLACA DE BETO :
Uma simples placa de beto pode servir de terrao. Mas o
beto serve, sobretudo, de suporte ao pavimento. O beto
deitado numa armao de madeira. Um plstico armado
sobre o cho, evita uma evacuao demasiado rpida do
beto. Faa uma junta de dilatao em polistireno entre a
casa e o terrao.
3/ 8
ESCOAMENTO DO BETO
CONSTRUIR UM TERRAO
ARMAO :
Depois de ter colocado o plstico armado, coloque um a
rede at 3 ou 5 cm dos bordos da armao de madeira.
Esta rede reforar a resistncia do beto e evitar
qualquer fissura, em caso de forte presses.
PREPARAR O BETO :
Prepare voc mesmo o beto com a ajuda de uma
betoneira. Deve estar suficientemente hmido, de maneira
a colar p. Se ficar aos bocados, porque est demasiado
seco. Neste caso acrescente gua. Propores usuais para
um 1 m(em Kg) : gua 1,5, cimento 3, areia 6,
gravilha 13.
ESCOAMENTO DO BETO :
Voc pode escoar 12 m de beto de uma s vez, o que
permite evitar fendas e pontos fracos. Para superfcies
maiores, fa a juntas de dilatao. Reparta bem o beto em
toda a superfcie. A placa deve ter, no mnimo, 10 cm de
espessura.
COMPACTAO :
Para obter uma superfcie bem plana, devera co mpactar,
nivelar e alisar o beto com uma rgua metlica : coloquea superfcie da armao, puxando -a num movimento de
ziguezague. Volte a encher, se necessrio. Instale uma
prancha de alicerce, para no danificar o beto.
REGA :
O beto vai secar mais ou menos depressa, dependendo da
humidade do ar. Com o tempo muito seco, o beto poder
secar demasiado depressa. Ser necessrio reg-lo com
regador ou mangueira. Poder retirar a armao de
madeira aps uma semana.
4/ 8
LIMPEZA :
Uma placa de beto um bom suporte para mosaicos. O beto oferece uma
grande estabilidade. A areia, pelo contrrio, pode ser mais facilmente levada
pelas guas da chuva. Por outro lado, o beto no deixa passar as ervas
daninhas. Aps o escoamento do beto, aguarde 4 a 5 semanas antes de
comear a colocar os mosaicos. O beto estar seco. De qualquer maneira,
limpe mais uma vez a placa. Escove -a e, finalmente, regue -a .
CIMENTO :
Afim de obter uma boa aderncia entre a placa e a
argamassa, sobre a qual os mosaicos sero colocados,
recomendamos que coloque uma fina camada de cimento
(cerca de 2 mm) sobre o beto, e regue muito ao de leve.
Estenda bem a camada com uma vassoura de pelos rgidos.
A ARGAMASSA :
Poder ento colocar uma camada de argamassa com 2.5 a
3 mm de espessura (composio : 2 partes de cimento para
3 de areia, completada com uma emulso plstica). A
humidade da argamassa deve estar perfeita (no deve
escorrer ao ser pressionada, assim como no deve cair em
bocados pequenos).
COLOCAO DOS MOSAICOS :
Utilize um cordel para colocar os mosaicos, afim de
respeitar o plano e a horizontalidade. Trabalhe por etapas,
para evitar que a argamassa seque antes de colocar os
mosaicos.
CORTE :
Se for suficientemente previdente, far com que tenha um mnimo de mosaicos
para cortar. Trace as linhas ao longo das quais dever cortar e coloque um
disco na sua rebarbadora, adequado a este tipo de trabalho. A utilizao de
culos de segurana aconselhvel.
COLAGEM :
Se os mosaicos forem da mesma espessura, sem irregularidades na face de
colocao, e se o suporte for uma placa de beto perfeitamente plana, ento
poder optar pela colagem dos mosaicos. Existe cimento -cola especialmente
preparado para este efeito.
5/ 8
ESCAVAR :
Se desejar colocar um terrao sem utilizar a placa de beto,
dever, certamente, fazer uma escavao (cuja dimenso
delimitada por estacas). Esta ltima dever ter uma
profundidade de 15 a 20 cm. volta dever ser feita uma
armao de madeira e apresentar uma inclinao de 1.5 a
2 cm/metro.
AREIA :
Deposite 10 cm de areia, que servir de suporte aos
mosaicos, repartindo-a de forma a que esta ultrapasse a
altura da face de armao. Coloque de seguida uma
camada de cimento com 2 mm, para estabilizar a areia.
Finalmente, comprima e alise a superfcie.
MOSAICOS :
Coloque os mosaicos sem se deslocar sobre a cama de
areia. Coloque -os directamente no lugar, partindo de uma
linha recta, e apertando-os bem uns contra os outros, com
um mao de borracha, martele devagar, at que fiquem
bem unidos.
CORTE :
Tente reduzir ao mnimo o trabalho de corte. O acabamento
dos lados exige, frequentemente, o corte de vrios
mosaicos. Uma rebarbadora, permite executar o trabalho
com fa cilidade. Proteja-se com culos e luvas de segurana.
ACABAMENTO :
Com todos os mosaicos colocados, dever dar um
acabamento aos rebordos do terrao. Quando esto bem
ape rtados, comprima a terra volta do terrao, e espalhe
areia fina, a qual dever penetrar bem nas juntas.
6/ 8
LAJES
CONSTRUIR UM TERRAO
ESTTICA :
As lajes do aos terraos um bonito aspecto rstico. Existem vrias espcies,
de diferentes cores.
DIMENSES :
Se utilizar lajes deitadas precisar de menos elementos que se as aplicar sobre
os cantos. O clculo da quantidade necessria faz-se por metro quadrado,
dependendo da dimenso do tipo de laje da sua preferncia.
PREPARAO :
Delimite as dimenses do terrao e escave a uma
profundidade de 10 a 15 cm. No caso de solo argiloso,
demasiado mole, escave at 20 ou 25 cm. Faa uma
armao em madeira. Espalhe uma camada de areia, regue
e nivele altura desejada.
ASSENTAR :
Coloque as lajes, assentando -as com a ajuda de um mao
de borracha, de forma a que os elementos fiquem bem
unidos entre si. No bata ao centro, mas sim nas
extremidades. Quando um elemento fica demasiado
enterrado, retire -o, junte um pouco de areia, e recoloque-o
depois.
CALCETAMENTO :
Coloque as lajes fila por fila, de acordo com o esquema
decidido. Verifique regularmente o plano e a
horizontalidade. Antes da colocao de cada fila, estenda e
nivele a areia altura certa.
CORTE :
As lajes devem ser sempre colocadas segundo uma ordem
precisa. As juntas pequenas no devem tocar-se jamais.
Portanto, dever cortar o empredado que ficar aos cantos
do terrao, utilizando, para tal, uma rebarbadora com um
dis co de dimetro suficientemente grande.
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LAJES
CONSTRUIR UM TERRAO
AREIA :
Depois da lajes assentes, estenda uma camada de areia
a toda a superfcie e regue, afim de obter uma mistura
bem malevel, que penetrar nas juntas. Quando estas
se encontram cheias, varra o que sobrou da areia.
DESENHO :
Se o desenho dos tijolos na construo
de paredes tem um papel fundamental,
aqui limita-se sobretudo ao aspecto
esttico. Tudo depende do seu gosto
pessoal, assim como da cor e dimenso
dos elementos utilizados.
Indicamos alguns desenhos :
1. Em espinha
2. Em grelha
3. Livre
4. grega
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Bricoficha 02.06
COLOCAR OU SUBSTITUIR UM
ALGEROZ
LISTA DE MATERIAL
ALGUMAS GENERALIDADES
A COLOCAO
A MONTAGEM
A COLOCAO
AS FIXAES
OS ALGEROZES EM ZINCO
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LISTA DE MATERIAL
COLOCAR OU SUBSTITUIR UM ALGEROZ
CAIXA E SERRA DE
ESQUADRA :
Os meios indispensveis
para serrar em ngulo
reto de (90).
BERBEQUIM /
APARAFUSADORA :
Prefira um berbequim
que tambm aparafuse.
Um modelo sem fio ser
ainda mais prtico.
SERRA DE METAIS :
Uma serra de metais
permite igualmente o
corte de matrias
plsticas.
ESCADA :
Uma escada com um
sistema de afastamento
facilita-lhe o trabalho.
PINCEL :
NVEL E FIO DE
PRUMO :
Dois meios prticos para
marcar o trajecto do
algeroz.
Para aplicar um
revestimento especial no
algeroz, pode utilizar
pincel ou trincha.
LIMA :
As limas de meia -cana
so mais polivalentes
que os limates ou que
as paralelas.
ALGEROZES :
a superfcie do telhado
e, portanto, a
quantidade de gua de
escoamento, que
determinar o dimetro
dos algerozes.
ELEMENTOS DO
ALGEROZ :
Elementos especiais
permitem fazer as
ligaes ou fechar
extremidades.
SUPORTES DE
FIXAO :
Ta nto o algeroz como os
tubos de escoamento so
fixados com abraadeiras
e ganchos de formato
variveis.
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ALGUMAS GENERALIDADES
COLOCAR OU SUBSTITUIR UN ALGEROZ
ESCOAMENTO :
A gua da chuva deve escoar afastada das paredes e fundaes. Caso
contrrio, se as fundaes no estiverem bem isoladas, as paredes come aro
a ganhar humidade. O escoamento das guas pluviais faz-se pelos algerozes e
tubos de escoamento.
CONTROLE :
As abraadeiras de fixao do algeroz e dos tubos de escoamen to exigem um
controle regular, ou seja, uma vez por ano. Os suportes ferrugentos podem
conduzir inclinao do algeroz que pode romper. A inclinao pode modificarse ou, at mesmo, anular-se.
DIVERSOS TIPOS :
Os dois tipos so os algerozes em "G" (meio-crculo) e em
"U" (de fundo plano). So fixos por meio de ganchos
chumbados parede, ou fixados cimalha que disfara as
extremidades das vigas. Nas casas antigas podem se r
encaixados numa armao de madeira colocada sobre
calos.
INCLINAO :
A gua da chuva nunca deve estagnar nos algerozes, pelo
que devem ser suficientemente inclinados. O de clive, em
direco ao tubo de escoamento, geralmente de 3 mm
por metro de algeroz.
MANUTENO :
O algeroz enche -se rapidamente de folhas e de lixo, e pode
servir de abrigo a ninhos de pssaros. Se estiver cheio e
uma chuvada forte no o desbloquear, os estragos sero os
mesmos que se no existisse algeroz ! A manuteno anual
, portanto indispensvel. Coloque tambm um ralo
entrada do escoamento.
DIMETROS :
Os dimetros dos algerozes e dos tubos de escoamento
dependem da superfcie a servir, ou seja, da rea do
telhado.
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A COLOCAO
COLOCAR OU SUBSTITUIR UM ALGEROZ
MATRIA PLSTICA :
Para colocar um algeroz novo ou substituir um modelo antigo em zinco, prefir a
uma nova instalao em plstico, geralmente em PVC. Os algerozes em zinco
devem ser soldados, o que, mesmo para uma pessoa com experincia, no
tarefa fcil. Os algerozes, escoamentos em PVC e seus acessrios so unidos
entre si com uma cola especial ou um mastique.
ARMAO DE MADEIRA :
Se o seu antigo algeroz estiver encaixado numa armao
de madeira, em bom estado, conserve -a para l colocar o
novo algeroz. Caso contrrio, dever substituir tudo por um
algeroz em "G" ou em "U", fixos por meio de abraadeiras.
FIXAO :
Um algeroz suspenso fixo com suporte especiais
cimalha do telhado ou no beirado. Se retirar um algeroz
antigo em armao de madeira, geralmente dever colocar
uma rgua de margem, para impedir a infiltrao da chuva.
INCLINAO :
Uma inclina o de 3 mm por metro garantir um bom
escoamento da gua. Trace uma linha horizontal sobre a
cimalha com a ajuda do nvel de bolha e cordel.
Seguidamente pregue um prego a cada uma das
extremidades e marque a altura da inclinao pretendida,
por baixo e por cima do prego de marcao.
EXTREMIDADES :
Nas extremidades do telhado, fixe os suportes ou as
abraadeiras com pregos galvanizados. No ponto mais
baixo colocar um ele mento que possa ser ligado ao tubo
de escoamento. Este acessrio tem geralmente uma
fixao, pelo que se torna indispensvel a colocao de
uma abraadeira especial.
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A MONTAGEM
COLOCAR OU SUBSTITUIR UM ALGEROZ
CORDEL :
Com um cordel, ligue o suporte colocado mais acima ao
suporte colocado mais abaixo. Assim conseguir alinhar as
outras fixaes convenientemente. Esta operao torna-se
necessria pois s as condutas perfeitamente rectilneas
asseguraro um bom escoamento da gua.
QUANTIDADE DE SUPORTES :
A distncia entre os dois suportes no pode exceder os
50cm. O ideal mesmo seria a colocao de 3 suportes por
metro. Com efeito, so os responsveis pela solidez do
conjunto da instalao. No final, no se esquea de retirar o
cordel.
COLECTOR :
o elemento que geralmente se coloca a uma extremidade
do algeroz (t de passagem esquerda ou direita). No
entanto, a sua colocao depende tambm da localizao
dos ralos. Um colector central ter que, evidentemente, ser
aberto dos dois lados.
COMPRIMENTO :
O comprimento dos perfis em PVC varia at 1.4 mm.
muito raro que estes correspondam com exactido ao
comprimento do telhado. Para os cortar utilize uma serra
de metais com dentes finos. Serre na perpendicular.
Finalmente, lime cuidadosamente as extremidades, afim de
as alisar e evitar qualquer risco de fuga.
COLOCAO :
Os elementos devem ser encaixados nos suportes por
simples presso. Incline -os de forma a que possa introduzir
no suporte, em primeiro lugar, o lado situado contra a
parede. Para depois colocar o elemento correctamente no
seu lugar, empurre-o para baixo.
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A COLOCAO
COLOCAR OU SUBSTITUIR UM ALGEROZ
JUNES :
Os perfis devero estar ligados entre si por meio de
elementos de juno. Se se tratar de uma juno rectilnea,
utilize uma simples juno munida de uma junta de
borracha estanque. Para as junes em ng ulo recto
existem elementos de ngulo especiais (exteriores ou
interiores).
TERMINAIS :
Sendo os perfis abertos nas extremidades, torna -se
necessrio fech-los com terminais. Tm o mesmo formato
dos perfis e fixam-se com cola especial para PVC.
TUBOS DE ESCOAMENTO :
Um algeroz sem tubos de escoamento no teria qualquer utilidade. Estes
devem es tar tambm em bom estado. Tubos ou algerozes em zinco podem ser
reparados da mesma forma, mas os de PVC devem ser substitudos de
imediato.
UNIO ALGEROZ-TUBOS DE ESCOAMENTO :
O algeroz no se encontra junto parede, mas sim um pouco afastado; uma
vez que o tubo de escoamento deve ser fixado parede, ter que levar um
cotovelo de unio na extremidade superior, ou a ligao seria impossvel de
realizar.
COTOVELO :
Para calcular o comprimento do cotovelo (X), coloque os
dois elementos a ligar no cho, na mesma posio e
mesma distncia um do outro, como se estivessem j
montados. Tire o comprimento do elemento diagonal (Y),
corte -o com a serra de metais e lime as extremidades.
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AS FIXAES
COLOCAR OU SUBSTITUIR UM ALGEROZ
ABRAADEIRAS :
O tubo de escoamento ser fixo parede com abraadeiras
de parafuso. Com efeito, os tubos em PVC devem ter uma
folga pois tm a tendncia a se deform ar com a alterao
da temperatura. Se estiverem demasiado apertados,
podem correr o risco de se partirem ou de sarem da
parede.
COLOCAO DO TUBO :
Os elementos de escoamento no so colados mas unidos
por meio de tubos de ligao (a orientar na direco do
escoamento!). As abraadeiras que fixam o tubo de
escoamento parede devem ter uma distncia mxima
entre si de 1 m. Se necessrio, o elemento inferior ser
previamente se rrado medida certa.
COTOVELO TERMINAL :
Um cotovelo colocado na extremidade do tubo de
escoamento pode ter grande utilidade : seja para reduzir a
fora do jacto de gua, seja para canalizar a gua e dirigila
em direco ao ralo ou a cisternas de recuperao.
ESCOAMENTO :
Na base do tubo de escoamento deve existir um ralo (que estar ligado rede
de esgotos). De preferncia no deixe a gua escoar livremente junto s
paredes, o que poder ocasionar graves estragos nas fundaes e paredes em
volta.
PINTURA :
Se a cor do algeroz em PVC no lhe agradar, ou se desejar modific-la aps
algum tempo, comece por desengordurar o algeroz com amonaco e,
seguidamente, aplique um primrio para PVC, de forma a facilitar a aderncia
das camadas seguintes.
EM CASO DE ENTUPIMENTO :
Em caso de entupimento, ser relativamente fcil abrir o ralo e limp -lo. Se
um cano de esgoto est entupido, utilize primeiro um desentupidor de
canalizaes e, depois, deite-lhe um jacto de gua. Tambm pode
experimentar desentupi- lo com uma mquina de limpeza a alta presso.
importante que as canalizaes subterrneas estejam em declive, para que o
escoamento at aos esgotos se faa rapidamente. Se o declive for insuficiente,
a sujidade depositar-se- nos tubos at obstruo. Faa um declive de 1 cm
por metro.
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OS ALGEROZES EM ZINCO
COLOCAR OU SUBSTITUIR UM ALGEROZ
MATERIAL :
Mesmo que no coloque algerozes novos em zinco, sempre
pode melhorar o aspecto do antigo. Este material , com
efeito, severamente atacado pelas chuvas cidas. Portanto,
inspeccione cuidadosamente a sua instalao, que poder
ter furos minsculos ou fissuras ao nvel das juntas.
PEQUENAS REPARAES :
Os furos pequenos podem ser tapados com uma tela
indeformvel revestida a betume na face superior. Primeiro
limpe o algeroz. Aquea a tela com um maarico para
derreter o betume. Pressione fortemente a tela antes de a
revestir com um produto vedante.
GRANDES REPARAES :
As fugas de grande dimenso so tratadas com um
revestimento betuminoso aplicado ao pincel e em duas
camadas. Sobre o revestimento limpo, estenda a primeira
camada de revestimento diluda, e cubra eventualmente as
juntas com uma tela elstica. Aps a secagem, aplique a
segunda camada, no diluda.
TRATAMENTO ANTI -MUSGO :
Assim como os telhados, os algerozes podem ser invadidos
pelo musgo, que impede o escoamento normal da gua. Os
produtos destina dos a prevenir o aparecimento do musgo
so tambm indicados para o destruir : portanto, so
preventivos e curativos.
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Bricoficha 03.01
PINTAR INTERIORES
LISTA DE MATERIAL
A PREPARAO
O TECTO
O TECTO
AS PAREDES
AS PAREDES
AS PLACAS DE GESSO
A MADEIRA
A MADEIRA PINTADA
O POLIMENTO
AS PORTAS
JANELAS E RODAPS
AS APLICAES
A ESCOLHA DE MATERIAL
A MANUTENO
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LISTA DE MATERIAL
PINTAR INTERIORES
TRINCHAS E PINCIS :
Tanto as trinchas como
os pincis tm utilizaes
prprias.
ROLOS :
Escolha o rolo em funo
do tipo de tinta e de
superfcie.
TABULEIRO DE
PINTOR :
A grelha permitir
repartir uniforme -mente
a tinta do rolo.
PINTURA PISTOLA:
Uma pistola eltrica sem
ar produz menos rudo
que um modelo ligado a
um compres -sor.
SOPRADOR DE AR
QUENTE :
Com os acessrios, este
aparelho facilita muito a
decapagem
LIXADEIRA
VIBRATRIA :
Um colector de p ou a
ligao a um aspirador
sero de grande
utilidade.
RASPADOR DE TINTA :
Para raspar a tinta dos
caixilhos ou vidros.
PROTEES :
Fita adesiva e toldos de
plstico evitaro a
limpeza aps o trabalho.
ESPTULA :
Com lmina flexvel.
ESCADOTE :
Estar mais seguro sobre
um modelo com
plataforma.
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A PREPARAO
PINTAR INTERIORES
REGRAS GERAIS :
A tinta decora e protege os materiais. Para trabalhos exteriores, a sua funo
principal reside na proteo. Enquanto que, para paredes interiores , tem uma
funo decorativa. Por esta razo no bastar a aplicao de uma s demo,
mas sim de um "tratamento" completo e apropriado.
Deve ter em ateno :
1.
2.
3.
4.
LIBERTE O ESPAO :
Na vspera, de preferncia, retire da sala os
mveis mais pequenso, tapetes e cortinados.
Para pintar em redor de um interruptor ou
tomada, desligue o fusvel do circuito,e depois,
desmonte o espelho
PROTEES :
No h nada mais aborrecida que uma sala repleta
de manchas de tinta, depois de terminado o
trabalho. Portanto, cubra os restantes mveis com
toldos de plstico, sem esquecer o cho. Proteja os
rodaps, ombreiras e tudo o que no deve se r
pintado com fita de proteo adesiva.
PLANO DE AO :
Elabore primeiramente o seu plano de ao
antes de meter mos obra. Comece pelo tecto,
depois as paredes, e a seguir as madeiras. O
cho, se o desejar pintar, ficar para ltimo
lugar.
QUANTIDADE :
Calcule primeiro a superfcie a pintar, e, em funo do poder de cobertura da
tinta, indicado na embalagem, calcule a quantidade de tinta necessria. No se
esquea de incluir a superfcie das janelas e das portas. Este resultado dever
ser multiplicado por dois se aplicar duas camadas. Para um suporte poroso,
faa um clculo por excesso. Pode diminuir a quantidade se o suporte estiver j
pintado com uma tinta semelhante. Compre toda a tinta de uma s vez, para
evitar eventuais diferenas de tonalidade.
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O TECTO
PINTAR INTERIORES
LIMPEZA :
Antes de pintar deve limpar. Se o tecto estiver pintado
com cal (se esfregar verificar que a superfcie liberta p),
lave -o com gua morna com sabo. Se a tinta lascar, ser
prefervel elimin-la completamente com um raspador.
BETUME :
Encha os buracos e fissuras com betume (gesso ou
qualquer outro produto de enchimento base de gua).
Alargue primeiramente as fissuras com um raspador
normal ou triangular. Molhe com gua antes de aplicar o
produto de enchimento. Aguarde a secagem completa.
POLIMENTO :
Passe ligeiramente o tecto com lixa de gro fino,
sobretudo fissuras e buracos que acabou de
encher. Lixe o tecto manualmente, com a folha
de lixa enrolada num taco de madeira.
UM CONSELHO :
Um tecto j pintado com uma tinta acrlica, deve ser novamente pintado com o
mesmo tipo de tinta. A tinta acrlica "respira", enquanto que as tintas de
esmalte no.
PRECAUES A TOMAR :
Antes de comear a pintar, rena o material que ser necessrio : rolo, pincel,
trapos, tabuleiro, um pau ou uma colher de madeira e um escadote. Evite as
correntes de ar para evitar que o p se deposite sobre as superfcies pintadas
de fresco.
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O TECTO
PINTAR INTERIORES
TECTO NOVO E SO :
Sobre um tecto novo e so pode-se aplicar uma tinta acrlica diluvel em gua.
Prefira uma tinta inodora e de secagem rpida. Aplique uma ou duas demos,
de acordo com as necessidades. A aplicao preliminar de uma tinta de base
diminuir a porosidade do suporte.
TECTO VELHO :
Sobre um tecto velho e sujo pode -se utilizar uma tinta de esmalte diludo em
aguarrs, depois de ter sido lavado com lixiva neutra e passado por gua.
Aplique uma ou duas demos, de acordo com as necessidades.
TCNICA :
Um tecto pinta -se com rolo ou pincel. O rolo
permite uma aplicao mais regular da tinta. Nao o
mergulhe profundamente dentro do tabuleiro. S
obter bons resultados na aplicao de camadas
finas. Para poupar esforos utilize um cabo
extensvel.
NGULOS :
Comece a partir de um ngulo. Utilize um pincel
na juno da parede com o tecto : o rolo no
chegar aos cantos. Aplique a tinta ao longo dos
bordos, a uma largura de 5 cm (nunca volta da
sala, numa s vez) . Depois, com um rolo, cubra
imediatamente a parte delimitada.
ZIG-ZAG :
No trace linhas paralelas com o rolo, mas efectue
uma espcie de movimento em "W", para depois
voltar em sentido contrrio, descrevendo um
movimento em "M" : assim conseguir cobrir uma
parte do tecto sem levantar o rolo. Estenda bem a
camada de tinta.
DIREO :
Assim, trabalhe sempre por pequenas superfcies,
ou seja, 1 m de cada vez. Siga na direo do lado
mais pequeno do tecto. Antes de aplicar a segunda
demo, respeite escrupulosamente o tempo de
secagem indicado pelo fabricante.
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AS PAREDES
PINTAR INTERIORES
GESSO :
No gesso deve aplicar um produto de fixao antes da aplicao da tinta de
base. Se utilizar tinta acrlica, o tratamento prvio no ser necessrio. O gesso
dever estar seco e isento de gordura ou p.
PAINIS DERIVADOS DA MADEIRA :
Todos os tipos de tinta se adequam a este tipo de painis. Cubra -os
primeiramente com um produto especial para madeira, tornando as suas
superfcies menos porosas e absorventes, e com melhor aderncia s demos
posteriores.
BETUME :
Quando uma parede, antes de ser pintada, foi
revestida com papel, os buracos (deixados pelos
pregos arrancados, por exemplo) e outras
irregularidades devem ser cheios ou alisados com
betume. Se as reparaes a efectuar forem grandes,
escolha um betume suficientemente elstico.
POLIMENTO :
Em seguida lixa a superfcie com uma lixa de
gro no demasiado fino. Assim poder alisar as
partes betumadas e eliminar os restos de papel
de parede. Escove cuidadosamente toda a
superfcie antes de abrir a lata de tinta e
prosseguir com o trabalho.
LOCAIS HMIDOS :
As cozinhas e casas-de -banho so, naturalmente, mais hmidas. A gua
transforma-se em vapor, este condensa -se e deposita -se em forma de gua
nas paredes, tectos e caixilharia.
Portanto, os locais hmidos devem ser pintados com tinta reguladora da
humidade : esta, por vezes abundante, poder evaporar-se para o exterior,
atravs das paredes e tecto. Para as paredes em alvenaria existem tintas
microporosas que deixam a superfcie "respirar".
VENTILAO :
Antes de pintar uma sala hmida, enxugue -a convenientemente. Abra
previamente portas e janelas, durante vrios dias, para arejar. Assim evitar
que a humidade permanea nas paredes, tectos ou caixilharias, sob as demos
de tinta.
LAVAGEM :
A tinta para tectos pode ser de qualida de inferior das paredes : o tecto,
geralmente, suja -se muito menos. Para as paredes, a tinta dever, de
preferncia, permitir a lavagem com lixivia neutra e ser mais resistente,
particularmente nas cozinhas e casas de banho.
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AS PAREDES
PINTAR INTERIORES
TCNICA :
Tal como o tecto, a parede pode ser pintada com rolo ou
pincel. Aplicam-se as mesmas regras : no carregue
demasiadamente o rolo. Saiba tambm que uma demo
espessa no dar nunca um resultado to satisfatrio
como duas demos finas.
JUNES :
Nos ngulos das paredes ou nas junes entre o
tecto e a parede, utilize sempre o pincel.
Proceda da mesma forma para molduras das
portas e janelas.
CRUZAR :
Trabalhe a superfcie com o rolo, cruzando as passagens,
sem as sobrepr. As ltimas passagens do rolo devem ser
dadas na horizontal, ou seja, perpendicularmente s
janelas.
DIREO :
Trabalhe uma superfcie de 1 m de cada vez.
Com o rolo, comece por um ngulo, do alto,
traando bandas verticais. Faa com que as
partes sucessivamente pintadas fiquem bem
sobrepostas.
PASSAGENS CRUZADAS :
Se pintar com o pincel comece pela parte superior da
parede, a toda a sua largura e at abaixo. Aplique a tinta
em pequenas passagens verticais, cruzando-as depois
com passagens horizontais, estendendo bem a tinta.
Finalmente, alise de baixo para cima.
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AS PLACAS DE GESSO
PINTAR INTERIORES
PREGOS :
Frequentemente utilizam-se placas de gesso para o
acabamento das paredes. A tcnica para as pintar um
pouco particular, sobretudo devido aos pregos e
parafusos. Os pregos devem ficar o mais enterados
possvel, com a ajuda do martelo de orelhas (carpinteiro).
BETUME :
Sobre os pregos enterrados aplique um betume
apropriado. Depois de convenientemente seco,
aplique uma segunda camada de betume,
alisando bem a superfcie entre a prime ira e a
segunda camada.
POLIMENTO :
Deixe o betume secar por completo e lixe com lixa fina,
efectuando movimentos circulares. A superfcie deve ficar
perfeitamente plana, sobretudo fissuras e rebordos cheios
com betume.
JUNES :
As junes exigem um maior cuidado. Com
uma esptula larga aplique uma camada de
betume, alisando bem os bordos. Deixe secar,
aplique uma segunda camada, e lixe.
8 / 16
A MADEIRA
PINTAR INTERIORES
RESINA E NS :
Com um canivete aquecido, elimine a resina da madeira
nova, ou esta correria o risco de, aps algum tempo, ser
atacada pelos produtos quimicos da tinta e de escorrer.
Retire os ns com um formo para madeira, e encha os
buracos com pasta de madeira. Lixe com lixa grossa.
SUB-CAPA :
As superfcies brutas que nunca foram tratadas,
devem levar uma sub -capa. Deve respeitar o
tempo de secagem antes de polir. Escolha
sempre uma sub -capa em funo da demo de
acabamento posterio r.
POLIMENTO :
As fibras da madeira, depois de se cas, tm tendncia a
endireitar ligeiramente. Depois de seca, lixe a sub-capa
com lixa fina ou palha de ao. Retire toda a poeira.
FIBRA DE MADEIRA :
Depois de encher as irregularidades com pasta
de madeira, aplique duas demos de tinta. Em
superfcies pequenas siga a direco das fibras.
Em grandes superfcies (como portas) pinte
cruzando as passagens, e acabe na direco das
fibras.
PARTES ESCONDIDAS :
muito importante que, sobretudo no caso da madeira bruta, que partes
escondidas ou em contacto, por exemplo, com a parede, fiquem correctamente
protegidas. Aplique, portanto, duas demos de sub-capa (primrio).
LOCAIS HMIDOS :
Os caixilhos situados em locais hmidos devem ser cobertos com tinta que no
deixe passar o ar, e composta com leo de linhaa ou resina sintctica. Areje
bem o local antes de pintar, para que este enxugue o melhor possvel.
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A MADEIRA PINTADA
PINTAR INTERIORES
LIMPEZA :
Para limpar madeira pintada, retire a poeira e desengordure -a com gua e
amonaco (3%), sem a molhar demasiado. Deixe secar durante vrios dias. Se
algumas madeiras (portas, ombreiras, janelas) estao cobertas com espessas
camadas de tinta danificada, decape-a por completo.
S o faa se for absolutamente necessrio : a madeira est melhor protegida
quanto maior a quantidade de camadas de tinta. Para eliminar tintas mal
aplicadas ou empoladas, pode utilizar um soprador de ar quente, um produto
decapante ou lixar.
MAARICO :
Aquea a superficie a decapar (limpa),
movimentando ligeiramente a chama.
Ateno : o calor dever derreter a tinta, sem
queimar a madeira. Depois de amolecida, pode
retirar a tinta com um raspador.
SOPRADOR DE AR QUENTE :
O decapante elctrico sopra ar muito quente : no
o utilize muito perto dos vidros, para no os partir.
Utilize um raspador especial e trabalhe de cima
para baixo. Numa porta trabalhada, elimine
primeiramente a tinta da moldura e depois os
recantos.
DECAPANTES QUIMICOS :
So liquidos que atacam a tinta. Estes produtos
so muito corrosivos, portanto proteja bem as
mos com luvas de borracha e, eventualmente, os
olhos com culos de proteco. Espalhe o
decapante com o pincel. Retire as portas para as
trabalhar na horizontal.
ACO DOS DECAPANTES :
Os decapantes atacam a tinta, cujos restos ficam
muito fceis de retirar. No entanto, tem um
inconveniente : depositam-se nas fendas das
madeiras velhas e dificeis de eliminar.
10 / 16
O POLIMENTO
PINTAR INTERIORES
ASPIRAO DO P :
Aps cada operao de polimento, ou aplicao
de tinta, dever verificar se a superfcie ficou lisa
para que a camada seguinte adira correctamente.
Elimine a poeira com uma escova macia e seca
(um saco de aspirao no suficiente).
POLIMENTO MANUAL :
As superfcies polidas com a mquina devem ser acabadas
naturalmente, para que fiquem perfeitamente lisas. Para
isso, utilize a lixa apropriada ao trabalho a realizar.
TIPO DE GRO :
O gro de 30-60 serve para o pr -polimento de superfcies no aplainadas,
assim como para a eliminao de tintas velhas. A lixa de gro mdio permite a
preparao das portas, por exemplo, assim como a decapagem de tintas velhas
para uma pintura pistola. As superfcies ficam perfeitamente lisas.
defcil exercer uma presso constante no polimento manual. Recomendamos
portanto a utilizao de um suporte, ou seja, um pequeno pedao de madeira
ou cortia no qual se enrola a folha de lixa.
TINTA DE BA SE :
Como no caso das superfcies brutas (madeiras novas), dever, antes de tudo
aplicar uma tinta de base, de forma a preparar a superfcie para os tratamentos
posteriores. Aps secagem, encha as irregularidades e lixe de novo (de
preferncia mo, para obter um resultado mais fino).
PORTAS E JANELAS :
No interior, as portas e janelas levam uma demo a mais que no exterior. A
humidade que penetra na madeira poder assim, escapar-se (para o exterior).
A tinta (ou o verniz) no dever tocar as juntas de bo rracha das janelas, para
no as danificar.
11 / 16
AS PORTAS
PINTAR INTERIORES
COMO PROCEDER :
Antes de pintar com o rolo superfcies grandes, tais como
portas, estenda grosseiramente a tinta com o pincel,
primeiro em linhas verticaris e de pois horizontais. Em
seguida, divida (mentalmente) a superfcie a pintar em
quartos, os quais devero ser pintados o mais
rpidamente possvel.
PINTAR COM ROLO :
Quanto menos tempo de secagem das tintas,
mais fcil ser alis-la, dando superfcie um
aspecto liso e sem traos. Utilize o rolo
nicamente para as tintas mate ou semi -mate :
os possveis traos ficariam visveis com a tinta
brilhante.
TCNICA :
Estenda a tinta j aplicada, de baixo para cima, evitando,
assim, o escorrimento da mesma. Se desmontar a porta e
a colocar na horizontal (sobre cavaletes, por exemplo), j
no ter esse problema.
CANTO / ESPESSURA :
Se pintar as duas faces da porta em cores
diferentes, vai talvez hesitar quanto cor a
aplicar no canto (a espessura da porta sobre a
qual se encontra a lingueta da fechadura) :
pinte -a na mesma cor da face da porta visivel,
quando est aberta.
O CANTO / ESPESSURA INTERIOR :
Uma porta nova pintada pela primeira vez, deve ser
pro tegida da humidade : pinte tambm a parte inferior.
Para tal retire a porta das dobradias da ombreira, para
no correr o risco de a danificar.
12 / 16
JANELAS E RODAPS
PINTAR INTERIORES
POLIMENTO :
Se pintar de novo uma janela, evite eliminar a tinta antiga
com um soprador de ar quente, por causa dos vidros. Para
as superfcies maiores, convir certamente um produto
decapante, mas o polimento ser manual. Utilize um
suporte em madeira.
PASTA DE MADEIRA :
As janelas velhas podem sofrer de
apodrecimento. Retire todas as partes antigas,
e em seu lugar, aplique pasta de madeira
(utilize uma esptula para o efeito). Depois
lixe.
FITA ADESIVA :
Proteja o contorno dos vidros com fita adesiva especial, a
qual permitir pintar a direito sem pintar o vidro. Retire a
fita adesiva depois de acabar de pintar, sem m esmo
esperar que a tinta seque, caso contrrio, poderia tambm
arranc-la ao mesmo tempo!
QUAL A ORDEM :
Ter melhores resultados se respeitar a ordem
seguinte : as partes horizontais (a inferior
antes da parte superior) antes das verticais.
RODAPS :
Os rodaps so sempre pintados em ltimo lugar, porque estao expostos
poeira durante todo o tempo do trabalho, e porque tambm podem sofrer
ligeiros danso com a passagem do aspirador. Retire-lhes toda a poeira.
Trate os rodaps (tinta de base, polimento, betume) da mesma forma que
tratou as madeiras, evitando ndoas no cho ou na parede com um dos
produtos : poder colocar-lhes um bocado de carto. Escolha uma tinta bem
resistente e que se suje pouco.
13 / 16
AS APLICAES
PINTAR INTERIORES
RADIADORES :
Se os radiadores (aquecimento central) ainda
funcionarem bem, lixe-os com a lixa de gro mdio. Se
tiverem ferrugem, aplique-lhes primeiro um produto de
tratamento anti-ferrugem.
TINTA DE CHO :
Destinada a cho de beto (caves, garagens), o
qual deve ser desengordurado e liberto de
poeira. Aplique 2 ou 3 demos de tinta, com
trincha ou rolo, com 24 h de inervalo entre elas.
Comece no canto mais afastado da porta.
14 / 16
A ESCOLHA DO MATERIAL
PINTAR INTERIORES
PINCEL :
A escolha do modelo depende, naturalmente, do trabalho
a executar. Um bom pincel feito de plos maleveis e
cerrados, de um aro slidamente fixo ao cabo, o qual,
geralmente, em madeira envernizada. Os plos
arrancam-se dificilmente. Os melhores modelos tem
cerdas naturais compridas.
FORMA :
Um pincel com plos cortados em ponta ou uma
trincha com os plos cortados oliquamente, so
prticos para a realizao de acabamentos (das
janelas, por exemplo). Os modelos redondos
podem ser utilizados para trabalhos de preciso.
ROLO :
Os rolos de qualidade so em l ou pele de carneiro, e
podem ser facilmente desmontados para limpeza. Os
rolos de espuma so mais baratos mas no permitem
resultados to bons, pois provocam o aparecimento de
bolhas de ar. So adequados s tintas de gua.
ROLOS ESPECIAIS :
Os rolos de plos longos so mais
frequentemente reservados s superfcies
rugosas, e os rolos de espuma s superfcies
lisas. Existem tembm modelos com o nome de
"favo de mel", que do uma estrutura tinta
semelhante ao crepi, rolos especiais para tectos
(no pingam) e rolos para lacar.
PINTURA PISTOLA :
Mais apropriada para trabalhos de exterior. , no entanto,
uma tcnica muito prtica para o tratamento de pequenas
peas, por vezes, em relevo. Neste caso, dever,
naturalmente, isolar bem as partes a pintar e proteger o
resto.
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A MANUTENO
PINTAR INTERIORES
PINCIS :
Pendure os pincis novos durante 24 h, com as cerdas
dentro de leo de linhaa, para que unam. Depois, lave -os
com gua morna com sabo e passe -os por gua
abundante. Deixe-os secar sem torcer os plos. As
trinchas em nylon so mergulhadas em gua.
LIMPEZA :
Retire a maior parte da tinta com papel de jornal.
Depois limpe pincis, rolos, tabuleiro e respectiva
grelha com o solvente da tinta utilizada (tinta
acrlica; gua; tinta de esmalte; guarrs).
SECAGEM :
Depois lave o pincel ou o rolo com gua quente com um
pouco de detergente ou sabo. Pendure -os ou deite-os,
mas no os deixe nunca colocados sobre os plos. Os
rolos podem secar suspensos.
CONSERVAR A TINTA :
Guarde as latas de tinta num local seco e fresco.
Para conservar uma lata de tinta j aberta,
assegure-se de que esta fica hermeticamente
fechada e coloque-a sobre a tampa. Assim,
haver menos possibilidade e formao de
pelcula.
16 / 16
AKI Bricoficha
Instalao de
iluminao exterior
3.2
Lista de materiais
Nvel de dificuldade:
Difcil
Alicate
descarnador
Alicates
de pontas
Ferramentas
manuais
Ferramentas
manuais
Tira cabos
Electricidade
Berbequim
Ferramentas
elctricas
Chave
de parafusos
Electricidade
Ferramentas
manuais
Fita mtrica
Jardim
Busca-plos
Ferramentas
manuais
Serra
para metais
X-acto
Ferramentas
manuais
Ferramentas
manuais
Bricoficha
Ferramentas
manuais
Segurana
Proteco
Todos os candeeiros de exterior tm que estar preparados para as
adversidades meteorolgicas. Na carcaa encontram-se as letras
IP seguidas de dois algarismos que nos indicam o grau de
proteco dos candeeiros. O primeiro algarismo indica a resistncia
do material ao p. Neste tipo de candeeiros, destinados a exterior,
deve marcar um mnimo de 4 numa escala que vai at 6.
O segundo algarismo faz referncia ao grau de estanquecidade
do candeeiro. A escala vai at 7 (podem submergir-se) mas no
pode ser inferior a 3, o que quer dizer que aguenta uma chuva
no muito forte. A partir do 4, o candeeiro j pode suportar
a fora de um jacto de gua. Recomendamos que no escolha
um IP de grau inferior a 44.
Ligao terra
Os candeeiros, e em geral todos os aparelhos com elementos
metlicos, devem estar protegidos para no haver risco de choques elctricos.
Existem candeeiros de classe II que dispem de um duplo isolamento e no precisam de ligao terra. As de classe I necessitam de ligao terra (o cabo amarelo e verde).
Disjuntor
necessrio tomar mais precaues com os candeeiros de
exterior do que com os de interior, porque esto expostos a
diversos agentes meteorolgicos como a chuva e a humidade.
Recomendamos a instalao de um disjuntor diferencial de 30 mA
exclusivamente para ligar os candeeiros de exterior.
Iluminao de jardim
Iluminar um exterior pode ter diversas finalidades: poder
trabalhar na penumbra, criar um ambiente confortvel, proteger
contra intrusos ou simplesmente iluminar os possveis obstculos
que possa haver. O nmero de candeeiros a colocar ser
opo de cada um, mas os cabos tero que passar sempre por
baixo do solo, ou serem camuflados numa parede.
3
Bricoficha
Iluminao de fachada
Candeeiros incandescentes
Este tipo de candeeiros so os mais "normais" e produzem uma
luz ambiente. A intensidade da luz variar em funo da lmpada
que se coloque no casquilho (40, 60 ou 100 watts). A forma do
candeeiro tambm ser uma escolha pessoal, mas os mais
"normais" so os globos ou lanternas.
Candeeiros de halgeneo
Estes candeeiros tm um conceito diferente dos incandescentes.
Os candeeiros de halogneo produzem uma luz muito potente
(lmpadas de 150, 300 e 500 watts) e mais concentrada para
o local onde esto apontadas. Ateno: tambm produzem
muito calor e chegam a queimar.
Altura de colocao
Os candeeiros fixam-se a uma altura superior a uma pessoa,
nunca altura dos olhos, pois podem encadear. Se o objectivo
iluminar uma grande superfcie e que tenham um efeito
dissuasor, colocam-se a uma altura que no se lhes possa
chegar.
Bricoficha
Iluminao de fachada
Ligaes
muito simples efectuar as ligaes elctricas. Depois de
desligar a corrente, descarnam-se as pontas dos cabos e fixam-se
ao casquilho (NUNCA unir os cabos entrelaando-os uns nos
outros, UTILIZA-SE uma caixa de juno). Trata-se apenas
de unir os fios da mesma cor. Se a lmpada tem elementos
metlicos necessrio ligar o fio de terra (amarelo e verde).
Impermeabilidade da armao
Na maioria dos candeeiros coloca-se uma anilha de borracha entre
o casquilho e o globo. Existem alguns candeeiros que no
tm anilhas de borracha, mas esto projectadas para que a gua
que possa chegar a entrar saia por orifcios, sem entrar
em contacto com os elementos sob tenso.
Interruptor bipolar
Um interruptor bipolar o que interrompe o condutor neutro
e o condutor da fase. Estes interruptores esto pensados para
luzes no exterior, casas de banho ou cozinhas (locais onde haja
humidade).
Clula fotoelctrica
Os candeeiros com clulas fotoelctricas so muito prticos
porque detectam a luminosidade que h no local
onde esto colocadas, e em funo disso acendem ou
apagam.
Sensores de movimento
H candeeiros que incorporam um dispositivo de raios
infra-vermelhos que acendem quando detectam movimentos na
sua zona de influncia. No momento de decidir a sua
localizao necessrio ter em conta que o sistema mais
sensvel a movimentos laterais.
Bricoficha
Iluminao do jardim
Plano da instalao
Antes de efectuar a instalao necessrio fazer um plano de onde queremos colocar os
pontos de luz, os interruptores, por onde passaro os cabos e a ligao terra. Em muitos
casos, os cabos unem todos os pontos de luz passando pelo lugar em que causam menos
perturbao. Por exemplo: para no levantar a relva ou algumas plantas, o cabo pode
passar por um caminho, ainda que isso signifique mais alguns metros de cabo.
Profundidade do sulco
O normal enterr-los a 60 cm de profundidade, mas deve ter em
conta que se o lugar tiver de aguentar com peso, por exemplo, um
caminho onde passam automveis, ento o sulco dever ter 1 metro
de profundidade. Recomenda-se que a vala tenha uma profundidade
de 70 cm a 1 metro, conforme o caso, e adicionar 10 cm de areia
para compensar as tenses do terreno. ATENO: Nunca passar os
cabos por solos arenosos, pantanosos ou instveis.
Cabos subterrneos
Os cabos que forem colocar debaixo da terra tm obrigatoriamente
que passar por dentro de uns tubos (IRO) de cor (ICD). Para
fazer ngulos e curvas utilizam-se joelhos e unies. Utiliza-se
um tira cabos para puxar os cabos e faz-los passar pelo interior
dos tubos.
Rede de segurana
Depois de colocar os tubos na vala, coloca-se por cima uma
rede de segurana vermelha, que nos indica por onde passam
os cabos, no caso de ser necessrio voltar a abrir a vala.
AKI Bricoficha
Iluminao do jardim
Furar a fachada
Com o berbequim e a broca para pedra faz-se um furo (de dimetro
superior ao dos cabos) no local exacto da fachada onde vai ser
colocado o ponto de luz. Depois de passar os cabos pelo furo,
para garantir a sua impermeabilidade, este deve ser cheio com
mstique. Isto feito obrigatoriamente se o furo estiver abaixo
do nvel do solo para evitar goteiras ou a entrada de qualquer coisa.
Ligaes em srie
A ligao em srie entre diversos pontos de luz feita ao nvel
do casquilho, sempre que o casquilho tenha sido projectado
para esse efeito. NUNCA pode haver ligaes subterrneas.
Caixa de derivao
No caso dos casquilhos no permitirem fazer ligaes em srie,
necessrio utilizar uma caixa de derivao. A caixa de derivao
fixa na fachada, sempre acima do nvel do solo, e dela sai
um cabo subterrneo at cada ponto de luz.
Impermeabilidade da caixa
As caixas de derivao podem colocar-se no exterior, por isso
esto projectadas para aguentar as adversidades meteorolgicas
e devem ser obrigatoriamente estanques. Dispem de um
anel de borracha para a tampa frontal e tampas concntricas,
que se devem furar por onde entram e saem os cabos.
Efectuar as ligaes
Retira-se a tampa frontal e efectuam-se as ligaes utilizando
os bornes da caixa ou atravs de caixas de juno. Os cabos a
utilizar devem estar em bom estado.
Bricoficha
Iluminao do jardim
Alimentao
Ao mesmo circuito podemos ligar um mximo de 8 candeeiros.
Se o circuito apenas de candeeiros, o cabo a utilizar ser
de 1,5 mm de dimetro com um fusvel de 10 A. Se para alm
do candeeiro instalar tomadas, utiliza um cabo de 2,5 mm
de dimetro com um fusvel de 16 A.
Base do candeeiro
Os candeeiros que se fixam ao solo, como por exemplo os postes
de iluminao, devem ter uma boa fixao ao solo para que
o vento no os derrube.
A melhor opo construir uma base de beto bem slida
e fixar a o ponto de luz.
[Link]
Coleccione!
Bricoficha 03.03
PROTEGER, TRATAR E
DECORAR MADEIRA
LISTA DE MATERIAL
OS INIMIGOS DA MADEIRA
O APODRECIMENTO DA MADEIRA
PROTEO DA MADEIRA
MADEIRA NOVA
MADEIRA PINTADA
POLIMENTO
TECTO E PAREDES
PORTAS
JANELAS
RODAPS
SOALHOS
ESCADAS
MVEIS
MANUTENO DOS UTENSLIOS
1 / 16
LISTA DE MATERIAL
PROTEGER, TRATAR E DECORAR MADEIRA
PINCIS E TRINCHA:
Cada pincel ou trincha
destina -se a uma
utilizao especfica.
ROLOS DE PINTURA :
Escolha um rolo de l
para tinta e verniz, um
modelo de espuma para
velatura.
TABULEIRO E GRELHA
:
A grelha permite
espalhar regular-mente a
tinta sobre o rolo.
PINTURA PISTOLA :
Uma pistola elctrica
sem ar produz menos
"nevoeiro" do que um
modelo ligaod a um
compressor.
SOPRADOR DE AR
QUENTE :
Com os seus acessrios,
este aparelho facilita
bastante a decapagem.
LIXADEIRA
VIBRATRIA /
EXCNTRICA :
Ser de grande utilidade
ter um saco coletor de
p ou ligar este aparelho
ao aspirador.
RASPADORES DE
TINTA :
Para raspar a tinta
tratada com decapante.
PROTEO :
Usando fita de proteo
e toldos plsticos, vai
poupar muito trabalho de
limpeza.
ESTTULA DE
BETUMAR :
Com lmina flexvel
contrariamente aos
raspadores.
MSCARA, LUVAS,
CULOS :
Tome as precaues
necessrias quando
utilizar decapantes
qumicos.
2 / 16
OS INIMIGOS DA MADEIRA
PROTEGER, TRATAR E DECORAR MADEIRA
A LUZ DO SOL :
As madeiras de exterior no protegidas, sobretudo situadas a
sul ou oeste, perdem a cor (ficam acinzen tadas) devido aos
raios ultravioletas. Para o evitar, dever aplicar uma proteo
colorante (tinta ou velatura) cujos pigmentos servem de filtro
solar.
FUNGOS E BOLORES :
So bactrias que proliferam nas clulas superficiais da
madeira. Para evitar o seu desenvolvimento, deve impregnar
a madeira de produtos com fungicidas, que iro agir a ttulo
preventivo ou curativo.
INSECTOS :
Alguns insectos refugiam -se na madeira para se
reproduzirem : as suas larvas tero ao seu dispr proteo e
comida. Para afastar ou destruir estes insectos, utilize
produtos preventivos ou curativos apropriados.
FENDAS :
Antes de tratar a madeira (seja o primeiro tratamento ou os
seguintes) verifique as junes entre a madeira e a
alvenaria. Sujidade e humidade acumulam -se nas fendas e
passado algum tempo, atacam a madeira.
HUMIDADE :
A madeira deve ser protegida contra a humidade, venha ela
do exterior (chuva, nevoeiro) ou do interior (condensao).
O ar hmido desloca-se do interior para o exterior, do
quente para o frio, e pode estragar portas e janelas.
3 / 16
O APODRECIMENTO DA MADEIRA
PROTEGER, TRATAR E DECORAR MADEIRA
A HUMIDADE INFILTRA-SE :
O apodrecimento pode aparecer nas portas ou janelas, nas
junes mal ajustada s, sobre as extremidades cortadas
transversalmente, enfim onde se torna difcil proteger
convenientemente a madeira. A madeira deforma-se, as
junes podem abrir fendas e deixam entrar a humidade.
COFRAGEM :
Se o apodreceimento atacou uma grande superfcie da
madeira, recomenda-se a construo e uma cofragem, uma
pequena estrutura de ripas, ou ento utilize um esquadro
metlico. Revista o interior da cofragem com folha de
alumnio para que a massa de reparao no lhe adira.
MOLDAGEM :
A massa da resina poxi pode ser trabalhada para se
adaptar forma da cofragem : primeiro moldada
toscamente e depois alisada com a esptula. Aps secagem
completa da massa, desmonte a cofragem e lixe para obter
uma superfcie lisa.
4 / 16
PROTEO DA MADEIRA
PROTEGER, TRATAR E DECORAR MADEIRA
IMPREGNAO :
A madeira pode ser protegida em profundidade por
impregnao (banho de tratamento efectuado pelo
fabricante). Aps ter cortado ou aplainado a madeira, pode
aplicar com pincel, um tratamento contendo insecticida e
fungicida, nas partes cortadas.
ALCATRO :
As superfcies demasiadamente expostas humidade e que
no necessitem de aspecto muito cuidado, tais como bases
de postes de jardim, podem ser tratados com alcatro (o
seu forte odor reserva a utilizao do alcatro somente
para o exterior).
PINTURA :
Para supeficies visveis pode recorrer tinta, velatura ou verniz, cada qual com
as suas vantagens e inconvenientes. A humidade infiltrada nos poros da
madeira deve poder sair : escolha um produto micro -poroso (velatura ou tinta)
que deixa respirar a madeira. Sem esta caracterstica, a tinta ganha bolhas e
comea a cair. Para os tons, a tinta clssica d cor sem deixar transpare cer os
veios da madeira, enquanto as velaturas ou os vernizes permitem proteger e
tingir a madeira sem o esconder.
VERNIZ :
O verniz (acetinado ou brilhante) forma uma pelcula
transparente com muita resistncia e estanque sobre a
superfcie da madeira sem penetrar nos poros. O verniz
de fcil manuteno e perfeito para interiores.
VELATURA :
Este produto existe em diversos tons e acabamentos
(acetinado ou brilhante), e pode colorir a madeira sem
esconder o seu desenho natural. Para mais, aplicado sobre
a madeira natural, penetra no seu interior, formando uma
capa microporosa superfcie. A velatura palica -se
sobretudo para preveno.
5 / 16
MADEIRA NOVA
PROTEGER, TRATAR E DECORAR MADEIRA
RESINA :
Elimine qualquer vestgio de resina da madeira nova, seno
pode ser atacada pelos componentes qumicos do
tratamento e comea a escorrer ao fim de algum tempo.
Raspe a resina ou corte -a com uma faca aquecida.
SUB-CAMADA :
Antes de pintar, aplique uma camada de primrio tingido. O
primrio ser transparente se a camada a aplicar em
seguida for de verniz ou vela tura. A sub-camada ser
aplicada com pincel. Um produto tingido valoriza os veios
... ou os riscos prprios da madeira.
LIXAR :
As fibras de madeira tendem a levantar ligeiramente
enquanto o primrio [Link] a secagem, passe toda a
superfcie com lixa fina (gro 220 - 280) no sentido da
madeira e retire o p.
BETUME :
Tape todos os orifcios e fendas com pasta para madeira
(do mesmo tom se aplicar depois um produto
transparente). Elimine a ferrugem de pregos (com lixa),
aplique um produto anti-ferrugem, elimine -lhes as cabeas
e tape com pasta para madeira.
6 / 16
MADEIRA PINTADA
PROTEGER, TRATAR E DECORAR MADEIRA
LIMPEZA :
Para manter a madeira tratada, elimine ps e gorduras (se necessrio com uma
soluo de amonaco a 3%). Deixe secar durante alguns dias. No elimine as
camadas antigas pois constituem uma boa proteo. Lixe -os suavemente.
ELIMINAR PINTURA :
Se quer aplicar um produto transparente ou se as antigas camadas de tinta
estiverem danificadas dever retir -las completamente. Se a camada de verniz,
tinta ou velatura apresentar bolhas, pode queim-l, lix-la ou suprimi-la com
decapante.
QUEIMAR COM MAARICO :
Aquea a superfcie a decapar (bem limpa) com um
movimento suave da chama. Segure o queimador a cerca
de 20 cm da superfcie. Cuidado em apenas derreter a tinta
sem que o calor seja demais a ponto de danificar a
madeira. Quando a tinta ficar mole, basta retir-la com
uma esptula.
SOPRADOR DE AR QUENTE :
Este aparelho sopra a ar a temperaturas muito elevadas :
no utilizar prximo de vidros que se podem quebrar
(guarde uma distncia de cerca de 20 cm). Utilize um
raspador especial. Se estiver a decapar uma porta
trabalhada, elimine primeiro a tinta das molduras e dos
cantos.
DECAPANTE QUMICO :
Estes lquidos eliminadores de tintas so extremamente
corrosivos. Porteja as mos com luvas de borracha e os
olhos com culos de segurana. Espalhe o lquido com um
pincel. Tire as portas para poder trabalhar melhor.
7 / 16
POLIMENTO
PROTEGER, TRATAR E DECORAR MADEIRA
AS LIXADEIRAS :
Para a decapagem de verniz, velatura ou tinta, uma
lixadeira (vibratria ou excntrica) torna-se bastante
adequada. Efectue um movimento regular exercendo uma
leve presso regular. No deixe acumular o p na lixa.
Proteja o nariz e os olhos.
POLIMENTO MANUAL :
As superfcies polidas com a mquina devero levar um
acabamento manual para que o resultado seja impecvel.
GRO :
A lixa de gro grosso (30 -60) serve para lixar superfcies no aplainadas ou
para eliminar tinta. O gro mdio (80 -100) permite preparar portas ou decapar
tintas antes de pintar pistola.
difcil assegurar uma presso contnua com o polimento manual. Recomenda se a utilizao de um suporte de lixa, ou seja um pequeno bloco de madeira ou
cortia sobre o qual mantm a folha.
ELIMINAR O P :
Aps cada polimento e cada aplicao de tinta, deve manter
a superfcie limpa para que a camada seguinte adira
[Link] qualquer vestgio de p com uma
vassourinha macia e seca (o saco de aspirao da mquina
no suficiente).
8 / 16
TECTO E PAREDES
PROTEGER, TRATAR E DECORAR MADEIRA
VELATURA OU VERNIZ :
Qualquer que seja a sua opo, verniz, velatura ou tinta, deve sempre aplicar
duas demos (sobre a madeira nova) sob a sub-capa. Lixa aps cada camada
(excepo da ltima) respeitando sempre a regra de ouro : lixe ou pinte
sempre no sentido das fibras da madeira.
MANUTENO :
Os produtos de tratamento incolor exigem manuteno regular. O melhor ser
aplicar uma nova demo antes que a madeira fique danificada, quer dizer todos
os 2 ou 3 anos. O se trabalho ser assim fcil e rpido. A longo prazo esta a
soluo mais eficaz.
LAMBRIS :
Para envernizar lambris, utilize uma trincha larga. Pode
assim aplicar o produto nas junes mantendo a trincha de
lado.
RIPAS :
Cabanas e abrigos de jardim so na maioria das vezes
revestidos de ripas. Neste caso opte por uma trincha com a
largura da ripa. Pode assim pintar cerca de um metro da
ripa a partir do canto inferior, depois molhe novamente a
trincha na tinta e pinte o resto da ripa de uma s vez.
PISTOLA ELCTRICA :
Uma pistola elctrica sem ar permite aplicar facilmente
produtos de proteo no exterior. Segure-a
perpendicularmente superfcie a uma distncia constante,
trace faixas consecutivas em sentido oposto.
PORTADAS FIXAS :
As portadas de janelas fixas devem ser tratadas com um
produto microporoso (tinta ou velatura) sobre as duas
faces. A humidade pode escapar para o exterior da parede
sem danificar a camada de proteo nem deixar marcas na
madeira.
9 / 16
PORTAS
PROTEGER, TRATAR E DECORAR MADEIRA
CIRCULAO DA HUMIDADE :
Para portas exteriores deve levar em conta a circulao,
para o exterior, da humidade devida evaporao e
condensao. Comece por cobrir a face interior com um
produto estanq ue antes de aplicar um produto microporoso
na face exterior.
COMO PROCEDER :
Divida a superfcie da porta em quartos que dever pintar o
mais rpido possvel, primeiro verticalmente com trincha, e
depois logo a seguir, horizontalmente com o rolo. Para
acabar, espalhe na vertcal a tinta sem molhar novamente o
rolo) para obter uma camada bem lisa.
O CANTO :
Se pintar os dois lados da porta de cores diferentes, talvez
hesita na cor a aplicar no canto (a espessura da porta) :
pinte -a da mesma cor do lado da porta que fica visvel
quando aberta.
PRODUTOS DE IMPREGNAO :
Os produtos de impregnao devem penetrar nos poros da
madeira. Aplique -os com trincha ou pincel. Comece pelas
molduras e ranhuras passando depois s superfcies
maiores. Os produtos acrlicos so praticamente inodoros.
10 / 16
JANELAS
PROTEGER, TRATAR E DECORAR MADEIRA
POLIMENTO :
Se tem de pintar de novo uma janela, evite a eliminao da
tinta anterior com o soprador de ar quente por causa dos
vidros. Para grandes superfcies, um decapante qumico
ser o melhor embora tenha que lixar manualmente os
caixilhos de menor dimenso.
MASTIQUE :
Antes de pintar uma janela verifique o bom estado do
mastique. Se tiver fissuras ou se soltar, retire -o com o
formo e com a esptula aplique um novo mastique clssico
ou elstico (em cartucho e podendo ser pintado). Em
seguida, alise e deixe secar.
FITA DE PROTEO :
Proteja o rebordo dos vidros com fita adesiva especial (
Masking Tape) que permite pintar a direito sem os
manchar. Retire a fita mal finalize o trabalho sem esperar
que o produto seque para no correr o risco de o arrancar.
PROTEO DA MADEIRA :
No exterior recomenda-se pintar 1 ou 2 mm sobre o vidro
para que a humidade no se infiltre entre o mastique e o
vidro. Comece pelos lados horizontais, de baixo para cima,
e s depois os lados verticais.
11 / 16
RODAPS
PROTEGER, TRATAR E DECORAR MADEIRA
LIXADEIRA VIBRATRIA :
Evidentemente o trabalho ser facilitado se retirar os
rodaps. Mas por vezes isto d tanto trabalho que mais
vale no o fazer. Para a face dos rodaps, a lixadeira
vibratria a ferramente ideal. A parte de cima ser lixada
manualmente.
PROTEO :
Pode proteger a parede por cima dos rodaps com fita
adesiva. Ou ento usar um cran de proteo que segura
com a aoutra mo. Cubra o cho com um toldo de plstico
bem fixo.
POLIMENTO E BETUME :
Aps a aplicao da sub-camada, os rodaps tal como as
outras madeiras, devem ser lixados e betumados. Verifique
se os ngulos esto bem ajustados. Se no for o caso
betume as fendas.
TINTA OU VERNIZ :
Para a proteo dos rodaps, utilize de preferncia tinta
brilhante ou verniz bastante resistente. Os rodaps so
bastante sujeitos a choques, riscos, sobretudo do aspirador.
Pinte -os com um pincel segurando-o como se fosse um
lpis.
12 / 16
SOALHOS
PROTEGER, TRATAR E DECORAR MADEIRA
POLIMENTO :
Utilize uma lixadeira de rolos ou ento uma AFAGADORA DE
TACOS. Depois espere que o p assente e limpe com
aspirador. Em seguida aplique um dissolvente para retirar
qualquer vestgio de gordura.
JUNTAS :
Betume juntas, fendas ou marcas de pregos com um
produto de enchimento (mastique). Pode encontr -los em
diversas cores embalados em cartuchos. Quando as
reparaes secarem, lixe novamente o soalho. Proteja os
rodaps com uma fita adesiva.
TAPA -POROS :
Os tapa-poros obturam os poros da madeira para os
impermeabilizar. Deve ser aplicado em duas camadas com
rolo ou trincha. Comece no ngulo oposto porta e trate
toda a superfcie. Aps cada camada, lixe ligeiramente.
VERNIZ :
Para acabamento escolha um verniz bastante resistente
(base de poliuretano) ou um vitrificador. Estes produtos
tero de ser aplicados em duas demos com rolo ou
trincha.
CERA :
Utilize um pano (eventualmente enrolado num untenslio
com cabo) para encerar os soalhos. Um soalho j encerado
apenas deve ser mantido com aplicao de uma cera de
proteo e limpeza.
13 / 16
ESCADAS
PROTEGER, TRATAR E DECORAR MADEIRA
DECAPAGEM :
Torna-se bastante fcil queimar a tinta ou verniz de uma
escada. Os problemas comeam nos pilares da rampa,
muito difceis de tratar. Neste caso merece a pena de optar
por um decapante qumico (com a ajuda de um raspador).
POLIMENTO :
Para lixar os pilares utilize folha de lixa que pode enrolar
volta da madeira, facilitando assim a limpeza dos
elementos redondos.
PROTEO :
Os degraus da escada sofrendo um desgaste contnuo
necessitam de uma proteo slida e de longa durao.
Verniz de poliuretano ou vitrificador (aplicados aps uma
sub-camada) so os produtos indicados. O verniz tambm
servir para proteger e dar brilho a uma tinta.
RAMPA DA ESCADA :
Trate todos os elmentos da escada com o mesmo produto
(sem ser obrigatoriamente do mesmo tom) na seguinte
ordem : pilares, rodaps, degraus. Para os pilares utilize
um pincel pequeno com os pelos em bico para mais fcil
acesso aos torneados.
DEGRAUS :
Para os degraus prefervel utilizar uma trincha que
permite cobrir as grandes reas e dar os retoques de
acabamento. Uma astcia : pinte degrau sim, degrau no,
para poder continuar a usar a escada. Quando os primeiros
degraus pintados secarem, pinta os outros.
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MVEIS
PROTEGER, TRATAR E DECORAR MADEIRA
CAMADA DE CERA :
Os mveis antigos costumam ser encerados o que impede
qualquer aplicao de verniz ou tinta. Se lixar a cera
apenas lhe vai dar mais brilho em vez de a retirar. Para
retirar esta camada protectora necessita de lavar o mvel
com um removedor de ceras respeitando as instruces.
LIMPEZA :
Depois de retirar a cera e eventualmente lixar o mvel,
limpe-o com uma soluo de amonaco ou um dissolvente.
Enxague e deixe secar.
PINTURA :
Quando o mvel estiver completamente limpo e arranjado, deixe secar bem
antes de o lixar mais uma vez. Para o acabamento de uma mesa utiliza-se um
verniz poliuretano para poder resistir a cidos, produtos de limpeza, amonaco
ou alcool.
Os mveis do quarto contentam-se com um verniz acetinado ou uma tinta
acrlica. Para os brinquedos ou mveis utilizados por crianas, o verniz acrlico
apresenta a vantagem de no ser txico....Os pais agradecem !
PINTURA EM SPRAY :
Para os mveis com relevos ou torneados a utilizao de
um spray torna a tarefa mais prtica. Trabalhe ao ar livre,
numa garagem ou num local onde possa proteger a
restante moblia. Segure o spray verticalmente e pulverize
lentamente.
15 / 16
ANTES DE UTILIZAR :
Suspenda os pincis de seda novos durante 24 horas com
os plos mergulhados em leo de linhaa. Em seguida lave os com gua morna com sabo e enxague -os
abundantemente. Deixe-os secar sem os torcer. As trinchas
de nylon sero megulhadas em gua.
LIMPEZA :
Limpe primeiro a tinta com um jornal. Depois lave os
pincis, rolos, tabuleiros e grelhas com o dissolvente do
produto utilizado (gua para tintas e velaturas acrlicas,
guarrz para verniz ou tinta esmalte).
SECAGEM :
Lave pincis ou rolos com gua quente com detergente.
Suspenda os pincis ou deite -os, mas nunca os deixe
assentar em cima dos pelos. Os rolos secam suspensos.
CONSERVAO DA TINTA :
Armazene as latas de tinta num local seco e fresco. Para
conservar uma lata j aberta, assegurre -se que est
hermeticamente fechada e volte -a com a tampa para baixo.
Assim a tinta no ganha pelcula.
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Bricoficha 03.04
APLICAR A TINTA
TEXTURADA
LISTA DE MATERIAL
NO EXTERIOR / A PREPARAO
NO INTERIOR / A PREPARAO
TINT A TEXTURADA DESCOLVEL
A TINTA TEXTURADA FLEXVEL
A TINTA TEXTURADA FLEXVEL /
HIDRULICA
CONSELHOS
1/ 6
LISTA DE MATERIAL
A TRINCHA :
Para aplicao de tinta
texturada "obrigatrio"
o uso de uma trincha
larga.
O ROLO :
Escolha um rolo em
funo do relevo que
escolher.
BALDE PINTOR :
Ser mais fcil para
carregar o rolo.
O RASPAD OR DE
TINTA :
A sua forma triangular
muito til para aumentar
as fissuras a betumar.
A TALOCHA :
Perfeita para aplicao e
nivelamento da tinta
texturada grossa.
O MASTIQUE EM
CARTUCHO :
Preencha as fissuras com
mastique poliuretano, o
qual pode,
seguidamente, ser
pintado.
O MISTURADOR DE
TINTA :
Uma ferramenta muito
til que se liga a um
berbequim eltrico, e
serve para misturar a
tinta.
FITA DE PROTEO :
A utilizar para proteger
as ombreiras e obter
contornos direitos.
O ANDAIME :
Escolha uma escada
(com estabilizador,
plataforma e rodas antiderrapantes) ou um
andaime.
O ESCADOTE :
Com plataforma d-lhe
mais segurana.
2/ 6
NO EXTERIOR / A PREPARAO
APLICAR A TINTA TEXTURADA
AS EFLORESCNCIAS :
Os sais das paredes de tijolos dissolvem-se sob a ao da
humidade e, por isso, aparecem supefcie, o que pouco
esttico. Pode elimin -los com uma escova dura em nylon.
As eflorescncias fazem escamar a tinta das paredes : neste
caso, aplique um fixador.
