CONFIGURAO E PROGRAMAO DO CLP CONTROL LOGIX
SUMRIO
1 OBJETIVO..................................................................................................................3 2 INTRODUO...........................................................................................................3 3 EXTRUTURA DO PROGRAMA..............................................................................4 4 REA DE MEMRIA DO CLP................................................................................5 4.1 EDIO, CRIAO E MONITORAO DE VARIVEIS............................5 4.2 PROPRIEDADES DO TAG................................................................................6 4.3 UTILIZANDO PONTEIRO.................................................................................7 5 PROPRIEDADES DO CONTROLADOR.................................................................8 5.1 TAG ALIAS.........................................................................................................9 5.2 INSERINDO UM TAG NA LINHA DO PROGRAMA...................................10 6 USER DATA TYPE (TPICOS)...............................................................................11 6.1 EXEMPLO DE TPICO DE MOTOR COM PARTIDA DIRETA...................12 7 CONFIGURAO DE HARDWARE E ENDEREAMENTO.............................15 7.1 ENDEREAMENTO DE RACK CONTROL LOGIX (1756).........................16 7.2 ENDEREAMENTO DE RACK FLEX I/O (1794).........................................17 7.3 CONFIGURAO DO CARTO DE ENTRADA DIGITAL........................17 7.4 CONFIGURAO DO CARTO DE SADA DIGITAL...............................18 7.5 OBSERVAES IMPORTANTES SOBRE REDE CONTROLNET.............18 7.6 CONFIGURAO DO CARTO DE ENTRADA ANALGICA.................18 7.7 CONFIGURAO DO CARTO DE SADA ANALGICA........................19 7.8 CONFIGURAO DO CARTO ETHERNET..............................................20 7.9 CONFIGURAO DO CARTO ETHERNET ATRAVS DA PORTA SERIAL EM MODO ON-LINE...............................................................................21 7.10 CONFIGURAO DO CARTO ETHERNET ATRAVS DO SOFTWARE BOOTP SERVER.....................................................................................................21 8 CONFIGURAO DE REDE DEVICENET..........................................................22 9 EDIO DO PROGRAMA ON-LINE....................................................................25 10 LOCALIZANDO UM ENDEREO NO PROGRAMA........................................26 10.1 REFERNCIA CRUZADA.............................................................................26 10.2 LOCALIZAR TODOS.....................................................................................27 10.3 LOCALIZAR E SUBSTITUIR........................................................................28 11 VARIVEIS DE SISTEMA DO CLP....................................................................29 11.1 EXEMPLO DE LEITURA DO RELGIO DO CLP......................................29 12 BLOCO DE LEITURA MESSAGE.......................................................................31 12.1 EXEMPLO DE LEITURA DE POWER MONITOR COM BLOCO MESSAGE...............................................................................................................31
OBJETIVO
Este manual tem por objetivo abordar de uma forma resumida a utilizao do software de programao RSLogix5000, utilizado p/ programao do clp ControlLogix, bem como fornecer exemplos e solues de questes conhecidas a partir da experincia adquirida em projetos anteriores utilizando este clp.
INTRODUO
O clp ControlLogix a nova gerao de clps da Rockwell, utilizando processador de 32 bits. Esta uma das diferenas bsicas em relao ao hardware comparado aos clps da famlia 5 que trabalham com processadores de 16 bits. Com a nova forma de abordagem em relao memria do clp, no mais necessria a alocao de memria. O prprio clp organiza sua rea de memria, sendo necessrio apenas criao de um tag que se deseja utilizar, de uma forma anloga ao smbolo utilizado nas outras geraes de clps Rockwell.
EXTRUTURA DO PROGRAMA
Um novo aplicativo no clp ControlLogix constitudo de tasks, programs e routines, em ordem decrescente. Assim, dentro de cada task (tarefa), voc possui alguns programs (programas) e dentro de cada programa voc possui vrias routines (rotinas). importante observar que dentro de um aplicativo podemos ter vrias tarefas peridicas e apenas uma contnua. Dentro de cada tarefa podemos ter vrios programas e dentro de cada programa vrias rotinas, onde so escritas as linhas de programao. As rotinas so as lgicas de cada equipamento, grupo ou alguma lgica especfica. Dentro de cada Programa, existe uma rotina principal (MainRoutine) a qual executada pelo programa. As outras rotinas contidas no programa devem ser chamadas a partir da principal por uma funo JSR na linha de programao. Para criar uma tarefa, programa ou rotina, clicar com o boto direito sobre a pasta que contm a respectiva estrutura. Existem tambm as rotinas de Power-Up Handler que executa apenas quando o clp ativado e a rotina Controler Fault Handler que executa quando ocorre alguma falha no clp. Estas rotinas devem ser criadas nas respectivas pastas na estrutura do programa.
