Tcnicas executivas de pavimentao
EXECUO DE CBUQ
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
[Link]/
Preparao da superfcie
Imprimao asfltica
Camada de material betuminoso aplicada sobre a superfcie
da base, logo aps concluda, com as seguintes finalidades:
coeso superficial
impermeabilizao
aderncia do revestimento.
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
Imprimao
Imprimao
Equipamentos
Limpeza
da superfcie
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
vassouras mecnicas rotativas ou manuais
compressor de ar
Imprimao
Equipamentos
Distribuidor de ligante betuminoso: caminho equipado com barra
espargidora, dispositivo para aquecimento do ligante, tacmetro, termmetro e
distribuidor manual para tratamento de pequenas superfcies e correes localizadas.
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
Imprimao
Imprimao
Ligante asfltico
Asfaltos diludos CM-30 ou CM-70 (falta!)
Taxa de aplicao usual: 0,8 a 1,6 l/m2
Execuo
1. Proceder a varredura do local.
2. Umedecer levemente a pista.
3. Aplicar o ligante na temperatura correta, quantidade pr-determinada e de
maneira uniforme.
4. Tolerncia: 0,2 l/m2.
5. Imprimar a pista inteira em um mesmo turno de trabalho, e depois fech-la ao
trfego.
6. Liberao ao trfego condicionada s condies atmosfricas (geralmente aps
48 h), sendo que sua exposio ao trfego no poder exceder a 30 dias.
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
Imprimao
Recomendaes Gerais
Temperatura de aplicao (20 a 60 seg SF).
No aplicar o ligante quando a temperatura ambiente for
inferior a 10C ou em dias de chuva.
Executar pintura de ligao (DNIT-ES 145/2010) sobre base
imprimada quando houver trfego ou exposio prolongada da
base j imprimada.
A aplicao do revestimento asfltico sobre a base imprimada
deve ocorrer aps a cura do ligante.
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Imprimao
Controle Tecnolgico
(Ref: DNIT-ES 144/2012 Imprimao)
Ensaio
Viscosidade cinemtica a 60C
Do material
Freqncia
Todo carregamento que
chegar obra
Viscosidade SF a diferentes
temperaturas
Ponto de fulgor
Cada 100 t
Destilao
Ensaio
Da execuo
Controle de temperatura de aplicao
Controle da taxa de aplicao.
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
Freqncia
Antes da aplicao
4000 m2 : 5 ensaios
> 4000 m2 : ALEATRIA
A METODOLOGIA DNER-PRO 277/97
PLANO DE AMOSTRAGEM POR INSPEO POR VARIVEIS
TAMANHO n DA AMOSTRA DEFINIDO EM FUNO DE RISCOS PREFIXADOS:
risco do executante de ter rejeitado um servio de boa qualidade
risco do DNER de aceitar um servio de m qualidade
FIXA O RISCO DO DNER = 10%
DEIXA A CARGO DO EXECUTANTE A DEFINIO DO SEU RISCO
DEFINE NVEIS DE QUALIDADE
p1 = porcentagem mxima de defeitos que caracterizam um servio de boa qualidade
(Servio ACEITVEL: p1 = 5%)
p2 = porcentagem mnima de defeitos que caracterizam um servio de m qualidade
(Servio INACEITVEL: p2 = 25%) ou (p2 = 30% para drenagem)
Servio de m qualidade
Servio de boa qualidade
p1= 5%
p2= 25%
% defeitos
TAMANHO n DA AMOSTRA (item 4.2.2 DNER - PRO 277/97)
k
n 1
2
Z Z
Z Z
1
2
Z .Z 2 Z .Z1
Z Z
TAMANHO n DA AMOSTRA (item 4.2.2 DNER - PRO 277/97)
k
n 1
2
Z Z
Z Z
1
2
Z .Z 2 Z .Z1
Z Z
EXEMPLO
p1 = 0,05
Z1 = - 1,64
p2 = 0,25
Z2 = - 0,67
= 0,10
Z = - 1,28
= 0,25 (a critrio do executante)
Z = - 0,67
RESULTADO:
k = 1.31
n = 7,5 8 amostras
Tabela 1 item 6.0
CRITRIOS DE ACEITAO OU REJEIO (item 6.2)
a) valor mnimo especificado (CBR, GC, etc)
X - k.S valor mnimo
- k.S
b) valor mximo especificado ( LL, IP, etc)
X + k.S valor mximo
X
+ k.S
c) valor especificado entre mnimo e mximo (hot, etc)
X - k.S valor mnimo
e
X + k.S valor mximo
Onde:
X
i 1
- k.S
X
n
i 1
+ k.S
n 1
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Pintura de ligao
(DNIT 145/2010 ES)
Definio
Camada de ligante asfltico aplicada sobre a
superfcie de base coesiva ou de revestimento
asfltico, antes da execuo de uma camada asfltica
nova, promovendo aderncia entre camadas.
