ENGG55
REDES
INDUSTRIAIS
Redes
Locais
Industriais
Material
elaborado
pelo
Prof.
Bernardo
Ordoez
Adaptado
por:
Eduardo
Simas
([Link]@[Link])
Curso
de
Engenharia
Eltrica
DEE
Departamento
de
Engenharia
Eltrica
Escola
Politcnica
-
UFBA
1
Redes
Locais
Industriais
Nveis
hierrquicos
de
integrao
fabril
Perl
das
redes
de
comunicao
!
Comportamento
Temporal
!Requisitos
do
meio
ambiente
!Tipos
de
mensagens
!
Conabilidade
!Volume
de
informaes
!Interoperabilidade
2
Redes
industriais
Redes
Locais
Industriais
Viso
Geral
Fabricao
de
produtos
ou
fornecimento
de
um
servio
envolve
uma
srie
de
aEvidades
e
etapas
(projeto,
manuteno,
aprimoramento,...)
automaEzao
destas
etapas
ca
a
critrio
da
empresa.
!
InformaEzao
permite
acelerar
cada
processo.
!
Novo
paradigma
para
o
gerenciamento
da
informao.
As
redes
locais
industriais
consideram
as
parEcularidades
do
processo
de
fabricao
do
ponto
de
vista
das
necessidades
de
comunicao:
!
ComparElhamento
de
recursos.
!
EvoluEvidade.
!
Gerenciamento
da
heterogeneidade.
3
Redes
industriais
Redes
Locais
Industriais
Viso
Geral
Em
um
processo
de
fabricao,
alguns
requisitos
so
fundamentais
fatores
econmicos.
!
GaranEa
de
um
tempo
de
resposta
mdio
ou
mximo
!
Dbito
de
informao.
!
Robustez
(conabilidade
dos
equipamentos
e
da
informao)
!
Flexibilidade
(evoluEvidade
e
heterogeneidade).
Arquiteturas
de
comunicao
que
respondam
s
caractersEcas
e
aos
requisitos
do
cho
de
fbrica
MAP
(Manufacturing
AutomaEon
Protocol),
denida
por
iniciaEva
da
General
Motors
e
baseada
no
modelo
OSI.
Arquiteturas
da
classe
barramento
de
campo
mais
dedicadas
ao
cho
de
fbrica.
(eldbus),
4
Redes
industriais
Redes
Locais
Industriais
Viso
Geral
Dados
os
requisitos
e
caractersEcas
do
cho
de
fbrica
existe
a
necessidade
de
descentralizao
das
funes
de
comunicao.
Importncia
na
escolha
das
solues
de
comunicao
a
serem
adotadas
a
nvel
de
uma
indstria.
As
redes
do
.po
ponto-a-ponto,
por
exemplo,
so
um
exemplo
8pico
de
centralizao
das
funes
de
comunicao,
uma
vez
que
os
equipamentos
compondo
os
ns
da
rede
fazem
papel
de
comutadores
das
mensagens
[Link]
entre
dois
ns
que
no
estejam
ligados
diretamente.
Solues
do
.po
rede
de
difuso
so
largamente
adotadas
levando
em
conta
as
possibilidades
de
descentralizao
do
controle
da
comunicao.
5
Redes
industriais
Redes
Locais
Industriais
Viso
Geral
Realidade
no
existe
uma
rede
nica
que
poderia
corresponder
s
necessidades
de
todas
os
nveis
de
aEvidade
existentes
em
uma
fbrica.
Soluo
adoo
de
vrias
redes
interconectadas,
cada
rede
servindo
de
suporte
comunicao
no
contexto
de
uma
ou
diversas
aEvidades.
O
objeXvo
apresentar
algumas
propostas
de
arquiteturas
de
redes
locais
industriais
e
discuEr
os
principais
aspectos
relacionados
com
esta
classe
parEcular
de
redes.
Redes
industriais
Redes
Locais
Industriais
Nveis
hierrquicos
da
integrao
fabril
H
algum
tempo
vem
se
vericando
uma
tendncia
para
a
descentralizao
da
inteligncia
e
da
capacidade
decisria
dos
componentes
de
sistemas
de
automao
industrial.
Estes
sistemas
so
decompostos
em
diferentes
nveis
hierrquicos
de
automao,
cujos
elementos
inteligentes
so
interligados
entre
si
atravs
de
redes
de
comunicao.
Uma
proposta
de
estruturao
fabril
que
leva
em
considerao
essa
decomposio
da
fbrica
em
mdulos
funcionais
hierarquicamente
dispostos
o
modelo
CIM
(Computer
Integrated
Manufacturing,
ou
Manufatura
Integrada
por
Computador).