Pasta da rotina de ativao do clp Processo Contnuo (Principal)
Verifica a rotina Verifica todo o programa
Pasta da rotina de falha Rotinas
Programas
Processo Peridico
Seleo de rotina principal do programa
Seleo de rotina de falha do programa
REA DE MEMRIA DO CLP
A rea de memria geral do controlador chamada de Controller Tags. Consiste basicamente em uma estrutura onde so criados monitorados e editados os tags disponibilizados na memria bem como os tags referentes aos pontos de entrada e sada do controlador. Existem reas especficas chamadas de Program Tags que so estruturas de memria disponibilizadas apenas para ao programa ao qual pertencem, ou seja, estes tags no podem ser acessados por outros programas. O formato de tag permite que tenhamos acesso aos seus sub elementos, que so seguidos de ponto. Por exemplo, podemos criar um tag TESTE com data type igual a INT e utilizar algum de seus bits escrevendo TESTE.2 (terceiro bit menos significativo) ou TESTE.3. 4.1 EDIO, CRIAO E MONITORAO DE VARIVEIS
Para monitorar os valores de um tag, basta abrir o Controller Tags e selecionar na parte de baixo Monitor Tags. Para edio, selecionar Edit Tags. Para criar um novo tag, clicar com o boto direito sobre Controller Tags ou digitar na ltima linha da lista do modo Edit Tags ou ainda no prprio ladder, digitar um nome para o tag e em seguida clicar com o boto direito sobre o tag a ser criado.
Controller Tags (memria do clp) Seleo (Controller tags ou Program Tags) Permite exibir apenas as varveis no utilizadas Ordena por nome, tipo, descrio...
tags
Modo de monitorao dos valores (decimal, hexadecimal, octal...)
Comentrio do tag Tipo do tag Program Tags (memria interna de cada programa) Seleciona modo edio ou monitorao Linha p/ inserir novo Tag
4.2
PROPRIEDADES DO TAG
Quando um tag criado ou editado exibida uma janela com as suas propriedades. Esta janela permite configurar o nome, a descrio, o tipo de dado, sua localizao (controller tags ou program tags), estilo de visualizao (decimal, binrio, octal, hexadecimal, ASCII) e o tipo do tag (Base, Alias, Produce, Consumed). Para a seleo do tipo de dado (Data Type) pode-se escolher um tipo pr-definido ou um tipo definido pelo usurio e o tamanho do array (Dim 0, Dim 1 e Dim 3). As dimenses dos tipos de dados permitem criar um tag array ou at uma matriz (duas dimenses) utilizando as duas dimenses disponveis. O exemplo abaixo mostra um tag do tipo DINT (duplo inteiro) com dimenso 32, ou seja, o tag possui 32 posies do tipo DINT (32 tags DINT em seqncia), que podem ser apontados utilizando o valor inserido dentro dos colchetes (PM_R2[0], PM_R2[1], PM_R2[2], e assim por diante). Cada posio pode receber um valor duplo inteiro.
4.3
UTILIZANDO PONTEIRO
Para se fazer um ponteiro devemos utilizar um tag como array para ser a tabela, ou seja, com dimenso maior que zero junto a um outro tag do mesmo tipo para ser o ponteiro. O exemplo abaixo mostra um ponteiro (tag PT) que utilizado para apontar as posies dentro de um tag array (PM1_R1 e PM1_R2). O tag PT do tipo DINT e os outros dois do tipo DINT[32]. medida que o valor do tag PT incrementado a cada scan, os valores de cada posio do tag PM1_R1 transferida para a posio equivalente do tag PM2_R2. Assim sendo, PM1_R2[0] recebe o valor PM1_R1[0], PM1_R2[1] recebe o valor PM1_R1[1] e assim por diante.
Reinicia a contagem
Incrementa o ponteiro (PT) Move valores de um array p/ o outro
Da mesma forma podemos fazer o mesmo para uma matriz utilizando dois ponteiros, um para cada dimenso (x e y).