Ligantes asflticos: Emulses asflticas tipo RR-1C
e RR-2C ou emulses asflticas modificadas.
Taxa de aplicao usual: 0,3 l/m2 a 0,4 l/m2 de
ligante asfltico residual. Antes da aplicao, a emulso
poder ser diluda com gua na proporo de at 1:1. A
taxa de aplicao de emulso diluda da ordem de 0,8
l/m2 a 1,0 l/m2.
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Pintura de ligao
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Pintura de Ligao
Controle Tecnolgico
(Ref: DNER-ES 145/2012)
Ensaio
Freqncia
Viscosidade SF a 50C
Do material
(emulso asfltica)
Resduo por evaporao
Ensaio de peneiramento
Todo carregamento que
chegar obra
Carga da partcula
Sedimentao
Da execuo
Viscosidade SF vrias temperaturas
Cada 100 t
Ensaio
Freqncia
Controle de temperatura de aplicao
Controle da taxa de aplicao.
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
Antes da aplicao
4000 m2 : 5 ensaios
> 4000 m2 : ALEATRIA
Pintura de ligao
Recomendaes Gerais
Diluir somente a quantidade de emulso a ser utilizada diretamente no carro
distribuidor, sempre agregando gua emulso, e nunca o contrrio.
No se deve estocar emulso asfltica diluda.
Retirar o excesso de ligante da superfcie, uma vez que este pode atuar como
lubrificante, ocasionando ondulaes ao pavimento (escorregamento do
revestimento).
Colocar faixas de papel longitudinal e transversal durante a aplicao - pontos
final e inicial do banho.
Demais recomendaes: seguem as indicadas para servios de IMPRIMAO.
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Concreto asfltico - CA
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
Concreto asfltico - CA
Definio
Mistura executada a quente em usina apropriada, constituda de
agregado grado, agregado mido, material de enchimento (fler) e
ligante betuminoso, devendo ser espalhada e compactada a quente.
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
Concreto asfltico - CA
Definio
Mistura executada a quente em usina apropriada, constituda de
agregado grado, agregado mido, material de enchimento (fler) e
ligante betuminoso, devendo ser espalhada e compactada a quente.
Finalidades
camada de rolamento ou revestimento - capa
camada de ligao ou intermediria - binder
camada de nivelamento - reperfilagem
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Materiais
Agregados
Grado: pedra, escria, seixo rolado ou outro material indicado
nas Especificaes Complementares.
Mido: areia, p de pedra ou mistura de ambos.
Material de enchimento (fler)
Cimento Portland, cal hidratada, p calcrio, etc.
Peneira
% Mnima, passando
n. 40
n. 80
n. 200
100
95
65
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Materiais
Ligante betuminoso
Cimento asfltico: CAP-30/45 e CAP-50/70 .
Ligantes betuminosos modificados (quando indicados em projetos).
Melhorador de adesividade (dopping)
Usado quando no h boa adesividade entre o ligante e o agregado.