7
Redes
industriais
!
O
modelo
CIM
objeEva
automaEzar
de
forma
exvel
todos
os
processos
envolvidos
com
a
manufatura
.
!
Para
maior
ecincia
no
processo
de
automao
exvel,
a
fbrica
subdividida
em
seis
diferentes
nveis
hierrquicos.
Redes
industriais
Redes
Locais
Industriais
Nveis
hierrquicos
da
integrao
fabril
Nvel
0:
Componentes
Neste
nvel
esto
os
sensores
e
atuadores,
cada
vez
mais
dotados
de
capacidade
de
processamento
local,
cujas
funes
so:
!
Aquisio
de
dados.
!
Monitorao,
emisso
de
alarmes.
!
Controle
em
malha
fechada.
!
Atuao.
!
Fornecimento
de
informao
ao
nvel
1.
Redes
industriais
Redes
Locais
Industriais
Nveis
hierrquicos
da
integrao
fabril
Nvel
1:
Subsistemas
ou
Unidades
Neste
nvel
esto
as
mquina,
os
robs,
as
esteiras
transportadores,
etc.
Suas
unidades
de
comando
so
CNCs,
CLPs,
e
outros
disposiEvos
computacionais,
cujas
funes
so:
!
Controle
do
processo
ou
da
mquina.
!
Processamento
e
fornecimento
de
dados
aos
operadores.
!
Deteco
e
resposta
a
qualquer
condio
de
emergncia.
!
Realizao
de
autodiagnsEcos.
!
Coleta
de
informaes
sobre
a
produo
da
unidade,
o
uso
da
matria
prima,
energia
e
insumos
e
transferncia
para
o
nvel
2.
10
Redes
industriais
Redes
Locais
Industriais
Nveis
hierrquicos
da
integrao
fabril
Nvel
2:
Clulas
exveis
de
manufatura
As
clulas
exveis
de
manufatura
so
consEtudas
de
um
agrupamento
lgico
de
unidades,
de
modo
a
permiEr
a
fabricao
de
determinadas
famlias
de
produtos.
Do
ponto
de
vista
estritamente
computacional,
a
FMC
vista
como
uma
sub-
rede
de
CNCs,
CLPs,
tendo
em
geral
uma
unidade
central
de
gerenciamento,
muitas
vezes
implementada
em
um
PC
adaptado
ao
ambiente
industrial.
Esta
unidade
de
gerenciamento
da
clula
tem
por
funes:
!
Coletar
e
manter
dados
de
produo,
matria-prima,
consumo
de
energia,
estoques
de
unidade.
!
OEmizar
a
operao
conjunta
das
unidades
sob
seu
controle
(sequenciamento
e
intertravamento).
!
Responder
a
condies
de
emergncia.
!
Realizar
o
diagnsEcos
dos
elementos
sob
controle.
!
Interface
com
o
nvel
superior.
11
Redes
industriais
Redes
Locais
Industriais
Nveis
hierrquicos
da
integrao
fabril
Nvel
2:
Clulas
exveis
de
manufatura
12
Redes
industriais
Redes
Locais
Industriais
Nveis
hierrquicos
da
integrao
fabril
Nvel
3:
rea
Uma
rea
em
geral
corresponde
a
um
agrupamento
de
clulas
capazes
de
fabricar
de
forma
completa
um
determinado
produto
ou
linha
de
produtos.
Muitas
vezes
a
rea
consEtui
um
sistema
exvel
de
manufatura.
Do
ponto
de
vista
computacional,
a
rea
vista
como
uma
sub-rede
integrando
clulas
entre
si
e
conta
com
uma
unidade
de
gerenciamento.
!
Interconectar
clulas
entre
si,
atribuindo
funes
a
cada
uma
e
realizando
sequenciamentos
e
intertravamentos
entre
elas.
!
Manter
base
de
dados
de
produo,
estoques,
uElizao
de
materiais,
insumos
e
energia
de
rea.
!
Preparar
e
emiEr
relatrios
de
produo.
!
Estabelecer
programa
de
produo
para
as
clulas
de
rea.
!
OEmizar
plano
de
produo
de
rea.
!
Realizar
interface
com
os
nveis
superior
e
inferior.
13
Redes
industriais
Redes
Locais
Industriais
Nveis
hierrquicos
da
integrao
fabril
Nvel
4:
Planejamento
O
nvel
de
planejamento
,
as
vezes,
chamado
de
nvel
4P,
pois
responsvel
pelo
planejamento
do
produto,
do
processo
e
da
produo.