PROPRIEDADES DO CONTROLADOR
No menu Edit->Controller Properties possvel visualizar as propriedades do controlador, como falhas, configuraes de porta serial, relgio e outros.
Altra o tipo do CLP Nome do projeto e descrio
Altra reviso do CLP
Seleciona o tipo de rack
Seleciona rotina de falha Seleciona rotina partida (primeiro scan)
Tempo disponibilizado para rotina do sistema
5.1
TAG ALIAS
O tag alias um tag criado com referncia a outro tag ou um tag de endereo de E/S ou um elemento de um tag tipo array. Este tag ira exibir ou modificar o valor do tag ao qual ele referenciado.
Tag utilizado no programa
Tag de referncia
IMPORTANTE: O tag de referncia (alias) pode ser alterado apenas em modo offline. Uma forma de alterar o alias modificando o nome do tag que se deseja alterar, criar um novo tag com o mesmo nome e com o alias correto e em seguida substituir no programa o tag com o nome modificado, usando a referncia cruzada.
5.2
INSERINDO UM TAG NA LINHA DO PROGRAMA
Para inserir um tag no programa pode-se copiar o tag desejado no controller tags ou digita-lo na instruo do programa. Exemplo:
Tag selecionado Lista de tags
Seleciona um bit dentro de um tag
10
USER DATA TYPE (TPICOS)
Da mesma forma que existem data types predefinidos para o controlador como INT, REAL, BOOL (bit), DINT (duplo inteiro), podemos criar nosso prprio data type personalizado contendo estes tipos predefinidos. Estes tipos personalizados so chamados user data type ou UDT. Existem tambm tipos predefinidos para os mdulos ou cartes que existirem na configurao de harware.
Tipos personalizados UDT (Tpicos)
Tipo string
Tipos predefinidos (int, bool, real...)
Tipos predefinidos de mdulos
Para criar um UDT, clicar com o boto direito sobre User-Defined e sem seguida New Data Type... . Aparcer uma nova tabela ao lado, onde sero preenchidos os campos do novo UDT.
11
6.1
EXEMPLO DE TPICO DE MOTOR COM PARTIDA DIRETA
Com a utilizao do UDT podemos criar tpicos de equipamentos abrangendo todos os sinais internos de programao e interface com o supervisrio, otimizando o tempo de desenvolvimento, j que no ser necessrio criar cada sinal individualmente. Basta criar um tag do tipo PartidaDireta por exemplo e todos os bits necessrios para programao e interface sero criados. Exemplo:
Agora criamos um tag do tipo Tip02_PARTIDA_DIRETA
12
Aps o tag ser criado, todas as varives criadas e listadas no UDT estaro disponveis utilizando apenas um ponto aps o nome do tag para utilizar a extenso desejada.
Se desejarmos visualizar no supervisrio o sinal de ligado de um equipamento, a parte final do formato do endereo seria [Link]. O comando liga seria [Link]. Da mesma forma estes bits so utilizados no ladder para formar a lgica do equipamento. No UDT podem ser utilizados tipos predefinidos que possuam extenses, como o tipo PID. O tipo PID possui extenses .SP, .KP, .KI, etc. Assim, se criarmos um UDT com um tipo PID ou TIMER podemos utilizar as suas extenses dentro do UDT. Exemplo:
13
Tipos com extenses internas
Criamos o tag MALHA_01 do tipo Tip07_MALHA Algumas de suas extenses disponveis sero: MALHA_01.[Link] MALHA_01.[Link] MALHA_01.SP MALHA_01.[Link] MALHA_01.[Link] (REAL) (REAL) (REAL) (BOOL) (DINT)
Outra vantagem que podemos aproveitar uma programao de um equipamento existente, ou seja, podemos copiar a lgica para uma outra rotina e executar uma subtituio do tag para o tag do novo equipamento, sem que seja necessria uma nova programao. Em seguida basta apenas trocar os endereos de entrada e sada para o equipamento novo. IMPORTANTE: 1-Alguns sistemas supervisrios podem no funcionar com este tipo endereamento. 2-O UDT s pode ser alterado offline e aps ser alterado, os dados so zerados. Se existirem temporizadores no UDT seus valores de preset sero zerados (At a verso 12).