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Execuo de concreto asfltico
Operaes
Estocagem dos materiais
Operao de usinas de asfalto
Transporte de misturas asflticas
Lanamento de misturas asflticas
Compactao ou compresso
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Estocagem de Agregados na rea da Usina
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Silo alimentador
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
Silos Dosadores
Silo de Filler
Tipos de Usinas de Asfalto a Quente
Usina gravimtrica (por batelada), produz
quantidades individuais de misturas asflticas;
Usinas drum mixer, onde a produo contnua.
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
Usinas gravimtricas (por batelada)
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
14.
15.
Silos frios
Depsito de ligante asfltico
Correia alimentadora
Secador / aquecedor
Elevador quente
Peneirador / separador
Silos quentes de agregados
Alimentador de reciclado
Entrada de ligante e misturador
Correia transportadora
Silos quentes da mistura
rea de carregamento do estocado
Sala de controle
Sistema de controle e filtragem de gases
e p
rea de carregamento direto
Usinas gravimtricas
Usinas gravimtricas
Usinas Drum Mixer (contnuas)
1.
Silos frios
2.
Correia alimentadora
3.
Depsito de ligante
asfltico
4.
Tambor secador,
aquecedor e misturador
5.
Alimentador de reciclado e
posterior entrada de
ligante
6.
Correia transportadora
7.
Silos quentes
8.
Sala de controle
9.
Sistema de controle e
filtragem de gases e p
Usinas Drum Mixer
Tipos de Secadores
Secadores por contra-fluxo - usados em
usinas por batelada e drum mixer.
o agregado movimenta-se no sentido
contrrio ao do queimador.
Secadores de fluxo paralelo usados em
usinas drum mixer.
o agregado movimenta-se no mesmo sentido
do queimador.
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
Usina com secador de contra-fluxo
Secador de fluxo paralelo
Entrada agregado
Secador de contra-fluxo
Entrada agregado
Usinas Drum Mixer
Usinas Drum Mixer
Cabine de controle
Tela de operao
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
Controle e Coleta de P no Secador
Usina Drum Mixer Mvel
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
Requisitos tecnolgicos
Ligante asfltico
Agregado grado
Materiais
Agregado mido
Filer (mat enchimento)
Granulometria
Mistura
Teor de ligante
CAP 30-45 CAP 50-70
Desgaste Los Angeles 40%
ndice de forma > 0,5
Durabilidade perda < 12%
Equivalente de areia 55%
Granulometria
Faixa A (binder)
Faixa B (binder e capa de rolamento)
Faixa C (capa de rolamento)
4a9%
Ligante
Temperaturas
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
pass # 40 100%
pass # 80 95%
pass # 200 65%
- viscosidade SF entre 75 e 95 seg
- entre 1070 e 1770C
Agregado: 10 a 150C acima da temp. ligante
COMPACTAO
14015 s
USINAGEM
8015 s
155
125
95
75
151
157
CONCRETO ASFLTICO
Especificao (DNIT 031/2004 - ES)
Faixa A
Faixa B
Faixa C
Tolerncia
PENEIRAS
Dimetro
mm
Mnimo
%
Mximo
%
Mnimo
%
Mximo
%
Mnimo
%
Mximo
%
2 pol
50,8
100
100
100
100
100
100
1 1/2 pol
38,1
95
100
100
100
100
100
1 pol
25,4
75
100
95
100
100
100
3/4 pol
19,1
60