OS SUPORTES "POEIRENTOS" :
Se est em presena de um suporte "poeirento" (ou seja,
assim que lhe toca, a sua mo fica coberta de p), escove-o,
e aplique-lhe um fixador especial que penetrar
profundamente na parede e dar uma boa aderncia tinta.
O ANTI-MUSGO :
Raspe o musgo da parede e ap lique-lhe um anti-musgo de
ao profunda. Deixe actuar durante 24h, elimine os
resduos de musgo com uma escova, e, finalmente, aplique
um fixador. As tintas texturadas contm, frequentmente,
aditivos que combatem o musgo e os fungos.
AS JUNTAS :
Com a ajuda de um martelo e de um escopro, suprima as
partes danificadas das juntas. Limpe a poeira e salpique os
tijolos. Betume as juntas e alise -as com uma colher de
pedreiro. Retire o excedente com uma escova dura e deixe
secar durante 6 semanas, antes de aplicar a tinta.
AS FISSURAS :
A tinta texturada flexvel recobre as pequenas fissuras. As
grandes fissuras devem ser alargadas em forma de "V" com
um raspador de tinta, e desembaraadas de partes no
aderentes. Aplique um fixador que melhore a capacidade de
adeso da parede. Deixe secar e encha as fissuras com um
mastique elstico.
3/ 6
NO INTERIOR / A PREPARAO
APLICAR A TINTA TEXTURADA
O SUPORTE :
A tinta texturada aplica-se a, praticamente, todas a superfcies : cimento,
beto, pedra, tijolo, betume antigo, madeira (em bruto ou no), plstico. A
tinta texturada permite uma decorao homognea em diferentes tipos de
suporte.
A preparao do suporte importante no interior, como no exterior. Elimine as
camadas de tinta antigas ou as partes soltas da parede com um raspador de
tinta, ou escova dura de nylon. Limpe o p, lave e desengordure.
OS SUPORTES POROSOS :
prefervel recobrir os suportes muito porosos ou
absorventes (como as placas de gesso revestidas a carto)
com uma tinta de base isolante: a tinta texturada , com
efeito, base de gua. Se quiser pintar madeira, a aplicao
prvia de um primrio evitar que esta absorva muita gua.
O GESSO :
Esfregue ligeiramente o gesso novo com um bloco de
madeira sem arestas, e aplique -lhe, seguidamente, uma
tinta de base isolante. Se o gesso estiver pintado, lave -o,
muito simplesmente. Para as tintas satinadas ou brilhantes,
aplique uma demo que permitir a aderncia das demos
seguintes.
A FITA DE PROTEO :
Cubra cuidadosamente com fita de proteo as ligaes com
as portas, janelas e rodaps. Os contornos ficaro mais
direitos, e a limpeza posterior ser mais fcil. Pense e m
retirar a fita de proteo antes que a tinta seque totalmente.
PREPARAR A SALA :
obrigatrio descolar o papel de parede da superfcie a
pintar. Na vspera deve libertar a sala, o mais posssvel, de
mveis, tapetes e cortinados. Desligue a corrente eltrica e
desmonte o espelho das tomadas e interruptores.
4/ 6
A TRINCHA + A LUVA :
Sobre uma tinta fresca, aplicada com rolo ou esptula, e de
textura lisa, voc pode dar asas sua imaginao criativa :
descrever crculos com uma trincha (1), ou desenhar quartos
de crculo com uma luva de borracha rugosa (2).
XADREZ :
Dentro das variantes possveis convem mencionar o motivo
em xadrez. Com um pente ou um raspador de dentes
espaados, efectue, em alternncia, quadrados com estrias
horizontais e verticais.
5/ 6
CONSELHOS
APLICAR A TINTA TEXTURADA
A LIMPEZA :
A maior parte das tintas texturadas so base de gua.
Deve portanto, muito simplesmente, lavar as ferramentas
(trincha, talocha, rolos) com gua Comece por eliminar a
tinta, raspando ou enxugando o mais possvel as
ferramentas. Lave-as com gua de sabo, e passe -as por
gua antes de as pr a secar.
AS CORES :
A tinta texturada, para alm de ser um revestimento muito
decorativo, existem tambm em vrias cores. Existem
tambm corantes para a tingir. Se quiser pintar sobre a
tinta texturada (somente possvel ao fim de 24 a 36 h),
utilize uma tinta acrlica, que oferece a flexibilidade e
elasticidade necessrias.
CONDIES ATMOSFRICAS :
Depois de misturada, a tinta texturada hidrulica dispe de
algumas horas para ser utilizada. Recomenda-se a aplicao
desta tinta, indiferentemente do tipo desta, a uma
temperatura ambiente de 15 a 18 , para uma humidade
relativa normal. No pinte directamente ao sol, nem em dias
de chuva.
UMA NICA PASSAGEM :
importante pintar um lano de parede num nica
passagem, no somente pela regularidade do motivo, mas
tambm para evitar uma demarcao visvel. Se no o
conseguir fazer, cole uma fita de proteo, de form a a obter
um trabalho limpo, em linha recta.
6/ 6
Bricoficha 03.05
UTILIZAR OS PRODUTOS
DE DROGARIA
LISTA DE MATERIAL
UTILIZAES
UTILIZAES
UTILIZAES
UTILIZAES
UTILIZAES
QUADRO RECAPITULATIVO /
UTILIZAES
1/ 8
LISTA DE MATERIAL
A TRINCHA :
Para aplicar os produtos
de dro garia, utiliza -se
geralmente uma trincha.
A ESPONJA :
Poder escolher entre as
esponjas sintticas,
vegetais ou naturais.
A VASSOURA -ESCOVA
:
Para limpar eficazmente
o cho, a vassouraescova tem plos muito
duros.
O RODO DE
BORRACHA :
O rodo permitir-lhe-
secar o cho lavado com
bastante gua.
A ESCOVA DURA :
Com uma escova dura de
pelos de nylon, poder
eliminar facilmente o
bolor.
A ESPTULA :
A sua lmina rgida ao
contrrio da de uma
betumadeira.
A MSCARA DE
PROTEO :
Alguns produtos soltam
vapores txicos : utilize
uma mscara para os
manipular.
OS CULOS DE
PROTEO :
Nuca utilize os produtos
perigosos para os olhos
sem culos de proteco.
AS LUVAS DE
PROTEO :
Calce sempre luvas para
evitar todo e qualquer
contacto com os
produtos irritantes para
a pele.
AS JOELHEIRAS :
Se tiver de trabalhar de
joelhos, estas oferecem
um certo conforto.
2/ 8
UTILIZAES
UTILIZAR OS PRODUTOS DE DROGARIA
ACETONA :
A acetona permite eliminar a tinta seca, algumas colas e o
verniz das unhas. Dissolve igualmente a cera dos mveis.
Espalhe-a bem com a ajuda de um pano ou de um pincel,
deixe-a empregnar-se bem e depois raspe com uma
esptula ou um rascador.
CIDO CLORDRICO :
o cido utilizado para desentupir canos. Elimina os restos
de cimento (chamado "leite branco") na pedra, ladrilhos ou
tijolos e devolve ao mrmore, em alguns pavimentos
exteriores e ao cobre oxidado o seu aspecto original.
Diluio : 20% cido para 80% gua.
AMONACO :
O amonaco dissolve as gorduras (escovas de cabelo),
suprime as dedadas, as ndoas de sumo de fruta ou sangue
seco sobre tecidos e tapetes entre outros. Retira o brilho da
cera e do verniz, facilitando a aderncia de uma nova
camada. Dever ser muito diludo.
VIOCHENE :
Vendido antigamente em gros da casca de noz, ao qual se
adicionava gua a ferver, encontra-se hoje em dia pronto a
utilizar. um colorante natural da madeira. prefervel
aplicar vrias camadas diludas em vez de uma camada no
diluda para obter uma cor mais forte.
3/ 8
UTILIZAES
UTILIZAR OS PRODUTOS DE DROGARIA
O DESENTUPIDOR :
Os desentupidores para canos de escoamento e sifes so
por vezes muito agressivos. Mas existem tambm produtos
biolgicos e naturais, por exemplo : pastilhas contendo
bactrias vivas. Uma vez colocadas estas reproduzem-se ao
longo das canalizaes com resultados durveis.
CREOLINA :
Este produto bactericida e desinfetante. Utiliza-se por
exemplo : para a limpeza de caixotes de lixo, de sanitrios,
estbulos e fossas spticas. Deve-se -lhe adicionar gua:
obtendo-se assim, uma substncia (txica) de aspecto
leitoso.
DILUENTE CELULOSO :
Este produto (contendo acetona muito inflamvel) dilui as
tintas celulosas : suprime as manchas (frescas) de tinta e
mastique e limpa ferramentas de pintar danificadas pelas
tintas endurecidas, ou ainda o cho, vidro e faiana. Ateno
: ataca tambm tintas secas.
DILUENTE SINTTICO :
um diluente para tintas e vernizes sintticos, assim como
para os produtos base de alcatro. Utiliza -se para limpar
pincis ou pistolas de pintura, assim como as superfcies a
pintar. Ateno : este produto muito inflamvel e bastante
txico.
GUA DESTILADA :
Reserve a gua destilada para o enchimento de baterias ou
acumuladores, reservatrios de limpa-vidros (junte lcool de
queimar), radiadores de automveis (com o anti congelante), ferros de engomar a vapor e descoladores a
vapor : desta forma nenhum deles ganhar calcrio. Poder
tambm com ela pulverizar as plantas.
4/ 8
UTILIZAES
UTILIZAR OS PRODUTOS DE DROGARIA
ESSNCIA DE LIMPEZA :
Aplica-se este produto para a limpeza de roupas ou tecidos
manchados de leo, de gordura ou de tinta. O seu cheiro
desaparece completamente depois da secagem. Ateno : a
essncia de limpeza muito inflamvel.
A TEREBINTINA :
Para oferecer uma nova frescura aos mveis encerados,
utilize terebintina que se aplica com um pano suave. Aplica se igualmente este produto para diluir tintas e vernizes a
leo, assim como preparados para enve rnizar e encerar.
O LEO DE LINHAA :
Este d flexibilidade s pinturas a leo, bem como massa
de vidraceiro. Aplica-se tambm, adicionando 2% de
secante, sobre ladrilhos de terra cozida no esmaltados,
tijolos, calcetamentos e outros materiais porosos para os
nutrir e fazer brilhar.
O LEO DE LINHAA :
o lubrificante de mecanismos e engrenagens de preciso,
como so os de mquinas de costura e de relojoaria.
aplicado sobre me tal, preserva contra a ferrugem (por
exemplo sobre a parte metlica das ferramentas). Outra
utilizao muito especfica : a de lubrificante para a
perfurao do vidro.
A LIXVIA DE SODA :
A soda custica adicionada com gua (lixvia de soda)
utiliza-se para eliminar tintas e vernizes, assim como para
desengordurar fornos e tabuleiros de cozinhar. Poder ser
utilizada para desentupir canalizaes. Aplicada sobre um
mvel de carvalho dar-lhe- um aspecto de antigo.
5/ 8
UTILIZAES
UTILIZAR OS PRODUTOS DE DROGARIA
O PETRLE O (ILUMINANTE) :
o combustvel dos aquecedores a petrleo. Adicionado ao
gasleo industrial, impede-o de congelar a temperaturas
baixas (medida preventiva : 10%, em caso de temperaturas
muito baixas : 30%). Encha o depsito at meio, deite o
petrleo e depois ateste. O petrleo limpa metais e peas
mecnicas.
O SAL PARA AMACIADOR DE GUA :
Quando se tem uma gua muito calcria, aconselhvel,
instalar um filtro de gua. Util ize sal puro que no produza
resduos.
O TRILOROETILENO :
Este dissolvente desengordura eficazmente vesturio e
tapetes (gordura, alcatro e leo). Deixe secar a ndoa,
cubra -a com uma camada de manteiga para a amolecer,
(deixe o tecido impregnar-se bem). Limpe em seguida com o
tricloroetileno. Este produto utiliza -se tambm, para metais
e ferramentas de pintura.
O "WHITE-SPIRIT" :
O "White-spirit" um excelente diluente para tintas a leo
ou sintticas. (Nunca exceda 10 a 20% do volume total).
Serve tambm para limpar ferramentas de pintura, (pincis,
rolos, pistolas, tabuleiros,...) e para desengordurar metais.
A ESSNCIA DE QUEIMAR :
Este produto muito inflamvel utilizado como combustvel
de decapadores trmicos de pintura ou para alguns foges
de campismo. Nunca o utilize para fogareiros, para acender
um churrasco, nem mesmo para diluir tinta : este produto
muito perigoso.
6/ 8
UTILIZAES
UTILIZAR OS PRODUTOS DE DROGARIA
LIXVIA :
A lixvia, desinfetante muito conhecido, tem tambm outras
utilizaes : elimina o bolor e o musgo das paredes e
coberturas. Aplique-a diluda e evite respirar os seus
vapores. No utilize sobre tintas sintticas. No a misture
com outros produtos.
O APAGADOR DE GRAFFITIS :
Pulverize o produto sobre os graffitis. Nas superfcies
rugosas (beto, cimento, madeira,...) deixe -o penetrar
durante 5 minutos anters de escovar. Em seguida lave com
gua. Para as superfcies vidradas, pintadas (e.a.
carrosserias) ou em plstico, espere 15 a 30 segundos,
depois enxugue com um pano.
SIMBOLOS E SEGURANA :
A maior prudncia recomendada aos utilizadores de
produtos de drogaria. Saiba interpretar os smbolos que
figuram nas embalagens. Leia com ateno as precaues
de utilizao indicadas pelos fabricantes. Tenha sempre
mo o nmero de telefone de intoxicaes 21 795 01 43.
Nunca negligncie a segurana das crianas. Prefira os
sistemas de fecho com tampa de segurana. Coloque os
produtos fora do seu alcance, bem altos e se possvel
fechados chave. A conservao da maior parte destes
produtos deve ser num local suficientemente arejado.
7/ 8
QUADRO RECAPITULATIVO _
UTILIZAES
UTILIZAR OS PRODUTOS DE DROGARIA
8/ 8
Bricoficha 03.06
COMBATER A HUMIDADE
LISTA DE MATERIAL
AS CAUSAS DA HUMIDADE
A PREPARAO
OS TELHADOS
ALGEROZ / ESCOAMENTO
AS PAREDES EXTERIORES
AS PAREDES EXTERIORES
AS PAREDES EXTERIORES
PAREDES EXTERIORES E
INTERIORES
PAREDES EXTERIORES E
INTERIORES
AS PAREDES INTERIORES
AS PAREDES INTERIORES
A CAVE
OS SOLOS
QUADRO RECAPITULATIVO
1 / 16
LISTA DE MATERIAL
O BERBEQUIM :
A escolher em funo
dos seguintes critrios :
potncia, regulao
eletrnica da velocidade,
rotao direita e
esquerda.
MAO + CINZEL :
Escolha de preferncia
um cinzel com punho de
proteco.
RASCADOR :
Para alargar fissuras das
paredes, muna -se de um
rascador tringular.
O MASTIQUE :
O mastique (silicone)
vendido em cartuchos
aplica-se co a ajuda de
uma pistola.
A ESPUMA DE
POLIURETANO :
A espuma de
poliuretano, com o seu
grande poder de
expanso, um ptimo
isolante.
TRINCHA / PINCEL :
Escolha uma trincha
larga para tratar as
paredes, goteiras e
telhados.
O ROLO :
Para alguns trabalhos a
efectuar em locais mais
altos, um cabo telescpio
ser muito til.
PISTOLA DE PINTAR
ELTRICA :
Uma pistola eltrica
"sem ar", mais prtica
para o tratamento de
grandes superfcies sem
janelas.
A MQUINA DE LAVAR
A ALTA PRESSO :
Existem acessrios que
lhe permitiro
ensaibramento
hidrulico.
COLHER DE PEDREIRO
E COLHER DE JUNTAS
:
Trabalhe com : a de
pedreiro nos ngulos e
juntas de dilatao, a de
juntas no
preenchimento.
2 / 16
AS CAUSAS DA HUMIDADE
COMBATER A HUMIDADE
A POROSIDADE :
gua e humidade podem infiltrar-se num material e mais
rapidamente ainda se este for poroso. A gua da chuva pode
infiltrar-se nas paredes devido a um mau trabalho de
alvenaria (gravidade) e a gua do lenol fretico pode
atravessar a parede vinda de baixo (capilaridade).
AS JUNTAS :
Contrariamente s fissuras, as juntas so espaos deixados
voluntriamente abertos entre duas partes duma construo
(ou geralmente entre dois ma teriais). Tm como funo
absorver as deformaes e evitar deste modo a apario de
fissuras.
3 / 16
A PREPARAO
COMBATER A HUMIDADE
A LIMPEZA :
evidente que a base dever estar bem limpa antes da
aplicao de uma proteco contra a humidade, seja ela
qual for. O ensaibramento hidrulico, efectuado com a ajuda
de uma mquina de alta presso, muito eficaz para limpar
paredes, cho e telhados. (Em seguida lave e deixe secar).
O MUSGO :
O musgo desenvolve-se em locais sujos e pouco ou nada
soalheiros. Em quantidade excessiva, ele impede a
ventilao entre as placas de ardsia, favorece o aumento
da humidade, etc. Aplique um anti-musgo (mesmo a ttulo
preventivo), trincha esponja ou pistola e lave com gua.
AS SUPERFCIES GORDURENTAS :
Para verificar se uma superfcie gordurenta, deite-lhe
umas gotas de gua. Se estas forem absorvidas ao fim de
um minuto (mximo), a superfcie no gordurenta e a sua
aderncia boa. Seno aplique com a trincha um
desengordurante (tricloroetileno por ex.), depois lave -a .
AS TINTAS :
As tintas velhas, escamadas ou fissuradas no permitem a
aplicao de produtos hidrfugos. Para as retirar, raspe-as
ou melhor ainda, recorra ao ensaibramento hidrulico. As
tintas em bom estado devero ser lavadas com detergente
(lave e deixe secar). Elimine a ferrugem.
AS PAREDES FRIVEIS :
Suprima as partculas que se destacam das superfcies
friveis, com a ajuda de uma escova de nylon dura. Alargue
as fissuras com o rascador tringular. Em seguida, aplique
( trincha) uma camada de fundo que reforar o suporte,
diminuir a sua porosidade e aumentar a sua aderncia.
4 / 16
OS TELHADOS
COMBATER A HUMIDADE
OS TELHADOS INCLINADOS :
As telhas partidas devero ser substitudas ra pidamente.
Impregne ardsias, telhas porosas ou fibrocimento com um
produto "respirador" (eventualmente transparente) que
tapar os poros para que a chuva e a humidade no se
infiltrem mais. Aplique o produto com pincel ou pistola.
5 / 16
ALGEROZ / ESCOAMENTO
COMBATER A HUMIDADE
A MANUTENO :
Folhas, raminhos e resduos acumulam-se nos algerozes.
Lave -os regularmente para evitar que se entupam. Lave -os
a jacto e ap roveite para verificar se a gua escoa
correctamente ou estagna nalguns stios. Endireite os locais
abaulados, por ex. deslocando os suportes.
REPARAES IMPORTANTES :
As grandes fendas devem ser tratadas com um produto de
borracha lquida a espalhar com a trincha, em duas camadas
: a primeira dever ser diluda, mas a segunda no (aplique
depois da secagem da primeira). Sempre que possvel,
reforce as junes com tela de fibra de vidro.
COLOCAR UM RALO :
Para evitar que o cano se entupa, poder colocar sua
entrada, dentro do algeroz, um ralo destin ado a bloquear os
resduos maiores. Este ltimo dever evidentemente, ser
limpo regularmente.
A EVACUAO DA GUA :
Para evitar que as guas da chuva, seguindo o seu curso,
no venham danificar sriamente as paredes e mesmo as
suas fundaes, coloque no fundo do algeroz uma curva que
as desviar em direo a uma cisterna ou em direco a
uma caixa ligada aos esgotos.
6 / 16
AS PAREDES EXTERIORES
COMBATER A HUMIDADE
AS PAREDES DUPLAS :
As paredes duplas oferecem uma melhor proteo contra a
humidade. A gua da chuva atravessa o paramento exterior
para se escoar no espao vazio intermedirio, sendo assim
evacuada por um avental de chumbo e pelas junta verticais
deixadas abertas. O paramento interior permance
perfeitamente seco.
O ISOLAMENTO DAS PAREDES DUPLAS :
Para isolar uma parede dupla (evitar a condensao) encha
o espao vazio parcialmente, afim que subsista suficiente
espao para a evacuao da gua. As placas de poliestireno
no absorvem a gua. Trate de preferncia o paramento
exterior contra as infiltraes com um revestimento.
7 / 16
AS PAREDES EXTERIORES
COMBATER A HUMIDADE
AS FISSURAS IMPORTANTES :
As fissuras importantes devero ser abertas com um cinzel
(com 7-8 mm de largura e 1 cm de profundidade). Limpeas, aspire-as e encha -as com um mastique que possa ser
pintado. A pistola permitir extrair o mastique do cartucho.
Alise com a betumadeira e trate a parede.
A POROSIDADE :
Aplica-se um revestimento sobre paredes pintadas ou
revestidas, depois de uma camada de fundo feita do mesmo
produto, diludo e espalhado trincha. Ao fim de algumas
horas, j possvel aplicar uma camada no diluda. O
acabamento depender da ferramenta utilizada.
Sobre uma parede de pedra ou de tijolos, passe (com
trincha, rolo ou pistola) um produto incolor
impermeabilizante. Aplique-o em duas ou trs camadas
sucessivas, por pequenas superfcies, enquanto o fundo
absorve o produto at saturao.
8 / 16
AS PAREDES EXTERIORES
COMBATER A HUMIDADE
A ELASTICIDADE :
A grande vantagem dos produtos de revestimento hidrgos
relativamente s tintas, que eles so evidentemente
muito mais elsticos e acompanham, por conseguinte,
melhor asdeformaes e o trabalhar da construo. Estes
retardam claramente o aparecimento de fissuras.
OS PRODUTOS "RESPIRANTES" :
Uma pintura ou um revestimento hidrfugo no dever ser
impermevel, mas ao contrrio, deixar escapar a humidade
em direo ao exterior, para evitar a degradao das
paredes na sua face interior. o caso dos produtos
chamados "respirantes" (ou microporosos).
AS CAIXILHARIAS :
As unies entre as caixilharias e as paredes devem, se
estiverem em mau estado, ser tratadas com um enchimento
em silicone ou com espuma de poliuretano. Esta to
expansvel que lhe suficiente encher metade da fenda, que
estar completamente cheia depois de secar.
AS FUNDAES :
Sob o nvel do cho, utilize um produto de
impermeabilizao que no forme uma pelcula superfcie
do material, mas que penetre dentro dos poros para
neutralizar a humidade. Espalhe a primeira camada com
uma trincha macia, sobre s uporte seco, depois aplique mais
2 ou 3 camadas suplementares.
AS PAREDES ENTERRADAS :
Em caso de chuva, a gua infiltra -se no cho e procura
penetrar na parede enterrada para subir. Desenterre a
parede, se possvel at ao incio da fundao, e limpe -a.
Aplique de seguida duas camadas de borracha lquida, com
um pincel, e torne a colocar a terra no sito.
9 / 16
DRENAGEM DO SOLO :
Se fr necessrio construir uma casa sobre um terreno
hmido, coloque os drenos perfurados, (envolvidos em fibra
de cco que tem a funo de filtrar e evitar que os drenos
entupam). Tenha em considerao uma inclinao regular e
cubra os drenos com areia. Ligue os drenos evacuao
dos algerozes.
BARREIRAS DENTRO DA ALVENARIA :
No momento da construo das paredes, prev-se
geralmente uma barreira de impermeabilizao, o mesmo
que dizer um revestimento betuminoso, um avental de
chumbo ou uma pelcula de plstico, integradas na parede,
junto ao nvel do cho e mesma altura em todo o
permetro da casa.
A ALTURA APROPRIADA :
A barreira de impermeabilizao dever encontrar-se na
face exterior da parede, acima do nvel trreo, e atrs do
rodap na face interior (no limite de revestimento). A
humidade do solo no dever entrar em contacto nem com
a parede nem com o revestimento.
CASA J CONSTRUDA :
Se a casa foi construda sem barreira de impermeabilizao,
deve fazer rasgos de escoamento em toda a extenso da
parede (com uma rebarbadora), mas deixando, sempre
depois de um metro de rasgo efectuado, outro metro de
parede intacto, afim de no enfraquecer a construo.
A MEMBRANA :
Poder em seguida colocar a menbrana no stio dentro da
abertura, que tapar com argamassa. Estando esta seca
proceder da mesma forma para os intervalos deixados.
Para as paredes duplas, a membrana dever ser aplicada na
face interior (custo elevado).
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INJEES DE RESINA :
A alvenaria pode perfeitamente tornar-se impermevel atravs de injeces de
resinas sintticas. Para impermeabilizar tambm as camadas mais baixas das
paredes, poder efectuar uma nova barreira de impermeabilizao. Se
necessrio, trate tambm, os paramentos interno e externo das paredes
duplas.
Dever esperar alguns meses para estar certo do xito dos trabalhos. Conte 5
ou 6 meses para a humidade existente nas paredes se evaporar. Se no fim
desse perodo constatar ainda uma humidade anormal, repita a interveno.
A PERFURAO :
A 15cm do cho, e de 15cm em 15cm, execute furos
inclinados, at da espessura da parede. O produto
espalha-se geralmente por um raio de 20 cm volta do
furo. Fure se possvel nas juntas verticais que contm
menos argamassa e deixam mais facilmente passar as
resinas.
OS INJETORES :
Aspire os furos e coloque-lhes os injectores (fornecidos em
"Kits" prontos a utilizar). Estes so, nalguns casos, providos
de uma rosca permitindo aparafus -los pa rede. Fixe-os e
torne estanques as junes parede/injector, com massa de
vidraceiro.
OS VASOS DOSEADORES :
Encaixe agora os vasos doseadores nos injectores. Coloque
luvas e culos de proteo. Deite a resina nos vasos at que
fiquem cheios. Um tubo ou os cartuchos vazios de mastique
ou silicone substitum prefeitamente os vasos doseadores.
A IMPERMEABILIZAO :
Depois da impregnao, e uma vez que a parede esteja bem
saturada, os furos devero ser tapados com argamassa
hidrfuga. prefervel esperar at 6 meses para esta fase
das operaes, quer dizer, assim que estiver seguro do
sucesso do seu trabalho.
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AS PAREDES INTERIORES
COMBATER A HUMIDADE
AS FISSURAS :
Tanto quanto possvel, lute contra a humidade exterior da
casa. No caso de problemas dever tratar tambm as
paredes interiores. As fissuras superfciais devem ser
revestidas com um produto de enchimento, e as fendas
mais importantes com mastique elstico.
AS CAIXILHARIAS :
Assegure -se de que as sua guarnies esto bem vedadas.
Na altura de colocar as guarnies, a espuma de poliuretano
oferecer-lhe- ao mesmo tempo um bom isolamento e uma
impermeabilizao satisfatria.
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AS PAREDES INTERIORES
COMBATER A HUMIDADE
OS LOCAIS HMIDOS :
Algumas divises so hmidas devido actividade para as quais esto
destinadas : cozinhas, lavandarias, casas de banho emesmo quartos de dormir.
A humidade dirige-se do calor para o frio, instalando-se, por isso, nas paredes
cheias, ou sobre o paramento externo das paredes duplas.
A condensao no aparece somente no interior das janelas, mas tambm nas
canalizaes da gua, mais frias que o ambiente, estas canalizaes esto
integradas na parede, a condensao pode ser permanente, da a apario de
zonas hmidas.
A VENTILAO :
O ar frio que entra na diviso ao aquecer fica carregado de
humidade. Para evacuar este ar saturado de gua, preveja
duas aberturas de ventilao (uma alta e uma baixa), por
diviso hmida, ou dispositivos de ventilao controlados (o
ar viciado assim aspirado por extrao mecnica e
sunstitudo por ar novo).
O ISOLAMENTO DAS PAREDES :
A condensao forma -se tambm sobre as paredes mal
isoladas. Um isolamento correctamente colocado, com um
guarda-vapor face quente, evita a instalao de humidade
na parede. No esquea que a humidade diminui o poder
isolante dos materiais : proceda com cuidado.
O ABSORVENTE DE HUMIDADE :
Os locais fechados e insuficientemente arejados e sujeitos a
sbitas e importantes variaes de higrometria, podem ser
protegidos por uma absorvente de humidade com recargas
ou por um desumidificador elctrico cujo condensador capta
a humidade ambiente para a coletar.
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A CAVE
COMBATER A HUMIDADE
ESTABELECER UM DIAGNSTICO :
A gua pode infiltrar-se nas paredes enterradas das caves ou garagens, que se
encontram, por isso, inundadas regularmente ou pior, permanentemente. Em
teoria poder agir no exterior, o que lhe permite no s prevenir a passagem
mas tambm a infiltrao d a gua.
Se agisse no interior impediria certamente a gua de se infiltrar na cave, mas
as paredes, elas prprias permaneceriam hmidas. Todavia esta a soluo
mais prtica. Em caso de contrapresso de gua, espere por comear um
perodo seco e pela descendente do lenol de gua.
MATERIAIS GROSSEIROS, TIJOLOS :
Humedea bem as superfcies a tratar (estes materiais so
porosos!). Repare tanto quanto possvel as juntas entre os
diversos elementos da parede da cave (utilize argamassa
impermevel especial para paredes de cave, a adicionar
gua). Aplique-a com uma colher de pedreiro.
AS UNIES :
Aplique a mesma argamassa para completar as unies
entre paredes e cho (as unies no podem ser horizontais
mas inclinadas). Aplique-a com a colher de pedreiro. Ao fim
de 5 a 6 horas, humedea de novo a fundo.
A APLICAO :
Prepare uma nova quantidade de argamassa, desta vez com
maior proporo de gua e aplique em 2 ou 3 camadas (com
rolo ou trincha). Respeite o tempo de secagem indicado
entre duas camadas, a fim de permitir uma boa aderncia.
Humedea antes de cada camada.
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OS SOLOS
COMBATER A HUMIDADE
OS VERNIZES :
Um verniz impermevel base de poliuretano (especial
para cimento e beto) dever ser aplicado em 2 o u 3
camadas ( a primeira com pincel). Este produto que no se
estraga pode mesmo beneficiar de uma acabamento "antiderrapante", sob a forma de areia seca espalhada sobre a
segunda camada antes da secagem.
O REVESTIMENTO DECORATIVO :
Este produto tem o aspecto da pintura e pode ser facilmente
aplicado a pincel, rolo ou psitola. Ele endurece em contacto
com a humidade do ar. extremamente duro e resistente, e
apesar disso elstico.
A BORRACHA LQUIDA :
Os ladrilhos que descolam do pavimento, as junes
bolorentas, os vestgios de humidade ou o cho molhado por
tempos de chuva, permitem a infiltrao de gua no cho de
casa. Elimine o revestimento existente, aplique borracha
lquida em duas camadas e renove o revestimento.
A PELCULA DE POLIETILENO :
A colocao de uma pelcula de polietileno sobre, por
exemplo, placas de poliestireno, forma uma barreira
estanque. Cola -se em seguida uma chapa "eventualmente
armada"sobre a pelcula, depois coloca -se um revestimento
de cho. Isolamento e ventilao combinados evitaro o
aparecimento de condensao no cho.
A CONDENSAO :
A humidade do vazio sanitrio (caixa de a r) por exemplo,
sempre superior do ar ambiente. Se o cho tiver furos,
uma parte da ventilao efectua-se pelo vazio sanitrio (isto
devido ao efeito de chamin), torne-o estanque (em volta
dos tubos por ex.) com espuma de poliuretano.
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QUADRO RECAPITULATIVO
COMBATER A HUMIDADE
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Bricoficha 03.07
REPARAR COM
POLISTER
LISTA DE MATERIAL
OS BURACOS DE FERRUGEM
OS BURACOS DE FERRUGEM
OS BURACOS DE FERRUGEM
CARROSSERIAS AMOLGADAS
CARROSSERIAS AMOLGADAS
CONSELHOS
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LISTA DE MATERIAL
BETUMADEIRA OU
ESPTULA :
Existem e sptulas de
plstico e de metal.
Escolha uma flexvel.
LIXADEIRA
VIBRATRIA :
Utilize-a de preferncia
sobre as superfcies
planas.
LIXADEIRA
EXCNTRICA :
Permite-lhe polir as
superfcies curvas,
cncavas ou convexas.
DISCOS DE POLIR :
Um suporte flexvel
montado no seu
berbequim permite a
utilizao do disco de
polimento.
SUPORTE DE LIXA :
Enrole o seu papel de
lixa volta de um
pequeno bloco de cortia
ou borracha.
LIXA :
Quanto maior for o
"nmero" no papel, mais
fino o seu gro.
PINCEL :
Um pincel redondo
mais indicado para a
aplicao das resinas de
polister.
MARTELO :
Um pequeno martelo
servir para dobrar os
bordos das chapas
enferrujadas.
TESOURA :
Os canhotos podem
agora encontrar tesouras
feitas para eles.
LUVAS :
Utilize luvas para
proteger as mos da
resina de polister.
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OS BURACOS DE FERRUGEM
REPARAR COM POLISTER
O POLISTER DE REPARAO :
Os produtos base de polister so concebidos para a reparao de
carrosserias, barcos, pranchas de surf, tanques, caravanas, etc. Eles aderem
perfeitamente madeira, ao metal, pedra e a diversos materiais sintticos.
Compem-se geralmente de uma resina e de um endurecedor separados.
A mistura destes dois componentes permite obter uma pasta malevel, que
seca rapidamente e oferece em seguida uma reparao muito slida.
Naturalmente, as partes no suportantes da carrosseria podem apenas ser
reparadas deste modo (portinholas, mala, capt, guarda -lamas, etc).
ELIMINAR A FERRUGEM :
Retire o metal muito danificado pela ferrugem com a ajuda
de uma ponta metlica, e lixe o metal ainda bom at o pr
a n. Elimine tambm as pequenas manchas de ferrugem.
Lixe mo ou utilize uma lixadeira excntrica.
PREPARAO :
Lixe tambm ligeiramente a pintura volta do metal
colocado a n. Se tiver de utilizar uma tela de vidro de
reforo, prefervel rebater os bordos do bura co para o
interior, com um pequeno martelo, para que a tela de vidro
no faa uma salincia sobre a chapa em consequncia do
buraco.
DESENGORDURAR :
Depois de lixar, limpe cuidadosamente as superfcies a
tratar e desengordure-as com um diluente sinttico. Existem
igualmente produtos desengordurantes especiais que no
danificam a pintura.
A TELA DE VIDRO :
Corte de seguida um pedao de tela de vidro. Este dever
ser um pouco maior que o buaco (de 3 cm
aproximadamente) mas com uma superfcie ligeiramente
inferior quela do metal lixado e colocado a n. Arredonde
os ngulos da tela.
3/ 8
OS BURACOS DE FERRUGEM
REPARAR COM POLISTER
A RESINA DE POLISTER :
Prepare agora a resina de polister adicionando -lhe 2 a 3%
de endurecedor. No faa mais quantidade do que aquela
que poder utilizar em 5 minutos. Aplique-a toda volta do
buraco a tapar, sobre o metal colocado a n.
PREPARAR A TELA :
Coloque o pedao de tela que cortou sobre uma folha de
polietileno (um saco de plstico, por exemplo) e revista -o
de resina, com o pincel redondo, at saturao.
COLOCAO DA TELA :
Coloque rapidamente a tela no lugar sobre o buraco e
prense-o na resina. Utilize um pincel fino. Aplique
igualmente um pouco de resina sobre as pequenas
manchas de ferrugem volta da tela. Elimine logo de
seguida os derrames eventuais com um pano, para evitar
estragos.
PREPARAO DO MASTIQUE : Uma vez a resina
suficientemente endurecida (ao fimde 15 a 30 minutos), a
tela de vidro dever ser reforada pela aplicao de
mastique de polister base de fibra de vidro. Este produto
dever igualmente ser misturado, previamente, com um
endurecedor.
APLICAO DO MASTIQUE :
No necessrio tapar completamente o buraco, porque o
acabamento far-se- em seguida com a ajuda de outro
mastique, mais fino (geralmente chamado "mastique de
acabamento"). Verifique se o mastique no faz uma
salincia mas forma uma ligeira depresso em relao
carrosseria.
4/ 8
OS BURACOS DE FERRUGEM
REPARAR COM POLISTER
LIXAR AS FIBRAS :
No necessrio lixar o mastique base de fibras de vidro.
preciso pelo contrrio partir as fibras que eventualmente
se salientem. Basta esfregar a superfcie do mastique com
um pano. No se esquea de limpar em seguida
cuidadosamente.
O MASTIQUE DE ACABAMENTO :
Depois do endurecimento do mastique de polister, poder
aplicar, com a esptula, um mastique mais fino destinado a
acabamentos. Este ltimo deve ser igualmente misturado a
um endurecedor. Poder se necessrio espalhar um pouco
sobre as pequenas manchas de ferrugem tratadas com a
resina.
O LIXAMENTO :
Uma vez o mastique endurecido, poder lix-lo. Aplique
ainda uma camada de acabamento, lixe-a e recomece at
que a carrosseria retome a sua forma de origem. Lixe de
preferncia mo, com um suporte e uma lixa cada vez
mais fina (gro de 320 at 800 ou 1000).
PRODUTO DE ACABAMENTO :
Limpe e desengordure o mastique. Sobre as preparaes
deste tipo, os restos do lixamento e outras des igualdades
podem ser visveis. Para as fazer desaparecer, aplique um
revestimento aerosol ultra-fino que tenha tambm a fun
de camada de resitncia. Lixe em seguida com lixa de gro
P1000.
A PINTURA :
Para obter um acabamento impecvel, recomendado
utlizar a pintura em aerosol ou pintar pistola. Proteja
todas as superfcies que no devero ser pintadas! Agite
regularmente o aerosol. As pinturas metalizadas devem ser
envernizadas.
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OS BURACOS DE FERRUGEM
REPARAR COM POLISTER
DESENGORDURAR :
Comece por limpar e cuidadosamente desengordurar as
partes danificadas, incluindo a chapa em redor da
amolgadela. O desengorduramento permitir por
conseguinte uma melhor aderncia da pintura. Utilize um
diluente sinttico ou um desengordurante para carrosseria.
Seque-a em seguida com um pano.
PROTEO :
Proteja a carrosseria de tal forma que s a superfcie a
tratar permanea visvel. Utilize papel de jornal e fita
adesiva. Liberte espao suficiente para poder lixar volta
da amolgadela, e, seguidamente, pulverize a pintura sobre
uma superfcie suficiente para evitar qualquer demarcao.
LIXAMENTO :
Lixe a amolgadela para meter o metal a nu, com uma lixa
de gros grossos (P80). Com uma lixa mais fin a (P180),
lixe de seguida os bordos da superfcie assim preparada.
Lixe mo com uma folha de papel de lixa, ou mquina.
Aspire em seguida com cuidado.
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CARROSSERIAS AMOLGADAS
REPARAR COM POLISTER
LIXAMENTO FINO :
Lixe a parte tratada com lixa fina (gro 320 -400). Passe a
mo pela superfcie para verificar se o revestimento est
plano e sem irregularidades. Se necessrio, aplique uma
nova camada de revestimento. Lembre-se de aspirar sempre
cuidadosamente.
A SUB-CAPA DE AEROSOL :
Para tornar a tapar as ltimas pequenas irregularidades do
revestimento, aplique uma sub -capa que pulverizar com a
ajuda de um aerosol (1 ou 2 camadas) e que permitir
igualmente uma aceitao perfeita da laca de acabamento.
LIXAMENTO DE ACABAMENTO :
Uma vez o produto seco, elimine a "zona de borro" que se
formou nos rebordos da superfcie tratada com alixa extrafina (gro 800-1000). Limpe com um pano seco. A
reparao est agora pronta a ser pintada.
A PINTURA :
Para obter um acabamento perfeitamente liso, a melhor soluo consiste em
pintar com aerosol ou pistola. Prefira sempre aplicar vrias camadas finas
sucessivas do que uma s camada grossa : evitar assim salincias e
lixamentos suplementares.
Sobre toda a superfcie reparada, dever aplicar a pintura numa camada mais
fina afim de evitar um relevo ou uma demarcao. Como aquando da aplicao
do revestimento aerosol, forma -se tambm uma "zona de borro" : elimine -a
com massa de polir (aps 48 horas).
TEMPERATURA AMBIENTE :
Se estiver bom tempo e no estiver nem vento nem poeiras,
po der trabalhar na rua. Em tempo frio, prefervel ficar
dentro da garagem, onde ter a possibilidade de regular a
temperatura. Para a maior parte dos produtos descritos
aqui, a temperatura ambiente ideal situa -se entre os 20 e os
25 C.
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CONSELHOS
REPARAR COM POLISTER
LIMPEZA :
As resinas de polister colam bastante. Limpe as trinchas e
esptulas de revestimento com diluente celuloso. Enxugue
antes a trincha com um pano embebido no diluente celuloso
depois suspenda -o no bocal de um recipiente contendo o
mesmo diluente.
INFLAMVEL :
Os diluentes sintticos e celulosos so produtos ligeiramente
inflamveis. Se os utilizar, faa -o em locais bem arejados ou
melhor ainda, ao ar livre. Fumar est proibido! Proteja a
pele e os olhos e coloque uma mscara.
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Bricoficha 03.08
RESTAURAR UM MVEL
LISTA DE MATERIAL
OS RETOQUES
AS REPARAES
ELIMINAR A CAMADA DE
ACABAMENTO
O LIXAMENTO
OS ACABAMENTOS
OS ACABAMENTOS
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LISTA DE MATERIAL
RESTAURAR UM MVEL
O SUPORTE DE LIXA :
Para lixar madeira de
uma forma impecvel,
u tilize o suporte de lixa
sem arestas vivas.
A LIXA :
A granulometria, ou
densidade do gro,
indicada por um nmero
tanto mais elevado
quanto mais fino for o
papel.
A LIXADEIRA
VIBRATRIA :
Um saco de recuperao
da poeira ou a ligao a
um aspirador sero
muito utis.
A PISTOLA DE AR
QUENTE :
Com os seus acessrios,
este aparelho facilita
muito a decapagem.
OS PINCIS :
Para aplicar o verniz,
escolha um pincel cha to.
OS RASPADORES DE
PINTURA :
Eles permitir-lhe -o
eliminar os vernizes
escamados.
A ESPTULA /
BETUMADEIRA :
A lmina da betumadeira
deve ser flexvel,
contrriamente da
esptula (para raspar).
A PALHA DE AO :
A palha de ao especial
destinada restaurao
dos mveis no deixa
riscos nem traos.
A PISTOLA DE SOLDAR
:
A pistola de soldar
permitir-lhe- facilmente
derreter os paus de cera.
MSCARA, LUVAS E
CULOS :
No neglincie estas
protees se vai utilizar
um decapante.
2/ 8
OS RETOQUES
RESTAURAR UM MVEL
OS TRAOS DE CORTES :
Se os cortes danificaram os veios, a madeira apresentar
rachas. Sobre uma madeira mole, aplique um pouco de gua
quente com um pincel. Sobre uma madeira dura, passe -lhe
um esfrego hmido para que a madeira humidificada,
retome o seu volume inicial. Deixe -a de seguida secar para
depois lixar.
AS MANCHAS :
Se a madeira apresentar manchas brancas, molhe a palha
de ao em leo mineral ou leo de linhaa. Esfregue-a nas
manchas, no sentido dos veios da madeira, depois limpe
com um pano. Raspe com um x -ato as marcas de
queimaduras, depois lixe e retoque os buracos.
AS RACHAS :
Para fazer desaparecer as rachas, encha -as com pau de
goma-laca para mveis envernizados, de cera para mveis
encerados. Aquea os paus (por exemplo com a pistola de
soldar) para os derreter. Uma vez o material endurecido,
elimine o excedente com o formo, depois lixe.
AS FISSURAS :
Elimine-lhes poeiras e sujidade, depois encha-as com uma
pasta de madeira de cor apropriada (com a ajuda de uma
esptula). Es ta pasta comprime-se ao secar. Aplique-lhe se
necessrio uma segunda camada, aps a secagem da
primeira. Por fim lixe cuidadosamente a superfcie com o
suporte de lixa.
O VERNIZ ESCAMADO :
Se o verniz de um mvel se escamar, ser-lhe- possvel
efectuar retoques. Aplique vrias camadas de verniz sobre
as falhas (com um pincel fino), para que forme uma camada
final mais espessa que o acabamento original. Depois lixe o
excedente com lixa fina e aplique uma ltima camada.
3/ 8
AS REPARAES
RESTAURAR UM MVEL
OS BICHOS DA MADEIRA :
Os bichos da madeira provocam buracos de 0,5 a 2 mm de
dimetro. Adquira um produto de tratamento cuja colorao
seja prxima da madeira. Os ps dos mveis so as
primeiras vtimas dos bichos da madeira. Injecte o produto
para dentro dos buracos, ele espalha-se dentro do mvel
por capilaridade.
REPARAR UM P PARTIDO :
Unte os dois pedaos com cola branca para madeira, depois
mantenha-os juntos (grampo ou corda). Para reforar a
ligao, faa, ao nvel da reparao, dois furos nos quais
introduzir dois pernos (aplique ento cola de madeira por
toda a unio e nos furos dos pernos). Depois da secagem,
serre os excedentes.
REPARAR UMA FENDA NUM P :
Faa perpendicularmente ao p um furo no qual colocar em
seguida um parafuso : frese uma abertura para a cabea do
parafuso. Afaste os bordos da fenda com uma chave de
fendas, encha-a com cola de madeira depois coloque o
parafuso no lugar. Para terminar disfarce a cabea do
parafuso em pasta de madeira.
AS UNIES DEFEITUOSAS :
As unies coladas devero ser bem limpas com um pano e
gua quente. Desmonte -as, elimine -lhes a cola e lime se
necessrio. Reconsti tua de seguida a unio, com uma cunha
medida, mantenha-as com grampos ou com uma corda
(proteja ento, a madeira com panos).
4/ 8
A LIXVIA DE SODA :
Para eliminar a totalidade do acabamento, desmonte todas
as ferragens do mvel. Sobre a cera, o polimento no
resulta : aplique, com a esponja gua de soda (uma parte
de soda para 8 partes de gua), ou com o pincel, um
produto "desencerante". Deixe penetrar depois raspe os
resduos.
OS PRODUTOS DECAPANTES : As camadas de verniz ou
pintura muito danifacadas (empolados por ex.) devero ser
eliminadas com um decapante. Este espalha-se com um
pincel (existe tambm em aerosol), e deve agir durante
algum tempo. A camada ento formada fcil de tirar. Areje
o local de trabalho e proteja -se.
A DECAPAGEM TRMICA :
Poder igualmente eliminar a camada de acabamento com a
ajuda de uma pistola de ar quente. Acautele -se ao fazer
derreter a camada de ve rniz ou tinta para no danificar nem
queimar a madeira. Retire a tinta derretida com a ajuda de
um raspador especial.
O DESENGORDURAMENTO :
Uma vez a camada de acabamento (cera, pintura, verniz)
eliminada, poder lixar, aspirar e desengordurar o mvel.
Para esta ltima operao, utilize um dissolvente ou uma
soluao de amonaco. Lave por fim com gua e deixe secar a
madeira.
5/ 8
O LIXAMENTO
RESTAURAR UM MVEL
AS LIXADEIRAS ELTRICAS :
Para efectuar o grosso do lixamento, poder utilizar uma
lixadeira vibratria ou excntrica, mas nunca uma lixadeira
de rolo, sob pena de ver o seu mvel riscado ou esfolado.
Dever de qualquer forma efectuar o lixamento de
acabamento mo.
O LIXAMENTO MANUAL :
Quando lixar mo utilize um suporte de lixa com arestas
boleadas. Este trata-se de um bloco (geralmente em cortia)
volta do qual se enrola a lixa. Para as peas redondas
(como os ps das cadeiras), utilize uma lixa (de 4 cm de
largura).
A ESCOLHA DA LIXA :
Escolha uma lixa como gro apropriado. O antigo sistema de
marcao da granulometria ia de 9/0 a 1, o sistema actual
vai de 50 a 600 (ou mesmo 800). Quanto mais o nmero
elevado, mais o gro apertado (lixa fina). Lixe no sentido
do veio, com lixa cada vez mais fina.
O ACABAMENTO DO LIXAMENTO :
Uma vez a superfcie bem lisa e suave ao tocar, molhe-a
ligeiramente com uma esponja, para que os poros dilatem e
absorvam a humidade. Deixe em seguida secar a madeira e
poder lixar as falhas que se levantarem. Depois limpe com
um pano e "wite-spirit".
O TAPA-POROS :
Para as madeiras de poros grossos como o castanheiro, a
nogueira, o carvalho ou o freixo, aplique antes um tapa poros em pasta incolor, que espalhar em movimentos
circulares, para que penetre inteiramente na madeira. Deixe
secar durante uma noite antes de lixar ligeiramente (com
lixa fina).
6/ 8
OS ACABAMENTOS
RESTAURAR UM MVEL
ACLARAR A TINTA :
possvel restituir-lhe a cor de origem ou simplesmente
aclarar os mveis que se tornaram muito escuros. Existem
produtos descolorantes para aplicar depois da decapagem
qumica. Poder ainda experimentar a lixvia. Deixe secar,
lixe, depois renove a operao se necessrio.
AS TINTAS DE MADEIRA :
Existem tintas para escurecer a madeira, para aplicar antes
da camada de acabamento (cera ou verniz). Elas disfaram
os veios da madeira. Algumas tintas no necessitam de
acabamento porque contm cera e oferecem uma proteco
anti-manchas.
A APLICAO :
Aplique a tinta com um pincel chato, para evitar que es corra
sobre os cantos dos paineis. Elimine imediatamente os
excessos com um pano limpo e suave. Um ensaio prvio
aconselhado. Para conservar a madeira com o seu aspecto
bao original, passe apenas uma camada de tinta.
A GOMA -LACA :
A sua tcnica de aplicao a mesma do verniz de
enchimento. Embeba um novelo de l com o produto, depois
embrulhe-o num pano de algodo. Deite uma gota de leo
de linhaa sobres esta bola de pano, para evitar que se cole.
O pano dever estar sempre em movimento assim que
estiver em contacto com a madeira.
O VERNIZ DE ENCHIMENTO :
Esfregue primeiramente toda a superfcie em crculos
concntricos (1), depois em forma de "8" (2), e, para
finalizar, no sentido dos veios (3). Pressione muito
ligeiramente no incio, enquanto a bola tiver muito lquido,
depois aumente a presso a pouco e pouco. Aplique pelo
menos 6 camadas segundo o mesmo mtodo.
7/ 8
OS ACABAMENTOS
RESTAURAR UM MVEL
O VERNIZ :
Aplique de incio uma camada de fundo, diluda de 10 a 20%
(com um pano ou um pincel). Esta camada evitar as
diferenas de tinta nos locais reparados ou tratados com
pasta de madeira. Espalhe bem o verniz em todas as
direces para acabar com um movimento ligeiro no sentido
dos veios.
O LIXAMENTO :
Assim que a camada de verniz esteja seca (verifique ao
tocar), lixe-a com a palha de ao ou com lixa extra-fina,
depois aspire -a. Aplique a prxima camada nas 3 horas
seguintes. Uma terceira camada assegura um acabamento
verdadeiramente slido e durvel.
A CERA :
Antes de aplicar a cera, passe uma camada de verniz dluido
ou mesmo goma -laca (ou verniz de enchimento), para evitar
que esta no penetre to profundamente na madeira. Lixe-a
de seguida ligeiramente. Espalhe seguidamente a cera
(lquida ou slida) com uma bola de palha de ao fina.
O POLIMENTO :
Ao aplicar uma segunda camada de cera ( desta vez com
pincel), obter um aspecto brilhante. Esta camada, uma vez
endurecida, poder ser polida, primeiro com um disco de
polimento montado num berbequim eltrico, depois
manualmente. Encere uma a duas vezes por ano.
8/ 8
Bricoficha 04.02
COLOCAR LAMBRIS
LISTA DE MATERIAL
PRINCPIOS GERAIS
ESTRUTURA DE SUPORTE
MTODO DE TRABALHO
A TCNICA DE FIXAO
OS ACABAMENTOS
LAMBRIS DE PVC
1/ 8
LISTA DE MATERIAL
COLOCAR LAMBRIS
PUNO :
A ponta do puno deve
ser de dimetro inferior
cabea dos pregos.
MAO DE BORRACHA :
Utilize - o para colocar as
lminas sem danificar a
madeira.
SERROTE :
Utilize um serrote de
dentes finos para corta
as lminas medida.
SERRA DE RECORTES :
Escolha uma lmina fina.
Para evitar salincias,
pode proteger a madeira
com fita adesiva.
GRAMPOS :
A sua escolha est
dependente da
espessura dos lambris.
BERBEQUIM /
APARAFUSADORA :
Prefira um berbequim /
aparafusadora reversvel.
Os modelos com
acumulador so bastante
prticos.
NVEL DE BOLHA :
Escolha um modelo com
duas bolhas para
controlar as superfcies
vertical e
horizontalmente.
MARTELO DE ORELHAS
:
o indicado para a
colocao de lambris
(tambm permite
arrancar pregos, quando
necessrio).
AGRAFADOR :
Tenha cuidado na
escolha dos agrafos.
Devero ser
suficientemente
compridos para
atravasseram os lambris.
ESQUADRO :
indispensvel para
traar e verificar os
ngulos rectos.
2/ 8
PRINCPIOS GERAIS
COLOCAR LAMBRIS
MATERIAIS :
Os lambris podem ser de madeira ou PVC. A madeira apresenta uma grande
variedade de desenhos e de essncias. Apenas para citar algumas : pinho
nrdico branco, pinho nrdico vermelho, castanheiro, pinho martimo. As
lminas de PVC esto disponveis em diversas larguras e oferecem um vasto
leque de cores.
QUALIDADE :
A essncia da madeira no o nico ponto importante a ter em conta. Quando
comprar lambris verifique se foram envernizados : seno ter de ser voc a
enverniz-los. Verifique que leva mesmo o modelo escolhido; por exemplo :
pinho martimo : com ns ("Tradio"), com pequeninos ns ("Seleco") e
sem ns ("Prestgio").
COLOCAO HORIZONTAL :
Existem diversas formas de assentar as lminas : na
horizontal, vertical ou em diagonal. Cada forma apresenta
um efeito especial. A colocao horizontal, frequente nos
stos, faz parecer a sala mais comprida mas tambm mais
baixa.
COLOCAO VERTICAL :
Faz a sala parecer mais alta e mais estreita (excepto se o
tecto tambm for revestido de lambris). Tem a escolha entre
lminas bastante compridas (at 2.70 m) para cobrir a
parede em toda a sua altura e lminas mais curtas (cerca de
0.85 m) a juntar como um puzle.
COLOCAO DIAGONAL :
Adapta-se na perfeio decorao moderna. Para que este
tipo de colocao seja realmente valorizado, a parede no
dever ter janelas ou portas. Para colocar lminas em
diagonal, prviamente ter de a s cortar (mais trabalho e
desperdcios).
TEMPERATURA AMBIENTE
A madeira uma matria viva. Ter de se adaptar a novas condies de
temperatura e humidade. Por isto mesmo aconselhvel guard-la (sem a
embalagem) na diviso onde ser colocada durante cerca de 4 dias antes de
inciar o trabalho.
SUPORTE
Regra geral, os lambris nunca so assentes directamente na parede (mesmo
que seja rigorosamente lisa). Recomenda -se utilizar uma estrutura de ripas
sobre as quais se colocam os lambris que nunca devem estar em contacto
directo com a parede.
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ESTRUTURA DE SUPORTE
COLOCAR LAMBRIS
ISOLAO :
Se os lambris forem colocados numa parede exterior,
aconselha-se a efectuar uma isolao prvia com l de
vidro.
ESTRUTURA :
A estrutura de suporte feita de ripas fixas parede. A sua
disposio ser feita conforme a colocao escolhida para os
lambris (horizontal, vertical ou diagonal). Prviamente
aplique um produto de tratamento para madeira (com efeito
preventivo e curativo.
FIXAO :
As ripas devem estar afastadas de 40 a 60 cm. Deixe um
intervalo entre as ripas para que o ar possa circular atrs
dos lambris. Fixe as ripas com pregos de ao, ou ainda
melhor, com buchas e parafusos.
RIPAS SUPLEMENTARES :
Em redor das portas e janelas, coloque ripas suplementares
para poder fixar as lminas com maior solidez nestes locais.
Aplique o mesmo prncipio nos lugare s onde preveja a
aplicao de objectos pesados (tais como um lavatrio).
SUPERFCIES PLANAS :
A frente da estrutura deve ser aprumada e plana, o que
poder ser controlado com uma rgua metlica e um nvel .
Elimine as maiores salincias da parede ou escave -as para
a fixar as ripas. Se necessrio coloque calos entre a parede
e as ripas.
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MTODO DE TRABALHO
COLOCAR LAMBRIS
CORTAR AS LMINAS :
Corte as lminas medida desejada com um serrote ou uma
serra circular ou de recortes. Para maior segurana, tire as
medidas lmina a lmina para poder adaptar o seu
comprimento s eventuais irregula ridades e evitar qualquer
engano em redor de portas e janelas.
Se tem de fazer aberturas na parede (seja qual for a sua
forma), utilize uma serra de recortes com a lmina
adequada. Para evitar lascar os lambris, aplique fita adesiva
no local de corte.
A PRIMEIRA LMINA :
A colocao de lambris bastante fcil. Comece num canto
da sala. Tire as medidas, corte a lmina e coloque -a paralela
parede de ngulo. Pode aplainar qualquer salincia. Deixe
uns milimetros entre a parede e a madeira.
FIXAO :
Pode agora colocar e fixar as lminas seguintes. Tenha o
cuidado de no as deixar rente ao cho para permitir
eventuais correes. De qualquer modo e a maioria das
vezes, os lambris levam um rodap de acabamento que tapa
qualquer defeito de corte.
JUNTAR AS LMINAS :
As lminas no so apenas fixas parede; encaixam umas
nas outras. Basta martel -las levemente com o mao de
borracha. Os diversos tipos de lambris diferenciam-se pelo
sitema de encaixe e perfil.
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A TCNICA DE FIXAO
COLOCAR LAMBRIS
PREGAR :
Para fixar as lminas s ripas da estrutura de suporte, utilize
pregos sem cabea (de comprimento adequado espessura
da madeira : 20 mm). Com a ajuda do puno, enterre os
pregos na ranhura contra a parede. Assim ficam escondidos
na juno.
PUNO :
Para evitar maltratar a madeira quando se utiliza o martelo,
para pregar utilize o puno. Deve ter a ponta mais pequena
do que a cabea do prego. Segure -o bem direito e enterre o
prego com a ajuda do martelo.
GRAMPOS :
Para substituir os pregos, pode usar grampos metlicos.
Desta maneira, suprime qualquer risco de estragar a
ranhura dos lambris. Estes grampos deslizam na ranhura da
lmina e so fixos ripa (com pregos, parafusos ou
agrafos).
PERFIS :
Pode-se empregar um tipo de juno chamado "ranhurado".
Em certos casos, as lminas so biseladas a todo o
comprimento : a juno fica acentuada pelo seu prprio
aspecto decorativo. Outros modelos j esto preparados
para serem decorados, a nvel da juno, com um perfil
especial.
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OS ACABAMENTOS
COLOCAR LAMBRIS
VERNIZES :
Se escolheu lambris sem verniz melhor coloc -los antes
de os envernizar. Seno pode risc-los durante a
isntalao. Para dar tom aos seus lambris pode aplicar uma
velatura e depois passar-lhes um verniz incolor para dar
relevo aos veios da madeira.
RODAPS :
Os lambris nunca devem chega r ao cho. Para tapar a parte
de baixo (mais imperfeita) aplique rodaps, de preferncia
da mesma essncia e mesmo tom. Para os ngulos, corte
os rodaps em esquadria.
TECTO :
Para tapar a juno com o tecto (aqui tambm se aconselha
deixar um intervalo de 2 a 3 mm entre os lambris e o tecto),
existem molduras decorativas em vrios modelos escolha.
Naturalmente devero combinar com os lambris e rodaps e
ser igualmente envernizados.
PERFIS DE ESQUINA :
Nas extremidades da, ou das paredes com lambris, conte
com uma folga de 2 mm para a eventual deformao da
madeira em caso de alteraes de clima. Pode encontrar
perfis de ngulo para tapar os interstcios.
MANUTENO :
O tipo de lambris que escolher pode ser de manuteno
mais ou menos fcil. A escolha ser feita na maioria das
vezes pela facilidade de conservao : evita pintar paredes.
Nos lambris envernizados basta passar um pano hmido.
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LAMBRIS DE PVC
COLOCAR LAMBRIS
PROPRIEDADES :
A vantagem destes revestimentos em PVC encontra-se no
facto de serem estveis (no se deformam), imputrescveis
e nao serem inflamveis. Normalmente so revestidos de
uma camada anti -esttica e resitente aos riscos.
CORTE :
Esta lminas de PVC podem ser cortadas manualmente com
uma serra fina, ou com uma serra eltrica (circular ou de
recortes). Como sempre, a escolha da lmina da maior
importncia.
FIXAO :
O mtodo de fixao mais prtico (e talvez o mehor)
consiste na agrafagem das lminas de PVC sobre uma
estrutura de madeira como para os lambris clssicos. Aqui
tambm deve providenciar a boa circulao do ar atrs dos
lambris, no fechando totalmente a estrutura.
COLAR :
Se o suporte estiver suficientemente plano e em boas
condies, torna-se possvel colar os lambris de PVC.
Escolha uma cola apropriada para no os deteriorar. Outra
possibilidade consiste em agrafar diretamente o
revestimento sobre o suporte existente (neste caso, se
forem placas de gesso).
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Bricoficha 04.03
COLOCAR PARQUET OU
SOALHO
LISTA DE MATERIAL
REGRAS GERAIS
A TCNICA
O PARQUET "MOSAICO"
PARQUET TRADICIONAL
SOALHO FLUTUANTE
ACABAMENTO
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LISTA DE MATERIAL
RGUA DE ALUMNIO :
Esta rgua vai servir
para verificar se o cho
est rigorosamente
plano.
COLHER DE PEDREIRO
:
Para preencher as
irregularidades e nivelar
a camada de cimento.
MAO DE BORRACHA :
Permite martelar a
madeira sem a estragar.
SERROTE :
Para o corte ficar perfeito
melhor serrar as
tbuas com a parte de
cima para baixo.
SERRA DE RECORTES :
Escolha a lmina que se
adapta melhor dureza
da madeira.
SERRA CIRCULAR :
Para realizar cortes
perfeitos utilize as guias
(paralela ou transversal).
MARTELO :
Segure o cabo pela
extremidade para
aumentar o impacto.
P DE CABRA :
Vai permitir encaixar
melhor as lminas dos
cantos de acesso difcil..
CAIXA E SERRA DE
ESQUADRIA :
So os meios
indispensveis para
serrar ngulos (90).
ESPTULA DENTADA :
Para espalhar cola sobre
grandes superfcies,
melhor escolher uma
esptula grande..
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REGRAS GERAIS
COLOCAR PARQUET OU SOALHOS
SUPORTE :
Escolha o parquet (de colar, pregar ou flutuante) conforme
o estado e natureza do suporte. A pedra estratificada que
lasca com facilidade, por exemplo, exclu a colagem. Mas,
em qualquer caso, certifique -se sempre que o suporte
rigorosamente plano (com a rgua metlica).
ESPESSURA :
O mtodo de aplicao do seu parquet depende da sua
espessura. Deve escolh -lo antes de arranjar a placa de
suporte e as soleiras das portas. Deste modo pode prever a
espessura da placa, do isolamento, das junes entre as
divises, etc...
OS DESENHOS :
O parquet tradicional no permite tanta fantasia como o
soalho flutuante ou as placas. As variaes possveis para
estes ltimos so obtidas pela disposio das lminas ou
pela mistura de tons ou essncias. Oriente o desenho na
direo da luz.
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A TCNICA
COLOCAR PARQUET OU SOALHOS
O PARQUET TRADICIONAL :
O parquet tradicional oferece uma escolha entre duas
colocaes. A primeira "em tijolo" (1) parece a construo
duma parede com os tijolos em camadas sobrepostas com
a juno no meio de um taco. Na colocao "irregular" (2) o
resto de uma placa de uma fila o incio da segunda fila.
COLOCAO EM ESPINHA :
O parquet pode ser disposto em espinha, quer dizer as
lamelas so pregadas na diagonal (45) e filas (simtricas)
em direo alternada.
SOALHO FLUTUANTE :
O soalho flutuante permite a maior variedade de
possibilidades devido sua apresentao em placas ou
lminas. Deve-se assegurar uma juno correta entre as
diferentes partes. Um sistema de ranhuras e linguetas
permite um encaixe simples.
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O PARQUET "MOSAICO"
COLOCAR PARQUET OU SOALHO
COMPOSIO :
O parquet "mosaico" existe nas mais variadas essncias.
composto de tacos de pequena dimenso com espessura de
6.5 a 8 mm. Encontram-se em forma de xadrez fixas sobre
papel perfurado ou em placas quadradas sobre tela especial.
PREPARAO DO SUPORTE :
Regularize o suporte : com mastique sobre um solo de
madeira, com cimento sobre beto; ou ento faa um
suporte novo com placas de soalho hidrfugas ou uma placa
de cimento (que deve secar durante 1 o u 2 meses). O
suporte deve ser firme, plano e limpo. O isolamento ficar
melhor se aplicar uma placa de feltro.
COLAGEM :
O parquet "mosaico" aplica-se colado com o seu suporte
(papel Kraft por cima ou tela por baixo). No se utilizam
pregos.
Comece a colar no meio da diviso espalhando de cada vez
uma camada de cola para 3 ou 4 placas. Ajuste-os bem.
PAPEL :
Se as placas so fixas em tela, esta fica coberta de cola e
desaparece. Se est coberto de papel, humedea -o de
maneira a ter a possibilidade de o descolar num nica vez
depois da placa colocada no lugar (e depois de a ter bem
assente com o mao de madeira).
CORTES DE ACABAMENTO :
As placas das extremidades devem ser cortadas de modo a
ficar uma folga de 5 mm junta parede. Corte -os com a
face interior para cima com um serrote ou com a face
superior para cima se cortar com uma serra de recortes.
Utilize cunhas provisrias para a colocao.
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PARQUET TRADICIONAL
COLOCAR PARQUET OU SOALHO
PARTICULARIDADES :
O parquet tradicional, tacos espessos e macios de vrias
dimenses, deve ser pregado sobre traves ou vigas. Para
melhorar a isolao coloque uma sub-camada.
AS TRAVES :
Uma estrutura de traves vai levantar o nvel do soalho cerca
de 7 a 8 cm. Sobre um cho de cimento, chumbe os calos
de madeira sobre os quais ir aplicar as traves. Se o suporte
for de madeira aparafuse as traves sobre ele. A distncia
mxima entre as traves deve ser 40 cm. Se necessrio
aplique calos para nivelar a estrutura.
A PRIMEIRA LMINA :
Pode guarnecer o espao entre as traves com l de vidro
para melhor isolao. Se os cantos da sala estiverem em
ngulo reto, basta comear a pregar a primeira lmina sobre
as traves deixando 5 mm de intervalo. Se no for este o
caso, trace uma linha no meio da sala para comear a
colocao a partir da.
RANHURA E LINGUETA :
As lminas de parquet tradicional tm ranhuras e linguetas
para a sua juno. Para as encaixar basta martel -las com a
ajuda de um bocado de madeira.
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SOALHO FLUTUANTE
COLOCAR PARQUET OU SOALHO
COMPOSIO :
O soalho flutuante composto por uma placa de madeira
macia (3 a 4 mm) aplicada sobre camadas de partculas
coladas entre si perpendicularmente. A sua espessura total
varia de 13 a 23 mm. As lminas tambm tm ranhuras e
linguetas para encaixe sem pregos.
SUB-CAMADA :
Uma vez o suporte bem nivelado, pode aplicar um
revestimento isolante base de cortia, feltro ou espuma
de polietileno que servir tambm para colmatar as
junes. Esta sub-camada tambm vendido em rolos.
COLOCAO :
A este tipo de revestimento chama -se soalho flutuante
devida a no ser colado nem pregado ao suporte. Comece a
coloc-lo junto parede (deixe uma folga de 10 a 15 mm).
Encaixe as lminas uma a uma, pondo s um bocadinho de
cola nas ranhuras. Uma das grandes vantagens deste
soalho : uma lmina estragada pode ser facilmente
substituda.
ACABAMENTO :
Quando chegar ltima fila, deve ter de cortar as lminas
do fim. Tambm a falta de espao torna impossvel a
juno desta lminas (ou as precedentes). Neste caso o p
de cabra ser til para permitir o encaixe.
RODAPS :
No caso do soalho flutuante, o espao vazio ao longo da
parede relativamente importante. Torna-se imprescindvel
tapar a juno parede/cho. Escolha rodaps ou perfis em
quarto de circulo (para aplicao em baixo no rodap).
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ACABAMENTO
COLOCAR PARQUET OU SOALHO
LIXAR :
Normalmente o soalho flutuante vendido envernizado ou
vitrificado. O parquet tradicional costuma ser afagado antes
de sair da fbrica. Se por acaso a madeira estiver em bruto,
ser melhor alugar uma mquina de afagar.
VELATURA :
Alm de proteger o parque t a velatura tambm pode mudarlhe o aspecto. Para obter um aspecto "tingido". A velatura
pode no ser o acabamento; pode dar o "tom" com a velatura
e o acabamento com um vitrificador.
CERA :
A cera por excelncia o acabamento tradicional para soalhos que ficam com
um brilho suave. Uma enceradora eltrica simplifica o trabalho. preciso no
esquecer que um soalho novo dever ser encerado vrias vezes antes de
adquirir o brilho pretendido.
CERA ACRLICA :
1) Retire toda a sujidade ou cera antiga com decapante JONTEC 1.