Aqui
j
no
estamos
mais
no
cho
de
fbrica,
mas
sim
em
um
setor
de
engenharia
onde
se
encontram
diversos
computadores
em
rede.
Nesses
computadores
rodam
inmeras
ferramentas
de
sokware.
No
conjunto,
esses
computadores
so
responsveis
por:
!
Planejar
e
projetar
o
produto
e
o
processo
de
fabricao
(o
que
vai
ser
fabricado
e
como).
!
Estabelecer
o
plano
de
produo
bsico
(que
quanEdade
ser
produzida
e
em
que
prazo).
!
Determinar
nveis
Emos
de
estoques.
!
Coletar,
processar
e
armazenar
dados
sobre:
uso
e
disponibilidade
de
matria-prima,
consumo
global
de
energia,
estoques
de
produtos
acabados,
controle
de
qualidade.
14
Redes
industriais
Redes
Locais
Industriais
Nveis
hierrquicos
da
integrao
fabril
Nvel
5:
Administrao
coorporaEva
Nvel
de
administrao
da
empresa
( compras,
vendas,
contabilidade,
setor
pessoal,...).
Apesar
de
algumas
empresas
terem
feito
a
opo
(anos
80)
de
uElizar
nesse
nvel
um
computador
de
grande
porte
(mainframe)
com
vrios
terminais,
a
tendncia
hoje
usar
sistemas
distribudos,
compostos
de
vrios
computadores
de
porte
menor
e
operando
de
forma
cooperaEva.
A
maior
parte
dos
computadores,
neste
caso,
faz
algum
uso
de
sistemas
de
banco
de
dados
para:
!
Fornecer
informaes
sobre
o
estado
da
planta,
da
companhia
e
da
produo
necessrios
para:
gerenciamento
da
planta
e
da
companhia;
aEvidades
de
pessoal
administraEvo
(compras,
vendas,
contabilidade).
!
Fornecer
informaes
para
decises
estratgicas
da
companhia.
!
Interfaceamento
com
nveis
inferiores
da
hierarquia
e
com
o
mundo
externo.
15
Redes
industriais
Redes
Locais
Industriais
Nveis
hierrquicos
da
integrao
fabril
A
tendncia
da
estruturao
hierrquica
se
aproximar
cada
vez
mais
do
processo
(cada
vez
mais
subsistemas
independentes
e
dotados
de
uma
inteligncia
local),
sem
no
entanto
perder
as
vantagens
de
uma
superviso
e
conduo
central
do
sistema
como
um
todo.
Cada
nvel
da
hierarquia
fabril
representado
por
um
conjunto
de
aes
e
processamentos
que
possuem
requisitos
de
comunicao
diferentes.
A
caractersEca
predominante
nos
nveis
hierrquicos
inferiores
a
transferncia
de
mensagens
curtas
com
alta
freqncia,
entre
um
nmero
elevado
de
estaes.
Nos
nveis
hierrquicos
superiores
h
a
predominncia
de
transferncia
de
mensagens
longas
entre
um
nmero
menor
de
estaes
e
a
uma
freqncia
consideravelmente
mais
baixa.
16
Redes
industriais
Redes
Locais
Industriais
Nveis
hierrquicos
da
integrao
fabril
CaractersEcas
da
comunicao
17
Redes
industriais
Redes
Locais
Industriais
Nveis
hierrquicos
da
integrao
fabril
Deste
modo,
no
existe
um
sistema
de
comunicao
nico
capaz
de
atender
a
todas
as
aplicaes
existentes
na
organizao
industrial,
mas
sim
uma
srie
de
sub-
redes
locais
adequada
aos
requisitos
de
comunicao
de
cada
nvel.
As
sub-redes
podem
ser
conectadas
linha
tronco
atravs
de:
Gateways
Bridges
Roteadores,...
de
modo
que
todas
as
estaes
possam
ser
acessadas,
formando
um
sistema
de
comunicao
coeso
que
atenda
toda
a
fbrica,
conforme
os
preceitos
da
losoa
do
modelo
CIM.
18
Redes
industriais
Redes
Locais
Industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
No
incio
da
informaEzao,
a
maioria
das
redes
de
comunicao
existentes
eram
concebidas
para
automao
de
escritrios.
O
ambiente
industrial
tem
caractersEcas
e
necessidades
diferentes
daquelas
de
redes
para
automao
de
escritrios:
!