90
80
100
100
100
1/2 pol
12,7
100
80
100
3/8 pol
9,5
35
65
45
80
70
90
N 4
4,8
25
50
28
60
44
72
N 10
20
40
20
45
22
50
N 40
1,2
10
30
10
32
26
N 80
0,18
20
20
16
N 200
0,074
10
GRANULOMETRIA DE MISTURAS ASFLTICAS
N 200
N80
N40
N 10
N 4
3/8 1/2
3/4
1 1/2
100
90
80
% Passando
70
60
50
40
30
20
10
0
0,075
0,18
0,42
2,0
4,8
9,5 12,5
19
25
38 50 mm
Curvas de densificao mxima
(Fuller & Thompson, 1907)
d
P 100
D
finos
areia
pedregulho
Faixa-A
FAIXA
A
d d0
P 100 *
D d0
100
80
n = 0,347
Faixa B
FAIXA
B
40
120
20
0
0,01
0,1
10
100
ABERTURA DAS PENEIRAS (mm)
Limite inferior - equao
Limite inferior - DNER
Limite superior - DNER
Limite superior - equao
Faixa - C
100
n = 0,316
80
n = 0,504
60
40
20
0
0,01
FAIXA C
0,1
10
100
ABERTURA DAS PENEIRAS (m m )
120
% QUE PASSA DA AMOSTRA TOTAL
n = 0,534
60
% QUE PASSA DA AMOSTRA TOTAL
% QUE PASSA DA AMOSTRA TOTAL
120
Limite inferior- equao
Limite inferior - DNER
Limite superior - DNER
Limite Superior - equao
100
80
Limites
n = 0,379
n = 0,611
60
40
20
0
0,01
0,1
10
ABERTURA
DAS PENEIRAS (m
m)
Limite inferior
- equao
Limite
inferior - DNER
Limite superior - DNER
Limite superior - equao
100
D (mm) d0 (mm)
A inferior
A superior
B inferior
B superior
C inferior
C superior
50,8
25,4
38,1
19,1
19,1
12,7
0
0
0,02
0,07
0,07
0,05
0,534
0,347
0,504
0,316
0,611
0,379
Carregamento e Transporte
silo frio
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
O problema da segregao:
- na usina
- no transporte
Segregao no transporte
pilha nica
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vrias pilhas
Segregao trmica
Lonagem obrigatria!
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O problema da segregao
Diferena de densidades
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Segregao / Peneira
Transporte da mistura
Dist. transporte mx = f(T)
Temperatura de aplicao:
Viscosidade SF de 140 15 seg
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CBUQ
CONTROLE DA TEMPERATURA
ASFALTOS
Associao Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos
Lanamento da mistura na pista
Acabadeira sobre rodas
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
Lanamento da mistura na pista
Acabadeira sobre esteira
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
Lanamento da mistura na pista
rasteleiros
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
Controle de nvel eletrnico
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
Compactao
Deve comear imediatamente aps o espalhamento
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
Compactao
Equipamentos adequados ( dois rolos de pneus e um rolo liso);
Rolo liso de chapas metlicas
Rolo de pneus
(esttico ou vibratrio)
(Presso varivel 40 a 120 lb/pol2)
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
Emprego tpico dos equipamentos
Pavimentadora
Rolo vibratrio ou
esttico metlico liso
Rolo
pneumtico
Rolo esttico
metlico liso
Zonas de
temperatura
155 - 140C
140 - 120C
120 - 80C
Variao
da presso
Presso
Efeito de
compactao
Vibrao e presso
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
Lubrificao dos pneus
Usar somente leo vegetal nos pneus ou no tambor dos rolos.