2) Aplique 2 a 3 camadas (cruzadas entre si) de cera acrlica JONTEC 2.
3) Manuteno aquosa com esfregona hmida utilizando detergente de P.H.
neutro JONTEC ASSET. Manuteno a seco com mopa e spray (propriedades
eletrostticas) JONTEC MAGIC MOP.
VERNIZ / VITRIFICADOR :
Estes dois produtos devem ser aplicados em duas demos.
Quando a primeira camada secar, preciso lix -la antes de
aplicar a segunda. Para manter o bom a specto do verniz ou
vitrificador, elimine superficialmente a camada antiga antes
de aplicar uma nova.
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Bricoficha
Como instalar
uma torneira
4.3
Lista de materiais
Nvel de Dificuldade:
Mdio
Alicates
de tubos
Fita de tflon
Ferramentas
manuais
Chave
articulada
Sanitrio
tcnico
Chave
de fendas
Ferramentas
manuais
Alicate
regulvel
Ferramentas
manuais
Chave inglesa
Ferramentas
manuais
Serra
de metais
Ferramentas
manuais
Fita mtrica
Ferramentas
manuais
Mola de curvar
Ferramentas
manuais
2 Bricoficha
Ferramentas
manuais
Corta-tubos
Ferramentas
manuais
Torneiras de segurana
Torneiras de segurana
Controlam a alimentao de gua da nossa casa. Por esse
motivo devem estar junto do acesso principal da instalao
(perto do contador) e nos pontos de distribuio mais
importantes da casa (cozinha, casa de banho...). Isto permitir
o corte parcial da alimentao de gua s diversas partes da
instalao (para efectuar reparaes, em caso de fuga...).
MANPULO
PORCA
VLVULA
JUNTA
SEDE
Instalao
O dimetro das torneiras (de 3/8", 1/2" ou outros) adapta-se
ao das canalizaes. As torneiras clssicas instalam-se enroscando, soldando ou com a ajuda de conectores de presso.
Assegure-se que a seta inscrita na torneira coincide com o sentido de circulao da gua.
Exteriores
As tubagens ligadas a uma torneira exterior tm uma torneira
de segurana e uma torneira de esvaziamento que permite
esvazi-las em caso de geadas ou reparaes. Tambm
costumam ter ligaes roscadas que permitem ligar mangueiras
para regar o jardim.
Bricoficha
Torneiras
Torneiras misturadoras
Tm dois manpulos independentes que regulam o caudal de
gua fria e quente, permitindo misturar para regular a
temperatura. Controla-se o dbito de gua com dois manpulos
de vlvula independentes. A mistura das guas faz-se no ltimo
canal de sada e uso.
Torneiras monocomando
Tm apenas um manpulo em forma de alavanca que regula os
caudais de mistura para obter a temperatura desejada. O dbito
de sada da gua aumenta quando se puxa o manpulo para
cima.
Torneiras termostticas
A sua regulao permite obter gua a uma temperatura
constante. So recomendadas para o duche e banheira. Quase
todas tm um sistema de segurana que impede a gua de
exceder os 38oC de temperatura.
Discos cermicos
As torneiras misturadoras e termostticas tm a vantagem de
dispor de 2 discos giratrios de cermica que conferem maior
preciso e resistncia s torneiras. O disco interior fixo e o
superior gira sobre este. A combinao de posies permite
regular caudais e temperaturas da gua.
Alturas de instalao
Recomendamos a instalao das torneiras altura standard.
A altura pode ser modificada para maior comodidade,
mas o mais habitual : torneira de duche a 120 cm, lavatrios
e lava-loias a 75 cm e a torneira de segurana por baixo do
lavatrio a 55 cm, como indicado no desenho.
4 Bricoficha
Tubagens
Depois de fixar a torneira ficam pendurados dois tubos com
cerca de 10 mm de dimetro (o que tem uma marca azul para
a gua fria e o que tem uma marca vermelha para a gua
quente). So feitos de um material que pode ser flexvel ou
rgido, mas que se pode curvar para os adaptar ao espao
disponvel. Se forem demasiado compridos, podem ser cortados
com um corta-tubos para cobre.
Torneiras de segurana
Os tubos anteriormente referidos devem ser ligados s
torneiras de segurana curvas (lado 3/8") que se encontram
por baixo do lavatrio. Recomendamos a ligao da tubagem
da torneira directamente torneira de segurana, soldando
ou usando conectores de presso ou flexveis para assegurar
a sua estanquecidade.
Tubos flexveis
Disponveis em diversos comprimentos, so de borracha sinttica
coberta por um entranado em ao inoxidvel. Tm uma porca
na extremidade para ligao torneira de segurana. Alguns
tm extremidades cnicas que asseguram a estanquecidade sem
ser necessrio efectuar soldaduras ou reforar as juntas.
Os tubos flexveis so mais fceis de instalar.
Acabamentos
As torneiras tm um filtro que pode ser desmontado.
Recomendamos a sua limpeza regular para eliminar o calcrio.
Este filtro elimina os salpicos e regula o caudal de forma a
produzir um jacto agradvel para lavar as mos.
Bricoficha
Deslocadores
So conectores que permitem deslocar cerca de 10mm para
cada lado/ligao, para adaptar a separao dos orifcios de
tomada de gua largura das torneiras. muito frequente
quando se substituem torneiras em instalaes antigas.
Rosca/ligao da torneira
Colocar as torneiras no local unindo as porcas aos deslocadores.
Para no danificar a parte cromada das porcas, recomendamos
a sua proteco com um pano. Apertar as porcas at sentir
resistncia suficiente, mas sem forar para evitar que se
danifique.
6 Bricoficha
Torneiras clssicas
Abrir ao mximo e desenroscar a pega com uma chave inglesa.
Desmontar a cabea
Depois de desmontar o capacete ou a pega, v-se a ponta da
porca da cabea. Desenrosc-la com uma chave inglesa
enquanto se segura a torneira para evitar que rode. Terminar
de desaparafusar mo quando estiver frouxa e retirar a cabea. Eliminar os restos de massa antiga por baixo da torneira e
substituir por massa nova quando tornar a instalar.
Juntas
Geralmente encontram-se por baixo da armao ou eixo, presas
por um copo ou parafuso. Retirar a junta com a ajuda de uma
chave de fendas. Recomendamos que leve a junta quando for
comprar uma nova, para que se adapte perfeitamente
torneira, colocando a nova junta na posio da antiga.
Montagem
Quando tornar a montar a cabea, caso se trate de uma torneira
antiga, assegure-se que est na posio de aberta. Colocar a
cabea no lugar a apertar com uma chave. Montar novamente o
capacete ou pega e prender. Depois disto j se pode tornar a
abrir a torneira de segurana e usar normalmente a torneira.
7 Bricoficha
O calcrio
O calcrio vai sedimentando sobre as torneiras, chaves, canalizaes
e juntas, causando danos, obstruo e afectando as superfcies.
Estas podem ser limpas com produtos qumicos especiais ou
utilizar um remdio caseiro: deix-las imersas em vinagre
diludo em gua quente e depois sec-las com um pano limpo
e seco.
[Link]
Coleccione!
Bricoficha 04.04
LISTA DE MATERIAL
O CONJUNTO ARO + PORTA
O CONJUNTO ARO + PORTA
FABRICO DA CAIXILHARIA
COLOCAO DA CAIXILHARIA
A FERRAGEM
A FERRAGEM
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LISTA DE MATERIAL
COLOCAR UMA PORTA
A FITA MTRICA :
O enrolamento
automtico e o travo de
bloqueio so opes
muito prticas.
NVEL DE BOLHA :
Um modelo com duas
bolhas permitir
controlar os nveis
vertical e horizontal.
A SERRA MANUAL :
A linha de corte da serra
manual varia de modelo
para modelo.
O ESQUADRO DE
PRECISO :
Permite traar e
controlar ngulos retos.
A ESPUMA DE
POLIURETANO :
Existe tambm uma
frmula menos agressiva
para o meio ambiente.
O MARTELO DE
CARPINTEIRO :
Se segurar no cabo pela
extremidade, vai exerce
mais fora.
FORMO PARA
MADEIRA :
Com o cabo em madeira
ou em plstico, a largura
da lmina pode variar
entre 6 e 50 mm.
O BERBEQUIM
ELTRICO :
Escolha um berbequim
que tambm possa
aparafusar (berbequim
reversvel). Os modelos
sem fio so muito
prticos.
MAO EM MADEIRA :
Utilize unicamente um
mao (em madeira) para
exerce mais fora sobre
o formo.
SERRA DE C0STAS :
As costas reforadas
aumentam a rigidez
desta serra, permitindolhe executar bons cortes.
2/ 8
PRECAUES :
Para a instalao de portas macias (carvalho, meranti,
pinho), o grau de higrometria do local deveria situar-se por
volta dos 12%, seno a madeira poder inchar e deformarse. Coloque, portanto, se necessrio, um desumidificador na
sala, e areje -a durante algum tempo.
A MEDIO :
Tire somente as medidas da abertura destinadas porta
(altura, largura e espessura, nos 4 ngulos) quando as
paredes e o soalho estiverem acabados. Baseie -se na mdia
das medidas tiradas. Para si ser mais fcil se comprar o aro
e a porta j feitos.
A ORIENTAO DE ABERTURA :
Para poder, facilmente escolher as ferragens e a fechadura,
dever, antes de tudo, determinar qual a orientao de
abertura da porta : para o interior ou exterior da sala, para
a direita ou para a esquerda.
OS MONTANTES :
Os montantes sero de largura ligeiramente superior (1 a 2
mm) espessura da parede. Para os serrar ao comprimento
desejado, coloque o montante da porta sobre dois cavaletes
robustos e marque a distncia entre o cho e o cimo da
abertura. Depois corte o excedente.
OS GRAMPOS DE FIXAO :
Os grampos de fixao so grampos destinados a fixar a
caixilharia parede. Coloque -os sobre os montantes altura
das dobradias, e sobre a travessa. Trace o seu contorno no
aro, escave um entalhe com o formo, e fixe -os com
parafusos de cabea fresa. Na mesma direo destes, faa
buracos na parede.
3/ 8
REGULAO DO ARO :
Coloque tacos de madeira entre a parede e o aro, por
intermdio de buchas, e, perto do cho, entale uma barra de
separao entre os dois montantes, da mesma largura da
porta (enrole trapos nas extremidades). Com os montantes
na posio vertical e a travessa horizontal colocada,
bloqueie o aro com cunhas de madeira.
FIXAO DOS GRAMPOS :
Com o aro perfeitamente colocado, fixe os grampos com
gesso, aplicado com uma colher de pedreiro ou esptula.
Preencha tambm o espao entre a parede e o aro da porta.
Quando o gesso estiver seco pode retirar a barra de
separao e fixar o batente da porta.
A ESPUMA DE POLIURETANO :
Um mtodo mais moderno consiste em fixar o aro da porta com espuma de
poliuretano. Deixe endurecer a espuma e corte os excedentes com um x -ato.
Encha o espao entre a parede e o aro com espuma de poliuretano, que depois
poder ser pintada.
Se optar por uma fixao do aro da porta com espuma em poliuretano, voc
pode deixar a porta colocada. No subestime nunca o poder de expanso deste
material. Em quantidade excessiva, a sua presso poderia causar o bloqueio da
porta.
A PORTA :
Segure na porta perpendicularmente ao aro e encaixe os
elementos das dobradias. Fixe os puxadores, os espelhos e
depois, verifique o bom funcionamento da sua instalao : a
porta fecha bem, gira facilmente e fica imvel quando
aberta.
AS MOLDURAS :
Estas permitem dissimular, de maneira decorativa, a junta
entre o aro e a parede. Serre-as no comprimento desejado.
Pode escolher uma moldura clssica (a cortar e unir em
meia -esquadria), ou um modelo moderno, de perfil
retangular.
4/ 8
FABRICO DA CAIXILHARIA
COLOCAR UMA PORTA
A TRAVESSA :
Corte primeiramente a travessa numa pea de madeira
aplainada, com uma espessura de 30 mm e uma largura
superior a 160 mm. Partindo do centro, mea largura de
porta + 2 mm, e faa um trao na superfcie e nos cantos. A
15 mm fora deste trao, faa um outro trao.
A RANHURA :
Fixe a travessa ao torno da bancada, e com a serra de
costas faa um corte sobre as da linhas paralelas. Com o
formo e a maceta escave um entalhe na madeira,
comeando dos bordos e avanando at ao centro. Depois
gire a travessa e faa a outra metade.
OS MONTANTES :
Para os montantes, pegue em duas tbuas verticais, cujo
comprimento ultrapasse a altura da abe rtura em 100 mm.
Com um graminho regulado a 15 mm (= espessura),
entalhe uma face e os cantos das extremidades superiores,
e a extremidade ao comprimento : una esta linha pelos
cantos, ao trao precedente.
A LINGUETA :
Fixe o montante no torno da bancada, e serre a linha
traada na extremidade at aos traos dos cantos.
Seguidamente deite o montante com a face cortada virada
para si, e serre at atingir o corte precedente. P roceda da
mesma forma para o outro montante.
A UNIO :
Agora deve juntar a travessa aos montantes por intermdio
das ranhuras e linguetas. Se estas ltimas forem demasiado
largas, ajuste-as com um formo ou uma goiva (uma plaina
especial para ranhuras). Para fixar as unies, coloque
pregos de 75 mm na face superior da travessa.
5/ 8
COLOCAO DA CAIXILHARIA
COLOCAR UMA PORTA
AS ESCORAS :
Serre uma tabuinha de comprimento igual distncia
separando as faces exteriores dos montantes (ao nvel da
travessa). Pregue -a horizontalmente nos montantes, a
cerca de 30 cm do cho : servir de escora de afastamento.
Verifique os ngulos do aro, e reforce -os com tabuinhas
pregadas na diagonal.
O ACABAME NTO :
Trace a altura da porta nos montantes : mea -a a partir da
face interior da verga. Se o cho for ligeiramente inclinado,
tenha isso em conta. Com o esquadro, transfira as medidas
para as faces e cantos dos montantes. Corte os excedentes
de madeira dos montantes e da travessa.
A COLOCAO :
Coloque a caixilharia na abertura, bem aprumada :
montantes verticais, travessa horizontal. Para ajustar a
posio do aro, coloque tacos de madeira entre os
montantes e a parede, no local onde ficaro os parafusos de
fixao definitiva.
A FIXAO :
Faa furos nos montantes altura dos tacos, assim como na
parede, se esta for em alvenaria (para a colocao das
buchas). Aparafuse os montantes . Para esta operao pode
tambm recorrer espuma de poliuretano. Seguidamente
retire as trs escoras.
O AJUSTAMENTO :
Coloque a porta na abertura, o canto destinado s
dobradias contra o montante correspondente. O espao
entre o aro e os cantos da porta no deve exceder os 2 mm;
entre o cho e a porta, 4 mm. Aplaine, onde for necessrio.
6/ 8
A FERRAGEM
COLOCAR UMA PORTA
AS DOBRADIAS :
Determine a colocao das dobradias : trace, sobre o
canto, dois traos situados a 25 cm da parte inferior e
superior da porta (para o bordo inferior das dobradias).
Com o graminho, transfira a largura e espe ssura das
dobradias para a porta.
OS ENTALHES :
Entalhe o stio destinado s dobradias com um formo para
madeira, da mesma largura. Segure-o verticalmente, com o
bisel vira do para o interior do trao.
FERRAR A PORTA :
Coloque as dobradias nos cantos aparafuse -as. Coloque a
porta na abertura, sobre calos. Marque a altura dos
entalhes no montante do aro, onde ir colocar as outras
dobradias.
A FECHADURA :
A fechadura de uma porta interior composta de uma
lingueta e de um canho. Sobre o bordo de abertura, trace o
perfil da caixa da fechadura (a parte inferior a 1,05 m do
cho, a espessura transferi da com um graminho), o eixo
vertical mdio, e, seguidamente, a colocao do puxador e
do buraco da fechadura.
A PERFURAO :
Para perfurar a abertura destinada ao puxador, que deve ser
acionado sem entraves, escolha uma broca de dimetro
suficiente. Perfure at a ponta da broca aparecer na outra
face da porta, terminando a perfurao sobre esta ltima.
Proceda da mesma forma para o buraco da fechadura.
7/ 8
A FERRAGEM
COLOCAR UMA PORTA
ABERTURA DE ENCAIXE :
Para destacar a abertura destinada lingueta, utilize uma
bro ca de dimetro igual espessura da caixa, e com uma
guia de profundidade, perfure uma srie de furos ao longo
do eixo vertical mediano que voc traou sobre o canto da
porta. Acabe a abertura com um formo para madeira.
FECHADURA E PUXADORES :
Coloque a fechadura no encaixe feito, e trace o contorno da
placa sobre o canto da porta. Recoloque a fechadura e
aparafuse-a definitivamente. Coloque o eixo, os espelhos e
os puxadores.
8/ 8
Bricoficha
Condutas de
escoamento de gua
4.4
Lista de materiais
Nvel de dificuldade:
Mdio
Fita mtrica
Lima
Ferramentas
manuais
Nvel
de bolha de ar
Ferramentas
manuais
Chave
de parafusos
Serrote
de costas
Ferramentas
manuais
Serra de metais
Ferramentas
manuais
Ferramentas
manuais
Caixa de
meia-esquadria
Cola de PVC
Tintas
e vernizes
Ferramentas
manuais
Berbequim /
aparafusadora
Papel de lixa
Ferramentas
manuais
Ferramentas
manuais
Bricoficha
Ferramentas
elctricas
DIMETRO DAS
CANALIZAES
DE EVACUAO (em cm)
Medida
das
peas
Lavatrio
Bid
Duche
Tanque
Banheira
Mq. lavar roupa
elemento a que est ligado; por exemplo: o esgoto de uma banheira tem um
dimetro superior ao de um lavatrio. Se uma mesma conduo comunicar
com vrios aparelhos, teremos de aumentar o dimetro proporcionalmente.
90/100
60
Os sifes
Como as tubagens de sada das guas costumam estar vazias a maior parte
do tempo, para eliminar os odores, as tubagens esto equipadas com sifo.
O sifo fica sempre cheio de gua com o objectivo de evitar a subida dos
maus cheiros.
A ventilao
A coluna de escoamento das guas deve estar munida de um respiradouro
ou de um sistema de ventilao (normalmente no telhado). Desta forma,
evita-se que os sifes se esvaziem quando uma grande quantidade de gua
sai de uma s vez.
Bricoficha
O material
Os tubos de PVC
Costumam ser de cor cinzenta. Tm a particularidade de resistir a elementos
qumicos de uso domstico e a temperaturas at 65.
Corte de tubos
Os tubos de PVC so cortados com uma serra de metais ou com um serrote
de costas com a caixa de meia-esquadria. Se tivermos de realizar algum
encaixe com outro tubo e se a extremidade no estiver biselada, teremos de
a limar chanfrando-a. Antes de colar as superfcies, temos de as lixar e
desengordurar com dissolvente para obter uma boa unio.
A colagem
Para colar umas peas s outras, aplicamos a cola no rebordo exterior do
tubo e na parte interior da outra pea a encaixar (tubo de ligao, derivao,
curva, tubo bifurcado). A quantidade de cola aplicada no deve ser excessiva
para evitar que se forme um rebordo grosso depois de feito o encaixe.
A montagem
Temos de ter muito em conta que o tempo de secagem da cola que
utilizamos para a unio do PVC muito rpido. por isso que a unio deve
ser muito rpida, uma vez que no teremos tempo para fazer alteraes.
Os tubos de propileno
Comparados com os tubos de PVC, os tubos de propileno tm a vantagem de
no necessitarem de ser colados. Estes encaixam simplesmente uns nos
outros e graas junta de borracha isolante de que dispem, a sua
estanquicidade fica garantida. A sua resistncia ao calor tambm superior
a 90 C.
Bricoficha
Local do encaixe
Para saber exactamente o local onde vamos realizar o encaixe da tubagem
de um aparelho em relao coluna de escoamento das guas, necessrio
efectuar a seguinte medio: marcamos na parede onde chegaria a parte alta
do sifo. Com uma rgua e com o nvel de bolha de ar prolongamos esta
marca at coluna e marcamos 5 mm (mnimo) por baixo da mesma.
Encaixes
Para realizar um encaixe com um adaptador, este deve ter o mesmo dimetro
que a coluna de escoamento. Temos de o colocar contra a coluna e transferir
a altura do seu topo inferior para a coluna do escoamento.
Realizar o corte
Com o serrote de costas fazemos o corte pela marca. O segundo corte
realizado por cima, mesma altura a que est o adaptador em forma de T
mais 20 cm. Com uma lima, chanframos as extremidades.
O conselho
Para nos certificarmos que estamos a cortar a coluna totalmente recta,
colocamos uma fita adesiva volta da marca feita na mesma. Caso seja
necessrio efectuar alguma correco, usamos a lima.
Bricoficha
Encaixe na coluna
O adaptador em T
Depois de lixarmos os rebordos, dando-lhes formas de chanfro e de estes
serem limpos e desengordurados, aplicamos a cola no topo do adaptador e
na superfcie equivalente da coluna.
A anilha de acoplamento
Entre os 20 cm restantes da parte superior do T e da extremidade livre da
coluna, colocamos uma anilha de acoplamento. Nesta anilha de acoplamento
aplicamos, no seu interior, um lubrificante especial para plsticos, bem como
na extremidade livre da coluna de escoamento das guas. Fazemos encaixar
o tubo na coluna at que a sua extremidade inferior e a da coluna se
encontrem ao mesmo nvel.
O tubo de ligao
Cortamos um tubo que v da parte superior do T parte inferior da anilha de
acoplamento e limamos os seus rebordos, dando-lhes forma de chanfro.
O encaixe
Comeamos por colar e encaixar o rebordo inferior do tubo ao T. A seguir,
separamos ligeiramente a coluna do escoamento e fazemos coincidir a
extremidade superior do tubo de encaixe coluna.
A fixao
Ao longo da canalizao colocamos uma srie de araadeiras para garantir a
sua fixao. Colocamos uma exactamente sobre a nervura central da anilha
de acoplamento. Estas abraadeiras so aparafusadas parede. Agora s
falta colocar o tubo entre o sifo e o T da coluna de escoamento das guas.
Bricoficha
Abraadeiras de fixao
O dimetro das abraadeiras
As abraadeiras devem ter um dimetro interior, superior ao dimetro exterior
dos canos para que estes se possam dilatar. As abraadeiras tm de ser
totalmente fechadas, ou seja, tm de rodear a tubagem na sua totalidade e
de a manter separada da parede.
Tubos de dilatao
Para permitir as dilataes nas condutas de PVC existem os tubos de
dilatao. Estes tubos so formados por uma juno hermtica e a parte fixa
mantm-se no seu lugar graas abraadeira.
Bricoficha
Conselhos
As curvas
As abraadeiras devem ter um dimetro interior, superior ao dimetro exterior
dos canos para que estes se possam dilatar. As braadeiras tm de ser
totalmente fechadas, ou seja, tm de rodear a tubagem na sua totalidade e
de a manter separada da parede.
Tubos de dilatao
Existem alguns adaptadores com uma tampa hermtica, que podemos tirar
para ter acesso ao interior da tubagem, sem ter de cort-la. Estes
adaptadores colocam-se nas unies das tubagens verticais e horizontais, e
na base da coluna de escoamento.
[Link]
Coleccione!
Bricoficha 04.05
1/ 8
LISTA DE MATERIAL
COLOCAR UMA JANELA DE SOTAO
SERRA DE RECORTES :
Utilize de preferncia um
modelo com movimento
pendular.
SERROTE:
A qualidade do corte
depende do tipo de
lmina do serrote.
MARTELO DE
CARPINTEIRO:
Segurando pela
extremidade do cabo vai
imprimir mais fora ao
martelo.
REBARBADORA :
Com lminas
descartveis, uma
ferramenta para todo o
tipo de trabalho.
FITA MTRICA :
Existem modelos
articulados e outros com
enrolamento automtico.
X-ATO :
Le 'cutter', muni de
lames jetables, est utile
pour toutes sortes de
travaux.
CHAVE DE PARAFUSOS
:
Existem modelos com
pontas de aparafusar
intercambeveis.
ESCADA / ESCADOTE :
A sua escada deve ser
perfeitamente estvel.
ESQUADRO : Permitir
traar ou verificar os
ngulos retos.
BERBEQUIM
REVERSVEL :
Prefira um berbequim
que aparafuse
igualmente. Os modelos
sem fio so muito
prticos.
2/ 8
A ESCOLHA
COLOCAR UMA JANELA DE SOTO
MATERIAL :
As janelas de sto so normalmente em madeira, sendo os elementos
exteriores protegidos por perfis em alumnio lacado. A madeira tratada contra
insetos e humidade. Em geral, as janelas so vendidas pintadas ou
[Link] desejar janelas que necessitem de pouca manuteno (
exceo da lavagem regular), opte por um dos modelos feitos unicamente em
PVC, cujas partes expostas s intempries e aos raios UV esto protegidas por
uma resina acrlica inaltervel.
VENTILAO :
Muitos modelos apresentam uma vantagem aprecivel :
podem fica r ligeiramente entreabertos, o que permite arejar
a sala sem deixar passar a chuva. Existem mesmo modelos
com uma aba de ventilao que deixa passar o ar, mesmo
com a janela fechada.
CONDENSAO :
A higrometria e a condensao esto interligadas. Quanto maior a humidade
do ar, mais este se condensa sobre as superfcies frias. Para evitar ou limitar
este fenmeno o mais possvel, recomenda-se a colocao de uma fonte de
calor sob a janela, no esquecendo a devida ventilao.
VIDROS :
No que respeita a vidros, as possibilidades de escolha so numerosas : duplos
ou triplos, com isolamento trmico ou acstico. renforce ou isolation
acoustique renforce , etc.
NGULO DE VISO :
A altura de colocao da janela depende do declive do
telhado (de15 a 70). Para um ngulo de viso agradvel, a
janela deve ser colocada mais alta num telhado com um
declive suave, que num de inclinao acentuada. Para alm
disto, a parte envidraada deve representar, pelo menos,
10% da superfcie do cho da sala.
MODELOS :
A janela basculante (GGL) com abertura rotativa (at 180),
abre -se por cima e pode ser instalada na zona inferior do
telhado. A janela rotativa de abertura em projeo (GHL),
abre -se para o exterior e foi especialmente concebida para
os telhados de fraca inclinao.
3/ 8
ABERTURA
COLOCAR UMA JANELA DE SOTO
ALTURA :
muito agradvel poder ter uma boa vista, tanto na posio
sentada com em p. Para isso, a distncia mnima do cho
ao parapeito da janela dever ser de 0.90 cm. A altura sob o
caixilho aberto dever ser superior a 1.80 m. As ja nelas
para telhados de baixo declive devem, portanto, ser
colocadas mais altas que as outras.
QUANTO ?
Se decidir colocar uma janela pequena entre duas vigas que portanto, no ter que serrar - a sua tarefa ser bem
mais fcil. Neste caso, e para que a luminosidade seja
suficiente, pode, colocar, lado a lado, mais janelas deste
tipo.
ABERTURA :
Faa a abertura de forma a evitar ao mximo o corte das
telhas. Para isso, faa primeiro uma abertura com cerca de
50x50 cm, atravs da qual passar a cabea e os ombros, de
forma a examinar o telhado do interior da sala.
EXTERIOR :
Retire as telhas, a fim de poder marcar a colocao do aro
na face exterior do telhado (dimenses exatas : ver as
instrues de montagem). O rebordo das telhas da fila
superior, assim como o rebordo lateral serviro de
orientao para marcar a colocao do aro.
INTERIOR :
Ser bem mais segu ro e mais simples permanecer no
interior para executar os trabalhos. Coloque pregos ou
perfure o painel de isolamento nos cantos onde ir ser
colocado o aro. Unindo-os seguidamente com um cordel, ou
tracejando com um lpis. O vo da janela ficou, assim,
de terminado.
4/ 8
A ESTRUTURA DO TELHADO
COLOCAR UMA JANELA DE SOTO
TELA IMPERMEABILIZANTE :
necessrio a colocao sob as telhas de uma tela
impermeabilizante e, eventualmente, tambm, de uma tela
isoladora, tal como a l mineral. Com o x -ato corte uma
abertura na tela, deixando de cada lado 10 cm. Isto vai
facilitar o seguimento das operaes.
PAINEL DE ISOLAMENTO :
Sob as telhas encontra -se, com frequncia, um painel de
isolamento feito de um material muito leve, o qual atua
como uma camada estanque suplementar. Este tipo de
painel corta -se, muito simplesmente, com uma serra
manual, uma serra de recortes, ou mesmo, com uma serra
circular.
VIGAS :
Se instalar janelas grandes, provavelmente ser obrigado a
cortar uma parte da viga. Neste caso, prolongue os traos
da colocao da janela par l da(s) viga(s) a cortar, at
viga seguinte.
CORTAR :
O trao sob a viga a cortar deve ser feito na face e nos lados
da mesma. Utilize um esquadro para o ajudar nesta
operao, obtendo, assim, um corte com preciso. Atue da
mesma forma para a marcao dos traos superior e
inferior.
RENFORCO
Para manter a solidez da construo durante os trabalhos de corte das vigas,
pode refora -las com uma travessa que ser fixada por cima do trao superior
com grampos de carpinteiro, de forma a ligar as vigas a cortar s outras.
5/ 8
O CORTE
COLOCAR UMA JANELA DE SOTO
RIPADO :
Corte agora as ripas (peas de madeira que sustentam uma
fila de telhas) no interior do espao previsto para a
abertura. Utilize uma serra manual ou uma serra de
recortes. Corte as ripas em ambos os lados e, se necessrio,
reforce-os com uma trave suplementar
VIGA :
Aps as ripas, deve igualmente cortar a parte da viga que
se encontra dentro da abertura destinada janela. Com a
serra bem na vertical, serre cuidadosamente sobre os
traos.
MOLDURA :
Construa duas traves (vigas horizontais que serviro de
moldura ao aro da janela), as q uais sero fixas (com
pregos) contra a seco da viga serrada e, nas
extremidades, s duas vigas vizinhas intactas.
POSIO DA MOLDURA :
As traves de emolduramento so ligadas s vigas. Por outro
lado, a distncia entre o aro e estas traves deve ser
suficiente, de forma a permitir, por conseguinte, um
acabamento horizontal para o rebordo superior, vertical para
o rebordo inferior da janela (isto para garantir uma
maximizao da luminosidade).
TRAVE DE APRUMO :
Seguidamente corte uma trave suplementar, que ser
colocada entre as outras duas, contra o outro lado do aro. A
trave suplementar deve ser pregada s outras e ao ripado.
6/ 8
A MONTAGEM
COLOCAR UMA JANELA DE SOTO
FIXAO DO ARO :
Preg ue uma ripa de madeira sobre o rebordo inferior da
abertura, a qual servir de suporte para a fixao do aro.
Fixe este ltimo s traves, na parte superior direita e em
baixo esquerda. Verifique se as diagonais esto iguais, e
depois, aparafuse as duas ltimas fixaes.
AVENTAL :
Depois de colocado o aro, pode retirar a ripa de suporte e
colocar o avental sob a janela. Este avental normalmente
em chumbo. Deve ser colocado firmemente, aps a
recolocao das telhas contra o aro.
SUB-TELHA :
As telhas so colocadas de novo, volta da janela. Por
vezes tero que ser cortadas : trace os cortes e utilize uma
rebarbadora. No momento da colocao das telhas
(comeando do alto), fixe , em tal circunstncia, a tela de
isolamento volta do aro.
RUFOS :
Finalmente dever efetuar os acabamentos de
impermeabilizao. Os rufos em alumnio lacado em "H" so
ideais para a telha ondulada. Para os materiais lisos, como a
lousa ou ardsia, utilizam -se rufos em "L". Pressione -os
firmemente para os encaixar por cima, por baixo e dos
lados.
ACABAMENTOS INTERIORES :
O espao entre a sub -telha e o aro representa um ponto
trmico. necessrio, portanto, enche-lo com espuma de
poliuretano.
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O ACABAMENTO
COLOCAR UMA JANELA DE SOTO
MONTAGEM :
A ltima etapa consiste em colocar o caixilho mvel no aro.
Seja qual for o tipo de janela que tenha escolhido siga as
instrues dadas pelo fabricante. Esta operao pode,
efetivamente, diferir de um modelo para outro.
ABERTURA DISTNCIA :
Se a janela estiver colocada muito alta (o que pode
acontecer em funo do declive do telhado), um sistema de
abertura distncia pode ser uma necessidade. Existem
vares metlicos, cordes e at motores.
ESTORES :
Para no ter que suportar o "efeito de estufa", pode equipar
a sua janela com um estore especial. Existem modelos que
asseguram uma ocultao total ou proteo trmica.
8/ 8
Bricoficha 05.01
OS CABOS ELCTRICOS
AS LIGAES FIXAS
AS LIGAES FIXAS
AS LIGAES MVEIS
1/ 4
AS LIGAES FIXAS
OS CABOS ELCTRICOS
OS CABOS RGIDOS :
Os cabos fixos, que conduzem eletricidade do quadro s
tomadas, interruptores e candeeiros, so geralmente do tipo
H07VU ou H07VR. Estes cabos rgidos unifilares de cobre,
so vendidos em rolos e existem em diversas cores.
OS TUBOS DE INSTALAO :
Os cabos rgidos no devem ser instalados dentro ou sobre
as paredes ao acaso, mas colocados dentro de um tubo
protetor e isolante. Encontram-se tubos em PVC (rgido)
(IRO) ou em matria plstica anelada, flexvel (ICO ou ICT).
Estes ltimos podem ser comprados guarnecidos de
condutores.
BICHA DE ELETRICISTA :
A escolha de um tubo de curvar poupar-lhe- o emprego de
curvas e unies. Dever por outro lado, enfiar os condutores
pelo tubo (5 hastes mx.) com a ajuda de uma bicha de
eletricista. Os tubos ICO e ICT encastram -se nas paredes,
solos, tetos, os tubos IRO so destinados colocao
exterior.
DIMETRO / SECO :
A intensidade (exprimida em Ampres) da corrente que
pode circular num condutor em funo do dimetro ou da
seco deste ltimo. O seu valor mximo de 10 A por 1,5
mm, de 20 A por 2,50 mm e de 25 A por 4 mm. O fio de
terra dever ter a mesma seco que os outros condutores.
AS CALHAS TCNICAS :
Alm dos tubos de instalao, rgidos ou no, existem calhas
tcnicas prontas a aplicar, dentro das quais fcil introduzir
os fios e colocar tomadas ou interruptores. Estas calhas
colam-se ou aparafusam-se parede. Elas oferecem uma
soluo esttica por ocasio de trabalhos de restaurao.
2/ 4
AS LIGAES FIXAS
LOS CABOS ELCTRICOS
CABO FLEXVEL :
Para as ligaes fixas, poder igualmente utilizar o cabo
flexvel multifilar, que no necessita por isso de tubo de
instalao. O cabo flexvel mais correntemente empregado
o do tipo A05WU. O tipo A05WR, cujo interior (6 mm)
constitudo por fios entranados, caracteriza-se por uma
melhor flexibilidade.
INSTALAES EXTERIORES :
Para as instalaes exteriores, dever utilizar um cabo
especial resistente humidade, o U1000R02V. Ele pode
mesmo ser colocado na parede, sem proteo suplementar,
com a ajuda de abraadeiras.
INSTALAES SUBTERRNEAS :
Se desejar enterrar condutores, dever introduzir um cabo
tipo U1000R02V num tubo cor de laranja de proteo,
chamado ICD. Utilize as peas de unies e curvas necessrias
para obter uma conduta contnua, depois enterre uma grelha
encarnada especial por cima do cabo.
ABRAADEIRAS :
Os cabos eltricos, protegidos ou no por um tubo, so
fixados parede por meio de abraadeiras. Existem
abraadeiras especiais adaptadas aos diversos dimetros de
tubos e cabos disponveis.
3/ 4
AS LIGAES MVEIS
OS CABOS ELCTRICOS
CABO :
Para as ligaes mveis, de outro modo chamada a ligao de aparelhos
mveis s tomadas "sector", utiliza -se um "fio" eltrico corrente. Este o
conveniente para aparelhos domsticos, candeeiros, aparelhos de aquecimento,
etc.
As extenses pertencem mesma categoria dos condutores. Os aparelhos que
libertam calor devero estar equipados de fios munidos com um isolamento
prova de fogo. Conforme o tipo de aparelho que ele equipa, o fio dever
eventualmente estar munido de uma ficha com terra.
INSTALAES INTE RIORES :
Para os aparelhos eltricos portteis de pequeno tamanho
(como cafeteiras, aspiradores, etc...), utilize um cabo de 2
ou 3 condutores do tipo H05WF, com isolamento cinzento.
Para os candeeiros de teto ou secretria, empregue um cabo
de 2 condutore s de 0,75 mm (tipo H03WH2F).
UTILIZAES EXTERIORES :
Para os aparelhos utilizados ao ar livre, como as serras
eltricas, mquinas de cortar relva ou limpadores de alta
presso, recomendada a utilizao de um cabo mais forte :
o H05RRF, que reconhecer particularmente pelo isolamento
preto.
CABOS ESPECIAIS :
Nalguns casos particulares exigem -se cabos especiais. O
H03VHH (2x0,75 mm e cinzento/preto ou vermelho/preto)
para os alti falantes : o SYT (seco de 0,6 mm) para a
ligao do telefone e o P8ME coaxial para a ligao da antena
de televiso ou do vdeo.
4/ 4
Bricoficha
Como furar
5.1
Lista de materiais
Nvel de dificuldade:
Mdio
Berbequim percutor
Ferramentas
elctricas
Berbequim
aparafusador com bateria
Ferramentas
elctricas
Martelo
electropneumtico
Ferramentas
elctricas
Esquadro
Ferramentas
manuais
Guia
de perfurao
Ferramentas
elctricas
Receptor de p
Ferramentas
elctricas
Grampo
de carpinteiro
Verruma
Ferramentas
manuais
Brocas e serras
cranianas
Ferramentas
elctricas
Suporte
de perfurao
para berbequim
Ferramentas
elctricas
2 Bricoficha
Ferramentas
manuais
Torno
de bancada
Ferramentas
manuais
Berbequim
de coluna
Ferramentas
elctricas
Perfurao elctrica
Berbequins percutores
Polivalentes. Permitem perfurar madeira, metal e beto. A
percusso um batimento que acompanha a perfurao e
permite atravessar materiais mais duros (beto, pedra...). Esta
funo pode ser ligada para perfurar beto e pedra e desligada
para perfurar materiais menos duros (madeira, plstico...).
Martelos electropneumticos
Especialmente destinados a perfurar materiais duros. Muito
potentes, reduzem o esforo e o tempo de perfurao, mas so
pouco precisos para perfurar materiais moles.
Velocidade e potncia
So os dois elementos mais importantes a ter em considerao. Para trabalhar sobre materiais
duros necessria uma potncia elevada e um mecanismo de percusso. Para materiais
moles, a velocidade ser o factor determinante do qual depender a preciso de perfurao.
As mquinas mais versteis e eficazes so as que tm as duas prestaes. Para aproveitar
estas prestaes, a mquina deve dispor de algum elemento que permita a sua regulao.
muito importante, poder dominar a velocidade e a potncia tanto ao perfurar como ao
percutir. Nem todos os materiais devem ser abordados com a velocidade ou potncia mxima.
Berbequim e brocas
Depois de escolhida a mquina, deve ser utilizada uma broca
adequada (em funo do material a perfurar). Desligar a
mquina, introduzir a broca no mandril e apertar com a chave.
As mquinas com mandril de fecho automtico facilitam a
colocao das brocas.
3 Bricoficha
Materiais moles
Para perfurar materiais mais moles (madeiras, gessos, cermica,
ladrilhos...) no se deve utilizar a percusso, pois a vibrao
pode danificar os materiais ou produzir orifcios demasiado
grandes.
Travo de profundidade
O travo de profundidade permite limitar a profundidade do
furo. Permite ajustar a distncia desejada para a frente ou para
trs da mquina. O travo de profundidade costuma ter uma
guia para facilitar o pr-ajuste. No caso de no dispor dum travo, pode enrolar um pedao de fita adesiva na broca para ter
uma referncia visual da profundidade perfurada.
Punho lateral
Melhora a comodidade de utilizao em trabalhos pesados,
aumentando a fixao. Permite exercer maior presso. Nalguns
casos mvel. A mquina deve ser presa com firmeza para
evitar danificar a broca: torcida fica inutilizvel.
4 Bricoficha
Outros materiais
Grandes furos
Podem ser feitos utilizando directamente uma serra craniana.
Outra opo desenhar o permetro do furo grande com
pequenos furos. Retirar regularmente a broca quando se fazem
os furos, para evitar que se encham de p. Depois, fazer o furo
final com serra craniana.
Detectores
necessrio utilizar detectores de corrente ou metais para
detectar a presena de cabos ou tubagens antes de comear a
furar. A zona que no deve ser furada deve ser marcada com
pontos de referncia. Se forem detectadas peas de beto
armado, tambm no se deve perfurar nesse ponto.
P
Quando se perfura, provoca-se p. Este pode ser recolhido
colocando um envelope aberto abaixo do ponto onde vai ser
feito o furo. Ao perfurar tectos, pode colocar-se metade de uma
bola de tnis, um copo de plstico ou um filtro de papel para
caf na base da broca. Tambm existem no mercado receptores
de p que se acoplam mquina.
Cermica
Para perfurar cermica deve ser usada uma broca com ponta
de carboneto metlico, anti-derrapante. Marcar o ponto a perfurar
com um furado metlico e pintar com um marcador. Cruzar duas
tiras de fita adesiva transparente sobre esse ponto e perfurar
ligeiramente para iniciar o orifcio. Ao princpio necessrio furar
devagar (300/500 voltas/min) para que a broca no resvale.
Vidro/Cristal
Para perfurar vidro/cristal deve utilizar exclusivamente uma
broca especial para vidro/cristais. Colocar uma coroa de
mstique volta da zona a perfurar e encher com vaselina ou
terebentina para lubrificar a broca. Colocar o vidro sobre uma
superfcie bem plana. Utilizar culos de proteco e furar com
velocidade reduzida.
5 Bricoficha
Metal
Berbequim de coluna e brocas para metal
Para perfurar materiais metlicos com maior preciso recomendamos
a utilizao de um berbequim de coluna. Permite ajustar ao
milmetro a profundidade de perfurao e regular a velocidade em
funo da dureza do material a perfurar. Em relao s brocas para
metal, recomendamos brocas tipo HSS (High Speed Steel). Se o
metal muito duro, utilizar brocas com mistura de cobalto ou
carboneto de titnio (3 vezes mais slidas).
Placas finas
Nunca se deve perfurar uma placa metlica fina prendendo com
a mo. A broca poderia fazer girar a placa quando se acaba o
orifcio. Fixar a placa numa bancada de trabalho ou com a
ajuda dum torno de bancada ou grampo de carpinteiro.
Lubrificar
No pressionar com fora ao perfurar ferro ou ao (nunca
utilizar percusso). Recomendamos a lubrificao das superfcies com vaselina, para as arrefecer durante o trabalho.
Quando estiver quase a terminar o furo, reduzir a presso para
evitar que o metal se deforme.
Tubos
Para perfurar tubos, utilizar um suporte que os prenda para
garantir que no se movem. Podem ser presos com um torno
de bancada e protegidos com carto ou trapos. Para que o
tubo ou perfil oco no se deforme, pode ser colocada no seu
interior uma pea de madeira da mesma forma.
6 Bricoficha
Madeira
Verruma
muito prtica para pr-perfurar furos destinados a parafusos.
Girar para a direita e para a esquerda at que a ponta se
introduza na madeira. Depois deve girar para a direita para
efectuar o furo at profundidade desejada.
Brocas de madeira
As brocas de hlice rpida (1) permitem fazer furos de lado a
Broca extensvel
Tem uma ponta para centrar e uma lmina que se pode soltar
para regular com a largura desejada. Permite alcanar um
grande dimetro de perfurao (mais de 60mm). Colocar o
berbequim sobre um suporte ou fixar solidamente a pea a
trabalhar num torno de bancada.
7 Bricoficha
Madeira
Perfurar a direito
Perfurar a direito na madeira no to fcil como parece. Para
perfurar os cantos dos painis recomendamos a utilizao de
de uma guia de perfurao. Para peas mais largas pode
utilizar um esquadro.
Lascas
Ao fazer furos que atravessem a pea de madeira, fcil
formarem-se lascas ao retirar a broca (principalmente ao
perfurar painis estratificados). Isso pode ser evitado,
colocando um pedao de madeira por baixo da pea que se
est a perfurar e apertando as duas peas com um grampo de
carpinteiro.
Realizar um encaixe
Para fazer um encaixe, deve comear por desenhar o local da
pea (para colocar uma fechadura, por exemplo). Depois devem
ser feitos vrios orifcios secantes e cegos, alinhados ao longo
do encaixe. Perfurar em primeiro lugar os extremos, depois o
do centro e finalmente os outros. Assim evita-se esvaziar o
local.
[Link]
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Bricoficha 05.02
INSTALAES
ELTRICAS
LISTA DE MATERIAL
PRINCIPIOS BSICOS
A LIGAO TERRA
INSTALAO INTERIOR
INSTALAO INTERIOR
OS CORTA- CIRCUITOS
A CABELAGEM
A CABELAGEM
LIGAO DOS CONDUTORES
CORTAR E DESCARNAR OS FIOS
AS TOMADAS
OS INTERRUPTORES
A INSTALAO DE UMA
LMPADA
A CASA DE BANHO
CONSELHOS PARA SEGURANA
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LISTA DE MATERIAL
INSTALAES ELTRICAS
MULTMETRO :
Aparelho digital ou no,
para medir a tenso, a
corrente e a resistncia.
BUSCA -POLOS :
Pequena chave de fendas
que permite detectar a
presena de tenso (por
exemplo numa tomada
eltrica).
BICHA DE
ELETRICISTA :
Permite o enfiamento de
cabos por dentro dos
tubos de PVC.
SERROTE DE METAL :
Instrumento ideal para
serrar metal e tambm
plstico. Uma mini serra
de metais permite cortar
os tubos de PVC.
ALICATE
DESCARNADOR :
utilizado para retirar o
revestimento isolante de
um cabo eltrico sem
danificar os fios
condutores .
ALICATE DE PONTAS
LONGAS :
Escolha um modelo de
punhos isolados, que Ihe
permita dobrar a ponta
dos fios de alimentao.
X-ATO :
Graas s suas lminas
descartveis dispe em
permanncia de uma
ferramenta cortante
afiada.
BERBEQUIM /
APARAFUSADORA :
Se precisar de cortar a
corrente, muna-se de um
modelo sem fio.
REBARBADORA :
A mquina mais rpida
para fazer rasgos numa
parede. Proteja-se com
roupa e culos de
proteo.
MARTELO E ESCOPRO :
Eles ser-lhe-o
necessrios para abrir
buracos nas paredes.
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PRINCPIOS BSICOS
INSTALAES ELTRICAS
INTENSIDADE DA CORRENTE :
A intensidade a quantidade de eletricidade que pode
atravessar um determinado condutor. Para a mesma tenso
um condutor deixa passar tanta eletricidade quanto maior
for o seu dimetro. A intensidade da corrente exprime-se em
ampres (A) ou em miliampres (mA).
TENSO :
A tenso pode ser comparada presso da gua. A uma
presso elevada possvel no mesmo lapso de tempo,
transportar uma maior quantidade de gua. Uma tenso
elevada permite pois circular mais eletricidade. A tenso
exprime-se em volts (V).
RESISTNCIA :
Para transportar a eletricidade, utilizam-se materiais de
fraca resistncia (o cobre por exemplo). A resistncia de um
condutor depende do seu comprimento, dimetro e da
natureza do material que o compe. Ela exprime-se em
ohms (smbolo W).
POTNCIA :
A eletricidade transformada em calor, em luz ou em
movimento. Portanto nem todas as lmpadas iluminam da
mesma maneira nem todos os motores tm a mesma
potncia. Os aparelhos eltricos esto todos munidos de
uma placa indicativa da sua potncia (unidade de medida : o
Watt (W) ou o Kilowatt (kW).
CONSUMO :
O consumo depende da potncia. Basta-lhe multiplicar a potncia (em Watt ou
Kilowatt) pelo tempo real de funcionamento. A unidade de consumo o
Kilowatt/hora (kWh) ou por outras palavras um consumo de um kilowatt
significa mil watts durante um perodo de uma hora. Um pequeno aquecedor
de 1500 W que funcione uma hora sem interrupo consome 1500 Watts/hora
ou seja 1,5 Kilowatt/hora (kWh). Um candeeiro de 17 w tem de funcionar
durante 59 horas para consumir 1 kWh. O consumo registado pelo contador
eltrico.
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A LIGAO TERRA
INSTALAES ELTRICAS
CONSTRUO OU EXTENSO
A ligao terra (eletrodo de terra) desvia a corrente
quando uma pessoa estiver em contacto com um aparelho
defeituoso. por isso obrigatrio prever nas fundaes das
paredes exteriores (profundidade : 60 cm min) uma vareta
de terra (em cobre) com o mnimo de 35 mm de seco.
BARRA DE CORTE
As extremidades da vareta de cobre fixam -se a um borne de
ligao. A resistncia de um condutor de terra no pode
exceder os 100 ohms; seno dever utilizar piquets
galvanizados enterrados na terra. Uma barra de corte
(obrigatria) permite medir a resistncia da terra.
RENOVAO
Neste caso suficiente a introduo no solo de piquets de
terra galvanizados. Obter assim uma resistncia de
disperso no mximo 100 ohms. A ligao do Piquet e da
barra de corte faz-se com a ajuda de um condutor isolado
(amarelo-verde) no mnimo de 16 mm.
LIGAO EQUIPOTENCIAL
Mesmo uma ligao terra correta no impede a corrente de atravessar
elementos condutores estranhos instalao eltrica : peas metlicas da
estrutura de construo, chassis de alumnio, vigas de ao, .... por isso que
recorremos a uma ligao equipotencial. Ela liga entre eles e terra todas as
partes condutoras acessveis da construo e todas as canalizaes de gs,
gua e aquecimento. Alm disso existem ligaes equipotenciais
suplementares, entre outras casa de banho (ver rubrica deste assunto).
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INSTALAO INTERIOR
INSTALAES ELTRICAS
CONJUNTO DE CONTAGEM :
A rede eltrica entra em casa por um cabo de alimentao
que chega ao conjunto de contagem. Aqui encontra -se o
disjuntor principal. O interruptor principal permite cortar a
tenso de toda a instalao. O acesso ao conjunto
reservado empresa de distribuio de energia (EDP).
QUADRO ELTRICO :
Este quadro o ponto principal de onde partem todos os
circuitos eltricos e onde se renem os diferentes
disjuntores. Toda a transformao ou extenso desta parte
da instalao deve ser efetuada por um eletricista
profissional. Existem tambm quadros pr -cabelados.
GRUPOS :
A rede eltrica de sua casa divide-se em diversos circuitos,
em caso de avaria, a tenso s ser cortada numa parte da
casa. As avarias so freqentemente provocadas por uma
sobrecarga da rede ou um curto -circuito. D -se uma
sobrecarga quando a necessidade de corrente muito
elevada. D-se um curto -circuito sempre que, entre dois
pontos de potencial diferente a resistncia seja nula (e como
tal a corrente ilimitada). Marque a que grupo pertencem as
tomadas, a iluminao, etc. Basta-lhe para isso cortar a
alimentao de cada circuito por sua vez.
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INSTALAO INTERIOR
INSTALAES ELTRICAS
ILUMINAO :
A quantidade de corrente que pode atravessar o condutor
depende do seu dimetro. Para iluminao condutores de
1,5 mm de seco so suficientes. Preveja ao menos um
po nto de iluminao por cada diviso. No caso da cozinha
preveja uma iluminao suplementar por cima da bancada.
AS TOMADAS DE CORRENTE :
Preveja tomadas de corrente em cada diviso da casa, afim
de poder utilizar vontade os seus aparelhos domsticos.
Limite o seu nmero a oito por circuito. Para as tomadas
utilize um condutor de 2,5 mm de seco. No instale
tomadas e iluminao no mesmo circuito.
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OS CORTA-CIRCUITOS
INSTALAES ELTRICAS
CLCULOS :
A tenso necessria para alimentar os seus aparelhos domsticas de 220V.
Se ela no pode variar, a potncia pedida ao circuito pode ir de 60 watts, no
caso de uma lmpada, a mais de 2 kilowatts para uma mquina de lavar.
ELEMENTOS DE CALIBRAGEM :
O calibre atribudo proteo de cada circuito deve ser
respeitado, para evitar todo e qualquer risco de sobrecarga
sem entrar em ao o corta -circuito. Este ltimo pode ser
controlado por um elemento de calibragem. Pode trata -se
tambm de um disjuntor modular a montar na calha.
OS FUSVEIS :
Desde que a intensidade mxima admitida por um
determinado fusvel seja atingida (ela tambm assinalada
por cores diferentes), este funde-se e deve ento ser
substitudo. prefervel substituir os antigos fusveis de 6,
10 e 15 A por novos de 6,10 e 16
DISJUNTOR AUTOMTICO :
Neste tipo de disjuntor encontra-se uma patilha ou um
bo to que dispara em caso de sobrecarga ou curto -circuito.
Para restabelecer a corrente basta repor a patilha na posio
inicial. Repare primeiro a causa da avaria, ou desligue o
aparelho defeituoso.
DISJUNTOR DIFERENCIAL :
Este tipo de disjuntor monta -se com o conjunto de
contagem. Ele corta a alimentao logo que seja detectada
uma corrente superior a 300 mA no circuito de ligao
terra. igualmente prudente a colocao de disjuntores
diferenciais de 30 mA para as divises como a casa de
banho.
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A CABELAGEM
INSTALAES ELTRICAS
AS CORES :
A segurana uma prioridade absoluta no domnio da eletricidade. por isso
que um cdigo de cores standard aplicado em todo o lado. Este foi
modificado em 1970, prefervel conhecer as duas verses (veja abaixo).Logo
que instale um circuito eltrico, respeite sempre estes cdigos. Para a
iluminao, corte o fio da fase ao nvel do interruptor e deixe correr o neutro
sem interrupo at lmpada. Se inverter a cabelagem a lmpada estar
sempre sob tenso !
A FASE E O NEUTRO :
Dois fios so necessrios circulao da corrente : a fase
(ida) e o neutro (volta). Uma diferena de potencial existe
dois fios. Sempre que eles so postos em contacto (circuito
aberto por ao de um interruptor), a corrente eltrica
circula.
A TOMADA DE TERRA :
uma segurana indispensvel : em caso de contacto
acidental de uma pessoa com a corrente eltrica, esta ser
desviada, atravs da tomada de terra, at ao borne de terra.
Os aparelhos situados numa diviso hmida ou que utilizem
gua devem estar ligados terra.
A FASE :
O fio da fase pode ser castanho ou preto. Ele castanho no
caso do condutor rgido de instalao fixa, mas
freqentemente preto nos cabos flexveis de ligao de uma
lmpada ao interruptor.
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CABELAGEM
INSTALAES ELTRICAS
AS BAINHAS :
Os condutores que ligam o conjunto de contagem aos
pontos de alimentao do circuito devem estar protegidos.
por isso que eles passam atravs das paredes, dentro de
tubos de PVC ou de bainhas de plstico caneladas flexveis.
Eles so geralmente agrupados por cinco (ou seja, 3 de 2,5
mm e 2 de 1,5 mm).
AS CURVAS :
Pode curvar os tubos com a ajuda de uma mola prpria para
o efeito, mas muito mais fcil utilizar curvas especiais, nas
extremidades das quais introduzir os troos de tubo. Para
colocar os cabos dentro das bainhas compridas, faa-o com
uma bicha de eletricista.
A BICHA DE ELETRICISTA :
Os fios condutores (rgidos) so descarnados 10 cm e depois
fixados extremidade da bicha de eletricista. Os outros fios
(descarnados 4 cm) so fixos ao primeiro. Trabalhe a dois,
um empurra enquanto o outro puxa. Preveja sempre um
ligeiro excedente de fio +/- 10 cm (de reserva).
AS DERIVAES :
Realize as derivaes com a ajuda de caixas de derivao
(exteriores ou encastrveis; estanques para as divises
hmidas). Elas so providas de entradas concntricas de
diferentes dimetros. Faa a abertura conveniente bainha
de PVC. A caixa alojar os bornes de ligao.
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MTODO A SEGUIR :
Por razes estticas, as bainhas e as caixas de derivao
so geralmente escondidas nas paredes, pavimentos, ou
tetos, em rasgos abertos com escopro e martelo ou com a
rebarbadora. Estes ltimos sero depois enchidos com
cimento (certifique -se no deixar entrar cimento para os
tubos).
TRAJETO DOS TUBOS :
Uma vez dissimulados nas paredes os tubos so
imperceptveis por baixo da pintura ou do papel de parede.
Furar portanto perigoso. por isso que recomendado
seguir um trajeto particular para a colocao dos tubos (veja
o desenho), de fazer um esquema ou tirar uma fotografia.
TUBOS EXTERIORES :
Os tubos colocados por fora da parede devem ser fixos com
o auxlio de braadeiras distanciadas de 30 cm entre si se o
tubo for horizontal e de 45 cm se for vertical. Se utilizar
uma curva coloque uma braadeira no mximo a 10 cm de
cada uma das suas extremidades (idem para as caixas,
tomadas, interruptores).
OS CABOS FLEXVEIS :
Alm dos condutores rgidos colocados dentro de um tubo
existem tambm cabos flexveis que agrupam vrios
condutores dentro de um isolamento plstico flexvel : WB,
VTLB, VTMB,...Estes cabos podem esta r colocados dentro ou
fora de uma parede, e so ideais para colocaes externas.
(Veja trajeto dos tubos).
AS CALHAS TCNICAS :
Existem ainda calhas plsticas especiais, chamadas calhas
tcnicas, prontas a receber os cabos e nas quais muito
fcil colocar tomadas ou interruptores. Estas calhas so
apenas coladas ou aparafusadas parede. Elas oferecem
uma soluo rpida e esttica.
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O X-ATO :
Deve primeiro cortar longitudinalmente a bainha flexvel que
envolve os condutores ou no caso de um condutor desigual
de dois fios paralelos, separar os dois fios. Utilize para isto
um x-ato de eletricista ou uma faca de alcatifa.
O ALICATE DE DESCARNAR :
A ponta de um alicate descarnador est munida de uma
abertura em "V" muito cortante e que retira o isolamento
protegendo o interior do condutor. Um parafuso de
regulao permite ajustar a abertura ao dimetro do fio. O
alicate corta e retira assim o isolamento sem danificar o
condutor.
DESCARNAR OS FIOS :
Uma vez cortado o pe dao de isolamento ele pode deslizar
ao longo do fio de cobre. No descarnar mais de 1 cm, o que
no apresenta nenhuma dificuldade se utilizar um
descarnador automtico : eles so de fato pr -regulados a
este comprimento.
OS FIOS :
Tora firmemente os filamentos de cobre, para que eles
formem um cabo bem compacto que facilmente introduzir
no borne. Pode igualmente ser necessrio encurva -los com a
ajuda de um alicate de pontas longas, para facilitar a
introduo nos contactos.
ISOLAMENTO :
Um condutor cuja bainha plstica esteja danificada
representa um perigo. Deve substitu- lo. Isto pode dar-se
com condutores rgidos entubados assim como com cabos
flexveis. Neste ltimo caso repare a bainha isolante com fita
isoladora especial.
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AS TOMADAS
INSTALAES ELTRICAS
A LIGAO :
Ligue o fio de terra, amarelo e verde, ao borne de terra
assinalado pelo smbolo habitual (trs traos horizontais e
um vertical). O fio da fase ligado ao borne marcado com
um "P", o neutro ao borne restante.
FIXAO :
Nos lados direito e esquerdo da armao metlica da
tomada encontram-se duas fixaes destinadas a mant -la
no local dentro da caixa. Se necessrio, desaperte um pouco
estas fixaes, reponha no local o miolo e reaperte.
Reponha a seguir o espelho.
SEGURANA CRIANAS :
As crianas brincam com as tomadas eltricas. Escolha
modelos equipados com dispositivos de segura na para
crianas, em que os buracos so obstrudos por uma placa
pivotante que voc deve rodar meia volta para ter acesso
aos contactos, ou modelos equipados com um obturador
especial chamado eclipse.
AS DERIVAES :
Nas novas construes utilizam-se caixas de derivao. Num
edifcio antigo por vezes difcil encontrar uma caixa, o mais
simples derivar a alimentao de uma tomada existente,
se o circuito no comportar mais de oito tomadas e se o
cabo tiver uma seco de 2,5 mm no mnimo.
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OS INTERRUPTORES
INSTALAES ELTRICAS
O INTERRUPTOR UNIPOLAR :
Ele dispe de dois bornes entre os quais estabelecido ou no contacto. O fio
da fase ligado ao borne marcado com um P ou uma patilha vermelha o outro
borne ligado lmpada por fio preto prolongando a fase. O neutro segue
inteiro at lmpada.
O INTERRUPTOR BIPOLAR :
No caso do inte rruptor bipolar, tanto a fase como o neutro
so interrompidos. As posies respectivas dos fios azuis e
castanhos no importam. Os bornes so em nmero de 4,
sendo 2 marcados com um P. Certifique -se de que o
condutor negro prolonga a fase.
O INTERRUPTOR DUPLO :
um interruptor de dois comandos que pode acender duas
lmpadas independentes. A fase ligada ao borne P de um
comando, por sua vez ligado ao borne vizinho. Os
prolongamentos desta fase comum chegam s lmpadas,
assim como os dois fios derivados do neu tro.
O VAIVM :
Este sistema permite acender indiferentemente uma
lmpada a partir de dois interruptores, munido de 4 bornes.
Os bornes similares presentes nos dois interrupto res devem
estar ligados entre eles.
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UM LUSTRE :
Para suspender uma lmpada no teto, ter necessidade de
uma bainha de suspenso (pequena placa em plstico com 3
furos). Passar o fio da lmpa da atravs da capa e depois
atravs de dois furos da barra.
A LIGAO :
Ligue os fios que saem do teto aos da lmpada, com um
dado de juno. As ligaes ficaro assim isoladas. Os fios
devem ser apertados no dado com parafusos. Para concluir,
faa deslizar a capa sobre a ligao.
APLIQUES E PLAFONIERS :
Uma vez que os fios saiam da parede ou do teto, apliques e
plafoniers esto prontos a ser colocados. Aperte os fios nos
contactos situados no casquilho.
AS LMPADAS FLUORESCENTES
Puxe os fios de alimentao atravs da abertura prevista no
teto. Aperte ao teto a placa de fixao. Ligue os fios como
deve ser no dado de juno da lmpada : castanho na fase,
azul no neutro, verde/amarelo na terra. Coloque a lmpada
e a tampa.
AS TENSES USUAIS :
A tenso fornecida pela rede dentro de casa de 220 V, mas
o uso de tenses baixa (12 V) impe-se, por medida de
segurana, para (entre outros) a campainha de entrada, o
trinco da porta da escada, o telefone de porteiro ou a
iluminao de halogneo.
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A CASA DE BANHO
INSTALAES ELTRICAS
A LIGAO EQUIPOTENCIAL :
Os elementos metlicos como a banheira, o poliban, as
condutas de gua, o esquentador e eventualmente os
caixilhos (se metlicos) devem estar ligados entre eles
terra. Esta ligao equipotencial complementar
obrigatria.
O DISJUNTOR DIFERENCIAL :
Um disjuntor diferencial de uma sensibilidade de 30 mA
obrigatrio para cada diviso hmida, assim como para a
mquina de lavar roupa, secar roupa e lavar loua, que
devem estar protegidas pelo mesmo. Verifique regularmente
o seu funcionamento, premindo o boto de fase, depois
rearmando-o.
OS VOLUMES DE SEGURANA :
A casa de banho est dividida em diferentes zonas ou
"volumes" definidos volta da banheira : o volume
envelope, o volume de proteo e o volume exterior. As
nicas instalaes eltricas autorizadas nos dois primeiros
devem estar alimentadas a 12 volts.
OS VOLUMES 2 E 3 :
Em volume 2 (volume de proteo), distncia de 60 cm da
periferia da banheira a instalao de iluminao protegida
mecanicamente admitida, no resto da casa de banho,
permitido instalar tomadas, interruptores ou aparelhos fixos
se forem protegidos contra as projees de gua.
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CONSELHOS DE SEGURANA
INSTALAES ELTRICAS
CORTAR A CORRENTE :
Mesmo se est habituado a efetuar os seus prprios trabalhos
de eletricidade, no negligencie nunca cortar a corrente an tes
de tudo, ao menos o circuito sobre o qual vai trabalhar. No
hesite em desligar o disjuntor principal se for necessrio (ao
lado do contador).
AS UNIES RPIDAS :
Para ligar dois fios nunca recorra s unies rpidas, utilize
um dado de juno : eliminar assim os riscos de falta de
isolamento, falsos contactos ou acidente.
16 / 16
Bricoficha
5.2
Verruma
A verruma utiliza-se para fazer o incio da rosca e para aparafusar a
direito. Tambm d uma grande ajuda em locais de difcil acesso,
onde no cabe o berbequim elctrico.
Berbequim/aparafusadora
A um berbequim/aparafusadora podem ser acoplados diversos
acessrios, como por exemplo: discos de lixa, discos de polimento,
etc., com os quais poderemos fazer trabalhos para alm de furar e
aparafusar. Apenas necessrio ter em conta a potncia da mquina
para determinados trabalhos.
Furador
A sua utilizao mais comum como marcador do local onde
colocaremos os parafusos, em superfcies metlicas. Tambm pode
ser utilizado em madeira.
2 Bricoficha
Tipos de martelos
Martelo de carpinteiro
Todos os martelos de carpinteiro se caracterizam por ter um lado
mais delgado, que se utiliza para cravar a ponta do prego
na madeira. Depois do prego estar seguro e no haver perigo
de se inclinar, acaba de se pregar com o lado mais contundente (bordo).
Martelo de orelhas
Este martelo tem uma dupla finalidade, para alm do seu uso
convencional para bater, tambm serve para extrair os pregos,
fazendo de alavanca.
Maceta
As macetas so muito mais pesadas que um martelo e por isso so
utilizadas para bater contundentemente contra um escopro (fazer
sulcos na parede, furos para tomadas, etc.).
Mao de madeira
H trabalhos que so mais delicados e requerem uma ateno
especial. Para bater em madeira sem a marcar necessrio utilizar o
mao de madeira, por exemplo, ao colar duas peas bate-se na zona
de unio para encaixar perfeitamente.
Puno
Existem vrias medidas de punes. Em funo do tamanho
do prego, deve escolher um puno com dimetro ligeiramente
menor do que o prego. A sua funo, cravar a cabea do prego
na madeira para que no se veja, e depois tapar o furo com pasta
de madeira.
Bricoficha
Alicates e chaves
Turqus
Utiliza-se basicamente para extrair pregos da madeira atravs do
princpio de alavanca. Com a ponta arredondada e o cabo comprido,
prende-se fortemente o prego e inclina-se a turqus para baixo. Para
efectuar um bom trabalho sem marcar a pea, esta deve ser
protegida com um pedao de plstico ou chapa que no se dobre.
Alicate expansivo
Tem a particularidade de se poder ajustar a diversos dimetros de
tubos, graas sua abertura de cremalheira, para alm de ter as
mandbulas dentadas para no resvalar quando se aperta ou
desaperta. A medida mais comum para realizar a maior parte dos
trabalhos de 235 mm.
Alicate universal
Permite-nos realizar uma variedade de trabalhos, uma vez que uma
mistura de turqus, chave inglesa ou alicate plano. Tem uma ponta
dentada para suster fortemente qualquer objecto, independentemente
da forma, e serve tambm para cortar cabos elctricos.
Chaves de caixa
As chaves de caixa tm um orifcio quadrado num dos lados, onde se
colocam diversos punhos (ex.: punho deslizante, com forma de T,
etc.). Um dos acessrios mais prticos a chave de roquete, com a
qual nunca necessrio soltar o cabo. No outro lado da chave h
lugar para as extenses ou caixas.
4 Bricoficha
Serrote de costas
Este serrote destina-se especificamente a fazer cortes totalmente
rectos, uma vez que a sua lmina est reforada por uma barra de
ao, na parte superior, que impede a mnima dobra.
Faca / Cortante
uma lmina com um cabo para conseguir um boa manobrabilidade
e evitar que resvale ao cortar, evitando cortes acidentais. As lminas
so descartveis e assim nunca necessrio afi-las. Utiliza-se para
cortar plstico, papel, peas de couro, linleo e alcatifas.
Bricoficha
Instrumentos de medida
Metro articulado e fita mtrica
O metro articulado pode ser de plstico ou de madeira e a sua
medida de 2 metros. A fita mtrica uma fita metlica ou plstica
que se enrola e pode ter um gancho na ponta, para se fixar ao
objecto a medir.
Os comprimentos so variveis, vo desde os 2 aos 50 metros, e tem
um sistema de fixao para evitar que se enrole involuntariamente.
Esquadro recto
Para marcar e fazer cortes em ngulos totalmente rectos, o esquadro
a ferramenta ideal.
Esquadro mvel
Diferencia-se do esquadro recto na medida em que o ngulo a marcar
totalmente livre e varivel, graas a um sistema de abertura que se
fixa atravs de uma ranhura e uma porca de orelhas.
Rgua
uma ripa de metal ou plstico totalmente recta para comprovar se
uma superfcie totalmente plana, por exemplo, para nivelar um solo
antes de colocar alcatifa ou azulejos. Tambm pode servir como
rgua ou guia.
6 Bricoficha
Vrios
Lima
No mercado h uma grande variedade de limas: para metal, madeira,
quadradas, triangulares, de meia cana, planas, redondas e de
diferentes tamanhos. A mais polivalente a de meia cana. Com a
utilizao, as ranhuras vo ficando tapadas, por isso necessrio
limpar com uma escova metlica, para que mantenham a sua
rugosidade e poder de abraso.