Ambiente
hosEl
para
operao
dos
equipamentos
(perturbaes
eletromagnEcas,
elevadas
temperaturas,
sujeira,
reas
de
segurana
intrnseca,
etc.).
!
Troca
de
informaes
se
d
entre
equipamentos
e,
as
vezes,
entre
um
operador
e
o
equipamento.
!
Tempos
de
resposta
crEcos.
!
Segurana
dos
dados
crEca.
!
Grande
quanEdade
de
equipamentos
pode
estar
conectada
na
rede
=>
custo
de
interconexo
crEco.
19
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Inuncia
da
Topologia
As
mquinas
que
fazem
parte
de
uma
rede
esto
interligadas
segundo
duas
grandes
famlias
de
topologias:
ponto-a-ponto
e
difuso.
Nas
redes
ponto-a-ponto
as
mensagens
tm
eventualmente
que
passar
por
mquinas
intermedirias.
Essas
mquinas
recebem
a
mensagem,
onde
so
armazenadas
para
anlise
do
endereo
de
desEno
(reEdas
ou
passadas
adiante).
Em
qualquer
caso,
se
o
disposiEvo
intermedirio
esEver
inoperante
em
decorrncia
de
falha,
a
mensagem
que
deveria
passar
por
ele,
no
pode
ser
lida
nem
passada
adiante.
Dependendo
do
Epo
de
servio,
a
mquina
fonte
pode
idenEcar
o
problema
aps
um
prazo
limite
de
espera
de
conrmao
e
pode
tentar
re-enviar
a
mensagem
(mesmo
caminho
ou
caminho
alternaEvo.).
20
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Inuncia
da
Topologia
Em
redes
locais,
frequentemente
h
somente
um
caminho
ssico
interligando
as
mquinas,
de
modo
que
um
intermedirio
defeituoso
acaba
acarretando
srios
problemas.
Tal
situao
extremamente
indesejvel
em
aplicaes
de
automao
industrial,
j
que
os
equipamentos
operam
desassisEdos
ou
com
vericao
ocasional
do
operador
humano,
de
modo
que
a
falha
pode
acarretar
uma
parada
de
produo
(Exemplo
do
rob
na
linha
de
produo).
Por
outro
lado,
em
redes
com
topologia
de
difuso,
no
h
mquinas
intermedirias
na
mesma
sub-rede
(as
mquinas
de
uma
sub-rede
se
comunicam
e
fazem
parte
da
mesma
estrutura).
Nesta
congurao
a
comunicao
entre
duas
mquinas
no
ser
afetada
pela
falha
em
uma
terceira
mquina,
j
que
todas
esto
ligadas
diretamente
ao
barramento.
21
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Inuncia
da
Topologia
Note
que
o
sistema
no
est
imune
a
falhas
ou
paradas,
mas
a
comunicao
s
depende
do
estado
das
mquinas
fonte
e
desEno,
e
no
de
um
nmero
qualquer
de
intermedirios.
22
Redes
industriais
Redes
Locais
Industriais
Perl
da
Rede
Locais
Industriais
CaractersEcas
e
requisitos
bsicos
das
redes
industriais
!
Requisitos
do
meio
ambiente
!
Comportamento
temporal
!
Conabilidade
!
Tipo
de
mensagens
e
volume
de
informaes
!ConecEvidade
e
interoperabilidade
(padronizao)
23
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Requisitos
do
Meio
Ambiente
Suporte
de
transmisso
Com
guia
bsico:
Cabos
eltricos
!
Par
tranado
!
Cabo
coaxial
Fibra
Eca
Sem
guia
bsico:
Ondas
de
rdio
Ondas
de
luz
(laser,
infravermelho)
24
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Redes
de
difuso
na
problemEca
da
comunicao
industrial
Mtodo
de
acesso
ao
meio
25
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Redes
de
difuso
na
problemEca
da
comunicao
industrial
Mtodo
de
acesso
ao
meio
comparXlhado
Vrios
equipamentos
devem
trocar
informaes
em
variados
instantes
de
tempo.
Quem
tem
o
direito
de
uso
do
meio?
Como
denir
este
processo?
26
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
!
Aplicaes
Industriais
freqentemente
requerem
sistemas
de
controle
e
superviso
com
caractersEcas
de
Tempo-Real.
27
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Um
STR
(Sistema
de
Tempo
Real)
um
sistema
computacional
que
deve
reagir
a
esumulos
(ssicos
ou
lgicos)
oriundos
do
ambiente
dentro
de
intervalos
de
tempo
impostos
pelo
prprio
ambiente.