14
CONFIGURAO DE HARDWARE E ENDEREAMENTO
O endereamento dos cartes de entradas e sadas no CLP conseqncia direta da configurao de hardware criada no programa. Esta configurao deve conter todos os cartes, tanto do rack local como do rack remoto, para que os tags com os endereos sejam cridos no Controller Tags (Base de Dados do CLP). Quando um carto de entrada configurado so criados tags para configurao e leitura deste carto. Para o carto de sada, so criados tags para configurao, leitura e sada deste carto. A ltima letra do tag define a sua funo (:C configurao, :I entrada, :O Sada). Os nomes dos tags dos cartes do rack local so iniciados com o nome Local, sendo que para os tags dos cartes do rack remoto utilizado o nome dado ao mdulo de comunicao com o rack remoto (ex. CLP1_1).
15
Rack Remoto
Cartes do Rack Remoto
Configurao do Carto
Rack Local
Status de Falha Entrada Digital Cartes do Rack Local Entrada Digital
7.1
ENDEREAMENTO DE RACK CONTROL LOGIX (1756) Formato E/S Digital: Nome do rack:slot:I (entrada) ou O (saida).[Link] ou sada (entrada ou sada digital) Exemplo: Local:11:[Link].0 (rack local, slot 11, entrada digital 0) (rack local) CLP2R[Link][Link].1 (rack CLP2R1, slot 10, sada digital 1) (rack remoto) Formato E/S Analgica: Nome do rack:slot:I (entrada) ou O (saida).Ch + entrada ou sada + Data Exemplo: Local:6:I.Ch0Data (rack local, slot 6, entrada analgica 0)
16
7.2
ENDEREAMENTO DE RACK FLEX I/O (1794) Formato E/S Digital: Nome do Rack:slot:I (entrada) ou O (saida).entrada ou sada Exemplo: CLP2R[Link]I.1 (rack CLP2R2, slot 4, entrada digital 1) Formato E/S Analgica: Nome do Rack:slot:I (entrada) ou O (saida).Ch + entrada ou sada + Data Exemplo: CLP[Link]I.Ch1Data (rack CLP4, slot 5, entrada analgica 1)
7.3
CONFIGURAO DO CARTO DE ENTRADA DIGITAL
A configurao do carto de entrada digital permite configurar o nome, slot, inibir e tempo de leitura do carto.
Configura nome do carto e slot
17
Inibe o carto
Quando ativado causa falha no controlador quando ocorre falha no carto
Tempo de leitura do carto (RPI)
7.4
CONFIGURAO DO CARTO DE SADA DIGITAL
A configurao do carto de sada digital semelhante ao de carto de entrada digital com algumas opes especficas de carto de sada como reset de fusvel.
7.5
OBSERVAES IMPORTANTES SOBRE REDE CONTROLNET
Quando utilizar rede ControlNet para rack remoto observar o tempo de RPI dos cartes. Se a rede possuir mais de uma remota ou distncias muito grandes este valor deve ser aumentado. Isto ocorre porque a ControlNet uma rede determinstica, ou seja, ela tem um determinado tempo para varrer todos os ns da rede. Quando os tempos de RPI dos cartes remotos esto muito pequenos, a rede no suporta a velocidade requerida pelos cartes. Este problema pode ser observado quando feito o download da rede a partir do software RSNetworx for ControlNet. O software encontra todos os cartes da rede mas no consegue completar o download. Aps os valores de RPI serem alterados e o download terminado, pode-se observar em modo online com o controlador que o diagnstico de falha dos cartes remotos desaparecem.
7.6
CONFIGURAO DO CARTO DE ENTRADA ANALGICA
Os cartes de entrada analgica permitem configurar a forma de ligao utilizada, unidade de engenharia, filtro e offset. Para configurar um carto clicar com boto direito sobre o carto e clicar em propriedades. 18
Seleo do canal de entrada analgica
Configurao do tipo de ligao
Configurao da unidade de engenharia
Tempo de amostragem da entradas analgica
Inibe o carto
Tempo de envio das leituras p/ o controlador Quando ativado causa falha no controlador quando ocorre falha no carto
7.7
CONFIGURAO DO CARTO DE SADA ANALGICA
Os cartes de sada analgica permitem configurar a forma de ligao utilizada, unidade de engenharia, filtro e offset da mesma forma que os cartes de entrada analgica bem como configurao de ltimo estado para a sada, limite de sada e
19
alarmes. Para configurar um carto clicar com boto direito sobre o carto e clicar em propriedades.