Formo
Serve para rebaixar a madeira, batendo com um mao. muito
importante que esteja bem afiado, nunca trabalhar em direco
a outra pessoa e nunca pr as mos frente do corte.
Plaina
Da mesma forma que o formo ou o cinzel, a plaina tambm serve
para rebaixar a madeira, mas em camadas finas. possvel variar
a profundidade do corte, movendo a lmina que se fixa atravs de
uma cunha.
Base de lixa
Quando se lixa utilizando directamente o papel, para alm de
possveis acidentes, as irregularidades da superfcie no so
eliminadas. Isso evita-se fixando o papel a um bloco que pode ser de
cortia, borracha ou plstico. Lixar sempre no sentido do veio da
madeira.
Escova metlica
uma escova com os plos metlicos que, devido ao seu grande
poder de abraso, permite retirar a ferrugem e a sujidade muito
incrustadas nas superfcies duras.
Bricoficha
Vrios
Cinzel
Quando queremos fazer um sulco, passar cabos elctricos ou fazer o
furo para uma tomada num tabique, utiliza-se o cinzel, batendo com
um mao.
Esptula
composta por uma lmina cromada ou anodizada para no oxidar.
Utiliza-se para aplicar betume ou gesso em furos e fissuras de
paredes/tectos. Tambm serve para retirar o papel de parede ou
raspar a pintura velha.
Medidas de proteco
Para qualquer trabalho de bricolage necessrio tomar certas
medidas de segurana. Para manipular produtos qumicos ou
corrosivos necessrio utilizar luvas de borracha. Utilizar uma
mscara para o p e vapores de alguns produtos qumicos. Ao lixar
ou cortar madeira e metais necessrio proteger os olhos do p
e das limalhas.
[Link]
Coleccione!
Bricoficha 05.03
AREJAMENTO E
VENTILACAO
LISTA DE MATERIAL
VENTILAO MECNICA
CONTROLADA (V.M.C.)
VENTILAO MECNICA PONTUAL
(V.M.P.)
VENTILAO MECNICA PO NTUAL
(V.M.P.)
COLOCAR UM EXTRATOR MURAL
COLOCAO DE UM EXTRATOR
DE JANELA
COLOCAO DE UM EXTRATOR
DE JANELA
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LISTA DE MATERIAL
AREJAMENTO E VENTILAO
CORTA VIDRO
CIRCULAR :
Este composto por um
rolete deslizante e por
uma ventosa a fixar
sobre o vidro.
DIAMANTE DE
VIDRACEIRO :
Este est dotado de uma
ponta de diamante ou
com um rolete de
carboneto metlico.
CHAVE DE PARAFUSOS
:
Um modelo de pontas
intercambiveis adapta se a vrios tipos de
parafusos.
ALICATE UNIVERSAL :
Multi-usos, ele est
preparado para apertar,
cortar ou dobrar.
PISTOLA DE COLA :
Um basto de cola
termoplstica que
derrete na pistola
eltrica.
PISTOLA DE
MASTIQUE :
Uma alavanca permite
empurrar o mastique, ou
silicone, para fora do
cartucho.
BERBEQUIM ELTRICO
:
Tenha em conta os
seguintes critrios :
potncia, regulao
eletrnica de velocidade,
inverso do sentido de
ro tao.
LUVAS :
Um par de luvas
resistente
indispensvel para
manipular o vidro.
SERRA DE METAIS :
Ela permite serrar tanto
plstico como metal.
ESCADOTE :
Estar mais seguro sobre
com um modelo com
plataforma.
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V.M.C.
AREJAMENTO E VENTILAO
VENTILAO :
Uma construo nova equipada com uma instalao de
aquecimento eltrico integrado e de vidros duplos necessita
de um sistema de ventilao mecnica controlada (V.M.C.).
A VMC leva o ar fresco a todas as divises da habitao e
evacua o ar saturado da cozinha, casa de banho e WC.
RECUPERAO DO AR QUENTE :
Este ar saturado em seguida expelido pelo telhado. Nos
sistemas mais aperfeioados, ele primeiramente
transportado atravs de um permutador de calor que
recupera as suas calorias para as restituir ao ar fresco que
entra para as divises habitveis. Tal dispositivo permite
economizar at 20%.
EVACUAO DO AR :
Dentro de cada diviso, uma boca colocada no teto aspira o
ar viciado que conduzido, atravs de tubos flexveis
(dimetro : 80, 125 ou 150 mm), at uma caixa situada no
sto, sob o telhado. De l, o ar expelido para fora por
uma abertura feita na cobertura ("o chapu da cobertura").
VELOCIDADE :
O sistema de VMC deve funcionar em permanncia. Dispor
de duas velocidades : a mais baixa permite o tratamento de
um dbito de ar mnimo. A velocidade de aspirao pode ser
regulada diviso por diviso, a regulao efetua-se ao nvel
da caixa.
AS ENTRADAS DE AR :
As en tradas naturais de ar fresco no so suficientes para
alimentar um sistema de ventilao mecnica controlada.
Dever ento, colocar na fachada grelhas de arejamento
(dbito de 15 a 30 m/h), geralmente na parte alta dos
caixilhos das janelas. Algumas so de dbito de ar regulvel.
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V.M.P.
AREJAMENTO E VENTILAO
PRINCPIO :
Numa casa j habitada, sobretudo por andares, a colocao
de condutas at ao sto seria complicada. Um extrator
individual em cada diviso hmida, colocado o mais alto
possvel e prximo da fon te de poluio, suficiente.
Falamos de VMP : ventilao mecnica pontual
O EXTRATOR HELICOIDAL :
Para evacuar o ar viciado diretamente atravs de uma janela
ou de uma parede e sem conduta, instale um extrator (ou
ventilador, estes dois nomes designam o mesmo aparelho)
helicoidal. Estes aparelhos so mecnicos ou eltricos, e so
recomendados onde um dbito de ar (sem presso)
necessrio.
EXTRATOR CENTRFUGO :
Se dispe de uma conduta de evacuao curta, vertical ou
horizontal, coloque um extrator (hlico -)centrfugo.
Coloque-o no importa em que posio, ele permitir
renovar o ar viciado com um dbito elevado e uma presso
mdia.
OS EXTRATORES DE TURBINA :
Se a sua conduta de evacuao longa ou curva, escolha de
preferncia extratores centrfugos com turbina. Estes
fornecem uma presso e um dbito importantes.
indispensvel equipar as condutas de evacuao em
exaustores e mquinas de secar para evitar a condensao.
A CIRCULAO DO AR :
O funcionamento de um extrator provoca uma ligeira
depresso : o ar exterior assim "aspirado" para o interior,
o que compensa o volume do ar evacuado. prefervel criar
uma entrada de ar fresco colocando grelhas nos caixilhos
das janelas do que colocar um ventilador.
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V.M.P.
AREJAMENTO E VENTILAO
A ENTRADA DE AR :
Dever naturalmente prever uma entrada de ar fresco nas
divises onde colocar um extrator. Coloque uma grelh a de
arejamento na porta da diviso, o mais longe possvel do
extrator e o mais perto possvel do cho, ou ento deixe sob
a porta uma fenda suficiente (2 a 3 mm).
RENOVAO D O AR :
Para respeitar as regras de higiene e assegurar um mximo de conforto, a
renovao do ar dever ter lugar num determinado nmero de vezes por hora,
de acordo com a funo do local. Este nmero obtem-se atravs de um
coeficiente. Calcule o volume da diviso (adicione a este as divises
comunicantes).
DBITO :
Multiplique este volume pelo coeficiente de renovao do ar para encontrar o
dbito mximo (em m/h) do extrator. Para obter o clculo dos desperdcios
nas canalizaes longas ou curvas, preveja um aparelho com uma potncia
ligeiramente superior ao resultado dos seus clculos.
OS WC'S :
Nos WC's, coloque um extrator mural ou no teto. O
coeficiente a utilizar para os seus clculos aqui de 8 a 10.
Se o seu extrator estiver equipado com um temporizador,
este nmero ento somente de 7 a 9. O dimetro da
conduta de evacuao ser de 10 cm.
AS CASAS DE BANHO :
Para a casa de banho, escolha tambm um extrator para
colocar na parede ou no teto, ou um extrator para vidro. O
coeficiente de renovao do ar aqui de 6 a 8, de 5 a 7
para um extrator com temporizador. O dimetro da conduta
ser de 10 cm ou 12,5 cm conforme o aparelho.
A COZINHA :
Alm do extrator sobre o fogo, poder escolher para a
cozinha um extrator de parede ou teto. O coeficiente de
renovao de 6 a 10. O dimetro de evacuao ser de 10
cm ou 12,5 cm.
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FAZER A ABERTURA :
A maior parte dos extratores de encastrar esto provid os
com uma caixa retangular. Para fazer na parede a abertura
necessria, utilize um escopro e um mao. Se tiver de
partir tijolos, comece de cima para baixo para obter um
trabalho perfeito.
COLOCAO DO APARELHO :
Uma vez acabada a abertura, introduza a caixa do extrator
no lugar. Situe o fio eltrico em funo da caixa de
derivao. Faa passar os cabos atravs da abertura
prevista para este efeito.
ABERTURA REDONDA :
Para efetua r numa parede uma abertura redonda (para a
passagem da conduta de evacuao), trace o crculo na
parede depois fure sobre todo o seu permetro uma linha
contnua de furos. Se necessrio, desprenda em seguida
com um martelo. Numa parede dupla, certifique-se que
alinhou bem as duas aberturas.
SADA DA CONDUTA :
Na sada da conduta encontra -se uma grelha de arejamento,
montada sobre um corpo geralmente munido de pedaos
concntricos a serrar com o dimetro pretendido
(simplesmente com a serra de metais). Aplique silicone
sobre o contorno do ltimo pedao, afim de lhe dar a ligao
estanque.
A GRELHA DE AREJAMENTO :
A grelha de arejamento que se coloca no exterior da parede
(e que deve por vezes ser montada para sua proteo) est
munida de palas mveis, o mesmo que dizer de palhetas
finas que s se abrem quando o ar expulso para o
exterior. Fechadas elas impedem a entrada de ar fresco.
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LOCAL :
Antes de colocar um extrator numa janela, assegure-se que
ele no ficar saliente no exterior, incomodando assim o
fecho do estore. Se este problema no se puser, desmonte a
janela e deite-a, mastique ou cole por cima.
DIMETRO DO APARELHO :
No local de colocao do extrator, trace o dimetro da
abertura com uma caneta de feltro, (a pelo menos 5 mm do
caixilho). Indique o dentro do dimetro com uma linha
perpendicular : nesse ponto que dever colocar a ventosa
do corta-vidro circular.
O CORTE DO VIDRO :
Afim de facilitar o corte, trace ainda, com o corta -vidro,
crculos concntricos de dimetros decrescentes, depois,
com um diamante de vidraceiro, trace linhas no interior do
crculo.
LIBERTAR A ABERTURA :
Com o corta -vidro, bata ligeiramente a parte posterior do
vidro ao longo das estrias at que as linhas brancas
apaream. Liberte assim o centro do crculo. Com as
aberturas laterais da ferramenta, parta o interior do crculo
at obter um corte limpo. Elimine os defeitos.
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O TRINGULO DE ADAPTAO :
Para evitar ter de efetuar o corte circular, pode
simplesmente utilizar um tringulo de adaptao : uma
placa triangular especial na qual um crculo est j cortado.
necessrio apenas cortar um tringulo no vidro, com o
diamante de vidraceiro.
COLOCAO DO TRINGULO :
Coloque o tringulo no stio depois fixe-o pelo seu lado mais
comprido, graas junta de estanquecidade. Os dois lados
do ngulo reto so seguros por mastique. O ventilador
poder de seguida ser montado.
LIGAO :
Para finalizar, efetue a ligao eltrica do aparelho. Ligue as
pontas do cabo flexvel de alimentao a uma caixa de
derivao. Cole o cabo janela (com uma pistola de cola).
Se o funcionamento do extrator for comandado por um
cordel, este dever pender livremente. librement.
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Bricoficha
Como utilizar
a tpia
5.3
Lista de materiais
Nvel de dificuldade:
Mdia
Tpia / escateladora
Tupia
Ferramentas
elctricas
Gramos
de carpinteiro
Ferramentas
manuais
Bancada
de trabalho
Ferramentas
elctricas
Esquadro
Ferramentas
manuais
Graminho
Ferramentas
manuais
Ferramentas
manuais
Mscara
de proteco
Fita mtrica
Ferramentas
manuais
Ferramentas
manuais
Extenso elctrica
Moldes
Ferramentas
manuais
Bricoficha
Electricidade
A tpia
A tpia
Com a tpia, podemos realizar diferentes trabalhos (sempre de madeira), como por exemplo: encaixes para
as dobradias das portas, ranhuras para os gonzos de portas e janelas, ranhuras, molduras ou perfis diversos.
Em comparao com um berbequim, a tpia tem a vantagem de alcanar uma velocidade de rotao do
seu motor mais elevada (11.000 a 30.000 rpm comparadas s 3000 do berbequim), obtendo uma superfcie
to lisa que nos permite prescindir da lixa.
O mecanismo de penetrao
As tpias so formadas por um sistema de colunas de molas que fazem
fora para levantar a caixa-motor. Com as duas pegas laterais fazemos subir
e descer a caixa-motor sobre a pea de madeira. O motor faz girar um eixo
central no qual fixaremos a fresa ou lmina.
Montagem da fresa
Com a tpia sempre desligada da corrente, bloqueamos o eixo com a chave de
bocas (alguns modelos bloqueiam-se automaticamente assim que o motor pra).
Com a chave de bocas que vem com a mquina, afrouxamos a porca do eixo
e colocamos a fresa que queremos utilizar, voltando a apertar a porca.
Recomendaes
Para evitar o desgaste prematuro das fresas e para que as ranhuras sejam
bem feitas, no devemos trabalhar a uma profundidade excessiva. Se as
passagens forem superiores a 5 mm de profundidade teremos de efectuar o
trabalho por fases; por exemplo: para uma profundidade de 12 mm
efectuaremos 3 passagens de 4 mm cada uma.
Bricoficha
Utilizao
Colocao do material
As tpias trabalham a altas rotaes e, por isso, a pea a trabalhar tem
de estar firmemente presa bancada de trabalho. O percurso da fresa deve
ser contnuo e sem pausas, pelo que os grampos que seguram a madeira ou
outros utenslios no devem perturbar o percurso a realizar.
Direco de deslocamento
O motor da tpia s roda numa direco. Por isso, a direco de
deslocamento da mquina vital. Se guiarmos a tpia noutra direco, a
fresa chocaria com a madeira e esta ficaria danificada. A mquina tem de
avanar na direco contrria rotao da fresa.
Parar a tpia
Ao chegar ao fim da madeira, teremos de retirar a tpia e, uma vez fora
da pea, paramos a mquina. Desligamos este aparelho da corrente elctrica
e desbloqueamos a caixa-motor para que suba e para que a fresa fique
oculta enquanto acaba de rodar.
Bricoficha
Acessrios de guia
O batente lateral
Para fazer uma ranhura totalmente em linha recta na superfcie da madeira,
acoplamos o batente lateral tpia. O batente lateral composto por
hastes com uma escala de graduao (o que muito til para fazer ranhuras
paralelas) e uma parte que apoiamos no canto da madeira.
A guia de esquadro
o acessrio que utilizamos para realizar encaixes (fresar o canto de uma
porta para colocar as dobradias). Um dos lados apoia-se sobre a parte larga
da pea e a tpia fica paralela ao solo.
Bricoficha
Dispositivos de guia
A guia circular
Permite-nos realizar aberturas redondas ou ranhuras circulares. A guia
circular presa madeira atravs de uma ponta de centragem que far de
eixo. A tpia, ao penetrar muito ou pouco pelas hastes da guia, variar o
dimetro da abertura ou ranhura.
Dispositivo de repetio
Este acessrio s existe nalgumas mquinas e de grande utilidade
para produzir uma srie de peas totalmente idnticas. O dispositivo de
repetio consiste numa pequena placa com uma abertura para a passagem
da fresa e est aparafusada por baixo do disco da tpia, o qual,
trabalhando com um molde, permite-nos a sua reproduo exacta.
Mesa em esquadro
A mesa em esquadro fixada no rebordo da bancada de trabalho por meio
de grampos e a tpia ficar paralela ao solo. Com a mesa em esquadro,
a tpia no se mexe e, por isso, somos ns que aproximamos a pea
(devem ser peas fceis de manejar).
Bricoficha
Os encaixes
Encaixe cauda-de-andorinha
O encaixe designado por cauda-de-andorinha muito prtico para construir
caixotes, alm de ser totalmente invisvel na parte frontal. a unio entre as
partes laterais, a parte frontal e a final do caixote. Para fazer uma unio com
este sistema devemos usar um molde especial para esse efeito e a fresa de
cauda-de-andorinha.
Encaixe recto
Para realizar um entalhe de encaixe recto, utilizamos o mesmo molde que o
da cauda-de-andorinha. A nica coisa a alterar a fresa que, em vez de ser
de cauda-de-andorinha, ser a de entalhar. (Ver tipos de fresas).
A tpia-escateladora
Para unir duas peas de madeira em ngulo, temos de efectuar algumas
ranhuras nos cantos. Para isso, utilizamos uma lmina circular de pequeno
dimetro que acoplamos tpia, em conjunto com a guia lateral.
Tambm podemos utilizar uma mquina especfica para realizar este
trabalho, a rebarbadora.
Bricoficha
Tipos de fresas
Tipos de fresas
A escolha da fresa depender do trabalho que tenhamos de realizar. As fresas podem ser de corte nico ou de
corte duplo. As de corte nico so mais rpidas, rebaixando a madeira e com as de corte duplo conseguimos
obter uns acabamentos mais finos e de maior qualidade. Existem fresas HSS ou de carboneto de tungstnio.
As fresas tratadas com carboneto duram muito mais, mas s se devem utilizar em painis derivados da madeira. As fresas HSS destinam-se ao trabalho de madeiras macias (duras). As fresas devem ser guardadas separadamente e sem baterem umas nas outras para no danificar a superfcie de corte.
A fresa de meia cana (4) serve para efectuar ornamentos e perfilar, por
exemplo: em guarnies de portas e janelas. Com a fresa para encaixes (5)
rebaixamos a madeira e obtemos entalhes em ngulos e marcos de portas. A
fresa de nivelar (6), tal como o seu prprio nome indica, serve para nivelar
madeira contraplacada ou revestida com qualquer material. Assim, obteremos
uma continuidade perfeita entre a madeira e o material de revestimento.
A fresa de biselar (7) utiliza-se para obter um acabamento decorativo de rebordos (cantos a 45). Com a fresa quarto de crculo (8) obtemos um resultado
semelhante fresa para arredondar, mas com um entalhe adicional no rebordo.
utilizada quando necessitamos de rebordos decorativos. A fresa de entalhar ou
disco (9) ideal para os cantos de tabuleiros e para fazer unies entre macho e
fmea. Para obter acabamentos muito decorativos, uma boa opo a fresa de
perfilar (10). Com ela, podemos obter uma bonita moldura.
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Coleccione!
Bricoficha 05.04
AQUECIMENTO
ELTRICO
LISTA DE MATERIAL
O AQUECIMENTO ELTRICO
PONTUAL
A ESCOLHA
A ESCOLHA
AS REGULAES
A SEGURANA
A CASA DE BANHO
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LISTA DE MATERIAL
AQUECIMENTO ELTRICO
MULTMETRO :
Aparelho digital ou no,
com cabos isolados, para
medir a tenso, a
corrente e a resistncia.
BUSCA -PLOS :
Pequena chave de fendas
que permite detectar a
presena de tenso
(numa tomada eltrica
por exemplo).
BICHA DE
ELETRICISTA :
Permite o enfiamento de
cabos por dentro dos
tubos de PVC.
SERRA DE METAIS :
Instrumento ideal para
serrar metal e tambm
plstico. Uma mini serra
de metais permite cortar
os tubos de PVC.
ALICATE
DESCARNADOR :
utilizado para retirar o
isolante de um cabo
eltrico sem danificar os
fios condutores.
ALICATE DE PONTAS
LONGAS :
Escolha um modelo de
punhos isolados, que lhe
permita dobrar as pontas
dos fios de alimentao.
X-ATO :
Graas s suas lminas
descartveis dispe e m
permanncia de uma
ferramenta cortante
afiada.
BERBEQUIM /
APARAFUSADORA :
Se necessitar de cortar a
corrente muna-se de um
modelo sem fio.
REBARBADORA :
A mquina mais rpida
para fazer rasgos numa
parede. Proteja-se com
roupa e culos especiais.
MARTELO E ESCOPRO :
Eles ser-lhe-o
necessrios para abrir
buracos nas paredes.
2/ 8
AS VANTAGENS :
Contrariamente a outros sistemas de aquecimento, como aqueles de circulao
de gua quente por exemplo, o transporte de eletricidade efetua-se sem perda
de energia. Pode-se ento falar de um rendimento de aproximadamente 100%
aquando da transformao de eletricidade em calor.
O AQUECIMENTO DIRETO PONTUAL :
No caso de aquecimento chamado "direto", a energia transformada
localmente em calor. O aparelho de aquecimento, porttil, deslocado
segundo as necessidades. Os pequenos radiadores capazes de aquecer
ra pidamente um espao reduzido oferecem assim uma soluo ideal para as
casas de banho, varandas, etc.
(NOVO) CIRCUITO ELTRICO :
Assegure -se de que a instalao eltrica da casa e a seco
dos circuitos em questo, so apropriados. A seco dos fios
deve ser de 2,5 mm no mnimo (corta -circuitos de 16 A ou
automticos de 20). Um diferencial de 30 mA aumentar a
sua segurana.
TOMADA DE TERRA :
Para sua segurana, ligue os aparelhos de aquecimento a
tomadas equipadas com um condutor de terra (na casa de
banho, isto impe rativo!). Este condutor est ligado a um
eletrodo de terra, o que o protege de choques eltricos (no
caso onde a corrente atravessa o chassis do aparelho).
A POTNCIA :
O consumo (potncia) total dos aparelhos ligados sobre um
mesmo circuito (entre outros, o aquecimento pontual)
limitado. Divida a potncia total (em watts) dos aparelhos
pela tenso de distribuio (220 V) para calcular o valor do
corta-circuito : 10 A para um aparelho de 2000 watts.
3/ 8
A ESCOLHA
AQUECIMENTO ELTRICO
OS CONVETORES :
A potncia dos convetores varia entre 500 E 3000 W. Estes
aparelhos repartem bem o calor (horizontalmente), esto
providos de uma regulao mecnica ou eletrnica e so
silenciosos adequados para divises de permanncia). Pelo
contrrio no so destinados a uma utilizao contnua.
PRINCPIO DE FUNCIONAMENTO :
Os convetores esto equipados com chassis met licos providos de abertura em
cima e em baixo, e contm resistncias eltricas cuja temperatura pode subir
at aos 1200 C estas ltimas reaquecem o ar ambiente assim que so ligadas
sob tenso. O ar assim aquecido eleva -se do aparelho, enquanto que o ar m ais
frio aspirado pelas aberturas situadas na base do aparelho e, depois aquecido
por sua vez (o convetor deve encontrar-se a pelo menos 15 cm do cho).
Estabelece-se assem uma circulao de ar que dura tanto quanto as
resistncias aquecem.
OS RADIADORES VENTOINHA :
Uma turbina aspira o ar frio sobre as resistncias
aquecedoras, para o propulsar para o exterior uma vez
reaquecido : esta circulao acelerada permite um
reaquecimento mais rpido. O ventilador, pequeno e leve,
podem tambm ser associado a um convetor : aparelho
convetor-ventilador.
OS APARELHOS IRRADIADORES :
Estes aparelhos emitem uma irradiao infravermelha, por
intermdio de tubos de quartz ou de elementos halognios
levados a altssima temperatura (700 a 900 C). Eles
aquecem muito rapidamente, de modo muito localizado, e
sem barulho. Tm uma potncia de apenas 1200 watts.
PRINCPIO DE FUNCIONAMENTO :
Estes aparelhos no esto equipados com um termostato mas com um ou
vrios interruptores permitindo selecionar diferentes intensidades de
aquecimento. So chamados de "irradiadores" porque esto munidos de um
defletor, um fundo refletor que permite concentrar e dirigir o calor fornecido.
Os objetos prximos (como o corpo humano) absorvem o calor emitido, e a
sua temperatura eleva-se, dando uma sensao de aquecimento imediato.
Estes aparelhos aquecem pouco o ar : portanto intil liga -los
antecipadamente para aquecer um local.
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A ESCOLHA
AQUECIMENTO ELTRICO
OS RADIADORES A LEO :
Uma carrosseria metlica, semelhante dos aparelhos de
aquecimento central, contm leo, um bom condutor
trmico. Este ltimo aquecido por resistncias eltricas (at
75 C). Estes aparelhos, silenciosos, so mais pesados e
menos prticos que os convetores.
OS APARELHOS IRRADIANTES :
Trata -se de painis finos de grandes dimenses, co ntendo
resistncias e fornecendo um calor de conveco e de
irradiao. Este ltimo nitidamente mais fraco que no caso
dos irradiadores, e a temperatura atingida (40 a 60 C)
diminui os riscos de queimaduras.
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AS REGULAES
AQUECIMENTO ELTRICO
O TERMOSTATO :
Existem termostatos mecnicos (hidrulico ou bimetal) ou
eletrnicos. Estes ltimos so mais precisos
(aproximadamente em fraes do grau). Um termostato de
ambiente oferece uma medida mais fivel, visto que
controla realmente a temperatura da diviso e no a do
aparelho.
A PROTEO ANTI-GELO :
O boto do termostato comporta geralmente 6 ou 7 posies
(do menos ao mais quente) permitindo regular a
temperatura de 5 a 35 C. O primeiro ponto representa a
posio anti-gelo (funciona por volta dos 5 C), assinalado
por uma estrela de geada.
A POSIO "ECO" :
Encontram-se convetores de diversas potncias,
compreendidas entre 500 e 3000 W. Uma possibilidade
muito vantajosa aquela que permite ao aparelho, uma vez
alcanada a temperatura desejada, reduzir para metade o
seu prprio consumo. Este funciona ento em modo
"econmico".
FIXAO DE PAREDE :
Nalguns casos possvel fixar os convetores parede, a no
mnimo 15 cm do cho. Por vezes o convetor pode ser
encaixado ou aparafusado sobre o suporte. Coloque-o
debaixo de uma janela ou sobre uma parede fria, mas nunca
numa corrente de ar.
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A SEGURANA
AQUECIMENTO ELTRICO
OS VISORES DE CONTROLE :
Salienta-se o funcionamento dos aparelhos a
infravermelhos ou a ventilador. Isto no o caso para os
outros modelos (a leo por exemplo) : escolha-os munidos
de visores indicativos,, em primeiro lugar, que o aparelho
est sob tenso , em segundo que ele est em
funcionamento.
NO CUBRA OS APARELHOS :
As aberturas situadas em cima e em baixo de um convetor
nunca devero ser obstrudas, porque no somente este se
torna ineficaz, como existe tambm o risco de
sobreaquecimento. No coloque nada sobre um "irradiador"
(nem nas proximidades), e tenha cuidado com cortinados,
roupa ou outros objetos em volta.
EM CASO DE SOBREAQUECIMENTO OU QUEDA :
A maioria dos aparelhos modernos esto protegidos, graas
a um termostato muito sensvel, contra o sobreaquecimento.
Outra segurana : em caso de queda brutal, eles param
imediatamente de funcionar, e s voltam a funcionar quando
colocados na sua posio.
O MATERIAL :
Assegure -se de que o material que compe o chassis que
protege os elementos que aquecem so pouco condutores
de calor. Isto ainda mais importante no caso dos aparelhos
irradiadores a infravermelhos. Existem tambm os painis
irradiantes cuja temperatura moderada.
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A CASA DE BANHO
AQUECIMENTO ELTRICO
A INSTALAO :
Um radiador eltrico de casa de banho deve ser instalado o
mais alto possvel na parede, e certamente a temperatura
dever ser a mais elevada. Os aparelhos irradiadores
devero ser orientados em direo da banheira ou do duche,
segundo as necessidades dos utilizadores.
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Bricoficha 05.05
INSTALAR ILUMINAO
EXTERIOR
LISTA DE MATERIAL
SEGURANA
A ILUMINAO DE PAREDE
A ILUMINAO DE PAREDE
A ILUMINAO DE JARDIM
A ILUMINAO DE JARDIM
A ILUMINAO DE JARDIM
1/ 8
LISTA DE MATERIAL
INSTALAR ILUMINAO EXTERIOR
ALICATE
DESCARNADOR :
utilizado para retirar o
revestimento isolante de
um cabo eltrico sem
danificar os fios
condutores.
ALICATE DE PONTAS :
Escolha um modelo de
punhos isolados, que lhe
permita dobrar a ponta
dos fios de alimentao.
BERBEQUIM ELTRICO
:
Escolha segundo os
critrios seguintes :
potncia, regulador de
velocidade, com ou sem
fio, reversvel.
BICHA DE
ELETRICISTA :
Permite a colocao de
cabos por dentro de
tubos de PVC.
CHAVE DE PARAFUSOS
:
Um modelo com ponta
intercambivel adapta -se
a todos os tipos de
parafusos.
P :
De preferncia de a o
temperado. A sua lmina
pode ser polida numa ou
nas duas faces.
FITA-MTRICA :
O retorno automtico e o
boto de bloqueio so
opes bastante
interessantes.
BUSCA -POLOS :
Pequena chave de fendas
que permite detectar a
presena de tenso
(numa tomada eltrica
por exemplo).
SERRA DE METAIS :
A ferramenta ideal para
serrar metal e tambm
plstico.
X-ATO :
Graas s suas lminas
substituveis, dispe em
permanncia de um
instrumento cortante
afiado.
2/ 8
SEGURANA
INSTALAR ILUMINAO EXTERIOR
PROTEO :
As letras IP seguidas de dois nmeros indicam o nvel de
proteo dos aparelhos. O primeiro nmero indica a
estanquecidade do material em relao s poeiras. Para a
iluminao exterior, o primeiro nmero deve ser no mnimo
4 (o mximo 6).
O segundo nmero consiste no grau de estanquecidade do
aparelho. Ele deve ser pelo menos de 3, o que indica uma
proteo contra uma pequena chuva. A partir do ndice 4, os
materiais resistem fora de um jacto de gua. Quanto ao
nvel 7, ele resis te imerso. Opte por um IP de pelo menos
44.
LIGAO TERRA :
Os aparelhos com peas metlicas no devem apresentar o
perigo de choque eltrico. Os da classe II beneficiam de um
duplo isolamento e no necessitam de fio de terra. Os
projetores da classe I devem pelo contrrio ser ligados
terra (fio amarelo/verde).
DISJUNTOR :
O grau de humidade mais elevado no exterior aumenta os
riscos. Pelo que dever redobrar a ateno, ligando por
exemplo a instalao exterior a um disjuntor diferencial de
30 mA que no dever servir para nenhum outro dispositivo
eltrico.
3/ 8
A ILUMINAO DE PAREDE
INSTALAR ILUMINAO EXTERIOR
AS LMPADAS INCANDESCENTES :
A maioria dos candeeiros so previstos para lmpadas
incandescentes "standard" (E27). Trata -se geralmente de
globos ou lanternas, que pode equipar com lmpadas de 75
ou 100 watts ou lmpadas de refletor incorporado, (spots).
OS PROJETORES HALOGNEO :
Contrariamente luz suave difundida pelas lmpadas
incandescentes, destinada acima de tudo a facilitar a
circulao noturna, os projetores de halognio fornecem
uma luz forte de tal forma a desencorajar, por exemplo, os
visitantes indesejados.
ALTURA DA ILUMINAO :
Se a iluminao for destinada proteo contra intrusos,
deve ser colocada suficientemente alta por forma a ficar
inacessvel sem a ajuda de um escadote ou de um banco.
Pela mesma razo, os interruptores devem ser instalados
no interior da casa.
A PERFURAO :
Evite sempre que possvel a presena de cabos visveis
sobre a fachada, no s inesttico como tambm no
seguro. O cabo deve assim, sair da parede no local exato da
iluminao. Para a perfurao, utilize uma broca de
dimetro superior ao do fio eltrico a instalar.
OS CABOS :
Se colocar cabos exteriores, proteja -os dentro de um tubo
isolante rgido que fixar fachada com abraadeiras de
aperto especiais.
4/ 8
A ILUMINAO DE PAREDE
INSTALAR ILUMINAO EXTERIOR
AS LIGAES DE CABO :
Descarne as extremidades dos fios, depois fixe-os no
casquil ho. Nalguns casos poder necessitar de uma caixa
de juno. Ligue juntamente os fios da mesma cor. Se o
candeeiro tiver partes metlicas, lembre -se de ligar o cabo
de terra (amarelo / verde), estrutura do candeeiro.
APARELHO ESTANQUE :
A estanquecidade do aparelho geralmente assegurada por
uma junta de borracha colocada entre o casquilho e o
globo. Se no for este o caso, o corpo do aparelho,
concebido de forma a que a gua que entre possa escoar
rapidamente sem entrar em contato com os elementos sob
tenso.
INTERRUPTOR BIPOLAR :
Coloque se possvel o interruptor no interior : evitar assim
ter de sair para o acender. Seno, coloque um interruptor
estanque. Este dever obrigato riamente ser bipolar (ou seja,
cortar a corrente nos dois pontos : fase e neutro).
DETECTORES DE MOVIMENTO :
Estes aparelhos esto equipados com um dispositivo de
infravermelhos que detecta os movimentos numa
determinada zona provocando assim o funcionamento do
candeeiro. O sistema de deteo mais sensvel nas zonas
laterais : tenha isso em conta quando escolher o local de
colocao (assim como a altura).
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A ILUMINAO DE JARDIM
INSTALAR ILUMINAO EXTERIOR
O PLANO DE INSTALAO :
Execute antecipadamente um plano sobre o qual determinar a colocao da
iluminao e dos interruptores, o trajeto subterrneo dos cabos , a ligao
terra e a provenincia da alimentao eltrica.
No procure necessariamente o caminho mais curto para ligar entre si os
candeeiros. Se quiser economizar cabo, no deve ser em detrimento da sua
relva : ser talvez prefervel, para poupar a re lva, seguir o traado de um
caminho por exemplo.
TIPO DE CABO :
O circuito de alimentao deve obrigatoriamente ser feito
com o cabo VVB.
OS CABOS ENTERRADOS :
Quanto aos cabos enterrados, obrigatrio coloc-los num
tubo. Pode utilizar tambm os acessrios de ligaes
(joelhos e unies) afim de obter um circuito de cabos
contnuo.
A GRELHA DE SEGURANA :
Depois de colocar o tubo, instale uma grelha de segurana
de cor vermelha assinalando a passagem de uma ligao
eltrica (no caso de reabertura da vala).
PROFUNDIDADE :
Enterre o cabo a 60 cm de profundidade, 1 metro sob um
caminho utilizado por automveis. No o faa se o solo for
pantanoso, arenoso ou instvel ! Aconselha -se geralmente
escavar at 70 cm afim de colocar o cabo sobre um leito de
areia com 10 cm de espessura destinado a compensar as
presses.
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A ILUMINAO DE JARDIM
INSTALAR ILUMINAO EXTERIOR
A PERFURAO DA PAREDE :
Como para a iluminao de parede, utilize para a
perfurao uma broca de dimetro superior ao do cabo.
Uma vez este colocado no furo, tape cuidadosamente os
espaos volta com mastique, este indispensvel, se o
furo for ao nvel do solo, para evitar fugas posteriores.
LIGAO EM SRIE :
No efetue ligaes subterrneas. Se desejar ligar entre si
vrios candeeiros, pode liga-los ao nvel do casquilho,
desde que os aparelhos estejam preparados para tal
ligao.
CAIXA DE DERIVAO :
Se os aparelhos no permitirem este tipo de ligao s lhe
resta a possibilidade de instalar uma caixa de derivao que
colocar, acima do nvel do solo, na parede, e de onde far
sair um cabo subterrneo em direo a cada candeeiro.
CAIXA ESTANQUE :
Deve obrigatoriamente tratar-se de uma caixa de derivao
estanque : a estanquecidade assegurada por uma junta
na caixa e por mangas (a cortar com o dimetro apropriado
ao cabo na altura da instalao) nas entradas e sadas dos
fios. Estas caixas no so contudo previstas para uma
imerso !
LIGAO :
Efetue as ligaes que nos bornes da caixa, que nas caixas
de juno. No descarne os fios mais do que o necessrio e
evite a utilizao de cabos danificados.
7/ 8
A ILUMINAO DE JARDIM
INSTALAR ILUMINAO EXTERIOR
ALIMENTAO :
Tal como no interior da casa, poder ligar at 8 candeeiros
no mesmo circuito. Utilize um cabo de seco 1,5 mm
(com um disjuntor de 10 A) para um circuito de candeeiros,
ou de 2,5 mm (com disjunto de 16 A) se colocar tambm
as tomadas.
FIXAR AO CHO :
Os candeeiros estaro muito expostos ao vento : estes
devem por isso ser solidamente fixos ao solo, sobre um
macio de beto por exemplo. Assegure -se de passar o
tubo protetor com o cabo antes de encher a fundao de
beto.
ESTACAS DE JARDIM :
Existem candeeiros montados sobre uma estaca a enterrar
no cho, ou projetores portteis providos de um suporte
largo e estvel, equipados com uma ficha com borne de
terra, que podem simplesmente ser ligados a uma tomada.
TOMADA ESTANQUE IP 55 :
Os candeeiros sobre uma estaca ou os projetores portteis
podem ser ligados s tomadas distribudas por todo o
jardim. Estas ltimas servem igualmente para ligar a
mquina de aparar relva ou o corta -sebes. Preveja no
interior, um interruptor que permita cortar toda a energia.
8/ 8
Bricoficha
Como lixar
5.5
Lista de materiais
Nvel de Dificuldade:
Mdio
Discos
abrasivos
Base
de lixa
Ferramentas
elctricas
Mscara
+ culos
Ferramentas
manuais
Lixa
de papel
Ferramentas
manuais
Abrasivo
para chapas
de ao
Ferramentas
elctricas
Lixadeira
vibratria
Ferramentas
manuais
Lixadeira
excntrica
Ferramentas
elctricas
Lixadeira
de rolos
Ferramentas
elctricas
Lima
elctrica
Ferramentas
elctricas
Escovas
abrasivas
Ferramentas
elctricas
Bricoficha
Ferramentas
elctricas
Os abrasivos
Para qu lixar?
Para preparar superfcies, alisando-as de forma a que se possam tratar posteriormente
(pintar, envernizar...). Pode ser feito mo ou com ferramentas elctricas. Recomenda-se a
utilizao da mquina para trabalhos maiores e dar os retoques finais mo.
Tipos de abrasivos
Existem diferentes tipos de materiais abrasivos para se adaptar s necessidades em termos
de tamanho, granulometria e largura. Estes materiais acoplam-se s mquinas de lixar e deve
escolher-se o mais adequado para cada caso.
Densidade do granulado
Para saber qual o abrasivo mais eficaz deve ver-se a densidade do granulado. Quanto maior
for a densidade (closed coat) maior a eficcia, mas tambm suja mais. Para polir madeiras
mais moles ou resinosas, recomenda-se um abrasivo de granulado menos denso (open coat).
Tamanho do granulado
Para alm da densidade e forma do granulado, tambm necessrio ter em conta o seu
tamanho. Um granulado pequeno exerce uma aco mais lenta e penetra menos na pea
a trabalhar. Um granulado maior penetra mais profundamente na madeira, ao mesmo tempo
que deixa raspaduras mais profundas.
3
Bricoficha
Lixagem manual
Tcnica
Para que a lixagem no marque a madeira, deve utilizar-se um papel de gro mais fino
medida que o trabalho for avanando. Existem diferentes tipos de granulado, classificados
por nmeros (de 30 a 600 gros por cm2).
De 30, 40, 50: muito grosso.
De 60, 80: grosso.
De 100, 120: mdio.
De 150, 180: fino.
De 220, 440: muito fino.
Base de lixa
No se deve lixar usando directamente o papel. Para alm
disso, no se eliminam as irregularidades da superfcie. Para
o evitar deve fixar-se o papel a uma base que pode ser
de cortia, borracha ou plstico.
Movimento
Para no danificar a madeira e conseguir um acabamento
perfeito, a lixagem deve ser feita sempre no sentido dos veios
da pea.
Humedecer
Na lixagem final da madeira ou folheado, deve humedecer-se
ligeiramente a pea e depois passar um papel mais fino.
Depois de secar bem e das fibras se endireitarem, passar a lixa
fina. Retirar o p com aguarrs e um pano.
Formas arredondadas
Em objectos arredondados necessrio utilizar uma tela
de esmeril que se adapte forma do objecto, como no caso
de barras ou pernas de cadeiras.
Bricoficha
Lixadeira de rolos
Desbaste
A lixadeira de rolos deve ser usada para lixar zonas amplas
e para eliminar camadas profundas. Recomendamos a sua
utilizao em trabalhos pesados: decapar madeira, polir portas...
A aco de lixagem realizada atravs de uma banda circular
que gira a grande velocidade, eliminando grande quantidade
de matria.
Presso
Para uma manipulao efectiva e segura da lixadeira, deve
segur-la firmemente pelos seus dois punhos. As mquinas tm
o peso necessrio para efectuar o seu trabalho de polimento
sem precisar de exercer presso sobre elas. Desta forma
evitam-se danos na madeira.
Lima elctrica
uma lixadeira de rolo com uma banda muito
estreita que permite a sua utilizao em recantos de difcil
acesso (grelhas metlicas, barras...). Tambm pode ser usada
para dar forma ou para o acabamento de ranhuras em peas
de madeira (para colocar fechaduras, dobradias,...)
Bricoficha
Lixadeira vibratria
Lixagem fina
A lixadeira vibratria permite uma lixagem mais fina sobre
superfcies planas, em alternativa ao uso de bases de lixagem
manual. Permite obter um resultado mais uniforme e regular.
Funciona atravs duma superfcie de polimento, que efectua
movimentos elpticos que permitem acabamentos precisos
e de qualidade.
Movimento e presso
No necessrio fazer fora, uma ligeira presso suficiente
dado que a mquina efectua o polimento por si mesma.
Recomendamos deslocar a mquina em movimentos amplos
sobre a superfcie a polir, para ir eliminando a serradura
e as aparas produzidas pela lixagem.
Folhas abrasivas
A lixadeira deve ser equipada com lminas abrasivas pr-cortadas.
Se utilizar uma lixadeira com a placa base perfurada, deve usar
tambm folhas abrasivas perfuradas. Para permitir a aspirao
das poeiras, deve utilizar o sistema de fixao por velcro.
Lixadeira excntrica
Esta mquina facilitar o trabalho de tratar superfcies no
planas ou irregulares, pois dispe de um disco de lixar flexvel.
Dispe de um sistema de arranque suave para evitar danificar
a superfcie quando se coloca em funcionamento. Ao aumentar
a presso sobre a mquina vamos obtendo uma lixagem mais
fina, uma vez que s funcionar o movimento excntrico.
Amoladora
Se tiver uma amoladora e a equipar com os acessrios
adequados, pode utiliz-la como lixadeira para ngulos.
Bricoficha
Roda de lixar
Este acessrio, por ser flexvel e por se adaptar forma da pea
a trabalhar, permite o lixamento de superfcies irregulares, como
por exemplo, cadeiras ou barras.
Escovas
As escovas de nylon diferenciam-se segundo a sua
dureza e utilizao (vermelho: lixagem forte, muito abrasivo,
azul: lixagem fina,...). Para trabalhar sobre superfcies de
madeira recomenda-se o uso de escovas de nylon em alternativa
s escovas metlicas, uma vez que no deixam na madeira
restos incrustados que acabam por oxidar.
Segurana
Recomenda-se a utilizao de mscara de proteco e culos
de segurana, assim como um saco para o p. Desligar sempre
a mquina antes de trocar o abrasivo.
Bricoficha
Resumo
Que gro utilizar?
Segundo o material a trabalhar e a mquina a utilizar, trabalha-se com um abrasivo mais
ou menos forte. Para trabalhos duros utiliza-se um gro de 24, 36, 40 ou 60, em funo
do estado do material. Para conseguir um acabamento perfeito da pea, lixa-se primeiro
com um gro abrasivo mais grosso e depois com gros mais finos...
DECAPAR
LIXAR ANTES
DE PINTAR
SUPER
ACABAMENTO
LIXADEIRA DE ROLOS
30-60
120-180
LIXADEIRA VIBRATRIA
40-60
80-120-180
220-320
LIXADEIRA EXCNTRICA
60
120-180-240
320-400
ACESSRIOS FIXOS
AO BERBEQUIM
40
60-80-120
-----
LIXAGEM MANUAL
40
60-120-180
-----
seco:
120-240-320
com gua:
240-320-400-600
[Link]
Coleccione!
Bricoficha 06.01
LIGAES SANITRIAS
LISTA DE MATERIAL
EM REGRA GERAL
OS TUBOS DE COBRE
AS UNIES DE COMPRESSO
AS LIGAES A SOLDAR
O PVC
AS FIXAES
LISTA DE MATERIAL
MOLA DE DOBRAR
TUBO :
Escolha uma mola que
corresponda ao dimetro
do tubo a dobrar.
CHAVE DE DOBRAR
TUBOS :
Permite dobrar com
preciso, os tubos de
cobre.
CORTA- TUBOS :
Alguns modelos de avano
rpido possuem um
mandril, para eliminar as
rebarbas no interior do
tubo.
MAARICO :
Ideal par soldar os tubos
em cobre, depois de limpos
com palha de ao.
SERRA DE METAIS :
A serra de metais permite
cortat todos os metais e
matrias plsticas.
LIMA :
As limas de meia- cana so
mais polivalentes que os
modelos paralelos ou
circulares.
PROTECO TRMICA :
A utilizar para proteger as
paredes em caso de
soldadura.
CHAVE INGLESA :
til para apertar ou
desapertar porcas de todos
os tamanhos.
TEFLONFIO ACRLICO
:
O teflon deve ser aplicado
no sentido da rosca : no
desenrosque mais a
ligao.
FITA MTRICA :
Esta ser maos prtica se
possuir boto de bloqueio e
enrolamento automtico.
EM REGRA GERAL
ALIMENTAO :
C'est A conduta principal de alimentao de uma casa tem
geralmente o dimetro de 22 mm. As ramificaes da rede
de alimentao interna, so tubos de 15 mm, prolongados
por tubos de 12 mm de dimetro, terminado em cada
ponto de distribuio. Um dbito suficiente , assim,
assegurado.
CONDUTAS :
Existem dem diferentes materiais : ferro
galvanizado, cobre ou pvc rigido. O tipo de unies
depende do material : unies especiais para tubos
de PVC (1), unies de soldar ou unies de
compresso para cobre (2) , e finalemente, unies
de aparafusar para tubos galvanizados (3).
GARRAFAS DE GS :
O gs butano ou propano (sob presso) contido em
garrafas distribuido passando por um reductor (diferentes
de acordo com o tipo e a marca) evitando que o gs se
escape demasiado depressa. Fixe o redutor na garrafa,
antes de ligar o tubo flexvel.
ALGUMAS MEDIDAS STANDARD :
Tenha em conta algumas medidas standard para
instalar uma rede de canalizaes : assim, as
alturas respectivas das torneiras da banheira,
duche e lavatrio so de 75, 120 e 55 cm. Para
duche e banheira, os tubos de gua fria e quente
esto a uma distncia de 16 cm.
GS :
Para condutas de gs utilize, de preferncia, tubos em
cobre de 22 mm para gs de cidade, e de 15 mm para gs
em garrafas. Estes tubos so ligados por unies de soldar
(soldadura de prata).
OS TUBOS DE COBRE
DIVERSOS TIPOS :
Os tubos de cobre so de dois tipos. Existem os tubos em
barras direitas rgidas (1) e os tubos em rolo, vendidos em
diferentes comprimentos. Os tubos de cobre em rolo so
maleveis.
CORTAR OS TUBOS :
O corta- tubos possui um rodzio de corte fixo em ao
temperado, e uma parte mvel (tambm com rodzios)
que vem ao encontro do tubo, uma vez este colocado na
boca da ferramenta. Ao girar o tubo far um entalhe
neste. Reaperte a parte mvel da ferramenta e recomece
a operao.
LIGAES :
Os tubos de cobre podem ser unidos por soldadura ou por unies de
compresso. Nunca efectue uma ligao directa entre cobre e zinco, ou outro
metal galvanizado : produzir- se- ia uma electrlise que danificaria
irremediavelmente a unio.
ONDE TRABALHAR :
Qualquer que seja o tipo de ligaes que utilizar, o seu trabalho ser mais fcil
e agradvel se o puder efectuar na sua oficina ou num local bem iluminado,
sobre uma bancada. Uma vez feitas as ligaes, pode transportar as
canalizaes para o seu local.
AS UNIES DE COMPRESSO
TCNICA :
A forma mais rpida e mais prtica de ligar dois tubos em cobre, o emprego
de unies de compresso. Esta tcnica ideal para o cobre em barras. Para o
cobre em rolos, verifique se este no est deformado, para evitar qualquer
risco de fuga.
TIPO DE UNIES :
As unies de compresso existem sob diversas formas : reduo, tampo, t,
cotovelo com fixao de parede (para as condutas de gs existem unies de
compresso especiais que eliminam qualquer risco de fuga). A seguir
encontrar a ilustrao da colocao de uma unio em t.
T:
Uma unio em t permite fazer uma ramificao.
Feche primeiro a gua, e deixe escorrer a gua
restante nos tubos. Corte uma seco de 2 cm na
conduta existente, no local da unio (com a serra de
metais ou o corta- tubos). Lime e lixe as
extremidades.
COLOCAO :
Introduza uma porca de compresso e, em
seguida, uma anilha de borracha, numa das
extremidades da canalizao seccionada. Como
precauo pode aplicar, prviamente, um pouco
de massa vedante para unies.
LIGAO :
Em seguida introduza a canalizao na unio em t.
Empurre a anilha contra a unio, prudentemente e
sem forar, e aprafuse a porca, sem danificar.
Finalmente, introduza a segunda porca com a
respectiva anilha na outra extremidade da
canalizao.
APERTO DAS PORCAS :
Com uma chave inglesa acabe de aparafusar as
porcas. Actue com delicadeza, pois o cobre um
metal facilmente deformvel. Muitas das vezes,
basta dar uma nica volta s porcas para obter
uma unio estanque.
AS LIGAES A SOLDAR
TCNICA :
A soldadura por capilaridade uma tcnica que permite juntar duas peas do
mesmo metal ou de metais diferentes, por intermdio de uma mistura
metlica sof a forma lquida (em fuso), neste caso, uma mistura de chumbo e
estanho.
TUBO DE LIGAO :
Dois troos de condutas em cobre podem ser unidos por intermdio de um
tubo de ligao, o quel soldado s duas extremidades para assegurar a
estanquecidade do conjunto. Este tipo de unio no resite a gradnes presses.
LIMPEZA DO COBRE :
Corte primeiro as partes a soldar em esquadria, e
elimine as limalhas no interior e exterior do tubo, com
uma lima de meia- cana. Em seguida, lixe o exterior dos
tubos e o interior do tubo de ligao num comprimento
de 2 cm.
MASSA DE SOLDAR :
No toque o cobre com os dedos, o que impediria a
aderncia da soldadura ao metal. Com uma pequena
escova, aplique massa de soldar na extremidade do tubo
e no interior do tubo de ligao. Depois, com um
maarico, aquea os elementos de unio e as partes
circundantes.
PROTECO :
DE forma a no danificar a parede, sobretudo no caso
em que a conduta colocada sobre esta, coloque, entre
a parede e a unio, uma placa de proteco trmica.
FIO DE SOLDAR :
Com o fio de soldar vede a juno do tubo : a soldadura
infiltra- se. Desvie o maarico e elimine o excedente de
solda. Deixe arrefecer.
O PVC
COLECTORES :
Este sistema no consiste em ramificar a rede, mas
a efectuar a distribuio de gau a partir de
colectores implantados na canalizao existente. Os
colectores possuem 2, 3 ou 4 ligaes. Preveja
sempre um para a gua quente e outro para a gua
fria.
LIGAES :
Pode associar vrios colectores, para os juntar, utilize uma
unio e teflon. Numa das extremidades do colector,
dever aparafusar uma unio para a conduta principal, e
na outra extremidade um tampo. As abraadeiras
permitem fixar os colectores parede.
UNIO DAS CONDUTAS :
Para efectuar uma unio, corte primeiro a conduta
(1) e respectiva proteco (2), no comprimento
certo. Introduza a porca de compresso (3) e a
anilha (4) no tubo cuja extremidade encaixar sobre
a extremidade (5) da unio (6). Por fim, coloque a
porca junto anilha e aperte- a com uma chave.
POLIETILENO :
Os tubos de polietileno semi- rgidos so utilizados
unicamente para gua fria (por exemplo, para a
alimentao de gua de garagem). As ligaes so
efectuadas com unies de compresso especificas em lat
ou em PVC. necessrio uma proteco par os tubos
colocados debaixo da terra.
AS FIXAES
DIVERSOS TIPOS :
Existem diferentes fixaes (plsticas e metlicas), com
diferentes dimetros. Devem ficar perfeitamente ajustadas
conduta para evitar as vibraes. Os grampos rpidos em
nylon, pr- montados com buchas, so prticos para
fixaes em beto e pedra.
D ISTNCIA A RESPEITAR :
Duas braadeiras vizinhas no devem estar colocadas a
uma distncia superior a 1 m. Para os ngulos utilize
duas braadeiras, fixadas, cada uma, a 15 cm do ponto
de interseco fictcio. Para tubos de cobre ou
galvanizados, preveja um declive de 0.5 cm por metro,
na direco da torneira principal.
PROTECO PARA TUBOS :
Se uma conduta tiver de atravessar uma parede ou um
soalho de cimento, dever revesti- la com uma proteco
para tubos. O vazio existente entre a conduta e a
proteco, dever ser preenchido com uma matria
plstica, por exemplo espuma de polietileno, oferecendo,
assim, uma boa isolao acstica.
ISOLAO :
Quando instalar um circuito de distribuio de gua, no
esquea que as condutas devero ser suficientemente
isoladas, para evitar desperdcios de calor. Os tubos de
isolao flexvel em espuma de polietileno, de clulas
fechadas, sero a soluo ideal.
Bricoficha 06.02
1/ 8
LISTA DE MATERIAL
INSTALAR UMA SANITA
A CHAVE INGLESA :
til para apertar ou
desapertar porcas de
todos os tamanhos.
CHAVE DE TUBOS +
CHAVE STILSON :
A chave de tubos
concebida para segurar
objetos cilndricos. A
chave stilson , alm
disso, regulvel.
BERBEQUIM ELTRICO
:
A sua potncia, a
presena de um
regulador eletrnico de
velocidade e a rotao
direita / esquerda, so
critrios importantes.
SERRA DE METAIS :
Permitir-lhe - cortar
todos os metais e
matrias plsticas.
MAO E CINZEL :
Servir-lhe-o para os
trabalhos de demolio.
Escolha um cinzel com
protetor de mos.
CHAVE DE PARAFUSOS
:
Para os stios de difcil
acesso utilize a chave de
parafusos em curva.
NVEL DE BOLHA :
Um modelo com duas
bolhas permitir verificar
os p lanos horizontais e
verticais.
FITA MTRICA :
O enrolamento
automtico e o travo da
fita so opes muito
prticas.
MOLA DE DOBRAR :
Escolha uma molda que
corresponda ao dimetro
do tubo a dobrar.
CORTA -TUBOS :
Alguns modelos com
avano rpido esto
munidos de um
alargador para eliminar
as rebarbas no interior
dos canos.
2/ 8
A ESCOLHA
INSTALAR UMA SANITA
A REA DE UTILIZAO :
As dimenses mnimas da rea para uma sanita so de 90
cm por 1m. Para as sanitas colocadas dentro de uma casa
de banho, preveja 20 cm para cada lado da sanita e 30 cm a
40 cm para a frente. Tenha em conta os locais respectivos
para a chegada da gua e para a conduta de evacuao.
A FORMA DA SANITA :
Poder optar por um modelo (1) munido de uma plataforma
que recolhe os excrementos at ao momento da sua
evacuao, os salpicos so assim excludos. Com o modelo
mais corrente (2), as matrias fecais caiem diretamente na
gua, o que evita a formao de odores.
3/ 8
DESPRENDER A EVACUAO :
Uma vez a sanita retirada, elimine os restos de mastique e
outras calias. Tape o acesso do cano de evacuao com um
trapo (para evitar que se soltem detritos) e quebre com um
martelo e um cinzel, os restos de cano antigo, para poder
colocar o tubo de ligao de plstico.
A SADA :
A sada (sifo ou escoadouro) est includa na sanita. O seu
modelo escolhido conforme a localizao do cano de
evacuao das suas instalaes, se este sair do cho, ir
precisar de uma sada em S. Se o cano sair da parede
precisar de uma sada em P (chamada tambm em H horizontal).
4/ 8
A COLOCAO DA SANITA
INSTALAR UMA SANITA
O TUBO DE LIGAO :
Coloque um tubo de ligao ou cotovelo de plstico, se
necessrio adapte um acrescento malevel no cano de
evacuao. Certos modelos so ligeiramente curvados em S,
de modo a que a sada da sanita e o cano de evacuao no
estejam em simetria. O tubo de ligao assegura uma unio
perfeitamente estanque.
A COLOCAO DA SANITA :
Introduza agora, provisoriamente, a sada da sanita no tubo
de ligao. Os parafusos de fixao ao cho da anterior e da
nova sanita esto por vezes no mesmo stio...., se no for
estes o caso, coloque a sanita perpendicularmente parede
para marcar a localizao dos furos a fazer no cho.
A PERFURAO :
Retire agora a sanita para poder fazer os furos. No beto ou
na pedra, as buchas de plstico especiais, sero
indispensveis para a ssegurar um bom aperto dos
[Link]-se com parafusos de 7 cm (espessura do
ladrilho includa). Para soalhos, parafusos de 5 cm
suficiente.
A PERFURAO EM VIS :
Se tiver de fazer novos furos para fixar a sanita ao cho,
natural que seja obrigado a colocar os parafusos em vis.
Neste caso, dever obrigatoriamente fazer os dois furos
segundo o mesmo ngulo, ou a sanita, sujeita a diferentes
presses de cada lado correr o risco de se partir.
HORIZONTALIDADE :
Com o nvel de bolha, verifique a horizontalidade da sanita.
Certas sanitas so fornecidas com borrachas destinadas a
serem colocadas sob a base. O outro mtodo de
posicionamento preciso da sanita consiste em injetar
mastique em grande quantidade sob o bordo da base e
depois pressionar.
5/ 8
A FIX AO DA SANITA
INSTALAR UMA SANITA
O TUBO DE LIGAO :
Introduza agora, na sada da sanita o tubo de ligao j no
seu lugar no cano de evacuao. A parte mais estreita do
tubo encontra-se dentro do cano, e a parte mais larga
dever por conseguinte sobrepor a sada da sanita.
AS BUCHAS ESPECIAIS :
Introduza as buchas especiais. Estas esto munidas de uma
aba sinttica que fica entre o parafuso e a cermica da
sanita, a fim de proteger esta ltima. Existem ainda jogos
de parafusos com anilhas de matria plstica.
O APARAFUSAMENTO :
Aperte os parafusos (inoxidveis, ou lato) nas buchas com
uma chave de parafusos, o berbequim -aparafusadora aqui
raramente utilizado (o melhor mesmo utilizar a chave de
parafusos curva). Rebata a cobertura de plstico dos
parafusos e tape a juno entre a sanita e o cho com
silicone para sanitrios.
O AUTOCLISMO :
Poder agora aparafusas o autoclismo, cujo fundo est
munido de dois longos parafusos roscados, dentro dos furos
da sanita correspondentes. As anilhas de borracha
asseguram a estanquecedidade entre a sanita e a coluna
integrada do autoclismo. Aperte as porcas (muitas vezes do
tipo "orelhas").
O TAMPO DA SANITA :
Poder em seguida colocar no lugar o tampo da sanita. Este
dever igualmente ser fixado com a ajuda de longos
parafusos roscados e porcas de orelhas, de anilhas de
estanquecidade em borracha e de pequenas coberturas de
proteo.
6/ 8
A MONTAGEM DA SANITA
INSTALAR UMA SANITA
O MECANISMO DO AUTOCLISMO :
O funcionamento dos autoclismos modernos simples :
levanta-se por intermdio de uma alavanca a vlvula de
sada que liberta a gua. Logo que se acione o,comando do
autoclismo (puxando ou empurrando um boto, segundo os
modelos), esta vlvula sobe dentro de um cilindro enquanto
a gua se despeja dentro do cano.
O autoclismo esvazia -se, uma bia desce e comanda a
abertura de uma vlvula ligada admisso de gua. Esta
vlvula permanece assim, aberta at que o autoclismo
esteja de novo cheio. Depois de estar cheio, a vlvula de
sada do autoclismo mantm -se no lugar devido presso
da gua.
O CILINDRO :
O tubo do autoclismo que permite o escoamento para a
sanita est integrado no autoclismo. O cilindro dever estar
montado sobre este cano. O cilindro termina em baixo com
um pequeno cano de escoamento que desemboca abaixo do
nvel da gua e atenua deste modo o barulho da queda da
gua.
A BIA :
Monte em seguida a vlvula de bia, ligada por uma
pequena haste. Esta vlvula detm a entrada da gua assim
que o autoclismo est cheio. Poder neste momento regular
a altura da bia, o que lhe permitir decidir qual a
quantidade de gua contida no autoclismo.
A ALAVANCA :
Fixe a alavanca ao cilindro por meio de, por exemplo :
ganchos especiais. A alavanca , com efeito, geralmente
munida de diferentes ganchos podendo ser ligada ao cilindro
altura que escolher. Assim que tiver determinado a sua
posio, coloque a tampa e aperte o boto de descarga do
autoclismo.
7/ 8
A LIGAO
INSTALAR UMA SANITA
A TORNEIRA DE PASSAGEM :
Dever montar uma torneira de passagem antes da vlvula
da bia, sempre atravs de uma juno cnica. Serre um
cano de comprimento igual distncia entre a curva da
chegada e a torneira de passagem monte -o entre dois
elementos. (com uma juno cnica).
A NOVA LIGAO :
Nas novas instalaes acontece freqentemente que a
torneira fica muito baixa : neste caso, ligue-a atravs de um
tubo metlico fino, que dobrar com a mola de dobrar, (ou
corre o risco deste vincar na curva). Corte -o com a serra de
metais ou com o corta-tubos.
A LIGAO :
Este bocado de tubo ser fixo, nas suas extremidades, por
junes de rosca (utilize uma chave inglesa). Agora que
todas as ligaes esto feitas, pode abrir a torneira de
passagem para encher o autoclismo. Para terminar controle
bem o seu funcionamento.
8/ 8
Bricoficha : quinquilharia
Bricoficha : quinquilharia
Bricoficha : quinquilharia
Bricoficha : quinquilharia
Bricoficha : quinquilharia
Bricoficha : quinquilharia
Bricoficha : quinquilharia
Bricoficha : quinquilharia
Bricoficha
Como colocar
uma porta
6.3
Lista de materiais
Nvel de dificuldade:
Difcil
Fita mtrica
Esquadro
Ferramentas
manuais
Serra
de carpinteiro
Ferramentas
manuais
Ferramentas
manuais
Martelo
de carpinteiro
Ferramentas
manuais
Serrote
de costas
Formo
Ferramentas
manuais
Mao
de madeira
Berbequim /
aparafusadora
Ferramentas
manuais
Nvel de bolha
Ferramentas
manuais
Ferramentas
manuais
Bricoficha
Ferramentas
elctricas
Espuma
de poliuretano
Tintas
e vernizes
O conjunto ombreira/porta
Precaues
Ao instalar portas macias (carvalho, merante, pinho), devemos ter em conta
o grau de humidade da casa onde vo ser colocadas; devendo andar volta
dos 12%. Caso contrrio, podem deformar-se. Se o grau de humidade for
superior, colocamos um desumidificador ou deixamos arejar durante algum
tempo.
Tirar as medidas
S tiramos as medidas da abertura destinada porta (altura, largura e
espessura, nos 4 lados) quando as paredes estiverem totalmente acabadas.
A melhor opo ser escolher um modelo de porta com a ombreira
previamente fabricada (conjunto ombreira/porta).
O lado de abertura
essencial saber para que lado queremos abrir a porta; para o interior ou
para o exterior, para a direita ou para a esquerda. A aquisio de
determinadas dobradias e da fechadura depende disso. De qualquer forma,
tambm h modelos que abrem para ambos os lados.
Os montantes
Em primeiro lugar, medimos a espessura da parede e deixamos 1 a 2 mm de
margem em relao aos montantes. Depois de medirmos o comprimento que
iro ter, so cortados com o serrote de mo pela parte inferior.
Os grampos de fixao
Para fixar a ombreira parede, utilizamos alguns grampos de fixao.
Estes so colocados sobre a ombreira e desenhamos o seu contorno para
escav-lo com o formo. De seguida, fixam-se com parafusos de cabea
escariada. Na parede, tambm fazemos a mesma cavidade mesma altura
para que coincidam.
Bricoficha
O conjunto ombreira/porta
A regulao da ombreira
Com os grampos de fixao presos ombreira, colocamos calos na
abertura da parede. A uma altura prxima do solo, encaixamos uma ripa
(enrolamos um pano nas extremidades para proteger a ombreira) com um
comprimento igual largura da porta entre os dois montantes. Alm dos
grampos metlicos, colocamos umas cunhas de madeira que tambm fixaro
a ombreira.
A espuma de poliuretano
Actualmente, em vez de se utilizar cimento de secagem rpida, existe a
espuma de poliuretano que tem a mesma funo. Ao ser aplicada, esta
espuma incha, tapando todos os buracos possveis. Depois de seca e dura,
cortamos todos os restos com o x-acto.
A porta
Pegamos na porta e, perpendicularmente ombreira, vamos baixando-a
fazendo coincidir a parte fmea da dobradia com a parte macho. Fixamos os
puxadores e verificamos se funcionam correctamente.
As molduras
Para tapar a junta entre a parede e a ombreira, colocamos uma moldura.
Esta cortada com o comprimento desejado e em ngulo para as unies. As
molduras so fixadas com pregos que fundimos na madeira com o martelo e
tapamos com pasta para madeira. Podemos escolher entre diferentes
molduras, com um estilo clssico ou um estilo mais moderno.
Bricoficha
Fabrico da ombreira
A travessa
A travessa feita a partir de uma barra de madeira escovada de 30 mm de
espessura e 160 mm mais larga do que a porta. A partir do seu centro,
medimos a metade da largura da porta mais 2 mm e marcamos na face e
nos cantos. A 15 mm para o exterior da marca anterior, traamos outra linha
com o esquadro.
A ranhura
Com a travessa bem fixa bancada de trabalho, efectuamos alguns cortes
no seguimento das linhas marcadas. Estes cortes iro servir-nos de guia para
fazer um entalhe na madeira com a ajuda do formo e do mao de madeira.
O sistema consiste em comear do rebordo at ao centro e depois desde a
outra extremidade at ao meio.
Os montantes
Para fabricar os montantes utilizamos duas madeiras, cujo comprimento
ultrapasse em 100 mm a altura de abertura. Regulamos o graminho a 15
mm (a metade da espessura) e fazemos uma marca numa face e nos cantos
de uma das extremidades. Tambm marcamos o canto superior em todo o
seu comprimento e unimos esta linha pelos cantos.
A lingueta
Com o montante bem preso na prensa da bancada de trabalho, cortamos
desde a marca feita no canto superior da madeira at s marcas dos cantos.
Agora, com a madeira plana, efectuamos um corte, seguindo a linha do canto
at chegar ao corte j feito (formamos um L).
A montagem
Para montar a travessa e os montantes, fazemos coincidir as linguetas com
as ranhuras. Se as linguetas estiverem muito largas, ajustamo-las com o
formo at coincidirem na ranhura. Depois de encaixadas, prendemos as
peas com pregos de 75 mm na face superior da travessa.
Bricoficha
Colocao da ombreira
As escoras
Para dar consistncia ombreira quando tivermos de a deslocar e coloc-la na
abertura da parede, colocamos umas escoras que unam os montantes.
Primeiro, serramos uma ripa com um comprimento igual ao que separa as faces
exteriores dos montantes. Pregamo-la na horizontal, unindo ambos os
montantes e a uma altura de 30 cm do solo. Tambm pregamos duas pequenas
ripas na diagonal, unindo a trave superior da ombreira aos montantes.
O acabamento
Agora transferimos as medidas da altura da porta para o montante. Devemos
ter em conta o possvel desnvel do solo. Com o esquadro, marcamos nas
faces e nos cantos dos montantes por onde temos de cortar (sempre na
parte inferior das travessas). Tambm recortamos os excessos da travessa.
A colocao
Depois de cortarmos a madeira que sobra da ombreira, colocamo-la na
abertura da parede, fixando-a com umas cunhas de madeira. Estas cunhas
de madeira iro servir-nos para a fixao definitiva com parafusos.
A fixao
No stio onde colocamos as cunhas de madeira, fazemos uns furos para a
colocao posterior dos parafusos (se a parede for de alvenaria, tambm
furamos). Outra opo que podemos utilizar a de fixar a ombreira com
espuma de poliuretano. Depois de fixar bem a ombreira, podemos retirar as
trs escoras que lhe davam consistncia.
O ajuste
Agora colocamos a porta na abertura com o canto destinado s dobradias
no lado correspondente. Entre a ombreira e os cantos da porta no deve
haver mais de 2 mm; e entre o fundo e o solo, 4 mm.
Bricoficha
As ferragens
As dobradias
Em primeiro lugar, determinamos qual o local do canto da porta onde iremos
colocar as dobradias. Para isso, traamos dois riscos de 250 mm da parte
superior e inferior da porta e um terceiro risco a meia altura. Com o riscador,
marcamos o contorno das dobradias.