A
correo
no
depende
somente
dos
resultados
lgicos
obEdos,
mas
tambm
do
instante
no
qual
so
produzidos.
28
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
!
Aplicaes
Industriais
freqentemente
requerem
sistemas
de
controle
e
superviso
com
caractersEcas
de
Tempo-Real.
Ou
seja...
Em
aplicaes
de
tempo
real,
importante
poder
determinar
o
comportamento
temporal
do
sistema
de
comunicao.
29
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Arquitetura
distribuda
de
um
sistema
tempo
real.
30
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
As
mensagens
em
sistema
de
tempo
real
podem
ter
restries
temporais:
!
Peridicas:
tem
que
ser
enviadas
em
intervalos
conhecidos
e
xos
de
tempo.
Exemplo:
mensagens
ligadas
a
malhas
de
controle.
!
Espordicas:
mensagens
sem
perodo
xo,
mas
que
tem
intervalo
de
tempo
mnimo
entre
duas
emisses
consecuEvas.
Exemplo:
pedidos
de
status,
pedidos
de
emisso
de
relatrios.
!
Aperidicas:
tem
que
ser
enviadas
a
qualquer
momento,
sem
perodo
nem
previso.
Exemplo:
alarmes
em
caso
de
falhas.
31
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
As
mensagens
em
sistema
de
tempo
real
podem
ter
restries
temporais:
!
Peridicas:
tem
que
ser
enviadas
em
intervalos
conhecidos
e
xos
de
tempo.
Exemplo:
mensagens
ligadas
a
malhas
de
controle.
!
Espordicas:
mensagens
sem
perodo
xo,
mas
que
tem
intervalo
de
tempo
mnimo
entre
duas
emisses
consecuEvas.
Exemplo:
pedidos
de
status,
pedidos
de
emisso
de
relatrios.
!
Aperidicas:
tem
que
ser
enviadas
a
qualquer
momento,
sem
perodo
nem
previso.
Exemplo:
alarmes
em
caso
de
falhas.
32
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
!
O
meio
de
transmisso
consEtui
um
recurso
comparElhado,
a
denio
do
direito
de
acesso
ao
meio
denida
pelos
protocolos
de
acesso
ao
meio.
!
Comunicao
em
tempo
real
est
fortemente
ligada
ao
Epo
de
protocolo
uElizado.
Mensagens
pendentes
em
cada
estao
devem
ser
entregues
a
seu
desEno
antes
de
um
prazo
limite
(deadline)
associado.
33
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Problema
de
comunicao
de
tempo
real:
!
Queremos
garanEr
que
todas
as
mensagens
sejam
entregues
antes
de
seu
deadline.
!
Como
atribuir
prioridades:
priorizar
mensagens
individuais
ou
estaes?
!
Como
escalonar
uso
do
meio
(recurso
[Link])?
!
Como
vericar
se
escalonamento
est
correto?
!
Escalonar
com
base
em
eventos
(event_trigger)
ou
no
tempo
(.me_trigger)?
!
Como
denir
concesso
do
direito
de
acesso
ao
meio
entre
estaes
diferentes
de
forma
e
respeitar
prioridades
?
34
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Protocolo
MAC
deve
atender
mensagens
peridicas
com
a
maior
ecincia
possvel,
respeitando
seus
deadlines.
Protocolo
MAC
precisa
garanEr
rpido
acesso
ao
barramento
para
mensagens
espordicas
de
alta
prioridade.
MAC
deve
ter
comportamento
determinista
e,
idealmente,
permiEr
escalonamento
Emo
global
de
mensagens.
LLC
(Controle
Lgico
de
Enlace)
deve
escalonar
mensagens
locais
pendentes
por
deadline
ou
prioridade
associada.
35
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Camadas
do
Modelo
OSI
36
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Classicao
dos
Protocolos
MAC
Alocao
xa:
alocam
o
meio
s
estaes
por
determinados
intervalos
de
tempo,
independentemente
de
haver
ou
no
necessidade
de
acesso
(exemplo:
TDMA
=
Time
Division
MulEple
Access).
Alocao
aleatria:
permitem
acesso
aleatrio
das
estaes
ao
meio
(exemplo:
CSMA
=
Carrier
Sense
MulEple
Access).
Em
caso
de
envio
simultneo
por
mais
de
uma
estao,
ocorre
uma
coliso
e
as
estaes
envolvidas
tem
que
transmi.r
suas
mensagens
aps
a
resoluo
do
conito
resultante
(protocolos
de
conteno).