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
Importncia da Compactao
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
Sequncia de rolagem
Final da rolagem
em cada faixa
Faixa 1
3
6
5
4
Faixa 2
Controle Tecnolgico
Dos insumos
Ensaio
Material
Cimento asfltico - CAP
Agregados
Freqncia
Penetrao a 25C
Cada carregamento
Ponto de Fulgor
Cada carregamento
Espuma
Cada carregamento
Viscosidade Saybolt-Furol a 135C
Cada carregamento
ndice de Suscetibilidade Trmica
Cada 100 t
Viscosidade Saybolt-Furol (vrias T)
Cada 100 t
Desgaste Los Angeles
Eventual
Adesividade
Eventual
ndice de forma
Eventual
Granulometria (agregado grado)
2 ensaios / jornada
Equivalente de areia (agregado mido)
1 ensaios / jornada
Granulometria (fler)
1 ensaios / jornada
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
Controle Tecnolgico
Da produo
Fase
USINAGEM
ESPALHAMENTO
Ensaio
Freqncia
Teor de ligante
Cada 700 m2
Granulometria
Cada 700 m2
Temperatura (ligante-agregado-mistura)
Cada carregamento
Estabilidade Marshall
3 CP / jornada
Resistncia trao
3 CP / jornada
Temperatura (antes da compactao)
Constante
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
Controle Tecnolgico
Do produto
Ensaio
Parmetro
Grau de compactao
- Densidade aparente in situ
Aleatria
97% < GC < 101%)
(DNER-PRO 277/97)
Espessura da camada
Alinhamento
- Topografia
Acabamento da superfcie
- Rguas (3,0 e 1,20 m: dif 0,5cm)
Irregularidade: (QI 35 ou IRI 2,7)
Segurana
Freqncia
- Medio das irregularidades
(QI 35 ou IRI 2,7)
- Pndulo britnico
- Mancha de areia
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
--------Em cada estaca
Todo o trecho
Aleatria
Controle Tecnolgico
Da execuo
Ensaio
Parmetro
Grau de compactao
- Densidade aparente in situ
Aleatria
97% < GC < 101%)
(DNER-PRO 277/97)
Espessura da camada
Alinhamento
- Topografia
Acabamento da superfcie
- Rguas (3,0 e 1,20 m: dif 0,5cm)
Irregularidade: (QI 35 ou IRI 2,7)
Segurana
Freqncia
- Medio das irregularidades
(QI 35 ou IRI 2,7)
- Pndulo britnico
- Mancha de areia
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
--------Em cada estaca
Todo o trecho
Aleatria
Stone Matrix Asphalt - SMA
Detalhe do esqueleto mineral
agregados grados
mastique asfltico:
ligante asfltico + fler +
finos minerais + fibras
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
Stone Matrix Asphalt - SMA
Matriz Ptrea
fler
Frao
+ areia + asfalto
+
SMA
Fibras
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
Mastique
Stone Matrix Asphalt - SMA
SMA
CA
Stone Matrix Asphalt - SMA
CARACTERSTICAS
maior estabilidade a elevadas temperaturas;
maior flexibilidade a baixas temperaturas;
elevada resistncia ao desgaste;
boa resistncia derrapagem;
reduo do spray ou cortina de gua durante a chuva;
reduo do nvel de rudo ao rolamento.
APLICAES
vias com alta freqncia de caminhes;
intersees;
reas de carga e descarga;
curvas e rampas fortes;
acessos a pontes, paradas de nibus;
faixa exclusivas de nibus;
pistas de aeroporto;
estacionamentos;
ptios de armazenamento
portos.
Stone Matrix Asphalt - SMA
MATERIAIS
- agregado britado resistente (LA < 30%)
- absoro mx 2%
- cimento asfltico modificado por polmero
- fibras (celulose, vidro, mineral)
CA
Estrutura
SMA
Granulometria
CA
SMA
Stone Matrix Asphalt - SMA
Stone Matrix Asphalt - SMA
Aeroporto de Frankfurt
Stone Matrix Asphalt - SMA
Autdromo de Silverstone
CAMADA POROSA DE ATRITO - CPA
Reduo do spray
CAMADA POROSA DE ATRITO - CPA
CPA = Mistura aberta
antes
depois
Camada porosa de atrito - CPA
ESTRADAS II Cel Alvaro Vieira
CAMADA POROSA DE ATRITO - CPA
CAMADA POROSA DE ATRITO - CPA
Revestimento asfltico em camadas
Exemplo: rodovias com elevado volume de trfego
Camada porosa de atrito
Concreto asfltico denso
Concreto asfltico aberto
(binder)