Os entalhes
Com a porta bem presa e com o canto para cima, efectuamos a cavidade
para as dobradias com um formo e o mao. Comeamos por marcar o
contorno, golpeando o formo na vertical com o bisel para o interior do
traado. Unimos os cortes atravs de entalhes em "V".
Ferrar a porta
Colocamos as dobradias nas cavidades da porta e fixamo-las com os
parafusos. Colocamos a porta no seu lugar, levantada do solo com umas
cunhas (4 mm) e marcamos o local correspondente das outras dobradias no
montante da ombreira.
A fechadura
No canto de abertura da porta traamos o contorno da fechadura (a parte
inferior da fechadura fica a 1,05 m do solo) e o seu eixo vertical mediano.
Tambm marcamos o local do puxador ou maaneta e do buraco da
fechadura.
A perfurao
Para perfurar a abertura destinada barra quadrada do puxador, fazemos um
furo com o berbequim e uma broca de dimetro ligeiramente superior ao da
barra. Desta forma, certificamo-nos que o puxador roda sem qualquer
impedimento. Para a fechadura, procedemos da mesma forma.
Bricoficha
As ferragens
Escavar a madeira
Para fazer um buraco no canto da porta destinado fechadura, utilizamos
uma broca com um dimetro igual ao da espessura da caixa. Com a guia de
profundidade ajustada, efectuamos uma srie de furos ao longo do eixo
vertical mediano. Acabamos de limpar a abertura com o formo.
Fixao da fechadura
Depois de escavarmos totalmente o orifcio e verificarmos que a fechadura
encaixa na perfeio, marcamos o contorno da placa exterior e fazemos a
cavidade do canto at ficar ao mesmo nvel.
A fixao da chapa-testa
Para marcar na ombreira da porta o local onde ficam os orifcios do trinco de
encosto e do trinco de fecho, cobrimos os dois trincos com giz e fechamos a
porta. Ao abri-la ficar marcado onde fazer os orifcios.
Os batentes
O ltimo passo ser colocar umas ripas de corte rectangular, ou molduras
unidas em ngulo, no interior do bastidor que nos faro de batente no
momento de fechar a porta. Para coloc-las, temos de medir a espessura da
porta para que a prendam quando a fecharmos.
[Link]
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Bricoficha 06.04
MONTAR UM MVEL DE
CASA DE BANHO
LISTA DE MATERIAL
ACESSRIOS DE CASA DE BANHO
O MVEL DE CASA DE BANHO
O MVEL POR BAIXO DO
LAVATRIO
FIXAO DO MVEL
AS LIGAES ELTRICAS
O PLANO DE EXECUO
1/ 7
LISTA DE MATERIAL
MONTAR UM MVEL DE CASA DE BANHO
SILICONE EM
CARTUCHO :
Uma pistola para
cartucho permite d osear
perfeitamente o silicone.
CHAVE FRANCESA :
Permite apertar e
desapertar porcas e
parafusos de vrios
tamanhos.
CHAVE DE FENDAS :
Uma chave de fendas de
pontas intercambiveis,
pode adaptar-se a
parafusos de vrios
tipos.
BUSCA -POLOS :
Com esta pequena chave
de fendas especial,
detectar sem perigo as
tomadas sob tenso.
FITA-MTRICA :
O boto de bloqueio e o
enrolamento automtico
so opes muito
prticas.
ALICATE
DESCARNADOR :
Um alicate descarnador,
automtico ou manual,
permite descarnar o fio
sem o danificar
BERBEQUIMAPARAFUSADORA :
Assim que tiver de cortar
a corre nte, o berbequim
sem fio revela -se
indispensvel.
NVEL DE BOLHAS :
Muna -se de um modelo
utilizvel tanto vertical
como horizontalmente.
BERBEQUIM /
MARTELO
PNEUMTICO :
Critrios de escolha :
potncia do aparelho,
regulador de velocidade
e rotao direita /
esquerda.
2/ 7
O ESPELHO :
O espelho um elemento indispensvel na casa de banho.
Ele deve ser suficientemente grande e corretamente
iluminado, lateralmente ou por cima. O ou os candeeiros
utilizados devem se dispostos sobre toda a altura (ou sobre
toda a largura) do espelho.
OS ACESSRIOS :
Alm do armrio de casa de banho, numerosos acessrios
indispensveis devem encontrar-se mo para o utilizador
do lavatrio. So por exemplo para colocao das toalhas
lavadas, copo, sabonete e toalha de rosto, ou ainda
prateleiras para diversos produtos.
FURAR O AZULEJO :
Por vezes necessrio furar os azulejos para fixar estes
acessrios. Marque o local onde furar, depois cole por cima
dois bocados de fita adesiva transparente, em cruz. Faa -lhe
uma marca para evitar que a broca (de diamante) se desvie.
Fure a baixa velocidade (300-500 rpm).
PROFUNDIDADE DO FURO :
Assim que determinar a profundidade do furo, verifique se a
bucha est completamente introduzida na parede. Esta no
deve aparecer na cermica, nesse caso esta ltima arriscava
partir-se. Se tiver de furar paredes ocas, utilize buchas
especiais.
3/ 7
4/ 7
ALTURA :
Para os utilizadores que meam entre os 170 e 175 cm, a
altura ideal do lavatrio de 85 a 90 cm. igualmente a
altura recomendada para um lavatrio utilizado por toda a
famlia. Para os mais pequenos utilize um degrau especial
com superfcie antiderrapante.
5/ 7
FIXAO DO MVEL
MONTAR UM MVEL DE CASA DE BANHO
AS LIGAES :
Com o mvel na sua posio definitiva, pode agora ocupar-se
das ligaes. Coloque o sifo sobre o esco amento e ligue os
tubos metlicos (flexveis ou no) da torneira s chegadas de
gua.
SISTEMA DE FIXAO :
Acontece que as costas do mvel de lavatrio so fechadas
por um painel, em todo o caso, pode recorrer a um sistema
de ganchos de fixao freqentemente utilizado para as
colunas. Estes ganchos encaixam-se num dispositivo de
priso metlica colocado na parede. Mea a distncia das
peas em relao aos bordos do mvel.
MEDIO :
Coloque provisoriamente o mvel sobre o apoio e trace o seu
contorno exato na parede. Retire de seguida o mvel e
transfira, a partir do contorno, as distncias med idas
anteriormente. Pode agora furar e colocar no lugar as buchas
destinadas aos ganchos de fixao.
OS PARAFUSOS REGULVEIS :
Encoste o mvel no apoio fixo parede, depois coloque-o,
introduzindo-o, na direo das garras de fixao. No interior
do mvel, os parafusos horizontais regulveis permite -lhe
fix-lo bem parede. Monte em seguida o espelho e a
iluminao.
GAVETAS E PORTAS :
Aparafuse as corredias das gavetas e coloque-as no lugar.
As portas so fixas por dobradias interiores regulveis, para
afinao das mesmas : pode assim ajusta)ls em relao ao
corpo do mvel.
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O PLANO DE EXECUO
MONTAR UM MVEL DE CASA DE BANHO
ESTABELECER UM PLANO :
Antes de comear os trabalhos estude cuidadosamente a forma pela qual
poder dispor os seus mveis na diviso. Estabelea, portanto, previamente um
plano com a ajuda do qual pode ensaiar diversas combinaes at encontrar a
melhor soluo.
Faa o seu desenho escala, tendo em conta as distncias permitindo passar e
movimentar-se sem problemas volta dos elementos da casa de banho. No
esquea de indicar igualmente portas, janelas (a sua abertura), aquecedores,
etc.
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Bricoficha 06.05
A LIGAO DE UMA
MQUINA DE LAVAR
ROUPA
LISTA DE MATERIAL
A ALIMENTAO
O ESCOAMENTO
1/ 4
LISTA DE MATERIAL
A LIGAO DE UMA MQUINA DE LAVAR
ROUPA
A FITA MTRICA :
Uma fita mtrica com
travo e enrolamento
automtico ser muito
prtica.
PATINS :
Utilize patins de
deslizamento para
deslocar a sua mquina
de lavar roupa.
A CHAVE DE FENDAS :
A chave de fendas com
ponteiras adaptveis
serve a um maior
nmero de parafusos.
O BERBEQUIM
ELTRICO :
Muna -se de um
berbequimaparafusadora. Os
modelos sem fios so
muito prticos.
A SERRA DE METAIS :
Ela permitir-lhe- corta r
metal assim como os
tubos de matria
plstica.
A LIMA :
As limas meia -cana so
mais polivalentes que os
modelos redondos ou
chatos.
O MAARICO A GS :
a ferramenta ideal
para soldar os tubos de
cobre, aps a sua
limpeza com a palha de
ao.
O CORTA -TUBOS :
Alguns modelos esto
providos de um
escareador, para evitar a
rebarba no interior do
tubo.
O TEFLON :
O teflon dever ser
aplicado no sentido do
aperto da rosca : no
desaparafuse mais a
ligao.
2/ 4
A ALIMENTAO
A LIGAO DE UMA MQUINA DE LAVAR
ROUPA
ALIMENTAO ELTRICA :
Para instalar uma mquina de lavar roupa dever dispor de
uma tomada eltrica estanque com terra, alimentada por um
cabo com condutores de 2,5 mm e por um disjuntor de no
mnimo 16 A. A tomada no deve encontrar-se a menos de
1 m das torneiras. Um disjuntor diferencial de 30 mA
aconselhvel.
ALIMENTAO DA GUA :
A mquina poder ser alimentada de gua (fria) por uma
torneira de lavatrio prxima (torneira com rosca). Os
inconvenientes deste sistema so que a alimentao tem de
ser ligada e desligada a cada utilizao, e a torneira no
estar acessvel durante o funcionamento da mquina.
A DERIVAO :
A mquina de lavar encontra-se com freqncia perto de
uma bacia de despejo , tendo assim a possibilidade de utilizar
um cano de ligao dito em "t" para criar um derivao
(soldando ou com ligaes de aperto). Dispor assim de uma
alimentao de gua suplementar, na qual montar uma
torneira de passagem.
A TORNEIRA DE PASSAGEM :
A torneira de passagem permitir-lhe- fechar a gua em
caso de problemas. Escolha um modelo (de preferncia com
segurana) com rosca no qual o tubo de conduo da gua
da mquina poder ser ligado (com ligao de aperto). No
se esquea de fechar a gua sempre que no utilize a
mquina.
AS TORNEIRAS AUTO -PERFURADORAS :
Estas torneiras evitam que tenham de fazer uma derivao.
Elas utilizam-se em tubos de cobre ou galvanizados.
Colocam-se sem soldagem : comportam com efeito uma
abraadeira permitindo fixa-las no lugar e uma ponta que
perfura o tubo (ter apenas que aparafusar o dispositivo de
perfurao).
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O ESCOAMENTO
A LIGAO DE UMA MQUINA DE LAVAR
ROUPA
O AR :
Introduza de seguida o tubo de escoamento da mquina
num tubo vertical munido do seu sifo. O primeiro ter um
dimetro inferior ao segundo, para que o ar possa entrar na
conduta e evitar toda a subida da gua dentro da mquina
(efeito de sifo).
4/ 4
Bricoficha 06.06
INSTALAR UMA
TORNEIRA
LISTA DE MATERIAL
AS TORNEIRAS DE SEGURANA
AS TORNEIRAS DE SERVIO
LIGAES DA TORNEIRA
COLOCAO NA PAREDE
AS FUGAS DAS TORNEIRAS
AS FUGAS DAS TORNEIRAS
1/ 8
LISTA DE MATERIAL
INSTALAR UMA TORNEIRA
CHAVE FRANCESA :
Permite apertar e
desapertar parafusos e
porcas de vrios
tamanhos.
FITA DE TFLON :
O teflon deve ser
aplicado no sentido da
rosca : no desenrosque
a unio.
CHAVE DE LAVATRIO
:
Para apertar ou
desapertar os elementos
inacessveis a outros
tipos de chave. .
ALICATE REGULVEL :
A abertura do seu bico
regulvel. Proteja os
tubos que vai manipular
com uma banda isolante.
CHAVE DE FENDAS :
Muna -se com um modelo
de pontas
intercambiveis..
SERRA DE METAIS :
A serra de metais
permite cortar no s
metais como tambm
matrias plsticas.
FITA -MTRICA :
Munida com um boto de
bloqueio e enrolamento
automtico, ela mais
prtica.
MOLA DE CURVAR :
Escolha a mola em
funo do dimetro do
tubo a curvar.
CORTA -TUBOS :
Alguns modelos de
avano rpido esto
providos com um
alargador, para eliminar
as rebarbas no interior
do tubo.
ALICATE DE TUBOS +
CHAVE INGLESA :
O alicate de tubos
concebido para segurar
objetos cilndricos. A
chave inglesa alem
disso regulvel.
2/ 8
AS TORNEIRAS DE SEGURANA
INSTALAR UMA TORNEIRA
AS TORNEIRAS DE SEGURANA :
As torneiras de segurana equipam os contadores e os
pontos de alimentao mais importantes. Permitem cortar a
alimentao da gua parcialmente (para reparaes, por
ex.). Algumas delas so equipadas com uma torneira de
escoamento que permite vazar a canalizao.
INSTALAO :
Existem torneiras ditas de 12 ou 15 mm, segundo o
dimetro das canalizaes. As torneiras clssicas so
geralmente montadas com ligaes bicnicas, ou soldadas.
Assegure -se de que a seta figurativa sobre a torneira
corresponde ao sentido da circulao da gua.
AS TORNEIRAS CURVAS :
Estas torneiras de segurana so geralmente utilizadas em
lavatrios, bids ou lava-loias. So ligadas, por um lado,
conduta de alimentao (com tflon e uma unio de aperto),
e por outro lado ao tubo que parte em ngulo reto na
direo do aparelho em questo.
AS TORNEIRAS EXTERIORES :
A conduta que serve a torneira exterior est equipada com
uma torneira de segurana e com uma torneira de
escoamento cuja localizao permite vaz-la assim que
chega o frio. As torneiras exteriores esto tambm
equipadas com uma ligao roscada destinada ligao de
uma mangueira.
3/ 8
AS TORNEIRAS DE SERVIO
INSTALAR UMA TORNEIRA
ALTURAS STANDARD :
As canalizaes transportam a gua para toda a casa.
Escolha os locais mais adequados para instalar as torneiras
onde estas sero necessrias. Para sua orientao veja
quais as alturas standard recomendadas : banheira : 75 cm;
duche 120 cm; lavatrio (torneira de segurana) : 55 cm.
AS TORNEIRAS MISTURADORAS :
Onde dispe de duas condutas poder misturar gua quente
e fria. a finalidade da torneira misturadora. Os dbitos de
gua quente e fria so controlados por dois manpulos
distintos (torneiras de vlvula), que podem regular a
temperatura da gua que sai por um s cano.
OS MONOCOMANDOS :
Aqui, um s manpulo (ou punho) controla ao mesmo tempo
o dbito de gua quente e fria por isso a regulao da
temperatura. Ao levantar o manpulo aumenta -se o dbito
geral, sendo que se regula a temperatura da gua rodando
este manpulo.
OS DISCOS CERMICOS :
Estes monocomandos so geralmente fabricados com dois
discos cermicos muito precisos e resistentes. O inferior
fixo, enquanto que o outro gira sobre o primeiro. As suas
posies respectivas permitem regular a temperatura e o
dbito da gua.
AS TORNEIRAS TERMOSTTICAS :
Estas torneiras esto reguladas para fornecer gua a uma
temperatura constante. So portanto, ideais para o duche e
a banheira, ou ai nda o lavatrio. A maior parte so por outro
lado equipadas com um sistema de segurana limitando a
temperatura mxima a 38 C (aconselhada para a
segurana das crianas).
4/ 8
LIGAES DA TORNEIRA
INSTALAR UMA TORNEIRA
INSTALAO :
Estas torneiras (tm 1 ou 2 furos, com exceo dos modelos
de parede : ver colocao na parede) esto providas com
um tubo roscado. Para as montar, coloque-as no furo da
bacia ou lavatrio, depois fixe o prato co m a junta e a porca,
com a chave francesa ou uma chave de lavatrio.
OS CANOS :
Dentro do tubo largo que passa pela abertura encontram-se
dois canos de 10 mm de dimetro, um para gua fria e
outro para gua quente. Estes so feitos de um material
malevel : poder por isso curv-los mo, ou com mola de
curvar, se necessrio, encurt -los com o corta-tubos.
A TORNEIRA DE SEGURANA :
Estes tubos sero ligados torneiras de seguran a curvas
(3/8") fixas parede sob o lavatrio. Para uma
estanquecidade perfeita, prefervel que os tubos da
misturadora sejam ligados diretamente s torneiras.
Coloque-as no local e solde-as ou utilize unies bicnicas
OS TUBOS FLEXVEIS :
Pode tambm recorrer a tubos flexveis, que existem em
diversos comprimentos. So os tubos maleveis em
borracha sinttica, protegidos por um entranado de ao
inoxidvel e com roscas nas extremidades. Alguns dispem
de extremidades cnicas que permitem uma estanquecidade
perfeita sem soldadura ou anilhas.
O ATOMIZADOR :
Algumas extremidades das bocas esto providas com uma
rosca que permite a montagem de um atomizador na
torneira. O atomizado r constitudo, entre outras coisas,
por um filtro (que deve ser regularmente limpo) que
impede os salpicos.
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COLOCAO NA PAREDE
INSTALAR UMA TORNEIRA
MISTURADORAS-MONOCOMANDOS :
As torneiras a colocar na parede so geralmente as
misturadoras ou monocomandos, destinadas ao duche ou
banheira. Os pontos de ligao s chegadas de gua (fria e
quente) devem em princpio estar a uma distncia de 16 cm
(distncia a partir do eixo de cada tubo).
AS LIGAES EM "S" :
No caso da distncia entre as condutas diferir um pouco do
afastamento entre as duas aberturas da torneira, deve
utilizar ligaes em "S". Elas permitem um jogo de 10 mm
cada uma : dispor ao todo de 20 mm. Enrole as roscas com
tflon.
MONTAGEM
Enrosque as ligaes em "S" nas condutas e coloque em
seguida as rosetas decorativas. Pode agora montar a
torneira, com as suas porcas e anilhas, sobre as ligaes.
Antes, enrole as roscas com alguma espessura de tflon, no
sentido da rosca (ponteiros do relgio).
APERTO DA TORNEIRA :
Com uma chave francesa aperte as porcas da torneira
solidamente no stio sobre as ligaes. No esquea de
proteger a camada cromada das porcas com um pano.
Aperte somente at encontrar uma resistncia suficiente.
No volte a desaparafusar as ligaes de tflon.
LIGAO DO CHUVEIRO :
As torneiras para banheiras esto geralmente providas de
uma sada destinada instalao de um chuveiro. Estas
esto assim equipadas com um inversor permitindo
selecionar a abertura pela qual sair a gua. Uma barra
metlica pode permitir regular a altura do chuveiro.
6/ 8
DESMONTAGEM DO MANPULO :
As fugas nas torneiras devem-se geralmente presena de calcrio,
ou ao desgaste de uma vlvula. Acontece tambm que a gua que
se escapa ao nvel da vlvula deixa restos de calcrio. Antes de
comear as reparaes, corte a alimentao da torneira e deixe o
cano vazar. As torneiras clssicas (1) devem ser todas abertas e
depois a porca superior desapertada com a chave francesa. Se no
for estes o caso, retire a capa de cor azul ou vermelho (2) e
desenrosque o parafuso que se encontra por baixo. Tire em seguida
o capacete. Se o capacete estiver fixo por um freio (3), sem
parafuso, tire-o simplesmente.
DESMONTAGEM DA CABEA :
Uma vez o capacete (ou manpulo) desmontado, ver
aparecer a porca da cabea (que forma um todo com a
patilha nas torneiras clssicas). Desenrosque a porca da
cabea com a chave francesa, segurando a torneira para que
no rode. Termine desapertando a cabea mo.
A VLVULA DA CABEA :
Esta vlvula encontra -se por baixo da cabea. geralmente
fixa por uma pequena porca. Desaperte -a e retire a vlvula
com uma chave de fendas. Leve-a consigo para comprar
uma nova que corresponda precisamente ao modelo a
substituir.
A MONTAGEM :
Remonte a cabea, certificando -se por um modelo clssico,
que a torneira se encontra em posio aberta. Reponha a
cabea no stio e aparafuse-a com a chave. Recoloque o
manpulo. Abra a torneira de segurana.
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A PORCA DA CABEA :
Se a torneira tem a fuga ao nvel da cabea, deve reapertar
a porca da cabea. Trata-se de uma pequena porca colocada
no cimo da cabea. Aperte-a ligeiramente com a chave
francesa. Se a cabea e o manpulo no estiverem bem
unidos deve apertar o manpulo.
GUARNECIMENTO :
Se a vlvula colocada entre a porca da cabea e o veio j
no suficientemente estanque, pode igualmente utilizar o
tflon. Enrole-o em cordo e introduza-o na cavidade com
uma chave de fendas. Reponha em seguida no local a porca
da cabea e o manpulo.
O TRTARO :
As torneiras ou chuveiros podem ganhar trtaro e fica r
entupidos ao fim de algum tempo. Mergulhe -as durante
algumas horas em vinagre aquecido para destruir o calcrio.
Limpe em seguida com um pano prprio. (Existem
igualmente pastas especiais).
SEGURANA AQUASTOP :
Para a instalao de uma mquina de lavar roupa ou loi,
mais prudente montar na torneira uma segurana tipo
aquastop, que cortar a gua no caso de ruptura dos canos.
8/ 8
BRICOFICHA 6.7
CONDUTAS DE
EVACUAO DE GUA
LISTA DE MATERIAL
AS INSTALAES DE
EVACUAO
OS MATERIAIS
LIGAO QUEDA
LIGAO COLUNA
AS ABRAADEIRAS DE FIXAO
CONSELHOS
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LISTA DE MATERIALL
CONDUTAS DE EVACUAO DE GUA
SERRA DE METAIS :
Serve para cortar metais
e matrias plsticas.
SERROTE DE COSTAS
+ CAIXA DE MEIA ESQUADRIA :
Para realizar cortes
perfeitos, utilize um
serrote de costas com
uma caixa de meia esquadria.
LIMA :
Uma lima de dentes
grossos permite chanfrar
as extremidades dos
canos de matria
plstica.
COLA PARA PVC :
PPara unir os tubos de
PVC rgidos, utilize uma
cola especial que
espalhar com um
pequeno pincel.
APARAFUSADORA :
Muna -se de um modelo
com ponta
intercambivel.
SERROTE DE COSTAS :
Um serrote de costas
permite cortar um cano
de plstico mesmo fixo
parede.
LIXA :
A lixa de gro fino serve
para limpar
completamente as
pequenas rebarbas dos
cortes.
BERBEQUIM ELTRICO
:
Utiliza-se para a
passagem das
canalizaes atravs das
paredes e para a
colocao de buchas.
NVEL DE BOLHAS :
Um modelo com (no
mnimo) 2 bolhas pode
ser utilizado tanto
vertical como
horizontalmente.
FITA MTRICA :
Uma fita mtrica com
boto de bloqueio e
enrolamento automtico
bastante prtica.
2/ 8
AS INSTALAES DE EVACUAO
CONDUTAS DE EVACUAO DE GUA
A EVACUAO DA GUA :
A gua limpa que serve as diversas instalaes deve,
depois de ser usada, ser evacuada. No se reserva porm o
mesmo destino gua conduzida do WC e gua suja de
origem domstica, que contm restos de sabo e
detergentes (banho, cozinha, etc.)..
O PRINCPIO :
Todos os aparelhos sanitrios de um mesmo andar so ligados, por canos
horizontais a uma conduta vertical de evacuao. Esta, igualmente chamada
"coluna e queda", assegura a recolha e a descida das guas sujas em direo
aos esgotos.
DIMETRO :
O dimetro de uma conduta de
evacuao depende do aparelho ao qual
ele ligada : o escoamento da banheira
de um dimetro claramente superior
ao de um lavatrio. Se uma mesma
conduta serve vrios aparelhos, o seu
dimetro deve ser aumentado em
conseqncia.
OS SIFES :
As condutas de evacuao esto a maior parte do tempo
vazias : h que prever equipar cada aparelho sanitrio com
um sifo que evita a propagao de maus odores por toda a
casa. Este sifo contm sempre um mnimo de 5
centmetros de reteno de gua (unicamente destinado a
reter os odores).
VENTILAO :
As condutas de evacuao situadas dentro de casa devem
igualmente ser ventiladas. Isto tem como objetivo evitar
que os sifes no se esvaziem quando uma grande
quantidade de ga evacuada de uma s vez (entende-se
isto por "gargarejar" o aparelho). A "coluna de queda"
assim prolongada at ao cimo do telhado.
3/ 8
OS MATERIAIS
CONDUTAS DE EVACUAO DE GUA
O PVC :
Os canos de PVC so geralmente cinzentos, e so vendidos
em comprimento standard (3 m). Resistem aos produtos
qumicos de uso domstico e ao calor at 35 C. O PVC
dilata-se no entanto de for submetido a temperaturas
elevadas : preveja juntas de dilatao na altura da
instalao.
CORTE :
Para cortar os pedaos de tubo em PVC, utilize uma serra de
metais ou serrote de costas com uma caixa de meiaesquadria. Se a extremidade que deve ser introduzida no
troo seguinte no estiver biselada, chanfre-a com a lima.
Antes de colar, lixe as superfcies com lixa e desengordureas.
A COLAGEM :
Pode em seguida aplicar a cola : sobre o contorno exterior
do tubo, e no interior da ligao, ou de outro elemento :
tubo de ligao, curva, derivao, tubo bifurcado,...
Espalhe-a numa camada fina, para evitar que se forme um
anel depois da unio.
A UNIO :
Uma vez a cola aplicada, una os elementos to rpido
quanto possvel. A cola para PVC seca muito depressa, o
que torna as correes posteriores impossveis.
O PROPILENO :
Ao contrrio dos tubos de PVC, estes no devem ser colados
pois suficiente encaix-los visto que incluem uma anilha
de borracha que garante a estanquecidade. Os tubos de
propileno resistem ao calor at uma temperatura de 90 C.
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LIGAO QUEDA
CONDUTAS DE EVACUAO DE GUA
A INCLINAO :
O exemplo concreto que se segue, indica como ligar um
tubo coluna de queda. indispensvel que todas as
canalizaes horizontais segam uma inclinao de 5 mm
pormetro : se esta condio no for cumprida, a evacuao
no se far corretamente.
A LIGAO :
Dever inserir um tubo bifurcado (ligao em T) de dimetro
adaptado na coluna de queda. Coloque-a contra a coluna de
forma a que o centro da sua abertura horizontal corresponda
ao traado do centro da evacuao horizontal. Transfira a
altura da parte inferior para a coluna.
O CORTE :
Corte a coluna a esta altura, com um serrote de costas. O
segundo corte situar-se - por cima, a uma altura igual do
tubo bifurcado aumentada de 20 cm. Pode de seguida
chanfrar as extremidades livres com a ajuda de uma grosa
ou de uma linha de dentes grossos.
CONSELHO :
Uma banda de papel, enrolada em volta da coluna ao nvel
do corte, permite o controle do mesmo : ver
imediatamente se so necessrias correes (a efetuar com
lima ou grosa).
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LIGAO COLUNA
CONDUTAS DE EVACUAO DE GUA
A ANILHA DE LIGAO :
Aplique um lubrificante especial para plstico no interior da
anilha de ligao e a extremidade livre da coluna de queda.
Introduza a anilha de ligao at que a sua extremidade
inferior e a da coluna se encontrem ao mesmo nvel.
O TUBO DE LIGAO :
Corte um tubo de ligao do tamanho da coluna que retirou.
O seu comprimento igual distncia entre a ponta do
encaixe superior do tubo bifurcado e a parte de baixo do
rebordo da nervura central da anilha de ligao. Chanfre de
seguida as extremidades deste tubo (com a lima).
A LIGAO :
Ligue agora a sua extremidade inferior (com cola) ao bordo
superior do tubo bifurcado. Depois desvie ligeiramente a
coluna de queda e insira a extremidade superior do tubo de
ligao no stio dentro da anilha de ligao. Faa -o girar at
que estes encoste ponta.
FIXAO :
Para finalizar, coloque uma abraadeira de fixao sobre a
nervura central da anilha de ligao, e aparafuse -a
parede. S lhe resta colocar no stio o tubo entre o sifo do
aparelho (WC ou outro) e a coluna de queda.
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AS ABRAADEIRAS DE FIXAO
CONDUTAS DE EVACUAO DE GUA
DIMETRO :
O dimetro interior de uma abraadeira de fixao deve ser
ligeiramente superior ao dimetro exterior do cano, para
que este possa dilatar-se. A abraadeira deve conter todo o
permetro da canalizao e mant -la afastada da parede.
OS TUBOS DE DILATAO :
Os tubos de dilatao tm tambm por objetivo permitir a
dilatao das condutas em PVC. Compem-se de duas
partes complementares e a sua ligao compreende
igualmente uma anilha de estanquecidade. A parte fixa
mantida no lugar por uma abraadeira.
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CONSELHOS
CONDUTAS DE EVACUAO DE GUA
OS JOELHOS :
Para facilitar o escoamento das guas usadas, evite os
joelhos e as unies de ngulo reto, e faa se possvel todas
as unies com ligaes em T a 45 .
O RUDO :
Nos locais onde uma conduta atravessa uma parede,
envolva-a com um tubo de borracha isolante que evita o
contato direto com os materiais de construo. Constar
que a conduta menos barulhenta.
O DESENTUPIMENTO :
Pode inserir tampes de limpeza amovveis mas estanques,
na sua instalao de evacuao. Isto permite ter acesso ao
interior da conduta sem ter de a cortar. Colocam-se nas
unies de condutas verticais e horizontais, e na base da
coluna de queda.
O ESCOAMENTO EXTERIOR :
No exterior, as calhas de evacuao so todas encaixadas
uma nas outras, sem cola, com a ajuda de tubos de ligao
cuja extremidade mais larga est orientada para cima.
Conforme estes trabalhos se realizem de Vero ou de
Inverno, o comprimento do encaixe ser de 3/4 ou de 1/2
do dimetro do tubo.
8/ 8
Lista de materiais
Nvel de dificuldade:
Mdio
Chave de parafusos:
Luvas:
Um par de luvas grossas
imprescindvel para
a manipulao do vidro
ou de objectos cortantes.
Ferramentas
manuais
Martelo
de vidraceiro:
Chave de fendas
ou cruciforme.
Utilize para substituir
os vidros.
Ferramentas
manuais
Faca de vidraceiro:
Formo:
Permite-lhe aplicar,
aplanar ou eliminar
o mastique.
Ferramentas
manuais
Ferramentas
manuais
Tintas
e vernizes
Turqus:
Fita mtrica:
O retorno automtico
e o travo da fita so
opes muito
interessantes.
Ferramentas
manuais
Escova de arame
metlica:
Corta-vidro:
O corta-vidro possui
uma ponta em diamante
ou um rodzio
em carboneto.
Os pelos em ao so
perfeitos para limpar
e desenferrujar.
Ferramentas
manuais
2
Ferramentas
manuais
Bricoficha
Ferramentas
manuais
Eliminar o mastique:
O mastique serve para prender os vidros nos caixilhos. Uma vez
retirado o vidro necessrio, tambm, eliminar os restos de mastique
antigo. Utilize para isso um formo (usado) ou um canivete. Se o
mastique estiver demasiado duro, sirva-se do martelo para exercer
fora sobre o formo.
Os pregos de vidraceiro:
Depois de eliminado o mastique, vo aparecer pequenos pregos
sem cabea: estes chamam-se "pregos de vidraceiro", cujo papel
manter o vidro colocado no caixilho. Endireite-os com a ajuda de
uma chave de parafusos (chave de fendas).
Arrancar os pregos:
Depois de endireitados, fcil arrancar os pregos com uma turqus,
colocada o mais prximo possvel da madeira. Primeiro, deve
extrair parcialmente os pregos. Depois recoloque a turqus mais
prxima da madeira e arranque-os: procedendo desta forma, no
danificar o caixilho.
3
Bricoficha
A reparao
Escovar:
Eis a ocasio ideal de limpar a janela, incluindo os entalhes do
caixilho. Mesmo a sujidade bem incrustada no resistir escova
metlica: os seus pelos de ao eliminaro energicamente a poeira,
a ferrugem, etc.
A limpeza:
A limpeza com a escova, assim como todos os trabalhos abrasivos,
ocasionam um levantamento de poeira. Para limpar impecavelmente
os entalhes utilize um pano hmido. Depois, deixe-os secar antes
de passar substituio dos vidros.
Primrio:
Antes de tudo, deve aplicar, com um pincel, um primrio ou leo
de linhaa sobre o caixilho onde ser colocado o vidro. Esta operao
ser benfica para a madeira e aumentar, por outro lado, a aderncia
do mastique fresco no suporte.
Tirar medidas:
O verdadeiro "bricoleur" corta ele mesmo os vidros. Tire as medidas
da parte interna dos caixilhos, reduzindo 3 a 4 mm tanto em altura
como em largura: as medidas obtidas correspondem s medidas
do vidro a cortar.
O corta-vidro:
Utilize um diamante. Segure-o entre o polegar e o dedo mdio,
exercendo presso para baixo com o indicador. Certifique-se de que
a sua rgua (madeira ou alumnio) no desliza. Incline ligeiramente
a ferramenta e faa um movimento contnuo e regular, diminuindo
um pouco a presso no fim do troo.
4
Bricoficha
Aplicar o mastique
O corte do vidro:
O trao feito com o diamante no cortou o vidro? Deve dar pequenas
pancadas por cima, ao longo da linha de corte, at que este
"trespasse"o vidro. Finalmente coloque o vidro sobre a rgua ou a
borda da mesa, exercendo uma presso idntica em ambas as partes.
Preparar o mastique:
Est na altura de preparar o mastique (de cor castanha ou "natural").
O mastique clssico deve ser amassado entre os dedos at ficar
malevel. Pegue em pequenas quantidades de cada vez. Est pronto
assim que colar ligeiramente aos dedos.
Aplicao do mastique:
Com a ajuda da faca de vidraceiro (eventualmente mo) aplique
o matique nos entalhes do caixilho. Alguns mastiques apresentamse em cartucho, que se coloca numa pistola especial que facilita a
sua aplicao. Esta primeira "camada" manter provisoriamente o
vidro no lugar.
Colocao provisria:
Em seguida, coloque cuidadosamente o vidro no caixilho. Verifique
se a distncia entre os bordos do vidro e o caixilho de 1,5 a 2
mm a toda a volta. Aperte sucessivamente o vidro contra o mastique
que guarnece os entalhes, mas nunca pressione ao centro do vidro.
5
Bricoficha
Colocao
Os pregos de vidraceiro:
Estando o vidro provisoriamente fixo pelo mastique, segure nos
pregos de vidraceiro (com um comprimento de 15 mm). Ao preglos deixe cerca de 10 mm de prego fora da madeira, ficando os
outros 5 mm dentro dela.
Conselho:
A manipulao dos pregos de vidraceiro nem sempre fcil. So
difceis de segurar e pregar. O truque consiste em espet-los
primeiro (um a um) na extremidade de um bocado de carto
suficientemente comprido, que lhe permita segur-los sem perigo
para os seus dedos.
Pregar:
Coloque o carto contra o vidro, no local desejado, estando a ponta
do prego um pouco abaixo do carto. S lhe resta ento preg-lo
com a ajuda do martelo de vidraceiro, com toda a segurana. Coloque
os pregos a toda a volta do vidro, espaados entre si de 15 a 20 cm.
Dobrar os pregos:
Dobre os pregos de maneira a que fiquem em contacto com o vidro.
Pode utilizar uma chave de fendas, mas dobr-los mo no
representa qualquer dificuldade. Graas a esta operao, o vidro
ficar solidamente colocado no lugar.
Colocar o mastique:
O espao de 1,5 a 2 mm que sobrou do caixilho em volta do vidro,
dever levar mais uma junta de mastique, com a ajuda da faca de
vidraceiro, no deixando nenhum "vazio" ou fissura.
6
Bricoficha
O acabamento
O excedente de mastique:
Agora que a face interior da janela tem mastique, necessrio
passar face exterior : elimine o excedente de mastique com a faca
de vidraceiro em posio horizontal, apoiada sobre o rebordo do
caixilho. A lmina dever deslizar a todo o comprimento do vidro.
A limpeza final:
O vidro novo ter, provavelmente, ndoas gordurosas de mastique.
Basta lav-lo com uma esponja ou com um pano embebido em
detergente.
Esta tarefa ser bem mais fcil de executar se recolocar de novo a
janela nas dobradias.
Recolocar a janela:
Para acabar, voc colocar ento a janela nas dobradias. Tenha
ateno para no tocar no mastique fresco. Alis, este dever ser
pintado posteriormente, depois de completamente seco. Respeite
um prazo de, pelo menos, 2 a 3 semanas antes de aplicar a tinta.
7
Bricoficha
A segurana
O transporte do vidro:
Se a prudncia impe o uso de luvas e de sapatos de proteco
durante todo o trabalho, necessrio tambm ter certas precaues
no transporte do vidro. Proteja as mos com um jornal ou um pano,
e pegue no vidro sem o apertar demasiado, pois uma presso
demasiado forte pode quebr-lo.
O transporte em viatura:
Se no tiver espao suficiente para fazer deslizar a placa dentro da
viatura, previna-se com um suporte slido em madeira. Embrulhe
o vidro numa cobertura e ate o conjunto, sem apertar demasiado,
mas impedindo qualquer deslize. Adapte a sua conduo carga
que transporta.
[Link]
Lista de materiais
Nvel de dificuldade:
Difcil
Corta-azulejos:
O seu alicate desloca-se ao
longo do azulejo, do qual
corta a face esmaltada.
Ferramentas
manuais
Esptula dentada/
colher de pedreiro:
Escolha de preferncia
um modelo com lmina
de ao inoxidvel.
Ferramentas
manuais
Pina bico-de-papagaio:
Rodo em borracha:
Ferramentas
manuais
Ferramentas
manuais
Rebarbadora:
Muna-se de discos
de cortar ou rebarbar
adaptados natureza
e espessura do material.
Ferramentas
manuais
Ferramentas
elctricas
Junta de silicone
em invlucro:
Fio de prumo
+ bate-linhas:
Para traar linhas
perfeitamente verticais.
Ferramentas
manuais
O mastique expulso
do invlucro devido
a um sistema de pistola.
Tintas
Mao de borracha:
Equipamento de segurana:
Permite-lhe bater os
azulejos sem os danificar.
Ferramentas
manuais
2
Bricoficha
Ferramentas
manuais
Paredes: preparao
Os buracos e fissuras:
Ignore os pequenos buracos, tape as fendas mais importantes. Com
um raspador triangular, elimine as partes com pouca aderncia e
tape com uma camada elstica. Para as fissuras largas ou cantos,
aplique o betume, depois tela, novamente betume e lixe.
Os papis de parede:
O papel de parede no uma boa base para aplicar azulejos, cujo
peso arriscaria a desprende-los. Poder facilmente arranc-lo com
a ajuda de uma descoladora a vapor. Elimine os restos, e
aspire cuidadosamente. A parede dever estar absolutamente limpa.
As pinturas:
As paredes pintadas devem tambm estar absolutamente livres de
gordura : lave-as com um detergente (tipo lixvia) para as
desengordurar. Lixe-as em seguida com lixa grossa, (sobretudo as
pinturas brilhantes), para melhorar a sua aderncia. Elimine tudo
o que se destaque.
As paredes porosas:
As bases muito porosas (gesso, tijolo, placas de partculas hidrfugas)
devem ser tratadas com uma camada de fundo especial ("fixador"),
para que no absorvam toda a humidade da cola para azulejos
(cuja aderncia diminuiria). Trate de forma igual o beto e o cimento.
As paredes hmidas:
Procure a origem precisa da humidade (fuga numa canalizao,
formao de salitre,...) e aplique o remdio apropriado (injeo,
reparao da fuga, produto de impermeabilidade, eliminao do
salitre,...), seno esta humidade danificar, mais tarde, os seus
azulejos.
3
Bricoficha
Paredes: colocao
O ponto de partida:
Trace, ao meio da parede, uma linha vertical, sirva-se do fio de
prumo e do bate-linhas. Nunca comece por um canto, porque no
poder ter a certeza de que estes so certos. Reserve para mais
tarde os azulejos cortados, os seus cortes sero aqui menos visveis.
Conte sempre com 10% de azulejos a mais.
A aplicao da cola:
A argamassa a ser feita, para a colocao dos azulejos com
cimento cola. Este dever ser estendido sobre a base horizontalmente,
em bandas regulares. Este trabalho faz-se com a ajuda de um
esptula especial cujos "dentes" determinam a espessura da camada
de cola (cimento cola ou cola em pasta; uma cola fungicida nos
locais hmidos).
As verificaes:
Coloque as cruzetas sobre os ngulos superiores dos azulejos, para
obter juntas regulares quando colocar os seguintes. (As juntas
absorvem as deformaes dos azulejos). Verifique se estes esto
bem planos, com uma rgua de "alumnio", e corrija com um mao
de borracha.
4
Bricoficha
Paredes: acabamento
O corte do azulejo:
Para cortar os azulejos (nos ngulos por exemplo), utilize um cortaazulejos. Parta ento o azulejo aps o corte, (pouse-o sobre uma
prancha ou bata-lhe atrs). Para os ngulos reentrantes, coloque
a mquina na direo do interior. (ngulos salientes : utilize sempre
azulejos inteiros).
Recortar as bordas:
Para recortar uma abertura no bordo de um azulejo, comece por
marcar o contorno (com um bico de traar), depois corte o azulejo,
bocado a bocado, com uma turqus. Poder em seguida alisar o
rebordo com uma lima.
As juntas:
Encha com argamassa depois de um dia de secagem. Utilize massa
de ceramista (branca ou tingida) ou massa de juntas. Espalhe-a
sobre os azulejos com o rodo de borracha. Logo que comece a
pegar (geralmente ao fim de algumas horas), limpe o excedente
com um pano seco ou com uma esponja.
Impermeabilizao:
Uma junta impermeabilizada em silicone ser realizada com a ajuda
de uma pistola. Finalize com a ajuda do dedo previamente molhado
numa soluo de gua com sabo. Um raspador especial ajudar
substituindo vantajosamente o dedo. Pode tambm utilizar um perfil
especial de acabamento.
5
Bricoficha
Cho: preparao
Cobertura de cimento:
O cho dever ser slido, seco, liso e totalmente livre de poeira.
Se aplicar a cobertura de cimento, tenha em conta o seu peso
(aumentado este dos mosaicos). Eventualmente enterrar canos de
evacuao. Preveja uma camada frgil de areia (15 cm), 8 cm de
beto e uma cobertura de 2 cm.
Uniformizar o cho:
Suprima as irregularidades de nvel (tape os buracos, parta as arestas
vivas com escopro e martelo), e lixe os locais reparados. Poder
recorrer a um produto auto-nivelante, que permitir obter uma base
perfeitamente lisa (altura suplementar 1 mm).
Os soalhos:
Um velho soalho ou parquet pode servir de base, na condio da
argamassa no se aplicada directamente (menor aderncia, riscos de
deformao). Arranque ou enterre os pregos salientes, aspire, ponha
lixvia, desengordure com "tricloretileno" e tape os furos.
A humidade:
Para determinar as razes da humidade do cho, coloque uma folha
plstica transparente. O vapor de gua no plstico significa
condensao; se a parte de baixo estiver hmida, o seu cho no
suficientemente seco, onde se produz a subida da humidade.
Neste caso, cubra-o com uma folha de polietileno.
6
Bricoficha
Cho: colocao
Os eixos:
A esttica exige que uma fila de mosaicos inteira fique junto porta.
Trace perpendicularmente, a esta parede, uma linha mais longa do
que aquela onde colocar os mosaicos (largura das juntas : 5 mm
para 10 x 10 cm, 7 mm para 15 x 15 cm, at 20 mm para 30 x 30
cm). Indique o ltimo mosaico inteiro. Partindo deste ponto, trace
uma perpendicular primeira linha. Se uma das paredes lhe for
paralela, parta do ngulo formado. Seno, trace um segundo eixo,
no meio da sala, sobre uma junta. a linha de partida. Menos de
12 m , preveja sempre 10% de mosaicos a mais, para evitar surpresas.
Mosaicos colados:
Se o cho for perfeitamente plano poder colar os mosaicos. Espalhe
a cola com uma esptula dentada (que lhe dar uma aspecto
canelado), aplique numa superfcie de 1 m de cada vez. Os mosaicos
devero ser colocados com j indicamos acima. Termine pela fila
prxima da parede.
Bricoficha
Cho: acabamento
Os soalhos:
Sobre um soalho, estenda primeiro uma camada de aderncia
impermeabilizante (1), sobre a qual ir agrafar em seguida uma
armao de fibra de vidro (2). Finalizar com um revestimento autonivelante (3).
[Link]
Coleccione!
Lista de materiais
Nvel de dificuldade:
Difcil
Corta-azulejos:
O seu alicate desloca-se ao
longo do azulejo, do qual
corta a face esmaltada.
Ferramentas
manuais
Esptula dentada/
colher de pedreiro:
Escolha de preferncia
um modelo com lmina
de ao inoxidvel.
Ferramentas
manuais
Pina bico-de-papagaio:
Rodo em borracha:
Ferramentas
manuais
Ferramentas
manuais
Rebarbadora:
Muna-se de discos
de cortar ou rebarbar
adaptados natureza
e espessura do material.
Ferramentas
manuais
Ferramentas
elctricas
Junta de silicone
em invlucro:
Fio de prumo
+ bate-linhas:
Para traar linhas
perfeitamente verticais.
Ferramentas
manuais
O mastique expulso
do invlucro devido
a um sistema de pistola.
Tintas
Mao de borracha:
Equipamento de segurana:
Permite-lhe bater os
azulejos sem os danificar.
Ferramentas
manuais
2
Bricoficha
Ferramentas
manuais
Paredes: preparao
Os buracos e fissuras:
Ignore os pequenos buracos, tape as fendas mais importantes. Com
um raspador triangular, elimine as partes com pouca aderncia e
tape com uma camada elstica. Para as fissuras largas ou cantos,
aplique o betume, depois tela, novamente betume e lixe.
Os papis de parede:
O papel de parede no uma boa base para aplicar azulejos, cujo
peso arriscaria a desprende-los. Poder facilmente arranc-lo com
a ajuda de uma descoladora a vapor. Elimine os restos, e
aspire cuidadosamente. A parede dever estar absolutamente limpa.
As pinturas:
As paredes pintadas devem tambm estar absolutamente livres de
gordura : lave-as com um detergente (tipo lixvia) para as
desengordurar. Lixe-as em seguida com lixa grossa, (sobretudo as
pinturas brilhantes), para melhorar a sua aderncia. Elimine tudo
o que se destaque.
As paredes porosas:
As bases muito porosas (gesso, tijolo, placas de partculas hidrfugas)
devem ser tratadas com uma camada de fundo especial ("fixador"),
para que no absorvam toda a humidade da cola para azulejos
(cuja aderncia diminuiria). Trate de forma igual o beto e o cimento.
As paredes hmidas:
Procure a origem precisa da humidade (fuga numa canalizao,
formao de salitre,...) e aplique o remdio apropriado (injeo,
reparao da fuga, produto de impermeabilidade, eliminao do
salitre,...), seno esta humidade danificar, mais tarde, os seus
azulejos.
3
Bricoficha
Paredes: colocao
O ponto de partida:
Trace, ao meio da parede, uma linha vertical, sirva-se do fio de
prumo e do bate-linhas. Nunca comece por um canto, porque no
poder ter a certeza de que estes so certos. Reserve para mais
tarde os azulejos cortados, os seus cortes sero aqui menos visveis.
Conte sempre com 10% de azulejos a mais.
A aplicao da cola:
A argamassa a ser feita, para a colocao dos azulejos com
cimento cola. Este dever ser estendido sobre a base horizontalmente,
em bandas regulares. Este trabalho faz-se com a ajuda de um
esptula especial cujos "dentes" determinam a espessura da camada
de cola (cimento cola ou cola em pasta; uma cola fungicida nos
locais hmidos).
As verificaes:
Coloque as cruzetas sobre os ngulos superiores dos azulejos, para
obter juntas regulares quando colocar os seguintes. (As juntas
absorvem as deformaes dos azulejos). Verifique se estes esto
bem planos, com uma rgua de "alumnio", e corrija com um mao
de borracha.
4
Bricoficha
Paredes: acabamento
O corte do azulejo:
Para cortar os azulejos (nos ngulos por exemplo), utilize um cortaazulejos. Parta ento o azulejo aps o corte, (pouse-o sobre uma
prancha ou bata-lhe atrs). Para os ngulos reentrantes, coloque
a mquina na direo do interior. (ngulos salientes : utilize sempre
azulejos inteiros).
Recortar as bordas:
Para recortar uma abertura no bordo de um azulejo, comece por
marcar o contorno (com um bico de traar), depois corte o azulejo,
bocado a bocado, com uma turqus. Poder em seguida alisar o
rebordo com uma lima.
As juntas:
Encha com argamassa depois de um dia de secagem. Utilize massa
de ceramista (branca ou tingida) ou massa de juntas. Espalhe-a
sobre os azulejos com o rodo de borracha. Logo que comece a
pegar (geralmente ao fim de algumas horas), limpe o excedente
com um pano seco ou com uma esponja.
Impermeabilizao:
Uma junta impermeabilizada em silicone ser realizada com a ajuda
de uma pistola. Finalize com a ajuda do dedo previamente molhado
numa soluo de gua com sabo. Um raspador especial ajudar
substituindo vantajosamente o dedo. Pode tambm utilizar um perfil
especial de acabamento.
5
Bricoficha
Cho: preparao
Cobertura de cimento:
O cho dever ser slido, seco, liso e totalmente livre de poeira.
Se aplicar a cobertura de cimento, tenha em conta o seu peso
(aumentado este dos mosaicos). Eventualmente enterrar canos de
evacuao. Preveja uma camada frgil de areia (15 cm), 8 cm de
beto e uma cobertura de 2 cm.
Uniformizar o cho:
Suprima as irregularidades de nvel (tape os buracos, parta as arestas
vivas com escopro e martelo), e lixe os locais reparados. Poder
recorrer a um produto auto-nivelante, que permitir obter uma base
perfeitamente lisa (altura suplementar 1 mm).
Os soalhos:
Um velho soalho ou parquet pode servir de base, na condio da
argamassa no se aplicada directamente (menor aderncia, riscos de
deformao). Arranque ou enterre os pregos salientes, aspire, ponha
lixvia, desengordure com "tricloretileno" e tape os furos.
A humidade:
Para determinar as razes da humidade do cho, coloque uma folha
plstica transparente. O vapor de gua no plstico significa
condensao; se a parte de baixo estiver hmida, o seu cho no
suficientemente seco, onde se produz a subida da humidade.
Neste caso, cubra-o com uma folha de polietileno.
6
Bricoficha
Cho: colocao
Os eixos:
A esttica exige que uma fila de mosaicos inteira fique junto porta.
Trace perpendicularmente, a esta parede, uma linha mais longa do
que aquela onde colocar os mosaicos (largura das juntas : 5 mm
para 10 x 10 cm, 7 mm para 15 x 15 cm, at 20 mm para 30 x 30
cm). Indique o ltimo mosaico inteiro. Partindo deste ponto, trace
uma perpendicular primeira linha. Se uma das paredes lhe for
paralela, parta do ngulo formado. Seno, trace um segundo eixo,
no meio da sala, sobre uma junta. a linha de partida. Menos de
12 m , preveja sempre 10% de mosaicos a mais, para evitar surpresas.
Mosaicos colados:
Se o cho for perfeitamente plano poder colar os mosaicos. Espalhe
a cola com uma esptula dentada (que lhe dar uma aspecto
canelado), aplique numa superfcie de 1 m de cada vez. Os mosaicos
devero ser colocados com j indicamos acima. Termine pela fila
prxima da parede.
Bricoficha
Cho: acabamento
Os soalhos:
Sobre um soalho, estenda primeiro uma camada de aderncia
impermeabilizante (1), sobre a qual ir agrafar em seguida uma
armao de fibra de vidro (2). Finalizar com um revestimento autonivelante (3).
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Bricoficha
Como colocar
lambris
6.13
Lista de materiais
Nvel de dificuldade:
Difcil
Martelo de carpinteiro
Esquadro
Ferramentas
manuais
Ferramentas
manuais
Berbequim aparafusadora
Puno
Ferramentas
manuais
Serrote
de carpinteiro
Ferramentas
elctricas
Grampos
Ferramentas
manuais
Ferramentas
manuais
Serra
de recortes
Mao de borracha
Ferramentas
elctricas
Agrafador
Ferramentas
manuais
Nvel
Ferramentas
manuais
Bricoficha
Ferramentas
manuais
Generalidades
Os materiais
As qualidades
Colocao vertical
Se quiser um efeito visual da sala com o tecto alto, coloque os lambris em
posio vertical (tambm parecer mais estreita, excepto se o tecto estiver
revestido). Pode encontrar lminas que vo desde 1,20 m aos 2,70 m de
comprimento.
Colocao horizontal
Colocando as lminas horizontalmente conseguir o efeito de uma sala de
tecto baixo e larga.
Factores ambientais
Preparao da superfcie
e da humidade do ar, por isso recomenda-se que antes pois esta poder no estar totalmente lisa. Deve ser
da sua montagem se deixe o lambri na sala onde vai
embalagem).
Bricoficha
A armao de apoio
Armao
As lminas no devem ser colocadas directamente contra a parede,
recomenda-se que a parede seja previamente forrada com ripas de madeira
na vertical, horizontal ou diagonal, dependendo de como vamos pregar as
lminas. prefervel dar algumas camadas de impregnao para evitar que a
(possvel) humidade a afecte negativamente.
Portas e janelas
Quando encontrar uma janela ou porta, devemos criar um quadro de ripas
sua volta para pregar firmemente as tbuas. Deve fazer-se o mesmo em
locais onde vo ser colocados objectos pesados.
Alisar a parede
Antes de pregar as ripas na parede, necessrio garantir que esta esteja
totalmente plana e vertical, com um nvel ou uma iguala (rgua metlica).
Eliminam-se os "relevos" lixando ou picando, conforme o tamanho, ou, na
sua ausncia, colocam-se umas cunhas de madeira.
Isolamento
Quando se montam painis no exterior, necessrio contar com os factores
externos. Em primeiro lugar deve fazer-se um tratamento isolante parede,
dando uma camada de polietileno ou cobrindo-a com fibra de vidro.
Bricoficha
Mtodos de trabalho
Serrar as lminas
Depois de tiradas as medidas que devem ter todas as lminas, necessrio
proceder ao corte. Para isso pode usar uma serra circular, uma de recortes,
um serrote ou um serrote de costas.
Quando for necessrio fazer recortes nas lminas (ex.: um interruptor de luz)
utilize uma serra de recortes com uma folha de corte fino e preciso para
no lascar a madeira.
A primeira lmina
A primeira lmina a colocar dever ser a de uma esquina da sala. Em
primeiro lugar, mede-se o comprimento da lmina e corta-se. Por motivos de
dilataes da madeira, prega-se armao deixando uns milmetros em relao parede.
Fixao
As lminas seguintes devem ser colocadas paralelamente primeira,
deixando uma separao de uns milmetros em relao ao solo, para
possveis correces. Quando for colocado o rodap, este tapar a separao
que possa ter ficado.
Bricoficha
Mtodos de fixao
Que mtodo escolher
Existem diferentes mtodos para unir as lminas entre si, pode ser atravs
de pregos ou grampos. necessrio ter em conta que utilizando pregos,
estes podem ficar visveis e estragar visualmente os lambris. Por seu lado, o
sistema de grampos totalmente invisvel e permite desmontar os lambris
em qualquer altura.
Puno
Para evitar que o prego se dobre ao bater ou que se desloque e danifique a
madeira, utiliza-se o puno. Com ele faz-se um pequeno furo que servir de
guia para o prego (sempre com um dimetro inferior ao do prego). Batendo
sobre o prego, este enterra-se na madeira e fica dissimulado.
Molduras
Para embelezar e dar um toque mais pessoal, pode intercalar molduras entre
as lminas.
Bricoficha
O toque final
Verniz
No caso de ter escolhido tbuas no envernizadas, procede-se primeiro sua
instalao e, posteriormente, d-se o verniz. Assim, evita danific-lo quando
se manipulam e montam as tbuas.
Rodaps
Para cobrir a separao que tenha ficado das tbuas em relao ao solo,
colocam-se os rodaps. Os ngulos devem ser serrados obliquamente, para
que coincidam uns com os outros.
Tectos
Tal como acontece com os solos, as tbuas tambm no chegam at ao
tecto, h uma separao de milmetros que se cobre com uma moldura. Ser
apenas questo de escolher a que mais lhe agrada.
Cantoneiras
Para tapar a separao de milmetros que necessrio deixar entre os
lambris e as esquinas, colocam-se cantoneiras.
Manuteno
A manuteno de um lambri de madeira praticamente nula, suficiente
passar um pano hmido.
Bricoficha
Lambris em PVC
Vantagens
Em relao madeira, o PVC no sofre alteraes por factores climatricos
(dilatao por mudanas de temperatura), tem um tratamento ignifugo,
mais resistente frico e no h possibilidade de aparecimento de bolor ou
podrido.
Corte
As lminas dos lambris podem ser cortadas com uma serra de recortes,
circular ou com uma serra de mo. Mas necessrio ter em conta a
grossura do material e a sua resistncia, e em funo disso escolher a
melhor ferramenta.
Fixao
Existem dois sistemas: colar as lminas directamente sobre a parede ou
construir uma armao de madeira, como no caso dos lambris de madeira
(ripas colocadas paralelamente entre si, mas deixando um espao para que o
ar circule por detrs das lminas), e agrafar as lminas de PVC (o mais
8
recomendado).
Colagem
S se utiliza no caso de superfcies totalmente planas onde se possam colar
directamente as lminas (cola especfica).
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Bricoficha 07.02
ISOLAR PAREDES E
PAVIMENTOS
LISTA DE MATERIAL
ISOLAMENTO EM CLCULOS
OS MATERIAIS ISOLADORES
ISOLAMENTO DAS PAREDES
DUPLAS
AS PAREDES DUPLAS
AS PAREDES MACIAS
A DUPLA DIVISRIA
OS PAINIS DE ISOLAMENTO
OS PAINIS ISOLADORES
UM SUPORTE DE DIVISRIA
UM SUPORTE DE DIVISRIA
UM SUPORTE DE DIVISRIA
OS PAVIMENTOS
O PAVIMENT O DE BETO
ISOLAMENTO ACSTICO
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LISTA DE MATERIAL
ISOLAR PAREDES E PAVIMENTOS
FITA MTRICA :
muito mais prtica com
o enrolamento
automtico.
AGRAFADOR :
Existem modelos
manuais e eltricos, com
diferentes tamanhos de
agrafos.
FITA ADESIVA :
Utilize fita especial para
a colocao do pra vapor.
SERROTE :
Escolha um com dentes
finos para cortar placas
de gesso.
NVEL DE BOLHA :
Um modelo com duas
bolhas permite controlar
o nvel horizontal e
verticalmente.
RGUA DE ALUMNIO :
Uma rgua permite
serrar ou cortar a direito.
TESOURAS : Verifique
se esto a fiadas antes da
utilizao. Existem
tesouras para destros e
para canhotos.
MARTELO DE
CARPINTEIRO :
Permite pregar ou
arrancar pregos.
BEBERQUIM/APARA FUSADORA :
Escolha uma mquina
que possa tambm
aparafusar. Os modelos
sem fio so muito
prticos.
LUVAS, CULOS E
MSCARA :
Estas precaues
revelam-se muito teis,
em particular no
manuseamento da l de
vidro.
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ISOLAMENTO EM CLCULOS
ISOLAR PAREDES E PAVIMENTOS
O COEFICIENTE LAMBDA :
Alguns materiais conduzem melhor o calor que outros e os
melhores isoladores so pouco condutores. Esta propriedade
exprimida pelo coeficiente de condutividade trmica
(smbolo :? ), que tem por unidade o W/mK (watt por metro
pelo grau Kelvin).
ESPESSURA :
A espessura do material isolador um fator muito
importante : quanto mais espesso for melhor isolar. No
entanto errado pensa r que uma dupla espessura de
isolador retm uma quantidade dupla de calor. Outros
elementos entram em linha de conta e modificam estes
dados.
A RESISTNCIA TRMICA :
A resistncia que um dado material oferece passagem de
calor (ou R : resistncia trmica), a diferena entre a sua
espessura (em m) e a sua condutividade trmica. ( ?). O
conhecimento deste dois dados permitir escolher o material
que mais lhe convm.
A SOMA :
Um material isolador sempre aplicado sobre um material
de construo. A resis tncia trmica do conjunto no se
limita por isso do isolador, mas definido pela soma das
resistncias doa materiais utilizados. , portanto, possvel
calcular a resistncia trmica necessria.
TRANSMISSO TRMICA :
O coeficiente da transmisso trmica (K) de um material,
exprime a perda sbita de calor deste num metro quadrado
por uma diferena de um grau entre a face interna e a face
externa. o inverso da resistncia trmica (K=1/R) : os
valores baixos indicam um melhor isolador.
3 / 16
OS MATERIAIS ISOLADORES
ISOLAR PAREDES E PAVIMENTOS
ESTRUTURA GRANULADA OU EM P :
A perlite expandida um material composto por um
granulado de clulas mltiplas, de origem vulcnica tal como
a vermiculite expandida. Esta ltima apresenta uma
estrutura estratificada e contm silicato de alumnio e
magnsio expandido.
L MINERAL :
Fabricada base de areias silicosas, a l de vidro utiliza -se
sobretudo para o isolamento de armaes de telhados e
paredes. Resultante de rochas naturais, a l de rocha
prefervel para o isolament o de panos de chamins e para o
cho. Ela no receia nem gua nem humidade. A l mineral
no combustvel.
ISOLADORES SINTTICOS :
Os isoladores sintticos so os que mais se encontram
disponveis sob a forma de painis rgidos. As espumas de
poliuretano e de poliestireno, expandidas, so as mais
conhecidas. Existem igualmente os painis de poliestireno
revestidos a gesso.
O PRA-VAPOR :
O pra-vapor (feltro Kraft ou alumnio, j a plicado sobre o
isolador, ou uma pelcula de poliestileno a fixar por si
mesma) tem como finalidade prevenir a condensao sobre
a face fria da parede. Coloca -se sobre a face isoladora
situada no interior da diviso aquecida.
AS PONTES TRMICAS :
Por vezes os trabalhos de isolamento no oferecem os
resultados pretendidos. No necessrio duvidar da
qualidade do isolador, mas sim da instalao. necessrio
evitar as pontes trmicas, ou seja as partes no isoladas
pelas quais o calor se escapa do local.
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CONSTRUO :
Uma parede dupla compe-se de duas paredes, interior e
exterior, separadas por um vazio. Tal construo tem por
objetivo conservar a parede interior completamente seca. O
espao intermdio concentra a humidade proveniente tanto
de casa como da rua.
ESPESSURA :
As paredes interiores e exteriores das paredes duplas tm geralmente uma
espessura de 10 cm e so separadas por um espao de 5 a 6 cm. A largura do
espao intermdio e a espessura do isolador nele colocado, so bem mais
importantes que a espessura das prprias paredes.
evidente que um espao de 6 cm no pode comportar um isolador com
espessura superior, o que deveria ser o caso para oferecer um isolamento
trmico adequado. O ideal ser por exemplo, um isolador de 8 a 10 cm
colocado num espao de 10 a 12 cm.
PRECAUES :
Em princpio, o espao entre as duas paredes deve, mesmo
j sendo equipado com isolador, conservar a sua funo
principal : no dever por isso, se possvel ser
completamente preenchido, dever ficar uma bolsa de ar para
permitir a evacuao da gua. (Alm disso, o poder isolador
dos materiais hmidos diminui consideravelmente).
A L MINERAL :
Na altura da construo da casa pos svel aplicar
diretamente o material isolador contra a parede interior.
Isto faz-se, por exemplo, com placas de l mineral fixas no
lugar por meio de ganchos e ataduras especiais.
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AS PAREDES DUPLAS
ISOLAR PAREDES E PAVIMENTOS
O POLIESTIRENO :
Na altura da construo podem aplicar-se igualmente
painis de espuma de poliestireno. Os painis de poliestireno
expandido, compostos por clulas fechadas (portanto bons
isoladores) e de superfcie lisa, absorvem pouca gua. So
ligados entre eles por um sistema de ranhu ra e friso.
FORMA DE FIXAO :
Estes painis isoladores fixam-se com ganchos especiais,
chamados "gota de gua" : a sua parte curva mantm o
painel contra a parede e favorece o escoamento da gua,
protegendo assim o prprio isolador.
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AS PAREDES MACIAS
ISOLAR PAREDES E PAVIMENTOS
O ISOLAMENTO :
Entre a parede atual e a guarnio de ripas, pode colocar
uma camada espessa (8 cm) de l de vidro, l de rocha ou
espuma sinttica. Aplique uma camada de fundo atrs da
guarnio e fixe-a s ripas. Fica agora uma bolsa de Ar de 2
cm entre a nova e a antiga fachada.
A ALVENARIA :
Pode tambm construir, volta da atual fachada, uma
parede de tijolos, reservando um espao intermdio de 10
cm, por exemplo. O material isolador da guarnio (parcial)
o mesmo que para a nova construo (l mineral,
poliestireno). Adapte portas e janela s.
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A DUPLA DIVISRIA
ISOLAR PAREDES E PAVIMENTOS
O POLIESTIRENO :
LA dupla divisria, para paredes planas e lisas, consiste em
interpor painis isoladores (poliestireno expandido ou l
mineral) entre a parede e a divisria de duplicao (blocos
de gesso, por exemplo). Os painis de poliestireno devem
ser cortados em vis altura da diviso aumentada de um
cm.
A COLOCAO :
Com uma rgua plana, colo que o painel no stio,
encostando-o contra a parede sem o danificar. Verifique o
seu equilbrio e verticalidade com o fio de prumo. O entalhe
longitudinal feito ao longo dos painis permite uma ligao
bem estanque ao ar.
A L MINERAL :
Pode escolher aplicar l mineral contra a parede. Este
isolador porm menos rgido, mais baixo (ter de colocar
duas alturas) e deve ser solado. Distribua pontos de cola
nas costas dos painis antes de os pressionar fortemente
contra a parede.
AS JUNTAS :
Os painis devero ser colocados em filas sobrepostas e
bem juntas. Acrescente um cm altura normal da fila
superior, isto permite encostar bem os painis contra o teto.
Se estiverem equipados com pra -vapor (no lado quente),
cole fita adesiva sobre as juntas.
A MONTAGEM DA DIVISRIA :
Uma divisria de duplicao deve agora ser montada sobre o
isolador : por exemplo em beto celular (muito largo), ou
em placas de gesso. Estas so ligadas por meio de uma cola
especial. Antes do acabamento (tinta ou papel de parede),
as juntas devem ser cheias.
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OS PAINIS DE ISOLAMENTO
ISOLAR PAREDES E PAVIMENTOS
AS MEDIDAS :
Para ter a certeza de que a divisria isoladora ficar
retilnea, deve basear-se numa linha de referncia. Trace
duas marcas seguinte distncia da parede : 1,5 cm para o
gesso cola + largura do painel + largura da rgua que
utilizar. Ligue estas marcas entre si.
A MARCAO :
Com um bocado de painel isolador, trace, comeando por
um ngulo, os stios destinados aos painis. Trace as linhas
verticais com giz ou com um pedao de gesso. Saber
assim precisamente onde aplicar o gesso cola para a
colocao de cada placa.
O CORTE :
Recorte as placas se necessrio (comprimento : altura sob o
teto 1 cm). Utilize uma serra manual com dentes muito
finos, para evi tar lascar o gesso cartonado. Pela mesma
razo, prefervel no utilizar serra eltrica.
O GESSO COLA :
Misture o gesso com gua na proporo de 3 Kg para um
litro de gua. Deite primeiro a gua no balde, depois o
gesso. Faa rodar o balde sobre si mesmo, para obter uma
primeira mistura. Continue com uma colher de pedreiro ou
com uma misturadora montada num berbequim eltrico.
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OS PAINIS ISOLADORES
ISOLAR PAREDES E PAVIMENTOS
A APLICAO DO GESSO :
Aplique o gesso com uma colher de pedreiro, na parede e
nas placas, segundo as instrues do fabricante. Espalhe-o
em faixas contnuas, a 5 cm dos bordos e em pontos sob a
superfcie. Este deve ser em quantidade suficiente para
permitir eventuais correes depois da aplicao.
ALINHAMENTO :
Coloque o nvel de bolhas contra a rgua, encostada
verticalmente contra cada painel. Para efetuar as correes,
bata ligeiramente na rgua com um mao de borracha.
Retifique o alinhamento de cada painel nos lados e na
diagonal.
A LINHA DE REFERNCIA :
Coloque a rgua no cho e desloque -a suavemente ao
bater-lhe com o mao at que ela se coloque exatamente
sobre a linha. Uma presso exercida por baixo das placas
pode afetar o seu alinhame nto : efetue por isso um novo
controle.
APARAFUSAMENTO :
Se a superfcie da parede for plana e lisa, pode aparafusar
diretamente os painis na parede ou sobre uma armao de
madeira (descontnua para permitir a circulao do ar). Esta
pode ser fixa com pregos, parafusos ou cavilhas especiais.
Os painis sero pregados ou aparafusados por cima.
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UM SUPORTE DE DIVISRIA
ISOLAR PAREDES E PAVIMENTOS
AS PAREDES HMIDAS :
Se as suas paredes so hmidas, no coloque o isolador diretamente em
contato com a parede, mas construa um suporte de divisria : cria assim um
espao intermdio entre a parede e o painel isolador. Este ltimo pode ser
impermeabilizado por uma pelcula, depois coberto com lambris ou placas de
gesso.
Esta soluo ser ideal no caso da parede de origem ser muito irregular ou
inclinada para que seja possvel colar por cima painis isoladores. Outra
vantagem : disfara as canalizaes e os fios eltricos (faa previamente um
esquema da instalao e da passagem dos cabos).