37
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Classicao
dos
Protocolos
MAC
Alocao
controlada:
cada
estao
tem
direito
de
acesso
apenas
quando
de
posse
de
uma
permisso,
que
entregue
as
estaes
segundo
alguma
seqncia
predenida
(exemplos:
Token-Passing,
Master-Slaves).
Alocao
por
reserva:
para
poder
usar
o
meio,
as
estaes
tm
que
reservar
banda
com
antecedncia,
enviando
pedidos
a
uma
estao
controladora
durante
um
intervalo
de
tempo
pr-
desEnado
e
este
m
(exemplo:
CRMA
=
Cyclic
ReservaEon
MulEple
Access).
Hbridos:
consistem
de
2
ou
mais
das
categorias
anteriores.
38
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Classicao
com
relao
ao
comportamento
temporal:
!
Protocolos
determinsXcos:
caracterizados
pela
possibilidade
de
denir
um
tempo
limite
para
a
entrega
de
uma
dada
mensagem
(mesmo
que
somente
em
pior
caso).
!
Concesso
independe
da
necessidade
!
Baixo
desempenho
de
tempo
!
Protocolos
no
determinsXcos:
tempo
de
entrega
no
determinvel
(aleatrio
ou
probabilsEco).
!
CompeEo
entre
as
estaes
39
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Protocolos
MAC
No
DeterminsXcos
-
CSMA
CSMA
(Carrier
Sense
MulEple
Access)
=
Acesso
MlEplo
por
Deteco
de
Portadora.
CSMA
no
persistente:
-
emissor
escuta
o
meio,
se
meio
livre,
transmite
mensagem.
-
se
meio
ocupado,
tenta
retransmiEr
mais
tarde.
CSMA
1-persistente:
-
meio
livre,
transmite
com
probabilidade
1
(100%)
-
meio
ocupado,
espera
na
escuta
(persiste)
at
o
canal
car
livre
CSMA
p-persistente:
-
meio
livre,
transmite
com
probabilidade
p
ou
atrasa
a
tx
em
um
dado
tempo
com
probabilidade
(1-p);
se
canal
ainda
livre,
repete
procedimento;
se
ocupado,
aguarda
liberao
e
reinicia.
-
meio
ocupado,
aguarda
liberao
e
reinicia.
40
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
CSMA
1-persistente:
faz
melhor
uso
da
banda,
mas
tem
grande
chance
de
gerar
colises.
CSMA
no
persistente:
faz
pior
uso
da
banda,
mas
tem
menor
probabilidade
de
gerar
colises.
CSMA
p-persistente
(p<1):
compromisso
entre
as
solues
anteriores.
41
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
!
CSMA
para
todas
as
variantes:
no
impedem
coliso
escuta
s
no
incio.
!
Estao
receptora
envia
quadro
de
reconhecimento
(ACK)
a
emissora
se
mensagem
Ok.
!
Em
caso
de
coliso
ou
erro
de
tx:
mensagem
retransmiEda
aps
Time-
out
no
emissor.
42
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
CSMA/CD:
Carrier
Sense
[Link]
Access
with
Colision
[Link]
=
Acesso
MlEplo
por
Deteco
de
Portadora
com
Deteco
de
Coliso.
Mtodo
de
acesso
no
determinsEco
com
controle
distribudo.
Operao:
Emissor
escuta
meio
Se
meio
livre,
enviar
primeiro
byte
do
quadro
Emissor
escuta
meio
durante
sua
tx
e
compara
com
byte
enviado
Se
igual,
no
houve
coliso
=>
enviar
resto
da
mensagem
Se
diferente,
houve
coliso
=>
parar
tx,
esperar
tempo
randmico
e
reiniciar
operao
(repeEda
no
mximo
16x)
limite
tempo
de
espera
na
i-sima
coliso
=
2i-1
[Eme
slots]
Se
tx
bem
sucedida
(sem
coliso),
emissor
espera
ACK
do
receptor
43
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Inovao:
escuta
e
envio
podem
estar
aEvos
ao
mesmo
tempo!
44
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Mtodos
de
acesso
CSMA
convencionais:
!
Simplicidade;
!
Autonomia
das
estaes;
!
Tempo
de
reao
no
pode
ser
exatamente
determinado
(no
determinismo).