Seleo do canal de entrada analgica
Configurao do tipo de ligao
Configurao da unidade de engenharia
Configurao p/ permanecer ltimo estado
Configurao p/ permanecer valor definido p/ usurio
Configurao dos limites de sada
Desabilita alarmes
Rampa de sada (opcional)
IMPORTANTE: O valor mximo de sada deve ser configurado p/ se conseguir uma sada fsica real. Caso contrrio no haver sinal de corrente no canal de sada analgica. 7.8 CONFIGURAO DO CARTO ETHERNET
Quando o controlador com um carto ethernet so ativados pela primeira vez necessrio que se configure um endereo IP para este carto. Existem duas formas de 20
se fazer esta configurao, ou atravs da porta serial ou utilizando o software Bootp Server do RSLinx Tools. 7.9 CONFIGURAO DO CARTO ETHERNET ATRAVS DA PORTA SERIAL EM MODO ON-LINE
Em primeiro lugar deve-se criar um driver RS-232 DF1 devices no RSLinx. Em seguida selecionar o clp desejado (Device) e clicar em Auto-Configure. O controlador ser encontrado e o driver configurado automaticamente pelo RSLinx. Aps a configurao, clicar em Communications->RSWho e verificar se o clp foi encontrado.
Aps o clp ser encontrado faa um download com um endereo IP configurado para o carto ethernet.
7.10 CONFIGURAO DO CARTO SOFTWARE BOOTP SERVER
ETHERNET
ATRAVS
DO
21
Este mtodo funciona apenas com verses mais novas de carto ethernet. O carto precisa ter a opo Enable Bootp em sua configurao. Todo carto ethernet possui um nmero MAC fixo que vem configurado de fbrica. Retire o carto do rack e anote este nmero que vem escrito na placa (ex. : [Link]). Execute o programa (Rockwell Software->RSLinx Tools->Bootp Server). Aps encontrar o endereo MAC da placa, selecione o endereo e faa um duplo clique. Digite um endereo IP e uma mscara de rede para a placa e clique em OK. Configure um driver ethernet no RSLinx com o endereo IP configurado e verifique se o clp encontrado. Aps entrar em modo ON-LINE com o clp, desabilitar a opo Enable Bootp na configurao do carto ethernet.
CONFIGURAO DE REDE DEVICENET
22
A programao da rede DeviceNet no ControlLogix bastante diferente da programao dos controladores da famlia 5 pois no possui implementao de blocos de leitura e escrita (BTR, BTW). Quando um carto scanner DeviceNet inserido na configurao de hardware so criados tags que permitem controle do scanner e a leitura e escrita dos dados.
Tag para leitura de dados
Tag para controle do scanner Tag para escrita de dados Tag de status do scanner
Bit de ativao da leitura do scanner
Bit de reset do scanner
Para ativar a leitura do scanner o bit .[Link] deve ser mantido em 1
A leitura da rede feita pelo controlador por palavras de 32 bit sendo que o padro da rede utiliza palavras de 16 bits. necessrio ento separar em duas palavras de 16
23
bits, cada palavra de 32 bits lida pelo controlador. Uma forma de fazer essa separao utilizando a instruo BTD.
Distribui os primeiros 16 bits (0 a 15) de dados lidos pelo carto para um tag interno 16 bits
Distribui os prximos 16 bits (16 a 31) de dados lidos pelo carto para um tag interno 16 bits
Numero de palavras de leitura da rede (Max. 124)
Numero de palavras de escrita da rede (Max. 123)
Numero de palavras de status da rede (Max. 32)
Apesar da placa de rede Devicenet do ControlLogix possibilitar a leitura de uma maior quantidade de dados, os modelos existentes possuem apenas uma porta de rede, diferente da famlia 5. A configurao dos ns de rede continua sendo feita atravs do software RSNetworx.
24
EDIO DO PROGRAMA ON-LINE
Inciar a edio de uma linha em Start Pending Rung Edit:
Aps editar a linha, voc tem a opo de cancelar a edio da linha ou de todas as linhas em edio no programa ou aceitar a linha ou todas as linhas em edio no programa.