O MTODO :
O suporte da divisria ser colocado sobre uma guarnio de
ripas de madeira. A distncia entre duas ripas da guarnio
ser igual largura de um painel isolador. Este no deve, se
possvel, estar em contato com a parede exterior : se tal
acontecer, este conduz ao desperdcio de calor.
A MEDIDA :
muito fcil e rpido montar um suporte de divisria sobre
perfis metlicos do que sobre uma guarnio de madeira.
Neste caso, coloque, na parede e no teto, os perfis em "U"
horizontais, dentro dos quais se encaixaro os perfis
verticais. Trace uma linha no cho, a aproximadamente 10
cm da parede.
FITA AUTOCOLANTE DE ARMAO :
Os perfis em "U" sero aparafusados, com parafusos
autoperfurantes, no interior desta linha. Dever substituir
um espao intermdio para as condutas. Nos perfis em
co ntato com a construo (pavimento, teto, paredes), cole
previamente uma fita autocolante para armao (isolamento
acstico).
SERRAR OS PERFIS :
Para encurtar os perfis, utilize uma serra de metais, ou
melhor ainda, uma tesoura de chapa. Corte primeiro as
partes salientes, dobre o perfil e depois corte a parte
inferior. Para os perfis verticais, preveja uma folga de alguns
milmetros entre os eu vrtice e o teto.
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UM SUPORTE DE DIVISRIA
ISOLAR PAREDES E PAVIMENTOS
OS PERFIS VERTICAIS :
Encaixe, nos perfis em "U", os perfis verticais. Controle -os
com o nvel de bolhas. Pode assim determinar de seguida o
local de colocao dos perfis em "U" contra o teto, tendo a
certeza de um correto alinhamento de todos eles.
OS PERFIS EM "U" :
Segure num cordo contra o teto, em frente dos dois perfis
verticais, e trace a linha assim obtida. Isto desnecessrio,
se o seu suporte de divisria s necessitar de um perfil
horizontal : neste caso, serre-o com o tamanho correto,
introduza-o no lugar e aparafuse-o .
APARAFUSAR :
Se pretender depois colocar azulejos nas placas de gesso,
espace os perfis de 30 cm. Neste caso, deve aparafusar
imediatamente, porque uma vez colocadas as placas (60 cm
largura) os perfis no ficam acessveis.
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UM SUPORTE DE DIVISRIA
ISOLAR PAREDES E PAVIMENTOS
A L DE VIDRO :
A l de vidro existe sob a forma de rolo ou painis. Estes
ltimos so mais fceis de colocar, sobretudo com perfis
metlicos. Coloque os painis entre os perfis verticai s. No
modifique mais a sua largura, recorte-os se necessrio.
Utilize de preferncia um isolador sem pra -vapor.
O CORTE :
Recorte-os com uma faca dentada, com a ajuda de uma
rgua de alumnio. Utilize os painis correspondentes
espessura dos perfis (5 cm por exemplo) : comprimida, a l
de vidro perde o seu poder isolador. Um cm suplementar
admissvel no comprimento.
O PRA-VAPOR :
Deve equipar o seu suporte de divisria, lado quente, com
um pra -vapor, para que o ar hmido que se condensa no
o atravesse nem apodrea. Sobre os perfis em "U" fixos no
teto e volta das janelas, utilize fita de dupla face.
A PELCULA PLSTICA :
Retire a proteo da fita adesiva e cola a pelcula plstica
(polietileno) no lugar. Esta deve ser suficientemente grande
para chegar ao cho, afim de proteger toda a superfcie. No
cole a parte inferior da pelcula, que ficar automaticamente
no stio assim que colocar as placas de gesso.
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OS PAVIMENTOS
ISOLAR PAREDES E PAVIMENTOS
EM REGRA GERAL :
Em regra geral, no se isola o pavimento entre os andares. Se apesar disso for
necessrio faze -lo (isolamento no acstico), tem de proceder de forma
idntica ao do pavimento de stos praticveis.
certamente interessante isolar um pavimento ao mesmo nvel. Tal isolamento
pode ser realizado pela parte debaixo (com uma construo j existente),
desde que exista uma caixa de ar. Isto tem como vantagem permitir um
isolamento regular do pavimento em toda a sua superfcie.
OS SOALHOS :
A espuma de poliestireno e a l mineral so os melhores
materiais para isolar soalhos. O feltro Kraft proteger a l
mineral da sujidade. As placas ou rolos sero aplicados
diretamente sobre a madeira, salvo se a caixa de ar for
hmida : deixe ento um espao livre.
SOB AS TRAVES :
A melhor soluo consiste em aplicar o material por toda a
rea sob as traves, afim de suprimir todos os riscos de
pontes trmicas. No esquea que a caixa de ar deve ficar
corretamen te ventilada. No cubra por isso, sobretudo as
grelhas de ventilao.
SOBRE AS TRAVES :
A desmontagem dos soalhos d a possibilidade de utilizar
um outro mtodo de isolamento : o material pode ser
colocado por cima, entre as traves ou entre as traves e o
soalho. Esta soluo menos complicada e exige menos
trabalho.
O REVESTIMENTO :
Para no ter de desmontar o soalho, pode revesti-lo de
poliestireno expandido resistente presso, ou de l mineral
(entre as traves que dever colocar), depois revestir todo o
soalho com painis de aglomerado. necessrio neste caso
encurtar as portas e elevar as entradas.
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O PAVIMENTO DE BETO
ISOLAR PAREDES E PAVIMENTOS
A PELCULA PROTETORA :
Sobre os painis de isolamento, coloque uma pelcula de
polietileno, ou fibra de vidro revestida de betume. Isto
evitar que o beto se infiltre na juntas dos painis, e por
outro lado que a gua da cobertura entre em contacto com
os mesmos.
A COBERTURA :
Sobre esta pelcula, cole uma cobertura, armada ou no.
Certifique-se de que a superfcie est perfeitamente regular,
lisa e endurecida. Para revestir este pavimento, ter de
escolher entre ladrilhos, parquet ou alcatifa. Sobre os
painis de poliestireno expandido, nem sempre necessrio
uma cobertura.
15 / 16
ISOLAMENTO ACSTICO
ISOLAR PAREDES E PAVIMENTOS
L MINERAL E POLIESTIRENO :
Ambos so bons isoladores trmicos, contudo os painis de
poliestireno no so suficientemente satisfatrios para o
isolamento acstico : so, com efeito, bastante duros.
Resulta da que, isolamentos trmicos e acsticos no
obedecem aos mesmo critrios.
AS JUNTAS :
Na altura da colocao de um material isolador, d grande
ateno s juntas. Painis mal ligados so a origem de
pontes acsticas que deixam passar o barulho. Evite
igualmente colocar, dentro de duas divises contguas,
duas caixas eltricas exatamente em simetria uma com a
outra.
O SUPORTE DA DIVISRIA :
No caso de um suporte de divisria, a associao da l
mineral e do vazio intermdio assegura um bom isolamento
acstico. Se fixar, diretamente na parede, os painis de
isolamento (l mineral e placas de gesso), prefira o gesso
cola em vez de outras formas de fixao.
O PARQUET FLUTUANTE :
Para abafar o barulho, um parquet flutuante colocado cobre
um material isolador, uma soluo muito eficaz. Deve
portanto, certificar-se de que o parquet no fica em contato
nem com o pavimento nem com a canalizao, cem com
outros elementos da construo (deixe um espao ao longo
da parede).
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Bricoficha
Sementeira
de plantas
7.2
Lista de materiais
Nvel de dificuldade:
Mdia
Tesoura
de poda
P
Jardim
Jardim
Regador
ou vaporizador
Ancinho
Jardim
Jardim
Forquilha
Semeador
Jardim
Jardim
Vasos
ou tabuleiros
Sacho
Jardim
Jardim
Estacas de
bambu ou PVC
P para
transplantar
Jardim
Jardim
Bricoficha
As plantas bianuais
As plantas bianuais caracterizam-se por florescer durante a Primavera ou o Vero no seu segundo ano. Por
isso, devem ser semeadas no final da Primavera ou durante o Vero. Alguns exemplos de plantas bianuais so:
campainhas, goivos amarelos, cravos, miostis, violetas e amores-perfeitos.
Semear
Com o substrato nivelado e totalmente plano (com uma tbua ou com a
mo), espalhamos as sementes com um pequeno semeador. Devemos cobrir
as sementes com uma espessura de substrato semelhante ao dimetro das
mesmas. Se forem muito pequenas, comprima-as simplesmente.
Semear
Com o substrato nivelado e totalmente plano (com uma tbua ou com a
mo), espalhamos as sementes com um pequeno semeador. Devemos cobrir
as sementes com uma espessura de substrato semelhante ao dimetro das
mesmas. Se forem muito pequenas, comprima-as simplesmente.
Bricoficha
A humidade
Depois de semearmos, colocamos o vaso dentro de outro com gua para que
a humidade suba pela terra at superfcie. Quando o substrato j estiver
hmido, retiramos o vaso do interior do outro. Cobrimos o vaso com um
vidro, mas para evitar que se formem gotas de condensao, colocamos uma
cunha de madeira entre o vaso e o vidro.
A rega
Colocamos o vaso num local resguardado do frio e do ar (uma estufa) onde
as sementes captaro o calor e acabaro por germinar com a luz. As
sementes so regadas com um vaporizador, criando uma chuva fina. Se o sol
estiver demasiado forte, tapamos o vaso. Devemos lavar o vidro todos os dias
e coloc-lo numa posio diferente.
Bricoficha
Preparar a superfcie
Na Primavera, basta apenas passar o ancinho ligeiramente sobre a superfcie
para nivel-la, eliminando pedras e razes. Se a terra for pesada e argilosa,
misturamos-lhe turfa.
Semear
Depois de marcar uma srie de pequenos sulcos em linha recta e paralelos
entre si (assim diferenciamos os novos rebentos das ervas daninhas),
colocamos as sementes misturadas com um pouco de areia.
A rega
Depois de semearmos toda a superfcie, esta coberta com uma fina
camada de hmus e enterramo-las um pouco com o ancinho. Com a parte
plana do ancinho, alisamos a terra e regamo-la ligeiramente com um
vaporizador. At ao momento da germinao, protegemos a sementeira da
chuva com um plstico.
Bricoficha
As plantas vivazes
As plantas vivazes
As plantas vivazes tm a particularidade de serem capazes de sobreviver ao Inverno. As partes areas (as
exteriores) morrem no Outono, mas as subterrneas subsistem para voltarem a germinar e oferecer flores no
ano seguinte. Existe uma grande variedade de plantas vivazes, como os steres, as margaridas, os tremoceiros,
os altramuces, a phlox, a saponria, os delfnios, as primaveras, os telfios, etc.
Semear
A sementeira de plantas vivazes a mesma que a das plantas bianuais: semear na Primavera ou Vero e
plantao no Outono. A particularidade destas plantas que se podem multiplicar atravs de sementeiras,
enxertias ou diviso. Algumas variedades devem proteger-se das geadas enquanto so jovens.
Diviso
Antes da poca de transplante (Primavera ou Outono), podemos dividir as
plantas adultas que estejam prontas a florescer. A forma de dividir uma
planta consiste em recortar com uma p ou forquilha uma parte da planta.
Com uma tesoura de poda, eliminamos as razes mortas ou danificadas e
voltamos a plantar cada parte no seu novo local.
Colocar estacas
Depois de as plantas vivazes crescerem, temos de atar as mais altas a umas estacas que podem ser de cana
de bambu ou artificiais. Desta forma, no se partem com o seu prprio peso. Outra opo entrelaar as
plantas nalgum gradeamento ou cerca metlica prxima.
O uso da palha
A palha um grande isolante e ir conservar a humidade da terra se a deitarmos depois da chuva ou da rega.
No Inverno, protege as plantas das geadas e durante a poca de florao, impede o crescimento de ervas
daninhas.
6
Bricoficha
As plantas vivazes
A limpeza
Para favorecer o crescimento da planta e de novas flores, devemos cortar
as que esto murchas pelo caule. Para isso, utilizamos a tesoura de poda.
Adubos e regas
As plantas vivazes duram muito tempo e, por isso, podem consumir a
terra. por esse motivo que todos os anos, antes da poca de
crescimento, devemos adubar a terra. Existe o sistema de sulcar a terra e
deitar o adubo ou mistur-lo com a gua. O melhor sistema de rega a
pulverizao ou a rega gota a gota no p das plantas.
Os bolbos e tubrculos
As plantas de bolbos
Os bolbos, tubrculos ou rizomas so plantas vivazes, mas com a particularidade de disporem de um rgo
subterrneo que armazena as substncias necessrias para a sua sobrevivncia e renovao de ano para ano.
Existem bolbos que florescem na Primavera: crocus, anmonas, lrios, jacintos, almiscareiras, narcisos das
neves, rannculos, tlipas e narcisos. Na Primavera florescem: begnias, gladolos, canas, dlias, lrios e
aucenas.
O solo
A terra dos bolbos tem de ser removida e arejada de vez em quando, para que os bolbos armazenem as suas
reservas, bem como para facilitar a luta contra os insectos e a boa drenagem da terra. Se a terra que temos
for argilosa, plantamos os bolbos numa camada de areia.
A profundidade
Embora no exista uma profundidade previamente estabelecida para plantar os bolbos, estes costumam ser
enterrados a uma profundidade de 2 a 3 vezes o seu dimetro. Em funo da profundidade a que enterramos
o bolbo, a sua florao pode vir a ser irregular ou medocre.
Bricoficha
Os bolbos e tubrculos
A plantao de bolbos
O sistema para plantar os bolbos muito simples: com a terra hmida
cavamos um buraco com o plantador e colocamos o bolbo no seu interior.
Os rizomas e os tubrculos
Neste caso, o sistema de plantao um pouco diferente. Os rizomas
costumam colocar-se em grupos ou em linha num pequeno rego. Os
tubrculos so colocados no fundo do buraco para que as suas razes fortes
assentem bem.
pocas de plantao
Existem bolbos que florescem em diferentes pocas do ano e, por isso, a sua plantao tambm ir variar. Os
que florescem na Primavera so plantados no Outono (Outubro a Novembro) e os que florescem no Vero so
plantados na Primavera. Contudo, alguns deles podem ser cultivados umas semanas antes num vaso com areia
e turfa, com o objectivo de adiantar a sua florao.
Colocao de estacas
Para as variedades altas, colocamos as estacas antes de os bolbos comearem a brotar; desta forma, tambm
ficamos a saber onde os plantmos. Quando crescerem, vamos atando os rebentos laterais estaca e, assim, a
flor crescer melhor. medida que as flores murchem, vamos cortando-as.
A hibernao
Com o frio do Inverno, s os bolbos que resistam podem ficar no mesmo stio para voltarem a florescer no ano
seguinte.
Proteco
Se quisermos mudar o local de plantao dos bolbos no ano seguinte, desenterramo-los quando as suas folhas
secarem e guardamo-los sem terra num local seco e escuro durante todo o Inverno.
[Link]
Coleccione!
bricoficha 7.3
ISOLAR PORTAS E
JANELAS
LISTA DE MATERIAL
AS OMBREIRAS
AS PORTAS
AS JANELAS
O CAIXILHO DUPLO
AS CONDUTAS
OS RADIADORES
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LISTA DE MATERIAL
ISOLAR PORTAS E JANELAS
O X -ATO :
O x -ato uma
ferramenta de utilidade
variada. As suas lminas
so descartveis.
A PISTOLA PARA
MASTIQUE :
Um mbolo permite
empu rrar facilmente o
mastique ou o silicone
para fora do cartucho.
AS BARRAS PS DE
PORTA :
Existem barras p de
porta automticas : as
retrteis para solos
regulares, e as giratrias
para solos irregulares.
TUBOS FLEXVEIS :
Para isolar as condutas,
os modelos em
polietileno colam-se ou
encaixam-se facilmente.
A FITA MTRICA :
Escolha de preferncia
um modelo com
enrolamento automtico.
A CHAVE DE
PARAFUSOS :
Bem prtica para
introduzir os perfis
isolantes nas fendas.
A SERRA DE METAIS :
Indispensvel para cortar
os perfis de alumnio.
ESPUMA EXPANSIVA :
Existe igualmente um a
verso menos prejudicial
ao meio ambiente.
2/ 8
AS OMBREIRAS
ISOLAR PORTAS E JANELAS
AS CORRENTES DE AR :
Uma ventilao bem controlada uma das condies indispensveis a um bom
conforto. As correntes de ar (ventilao incontrolada) so de evitar. Se o ar
exterior se infiltrar atravs das fendas, vai pr o ar ambiente em movimento,
provocando uma circulao desagradvel.
AS OMBREIRAS:
Os interstcios e ntre a ombreira e a parede deixam passar o ar, mesmo que
ocultados por uma ripa de madeira. Estes devem ser cheios do interior, pois a
corrente de ar pode nascer no vazio da parede, e porque a abertura situada no
exterior assegura a ventilao necessria parede.
O ENCHIMENTO :
Para encher as fissuras, o mastique de isolao ser o
produto ideal. Primeiramente dever limpar bem a fenda e,
depois, enche-la com a pistola : corte o bico do cartucho em
vis e mantenha a pistola com uma inclinao de 45.
Desloque -a, exercendo uma presso constante. Alise com o
dedo molhado.
AS JUNTAS DE ISOLAO :
Algumas fissuras so demasiado grandes para serem
somente cheias com mastique (leia as indicaes na
embalagem). Com uma chave de parafusos introduza uma
junta de espuma celular na fenda, de uma s vez e somente
metade da sua largura. Seguidamente pode encher com
mastique de isolao
O MASTIQUE EM TUBO E CARTUCHO :
SSe as fissuras forem muito pequenas ou de difcil acesso
com a pistola (para isolar volta de uma torneira ou o
bordo de um banheira, por exemplo), o tubo ou o cartucho
de mastique constituem uma excelente soluo. Corte a sua
extremidade em vis (45).
A ESPUMA POLIURETNICA :
Depois de rija, a espuma em poliuretano constituda por
clulas fechadas, no comunicando, portanto, entre si. Por
isso um excelente isolante, que deixa passar muito pouca
humidade. Os excedentes, depois de secos, cortam-se com
o x-ato.
3/ 8
AS PORTAS
ISOLA R PORTAS E JANELAS
A RANHURA :
Para ter a certeza que as portas e janelas no deixaro
mais passar o ar, verifique primeiramente as suas fixaes
e ferragens. Aplaine ligeiramente ou retifique a posio das
dobradias, ser tiver que aprumar uma porta. Recomendase a colocao de uma junta ao longo do batente da porta.
A BARRA DE P DE PORTA :
Sob a maior parte das portas, particularmente das portas
exteriores, existe uma abertura que deixa passar o ar. As
barras de p de porta resolvem este problema. O modelo
mais simples consiste num perfil em alumnio ou plstico.
Guarnecido de uma junta de borracha flexvel ou de uma
escova em nylon.
JUNTA DE CALAFETAGEM :
Trata -se de uma verso moderna do antigo rolo em tecido
que se colocava no p da porta. O rolo dos nossos dias
lavvel na mquina e fixo sobre um perfil em PVC que se
aparafusa ao p da porta.
4/ 8
AS JANELAS
ISOLAR PORTAS E JANELAS
O MASTIQUE :
Uma variante dos mtodos precedentes consiste em injetar
uma massa de enchimento de silicone na fenda, depois de a
ter aplicado um adesivo. Este mtodo particularmente
interessante quando o batente ou a parte a calafetar
comportam irregularidades.
O FILME DE DESMOLDAGEM :
A massa deve ser coberta com um filme fino (por vezes
denominado de filme de desmoldagem). Seguidamente
fecha-se a janela, que vai comprimir a massa, at esta
adquirir o volume necessrio. Assim que a massa est seca,
pode retirar o excedente com um x -ato.
AS JANELAS CORREDIAS :
Os mtodos descritos precedentemente no so adequados
s janelas corredias. Para estas ltimas utilize uma barra
p de porta com escova, unicamente para os elementos
mveis, fixando-a ao alto, em baixo e nos lados (escova
virada para o aro).
5/ 8
O CAIXILHO DUPLO
ISOLAR PORTAS E JANELAS
O CAIXILHO DUPLO :
Mesmo que voc j tenha enchido as fendas e fissuras, o calor continua
inexoravelmente a escapar-se, principalmente pelas janelas, que deixam mais
facilmente sair o calor que as pare des. Os vidros duplos so uma boa soluo,
mas so mais dispendiosos e difceis de executar.
O caixilho duplo menos dispendioso e mais fcil de colocar. Geralmente
consiste numa placa de vidro colocada diante da janela e fixada numa ranhura.
igualmente possvel realizar este trabalho com plstico, em substituio do
vidro
.
OS PERFIS :
Em regra geral, os perfis em material sinttico so bastante
fceis de utilizar. Basta coloca -los primeiramente contra a
janela e col-los, fixando-os seguidamente com parafusos,
agrafos ou dobradias. Estes podem ser colmatados com
uma banda isolante.
UM SISTEMA DE DOBRADIAS :
Se o espao entre a janela e o 2 vidro no for
perfeitamente estanque, este deve ser ventilado por causa
da condensao. Ser necessrio lavar a face interior dos
vidros uma a duas vezes por ano. Da a necessidade de um
sistema com dobradias.
OS PERFIS AMOVVEIS :
Voc tambm pode equipar a sua janela com perfis
amovveis : um, autocolante, coloca -se sobre o vidro. O
outro encaixa-se no primeiro, segurando a placa de vidro e
assegurando a estanquecidade. No exterior, dever fazer
alguns furos na base, para evitar a condensao.
O FILME DE PLSTICO :
Uma soluo provisria, mas pouco orenosa e eficaz,
consiste em aplicar um filme plstico transparente do lado
interior da janela. Utilize uma fonte de calor como o secador
de cabelo, para aplicar o film e .
6/ 8
AS CONDUTAS
ISOLAR PORTAS E JANELAS
FRIO E QUENTE :
Nas salas no aquecidas, a s condutas de aquecimento e de
gua quente difundem inutilmente o calor, enquanto que
outras condutas devem ser protegidas do gelo. Envolva -as
em tubos flexveis fendidos, em espuma de polietileno.
AS CURVAS :
Para as curvas utilize unies especiais ou faa uma
adaptao dos tubos direitos flexveis. Para tal, faa cortes
em bisel com o x -ato no tubo de isolao, colocando-o
seguidamente : estes adaptar-se- perfeitamente forma
do tubo.
AS DERIVAES :
Para as unies em "T", ter tambm que cortar o tubo
flexvel : faa uma abertura em "V" num deles, e corte em
ponta no outro que vai servir de encaixe : muito
importante que os dois elementos se completem
perfeitamente. As torneiras devem ser envoltas com uma
fita isoladora.
A ESPUMA DE POLIURETANO :
A utilizao desta espuma no limitada fixao do aro
das portas e janelas. Tambm muito til para encher as
aberturas entre a parte superior de uma parede e uma
cobertura de onduline. Corte os excedentes com um x -ato.
7/ 8
OS RADIADORES
ISOLAR PORTAS E JANELAS
O CALOR DE CONVEO :
O funcionamento dos aparelhos de aquecimento (foges, lareiras, aquecimento
central) vai criar uma circulao sensvel entre as massas de ar quente que se
elevam, e as de ar frio que descem.
O calor de um fogo sobretudo devido irradiao; os radiadores fornecem,
para alm de um calor de irradiao, um calor de conveco (uma circulao
de ar quente). O ar reaquecido eleva -se, criando uma corrente contnua, o que
coloca alguns problemas especficos.
A FOLHA REFLETRA :
O ar quente que circula em volta dos radiadores, aquece
inutilmente as paredes contra as quais estes esto
colocados. Um bom remdio consiste em colocar uma folha
refletora (poliestireno expandido, revestido de um filme de
alumnio, por exemplo) entre a parede e o radiador : assim,
o calor poder subir ao longo da parede.
A PRATELEIRA :
O ar quente sobe e arrefece ao contacto com a parede ou a
janela. Por isso tem vantagens a colocao de uma placa
por cima dos radiadores, com, pelo menos, 20 cm de
largura. Assim, o ar quente no arrefece r mais diretamente
nas superfcies frias.
OS CORTINADOS :
Todavia, uma parte do ar quente subir em direo janela.
Por isso os vidros so o ideal. Poder colocar cortinas
ligeiras transparentes e/ou noite, cortinados espessos,
que, no sendo verdadeiramente uma isolao, impediro
parcialmente o arrefecimento do ar e a sua circulao.
8/ 8
Bricoficha
Semear e plantar
na horta
7.3
Lista de materiais
Nvel de dificuldade:
Mdia
Mangueira
de rega
P
Jardim
Jardim
Ancinho
Pulverizador
Jardim
Jardim
Forquilha
Estufas
Jardim
Sacho
Semeador
Jardim
Jardim
Carrinho
de mo
Motoenxada
Ferramentas
manuais
Bricoficha
Ferramentas
elctricas
de jardim
A localizao
A exposio
A melhor orientao para plantar uma horta para o sul. Nesta orientao, a
horta ir receber toda a luz e calor, necessrios para um bom crescimento.
O vento
O ideal para proteger as hortas do vento rode-las com uma sebe.
Devemos ir controlando a sua altura, podando-a e evitando assim que faa
sombra ao terreno cultivado. Os arbustos frutferos, como o framboeseiro,
fazem sebes magnficas.
O acesso
Quando projectarmos a horta, temos de reservar um espao para o acesso
de carrinhos de mo, maquinaria, etc., por exemplo, para o transporte de
adubos. Tambm temos de prever alguns caminhos de circulao.
A superfcie
Se tivermos uma parcela de, pelo menos, 100 m2, podemos plantar e colher alimentos para 2 ou 3 pessoas.
Devemos fazer umas divises para cultivar diferentes variedades de legumes.
A rotao de culturas
Com o uso, a terra vai perdendo nutrientes; por isso, devemos deix-la repousar, alternando a localizao das
culturas. Por exemplo, os tubrculos (cebolas, cenouras,...) so as que mais consomem a terra e, por sua vez,
deixam crescer as ervas daninhas. Pelo contrrio, os legumes de sementes so muito bons para fertilizar a
terra.
A disposio
O ideal estabelecer um plano anual de rotao de cultivos para que a terra se recupere e, desta forma,
aproveitar o solo o melhor possvel. Se numa mesma superfcie cultivarmos legumes de crescimento rpido,
podemos fazer duas colheitas por ano.
O tempo
Temos de ter em conta que o cuidado de uma horta ir ocupar-nos muito tempo. Para se manter uma horta de
100 m2, sero necessrias cerca de 300 horas de trabalho.
Bricoficha
A terra
A sua estrutura
Uma terra bem estruturada absorver e reter as substncias nutritivas dos adubos. Para saber se a nossa
terra est bem estruturada e, em caso contrrio, como modific-la, analisamos a sua natureza. Desta forma
saberemos que legumes iro crescer melhor.
A sua composio
Os elementos indispensveis para ter uma boa terra para o correcto crescimento das plantas so: nitrognio
(N), fsforo (P) e potssio (K). Um factor vital o grau de acidez da terra. Para corrigi-lo, podemos encontrar
diversos produtos que variaro a sua estrutura.
O hmus
Ao misturar hmus com a terra, conseguimos aligeir-la e fazer com que
retenha melhor a gua, evitando a sua secagem. Existem produtos j
preparados que incluem turfa (para solos calcrios), folhas (os mais comuns)
ou terra vegetal (para solos muito cidos).
A cal
A cal utiliza-se para modificar a taxa de acidez da terra e a que se utiliza
para os cultivos a cal de algas marinhas ou a cal de magnsio. Em terras
pouco cidas, adicionamos cal de 3 em 3 anos e em terras muito cidas,
adicionamos todos os anos.
A areia
Se o nosso solo for muito arenoso, este no ir reter a gua da chuva ou da
rega e muito menos os seus nutrientes. Para evitar esta situao,
misturamos hmus e argila. Se, pelo contrrio, o solo for demasiado pesado
e argiloso, acrescentamos areia limpa e no salgada como, por exemplo, a
do rio.
O adubo
Se tivermos espao e os resduos necessrios, ns mesmos podemos
elaborar o adubo. Para isso, fazemos camadas de 20 a 30 cm de: resduos
vegetais (flores murchas, folhas secas, relva cortada, resduos de legumes,
serradura ou mesmo papel) por uma espessura de terra; calcamos tudo e
regamos regularmente para acelerar a sua decomposio.
Bricoficha
Preparao da terra
Lavrar
Temos de lavrar os terrenos pobres a uma profundidade de 60 cm para
revolver e oxigenar a terra. Se lavrarmos a uma profundidade maior, s
contribumos para colocar a terra no frtil superfcie. Por isso, s
trabalhamos a camada superficial frtil.
Os torres
Uma terra descuidada ter uma grande quantidade de torres (blocos de
terra). Devemos trabalhar a superfcie, partindo os torres com um sacho, um
motocultor ou uma forquilha para favorecer a penetrao do ar e da gua.
O adubo
Espalhamos todo o adubo que tivermos elaborado base de resduos
vegetais no Outono sobre a terra antes de ser lavrada.
A desinfeco
A terra est repleta de vida e nela encontramos vermes e larvas. No
momento de lavrar, temos de ir apanhando todos os vermes que vemos. Mas,
para eliminar inclusive as larvas, adicionamos um insecticida terra
enquanto a revolvemos.
Usar o ancinho
Na Primavera, passamos o ancinho e, se acharmos conveniente, podemos
adicionar antes hmus ou adubo. Para evitar levantar p, no dia antes das
sementeiras, regamos ligeiramente a terra.
Bricoficha
A sementeira
As parcelas
A forma de organizar uma horta formar parcelas de 3 a 4 metros de
comprimento por 1,20 metros de largura e separadas 30 cm entre si. Estas
dimenses e o caminho deixado entre as parcelas iro permitir-nos passar
vontade com um carrinho de mo.
A germinao
Para que as sementes cheguem a germinar, devem ter calor; caso contrrio, a humidade apodrece-as. Todas as
sementes devem ser semeadas durante o perodo indicado na sua embalagem, mas evitando os dias chuvosos,
com preferncia para os dias de tempo amenos e agradveis.
As estufas
Para acelerar o processo de crescimento dos legumes e vegetais, estes so
semeados em estufas totalmente protegidas do frio. A estufa colocada num
local bem soalheiro e aberta para ser arejada com o bom tempo. Desta
forma, as sementeiras crescem de 3 a 4 semanas mais depressa do que ao
ar livre.
O aquecimento
Outro sistema para fazer crescer as sementeiras mais cedo faz-las dentro
de vasos que colocamos perto de uma fonte de calor, como, por exemplo, no
interior de casa perto de um radiador.
Em terreno aberto
Para saber exactamente qual o local da sementeira, fazemos uns sulcos em
linha recta com o ancinho e estes so marcados com um cordel. Vamos
espalhando as sementes, as mais gordas de 4 em 4 e depois passamos com
o ancinho para tap-las. Quando a superfcie estiver seca, regamos com um
difusor de chuva.
Bricoficha
Cuidados a ter
A transplantao
Existem variedades de legumes que no se semeiam directamente em
terreno aberto, mas sim numa estufa ou numa parcela muita bem orientada
para o sol, sendo posteriormente transplantadas para a terra. O momento do
transplante quando j esto crescidas e demasiado juntas umas das
outras. Em primeiro lugar, transplantamos as mais fortes e vamos fazendo o
mesmo com as outras medida que vo crescendo.
Tratamentos
Alguns dias depois de aparecerem as primeiras folhas, pulverizamos um
fungicida sobre os rebentos. Se a superfcie do solo secar, regamos com um
pulverizador, de preferncia primeira hora da manh ou tarde. As plantas
jovens necessitam de uma rega frequente mas moderada para que no
apodream.
Outros inimigos
Alm das ervas daninhas, h pragas de animais muito prejudiciais para os
nossos cultivos, como as lesmas ou os caracis que eliminamos com iscas
envenenadas. Tambm h produtos especiais para combater parasitas e
criptgamos. Contudo, temos de ter em conta que temos de os deixar de
aplicar 15 dias antes da colheita.
A conservao
Existem variedades de legumes muito tardias que s se reconhecem no meio do Inverno. As razes esto
protegidas pela terra e pelas folhas mortas. Se o solo ficasse demasiado endurecido, no se poderiam colher e
morreriam.
O armazenamento
Depois de fazer toda a colheita, o sistema de armazenamento diferente em funo do alimento. A maioria dos
legumes com razes (cenouras, nabos, beterrabas, mas excepto as batatas) guardada em montes cobertos por
uma camada de terra. S devemos armazenar vegetais secos e sos. Outros legumes podem ser guardados no
congelador.
7
Bricoficha
Tabela de sementeira
Calendrio
Devido aos diversos climas existentes no nosso pas, a orientao das propriedades, os ventos, as geadas, as
diferenas climatricas e particulares de cada ano, convm ter em conta que um Calendrio de Sementeiras
sempre orientativo.
Coleccione!
Bricoficha
7.4
Lista de materiais
Nvel de dificuldade:
Mdia
Vasos
Pratos
Jardim
Jardim
Vasos com
reservatrio
de gua
Termmetro
Jardim
Jardim
Vaporizador
Regador
Jardim
Jardim
Estacas
e abraadeiras
Canivete
Ferramentas
manuais
Jardim
Esponja
de limpeza
Frascos
Tintas e
vernizes
Bricoficha
Jardim
Temperatura e luz
Limites de temperatura
A luz e a temperatura so factores fundamentais para as plantas e iremos
t-los muito em conta no momento de escolher uma espcie ou outra. Uma
temperatura diurna constante volta dos 21C ideal mas inferior a 12C
muito prejudicial.
Hibernao
Existem algumas variedades de plantas, como as adelfas, os limoeiros ou os
cactos, que hibernam. Durante este tempo, estas so colocadas em locais
mais frescos e secos onde a temperatura no poder ser inferior a 5C.
Durante este perodo so muito pouco regadas.
Luminosidade
A luz vital para que uma planta realize o processo da fotossntese, vivendo
e crescendo assim com vitalidade. Contudo, temos de ter em conta que as
necessidades de luz variam de uma espcie para outra. Tambm temos de
prever que a luz 4 vezes menos intensa a apenas 2 m da janela.
A luz artificial
Caso a luz natural seja insuficiente, recorremos ao uso da luz artificial.
Existem luzes ou focos especiais que contm uma lmpada de descarga ou
fluorescentes de luz mista (normalmente 2 tubos de 40W). Em caso algum
utilizamos luzes incandescentes.
A distncia
A distncia para colocar estas lmpadas de 50 a 80 cm sobre a planta. A
posio da luz pode variar para favorecer o crescimento de uma parte da
planta ou dirigi-la para onde quisermos.
Bricoficha
A rega
A origem das plantas
Em funo da origem da planta, esta ter necessidades climticas diferentes
da outra. Tambm teremos em conta que uma planta colocada ao lado de
uma janela soalheira necessita de mais gua do que uma que esteja
sombra.
Os vasos
Dependendo do material do vaso, a rega tambm varia. Um vaso de barro
deixar evaporar a gua pelas suas paredes, mas os vasos de plstico no.
Se colocarmos um vaso de barro no interior de um vaso decorativo,
reduzimos a evaporao. O que nunca devemos fazer deixar gua
estagnada na base das plantas.
A fibra vegetal
As plantas mais resistentes seca, so aquelas com folhagens rgidas ou
com penugem (plantas carnudas) que deixam evaporar pouca gua e
guardam-na no seu interior para perodos duros. O caso contrrio o das
plantas tipo erva que, essas sim, precisam de rega abundante. Durante os
perodos de vegetao, todas elas necessitam de mais gua do que durante
as pocas de repouso ou doena.
A gua
A gua transporta nutrientes s plantas e compensa a evaporao que
sofrem. Um bom sistema para que a gua molhe toda a terra e chegue bem
a todas as razes submergi-la num recipiente. Depois, retiramo-la e
colocamo-la no seu lugar com um pequeno prato por baixo para recolher a
gua restante. O prato nunca deve ficar cheio de gua.
Bricoficha
Rega e adubo
A rega
O sistema para saber se a planta necessita de gua enterrar o dedo na
terra e verificar se est seca ou no. Se estiver seca, regamo-la com um
regador ou vaporizador.
As estacas
No caso de plantas de rpido crescimento ou plantas altas, muito provvel
que as tenhamos de as prender com uma estaca. Temos de ter muito
cuidado para no retorcer nem apertar demasiado os caules contra a estaca.
Bricoficha
Crescimento e multiplicao
Mudanas de vaso
Para garantir o bom crescimento da planta, transplantamo-la para vasos
maiores medida que vo crescendo. O normal duplicar o tamanho do
vaso em relao ao anterior. Para extrair a planta, damos a volta ao vaso e,
com cuidado, deixamo-la cair. Aproveitamos para cortar as razes em mau
estado. A poca para mudar de vaso a Primavera ou mesmo o Outono.
O novo vaso
Para obter uma boa drenagem da terra, colocamos no fundo do vaso
gravilha, restos de vasos partidos ou bolas de argila e, a seguir, a terra.
Colocamos a planta no seu interior e, se for necessrio, acabamos de encher
o vaso com terra vegetal at 1 cm do rebordo. Regamo-la abundantemente.
Se nos decidirmos por um vaso de barro, deixamo-lo de molho durante toda
a noite.
O p de hormonas
O p de hormonas serve para estimular o crescimento das razes nas
enxertias que fizemos. Pegamos nas enxertias e enfiamos a sua base no p,
deixando que pegue (o excesso pode ser prejudicial). A seguir, plantamo-los
directamente na terra e regamo-la.
A evaporao
Na maioria das enxertias, as razes ainda no fornecem gua s folhas e
estas continuam a eliminar gua. Para evitar esta evaporao, cobrimos as
enxertias e o vaso de barro com um plstico.
Bricoficha
Os cuidados
Os insectos nocivos
Se virmos que nas plantas aparecem pulges, aranhas ou moscas, teremos de as eliminar com um insecticida. Eliminar
as cochonilhas da terra j muito mais difcil, pois temos de as ir tirando com um pau pequeno ou com a mo.
Os parasitas vegetais
H plantas muito mais sensveis que outras para desenvolver parasitas. Por exemplo: nas begnias muito
frequente aparecerem umas manchas brancas de penugem que combatemos regando-as menos e afastandoas da luz solar e do calor. Tambm podemos encontrar produtos contra as manchas escuras dos caules.
Manuteno
muito importante que as folhas estejam sempre limpas e sem p.
Passamos uma esponja hmida pelas duas faces das folhas para deixar
passar a luz necessria para realizar a fotossntese e limpar os poros.
Nas folhas pequenas ou frgeis no passamos a esponja, usamos um
vaporizador.
Os produtos abrilhantadores
As plantas com as suas flores e as folhas bem verdes fazem parte da
decorao de uma habitao. Para que as folhas tenham um verde intenso,
podemos aplicar-lhes uns produtos abrilhantadores que tambm eliminam os
resduos de calcrio. Estes produtos esto disponveis em formato spray ou
em toalhetes.
A poda da folhagem
Para que cresam novos caules e para que a planta fique mais forte e densa,
vamos podando as folhas. Em cada corte, aparecero dois caules divergentes
em vez de um.
Bricoficha
A hidrocultura
As enxertias
Se colocarmos uma enxertia numa jarra com gua, esta tambm ir
sobreviver e desenvolver razes. Procedemos da seguinte forma: cortamos
um caule de 10 cm de comprimento e limpo de folhas para no apodrecerem
na gua.
A gua
As enxertias soltam substncias que activam o crescimento das razes e que
ficam na gua. Esta gua no deve ser mudada; se for necessrio,
adicionamos mais gua.
Colocao em vasos
Quando a enxertia estiver crescida e tiver desenvolvido muitas razes, j a
podemos transplantar para um vaso. Mas temos de ter em conta que s as mais
fortes iro sobreviver e que muitas acabaro por morrer. As causas de morte
podem ser porque as razes, ao ficarem muito frgeis por estarem sempre dentro
de gua, se partem no transplante. A outra possibilidade deve-se ao facto de as
razes no estarem habituadas a ir buscar a gua terra e em todas as direces.
[Link]
Coleccione!
Bricoficha
7.4
Lista de materiais
Nvel de dificuldade:
Mdia
Vasos
Pratos
Jardim
Jardim
Vasos com
reservatrio
de gua
Termmetro
Jardim
Jardim
Vaporizador
Regador
Jardim
Jardim
Estacas
e abraadeiras
Canivete
Ferramentas
manuais
Jardim
Esponja
de limpeza
Frascos
Tintas e
vernizes
Bricoficha
Jardim
Temperatura e luz
Limites de temperatura
A luz e a temperatura so factores fundamentais para as plantas e iremos
t-los muito em conta no momento de escolher uma espcie ou outra. Uma
temperatura diurna constante volta dos 21C ideal mas inferior a 12C
muito prejudicial.
Hibernao
Existem algumas variedades de plantas, como as adelfas, os limoeiros ou os
cactos, que hibernam. Durante este tempo, estas so colocadas em locais
mais frescos e secos onde a temperatura no poder ser inferior a 5C.
Durante este perodo so muito pouco regadas.
Luminosidade
A luz vital para que uma planta realize o processo da fotossntese, vivendo
e crescendo assim com vitalidade. Contudo, temos de ter em conta que as
necessidades de luz variam de uma espcie para outra. Tambm temos de
prever que a luz 4 vezes menos intensa a apenas 2 m da janela.
A luz artificial
Caso a luz natural seja insuficiente, recorremos ao uso da luz artificial.
Existem luzes ou focos especiais que contm uma lmpada de descarga ou
fluorescentes de luz mista (normalmente 2 tubos de 40W). Em caso algum
utilizamos luzes incandescentes.
A distncia
A distncia para colocar estas lmpadas de 50 a 80 cm sobre a planta. A
posio da luz pode variar para favorecer o crescimento de uma parte da
planta ou dirigi-la para onde quisermos.
Bricoficha
A rega
A origem das plantas
Em funo da origem da planta, esta ter necessidades climticas diferentes
da outra. Tambm teremos em conta que uma planta colocada ao lado de
uma janela soalheira necessita de mais gua do que uma que esteja
sombra.
Os vasos
Dependendo do material do vaso, a rega tambm varia. Um vaso de barro
deixar evaporar a gua pelas suas paredes, mas os vasos de plstico no.
Se colocarmos um vaso de barro no interior de um vaso decorativo,
reduzimos a evaporao. O que nunca devemos fazer deixar gua
estagnada na base das plantas.
A fibra vegetal
As plantas mais resistentes seca, so aquelas com folhagens rgidas ou
com penugem (plantas carnudas) que deixam evaporar pouca gua e
guardam-na no seu interior para perodos duros. O caso contrrio o das
plantas tipo erva que, essas sim, precisam de rega abundante. Durante os
perodos de vegetao, todas elas necessitam de mais gua do que durante
as pocas de repouso ou doena.
A gua
A gua transporta nutrientes s plantas e compensa a evaporao que
sofrem. Um bom sistema para que a gua molhe toda a terra e chegue bem
a todas as razes submergi-la num recipiente. Depois, retiramo-la e
colocamo-la no seu lugar com um pequeno prato por baixo para recolher a
gua restante. O prato nunca deve ficar cheio de gua.
Bricoficha
Rega e adubo
A rega
O sistema para saber se a planta necessita de gua enterrar o dedo na
terra e verificar se est seca ou no. Se estiver seca, regamo-la com um
regador ou vaporizador.
As estacas
No caso de plantas de rpido crescimento ou plantas altas, muito provvel
que as tenhamos de as prender com uma estaca. Temos de ter muito
cuidado para no retorcer nem apertar demasiado os caules contra a estaca.
Bricoficha
Crescimento e multiplicao
Mudanas de vaso
Para garantir o bom crescimento da planta, transplantamo-la para vasos
maiores medida que vo crescendo. O normal duplicar o tamanho do
vaso em relao ao anterior. Para extrair a planta, damos a volta ao vaso e,
com cuidado, deixamo-la cair. Aproveitamos para cortar as razes em mau
estado. A poca para mudar de vaso a Primavera ou mesmo o Outono.
O novo vaso
Para obter uma boa drenagem da terra, colocamos no fundo do vaso
gravilha, restos de vasos partidos ou bolas de argila e, a seguir, a terra.
Colocamos a planta no seu interior e, se for necessrio, acabamos de encher
o vaso com terra vegetal at 1 cm do rebordo. Regamo-la abundantemente.
Se nos decidirmos por um vaso de barro, deixamo-lo de molho durante toda
a noite.
O p de hormonas
O p de hormonas serve para estimular o crescimento das razes nas
enxertias que fizemos. Pegamos nas enxertias e enfiamos a sua base no p,
deixando que pegue (o excesso pode ser prejudicial). A seguir, plantamo-los
directamente na terra e regamo-la.
A evaporao
Na maioria das enxertias, as razes ainda no fornecem gua s folhas e
estas continuam a eliminar gua. Para evitar esta evaporao, cobrimos as
enxertias e o vaso de barro com um plstico.
Bricoficha
Os cuidados
Os insectos nocivos
Se virmos que nas plantas aparecem pulges, aranhas ou moscas, teremos de as eliminar com um insecticida. Eliminar
as cochonilhas da terra j muito mais difcil, pois temos de as ir tirando com um pau pequeno ou com a mo.
Os parasitas vegetais
H plantas muito mais sensveis que outras para desenvolver parasitas. Por exemplo: nas begnias muito
frequente aparecerem umas manchas brancas de penugem que combatemos regando-as menos e afastandoas da luz solar e do calor. Tambm podemos encontrar produtos contra as manchas escuras dos caules.
Manuteno
muito importante que as folhas estejam sempre limpas e sem p.
Passamos uma esponja hmida pelas duas faces das folhas para deixar
passar a luz necessria para realizar a fotossntese e limpar os poros.
Nas folhas pequenas ou frgeis no passamos a esponja, usamos um
vaporizador.
Os produtos abrilhantadores
As plantas com as suas flores e as folhas bem verdes fazem parte da
decorao de uma habitao. Para que as folhas tenham um verde intenso,
podemos aplicar-lhes uns produtos abrilhantadores que tambm eliminam os
resduos de calcrio. Estes produtos esto disponveis em formato spray ou
em toalhetes.
A poda da folhagem
Para que cresam novos caules e para que a planta fique mais forte e densa,
vamos podando as folhas. Em cada corte, aparecero dois caules divergentes
em vez de um.
Bricoficha
A hidrocultura
As enxertias
Se colocarmos uma enxertia numa jarra com gua, esta tambm ir
sobreviver e desenvolver razes. Procedemos da seguinte forma: cortamos
um caule de 10 cm de comprimento e limpo de folhas para no apodrecerem
na gua.
A gua
As enxertias soltam substncias que activam o crescimento das razes e que
ficam na gua. Esta gua no deve ser mudada; se for necessrio,
adicionamos mais gua.
Colocao em vasos
Quando a enxertia estiver crescida e tiver desenvolvido muitas razes, j a
podemos transplantar para um vaso. Mas temos de ter em conta que s as mais
fortes iro sobreviver e que muitas acabaro por morrer. As causas de morte
podem ser porque as razes, ao ficarem muito frgeis por estarem sempre dentro
de gua, se partem no transplante. A outra possibilidade deve-se ao facto de as
razes no estarem habituadas a ir buscar a gua terra e em todas as direces.
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Lista de materiais
Nvel de dificuldade:
Fcil
Borrifador
Ancinho esptula
para transplante
Jardim
Jardim
Regador
para bonsai
Tesoura de poda
para ramos finos
Jardim
Jardim
Tesoura de poda
para ramos grossos
e razes
Jardim
Peneira para
solo
Jardim
Rede
de drenagem
Jardim
Alicate cncavo
Arame
de alumnio
Jardim
Jardim
Bricoficha
Introduo
Localizao
As vrias espcies de rvores que se adaptam a Bonsai podem apresentar 3 tipos de
localizao diferentes:
Interior
Plantas de climas tropicais e subtropicais que devem ser mantidas
dentro de casa (pelo menos nos meses de Outono e Inverno), devem
ser cultivadas muito prximo de uma janela (mximo 40 cm), sem
cortinas nem persianas, em que apanhem luz directa todo o dia,
e 2 a 3 horas de sol directo por dia (ideal de manh ou final do
dia). Devero estar longe de correntes de ar ou calor directo
(ex. ar condicionado, aquecedor, lareira,...)
Exterior
Plantas de climas como o nosso ou mais frio, devem ser cultivadas
no exterior todo o ano, em local que apanhem 2 a 3 horas de sol
directo por dia (ideal de manh ou final do dia).
Dupla localizao
Espcies que devido sua grande capacidade de adaptao tanto
podero viver no interior como no exterior.
Independentemente da sua localizao todas devero ser rodadas
180 semanalmente, para crescerem uniformes.
Bricoficha
Rega
Adubao
Bricoficha
Poda
Folhosas
Corta-se por cima de uma folha, devolvendo a forma inicial da
planta. Usam-se tesouras e pode realizar-se todo o ano.
Pinheiros
Cortam-se os novos lanamentos do pinheiro (velas), na altura em
que eles crescem mas antes das agulhas se comearem a alongar.
Normalmente faz-se uma primeira poda em Maro e depois uma
segunda em Maio/Junho. Usam-se as pontas dos dedos.
Bricoficha
Transplante
Bricoficha
Transplante
Modelao
Os Bonsai so modelados atravs da poda e da colocao de arames.
S se devem utilizar arames de alumnio especficos para Bonsai (a
ferrugem e oxidao de outros materiais txica para Bonsai). Os
arames devem ser colocados ao longo da poca de crescimento e
permanecer na planta o tempo suficiente at ela adquirir a forma
desejada. Caso comecem a marcar a planta devemos remov-los e
colocar outros no seu lugar.
O arame utilizado deve ser de uma resistncia ligeiramente
superior da pernada a modelar. Numa pernada podemos usar
diferentes arames consoante a espessura. Os arames so
enrolados em torno da pernada, em ngulos de 45, junto
casca da planta sem a ferir.
As pocas ideais para colocar arames so durante a Primavera e no
incio do Outono, de qualquer forma podem colocar-se todo o ano
desde que se tenha cuidado ao dar a forma pernada (principalmente
no Inverno, que partem facilmente).
A remoo dos arames deve ser sempre feita atravs do corte dos
mesmos, com um alicate corta arame prprio para Bonsai, que no
marca a planta. Deve-se ir cortando o arame em vrios pontos
sem o desenrolar, pois poderamos partir a planta.
7
Bricoficha
Pragas e doenas
1
Adubo
Vitamina
Interior
Exterior+Dupla
Interior
Exterior+Dupla
Transform.
Folhosas
Pinheiros
Escamiformes
Arames Geral
Transplante Interior
Exterior+Dupla
Poda
Meses
6
7
10
11
12
Bricoficha 08.01
SOLDAR
LISTA DE MATERIAL
EM REGRA GERAL
SOLDAGEM : AS FERRAMENTAS
SOLDAGEM : A PREPARAO
A SOLDAGEM BRANDA
A SOLDAGEM FORTE
SODO- SOLDAGEM
SOLDADURA A ARCO : A
FERRAMENTA
SOLDADURA A ARCO :
PREPARAO
A SOLDADURA A ARCO
A SOLDADURA A ARCO
A SOLDADURA MIG
SOLDADURA AUTOGNEA
A SOLDADURA OXI- ACETILINICA
CONSELHOS
1 / 16
LISTA DE MATERIAL
SOLDAR
FFERRO DE SOLDAR
ELTRICO :
Alguns ferros de soldar
esto equipados com um
foco luminoso na direo
do local a soldar.
O POSTO DE SOLDAR :
Existem, alm dos
postos de soldar
habituais, os postos
semi-automticos, que
evitam ter de picar a
caruma da soldadura.
A LAMPARINA DE
SOLDAR E O
MAARICO :
A garrafa de gs da
lamparina de soldar
parte integrante do
aparelho, ao contrrio do
maarico.
AVENTAL + LUVAS :
Pour vous protger des
tincelles, portez un
tablier de cuir et des
gants protecteurs.
MSCARA / CULOS :
Devido aos seus vidros
muito escuros, a
mscara de soldar com
punho, ou os culos,
protegem os seus olhos.
MARTELO DE PICAR +
CULOS :
Para se proteger das
chispas, use um avental
de couro e luvas
protetoras.
REBARBADORA :
Necessria preparao
das superfcies a soldar e
eliminao da caruma.
ESCOVA METLICA :
Limpe o local a soldar,
antes e depois das
operaes.
TORNO :
Um torno em ferro
fundido ou ao forjado
permite segurar as peas
durante a soldadura.
ALICATE DE PRESSO
:
O alicate de presso
til para agarrar as
peas a soldar com
firmeza.
2 / 16
EM REGRA GERAL
SOLDAR
LIGAR METAIS :
A soldadura e a soldagem so duas tcnicas que permitem a ligao de metais
entre eles. Vejamos o que os distingue :
1. a natureza dos metais a ligar;
2. a natureza do eltrodo ou do metal de soldagem;
3. a temperatura a atingir para realizar a ligao;
4. a resistncia mecnica da ligao.
A SOLDAGEM :
Soldar duas peas metlicas (da mesma natureza ou no) significa junt -las
atravs de um eltrodo, ou metal de soldagem (liga de prata ou cobre),
composto por um metal diferente das peas a unir, e temperatura de fuso
menos elevada que estas ltimas.
A TEMPERATURA :
Os metais a soldar devem poder ser aquecidos at temperatura de fuso do
metal de soldagem que lhes dever por isso estar adaptado. A temperatura da
soldagem branda (a estanho) de 200 C, a da soldagem forte (prata,
alumnio, cobre, lato) varia entre 600 a 900 C, segundo as soldagens.
SOLDADURA :
A soldadura permite unir entre si dois elementos compostos por um mesmo
metal, fazendo -os fundir localmente, com ou sem metal de soldagem. Se
utilizarmos um metal de soldagem, este de uma composio da mesma
natureza que aquela das peas a soldar e funde portanto simultaneamente.
A TEMPERATURA :
Para obter a temperatura de 1500 C necessria soldadura, necessitamos de
uma fonte de calor que alcance 3 000 a 4500 C. A maior parte dos metais
correntes fundem-se sob a ao de um tal calor. A fuso assim obtida garante
uma ligao slida bastante superior soldagem.
3 / 16
SOLDAGEM : AS FERRAMENTAS
SOLDAR
O FERRO DE SOLDAR :
O ferro de soldar de bico fino, com a
sua potncia, permite pequenos
trabalhos delicados, como em
eletrnica por exemplo. Temos para
trabalhos mais grosseiros, bicos
cnicos ou em forma de martelo. Estes
acumulam, ao fim de algum tempo,
bastante calor para fundir a solda.
O FERRO DE SOLDAR A GS :
Para reparaes rpidas, poder
utilizar um ferro de soldar autnomo a
gs, que no necessita de qualquer
alimentao eltrica. Estes ferros
recarregam-se com garrafas de gs.
A LAMPARINA DE SOLDAR :
As lamparinas de soldar so
geralmente alimentadas por garrafas
de gs amovveis, (a furar ou
aparafusar) de gs lquido (butano ou
propano, utilizvel at 15 C). Estas
podem estar equipadas com bicos de
diversas formas : existe um modelo
especialmente destinado a facilitar a
soldagem de tubos.
O MAARICO :
Este mais potente que a lamparina
de soldar e dispe de uma autonomia
superior. ligado a grandes garrafas
de butano ou propano (geralmente
munidas com um distensor). O
importante dbito de gs permite -lhe
alcanar temperaturas mais elevadas
que a lamparina de soldar (1500C).
OS MAARICOS BI -GS :
Estas ferramentas consomem uma
mistura composta por um gs (butano,
propano, acetileno) e oxignio. Este
combustvel permite alcanar
temperaturas de 2800 C. Estes
maaricos so as ferramentas mais
eficazes para a soldagem forte do
lato. Permitem igualmente a
soldadura.
4 / 16
SOLDAGEM : A PREPARAO
SOLDAR
A CAPILARIDADE :
A soldagem utiliza o princpio de
capilaridade, que a propriedade, de
um lq uido se difundir entre dois corpos
slidos unidos ou somente separados
por um espao nfimo. Este fenmeno
tambm ilustrado pela absoro do
caf por um pedao de acar no qual
podemos ver subir o lquido.
A SOLDAGEM BRANDA :
A soldagem branda oferece uma
ligao de fraca resistncia mecnica,
(para l igaes eltricas, armaduras de
abatjours....) e estanquecidade
(condutas de gua fria, coberturas de
zinco, algerozes, placas finas). O
metal de soldagem utilizado o
estanho.
A SOLDAGEM FORTE :
A soldadura forte permite a realizao
de ligaes mais complexas (quadros
de bicicletas, portes) ou susceptveis
de se dilatar (gs, aquecimento
central). Utiliza-se para estas, ligas
base de prata, cobre ou alumnio. Uma
liga rica em prata mais malevel.
A LIMPEZA :
Antes de ligar duas peas, certifiquese que estas so bem chanfradas
(com uma lima redon da poder em
seguida limp-las ou poli-las com lixa
fina (com uma largura de 2 cm). As
finas estrias assim obtidas permitiro
uma melhor aderncia do metal de
soldagem.
A PASTA :
No coloque mais os dedos sobre as
peas, o que diminuiria a aderncia do
me tal de soldagem. Aplique, com uma
trincha, a pasta de soldar sobre as
partes a unir, o que impede a sua
oxidao na altura do aquecimento
(sobre metal oxidado, no h
aderncia).
5 / 16
A SOLDAGEM BRANDA
SOLDAR
A MONTAGEM :
A capilaridade no possvel sem que as peas se
encontrem parcialmente sobrepostas (ligaes de
elementos sobrepostos, em T ou em ngulo), ou se
encaixem (ligaes de tubos). Deixe um espao de 0,05 a
0,15 mm entre as peas para facilitar o escorrimento da
solda no interior da juno.
O AQUECIMENTO :
necessrio agora usar a ferramenta ferro
eltrico lento ou rpido, lamparina de soldar ou
maarico temperatura conveniente : esta
situa-se no caso de soldagem branda, entre 90 e
450 C. Aproxime a vareta de estanho da fonte
de calor para verificar se a temperatura
suficiente.
PRA-CHAMAS :
Se tiver por exemplo de soldar condutas situadas ao longo
de uma parede, aconselhvel proteger esta ltima
cobrindo -a com a ajuda de um material no inflamvel :
pra-chamas de amianto geralmente de forte eficcia.
A LIGAO :
Uma vez os metais suficientemente aquecidos,
afaste o ferro ou a lamparina, e aplique a vareta
de estanho na juno das duas peas : ao fundirse, o metal espalha -se no interior da juno.
Empurre a solda at se formar um anel volta
da juno. Depois afaste a vareta.
A LIMPEZA :
Elimine o excedente da soldagem com a ajuda de um pano velho. No toque
em caso algum na soldagem antes do seu completo arrefecimento. A juno
realizada fica sujeita oxidao : um pouco de tinta pode prevenir este
inconveniente.
CONSELHO :
Segundo o princpio da capilaridade, a soldadura pode espalhar-se to bem
para cima como para baixo. Mas pode verificar que o seu trabalho est
perfeito ao obrigar a solda a subir, o que permite tambm o excesso escoar-se
de forma visvel evitando assim os excedentes.
6 / 16
A SOLDAGEM FORTE
SOLDAR
O AQUECIMENTO :
Aquea agora o metal :o cobre, at que se torne
vermelho escuro, o ferro e o ao at vermelho
claro. Ao contrrio da soldagem branda a
estanho, os elementos a unir devero aqui
permanecer sob a chama mesmo aquando da
aplicao da solda, mas no esta ltima.
A APLICAO DA SOLDA :
Aproxime a vareta de solda, ligeiramente inclinada, sem a
expor chama. Em regra geral, a quantidade a aplicar
igual a uma vez e meia o dimetro do tubo. Assim que a
liga se e xpandir, pare de aquecer e deixe arrefecer.
Elimine os excedentes.
7 / 16
SODO-SOLDAGEM
SOLDAR
O PRINCPIO :
Para obter junes ainda mais resistentes, utiliza-se um
metal de ligao base de lato, cujo ponto de fuso se
situa a 875 C. Este tipo de soldagem no aplica o princpio
da capilaridade, mas a chamada "ligao pelicular".
O MAARICO :
Para atingir uma temperatura de 875 C, a lamparina de
soldar no suficientemente pote nte. por isso que
necessrio utilizar um maarico. Este aparelho compe -se
com efeito de duas garrafas, uma de gs e uma de
oxignio, dois tubos de alimentao e uma lana.
A PREPARAO :
Desengorduramento e polimento so, aqui tambm,
indispensveis. Para unir duas peas em que a espessura
no exceda os 4 mm, deixe entre elas uma distncia igual
metade da sua espessura. Os bordos contguos das peas
com espessuras de 4 a 10 mm devero ser chanfrados
(90) com a rebarbadora.
A PINGAGEM :
Em primeiro lugar, as duas peas devero ser unidas por
pingos com intervalos regulares (distncia : em regra
geral, 20 vezes a espessura do metal a soldar). Esta
operao prvia evita que as peas se desviem em seguida
sob a ao do calor.
SODO-SOLDAGEM :
Tenha numa mo o maarico, na outra a vareta de metal
de soldagem, simtricas e inclinadas cada uma 45 C.
Coloque um cordo regular (o que se pode fazer em vrios
passos nas peas espessas). Se tiver de interromper o
cordo, recomece sempre um cm atrs.
8 / 16
O POSTO DE SOLDADURA :
Os postos de soldadura permitem
soldar eletricamente. A maioria so
alimentados por eletricidade (220 V),
e est por isso equipado por um fio de
trs hastes e de uma simples tomada
de terra. Os postos mais potentes,
fornecem uma intensidade superior a
140 A so alimentados com corrente
trifsica.
O PRINCPIO :
O tipo de soldadura executada com
um posto a arco requer uma
temperatura muito elevada . Esta
temperatura pode ser obtida graas a
um arco eltrico, com efeito um "raio"
com alguns mm de comprimento,
ligando o eltrodo do posto s
superfcies metlicas a unir.
Ao esfregar ligeiramente a
extremidade do eltrodo contra o
metal das peas provocamos um
curto-circuito. Isto tem como
resultado a apario de uma fasca
aquecendo o ar entre dois pontos de
contacto : nesta atmosfera de
grande densidade condutora que se
produz ento, um arco eltrico.
9 / 16
AS JUNES :
At uma espessura de 10 -12 mm, as peas
podem ser chanfradas em V a 60, o mesmo
que dizer cada canto chanfrado a 30 (ngulo
total 60). Para as peas mais espessas,
chanfre-as em X (em V em cima e em baixo),
ou, se no as poder virar, chanfre um s ca nto a
45.
A SOLDADURA EM NGULO :
A soldadura em ngulo no necessita
de qualquer preparao especfica. As
peas de metal devem estar
corretamente alinhadas, uma folga
muito ligeira pode contudo ser
admitida uma parte do comprimento
total.
A REGULAO DA INTENSIDADE :
Coloque as peas a soldar sobre uma
superfcie lisa e ligue -as pina de
massa. Regule, no posto, a
intensidade adequada de soldadura e
escolha um eltrodo de dimetro
adaptado. O quadro abaixo indica os
valores recomendados.
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A SOLDADURA A ARCO
SOLDAR
O FUNCIONAMENTO DO ARCO :
Segure com uma mo a pina porta-eltrodos , e com a
outra a mscara. De preferncia inflame o arco sobre
uma pea parte, na qual friccionar vrias vezes o
eltrodo. As fascas produzir-se-o. Afaste o eltrodo at
4-5 mm para que o arco se forme (senti-lo - crepitar).
Aproxime o eltrodo a 2-3 mm da pea a soldar. O
crepitar agora regular : ele interrompe-se de maneira
irregular se levantar demais o eltrodo, e cessa de vez
se o aproximar demasiado da superfcie. O ideal ser
portanto, nunca interromper a corrente.
A PINGAGEM :
Antes de proceder soldadura pro priamente dita,
dever unir as duas peas por pingagem (pontos
de soldadura), para que no se afastem mais,
posteriormente. Comece por depositar no centro,
depois nas extremidades das junes, pontos
suficientemente pequenos para que se fundam em
seguida com o cordo.
A SOLDADURA :
Assim que o arco esteja presente, necessrio fundir
localmente as superfcies a soldar, produzindo uma
importante libertao gasosa. Estes gases repelem o
metal em fuso, formando pequenas ondas na sua
superfcie.
A cratera feita pelo calor preenchida pelo metal do
eltrodo em fuso misturado com o metal da pea
igualmente fundida; isto o cordo de soldadura. Os
vapores libertados pela fuso do revestimento do
eltrodo protegem o metal contra a oxidao e do
soldadura o seu aspeto final.
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A SOLDADURA A ARCO
SOLDAR
O SENTIDO DO AVANO :
Um destro soldar da esquerda para a direita,
enquanto que um canhoto da direita para a esquerda.
Mantenha o porta -eltrodos inclinado a 15 em relao
vertical. O ngulo entre a unio a realizar e o
eltrodo portanto de 75. Solde "a puxar" e no a
"empurrar".
O CORDO :
Um cordo bem executado deve apresentar
estrias regulares. As estrias em grande nmero
indicam que a soldadura foi efetuada com pouca
intensidade. Demasiada intensidade pelo
contrrio, apresenta um cordo fino, queimado e
deformado. Este ltimo deve ter uma largura de
3 a 4 vezes a espessura do metal.
A PICAGEM DAS CARUMAS :
Uma parte do revestimento do eltrodo expande -se
sobre a soldadura enquanto esta ainda se encontra
quente. Este depsito que permanece sobre a
soldadura que arrefece, chamado "caruma". A
caruma no dever nunca ser includa no cordo de
soldadura. Uma vez fria, elimine-a com a ajuda do
martelo de picar.
A LIMPEZA :
Para que as junes soldadas, obtenham um
aspeto cuidado, esfregue -as, depois de picar a
caruma, com uma escova metlica. Poder
tambm utilizar para tal a rebarbadora, equipada
com um acessrio especial.
DIVERSAS SOLDADURAS :
Se o vazio a encher entre as duas peas a soldar
largo mas pouco profundo, pode proceder em vrios
passos sucessivos. Cada cordo deve ser liberto da sua
caruma e limpo com a escova metlica antes da
execuo seguinte, para oferecer uma aderncia
correta.
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A SOLDADURA MIG
SOLDAR
O PRINCPIO :
O posto de soldadura PIG comporta um
transformador que debita por intermdio do seu
cabo de massa (ligado por uma pina pea a
soldar) e do fio de ao, uma baixa intensidade. O
fio de ao, enrolado numa bobine colocada sobre o
lado do aparelho, alimentado automaticamente.
MIG :
"MIG" a abreviatura de "metal
inerte gs" : esta soldadura em
atmosfera inerte consiste, portanto
em gases raros, como o rgon e o
hlio. Utiliza-se, na grande maioria
dos casos, uma mistura de rgon e
dixido de carbono CO2. a
"soldadura semi-automtica sob a
proteo de gs".
A ADIO DE GS :
Na ocasio da soldadura MIG, s uma
pequena zona volta da unio est
quente. Simultaneamente
alimentao de fio tem lugar uma
adio de gs, que arrefece as
superfcies e protege o metal contra a
ao do ar ambiente. Isto evita a
oxidao.
A ALIMENTAO DE FIO :
Antes de ligar um aparelho PIG,
necessrio fixar o tubo pelo qual se
far a alimentao de fio e de gs. Na
extremidade deste fio encontra-se
uma lana com uma ponteira. O
rolete destina do ao fio est munido
com duas fendas previstas para fio de
0,6 e 0,8 mm.
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SOLDADURA AUTOGNEA
SOLDAR
A MISTURA GASOSA :
A mistura gasosa efetua -se na lana do maarico.
O oxignio e o acetileno colaboram em presena,
o primeiro a grande velocidade, o segundo sob
baixa presso. Isto arrasta ao nvel da abertura
da lana, uma depresso provocando a aspirao
do acetileno permitindo a mistura.
OS MANMETROS :
Os manmetros que equipam as duas garrafas, tm um
papel bastante importante : permitem reduzir com efeito
a presso, elevada no interior das garrafas, at um valor
que permita a produo duma chama utilizvel : 1 bar
para o oxignio, 0,4 bar para o acetileno.
A INFLAMAO :
Abra as duas vlvulas. Utilize de preferncia um
acendedor especial para inflamar a mistura
gasosa. A chama tem geralmente o aspecto de
um penacho amarelo claro, o que indica uma
mistura rica em acetileno. Ela aparece igualmente
destacada do bico.
O DBITO DE ACETILENO :
Diminua agora progressivamente o dbito de acetileno,
at que a chama se junte ao bico. Comear por um
excesso de acetileno para diminuir em seguida o dbito,
o melhor meio de assegurar uma regulao adequada
para a soldadura.
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A SOLDADURA OXI-ACETILINICA
SOLDAR
A DIREO DO MAARICO :
Incline a lana a 45 em relao linha de soldadura. O
dardo, a zona mais branca da chama, passar ao de leve
pelas partes a soldar sem lhes tocar. Movimente a lana
para a frente (ao contrrio do trabalho com arco
eltrico). A temperatura elevada fundir em conjunto os
bordos das duas peas.
O RETORNO DA CHAMA :
Um retorno da chama pode ter conseqncias
muito srias. Se a chama sair da lana antes do
bico, pode-se produzir uma exploso no lado de
baixo da lana, ao nvel do distensor ou mesmo
da cpula da garrafa. Um dispositivo de
segurana portanto, indispensvel.
DESLIGAR O MAARICO :
Fecha-se primeiro, ao nvel da lana,
a torneira do acetileno, depois a do
oxignio, e por fim a vlvula de
acetileno da garrafa, antes de reabrir
a extremidade da lana :
indispensvel para que o restante gs
escape do distensor, da lana e do
bico.
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CONSELHOS
SOLDAR
MEDIDAS DE SEGURANA :
No deixe os produtos inflamveis no local onde
utiliza o maarico ou a lamparina de soldar. No
deixe estes aparelhos ao alcance das crianas.