Tempo
de
espera
randomizado
segundo
algoritmo
BEB
(Binary
ExponenEal
Backo)
45
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Quanto
maior
o
nmero
de
estaes
e
quanto
maior
o
trfego
mdio
de
mensagens
na
rede,
maior
a
probabilidade
de
ocorrncia
de
colises,
de
forma
que
o
tempo
de
reao
aumenta
consideravelmente
e
no
pode
ser
exatamente
determinado.
46
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Desempenho
muito
melhor
que
CSMA,
pois:
!
No
perde
tempo
enviando
dados
aps
coliso.
!
Ocorrncia
da
coliso
detectada
logo
no
incio
da
tx.
Razes
do
no-determinismo:
!
No
se
sabe
se
havero
colises.
!
No
se
sabe
quantas
colises
seguidas
podem
ocorrer.
!
No
se
conhece
de
antemo
tempo
aleatrio
de
espera
em
caso
de
coliso.
Esta
caractersEca
torna
protocolos
CSMA
e
CSMA/CD
ruins
para
aplicaes
com
restries
de
tempo
de
resposta
( sistemas
tempo
real ),
muito
comuns
na
automao
de
cho
de
fbrica.
47
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Protocolos
MAC
DeterminsXcos
Mtodos
de
acesso
determinsEcos:
tem
tempo
de
resposta
limitado
e
determinvel
(ao
menos
em
pior
caso).
Podem
ser
classicados
em:
!
Mtodos
com
comando
centralizado
(ex.:
Mestre-Escravos,
rbitro
de
barramento)
!
Mtodos
com
comando
distribudo
(ex.:
Token-Passing,
variantes
deterministas
do
CSMA).
48
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Protocolos
MAC
DeterminsXcos
Comando
Centralizado:
Mestre-escravos
Detentor
do
direito
de
transmisso
Solicitao
de
dados
Direito
de
acesso
distribudo
por
tempo
limitado
49
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Protocolos
MAC
DeterminsXcos
Comando
Centralizado:
Mestre-escravos
!
Garante
um
tempo
denido
entre
as
transmisses.
!
Controle
distribudo
com
superviso
centralizada.
Controlador
Atuadores
e
Sensores
50
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Protocolos
MAC
DeterminsXcos
Comando
Centralizado:
Mestre-escravos
!
Garante
um
tempo
denido
entre
as
transmisses.
!
Controle
distribudo
com
superviso
centralizada.
!
Deadline
vs
tempo
de
varredura.
Controlador
Atuadores
e
Sensores
51
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Protocolos
MAC
DeterminsXcos
Comando
Distribudo:
Token-Bus
Faz
senEdo
para
unidades
independentes
Estaes
trocam
dados
entre
si,
sem
intermedirios
Denio
distribuda
do
direito
de
transmisso
atravs
da
cha.
Reteno
da
cha
por
tempo
limitado.
52
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Protocolos
MAC
DeterminsXcos
Comando
Distribudo:
Token-Ring
53
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Protocolos
MAC
DeterminsXcos
Comando
Distribudo:
Token-Ring
Variante
em
que
a
cha
circula
pela
topologia
em
anel
at
ser
removida
por
uma
estao
que
deseja
transmiEr
dados.
54
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Protocolos
MAC
DeterminsXcos
Comando
Distribudo:
Forcing
Headers
!
Variante
determinista
de
CSMA
(CSMA/NBA
=
CSMA
with
Non
destrucEve
Bit
wise
ArbitraEon).
!
Estaes
enviam
bit
a
bit
um
idenEcador
da
mensagem,
que
dene
prioridade
da
mesma.
!
Cada
mensagem
tem
que
ter
prioridade
diferente
das
demais.
!Se
todos
os
bits
do
idenEcador
so
0,
prioridade
mxima.
!Camada
ssica
executa
AND
sobre
cada
bit
enviado
ao
barramento
(aEvada
ao
enviar
um
1
e
desaEvado
ao
enviar
um
0).
!Transmisso
interrompida
quando
um
1
enviado
e
ocorrer
coliso
(0
lido).
!Se
idenEcador
transmiEdo
at
o
m
sem
coliso,
resto
da
mensagem
enviado.
55
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Protocolos
MAC
DeterminsXcos
Comando
Distribudo:
Forcing
Headers
56
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Protocolos
MAC
DeterminsXcos
Comando
Distribudo:
Forcing
Headers
!
Para
evitar
monoplio
do
meio
por
n
gerador
de
mensagem
de
alta
prioridade,
o
que
pode
ser
feito?
57
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Protocolos
MAC
DeterminsXcos
Comando
Distribudo:
Forcing
Headers
!