Aceita ou cancela todas as linhas do programa
Aceita ou cancela a linha em edio
Aps aceitar a edio, o programa lhe informar se a linha possui erros. Caso no tenha ocorrido nenhuma mensagem de erro, Voc pode testar as edies ou cancelar as edies. Neste modo, se alguma falha ocorrer em funo da edio, a linha ser cancelada pelo programa.
Testa as edies Cancela as edies
Aps as edies terem sido testadas, voc pode incorporar as edies definitivamente ou retornar a opo de teste de edies.
Retorna a opo de teste de edio Finaliza as edies
25
10 LOCALIZANDO UM ENDEREO NO PROGRAMA
Existem diversas formas de procurar um tag no programa ou na base de dados. No menu Search voc pode utilizar Find, Cross Reference, Replace para substituir um tag ou Go to para escolher onde quer ir. Cross Reference e Go to tambm podem ser acessados atravs do boto direito sobre um tag do programa ou da base de dados. 10.1 REFERNCIA CRUZADA A referncia cruzada (cross reference) mostra todas as ocerrncias de um determinado tag. Para ir at a posio do tag no programa basta um duplo clique sobre a ocorrncia. A referncia cruzada pode ser utilizada tambm com a base de dados para encontrar uma o tag da mesma forma que no programa, basta que o controller tags esteja aberto.
Campo para digitar o nome do tag Selees de preferncias
Ocorrncias no programa
26
10.2 LOCALIZAR TODOS Outra forma de localizar um tag utilizando Find All. As ocorrncias iro aparecer na rea de resultados. Para ir at a posio do tag no programa ou na base de dados basta um duplo clique sobre a ocorrncia.
Localiza prximo
Localiza anterior
Localizar todos
Campo para digitar o nome do tag
Campo de resultados
27
10.3 LOCALIZAR E SUBSTITUIR Permite substituir um tag por outro em uma rotina ou em todo o programa quando em modo offline. Se for utilizado um tpico de equipamento (UDT), a rotina de um equipamento pode ser aproveitada, bastando apenas copiar a rotina, substituir o tag por um novo utilizando replace e trocar os tags de I/O.
Seleciona tag existente na base de dados Campos para digitar o nome do tag
Opes de procura
28
11 VARIVEIS DE SISTEMA DO CLP
Para acessar variveis internas do CLP como relgio, tempo de scan, falhas e cdigos de falhas, so necessrias a utilizao de uma funo GSV (Get System Value) ou SSV (Set System Value). A funo GSV l variveis internas do clp, enquanto que a SSV pode alterar estas variveis. 11.1 EXEMPLO DE LEITURA DO RELGIO DO CLP Criar um tag array do tipo DINT com 7 elementos para receber os valores de data e hora e utiliza-lo com a funo GSV como descrito abaixo. Para escrever um valor de data e hora basta utilizar a funo SSV.
Os valores lidos so os seguintes: TEMPO[0] = ano TEMPO[1] = ms TEMPO[2] = dia TEMPO[3] = hora TEMPO[4] = minuto TEMPO[5] = segundo TEMPO[6] =microsegundo
29
30
12 BLOCO DE LEITURA MESSAGE
O bloco message utilizado para realizar leitura de outros clps via rede, explicit message, remote I/O, DH+ e outros. 12.1 EXEMPLO DE LEITURA DE POWER MONITOR COM BLOCO MESSAGE Este exemplo mostra os parmetros do bloco message utilizados para leitura de um power monitor em rede DeviceNet com converso para ControlNet. Estes parmetros podem ser utilizados como referncia para leitura direta via rede DeviceNet pois implementam um explicit message, o qual necessrio para a leitura dos dados do power monitor ou outro equipamento que necessite esta implementao.
Tag do tipo array (DINT[32]) onde sero armazenados os dados
Caminho onde se encontra o mdulo de leitura do Power Monitor seguido de parmetros de comunicao (ver help do bloco msg )
31
A palavra lida do Power Monitor precisa ser invertida. A lgica abaixo implementa um bloco message para o nstace 17, inverte a palavra e move o resultado para um tag definido pelo usurio (UDT) equivalente ao nstance 17 com variveis do tipo real.
Bloco MSG para leitura do nstance 17
Inverte o tag DINT[32] e move para outro DINT[32]
Copia o resultado para o tag do tipo nstance 17 com tamanho 13
Tpico do nstance 17 (UDT)
Extenses do tipo REAL
Outros tpicos criados pelo usurio
32