Guarde-os num local temperado. Nunca dirija a
chama sobre tubos ou garrafas de gs. Utilize um
pra-chamas.
O MATERIAL ALIMENTAR :
Se quiser soldar material alimentar (uma
concha por exemplo), sem decapante
incorporado. Espalhe com uma escova uma
massa especial. Aquea o metal at ao ponto
de ebulio da massa e deixe o estanho
fundir em cima. Alise com um pano velho
hmido.
O SOL :
No trabalhe nunca ao sol se utilizar gs em
garrafa, a menos que possa colocar esta ltima
sombra. Seno o calor provoca uma sobrepresso
incmoda para o seu trabalho.
OS TORNOS DE BANCADA :
Se utilizar um torno para segurar as peas a
unir, utilize igualmente mordentes, quer
dizer, peas de chumbo ou alumnio,
destinadas a proteger tanto o torno d a
chama, como as peas a soldar, das marcas
da boca do torno.
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Bricoficha 08.02
Fresar
LISTA DE MATERIAL
A TUPIA
UTILIZAO
MECANISMO DE ORIENTAO
MECANISMO DE ORIENTAO
OS ENTALHES
AS FRESAS
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LISTA DE MATERIAL
FRESAR
TUPIA :
A escolha dos vrios
acessrios disponveis
torna-la uma mquina
realmente polivalente.
ENTALHADORA /
RANHURADORA :
Esta mquina no est
equipada com uma fresa,
mas com um lmina
circular.
GRAMPOS :
Indispensveis para fixar
corretamente as peas a
trabalhar na bancada.
ESQUADRO:
indispensvel para
transferir as linhas de
corte para todas as faces
da madeira.
BANCADA :
Para trabalhar com toda
a segurana, utilize uma
bancada (sem esquecer
os grampos).
GRAMINHO :
Escolha um modelo com
rgua graduada, e se
possvel com duas
pontas.
FITA -MTRICA :
O boto de bloqueio e o
enrolamento automtico
so muito prticos.
CHAVE FRANCESA :
Serve para apertar e
desapertar o mandril da
tupia.
MOLDES :
Existem moldes
especialmente
concebidos para executar
entalhes.
EXTENSO :
O cabo de alimentao
das mquinas muito
raramente tem o
comprimento suficiente :
utilize uma extenso.
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A TUPIA
FRESAR
APLICACES :
A tupia permite trabalhos bastante variados, como a execuo de ranhuras de
escoamento para os caixilhos de portas e janelas, de ranhuras (sentido do veio)
abertas ou entalhes (perpendiculares ao veio), rebaixes para colocao de
dobradias de portas ou para ligao de elementos, ..... Permite igualmente
fabricar molduras ou perfis e acabamentos de formas diversas. Devido
elevada velocidade de rotao do seu motor (22.000 a 27.000 rpm, a comparar
com as 3.000 do berbequim) e sua ao progressiva, a superfcie obtida to
lisa que o lixamento torna-se desnecessrio.
O MECANISMO DE MERGULHO :
Graas a um jogo de apoios com molas, as duas
pegas laterais que equipam a mquin a
permitem levantar ou baixar a caixa-motor em
relao pea. O motor conduz o mandril, que
contm a lmina ou a fresa, que dever alcanar
uma determinada velocidade.
MONTAGEM DA FRESA :
Para colocar a fresa, deve desapertar depois
apertar o parafuso do mandril, com a chave de
bocas fornecida com a mquina. Para esta
operao, o eixo da tupia deve estar bloqueado,
com uma chave de bocas caso ele no se
bloqueie automaticamente quando o motor
pra.
REGULAO DA PROFUNDIDADE :
Baixe primeiro a caixa -motor at ao ponto zero
da escala de profundidade, empurrando-a com
as duas pegas para fazer descer a fresa at ao
contato com o trabalho. Atinge o ponto zero da
escala graduada : regule -a em seguida
profundidade pretendida e bloqueie a base.
CONSELHO :
Para poupar as suas fresas, evite trabalhar a
uma profundidade excessiva : 5 mm
suficiente. prefervel proceder em vrios
passos, de 3 vezes 4 mm para uma
profundidade d e 12 mm por exemplo. A maioria
das tupias esto equipadas com uma base com
vrios nveis regulveis por escales.
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UTILIZAO
FRESAR
SENTIDO DE DESLOCAO :
O sentido da deslocao da mquina muito importante
: a fresa deve espalhar as aparas, ou dirigida no sentido
errado, ela tropea na madeira e danifica o trabalho.
Faa avanar a mquina no sentido oposto rotao da
fresa.
PARAR A MQUINA :
Uma vez acabado o trabalho, desbloqueie a caixa -motor
para que ela suba enquanto a fresa pra (mquina
desligada). S pode manipular de novo a tupia quando
a fresa estiver completamente parada (para a arrumar
por exemplo).
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MECANISMO DE ORIENTAO
FRESAR
GUIA LATERAL :
Algumas tupias esto providas com uma guia lateral a
montar se desejar executar uma ranhura paralela ao
canto da pea. Esta guia segue o contorno do trabalho
resvalando ao longo do canto, o que permite talhar uma
ranhura perfeitamente posicionada.
BATENTE LATERAL :
Para entalhar ou rasgar no meio de um painel,
necessrio recorrer a uma guia de outro tipo. O
batente lateral, cujo movimento limitado, fixa -se
ao trabalho por meio de hastes. Uma escala
graduada pode revelar-se muito til se tiver de
executar vrios entalhes paralelos.
SUPORTES-GUIAS :
Se o movimento do batente lateral se revela insuficiente,
uma rgua metlica ou um suporte direito que fixar
com grampos, servir de [Link]-o de forma a
poder fazer deslizar o bordo plano da base da tupia ao
longo do seu canto.
GUIA DE ESQUADRO :
Para executar um entalhe (ou seja, fresar o canto
de uma pea como no caso da colocao de uma
dobradia ou de um fecho numa porta), a guia de
esquadro perfeitamente eficaz, encostando uma
das suas faces sobre a face mais larga do painel a
trabalhar (a porta por exemplo).
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MECANISMO DE ORIENTAO
FRESAR
GUIA CIRCULAR :
Este acessrio permite executar tanto entalhes circulares
como aberturas curvas, segundo um dimetro regulvel.
fixo sobre o trabalho por uma ponta central. Para evitar
que esta danifique a superfcie, utilize um pequeno
pedao de madeira fixo com fita adesiva de dupla face.
DISPOSITIVO DE REPETIO :
Este acessrio permite a produo em srie de peas
idnticas, ou a repetio duma abertura feita. Trata -se de
uma pequena placa munida com uma abertura para a
passagem da fresa e aparafusada sob a base da tupia e
que, associada a um molde, permite a sua exata
reproduo.
MESA EM ESQUADRO :
A mquina pode ser montada sobre uma mesa em
esquadro, ela prpria fixa ao bordo de uma bancada por
meio de grampos. Aquando da utilizao estacionria,
s a pea a trabalhar que se deve deslocar e nunca a
tupia. A mesa tem a funo de guia.
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OS ENTALHES
FRESAR
MALHETE RABO-DE-ANDORINHA :
Com um molde especial, a tupia permite executar
entalhes complexos, como um entalhe rabo-de-andorinha
chamado sobreposio meio -vesga. Este ltimo muito
utilizado para gavetas pois no visvel pela face frontal.
Malhetes e entalhes so fabricados simultaneamente.
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AS FRESAS
FRESAR
TIPOS :
Um s tipo de acessrio equipa a tupia : a fresa. As fresas equipadas com uma
estria cortante do resultados muito rpidos, aquelas com dupla estria
oferecem um acabamento de m elhor qualidade. Existem fresas HSS ou
carbono tungstnio (tratados com carbono), estas ltimas duram mais tempo.
As fresas de carbono devem ser empregues sobretudo em painis derivados
de madeira (cobertos eventualmente com uma camada de material sinttico).
As fresas HSS so muito eficazes em madeira macia . Para conservar o seu
poder cortante, no as arrume a granel mas separadamente.
EM RESUMO :
A fresa de ponta direita (1) serve para fazer ranhuras
largas e profundas, entre outras coisas, para colocao de
pernos ou para iniciar a fresagem. A fresa de malhete
rabo-de -andorinha (2) est reservada para este tipo de
entalhes. A fresa de entalhar em V (3) perfeita para
escavar letras por exemplo.
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Bricoficha 08.03
SERRAR
LISTA DE MATERIAL
AS SERRAS MANUAIS
OS DENTES
A TCNICA
AS SERRAS MANUAIS
AS SERRAS MANUAIS
AS SERRAS DE METAIS E BETO
TCNICA
A SERRA CIRCULAR
A SERRA CIRCULAR
A SERRA CIRCULAR
A SERRA TICO-TICO
A SERRA TICO-TICO
A SERRA TICO-TICO
SERRAR NO JARDIM
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LISTA DE MATERIAL
SERRAR
ALICATE DE TRAVAR :
Esta ferramenta serve
para regular a inclinao
dos dentes das serras
usuais (exceto as de
dentes temperados).
BANCADA :
mais fcil serrar sobre
uma bancada munida
com grampos ou cunhas
de aperto.
MESA DE SERRAR :
Uma mesa de serrar
metlica permite a
utilizao estacionria de
serras eltricas.
GUIA DE CORTE :
Esta regula-se muito
facilmente segundo
vrios ngulos, para
materiais de todos os
comprimentos e
espessuras.
LIMAS :
Utiliza-se uma lima chata
para nivelar os dentes da
serra e uma lima de
seo triangular (ou lima
de trs-quinas) para os
afiar.
GRAMPOS :
Principalmente se
trabalhar com mquinas
eltricas, os materiais a
serrar devem estar
fortemente presos.
GRAMINHO :
Escolha de preferncia
um modelo munido com
uma rgua graduada e
duas pontas.
ESQUADRO :
Indispensvel para
transferir a linha de corte
para todas as faces da
pea a serrar.
EXTENSO :
A maioria das mquinas
eltricas esto munidas
com um curto cabo de
alimentao, preveja
uma extenso.
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AS SERRAS MANUAIS
SERRAR
AS SERRAS DE MO :
As serras de mo, vulgarmente chamadas "serrote",
destinam -se a serrar tbuas e painis de madeira macia,
aglomerado, etc. Nalgumas delas, a lmina est revestida
com uma camada de tflon invisvel que a protege e
permite deslizar mais facilmente atravs da madeira.
O PUNHO :
O punho de uma serra de mo feito de madeira ou de
plstico. Este ltimo adapta -se bem mo e tem
geralmente uma superfcie antiderrapante e antitranspirao. Os de madeira, mais clssicos, produzem
calor. Alguns punhos podem servir de esquadro ou de guia
de marcao (a 45).
FORMA DOS DENTES :
A forma dos dentes depende da sua utilizao. Os dentes
direitos ou issceles (1) permitem apenas traar. O modelo
mais polivalente o chamado "dupla ao", de dentes
universais ou semi-deitados (2) e permite serrar tambm
no sentido dos veios (ao comprido) em vez de atravessado
(traar).
DENTES TEMPERADOS :
Os dentes de numerosas serras manuais so temperados e
no podem ser afiados. Mantm -se por isso afiados durante
um tempo 5 vezes superior em relao aos dentes no
tratados. Os dentes temperados so reconhecidos pela sua
cor azul escura. Estes so perfeitos para serrar materiais
colados (aglomerados,...).
TPI
Para o corte de tbuas espessas, utilize uma serra de 5-7
TPI (teeth per inch : dentes por polegada), como
ferramenta faz -tudo um modelo de 7-9 TPI, para trabalhos
finos uma de 9 -13 TPI (muito finos : 13-16 TPI). Calcula-se
por vezes as pontas (PTI) : 8 pontas para 7
dentes/polegada, ou seja o nmero de dentes +1.
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OS DENTES
SERRAR
O TRAVO :
Uma serra com dentes retilneos prende -se rapidamente na
linha de corte : para evitar este problema, os dentes da
maioria das serras so travados, ou seja inclinados
alternadamente para a direita e para a esquerda. O corte
ser assim mais largo que a lmina.
O NIVELAMENTO :
Se a lmina se prende e os dentes esto muito usados,
convm nivelar a serra (exceto as serras temperadas).
Coloque a serra na horizontal sobre uma bancada, presa
entre 2 tbuas, com os dentes libertos e virados para si :
lime os dentes todos mesma altura (com uma lima
chata).
O TRAVO :
Esta operao efetua -se com um alicate de travar que
regular segundo os dentes por polegada da sua serra.
Trave primeiro os dentes cujo ngulo se afastam de si (1
sobre 2), vire a serra e trave as restantes. Trabalhe apenas
nas pontas (o tero superior do dente).
AFIAR :
Com a lima triangular, lime para afiar as pontas. A
espessura da lima deve corresponder ao tamanho dos
dentes. Mantenha a lima horizontalmente, com um ngulo
reto em relao lmina para uma serra de fasquiar e a 60
para a lmina de uma serra universal ou para traar.
ARRUMAO :
Limpe regularmente a lmina da sua serra (elimine-lhe a
resina) e engordure-a (com leo) antes de a arrumar. Para
no danificar os dentes, coloque-a num estojo ou suspenda a. No esquea, antes de a utilizar, limpe o leo que se
encontra na lmina.
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A TCNICA
SERRAR
SEGURANA :
Certifique-se de que o material que deseja serrar, est bem
preso e altura correta, em cima por exemplo de um
cavalete, estrado ou bancada. O seu trabalho ser facilitado
e a extremidade da serra nunca tocar no cho. Segure a
pea de madeira com o joelho.
COMEAR O CORTE :
Para assegurar uma melhor priso e direo da serra,
mantenha o indicador estendido contra a pega. Incline a
serra a 45 em relao ao material a serrar e coloque o
polegar da outra mo contra a lmina para a guiar. Serre na
sua direo at que o corte este ja iniciado.
SERRAR :
Efetue um movimento regular e amplo, para que todos os
dentes da serra entrem em contato com a madeira. No
exera presso a mais, no apie de forma nenhuma na sua
direo. Se o corte se comear a fechar, introduza -lhe uma
cunha de madeira ou de plstico.
FINALIZAR O CORTE :
Para traar, talvez seja prefervel comear um corte na
outra extremidade da pea de madeira para que os dois
cortes se juntem com preciso. Para traar, mantenha a sua
mo livre inclinada e serre suavemente, com movimentos
curtos, afim de no danificar a madeira no final do corte.
A CUNHA DA BANCADA :
Uma cunha para a bancada fcil de construir. Ela comporta
uma ripa inferior que apia na bancada e uma ripa superior
contra a qual caada a pea a cortar. Permite assim serrar
perfeitamente a direito e perpendicularmente, sem fendas
nem farpas.
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AS SERRAS MANUAIS
SERRAR
OS SERROTES DE COSTAS :
Contrariamente aos serrotes estes tm uma lmina
retangular cujas costas so reforadas por uma banda
metlica que as mantm direita s e aumenta a sua fora. Os
seus dentes finos (para traar) permitem cortes limpos na
madeira folheada, painis finos, perfis e molduras.
TCNICA :
Comece por efetuar movimentos curtos, na sua direo e
inclinando ligeiramente a serra na horizontal (e no a 45
como um serrote). Os serrotes de costas so ideais para
traar ripas e suportes de prateleiras ou fazer entalhes.
AS SERRAS DE CAIXILHOS :
So serrotes de costas pequenos com dentes pouco
inclinados. Servem para cortar ripas finas ou molduras e
fazem um corte muito fino. As serras de nivelar permitem
cortar cavilhas ou entalhes que se destaquem da madeira; a
sua pega pode ser colocada direita ou esquerda.
A SERRA DE NGULOS :
Existem igualmente serras de ngulos de preciso
profissional : trata -se de uma guia de corte, metlica, qual
fixa uma serra especial cuja posio pode ser regulada da
direita para a esquerda, segundo ngulos fixos (22,5; 30;
30; 45 e 90, por exemplo) ou grau a grau.
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AS SERRAS MANUAIS
SERRAR
SERROTE DE PONTA :
Esta serra, geralmente equipada com uma pega de "pistola",
deve ser empurrada, ao contrrio dos outros modelos. A sua
lmina estreita acaba em ponta. O serrote de ponta permite
cortes em curva e aberturas (com a condio de fazer,
previamente, um primeiro furo).
A SERRA DE RECORTE :
A serra de recorte est equipada com uma lmina longa, e o
seu arco pouco profundo. A lmina orientvel sobre 360
e desmontvel. Se tiver de serrar no meio de uma pea,
faa um furo atravs do qual introduzir a lmina antes de a
remontar com uma porca de orelhas.
A SERRA DE RODEAR :
A sua lmina deve ser colocada no lugar com os dentes
virados para baixo. Este tipo de serra perfeita para efetuar
trabalhos de modelismo, ou para recorte de contornos
arredondados em materiais como folheados, madeiras
delicadas, platex,... Coloque um pedao de madeira em
meia -lua sob a pea a serrar para a segurar.
O SERROTE UNIVERSAL :
Este serrote est equipado com um lmina universal que
pode ser orientado segundo 7 a 9 ngulos diferentes : por
isso extremamente prtica para os locais de difcil acesso.
Alm da madeira ele pode serrar plstico e metal. A sua
lmina pode ser substituda quando estiver usada.
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A SERRA DE METAIS :
A lmina da serra de metais segura num arco (com
porcas de orelhas) e tem os dentes na direo do exterior.
No reservada s ao corte de metal : pode igualmente ser
utilizada para cortar plstico (algerozes por ex.). A sua
pega pode ser em madeira, fechada ou do tipo "pistola".
PRESSO DA LMINA :
A lmina presa e mantida no lugar por porcas de orelhas
ou "borboleta". Uma presso excessiva pode deformar a
lmina. Se a presso for pelo contrrio muito fraca, a lmina
pode torcer-se e partir-se- rapidamente. Nalguns modelos,
a orientao da lmina pode ser regulada.
A MINI-SERRA DE METAIS :
A mini-serra constituda por uma simples pega sobre a
qual montada uma lmina vulgar para metais, presa num
s ponto. Pode serrar indiferentemente com a parte da
lmina compreendida entre a pega e o ponto de priso ou
com a sua parte livre. Aconselhvel para peas pouco
acessveis.
A SERRA DE BETO :
Se tiver de cortar blocos de beto celular, utilize uma serra
de entes diamantados. Trata -se de um tipo particular de
dentes temperados. No se sirva nunca de uma serra para
madeira, elea ficar irremediavelmente danificada.
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TCNICA
SERRAR
AS LMINAS :
Existem lminas de serras de metais com diversas formas
de dentes. Os modelos vulgarmente utilizados apresentam
14, 18, 24 e 32 dentes por polegada. Para determinar o
tipo de dentes a utiliza r, calcule segundo a espessura do
material a serrar que deve corresponder a 3 dentes.
FLEXIBILIDADE DA LMINA :
Para reduzir o risco de partir a lmina, pode utilizar as
lminas chamadas "flexveis". Algumas so de tal forma
moles que pode dobr -las ! Uma lmina flexvel revela -se
tambm muito prtica para chegar a locais de difcil acesso.
INICIAR O CORTE :
Fixe solidamente a pea a cortar num torno. Com o polegar
da sua mo livre, guie os primeiros cortes da serra (que
efetuar na sua direo, apoiando ligeiramente). Comece a
serrar sobre uma superfcie plana e no sobre um ngulo.
Serre de seguida sem exercer presso.
CORTE :
Uma vez iniciado o corte, coloque na parte da frente do
arco, a sua mo livre, afim de guiar a serra. Mantenha a
serra o mais perto possvel do torno para evitar as
vibraes. No se apresse : a lmina desliza sobre o
material sem prender.
9 / 16
A SERRA CIRCULAR
SERRAR
AS LMINAS :
As lminas de dentes largos tratados com carbono (1) so
ideais para o corte no sentido do veio. O grande
afastamento dos dentes produz um corte suficientemente
grosso. Estas lminas permitem cortar a maior parte dos
materiais (exceto pedra, maonaria, metais de carbono e
madeira com pregos). A lmina universal (2),
eventualmente tratada com carbono, corta e traa madeira
macia e seus derivados. A lmina de traar (3) tem mais
dentes, faz um corte mais fino e corta pregos. A lmina de
dentes muito finos (4) conveniente para painis de
isolamento e plstico pouco espesso (2 mm).
PROFUNDIDADE DO CORTE :
A profundidade do corte depende do dimetro da lmina :
quanto maior for o dimetro, material mais espesso a
lmina pode serrar. A altura do corte na maior parte das
mquinas situa -se entre os 4 e 6 cm. O dimetro da lmina
depende da potncia e capacidade da mquina.
REGULAO DA PROFUNDIDADE :
Ajuste a profundidade do corte para que a lmina saia 3
mm da pea para obter um corte limpo. A regulao da
profundidade permite -lhe tambm fazer ranhuras. Se uma
pea tiver de ser serrada por 2 vezes, o alcance da lmina
deve ser superior metade da sua espessura.
VELOCIDADE E REGIME :
Nalguns modelos, a velocidade regulvel e pode por isso
ser adaptado espessura e natureza do material a cortar. A
regulao da velocidade, opo vantajosa, assegura uma
velocidade de carga constante (sem queda do par),
independentemente da natureza do material e da presso
exercida.
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A SERRA CIRCULAR
SERRAR
A CAPA DE PROTEO :
A capa de proteo abre -se assim que comea a trabalhar.
O bordo do material empurra a ponta arredondada da capa,
provocando a sua abertura. No tem assim de a abrir. Esta
fecha-se assim que afastar a serra da pea cortada.
O SEPARADOR DO CORTE :
O separador do corte uma espcie de lmina fina colocada
por trs da lmina de corte, destinada a manter um
afastamento suficiente entre os pedaos da pea cortada,
para evitar que a lmina bloqueie. Respeite a regulao
aconselhada pelo fabricante (afastamento entre a lmina e o
separador).
ASPIRAO DO P :
Dispor de um sistema de aspirao aconselhvel. Sem isso
o p acumula-se sobre o seu trabalho, tapando -o, de forma
a no conseguir prosseguir nas melhores condies.
Aconselha-se por isso, a ligar um aspirador sua mquina.
LMINA ORIENTVEL :
possvel, na maior parte das serras, modificar a orientao
da lmina em relao ao corpo da mquina, o que permite
efetuar cortes inclinados (de 0 a 45). O ngulo indicado
por um mostrador graduado. A profundidade do corte
diminui com o fato de serrar inclinado.
COMO PROCEDER :
Assim como no caso do corte manual, o material a serrar
deve ser solidamente seguro num suporte estvel (bancada
ou torno), a sua face decorativa virada para baixo, o
rompimento do veio produz -se em direo parte de cima.
Isto pode ser importante para, por exemplo, uma bancada
de cozinha.
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A SERRA CIRCULAR
SERRAR
CORTE MANUAL :
Uma abertura no incio da base, indica a direo do trao do
corte : esta guia permite por isso, cortar mo ao longo de
um trao de referncia. Se a lmina estiver a bloquear,
recue ligeiramente a mquina e deixe -a depois retomar a
velocidade.
GUIA PARALELA :
Este acessrio permite cortar uma pea de madeira
paralelamente ao seu prprio canto. Ele no permite no
entanto serrar a qualquer distncia do bordo (painis largos)
: tem um mnimo e um mximo.
CORTE VERTICAL :
Se tiver de efetuar um corte maior que o mximo da guia
paralela, pode utilizar um perfil especial que comporta uma
fenda para guiar a lmina, ou fazendo um voc mesmo com
a rgua (a fixar com grampos). Pode desta formar cortar os
ngulos.
TRABALHO ESTACIONRIO :
Pa ra serrar peas de pequenas dimenses, mais fcil
utilizar uma mquina em posto estacionrio, colocada sobre
(ou melhor debaixo) uma mesa de serrar. No deve deslocar
a serra mas sim a pea de madeira. Trave o boto de
funcionamento e preveja um interruptor suplementar.
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A SERRA TICO-TICO
SERRAR
FUNCIONAMENTO :
A rotao do motor da serra tico-tico transformada num
movimento vertical de vaivm que aciona a lmina, ao qual
se pode tambm juntar igualmente um movimento
pendular. Assim que a lmina sobe (e corta) desloca -se
simultaneamente para a frente.
Isto permite trabalhar rapidamente e com mais facilidade,
tudo reduzindo o desgaste da lmina. De qualquer forma se
quiser obter um corte perfeitamente limpo (para painis
laminados ou com pouca espessura por exemplo) desligue o
movimento pendular.
AS CURVAS :
As curvas so a especialidade da serra tico -tico. Quanto
mais estreita for a lmina empregue melhor pode serrar as
curvas "apertadas" : ovais, crculos e outras, mesmo
materiais espessos (plstico, madeira metal ou at azulejos
de cermica, estes ltimos com uma lmina especial).
LMINA ORIENTVEL :
A lmina geralmente "fixa", mas nalguns modelos, pode
girar sobre ela mesma ("scroller"). Isto permite serrar
transversalmente painis ondulados apertados, o mais perto
possvel da sua superfcie, para garantir uma capacidade de
corte satisfatrio.
COLOCAO DA LMINA :
No momento da compra, assegure -se de que a lmina de
modelo adequado sua mquina. Existem vrios sistemas
de fixao. Para a montagem da lmina, uma chave de
fendas ou um chave de 6 abas, so geralmente necessrias,
exceto no caso das lminas SDS (que so simplesmente
para encaixar).
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A SERRA TICO-TICO
SERRAR
OS PRIMEIROS FUROS :
Para efetuar um corte no meio de um painel, faa um
primeiro furo (quatro para uma abertura retangular).
Introduza a lmina no furo, com a mquina desligada,
depois ligue -a e dirija -a nessa altura apenas para a linha de
corte. Serre a abertura com um s movimento.
CORTES CIRCULARES :
A guia paralela muitas vezes fornecida com uma ponta que
permite fix-la sobre o painel de madeira, para a utilizar
como um compasso. Pode-se assim cortar crculos perfeitos.
O seu comprimento naturalmente limitado (e por
conseqncia, o dimetro dos cortes possveis tambm).
SERRAR EM NGULO :
Na maioria das serras tico-tico, a base pode rodar para ser
orientada de forma a permitir os cortes em ngulo. Neste
caso a profundidade do corte da mquina diminui,
evidentemente.
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A SERRA TICO-TICO
SERRAR
CORTE LIMPO :
A lmina da serra tico -tico corta de baixo para cima. A face
decorativa, que ficar visvel depois de feita a abertura,
deve por isso estar virada para baixo (virada para cima no
caso da utilizao estacionria da mqu ina). A fita adesiva,
colada previamente, ao longo da linha de corte evitar o
rachamento da madeira.
SERRAR METAL :
Pode com uma lmina adequada cortar chapas finas (ao,
alumnio, cobre,...). Fixe a chapa sobre um painel
(aglomerado, por ex.), que serrar conjuntamente, o corte
ser limpo. Aplique terebintina (alumnio) ou leo de corte
(ao) ao longo do trao. Corte a baixa velocidade.
SERRAR PLSTICO :
O plstico deve tambm ser serrado com a face visvel
virada para baixo. Utilize uma lmina para plstico ou
eventualmente para metal. No momento de efetuar o
trabalho, pode ser necessrio, deitar gua sobre o corte da
serra para a arrefecer (para evitar que o corte se feche caso
o plstico funda).
A SERRA UNIVERSAL :
Existem as chamadas serras universais para cortes a direito
ou curvas : so as serras de lmina eltrica. As sua lminas
variadas, permitem adaptar-se a todo o tipo de trabalhos,
existem ainda as lminas flexveis para os locais de difcil
acesso.
Uma outra serra eltrica tambm chamada universal,
funciona com duas lminas (tipo serrote) ligadas entre si
que se deslocam em sentidos opostos. Enquanto uma corta
a outra recua para a posio inicial. Alm do beto celular,
corta vigas e troncos de rvore com facilidade.
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SERRAR NO JARDIM
SERRAR
A ELTROSSERRA :
A eltrosserra corta rapidamente e com facilidade madeiras
mesmo as mais hmidas. O seu motor (trmico ou eltrico)
puxa e faz rodar uma corrente armada volta de uma
espcie de espada metlica (a guia -corrente). a mquina
ideal para o corte de rvores.
A SERRA MANUAL :
constituda por um fio de ao com segmentos dentados e
no qual est fixo em cada extremidade um anel. Pode, caso
necessrio, ser acionado com a ajuda de uma corda. Esta
ferramenta revela -se muito til nos locais de difcil acesso
aos outros tipos de serras.
A SERRA MANUAL :
A sua lmina esticada por um arco metlico. Os modelos
modernos esto providos com um dispositivo que permite
libertar rapidamente a lmina, para a substituir por
exemplo. A serra manual corta as rvores ou peas de
madeira muito hmidas. Existem lminas com diversos tipos
de dentes.
A SERRA DE PODAR :
A serra de podar uma espcie de faca longa com a lmina
em forma de meia -lua. Devido forma dos seus dentes, ela
corta quando a puxa para si (muito prtica se tiver de
trabalhar com os braos levantados). Pode eventualmente
ser equipada com um cabo mais longo para o caso de ter de
cortar ramos altos.
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Bricoficha 08.04
LIXAR
LISTA DE MATERIAL
OS ABRASIVOS
O LIXAMENTO MANUAL
A LIXADEIRA DE ROLOS
A LIXADEIRA VIBRATRIA
LIXAR COM O BERBEQUIM
RECAPITULATIVO
1/ 8
LISTA DE MATERIAL
LIXAR
SUPORTE DE LIXA :
Alm dos blocos simples,
existem modelos com
um pega curva.
LIXA DE PAPEL OU
PANO :
Escolha a sua lixa, papel
ou pano, em funo do
resultado pretendido e
da natureza do material
a lixar.
LIXA EM CHAPA DE
AO :
Esta lixa fixa-se sobre
um suporte especial para
utilizao manual, ou
numa mquina por meio
a uma fixao tipo
"velcro".
LIXADEIRA
VIBRATRIA :
Um dispositivo de
aspirao de p evita a
acumulao de serradura
sob a base.
LIXADEIRA
EXCNTRICA :
Discos com dois
dimetros diferentes
podem equipar este tipo
de mquina : 115 ou 125
mm.
LIXADEIRA DE ROLOS
:
A sua eficcia depende
da sua superfcie de lixar
e da sua velocidade
mxima.
LIMA ELTRICA :
Este modelo utiliza lixas
muito estreitas e por isso
acede facilmente a locais
difceis.
ESCOVAS ABRASIVAS
:
As escovas de nylon tm
uma durao 10 vezes
superior das escovas
metlicas.
DISCO DE LIXAR :
Escolha-o em funo da
natureza do material a
trabalhar.
MSCARA + CULOS :
Se lixar com mquina, o
uso de culos de
segurana e de uma
mscara anti-poeira
recomendado.
2/ 8
OS ABRASIVOS
LIXAR
UTILIDADE DE LIXAR :
Lixar tem como objetivo tornar uma superfcie plana e lisa, eventualmente com
vista a um futuro tratamento (pintura, envernizar, etc.). Lixar manualmente
geralmente reservado aos acabamentos, aps o grosso do trabalho ter sido
efetuado (geralmente) com a mquina.
DIVERSIDADE DOS ABRASIVOS :
Que lixe mo ou mquina, dispe de uma grande variedade de lixas de
todos os tipos, granulometria e formatos. A maioria dos materiais propostos
so utilizveis manualmente ou para equipar as mquinas, cada um com as
suas vantagens e usos especficos.
PAPEL E PANO :
Se a maioria dos papis de lixa so sobretudo destinados a
superfcies planas as lixas com suporte de pano adaptamse, devido sua maleabilidade e robustez, aos trabalhos
com formas arredondadas tanto em madeira com tambm
aos metais ferrosos ou no ferrosos.
3/ 8
O LIXAMENTO MANUAL
LIXAR
TCNICA :
O poder abrasivo indicado a partir de nmeros (antigamente de 1 a 9/0),
atualmente de 30 a 600 e mais (nmero de gros por cm). Ao lixar utilizando
uma lixa de cada vez mais fina medida do avano do trabalho : elimina
assim, de cada vez, as marcas da passagem precedente.
GRANULOMETRIA :20, 30, 40, 50 : muito grosso 60, 80 : grosso
100, 120 : mdio 150, 180 : fino 220, 440 : muito fino
SUPORTE DE LIXA :
Se lixar uma superfcie a segurar na lixa simplesmente com
os dedos, no faz mais que seguir as irregularidades : s
enrolando a sua lixa num pequeno suporte que conseguir
obter uma superfcie plana. Existem suportes feitos de
cortia, plstico ou borracha.
SENTIDO DO MOVIMENTO :
Para madeira, siga sempre que possvel o sentido do veio,
no o fazendo dan ificaria as fibras : no conseguindo assim
um bom aspecto final. Quando lixar os cantos dum objeto,
certifique-se de que no os arredonda.
HUMIDIFICAO :
Para obter um resultado impecvel na madeira (ou
folheado), humidifique muito ao de leve, antes da passagem
da lixa mais fina. Deixe de seguida secar bem : as fibras
endireitar-se -o. Pode agora passar a lixa extra -fina. Limpe
depois com um pano embebido em "Aguarrs".
FORMAS ARREDONDADAS :
Para trabalhar as formas arredondadas, utilize uma faixa de
pano abrasivo, que no se rasga e adapta -se forma do
objeto. Um exemplo freqente desta aplicao o lixamento
de tubos de cobre nas extremidades onde depois vo ser
soldados. Fixe-os eventualmente antes de lixar.
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A LIXADEIRA DE ROLOS
LIXAR
DESBASTE :
A lixadeira de rolos retira grandes quantidades de material,
serve por isso, para os trabalhos mais difce is (decapagem
de um soalho ou de uma porta por exemplo). Ela deve a sua
eficcia sua banda circular que roda a grande velocidade
(e na qual o sentido de rotao indicado por setas).
DIREO DO MOVIMENTO :
Coloque a mquina a funcionar antes de a posar sobre o
trabalho, inclinando-a 15 em relao ao veio. Faa-a
efetuar um movimento regular e contnuo em vaivm, no
sentido do veio, ultrapassando sempre a superfcie lixada.
Levante a mquina antes de a parar.
PRESSO :
A lixadeira de rolos um aparelho potente, por isso que
normalmente munida com duas pegas para permitir dirigi-la
corretamente. O seu peso geralmente suficiente para
assegurar um bom funcionamento : no necessrio
exercer presso sobre a mquina.
UTILIZAO ESTACIONRIA :
Vrias lixadeiras de rolos podem ser montadas sobre um
posto fixo, com a banda virada para cima ou em posi o
vertical. Ao encostar o seu trabalho contra a banda em
movimento (a mquina est, necessariamente, equipada
com uma guia), pode lixar ou polir (arredondar, escavar,...).
A LIMA ELTRICA :
A lima eltrica est tambm munida com uma banda, mas
com largura muito reduzida, o que permite utiliz-la em
stios de difcil acesso (entre barras duma grelha por
exemplo). Pode servir tambm para polir dentro de uma
pea de madeira (colocar uma fechadura).
5/ 8
A LIXADEIRA VIBRATRIA
LIXAR
TRABALHOS FINOS :
A lixadeira vibratria oferece um lixamento mais fino para
superfcies planas, representando assim, uma boa
alternativa (eltrica...) utilizao dos suportes de lixa. A
sua base efetua movimentos elpticos quase imperceptveis,
sendo o resultado um acabamento cuidado.
MOVIMENTO E PRESSO :
No pressione demasiado a mquina, deixe -a fazer o seu
trabalho. Efetue movimentos de vaivm o mais amplos
possvel (no necessrio ser no sentido dos veios) :
libertando assim a serradura da placa. Ultrapasse sempre as
zonas j lixadas.
AS FOLHAS ABRASIVAS :
Utilize as folhas abrasivas pr -cortadas ou ainda as folhas
clssicas que cortar em 2,3 ou 4 (para o modelo chamado "
a uma palma"). Equipe as mquinas de base perfurada com
folhas especiais perfuradas (algumas esto munidas com
sistema de fixao "velcro").
A LIXADEIRA EXCNTRICA :
Esta permite, devido sua base malevel, o lixamento e
polimento de superfcies no planas. O dispositivo de
"arranque suave" evita esfoladelas quando se inicia o
funcionamento. Quanto mais apoiar, mais fino o lixamento
(neste caso subsiste s o movimento excntrico).
A REBARBADORA :
A rebarbadora pode tambm -equipada com acessrios
adaptados ser utilizada como uma lixadeira excntrica e
executar os mesmos trabalhos especficos. Existe
igualmente um acessrio que permite utiliza-los nos
ngulos.
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OS DISCOS DE LIXAR :
A montagem de discos num berbequim permite sobretudo
fazer trabalhos mais delicados : desenferrujar metal,
decapar superfcies pintadas (madeira : reservado s
superfcies cncavas ou no visveis). O suporte de
borracha deve estar sempre inclinado 15 em relao
superfcie a trabalhar.
UTILIZAO ESTACIONRIA :
Pode ser interessante utilizar em posto fixo o seu
berbequim equipado com um disco abrasivo (este ltimo
deve estar perpendicula r superfcie da bancada). Uma
guia regulada a 45 permitir lixar os ngulos. No
pressione demasiado o seu trabalho contra o disco, para
evitar manchas negras de "aquecimento".
A RODA DE LIXAR :
A roda de lixar monta -se no mandril do berbequim. Ela
maleve l, o que permite o trabalho de superfcies
arredondadas : a banda abrasiva que a envolve adapta -se
assim forma do objeto a trabalhar (lixar objetos com
formas complicadas : cadeiras,...).
AS ESCOVAS DE NYLON :
Em regra geral, a cor das escovas de nylon, muito robustas,
indicam a sua utilizao (vermelho : lixamento forte, azul :
lixamento fino,...). Para trabalhar a madeira so preferveis
s escovas metlicas cujas partcula s se incrustam e acabam
por enferrujar.
A SEGURANA :
Lixar pode ser to perigoso como serrar ou cortar.
recomendado utilizar sempre um saco coletor. Coloque
igualmente uma mscara e culos de segurana. Antes de
arrumar a mquina desligue -a da corrente.
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RECAPITULATIVO
LIXAR
GRO-UTILIZAO :
Qual o aparelho a utilizar e com que gro de lixa, em funo da tarefa a
efetuar ? Para os trabalhos mais difceis (eliminar grandes irregularidades da
madeira em bruto da serrao, decapar velhas camadas de tinta ou verniz),
escolha um gro 24, 36, 40 ou 60 segundo o estado do material.
Para a preparao antes de pintar, aconselhvel proceder em 3 etapas para
fazer desaparecer todas as esfoladelas. Para obter um acabamento suave,
utilize lixas com gro cada vez mais fino entre duas camadas de tinta ou verniz
(120 aps a primeira, 180 aps a segunda, etc.).
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Bricoficha 08.05
APLAINAR
LISTA DE MATERIAL
AS PLAINAS DE MADEIRA
AS PLAINAS METLICAS
APLAINAMENTO MANUAL
APLAINAMENTO ELTRICO
A TCNICA
A SEGURANA
1/ 8
LISTA DE MATERIAL
APLAINAR
PLAINAS :
Existem plainas em
madeira e metlicas.
PLAINA ELTRICA :
Verifique primeiro a
largura e profundidade
do corte mximo que
efetua.
ESQUADRO :
O esquadro permite
controlar o seu trabalho.
RGUA :
Uma rgua comprida e
direita serve para
controlar o plano das
superfcies da maiores
dimenses.
BANCADA :
Uma bancada acima de
tudo tem de ser estvel,
para executar trabalhos
pesados ou delicados..
GUIA :
Para aplainar a direito e
em ngulo reto,
aconselhvel uma guia.
TORNO :
Escolha um torno
suficientemente pesado
para ficar estvel, ou um
modelo que possa fixar
na bancada.
GRAMPOS :
Des serre-joints vous
permettront aussi de
fixer parfaitement votre
ouvrage.
MAO DE MADEIRA:
Para no danificar a
madeira da plaina,
martele s com o mao
de madeira.
LUVAS E CULOS :
Calce luvas e utilize
culos de segurana para
se pro teger das farpas e
lascas.
2/ 8
AS PLAINAS DE MADEIRA
APLAINAR
A PLAINA MANUAL :
Existem vrios modelos e formatos de plainas manuais. O
ferro (a lmina) ligeiramente saliente em relao base.
A plaina, ao deslocar-se, corta uma fina apara de madeira
que em seguida destacada pelo contra-ferro : o
deslocamento da ferramenta no deve por isso ser
interrompido.
A PLAINA DE CALO :
A plaina mais comum (chamada de calo ou de
acabamento), longa com cerca de 25 cm e no tem, em
princpio pega. Existem modelos retangulares ou
arredondados. Esta plaina serve para igualizar a superfcie
de pequenas peas de madeira, (cantos de uma gaveta por
ex.) para as preparar para o lixamento.
AJUSTAR UMA PLAINA DE MADEIRA :
Para ajustar a profundidade do corte, que depende entre
outras razes, da dureza da madeira a trabalhar, coloque
primeiro aproximadamente no seu stio o ferro, o contraferro e o calo. Martele em seguida o calo com um ligeiro
movimento do mao, afim de manter provisoriamente estas
peas.
CONTROLE :
Controle a regulao verificando sobre a base, a colocao
do contra-ferro e a posio do ferro. Se a abertura no for
suficiente, martele suavemente por cima da plaina. Martele
em seguida o calo para o bloquear definitivamente no stio.
Para obter aparas mais finas, martele o corpo da
ferramenta.
COMO SEGURAR NA PLAINA :
Com a mo esquerda, segure o nariz da plaina enquanto a
direita envolve o corpo. Algumas plainas esto equipadas
com um parafuso ou um boto de regulao : neste caso,
coloque o polegar e o indicado em garfo volta do apoio
situado sob este parafuso, os outros dedos da mo
segurando o corpo da ferramenta.
3/ 8
AS PLAINAS METLICAS
APLAINAR
DESCRIAO :
Existem tambm as plainas com o corpo inteiramente
metlico, munidos de pegas em madeira ou plstico. Ferro e
contra-ferro so mantidos sob presso por um prensador e
regulam-se por um parafuso ou alavanca de ajustamento. A
vantagem das plainas metlicas : podem ser ajustadas com
preciso.
BASE ONDULADA :
As plainas metlicas esto muitas vezes providas com uma
base ondulada, que desliza melhor sobre madeiras resinosas
ou hmidas. Este tipo de base seduz sensivelmente a frico
entre a ferramenta e o trabalho, o esforo a fazer e o risco
de falsos movimentos so assim diminudos.
4/ 8
APLAINAMENTO MANUAL
APLAINAR
PRECAUES :
Se trabalhar uma madeira j usada, verifique antes de mais
se no tem pregos ou elementos metlicos que podem
danificar seriamente o ferro da plaina. Retire os pregos com
a turqus sem danificar a madeira : apie a turqus sobre
um pedao de madeira.
APLAINAMENTO DE CANTOS :
Fixe a placa num torno, entre dois calos para que as
mandbulas no danifiquem a madeira. Coloque uma m o na
pega traseira da plaina e coloque-a na extremidade do
canto. A outra mo, segura -a lateralmente.
PRESSO :
Quando aplainar um canto, certifique-se de que no
"mergulha" no incio nem no fim de cada passo. Exera por
isso a presso, inicialmente na frente da ferramenta, depois
uniformemente sobre toda a superfcie de base e, ao acabar
o movimento, sobre a traseira.
APLAINAR OS EXTREMOS :
Fixa a placa na bancada, encostando a o longo do seu canto
vertical um suporte de madeira (prolongando o extremo a
aplainar). Coloque a plaina totalmente sobre o seu trabalho,
em vis 30 em relao ao canto a trabalhar, e aplaine em
direo ao suporte (o qual evitar a formao de lascas).
5/ 8
APLAINAMENTO ELTRICO
APLAINAR
FUNCIONAMENTO :
A plaina eltrica est equipada com um cilindro rotativo
contendo duas lminas. A base situada defronte deste de
altura regulvel : pode -se assim ajustar a diferena de nvel
entre a base dianteira e a base (fixa) traseira. As lminas
rodam a grande velocidade levantando as aparas.
AJUSTAMENTO
Aqui, ainda mais importante ajustar o ferro e o contra ferro em funo do trabalho : a profundidade do corte
regula-se simple smente com um boto que permite um
ajustamento muito preciso. Esta preciso de regulao,
aliada sua potncia, fazem da plaina eltrica uma
ferramenta eficaz, igualmente para os trabalhos delicados.
AS LMINAS :
As lminas (tambm chamadas facas), so de ao ou carbono. As duas devem
ser colocadas ao mesmo tempo : se no for o caso, o desequilbrio que da
resulta causa vibraes nefastas ao aparelho. A lminas de carbono tm duas
arestas cortantes. Uma vez usadas, no podem ser afiadas devem apenas ser
montadas no outro sentido, sem maia afinaes. Existem igualmente lminas
onduladas que pe rmitem obter um efeito rstico.
APLAINAR SUPERFCIES :
Ligue a plaina antes de a pousar na superfcie. Deve segurala de forma bem estvel. Utilize as duas mos, efetuando
movimentos regulares. Quando aplainar grandes superfcies,
recomendvel trabalhar com uma regulao pequena
efetuando passagens sucessivas.
SENTIDO DA DESLOCAO :
A plaina eltrica deve trabalhar tambm no sentido do veio.
O trabalho faz-se de maneira mais co nfortvel, a base
desliza melhor sobre a madeira e as lminas correm menos
riscos de se danificarem. Se, no entanto no puder seguir no
sentido do veio, oriente o aparelho na diagonal.
6/ 8
A TCNICA
APLAINAR
CHANFRAR :
A ranhura em V, no centro da base frontal, permite
chanfrar rapidamente e sem dificuldade. Basta para isso
colocar esta ranhura sobre a aresta e guiar a mquina ao
logo desta ltima. Mantenha constante um ngulo de 45 e
efetue um movimento regular.
A GUIA :
Guia ou batente, paralela, lateral ou ao longo : todos estes
termos designam um s acessrio, que se utiliza para
aplainar cantos. Se este acessrio for tambm ajustvel em
ngulo, pode biselar peas de madeira.
RANHURAR :
A guia paralela permite regular tanto a largura como a
profundidade do corte, assim possvel fazer ranhuras e
mesmo, se a guia puder ser regulada em ngulo, fazer
ranhuras em topos biselados.
UTILIZAO ESTACIONRIA :
Montando a mquina, com as lminas viradas para cima,
sobre uma bancada equipada com um suporte fica com as
mos livres para deslocar a pea trabalhada, ao longo de
uma guia po r cima da mquina. O suporte deve ter uma
capa de proteo que esconda automaticamente as lminas.
7/ 8
A SEGURANA
APLAINAR
ASPIRAO :
Uma plaina eltrica liberta muita serradura : pelo que um
saco coletor lhe oferece um desempoeirar constante. Como
estes sacos so pequenos, torna-se mais eficaz se ligar a
plaina a um aspirador (com um adaptador).
OS NS DA MADEIRA :
Antes de aplainar elimine pregos, agrafos ou manchas de
resina que possam estar na madeira. Os ns nas placas
finas podem tornar-se perigosos se se descolarem e
saltarem. Para evitar isto humedea -os previamente e
aplaine para do exterior para o centro.
UTILIZAO DE UM SUPORTE :
Aquando da utilizao estacionria da plaina, a proteo das
lminas no suficiente. Se aplainar peas pequenas, sirvase de um suporte apropriado para as manipular sem
aproximar as mos da lminas.
ROUPAS DE SEGURANA :
Utilize luvas e culos de proteo para se proteger das
farpas e lascas. Fixe sempre muito bem a pea bancada,
em particular as peas pequenas, que se arriscam a saltar
ao colocar a plaina ligada em cima destas.
8/ 8
BRICOFICHA 8.6
FURAR
LISTA DE MATERIAL
A ESCOLHA
PEDRA, TIJOLO E BETO
PEDRA, TIJOLO E BETO
O METAL
A MADEIRA
A MADEIRA
1/ 8
LISTA DE MATERIAL
FURAR
BERBEQUINS
MANUAIS :
Apesar de menos rpidos
que os modelos eltricos,
estes modelos manuais
permitem um trabalho
preciso.
VERRUMA :
Esta ferramenta manual
composta de uma
nica pea metlica,
sendo o punho um
prolongamento da broca.
BERBEQUIM ELTRICO
/ MARTELO
PERFURADOR :
Escolha pelos seguintes
critrios :potncia,
presena de um
regulador, com ou sem
fio.
BROCAS + SERRAS
CRANIANAS :
As brocas e as serras
cranianas, assim como o
seu dimetro, devem ser
adaptadas ao material a
perfurar.
SUPORTE DE
BERBEQUIM :
Fixando o berbequim a
um suporte ou ao um
torno anular qualquer
risco de derrapagem no
curso da perfurao.
GUIA DE PERFURAO
:
Esta pequena ferramenta
astuciosa permitir
perfurar a direito nos
cantos de uma placa.
ESQUADRO :
Pode ajud-lo a perfura r
a direito numa placa ou
numa tbua.
PUNO :
O tamanho do puno
deve, naturalmente,
estar relacionado com o
dimetro da broca.
GRAMPO DE
CARPINTEIRO:
Encontram -se modelos
de 150 a 1000 mm de
comprimento.
TORNO :
Com mandbulas em V,
oferece a possibi lidade
de apertar objetos
arredondados ou
cilndricos.
2/ 8
A ESCOLHA
FURAR
FERRAMENTAS MANUAIS :
Os berbequins manuais esto praticamente reservados
perfurao em madeira e outros materiais macios. A
vantagem deste tipo de ferramenta manual que permite
uma preciso notvel. Todavia, estas ferramentas precisam
de brocas especiais.
PERFURAO ELTRICA :
Entre as vrias mquinas, distinguimos : berbequins
clssicos, de percusso e martelos eletro -pneumticos. Se,
para os segundos, a fora da percusso depende da presso
exercida, o martelo electro -pneumtico (ideal para beto)
percute sem que tenha de o pressionar.
VELOCIDADE :
A velocidade mxima de rotao autorizada pela velocidade mecnica
engrenada, atingida progressivamente no caso dos berbequins com regulao
eletrnica da velocidade (regulador eletrnico), ou diretamente para as
mquinas sem regulao e sem velocidades ou, a duas velocidades mecnicas.
A velocidade regulada por intermdio do gatilho (com boto de bloqueio para
velocidade contnua). A velocidade tanto mais baixa quanto maior for o
dimetro da perfurao e maior a dureza do material.
MANDRIL :
Para montar um broca (desligue sempre a mquina da
corrente !) desbloqueie o mandril, introduza a broca e aperte
(gire a chave nos 3 furos). Esta operao bem mais rpida
com uma bucha de aperto rpido e brocas adaptadas (com 4
estrias).
3/ 8
GUIA DE PROFUNDIDADE:
A guia de profundidade, inserida na mquina, e apertada
distncia desejada, relativamente ponta da broca,
permite-lhe limitar a profundidade do furo (1). Se no tiver
uma guia, pode enrolar a broca com fita adesiva, no
comprimento desejado (2).
PUNHO LATERAL :
A mquina fica mais fcil de manusear na execuo de
trabalhos pesados, e permite-lhe exercer uma presso mais
forte. O punho , por vezes, amovvel. Durante a
pe rfurao, mantenha a mquina na posio certa para no
torcer ou quebrar a broca : uma broca torcida fica
inutilizvel !
4/ 8
FUROS LARGOS :
Para obter um furo largo na parede, perfure primeiramente
uma srie de furos a seguir a forma de um crculo. Durante
a perfurao, retire regularmente a broca para que o furo
no se encha de p. Depois utilize a serra craniana para
executar o furo largo (no escavar com o buril).
DETECTORES :
Procure a presena de eventuais condutas sanitrias ou
eltricas antes de comear os trabalhos. Para tal, pode
utilizar um detector de corrente, ou de metais. Se encontrar
uma conduta ou mesmo uma simples pea metlica (beto
armado), renuncie a perfurar nesse stio.
POEIRA :
A perfurao liberta muita poeira. Pode recolh -la dentro de
um envelope aberto fixo parede ou, se fizer uma
perfurao no teto, enfie uma metade de bola de tnis, a
tampa de um arosol ou um filtro de caf sob o mandril da
mquina.
CERMICA :
Perfure a cermica com uma broca de ponta em carboneto.
Marque a colocao do furo com uma ponta aguada e uma
caneta de feltro. Sobre a marca o coloque fita adesiva
transparente, em cruz, e faa uma inciso no local de
perfurao, para que a broca no deslize. Perfure
lentamente (300/500 RPM).
VIDRO :
Perfure o vidro com uma broca para pedra ou uma broca
especial em carboneto. volta do futuro furo, faa um
crculo com mastique, enchendo -o de vaselina ou terebintina
para lubrificar a broca. Coloque a placa de vidro numa
superfcie completamente plana, use culos de proteo e
perfure a baixa velocidade.
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O METAL
FURAR
PLACAS FINA S:
No perfure jamais uma placa metlica fina, segurando -a
com a mo. A broca, ao atravessar a placa, poderia arrastar
a placa no seu movimento de rotao. Coloque a placa entre
duas peas de contraplacado, presas num torno ou num
grampo de carpinteiro.
LUBRIFICAR :
No exera mais que uma ligeira presso na perfurao do
ferro ou ao (nunca utilize a percusso). Mesmo assim
lubrifique (com vaselina) durante o trabalho, para arrefecer
as superfcies. Alivie a presso no fim da perfurao, para
no deformar o metal.
TUBOS :
Se tiver que perfurar tubos, utilize um suporte para
assegurar uma perfurao perfeitamente vertical. Aperte a
pea (protegida por um carto ou um pano) num torno. Para
evitar a deformao dos tubos ou outros perfis ocos,
introduza uma cunha de madeira com o mesmo formato no
seu interior.
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A MADEIRA
FURAR
VERRUMA :
A verruma muito prtica na preparao de furos
destinados a parafusos. Gire -a primeiro de direita para a
esquerda , at que a ponta se introduza na madeira. Depois
gire -a direita, at profundidade desejada.
BROCA EXTENSVEL :
Apresenta uma ponta de centrar e uma lmina que se
desaparafusa para ser regulada largura desejada
(dimetro da perfurao : at 60 mm e mais). Coloque o
berbequim sobre um suporte, ou fixe muito bem a pea a
trabalhar num torno.
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A MADEIRA
FURAR
PERFURAR A DIREITO :
Perfurar a direito em madeira nem sempre uma operao
fcil. Para os cantos dos painis (ex : colocao de gonzos)
utilize uma guia de perfurao. Para as peas mais largas
guie -se por um esquadro.
LIMALHAS :
Ao perfurar de lado a lado, existem grandes possibilidades
de formao de limalhas sada da broca (sobretudo em
painis estratificados). Para o evitar, coloque uma pea em
madeira sob o stio da perfurao, e aperte as duas peas
com um grampo.
PERFURAO EM VIS :
Quando precisar de perfurar em vis num dado ngulo,
encontre ou confeccione uma pea de madeira biselada no
mesmo ngulo. Colocada sobre a pea a perfurar, ir servir
de guia ao percurso da broca.
EXECUO DE UM ENCAIXE :
Para executar um encaixe (ex : colocao de uma
fechadura), comece por fazer uma srie de furos cegos
alinhados a todo o comprimento do encaixe. Perfure os das
extremidades, o do meio, e depois entalhe o local
previamente marcado..
8/ 8
BRICOFICHA 8.7
1/ 8
INSTRUMENTOS DE MEDIO
EQUIPAR A SUA CAIXA DE FERRAMENTAS
METRO
ARTICULADO +
FITA MTRICA :
O metro articulado de
2 m prtico de
transportar. A fita
mtrica (at 8 m)
contm, na sua
extremidade um
pequeno gancho que
se fixa ao objeto a
medir se trabalhar
sozinho. Um sistema
de bloqueio
automtico evita o
retorno inoportuno da
fita..
ESQUADRO :
O esquadro serve
para marcar ou
verificar os cortes
angulares. Alguns
esquadros so
graduados (por
exemplo at 300
mm). O esquadro
um instrumento
indispensvel para
verificar o ngulo na
extremidade de uma
pea de madeira
durante o
aplainamento.
SUTA :
A lmina e o brao
regulam-se em
funo um do outro,
devido a uma fenda
na lmina que
permite a esta adotar
todas as posies. A
porca de orelhas
serve para fixar a
lmina e o brao na
posio desejada e
permite traar ou
ve rificar o ngulo de
corte.
NVEL DE BOLHA :
Um nvel de bolha
polivalente tem 3
pequenos tubos
contendo um liquido
e uma bolha de ar.
Assim que a bolha se
encontrar
exatamente entre as
marcas, a superfcie
est perfeitamente
horizontal (ou
vertical). Quanto
mais longo for o
nvel, mais precisa
ser a medio.
RGUA DE
PEDREIRO :
A rgua uma ripa de
alumnio
completamente
direita, por vezes
biselada e no
graduada. A rgua
utiliza-se para traar
ou fazer incises em
linha reta (ex.
alcatifa). Permite
tambm verificar se
uma superfcie est
perfeitamente plana
(ao deslizar a rgua
em diferentes
ngulos).
2/ 8
MARTELOS
EQUIPAR A SUA CAIXA DE FERRAMENTAS
MARTELO DE CARPINTEIRO :
As orelhas do martelo tm por funo fazer de tenaz para
arrancar pregos. Um cabo de madeira fixa -se com uma
cunha, os cabos em ao ou fibra de vidro so fixos sob
presso. Um cabo em ao envolto em "neopreno" segura -se
melhor. Um bom modelo aquele em que o cabo fica
oblquo quando colocado no martelo.
MACETA :
A maceta serve para dar golpes fortes, sobre um escopro,
por exemplo. A fora do golpe muito mais elevada do que
a de um martelo vulgar porque o peso da cabea superior.
PUNO :
Quando prega um prego com um martelo, arrisca -se a
danificar a superfcie da madeira. Utilize um puno cujo
dimetro seja um pouco inferior ao do prego. Assim poder
cravar na madeira a cabea do prego.
3/ 8
ALICATES E CHAVES
EQUIPAR A SUA CAIXA DE FERRAMENTAS
ALICATE EXPANSIVO :
O alicate expansivo tem as mandbulas arredondadas e
dentadas e muito til para trabalhos de canalizao
(apertar torneiras, canos,...) O alicate expansivo permite
um grande afastamento das mandbulas. Um alicate de 235
mm suficiente para a maioria dos trabalhos. No o utilize
para desaparafusar.
ALICATE UNIVERSAL : a combinao de uma turqus
com um alicate expansivo. muito til para desaparafusar
parafusos pa rtidos e para segurar elementos de dimetro
reduzido. As duas mandbulas afiadas permitem descarnar
fio eltrico.
CHAVE DE CAIXA :
As chaves de caixa possuem de um lado uma abertura
quadrada na qual se colocam diferentes punhos como um
punho deslizante ou de ngulo reto. Os roquetes permitem
um trabalho rpido, porque no necessrio largar o punho.
Do outro lado efetiva mente a chave, na maior parte de 12
faces
4/ 8
SERROTE DE CARPINTEIRO :
Um serrote com cerca de 50 cm permite serrar todos os
tipos de madeira e painis. Freqentemente, os serrotes de
madeira tm dentadura universal, prtico para cortar mas
que tambm permite fasquiar. Os serrotes de madeira com
dentes temperados duram 5 vezes mais tempo.
SERROTE DE COSTAS :
O serrote de costas caracteriza-se por ter uma barra de ao
sobre as costas e que sensivelmente mais espessa que a
lmina retangular. Esta barra mantm a lmina bem direita
e permite um corte limpo e direito. Ideal para serrar
entalhes por exemplo.
5/ 8
CHAVE DE PARAFUSOS
Utilize sempre uma chave de parafusos adaptada fenda
do parafuso. por isso necessrio possuir diferentes
modelos. Uma chave de parafusos com ponta reversvel
(fenda de um lado e philips do outro) adapta -se a
diferentes tipos de parafusos. (1) fenda; (2) "philips"; (3)
pozidriv; (4) torx.
CHAVE DE PARAFUSOS DE ELETRICISTA :
O punho freqentemente longo e cilndrico desta chave de
parafusos, est revestido com um plstico isolante. Esta
chave isolada est disponvel em diferentes tamanhos e
modelos. A ponta afilada adapta -se bem aos pequenos
parafusos, abraadeiras para tubos, casquilhos e tomadas
de corrente.
VERRUMA :
A verruma pode ser prtica nos locais de difcil acesso, onde
os berbequins (eltricos) no chegam. A sua principal
utilizao preparar o furo para um parafuso.
BERBEQUIM (APARAFUSADORA):
Um berbequim / aparafusadora sem fio pode fazer muito
mais que furar ou aparafusar. Alm de brocas e pontas de
aparafusar, numerosos acessrios permitem polir, serrar,
afiar, etc. Verifique se o aparelho suficientemente potente
para efetuar estas mais difceis.
FURADOR QUADRADO :
Para os parafusos mdios, o furador quadrado permite fazer
um furo prvio na madeira (desde que esta no seja muito
dura), evitando assim o pr -furo com broca. A ponta afiada
permite marcar ou picotar materiais de menor espessura.
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DIVERSOS
EQUIPAR A SUA CAIXA DE FERRAMENTAS
FORMO E GOIVA :
O formo e a goiva utilizam-se com um mao de madeira, o
que evita a destruio do cabo. Mantenha -os bem afiados.
No trabalhe nunca na sua direo e mantenha as suas
mos atrs do corte.
LIMA :
Existem de diversas formas : chatas, me ia-cana, redondas,
quadradas e triangulares. A meia-cana a mais polivalente.
Torna a madeira e o metal lisos, elimina arestas e
irregularidades e permite afiar as lminas. Nunca olear uma
lima, a sua funo abrasiva enfraquecer.
PLAINA :
As plainas em madei ra muitas vezes no tm punho e
utilizam-se para eliminar finas camadas de madeira. A
lmina fixada por uma cunha. Para a desprender, bata na
plaina com um mao. Depois pode ajustar a lmina. Existem
modelos com lmina regulvel com uma mola.
BASE DE LIXA :
Assim que passar um bocado de lixa com a mo sobre um
material, seguir as irregularidades superficiais do suporte.
Se fixar a lixa numa base de lixa, lixar a superfcie de
maneira regular. Lixe a madeira sempre no sentido do veio.
ESCOVA METLICA :
A sujidade incrustada, a ferrugem, etc, sobre superfcies
duras retira-se mais facilmente com uma escova metlica.
Esta est disponvel em diversos tamanhos. Os pelos so em
ao, o punho em madeira.
7/ 8
DIVERSOS
EQUIPAR A SUA CAIXA DE FERRAMENTAS
CINZEL :
Este cinzel utiliza-se para fazer grandes aberturas na parede
em estuque ou gesso, por exemplo para colocar um
interruptor ou uma tomada de corrente ou ainda para
camuflar tubos. Para entalhar juntas, existem modelos mais
largos.
ESPTULA :
A esptula serve para betumar furos e fissuras num teto,
para preparar trabalhos de pintura. Utiliza-se tambm para
eliminar velhas camadas de tinta ou papel de parede. Uma
lmina anodizada ou croma da no enferruja.
GRAMPOS :
A pea a trabalhar fixa-se por meio de um punho o qual est
preso a uma pequena pea mvel. Quanto mais apertar o
punho, maior a presso exercida. De qualquer forma no
exagere. Convm sempre proteger o trabalho com pequenos
pedaos de madeira ou de platex.
ROUPAS DE SEGURANA :
Proteja os seus olhos da poeira e limalhas com culos de
segurana. Uma mscara proteger do p. Se utilizar
produtos corrosivos, calce luvas de borracha ou plstico.
Para manusear objetos cortantes prefira luvas de algodo.
8/ 8
BRICOFICHA 9.1
COLOCAR AZULEJOS E
MOSAICOS
LISTA DE MATERIAL
PAREDES : A PREPARAO
PAREDES : A COLOCAO
PAREDES : O ACABAMENTO
CHO : A PREPARAO
CHO : A COLOCAO
CHO : O ACABAMENTO
1/ 8
LISTA DE MATERIAL
COLOCAR AZULEJOS E MOSAICOS
CORTA -AZULEJOS :
O seu alicate desloca -se
ao longo do azulejo, do
qual corta a face
esmaltada.
PINA BICO-DEPAPAGAIO :
Utiliza-se para recortar
um buraco no azulejo ou
(como uma tenaz) para
partir pequenos pedaos.
NVEL DE BOLHAS +
RGUA :
Com a ajuda destas duas
ferramentas, poder
verificar a
horizontalidade das
superfcies.
MAO DE BORRACHA :
Permite-lhe bater os
azulejos sem os
danificar.
FIO DE PRUMO +
BATE -LINHAS : Para
traar linhas
perfeitamente verticais.
ESPTULA DENTADA /
COLHER DE PEDREIRO
:
Escolha de preferncia
um modelo com lmina
de ao inoxidvel.
REBARBADORA :
Muna -se de discos de
cortar ou rebarbar
adaptados natureza e
espessura do material.
RODO EM BORRACHA :
Para o enchimento das
juntas e azulejos de
cho, um modelo munido
de cabo ser mais
prtico.
JUNTA DE SILICONE
EM INVLUCRO :
O mastique expulso do
invlucro devido a um
sistema de pistola.
EQUIPAMENTO DE
SEGURANA :
Use luvas, joelheiras e,
durante a utilizao da
rebarbadora ponha os
culos.
2/ 8
PAREDES : A PREPARAO
COLOCAR AZULEJOS E MOSAICOS
OS BURACOS E FISSURAS :
Ignore o s pequenos buracos, tape as fendas mais
importantes. Com um raspador triangular, elimine as partes
com pouca aderncia e tape com uma camada elstica. Para
as fissuras largas ou cantos, aplique o betume, depois tela,
novamente betume e lixe.
OS PAPIS DE PAREDE :
O papel de parede no uma boa base para aplicar
azulejos, cujo peso arriscaria a desprende-los. Poder
facilmente arranca -lo com a ajuda de uma descoladora a
vapor. Elimine os pequenos restos, e aspire
cuidadosamente. A parede dever estar absolutamente
limpa.
AS PINTURAS :As paredes pintadas devem tambm estar
absolutamente livres de gordura : lave-as com um
detergente (tipo lixvia) para as desengordurar. Lixe-as em
seguida com lixa grossa, (sobretudo as pinturas brilhantes),
para melhorar a sua aderncia. Elimine tudo o que se
destaque.
AS PAREDES POROSAS :
As bases muito porosas (gesso, t ijolo, placas de partculas
hidrfugas) devem ser tratadas com uma camada de fundo
especial ("fixador"), para que no absorvam toda a
humidade da cola para azulejos (cuja aderncia diminuiria).
Trate igualmente beto e cimento.
AS PAREDES HMIDAS :
Procure a origem precisa da humidade (fuga numa
canalizao, formao de salitre,...) e aplique o remdio
apropriado (injeo, reparao da fuga, produto de
impermeabilidade, eliminao do salitre,...), seno esta
humidade danificar, mais tarde, os seus azulejos.
3/ 8
PAREDES : A COLOCAO
COLOCAR AZULEJOS E MOSAICOS
A APLICAO DA COLA :
A argamassa a ser feita, para a colocao dos azulejos
com cimento cola. Este dever ser estendido sobre a base
horizontalmente, em bandas regulares. Este trabalho faz-se
com a ajuda de um esptula especial cujos "dentes"
determinam a espessura da camada de cola (cimento cola
ou cola em pasta; uma cola fungicida nos locais hmidos).
A COLOCAO DOS AZULEJOS:
Logo que tenha espalhado a cola, coloque o primeiro
azulejo, em seguida con firme com o fio de prumo. Preveja
uma junta entre o baixo deste azulejo e, por exemplo, a
bancada, o bordo da banheira ou ainda um pedao de
madeira provisrio. As cruzetas mantero o azulejo no
lugar.
AS VERIFICAES :
Coloque as cruzetas sobre os ngulos supe riores dos
azulejos, para obter juntas regulares quando colocar os
seguintes. (As juntas absorvem as deformaes dos
azulejos). Verifique se estes esto bem planos, com uma
rgua de "alumnio", e corrija com um mao de borracha.
4/ 8
PAREDES : O ACABAMENTO
COLOCAR AZULEJOS E MOSAICOS
O CORTE DO AZULEJO :
Para cortar os azulejos (nos ngulos por exemplo), utilize
um corta -azulejos. Parta ento o azulejo aps o corte,
(pouse-o sobre uma prancha ou bata -lhe atrs). Para os
ngulos reentrantes, coloque a mquina na direo do
interior. (ngulos salientes : utilize sempre azulejos
inteiros).
RECORTAR AS BORDAS :
Para recortar uma abertura no bordo de um azulejo, comece
por marcar o contorno (com um bico de traar), depois corte
o azulejo, bocado a bocado, com uma turqus. Poder em
seguida alisar o rebordo com uma lima.
AS JUNTAS :
Encha com argamassa depois de um dia de secagem. Utilize
massa de ceramista (branca ou tingida) ou massa de juntas.
Espalhe-a sobre os azulejos com o rodo de borracha. Logo
que comece a pegar (geralmente ao fim de algumas horas),
limpe o excedente com um pano seco ou com uma esponja.
IMPERMEABILIZAO :
Uma junta impermeabilizada em silicone ser realizada com
a ajuda de uma pistola. Finalize com a ajuda do dedo
previamente molhado numa soluo de gua com sabo. Um
raspador especial ajudar substituindo vantajosamente o
dedo. Pode tambm utilizar um perfil especial de
acabamento.
5/ 8
CHO : A PREPARAO
COLOCAR AZULEJOS E MOSAICOS
COBERTURA DE CIMENTO :
O cho dever ser slido, seco, liso e totalmente livre de
poeira. Se aplicar a cobertura de cimento, tenha em conta o
seu peso (aumentado este dos mosaicos). Eventualmente
enterrar canos de evacuao. Preveja uma camada frgil de
areia (15 cm), 8 cm de beto e uma cobertura de 2 cm.