Para
evitar
monoplio
do
meio
por
n
gerador
de
mensagem
de
alta
prioridade,
espao
entre
quadros
preenchido
por
campo
de
bits
em
1
inserido
no
nal
de
cada
quadro.
!
O
barramento
s
considerado
livre
para
o
mesmo
n
enviar
nova
mensagem
aps
ter
detectado
que
o
espao
interframes
no
foi
interrompido
por
um
bit
em
0.
!
Estao
possuidora
da
mensagem
de
alta
prioridade
ter
que
esperar
ao
menos
o
envio
de
uma
mensagem
de
prioridade
menor
para
tomar
o
barramento
para
si
novamente.
58
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Protocolos
MAC
DeterminsXcos
Comando
Distribudo:
Comprimento
do
prembulo
!Variante
determinista
de
CSMA/CD
!A
cada
mensagem
associado
um
prembulo
com
comprimento
diferente,
que
transmiEdo
com
CD
desaEvada.
!Aps
trmino
de
envio
do
prembulo,
CD
reaEvada.
!Se
h
coliso,
existe
outra
mensagem
mais
prioritria
sendo
enviada
e
estao
ca
a
espera
de
meio
livre.
59
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Protocolos
MAC
DeterminsXcos
Comando
Distribudo:
Comprimento
do
prembulo
60
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Comportamento
Temporal
Protocolos
MAC
DeterminsXcos
Comando
Distribudo:
Comprimento
do
prembulo
Concluso:
As
prioridades
esto
associadas
com
as
mensagens.
61
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Conabilidade
Em
aplicaes
industriais
em
que
so
transmiEdos
muitos
cdigos
de
comando,
leitura
de
medidores
e
comando
de
atuadores,
um
erro
de
1
bit
qualquer
pode
ter
consequncias
desastrosas.
A
transferncia
de
programas
para
mquinas
de
comando
numrico,
por
exemplo,
exige
um
sistema
de
transmisso
altamente
convel,
pois
uma
mnima
alterao
nos
cdigos
de
comando,
pode
produzir
mudanas
signicaEvas
do
resultado.
Para
aumentar
conabilidade,
na
camada
de
enlace
faz-se
um
teste
cclico
de
redundncia
sobre
quadros.
Em
sistemas
que
necessitem
de
uma
operao
conunua,
pode
ser
uElizado
um
meio
de
transmisso
e
estaes
redundantes,
alm
da
recomendao
de
uElizar
cabos
blindados,
principalmente
em
ambientes
com
fortes
campos
magnEcos.
62
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Tipos
de
mensagens
e
Volume
da
Informao
Nveis
hierrquicos
superiores
da
fbrica:
!
Mensagens
grandes
(KByte)
!
Podem
ter
tempos
de
transmisso
longos
!
Longos
intervalos
entre
transmisses
(meio
ocioso)
Nveis
hierrquicos
mais
prximos
ao
processo:
!
Mensagens
curtas,
tais
como:
ligar
ou
desligar
uma
unidade
ON/OFF
->
1
bit
fazer
leitura
de
um
sensor/medidor
->
8
Bytes
alterar
o
estado
de
um
atuador
->
8
Bytes
vericar
o
estado
de
uma
chave
ou
rel
->
1
bit
!
Taxa
de
ocupao
do
barramento
elevada
(grande
nmero
de
quadros
pequenos
transmiEdos).
63
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Tipos
de
mensagens
e
Volume
da
Informao
Requisitos
!
Taxa
de
transmisso
de
dados
na
camada
ssica
no
precisa
ser
muito
elevada.
!
Mais
importante
ter
tempo
de
entrega
conhecido
do
que
taxa
de
transmisso
muito
alta.
!
Desejvel
protocolo
MAC
que
no
permita
colises
!
Na
especicao
do
protocolo
de
enlace,
desejvel
que
o
frame
seja
pequeno
(envelope
grande
para
carta
pequena
no
eciente!).
64
Redes
industriais
Perl
das
Redes
Locais
Industriais
Interoperabilidade
IdenEcou-se
na
dcada
de
80
necessidade
de
uma
especicao
de
redes
locais
para
aplicaes
industriais
diferente
daquela
adotada
em
automao
de
escritrio.
Surgiram
diversas
redes
proprietrias
para
ambiente
fabril,
mas
no
permitem
a
interligao
de
equipamentos
de
outros
fabricantes.
Maior
entrave
conecEvidade
e
interoperabilidade:
no
padronizao
das
interfaces
e
protocolos
de
comunicao.
Projetos
de
Padronizao
Prximo
mdulo.
65
Fim
de
Aula.