UNIFORMIZAR O CHO :
Suprima as irregularidades de nvel (tape os buracos, parta
as arestas vivas com escopro e martelo), e lixe os locais
reparados. Poder recorrer a um produto auto -nivelante, que
permitir obter uma base perfeitamente lisa (altura
suplementar 1 mm).
A HUMIDADE :
Para determinar as razes da humidade do cho, coloque
uma folha plstica transparente. O vapor de gua no plstico
significa condensao; se a parte de baixo estiver hmida, o
seu cho no suficientemente seco, onde se produz a
subida da humidade. Neste caso, cubra-o com uma folha de
polietileno.
6/ 8
CHO : A COLOCAO
COLOCAR AZULEJOS E MOSAICOSE
OS EIXOS :
A esttica exige que uma fila de mosaicos inteira fique junto
porta. Trace perpendicularmente, a esta parede, uma linha
mais longa do que aquela onde colocar os mosaicos
(largura das juntas : 5 mm para 10 x 10 cm, 7 mm para 15
x 15 cm, at 20 mm para 30 x 30 cm). Indique o ltimo
mosaico inteiro. Partindo deste ponto, trace uma
perpendicular primeira linha. Se uma das paredes lhe for
paralela, parta do ngulo formado. Seno, trace um segundo
eixo, no meio da sala, sobre uma junta. a linha de partida.
Menos de 12 m, preveja sempre 10% de mosaicos a mais,
para evitar surpresas.
COLOCAO SOBRE UMA CAMADA DE CIMENTO NOVA:
Se tiver posto uma camada de cimento na totalidade da
superfcie a ladrilhar (o que inevitvel se o cho
apresentar grandes irregularidades), colocar os mosaicos
antes que ela esteja totalmente seca. No significa que se a
camada es tiver perfeitamente plana que os mosaicos o
ficaro tambm.
COLOCAO SOBRE UMA CAMADA ANTIGA :
Se o cho estiver em mau estado, ou no for horizontal,
dever colocar os mosaicos sobre uma camada de
argamassa (2 ou 3 partes de areia para uma de cimento).
Alinhe os mosaicos fila por fila com uma rgua e utilize as
cruzetas, ao mesmo tempo que controla se esto planos
(corrija com o mao).
MOSAICOS COLADOS :
Se o cho for perfeitamente plano poder colar os mosaicos.
Espalhe a cola com uma esptula dentada (que lhe dar uma
aspecto canelado), aplique numa superfcie de 1 m de cada
vez. Os mosaicos devero ser colocados com j indicamos
acima. Termine pela fila prxima da parede.
7/ 8
CHO : O ACABAMENTO
COLOCAR AZULEJOS E MOSAICOS
O ENCHIMENTO DE JUNTAS :
O enchimento de juntas no dever ser feito sem que a cola
ou a argamassa estejam secos, ser depois de 12 ou 24
horas respectivamente. As juntas reforam a conservao
dos mosaicos e absorvem as eventuais deformaes da
superfcie. Espalhe a massa de ceramista sobre o cho e
passe com o rodo de borracha.
Ao fim de aproximadamente 2 horas, espalhe um pouco de
serradura e esfregue com uma vassoura para acelerar a
priso das juntas. Para terminar esfregue o cho com um
pano hmido para fazer desaparecer a camada de cimento
(camada cinzenta que cobre o mosaico). Calce as luvas
protectoras.
OS SOALHOS :
Sobre um soalho, estenda primeiro uma camada de
aderncia impermeabilizante (1), sobre a qual ir agrafar
em seguida uma armao de fibra de vidro (2). Finalizar
com um revestimento auto-nivelante (3).
8/ 8
Bricoficha 09.04
COLOCAR PLACAS DE
TECTO
LISTA DE MATERIAL
PLACAS DE TETO : PREPARAO
PLACAS DE TETO : COLOCAO
PLACAS DE TETO : COLOCAO
AS MOLDURAS
AS MOLDURAS
AS ROSCEAS
1/ 8
LISTA DE MATERIAL
COLOCAR PLACAS DE TECTO
SERRA DE NGULOS :
Alguns modelos
funcionam em quase
todos os ngulos
possveis.
BATE -LINHAS :
Para as superfcies
brancas utilize giz de
cor.
COLA EM INVLUCRO
:
Este sistema permite
uma dosagem fcil e
precisa.
ESPTULA /
RASPADOR :
Contrariamente lmina
do raspador, a da
esptula flexvel.
X-ATO :
Devido s suas lminas
substituveis, dispe
sempre de uma
fe rramenta afiada.
RGUA :
Utilize uma rgua para
efetuar cortes direitos.
SUTA :
Permite transferir
ngulos com preciso.
PINCEL :
Para pintar molduras e
rosceas, escolha um
pincel redondo.
ESCADOTE :
Uma plataforma tem a
vantagem da segurana.
ANDAIME :
Os modelos desdobrveis
so mais prticos.
2/ 8
A DECORAO DO TETO :
Existem numerosos artigos destinados decorao de teto : placas, molduras,
rosceas (a maioria em poliestireno e /ou em poliuretano). So geralmente
leves (lembre-se que tem de os colocar por cima da sua cabea), e fceis de
colocar (por simples colagem).
As placas de teto em poliestireno oferecem, alm do aspecto decorativo, um
isolamento acstico ao absorver os sons, o que permite corrigir a ressonncia
de alguns locais. A sua utilizao todavia de evitar nas divises onde se faz
lume (como na cozinha).
LIMPEZA :
A colagem precisa de uma preparao cuidadosa. Antes de
colocar as placas no teto, deve limpar, desengordurar e
tirar o p. Desengordure com uma soluo de amonaco e
gua muito quente; areje bem a diviso. Enxague em
seguida com gua limpa e deixe secar.
PINTURA ANTIGA :
Elimine toda a tinta escamada, para no se arriscar a ver
depois as placas desprenderem -se uma a uma devido a
insuficiente aderncia. Utilize um raspador. Se a superfcie
do teto quebradia aplique primeiro uma camada fixadora.
BETUMAR :
Betume as irregularidades do teto. Alargue as fissuras e os
buracos dos pregos, parafusos,..., (nos quais poder haver
gordura) e suprima todas as partculas que se destaquem.
Humidifique bem as fendas antes de as betumar. Depois de
secar, lixe com um suporte de lixa com uma lixa de madeira.
3/ 8
DIFERENAS DE TONS :
Ligeiras diferenas de tons podem existir entre placas de duas embalagens.
Para que essas diferenas passem despercebidas, comece por misturar entre
elas as placas de vrias embalagens: no haver assim grandes diferenas de
tons.
DISPOSIO DAS PLACAS :
Numerosas disposies so possveis para a colocao das placas, inclusive em
diagonal. Para fazer a sua escolha, no lhe resta seno colocar as placas no
cho e ensaiar diversas combinaes. No esquea que uma vez colocadas,
estas sero muito difceis de descolar.
PONTO DE PARTIDA :
Se as placas no tiverem ranhuras e frisos, comece a sua
colocao pelo centro do teto, ou seja, na interseco das
suas duas diagonais. Trace em seguida 2 retas ligando os
centros dos lados opostos e passando p elo centro : obtm 4
retngulos idnticos.
PLACAS CORTADAS :
Deve cortar as placas do [Link] contudo colocar a
fileira mais estreita que uma meia -placa ao longo dos dois
lados opostos. Se assim for, no comece pelo centro mas
desloque ligeiramente o ponto de partida para poder utilizar
placas mais largas.
COLA EM PASTA :
As placas de teto em poliestireno fixam-se com uma cola
especial de poliestireno. Aplique-a por pontos, nos 4 ngulos
e no centro da placa, ou sobre toda a superfcie espalhando a com uma esptula dentada. Este tipo de cola est
geralmente reservada para fundos porosos : placas de
gesso, madeira, ...
COLOCAO :
Para evitar sujar o teto com as marcas dos dedos, coloque
as placas no stio com as palmas das mo : coloque-as na
cola, 2-3 cm do local que lhes est destinado e faa -as
deslizar. Pressione-as depois fortemente, de preferncia
com um pequeno bloco de madeira.
4/ 8
MANCHAS DE COLA :
Se tiver deixado manchas de cola, limpe -as imediatamente
com gua. Depois da utilizao lave as ferramentas de
imediato (igualmente com gua). No utilize nunca
solventes sobre as placas : danificam o poliestireno.
RANHURAS E FRISOS :
Se as placas tiverem ranhuras e frisos, dever comear a
colocao por um canto. Evita assim a utilizao de retalhos
de largura inferior a uma meia -placa : estabelea um plano
de colocao neste sentido. Coloque as placas de friso
contra a parede.
AGRAFAGEM :
As placas de poliestireno com ranhuras e frisos so
geralmente mais espessas e podem ser agrafadas num teto
apropriado (gesso, placas de gesso cartonado, madeira,...).
Este tipo de placas pode igualmente ser empregue para
guarnecer um ripado no caso de um teto falso.
5/ 8
AS MOLDURAS
COLOCAR PLACAS DE TECTO
NGULOS :
No momento de colocar as molduras (em poliestireno e/ou
em poliuretano), o corte dos ngulos bastante delicado,
principalmente se as paredes no forem verdadeiramente
perpendiculares. Se o ngulo for inferior a 90 corte os dois
pedaos a 45 depois retifique, se for superior a 90, faa
um molde.
ESPALHAR A COLA :
Verifique se os cortes se ajustam bem antes de co mear a
espalhar a cola nas molduras. Aplique cola especial em
quantidade suficiente nas superfcies planas e nos locais de
ligao entre molduras. Utilize cola em injetor, ou para a
cola em frasco, utilize uma esptula.
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AS MOLDURAS
COLOCAR PLACAS DE TECTO
COLOCAO NO LUGAR :
Uma vez colocada uma parte no lugar, pressione
fortemente. Evite deixar manchas de gordura : estas
afetaro depois os trabalhos de pintura. No utilize
solventes para limpar as molduras : estes produtos atacam
o poliestireno.
A COLA DE CO NTACTO :
Para fixar molduras de poliestireno sobre um fundo no
poroso, utilize uma cola de contacto especial (cujos
solventes respeitam o poliestireno). Dever espalhar a cola
sobre as duas superfcies de forma homognea (com uma
esptula dentada ou com um pincel). Deixe secar e
pressione.
JUNTAS :
Todas as juntas e unies devem ser de seguida colmatadas
com cola. Utilize uma esptula fina e proceda de forma a
que as juntas ou unies no fiquem visveis.
MANCHAS :
Elimine imediatamente os excedentes ou manchas de cola
com uma esponja hmida. Como para a colocao das
placas de teto, evite deixar marcas de gordura doa dedos.
No esquea que estas manchas (que no pode limpar com
solventes) tornam mais difceis os trabalhos de pintura.
PINTURA :
Uma vez a cola das juntas bem seca, pode pintar as
molduras com um produto sem solventes, ou seja uma tinta
base de gua (acrlica ou ltex). Aplique 2 ou 3 camadas,
segundo o seu poder de recobrimento. Utilize de preferncia
um pincel redondo.
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AS ROSCEAS
COLOCAR PLACAS DE TECTOS
ABERTURA :
Uma roscea um elemento tanto decorativo como til pois
disfara os sistemas de fixao dos candeeiros ou os furos
no teto. Faa na roscea uma abertura com alguns cm de
dimetro para permitir a passagem dos fios eltricos e da
suspenso.
UTILIZAO DA COLA :
Verifique se o dimetro da abertura suficiente. Corte a
corrente eltrica. Aplique cola em quantidade suficiente
(com o injetor ou esptula) sobre todo o contorno da
roscea. Utilize para este efeito uma cola especial para
poliestireno.
COLOCAO NO LOCAL :
Passe os cabos atravs da abertura, coloque a roscea no
local e pressione firmemente. Encha o contorno com cola.
Elimine os excedentes ou manchas de cola com uma
esponja hmida.
PINTURA :
Assim que a cola estiver bem seca pode pintar a roscea.
Tal como para as molduras, utilize uma tinta base de
gua, acrlica ou ltex. Depois da secagem completa, pode
fixar o candeeiro.
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BRICOFICHA 9.5
COLOCAR CORTIA
LISTA DE MATERIAL
CHO DE MADEIRA :
PREPARAO
COLOCAO : PREPARAO
CHO DE CORTIA : A
COLOCAO
CHO DE CORTIA : A
COLOCAO
CORTIA DE PAREDE EM PLACAS
CORTIA EM ROLO PARA
PAREDES
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LISTA DE MATERIAL
COLOCAR CORTIA
FITA-MTRICA :
O boto de bloqueio e o
enrolamento automtico
so opes bastante
prticas..
X-ATO :
Para cortar a direito,
utilize-o com uma rgua
m e tlica ou um T.
BATE-LINHAS :
Este instrumento permite
traar linhas retas
perfeitas em grandes
distncias.
TRINCHA :
Para aplicar verniz sobre
os bordos ou cantos,
utilize uma trincha..
ROLO :
Para espalhar a cola ou o
verniz na cortia sobre
grandes superfcies, um
rolo com pelos curtos
importante.
LIXADEIRA ELTRICA
:
Quer seja vibratria ou
excntrica, equipe a
lixadeira com um saco
para a poeira.
MISTURADOR :
Montado num
berbequim, permite
misturar rapidamente a
massa auto-nivelante.
MAO DE BORRACHA:
Um mao de borracha
permite bater na cortia
sem a danificar..
BERBEQUIMAPARAFUSADORA :
O berbequim aparafusadora ou a
chave de fendas eltrica
sem fio so muito teis.
ESPTULA DENTADA +
RASPADOR :
Esptulas, lisas ou
dentadas raspadores :
escolha modelos com
lmina inoxidvel.
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ASPIRAR :
As placas de cortia devem ser fixas sobre uma base limpa e
sem p, para permitir uma boa aderncia. A base deve,
alm disso, ser perfeitamente plana, a cortia adquire o
relevo sobre o qual aplicada. Comece por aspirar
cuidadosamente o p.
O PARQUET :
Se pretender colocar placas de cortia sobre parquet
(perfeitamente plano), desengordure este ltimo com um
produto apropriado e lixe -o (pode alugar uma mquina para
afagar o cho o que lhe facilitar o trabalho). A camada de
verniz deve ser totalmente retirada.
OS PAINIS DE ALGOMERADO :
Sobre um soalho ou parquet muito desigual, faa uma nova
base, em painis de aglomerado ou contraplacado com mais
ou menos 10 mm de espessura colocado perpendicularmente
direo da cortia. Aparafuse -os a cada 20 [Link] um
espao de 5 mm entre painis e paredes (com calos).
AS JUNTAS :
A colocao dos painis pode deste modo ser feita
rapidamente. A nova base apresenta todavia irregularidades,
nos locais das juntas e dos parafusos (que utilizar com
cabea de embutir). Tape -os com um produto especial (uma
espcie de pasta de madeira para aplicar com esptula), e
lixe-os para obter uma superfcie lisa.
LIXAR :
Lixe por fim a totalidade da superfcie, com uma lixadeira
vibratria ou excntrica. necessrio que a base fique
perfeitamente lisa. Se puder equipar a sua mquina com um
saco receptor de poeira, facilita grande parte do trabalho de
limpeza que se segue.
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COLOCAO : PREPARAO
COLOCAR CORTIA
A POROSIDADE:
Deite uma gota de gua sobre o cho : se depois de 3
minutos ela for adsorvida, deve aplicar uma camada de
fundo (misturar gua e uma emulso plstica). Aplique -a
generosamente com um rolo. Esta camada diminui a
absoro, fixa a poeira e melhora a aderncia.
O ENCHIMENTO :
As arestas vivas devem ser partidas com martelo e escopro
e depois lixadas. As fendas ou irregularidades devem ser
betumadas. Este betume fcil de preparar montando um
misturador no seu berbequim eltrico.
NIVELAMENTO DO CHO :
Este mesmo misturador servir para a preparao da massa
auto -nivelante, que deixar repousar em seguida dentro do
balde durante um quarto de hora. Aproveite esta espera
para betumar as fendas e irregularidades. Passados os 15
minutos, misture de novo cuidadosamente a massa auto nivelante.
A CAMADA AUTO -NIVELANTE :
Com um raspador ou um rodo de borracha, espalhe a massa
auto -nivelante numa camada fina. Por ser auto -nivelante
ficar perfeitamente plana. Dependendo do estado do
suporte, poder aplicar uma ou duas camadas (at um
mximo de 6 mm). Deixe endurecer durante alguns dias.
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A MARCAO :
As paredes perfeitamente retilneas so raras,
aconselhvel comear a colocao a partir da segunda fila.
Marque uma linha bem direita com um bate -linhas. Para as
placas com 35 cm por exemplo, esta linha situa-se a 25 cm
da parede. Assegurando assim um bom incio.
A COLOCAO :
Coloque a primeira placa ao longo da linha de referncia e
contra a parede perpendicular. Sendo que a cortia, devido
camada de verniz coma a qual est revestida, no se
deformar com as variaes de temperatura, no tem por
isso que prever uma margem ao longo da parede.
AS CORREES :
A cola de contato no permite fazer correes depois da
colocao das placas no lugar. Se uma placa no estiver
corretamente colocada, descole -a com a esptula e depois
reponha-a corretamente. Bata em seguida ligeiramente com
um mao de borracha ou madeira.
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A SEGUNDA PLACA :
Segure a segunda placa e pressione-a suavemente com
uma mo ao longo da sue linha de contacto com a primeira
placa, mantendo -a levantada com a outra mo. Uma vez
ajustada, coloque -a delicadamente ao longo da linha de
referncia e bata regularmente. No as aperte demasiado,
seno as placas pode m -se deformar
OS CORTES :
Para realizar um efeito de ladrilhamento (em "meio ladrilho"), comece a fila seguinte com uma meia -placa.
Mea-a, trace e corte com o x-ato, contra uma rgua
metlica. Corte um pouco enviesado para que a sua face
superior seja um pouco mais larga que a outra. Lixe
ligeiramente se necessrio.
AO LONGO DA PAREDE :
Uma vez as duas primeiras filas colocadas, pode dedicar-se
banda ao longo da parede. Corte as placas antes de lhes
espalhar a cola. Preveja tambm previamente as aberturas
para as canalizaes (utilize se necessrio um compasso ou
um molde). Finalize de seguida o resto da diviso.
VERNIZ :
Proteja os rodaps com fita adesiva, o verniz para cortia
torna-se difcil de tirar. Envernize os bordos e os cantos
com pincel, as grandes superfcies com rolo (com cabo). A
camada deve ser bem espalhada e preencher as juntas
entre as placas. Trabalhe em direo porta.
TRS CAMADAS :
Um cho de cortia novo deve ter trs camadas de verniz, a
primeira aplicada no sentido do comprimento da diviso, a
segunda e terceira, cruzadas. Deixe a duas primeiras
camadas secar 3 a 6 horas, e a ltim a 10 horas no mnimo.
O cho estar suficientemente seco ao fim de uma semana.
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O FUNDO :
O fundo dever estar seco, liso e sem p. Os revestimentos novos devem secar
durante pelo menos dois meses. Betume as fendas e trate as superfcies
porosas. Elimine papel de parede e pinturas escamadas. As paredes pintadas
devem ser igualmente lixadas.
AS JUNTAS :
O tratamento final da cortia para o cho, em verniz de poliuretano, que evita
todas as deformaes posteriores : funciona do mesmo modo para a cortia de
parede. Para evitar que as placas se afastem uma vez colocadas, guarde a
cortia na diviso onde vai ser colocada, pelo menos 48 horas antes dos
trabalhos.
O CENTRO DA PAREDE :
Divida a parede em 4 superfcies iguais. Trace uma linha
horizontal e outra vertical perfeitas e que se cruzem no seu
centro. Se colocar as placas partindo do seu ponto central,
obter uma bela unidade de efeito, a s placas do meio ficam
inteiras e as placas cortadas nos lados exteriores.
A COLAGEM E COLOCAO :
Espalhe a cola de contato na parede e placas, deixe secar 15
minutos. Coloque a primeira placa entre os dois eixos, a
segunda ficar simtrica em relao ao eixo vertical; a
terceira ser colocada por cima da segunda, a quarta por
cima da primeira e assim sucessivamente.
A FIXAO :
Coloque a primeira na metade superior da parede, depo is na
metade inferior, procedendo da forma idntica. Pressione
cuidadosamente, servindo-se de uma garrafa ou de um rolo
de pasteleiro. Pressione do centro para os bordos, afim de
eliminar as bolhas de ar.
OS CORTES :
Veja coma cortar as placas das filas exteriores :
sobreponha, exatamente sobre a ltima placa colocada, uma
placa nova. Coloque sobre esta uma outra placa da qual
aplicar o bordo contra a parede : transporte a diferena
para a placa do meio, corte utilizando a rgua.
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AS DIMENSES :
A cortia em rolo tem geralmente uma largura de um metro
para uma espessura de 2 a 4 mm. Aplica-se na parede
como o papel de parede. Corte-a de acordo com o
comprimento pretendido.
COLAGEM :
Escolha uma cola vinlica para revestimentos pesados e
espalhe-a na parede, com uma esptula dentada larga. A
cola vinlica tem a vantagem, contrariamente cola de
contato, de permitir efetuar correes, mesmo depois de
colocar a cortia.
A COLOCAO :
Coloque -a contra a parede e esfregue com uma escova de
estofador. Elimine imediatamente os restos de cola com um
pano hmido.
ISOLAMENTO ACSTICO :
A cortia oferece, alm das suas qualidades decorativas, um
bom isolamento acstico. Quer seja colocada no cho ou na
parede. Existem igualmente placas de co rtia no
decorativas, mas para colocar como isolamento, dentro de
um ripado por exemplo, disfarada depois com lambris.
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Bricoficha 09.06
COLOCAR UM ESTORE
LISTA DE MATERIAL
OS ESTORES VENEZIANOS
OS ESTORES VENEZIANOS
OS ESTORES DE ENROLAR
OS ESTORES DE ENROLAR
ESTORES DE LAMELAS
VERTICAIS
ESTORES DE LAMELAS
VERTICAIS
LISTA DE MATERIAL
CHAVE DE FENDAS :
Um modelo com pontas
intercambiveis serve a
vrios tipos de
parafusos.
FITA-MTRICA :
Escola um modelo com
travo de bloqueio e
enrolamento automtico.
A MINI SERRA DE
METAIS :
Para cortar peas
pequenas, mais prtica
que um modelo grande.
X-ATO :
Um x-ato tem lminas de
reserva, dispondo deste
modo, sempre de uma
ferramenta afiada.
CORTA -ESTORE :
O corta-estore especial
permite encurtar as
lamelas dos estores
respeitando a sua forma
curvada.
PUNO :
Nas madeiras
relativamente macias, o
puno suficiente para
fazer um primeiro furo
para os parafusos.
VERRUMA :
Esta geralmente uma
s pea em metal.
NVEL DE BOLHAS :
Um modelo com duas
bolhas pode ser utilizado
tanto horizontal como
verticalmente.
LIMA :
A lima meia cana oferece
mais possibilidades que
as redondas ou planas.
ESQUADRO :
A utilizao de um
esquadro impe-se para
traar ngulos retos.
OS ESTORES VENEZIANOS
FUNCIONAMENTO :
Um estore veneziano comporta um mecanismo que permite regular a altura e
orientao das lamelas. As horizontais, so de alumnio, pl stico ou madeira.
Podem encurtar-se, procedendo de forma simtrica.
VANTAGENS :
Os estores deste tipo oferecem um isolamento particularmente eficaz. No
Inverno, as lamelas (face cncava visvel) reenviam o ar quente para dentro da
diviso. No Vero, as lamelas (cuja face curvada deve agora estar visvel) faz
circular o ar quente em direo ao cimo da janela.
COLOCAO :
Os estores venezianos devem ser fixos em suportes
laterais. Estes podem ser fixos dentro do caixilho da
janela (1), sobre a face do caixilho (2) ou por cima
deste (3). Faa os primeiros furos (com um puno ou
verruma) para facilitar a colocao dos suportes.
LARGURA :
Uma vez os suportes colocados no stio, mea
exatamente a distncia entre eles. Transfira este
comprimento para as varas superior e inferior
fornecidas com o estore.
RECORTAR AS LAMELAS :
Suspenda provisoriamente o estore e marque a sua
nova largura na lamela de baixo. Recorte em seguida
esta ltima, se possvel com uma ferramenta especial.
Proceda da mesma forma para todas as outras lamelas.
Utilize a inclinao da lamela precedente para marcar o
local do novo corte.
OS ESTORES VENEZIANOS
SUPORTE SUPLEMENTAR :
A utilizao de um suporte suplementar pode por vezes
ser necessrio. Certifique-se de que no o coloca acima da
corda. Pode em seguida suspender o estore e fechar os
dois clips. Se necessrio, coloque fita adesiva sobre a vara
superior e fixe-a ripa de acabamento.
DIMENSES :
Se os estore for demasiado longo, retire os suportes da
vara inferior e corte o cordo. Desprenda a vara para
poder retirar as lamelas em excesso, depois recoloque-a
no lugar, assim como o cordo e reponha os suportes
assegurando-se de que o co rdo fica bem preso. Cortelhe o excedente.
VARETA DE ORIENTAO :
Fixa a vareta de orientao na ligao. Verifique se o
recorte da vareta encaixa bem no mecanismo.
LIMPEZA :
bvio que os estores requerem uma limpeza regular,
tanto no lado superior como inferior das lamelas. Para o
fazer, utilize um espanador, que limpa simultaneamente
vrias lamelas.
LAMELAS DE MADEIRA :
Fixe solidamente o estore em posio de fechado, com por
exemplo fita adesiva. Cole a fita adesiva ao longo da linha
de corte e serre as varas (inferior e superior) e lamelas
segundo esta marcao. Finalize com a lima. A faixa de
acabamento deve igualmente ser serrada com a mesma
largura.
OS ESTORES DE ENROLAR
FUNCIONAMENTO :
Como o prprio nome indica, estes estores enrolam-se volta de uma barra
(de alumnio) apoiada nos suportes. O seu mecanismo de enrolamento permite
ajustar a altura do estore em funo da claridade pretendida. Alguns tipos de
estore oferecem uma obscuridade total.
VANTAGENS :
Estes estores existem em diversos materiais : vinil (locais hmidos), algodo
ou de qualidade dita "isoladora". Estes caracterizam-se por um lado em
algodo decorativo e um verso isolador em alumnio, que pode evitar at 70%
de desperdcio de calor atravs das janelas. Por outro lado protege do sol
(vero).
OS SUPORTES :
Os suportes do estore de enrolar podem ser fixos em
trs locais diferentes : dentro do caixilho (1), sobre a
face deste (2), ou suspens os no teto (3). Para facilitar
a fixao dos suportes no stio, faa os primeiros furos
com o puno, ou melhor ainda, com a verruma.
CORTE DA VARA :
A vara a introduzir no fim do estore (na parte de baixo
deste), deve ser cortada com a dimenso indicada pelo
fabricante (com a mini serra de metais).
OS ESTORES DE ENROLAR
CORTE DO ESTORE :
Trace no estore a largura pretendida, com o aux lio da
vara anteriormente cortada. Com a tesoura ou o x -ato,
corte em seguida o estore com a dimenso adequada.
FIXAO DA BARRA :
Faa uma dobra de mais ou menos 5 cm no topo do
estore, utilizando a vara para facilitar a dobra.
Levante novamente a dobra e coloque no seu interior
a barra de enrolamento, deixando o orifcio sextavado
do lado do mecanismo e certificando -se de que a
banda adesiva da barra de enrolamento fica virada
para cima.
FIXAO DA CORTINA :
Retire a pelcula de proteo da fita adesiva e enrole a
barra. O esto re fica assim colado. Se o estore no ficar
direito, descole -o com cuidado antes de o recolocar no
stio. Enrole 2/3 do estore. Introduza a vara na bainha
especial por baixo do estore.
MECANISMO :
Encaixe a ponta hexagonal na abertura
correspondente da ba rra e a ponta redonda no
suporte da barra. O mecanismo de enrolamento est
agora pronto a utilizar.
A CALHA :
O sistema de suspenso de bandas verticais diferente do
sistema de estores de enrolar pois trata -se de uma calha e
no de uma barra de enrolamento. Transfira o
comprimento pretendido para a calha, comeando pelo
lado onde se encontram os cordes de comando. (Utilize
um esquadro e um marcador).
SERRAR A CALHA :
Desaparafuse a ponta e deslize -a para o interior, por
trs da linha traada a marcador. Retire o cordo e
depois aparafuse a ponta. Reparta os rodzios em iguais
distncias pelo comprimento utilizado (at ponta).
Serre o indicado (com a mini serra de metais), depois
lime as rebarbas.
OS ROLETES :
Se tiver de encurtar a calha, suprima um rolete por cada
10 cm. Deslize os roletes suprfluos para trs da capa de
blocagem (que retirar cautelosamente com uma chave de
parafusos). Engate o primeiro dos roletes a conservar, no
meio da capa de blocagem.
FIXAO DA CALHA :
Mantenha a calha altura pretendida (lembre -se da
posio do cordo : direita ou esquerda). Marque o stio
dos parafusos, faa os furos (se necessrio coloque as
buchas). Aparafuse a calha no seu lugar e certifique-se
de que os parafusos no sobressaem no interior da
calha.
SUPORTES DE AFASTAMENTO :
Os suportes especiais, vendidos parte, permitem
suspender a calha a uma determinada distncia da
ombreira ( escolha at 25 cm), e a qualquer altura.
Estes acessrios so utilizados sempre que no possvel
fixar a calha no teto.
BRICOFICHAS 10.1
PREGOS, PARAFUSOS E
BUCHAS
OS PREGOS
OS PREGOS
OS PARAFUSOS
OS PARAFUSOS
TABELA PREGOS E PARAFUSOS
AS BUCHAS
AS BUCHAS
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OS PREGOS
PREGOS, PARAFUSOS E BUCHAS
PREGOS DE AO :
Estes pregos (1) so feitos de um metal de grande
resistncia. Existe igualmente uma variedade canelada (2),
em ao temperado, servem para fixar madeira sobre
matrias empedradas. Para as pedras duras e o beto, no
entanto prefervel utilizar as escpulas.
2/ 8
OS PREGOS
PREGOS, PARAFUSOS E BUCHAS
PREGOS ROSCADOS :
Igualmente conhecido como prego -parafuso, porque, devido
sua forma, eles penetram enroscando-se na madeira.
Utilizam-se para construes de madeira, freqentemente
com ferragens de ancoragem. Eles so muito difceis de
arrancar. Faa um furo prvio de dimetro inferior antes de
o pregar em madeira dura.
PREGOS ROSCADOS ESPECIAIS:
Servem para fixar os revestimentos de telhados. Existe um
modelo previsto para assegurar a impermeabilidade do local
de fixao : o cimo da sua cabea est coberta com uma
camada especial. Existem igualmente os pregos roscados
destinados fixao de revestimentos ondulados
betuminosos.
TACHAS E PREGOS DE GUARNIO :
As tachas de estofador (1) so destinadas a fixar as
guarnies (couro e tecido) madeira dos mveis. Elas so
muito robustas. Os pregos de guarnio ou estofador (2), de
cabea dourada, redonda e oca so geralmente utilizados
para disfarar as tachas nos tecidos dos assentos.
PREGO-ESCPULA :
O prego-escpula (1) permite segurar objetos e materiais
empedrados "moles" ou a madeira. O prego escpula (2) em
ao, serve para fixar objetos mais pesados. O prego de olhal
(3) um dos acessrios utilizados para fixar guarnies e
janelas a alvenaria
PREGO GRAMPO :
Os pregos grampos so dobrados, terminando cada
extremidade numa ponta e servem para fixar redes de
vedao ou arame farpado a pilares de madeira. So
normalmente galvanizados o que lhes permite resistir s
intempries.
3/ 8
OS PARAFUSOS
PREGOS, PARAFUSOS E BUCHAS
OS TIPOS DE CABEAS :
Com os parafusos de fendas (1) utilize chaves de fendas de
tamanho p rprio : a extremidade da sua lmina deve
corresponder perfeitamente s dimenses da fenda. As
cabeas Philips (2) oferecem uma priso melhor,
nomeadamente do tipo "pozidriv" (3). Os parafusos "torx"
(4) apresentam um orifcio em "estrela".
PARAFUSOS PARA MADEIRA:
Sempre que o parafuso no tenha que ficar embutido opte
pelo modelo de cabea redonda (2), que lhe permitir
exercer mais fora ao apertar. Caso contrrio escolha um de
cabea cnica (1). O parafuso de cabea redonda cnica (3)
serve para a fixao do material sanitrio ou para os
trabalhos com ferragens.
COMPRIMENTO DOS PARAFUSOS :
O comprimento indicado para os parafusos de cabea cnica
(plana) assim como para os "tirefond" o seu comprimento
total. Os parafusos de cabea redonda so medidos a partir
da base da cabea , o comprimento dos parafusos de cabea
cnica medido a partir do topo da parte cnica da cabea.
4/ 8
OS PARAFUSOS
PREGOS, PARAFUSOS E BUCHAS
CAMARES :
Para pendurar objetos pesados, prefira um camaro (1). Os
camares de olhal aberto (2) ou fechado (3) permitem
pendurar todo o tipo de objetos. A maior parte roscada
(rosca normal) at metade do seu comprimento.
PARAFUSO DE ROSCA :
A colocao de um parafuso de rosca de cabea cnica
plana (com uma porca) exige uma escareao prvia. Os
parafusos de rosca de cabea cilndrica ficam visveis pois a
base da sua cabea plana. Utilizam-se com ou sem porca
para unies de vrios tipos.
PARAFUSOS DE FERRO :
O parafuso mecnico de cabea sextavada pode ter rosca
sobre uma parte ou todo o seu comprimento . No primeiro
caso, aperta -se sempre uma porca. O parafuso de cabea
redonda abaulada tem uma gola quadrada, que ao enterra se na madeira o impede de rodar.
PORCAS :
As porcas (1) utilizam -se com parafusos metlicos ou
cavilhas de ferro com cabea e rosca. As porcas cegas (2)
colocam-se nas extremidades dos eixos (por exemplo
bicicletas). As porcas de orelhas (3) apertam-se facilmente e
sem ferramenta. Existem ainda porcas auto -bloqueadoras.
Outras podem se bloqueadas por um troo.
ANILHAS :
As anilhas de chapa repartem sobre uma maior superfcie a
presso da porca ou da cabea do parafuso. A anilha de
molha com a mesma funo assegura ainda a blocagem do
parafuso. A anilha escartilhada pode ser usada com uma
anilha de chapa.
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AS BUCHAS
PREGOS, PARAFUSOS E BUCHAS
BUCHAS CORRENTES :
A bucha corrente, em nylon existe me diversas formas.
Algumas buchas alargam-se passagem do parafuso, outras
abrem-se : todas elas asseguram assim, uma fixao slida.
A bucha introduz-se simplesmente no buraco com a ajuda
de um martelo : o parafuso e apertado a seguir.
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AS BUCHAS
PREGOS, PARAFUSOS E BUCHAS
BUCHA DE BSCULA :
As buchas de bscula utilizam-se sobretudo em tetos falsos,
por vezes em paredes ocas. Elas tm uma ou duas patilhas
fixadas a um parafuso roscado com uma mola. Elas juntamse para a introduo no buraco, depois abrem-se por ao da
mola dando assim a fixao.
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BRICOFICHA 10.2
COLOCAR UMA
FECHADURA
LISTA DE MATERIAL
A ESCOLHA
A FECHADURA DE ENCASTRAR
A FECHADURA DE ENCASTRAR
A FECHADURA DE ENCASTRAR
A FECHADURA VISVEL
A FECHADURA VISVEL
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LISTA DE MATERIAL
COLOCAR UMA FECHADURA
FORMO :
Se a pega for em
plstico, pode bater com
um martelo clssico em
vez de um mao de
carpinteiro.
BERBEQUIM ELTRICO
:
Uma guia de
profundidade graduada
permite fazer furos com
igual fundura.
MINI SERRA DE
METAIS :
A mini serra de metais
permite serrar desde
locais inacessveis aos
modelos grandes.
ESQUADRO :
indispensvel para
traar os cortes a efetuar
em peas de madeira.
GRAMINHO :
Escolha um graminho
graduado e se possvel
com duas pontas..
BROCA :
Para fazer furos cegos,
utilize uma broca para
madeira.
FITA MTRICA :
O boto de bloqueio e o
enrolamento automtico
so muito teis.
LIMA DE
SERRALHEIRO :
As limas de serralheiro
estreitas com lmina
pontiaguda, so teis
para loca is inacessveis.
CHAVE DE FENDAS :
As chaves de fendas com
pontas intercambiveis
servem para a maior
parte dos parafusos.
SERRA CRANEANA :
Escolha-a em funo do
material a furar e do
dimetro do furo.
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A ESCOLHA
COLOCAR UMA FECHADURA
O SENTIDO DA ABERTURA :
Uma fechadura pode ser "direita" ou "esquerda", de acordo
com o sentido de abertura da porta que ir equipar. Um
modo seguro de evitar qualquer engano : as portas que
abrem no sentido dos ponteiros do relgio so as "direitas"
as outras so as "esquerdas".
FECHADURA DE ENCASTRAR :
Esta fechadura concebida para portas interiores, est
equipada com um trinco de encosto (acionado pelo
puxador), e pode tambm vir equipada com outro trinco de
fecho. No caso das portas interiores, este acionado por
uma chave.
FECHADURA DE CILINDRO :
As fechaduras de encastrar no so convenientes para
portas exteriores, estas devem ser equipadas com
fechaduras de acionamento por meio de cilindro. Elas
oferecem a vantagem de que o cilindro montado num
encaixe fixo, amovvel e pode ser substitudo sem mudar a
fechadura.
FECHADURA VISVEL :
Nem sempre possvel colocar uma fechadura de encastrar
: o caso em que a espessu ra da porta inferior a 40 mm.
O encastre enfraquecer demasiado a porta, pelo que
necessrio equip -la com uma fechadura visvel com trinco
de encosto ou de fecho, (portas exteriores).
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A FECHADURA DE ENCASTRAR
COLOCAR UMA FECHADURA
A ALTURA DE COLOCAO :
Determine previamente a que altura vai colocar a fechadura
: em regra geral o puxador fica a 1,05 m do cho. Encoste
a fechadura contra uma face da porta e marque a lpis a
altura (em cima e em baixo da fechadura), depois com a
ajuda de um esquadro de marceneiro transfira as
marcaes para o topo da porta.
O EIXO DE FIXAO :
Em seguida determine com preciso o centro do topo da
porta para traar (com o graminho) o eixo vertical mdio
do encaixe. Encoste a fechadura porta e desenhe a altura
com um lpis, depois una entre si os traos horizontais por
dois traos paralelos verticais.
A PERFURAO :
A profundidade da fechadura, acrescente a espessura da
testa, que deve ficar face do topo, conte mais 3 mm e
regule a guia de profundidade do seu berbequim de acordo
com esta medida total. Fure sem exceder a largura do
encaixe onde deve encaixar a fechadura sem forar.
A ABERTURA DO ENCAIXE :
Os furos efetuados permitem retirar o grosso do volume que
depois com o formo se poder escavar por completo.
Controle regula rmente o tamanho do encaixe com a ajuda
da fechadura e ajuste o necessrio.
A TESTA :
Uma vez colocada a fechadura no stio marque a lpis o
contorno da testa (placa que fica visvel), que dever
tambm ser encaixada num pequeno desbaste a fazer em
seguida.
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A FECHADURA DE ENCASTRAR
COLOCAR UMA FECHADURA
O DESBASTE :
Desbaste o stio j marcado, com pouca profundidade (3
mm so suficientes), de modo a que a testa se encaixe
perfeitamente e fique rigorosamente face do topo.
OS FUROS :
Pode agora fazer as marcaes correspondentes aos furos
do cilindro e do puxador. Para o fazer encoste a fechadura
contra uma face da porta, no esquecendo de deixar a
testa a face do topo. Desenhe o contorno do cilindro
diretamente sobre a porta. Se necessrio faa mesmo um
furo menor para servir de guia.
A PERFURAO :
Escolha uma broca cujo dimetro permita uma rotao fcil
da ponta quadrada do puxador, faa um furo dos dois lados
que atravesse a porta (para evitar que lasque a madeira
quando a broca sair). Proceda da mesma forma para o furo
da chave e do encaixe do cilindro. Se necessrio elimine as
lascas com a ajuda de um lima.
APARAFUSAR :
Aparafuse a fechadura com os parafusos especiais que
geralmente so fornecidos juntamente. De seguida fixe a
placa e o puxador, este ltimo fortemente para que a folga
no danifique a molda da fechadura.
A CHAPA -TESTA :
Para marcar o local exato dos furos a efetuar na aduela, cubra os topos dos
trincos (de encosto e de fecho) com uma grossa camada de giz, faa -os
recolher na fechadura e feche completamente.
Quando largar o puxador o trinco de encosto deixar uma marca na aduela,
para obter o mesmo resultado com o trinco do fecho rode a chave. Abra depois
a porta pondo os trincos na posio normal.
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A FECHADURA DE ENCASTRAR
COLOCAR UMA FECHADURA
A MARCAO :
O giz deixou na aduela as marcas onde iro entrar os dois
trincos, encoste a chapa -testa aduela, em funo das
marcas do giz trace com preciso os contornos da placa e os
desbastes a efetuar.
OS DESBASTES :
Comece por desbastar um pouco os buracos destinados aos
trincos, perfure os buracos com a profundidade
correspondente (utilize a guia de profundidade do seu
berbequim), termine esta operao com o formo. Os
trincos no devem tocar na madeira.
A FIXAO :
Fixe a chapa com parafusos compridos, verifique a folga e o
ajustamento dos trincos. Se neces srio lime um pouco os
lados da chapa mas, com precauo porque se ficar uma
abertura muito grande, permite demasiado folga nos trincos
e arrisca -se a ouvir a porta bater em dias de vento.
A CHAPA DE PROTEO :
Talvez seja necessrio ajustar a chapa de prote o
dobrando -a ligeiramente, com a ajuda de um pequeno
martelo para que ela fique exatamente ao nvel da aduela.
Esta chapa vai proteger a madeira contra o bater do trinco.
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A FECHADURA VISVEL
COLOCAR UMA FECHADURA
A MARCAO :
Mantenha a porta aberta com a ajuda de um calo. Encoste
o molde fornecido porta, com um puno marque os eixos
de perfurao dos parafusos e o local reservado ao cilindro
de segurana impresso no [Link] o mesmo no outro
lado da porta.
A PERFURAO:
Para o furo destinado ao cilindro no lado exterior da porta
pode simplesmente utilizar a serra craniana, tendo em
ateno a escolha do dimetro. Faa os furos para os
parafusos de fixao com uma broca de madeira vulgar.
A PONTA DO CILINDRO :
Coloque provisoriamente o cilindro no buraco feito no lado
exterior da porta, mea a ponta do cilindro que deve j
estar colocado na fechadura e corte -o com a mini serra de
metais para que fique com o comprimento necessrio.
COLOCAO DA FECHADURA :
Fixe a fechadura na porta com os parafusos fornecidos, fixe
tambm o cilindro. Para certos modelos de fechaduras
visveis preciso antes desmontar a caixa da fechadura,
fix-la e por ltimo mont-la.
A CAIXA DE TRINCOS :
A caixa de trincos deve agora ser colocada em frente da
fechadura. Assegure-se do seu correto posicionamento
fechando a porta o melhor possvel, com o trinco sado e a
caixa de trincos no local. Assinale em seguida na aduela a
posio da caixa.
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A FECHADURA VISVEL
COLOCAR UMA FECHADURA
A TESTA :
Na maior parte dos casos deve desbastar a ombreira para
que a testa da caixa de trincos no fique saliente. Marque
cuidadosamente o seu contorno antes de desbastar com o
formo.
A FIXAO :
Fixe a caixa de trincos sem esquecer de colocar os
parafusos nos furos previstos para o efeito. Se forem
necessrios ajustamentos, faa-os com uma lima.
A FECHADURA DE TRANCAS :
Para maior segurana pode optar por fechadura de trancas;
estas tm vrios trincos (3,5 ou mesmo 6) com um s
chave. As trancas situam-se no cimo e na base da porta.
Existem modelos de fechaduras de trancas visveis e de
encastrar.
O FEROLHO DE RECONHECIMENTO:
O ferrolho de reconhecimento oferece uma possibilidade bem
interessante. Ele permite entreabrir a porta sem a abrir
completamente (acionando o ferrolho) : um ponto a mais
para a sua proteo.
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BRICOFICHA 10.3
COLOCAR VARES DE
CORTINADOS
LISTA DE MATERIAL
AS CALHAS
COLOCAO NA PAREDE
COLOCAO NO TETO / ENTRE
PAREDES
ACESSRIOS
OS VARES DE CORTINADOS
COLOCAO NO CAIXILHO
LISTA DE MATERIAL
COLOCAR VARES DE CORTINADOS
BERBEQUIM ELTRICO
:
Para furar beto, escolha
um m odelo com
percusso ou um martelo
pneumtico.
NVEL DE BOLHAS :
Quanto mais longo for o
nvel mais fivel este
ser.
ESQUADRO :
Para traar ngulos
perfeitos, muna-se de
um esquadro.
X-ATO :
O x-ato est equipado
com lminas
descartveis, o que lhe
permite ter sempre uma
ferramenta cortante,
mo.
PEQUENA SERRA DE
METAIS :
LA paquena serra de
metais mais prtica
para cortar as peas
menores.
PUNO :
Permite fazer os
primeiros furos na
madeira para os
parafusos pequenos.
RGUA :
Para fazer um trabalho
preciso, escolha uma
rgua de comprimento
suficiente.
CHAVE DE FENDAS :
Um modelo de ponta
intercambivel serve
maior parte dos
parafusos.
METRO DESDOBRVEL
:
indispensvel para tirar
medidas exatas e medir
sem apoio.
LIMA :
Serve para limpar os
cortes da serra nos tubos
de PVC ou de metal.
AS CALHAS
COLOCAR VARES DE CORTINADOS
MODELOS :
Nas calhas em "I" , os traves, rodzios e cursores, so
fixos na corredia ao longo de um perfil paralelo ao teto (a
base do "I"). A calha dita em "U" uma espcie de caixa
aberta em baixo (so as costas fixas ao teto) e no interior
da qual deslizam os rodzios.
COLOCAO NA PAREDE
COLOCAR VARES DE CORTINADOS
ALTURA :
Deixe uma altura livre (no mnimo) de 5 cm acima das
janelas abertas se no colocar sanefa e de 20 cm se
colocar. Coloque os suportes ao seu gosto, sempre de
forma simtrica e tendo em conta que se encontraro pelo
menos a 10 cm das extremidades da calha de cada lado.
MARCAO DA ALTURA :
Sirva-se do metro desdobrvel e trace as marcas na parede
altura desejada. Trace em seguida um eixo para fazer os
furos de fixao do primeiro suporte.
PERFURAO :
Coloque primeiro o suporte sobre o eixo de maneira a
poder marcar os furos. Faa os furos (com a ajuda de uma
guia de profundidade) e meta as buchas no lugar. Adapte
as buchas ao material da parede. Depois aparafuse
parcialmente o primeiro suporte no stio.
NVEL :
Fixe a calha no primeiro suporte. Mantenha a calha na
horizontal (coloque o nvel de bolhas por cima) para marcar
o stio do segundo suporte, simetricamente ao caixilho da
janela. Fixe o segundo suporte conforme fixou o primeiro.
A CALHA FIXA :
A calha fixa permite uma finalizao esttica. Ela coloca -se
sobre suportes especiais sobre os quais em seguida
fixada calha, em "I" ou em "U". Para dobrar o friso sobre
os lados, faa um corte na corredia de pelo menos 8 cm
(com a serra de metais) e dobre as extremidades sobre um
pedao de madeira.
TECTO :
No caso da colocao no teto, a marcao dos furos para
fixao dos suportes, faz -se de forma diferente. Encontre o
centro da janela e trace o eixo que prolongar, com um
esquadro, at ao teto.
SIMETRIA :
Transfira o entre -eixo de fixao dos dois suportes da calha
de um lado e doutro desta marcao, assim como o
afastamento a respeitar entre a calha e a parede : siga as
instrues do fabricante. Esta distncia geralmente, no
caso da colocao no teto, compreendida entre 10 e 15 cm.
SUPORTES :
Existem inmeros tipos de suportes para a colocao de
calhas no teto. As verses mais recentes so concebidas de
forma que a calha dever simplesmente ser fixada por
"clips". Alguns suportes para teto esto preparados para
receber duas calhas paralelas.
ACESSRIOS
COLOCAR VARES DE CORTINADOS
TRAVES :
Os traves, peas metlicas ou plsticas, colocam -se nas
duas extremidades da calha. Eles bloqueiam a marcha dos
cursores na ponta da calha para evitar que estes se
desprendam. Os traves esto munidos com um parafuso
que permite fix-los solidamente no seu lugar.
CURSORES :
Os cursores so os pontos de fixao do cortinado calha.
Para as calhas em "I", existem, outros cursores, os
rodzios, cuja funo similar.
GRAMPOS :
Os grampos de metal ou de matria plstica, introduzem-se
primeiro na fita de pregos do cortinado, depois no gancho
do cursor (ou rodzio), fixando o cortinado calha.
VARETA DE MANUSEAMENTO:
Se abrir ou fechar os cortinados com a mo, mancha -os
rapidamente. Arrisca -se igualmente a descos-los dos
grampos e deformar as pregas. por isso que mais
prtico equipar a calha com uma vareta de manuseamento.
SISTEMAS AUTOMTICOS :
Existem tambm os sistemas de abertura (e fe cho)
automticos para cortinados. Alguns sistemas podem ser
equipados com um maquinismo de relgio para programar
a abertura dos cortinados. Os modelos mais sofisticados
tm mesmo um comando distncia.
OS VARES DE CORTINADOS
COLOCAR VARES DE CORTINADOS
COMPRIMENTO :
Veja como medir o comprimento de um varo ou de uma
barra de cortinado : mea o comprimento das janelas,
acrescente o espao necessrio dos cortinados depois de
abertas e conte ainda mais 5 cm de cada lado : a
distncia do suporte extremidade do varo.
ARGOLAS :
Introduza no varo todas as argolas, exceo das duas
ltimas, depois os suportes. Introduza de seguida as duas
ltimas e por fim os terminais. Coloque os grampo s
destinados fixao dos cortinados nas argolas.
VARO DO CORTINADO :
Coloque para finalizar o va ro nos suportes. Este modelo
d -lhe a liberdade de escolher o afastamento parede/varo.
O suporte do varo comporta por vezes um segundo
sistema de fixao que permite deste modo enganchar
simultaneamente adornos transparentes e cortinados
duplos.
COLOCAO NO CAIXILHO
COLOCAR VARES DE CORTINADOS
CALHA EM PVC :
Os cortinados a suspender no caixilho da janela so
naturalmente os modelos de tecido leve ou transparentes.
Poder coloca -los com a aju da de calhas em PVC, fceis de
recortar e aparafusar na madeira. Se necessrio faa
primeiro pequenos furos com um puno.
ESTICADOR :
Este esticador feito de uma espiral flexvel ligeiramente
extensvel ligeiramente extensvel, deve ser cortado por
medida (menos 1 ou 2 cm para a extenso), depois munido
nas extremidades de camares aparafusados. Estes fixamse de seguida em ganchos similares aparafusados no
caixilho da janela.
VARO EXTENSVEL :
O varo extensvel muito prtico pois pode ser
exatamente adaptado ao comprimento da janela sem que
tenha de o cortar : apenas necessrio estic -lo at ao
comprimento pretendido.
POSSIBILIDADES DECORATIVAS :
As cortinas oferecem possibilidades decorativas muito
simples : podem-se suspender vares de diversas formas,
deixando-os simplesmente cados, prendendo -os nos lados
ou a meio ou coloc-los s a meia altura da janela. Estes
so apropriados igualmente para janelas de coberturas.
Bricoficha 10.04
COLOCAR UMA
DOBRADIA
LISTA DE MATERIAL
AS DOBRADIAS
AS DOBRADIAS
A COLOCAO
A COLOCAO
AS REPARAES
AS REPARAES
1/ 8
LISTA DE MATERIAL
COLOCAR UMA DOBRADIA
GRAMINHO :
Escolha um graminho
graduado e se possvel
de duas pontas.
ESQUADRO :
indispensvel para
traar os cortes a efetuar
um peas de madeira.
FORMO :
Se a pega for em
plstico, pode bater com
um martelo clssico em
vez de um mao de
madeira.
MAO :
Verifique se a cabea do
mao (de madeira ou
borracha) est bem fixa.
CHAVE DE FENDAS :
A chave de fendas com
pontas intercambeveis
serve para vrios tipos
de parafusos.
PUNO :
Para os parafusos
pequenos ou mdios,
suficiente fazer um
primeiro furo com o
puno.
VERRUMA :
Esta ferramenta manual
composta por uma s
pea metlica, a sua
pega prolonga-se at
broca.
BERBEQUIM /
APARAFUSADORA :
Escolha uma mquina
que possa tambm
aparafusar. Os modelos
sem fio so muito
prticos.
FITA-MTRICA :
O boto de bloqueio e o
enrolamento automtico
so muito apreciados.
BROCAS :
Para fazer furos cegos,
utilize uma broca para
madeira.
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AS DOBRADIAS
COLOCAR UMA DOBRADIA
A DOBRADIA :
As dobradias clssicas podem ser fabricadas em diversos
materiais : ao, ferro galvanizado revestido a cobre ou
bronze, lato ou alumnio. Compem -se de duas abas com
vrios furos para os parafusos de colocao e rodam em
torno de um perno em ao.
AS DOBRADIAS DE PIANO :
As dobradias de piano so recomendadas para portas
planas (de mveis), porque so ap arafusadas em vrios
pontos (a cada 6 cm por exemplo). Existem de grande
comprimento (2 m ou mais), e so ideais para mesas
dobrveis, com abas, ou tampas de pianos.
AS DOBRADIAS DE CRAVAR :
Este tipo de dobradias, sem abas, destinada a mveis
equipados com portas de sobreposio. Compem-se de dois
braos com olhais, tendo um deles uma cavilha e o outro
uma rosca para aparafusar na madeira. No tm sentido de
abertura.
3/ 8
AS DOBRADIAS
COLOCAR UMA DOBRADIA
O SENTIDO DA ABERTURA :
Uma dobradia pode ser de "direita" ou "esquerda", segundo
o sentido da abertura da porta que equipa. Uma forma
segura de evitar erros : as portas que abrem no sentido dos
ponteiros do relgio so "direitas" as outras so
"esquerdas".
NMERO DE DOBRADIAS :
O nmero de dobradias a utilizar depende do peso e
dimenses da porta. Aplicam-se 2 ou 3 dobradias em portas
ligeiras, 3 para portas mais pesadas. A partir de 25 Kg
recomendado o uso de dobradias com anilha de desgaste.
POSIO DA PORTA :
Certifique-se de que a porta fica bem colocada na ombreira.
Deixe uma folga de 3 mm, para arejamento, entre a base da
porta e o cho (utilize cunhas), da mesma forma deixe uma
pequena folga no cimo e de lado da porta (para o trabalhar
da madeira). Preveja uma espessura para um eventual
revestimento de cho.
O PROTEGE-DOBRADIAS :
No caso de uma porta que abre para o exterior ,
necessrio , se as macho-fmeas forem desmontveis, evitar
que possam ser retiradas por intrusos. O protegedobradias, constitudo por duas placas, macho e fmea,
que se juntam assim que a porta fechada, evitam este tipo
de situao.
4/ 8
A COLOCAO
COLOCAR UMA DOBRADIA
ALTURA :
A ligao da macho -fmea inferior dever situar-se a
sensivelmente 20 cm da parte de baixo da porta, assim como
a macho-fmea superior a aproximadamente 15 cm do cimo.
Esta diferena de 5 cm permite uma correo ptica. A
dobradia intermediria ficar a meia -distncia das duas
primeiras.
COLOCAO :
Determine em seguida o local de colocao da dobradia em
relao espessura da porta. Os furos nas chapas
destinados aos parafusos devem situar-se ao longo do eixo
mdio vertical (do topo da porta). A madeira, de uma
espessura idntica de cada lado dos parafusos, oferecer
assim o mximo de solidez.
MARCAO :
Transfira para a ombreira a largura exata do topo da porta,
partindo do batente. Trace uma linha vertical mediana.
Coloque a dobradia altura correta de forma a que o
centro dos furos se sobreponham linha traada, depois
marque-os na ombreira.
MARCAO NA PORTA :
Com o graminho, assinale a distncia entre o bordo da
dobradia e o batente. Retire -lhe 1 mm (folga no caso de
aporta se deformar). Marque o resultado assim obtido na
porta, este indicar onde se situar a ponta da dobradia.
Coloque-a na altura correta e desenhe o seu contorno.
O ENTALHE :
Mea igualmente a espessura da dobradia. Deve em
seguida entalhar o volume traado com um formo.
Mantenha -o bem direito ao longo das linhas ( lado plano
contra a linha), depois incline-o 45 para fazer as incises.
Incline-o de seguida completamente para tornar a superfcie
lisa.
5/ 8
A COLOCAO
COLOCAR UMA DOBRADIA
MARCAO NA OMBREIRA :
Uma vez fixas as dobradias da porta, coloque-a sobre
calos na posio de aberta encostada ombreira. Coloque a
parte macho da dobradia e contro le a sua posio em
relao ao entalhe (retifique se necessrio). Marque os stios
dos parafusos.
COLOCAR AS DOBRADIAS :
Faa os primeiros furos com uma verruma ou um berbequim
equipado com uma broca de pequeno dimetro, de forma a
no danificar a madeira ao a parafusar. Fixe provisoriamente
as dobradias com apenas um parafuso. Pode assim verificar
o funcionamento da porta ao abrir e fechar.
COLOCAO DEFINITIVA :
Assim que a porta se abra e feche corretamente pode
aparafusar definitivamente as outras dobradias. Uma forma
de facilmente aparafusar : esfregue as roscas dos parafusos
numa vela ou sabo. As cabeas no devero ficar salientes
das chapas.
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AS REPARAES
COLOCAR UMA DOBRADIA
O LEVANTA-PORTAS :
No necessrio desmontar inteiramente a porta. Basta
eleva-la um centmetro. O que permitir alcanar
facilmente cada dobradia evitando danificar a ombreira.
MANUTENO :
Limpe os pernos das dobradias co m um pano embebido
em aguarrs e lubrifique-os com leo. Encaixe de seguida a
porta e abra e feche -a vrias vezes para espalhar bem o
lubrificante nos pernos. Limpe as eventuais ndoas com um
pano prprio.
7/ 8
AS REPARAES
COLOCAR UMA DOBRADIA
NOVOS FUROS :
Se a colocao de um parafuso mais longo no faz efeito,
desmonte a dobradia e aumente o furo. Talhe um perno de
madeira (um pouco mais comprido que o furo) em forma de
cone. Coloque -o dentro do furo (corte o que sobressa i com
o formo). Faa um primeiro furo e reaperte a dobradia.
SUBSTITUIO DA DOBRADIA :
Se as novas dobradias no tm as mesmas dimenses das
que substituem, deve tambm t apar os furos com pernos
(revestidos de cola para madeira). Resta agora efetuar a
marcao, fazer os entalhes e colocar no lugar as novas
dobradias.
AS DOBRADIAS DE CRAVAR :
A colocao destas dobradias efetua -se de forma
completamente diferente. necessrio primeiro marcar, com
a ajuda de um molde de furao (geralmente fornecidos com
as dobradias) os eixos dos furos a fazer. O elemento macho
da dobradia deve ser fixo sobre o batente da porta.
OS FUROS :
Faa os furos com uma broca de dimetro ligeiramente
inferior ao dos parafusos roscados. Para fixar as dobradias
no lugar, deve aparafusar os parafusos na madeira. Encaixe
de seguida os dois elementos um no outro para juntar a
dobradia.
8/ 8
Bricoficha 10.05
MONTAGEM DE UM
ROUPEIRO
LISTA DE MATERIAL
PORTAS DE CORRER
PORTAS DE CORRER
PORTAS DE CORRER
PORTAS DE CORRER
PORTAS EXTENSVEIS
PORTAS EXTENSVEIS
LISTA DE MATERIAL
MONTAGEM DE UM ROUPEIRO
SERRA DE RECORTES :
Uma serra de recortes
com a lmina adequada
serve perfeitamente para
cortar as lminas de
PVC.
CHAVE DE
PARAFUSOS :
Com uma chave de
pontas intercambeveis,
poder aparafusar e
desaparafusar qualquer
modelo de parafuso.
BERBEQUIM ELTRICO
:
Para perfurar cimento,
tijolo ou pedra, precisa
de um modelo com
bastante potncia.
APARAFUSADORA SEM
FIO :
A ferramenta ideal para
apa rafusar depressa e
com regularidade.
FITA MTRICA :
Uma fita com boto de
bloqueio e enrolamento
automtico bastante
prtica.
FIO DE TRAAR :
Permite traar linhas
sobre grandes distncias.
NVEL DE BOLHA :
Um modelo com (pelo
menos) duas bolhas
pode ser usado na
vertical e na horizontal.
VERRUMA :
Trata -se de uma
ferramenta manual da
qual broca e punho so
uma nica pea.
FURADOR :
O furador permite furar
antes de colocar
parafusos em madeiras
no muito rijas.
PORTAS DE CORRER
MONTAGEM DE UM ROUPEIRO
DE PAREDE A PAREDE :
Alguns locais so bastante interessantes para instalar um
sistema de portas de correr. o caso quando quiser
construir um roupeiro entre duas paredes.
ACABAMENTOS :
Se a distncia de parede a parede no corresponder
largura normal das portas de correr dever efetuar algum
trabalho de carpintaria. Tambm ser o caso se a altura
das portas no for suficiente.
"ALCOVA" :
Se o seu quarto tem este espao perdido, aproveite -o para
instalar um roupeiro com portas de correr. Transformar
assim um espao inutilizado em local de arrumao prtico
e at decorativo. Neste caso aproveite toda a profundidade
do espao para o armrio.
TIRAR MEDIDAS :
Tire a medida da altura da abertura, esquerda e direita,
e da largura ao nvel do cho e do teto. Podem existir
diferenas. Se estas excederem a tolerncia mxima,
dever construir uma moldura em madeira.
PORTAS DE CORRER
MONTAGEM DE UM ROUPEIRO
FURAR :
Aplique a calha superior no prolongamento das paredes da
abertura. Por vezes as calhas j esto furadas e pode
aplic -las facilmente sobre a madeira. Para tijolo ou
cimento deve utilizar parafusos com buchas. Se necessrio,
fure a 5 cm da parede para as extremidades da calha.
CALHA INFERIOR :
A calha inferior no colocada ao nvel da superior mas
ligeiramente retaguarda : com efeito, os dispositivos que
asseguram o deslize das portas encontram-se nas traseiras
e no por baixo. Com o fio de prumo trace 2 ou 3 pontos no
soalho ao nvel da face interior da calha superior.
PORTAS DE CORRER
MONTAGEM DE UM ROUPEIRO
PAINIS :
Alguns painis de portas de correr so compostos de uma
nica pea e por vezes decorados de espelhos que "tornam
maior" o quarto. Outros modelo, tais como aqueles de
lminas em PVC rgido de 25 cm, devem ser encaixados.
PUXADORES :
Assim pode por exemplo, construir painis com 4 lminas.
No esquecer de colocar puxadores nas duas ltimas
lminas que se encontram nas extremidades da porta
quando fechada.
ACABAMENTO :
Um tubo de PVC rgido, passado pela parte inferior das
lminas, ir mant -las alinhadas na perfeio. As
extremidades dos painis levem um perfil de acabamento,
cortado medida e encaixado no rebordo das lminas.
NMERO DE PAINIS :
Na maioria dos casos, 2 painis deslizam um atrs do
outro. Instale primeiro o que desliza na calha traseira. Para
armrios mais largos, pode instalar 3 painis : os das
pontas deslizam na da retaguarda, o do meio, na calha da
frente.
PORTAS DE CORRER
MONTAGEM DE UM ROUPEIRO
PAINIS SUSPENSOS :
Por vezes os painis tm rodzios que deslizam na calha
superior (claro que a calha ser adequada). Incline o painel
para permitir aos rodzios deslizarem na calha.
REGULAO :
Os painis deslizam muito simplesmente na calha inferior.
Assegure -se que esto bem colocados nas duas calhas para
evitar quedas. Os parafusos de regulao permitem o
ajuste preciso em altura e horizontalidade.
OUTROS MODELOS :
Algumas portas de correr so concebidas segundo um
princpio diferente : os seus painis so simplesmente
inseridos na calha superior e tm em baixo caixas de
rolamentos com um rodzio (2 por cada painel). Deve
colocar 4 caixas ao todo. Estas caixas impedem o
descarrilamento.
PORTAS EXTENSVEIS
MONTAGEM DE UM ROUPEIRO
UTILIZAO :
As portas ex tensveis ou de fole constituem a soluo ideal se pretender
separar ou reunir dois espaos rapidamente e sem problemas. No local previsto
para a porta, deve ter a certeza de que o teto e o cho esto bem paralelos e
as paredes bem verticais. As portas extensveis vendidas em conjunto,
normalmente trazem um certo nmero de lminas (por exemplo em PVC
rgido) que devem ser unidas para formar uma divisria mvel e articulada.
ALTURA DA PORTA :
Tire as medidas da altura da porta. Deve deixar uma
pequena margem entre as lminas e a moldura, em cima e
em baixo. A porta ficar suspensa com rodzios, chamados
"Runners". Conte com a dimenso dos rodzios quando
medir a altura. A pa rte inferior da porta fica "livre".
PERFIS INTERMDIOS :
Entre as lminas, introduza perfis especiais em direo
alternada, para poderem girar como se estivessem sobre
dobradias. Corte os perfis no comprimento necessrio e
cubra -os com uma "tampa" especial que os vai manter no
lugar.
RODZIOS :
Fixe um rodzio no centro de cada lmina; estas devem
deslizar na calha sem dificuldade. No esquecer que a
primeira lmina deve levar um rodzio e uma "tampa".
CORTE DA CALHA :
Tire a medida da largura da abertura e marque -a na calha.
Se a calha for de plstico pode cort -la com uma serra
manual ou um serrote para metal. Se a calha for metlica
obrigatrio cortar com um serrote para metal.
PORTAS EXTENSVEIS
MONTAGEM DE UM ROUPEIRO
COLOCAO :
Introduza a porta na calha que pode fixar com ajuda de um
berbequim/aparafusador ou aparafusador eltrico. Abra e
feche a porta para ter a certeza que fica com amplitude
suficiente e depois aparafuse definitivamente a calha.
FIXAR CLIPS :
Coloque clips na moldura do lado fixo da porta para a
manter no seu lugar. Encoste a porta com o perfil de
acabamento contra a parede e marque a altura dos clips.
Depo is encaixe o perfil correspondente.
FECHO :
Deve colocar um puxador na porta, do lado da abertura, e
um perfil com a chapa-testa em face, sobre a moldura.
Durante o transplante de plantas, elas devem ser movidas para vasos de tamanho duplo para permitir crescimento. Remover a terra antiga e raízes doentes é essencial. Isso deve ocorrer preferencialmente na primavera ou outono, garantindo condições ótimas para o desenvolvimento das plantas .
O alinhamento correto dos elementos do sistema de abertura em portas extensíveis duplas é crucial para garantir que estas operem suavemente e sem dificuldades. A desorganização desses elementos pode causar um mau funcionamento, comprometendo a eficácia do sistema de abertura e fechamento .
Ao usar um maçarico para remover tinta, deve-se aquecer a superfície levemente para derreter a tinta. É crucial evitar queimar a madeira no processo. Uma chama controlada suaviza a tinta sem danificar a estrutura da madeira, permitindo sua remoção com um raspador .
Adubos para raízes, disponíveis em formas sólida, líquida ou em pó, alimentam diretamente as plantas através do solo. Já soluções de adubo para folhas garantem absorção imediata, combatendo o enfraquecimento visível em folhas pequenas. Escolher o tipo correto de adubo relativamente à condição específica da planta pode maximizar a saúde e vigor .
Os passos para ajustar os rodízios em portas extensíveis são primeiramente garantir que os painéis não rocem nas calhas, ajustando os rodízios. Caso a porta não esteja nivelada (evidenciado pela folga entre a parede e o painel), é necessário regular apenas um rodízio para corrigir a posição. Isso assegura que as portas deslizem adequadamente sem problemas estruturais .
O uso de decapantes químicos requer precaução devido à sua natureza corrosiva. Deve-se aplicar o produto com um pincel, proteger as mãos e olhos, e remover a tinta após o produto ter agido. É importante ser cuidadoso com a aplicação em superfícies antigas e não deixar o produto infiltrar-se em fendas difíceis de limpar .
O método de rega varia com o material do vaso: vasos de barro permitem a evaporação através das suas paredes, enquanto vasos de plástico não têm essa característica, retendo mais a água. Quanto à origem, plantas colocadas em janelas soalheiras necessitam de mais água comparadas às que estão na sombra, refletindo a adaptação às condições climáticas originárias .
Para tectos novos, recomenda-se uma tinta acrílica diluível em água combinada com uma tinta de base para controlar a porosidade. Já em tectos antigos e sujos, usa-se tinta de esmalte diluída em aguarrás após a limpeza apropriada. Em ambos cenários, respeitar o tempo de secagem é crucial .
O ajuste de afastamento entre calhas e paredes é vital para assegurar que as cortinas possam ser abertas e fechadas sem roçar nas paredes, o que evitaria danos à parede e ao tecido das cortinas. Geralmente, uma distância de 5 a 7 cm é recomendada para facilitar esse movimento .
O tipo de broca influencia diretamente a eficiência e precisão do trabalho em materiais distintos. Brocas tipo HSS são adequadas para metais devido à sua dureza, enquanto as brocas de cobalto ou carboneto de titânio, mais sólidas, são ideais para metais extremamente duros. Em madeira, brocas de hélice ou planas são preferíveis para diferentes tipos de furos, demonstrando a importância de escolher a broca correta baseado no material .